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NATAÇÃO Prof. M.S. Dílmerson de Oliveira FISIOLOGIA HUMANA FISIOLOGIA HUMANA Professor, vc vai enviar FISIOLOGIA HUMANA Professor, vc vai enviar NÃO! FISIOLOGIA HUMANA Professor, vc vai enviar NÃO! 1. Anotações 2. Fotos (desde que não atrapalhe o andamento da aula) Por vezes: 3. Xerox 4. Artigos suplementares no portal ou com representante de turma. Introdução Qu an do ? Onde? Porquê? Que m? Pra quê? Introdução Introdução ORIGEM Introdução O surgimento da modalidade conta desde nossos ancestrais, homens atravessavam as águas caçando alimentos. ORIGEM Introdução Na década de 20 do século passado foi redescoberto pelo arqueólogo inglês Sr. John Marshall, um sítio arqueológico chamado Mohenjo Daro, que significa “Monte dos Mortos”. Situado na região central do Paquistão e datado de mais de 4.000 anos, foi berço de uma cultura, que não se sabe como, desapareceu mil e setecentos anos antes da era cristã. Entre as ruínas do complexo dessa cidade, foi encontrado um tanque de 12 metros de comprimento por 7 metros de largura, com uma profundidade máxima de 2,4 metros. A PISCINA Introdução Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história. Introdução Apesar de não ser um exercício tão natural para o ser humano como caminhar ou correr, a natação existe há milênios. Praticada na Grécia Antiga e pelos romanos, entre outros povos, a natação, embora popular, demorou muito para se transformar em uma competição organizada, tendo seus estilos se desenvolvido de diferentes formas ao longo da história. GRÉCIA ANTIGA ROMA ANTIGA Introdução Introdução Foi utilizada também pelos gregos da antiguidade apenas como treinamento, inclusive entre os soldados. Introdução Embora tenha sofrido o preconceito de que sua prática poderia trazer doenças, a natação ficou adormecida por séculos ressurgindo durante o período do império de Luís XIV, na França, local onde construíram a primeira piscina comunitária. Introdução Embora tenha sofrido o preconceito de que sua prática poderia trazer doenças, a natação ficou adormecida por séculos ressurgindo durante o período do império de Luís XIV, na França, local onde construíram a primeira piscina comunitária. Introdução A NATAÇÃO ESTILOS? Introdução A NATAÇÃO ESTILOS? Introdução Quando surgiram os estilos Introdução Quando surgiram os estilos Os quatro estilos foram criados em tempos e por autores diferentes. Introdução A NATAÇÃO O primeiro a aparecer foi o nado peito, o francês M. Thevenal desenvolveu os movimentos similares ao executado atualmente, no ano de 1696. Introdução A NATAÇÃO O primeiro a aparecer foi o nado peito, o francês M. Thevenal desenvolveu os movimentos similares ao executado atualmente, no ano de 1696. Introdução A NATAÇÃO Em seguida o costas, elaborado em 1794 por um italiano chamado Bernardi, a princípio os braços giravam para trás simultaneamente. Introdução A NATAÇÃO Em seguida o costas, elaborado em 1794 por um italiano chamado Bernardi, a princípio os braços giravam para trás simultaneamente. Introdução A NATAÇÃO Em 1873, o nado crawl ou estilo livre nasceu partir de rotações do corpo e o deslocamento dos braços, através do inglês John Trudgen, aprimorado mais tarde pelo australiano Richard Cavill. Introdução A NATAÇÃO Em 1873, o nado crawl ou estilo livre nasceu partir de rotações do corpo e o deslocamento dos braços, através do inglês John Trudgen, aprimorado mais tarde pelo australiano Richard Cavill. Introdução A NATAÇÃO Já o borboleta surgiu através do nado peito, que depois de algumas modificações, um competidor húngaro fez brotar o quarto e último estilo, por volta de 1948. Introdução A NATAÇÃO Já o borboleta surgiu através do nado peito, que depois de algumas modificações, um competidor húngaro fez brotar o quarto e último estilo, por volta de 1948. Introdução A NATAÇÃO Mas… quando a natação foi oficializada como esporte? Introdução A NATAÇÃO Mas… quando a natação foi oficializada como esporte? No século XIX a natação tornou-se um esporte. Alguns acontecimentos históricos marcaram a modalidade, um deles foi a travessia do Canal da Mancha de um soldado de Napoleão Bonaparte. Introdução A NATAÇÃO Logo a primeira competição oficial foi realizada na Austrália, no ano de 1858, espalhando posteriormente para Inglaterra e Estados Unidos. Introdução A NATAÇÃO Logo a primeira competição oficial foi realizada na Austrália, no ano de 1858, espalhando posteriormente para Inglaterra e Estados Unidos. Introdução A NATAÇÃO Nos jogos Olímpicos… Entrou para as Olimpíadas na primeira edição da Era Moderna, em 1896 na cidade de Atenas. Introdução A NATAÇÃO Nos jogos Olímpicos… Entrou para as Olimpíadas na primeira edição da Era Moderna, em 1896 na cidade de Atenas. Prova em mar aberto Introdução A NATAÇÃO Em 1904, a natação foi em um lago: Saint Louis, Estados Unidos. Introdução A NATAÇÃO Só em 1908 foi usada a primeira piscina olímpica. Introdução A NATAÇÃO Só em 1908 foi usada a primeira piscina olímpica. Tamanho: 100metros Sem raias Nem blocos de partida Introdução A NATAÇÃO 1908, foi fundada a Federação Internacional da Natação (FINA), que hoje regulamenta simultaneamente outras modalidades aquáticas:Introdução A NATAÇÃO 1908, foi fundada a Federação Internacional da Natação (FINA), que hoje regulamenta simultaneamente outras modalidades aquáticas: Introdução A NATAÇÃO Introdução A NATAÇÃO A primeira competição de natação em terras brasileiras aconteceu em 1898, os atletas nadaram uma distância de 1500 metros entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luzia, localizada no Rio de Janeiro. O Brasil participou dos Jogos Olímpicos de Antuérpia 1920. Introdução O que sabemos hoje sobre a natação e as piscinas? Introdução A NATAÇÃO Sobre as competições… A piscina pode ser curta com 25 metros ou com 50 metros, medida utilizada na modalidade Olímpica com 3 metros de profundidade. Introdução A NATAÇÃO Introdução A NATAÇÃO Existem provas de 50 a 1500 metros entre os quatro estilos nas provas individuais,. Existem também os revezamentos com equipes de quatro competidores. Sobre as distâncias das provas… Introdução A NATAÇÃO Existem provas de 50 a 1500 metros entre os quatro estilos nas provas individuais,. Existem também os revezamentos com equipes de quatro competidores. Sobre as distâncias das provas… Introdução A NATAÇÃO Sobre as distâncias das provas… Livre: • 50 metros; • 100 metros; • 200 metros; • 400 metros; • 800 metros: Exclusivo para mulheres; • 1500 metros: Prova unicamente masculina; • Revezamento 4x100 metros e 4x200 metros; • Maratona Aquática. Introdução A NATAÇÃO Sobre as distâncias das provas… Costas: • 100 metros; • 200 metros. Introdução A NATAÇÃO Sobre as distâncias das provas… Peito: • 100 metros; • 200 metros; Introdução A NATAÇÃO Sobre as distâncias das provas… Borboleta: • 100 metros; • 200 metros; Introdução A NATAÇÃO Sobre as distâncias das provas… Medley: A junção dos quatro tipos de nados. • 200 metros: Sendo 50 cada estilo; • 400 metros: Com 100 cada estilo; • Revezamento: 4x 100 metros. HIDRODINÂMICA Hidrodinâmica O que é Hidrodinâmica? Hidrodinâmica O que é Hidrodinâmica? - Subdivisão da mecânica dos fluídos. (Rios, 1986) Hidrodinâmica O que é Hidrodinâmica? - Subdivisão da mecânica dos fluídos. (Rios, 1986) - Tem por objeto o estudo do movimento dos fluídos. (Azevedo Netto , 1998) Hidrodinâmica O que é Hidrodinâmica? - Subdivisão da mecânica dos fluídos. (Rios, 1986) - Tem por objeto o estudo do movimento dos fluídos. (Azevedo Netto , 1998) - Objeto de estudo da mecânica dos fluidos são as leis do equilíbrio e do movimento dos fluidos e os fenômenos que decorrem da sua interação como os sólidos. (Fédiaevski, 1979) Hidrodinâmica Deslocamento do Fluido Hidrodinâmica Deslocamento do Fluido Um fluido se deslocando em contato com uma superfície sólida gera diferentes gradientes de velocidade em camadas paralelas a esse sólido, sendo a primeira camada, da superfície do sólido para fora a de menor velocidade, e essa velocidade cresce á medida que essas camadas se afastam da superfície. Hidrodinâmica Arrasto Hidrodinâmico? Hidrodinâmica Arrasto Hidrodinâmico? Massa d’água que empurra um corpo para trás em oposição ao seu movimento, denominado resistência hidrodinâmica ou arrasto. Onde ρ = Massa volúmica da água; Cd = Coeficiente de arrasto, v = velocidade de deslocamento e (S) = a área da secção máxima do corpo transversal à direção da força. Hidrodinâmica Arrasto Hidrodinâmico? Massa d’água que empurra um corpo para trás em oposição ao seu movimento, denominado resistência hidrodinâmica ou arrasto. Onde ρ = Massa volúmica da água; Cd = Coeficiente de arrasto, v = velocidade de deslocamento e (S) = a área da secção máxima do corpo transversal à direção da força. Hidrodinâmica Tipos de Arrasto • Está relacionado ao tamanho e forma do corpo. • Proporcional ao quadrado da velocidade do fluído, tornando- se cada vez mais importante à medida que a velocidade de nado aumenta. • Para minimizar este tipo de arrasto o nadador deverá manter uma posição corporal o mais alinhada possível enquanto se desloca na água – posição hidrodinâmica De forma ou pressão Hidrodinâmica Tipos de Arrasto De onda • Oriundo das ondas provocadas pelo atleta ao se • movimentar na água; • O corpo do nadador com os seus vários pontos de pressão (cabeça, cintura escapular, região glútea e pés), causa alterações na pressão hidrodinâmica; Hidrodinâmica Tipos de Arrasto De onda Efeito da profundidade sobre o arrasto de onda Hidrodinâmica Tipos de Arrasto De Fricção • Está relacionado com o contato do corpo do • atleta com a água; • Resulta das características de viscosidade e escoamento de um líquido; • Arrasto de fricção tem relação com a velocidade do liquido em relação ao corpo, a área de superfície deste e às características dessa superfície, como por exemplo, quanto à rugosidade. Hidrodinâmica Tipos de Arrasto Passivo • Quantidade de resistência da água que um corpo humano experimenta, numa postura imóvel. • Os primeiros estudos foram realizados por Dubois-Reymond em 1905, Lijestrand e Stenstrom em 1919, quando rebocaram pessoas por embarcações e guindastes a margem do corpo liquido medindo a resistência por meio de um dinamômetro Hidrodinâmica Tipos de Arrasto Ativo • Contrariamente ao arrasto passivo, no ativo o movimento do nado é quem caracterizará a resistência. • métodos indiretos: baseia-se na regressão, para uma dada velocidade, entre o consumo energético líquido e a carga adicional, positiva ou negativa, a que um nadador está sujeito a uma velocidade. • métodos diretos: consiste na avaliação da força média que o nadador realiza num conjunto de apoios fixos montados sequencialmente ao longo da piscina, cerca de 80 cm abaixo da superfície da água. COMO ENSINAR A NADAR? Concepções das correntes pedagógicas da natação. Etapas do processo de ensino da natação. O ensino da natação passa por 3 etapas distintas e bem delimitadas:1 2 3 Etapas do processo de ensino da natação. O ensino da natação passa por 3 etapas distintas e bem delimitadas: A adaptação ao meio líquido, na qual o sujeito procura se relacionar com um novo ambiente, adaptando-se a novas situações de equilíbrio, respiração e propulsão (CARVALHO, 1989);1 2 3 Etapas do processo de ensino da natação. O ensino da natação passa por 3 etapas distintas e bem delimitadas: A adaptação ao meio líquido, na qual o sujeito procura se relacionar com um novo ambiente, adaptando-se a novas situações de equilíbrio, respiração e propulsão (CARVALHO, 1989);1 2 Treinamento fundamental: fenômeno pedagógico, que compreende o aproveitamento de um conjunto de meios que assegurem a aquisição e desenvolvimento de todo o complexo humano, na busca de bases neuropsicomotoras para o exercício futuro da alta performance desportiva (ANDRIES JR; DUNDER, 2002). Consiste na aquisição de capacidade aeróbia mínima e aprendizado dos quatro estilos de nado; 3 Etapas do processo de ensino da natação. O ensino da natação passa por 3 etapas distintas e bem delimitadas: A adaptação ao meio líquido, na qual o sujeito procura se relacionar com um novo ambiente, adaptando-se a novas situações de equilíbrio, respiração e propulsão (CARVALHO, 1989);1 2 Treinamento fundamental: fenômeno pedagógico, que compreende o aproveitamento de um conjunto de meios que assegurem a aquisição e desenvolvimento de todo o complexo humano, na busca de bases neuropsicomotoras para o exercício futuro da alta performance desportiva (ANDRIES JR; DUNDER, 2002). Consiste na aquisição de capacidade aeróbia mínima e aprendizado dos quatro estilos de nado; 3 Treinamento competitivo: busca por excelência na modalidade, de acordo com processo de especialização em provas e disputas nas quais o nadador melhor se adapta e apresenta melhores performances. Etapas do processo de ensino da natação. Metodologias de Ensino: Etapas do processo de ensino da natação. Metodologias de Ensino: Para o ensino da natação, assim como de qualquer outra modalidade esportiva ou forma de atividade física sistematizada, é necessário o planejamento e a adequação dos processos pedagógicos a certos princípios teóricos, voltados aos objetivos que se deseja alcançar e os meios para tal. Etapas do processo de ensino da natação. Metodologias de Ensino: Para o ensino da natação, assim como de qualquer outra modalidade esportiva ou forma de atividade física sistematizada, é necessário o planejamento e a adequação dos processos pedagógicos a certos princípios teóricos, voltados aos objetivos que se deseja alcançar e os meios para tal. Metodologia de ensino é um conjunto de métodos e técnicas utilizados a fim de que o processo ensino-aprendizagem se realize com êxito. Tem o objetivo de dar direção à aprendizagem ao educando e respeitar sua liberdade, para que a assimilação de diretrizes, atitudes e valores possam acontecer da melhor forma, respeitando seus aspectos pessoais (MARTINS, 1985). Etapas do processo de ensino da natação. Metodologias de Ensino: Para o ensino da natação, assim como de qualquer outra modalidade esportiva ou forma de atividade física sistematizada, é necessário o planejamento e a adequação dos processos pedagógicos a certos princípios teóricos, voltados aos objetivos que se deseja alcançar e os meios para tal. Metodologia de ensino é um conjunto de métodos e técnicas utilizados a fim de que o processo ensino-aprendizagem se realize com êxito. Tem o objetivo de dar direção à aprendizagem ao educando e respeitar sua liberdade, para que a assimilação de diretrizes, atitudes e valores possam acontecer da melhor forma, respeitando seus aspectos pessoais (MARTINS, 1985). Machado (1978) traz sugestões de concepções de ensino que compõem o tripé da pedagogia da natação: Concepção global; Concepção analítica; Concepção Sintética. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Global: Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Global: • A concepção global é a corrente pedagógica mais velha de ensino da natação. • Nela não está contida nenhuma preocupação com métodos ou qualquer forma organizada de aprendizagem. • É a perspectiva que visa apenas a sobrevivência como maior objetivo do aprendizado. • Nesta concepção tudo está a cargo do instinto, na qual o objetivo é resolver a sucessão de problemas ligados à sobrevivência no meio líquido (MACHADO, 1978). Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Global: • A concepção global é a corrente pedagógica mais velha de ensino da natação. • Nela não está contida nenhuma preocupação com métodos ou qualquer forma organizada de aprendizagem. • É a perspectiva que visa apenas a sobrevivência como maior objetivo do aprendizado. • Nesta concepção tudo está a cargo do instinto, na qual o objetivo é resolver a sucessão de problemas ligados à sobrevivência no meio líquido (MACHADO, 1978). • Segundo Catteau e Garroff (1990), trata-se de uma concepção “primitiva” ou pré-científica do homem, bem como da natação, ilustrada por suas origens longínquas. Ou seja, uma perspectiva ligada à intuição e a pouca ou quase nenhuma atuação do professor, sendo baseada na idéia de tentativa e erro. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Global: • A concepção global é a corrente pedagógica mais velha de ensino da natação. • Nela não está contida nenhuma preocupação com métodos ou qualquer forma organizada de aprendizagem. • É a perspectiva que visa apenas a sobrevivência como maior objetivo do aprendizado. • Nesta concepção tudo está a cargo do instinto, na qual o objetivo é resolver a sucessão de problemas ligados à sobrevivência no meio líquido (MACHADO, 1978). • Segundo Catteau e Garroff (1990), trata-se de uma concepção “primitiva” ou pré-científica do homem, bem como da natação, ilustrada por suas origens longínquas. Ou seja, uma perspectiva ligada à intuição e a pouca ou quase nenhuma atuação do professor, sendo baseada na idéia de tentativa e erro. • Aplicada à natação, consiste na tentativa de observação e realização, sem contribuições de processos fragmentados ou direcionados de ensino. Apóia-se na imitação de movimentos ou na criação de formas próprias de propulsão na água. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: • Machado (1978) aponta esta concepção como a compreensão das partes para chegar ao conhecimento do todo. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: • Machado (1978) aponta esta concepção como a compreensão das partes para chegar ao conhecimento do todo. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: • Machado (1978) aponta esta concepção como a compreensão das partes para chegar ao conhecimento do todo. • Apóia-se na busca por uma execução lógica, com base na fragmentação do conteúdo, obedecendo a uma série sistematizada de exercícios e tarefas para que ocorra o processo de aprendizagem. É uma perspectiva pautada na teoria Behaviorista. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: • Machado (1978) aponta esta concepção como a compreensão das partes para chegar ao conhecimento do todo. • Apóia-se na busca por uma execução lógica, com base na fragmentação do conteúdo, obedecendo a uma série sistematizada de exercícios e tarefas para que ocorra o processo de aprendizagem. É uma perspectiva pautada na teoria Behaviorista. • Greco (1998), embora trabalhe voltado ao ensino de Jogos Esportivos Coletivos, contribui, ao apontar que esta concepção daliteratura da Educação Física se baseia em séries de exercícios, regidos por princípios metodológicos: do conhecido ao desconhecido; das partes ao todo; do fácil para o difícil; do simples para o complexo; divisão do movimento em fases funcionais. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: Esta perspectiva segue a linha de ensino-aprendizagem onde o todo é fracionado em partes coerentes e pedagogicamente úteis no processo de ensino-aprendizagem, instigando assim, o aluno a aprender, a entender e a usufruir deste conhecimento de forma espontânea e consciente nas situações futuras decorrentes em sua vida. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: Esta perspectiva segue a linha de ensino-aprendizagem onde o todo é fracionado em partes coerentes e pedagogicamente úteis no processo de ensino-aprendizagem, instigando assim, o aluno a aprender, a entender e a usufruir deste conhecimento de forma espontânea e consciente nas situações futuras decorrentes em sua vida. Este método segue princípios metodológicos nos quais a divisão de estímulos e atividades é feita de forma que os movimentos são ensinados seguindo uma fase funcional (GRECO, 1998). Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Analítica: Esta perspectiva segue a linha de ensino-aprendizagem onde o todo é fracionado em partes coerentes e pedagogicamente úteis no processo de ensino-aprendizagem, instigando assim, o aluno a aprender, a entender e a usufruir deste conhecimento de forma espontânea e consciente nas situações futuras decorrentes em sua vida. Este método segue princípios metodológicos nos quais a divisão de estímulos e atividades é feita de forma que os movimentos são ensinados seguindo uma fase funcional (GRECO, 1998). Esta concepção é muito aplicada no ensino da natação, visto sua presença através da fragmentação do movimento e do aprendizado na busca por uma técnica tida como perfeita a ser atingida. O objetivo não é criar uma forma tecnicamente adaptada ao nadador, mas sim, buscar repetir modelos biomecanicamente mais eficientes e tidos como ponto a ser alcançado. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Sintética: Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Sintética: Apóia-se na corrente psicológica da Gestalt, que traz uma definição contrária da analítica, porque é partindo do todo que se identificam as partes e consegue desenvolve-las da melhor forma (GRECO, 1998). Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Sintética: Apóia-se na corrente psicológica da Gestalt, que traz uma definição contrária da analítica, porque é partindo do todo que se identificam as partes e consegue desenvolve-las da melhor forma (GRECO, 1998). Parte do que o aluno já sabe e, através de situações problema, jogos, brincadeiras e transformações de execuções técnicas convencionais, busca alcançar uma forma eficaz de nado, pautada na capacidade de adaptação do nadador ao estilo a ser ensinado. Etapas do processo de ensino da natação. Concepção Sintética: Apóia-se na corrente psicológica da Gestalt, que traz uma definição contrária da analítica, porque é partindo do todo que se identificam as partes e consegue desenvolve-las da melhor forma (GRECO, 1998). Parte do que o aluno já sabe e, através de situações problema, jogos, brincadeiras e transformações de execuções técnicas convencionais, busca alcançar uma forma eficaz de nado, pautada na capacidade de adaptação do nadador ao estilo a ser ensinado. Essa perspectiva não desconsidera um padrão biomecanicamente estabelecido, porém, não busca a simples repetição do mesmo através de séries de exercícios, mas sim uma aproximação do que o aluno já sabe à forma tida como mais eficiente, criando uma técnica que se faça apropriada e eficaz para o nadador. Etapas do processo de ensino da natação. Diferença entre as concepções Analítica e Sintética: A grande diferença desta concepção para a analítica é a contextualização do movimento oferecida ao aluno, pois é desta forma que se explora o seu conhecimento. Por utilizar aspectos ligados à resolução de problemas ou uma perspectiva lúdica, acaba por se aproximar com a idéia de jogo. Ad ap ta çã o ao m ei o líq ui do . Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido. ALGUNS PONTOS IMPORTANTES… • Flutuação • Respiração • Propulsão • Mergulho elementar Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido: fase preparatória para a aprendizagem seguinte, deve propiciar relação de proximidade entre a água e o futuro nadador, fazendo este deseja-la, vê-la e senti-la. O primeiro objetivo a ser atingido é a eliminação da rigidez muscular produzida muitas vezes pelo sentimento de medo da água (Rohlfs, 1999). Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido: fase preparatória para a aprendizagem seguinte, deve propiciar relação de proximidade entre a água e o futuro nadador, fazendo este deseja-la, vê-la e senti-la. O primeiro objetivo a ser atingido é a eliminação da rigidez muscular produzida muitas vezes pelo sentimento de medo da água (Rohlfs, 1999). Como trabalhar a adaptação ao meio líquido? Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido: fase preparatória para a aprendizagem seguinte, deve propiciar relação de proximidade entre a água e o futuro nadador, fazendo este deseja-la, vê-la e senti-la. O primeiro objetivo a ser atingido é a eliminação da rigidez muscular produzida muitas vezes pelo sentimento de medo da água (Rohlfs, 1999). Como trabalhar a adaptação ao meio líquido? Exemplo de atividades: deslocar-se de diferentes formas (segurando na borda, em duplas, correndo); jogos; submergir mantendo bloqueada a respiração; pedalar com auxílio do aquatubo, entre outros. Adaptação ao meio líquido. Flutuação: capacidade de manter o corpo, parcialmente, na superfície da água. Está intimamente ligada ao relaxamento muscular que, por sua vez, é associado ao bom estado mental, ausente, portanto, em situações de medo e ansieda de (Bonachela,1992). Adaptação ao meio líquido. Flutuação: capacidade de manter o corpo, parcialmente, na superfície da água. Está intimamente ligada ao relaxamento muscular que, por sua vez, é associado ao bom estado mental, ausente, portanto, em situações de medo e ansieda de (Bonachela,1992). Como trabalhar a flutuação? Adaptação ao meio líquido. Flutuação: capacidade de manter o corpo, parcialmente, na superfície da água. Está intimamente ligada ao relaxamento muscular que, por sua vez, é associado ao bom estado mental, ausente, portanto, em situações de medo e ansieda de (Bonachela,1992). Como trabalhar a flutuação? Exemplo de atividades: em duplas, um auxilia o outro na sustentação do corpo em decúbito dorsal; repetir a atividade com o uso de flutuadores, explorando as outras posições (decúbito ventral e lateral). Adaptação ao meio líquido. Respiração: conteúdo essencial para o conforto no meio líquido, depende de uma adaptação, já que ocorre de modo diferente do habitual. Tanto a boca quanto o nariz encontram o meio aquático como obstáculo. A inspiração é feita pela boca para otimizar a quantidade de ar captada e evitar irritação da mucosa nasal por partículas de água inspiradas com o ar. Já a expiração, mais prolongada, pode ser feita pela boca e nariz, que terão que vencer a resistência da água. Adaptação ao meio líquido. Respiração: conteúdo essencial para o conforto no meio líquido, depende de uma adaptação, já que ocorre de modo diferente do habitual. Tanto a bocaquanto o nariz encontram o meio aquático como obstáculo. A inspiração é feita pela boca para otimizar a quantidade de ar captada e evitar irritação da mucosa nasal por partículas de água inspiradas com o ar. Já a expiração, mais prolongada, pode ser feita pela boca e nariz, que terão que vencer a resistência da água. Como é realizada a respiração no meio aquático Adaptação ao meio líquido. A respiração é considerada a “alma do aprendizado” dessa modalidade; quando sob domínio do aprendiz, garante a concretização da iniciação ao nado. Adaptação ao meio líquido. A prática de exercícios específicos deve tornar a respiração regular, portanto, de fácil execução, sendo a automatização atingida num estágio mais avançado. A respiração é considerada a “alma do aprendizado” dessa modalidade; quando sob domínio do aprendiz, garante a concretização da iniciação ao nado. Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar a respiração? Adaptação ao meio líquido. Exemplo de atividades: soprar uma bola de pingue- pongue; encher bexigas; expirar o ar dentro da água, com as mãos na borda da piscina. Como trabalhar a respiração? Adaptação ao meio líquido. Propulsão: capacidade de locomoção do corpo no meio aquático pela exploração de recursos próprios, e pela ação conjunta de membros superiores e inferiores (Rohlfs, 1999), sendo essencial para a execução dos nados. PROPULSÃO Adaptação ao meio líquido. Propulsão: capacidade de locomoção do corpo no meio aquático pela exploração de recursos próprios, e pela ação conjunta de membros superiores e inferiores (Rohlfs, 1999), sendo essencial para a execução dos nados. PROPULSÃO Adaptação ao meio líquido. Propulsão: capacidade de locomoção do corpo no meio aquático pela exploração de recursos próprios, e pela ação conjunta de membros superiores e inferiores (Rohlfs, 1999), sendo essencial para a execução dos nados. PROPULSÃO Fases de aprendizagem da propulsão: Adaptação ao meio líquido. Propulsão: capacidade de locomoção do corpo no meio aquático pela exploração de recursos próprios, e pela ação conjunta de membros superiores e inferiores (Rohlfs, 1999), sendo essencial para a execução dos nados. PROPULSÃO Fases de aprendizagem da propulsão: - noções de propulsão - propulsão dos membros inferiores - propulsão dos membros superiores Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar a propulsão? Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar a propulsão? Exemplo de atividades: com a prancha, deslizar entre uma borda e outra da piscina; passar por baixo das pernas dos colegas que estarão em fila; batimento de pernas. Adaptação ao meio líquido. Compreende diversas formas de entrada na água. Mergulho Elementar: Adaptação ao meio líquido. Compreende diversas formas de entrada na água. Mergulho Elementar: Como trabalhar o mergulho? Adaptação ao meio líquido. Compreende diversas formas de entrada na água. Mergulho Elementar: Exemplo de atividades: mergulho de cabeça partindo da posição sentada; mergulho partindo da posição ajoelhada; mergulho partindo da posição dos joelhos semi-flexionados; mergulho com a utilização de arcos como alvo. Como trabalhar o mergulho? Adaptação ao meio líquido. Compreende diversas formas de entrada na água. Mergulho Elementar: Exemplo de atividades: mergulho de cabeça partindo da posição sentada; mergulho partindo da posição ajoelhada; mergulho partindo da posição dos joelhos semi-flexionados; mergulho com a utilização de arcos como alvo. Como trabalhar o mergulho? Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar o mergulho? Sequência Pedagógica… Ex. adultos… Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar o mergulho? Sequência Pedagógica… Ex. adultos… Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar o mergulho? Sequência Pedagógica… Ex. adultos… Adaptação ao meio líquido. Como trabalhar o mergulho? Sequência Pedagógica… Ex. adultos… TRABALHO! TRABALHO! 7 14 21 28 DATAS: M AR ÇO TRABALHO! 7 14 21 28 DATAS: M AR ÇO 4 GRUPOS Com número de integrantes iguais. TRABALHO! 7 14 21 28 DATAS: M AR ÇO 4 GRUPOS Com número de integrantes iguais. 2 EXERCÍCIOS PARA CADA TÓPICO. TRABALHO! • Flutuação • Respiração • Propulsão • Mergulho elementar 7 14 21 28 DATAS: M AR ÇO 4 GRUPOS Com número de integrantes iguais. 2 EXERCÍCIOS PARA CADA TÓPICO. TRABALHO! • Flutuação • Respiração • Propulsão • Mergulho elementar 7 14 21 28 DATAS: M AR ÇO 4 GRUPOS Com número de integrantes iguais. 2 EXERCÍCIOS PARA CADA TÓPICO. Descrever os exercícios, materiais utilizados e justificar sua importância e faixa etária trabalhada. TRABALHO! 07/03 G1 Flutuação G2 Respiração G3 Propulsão G4 Mergulho elementar 14/03 Respiração Propulsão Mergulho elementar Flutuação 21/03 Propulsão Mergulho elementar Flutuação Respiração 28/03 Mergulho elementar Flutuação Respiração Propulsão G1 G2 G3 G4 G1 G2 G3 G4 G1 G2 G3 G4 Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido. Discussão sobre a primeira aula prática Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido. Geralmente, o primeiro contato com o meio líquido o aluno (a) sente alterações em seu corpo, que são na maioria das vezes normal. Adaptação ao meio líquido. Geralmente, o primeiro contato com o meio líquido o aluno (a) sente alterações em seu corpo, que são na maioria das vezes normal. É necessária uma adaptação gradual com a finalidade de evitar o conhecido "trauma de água". Uma má adaptação ao meio líquido poderá influir negativamente em uma aprendizagem futura. Adaptação ao meio líquido. Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade. Após esta fase podemos dar os primeiros exercícios de adaptação. Adaptação ao meio líquido. Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade. Após esta fase podemos dar os primeiros exercícios de adaptação. Adaptação ao meio líquido. Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade. Após esta fase podemos dar os primeiros exercícios de adaptação. Adaptação ao meio líquido. Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade. Após esta fase podemos dar os primeiros exercícios de adaptação. Adaptação ao meio líquido. Nesta fase de adaptação devemos dar confiança ao aluno afim de que ele aprenda a dominar este meio, deslocando-se e movimentando-se com facilidade. Após esta fase podemos dar os primeiros exercícios de adaptação. Adaptação ao meio líquido. Por exemplo… Quais seriam as etapas da adaptação de uma pessoa que não consegue sequer entrar na piscina? Adaptação ao meio líquido. Por exemplo… Quais seriam as etapas da adaptação de uma pessoa que não consegue sequer entrar na piscina? - Com o auxílio do professor o aluno sentará na borda da piscina com as pernas dentro d’água sem movimenta-las e depois sem auxílio do professor irá flexionar e estender as pernas; Adaptação ao meio líquido. Porexemplo… Quais seriam as etapas da adaptação de uma pessoa que não consegue sequer entrar na piscina? - Com o auxílio do professor o aluno sentará na borda da piscina com as pernas dentro d’água sem movimenta-las e depois sem auxílio do professor irá flexionar e estender as pernas; - Em dec. ventral de frente para a piscina, o aluno colocará as mãos dentro d’água e fará movimentos circulares e em seguida jogando água no rosto; Adaptação ao meio líquido. Por exemplo… Quais seriam as etapas da adaptação de uma pessoa que não consegue sequer entrar na piscina? - Com o auxílio do professor o aluno sentará na borda da piscina com as pernas dentro d’água sem movimenta-las e depois sem auxílio do professor irá flexionar e estender as pernas; - Em dec. ventral de frente para a piscina, o aluno colocará as mãos dentro d’água e fará movimentos circulares e em seguida jogando água no rosto; - Com auxílio do professor o aluno descerá a escada entrando na piscina deslocando segurando a mão do professor dando volta na mesma, a fim de conhecer o meio que irá trabalhar. Adaptação ao meio líquido. Por exemplo… Quais seriam as etapas da adaptação de uma pessoa que não consegue sequer entrar na piscina? - Com o auxílio do professor o aluno sentará na borda da piscina com as pernas dentro d’água sem movimenta-las e depois sem auxílio do professor irá flexionar e estender as pernas; - Em dec. ventral de frente para a piscina, o aluno colocará as mãos dentro d’água e fará movimentos circulares e em seguida jogando água no rosto; - Com auxílio do professor o aluno descerá a escada entrando na piscina deslocando segurando a mão do professor dando volta na mesma, a fim de conhecer o meio que irá trabalhar. Adaptação ao meio líquido. RESPIRAÇÃO Uma das maiores dificuldades em realizar a natação está no fato de não ser possível (de início) controlar a forma de respirar.Uma das fases mais importantes durante a adaptação. A respiração aquática do homem é diferente de sua respiração normal, pois no meio líquido temos de inspirar pela boca e expirar pelo nariz. Adaptação ao meio líquido. RESPIRAÇÃO Uma das maiores dificuldades em realizar a natação está no fato de não ser possível (de início) controlar a forma de respirar.Uma das fases mais importantes durante a adaptação. A respiração aquática do homem é diferente de sua respiração normal, pois no meio líquido temos de inspirar pela boca e expirar pelo nariz. Adaptação ao meio líquido. - Apoiando na borda com os braços estendidos à frente, o aluno executará respiração frontal.(inspiração pela boca"rosto fora d’água", expiração pelo nariz ‘rosto na água"); - Na mesma posição anterior, o aluno fará a inspiração pela boca (fora d’água) e ao agachar-se, fará a expiração pelo nariz (dentro d’água); - Um de frente para outro de mãos dadas, os alunos se agacharão um de cada vez realizando a mesma respiração; - Agora em deslocamento, o aluno fará o mesmo exercício de agachamento com respiração e com auxílio do professor e depois sem auxílio; Alguns exercícios para aprimorar a respiração… Adaptação ao meio líquido. DESCONTRAÇÃO FACIAL É a capacidade que o aluno deverá alcançar de submergir o rosto na água e a mesma não lhe oferecer uma sensação desagradável de desconforto (contração excessiva dos músculos da face, entrada de água pelo ouvidos, nariz, boca e olhos fechados). Adaptação ao meio líquido. DESCONTRAÇÃO FACIAL É a capacidade que o aluno deverá alcançar de submergir o rosto na água e a mesma não lhe oferecer uma sensação desagradável de desconforto (contração excessiva dos músculos da face, entrada de água pelo ouvidos, nariz, boca e olhos fechados). Na descontração facial o aluno se comporta embaixo d’água como se estivesse fora dela. Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA O primeiro contato dos olhos com a água é um problema em si. Se o contato direto dos olhos aberto com a água já é desagradável, imagine na piscina que é acrescida de estímulos químicos. Enquanto a criança, na sua primeira permanência debaixo d’água abre imensamente os olhos, tendo passado pouco tempo tenta protegê-los, fechando-os. O adolescente fecha normalmente os olhos de modo reflexo. Este comportamento inibe a orientação dentro d’água e contribui para a insegurança do aluno. Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA O primeiro contato dos olhos com a água é um problema em si. Se o contato direto dos olhos abertos com a água já é desagradável, imagine na piscina que é acrescida de estímulos químicos. A partir do momento que a criança habituou com a água nos olhos (abertos); podemos fazer alguns exercícios. Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA Com o aluno sentado na borda, o professor molhará a cabeça do mesmo, de modo que o aluno se habitue com a idéia de ter água escorrendo pelo rosto (não deixar o aluno passar a mão no rosto) e em seguida o próprio aluno molhará seu rosto Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA Com alunos sentados na borda pedir para que todos joguem água no rosto de uns aos outros; Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA Deitados em dec. ventral de frente para a piscina, os alunos colocarão o rosto na água com os olhos abertos; Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA Em círculos e de mãos dadas, todos agacharão ao mesmo tempo e abrirão os olhos dentro d’água ao comando do professor; Fazer com que os alunos identifiquem algumas figuras dentro d’água (após terem agachados dentro d’água); Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA Com o auxílio de arco submerso, o aluno deverá passar por entre o mesmo, sempre com os olhos abertos; Adaptação ao meio líquido. VISÃO SUB-AQUÁTICA O professor ficará de pernas abertas e pedirá para que seus alunos passem por entre as mesmas; Adaptação ao meio líquido. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Ao lidar com o meio líquido, é preciso ter em mente que ensinar exercícios na água é mais complicado do que em terra, em virtude das características particulares do meio; só o domínio dessas singularidades assegura a concretização dos efeitos físicos desejados diante de práticas destinadas ao ambiente em questão. Adaptação ao meio líquido. Assim, na natação ou na hidroginástica, as atividades são determinadas pelas propriedades físicas da água, dentre as quais se destacam: Propriedades físicas da água Adaptação ao meio líquido. Assim, na natação ou na hidroginástica, as atividades são determinadas pelas propriedades físicas da água, dentre as quais se destacam: • O empuxo ou Princípio de Arquimedes, • A força peso ou da gravidade, • A temperatura da água, • A pressão hidrostática e a • Resistência. Propriedades físicas da água Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água PORQUÊ DEVEMOS CONHECÊ-LAS Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Pode-se afirmar que algumas propriedades da água são importantes para a adequação de exercícios às capacidades biológicas dos indivíduos, a fim de otimizar seus efeitos, evitar complicações físicas e garantir a satisfação pela atividade. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Empuxo e Gravidade Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água O empuxo, ou Princípio de Arquimedes Característicaparticular do ambiente líquido. O corpo nele inserido está submetido a força de ocorrência no plano vertical, em direção à superfície da água, que traciona o corpo com intensidade igual ao peso do líquido deslocado (dessa for-ma, o empuxo recebe acréscimo conforme se aumenta a profundidade). Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água É contrário à gravidade que atua em todos os corpos, atraindo-os para o solo. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Qual a importância de se conhecer estas forças para a prática da natação? Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água De relevante importância para a estabilidade do corpo na água, ambas contribuem para a manutenção do equilíbrio, da flutuabilidade e, em conseqüência, interferem no aprendizado; respondem ainda pelos efeitos retardador e propulsivo aí presentes, os quais decorrem da forma e da velocidade do movimento executado, e também são influenciados pela temperatura e pela pressão hidrostática do meio. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Freqüentemente, essas forças se equilibram, o que neutraliza seus efeitos e faz certo volume, de um corpo em situação de envolvimento com a água, manter-se emerso (Catteau & Garroff, 1990), salvo em situações de posicionamento vertical, quando a gravidade sobrepõe-se à atuação do empuxo. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Freqüentemente, essas forças se equilibram, o que neutraliza seus efeitos e faz certo volume, de um corpo em situação de envolvimento com a água, manter-se emerso (Catteau & Garroff, 1990), salvo em situações de posicionamento vertical, quando a gravidade sobrepõe-se à atuação do empuxo. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água A flutuabilidade pode ainda sofrer interferência de dois fatores biológicos… A quantidade de ar nos pulmões e a porcentagem de gordura do corpo; quando presentes em maiores proporções, facilitam que o corpo se mantenha na superfície d’água, visto que eles tornam os corpos menos densos. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Segundo Becker & Cole (2000), essa flutuabilidade interfere diretamente na realização do exercício, pois “à medida que o corpo é gradualmente submerso, a água é deslocada, criando a força de flutuabilidade”, por isso, para os autores, uma pessoa submersa até a região umbilical elimina aproximada- mente 50% de seu peso corporal, o que lhe confere características diferentes das assumidas em terra e podem facilitar ou dificultar a execução de determinados movimentos. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Outro fator que influencia a execução de atividades em meio líquido é a temperatura da água. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Outro fator que influencia a execução de atividades em meio líquido é a temperatura da água. COMO? Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Proporciona alterações fisiológicas importantes durante os exercícios aquáticos. Isso acontece porque a temperatura externa ao organismo interfere diretamente nele para que, por trocas de energia térmica entre ambos, estes entrem em situação de equilíbrio. Assim, o calor produzido durante uma hora de atividade física é suficiente para aumentar a temperatura central do corpo em até 3oC, fazendo esse acréscimo de energia ter que serdissipado. Os mecanismos de dissipação de calor são os responsáveis pela manutenção da temperatura corporal. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Dentre tais meios de defesa, a evaporação do suor é a mais eficiente; entretanto, em face de temperaturas externas elevadas, ela se torna ineficaz, incapaz de promover resfriamento satisfatório, o que leva a desempenho deficiente. É por isso que as piscinas utilizadas para atividades vigorosas são mantidas a temperaturas amenas, entre 27 e 29oC (Paulo, 2000). Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Pressão hidrostática. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Imerso em meio líquido, um ponto sofre a ação da chamada pressão hidrostática, que se manifesta igualmente em qualquer nível e direção; sua exploração garante máximo aproveitamento da sobrecarga própria do meio (Grupo de Estudos da Universidade Castelo Branco, 2000). Entretanto, essa propriedade é sentida com mais evidência na região do tórax, pela dificuldade de sua expansão (Skinner & Thomsom, 1985). Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Imerso em meio líquido, um ponto sofre a ação da chamada pressão hidrostática, que se manifesta igualmente em qualquer nível e direção; sua exploração garante máximo aproveitamento da sobrecarga própria do meio (Grupo de Estudos da Universidade Castelo Branco, 2000). Entretanto, essa propriedade é sentida com mais evidência na região do tórax, pela dificuldade de sua expansão (Skinner & Thomsom, 1985). Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água A sensação de ausência de peso, presente quando submersos, decorre da pressão lateral existente no meio aquático, aplicada simultaneamente aos efeitos da flutuabilidade (Campion, 2000). A hidrostática atua ainda de modo benéfico no nosso organismo, já que interfere na redistribuição sangüínea e também de outros componentes líquidos, da periferia para o centro do corpo. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Resistência. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água A resistência da água ou arrasto, como é cientificamente denominada, caracteriza-se por ser força de oposição à progressão do corpo em movimento nesse meio. Responde ao efeito retardador do deslocamento no meio aquático, já que este é cerca de mil vezes mais denso que o ar. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água O arrasto enfrentado por quem nada é diretamente proporcional à quantidade de turbulência por ele criada; assim será tanto maior quanto mais conturbadas forem as correntes laminares. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água A velocidade, a forma e a orientação do corpo são fatores diretamente relacionados à turbulência; em geral, os objetos afilados encontram menor resistência do que os com “cantos quadrados e formas convolutas”; o arrasto é menos evidente quando o corpo assume posição mais horizontal, o que faz restrito número de partículas das correntes laminares ser afetado. A velocidade, que em intensidade elevada provoca maior fricção e turbulência na água, pode resultar em maior resistência. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Para melhor compreensão, o fluxo laminar é caracterizado como: “correntes regulares e contínuas de moléculas de hidrogênio e oxigênio em flutuação” (Maglischo, 1999), compactadas umas sob as outras; já o fluxo turbulento “ocorre quando há interrupção do fluxo contínuo, geralmente ‘descaracterizado’ pelo encontro deste com um objeto”. Adaptação ao meio líquido. Propriedades físicas da água Deve-se salientar que, em situação de turbulência, uma movimentação rápida e circular das moléculas, denominada por Skinner & Thomsom (1985) de redemoinhos, se faz presente, diferentemente do que ocorre quando o fluxo laminar acontece. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Benefícios àsaúde proporcionados pela natação. "Além De Ser Um Dos Esportes Mais Completos, A Natação É Uma Forma Divertida, Saudável E Desafiadora De Se Exercitar Por Ser Praticada Na Água, Despertando Uma Sensação De Prazer E Bem- Estar." Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Coração: Os movimentos corporais de braços, pernas e tronco, associados ao trabalho respiratório na água, fortalecem a musculatura cardíaca, eliminando a gordura existente ao redor do coração, tornando esse órgão vital mais forte e diminuindo a incidência de doenças cardiovasculares, já que ocorre um aumento na capacidade de bombear sangue pelo corpo, estimulando também a circulação sanguínea, devido a pressão da água. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Respiração: Por ser praticada em um ambiente úmido, a natação pode ajudar a reduzir e previnir os sintomas de asma. Também é responsável por fortalecer os músculos toráxicos, aumentando a elasticidade e o volume dos pulmões devido a prática de exercícios de respiração e ampliando a capacidade de absorver oxigênio. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Autoestima: Nadar libera sensação de independência, segurança e liberdade, resultando em um conjunto de relaxantes mentais. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Anti-stress: Para conciliar respiração e movimentos corporais, é necessário um grande nível de concentração. Um momento em que sua mente esta livre, pensando apenas no seu corpo, distanciando dos problemas do dia-a-dia. Esse processo também libera hormônios do bem-estar: as endorfinas, gerando sensações agradáveis e relaxantes. O som da respiração aliado ao som da água, age como um mantra em nosso subconsciente. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Redução do risco de diabetes: Para diminuir os índices de diabetes, nada melhor do que os exercícios aeróbios. Um treino intenso de natação, pode queimar até 700kcal, reduzindo aproximadamente 10% o risco de contrair diabetes do tipo 2. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Melhora do colesterol: Por ser uma atividade altamente aeróbia, cabe a natação conseguir balancear os níveis de colesterol no organismo, aumentando o nível do HDL, o colesterol bom! Além disso também consegue manter as nossas artérias saudáveis e renovadas. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Controle do peso: A natação é uma dos melhores métodos de queima de calorias, manutenção e controle do peso. A queima de calorias depende da frequência e intensidade do treino. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Melhora da força e tônus musculares: Pelo fato da água ser 12 vezes mais densa do que o ar e o nadador ter que se propulsionar na água, ocorre um trabalho de resistência, que é o princípio básico da tonificação muscular e incremento de força. Benefícios à saúde proporcionados pela natação. Super a longamento: Para nadar, o ún ico equipamento que precisamos é nosso próprio corpo. Em cada braçada, ao estendermos o braço estamos promovendo um alongamento completo do corpo: desde a ponta do dedo da mão até à ponta do dedo do pé. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Alguns dados… O afogamento é a segunda causa de morte entre 5 e 14 anos. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Alguns dados… No Mundo, 500.000 pessoas morrem afogadas por ano. O afogamento é a segunda causa de morte entre 5 e 14 anos. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Alguns dados… No Mundo, 500.000 pessoas morrem afogadas por ano. O afogamento é a segunda causa de morte entre 5 e 14 anos. No Brasil são 8.000 vítimas 65% destas mortes são crianças. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Dados da… Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. Noções básicas de salvamento em ambiente aquático. 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