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sleep at night. J. 
Obstet. Gynecol. Neonat. Nurs., [S.l.], v. 17, n. 2, p. 122-126, 1988.
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4. O’CONNOR, S.; VIETZE, P. M.; SHERROD, K. B.; SANDLER, H. M. ALTEMEIER W. A. Reduced incidence 
of parenting inadequacy following rooming-in. Pediatrics, [S.l.], v. 66, n. 2, p. 176-182, 1980.
5. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Evidence for the ten steps to successful breastfeeding. Genebra, 1998. 
Disponível em: <http://whqlibdoc.who.int/publications/2004/9241591544_eng.pdf>. Acesso em: 29 out. 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Normas básicas para alojamento conjunto. Brasília: Ministério da Saúde, 
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7. NEIFERT. M.; LAWRENCE, R.; SEACAT, J. Nipple confusion: toward a formal 
defnition. J. Pediatrics, [S.l.], v. 126, n. 6, p. 125-129, 1995.
8. VICTORA, C. G.; BEHAGUE, D. P.; BARROS, F. C.; OLINTO, M. T.; WEIDERPASS E. Pacifer use and short 
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10. BRASIL. Lei nº 11.108, de 7 de abril de 2005. Altera a Lei n° 8.080, de 19 de setembro 
de 1990, para garantir às parturientes o direito à presença de acompanhante durante o 
trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, no âmbito do Sistema Único de Saúde 
– SUS. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 6 de dezembro 2005, seção I, p. 32.
11. WORLD HEALTH ORGANIZATION/UNICEF. Breastfeeding counselling: a training 
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12. ASHRAF, R. N.; JALIL, F.; APERIA, A.; LINDBLAD, B. S. Additional water is not needed for healthy 
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Cuidados no Alojamento Conjunto 4 Capítulo
14. KLAUS, M. H.; KLAUS, P. H. Your amazing newborn. Cambridge: Perseus, 1998.
15. AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS TASK FORCE ON SUDDEN INFANT DEATH SYNDROME. The changing 
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environment, and new variables to consider in reducing risk. Pediatrics, [S.l.], v. 116, n. 5, p. 1245-55, 2005.
16. NUNES, M. L.; MARTINS, M. P.; NELSON, E. A. S.; COWAN, S. CAFFERATA, M. L.; COSTA, 
J. C. Orientações adotadas nas maternidades dos hospitais-escola do Brasil, sobre 
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17. HUNT, L.; FLEMING, P.; GOLDING, J. Does the supine sleeping positioning have any adverse 
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18. TABLIZO, M. A. et al. Supine sleeping position does not cause clinical aspiration in neonates in 
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19. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de saúde da criança: passaporte da cidadania. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2009. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/editora/>. Acesso em: 31 out. 2009.
20. BRASIL. Ministério da Saúde. Agenda de compromissos para a saúde integral da criança e 
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saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/agenda_compro_crianca.pdf>. Acesso em: 31 out. 2009.
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Prevenção 
da Infecção Hospitalar 5
Os avanços tecnológico e farmacêutico nas últimas décadas contribuíram para o aumen-
to da sobrevida de RN. Concomitantemente, outros problemas começaram a surgir, entre 
eles o aumento das taxas de infecção hospitalar (IH), especialmente as bacterianas, que 
passaram a ser um dos fatores limitantes na sobrevida desses RNs.1 O arsenal terapêutico 
antimicrobiano atual para essa população tão vulnerável é ainda limitado.
É fundamental a prevenção das infecções e não apenas o seu tratamento ou controle.
Vale lembrar que controlar IH é diferente de prevenir. A prevenção impede ou reduz a aqui-
sição de infecção e a entrada de um novo micro-organismo na unidade de saúde. Quando 
se fala em controle, admite-se que ocorreu falha na prevenção e a infecção já se instalou. 
Nessa situação, deseja-se que o micro-organismo não se dissemine na unidade, o que po-
deria atingir grandes proporções e levar a um surto nosocomial. Essas duas funções (pre-
venção e controle) são atribuídas às Comissões de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH). 
Segundo legislação vigente no nosso País, todo hospital é obrigado a constituí-las (Portaria 
MS/GM n° 2.616, de 12 de maio de 1998).
5.1 Mecanismos de contaminação do RN
Para melhor prevenir as IHs, é importante conhecer como elas ocorrem nas unidades 
neonatais. As principais formas de contaminação ou infecção do RN são:
•	 Intraútero: via transplancentária e via ascendente.
•	 Após o nascimento: contato direto, contato indireto, fluidos contaminados e vias respiratórias.
O RN pode ser colonizado ou infectado intraútero por intermédio da placenta ou por via 
ascendente, nos casos de ruptura prematura de membrana, trabalho de parto prematuro 
ou qualquer outro fator que favoreça a maior colonização genital da mãe (por ex.: cercla-
gem, infecção urinária).
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Após o nascimento, o processo de colonização continua por meio do contato direto com 
a mãe, com os familiares e com os profissionais de saúde, ou do contato indireto, por meio 
de objetos como termômetros, estetoscópios, transdutores, ventilação mecânica, presença 
de cateter vascular central e outros dispositivos.
Além do contato, que é o mecanismo mais comum e importante de colonização e/ou 
infecção do RN, outras formas de transmissão devem ser consideradas, tais como: fluidos 
contaminados, como hemoderivados, medicações, nutrição parenteral, leite materno e fór-
mulas lácteas e vias respiratórias, principalmente em surtos de infecções virais (influenza, 
vírus sincicial respiratório etc.).
A ocorrência de infecção a partir da colonização do RN depende do seu grau 
de imunidade, da virulência do micro-organismo e do inóculo do patógeno 
que lhe é imposto.
5.2 Fatores de risco para IH
Conhecer os fatores de risco para aquisição de IH é fundamental para preveni-la.
Os fatores de risco para IH podem ser:
•	Próprios dos RNs.
•	Relacionados às condições locais.
Entre os fatores de risco para IH próprios dos RNs ressaltam-se:
•	Peso ao nascer – quanto menor for o peso, maior é o risco de IH. Estima-se que a cada 
100g a menos de peso de nascimento, o risco de IH aumenta 9%.2
•	Defesa imunológica diminuída – quanto mais prematuro for o RN, mais imatura é sua 
imunidade humoral e celular.
•	Necessidade de procedimentos invasivos – quanto mais prematuro ou doente for o RN, 
maior é a necessidade de procedimentos invasivos.
•	 Alteração da microbiota bacteriana – durante a internação, os RN são colonizados por bac-
térias do ambiente hospitalar,