SIMULADO AVI DE ADM 2 OK
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06/03/2019 EPS
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CCJ0011_AV1_201408131471 V.1
Disc.: DIREITO ADMINISTRATIVO II
Aluno(a): FRANCISCO DAS CHAGAS FELIX VIANA Matrícula: 201408131471
Acertos: 1,8 de 2,0 Início: 05/03/2019 (Finaliz.)
1a Questão (Ref.:201408716476) Acerto: 0,2 / 0,2
Em relação à intervenção do Estado na Propriedade Privada, pode-se afirmar que:
A requisição administrativa configura a intervenção do Estado na propriedade privada em propriedades
vizinhas, em qualquer situação, à obras vinculadas ao processo de desapropriação.
As limitações administrativas interferem no caráter absoluto da propriedade privada, visto que o proprietário
não poderá dispor de seu bem como pretender.
A servidão administrativa é forma de intervenção supressiva do Estado na propriedade privada e afeta o seu
caráter de exclusividade.
A ocupação temporária é espécie de intervenção do Estado na Propriedade Privada diretamente ligada a
situações de iminente perigo público.
2a Questão (Ref.:201408247949) Acerto: 0,2 / 0,2
ENADE 2006
O terrorismo, em virtude de sua gravidade e de sua alta lesividade, é considerado pela Constituição como crime
inafiançável e insuscetível de graça ou anistia (art. 5 , XLIII). De outro lado, o artigo 37, § 6 , da Constituição
estabelece a responsabilidade do Estado por atos de seus agentes. Em determinado caso, um servidor público é
investigado por ter, em contato com outros indivíduos, cometido ato de terrorismo, detonando explosivo em imóvel
particular de grande circulação, e, por isso, causado lesão a pessoas e danificado bens. A alegada ação ilícita teria
sido praticada no horário de expediente do servidor, que teria utilizado, como meio de facilitação do seu acesso ao
local alvo do atentado, sua identidade funcional. Nessa hipótese,
a eventual absolvição penal do servidor público por insuficiência de provas implicará a isenção da
responsabilidade do Estado.
o fato de o agente do suposto crime ser servidor público, agindo em horário do expediente, não é elemento
suficiente por si para gerar a responsabilidade do Estado.
as vítimas dos danos não terão direito a ser indenizadas pelo Estado, porque o Estado não responde
criminalmente, mas apenas civilmente, pelos atos de seus servidores.
não há que se cogitar de responsabilidade do Estado, pois, por definição, o Estado é que é a vítima do crime
de terrorismo.
as vítimas dos danos terão direito a ser indenizadas pelo Estado, o qual, nesse caso, não poderá alegar
nenhuma excludente de responsabilidade, dado o caráter inafiançável do ilícito.
3a Questão (Ref.:201408827562) Acerto: 0,2 / 0,2
Astrobaldo, motorista de taxi há 25 anos, trafegava por via de rodagem como fazia por todos os dias de sua vida
profissional, quando foi surpreendido pela queda de um galho de mangueira. A queda foi provocada pelo acúmulo de
¿erva de passarinho¿ por conta de falta de manutenção cuja competência é da Secretaria Municipal de Meio
Ambiente. O galho atingiu em cheio o para-brisa de seu taxi. Tal acidente forçou Astrobaldo a submeter o veículo a
reparos, onde o carro ficou parado por dois dias inteiros, impossibilitando o motorista de realizar suas tarefas
laborais. Indique a alternativa correta:
A doutrina majoritária entende que mesmo em caso de omissão do Poder Público, este será responsabilizado
objetivamente, bastando Astrobaldo demonstrar o nexo de causalidade entre a conduta do Município e o dano
sofrido.
Astrobaldo não pode responsabilizar o Município, pois a queda do galho ocorreu por situação de força maior,
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caso de excludente de responsabilidade.
O agente público que deveria ter realizado a manutenção na árvore poderá ser responsabilizado
objetivamente pelo dano causado a Astrobaldo.
Segundo a doutrina dominante, o Município deve ser responsabilizado subjetivamente por culpa do serviço,
visto que a falta de manutenção configura omissão do Poder Público.
4a Questão (Ref.:201408227995) Acerto: 0,2 / 0,2
(OAB) Quanto às características da intervenção do Estado na propriedade privada, podemos afirmar que:
A propriedade é um direito fundamental consagrado na Constituição. Neste sentido, as modalidades de
intervenção do Estado que objetivem restringir este direito são consideradas inconstitucionais, admitindo-se,
apenas, caso haja acordo entre os Estado e o particular.
A função social da propriedade, a supremacia do interesse público e o direito incondicional à propriedade,
fundamentam as diversas formas de intervenção do Estado.
A servidão administrativa corresponde a um direito de natureza pessoal.
Além do poder de policia, as modalidades restritivas de intervenção do Estado na propriedade privada são
consideradas impositivas, cabendo ao particular apenas o dever de tolerância.
A servidão administrativa é uma forma de expressão do poder de policia do Estado.
5a Questão (Ref.:201408364991) Acerto: 0,2 / 0,2
(OAB/FGV ) Com relação à requisição administrativa, analise as afirmativas a seguir.
I. Terá sempre caráter de definitividade.
II. Será aplicada somente em situação de guerra ou de movimentos de origem política.
III. Será a indenização sempre a posteriori, caso seja devida.
IV. Incidirá apenas sobre bens imóveis.
Assinale:
se somente a afirmativa l estiver correta.
se somente a afirmativa III estiver correta.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
se somente as afirmativas l, II e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas II e IV estiverem corretas.
6a Questão (Ref.:201408810383) Acerto: 0,0 / 0,2
Mário, técnico judiciário, no exercício irregular de suas funções, praticou ato omissivo culposo que resultou em
prejuízo ao erário e a terceiros. Considerando que Mário faleceu, seus sucessores:
não serão responsáveis pela reparação do dano, uma vez que não há responsabilidade civil decorrente de ato
omissivo.
não serão responsáveis pela reparação do dano, uma vez que a responsabilidade civil não se estende aos
sucessores do autor do dano.
não serão responsáveis pela reparação do dano, uma vez que não há responsabilidade civil decorrente de ato
culposo.
serão responsáveis pela reparação do dano até a satisfação integral do prejuízo, podendo ultrapassar,
inclusive, o valor da herança recebida.
serão responsáveis pela reparação do dano até o limite do valor da herança recebida.
7a Questão (Ref.:201408227940) Acerto: 0,2 / 0,2
(OAB/CESPE) Em relação à desapropriação, pode-se afirmar:
o processo de desapropriação pode ser contestado por motivo de evicção em relação ao imóvel expropriado;
o requerimento para imissão provisória na posse pode ser renovado por duas vezes, no prazo de 360 dias
contados da alegação de urgência;
a desapropriação é uma forma originária de aquisição da propriedade;
é necessário que se conheça o proprietário da coisa para se ajuizar a ação expropriatória;
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8a Questão (Ref.:201408895877) Acerto: 0,2 / 0,2
Caso um servidor público de uma Secretaria de Saúde do Estado cause dano a terceiros, no exercício de suas
atribuições e caso a vitima pretenda acionar o judiciário para que ocorra a responsabilização, nesse caso, está
correto:
A Secretaria a que pertence não estará sujeita a nenhum tipo de responsabilidade, de acordo com a teoria
¿irresponsabilidade Estatal¿.
A Secretaria a que pertence estará sujeita a responsabilidade objetiva, desde que seja prestadora de serviço
público.
A Secretaria a que pertence estará sujeita a responsabilidade subjetiva, uma vez que surge a necessidade de
se comprovar a culpa ou dolo do agente.
A Secretaria a que pertence estará sujeita ao regime da responsabilidade civil objetiva, podendo ajuizar ação
regressiva contra o agente causador do dano.
9a Questão (Ref.:201408227847) Acerto: 0,2 / 0,2
(OAB/CESPE) - A promotora M.B. da Vara de Execuções Penais, pediu à justiça novo mandado de prisão contra
C.E.T.L., de 18 anos de idade, um dos cinco supostos envolvidos detidos pela morte do menino. Ela solicitou a
regressão do regime semi-aberto do suspeito, que era condenado pelos crimes de roubo,furto e tentativa de furto. Se
o pedido for aceito, ele voltará a cumprir pena em regime fechado. Como justificativa para o pedido, a promotora
argumentou que C.E.T.L. estava foragido na noite em que supostamente dirigia o carro roubado que arrastou a
vítima, presa a um cinto de segurança, pelas ruas da Zona Norte do Rio. Desde o dia 28 de dezembro do ano
passado, o suspeito estava foragido porque não havia passado a noite na Casa do Albergado. Fluminense
online.internet: (com adaptações). Tendo em vista a responsabilidade civil do Estado, assinale a opção correta a
propósito do caso descrito no texto acima.
Haveria responsabilidade civil do estado do Rio de Janeiro mesmo se, sem a colaboração do citado fugitivo, o
evento ocorresse da forma como ocorreu.
Conforme consta do texto apresentado, para que haja a responsabilização civil do estado do Rio de Janeiro,
há de se provar culpa.
Para o STF, na hipótese de um dos possíveis responsáveis pelo crime ser policial militar, utilizando-se
ilegalmente de arma de fogo da corporação anteriormente furtada por terceiros, haveria a responsabilidade
objetiva do estado do Rio de Janeiro, mesmo que o referido policial estivesse de folga.
Há responsabilidade objetiva do estado do Rio de Janeiro, diante da falta de fiscalização do cumprimento da
pena em regime semi-aberto.
10a Questão (Ref.:201408716099) Acerto: 0,2 / 0,2
Genivaldo, ingressou em um ônibus de uma concessionária prestadora de serviço de transporte coletivo urbano com a
finalidade de chegar em tempo em seu trabalho. No meio do percurso, o condutor foi obrigado a aplicar frenagem
brusca, pois chovia bastante e fortes ventos causaram a queda de uma mangueira em frente ao veículo. Com a
frenagem, Genivaldo sofreu fratura de fêmur e entorse no tornozelo, sendo necessário o atendimento emergencial em
hospital particular, que estava mais próximo do local do acidente, obrigando a vítima a desembolsar quantia
considerável pelo atendimento. Inconformado com o acidente e com a necessidade de gastar seu dinheiro com
atendimento de saúde, Genivaldo ingressou com ação de reparação de danos contra a concessionária. Com base no
relato anterior assinale a alternativa correta.
O condutor será acionado pela concessionária para recompor os gastos com a indenização, pois, a
comprovação do dolo e da culpa é desnecessária para a responsabilização objetiva do agente.
A concessionária responde objetivamente, porém, em sua defesa poderá alegar caso de força maior com base
na Teoria do Risco Administrativo.
A concessionária será responsabilizada de forma objetiva com fundamento na Teoria do Risco Integral.
A concessionária e o condutor responderão subjetivamente, havendo a necessidade de comprovação de dolo
ou culpa de ambos.