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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE
TECNOLÓGICA FEDERAL DO
PARANÁ
CAMPUS PATO BRANCO
DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
Prof. Juan Sánez
juansanez@utfpr.edu.br
QUÍMICA
Química Geral
para Engenharias
QU22NB
2019.1
Aviso legal
-As fotografias da capa da apostila pertencem a Juan Sánez (sanez.juan@mail.com). Proibido seu uso sem a sua autorização.
Notas
i) Desenho da capa: Juan Sánez.
ii) A presente apostila é destinada para o uso complementar das aulas do professor, com o único e mero interesse educativo,
sem nenhum interesse comercial.
iii) Proibida a reprodução da apostila com fines comerciais.
Março, 2019
Pato Branco - PR
SUMÁRIO
Tabela Periódica
Calendário 2019 UTFPR – Pato Branco
Plano de Ensino da Química (QU22NB)
Planejamento das Aulas
Listas de exercícios
Introdução a Disciplina
Aulas Teóricas
* Referem-se aos dias semanais para lançamento no Diário de Classe
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ
CALENDÁRIO ACADÊMICO 2019
Câmpus Pato Branco
Legenda
Feriado Nacional/Ponto Facultativo Recesso Entrega dos Diários no DERAC
Feriado Local Recesso Local Conclusão das Atividades Docentes
Férias Recesso Acadêmico Férias Diferenciadas
Planejamento de Ensino, Pesquisa e
Extensão / Capacitação
Início das Atividades Acadêmicas p/
Calouros (Ambientação)
Início / Término das aulas
Aprovado pela Resolução 084/2018 – COGEP, publicado no Boletim de Serviço Eletrônico em 05/11/18.
JANEIRO 2019 Atividades Acadêmicas: 00 FEVEREIRO 2019 Atividades Acadêmicas: 00
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
- - 1 2 3 4 5 01 - Confraternização Universal - - - - - 1 2 01 - Férias Docentes
6 7 8 9 10 11 12 02 a 31 - Férias Docentes 3 4 5 6 7 8 9 02 a 28 - Planejamento/Capacitação
13 14 15 16 17 18 19 10 11 12 13 14 15 16
20 21 22 23 24 25 26 17 18 19 20 21 22 23
27 28 29 30 31 - - 24 25 26 27 28 - -
- - - - - - - - - - - - - -
MARÇO 2019 Atividades Efetivas Acadêmicas: 21 ABRIL 2019 Atividades Acadêmicas: 24
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
- - - - - 1 2 01 e 02 - Planejamento/Capacitação - 1 2 3 4 5 6 19 - Paixão de Cristo
3 4 5 6 7 8 9 04 e 05 - Carnaval 7 8 9 10 11 12 13 20 - Recesso (Sábado de Aleluia)
10 11 12 13 14 15 16 06 - Recesso (Cinzas) 14 15 16 17 18 19 20 21 - Páscoa
17 18 19 20 21 22 23 07 - Início Ativ. Acad. p/ Calouros 21 22 23 24 25 26 27 21 - Tiradentes
24 25 26 27 28 29 30 11 - Início do 1º sem/2019 28 29 30 - - - -
31 3 3 3 3 3 3 - 5 5 4 4 3 3
MAIO 2019 Atividades Acadêmicas: 20 JUNHO 2019 Atividades Acadêmicas: 21
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
- - - 1 2 3 4 01 - Dia Mundial do Trabalho - - - - - - 1 20 - Corpus Christi
5 6 7 8 9 10 11 13 a 18 - Planejamento/Capacitação 2 3 4 5 6 7 8 21 e 22 - Recesso
12 13 14 15 16 17 18 9 10 11 12 13 14 15 29 - Padroeiro de Pato Branco
19 20 21 22 23 24 25 16 17 18 19 20 21 22
26 27 28 29 30 31 - 23 24 25 26 27 28 29
- 3 3 3 4 4 3 30 4 4 4 3 3 3
JULHO 2019 Atividades Acadêmicas: 16 AGOSTO 2019 Atividades Efetivas Acadêmicas: 21
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
- 1 2 3 4 5 6 18 - Término do 1º sem/2019 - - - - 1 2 3 01 a 04 - Férias Docentes
7 8 9 10 11 12 13 18 - Conclusão das Ativ. Docentes 4 5 6 7 8 9 10 05 a 07 - Planejamento/Capacitação
14 15 16 17 18 19 20 19/20 - Finalização dos Diários de Classe 11 12 13 14 15 16 17 08 - Início Ativ. Acad. p/ Calouros
21 22 23 24 25 26 27 22 a 31 - Férias Docentes 18 19 20 21 22 23 24 12 - Início do 2º sem/2019
28 29 30 31 - - - 25 26 27 28 29 30 31
- 3 3 3 3 2 2 - 3 3 3 3 3 3
SETEMBRO 2019 Atividades Acadêmicas: 24 OUTUBRO 2019 Atividades Acadêmicas: 20
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7 07 - Independência do Brasil - - 1 2 3 4 5 07 a 11 - Planejamento/Capacitação
8 9 10 11 12 13 14 6 7 8 9 10 11 12 12 - Padroeira do Brasil
15 16 17 18 19 20 21 13 14 15 16 17 18 19 28 - Dia do Servidor Público
22 23 24 25 26 27 28 20 21 22 23 24 25 26
29 30 - - - - - 27 28 29 30 31 - -
- 5 4 4 4 4 3 - 2 4 4 4 3 3
NOVEMBRO 2019 Atividades Acadêmicas: 23 DEZEMBRO 2019 Atividades Acadêmicas: 15
D S T Q Q S S D S T Q Q S S
- - - - - 1 2 02 - Finados 1 2 3 4 5 6 7 14 - Aniversário de Pato Branco
3 4 5 6 7 8 9 15 - Proclamação da República 8 9 10 11 12 13 14 19 - Término do 2º sem/2019
10 11 12 13 14 15 16 16 - Recesso 15 16 17 18 19 20 21 19 - Conclusão das Ativ. Docentes
17 18 19 20 21 22 23 22 23 24 25 26 27 28 20/21 - Finalização dos Diários de Classe
24 25 26 27 28 29 30 29 30 31 - - - - 23 e 26 a 30 - Recesso Acadêmico
- 4 4 4 4 4 3 - 3 3 3 3 2 1 24 e 31 - Recesso / 25 - Natal
Obs.: 29/06 e 14/12 feriados locais do câmpus.
DIAS LETIVOS* - 1º SEMESTRE DIAS LETIVOS* - 2º SEMESTRE
SEG TER QUA QUI SEX SAB SEG TER QUA QUI SEX SAB
18 18 17 17 15 14 17 18 18 18 16 13
Dias Efetivos de Atividades Acadêmicas: 102 Dias Efetivos de Atividades Acadêmicas: 103
Total de Dias de Atividades Acadêmicas: 205
1
2
3
4
5
6
7
número atômico
Símbolo
nome
massa atômica
1
IA
2
IIA
3
IIIB
4
IVB
5
VB
6
VIB
7
VIIB
8
VIII
9
VIII
10
VIII
11
IB
12
IIB
13
IIIA
14
IVA
15
VA
16
VIA
17
VIIA
18
VIIIA
1
H
Hidrogênio
1,008
3
Li
Lítio
6,940
11
Na
Sódio
22,99
19
K
Potássio
39,10
37
Rb
Rubídio
85,47
55
Cs
Césio
132,91
87
Fr
Frâncio
(223)
21
Sc
Escândio
44,96
39
Y
Ítrio
88,91
57 a 71
La-Lu
Lantanídeos
89 a 103
Ac-Lr
Actinídeos
22
Ti
Titânio
47,87
40
Zr
Zircônio
91,22
72
Hf
Háfnio
178,49
104
Rf
Rutherfórdio
(261)
23
V
Vanádio
50,94
73
Ta
Tântalo
180,95
105
Db
Dúbnio
(262)
24
Cr
Cromio
52,00
42
Mo
Molibdênio
95,96
74
W
Tungstênio
183,84
106
Sg
Seabórgio
(263)
25
Mn
Manganês
54,94
43
Tc
Tecnécio
(98)
75
Re
Rênio
186,21
107
Bh
Bóhrio
(262)
26
Fe
Ferro
55,85
44
Ru
Rutênio
101,07
76
Os
Ósmio
190,23
108
Hs
Hássio
(265)
27
Co
Cobalto
58,93
45
Rh
Ródio
102,91
77
Ir
Irídio
192,22
109
Mt
Meitnério
(266)
28
Ni
Níquel
58,69
46
Pd
Paládio
106,42
78
Pt
Platina
195,08
110
Ds
Darmstádio
(271)
29
Cu
Cobre
63,55
47
Ag
Prata
107,87
79
Au
Ouro
196,97
111
Rg
Roentgênio
(272)
30
Zn
Zinco
65,38
48
Cd
Cádmio
112,41
80
Hg
Mercúrio
200,59
112
Cn
Copernício
(285)
4
Be
Berílio
9,012
12
Mg
Magnésio
24,31
20
Ca
Cálcio
40,08
38
Sr
Estrôncio
87,62
5
B
Boro
10,81
13
Al
Alumínio
26,98
31
Ga
Gálio
69,72
49
In
Índio
114,82
81
Tl
Tálio
204,38
6
C
Carbono
12,01
14
Si
Silício
28,08
32
Ge
Germânio
72,63
50
Sn
Estanho
118,71
82
Pb
Chumbo
207,2
7
N
Nitrogênio
14,01
15
P
Fósforo
30,97
33
As
Arsênio
74,92
51
Sb
Antimônio
121,76
83
Bi
Bismuto
208,98
8
O
Oxigênio
16,00
16
S
Enxofre
32,06
34
Se
Selênio
78,96
52
Te
Telúrio
127,60
84Po
Polônio
(209)
9
F
Flúor
19,00
17
Cl
Cloro
35,45
35
Br
Bromo
79,90
53
I
Iodo
126,90
85
At
Astato
(210)
10
Ne
Neônio
20,18
18
Ar
Argônio
39,95
36
Kr
Criptônio
83,80
54
Xe
Xenônio
131,29
86
Rn
Radônio
(222)
2
He
Hélio
4,003
56
Ba
Bário
137,33
88
Ra
Rádio
226,03
57
La
Lantânio
138,91
59
Pr
Praseodímio
140,91
60
Nd
Neodímio
144,24
61
Pm
Promécio
(145)
62
Sm
Samário
150,36
63
Eu
Európio
151,96
64
Gd
Gadolínio
157,25
66
Dy
Disprósio
162,50
67
Ho
Hólmio
164,93
68
Er
Érbio
167,26
69
Tm
Túlio
168,93
70
Yb
Itérbio
173,05
71
Lu
Lutécio
174,97
58
Ce
Cério
140,12
89
Ac
Actínio
(227)
91
Pa
Protactínio
231,04
92
U
Urânio
238,03
93
Np
Netúnio
237,05
94
Pu
Plutônio
(244)
95
Am
Amerício
(243)
96
Cm
Cúrio
(247)
97
Bk
Berquélio
(247)
98
Cf
Califórnio
(251)
99
Es
Einstênio
(252
100
Fm
Férmio
(257)
101
Md
Mendelévio
(258)
102
No
Nobélio
(259)
103
Lr
Laurêncio
(262)
90
Th
Tório
232,04
65
Tb
Térbio
158,93
Lantanídeos
Actinídeos
41
Nb
Nióbio
92,91
Tabela Periódica dos Elementos - Conselho Regional de Química IV Região
27
Co
Cobalto
58,93
Baseada na Tabela Periódica IUPAC: iupac.org/reports/periodic_table
Atualizada em janeiro de 2011
Metais
Gases
e
não-metais
Metais de
transição,
lantanídeos
e actinídeos
Semimetais
Prof. J. Sánez
juansanez@utfpr.edu.b
CP/CV
QUÍMICA
QU22NB
PLANO DE ENSINO
UTFPR
PATO BRANCO
Ordem Ementa Conteúdo
1 Ligações químicas 1. Modelos atômicos;
2. Características dos átomos (número atômico, número de massa, elemento químico, íons,
isótopos, isóbaros, isótonos, isoeletrônicos);
3. Eletrosfera e DistribuiçãoEletrônica;
4. Números quânticos;
5. Tabela Periódica;
6. Ligaçãoiônica;
7. Ligaçãocovalente;
8. Ligaçãometálica;
9. Polaridade de ligações;
10. Polaridade de moléculas;
11. Hibridação de orbitais.
2 Reações químicas 1. Conceito;
2. Balanceamento;
3. Reação de síntese;
4. Reação de análise;
5. Reação de deslocamento;
6. Reação de dupla-troca;
7. Número de oxidação;
8. Reação de oxirredução.
3 Estado sólido 1. Definição de cristal;
2. Sistemas cristalinos;
3. Defeitos de estruturas;
4. Difração de raios X.
4 Cinética química 1. Velocidade média;
2. Velocidade instantânea;
3. Teoria das colisões;
4. Fatores que influenciam a velocidade.
5 Equilíbrio químico 1. Conceito;
2. Quociente de equilíbrio;
3. Constante de equilíbrio;
4. Grau de equilíbrio;
5. Deslocamento de equilíbrio.
6 Termodinâmica química 1. Calorimetria;
2. Princípios da termodinâmica;
3. Trabalho de expansão;
4. Entalpia;
5. Reações endotérmicas e exotérmicas;
6. Equações termoquímicas;
7. Lei de Hess;
8. Energia de Ligação;
9. Espontaneidade das reações;
10. Entropia;
11. Energia livre de Gibbs.
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CP/CV
QUÍMICA
QU22NB
PLANO DE ENSINO
UTFPR
PATO BRANCO
7 Eletroquímica 1. Oxidação;
2. Redução;
3. Potencias de redução;
4. Diferença de potencial;
5. Pilhas;
6. Conceito de eletrólise;
7. Eletrólise ígnea;
8. Eletrólise aquosa;
9. Aplicações da eletrólise.
8 Corrosão 1. Conceito;
2. Custos da corrosão;
3. Componentes da corrosão;
4. Classificação dos processos corrosivos.
9 APS 1. Apresentação artística / cultural (música, paródia, teatro, dança, poesia, conto, etc.).
10 Atividades de Laboratório 1. Prática 01: Técnicas Básicas de Laboratório de Química;
2. Prática 02: Reconhecimento de Alguns Materiais Usados em Laboratório;
3. Prática 03: Técnica de Pesagem e Medidas de Volume;
4. Prática 04: Instruções de Normas de Segurança para Aquecimento de Ensaios de Chama;
5. Prática 05: Condutibilidade Elétrica;
6. Prática 06: Polaridade;
7. Prática 07: Reações Químicas;
8. Prática 08: Uso de Indicadores;
9. Prática09: Escalas de pH e Medidas de pH do solo;
10. Prática 10: Fatores que Afetam a Velocidade de uma Reação;
11. Prática11: Equilíbrio Químico;
12. Prática 12: Termoquímica;
13. Prática 13: Reações de Óxido-Redução;
14. Prática 14: Corrosão;
15. Prática 15: Indústria de Espelhamento em Vidros.
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TURMAS CPA/CPB
QUÍMICA
QU22NB
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PATO BRANCO
2019.1
Semana TURMA Duração
(min)
Tema
Semana 01 12/03/2019 Terça CPA/CPB 100 Apresentação da disciplina: ATs, APS e APs
MODELOS ATÔMICOS
>Dalton;
>Thomson;
>Rutherford;
>Bohr;
>Schrödinger.
Semana 01 12/03/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-01
Técnicas Básicas de Laboratório de Química
Semana 01 14/03/2019 Quinta CPA/CPB 100 MODELOS ATÔMICOS
-Modelo atual do átomo;
-Números quânticos (n, m, l, s);
-Prótons, neutros e elétrons. A e Z;
-Íons, isótopos, isoeletrônicos, isóbaros, isótonos.
Semana 02 19/03/2019 Terça CPA/CPB 100 CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
-Distribuição dos elétrons nos orbitais atômicos.
TABELA PERIÔDICA
-Tendências das propriedades químicas dos elementos na tabela periódica;
-Tamanho do átomo;
-Radio iônico;
-Energia de ionização;
-Afinidade Eletrônica;
-Outras propriedades na tabela periódica.
Semana 02 19/03/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-02
Medição de Volume
Semana 02 21/03/2018 Quinta CPA/CPB 100 LIGAÇÕES QUÍMICAS
-Configuração de Lewis;
-Ligação iônica;
-Ligação covalente;
-Regra do octeto e exceções;
-Ligação metálica.
Semana 03 26/03/2019 Terça CPA/CPB 100 LIGAÇÕES QUÍMICAS
-Polaridade das ligações.
Semana 03 26/03/2019 CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-03
Determinação de Raio Atômico de Metais
Semana 03 28/03/2019 Quinta CPA/CPB 100 GEOMETRIA MOLECULAR
-Teoria da repulsão dos pares eletrônicos da camada de valência (VSEPR);
-Teoria da Ligação de Valência (TLV);
-Ligações sigma e pi;
-Hibridação.
Semana 04 02/04/2019 Terça CPA/CPB 100 POLARIDADE MOLECULAR
-Polaridade de moléculas;
-Forças intermoleculares.
Semana 04 02/04/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-04
Bico de Bunsen e ensaio de chama
Data prevista
Prof. J. Sánez
juansanez@utfpr.edu.br
TURMAS CPA/CPB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 04 04/04/2019 Quinta CPA/CPB 100 //AVALIAÇÃO-01//
Semana 05 09/04/2019 Terça CPA/CPB 100 REAÇÕES QUÍMICAS
-Conceito;
-Balanceamento;
-Tipos de reações:
>Reação de síntese;
>Reação de análise;
>Reação de deslocamento;
>Reação de dupla-troca.
Semana 05 09/04/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-05
Reações Químicas 1
Semana 05 11/04/2019 Quinta CPA/CPB 100 REAÇÕES QUÍMICAS
-Cálculo de fórmulas com base em equações químicas:
>Relações mol/mol, massa/massa;
>Reagente limitante;
>Cálculos com porcentagem de pureza.
Semana 06 16/04/2019 Terça CPA/CPB 100 REAÇÕES REDOX
-Número de oxidação;
-Reações de oxirredução;
-Balance pelo método do íon elétron.
Semana 06 16/04/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-06
Estudo Estequiométrico
Semana 06 18/04/2019 Quinta CPA/CPB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Lei de velocidade;
-Ordem de reação.
Semana 07 23/04/2019 Terça CPA/CPB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Reações de primeira ordem;
-Reações de segunda ordem;
-Reações de ordem zero;
-Tempo de media vida.
Semana 07 23/04/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-07
Reações Químicas 2
Semana 07 25/04/2019 Quinta CPA/CPB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Lei de velocidade integrada;
-Mecanismo de reação;
-Teoria das colisões.
Semana 08 30/04/2019 Terça CPA/CPB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Fatores que afetam a velocidade de reação.
Semana 08 30/04/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-08
Determinação coeficienteKNO3
Semana 08 02/05/2019 Quinta CPA/CPB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Conceito;
-Características do Equilíbrio Químico.
Semana 09 07/05/2019 Terça CPA/CPB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Tipos de equilíbrio químico;
-Quociente de equilíbrio ou Lei da Ação das Massas;
-Constante de equilíbrio em termos de concentração;
-Constante de equilíbrio em termos de pressões parciais.
Semana 09 07/05/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-09
Preparo de Soluções
Semana 09 09/05/2019 Quinta CPA/CPB 100 //AVALIAÇÃO-02//
Prof. J. Sánez
juansanez@utfpr.edu.br
TURMAS CPA/CPB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 10 14/05/2019 Terça CPA/CPB Planejamento/Capacitação.
Semana 10 14/05/2019 Terça CPA/CPB Planejamento/Capacitação.
Semana 10 16/05/2019 Quinta CPA/CPB Planejamento/Capacitação.
Semana 11 21/05/2019 Terça CPA/CPB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Constante de equilíbrio para soma de reações;
-Grau de equilíbrio;
-Principio de LeChatelier;
-Deslocamento do equilíbrio químico.
Semana 11 21/05/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-10
Velocidade de reação
Semana 11 23/05/2019 Quinta CPA/CPB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO EM SISTEMAS AQUOSOS
-Conceitos de ácidos e bases;
-pH.
Semana 12 28/05/2019 Terça CPA/CPB 100 TERMOQUÍMICA
-Sistemas;
-Calorimetria:
>Capacidade calorífica;
>Calor de fusão;
>Calor de vaporização;
>Calor de sublimação;
-Princípios da termodinâmica;
-Trabalho de expansão;
-Entalpia;
-Reações endotérmicas e exotérmicas.
Semana 12 28/05/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-11
Equilíbrio químico
Semana 12 30/05/2019 Quinta CPA/CPB 100 TERMOQUÍMICA
-Sistemas;
-Calorimetria:
>Capacidade calorífica;
>Calor de fusão;
>Calor de vaporização;
>Calor de sublimação.
Semana 13 04/06/2019 Terça CPA/CPB 100 TERMOQUÍMICA
-Princípios da termodinâmica;
-Trabalho de expansão;
-Entalpia;
-Reações endotérmicas e exotérmicas.
Semana 13 04/06/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-12
Pilha de Daniel
Semana 13 06/06/2019 Quinta CPA/CPB 100 TERMOQUÍMICA
-Equações termoquímicas;
-Lei de Hess;
-Energia de ligação.
Semana 14 11/06/2019 Terça CPA/CPB 100 //AVALIAÇÃO-03//
Semana 14 11/06/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-13
Eletrólise
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TURMAS CPA/CPB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 14 13/06/2018 Quinta CPA/CPB 100 TERMOQUÍMICA
-Espontaneidade das reações;
-Conceito de Entropia;
-Entropia do sistema;
-Entropia das vizinhanças;
-Entropia do universo;
-Segunda Lei da Termodinâmica;
-Energia livre de Gibbs.
Semana 15 18/06/2019 Terça CPA/CPB 100 ELETROQUÍMICA
-Potencias de redução;
-Diferença de potencial;
-Pilhas e espontaneidade.
Semana 15 18/06/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-14
Preparo e padronização de Solução
Semana 15 20/06/2019 Quinta CPA/CPB 100 Recesso.
Semana 16 25/06/2019 Terça CPA/CPB 100 ELETROQUÍMICA
-Equação de Nerst;
-Potencial da célula;
-Energia livre e o potencial de célula;
-Tipo de baterias.
Semana 16 25/06/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA-15
Titulação de Vinagre
Semana 16 27/06/2019 Quinta CPA/CPB 100 ELETROQUÍMICA
-Eletrólise;
-Eletrólise ígnea;
-Eletrólise aquosa;
-Aspectos quantitativos da eletrólise.
Semana 17 02/07/2019 Terça CPA/CPB 100 ELETROQUÍMICA
-Corrosão.
Semana 17 02/07/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA
PROVA ESCRITA
Semana 17 04/07/2019 Quinta CPA/CPB 100 Revisão geral para a Avaliação-03.
Entregue das nota da APS.
Semana 18 09/07/2019 Terça CPA/CPB 100 //AVALIAÇÃO-04//
Semana 18 09/07/2019 CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA
Discusão da prova escrita
Semana 18 11/07/2019 Quinta CPA/CPB 100 Entregue das provas/Revisão
Semana 19 16/07/2019 Terça CPA/CPB 100 //Avaliação Substitutiva//
"Atividade de recuperação do aproveitamento acadêmico segundo § 4.º do Art.
35 do Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de
Graduação da UTFPR".
Semana 19 16/07/2019 Terça CPA/CPB 100 AULA PRÁTICA
Discusão das práticas/Lançamennto das notas das aulas práticas
Semana 19 16/07/2019 Terça CPA/CPB 100 LANÇAMENTO DE NOTAS DA DISCIPLINA
DATA PROVA PESO
04/04/2019 Sexta AT01 0,15
09/05/2019 Sexta AT02 0,15
11/06/2019 Segunda AT03 0,20
09/07/2019 Segunda AT04 0,20
APS 0,10
16/07/2019 Terça AP 0,20
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TURMAS CVA/CVB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana TURMA Duração
(min)
Tema
Semana 01 11/03/2019 Segunda CVA/CVB 100 Apresentação da disciplina: ATs, APS e APs
MODELOS ATÔMICOS
>Dalton;
>Thomson;
>Rutherford;
>Bohr;
>Schrödinger.
Semana 01 11/03/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 01 12/03/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 01 15/03/2019 Sexta CVA/CVB 100 MODELOS ATÔMICOS
-Modelo atual do átomo;
-Números quânticos (n, m, l, s);
-Prótons, neutros e elétrons. A e Z;
-Íons, isótopos, isoeletrônicos, isóbaros, isótonos.
Semana 02 18/03/2019 Segunda CVA/CVB 100 CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
-Distribuição dos elétrons nos orbitais atômicos.
TABELA PERIÔDICA
-Tendências das propriedades químicas dos elementos na tabela periódica;
-Tamanho do átomo;
-Radio iônico;
-Energia de ionização;
-Afinidade Eletrônica;
-Outras propriedades na tabela periódica.
Semana 02 18/03/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 02 19/03/2018 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 02 22/03/2018 Sexta CVA/CVB 100 LIGAÇÕES QUÍMICAS
-Configuração de Lewis;
-Ligação iônica;
-Ligação covalente;
-Regra do octeto e exceções;
-Ligação metálica.
Semana 03 25/03/2019 Segunda CVA/CVB 100 LIGAÇÕES QUÍMICAS
-Polaridade das ligações.
Semana 03 25/03/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 03 26/03/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 03 29/03/2019 Sexta CVA/CVB 100 GEOMETRIA MOLECULAR
-Teoria da repulsão dos pares eletrônicos da camada de valência (VSEPR);
-Teoria da Ligação de Valência (TLV);
-Ligações sigma e pi;
-Hibridação.
Semana 04 01/04/2019 Segunda CVA/CVB 100 POLARIDADE MOLECULAR
-Polaridade de moléculas;
-Forças intermoleculares.
Semana 04 01/04/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 04 02/04/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 04 05/04/2019 Sexta CVA/CVB 100 //AVALIAÇÃO-01//
Data prevista
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TURMAS CVA/CVB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 05 08/04/2019 Segunda CVA/CVB 100 REAÇÕES QUÍMICAS
-Conceito;
-Balanceamento;
-Tipos de reações:
>Reação de síntese;
>Reação de análise;
>Reação de deslocamento;
>Reação de dupla-troca.
Semana 05 08/04/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 05 09/04/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 05 12/04/2019 Sexta CVA/CVB 100 REAÇÕES QUÍMICAS
-Cálculo de fórmulas com base em equações químicas:
>Relações mol/mol, massa/massa;
>Reagente limitante;
>Cálculos com porcentagem de pureza.
Semana 06 15/04/2019 Segunda CVA/CVB 100 REAÇÕES REDOX
-Número de oxidação;
-Reações de oxirredução;
-Balance pelo método do íon elétron.
Semana 06 15/04/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 06 16/04/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 06 19/04/2019 Sexta CVA/CVB 100 Paixão de Cristo
Semana 07 22/04/2019 Segunda CVA/CVB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Lei de velocidade;
-Ordem de reação.;
-Reações de primeira ordem;
-Reações de segunda ordem;
-Reações de ordem zero;
-Tempo de media vida.
Semana 07 22/04/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 07 23/04/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 07 26/04/2019 Sexta CVA/CVB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Lei de velocidade integrada;
-Mecanismo de reação;
-Teoria das colisões.
Semana 08 29/04/2019 Segunda CVA/CVB 100 CINÉTICA QUÍMICA
-Fatores que afetam a velocidade de reação.
Semana 08 29/04/2019 SegundaCVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 08 30/04/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 08 03/05/2019 Sexta CVA/CVB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Conceito;
-Características do Equilíbrio Químico.
Semana 09 06/05/2019 Segunda CVA/CVB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Tipos de equilíbrio químico;
-Quociente de equilíbrio ou Lei da Ação das Massas;
-Constante de equilíbrio em termos de concentração;
-Constante de equilíbrio em termos de pressões parciais.
Semana 09 06/05/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 09 07/05/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 09 10/05/2019 Sexta CVA/CVB 100 //AVALIAÇÃO-02//
Semana 10 13/05/2019 Segunda CVA/CVB Planejamento/Capacitação.
Prof. J. Sánez
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TURMAS CVA/CVB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 10 13/05/2019 Segunda CVA/CVB Planejamento/Capacitação.
Semana 10 14/05/2019 Terça CVA/CVB Planejamento/Capacitação.
Semana 10 17/05/2019 Sexta CVA/CVB Planejamento/Capacitação.
Semana 11 20/05/2019 Segunda CVA/CVB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO
-Constante de equilíbrio para soma de reações;
-Grau de equilíbrio;
-Principio de LeChatelier;
-Deslocamento do equilíbrio químico.
Semana 11 20/05/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 11 21/05/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 11 24/05/2019 Sexta CVA/CVB 100 EQUILÍBRIO QUÍMICO EM SISTEMAS AQUOSOS
-Conceitos de ácidos e bases;
-pH.
Semana 12 27/05/2019 Segunda CVA/CVB 100 TERMOQUÍMICA
-Sistemas;
-Calorimetria:
>Capacidade calorífica;
>Calor de fusão;
>Calor de vaporização;
>Calor de sublimação;
-Princípios da termodinâmica;
-Trabalho de expansão;
-Entalpia;
-Reações endotérmicas e exotérmicas.
Semana 12 27/05/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 12 28/05/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 12 31/05/2019 Sexta CVA/CVB 100 TERMOQUÍMICA
-Sistemas;
-Calorimetria:
>Capacidade calorífica;
>Calor de fusão;
>Calor de vaporização;
>Calor de sublimação.
Semana 13 03/06/2019 Segunda CVA/CVB 100 TERMOQUÍMICA
-Princípios da termodinâmica;
-Trabalho de expansão;
-Entalpia;
-Reações endotérmicas e exotérmicas.
Semana 13 03/06/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 13 04/06/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 13 07/06/2019 Sexta CVA/CVB 100 TERMOQUÍMICA
-Equações termoquímicas;
-Lei de Hess;
-Energia de ligação.
Semana 14 10/06/2019 Segunda CVA/CVB 100 //AVALIAÇÃO-03//
Semana 14 10/06/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 14 11/06/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Prof. J. Sánez
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TURMAS CVA/CVB
QUÍMICA
QU22NB
UTFPR
PATO BRANCO
2019.1
Semana 14 14/06/2018 Sexta CVA/CVB 100 TERMOQUÍMICA
-Espontaneidade das reações;
-Conceito de Entropia;
-Entropia do sistema;
-Entropia das vizinhanças;
-Entropia do universo;
-Segunda Lei da Termodinâmica;
-Energia livre de Gibbs.
Semana 15 17/06/2019 Segunda CVA/CVB 100 ELETROQUÍMICA
-Potencias de redução;
-Diferença de potencial;
-Pilhas e espontaneidade.
Semana 15 17/06/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 15 18/06/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 15 21/06/2019 Sexta CVA/CVB 100 Recesso.
Semana 16 24/06/2019 Segunda CVA/CVB 100 ELETROQUÍMICA
-Equação de Nerst;
-Potencial da célula;
-Energia livre e o potencial de célula;
-Tipo de baterias.
Semana 16 24/06/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 16 25/06/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 16 28/06/2019 Sexta CVA/CVB 100 ELETROQUÍMICA
-Eletrólise;
-Eletrólise ígnea;
-Eletrólise aquosa;
-Aspectos quantitativos da eletrólise.
Semana 17 01/07/2019 Segunda CVA/CVB 100 ELETROQUÍMICA
-Corrosão.
Semana 17 01/07/2019 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 17 02/07/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 17 05/07/2019 Sexta CVA/CVB 100 Revisão geral para a Avaliação-03.
Entregue das nota da APS.
Semana 18 08/07/2019 Segunda CVA/CVB 100 //AVALIAÇÃO-04//
Semana 18 08/07/2018 Segunda CVB 100 AULA PRÁTICA
Semana 18 09/07/2019 Terça CVA 100 AULA PRÁTICA
Semana 18 12/07/2019 Sexta CVA/CVB 100 Entregue das provas/Revisão
Semana 19 15/07/2019 Segunda CVA/CVB 100 //Avaliação Substitutiva//
"Atividade de recuperação do aproveitamento acadêmico segundo § 4.º do Art.
35 do Regulamento da Organização Didático-Pedagógica dos Cursos de
Graduação da UTFPR".
Semana 19 15/07/2019 Segunda CVB 100 Lançamento de notas do Laboratório
Semana 19 16/07/2019 Terça CVA 100 LANÇAMENTO DE NOTAS DA DISCIPLINA
DATA PROVA PESO
05/04/2019 Sexta AT01 0,15
10/05/2019 Sexta AT02 0,15
10/06/2019 Segunda AT03 0,20
08/07/2019 Segunda AT04 0,20
APS 0,10
15/07/2019 Segunda AP 0,20
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QUÍMICA
QU22NB
Prof. J. Sánez
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LISTA.01
2019.1
MOLES E MASSA MOLAR
1. Calcule a massa molar de cada um dos
seguintes compostos:
a) Fe2O3 óxido de ferro (III)
b) C6H8O6 (ácido ascórbico: vitamina C)
c) Ni(NO3)2∙6H2O
d) CuSO4∙5H2O
e) K4[Fe(CN)6]
2. Que massa é representada por 0,0255 mol de
cada um dos seguintes compostos
a) C3H7OH (propanol)
b) C11H16O2, antioxidante para alimentos)
c) C9H8O4 (aspirina)
d) CH3(CH2)10CH2OH
e) CH3(CH2)4CH2OCH2(CH2)CH3
CONVERSÃO DE UNIDADES
3. Transforme:
a) 2 km em m
b) 1,5 m em mm
c) 5,8 km em cm
d) 0,4 m em mm
e) 27 mm em cm
f) 126 mm em m
g) 12 m em km
4. Agora converta as unidades de área:
a) 8,37 dm2 em mm2
b) 3,1416 m2 em cm2
c) 2,14 m2 em mm2
d) 125,8 m² em km²
e) 12,9 km² em m²
5. Depois converta as de volume:
a) 8,132 km3 em hm3
b) 180 hm3 em km³
c) 1 m3 em mm3
d) 5 cm³ em m³
e) 78,5 m³ em km³
f) 12 m³ em cm³
g) 139 mm³ em m³
6. Converta em litros (L):
a) 3,5 dm³
b) 5 m³
c) 3.400.000 mm³
d) 28 cm³
e) 4,3 km³
f) 13 dm³
7. Expresse em metros cúbicos o valor da
expressão:
3540 dm3 + 340.000 cm3 =
8. Um aquário tem o formato de um
paralelepípedo retangular, de largura 50 cm,
comprimento 32 cm e altura 25 cm. Para
encher 3/4 dele com água, quantos litros de
água serão usados?
a) 0,03 L
b) 0,3 L
c) 3 L
d) 30 L
9. Converta:
a) 45 km/h em m/s
b) 100 m/s em km/h
c) 600 W em HP
d) 35 HP em W
e) 35 HP em Btu/h
f) 500 mmHg em kgf/cm2
g) 1000 pol em km
h) 2000 g/cm3 em kg/m3
10. Nas lâmpadas de filamento de tungstênio, o
filamento pode atingir até uma temperatura de
2.500 °C. Qual será essa temperatura em graus
Kelvin?
11. O zero absoluto corresponde a 0 K, quanto é
esse valor em graus Celsius?
12. A temperatura de solidificação do mercúrio é
−39 °𝐶, a quanto corresponde em graus
kelvin?
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13. Nos desertos a variação de temperatura entre
o dia e a noite pode chegar até 40 °C, a quanto
corresponde essa variação em graus kelvin?
14. Preciso colocar arame farpado em volta de um
terreno retangular que mede 0,2 Km de largura
e 0,3 Km de comprimento. Quantos metros de
arame farpado devem usar?
15. Expresse nas unidades indicadas:
a) 3500 mg em g
b) 3,5 µg em g
c) 3000 g em kg
d) 2,54 t em kg
e) 5 quilogramas e 500 gramas em g
16. Resolver:
a) A medida mista de 524s em h:min:s
b) A medida mista de 120000s em h:min:s
c) 2h 27min 8s + 3h 21 min 17s
d) 49min 38s + 52 min 45s
e) 7h 48 min 29s - 2h 45min 19s
f) 56 min 22s - 8 min 49s
g) (9h 21min 17s) . 3
i) (11h 27min 15s) : 5
j) (1d 3h 7min) : 4
ÁTOMOS: PRÓTONS, NÊUTRONS E ELÉTRONS
17. Definir
a) Mol
b) Próton (p)
c) Elétron (𝑒−)
d) Nêutron (n)
e) Número atômico (Z)
f) Número de massa (A)
g) Elemento químico
h) Íons
i) Isótopos
j) Isoeletrônicos
18. Qual é a diferença entre átomo e elemento
químico?
19. Faz um desenho do átomo para cada modelo
histórico incluindo o modelo de átomo atual,
indicando suas partes.
20. Por que os modelos de Rutherford e Bohr são
consideradosmodelos determinísticos e o do
Schrödinger um modelo atômico proba-
bilístico?
21. Quais são as principais falhas dos modelos
atómicos ou conceitos de Leucipo e Demócrito,
J. Dalton, J.J. Thomson, E. Rutherford, N. Bohr?
22. Dê o número de prótons, nêutrons e elétrons
de um átomo de
a) 10B
b) 238U
c) 247Cm
d) 69Ga
e) Mg2+
f) N3–
g) O2–
h) Selênio-79
i) Th4+
j) Trítio, 3H
k) U6+
23. Complete a seguinte tabela
Elemento Símbolo p n e‒ A Z
36Cl
20 20
Lantânio 80
120Sn
30 25
Ósmio 190
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QUÍMICA
QU22NB
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LISTA.02
2019.1
NUVEM ELETRÔNICA (ELETROSFERA), DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA, NÚMEROS QUÂNTICOS E
FORMA DOS ORBITAIS ATÔMICOS
1. O que é a função de onda Ψ?
2. Qual é a diferencia conceptual entre a função Ψ
e a função Ψ2?
3. Descreva a natureza onda-partícula da matéria
(L. de Broglie).
4. Descreva o princípio de incertidumbre.
5. De o número de elétrons de valência de cada
um dos seguintes elementos:
a) antimônio
b) silício
c) manganês
d) boro
e) bromo
f) ródio
g) nióbio
h) telúrio
6. De a configuração esperada para o estado
fundamental de cada um dos seguintes íons:
a) S2‒
b) As3+
c) Ru3+
d) Ge2+
e) Br‒
f) Rh3+
g) Nb3+
h) Te2‒
7. Definir os seguintes números quânticos:
a) n
b) l
c) ml
d) s
8. Definir o que é um orbital
9. Descreva e desenhe a orientação dos lobos dos
orbitais px, py e pz em relação aos eixos
cartesianos.
10. Descreva a diferencia de orientação dos
orbitais 𝑑𝑥𝑦 e 𝑑𝑥2−𝑦2 em relação aos eixos
cartesianos de referência.
11. Quantos orbitais existem em subcamadas com
l igual a
a) 0
b) 2
c) 1
d) 3
12. a) Quantos valores do número quântico l são
possíveis quando n = 7?
b) Quantos valores de l são permitidos para um
elétron na subcamada 6d?
c) Quantos valores de m são permitidos para
um elétron da subcamada 3p?
d) Quantas subcamadas existem na camada
com n = 4?
13. Quais são os números quânticos principal e de
momento angular do orbital para cada um dos
seguintes orbitais:
a) 6p
b) 3d
c) 2p
d) 5f
Também dê os valores possíveis do número
quântico magnético.
14. Quantos elétrons, no total, podem ocupar
a) os orbitais 4p
b) os orbitais 3d
c) o orbital 1s
d) os orbitais 4f?
15. Escreva a notação da subcamada e o número
de orbitais que têm os seguintes números
quânticos
a) n = 5, l = 2
b) n = 1; l = 0
c) n = 6, l = 3
d) n = 2; l = 1
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16. Quantos elétrons podem ter os seguintes
números quânticos em um átomo?
a) n = 2, l = 1
b) n = 4, l = 2, m = ‒2
c) n = 2
d) n = 3, l = 2, m =+1
e) n = 3, l = 2, m =+1, s = +1/2
17. Dentre os conjuntos de quatro números
quânticos {n, l, m, s}, identifique os que são
proibidos para um elétron em um átomo e
explique por que:
a) {4, 2, -1, +1/2}
b) {5, 0, ‒1, +1/2}
c) {4, 4, ‒1, +1/2}
18. Explique da maneira mais simples por que cada
um dos seguintes conjuntos de números
quânticos não é possível para um elétron em
um átomo.
a) n = 2, l = 2, m = 0
b) n = 3, l = 0, m = –2
c) n = 6, l = 0, m =+1
19. Qual é o número máximo de orbitais que
podem ser identificados em cada um dos
seguintes conjuntos de números quânticos?
Quando “nenhum” for a resposta correta,
explique seu raciocínio.
a) n = 3, l = 0, m = +1
b) n = 5, l = 1
c) n = 7, l = 5
d) n = 4, l = 2, m = –2
20. Mostre qual(ais) dos seguintes orbitais não
pode(m) existir de acordo com a teoria
quântica:
2s, 2d, 3p, 3f, 4f e 5s.
Explique de maneira simples sua resposta.
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LISTA.03
2019.1
TABELA PERIÓDICA
1. Qual é a configuração do estado fundamental
esperada para cada um dos seguintes ele-
mentos?
a) prata
b) berílio
c) antimônio
d) gálio
e) tungstênio
f) iodo
2. Quais elementos têm as seguintes configu-
rações eletrônicas de estado fundamental:
a) [Kr]4d105s25p4
b) [Ne]3s1
c) [Kr]5s2
d) [Xe]4f26s2?
3. Prediga o número de elétrons de valência de
cada um dos seguintes átomos (inclua os
elétrons d mais externos):
a) Na
b) Ag
c) Nb
d) W
e) Bi
f) Si
g) Ta
h) Mn
i) Zn
Nota: preste atenção para aqueles elementos
que presentam exceções.
4. Os elementos Ga, Ge, As, Se, e Br estão no
mesmo período da Tabela Periódica. Escreva a
configuração eletrônica esperada para os
estados fundamentais desses elementos e
prediga quantos elétrons desaparelhados, se
algum, cada átomo tem.
5. Dê a notação da configuração da camada de
valência (incluindo os elétrons d mais externos)
dos:
a) metais alcalinos
b) elementos do Grupo 15
c) metais de transição do Grupo 5
d) metais de “cunhagem” (Cu, Ag, Au)
Nota: preste atenção para aqueles elementos
que presentam exceções.
6. Nomeie os elementos, verifique seus números
de grupo na Tabela Periódica. Identifique cada
um como metal (M), não metal (n-M) ou
metaloide (m).
Elemento Nome Grupo Classificação Elemento Nome Grupo Classificação
Sc P
Sr Pr
S Po
Sb Pd
7. Escreva o símbolo dos seguintes elementos.
Classifique cada um deles como metal (M), não
metal (n-M) ou metaloide (m).
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Elemento Símbolo Classificação Elemento Símbolo Classificação
Vanádio Silício
Xenônio Tálio
Európio Cádmio
8. Liste os nomes, os símbolos e os números
atômicos dos metais alcalinos. Caracterize suas
reações com água e descreva a tendência de
seus pontos de fusão.
9. Liste os nomes, os símbolos e os números
atômicos dos halogênios. Identifique o estado
físico normal (temperatura e pressão
ambiental) de cada um.
10. Identifique na Tabela Periódica o bloco, s, p, d
ou f, a que pertencem os seguintes elementos:
a) zircônio,
b) arsênio
c) tálio
d) bário
e) silício
f) cobalto
11. Descreva três propriedades físicas típicas dos
a) metais,
b) não metais e
c) gases nobres.
12. Coloque cada um dos seguintes conjuntos de
elementos na ordem decrescente de energia de
ionização. Explique sua escolha.
a) enxofre, cloro, silício
b) cobalto, titânio, crômio
c) antimônio, bismuto, fósforo.
13. Coloque cada um dos seguintes conjuntos de
elementos na ordem decrescente de raio
atômico. Explique sua escolha.
a) bromo, cloro, iodo
b) gálio, selênio, arsênio
c) cálcio, potássio, zinco
d) bário, cálcio, estrôncio
14. Qual dos íons de cada par tem o maior raio
iônico:
a) Ca2+, Ba2+
b) As3‒, Se2‒
c) Sn2+, Sn4+
Explique sua escolha.
15. a) Geralmente, a primeira energia de ionização
de um período cresce de esquerda para
direita com o aumento de número atômico.
Por que?
b) Examine da primeira energia da ionização
dos elementos do bloco p. Anote qualquer
exceção da regra dada em (a). Como você
explica essas exceções?
16. Que elementos em cada um dos seguintes
pares tem a maior afinidade eletrônica:
a) alumínio, ou índio;
b) bismuto ou antimônio;
c) silício ou chumbo?
17. Selecione o menor membro em tamanho de
cada um dos seguintes pares:
a) K+, Ca2+, Ga3+
b) Ca2+, Be2+, Ba2+, Mg2+
c) Al3+, Sr2+, Rb+, K+
d) K+, Ca2+, Rb+
18. Responda às seguintes perguntas sobre os
elementos A e B, que apresentam as
configurações eletrônicas abaixo
A = [Kr] 5s1 B = [Ar] 3d104s24p4
a) O elemento A é um metal, metaloide ou um
não metal?
b) Qual elemento tem maior energia de
ionização?
c) Qual dos elementos possui a afinidade
eletrônica menos negativa?
d) Qual dos elementos possui o raio atômico
maior?
19. A configuração de um elemento é dada a
seguir:
[18Ar] ↑↓ ↑↓ ↑↓ ↑ ↑ ↑4s 3d
a) Qual é a identidade do elemento?
b) Em que grupo da Tabela Periódica o
elemento se encontra?
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c) O elemento é um metal, um elemento do
grupo principal, um lantanoide, um
actinoide? Escreva a configurações
eletrônicas para mostrar os dois primeiros
processos de ionização para o potássio.
Explique por que a segunda energia de
ionização é maior que a primeira.
20. Coloque os seguintes íons na ordem crescente
do raio iônico:
S‒2, Cl‒, P3‒
Explique sua escolha.
21. Que argumentos você usaria para convencer
outro estudante de química geral que o MgO
consiste de íons Mg2+ e O2– e não dos íons Mg+
e O–? Que experimentos poderiam ser
realizados para fornecer alguma evidencia de
que a formulação correta do óxido de magnésio
é Mg2+O2–?
22. Quais íons na seguinte lista provavelmente não
são encontrados em compostos químicos:
Cs+, In4+, Fe6+, Te2–, Sn5+ e I–?
Explique resumidamente.
Para responder às questões 23 e 24, leia às
seguintes informações:
• Íons isoeletrônicos são aqueles que possuem
o mesmo número de elétrons.
• Entre dos íons isoeletrônicos, o maior será
aquele que possuir menor número atômico,
ou seja, menor número de prótons, nesse
caso, a atração entre o núcleo e a eletrosfera
será mais fraca, o que provoca um aumento
do tamanho do íon.
23. Compare os íons 11Na+ e 8O2–
a) Qual o número de elétrons de cada um
deles?
b) Qual será o íon de maior tamanho?
24. Coloque os íons 19K+, 17Cl– e 16S2– em ordem
crescente de tamanho.
25. Usando lápis de cores, agrupe com uma cor
diferente:
a) os metais, semimetais e não metais
b) os elementos do bloco s, p, d e f
c) os elementos alcalinos, alcalinos terrosos,
metais de transição, lantanoides,
actinoides, halogênios, calcogênios, gases
nobres
d) acima de cada coluna coloque o respectivo
número de Grupo e para cada fila
horizontal (período) o número de nível
correspondente.
a)
b)
c)
d)
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LISTA.04
2019.1
LIGAÇÃO IÔNICA
1. Defina a ligação iônica.
2. Por que os não metais tendem a formar ânions
em vez de cátions?
3. Considere as seguintes regras para formação
de cátions a partir de átomos neutros:
• Os elétrons sempre saem da camada mais
externa.
• Se a camada mais externa apresentar vários
subníveis, os elétrons sairão do subnível de
maior energia. Veja o exemplo:
26Fe: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6
26Fe2+: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d6
26Fe3+: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d5
Obedecendo a essas regras, escreva as
configurações eletrônicas dos cátions
a) Ag+
b) Li+
c) Rb+
d) Ca2+
e) Ra2+
f) Zn2+
g) Al3+
h) Ga3+
i) Y3+
j) Cu+, Cu2+
k) Sb3+, Sb5+
l) Cr2+, Cr3+, Cr6+
m) Mn2+, Mn+3, Mn4+, Mn6+, Mn+7
Observação: ter cuidado com aqueles
elementos excepções à regra de Afbau.
4. Consultando uma tabela periódica, é possível
prever que será iônica a ligação entre
a) sódio e magnésio
b) magnésio e oxigênio
c) oxigênio e flúor
d) neônio e argônio
5. Escreva as fórmulas dos compostos iônicos que
apresentam. Também represente os
compostos mediante a configuração de Lewis:
a) Ca2+ e Cl–
b) Hg2+ e S2–
c) Fe3+ e O2–
6. Descrever as propriedades físicas e químicas
principais dos compostos iônicos.
7. Um elemento M do grupo 2A forma um
composto binário iônico com um elemento X do
grupo 7A. Determine a fórmula mínima do
respectivo composto: MmXn.
8. Na ligação entre átomos dos elementos
químicos 𝑃15
31 e Ca, que tem 20 prótons, forma-
se o composto de fórmula:
a) CaP
b) Ca3P
c) CaP3
d) Ca2P3
e) Ca3P2
9. Dados os íons Ca2+, O2–, Na+, N3– e Al3+, estará
correta a fórmula:
a) NaN3
b) Ca2O
c) Al3O2
d) NaO2
e) Ca3N2
Para as incorretas, escreva a formula possível
certa.
10. Dadas as configurações fundamentais:
A: 1s2 2s1 e B: 1s2 2s2 2p4
a fórmula do composto correspondente será:
a) AB
b) AB2
c) A2B
d) AB3
e) A3B
11. Use o ciclo de Born-Haber par mostrar que a
reação é exotérmica:
𝐾(𝑠) +
1
2
𝐶𝑙2(𝑔) → 𝐾𝐶𝑙(𝑠)
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São conhecidas as seguintes energias (o sinal
negativo indica um processo exotérmico):
Reação Processo Energia (kJ)
𝐾(𝑠) → 𝐾(𝑔) Sublimação 90,0
1
2
𝐶𝑙2(𝑔) → 𝐶𝑙(𝑔)
Ruptura da ligação Cl—Cl 119
𝐾(𝑔) → 𝐾+(𝑔) + 𝑒− Potencial de ionização 419
𝐶𝑙(𝑔) + 𝑒− → 𝐶𝑙−(𝑔) Afinidade eletrônica −349
𝐾+(𝑔) + 𝐶𝑙−(𝑔) → 𝐾𝐶𝑙(𝑠) Formação do retículo cristalino −704
LIGAÇÃO COVALENTE
12. Escreva a estrutura de Lewis dos seguintes
compostos e indique o tipo de ligação entre os
átomos (π ou σ), se é simples ou múltipla e tipo
de hibridação. Também indique os pares não
ligantes (pares livres):
a) CCl4
b) COCl2
c) ONF
d) NF3
e) OCl2
f) PBr3
g) GeH4
h) GaCl3
i) BH4‒
j) BrO‒
k) NH2‒
l) ONO+
m) ClO2‒
n) HCO2‒
13. Escreva a estrutura de Lewis de cada um dos
seguintes compostos e indique o tipo de ligação
entre os átomos (π ou σ), se é simples ou
múltipla e tipo de hibridação. Também indique
os pares não ligantes (pares livres).
a) HCHO (formol)
b) CH3OH (metanol)
c) H2C(NH2)COOH (glicina, um aminoácido)
d) CH3NH2 (metilamina)
e) HCOOH (ácido fórmico)
f) CH3SH (metanotiol)
g) CS2
14. Descrever as propriedades físicas e químicas
principais dos compostos covalentes.
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LISTA.05
2019.1
GEOMETRIA MOLECULAR (TLV E VESPR)
1. Qual é a geometria molecular do íon ClO2+?
2. Qual é o ângulo de ligação [O―Cl―O]+?
3. Qual é a geometria molecular do cloreto de
tionila, SOCl2? O enxofre é o átomo central.
4. Qual é a geometria da molécula XeF2? Desenhe
a estrutura geométrica.
5. Qual é a geometria da molécula ICl2? O iodo é o
átomo central. Desenhe a estrutura
geométrica.
6. Qual é a geometria do íon SbF52―? Desenhe a
estrutura geométrica.
7. Que é a hibridização de orbitais atómicos? Por
que é impossível que um átomo isolado exista
em estado híbrido?
8. Qual é a diferença entre um orbital puro e
outro híbrido? Podem dos orbitais 2p formar
orbitais híbridos entre eles?
9. Como se distingue uma ligação sigma (σ)de
uma pi (π)?
10. Qual é a hibridação do silício no
SiH4 e H3Si—SiH3?
11. Quais orbitais híbridos utiliza o átomo de
nitrogênio em cada uma das seguintes espécies
a) NH3
b) H2N—NH2
c) NO3—
12. Quais são os orbitais híbridos dos átomos de
carbono nas seguintes moléculas?
a) H3C—CH3
b) H3C—CH=CHCH2
c) CH3—C≡C—CH2OH
d) CH3CH=O
e) CH3COOH
13. Descreva a hibridação do fósforo na molécula
PF5.
14. Na molécula de formaldeído, desenhe a
estrutura de Lewis e descreva todos os tipos de
ligações presentes na molécula e o tipo de
hibridação para cada átomo.
15. Para as seguintes moléculas:
a) Desenhar a melhor estrutura de Lewis
possível
b) Indicar o número de pares não ligantes e
ligantes, ligações duplas e/ou triplas
c) Desenhar e nomear a geometria molecular.
i. 𝑁𝐻3
ii. 𝑂𝐶𝑙−
iii. 𝑁𝑂2
+
iv. 𝑆𝑏𝐹5
2−
v. 𝑃𝐹5
vi. 𝐼3
−
vii. 𝑂𝐹2
viii. 𝑋𝑒𝐹4
ix. 𝑃𝑂4
3−
x. 𝑆𝐹4
xi. 𝑆𝑒𝐻4
xii. 𝐶𝐹3𝐶𝑙
xiii. 𝑆𝑒𝐶𝑙6
xiv. 𝐶𝑙𝐹5
xv. 𝑃𝐶𝑙3𝐹2
xvi. 𝐶𝑙𝐹3
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LISTA.06
2019.1
POLARIDADE DAS MOLÉCULAS
1. Para cada par de ligações, indique a ligação
mais polar e use uma seta para mostrar a
direção da polaridade de cada ligação:
a) C―O e C―N
b) P―Br e P―Cl
c) B―O e B―S
d) B―Fe B―I
2. Considere as seguintes moléculas:
a) H2O
b) NH3
c) CO2
d) CCl4
e) ClF
i) Em que composto as ligações são mais
polares?
ii) Quais compostos da lista são não polares
iii) Desenhe o momento dipolar liquido para
cada caso.
3. A acroleína, C3H4O, é o material de partida para
determinados plásticos
a) Desenhe a estrutura de Lewis completa da
molécula
b) Quais ligações são polares e quais são
apolares?
c) Qual é a ligação mais polar na molécula?
Qual é o átomo mais negativo nessa ligação?
Indique com uma seta o momento dipolar
dessa ligação.
4. Escreva as estruturas de Lewis e desenhe a
estrutura molecular. Prediga se as seguintes
moléculas são polares ou não polares:
a) CH2Cl2
b) CCl4
c) CS2
5. Escreva as estruturas de Lewis e desenhe a
estrutura molecular. Prediga se as seguintes
moléculas são polares ou não polares:
a) H2Se
b) AsF5
c) SiO2
d) NF3
6. Prediga a polaridade das seguintes moléculas:
a) NF3
b) SF4
7. Escreva as estruturas de Lewis e prediga a
geometria molecular de cada espécie. Desenhe
a estrutura geométrica para cada caso.
a) CF3Cl
b) TeCl4
c) COF2
d) CH3‒
8. Escreva as estruturas de Lewis e prediga a
geometria molecular de cada espécie. Desenhe
a estrutura geométrica para cada caso.
a) PCl3F2
b) SnF4
c) SnF62‒
d) XeO4
e) SeCl6
f) ClF5
g) PCl3F2
h) ClF3
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LISTA.07
2019.1
BALANÇAMENTO DE EQUAÇÕES
1. C2H6O + O2 → CO2 + H2O
2. Na2CO3 + HCl → NaCl + H2O + CO2
3. C6H12O6 C2H6O + CO2
4. C4H10 + O2 → CO2 + H2O
5. FeCl3 + Na2CO3 → Fe2(CO3)3 + NaCl
6. NH4Cl + Ba(OH)2 → BaCl2 + NH3 + H2O
7. CS2 + O2 → CO2 + SO2
8. H3PO4 + CaO → Ca3(PO4)2 + H2O
9. Na2CO3 + H3PO4 → Na3PO4 + H2O + CO2
10. KMnO4 + H2SO4 → Mn2O7 + K2SO4 + H2O
RELAÇÕES MOL-MOL, MOL-MASSA E MASSA-MASSA
11. O metano (CH4), também conhecido por gás
dos pântanos, é produzido pela decomposição
de compostos orgânicos, na ausência de
oxigênio, por determinadas bactérias e
consumido na própria atmosfera. Quando 5
mol de metano reagem com 3 mol de oxigênio,
o número de mols de gás carbônico (CO2)
liberados será igual a:
CH4 + 2 O2 → CO2 + 2 H2O
12. Nas indústrias petroquímicas, enxofre pode ser
obtido pela reação:
2 H2S + SO2 → 3 S + 2 H2O
Qual é a quantidade máxima de enxofre, em
gramas, que pode ser obtida partindo-se de 5
mols de H2S e 2 mols de SO2?
13. Minério usado na fabricação de ferro em
algumas siderúrgicas brasileiras contém cerca
de 80% de óxido de ferro (III). Quantas
toneladas de ferro podem ser obtidas pela
redução de 20 toneladas desse minério?
Fe2O3 + 3 CO → 2 Fe + 3 CO2
14. Calcário é uma rocha que contém carbonato de
cálcio, CaCO3. Quantos quilogramas de cal
virgem, CaO, podem ser preparados por pirólise
(decomposição térmica) de uma tonelada de
calcário contendo 94,6 % de CaCO3?
CaCO3 → CaO + CO2
15. A obtenção de etanol, a partir de sacarose
(açúcar) por fermentação, pode ser
apresentada pela seguinte equação:
C12H22O11 + H2O → 4 C2H5OH + 4 CO2
Admitindo-se que o processo tenha
rendimento de 100% e que o etanol seja
anidro (puro), calcule a massa (em kg) de
açúcar necessária para produzir um volume de
50 litros de etanol, suficiente para encher um
tanque de um automóvel.
Dados: Densidade do etanol = 0,8 g/cm3
Massa molar da sacarose = 342 g/mol
Massa molar do etanol = 46 g/mol
16. A hidrazina, N2H4, e o peróxido de hidrogênio, H2O2
têm sido usados como combustíveis de foguetes.
Eles reagem de acordo com a equação:
7 H2O2 + N2H4 → 2 HNO3 + 8 H2O
A reação de hidrazina com 75% de pureza com
peróxido de hidrogênio suficiente produziu 3,78 kg
de ácido nítrico, com rendimento de 80%.
Dados: massas atômicas - H = 1; O = 16; N = 14.
a) Determine a massa, em gramas, de hidrazina
impura utilizada.
b) Determine a massa, em gramas, de água
formada.
17. O gás acetileno (C2H2) pode ser produzido pela
reação do carbeto de cálcio (CaC2) com água em
geradores especiais, obtendo-se também o
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hidróxido de cálcio como subproduto, conforme a
equação a seguir não balanceada.
CaC2(g) + H2O(l) → Ca(OH)2(aq) + C2H2(g)
O volume de gás acetileno obtido, nas CNTP, a partir
da reação de 400 g de carbeto de cálcio com 80%
de pureza e rendimento total, é igual a:
Dados: massa molar em (g/mol) H = 1, C = 12, O =
16 e Ca = 40.
a) 112,0 L
b) 140,0 L
c) 137,0 L
d) 44,8 L
e) 22,4 L
18. Considere a reação de produção do metanol (álcool
metílico)
CO(g) + 2 H2(g) → CH3OH(l)
Se 48,0 g de H2(g) são adicionados a 140 g de CO(g),
e o rendimento da reação é 100%, pede-se:
a) a massa do reagente em excesso que resta no
final.
b) a massa de álcool metílico obtida.
Dados: H = 1; C = 12; O = 16
19. As 20,52 g de Al2(SO4)3 são misturadas com 31,20 g
de BaCl2, ambos em solução aquosa. Ocorre a
reação de precipitação do BaSO4:
Al2(SO4)3(aq) + 3 BaCl2(aq)
→ 2 AlCl3(aq) + 3 BaSO4(s)
a) Calcule a massa de AlCl3 obtida.
b) Calcule a massa de BaSO4 obtida.
c) Calcule a massa do reagente em excesso, se for
o caso.
Dados: O = 16; S = 32; Cl = 35,5; Al = 27; Ba = 137
20. Um pedaço de ferro pesando 5,60 gramas sofreu
corrosão quando exposto ao ar úmido por um
período prolongado. A camada de ferrugem
formada foi removida e pesada, tendo sido
encontrado o valor de 1,60 gramas. Sabendo-se que
a ferrugem tem a composição Fe2O3, quantos
gramas de ferro não corroído ainda restaram?
(Considere Fe = 56,0 g/mol e Fe2O3 = 160,0 g/mol)
a) 2,40 g
b) 4,48 g
c) 5,32 g
d) 5,04 g
e) 4,00 g
21. Nas indústrias petroquímicas, enxofre pode ser
obtido pela reação:
2 H2S + SO2 → 3 S + 2 H2O
Qual é a quantidade máxima de enxofre, em
gramas, que pode ser obtida partindo-se de 5,0
mols de H2S e 2,0 mols de SO2? Indique os cálculos.
Dado: S = 32,0
22. Considere a reação química representada pela
equação:
2 Fe2S3(s) + 6 H2O(l) + 3 O2(g)
→ 4 Fe(OH)3(s) + 6 S(s)
Calcule a quantidade (em mols) de Fe(OH)3 que
pode ser produzida a partir de uma mistura que
contenha 1,0 mol de Fe2S3, 2,0 mols de H2O e 3,0
mols de O2.
Dados: Fe = 65 ; S = 32 ; O = 16
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LISTA.08
2019.1
CINÉTICA QUÍMICA
1. Utilizando concentrações em molaridade e
tempo em segundos, quais são as unidades da
constante de reação k, para
a) uma reação de ordem zero;
b) uma reação de primeira ordem;
c) uma reação de terceira ordem;
d) uma reação de ordem -½
2. Em uma experiência com um catalizador
utilizado no processo Haber
N2 + 3H2 → 2NH3
a velocidade de reação foi medida, obtendo-se
o valor
∆[𝑁𝐻3]
∆𝑡
= 2,0 × 10−4𝑚𝑜𝑙𝐿−1𝑠−1
Considerando que não haja reações paralelas,
qual foi a velocidade da reação expressa em
termos de
a) N2
b) H2
3. Dada a reação,
A + B → C
e a tabela de velocidade de reação em
diferentes concentrações de reagentes a 200
°C. Determine o valor da constante de
velocidade para esta reação, na temperatura
em questão e a ordem de reação global.
4. "O anúncio da construção de uma usina
termelétrica a carvão na ilha da Madeira,
município de Itaguaí, Baixada Fluminense,
acendeu a luz amarela para o que pode
representar um novo problema ambiental para
o Estado do Rio de Janeiro. A consequência
mais grave seria a chuva ácida, além da emissão
de gases que atacam a camada de ozônio". (JB,
2001)
A qualidade da água da chuva pode variar em
função do tipo de carga poluidora e das
condições meteorológicas. O dióxido de
nitrogênio é um dos principais poluentes da
atmosfera. Areação entre o dióxido de
nitrogênio e o ozônio, encontrado na
troposfera, foi estudada a 231 K. A experiência
mostrou que a reação é de primeira ordem em
relação ao dióxido de nitrogênio e ao ozônio.
2 NO2(g) + O3(g) → N2O5(g) + O2(g)
a) Escreva a equação de velocidade da reação.
b) Como se altera a velocidade da reação se a
concentração de dióxido de nitrogênio for
duplicada?
5. Em solução aquosa ocorre a transformação:
H2O2 + 2 I– + H+ → 2 H2O + I2
Em quatro experimentos, mediu-se o tempo
decorrido para a formação de mesma
concentração de I2, tendo-se na mistura de
reação as seguintes concentrações iniciais de
reagentes.
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Esses dados indicam que a velocidade da
reação considerada depende apenas de quais
reagentes?
6. Uma cultura de vírus foi inativada por imersão
em banho químico. O processo era de primeira
ordem, relativo a concentração viral. No início
do experimento verificou-se que a quantidade
de vírus inativada era de 2,0% por minuto.
a) Calcule k para o processo de inativação,
expressando a constante em 1/s
b) Qual é o tempo transcorrido para atingir 50
% e 75% de inativação do vírus?
7. A fermentação de açúcar em uma solução
enzimática está sendo estudada. A
concentração inicial de açúcar era 0,12 M. A
concentração cai a 0,06 M em 10 h e a 0,03 M
em 20 h.
a) Qual é a ordem da reação?
b) Qual é a constante de velocidade em 1/h e
1/s?
8. Uma substância A reage com uma substância B
de acordo com a reação A+B→C. Dados de
velocidade desta reação são obtidos com base
em três experimentos independentes.
Qual é a ordem relativa a cada reagente? Qual
é o valor da constante de velocidade?
[X]0: concentração inicial; [X]f: concentração final; Δt: duração do experimento.
9. A hidrólise do acetato de metila em solução
alcalina é
CH3COOCH3 + OH— → CH3COO— + CH3OH
A reação obedece à equação de velocidade
dada por
Vrx = k[CH3COOCH3][OH—]
em que k = 0,137 L/mol.s a 25 °C. Uma mistura
de reação foi preparada com concentrações de
acetato de metila e íon hidróxido iguais a 0,050
M. Quanto tempo é necessário para que 5,0%
do acetato de metila hidrolise, a 25 °C?
10. A reação abaixo foi estudada a 25 °C em
solução de benzeno contendo piridina 0,1 M
CH3OH + (C6H5)3CCl → (C6H5)3COCH3 + HCl
Os dados abaixo foram obtidos em três
experimentos individuais
Qual é a equação de velocidade consistente
com os dados acima e qual é o melhor valor
médio para a constante de velocidade expressa
em segundos e unidades de concentração
molar.
Experimento [A]0, mol/L [B]0, mol/L Δt, h [A]f, mol/L
1 0,1000 1,0 0,5 0,0975
2 0,1000 2,0 0,5 0,0900
3 0,0500 1,0 2,00 0,0450
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[X]0: concentração inicial; [X]f: concentração final; Δt: duração do experimento.
11. A decomposição de uma substância A à
temperatura constante foi estudada em
detalhe. Os dados obtidos foram tabulados e
são mostrados abaixo, sendo de primeira
ordem. Determine graficamente o valor de k e
suas unidades correspondentes.
12. Um estudante de Engenharia Ambiental tinha
um interesse especial na reação do composto
2,4,6-xyz. No laboratório, ele descobriu que o
2,4,6-xyz se decompõe em água. Durante os
experimentos, ele coletou dados e elaborou a
seguinte tabela. Determine a ordem da reação
graficamente. Calcule o valor de k e suas
unidades correspondentes.
Tempo,
min
Concentração
mg/L
Tempo,
min
Concentração
mg/L
0 10,0 10 5,46
1 8,56 20 4,23
2 8,14 40 1,26
4 6,96 80 0,218
8 6,77 -- --
13. Em água, um composto químico se decompõe
segundo uma cinética de primeira ordem. A
constante de decomposição é 0,2/dia. Se a
concentração inicial é de 100,0 mg/L, quantos
dias são necessários para a concentração
atingir o valor de 0,14 mg/L?
14. Sobe luz ultravioleta, o ácido hipocloroso sofre
uma reação de decomposição. Suponha-se que
o processo ocorre segundo uma cinética de
primeira ordem e que a taxa de decomposição
seja 0,12/dia (com intensidade de luz
ultravioleta e temperatura constante). Com
estes dados, quanto tempo é necessário para
que a concentração do ácido hipocloroso
chegue a valores indetectáveis (<0,05 mg/L), se
a concentração inicial era de 3,65 mg/L?
15. O lago Silversee está localizado na cidade alemã
de Nuremberg. A qualidade da água do lago
diminuiu por causa da alta concentração de
sulfeto de hidrogênio (o qual tem cheiro de ovo
podre) que se origina do vazamento de um
aterro próximo. Para combater o problema, a
cidade decidiu aerar o lago em uma tentativa
de oxidar o H2S, que tem cheiro na forma de
sulfato inodoro, de acordo com a seguinte
reação de oxidação:
H2S + O2 → SO42– + H+
Determinou-se experimentalmente que a
reação segue uma cinética de primeira ordem
Experimento [A]0, mol/L [B]0, mol/L [C]0, mol/L [C]f, mol/L Δt, min
1 0,1000 0,0500 0,0000 0,0033 2,5
2 0,1000 0,1000 0,0000 0,0390 15
3 0,2000 0,1000 0,0000 0,0792 7,5
t,
min
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 240
[A] 0,462 0,449 0,437 0,426 0,416 0,406 0,396 0,387 0,378 0,370 0,362 0,354 0,347
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com relação tanto à concentração de oxigênio
quanto a concentração de sulfeto de
hidrogênio.
A taxa atual de aeração mantém a
concentração de oxigênio no lago em 2 mg/L. A
constante cinética k para a reação foi
determinada experimentalmente como sendo
1.000 L/mol.d.
a) Balance a reação de oxidação do processo.
b) Escreva a lei de velocidade da reação do
processo.
c) Se a aeração inibe completamente a
respiração anaeróbia e então paralisa a
produção de sulfeto, quanto tempo
demorará para reduzir a concentração de
H2S de 500 μM para 1 μM?
16. Foi isolada uma linhagem de bactérias que
pode co-metabolizar o tetracloroetano (TCA).
Essa linhagem pode ser usada para a
biorremediação de sítios usados para depósitos
de poluentes perigosos contaminados com
TCA. Considere a taxa de biodegradação de TCA
é independente da concentração de TCA. Em
um biorreator a taxa de remoção de TCA foi de
1 μg/L.min. Qual será o tempo de retenção de
água necessário para reduzir a concentração de
1mg/L no afluente para 1μg/L no efluente do
reator? Considere que o reator é de mistura
completa e instantânea.
17. A reação hipotética
A(s) + B(aq) → C(g) + E(l)
autocatalisada por C(g). Considerando que essa
reação ocorre em sistema fechado, volume
constante e sob atmosfera inerte, assinale e
justifique a opção que apresenta a curva que
melhor representa a variação da massa de A(s),
mA, em função do tempo, desde o início da
reação até imediatamente antes do equilíbrio
químico ser estabelecido dentro do sistema.
18. Considere a reação representada pela equação
química
3 A(s) + 2B(g) → 4 E(g)
Esta equação ocorre em várias etapas, sendo
que a etapa mais lenta correspondente à
reação representada pela seguinte equação
química:
A(g) + C(g) → D(g)
A velocidade inicial desta última reação pode
ser expressa por –Δ[A]/Δt = 5,0 mol/s. Qual é a
velocidade inicial (mol/s) da reação em relação
à espécie E?
a) 3,8
b) 5,0
c) 6,7
d) 20
e) 60
19. Considere o seguinte mecanismo de reação
genérica:
Com relação a este mecanismo, assinale a
opção errada, justifique sua resposta.
a) A reação global é representada pela
equação: C+ + 2 A4+ → C3+ + 2 A3+
b) B2+ é catalisador.
c) B3+ e B4+ são intermediários da reação.
d) A lei de velocidade é descrita pela equação:
vr = k[C+][A4+]
e) A reação é de segunda ordem.
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QUÍMICA
QU22NB
Prof. J. Sánez
juansanez@utfpr.edu.br
LISTA.09
2019.1
EQUILÍBRIO QUÍMICO I
1. Verifiquese as seguintes afirmações estão
certas ou erradas. Se estiveram erradas,
explique por quê.
i) Uma reação para quando atinge o
equilíbrio.
ii) Uma reação em equilíbrio não é afetada
pelo aumento da quantidade de produtos.
iii) Se a reação começa com maior pressão dos
reagentes, a constante de equilíbrio será
maior.
iv) Se a reação começa com concentrações
maiores de reagentes, as concentrações de
equilíbrio dos produtos serão maiores.
v) Em uma reação de equilíbrio, a reação só
começa quando todos os reagentes
tiverem sido convertidos em produtos.
vi) As concentrações de equilíbrio serão as
mesmas se começarmos uma reação com
os reagentes puros ou com os produtos
puros.
vii) As velocidades das reações direta e inversa
são iguais no equilíbrio.
2. Escreva a expressão da constante de equilíbrio
para cada uma das seguintes reações.
i) 2NOCl(g) ⇌ 2NO(g) + Cl2(g)
ii) Zn(s) + CO2(g) ⇌ ZnO(s) + CO(g)
iii) MgSO4(s) ⇌ MgO(s) + SO3(g)
iv) Zn(s) + 2H+(aq) ⇌ Zn2+ (aq) + H2(g)
v) NH4Cl(s) ⇌ NH3(g) + HCl(g)
3. Escreva o quociente de reação Q para
i) 2 BCl3(g) + 2 Hg(l) → B2Cl4(s) + Hg2Cl2(s)
ii) P4S10(s) + 16 H2O(l) → 4 H3PO4(aq) + 10
H2S(aq)
iii) Br2(g) + 3 F2(g) → 2 BrF3(g)
4. Nitrogênio e hidrogênio reagem para formar
amônia segundo a reação:
1/2 N2(g) + 3/2 H2(g) ⇌ NH3(g)
ΔH = –11,0 kcal
Se uma mistura dos três gases estiver em
equilíbrio, qual será o efeito sobre a quantidade
de NH3 se:
i) a mistura for comprimida;
ii) a temperatura for aumentada;
iii) for introduzido hidrogênio adicional?
5. A mistura de quatro sustâncias HCl, I2, HI e Cl2
colocada em um reator atinge o equilíbrio na
reação
2 HCl(g) + I2(s) ⇌ 2 HI(g) + Cl2(g)
Certas mudanças (veja a tabela seguinte) são,
então, feitas na mistura. Examine cada
mudança separadamente e explique o efeito
(aumento, diminuição ou nenhum) que elas
provocam nos valores originais de equilíbrio da
quantidade da segunda coluna (ou K, se for o
caso). A temperatura e o volume se mantêm
constantes.
Mudança Quantidade
Adicione HCl Quantidade de HI
Adicione I2 Quantidade de Cl2
Remova HI Quantidade de Cl2
Remova Cl2 Quantidade de HCl
Adicione HCl K
Remova HCl Quantidade de I2
Adicione I2 K
6. Determine o que acontece com a concentração
da substância indicada quando a pressão total
de cada um dos seguintes equilíbrios aumenta
(por compressão):
i) NO2(g) em
2 Pb(NO3)2(s) ⇌ 2 PbO(s) + 4 NO2(g) + O2(g)
ii) NO(g) em
3 NO2(g) +H2O(l) ⇌ 2 HNO3(aq) + NO(g)
iii) HI(g) em
2 HCl(g) + I2(s) ⇌ 2 HI(g) + Cl2(g)
iv) SO2(g) em
2 SO2(g) + O2(g) ⇌ 2 SO3(g)
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v) NO2(g) em
2 NO(g) + O2(g) ⇌ 2 NO2(g)
7. As constantes de equilíbrio para as reações
seguintes, foram medidas a 823 K:
CoO(s) + H2(g) ⇌ Co(s) + H2O(g) K = 67
CoO(s) + CO(g)⇌ Co(s) + CO2(g) K = 490
A partir desses dados, calcule a constante de
equilíbrio, a 823 K, para a reação:
CO2(g) + H2(g) ⇌ CO(g) + H2O(g)
8. Sugira quatro meios pelos quais a concentração
de SO3 pode ser aumentada, num frasco
fechado, se a única reação que ocorre é
SO2(g) + ½ O2(g) ⇌ SO3(g) ΔH = -23,5 kcal
9. Quando se aquece carbamato de amônia,
NH4CO2NH2, ele se dissocia completamente em
amônia e dióxido de carbono conforme
NH4CO2NH2(s) ⇌ 2 NH3(g) + CO2(g)
A 25 °C, a pressão total dos gases em equilíbrio
com o sólido é de 0,116 atm.
i) Qual é a constante de equilíbrio da reação?
ii) Se se introduzir 0,1 atm de CO2 depois de
estabelecido o equilíbrio, a pressão final de
CO2 será maior do que 0,1 atm?
iii) A pressão de NH3 irá aumentar ou
diminuir?
10. Para a reação:
H2(g) + I2(g) ⇌ 2 HI(g) K = 55,3 a 699 K.
Ocorrerá alguma reação perceptível numa
mistura que consta de 0,70 atm de HI e 0,02
atm tanto de H2 como de I2 a 699 K? Se isto
ocorrer, o HI será consumido ou formado?
11. Para a reação
H2(g) + I2(g) ⇌ 2 HI(g)
Se se colocar 1,00 mol de H2 e 1,00 mol de I2
num frasco de 1,00 L e deixar que a reação se
processe, qual a massa de iodeto de hidrogênio
presente no equilíbrio? A 699 K, K = 55,3.
12. A 1000 K, a pressão de CO2 em equilíbrio com
CaCO3 e CaO é igual a 3,9x10–2 atm. A constante
de equilíbrio para a reação
C(s) + CO2(g) ⇌ 2 CO(g)
é 1,9 à mesma temperatura quando as
pressões são expressas em atmosferas.
Mistura-se carbono sólido, CaO, e CaCO3 num
frasco fechado e espera-se que seja atingido o
equilíbrio a 1000 K. Qual a pressão do CO no
equilíbrio?
13. Entre os seguintes metais Zn, Mg, Fe, qual o que
remove mais completamente o íon de cobre(II)
de uma solução? As seguintes constantes dos
equilíbrios valem sobe temperatura ambiente.
i) Zn(s) + Cu2+(aq) ⇌ Cu(s) + Zn2+(aq)
K = 2x1037
ii) Mg(s) + Cu2+(aq) ⇌ Cu(s) + Mg2+(aq)
K = 6x1090
iii) Fe(s) + Cu2+(aq) ⇌ Cu(s) + Fe2+(aq)
K = 3x1026
14. A uma dada temperatura, a reação
2 HI(g) ⇄ H2(g) + I2(g)
apresenta as seguintes concentrações no
equilíbrio:
[HI] = 2,2 x 10–2 mol/L
[H2] = 1,0 x 10–3 mol/L
[I2] = 2,5 x 10–2 mol/L
Calcular a constante de equilíbrio, Kc, dessa
reação.
15. A 127 °C, em um recipiente de 500 mL
encontram-se, em equilíbrio, 0,46 g de NO2 e
1,84 g de N2O4. Calcular as constantes de
equilíbrio Kc e Kp da reação
2 NO2(g) ⇄ N2O4(g)
Dados: NO2 = 46 g/mol; N2O4 = 92 g/mol
R = 8,2 x 10–2 atm.L.K–1.mol–1
16. Considere a reação
2 Cl2(g) + 2 H2O(g) ⇄ 4 HCl(g) + O2(g)
ΔH = + 113 kJ
Admita que o sistema está em equilíbrio. O que
ocorrerá ao número de mols de H2O no
recipiente
se:
a) for adicionado O2(g)
b) for adicionado Cl2(g)
c) for retirado HCl(g)
d) o volume do recipiente for diminuído
e) a temperatura for diminuída
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17. A obtenção do ferro metálico nas usinas
siderúrgicas, a partir da hematita, envolve o
equilíbrio
Fe2O3(s) + 3 CO(g) ⇄ 2 Fe(s) + 3 CO2(g)
a) Escreva a expressão da constante de
equilíbrio dessa reação em função das
concentrações.
b) Sabendo-se que o valor de Kc = 1,33 x 103,
sob determinada temperatura T, indique as
substâncias predominantes no equilíbrio
nessa temperatura.
c) Pode-se dizer que a adição de um
catalisador aumenta o valor da constante de
equilíbrio porque aumenta a velocidade da
reação direta? Justifique.
18. Cerca de 90% do ácido nítrico, principal
matéria-prima dos adubos à base de nitratos,
são obtidos pela reação de oxidação da amônia
pelo O2, em presença de catalisador-platina
com 5% a 10% de paládio ou de ródio (ou de
ambos) - a uma temperatura de 950 °C. A
reação é representada pela equação
6 NH3(g) + 9 O2(g) ⇋
2 HNO3(g) + 4 NO(g) + 8 H2O(g)
Essa reação ocorre nas seguintes etapas:
i) 6 NH3(g) + 15/2 O2(g) ⇋ 6 NO(g) + 9 H2O(g)
ΔH = –1.359 kJ
ii) 3 NO(g) + 3/2 O2(g) ⇋ 3NO2(g)
ΔH = –170 kJ
iii) 3 NO2(g) + H2O(g) ⇋ 2HNO3(g) + NO(g)
ΔH = –135 kJ
Considerando que as reações das etapas de
obtenção do ácido nítrico, totalmente ionizável
em água, estão em equilíbrio, julgue os itens a
seguir.
a) Um aumento de pressão no sistema
reacional eleva a produção de ácido nítrico.
b) Pela equação global, verifica-se que a adição
de água ao sistema diminui o rendimento da
reação.
c) Sabendo-se que a constante de ionização do
ácido acético é igual a 1,8×10–3mol/L, é
correto concluir que este é mais forte que o
ácido nítrico.
d) A expressão para a constante de equilíbrio
da reação global é
Kc=[HNO3][NO][H2O]/[NH3][O2]
19. A formação de estalactites, depósitos de
carbonato de cálcio existentes em cavernas
próximas a regiões ricas em calcário, pode ser
representada pela reação reversível
CaCO3(s) + CO2(g) + H2O(l) ⇋
Ca2+(aq) + 2 HCO3–(aq)
Dentre as seguintes condições:
i) evaporação constante da água
ii) correntede ar frio e úmido
iii) elevação da temperatura no interior da
caverna
iv) abaixamento da temperatura no interior da
caverna
Quais favorecem a formação de estalactites?
20. Existem indícios geológicos de que há,
aproximadamente, 2 bilhões de anos, a
atmosfera primitiva da Terra era constituída de
cerca de 35% (em volume) de dióxido de
carbono (gás carbônico), o que tornava
improvável o surgimento de vida na superfície
do planeta. Todavia, o aparecimento dos
moluscos com conchas nos oceanos veio a
colaborar significativamente para diminuir esta
concentração.
a) Sabendo que as conchas dos moluscos são
constituídas de carbonato de cálcio, escreva
a equação global que representa as etapas
reacionais de 1 a 4, relacionadas ao
fenômeno acima.
Etapa 1 CO2(g) ⇋ CO2(aq)
Etapa 2 CO2(aq) + H2O(l) ⇌ H+(aq) + HCO3–(aq)
Etapa 3 HCO3(aq) ⇌ H+(aq) + CO3–2(aq)
Etapa 4 CaCO3(s) ⇌ Ca2+(aq) + CO3–2(aq)
b) Explique como os moluscos com conchas
participaram da diminuição da concentração
do dióxido de carbono na atmosfera.
21. Em 25 °C, K = 47,9 para
N2O4(g) ⇌ NO2(g)
i) Se 0,020 mol de N2O4 e 0,010 mol de NO2
forem colocados em um recipiente de 2,00
L e a reação atingir o equilíbrio, quais são
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as concentrações de equilíbrio de N2O4 e
NO2?
ii) Se 0,010 mol de NO2 foi adicionado à
mistura em equilíbrio. Como esta mudança
afetará a concentração de N2O4? Justifique
sua conclusão calculando as novas
concentrações de NO2 e N2O4.
22. Uma reação que destrói o ozônio na
estratosfera é
O3(g) + O(g) ⇌ 2O2(g)
Calcule o valor da constante de equilíbrio desta
reação em 25 °C, sabendo que nesta tempe-
ratura a reação a reação é catalisada (acele-
rada) por moléculas de NO2 em um processo de
duas etapas:
NO2(g) + O(g) ⇌ NO(g) + O2(g) K = 7,0x10103
NO(g) + O3(g) ⇌ NO2(g) + O2(g) K = 5,8x10-34
ÁCIDOS E BASES
O CONCEITO DE BRØNSTED.
23. Escreva a fórmula e dê o nome da base
conjugada de cada um dos seguintes ácidos:
a) 𝐻𝐶𝑁
b) 𝐻𝑆𝑂4
−
c) 𝐻𝐹
24. Quais são os produtos de cada uma das
seguintes reações ácido-base? Indique o ácido
e sua base conjugada e a base e seu ácido
conjugado.
a) 𝐻𝑁𝑂3(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⟶
b) 𝐻𝑆𝑂4
−(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⟶
c) 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞) + 𝐹−(𝑎𝑞) ⟶
25. Escreva equações balanceadas mostrando
como o íon hidrogenooxalato, 𝐻𝐶2𝑂4
−, pode
ser tanto um ácido como uma base de
Brønsted.
26. Em cada uma das seguintes reações ácido-base,
identifique o ácido e a base de Brønsted à
esquerda, e seus parceiros conjugados, à
direita:
a) 𝐻𝐶𝑂2(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝐻𝐶𝑂2
−(𝑎𝑞) +
𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞)
b) 𝑁𝐻3(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑆(𝑎𝑞) ⇌ 𝑁𝐻4
+(𝑎𝑞) +
𝐻𝑆−(𝑎𝑞)
c) 𝐻𝑆𝑂4
−(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞) ⇌ 𝑆𝑂4
2−(𝑎𝑞) +
𝐻2𝑂(𝑙)
CÁLCULOS DE PH.
27. Uma solução aquosa tem um pH de 3,75. Qual
é a concentração de íons hidrônio da solução.
Ela é ácida ou básica?
28. Qual é o pH de uma solução 7,5x10–3 M de
𝐻𝐶𝑙? Qual é a concentração de íons hidróxido
nessa solução?
29. Qual é o pH de uma solução 1,5x10–3 M de
𝐵𝑎(𝑂𝐻)2?
CONSTANTES DE EQUILÍBRIO DE ÁCIDOS E BASES.
30. Determine qual dos seguintes íons ou
compostos tem a base conjugada mais forte e
justifique resumidamente sua escolha.
a) 𝐻𝑆𝑂4
−
b) 𝐶𝐻3𝐶𝑂2𝐻
c) 𝐻𝐶𝑙𝑂
31. A dissolução de 𝐾2𝐶𝑂3 em água leva a uma
solução básica. Escreva uma equação
balanceada mostrando como o íon carbonato é
responsável por esse efeito.
32. Se cada um dos sais aqui enumerados fosse
dissolvido em água para formar uma solução
0,1 M, qual solução teria o pH mais alto? Qual
teria o pH mais baixo?
a) 𝑁𝑎2𝑆
b) 𝑁𝑎3𝑃𝑂4
c) 𝑁𝑎𝐻2𝑃𝑂4
d) 𝑁𝑎𝐹
e) 𝑁𝑎𝐶𝐻3𝐶𝑂2
f) 𝐴𝑙𝐶𝑙3
PKA, UMA ESCALA LOGARÍTMICA DE FORÇA DOS ÁCIDOS.
33. Um ácido fraco tem 𝐾𝑎 = 6,5 × 10
−5. Qual é o
valor de pKa para o ácido?
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34. O hidrocloreto de epinefrina tem um valor de
𝑝𝐾𝑎 = 9,53. Qual é o valor de 𝐾𝑎?
35. Qual é o mais forte dos ácidos a seguir?
a) Ácido benzoico, 𝐶6𝐻5𝐶𝑂2𝐻, 𝑝𝐾𝑎 = 4,20
b) Ácido 2-clorobenzoico, 𝐶𝑙𝐶6𝐻4𝐶𝑂2𝐻,
𝑝𝐾𝑎 = 2,88
CONSTANTES DE IONIZAÇÃO DE ÁCIDOS FRACOS E SUAS BASES
CONJUGADAS.
36. O ácido cloro acético (𝐶𝑙𝐶𝐻2𝐶𝑂2𝐻) tem 𝐾𝑎 =
1,36 × 10−3. Qual é o valor de 𝐾𝑏 para o íon
cloroacetato (𝐶𝑙𝐶𝐻2𝐶𝑂2
−)?
37. O íon trimetilamônio, (𝐶𝐻3)3𝑁𝐻
+, é o ácido
conjugado da trimetilamina, (𝐶𝐻3)3𝑁, uma
base fraca. Um handbook fornece o valor de
9,80 para o 𝑝𝐾𝑎 de (𝐶𝐻3)3𝑁𝐻
+. Qual é o valor
de 𝐾𝑏para (𝐶𝐻3)3𝑁?
PREVENDO A DIREÇÃO DE REAÇÕES ÁCIDO-BASE
38. Para cada uma das reações a seguir, preveja se
o equilíbrio está deslocado predominante-
mente para esquerda ou para direita. Explique
sua previsão resumidamente.
a) 𝐻𝑃𝑂4
2−(𝑎𝑞) + 𝐶𝐻3𝐶𝑂2
−(𝑎𝑞) ⇆
𝑃𝑂4
3−(𝑎𝑞) + 𝐶𝐻3𝐶𝑂2𝐻(𝑎𝑞)
b) [𝐹𝑒(𝐻2𝑂)6]
3+(𝑎𝑞) + 𝐻𝐶𝑂3
−(𝑎𝑞) ⇄
[𝐹𝑒(𝐻2𝑂)5𝑂𝐻]
2+(𝑎𝑞) + 𝐻2𝐶𝑂3(𝑎𝑞)
Dados:
i) 𝐻𝑃𝑂4
2−(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝑃𝑂4
3−(𝑎𝑞) +
𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞)
𝐾𝑎 = 6,2 × 10
−8
ii) 𝐶𝐻3𝐶𝑂2
−(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌
𝐶𝐻3𝐶𝑂2𝐻(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻
−(𝑎𝑞)
𝐾𝑏 = 5,6 × 10
−10
iii) [𝐹𝑒(𝐻2𝑂)6]
3+(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌
[𝐹𝑒(𝐻2𝑂)5𝑂𝐻]
2+(𝑎𝑞) + 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞)
𝐾𝑎 = 3,2 × 10
−10
iv) 2𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
𝐾𝑤 = 10
−14
USANDO O PH PARA CALCULAR CONSTANTES DE IONIZAÇÃO
39. Uma solução 0,015 M de cianeto de hidrogênio,
𝐻𝑂𝐶𝑁, tem um pH de 2,67.
a) Qual é a concentração de íons hidrônio na
solução?
b) Qual é a constante de ionização, 𝐾𝑎, para o
ácido?
40. Uma solução 0,025 M de hidroxilamina tem um
pH de 9,11. Qual é o 𝐾𝑏 dessa base fraca?
𝐻2𝑁𝑂𝐻(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙)
⇋ 𝐻3𝑁𝑂𝐻
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
41. Uma solução 2,5x10–3 M de um ácido
desconhecido tem um pH de 3,80 a 25 °C.
a) Qual é a concentração de íons hidrônio na
solução?
b) O ácido é um ácido forte, um ácido
moderadamente fraco (𝐾𝑎 de
aproximadamente 10–5) ou um ácido muito
fraco (𝐾𝑎de aproximadamente 10
–10)?
USANDO CONSTANTES DE IONIZAÇÃO
42. Quais são as concentrações de íons hidrônio,
íons hidroxila, íons acetato e ácido acético no
equilíbrio de uma solução 0,20 M de ácido
acético?
𝐶𝐻3𝐶𝑂2𝐻(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙)
⇌ 𝐶𝐻3𝐶𝑂2
−(𝑎𝑞) + 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞)
𝐾𝑎 = 1,8 × 10
−5
Quais são as concentrações de 𝑁𝐻3, 𝑁𝐻4
+e
𝑂𝐻−no equilíbrio de uma solução 0,15 M de
amônia? Qual é o pH da solução?
43. A base fraca metilamina, 𝐶𝐻3𝑁𝐻2, tem 𝐾𝑏 =
4,2 × 10−4. Ela reage com água de acordo com
a equação:
𝐶𝐻3𝑁𝐻2(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙)
⇌ 𝐶𝐻3𝑁𝐻3
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
Calcule a concentração de íons hidróxido no
equilíbrio em uma solução 0,25 M da base.
Quais são o pH e o pOH da solução?
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LISTA.10
2019.1
TERMOQUÍMICA I
1. Calcule o calor que deve ser fornecido a um
recipiente de 500 g de aço inox, que contém
400,0 g de água, para elevar sua temperatura
de 22,0 °C até o ponto de ebulição da água,
100,0 °C. Que percentagem do calor foi usada
para aumentar a temperatura da água?
2. Quanto calor é necessário para converter 60 g
de gelo a -80 °C em vapor de água a 170 °C.
3. Considere a seguinte reação:
2CH3OH(l) + 3O2(g) → 4H2O(l) + 2CO2(g)
ΔH° = -1452,8 kJ/mol
Qual é o valor de ΔH° se
i) equação for toda multiplicada por 2;
ii) a direção da reação for revertida de tal
modo que os produtos se tornem os
reagentes e vice-versa;
iii) o produto for vapor de água em vez de
água líquida.
4. Quais dos seguintes valores de entalpia-padrão
de formação não são zero a 25 °Ci) Na(s)
ii) Ne(g)
iii) CH4(g)
iv) S8(s)
v) Hg(l)
vi) H(g)
5. Quando 2,00 g de hidrazina (N2H4) se
decompõem sob condições de pressão
constante, 7,00 kJ de calor são transferidos
para a vizinhança:
3N2H4(l) → 4NH3(g) + N2(g)
Qual é o valor de ΔH° para a reação?
6. Da reação
C10H8(s) + 12O2(g) → 10CO2(g) + 4H2O(l)
ΔH° = -5153,0 kJ/mol
e das entalpias de formação do CO2 e H2O (ver
tabela de entalpias), calcule a entalpia de
formação do naftaleno (C10H8).
7. Calcule a entalpia-padrão de formação para o
diamante, dado que
C(grafite) + O2(g) → CO2(g)
ΔH° = -393,5 kJ/mol
C(diamante) + O2(g) → CO2(g)
ΔH° = -395,4 kJ/mol
8. Dos seguintes calores de combustão
CH3OH(l) + 3/2O2(g) → CO2(g) + 2H2O(l)
ΔH° = -726,4 kJ/mol
C(grafite) + O2(g) → CO2(g)
ΔH° = -393,5 kJ/mol
H2(g) + 1/2O2(g) → H2O(l)
ΔH° = -285,8 kJ/mol
Calcule a entalpia de formação do metanol
(CH3OH) a partir de seus elementos:
9. Calcule a entalpia de formação do pentóxido de
dinitrogênio a partir dos seguintes dados
2NO(g) + O2(g) → 2NO2(g) ΔH° = -114,1 kJ
4NO2(g) + O2(g) → 2N2O5(g) ΔH° = -110,2 kJ
10. a) Quantos joules são necessários para
aquecer 100 g de cobre (c= 0,389 J/g.K), de
10 °C até 100 °C?
b) Uma mesma massa de alumínio (100 g; c=
0,908 J/g∙K) a 100 °C é exposta à mesma
quantidade d calor calculada em (a). Qual
metal fica mais quente, o cobre ou
alumínio? Justifique sua resposta.
11. Um quilograma de carvão de antracite libera
30.500 kJ quando queimado. Calcule a
quantidade de carvão necessária para aquecer
4,0 kg de água de 20 °C até o ponto de ebulição,
a 1 atm, pressupondo que não há perda de
calor no processo.
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12. Exatos três gramas de carbono foram
queimados para produzir CO2 em um
calorímetro de cobre (sistema adiabático). A
massa do calorímetro é 1.500 g e a massa de
água em seu interior é 2.000 g. A temperatura
inicial era 20,0 °C e a temperatura final foi de
31,3 °C. Calcule o calor de combustão do
carbono em joules por grama. O calor
específico do cobre é 0,389 J/g∙K.
13. Calcule a ΔH° da redução do oxido de férrico
pelo alumínio (reação térmita) a 25 °C. (ver
tabelas de entalpias)
2Al(s) + Fe2O3(s) → 2Fe(s) + Al2O3(s)
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LISTA.11
2019.1
TERMOQUÍMICA II
Definir apropriadamente:
i. Equilíbrio Químico
ii. Constante de equilíbrio, 𝐾
iii. Quociente da reação, 𝑄
iv. Atividade química, 𝒜
v. Princípio de Le Chatelier
vi. Sistema aberto
vii. Sistema fechado
viii. Sistema isolado (adiabático)
ix. Calor
x. Temperatura
xi. Calor específico
xii. Caloria
xiii. Entalpia, 𝐻
xiv. Entalpia de formação, ∆𝐻𝑓
𝑜
xv. Entropia, 𝑆
xvi. Energia livre de Gibbs, 𝐺
xvii. Condições padrão
xviii. Zero absoluto
xix. Reação endotérmica
xx. Reação exotérmica
xxi. Reação espontânea
xxii. Reação não espontânea
xxiii. Reação reversível
xxiv. Reação irreversível
xxv. 1ª Lei da Termodinâmica
xxvi. 2ª Lei da Termodinâmica
xxvii. 3ª Lei da Termodinâmica
1. Determine a variação de entropia
i) do congelamento de 5 mol de H2O(l), em 0
°C.
ii) da vaporização de 50,0 g de etanol,
C2H3OH em 351,5 K.
2. Quais dos monocristais você esperaria que
tivesse a maior entropia molar, em T = 0 K, BF3
ou COF2? Justifique sua resposta.
3. Sem realizar cálculos, diga se a entropia do
sistema aumenta ou diminui durante cada um
dos seguintes processos:
i) Cl2(g) +H2O(l) → HCl(aq) + HClO(aq)
ii) Cu3(PO4)2(s) → 3Cu3+(aq) + 2PO43-(aq)
iii) SO2(g) + Br2(g) + 2H2O(l) → H2SO4(aq) +
2HBr(aq)
4. Calcule a variação entropia padrão de reação, a
variação de entalpia e a variação de energia
livre de Gibbs de cada uma das reações, usando
os valores da tabela. Confirme, em cada caso,
se o valor obtido a partir das energias livres de
Gibbs de formação iguais aos obtidos, em 298
K, usando a relação ΔG° = ΔH° – T·ΔS°:
i) Oxidação de magnetita a hematita:
2Fe3O4(s) + ½O2(g) → 3Fe2O3(s)
ii) A dissolução de CaF2 em água:
CaF2(s) → CaF2(aq)
iii) A dimerização de NO2:
2NO2(g) → N2O4(g)
5. Use as energias livres de Gibbs padrão de
formação da Tabela para calcular o ΔG° de cada
uma das seguintes reações em 25 °C. Comente
sobre a espontaneidade de cada reação em
condições padrão em 25 °C.
i) 2SO2(g) + O2(g) → 2SO3(g)
ii) CaCO3(s, calcita) → CaO(s) + CO2(g)
iii) 2C8H18(l) + 25O2(g) → 16CO2(g) + 18H2O(l)
6. Para a seguinte reação
H2(g) + CO2(g) ⇌ H2O(g) + CO(g)
i) Usando valores de ΔG° qual será a energia
livre de Gibbs da reação a 25 °C?
ii) Qual é a ΔG a 25 °C em condições onde as
pressões parciais de H2, CO2, H2O são 10,
20, 0,02 e 0,01 atm, nessa ordem?
7. Calcule a entropia absoluta do CH3OH(g) a 25
°C.
8. Calcule o ponto de ebulição do PCl3. Sugestões,
no ponto de ebulição tem-se equilíbrio
PCl3(l) ⇌PCl3(g)
Por tanto ΔG° = 0
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9. Usando valores de entalpia, calcule ΔS, em
cal/mol·K, para as transições de fase
i) Fusão do gelo a 0 °C
ii) Vaporização da água a 100 °C
10. Quando 1 mol de álcool etílico puro é
misturado a 1 mol de ácido acético, à
temperatura ambiente, a mistura em equilíbrio
contém 2/3 mol de éster e de água
C2H5OH + CH3COOH ⇌ CH3COOC2H5 + H2O
i) Qual é a constante de equilíbrio?
ii) Qual é ΔG° para a reação? Em qual sentido
a reação é espontânea.
iii) Quantos mols de éster são formados no
equilíbrio, quando 3 mols de álcool são
misturados a 2 mols de ácido?
11. A partir de dados da tabela, para a seguinte
reação
NO(g) + ½O2(g) ⇌ NO2(g)
i) Calcular ΔG° e Kp a 25 °C para a reação.
ii) Que fator, entalpia ou entropia, torna Kp
maior do que a unidade e como isto
fornece a principal força motriz para esta
reação?
12. Com base somente dos dados na tabela
seguinte, calcular ∆𝐻𝑓
𝑜, ∆𝐺𝑓
𝑜 𝑒 ∆𝑆𝑓
𝑜 para a
reação
H2O(g) + CO(g) ⇌ H2(g) + CO2(g)
Substância ∆𝑯𝒇
𝒐 ∆𝑮𝒇
𝒐 𝑺𝒇
𝒐
CO(g) -26,42 -32,79 +47,3
CO2(g) -94,05 -94,24 +51,1
H2O(g) -57,80 -54,64 --
H2(g) -- -- +31,12
13. Para a reação:
SO2(g) + ½O2(g) ⇌ SO3(g)
Calcular ∆𝐺𝑜 𝑒 ∆𝐻𝑜 a partir de dados de
tabela. Calcular a constante de equilíbrio a 298
K e a 600 K supondo-se que ∆𝐻𝑜 é
independente da temperatura.
14. Use valores de S° para calcular a variação de
entropia para cada um dos processos a seguir e
comente a respeito do sinal da variação.
a) KOH(s) → KOH(aq)
b) Br2(l) → Br2(g)
c) HCl(g) → HCl(aq)
15. Calcule a variação de entropia molar para cada
uma das seguintes reações a 25 °C. Comente a
respeito do sinal de ΔS°.
a) 2Al(s) + 3Cl2(g) → 2AlCl3(s)
b) 2CH3OH(l) +3O2(g) → 2CO2(g) + 4H2O(g)
16. Calcule as variações de entropia e entalpia
padrão para a decomposição da água líquida
para formar hidrogênio e oxigênio gasosos.
Essa reação é espontânea? Explique sucin-
tamente sua resposta.
17. Classifique cada uma das reações de acordo
com a espontaneidade.
a) Fe2O3(s) + 2Al(s) → 2Fe(s) + Al2O3(s)
ΔH° = –815,5 kJ; ΔS° = –375,2 J/K
b) N2(g) + 2O2(g) → 2NO2(g)
ΔH° = +66,2 kJ; ΔS° = –121,6 J/K
18. O aquecimento de alguns carbonatos metá-
licos, entre eles o carbonato de magnésio, leva
à sua decomposição.
MgCO3(s) → MgO(s) + CO2(g)
a) Usando valores de tabelas, calcule ΔH° e ΔS°
para essa reação.
b) A reação é espontânea a 298 K?
c) Você prevê que esta reação seja espontânea
a temperaturas mais elevadas? Faça um
analise quantitativo.
19. Usando valores de ΔH° e ΔS°, calcule ΔG°reação
para cada uma das seguintes rações a seguir.
a) 2Pb(s) + O2(g) → 2PbO(s)
b) NH3(g) + HNO3(aq) → NH4NO3(aq)
Qual ou quais dessas reações deve(m) ser
produto-favorecida(s)?As reações são
“movidas” pela entalpia ou pela entropia?
20. Usando valores de ΔH° e ΔS°, calcule a energia
livre padrão de formação, ΔG°f, para cada um
dos compostos
a) CS2(g)
b) NaOH(s)
c) ICl(g)
Quais compostos deverão ser formados
espontaneamente?
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21. Usando valores de ΔG°f, calcule ΔG°reação para
cada uma das reações a seguir. Quais delas são
produtos favorecidas?
a) 2K(s) + Cl2(g) → 2KCl(s)
b) 2CuO(s) → 2Cu(s) + O2(g)
c) 4NH3(g) + 7O2(g) → 4NO2(g) + 6H2O(g)
22. Para a reação
BaCO3(s) → BaO(s) + CO2(g)
ΔG°reação = +219,7 kJ
Usando esse valor e valores de ΔG°f de tabelas,
calcule o valor de ΔG°f para o BaCO3(s).
23. O produto “Heater Meals” consiste de
refeições embaladas que contém sua própria
fonte de calor. Basta colocar água na unidade
de aquecimento, esperar alguns minutos e,
voilá! Você tem uma refeição quente.
O calor da unidade de aquecimento é
produzido por uma reação química entre o
magnésio e a água.
Mg(s) + 2H2O(l) → Mg(OH)2(s) + H2(g)
a) Confirme que essa reação é espontânea.
b) Qual massa de magnésio é necessária para
produzir energia suficiente para aquecer
225 mL de água (densidade = 0,995 g/mL) de
25 °C até o ponto de ebulição?
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LISTA.12
2019.1
BALANCE REDOX
Balancear as seguintes reações pelo método do íon-elétron.
1. AsO43‒(aq)+ Zn(s) + H+(aq) → Zn2+(aq) + AsH3(g) + H2O(l)
2. Br2(l)+ NaOH(aq) → NaBr(aq) + NaBrO3(aq) + H2O(l)
3. C(s) + HNO3(aq) → CO2(g) + NO2(g) + H2O(l)
4. C2H6O(g) + O2(g) → CO2(g) + H2O(l)
5. Cl2(g) + C(s) + H2O(l) → CO2(g) + H+(aq) + Cl‒(aq)
6. Cl2(g) + H2O2(aq) → HCl(aq) + O2(g)
7. Co2+(aq) + BrO‒(aq) + H+(aq) → Co3+(aq) + Br2(g) + H2O(l)
8. Cr2O72‒(aq) + H2C2O4(aq) + H+(aq) → Cr3+(aq) + CO2(g) + H2O(l)
9. Cr3+(aq) + MnO2(s) + OH‒(aq) → CrO42‒(aq) + Mn2+(aq) + H2O(l)
10. CS2(l) + H2S(g) + Cu(s) → Cu2S(s) + CH4(g)
11. CS2(l) + O2(g) → CO2(g) + SO2(g)
12. Cu(s) + HNO3(aq) → Cu(NO3)2(aq) + NO(g) + H2O(l)
13. Fe2(CO3)3(s) + H2SO4(aq) → Fe2(SO4)3(aq) + H2O(l)+ CO2(g)
14. Fe2O3(s) + CO(g) → CO2(g) + Fe(s)
15. FeS2(s) + O2(g) → Fe2O3(s) + SO2(s)
16. H2S(g) + HNO3(aq) → H2SO4(aq) + NO2(g) + H2O(l)
17. HgS(s) + HNO3(g) → Hg(NO3)2(aq) + S(s) + NO(g) + H2O(l)
18. K2Cr2O7(aq) + H2O(l) + S(s) → KOH(aq) + Cr2O3(s) + SO2(g)
19. MnO2(s)+ HCl(aq) → MnCl2(aq) + H2O(l) + Cl2(g)
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LISTA.13
2019.1
ELETROQUÍMICA
1. Qual é o potencial padrão de uma célula que
utiliza pares (Zn2+|Zn) e (Ag+|Ag)? Qual é o par
negativo? Escreva a equação para a reação da
célula considerando os estados padrão.
2. O Fe3+ consegue oxidar o Br– a Br2 considerando
estados padrão? Explique.
3. i) Qual é o potencial a 25 °C da célula
composta pelos pares (Zn2+|Zn) e
(Cu2+|Cu), se as concentrações do Zn2+ e
Cu2+ são 0,1 M e 10-9 M, respectivamente.
ii) Qual é a ΔG de redução de 1 mol de Cu2+
por Zn nas concentrações dadas e qual é a
ΔG° da reação a 25 °C?
4. Com o passar do tempo, objetos de prata
geralmente adquirem manchas escuras que são
películas de sulfeto de prata (Ag2S) formadas na
reação da prata com compostos que contém
enxofre encontrados em vários alimentos. Um
dos processos para limpar o objeto escurecido
consiste em colocá-lo em um recipiente de
alumínio contendo água e detergente e
aquecer até a fervura. O detergente retira a
gordura do objeto facilitando a reação do
alumínio da panela com o sulfeto de prata,
regenerando a prata com seu brilho
característico.
2Al + 3Ag2S → Al2S3 + 6Ag
Sobre o assunto relativo ao texto acima,
escreva V para as afirmativas verdadeiras ou F
para as afirmativas falsas.
( ) A prata ao adquirir manchas escuras sofre
oxidação.
( ) Na reação entre alumínio e o sulfeto de
prata, o alumínio é o ânodo do processo.
( ) A prata possui maior potencial de oxidação
do que o alumínio.
( ) A presença do detergente na água diminui o
potencial de oxidação do alumínio.
( ) O alumínio é menos reativo do que a prata.
5. Com base no diagrama da pilha:
BaO | Ba2+ || Cu+ | CuO
E nos potenciais-padrão de redução das semi-
reações:
BaO → Ba2+ + 2e– ΔE° = –2,90 V
CuO → Cu+1 + 1e– ΔE° = +0,52 V
Qual a diferença de potencial da pilha?
6. Pilhas são dispositivos nos quais energia
química é convertida em energia elétrica,
através de reações de oxi-redução. Sendo dada
a série eletroquímica em ordem crescente de
reatividade como se segue: ouro, prata, cobre,
hidrogênio, níquel, ferro, zinco e manganês,
analise as afirmativas abaixo.
i) espécies químicas situadas antes do
hidrogênio têm caráter anódico em
relação as que os seguem;
ii) a maior diferença de potencial (ddp) na
série dos elementos zinco e manganês;
iii) a energia química da pilha Zn-Ni é maior
do que da pilha Zn-Fe.
Dentre as afirmativas acima marque a opção
correta:
a) apenas I é verdadeira;
b) apenas II é verdadeira;
c) I e II são verdadeiras;
d) II e III são verdadeiras;
e) apenas III.
7. A corrosão eletroquímica opera como uma
pilha. Ocorre uma transferência de elétrons
quando dois metais de diferentes potenciais
são colocados em contato. O zinco ligado à
tubulação de ferro, estando a tubulação
enterrada, pode-se, de acordo com os
potenciais de eletrodo, verificar que o anodo é
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o zinco, que logo sofre corrosão, enquanto o
ferro, que funciona como cátodo, fica
protegido.
Dados: potenciais-padrão de redução em
solução aquosa:
Temperatura = 25 °C; pressão = 1 atm;
concentração da solução no eletrodo = 1,0 M
Semirreação ΔE°(V):
Zn2+(aq) + 2e → Zn(s) – 0,763 V
Fe2+(aq) + 2e → Fe(s) – 0,440 V
Assinale a equação global da pilha com a
respectiva ΔE°(V) da mesma:
a) Fe2+(aq) + 2e → Zn2+(aq) + 2e–
ΔE = + 0,232V
b) Zn(s) + Fe2+(aq) → Zn2+(aq) + Fe
ΔE = + 0,323V
c) Fe2+ + Zn → Zn + Fe2+
ΔE = – 0,323V
d) Fe + Zn → Zn2+ + Fe2+
ΔE = + 0,323V
8. i) Zn|Zn2+(1mol/L) || Ag+(1mol/L)|Ag
ΔE = +1,56 V
ii) Zn|Zn2+(1mol/L) || Cu2+(1mol/L)|Cu
ΔE = +1,10 V
iii) Zn|Zn2+(1mol/L) || Ni2+(1mol/L)|Ni
ΔE = +1,01 V
Considerando-se as pilhas com as suas
respectivas diferenças de potencial, a 25 °C, é
correto afirmar:
a) Ocorre deposição de zinco nas três pilhas.
b) O zinco é oxidado apenas pela prata.
c) O níquel possui maior capacidade de receber
elétrons.
d) A prata é o oxidante mais enérgico.
e) Apenas os eletrodos de Cu e Ni aumentam
de massa.
9. i) e ii) são equações de reações que ocorrem em
água, espontaneamente, no sentido indicado,
em condições padrão.
i) Fe + Pb2+ → Fe2+ + Pb
ii) Zn + Fe2+ → Zn2+ + Fe
Analisando tais reações, isoladamente ou em
conjunto, pode-se afirmar que, em condições
padrão:
a) elétrons são transferidos do Pb2+ para o Fe.
b) reação espontânea deve ocorrer entre Pb e
Zn2+.
c) Zn2+ deve ser melhor oxidante do que Fe2+.
d) Zn deve reduzir espontaneamente Pb2+ a Pb.
e) Zn2+ deve ser melhor oxidante do que Pb2+.
10. As medias-células Fe2+(aq)│Fe(s) e O2(g)│H2O
(em solução ácida) são conectadas para formar
uma célula voltaica.
a) Escreva equações para as semirreações de
oxidação e de redução e para a reação global
da célula.
b) Qual semirreação ocorre no compartimento
anódico e qual no semirreação ocorre no
compartimento catódico?
c) complete as sentenças a seguir:
-Elétrons no circuito externo movem-se do
eletrodo ______ para o eletrodo _______.
-Íons negativos movem-se na ponte salina da
meia-célula ______ para a meia-célula
_______.
11. Calcule o valor de ΔE° para cadauma das
reações a seguir. Decida se cada uma delas é
produto-favorecida na direção em que foi
escrita.
a) 𝐼−(𝑎𝑞) + 𝑍𝑛2+(𝑎𝑞) ⟶ 𝐼2(𝑔) + 𝑍𝑛(𝑠)
b) 𝐶𝑙−(𝑎𝑞) + 𝐶𝑢2+(𝑎𝑞) ⟶ 𝐶𝑙2(𝑔) + 𝐶𝑢(𝑠)
c) 𝐶𝑙𝑂3
−(𝑎𝑞) + 𝐶𝑒3+(𝑎𝑞) ⟶ 𝐶𝑙−(𝑎𝑞) +
𝐶𝑒4+(𝑎𝑞)
d) 𝐶𝑢(𝑠) + 𝑁𝑂3
−(𝑎𝑞) ⟶ 𝐶𝑢2+(𝑎𝑞) + 𝑁𝑂(𝑔)
Considere as semirreações dadas na tabela:
Semirreação ΔE°(V)
𝐶𝑢2+(𝑎𝑞) + 2 𝑒− → 𝐶𝑢(𝑠) +0,34
𝑆𝑛2+(𝑎𝑞) + 2 𝑒− → 𝑆𝑛(𝑠) –0,14
𝐹𝑒2+(𝑎𝑞) + 2 𝑒− → 𝐹𝑒(𝑠) –0,44
𝑍𝑛2+(𝑎𝑞) + 2 𝑒− → 𝑍𝑛(𝑠) –0,76
𝐴𝑙3+(𝑎𝑞) + 2 𝑒− → 𝐴𝑙(𝑠) –1,66
a) Com base nos valores de E°, qual metal é
oxidado mais facilmente.
b) Que metais nessa lista são capazes de
reduzir Fe2+(aq) a Fe(s)?
c) Escreva a equação química balanceada para
a reação Fe2+(aq) e Sn(s). Essa reação é
produto-favorecida ou reagente-favorecida?
d) Escreva uma equação química balanceada
para a reação entre Zn2+(aq) e Sn(s). Essa
reação é produto-favorecida ou reagente
favorecida?
Página 36 de 36
12. Calcule ΔG° e a constante de equilíbrio para as
reações a seguir:
a) 𝐹𝑒3+(𝑎𝑞) + 𝐼−(𝑎𝑞) ⟶ 𝐹𝑒2+(𝑎𝑞) + 𝐼2(𝑠)
b) 𝐵𝑟−(𝑎𝑞) + 𝐼2(𝑎𝑞) ⟶ 𝐼
−(𝑔) + 𝐵𝑟2(𝑎𝑞)
13. Use os potenciais das tabelas para as
semirreações
𝐴𝑔𝐵𝑟(𝑠) + 𝑒− ⟶ 𝐴𝑔(𝑠) + 𝐵𝑟−(𝑎𝑞)
e
𝐴𝑔+(𝑎𝑞) + 𝑒− ⟶ 𝐴𝑔(𝑠)
para calcular o valor de Kps (K de equilíbrio) de
𝐴𝑔𝐵𝑟(𝑠) ⟶ 𝐴𝑔+(𝑎𝑞) + 𝐵𝑟−(𝑎𝑞)
14. Qual dos elementos apresentados a seguir é o
melhor agente redutor?
Cu, Zn, Ag, Cr, Fe
Qual dos íons listados a seguir é reduzido mais
facilmente?
Cu2+(aq), Ag+(aq), Zn2+(aq), Al3+(aq), Fe3+(aq)
QUÍMICA
QU22NB
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PLANEJAMENTO DAS AULAS
(SISTEMA ACADÊMICO/MOODLE)
Aulas
• Aulas Teórica
• Aulas Práticas
• APS
Tópicos
• Temas a
desenvolver
• Sequencia
• Bibliografia
Método de
Ensino
• Tradicional
• Híbrido
Avaliação
• AT
• AP e
• APS
N.6
Criação
N5.
Avaliação
N4. Análise
N3. Aplicação
N2. Compreensão
N1. Lembrança
Mundo
Real
Processo
de
Aprender
APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
UNIVERSIDADE
CATEGORIAS DE
APRENDIZAGEM
SEGUNDO BLOOM
VERBOS PARA CADA PROCESSO COGNITIVO QUE PODEM SER
USADOS NA TAXONOMIA DE BLOOM
N1. LEMBRANÇA: definir, descrever, encontrar, identificar, rotular, listar, combinar, nomear,
citar, recordar, recitar.
N2. COMPREENSÃO: classificar, comparar, exemplificar, concluir, demonstrar, discutir, explicar,
identificar, ilustrar, interpretar, parafrasear, prever, reportar.
N3. APLICAÇÃO: aplicar, alterar, escolher, computar, dramatizar, implementar, entrevistar,
preparar, produzir, dramatizar, selecionar, mostrar, transferir, usar.
N4. ANÁLISE: analisar, caracterizar, classificar, comparar, contrastar, debater,
desconstruir, deduzir, diferenciar, discriminar, distinguir, examinar,
organizar, esboçar, relacionar, pesquisar, separar, estruturar.
N5. AVALIAÇÃO: avaliar, discutir, escolher, concluir, criticar, decidir, examinar, organizar,
esboçar, relacionar, pesquisar, separar, estruturar, julgar, justificar, prever,
priorizar, provar, monitorar.
N6. CRIAÇÃO: Construir, projetar, desenvolver, gerar, fazer, hipotetizar, inventar, planejar,
produzir, compor, criar.
AVALIAÇÕES: AT, AP E APS
NOTA FINAL
+0,15 × 𝐴𝑇01
+0,15 × 𝐴𝑇02
+0,20 × 𝐴𝑇03
+ 0,20 × 𝐴𝑇04
+0,20 × 𝐴𝑃
+0,10 × 𝐴𝑃𝑆
= 𝑁𝑜𝑡𝑎 𝐹𝑖𝑛𝑎𝑙
Cada Avaliação: 0,0-10
APROVAÇÃO DA DISCIPLINA
▪ O aluno que atingir Nota Final superior
ou igual a 6,0 e frequência >= 75% será
considerado aprovado.
▪ O aluno com frequência < 75% será
considerado automaticamente
reprovado na disciplina.
AVALIAÇÕES: AT, AP E APS
30%
50%
20%
Conceitos/Definições
Perguntas de cálculo
Pergunta analítica
30%
50%
20%
Conceitos/Definições
Perguntas de cálculo
Pergunta analítica
AVALIAÇÃO TEÓRICA (AT)
▪ 0,0-10,0 pto.
▪ Esta avaliação será
realizada
individualmente.
▪ Atividades: +0,5 pto.
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA (APS)
▪ Peso 0,10
▪ Alternativas:
AVALIAÇÕES: AT, AP E APS
Assistir Vídeos
(completamente individual)
• YouTube (Eng/Pt/Esp)
• 5-6 vídeos, 10-15 min
• Perguntas do professor
• Nível de dificuldade:
Médio.
Experimento
(grupal: 4 alunos)
• Simples
• Grupo escolhe exp.
• Produto final: vídeo
• Nível de dificuldade:
Médio.
Monografia
(grupal: 2 alunos)
• Tema seleto pelo
professor
• Produto final: relatório
• Nível de dificuldade:
Difícil.
DATAS
(CV) (CP)
▪ AT01 04-Abril 05-Abril
▪ AT02 10-Maio 09-Maio
▪ AT03 10-Junho 11-Junho
▪ AT04 08-Julho 09-Julho
▪ SUB 15-Julho 16-Julho
AVALIAÇÕES: AT, AP E APS
AULAS PRÁTICAS (AP)
▪ 18 sessões
▪ Peso 0,2
▪ CV
→ CVA: Prof. Edilson
→ CVB: Prof. Leandro
▪ CP
→ CPA: Profa. Raquel
→ CPB: Prof. Pedro Paulo
AVALIAÇÃO SUBSTITUTIVA (SUB)
• A SUB é só para as avaliações das aulas teóricas.
• Prova discursiva e/ou objetiva.
• Todos os alunos poderão realizar a avaliação
substitutiva.
• A SUB envolverá o conteúdo da avaliação a ser
substituída.
• Caso a nota da SUB for superior à nota a ser
substituída, a substituição será efetivada e uma nova
nota final será computada.
• Caso contrário, o aluno permanecerá com a nota final
obtida sem substituição.
AVALIAÇÃO DE SEGUNDA CHAMADA
• Nos casos em que o discente não comparecer a
alguma das Provas AT01, AT02, AT03 ou AT04, será
ofertada a Avaliação de Segunda Chamada
mediante requerimento deferido pela Secretaria,
dentro do prazo estabelecido pelo regulamento da
UTFPR, até cinco dias após a realização da avaliação,
de acordo com critérios estabelecidos no artigo 37
da Resolução nº 17/15-COGEP de 06/04/2015.
• O trâmite será de responsabilidade do
discente.
SUB E 2ª CHAMADA
TIME-LINE
AVALIAÇÕES, ATIVIDADES E APS
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Fim das
Aulas
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Inicio
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Aulas
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ETIQUETA NAS COMUNICAÇÕES VIA E-MAIL
1. E-mail oficial: juansanez@utfpr.edu.br;
2. Escrever um assunto no e-mail e, no início,
entre colchetas [CV] ou [CP];
3. Dirigir-me como: Prof. Sánez ou Prof. Juan.;
4. Escrever em forma breve e tabulado,
preferentemente;
5. Encerrar com um “Muito obrigado” ou “Att.”
ou qualquer outra sinal de cortesia e
educação;
6. Assinar com seu nome e sobrenome, e.g.
John Snow.
EXEMPLO
Assunto: [CV] Correção de Relatório da
Prova AT02
Prof. Juan
-A informação extra que você solicitou
está no anexo.
-Essa atividade implica pontos extras?
Muito obrigado
Samsa Stark
REGRAS NA AULA DE QUÍMICA DO PROF. SÁNEZ
1. CHEGAR COM 05 MIN DE ANTECEDÊNCIA É RECOMENDADO. Uma vez
iniciada a aula, com permissão do professor, só é permitido ingressar ou sair
da aula.
2. Dentro da aula está TOTALMENTE PROIBIDO o uso de celular, computador,
tablet, ou qualquer outro APARELHO ELETRÔNICO sem autorização do
professor. Todos esses aparelhos deveram estar DESLIGADOS. Caso
contrário o aluno será convidado a deixar a sala de aula.
3. Não temos código de vestimenta.
4. Se espera um BOM COMPORTAMENTO dentro da sala da aula. Caso
contrário o aluno ou aluna será convidado a deixar a sala de aula.
5. Qualquer outra situação será resolvida pelo professor.QUÍMICA
NAS CIÊNCIAS E ENGENHARIA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PORQUE É ESTUDAR QUÍMICA EM TUA ENG.?
→Forma parte do Plano do Curso
(2%).
→Aplicações em tua área de
Engenharia.
→UTFPR: Formação universitária!
→Cidadania: Química forma
parte de nosso cotidiano.
PORQUE É IMPORTANTE APRENDER QUÍMICA?
QUÍMICA
CIÊNCIA
BÁSICA
DESENVOLVIMENTO
DA ESTRUTURA DO
RACIOCÍNIO
A Química
esta presente
em tudo!!!!
QUANTIDADES E
UNIDADES
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO:
□ Consigo escrever corretamente os símbolos
químicos dos elementos da Tabela Periódica?
□ Consigo diferenciar entre as unidades fundamentais
do SI e as unidades derivadas?
□ Consigo lembrar as unidades fundamentais, seus
nomes e escrever seus símbolos corretamente?
□ Consigo usar corretamente os prefixos do Sistema
Métrico tanto para as unidades fundamentai como
para as unidades derivadas?
□ Consigo usar corretamente os fatores de conversão
para converter uma unidade para outra?
Referências:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 60-65
• Rosenberg (2013), Química Geral, 9 Ed., pag. 16-25
MEDIR
SELEÇÃO DE PREFIXOS
UTILIZADOS
NO SISTEMA MÉTRICO
Prefixo Símbolo
Potência
Base 10
yotta Y 1024
zetta Z 1021
exa E 1018
peta P 1015
tera T 1012
giga G 109
mega M 106
quilo/kilo k 103
hecto h 102
deca da 10
1
deci d 10–1
centi c 10–2
mili m 10–3
micro µ 10–6
nano n 10–9
pico p 10–12
femto f 10–15
atto a 10–18
zepto z 10–21
yocto y 10–24
Propriedade
medida
Nome da
Unidade
Abreviatura
Massa quilograma(s)
ou kilograma(s)
kg
Comprimento metro(s) m
Tempo segundo(s) s
Temperatura kelvin(s) K
Quantidade de
substância
mol(s) mol
Corrente
elétrica
ampère
(amperes)
A
ALGUMAS
UNIDADES SI
BÁSICAS
(Portaria nº
590, de 02 de
dezembro de
2013)
UNIDADES FORA DO SI, EM
USO COM O SI (Portaria nº
590, de 02 de dezembro de
2013)
Grandeza Nome da
unidade
Símbolo da
unidade
Valor em unidades SI
tempo minuto(s) min 1 min = 60 s
hora(s) h 1 h = 60 min = 3.600 s
dia(s) d 1 d = 24 h = 86.400 s
volume litro(s) L ou l 1 L = 1 l = 1 dm3
= 103 cm3 = 10-3 m3
massa tonelada(s) t 1 t = 103 kg
▪°C
̶ Mais comum
̶ 100 °C, ebulição da água (1 atm)
̶ 0 °C, congelamento da água (1 atm)
▪K
̶ Temperatura termodinâmica (absoluta)
̶ 0 K, zero absoluto
UNIDADES DE TEMPERATURA
▪Conversão de °C → K
𝑇 𝐾 = 𝑇 ℃ + 273,15
Que tão grande é o universo?
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
▪PRÓTONS, NÊUTRONS, ELÉTRONS E ÁTOMOS
▪MOL, MASSA ATÔMICA, MASSA MOLECULAR
▪NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA
▪ Consigo explicar as definições:
– número atômico, Z,
– número de massa, A,
– ânion, 𝑋𝑛−,
– cátion, 𝑋𝑛+,
– isótopo,
– isoeletrônicos,
– isótonos, e
– isóbaros
com alguns exemplos?
▪ Observando a representação de um
elemento químico, 𝑍
𝐴𝑋𝑐𝑎𝑟𝑔𝑎 , posso
determinar seu número de p, n e e–?
▪ Consigo explicar os significado de mol?
▪ Consigo explicar os termos massa atômica,
massa molecular e massa molar?
▪ Posso determinar a massa molar de um
átomo ou composto químico?
Referência:
• Kotz, Triechel & Weaver, Química Geral Vol. 1,
(2009)
• Atkins & Jones, Química (2012)
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
SÍMBOLOS QUÍMICOS E TABELA PERIÓDICA
Exemplos
▪hidrogênio
▪boro
▪urânio
▪carbono
▪cloro
▪cromo
▪gálio
▪zinco
▪cálcio
N. Atômico
𝑍 = #𝑝
N. de Massa
𝐴 = #𝑝 + #𝑛
• 𝑍
𝐴𝑋
Átomo
neutro
#𝑝 = #𝑒−
• 𝑋
Cátion: perda de
1 ou mais e−
#𝑝 > # 𝑒−
• 𝑋𝑛+
Ânions: ganho
de 1 ou mais e−
#𝑝 < # 𝑒−
• 𝑋𝑛−
PRÓTONS, NÊUTRONS E ELÉTRONS
PRÓTONS, NÊUTRONS E ELÉTRONS
▪ Isótopos
PRÓTONS, NÊUTRONS E ELÉTRONS
▪ Isoeletrônicos
7𝑁
3−
8𝑂
2−
9𝐹
−
10𝑁𝑒 11𝑁𝑎
+
▪ Isotonos
5
11𝐵 4
10𝐵𝑒
▪ Isobaros
13
28𝐴𝑙 12
28𝑀𝑔
PROBLEMAS
▪ Qual o número de 𝑝, 𝑛 e 𝑒− em
cada uma das seguintes espécies:
55
132𝐶𝑠
81
194𝑇𝑙
48
115𝐶𝑑2+
47
105𝐴𝑔+
34
78𝑆𝑒2−
PROBLEMAS
▪ Escreva os símbolos corretos para cada um dos seguintes elementos e
completar a tabela:
Elemento 𝑍 𝐴 𝑝 𝑛 𝑒−
26 55
37 86
81 204
71 170
70 169
MOL, MASSA ATÔMICA, MASSA MOLECULAR
1 u
1/12 do átomo
de 12C
1 u 1,66 × 10−24 𝑔
𝐶𝑎 𝑛 1
• 6 𝑝
• 6 𝑛
• 6 𝑒−
• 98,93 %
𝐶𝑎 𝑛 1
• 6 𝑝
• 𝑛
• 6 𝑒−
• 1,07 %
𝐶𝑎 𝑛 1
• 6 𝑝
• 𝑛
• 6 𝑒−
• 10─10 %
1 mol
Número de átomos
em 12 g de 12C
6,0 × 1023 átomos
de 12C
Ex.
1 átomo de Na = 23 u
= × 1,66 × 10−24𝑔
= ,1 × 10−24 𝑔
1 mol de Na = 23 g
MOL, MASSA ATÔMICA, MASSA MOLECULAR
• MASSA DE UM SÓ
ÁTOMO
• Massa atômica do
Fe = 56,0 u
Massa
Atômica
• MASSA DE UMA SÓ
MOLÉCULA
• Massa Molecular do
Fe2O3 = 160,0 u
Massa
Molecular
• MASSA DE n MOLS
DE ÁTOMOS
•Massa Molar de 1 mol
de Fe = 56,0 g
• MASSA DE n MOLS
DE MOLÉCULAS
•Massa Molar de 1 mol
de Fe2O3 = 160,0 g
Massa
Molar
1 mol
𝐶𝑢(𝑆𝑂4)2 ∙ 5𝐻2𝑂
2 mol
𝑆
8 mol
𝑂
5 mol
𝐻2𝑂
1 mol
𝐶𝑢
0,25 mol de Cu(SO4)2∙5H2O
Contas para 1 mol do composto
1 Cu = 1 ∙63,5 g/mol = 63,5 g/mol
2 S = 2 ∙32,1 g/mol = 64,2 g/mol
8 O = 6 ∙16,0 g/mol = 48,0 g/mol
5 H2O = 5 ∙18,0 g/mol = 90,0 g/mol
MM[Cu(SO4)2∙5H2O]= 265,7 g/mol
Massa de 0,25 mol = 0,25 mol x265,7 g/mol
= 66,4 g
COMO DETERMINAR A MASSA MOLAR DE UM COMPOSTO
EXEMPLO
Para o ferrocianeto férrico ou azul de Prússia,
𝐹𝑒4[𝐹𝑒(𝐶𝑁)6]3, determinar:
1. A massa de 0,17 mol 𝐹𝑒4[𝐹𝑒(𝐶𝑁)6]3
2. A quantidade molar de Fe em 0,71 mol
3. A massa do íon cianeto (𝐶𝑁−) em 4,25 g de 𝐹𝑒4[𝐹𝑒(𝐶𝑁)6]3
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: ÁCIDOS
HIDRÁCIDOS
• 𝐻𝐶𝑙 ácido clorídrico 𝐶𝑙− ânion cloreto
• 𝐻2𝑆 ácido sulfídrico 𝑆
2− ânion sulfeto
• 𝐻𝐶𝑁 ácido cianídrico 𝐶𝑁− ânion cianeto
OXIÁCIDOS
• 𝐻𝑁𝑂2 ácido nitroso 𝑁𝑂2
− ânion nitrito
• 𝐻𝑁𝑂3 ácido nítrico 𝑁𝑂3
− ânion nitrato
• 𝐻𝐶𝑙𝑂4 ácido perclórico 𝐶𝑙𝑂4
− ânion perclorato
• 𝐻𝐶𝑙𝑂3 ácido clórico 𝐶𝑙𝑂3
− ânion clorato
• 𝐻𝐶𝑙𝑂2 ácido cloroso 𝐶𝑙𝑂2
− ânion clorito
• 𝐻𝐶𝑙𝑂 ácido hipocloroso 𝐶𝑙𝑂− ânion hipoclorito
OXIÁCIDOS
• 𝐻2𝑆𝑂3 ácido sulfuroso 𝐻𝑆𝑂3
− ânion hidrogeno sulfito, sulfito ácido
𝑆𝑂3
2− ânion ............................
• 𝐻2𝑆𝑂4 ácido sulfúrico 𝐻𝑆𝑂4
− ânion hidrogenossulfato, sulfato ácido, bissulfato
𝑆𝑂4
2− ânion sulfato
• 𝐻3𝑃𝑂4 ácido fosfórico 𝐻2𝑃𝑂4
− ânion .............................
𝐻𝑃𝑂4
2− ânion .............................
𝑃𝑂4
3− ânion fosfato
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: ÁCIDOS
HIDRÓXIDOS
• 𝑁𝑎𝑂𝐻 hidróxido de sódio
• 𝐵𝑎(𝑂𝐻)2 hidróxido de bário
• 𝑀𝑔(𝑂𝐻)2 hidróxido de magnésio
• 𝐶𝑎(𝑂𝐻)2 hidróxido de cálcio
• 𝑁𝐻4𝑂𝐻 hidróxido de amônio
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: HIDRÓXIDOS
SAIS
• 𝑁𝑎𝐶𝑙 cloreto de sódio
• 𝑁𝑎2𝑆𝑂4 sulfato de sódio
• 𝐴𝑙2(𝑆𝑂4)3 sulfato de alumínio
• 𝑀𝑔3(𝑃𝑂4)2 fosfato de magnésio
• 𝑁𝑎𝐻𝑆𝑂4 .................................
• 𝑁𝑎𝐻𝐶𝑂3 .................................
• 𝑁𝑎2(𝐶𝑂3)2 .................................
• 𝑁𝑎𝐶𝑙𝑂 .................................
• 𝐶𝑎𝐶𝑂3 .................................
• 𝐶 𝐶𝑙2 ∙ 𝐻2𝑂 cloreto de cálcio diidratado
• 𝑁𝑎𝑁𝑂3 nitrato de sódio
• 𝐶𝑎𝑆𝑂4 nitrato de sódio
• 𝐶𝑎3(𝑃𝑂4)2 fosfato de cálcio
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: SAIS
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: NEUTRALIZAÇÃO
REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO TOTAL
• 𝐻2𝑆𝑂4 + 𝑁𝑎𝑂𝐻 ⟶ 𝑁𝑎2𝑆𝑂4 + 𝐻2𝑂
• REAÇÃO DE NEUTRALIZAÇÃO PARCIAL
• 𝐻2𝑆𝑂4 + 𝐾𝑂𝐻⟶ 𝐾𝐻𝑆𝑂4 + 𝐻2𝑂
• 𝐻𝐶𝑙 +𝑀𝑔(𝑂𝐻)2 ⟶ 𝑀𝑔 𝑂𝐻 𝐶𝑙 + 𝐻2𝑂
NOMENCLATURA QUÍMICA BÁSICA: ÓXIDOS
ÓXIDOS ÁCIDOS
• 𝐶𝑂2 dióxido de carbono
• 𝑁𝑂2 dióxido de nitrogênio
• 𝑆𝑂2 dióxido de enxofre
• 𝑆𝑂3 trióxido de enxofre
• 𝑁𝑂 ...............................
• 𝐶𝑂 ...............................
ÓXIDOS BÁSICOS
• 𝐶𝑎𝑂 óxido de cálcio
• 𝑁𝑎2𝑂 óxido de sódio
• 𝑀𝑔𝑂 óxido de cálcio
• 𝐹𝑒2𝑂3 óxido de ferro (III)
TEORIA ATÔMICA
MODELOS ATÔMICOS
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
FIAT LU X
>1012 K1031 K
𝜌 = 1090 kg/cm3
109 K 20 K – 3 K <20 K 3 K
https://super.abril.com.br/tecnologia/big-bang/
Tenho a capacidade de descrever os principais
modelos históricos do átomo,
– Leucipo e Demócrito,
– J. Dalton,
– J.J. Thomson,
– E. Rutherford e
– N. Bohr,
incluindo os experimentos envolvidos, que
descrevem a natureza da matéria?
Posso esboçar um desenho, indicando as partes,
para cada modelo histórico do átomo?
Consigo explicar as principais ideias e conceitos,
– a quantização da energia por M. Plank,
– o efeito fotoelétrico de A. Einstein,
– o princípio de incertidumbre de W. Heisenberg,
– a natureza dual da partícula de Louis de Broglie,
– a função de onda de E. Schrödinger,
nos quais se baseiam o modelo atual do átomo?
Sou capaz de descrever e desenhar, apontando suas
partes, o modelo atual do átomo?
Bibliografia:
• Química Geral, Brady & Humiston (1982)
• Princípios de Química, Atkins & Jones (2012)
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
OR IG E N S D A QU ÍM IC A
O fogo também foi utilizado para cozinhar, para clarear a
terra onde o homem ia plantar, para aplicação em
recipientes de barro a fim de se fazer cerâmica e
também a aplicação em pedaços de minério para se
obter cobre e estanho, combinando-os em seguida para
fazer o bronze (c. 3.000 AC), e mais tarde obter o ferro (c.
1.000 AC).
LEUCIPO E DEMÓCRITO
1. A matéria NÃO pode ser dividida
infinitamente.
2. A matéria tem um limite com as
características do todo.
3. Este limite seriam partículas bastante
pequenas que não poderiam mais ser
divididas, os ÁTOMOS INDIVISÍVEIS.
JO H N DA LTO N
1. A matéria é constituída de partículas
indivisíveis chamadas átomos
2. Todos os átomos de um mesmo elemento
tem as mesmas propriedades, as quais
diferem das propriedades das
propriedades de todos os outros
elementos
3. Uma reação química consiste
simplesmente, num rearranjo dos átomos
de um conjunto de combinações para
outro. Entretanto átomos individuais
permanecem intatos.
J. J. THOMSON
Determinou a relação m/e ̶̶
E. RU TH ERFO RD
E. BO H R
1. A eletrosfera está dividida em camadas ou níveis de
energia (K, L, M, N, O, P e Q), e os elétrons nessas
camadas, apresentam energia constante;
2. Em sua camada de origem (camada estacionária), a
energia é constante, mas o elétron pode saltar para
uma camada mais externa, sendo que, para tal, é
necessário que ele ganhe energia externa;
3. Um elétron que saltou para uma camada de maior
energia fica instável e tende a voltar a sua camada
de origem. Nesta volta, ele devolve a mesma
quantidade de energia que havia ganhado para o
salto e emite um fóton de luz.
E. SC H R Ö D IN G E R
O modelo atual é baseado em:
1. Quantização da Energia (M. Plank);
2. Dualidade da Matéria (L. de Broglie): toda
e qualquer massa pode se comportar
como onda;
3. Princípio da Incerteza (W. Heisenberg): é
impossível determinar ao mesmo tempo
a posição e a velocidade do elétron.
NÚMEROS QUÂNTICOS
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Consigo explicar o conceito de
Equação/Função de onda (ψ)?
□ Sou capaz de explicar o conceito de
densidade de probabilidade (ψ2)?
□ Logro interpretar e explanar o gráfico
Densidade de probabilidade (ψ2) vs.
Distância do núcleo (r)?
□ Sou capaz de explicar o conceito de orbital
atômico?
□ Posso explicar o significado dos nós dos
orbitais atômicos?
□ Conheço a definição de cada um dos
números quânticos (n, l, m, s) e seus
possíveis valores?
□ Posso reconhecer e desenhar a forma dos
orbitais s, p, e d?
□ Consigo determinar o número máximo de
elétrons por cada orbital s, p, d, e f?
□ Consigo determinar o número máximo de
elétrons por nível/camada (n) de energia?
Referências:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 274-282
MODELO PROBABILÍSTICO OU MODELO QUÂNTICO
▪ E. Schrödinger;
▪ Função de onda (ψ);
▪ Probabilidade de encontrar um e̶ em
uma região do espaço ou orbital
atômico é proporcional a ψ2
(densidade de probabilidade);
▪ Cada orbital em um átomo possui
uma energia característica e é visto
como uma descrição da região em
torno do núcleo onde se espera
encontrar o elétron.
Modelo Probabilístico ou Modelo
Quântico (E. Schrödinger):
▪ Função de onda (ψ);
▪ A Probabilidade de encontrar um e̶
em uma região do espaço ou orbital
atômico é proporcional a ψ2
(densidade de probabilidade);
▪ Cada orbital em um átomo possui
uma energia característica e é visto
como uma descrição da região em
torno do núcleo onde se espera
encontrar o elétron.
MODELO PROBABILÍSTICO OU MODELO QUÂNTICO
n → NÚMERO QUÂNTICO PRINCIPAL
• Camadas de energia
• n↑ ⟹ E↑
• n: 1, 2, 3, 4...
• K, L, M, N...
l → NÚMERO QUÂNTICO AZIMUTAL
• Subcamada de energia
• Forma do orbital
• l: 0, 1, 2, 3... (n-1)
• s, p, d, f
m → NÚMERO QUÂNTICO MAGNÉTICO
•Orbitais da subcamada
•Orientação no espaço
•m: -l...-1, 0, +1.., +l
s → NÚMERO QUÂNTICO DE SPIN
• Sentido do giro do elétron
• -1/2 e +1/2
OS NÚMEROS QUÂNTICOS
▪ A solução da equação de onda, ψ, permite descrever
um 𝑒− no espaço em função dos números quânticos. ψ
FORMA DOS ORBITAIS E NÓS ENTRE CAMADAS
▪ Orbitais 1s, 2s e 3s representado por
superfícies mostrando ~90% de
probabilidade de se encontrar o elétron.
▪ Nós dos orbitais.
OS NÚMEROS QUÂNTICOS
Números quânticos l e m
CONFIGURAÇÃO
ELETRÔNICA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Consigo determinar o número possível de orbitais
atômicos em cada camada (nível) de energia (n)?
□ Conheço as regras pra o preenchimento dos
elétrons (configuração eletrônica) num átomo:
– princípio de Aufbau,
– princípio de multiplicidade de Hund,
– princípio de exclusão de Pauli,
– dica de Pauling
e consigo aplicara-as?
□ Posso determinar a configuração eletrônica de um
átomo neutro ou íon (cátion/ânion)?
□ Conheço aqueles elementos que são exceções às
regras de preenchimento de elétrons? Posso
determinar a configuração eletrônica desses?
Referência:
• Referência: Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág.
291-307
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
▪ A configuração eletrônica descreve como os
𝑒𝑠
−estão distribuídos na nuvem eletrônica do
átomo.
▪ Para átomos polieletrônicos no estado
fundamental, os 𝑒𝑠
− ocupam orbitais atômicos
de modo que a energia total do átomo seja a
mínima possível.
▪ Neste último caso o átomo se diz que o átomo
está no estado fundamental ou basal.
Sendo assim, poderíamos pensar que um átomo tivesse
sua menor energia quando todos os seus elétrons
estivessem no orbital 1s, mas isso nunca pode acontecer.
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
Camadas, Subcamadas e Elétrons
Ordem de Energia das Subcamadas
e distribuição dos 𝑒𝑠
−
Princípio da Construção (aufbau)
▪ Os elétrons se distribuem segundo o
nível de energia de cada subnível,
numa sequência crescente em que
ocupam primeiro os subníveis de
menor energia e, por último, os de
maior.
Os elétrons mais externos são chamadas de
elétrons de valência.
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
7p 7s
6d 6p 6s
5f 5d 5p 5s4f 4d 4p 4s
3d 3p 3s
2p 2s
1s
0 n=∞
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
Regra de Hund
▪ Cada orbital do subnível que está sendo
preenchido recebe inicialmente apenas um
elétron. Somente depois do último orbital
desse subnível receber o seu primeiro
elétron, começa o preenchimento de cada
orbital com o seu segundo elétron, que terá
spin contrário ao primeiro.
▪ O arranjo mais estável dos elétrons é aquele
com o número máximo de elétrons
desemparelhados, com o mesmo sentido de
spin.
▪ Esse arranjo torna a energia total de um
átomo tão baixo quanto possível.
7p 7s
6d 6p 6s
5f 5d 5p 5s
4f 4d 4p 4s
3d 3p 3s
2p 2s
1s
0 n=∞
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
Princípio de Exclusão de Pauli
▪ Dois elétrons em um mesmo átomo
não podem ter o mesmo conjunto
de números quânticos;
▪ Nenhum orbital pode conter mais
de dois elétrons.
↑
↑ ↑
2s
{n, l, m, s}
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
Diagrama "de Pauling“
(ou de Madelung, ou de Klechkovski)
▪ 1s, 2s, 2p, 3s, 3p, 4s, 3d, 4p, 5s, 4d, 5p, 6s, 4f, 5d, 6p, 7s, 5f, 6d, 7p
7p 7s
6d 6p 6s
5f 5d 5p 5s
4f 4d 4p 4s
3d 3p 3s
2p 2s
1s
PROBLEMAS
1. Para o magnésio
i. Descreva sua configuração eletrônica.
ii. Dé o conjunto completo dos quatro
números quânticos para cada um dos
elétrons além daqueles do gás nobre
precedente.
2. Para o gálio
i. Usando uma notação de diagrama de
orbitais em caixas e do gás nobre, mostre a
configuração eletrônica do gálio.
ii. De um conjunto de números quânticos
para o elétron de maior energia.
3. Faça a distribuição
por subníveis e
níveis de energia
para as seguintes
espécies:
a) 38Sr
88
b) 9F
–
c) 25Mn
2+
PROBLEMAS
4. Dê a configuração
eletrônica da camada
mais externa para
a) Al
b) F
c) S
d) Tl
e) Bi
5. Dê a configuração
eletrônica dos
seguintes
elementos
a) Cr
b) Cu
c) Nb
d) Rh
e) Ce
TABELA PERIÓDICA E
TENDÊNCIAS DAS PROPRIEDADES DOS
ELEMENTOS QUÍMICOS
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Sou capaz de explicar como estão organizados os
elementos químicos na Tabela Periódica moderna?
□ Consigo identificar os blocos s, p, d e f na Tabela
Periódica?
□ Consigo identificar os períodos (níveis) e grupos
(famílias) na Tabela Periódica?
□ Consigo identificar e localizar os metais, semi-
metais, não metais e gases nobres na Tabela
Periódica?
□ No contexto da Tabela Periódica, posso definir o
conceito de propriedade aperiódica?
□ No contexto da Tabela Periódica, posso definir o
conceito de propriedade periódica?
□ Posso definir o conceito de:
– raio atômico,
– raio iônico,
–energia de ionização,
–afinidade eletrônica, e
–eletronegatividade
e suas tendências na Tabela Periódica?
□ Posso definir os seguintes conceitos:
–eletropositividade (caráter metálico),
– reatividade química, e
–algumas propriedades físicas
e estabelecer suas tendências na Tabela Periódica?
Referências
Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 307-317
DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA DOS ELEMENTOS
Distribuição Eletrônica Organização dos elementos
químicos
▪ Ordem crescente do Z;
▪ Configuração eletrônica
→ Camadas ou níveis
→ Elétrons mais energéticos
(camada de valência)
TABELA PERIÓDICA DOS ELEMENTOS QUÍMICOS
▪ Períodos ↔
(Horizontal)
definem o número de
camadas dos elementos.
▪ Grupos ou Famílias ↕
(Vertical)
definem o número de
elétrons da camada de
valência.
CLASSIFICAÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS
Hidrogênio
1 elemento
Metais
84 elementos
Não metais
11 elementos
Semimetais
7 elementos
Gases nobres 6
elementos
PROPRIEDADES DOS ELEMENTOS
Propriedades que variam em função dos números
atômicos dos elementos.
Podem ser de dois tipos:
▪ APERIÓDICAS
→ propriedades cujos valores aumentam ou diminuem
continuamente com o aumento do número atômico.
▪ PERIÓDICAS:
→ propriedades que oscilam em valores mínimos e
máximos;
→ repetidos regularmente com o aumento do número
atômico;
→ A medida que o número atômico aumenta, assumem
valores crescentes ou decrescentes em cada período, ou
seja, repetem-se periodicamente.
▪ Raio Atômico
▪ Raio Iônico
▪ Energia de Ionização
▪ Afinidade Eletrônica
▪ Eletropositividade (Caráter metálico)
▪ Reatividade
▪ Propriedades Físicas
▪ Eletronegatividade
PROPRIEDADES PERIÓDICAS
RAIO ATÔMICO: O TAMANHO DO ÁTOMO
▪ É a distância que vai do núcleo do átomo (neutro) até o seu elétron mais
externo.
R
ai
o
A
tô
m
ic
o
Número atômico, Z
RAIO ATÔMICO: O TAMANHO DO ÁTOMO
▪ Tendência geral
ÁTOMOS NEUTROS, CÁTIONS E ÂNIONS
▪ Tamanho do cátion
sempre é menor do
que o átomo neutro
original.
▪ Tamanho do ânion
sempre é maior do que
o átomo neutro
original.
Qual é a tendência de tamanho nos íons N3−, O2− e F2−?
Explique de forma simples o motivo para essa tendência.
EXEMPLO
ENERGIA/POTENCIAL DE IONIZAÇÃO (E.I.)
É a energia necessária para remover
um ou mais e− de um átomo isolado
no estado gasoso em seu estado
fundamental.
→ Quanto maior o tamanho do átomo,
menor será a energia de ionização.
→ Processo endotérmico
→ Para remover mais um e−, precisasse
maior energia, assim
E1<E2<E3<...
→ Os gases nobres são os mais estáveis
(8 elétrons na camada de valência)
X (g) + Energia → X+(g) + e‒
EXEMPLO
▪ Mg (g) + 7,6 eV → Mg
+ + 1 e- (1ª EI)
▪ Mg+ (g) + 14,9 eV → Mg
2+ + 1 e- (2ª EI)
▪ Mg2+(g) + 79,7 eV → Mg
3+ + 1 e- (3ª EI)
Assim: EI1< EI2 < EI3 < …
ENERGIA/POTENCIAL DE IONIZAÇÃO (E.I.)
Qual dos grupos de elementos a
seguir está arranjado de maneira
correta em ordem crescente de
energia de ionização.
a. C < Si < Li < Ne
b. Ne < Si < C < Li
c. Li < Si < C < Ne
d. Ne < C < Si < Li
EXEMPLO
Compare os elementos C, O, e Si
a. Coloque-os em ordem
crescente de raio atômico
b. Qual deles tem a maior energia
de ionização?
c. Qual deles tem a afinidade
eletrônica mais negativa: O ou
C?
EXEMPLO
AFINIDADE ELETRÔNICA (A.E.)
▪ É a energia liberada quando um
átomo isolado, no estado gasoso,
“captura” um elétron.
X (g) + e‒ → X‒(g) + Energia
Valor
mais
negativo
ELETROPOSITIVIDADE OU
CARÁTER METÁLICO
→ Propriedade periódica
associada à reatividade
química.
→ Tendência a perder
elétrons.
PROPRIEDADES FÍSICAS DOS ELEMENTOS
• Maior tamanho do átomo
• Menor E.I.
• Menor eletronegatividade.
• Maior eletropositividade
-Maior caráter
metálico
-Maior reatividade
química do metal
• Menor tamanho do
átomo.
• Maior eletroafinidade.
• Maior eletronegatividade.
• Menor eletropositividade.
-Maior caráter não
metálico
-Maior reatividade
química do não metal
PROPRIEDADES FÍSICAS DOS ELEMENTOS
▪ DENSIDADE
É relação entre a massa e o
volume de uma amostra
Densidade (g/cm3)
dNa= 0,97
dMg = 1,74
dHg = 13,53
dOs= 22, 57
Metais leves ( d < 5 g/cm3 ):
Mg, Al, Na, K, Sr, Ba …
Metais pesados (d > 5 g/cm3):
Cr, Fe, Ni, Cu, Zn, Ag, Pt, Pb, Au, Hg, Os
TEMPERATURA DE FUSÃO (TF)
temperatura na qual uma substância
passa do estado sólido para o estado
líquido.
TEMPERATURA DE EBULIÇÃO (TE)
temperatura na qual uma substância
passa do estado líquido para o
estado gasoso.
O tungstênio (W) apresenta TF = 3.410 C
PROPRIEDADES FÍSICAS DOS ELEMENTOS
ELETRONEGATIVIDADE (EN)
A força de atração ou habilidade de um
átomos numa molécula de atrair
elétrons para si.
Se aplica especialmente em as ligaçõescovalentes.
LIGAÇÕES QUÍMICAS:
LIGAÇÃO IÔNICA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Conheço e sou capaz de explicar o conceito de
elétrons da camada de valência?
□ Posso indicar a quantidade de elétrons da camada
de valência de um elemento químico?
□ Posso desenhar e usar os símbolos de Lewis para
indicar os elétrons de valência num átomo?
□ Sou capaz de definir e explicar, com exemplos, o
que é uma ligação iônica?
□ Posso explicar a relação entre a diferença de
eletronegatividade e a ligação iônica?
□ Sou capaz de definir e entender a regra do octeto
para uma ligação iônica?
□ Tenho a capacidade de usar as estruturas de Lewis
para explicar a formação de ligações iônicas?
□ Posso definir o que é um retículo cristalino?
□ Tenho a capacidade de entender o Ciclo de Born-
Haber e realizar cálculos nesse processo?
□ Conheço as principais propriedades físicas e
químicas dos compostos iônicos?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 326-332
REVISÃO: TABELA PERIÓDICA
Grupos
1. Metais
2. Semimetais
3. Não Metais
4. Gases Nobres
5. Hidrogênio
Blocos importantes
1. ns
2. np
3. (n-1)d
Propriedades importantes
1. Energia de ionização
2. Eletronegatividade
3. Raio iônico
4. Afinidade eletrônica
Forças
▪ Atração
▪ Repulsão
ELÉTRONS DA CAMADA DE VALENCIA
Camada de
Valência
Última camada de
distribuição eletrônica
de um átomo.
Os elétrons da camada
de valência são os que
participam das
ligações, pois são os
mais externos.
Estrutura
de Lewis
Símbolos para poder
descrever as ligações
químicas.
Cada ponto ao redor do
símbolo químico
representa um elétron
na camada de valência.
ESTRUTURA DE LEWIS
ClMg
ESTRUTURA DE LEWIS
Cl
Mg
▪12Mg: 1s
22s22p63s2
▪ 17Cl: 1s
22s22p63s2 3p5
▪De acordo com a Regra do Octeto, a camada
de valência precisa de oito elétrons para se
estabilizar (perda, ganho ou
compartilhamento).
▪Assim, os átomos adquirem estabilidade
quando têm 8 elétrons na camada de
valência.
▪ Isso acontece com os gases nobres, eles
apresentam a camada de valência completa.
▪A única exceção é o elemento hélio que
possui 2 elétrons.
Os demais elementos precisam fazer ligações
químicas para receber os elétrons faltantes e
alcançar os oito elétrons na camada de
valência.
REGRA DO OCTETO
LIGAÇÃO IÔNICA E COVALENTE
1. Ligação química: junção de dois átomos
2. Abaixamento da energia total do sistema pelo novo arranjo:
– Transferência de 𝑒− (Iônico)
–Compartilhamento de 𝑒− (Covalente)
LIGAÇÃO IÔNICA
Composto
Iônico
Cátion(+)―Ânion(−)
Metais bloco s e p com
não metais bloco p
/ΔEN/≥ 1,7
Sólido iônico: rede de ânions e cátions
unidos por forças eletrostáticas
CONFIGURAÇÃO ELETRÔNICA
— Metais bloco s e p, tendem a
perder es
— Não metais bloco p, tendem
ganhar es
— Configuração de gás nobre
▪ He (2e): 1s2
▪ Ne (10e): 1s2, 2s2, 2p6
▪ Ar (18e): 1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p6
Camada de
valência 8e
LIGAÇÃO IÔNICA
▪Na (11e): 1s2, 2s2, 2p6, 3s1
Na+ = [Ne]
▪Mg (12e): 1s2, 2s2, 2p6, 3s2
Mg2+ = [Ne]
O CÁTION: Metais bloco s
LIGAÇÃO IÔNICA
O CÁTION: Metais bloco p
LIGAÇÃO IÔNICA
▪Al (13𝑒−): 1s2, 2s2, 2p6, 3s2, 3p1
Al3+ = [Ne]
▪Ga(31𝑒−): [Ar] 3d10, 4s2, 4p1
Ga3+ = [Ar] 3d10
O CÁTION: Metais de transição, bloco (n-1)d
— Estabilização do orbital d: d5, d10
▪ Fe (26𝑒−): [Ar] 3d6, 4s2
Fe2+ : [Ar] 3d6
Fe3+: [Ar] 3d5
▪ In(49𝑒−): [Kr] 4d10, 5s2, 5p1
In+: [Kr] 4d10, 5s2
In3+: [Kr] 4d10
LIGAÇÃO IÔNICA
LIGAÇÃO IÔNICA
Ânion: Não metais bloco p
— Tendência a aceitar 𝑒−
— Halogênios: F, Cl, Br, I
Ânions
LIGAÇÃO IÔNICA
1. Para predizer a configuração
eletrônica de um cátion
–Remover os 𝑒− mais
externos: np, ns, (n-1)d
2. No caso de ânion
monoatômico
–Adicionar 𝑒−s até atingir
configuração de gás
nobre (octeto ou dupleto)
LIGAÇÃO IÔNICA
FORMAÇÃO DAS LIGAÇÕES IÔNICAS
1. A formação do composto iônico é pela
estabilização do composto formado.
2. A energia do composto iônico é menor do
que dos elementos puros.
3. Isto é possível de ser observado mediante
o processo chamado Born-Haber.
𝐿𝑖 𝑠 + 1
2
𝐹2(𝑔) ⟶ 𝐿𝑖𝐹(𝑠) Δ𝐻𝑓 = –595 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
ΔHf: entalpia de formação do composto
PROCESSO BORN-HABER: Exemplo 𝐿𝑖 𝑠 + 1
2
𝐹2(𝑔) ⟶ 𝐿𝑖𝐹(𝑠)
Etapa-1 𝐿𝑖 𝑠 ⟶ 𝐿𝑖(𝑔) +155 kJ E. Vaporização
Etapa-2 1
2
𝐹2(𝑔) ⟶ 𝐹(𝑔) + 79 kJ E. Dissociação
Etapa-3 𝐿𝑖 𝑔 ⟶ 𝐿𝑖+ 𝑔 + 𝑒− +520 kJ 1ª E. de Ionização
Etapa-4 𝐹 𝑔 + 𝑒− ⟶ 𝐹−(𝑔) ‒333 kJ Afinidade Eletrônica
Etapa-5 𝐿𝑖+ 𝑔 + 𝐹− (𝑔) ⟶ 𝐿𝑖𝐹(𝑠) ‒1016 kJ E. do Retículo Cristalino
𝐿𝑖 𝑠 + 1
2
𝐹2(𝑔) ⟶ 𝐿𝑖𝐹(𝑠) –595 kJ E. de formação
FORMAÇÃO DAS LIGAÇÕES IÔNICAS
PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS
IÔNICOS
▪ Sólido quebradiço.
▪ Pontos de fusão altos.
▪ No estado líquido conduz
eletricidade, pois tem íons móveis.
▪ A maioria são solúveis em água,
formando uma solução iônica onde
os íons estão rodeados de camadas
de moléculas de água.
PROPRIEDADES DOS COMPOSTOS IÔNICOS
Ligação
Iônica
Íons
Anion
Cátion
Forças
Eletrostáticas
Rede
Cristalina
Transferência
de elétrons
Abaixamento
de Energia
LIGAÇÕES QUÍMICAS:
LIGAÇÃO COVALENTE
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Sou capaz de definir o que é uma ligação covalente
e explicar dando exemplos?
□ Posso explicar a relação entre a diferença de
eletronegatividade e a ligação covalente?
□ Sou capaz de definir e entender a regra do octeto
para a formação de ligações covalentes?
□ Tenho a habilidade de usar as estruturas de Lewis
para explicar a formação de ligações covalentes
numa molécula covalente?
□ Posso explicar o conceito de ressonância e desenhar
alguns exemplos?
□ Tem moléculas que são exceções à regra do octeto,
conheço e posso desenhar as estruturas de Lewis
para esses casos?
Referência:
• Referência: Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág.
332-346
▪Símbolos para poder
descrever as ligações;
▪Cada ponto ao redor
do símbolo químico
representa um elétron
na camada de valência;
▪Cada par
compartilhado é uma
ligação.
SÍMBOLOS DE LEWIS
▪De acordo com a Regra do Octeto, a camada de valência
precisa de oito elétrons para se estabilizar (perda, ganho
ou compartilhamento).
▪Assim, os átomos adquirem estabilidade quando têm 8
elétrons na camada de valência.
▪Isso acontece com os gases nobres, eles apresentam a
camada de valência completa.
▪A única exceção é o elemento Hélio que possui 2 elétrons.
Os demais elementos precisam fazer ligações
químicas para receber os elétrons faltantes e
alcançar os oito elétrons na camada de valência.
REGRA DO OCTETO
Ligação
Covalente
Compartilhamento de 𝑒−
Quando dois átomos similares se
ligam, tentam formar um octeto
ou dupleto, nenhum deles quer
perder um 𝑒−.
/∆EN/≤
Cada par de 𝑒𝑠
− compartilhado
constitui uma ligação
Ligações
Simples
Múltiplas
Ressonância
LIGAÇÃO COVALENTE
Regras para desenhar as estruturas de Lewis para moléculas covalentes
(i) Conte o número de elétrons de valência em cada átomo, divida por dois.
Este número é o número total de pares de elétrons;
(ii) Escreva os arranjos mais prováveis dos átomos;
(iii) Coloque um par de elétrons entre cada par de átomos ligados;
(iv) Cada para (••) = — (linha);
(v) Verifique que em torno de cada átomo tem 8 𝑒𝑠
−, ou 2 𝑒𝑠
− no caso do
hidrogênio.
ESTRUTURA DE LEWIS
Exemplos simples
𝐻2
𝐹2
LIGAÇÃO COVALENTE: ESTRUTURA DE LEWIS
Um pouco mais complicado
𝐶𝐻4
𝐻2𝑂 𝐻2𝐶𝑂 𝐶𝑙𝑂2− 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻
LIGAÇÃO COVALENTE: ESTRUTURAS DE LEWIS
RESSONÂNCIA
As estruturas de ressonância são
usadas para representar a ligação de
uma molécula quando uma única
estrutura de Lewis não descreve
precisamente a estrutura eletrônica
verdadeira.
LIGAÇÃO COVALENTE: RESSONÂNCIA
↔
𝑁𝑂3
− (íon nitrato)
1. As estruturas (a), (b) e (c) do
NO3
— são idênticas que
coexistem ao mesmo tempo,
são estruturas ressonantes;
2. As propriedades que surgem
são intermediarias;
3. As ligações não são simples
nem duplas, tem caráter
intermediário;
4. Os elétrons nestas estruturas
estão “deslocalizados”.
LIGAÇÃO COVALENTE: RESSONÂNCIA
O caso do Benzeno
Se tivesse só ligações simples e duplas
não seria simétrico
A energia para quebrar as ligações é
menor no caso de 3 C=C e 3 C—C
LIGAÇÃO COVALENTE: RESSONÂNCIA
Hidrocarbonetos policíclicos
aromáticos (HPAs)
LIGAÇÃO COVALENTE: RESSONÂNCIA
Íon acetato, 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−
Ozônio, 𝑂3
Trióxido de enxofre, 𝑆𝑂3
Nitrito, 𝑁𝑂2
−
íon fosfato, 𝑃𝑂3
3−
LIGAÇÃO COVALENTE: RESSONÂNCIA
Exceções à
regra do
octeto
Moléculas com número ímpar de
elétrons.
Moléculas nas quais um átomo tem
menos de um octeto, ou seja,
moléculas deficientes em elétrons.
Moléculas nas quais um átomo tem
mais do que um octeto, ou seja,
moléculas com expansão de
octeto.
LIGAÇÃO COVALENTE: EXCEÇÕES À REGRA DO OCTETO
Exemplos: ClO2, NO e NO2
Exemplos: BF3 , AlCl3
Exemplos: SF4, PCl5, SF6
Ligação
Covalente
Átomo X
Estrutura de
Lewis
Ligações
múltiplas
Estruturas
ressonantes
Compartilham
elétrons
Octeto ou
dupleto
Átomo Y
Ligações
simples
GEOMETRIA MOLECULAR I
TEORIA DA REPULSÃO DOS PARES
ELETRÔNICOS NA CAMADA DE VALENCIA
(VSEPR)
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Qual é a ideia fundamental da Teoria da Repulsão
dos Pares Eletrônicos na Camada de Valência
(VSPER)?
□ Consigo entender como determinar a geometria
dos pares eletrônicos do átomo central numa
molécula? Posso desenhar alguns exemplos?
□ Sou capaz de determinar e desenhar a geometria
molecular,
– linear (Lin)/ angular (Ang)/ trigonal plana (TP)/
tetraédrica (Th)/ pirâmide trigonal (PT)/
bipirâmide trigonal (BpT)/ gangorra ou seesaw
(SS)/ forma T (T)/ octaédrica (Oh)/ pirâmide base
quadrada (PC)/ quadrada plana (QP),
de uma espécie química me baseando na VSPER
(AXnEm)?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 347-353
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
Tetraedro Bipirâmide Trigonal Octaedro
GEOMETRIA MOLECULAR
▪É o estudo de como os átomos
estão distribuídos espacialmente
em uma molécula;
▪Os átomos se alinham formando
formas geométricas em relação aos
núcleos;
▪Depende do:
→Número de Átomos;
→Átomo Central:
• pares eletrônicos ligantes e
• não ligantes.
GEOMETRIA MOLECULAR
▪ A busca por um arranjo geométrico
adequado é fundamental para a
estabilidade das substâncias
químicas;
▪ Os átomos tendem a ficar numa
posição mais espaçada possível.
Assim, conseguem adquirir a
estabilidade;
▪ A nuvens eletrônicas são regiões
de carga negativa que exercem
repulsão entre si e influenciam a
disposição dos átomos
▪ Pares eletrônicos da camada de
valência de um átomo central, se
comportam como nuvens
eletrônicas que se repelem,
ficando com a maior distância
angular possível uns dos outros;
▪ Uma nuvem eletrônica pode ser
representada por uma ligação
simples, dupla, tripla ou mesmo
por um par de elétrons que não
estão a fazer ligação química.
▪ A geometria é determinada pelo
número de pares de elétrons em
torno do átomo central.
TEORIA DA REPULSÃO DOS PARES ELETRÔNICOS DA CAMADA DE
VALÊNCIA (VSEPR )
Estruturas de Lewis
da molécula de água
▪ Sempre lineares.
Exemplos: H2, Cl2, HCl, HBr
2 ÁTOMOS (AX) 3 ÁTOMOS (AX2)
▪ Linear: Átomo central sem pares
de elétrons livres (todos ligantes).
Ex.: BeCl2, CO2
Formula Estrutural
Geometria Molecular
▪ Angular: Átomo central com 1
par de elétrons livres (não
ligante) e 2 ligantes.
Ex.: SO2 (119⁰)
3 ÁTOMOS E 1 E (AX2E1)
▪ Angular: Átomo central com 2 pares
de elétrons livres (não ligantes) e 2
ligantes.
Ex.: H2O (104,5⁰)
3 ÁTOMOS E 2 E (AX2E2)
▪ Trigonal Plana (TP): Átomo
central sem pares de elétrons
livres (todos ligantes).
Ex.: BF3 , SO3 (120⁰)
4 ÁTOMOS (AX3)
▪ Piramidal ou pirâmide trigonal (PT):
Átomo central com 3 ligantes e 1
par de elétrons livres (não ligante).
Ex: NH3 , PF3 , PCl3
4 ÁTOMOS E 1 E (AX3E)
▪ Forma de T (T): Átomo central
com 3 ligantes e 2 pares de
elétrons livres (não ligantes).
Ex: ClF3
Onde vão os pares não
ligantes?
4 ÁTOMOS E 2 E (AX3E2)
▪ Tetraédrica (Th): Átomo central
sem par de elétrons livres (todos
ligantes)
Ex.: CH4 , SiCl4, CCl4
5 ÁTOMOS (AX4)
▪ Gangorra ou Seesaw (SS): Átomo
central com 4 ligantes e 1 par de
elétrons livres (não ligante).
Ex: SF4
5 ÁTOMOS E 1 E (AX4E) 5 ÁTOMOS E 2 E (AX4E2)
▪ Quadrado planar (QP): Átomo
central com 4 ligantes e 2 pares de
elétrons livres (não ligantes).
Ex.: XeF4
▪ Bipirâmide Trigonal ou
bipiramidal (BPT): Átomo
central sem par de elétrons
livres (todos ligantes).
Ex.: PCl5, PI5
6 ÁTOMOS (AX5)
▪ Pirâmide de base quadrada (PC):
Átomo central com 5 ligantes e 1
par de elétrons livres (não ligante).
Ex.: BrF5
6 ÁTOMOS E 1 E (AX5E)
▪ Octaédrica: Átomo central sem par
de elétrons livres (todos ligantes).
Ex.: SF6
7 ÁTOMOS (AX6)
RESUMO DAS PRINCIPAIS GEOMETRIAS
1. Linear (Lin)
2. Angular (Ang)
3. Trigonal planar (TP)
4. Tetraédrica (Th)
5. Pirâmide Trigonal (PT)
6. Bipirâmide Trigonal (BpT)
7. Gangorra ou Seesaw (SS)
8. Forma T (T)
9. Octaédrica (Oh)
10. Pirâmide base quadrada (PC)
11. Quadrada plana (QP)
GEOMETRIA MOLECULAR
GEOMETRIA MOLECULAR
LIGAÇÕES QUÍMICAS
LIGAÇÃO COVALENTE:
TEORIA DE LIGAÇÃO DE VALÊNCIA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de descrever a razão fundamental por
que uma sobreposição de orbitais é
energeticamente favorável para formar uma
ligação?
□ Consigo descrever, com exemplos, a formação da
ligação covalente pela TLV?
□ Sou capaz de entender e clarificar a hibridização de
orbitais atômicos?
□ Posso definir e explicar a formação de uma ligação
sigma (σ)?
□ Consigo expor, com exemplos, a formação dos
orbitais atômicos híbridos:
− sp,
− sp2, e
− sp3?
□ Posso definir e explicar a formação de uma ligação
pi (π)?
□ Sou capaz de usar as estruturas de Lewis com a TLV
para determinar a geometria de uma molécula?
□ Dada uma estrutura molecular, posso indicar
− o tipo de ligação e
− a hibridação
dos átomos ligantes?
□ Posso explicar e exemplificar o conceito da
ressonância pelo TLV?
Referência:
Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 381-395, 396-
397
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
A ideia de que as
ligações são
formadas pela
sobreposição dos
orbitais atômicos é
a base da TLV
ENERGIA E LIGAÇÃO
Significativa sobreposição:
repulsão
Máxima
atração
Pequena sobreposição:
atração fraca
Sem sobreposição:
Sem atração
En
er
gi
a
Distância internuclear
Comprimento da ligação
Energia da
ligação
▪ São formadas quando os orbitais
dos átomos se superpõem em
forma direita.
▪ Para que esta superposição ocorra
existem dois elétrons de spins
contrários.
▪ A sobreposição ocorre à medida
que os núcleos se aproximam
▪ A ligação sigma é uma ligação na
qual a densidade eletrônica é
maior ao longo do eixo da ligação.
LIGAÇÃO SIGMA (σ)
▪ Ligação sigma (): ligação covalente que
resulta dasobreposição direta de dois orbitais.
1s1 2p1
1s1 1s1
2p12p1
LIGAÇÃO SIGMA (σ)
O que é que nós já sabemos
Olho: Os orbitais tipo p
são ortogonais entre si e
a configuração
eletrônica do C é
1s22s22p2
LIGAÇÃO SIGMA (σ)
Como é que um carbono
pode formar ligação
tetraédrica (109,5°) e
simplesmente fazer 4
ligações?
TEORIA DE LIGAÇÃO DE VALÊNCIA:
HIBRIDIZAÇÃO DOS ORBITAIS ATÔMICOS
▪ TLV, desenvolvida por Linus
Pauling et al.
▪ Hibridização de orbitais:
mescla ou combinação dos
orbitais s, p e (quando
necessário) d em um átomo.
▪ Um número de orbitais
combinados gera o mesmo
número de orbitais
combinados (orbitais
híbridos).
HIBRIDAÇÃO sp3
Estos orbitais fazem entre si ângulos
de aproximadamente 109,5°o
que corresponde exactamente
aos ângulos de ligação
observados na molécula de
metano. Esta vai então formar-se
por coalescência de cada uma das
quatro orbitais híbridas com a
orbital 1s de um átomo de
hidrogénio, resultando em quatro
ligações σ.
HIBRIDAÇÃO sp3 - METANO
▪ Como resultado da combinação de
1 orbital s com 3 orbitais p, temos
→quatro orbitais híbridos sp3
HIBRIDAÇÃO sp2
Vista de lado Vista de topo
HIBRIDAÇÃO sp2
▪ Como resultado da combinação de
1 orbital s com 2 orbitais p, temos
→três orbitais híbridos sp2, e
→um orbital puro p
HIBRIDAÇÃO sp
▪ Como resultado da combinação de
1 orbital s com 1 orbital p, temos
→dos orbitais híbrido sp, e
→dos orbitais puros p
HIBRIDAÇÃO sp
FORMAÇÃO DE ORBITAIS HÍBRIDOS
s + p
s + p + p
s + p + p + p
TLV: HIBRIDAÇÃO COM ORBITAIS s, p E d
s + p + p + p + d
s + p + p + p + d + d
Bipirâmide Trigonal
Octaédrica
5 pares
eletrônicos sp3d
6 pares
eletrônicos sp3d2
TLV: LIGAÇÕES MÚLTIPLAS
Eteno (C2H4)
▪ Interação frontal entre
os orbitais híbridos sp2
(azul) dos carbonos:
→ligação sigma (σ).
▪ Interação lateral entre
os orbitais não híbridos
p (rosa) dos carbonos:
→ uma ligação pi (π).
TLV: LIGAÇÕES MÚLTIPLAS
Etino (C2H2)
▪ Interação frontal entre
os orbitais híbridos sp
(rosa) dos carbonos:
→uma ligação sigma (σ).
▪ Interação lateral entre os
orbitais não híbridos p
(laranja) dos carbonos:
→ duas ligações pi (π).
RESSONÂNCIA E TLV
LIGAÇÕES QUÍMICAS
LIGAÇÃO COVALENTE:
POLARIDADE MOLECULAR
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de explicar o conceito de polaridade de
uma ligação covalente e sua relação com a
diferença de eletronegatividade do par de átomos
ligados?
□ Consigo descrever, com exemplos, a formação e
distribuição de cargas (δ+ e δ‒) em ligações
covalentes (formação de um dipolo)?
□ Posso explicar o que é o conceito de momento
dipolar da ligação (𝝁)?
□ Posso elucidar, com exemplos, uma ligação apolar
(𝝁 = 0) e uma ligação polar (𝝁 > 0)?
□ Sou capaz de determinar se uma molécula é polar
(𝝁𝒓 > 𝟎) ou apolar (𝝁𝒓 > 𝟎)?
□ Tendo em consideração a geometria da molécula,
posso determinar o sentido do vetor momento
dipolar liquido (𝝁𝒓) de uma molécula?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 353, 356-359,
359-365
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
ELETRONEGATIVIDADE, EN
▪ Tendência que o átomo apresenta em atrair elétrons
numa ligação química.
F > O > N > Cl > Br > I > S > C > P > H>metais
▪ A existência de polos está
associada à deformação da
nuvem eletrônica.
▪ Entre átomos de mesma
eletronegatividade, não há
distorção da nuvem e não há
formação de polos.
▪ Ligação apolar: átomos
participantes apresentam EN
igual ou muito próxima.
DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS EM LIGAÇÕES COVALENTES
Cl Cl
▪ Entre átomos de diferentes
eletronegatividades, ocorre
deformação da nuvem eletrônica.
▪ O acúmulo de cargas em regiões
distintas é denominado polo.
▪ O acúmulo de carga negativa se dá
no torno do elemento de maior
eletronegatividade.
▪ Ligação polar: átomos
participantes apresentam
diferente EN.
POLARIDADE DA LIGAÇÃO E EN
▪ A polaridade de uma ligação
covalente é caraterizada por uma
grandeza chamada momento
dipolar ( Ԧ𝜇);
▪ Representado por um vetor
orientado no sentido do
elemento menos eletronegativo
para o mais eletronegativo
▪ Do polo positivo para o negativo
MOMENTO DIPOLAR DA LIGAÇÃO ( Ԧ𝜇)
Ԧ𝜇
▪ Quanto maior a diferença de
eletronegatividade entre os átomos
maior a polarização.
Ex:
i. H — F > H — Cl > H — Br > H — I
ii. H2O (O—H)> H2S (S—H)
POLARIDADE DA LIGAÇÃO E EN
▪ Molécula polar: se orienta na presença
de um campo elétrico externo.
▪ Apolar: não se orienta
POLARIDADE MOLECULAR
▪ Para determinar o vetor 𝜇𝑟 (momento dipolar
líquido) deve-se considerar:
→A geometria da molécula nos permite
determinar a disposição espacial de cada
átomo na molécula;
→A diferença de EN permite determinar a
orientação do vetor momento polar de cada
ligação na molécula;
→O momento liquido é determinado
considerando o momento polar de cada
ligação e sua orientação na molécula.
MOMENTO POLAR DE LIGAÇÃO E MOMENTO DIPOLAR LÍQUIDO ( Ԧ𝜇𝑟)
MOMENTO POLAR DE LIGAÇÃO E MOMENTO DIPOLAR LÍQUIDO ( Ԧ𝜇𝑟)
Momento dipolar
liquido = 1,46 D
MOMENTO POLAR DE LIGAÇÃO E MOMENTO DIPOLAR LÍQUIDO ( Ԧ𝜇𝑟)
Momento dipolar
liquido = 1,46 D
Momento dipolar
liquido = 0,24 D
NH3 NF3
MOMENTO POLAR DE LIGAÇÃO E MOMENTO DIPOLAR LÍQUIDO ( Ԧ𝜇𝑟)
MOMENTO POLAR DE LIGAÇÃO E MOMENTO DIPOLAR LÍQUIDO ( Ԧ𝜇𝑟)
LIGAÇÕES QUÍMICAS
LIGAÇÃO COVALENTE
FORÇAS DE INTERAÇÃO OU
LIGAÇÕES INTERMOLECULARES
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de definir, com exemplos, o que são as
forças de interação intermolecular?
□ Posso explicar os seguintes tipos de interação
intermolecular:
− íon/dipolo permanente,
− íon/dipolo induzido,
−dipolo permanente/dipolo permanente,
−dipolo permanente/dipolo induzido,
−dipolo induzido/dipolo induzido, e
− ligação de hidrogênio,
e dar exemplos para cada caso?
□ Sou capaz de explicar algumas propriedades
químicas e físicas dos compostos químicos sob o
ponto de vista das forças intermoleculares?
− solubilidade,
− tensão superficial (Ts),
−ponto de ebulição (Pe), e
−pressão de vapor (Pv).
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 353-365
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
ALGUMAS PROPRIEDADES IMPORTANTES QUE PODEM SER EXPLICADAS
PELAS FORÇAS DE INTERAÇÃO INTERMOLECULARES
Tensão Superficial
Sublimação Ponto de ebulição Solubilidade
FORÇAS DE INTERAÇÃO INTERMOLECULARES
▪ O que mantêm as moléculas, no
estado sólido ou líquido, unidas
são as chamadas ligações ou forças
ou interações intermoleculares.
▪ São mais fracas do que as ligações
intramoleculares (ligações entre
átomos que constituem as
moléculas).
Tem relação direta com:
→Propriedades físicas: P.E., P.F., ΔHfusão,
ΔHvaporização, etc.;
→Solubilidade de (g) e (l) em solventes;
→Estruturas biológicas, ex. DNA, células,
etc.
FORÇAS DE INTERAÇÃO INTERMOLECULARES
▪ Tipos de F.I.:
→Íon/dipolo permanente
→Íon/dipolo induzido
→Dipolo permanente/dipolo
permanente ou
Dipolo/Dipolo
→Ligação de Hidrogênio
→Dipolo permanente/dipolo
induzido
→Força de London ou dipolo
induzido/dipolo induzido
INTERAÇÕES ENTRE ÍONS E MOLÉCULAS COM UM DIPOLO PERMANENTE
▪ Ocorre entre um íon (cátion ou
ânion) e moléculas que
apresentem um dipolo
permanente.
▪ A magnitude depende de:
→distância entre o íon e o dipolo
→carga do íon
→magnitude do dipolo
▪ Propriedade relevante: Energia de
hidratação (ou entalpia de
hidratação, ΔHh)
▪ Característico de moléculas polares;
▪ A extremidade positiva (δ+) de uma
molécula atrai a negativa (δ−) da vizinha
e vice-e-versa. Ex.:
HCl, HBr, H2S, SO2
▪ Essas interaçõespodem explicar
algumas propriedades. Ex.:
→ΔHv
→Tensão superficial
→Solubilidade
INTERAÇÕES DIPOLO PERMANENTE – DIPOLO PERMANENTE OU DIPOLO-DIPOLO
▪ Moléculas polares podem induzir,
ou criar um dipolo em moléculas
que não apresentam dipolo
permanente..
▪ O processo de indução de um
dipolo é chamado de polarização.
▪ A polarização depende do tamanho
da molécula e como ela pode ser
distorcida para gerar um dipolo.
▪ Explica a solubilização dos gases em
solventes polares.
FORÇAS DIPOLO/DIPOLO INDUZIDO
δ+
δ−
δ+
δ+
δ−
δ+
δ+ δ−
Dipolo
Permanente
Moléculas
Apolar
Dipolo
Induzido
→Solubilidade do O2 em água, a 25 °C e no nível
do mar tem como valor medido de 8,1 mg L–1.
→A solubilidade depende da temperatura, pressão
(altitude) e material solubilizados.
FORÇAS DE LONDON: DIPOLO INDUZIDO/DIPOLO INDUZIDO
▪ Ocorre entre moléculas
apolares.
▪ Uma deformação das nuvens
eletrônicas momentânea,
origina polos positivos e
negativos temporários.
▪ Os dipolos instantâneos podem
induzir a polarização de
moléculas vizinhas, resultando
em forças atrativas.
Ex: H2, O2, F2, Cl2, CO2, CH4, C2H6
δ+δ−
δ+δ− δ+δ−
Dipolo
Instantâneo
Moléculas
Apolares
Dipolo
Induzido
A LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
A LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
▪ Ocorre entre moléculas que apresentem
H ligados diretamente a
—F
—O
―N
Ex.: NH3, H2O, HF
▪ O hidrogênio de uma molécula liga-se
aos átomos fortemente eletronegativos
da outra.
▪ É a mais forte das interações
intermoleculares.
LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
𝛿−
𝛿+
𝛿+
𝛿+
𝛿−
𝛿+
𝛿+ 𝛿+
Ligação (Ponte)
de Hidrogênio
HF
NH3
SU
P
R
A
E
ST
R
U
TU
R
A
S
D
A
Á
G
U
A
LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
W
A
T
E
R
C
L
U
S
T
E
R
S
Luc Montagnier (Nobel Prize): WATER MEMORY
LIGAÇÃO DE HIDROGÊNIO
INTERAÇÕES MOLECULARES
ORDEM DE INTENSIDADE DE
INTERAÇÃO
TIPOS
▪ Regra geral: Semelhante dissolve
semelhante(*).
→Substâncias polares tendem a se
dissolver em solventes polares.
→Substâncias apolares tendem a se
dissolver em solventes apolares.
(*) Forças intermoleculares semelhantes.
FORÇAS INTERMOLECULARES E SOLUBILIDADE
Tamanho da Cadeia e Solubilidade
• O aumento da cadeia carbônica causa a redução da solubilidade
FORÇAS INTERMOLECULARES E SOLUBILIDADE
▪Formação de micelas
FORÇAS INTERMOLECULARES E SOLUBILIDADE
FORÇAS INTERMOLECULARES E TENSÃO SUPERFICIAL
▪ Quando uma substância é
aquecida e passa do estado
líquido ou sólido para o estado
gasoso ocorre o rompimento
das ligações intermoleculares.
▪ A Temperatura de ebulição
depende do tipo de força
intermolecular e do tamanho
das e massa das moléculas.
FORÇAS INTERMOLECULARES E TEMPERATURA DE EBULIÇÃO
H2O H3CCH2CH2CH2CH2CH2OH
HCl H3CCH2CH2CH2CH2OH
Cl2 H3CCH2CH2CH2OH
H3CCH2CH2OH
H3CH2OH
H3COHTe
m
p
er
at
u
ra
d
e
Eb
u
liç
ão
FORÇAS INTERMOLECULARES E TEMPERATURA DE EBULIÇÃO
▪ Em moléculas com tamanhos
aproximadamente iguais:
→Quanto maior a
intensidade de interação,
maior sua temperatura de
ebulição.
▪ Em moléculas com mesmo
tipo de interação:
→Quanto maior o tamanho
da molécula, maior a sua
temperatura de ebulição.
▪ A pressão de vapor, Pv, é a
pressão exercida pelo vapor de
uma substância líquida no
líquido quando ocorre o
equilíbrio entre essas fases..
▪ Quanto maior a força
intermolecular de uma
substância, menor a pressão
de vapor
FORÇAS INTERMOLECULARES E PRESSÃO DE VAPOR
acetona água óleo
LIGAÇÕES QUÍMICAS
LIGAÇÃO COVALENTE
TEORIA DO ORBITAL MOLECULAR
(TOM)
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de explicar, com exemplos, a
Teoria do orbital molecular?
□ Usando a TOM, incluindo diagramas, posso
explicar as ligações das seguintes
moléculas?
–H2
–O2
–CO
–CN
–Benzeno, C6H6?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. . 397-
399, 401-405
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
▪ Desenvolvida por Robert Mulliken
▪ Usada quando é necessário uma
descrição mais quantitativa da
ligação
▪ Descrição de estados excitados de
maior energia.
e.g. Explica a cor dos compostos
▪ Para o O2 e o NO é a única forma de
descrever a ligação
TEORIA DOS ORBITAIS MOLECULARES (TOM)
▪ Quando dois orbitais atômicos
sobrepõem formam sempre dois
orbitais moleculares - Um orbital
ligante e outro antiligante
▪ O orbital ligante possui uma menor
energia do que os orbitais atômicos
originais e que os orbitais não
ligantes .
▪ Os electrons da molécula são
atribuídos de acordo com a regra de
Hund e o principio de exclusão de
Pauli.
TEORIA DOS ORBITAIS MOLECULARES (TOM)
HIDROGÊNIO (H2)
OX IG Ê N IO (O2)
̶
+
̶
+
OXIGÊNIO (O2)
MONÓXIDO DE CARBONO (CO)
CN
BE ZE N O (C6H6)
ESTEQUIOMETRIA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Descrever os conceitos de: Mol, Massa atômica,
Massa molecular e Massa Molar.
□ Saber determinar a massa molar.
□ Reconhecer as partes de uma equação química.
□ Explicar a Lei de Conservação da Massa.
□ Explicar a Lei das Proporções Definidas.
□ Explicar as Proporções Atômicas em uma equação
química.
□ Balancear equação química pelo método das
tentativas.
□ Balancear equações químicas pelo método
algébrico.
□ Reconhecer numa equação química as relações:
mol-mol, massa-massa, mol-massa.
□ Saber determinar o reagente limitante e o reagente
em excesso, o rendimento de uma reação.
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
MOL, MASSA ATÔMICA, MASSA MOLECULAR
• MASSA DE UM SÓ
ÁTOMO
• Massa atômica do
Fe = 56,0 u
Massa
Atômica
• MASSA DE UMA SÓ
MOLÉCULA
• Massa Molecular do
Fe2O3 = 160,0 u
Massa
Molecular
• MASSA DE n MOL
DE ÁTOMOS
•Massa Molar de 1 mol
de Fe = 56,0 g
• MASSA DE n MOL
DE MOLÉCULAS
•Massa Molar de 1 mol
de Fe2O3 = 160,0 g
Massa
Molar
1 mol
𝐶𝑢(𝑆𝑂4)2 ∙ 5𝐻2𝑂
2 mol
𝑆
8 mol
𝑂
5 mol
𝐻2𝑂
1 mol
𝐶𝑢
0,25 mol de Cu(SO4)2∙5H2O
Contas para 1 mol do composto
1 Cu = 1 mol∙63,5 g/mol = 63,5 g
2 S = 2 mol∙32,1 g/mol = 64,2 g
8 O = 8 mol∙16,0 g/mol = 128,0 g
5 H2O = 5 mol∙18,0 g/mol = 90,0 g
MM[Cu(SO4)2∙5H2O]= 345,7 g/mol
Massa de 0,25 mol = 0,25 mol x 345,7 g/mol
= 86,43 g
COMO DETERMINAR A MASSA MOLAR DE UM COMPOSTO
A EQUAÇÃO QUÍMICA
2 NaN3(s) → 3 N2(g) + 2 Na(s) ΔH
REAGENTES PRODUTOS
COEFICIENTE
ESTEQUIOMÉTRICO
ESTADO
FÍSICO DA
SUBSTÂNCIA
SENTIDO DA
REAÇÃO
CALOR DA
REAÇÃO
▪ A estequiometria de uma reação química é de suma importância
por informar as proporções entre os reagentes e os produtos.
▪ Quando a reação química vai acompanhada do valor de energia da
reação é chamada de equação termoquímica.
• Indica que a soma das massas de todos os reagentes deve ser
sempre igual à soma das massas de todos os produtos
(princípio de Lavoisier).
LEI DE CONSERVAÇÃO
DA MASSA
• Os produtos de uma reação são dotados de uma relação
proporcional de massa com os reagentes. Assim, se 12 g de C reagem
com 36 g de oxigênio para formar 48 g de CO2, 6 g de C reagem com
18g de oxigênio para formar 24g de CO2.
LEI DAS PROPORÇÕES
DEFINIDAS
• De maneira análoga à lei das proporções definidas, os coeficientes
estequiométricos devem satisfazer as atomicidades das moléculas de
ambos os lados da equação. Portanto, são necessárias 3 moléculas
de oxigênio (O2) para formar 2 moléculas de ozônio (O3).
PROPORÇÃO ATÔMICA
▪ Para que o balanceamento de reações químicas seja feito de
maneira correta, deve-se atentar para os seguintes princípios:
ESTEQUIOMETRIA
A EQUAÇÃO QUÍMICA
2 NaN3(s) → 3 N2(g) + 2 Na(s)
REAGENTES PRODUTOSSENTIDODA
REAÇÃO
LCM 50 g 50 g
LPD 2x65,0 g 3x28,0 g 2x23,0 g
PA 2x1 Na 2x1 Na
2x3 N 3x2 N
Cargas (2x0) (3x0 + 2x0)
MÉTODOS DE BALANCEAMENTO DE EQUAÇÕES QUÍMICAS
▪ Método das tentativas
▪ Método algébrico
▪ Método da oxirredução ou Método Redox
▪ Método do íon-elétron
→Balanceamento em meio aquoso
→Balanceamento em meio ácido
→Balanceamento em meio básico
BALANCEAMENTO DE EQ: MÉTODO DAS TENTATIVAS
▪ Balancear a equação química
por meio de tentativas
sucessivas para achar os
coeficientes estequiométricos.
▪ Regra, conferir átomos usando
a seguinte sequência:
i. átomos dos elementos M
ii. átomos dos elementos ñ-M
iii. átomos de H
iv. átomos de O
Zn3Sb2 + H2O → Zn(OH)2 + SbH3
Ex.: NH4NO3 → N2O + H2O
Passo 01: Identificar os coeficientes.
aNH4NO3 → bN2O + cH2O
Passo 02: Igualar as atomicidades de cada elemento respeitando a
regra da proporção atômica.
• N: 2a = 2b (pois existem 2 átomos de N na molécula NH4NO3)
• H: 4a = 2c
• O: 3a = b + c
BALANCEAMENTO DE EQ: MÉTODO ALGÉBRICO
aNH4NO3 → bN2O + cH2O
Passo 03: Resolver o sistema de equações:
Se 2a = 2b, tem-se que a = b
Se 4a = 2c, tem-se que 2a = c
Portanto, atribuindo-se o valor arbitrário 2 para o coeficiente a, tem-se:
a = 2, b = 2, c = 4.
Mas, como os coeficientes devem ser os menores valores inteiros possíveis:
a = 1, b = 1, c = 2
Passo 04: Substituir os valores obtidos na equação original
1NH4NO3 → 1N2O + 2H2O ou
NH4NO3 → N2O + 2H2O
BALANCEAMENTO DE EQ: MÉTODO ALGÉBRICO
RELAÇÕES MOL-MOL, MOL-MASSA E MASSA-MASSA
C2H2(g)+ O2(g) → CO2(g) + H2O(g)
RELAÇÕES MOL-MOL, MOL-MASSA E MASSA-MASSA
CaCO3(s)+ HCl(aq) → H2O(l) + CaCl2(aq) + CO2(g)
REAGENTE LIMITANTE
CaCO3(s)+ HCl(aq) → H2O(l) + CaCl2(aq) + CO2(g)
RENDIMENTO DE UMA REAÇÃO
CaCO3(s)+ HCl(aq) → H2O(l) + CaCl2(aq) + CO2(g)
CLASSIFICAÇÃO DAS
REAÇÕES QUÍMICA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Observando uma reação química, sou capaz de
reconhecer o tipo de reação química, segundo
− o calor liberado/absorvido,
− a velocidade da reação (lenta/rápida),
− a reversibilidade (reversível/irreversível),
− a complexidade da reação:
∙ síntese (ou adição) total e parcial
∙ decomposição (análise)
∙ deslocamento (ou substituição)
∙ dupla troca
− combustão
− neutralização
− a reação metal-ácido?
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
SEGUNDO O CALOR LIBERADO OU ABSORVIDO
▪ Rçs Exotérmicas: liberam calor.
C(s) + O2(g) → CO2(g) + calor ΔH (–)
▪ Rçs Endotérmicas: absorvem calor.
N2(g) + O2(g) + calor → 2 NO(g) ΔH (+)
SEGUNDO A VELOCIDADE DE REAÇÃO
▪ Rçs lentas
Ex.: 4 Fe(s) + 3 O2(g) → 2 Fe2O3(s)
O ferro demora anos para enferrujar.
▪ Rçs rápidas
Ex.: C2H5OH(l) + 3 O2(g) → 2 CO2(g) + 3 H2O(g)
O álcool comum queima rapidamente.
SEGUNDO A REVERSIBILIDADE
▪ Rçs reversíveis: são as que ocorrem nos dois sentidos (o que é
indicado por duas flechas).
Ex.: H2(g) + I2(g) ⇄ 2 HI(g)
▪ Reações irreversíveis: são as que ocorrem apenas num sentido.
Ex.: S(s) + O2(g) → SO2(g)
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Rçs de síntese ou adição: são aquelas em que duas ou mais
substâncias reagem, produzindo uma única substância mais
complexa.
Ex.: 2 Mg(s) + O2(g) → 2 MgO(s)
O magnésio reage com o oxigênio do ar, produzindo óxido de magnésio.
Essa reação é utilizada em flashes fotográficos descartáveis e foguetes sinalizadores.
Em geral: A + B → AB
VÁRIAS SUBSTÂNCIAS ÚNICA SUBSTÂNCIA
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Rçs de síntese ou adição
→Síntese Total: quando partimos apenas das substâncias simples.
C(s) + O2(g) → CO2(g) (Queima de carvão)
→Síntese Parcial: quando, dentre os reagentes, já houve no
mínimo uma substância composta.
CaO(s) + H2O(l) → Ca(OH)2(s)
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Rçs de análise ou decomposição: são aquelas em que uma
substância se divide em duas ou mais substâncias de estruturas
mais simples.
Ex.: 2 NaN3(s) → 3 N2(g) + 2 Na(s)
Um composto de sódio (NaN3(s)) é utilizado nos air-bags — dispositivos de segurança
presentes em muitos automóveis. Quando esses dispositivos são acionados, a rápida
decomposição do NaN3(s) origina N2(g), e esse gás infla os air-bags.
Em geral: AB → A + B
VÁRIAS SUBSTÂNCIASÚNICA SUBSTÂNCIA
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Rçs de análise ou decomposição: Certas reações de análise ou
decomposição recebem nomes especiais como:
→Pirólise: decomposição pelo calor (Δ)
Ex.: 2 Cu(NO3)2(s)
Δ
2 CuO(s) + 4 NO2(g) + O2(g)
→Fotólise: decomposição pela luz
Ex.: 2 H2O2
𝑙𝑢𝑧
2 H2O + O2
→Eletrólise: decomposição pela eletricidade (Δ)
Ex.: 2 H2O
Δ𝑉
2 H2 + O2
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Rçs de deslocamento ou de substituição ou de simples troca:
quando uma substância simples reage com uma composta,
originando uma nova substância simples e outra composta.
Ex.: Fe(s) + CuSO4(aq) → FeSO4(aq) + Cu(s)
Exemplo:
Mergulhe um prego (ferro) numa solução de sulfato de cobre (CuSO4); retire o prego após
alguns minutos; ele estará avermelhado – é uma camada de cobre.
Em geral: A + XY → AY + X
SUBSTÂNCIA
SIMPLES
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
SUBSTÂNCIA
SIMPLES
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
SEGUNDO A VARIAÇÃO DE COMPLEXIDADE DAS SUBSTÂNCIAS ENVOLVIDAS
▪ Reações de dupla troca ou de dupla substituição: quando duas
substâncias compostas reagem, originando duas novas substâncias
compostas.
Ex.: AgNO3(aq) + KCl(aq) → AgCl(s) + KNO3(aq)
Misturar uma solução de nitrato de prata (AgNO3) com uma solução de cloreto de potássio
(KCl) resultará numa solução de nitrato de potássio (KNO3) e um precipitado de cloreto de
prata (AgCl).
Em geral: AB + XY → AY + XB
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
SUBSTÂNCIA
COMPOSTA
REAÇÕES DE COMBUSTÃO
▪ O oxigênio em excesso (normalmente disponível no ar) se combina
com compostos orgânicos formados de C/H/O resultando em
dióxido de carbono e água:
Ex.: C9H20(l) + 14 O2(g) → 9 CO2(g) + 10 H2O(g)
REAÇÕES DE NEUTRALIZAÇÃO OU ÁCIDO-BASE
▪ Um ácido, que contribui com íon H+, e uma base, que contribui
com íons OH−, sofrem metátese, formando água (HOH) e um sal.
HCl + NaOH → NaCl + HOH
2 HNO3 + Mg(OH)2 → Mg(NO3)2 + 2 HOH
REAÇÕES METAL-ÁCIDO
▪ Um ácido, como o HCl, HF ou H2CO3, e um metal mais
quimicamente reativo que o hidrogênio do ácido reagem
formando um sal e o gás hidrogênio.
HCl + 2 Na → 2 NaCl + H2
2 HNO3 + Mg → Mg(NO3)2 + H2
OBSERVAÇÃO:
As várias reações estudadas não se excluem mutuamente. De fato, a
queima do carvão que é uma reação de combustão:
C(s) + O2(g) → CO2(g)
pode ser classificada, ao mesmo tempo, como reação
→exotérmica
→rápida
→irreversível
→de oxi-redução e
→de síntese
CINÉTICA QUÍMICA
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Consigo explicar e exemplificar o significado da
velocidade de uma reação química?
□ Observando um gráfico tempo (t) vs. concentração ([ ]),
sou capaz de explicar a variação das concentrações dos
reagentes e produtos e sua relação estequiométrica?
□ Posso explanar o significado da
− velocidade média e
− velocidade instantânea?
□ Sou capaz de determinar a lei de velocidade de uma
reação química em função dos reagentes ou produtos?
□ Inspecionando a lei de velocidade de uma reação
química, posso determinar as unidades da constante
cinética da reação, k?
□ Inspecionando a lei de velocidade de uma reação
química, posso determinar a ordem de reação para cada
espécie química e a ordem total da reação?
□ Posso determinara lei de velocidade e constante de
velocidade, k, de uma reação química pelo método das
velocidades iniciais?
□ Sou capaz de reconhecer graficamente uma reação de
− primeira ordem
− segunda ordem
− ordem zero?
□ Posso indicar as leis de velocidade integradas para cada
ordem (primeira, segunda, zero) de reação e as unidades
de suas respectivas constantes de velocidade, k?
□ Tendo como dado uma a tabela de variação de tempo (t)
vs. concentração ([ ]), consigo determinar graficamente a
ordem (primeira, segunda, zero) de uma reação e sua
constante de velocidade, também graficamente?
□ Posso entender e explicar a relação entre a constante de
velocidade, k, e a velocidade de uma reação química?
□ Consigo explicar o significado do tempo de media vida de
uma reação, t1/2?
□ Consigo reconhecer e determinar o tempo de media vida
t1/2 para cada ordem de reação (primeira, segunda, zero)?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 2, pág. 616-635
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
A Cinética Química estuda a velocidade
com que ocorrem as reações químicas.
▪ Cinética: movimento,
transformação, mudança
▪ Energia cinética: energia associada
ao movimento de um objeto
▪ Cinética Química: Refere-se à
variação de concentração de um
reagente ou de um produto com o
tempo (e.g.: M/s, g/s)
CINÉTICA QUÍMICA
▪Estado físico dos reagentes
→(s), (l), (aq), (g)
▪Tamanho e forma
▪[R]: as concentrações dos
reagentes
▪T: a temperatura na qual a
reação ocorre
▪Catalisadores: a presença de um
catalisador.
CINÉTICA QUÍMICA: FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE REAÇÕES
Onde ∆ 𝐴 𝑒 ∆ 𝐵 são variações de concentração durante o
intervalo de tempo ∆𝑡.
A → B
▪ Em geral é mais conveniente representar a velocidade de uma
reacção em termos da variação da concentração com o tempo
𝑉𝑟𝑒𝑎çã𝑜 =
𝑑 𝐵
𝑑𝑡
𝑉𝑟𝑒𝑎çã𝑜 = −
𝑑 𝐴
𝑑𝑡
VELOCIDADE DA REAÇÃO
A velocidade de uma reação é sempre positiva.
VELOCIDADE DA REAÇÃO E A ESTEQUIOMETRIA DA REAÇÃO
2 HCl → H2 +Cl2
𝑉𝑟𝑒𝑎çã𝑜 = −
𝟏
𝟐
𝑑 𝐻𝐼
𝑑𝑡
=
𝑑 𝐻2
𝑑𝑡
=
𝑑 𝐼2
𝑑𝑡
αA + βB→ γC + δD
𝑉𝑟𝑒𝑎çã𝑜 = −
𝟏
𝜶
𝑑 𝐴
𝑑𝑡
= −
𝟏
β
𝑑 𝐵
𝑑𝑡
=
𝟏
γ
𝑑 𝐶
𝑑𝑡
=
𝟏
δ
𝑑 𝐷
𝑑𝑡
A velocidade da
reacção é
constante?
Não sempre!
VELOCIDADE DA REAÇÃO
0
5
10
15
20
25
30
35
40
0 10 20 30 40 50 60 70 80
C
o
n
ce
n
tr
aç
ão
(M
)
t (s)
Velocidade Média
Em cada um destes intervalos
de tempo é diferente
A→ B
VELOCIDADE DA REAÇÃO
0
5
10
15
20
25
30
35
40
0 10 20 30 40 50 60 70 80
C
o
n
ce
n
tr
aç
ão
(M
)
t (s)
Velocidade Instantânea
linha tangente, em cada um destes
instantes (pontos) é diferente
A→ BA velocidade da
reacção é
constante?
Não sempre!
𝑎𝐴 + 𝑏𝐵 → 𝑐𝐶 + 𝑑𝐷
𝑉𝑟 = 𝑘 𝐴
𝑥 𝐵 𝑦
Ordem da
reação
Constante de
velocidade
LEI DA VELOCIDADE DA REAÇÃO
A ordem da reação não tem relação com a
estequiometria da reação
▪ A velocidade da reação em um determinado tempo (t) está
relacionada com as concentrações das espécies presentes.
▪ x e y são números inteiros ou semi-inteiros ou valores negativos.
Esse valores não necessariamente coincidem com os coeficientes
estequiométricos da reação química.
▪ A constante k tem unidades que dependem da ordem da reação.
Também, k representa uma medida conveniente da reatividade
química.
▪ A velocidade da reação, e portanto x, y e k, só poderá ser
determinada experimentalmente.
LEI DA VELOCIDADE DA REAÇÃO
𝑉𝑟𝑥 = 𝑘 𝐴
𝑥 𝐵 𝑦
2𝑁𝑂(𝑔) + 2𝐻2 𝑔 → 𝑁2 𝑔 + 2𝐻2𝑂(𝑔)
[NO] (M) [H2](M) Velocidade inicial
(M/s)
5 × 10−3 2 × 10−3 1,25 × 10−5
10 × 10−3 2 × 10−3 5,00 × 10−5
10 × 10−3 4 × 10−3 10,00 × 10−5
MÉTODO DAS VELOCIDADES
INICIAIS
A reacção do Oxido nítrico
com o hidrogénio a 1.280 °C
(a) Determinar a velocidade
de reacção quando
[NO]= 12 × 10−3M e
[H2]= 6 × 10
−3M
b) A constante de
velocidade, k.
LEI DA VELOCIDADE DA REAÇÃO
[NO] (M) [H2](M) Velocidade inicial (M/s)
5,00 × 10−3 2,00 × 10−3 1,25 × 10−5
10,00 × 10−3 2,00 × 10−3 5,00,× 10−5
10,00 × 10−3 4,00 × 10−3 10,00 × 10−5
Lei da velocidade
𝑉 = k A x B y
Como determinar x e y?
Mantendo a concentração de H2
constante e dobrando concentração de NO
vemos que velocidade da reacção
quadruplica
4 =
𝑘 𝑁𝑂 𝑥 𝐻2
𝑦
𝑘 𝑁𝑂 𝑥 𝐻2 𝑦
𝑉2
𝑉1
=
𝑘 𝐴2
𝑥 𝐵2
𝑦
𝑘 𝐴1
𝑥 𝐵1
𝑦
Exp. 1
Exp. 2
Exp. 3
[NO] (M) [H2](M) Velocidade inicial (M/s)
5,00 × 10−3 2,00 × 10−3 1,25 × 10−5
10,00 × 10−3 2,00 × 10−3 5,00,× 10−5
10,00 × 10−3 4,00 × 10−3 10,00 × 10−5
A ordem global é dada por (2+1) ou
seja a reacção é de terceira ordem
5,00,× 10−5
1,25 × 10−5
=
𝑘 10 × 10−3 𝑥 2 × 10−3 𝑦
𝑘 5 × 10−3 𝑥 2 × 10−32 𝑦
4 = 2𝑥
𝑥 = 2
10,00 × 10−5
5,00,× 10−5
=
𝑘 10 × 10−3 𝑥 4 × 10−3 𝑦
𝑘 10 × 10−3 𝑥 2 × 10−32 𝑦
𝑉3
𝑉2
=
𝑘 𝐴3
𝑥 𝐵3
𝑦
𝑘 𝐴2
𝑥 𝐵2
𝑦
2 = 2𝑦
𝑦 = 1𝑉 = 𝑘 𝑁𝑂 2 𝐻2
1
Exp. 1
Exp. 2
Exp. 3
𝑉2
𝑉1
=
𝑘 𝐴2
𝑥 𝐵2
𝑦
𝑘 𝐴1
𝑥 𝐵1
𝑦 =
𝑘 𝑁𝑂 𝑥 𝐻2
𝑦
𝑘 𝑁𝑂 𝑥 𝐻2 𝑦
b) A constante de velocidade k
[NO] (M) [H2](M) Velocidade inicial (M/s)
5,00 × 10−3 2,00 × 10−3 1,25 × 10−5
10,00 × 10−3 2,00 × 10−3 5,00,× 10−5
10,00 × 10−3 4,00 × 10−3 10,00 × 10−5
V = k A x B y
𝑉 = k NO 2 H2
1
k =
V
NO 2 H2 1
k =
1,25 × 10−5
5,00 × 10−3 2 2,00 × 10−3 1
k = 2,50 × 102M−2s−1
c) Velocidade de reacção quando
[NO]= 12,00 × 10−3M e
[H2]= 6,00 × 10
−3M
V = 2,50 × 102 12,00 × 10−3 2 6,00 × 10−3 1
V = 2,20 × 10−4Ms−1
𝑉 = k NO 2 H2
1
LEIS DE VELOCIDADE DA REAÇÃO INTEGRADA
▪ Suposições
a) A rç ocorre a T constante
b) O volume é constante
c) A rç é irreversível
REAÇÃO DE PRIMEIRA ORDEM
▪ Reação de primeira ordem
a) Primeira ordem com respeito ao
reagente
b) Zero ordem qualquer outra
espécie química
𝐴 → 𝑍
𝐴 → 2𝑍
𝐴 + 𝐵 → 𝑍
Generalizando: α𝐴 → 𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑉𝑟𝑥 = −
1
α
𝑑[𝐴]
𝑑𝑡
= 𝑘[𝐴]
𝐴 = [𝐴]0𝑒
−𝑘𝑡
𝑙𝑛 𝐴 = −𝑘𝑡 + 𝑙𝑛[𝐴]0
REAÇÃO DE SEGUNDA ORDEM
▪ Rç de segunda ordem
a) Vrx pode ser proporcional ao produto
de dos reagentes iguais
𝐴 + 𝐴 → 𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑉𝑟𝑥 = 𝑘[𝐴]
2
b) ou um produto de dos reagentes
diferentes
𝐴 + 𝐵 → 𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑉𝑟𝑥 = 𝑘 𝐴 [𝐵]
Tomando 𝑉𝑟𝑥 = 𝑘[𝐴]
2
𝑉𝑟𝑥 = −
1
α
𝑑 𝐴
𝑑𝑡
= 𝑘 𝐴 2
1
[𝐴]
= −𝑘𝑡 +
1
[𝐴]0
REAÇÃO DE ORDEM ZERO
▪ Rx de ordem zero
a) Envolvem apenas um reagente
b) A velocidade é independente da
concentração do reagente
Ex.:
𝑂𝐶𝑙−
𝑐𝑎𝑡𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑟
2𝐶𝑙− + 𝑂2
Generalizando
α𝐴 → 𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑉𝑟𝑥 = −
1
α
𝑑 𝐴
𝑑𝑡
= −𝑘 𝐴 0
𝐴 = −𝑘𝑡 + 𝐴 0
A CONSTANTE k E A VELOCIDADE DE REAÇÃO
▪ As curvas mais claras correspondem as do
decaimento de primeira ordem com
velocidade inicial igual à da de segunda
ordem.
▪ O decaimento exponencial de um reagente,
de uma reação de primeira ordem, permite
verificarmos que quanto maior for a
constante de velocidade, mais rápido será o
decaimento.
▪ k representa uma medida conveniente da
reatividade química.
TEMPO DE MEIA VIDA, t1/2
▪ t1/2
Tempo
requerido
para que a
concentração
alcance a
metade do
valor inicial.
[𝑨]𝒕𝟎
[𝐴]𝑡1
[𝐴]𝑡2
[𝑨]𝒕𝟑=
𝟏
𝟐[𝑨]𝒕𝟎
[𝐴]𝑡4
t1/2
Ordem t1/2
0 [𝐴]0
2𝑘𝐴
1 𝑙𝑛2
𝑘𝐴
2 1
𝑘𝐴[𝐴]0
CATALISADORES
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de entender e explicar, com exemplos, o
efeito de um catalisador na velocidade de umareação (inibir, acelerar)?
□ Logro explicar a diferença do gráfico Energia vs.
Caminho da reação para os casos de uma reação
com catalisador e a mesma sem catalizador?
□ Consigo e explicar, com exemplos, a diferença entre
catálise homogênea e catálise heterogênea?
□ Posso explicar o processo da catálise enzimática,
incluindo os termos enzima, substrato, complexo
substrato-enzima?
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 635-651
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
CATALISADOR
▪ Substância que aumenta ou diminui a
vr.
▪ A vr aumenta usando um catalisador, é
por que este faz diminuir a Ea.
▪ A vr diminui usando um catalisador, é
por que este faz aumentar a Ea.
▪ O catalizador não está presente na
reação global da reação.
▪ Teoricamente, não sofre nenhuma
alteração tanto em quantidade como
em eficiência, é mais pode ser
reusado.
CATÁLISE: CATÁLISE HOMOGÊNEA
▪ Os reagentes e o catalizador estão
apresentam o mesmo estado físico.
O peróxido de hidrogênio decompõe-
se lentamente:
2H2O2(aq) → 2H2O(l) + O2(g)
Na presença do íon bromo, a
decomposição ocorre rapidamente
2H2O2(aq) → 2H2O(l) + O2(g)
CATÁLISE: HETEROGÊNEA
▪A maioria dos catalizadores industriais são
heterogêneos:
→ catalizador sólido reagente e produtos gasosos:
conversores catalíticos dos carros.
→ A reação catalizadora acontece nos lugares
ativos da superfície do catalizador.
→ os gases são adsorvidos na superfície do
catalizador, formando ligações fracas com os
átomos metálicos do catalizador.
▪Exemplos de catalisadores que entram na
catálise heterogênea:
→ metais de transição
→ óxidos de metais de transição
→ zeolitos
→ sílica/alumina
CATÁLISE
▪Quando um átomo de H colide com uma
molécula de etileno na superfície, a ligação
π C/C se quebra e uma ligação σ C/H se
forma.
▪Quando o C2H6 é formado, ele solta da
superfície.
▪Quando o etileno e o hidrogênio são
adsorvidos em uma superfície, necessita-se
de menos energia para quebrar as ligações
e a energia de ativação para a reação é
reduzida.
CATÁLISE ENZIMÁTICA
CATÁLISE ENZIMÁTICA
http://www.fc.up.pt/A-quimica-do-dia-a-dia/catalise.html
CINÉTICA QUÍMICA
TEORIA DAS COLISÕES
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Sou capaz de entender e explicar as ideias básicas da Teoria
das Colisões?
□ Consigo explicar a relação entre a velocidade de uma reação
e o número de colisões por unidade de tempo numa reação
química?
□ Posso entender e explanar o significado de Energia mínima
de reação ou Energia de Ativação, 𝐸𝑎, de uma reação
química?
□ Posso entender e definir o termo colisão efetiva de uma
reação química?
□ Posso entender e explicar o significado do termo Complexo
Ativado ou Estado de Transição de uma reação química?
□ Sou capaz de entender e explicar o significado do termo
Complexo Ativado de uma reação química?
□ Usando um diagrama de Energia vs. Progresso da reação,
consigo explicar a posição dos reagentes, produtos, energia
de ativação (𝐸𝑎) e do complexo ativado?
□ Posso definir uma reação exotérmica ou reação
endotérmica?
□ Mediante a equação de Arrhenius, consigo entender a
dependência da constante de equilíbrio, k, e a temperatura,
T?
□ Mediante um gráfico 1/T vs. lnk, sou capaz de obtiver a
Energia de Ativação, 𝐸𝑎, da reação?
□ Consigo entender y explicar por que uma reação acontece
em várias etapas?
□ Sou capaz de entender e explicar a etapa determinante da
velocidade de uma reação?
□ Tenho a capacidade de identificar as etapas lentas e a rápida
num diagrama Progresso da reação vs. Energia Potencial?
□ Sou capaz de entender e explicar, com exemplos, os fatores
que afetam a velocidade de uma reação?
− estado físico dos reagentes (s, l, g, aq)
− superfície do contato
− concentração dos reagentes
− temperatura da reação
− presença de um catalizador
Referência:
• Kotz (2014), Química Geral vol. 1, pág. 635-651
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
APLICANDO A TEORIA DAS COLISÕES À
CINÉTICA QUÍMICA
▪ As reacções químicas ocorrem
como consequência de colisões
entre as moléculas dos reagentes*.
▪ Então deveremos esperar que a
velocidade da reação seja
diretamente proporcional ao
número de colisões moleculares
por unidade de tempo.
𝑉𝑟 ∝
#𝑐𝑜𝑙𝑖𝑠õ𝑒𝑠
∆𝑡
REAÇÕES QUÍMICAS E COLISÕES
Mas, não é suficiente colidir, precisa-se
suficiente energia para formar o
produto.
(*) Existem algumas exceções, quais são?
▪ Quando duas moléculas
colidem têm de possuir uma
energia cinética igual ou
superior à sua Energia de
Ativação, 𝐸𝑎.
▪ 𝐸𝑎 é a energia necessária
mínima para que se inicie a
reacção química.
Esta Energia mínima é fundamental para que as
moléculas formem um complexo activado -
Estado de Transição.
ENERGIA DE ATIVAÇÃO E DEPENDÊNCIA DA VELOCIDADE À TEMPERATURA
REAGENTES
+
+
PRODUTOS
COLISÃO NÃO EFETIVA
NÃO SE FORMA
PRODUTO
ENERGIA DE ATIVAÇÃO E DEPENDÊNCIA DA VELOCIDADE À TEMPERATURA
COLISÃO
EFETIVA
COMPLEXO
ATIVADO
SE A E > Ea
FORMAÇÃO DE
PRODUTOS
RETORNO A
REAGENTES
Estado de
Transição
𝑬𝒂
A+B
C+D
En
er
gi
a
Po
te
n
ci
al
ER
EP
Progresso da reacção
Estado de
Transição
𝑬𝒂
R
P
En
er
gi
a
Po
te
n
ci
al
ER
EP
Progresso da
reacção
𝑬𝒂
R
P
Estado de
Transição
Progresso da
reacção
ER
EP
En
er
gi
a
Po
te
n
ci
al
FRIOCALOR
▪ Esta reação será
acompanhada da
libertação de calor se
os produtos forem
mais estáveis que os
reagentes: Reação
Exotérmica.
▪ Caso contrário irão
absorver calor do
meio circundante:
Reação Endotérmica.
TEMPERATURA, VELOCIDADE DE REAÇÃO E ENERGIA DE ATIVAÇÃO
▪ Velocidades das reações
dependem da energia e da
frequência das colisões entre as
moléculas reagentes, da
temperatura e do tipo de colisão é
resumida pela equação de
Arrhenius.
▪ A dependência da constante de
velocidade, k, com a temperatura.
→Aumento da Temperatura
conduz a um aumento da
velocidade da reação.
𝑘 = 𝐴𝑒(
−𝐸𝑎
𝑅 )(
1
𝑇)
▪ A: fator de frequência
→ representa a
frequência das
colisões (L/mol.s)
→ constante para um
dado sistema
reacional numa gama
de temperaturas
bastante alargada.
TEMPERATURA, VELOCIDADE DE REAÇÃO E ENERGIA DE ATIVAÇÃO
▪ Fração de moléculas
que apresentam o
mínimo de energia
necessária para reagir
→Valor menor do que 1
→depende da
temperatura
𝑘 = 𝐴𝑒−
𝐸𝑎
𝑅𝑇
ln 𝑘 = ln𝐴𝑒−
𝐸𝑎
𝑅𝑇
ln 𝑘 = ln𝐴 −
𝐸𝑎
𝑅𝑇
ln 𝑘 = −
𝐸𝑎
𝑅
(
1
𝑇
) + ln𝐴
𝑦 = 𝑚𝑥 + 𝑏
ln
𝑘
1
𝑇
Como poderemos estimar a Ea para
uma dada temperatura? Gráfico 1/T vs. lnk
TEMPERATURA, VELOCIDADE DE REAÇÃO E ENERGIA DE ATIVAÇÃO
Nro. de moléculas que
participam como
reagentes numa etapa
elementar
Processo
unimolecular:
A → produtos
Processo
bimolecular:
A + B → produtos
A ordem de uma etapa
elementar é igual a sua
molecularidade!
Processo
unimolecular:
v = k[A]
Processo
bimolecular:
v = k[A][B]
Etapa determinante da
reação
Em mecanismos com várias
etapas, a vr total é
determinada pela v da
etapa mais lenta.
A etapa determinante
da v governa a Lei de
Velocidade para a
reação como um todo
MOLECULARIDADE E MECANISMO DA REAÇÃO
ETAPA DETERMINANTE DE VELOCIDADE
• NO2(g) + NO2(g) → NO3(g) + NO(g) (LENTA)
• v = k[NO2]
2ETAPA 1
• NO3(g) + CO(g) → NO2(g) + CO2(g) (RÁPIDA)
• v = k[NO3].[CO]
ETAPA 2
• NO2(g) + CO(g) → NO(g) + CO2(g)
• v = k[NO2]2
Reação
Total
NO2(g) + CO(g) → NO(g) + CO2(g)
ETAPA DETERMINANTE DE VELOCIDADE
FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE
▪ Baseando-se na Teoria das Colisões,há vários fatores que podem
afetar as velocidades das reações químicas:
▪ Existem quatro fatores responsáveis para que ocorra variação das
velocidades de reações
• O ESTADO
FÍSICO DOS
REAGENTES
(s), (l), (g),
(aq)
• AS
CNCNTRAÇÕES
DOS REAGENTES
[R]
• A
TEMPERATURA
NA QUAL A
REAÇÃO
OCORRE
T
• PRESENÇA DE
UM
CATALISADOR.
CAT
(INH/ACL)
SUPERFÍCIE DE CONTATO
Fe(limalha) + H2SO4(aq) →FeSO4(aq) + H2(g) (v2)
Fe(prego) + H2SO4(aq) → FeSO4(aq) + H2(g) (v1)
Quanto maior o grau de dispersão de um
sólido, maior será sua superfície e maior
será a velocidade da reação na qual ele é
o reagente.
EQUILÍBRIO QUÍMICO
PRINCÍPIOS GERAIS
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
PONTOS IMPORTANTES EM ESTA SEÇÃO
□ Entender o significado do Equilíbrio Químico
□ Velocidade de reação direta vs. Velocidade de reação
inversa
□ Interpretar graficos de concentração vs. tempo;
□ Interpretar, determinar e analisar a constante de
equilíbrio, 𝐾, e a lei de ação das massas
□ Entender o significado da Atividade (𝒜) e do
Coeficiente de Atividade (𝑄)
□ Sentido de uma reação, 𝑄 vs 𝐾
□ O Princípio de Lechatelier
□ Resolver problemas qualitativos e quantitativos do
equilíbrio químico.
pH do mar entre 7,4 e 8,5
EQUILÍBRIO QUÍMICO: IDEIAS BÁSICAS
▪ Todas (?) as RQs tendem alcançar o equilíbrio químico (EQ);
▪ Quando as velocidades das reacções directa e inversa forem
iguais e as concentrações dos reagentes e dos produtos não
variarem com o tempo, atinge-se o equilíbrio químico;
▪ O EQ não é alcançado instantaneamente;
▪ O EQ está definido pela Lei da Ação das Massas, K;
▪ Segundo o Princípio de Le Châtelier, o EQ quando
perturbado (ΔV, Δp, ΔT, Δ[ ]) o sistema tende retornar
novamente ao equilibrio (K), deslocando reagentes ou
produtos.
EQUILÍBRIO QUÍMICO
[ ]0 [ ]0 [ ]0 EquilíbrioEquilíbrioEquilíbrio
N2O4(g) → 2NO2(g) 2NO2(g) → N2O4(g)
Equilíbrio
As reações químicas atingem um estado de
equilíbrio dinâmico no qual a velocidade das
reações direta (vd) e inversa (vi) é a mesma e não
há mudança de composição.
Reação Química
É o processo de mudança ou conversão de uma ou mais substâncias em outras.
Vd E Vi
A B Reação Direta, vd
B A Reação Inversa, vi
Equilíbrio Dinâmico
vd = vi
[A]eq = constante
[B]eq = constante
A B 𝑣𝑑 = 𝑘[𝐴]
B A 𝑣𝑖 = 𝑘′[𝐵]
A CONSTATE DE EQUILÍBRIO, K
▪ Velocidade da reação em qualquer instante:
𝑑[𝐴]
𝑑𝑡 = −𝑘 𝐴 + 𝑘
′[𝐵]
▪ Concentrações no início: [A] = [A]0 e [B] = 0
▪ Em qualquer momento: [A] + [B] = [A]0
Consomem Produzem
A CONSTATE DE EQUILÍBRIO, K
▪ Em qualquer instante:
𝑑[𝐴]
𝑑𝑡
= −𝑘 𝐴 + 𝑘′ 𝐴 0− 𝐴 = − 𝑘 + 𝑘
′ 𝐴 + 𝑘′[𝐵]
▪ Cuja solução é 𝐴 =
𝑘′+𝑘𝑒− 𝑘+𝑘
′ 𝑡
𝑘+𝑘′
𝐴 0
▪ Para t→∞ (concentrações em equilíbrio)
𝐴 =
𝑘′
𝑘 + 𝑘′
𝐴 0 𝐴 0 =
𝑘 + 𝑘′
𝑘′
[𝐴]
𝐵 = 𝐴 0 − 𝐴 =
𝑘+𝑘′
𝑘′
𝐴 − 𝐴 = 𝐴 (
𝑘
𝑘′
)
𝐾 =
[𝐵]
[𝐴]
=
𝑘
𝑘′
Para uma reação global se temos concentrações:
𝑎𝐴 + 𝑏𝐵 ⇌ 𝑐𝐶 + 𝑑𝐷
𝑣𝑑 = 𝑣𝑖
𝐾𝑐 =
𝐶 𝑐 𝐷 𝑑
𝐴 𝑎 𝐵 𝑏
▪ Kc
→ Constante de equilíbrio
→ [C]: Concentrações no equilíbrio
→ M (mol/L)
LEI DE AÇAO DAS MASSAS: CONSTANTE DE EQUILÍBRIO (Kc)
Kc: CONSTANTE DE EQUILÍBRIO
N2O4(g) ⇌ 2NO2(g)
𝐾𝑐 =
𝑁𝑂2
2
[𝑁2𝑂4]
▪ Reações em fase gasosa: as concentrações dos
reagentes e dos produtos também podem ser
expressas em termos de suas pressões parciais.
N2O4(g) ⇌ 2NO2(g)
Podemos escrever:
𝐾𝑝 =
𝑝𝑁𝑂2
2
𝑝𝑁2𝑂4
▪ Kp
→Constante de equilíbrio gasoso;
→pJ: pressão parcial de J no equilíbrio;
→Pressão em atm.
Kp: CONSTANTE DE EQUILÍBRIO PARA GASES
RELAÇÃO ENTRE Kc E Kp
𝐾𝑝 = 𝐾𝑐(𝑅𝑇)Δ𝑛
→Só se reagentes e produtos são gases
→R = 0,0821 L.atm/K.mol
→∆n = (moles de produtos no estado gasoso) – (moles de reagentes no estado gasoso)
Exemplo
1N2O4 (g) ⇌ 2NO2 (g) 𝐾𝑝 = 𝐾𝑐(𝑅𝑇)
Δ𝑛
Δn = (2) – (1) = 1 𝐾𝑝 = 𝐾𝑐 𝑅𝑇 1
𝑎𝐴 + 𝑏𝐵 ⇌ 𝑐𝐶 + 𝑑𝐷
𝐾 =
𝒜𝐶
𝑐𝒜𝐷
𝑑
𝒜𝐴
𝑎𝒜𝐵
𝑏
𝒜𝐽 = [𝐽]𝛾𝐽
→𝒜: Atividade de J
→ [J]: Concentração de J
→𝛾𝐽: Coeficiente de atividade de J
→𝛾 mede o desvio do
comportamento ideal.
K, ATIVIDADE (𝒜) E O COEFICIENTE DE ATIVIDADE (𝛾)
𝐾 =
𝒜𝐶
𝑐𝒜𝐷
𝑑
𝒜𝐴
𝑎𝒜𝐵
𝑏 =
𝐶 𝑐𝛾𝐶
𝑐 𝐷 𝑑𝛾𝐷
𝑑
𝐴 𝑎𝛾𝐴
𝑎 𝐵 𝑏𝛾𝐵
𝑏
𝐾 =
𝐶 𝑐 𝐷 𝑑
𝐴 𝑎 𝐵 𝑏
𝛾𝐶
𝑐𝛾𝐷
𝑑
𝛾𝐴
𝑎𝛾𝐵
𝑏
𝑙𝑜𝑔𝛾𝐽 =
−0,51𝑧𝐽
2 𝜇
1 + (𝛼𝐽
𝜇
305)
→ 𝑧𝐽: carga da espécie J, ±z
→ μ: força iônica da solução
→ 𝜇 =
1
2
σ𝑗 𝐶𝑗𝑧𝑗
2
→ 𝛼𝐽: tamanho do íon na solução (pm)
Uma RQ pode ser:
▪Homogénea
→sólida (s)
→líquida (l)
→aquosa (aq)
→gás (g)
▪Heterogénea
K EM SISTEMAS HOMOGÉNEOS E HETEROGÉNIOS
Todas as espécies
na RQ estão em
uma fase só.
As espécies na RQ
estão em
diferentes fases
(ao menos uma).
CaCO3(s)⇌ CaO(s) + CO2(g)
𝐾 =
1/2 N2(g) + 3/2 H2(g) ⇌ NH3(g)
𝐾 =
K EM SISTEMAS HOMOGÊNEOS E HETEROGÊNIOS
Substância Atividade Forma simplificada
GÁS
IDEAL
𝒜𝐽 = Τ𝑝𝐽 𝑝
𝑜 𝒜𝐽 = 𝑝𝐽
SOLUTO EM
SOLUÇÃO DILUÍDA
𝒜𝐽 = Τ[𝐽] 𝐶
𝑜 𝒜𝐽 = [𝐽]
SÓLIDO (s) ou
LÍQUIDO (l) PUROS
𝒜𝐽 = 1 𝒜𝐽 = 1
𝑝𝑜: pressão padrão;
𝐶𝑜: concentração padrão.
CaCO3(s)⇌ CaO(s) + CO2(g)
𝐾𝑐 = [𝐶𝑂2]
𝐾𝑝 = 𝑝𝐶𝑂2
Se a T é cte., no equilíbrio 𝑝𝐶𝑂2:
→Constante e
→Independente das quantidades da
fase sólida, no exemplo
CaCO3(s) e CaO(s)
Sistema Fechado
K EM SISTEMAS HOMOGÊNEOS E HETEROGÊNIOS
▪ Escreva as expressões de equilíbrio (ação de
massa) para cada uma das seguintes reações:
a) 𝑆𝑂2 𝑔 +½𝑂2 𝑔 ⇌ 𝑆𝑂3(𝑔)
b) 𝑍𝑛2+ 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑆 𝑔 ⇌ 𝑍𝑛𝑆 𝑠 + 2𝐻
+(𝑎𝑞)
c) 𝐻𝐶𝑙 𝑔 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝑙−(𝑎𝑞)
PROBLEMAS
▪Quando a K for
elevada (103 ≪ 𝐾), o
EQ estará deslocado
(favorecido) para os
produtos.
▪Quando a K for baixa,
(K ≪ 10−3) o EQ
estará deslocado
(favorecido) para os
reagentes.
SENTIDO DE UMA REAÇAÕ NO EQUILÍBRIO
▪ Para cada uma das seguintes equações,
quem são os produtos ou reagentes
favorecidos?
a) 𝐴𝑔𝐶𝑙 𝑠 ⇌ 𝐴𝑔+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝑙− 𝑎𝑞
𝐾 = 1,8 × 10−10
b) 𝐶𝑎2+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝑂3
2−(𝑎𝑞) ⇌ 𝐶𝑎𝐶𝑂3(𝑠)
𝐾 = 2,1 × 108
c) 𝑁2𝑂4 ⇌ 2𝑁𝑂2
𝐾 = 1,10
Considerando a RçQ hipotética: A+ B ⟶ C+ D
▪ O quociente da reação é definida como:
onde [A], [B], [C] e [D] concentrações de não equilíbrio, 𝑣𝑑 ≠ 𝑣𝑖
SENTIDO DE UMA REAÇAÕ EM NÃO EQUILÍBRIO
▪ Para determinar o sentido a reação até atingir o equilíbrio,
compara-se os valores de K e Q.
Podem ocorrer três situações:
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 < 𝐾
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 > 𝐾
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 = 𝐾
𝑄 =
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 < 𝐾
▪ A razão entre as concentrações
iniciais dos produtos e dos
reagentes é muito pequena.
▪ Para atinjir o equilíbrio, os
reagentes têm de ser
convertidos em produtos.
▪ O sistema evolui (se desloca)
de esquerda para direita até
atingir o equilíbrio.
A + B → C + D
SENTIDO DE UMA REAÇAÕ EM NÃO EQUILÍBRIO
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 > 𝐾
▪ A razão entre as concentrações
iniciais dos produtos e as
concentrações dos reagentes é
muito grande.
▪ Para atingir o equilíbrio, os
produtos têm se converter a
reagentes.
▪ O sistema evolui (se desloca)
da direita para a esquerda até
atingir o equilíbrio.
A + B ← C + D
𝐶 [𝐷]
𝐴 [𝐵]
= 𝑄 = 𝐾
▪ As concentrações iniciais são as
concentrações de equilíbrio.
▪ O sistema está em equilíbrio.
A + B⇌ C + D
▪ Responda as seguintes questões
com relação ao equilíbrio
𝑏𝑢𝑡𝑎𝑛𝑜 ⇌ 𝑖𝑠𝑜𝑏𝑢𝑡𝑎𝑛𝑜 𝐾 = 2,5 𝑎 298 𝐾
a) O sistema está em equilíbrioquando [butano]=0,97 M e
[isobutano]=2,18 M? Se não
estiver em equilíbrio, em que
direção a reação prossegue
para atingir o equilíbrio?
SENTIDO DE UMA REAÇAÕ EM NÃO EQUILÍBRIO
⇌
b)O sistema está em equilíbrio
quando [butano]=0,75 M e
[isobutano]=2,60 M? Se não
estiver em equilíbrio, em que
direção a reação prossegue
para atingir o equilíbrio?
PROBLEMAS
▪ O ácido acético, CH3COOH, tem uma propriedade peculiar de ser
um agente retardante para o concreto em concentrações baixas e
um acelerador em altas concentrações. Uma solução de ácido
acético no equilíbrio com íons hidrogênio e íons acetato, CH3COO
‒,
pode ser perturbada de várias maneiras. Preveja a variação no
quociente de reação, Q, quando:
a) acetato de sódio é adicionado ao sistema,
b)ácido acético adicional é adicionado ao sistema, e
c) hidróxido de sódio é adicionado ao sistema.
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻 𝑎𝑞 ⇌ 𝐻
+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
− 𝑎𝑞
Quando o equilíbrio é perturbado,
desloca-se para compensar:
→adição/remoção de reagentes;
→adição/remoção de produtos;
→compresão/expasão do volume;
→aumento/diminuiçaõ da pressão;
→aumento/diminuição de temperatura
(calor/esfriamento).
Mas, antes de nada, observar bem a lei de
ação das massas,
SEMPRE!
PERTURBAÇÃO DO EQUILÍBRIO E O PRINCÍPIO DE LE CHÂTELIER
SISTEMA EM
EQUILÍBRIO-1
SISTEMA
PERTURBADO
SISTEMA EM
EQUILÍBRIO-2 NOTA: SE A TEMPERATURA
NÃO VARIOU, ENTÃO A 𝐾
DA REAÇÃO É A MESMA
PERTURBAÇÃO
EXTERNA AO
SISTEMA
PRESSÃO, VOLUME E O EQUILÍBRIO
O ↑ ou ↓ da pressão também
desloca o equilíbrio, quando o(s)
reagente(s) ou produto(s) são
gasosos.
N2O4(g) ⇌ 2NO2(g)
PERTURBAÇÃO DO EQUILÍBRIO E O PRINCÍPIO DE LE CHÂTELIER
Em geral
▪ ↑p ou ↓V favorece a reação em
que há uma diminuição do número
total de moles de gases.
No exemplo a reação inversa.
▪ ↓p ou ↑V favorece a reação em
que há um aumento do número
total de moles de gases.
No exemplo, a reação direta
Variando a pressão num recipiente onde se
encontra um sistema em equilíbrio, em fase gasosa,
o sistema evolui espontaneamente de acordo com o
Princípio de Le Châtelier, isto é, de tal forma que
tende a contrair a perturbação introduzida.
▪ A formação de NO2 a partir
de N2O4 é um processo
endotérmico:
N2O4(g)→2NO2(g) ΔH
0=+58,0 kJ
CALOR, TEMPERATURA E EQUILÍBRIO
Consideremos o sistema ou reação
química:
N2O4(g) ⇌ 2NO2(g) ΔH
0=+58,0 kJ ▪ A RQ inversa é um processo
exotérmico:
2NO2(g)→N2O4(g) ΔH
0= -58,0 kJ
□ A adição ou remoção de calor
também pode deslocar o equilíbrio
segundo a RQ, endo- ou exotérmicas;
□ Um ↑T favorece RQs endotérmicas; e
□ Uma ↓T favorece RQs exotérmicas.
PERTURBAÇÃO DO EQUILÍBRIO E O PRINCÍPIO DE LE CHÂTELIER
𝐶𝐻4(𝑔) + 2𝑂2(𝑔) ⇌ 𝐶𝑂2(𝑔) + 2𝐻2𝑂(𝑔)
▪ Observe-se, no entanto, uma vez que a pressão de um
gás depende do #moléculas desse gás no recipiente, as
RQs cujo #moléculas de reagentes for
estequiometricamente igual ao #moléculas de
produtos não são afetadas por variações de pressão.
PERTURBAÇÃO DO EQUILÍBRIO E O PRINCÍPIO DE LE CHÂTELIER
▪ A decomposição de NH4HS
𝑁𝐻4𝐻𝑆 𝑠 ⇌ 𝑁𝐻3 𝑔 + 𝐻2𝑆(𝑔)
é um processo endotérmico. Usando o princípio de LeChatelier,
explique:
a) Como um aumento de temperatura afetaria o equilíbrio?
b)Se mais NH4HS é adicionado ao frasco no qual existe este
equilíbrio, como o equilíbrio é afetado?
c) E se mais NH3 é adicionado ao frasco?
d)O que acontecerá à pressão de NH3 se algum H2S for
removido?
PERTURBAÇÃO DO EQUILÍBRIO E O PRINCÍPIO DE LE CHÂTELIER
PROBLEMAS QUANTITATIVOS
▪ O brometo de carbonila decompõe-se em monóxido de carbono e
bromo:
𝐶𝑂𝐵𝑟2(𝑔) ⇌ 𝐶𝑂 𝑔 + 𝐵𝑟2 𝑔 𝐾 = 0,190 𝑎 73 °𝐶
a) Se você colocar 0,500 mol de COBr2 em um frasco de 2,00 L e
aquecer a 73 °𝐶, quais serão as concentrações no equilíbrio de
COBr2, CO e Br2?
b)Que porcentagem do COBr2 original se decompôs nessa
temperatura?
PROBLEMAS QUANTITATIVOS
▪ O cloreto de sulfurila, SO2Cl2, é um composto com vapores muito irritantes;
ele é usado como reagente na síntese de compostos orgânicos. Quando
aquecido a temperatura suficiente elevada, decompõe-se em SO2 e Cl2:
𝑆𝑂2𝐶𝑙2(𝑔) ⇌ 𝑆𝑂2 𝑔 + 𝐶𝑙2 𝑔 𝐾 = 0,045 𝑎 375 °𝐶
a) 6,70 g de SOCl2 são colocados em um frasco de 1,00 L e aquecidos a 375
°C. Qual será a concentração de cada um dos compostos no sistema
quando o equilíbrio é atingido? Que fração de SO2 dissociou-se?
b) Quais são as concentrações de SO2Cl2, SO2 e Cl2 no equilíbrio no frasco de
1,00 L se se partir de uma mistura de SO2Cl2 (6,70 g) e Cl2 (1,00 atm)? Que
fração de SO2 dissociou-se?
c) Compare as frações de SOCl2 nas partes (a) e (b). Elas estão de acordo com
o que você esperaria com base no princípio de LeChatelier?
OBSERVAÇÕES
▪ Sejam as seguintes reações
químicas
A ⇌ D K1
B ⇌ E K2
C ⇌ F K3
... ⇌ ... ...
A+B+C ...⇌ D+E+F+.. K = K1.K2.K3...
▪ Seja a reação
A ⇌ B com K
a) B ⇌ A K’ = 1/K
b) n A⇌ n B K”= Kn
EQUILÍBRIO QUÍMICO
SISTEMAS AQUOSOS
Prof. J. Sánez
2018.12019.1
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
□ Entender e dar exemplos: Conceito de Arrehnius de
ácidos de bases.
□ Entender e dar exemplos: Conceito de Bonsted-
Lowrry de áidos e bases.
□ Reconhecer a autoprotólise da água e sua constante
de equlíbrio, Kw.
□ Entender o conceito de pH e determinar o pH de
soluções ácidas ou básicas.
□ Entender e exemplificar os ácidos e bases fracos.
□ Saber como se produce a hidrólises de sais.
□ Entender o conceito de solução tampão.
□ Resolver problemas quantitativos de ácidos e bases
fortes, ácidos e bases fracas, pH, hidrólises de sais e
soluções tampão.
CONCEITO DE ARREHNIUS
▪ Ácido Forte: 𝐻+
𝐻𝐶𝑙(𝑎𝑞) → 𝐻+(𝑎𝑞) + 𝐶𝑙−(𝑎𝑞)
▪ Base Forte: 𝑂𝐻−
𝑁𝑎𝑂𝐻(𝑎𝑞) → 𝑁𝑎+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
Dissociação
completa
(100%)
→
• Ácido Forte
• Base Forte
▪ Ácido Fraco: 𝐻+
𝐻𝐶𝑁(𝑎𝑞) ⇌ 𝐻+(𝑎𝑞) + 𝐶𝑁−(𝑎𝑞)
▪ Base Fraca: 𝑂𝐻−
𝑁𝐻3 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 ⇋ 𝑁𝐻4
+ 𝑎𝑞 + 𝑂𝐻−
Dissociação
menor a
100%
⇌
• Ácido fraco
• Base fraca
▪ Ácido: fornece 𝐻+
▪ Base: aceita 𝐻+
𝐻𝐴 + 𝐵 → 𝐴− + 𝐻𝐵+
ácido base base ácido
conjugada conjugado
𝐻𝐶𝑙(𝑎𝑞) → 𝐻+(𝑎𝑞) + 𝐶𝑙−(𝑎𝑞)
𝐻𝐶𝑙(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) → 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞) + 𝐶𝑙−(𝑎𝑞)
𝐾 =
𝑁𝐻3(𝑎𝑞) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝑁𝐻4
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
𝐾 =
CONCEITO DE BRØNSTED-LOWRY DE ÁCIDOS E BASES
CONCEITO DE BRØNSTED-LOWRY DE ÁCIDOS E BASES
▪ Para cada uma das
seguintes reações,
indique o ácido e sua
base conjugada:
a) 𝐻𝐶𝑙𝑂4 + 𝐻2𝑂 →
b) 𝑁𝐻4
+ +𝐻2𝑂 →
c) 𝐻𝐶𝑂3
− + 𝑂𝐻− →
CONCEITO DE BRØNSTED-LOWRY DE ÁCIDOS E BASES
▪ Para cada uma das seguintes reações, indique os ácidos e bases de
Brønsted-Lowry. Quais são os pares conjugados ácido-base?
a) 𝐶𝑁− 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻𝐶𝑁 𝑎𝑞 + 𝑂𝐻
−(𝑎𝑞)
b) 𝐻𝐶𝑂3
− +𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 ⇌ 𝐻2𝐶𝑂3 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙
c) 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻 𝑎𝑞 + 𝐻𝑆 𝑎𝑞 ⇌ 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
− 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑆(𝑎𝑞)
O PH: AUTOPROTÓLISE DA ÁGUA
▪ 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝐻
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
▪ 𝐻2𝑂(𝑙) + 𝐻2𝑂(𝑙) ⇌ 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞) + 𝑂𝐻−(𝑎𝑞)
𝐾 =
𝐻3𝑂
+ [𝑂𝐻−]
[𝐻2𝑂]2
𝐾𝑤 = 𝐻3𝑂
+ [𝑂𝐻−]
𝐾𝑤 = 10
−14
𝑝𝑋 = −log[𝑋]
𝑝𝐻 = −log[𝐻+]
𝑝𝑂𝐻 = −log[𝑂𝐻−]
𝐾𝑤 = 𝐻3𝑂
+ [𝑂𝐻−]
log(𝐾𝑤) = 𝑙𝑜𝑔 𝐻3𝑂
+ + 𝑙𝑜𝑔[𝑂𝐻−]
𝑝𝐻 + 𝑝𝑂𝐻 = 14
ESCALA DE PH
PH
▪ Determinar 𝑂𝐻− , 𝐻3𝑂
+ e
𝑝𝐻 de uma solução 0,0030 de
mol/L de Ba(OH)2 a 25 °C.
▪ Uma solução aquosa tem um
𝑝𝐻 de 3,75. Qual é a
concentração de íons hidrônio
da solução?
ÁCIDOS E BASES FRACAS
▪ Ácidos fracos, em geral:
𝐻𝐴 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐴−
𝐾𝑎 =
𝐻3𝑂
+ [𝐴−]
[𝐴𝐻]
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙
⇌ 𝐻3𝑂+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−
𝐾𝑎 =
𝐻3𝑂
+ [𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−]
[𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻]
▪ Bases fracas, em geral:
𝐵 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻𝐵
+ 𝑎𝑞 + 𝑂𝐻−
𝐾𝑏 =
𝐻𝐵+ [𝑂𝐻−]
[𝐴𝐻]
𝑁𝐻3 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙
⇌ 𝑁𝐻4
+ 𝑎𝑞 + 𝑂𝐻−
𝐾𝑏 =
𝑁𝐻4
+ [𝑂𝐻−]
[𝑁𝐻3]
PH
▪ Diversos ácidos são enumerados aqui, com suas respectivas constantes de
equilíbrio:
𝐶6𝐻5𝑂𝐻 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐶6𝐻5𝑂
− 𝑎𝑞 𝐾𝑎 = 1,3 × 10
−10
𝐻𝐶𝑂2𝐻 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐻𝐶𝑂2
− 𝑎𝑞 𝐾𝑎 = 1,8 × 10
−4
𝐻𝐶2𝑂4
− 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐶2𝑂4
2− 𝑎𝑞 𝐾𝑎 = 6,4 × 10
−5
a) Qual é o ácido mais forte? e o mais fraco?
b) Qual ácido tem a base conjugada mais fraca?
c) Qual ácido tem a base conjugada mais forte?
HIDRÓLISIS DE SAIS
▪ Hidrólise do acetato de sódio
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝑁𝑎
Dissolução do sal
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝑁𝑎 → 𝑁𝑎
+ + 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−
Hidrólise
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
− 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙
⇌ 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻 𝑎𝑞 + 𝑂𝐻
−
𝐾𝑏 =
𝑂𝐻− [𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻]
[𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂−]
=
𝐾𝑤
𝐾𝑎
▪ Hidrólise do cloreto de amônia
𝑁𝐻4𝐶𝑙:
Dissolução do sal
𝑁𝐻4𝐶𝑙 → 𝑁𝐻4
+ + 𝐶𝑙−
Hidrólise
𝑁𝐻4
+ 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙
⇌ 𝑁𝐻3 𝑎𝑞 + 𝐻3𝑂
+(𝑎𝑞)
𝐾𝑎 =
𝑁𝐻3 [𝐻3𝑂
+]
[𝑁𝐻4
+]
=
𝐾𝑤
𝐾𝑏
HIDRÓLISIS DE SAIS
▪ Calcule a concentração de íons
hidrônio e pH de uma solução
de 0,20 M de cloreto de
amônio, NH4Cl.
▪ O cianeto de sódio é um sal do
ácido fraco 𝐻𝐶𝑁. Calcule a
concentração de 𝐻3𝑂
+, 𝑂𝐻−,
𝐻𝐶𝑁 e 𝑁𝑎+ em uma solução
preparada pela dissolução de
10,8 g de 𝑁𝑎𝐶𝑁 em água
suficiente para ter 5,00x102 mL
de solução a 25 °C.
SOLUÇÕES TAMPÃO
▪Uma solução tampão é aquela que resiste a uma variação de pH
quando pequenas quantidades de ácido ou base são adicionadas.
𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻 𝑎𝑞 + 𝐻2𝑂 𝑙 ⇌ 𝐻3𝑂
+ 𝑎𝑞 + 𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−
𝐾𝑎 =
𝐻3𝑂
+ [𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−]
[𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻]
EQUAÇÃO DE HENDERSON-HASSELBACH
𝑝𝐻 = 𝑝𝐾𝑎 + 𝑙𝑜𝑔
[𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂
−]
[𝐶𝐻3𝐶𝑂𝑂𝐻]
PROBLEMAS QUANTITATIVOS
▪ Calcule o 𝑝𝐻 de uma solução
de 𝑁𝐻3(𝑎𝑞) 0,115 mol/L
▪ O ácido acrílico é usado na
indústria de polímeros para a
produção de acrilatos. Seu
𝐾𝑎 = 5,6 × 10
−5. Qual é o pH
de uma solução 0,11 mol/L de
ácido acrílico, 𝐶𝐻2𝐶𝐻𝐶𝑂𝑂𝐻?
PROBLEMAS QUANTITATIVOS
▪ O pH de uma solução 0,129 mol/L
de um ácido fraco, 𝐻𝐵, é 2,34.
Qual é o 𝐾𝑎 para o ácido fraco?
▪ A constante de ionização de um
ácido fraco, 𝐻𝐴, é 4,0x10–9. Calcule
as concentrações do 𝐻3𝑂
+, 𝐴− e
𝐻𝐴 no equilíbrio em uma solução
0,040 mo/L de ácido.
TERMOQUÍMICA I
O CALOR E OS
PROCESSOS QUÍMICOS
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
https://news.nationalgeographic.com/2016/12/mohammed-bah-abba-explorer-moments-cooling-
technology-helping-Africans/
https://en.wikipedia.org/wiki/Pot-in-pot_refrigerator
Dinitrogen tetroxide (N2O4) + Hydrazine (N2H4)
+MMH
+DMH
LOX + RP-1
LOX + LH
Calor e unidades
Tipos de Energia
Primeira Lei da Termodinâmica
Lei Zero da Termodinâmica
Sistemas
Calor e Temperatura
Transferência de calor
O Diabo de Maxwell
Mudança de fases
Entalpia e variação de Entalpia
Estado-padrão
Entalpia padrão de formação
Entalpia padrão de reação
A Lei de Hess
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
TERMOQUÍMICA
▪ Área da Química que
estuda as variações de
energia que acompanham
as reações químicas.
TERMOQUÍMICA
▪ Exs.:
PRINCÍPIOS BÁSICO DE ENERGIA
ENERGIA: CAPACIDADE DE REALIZAR TRABALHO E TRANSFERIR CALOR
Trabalho contra a força de
gravidade.
Energia química
armazenada em
compostos químicos
Energia pode ser cinética
ou potencial
PRINCÍPIOS BÁSICO DE ENERGIA
Energia cinética
→ movimento
• Energia Térmica
• Energia Mecânica
• Energia Elétrica
• Som
Energia Potencial
→ posição
• Energia Química
• Energia
Gravitacional
• Energia
Eletrostática
a Energia Potencial
pode ser convertida
a Energia Cinética
PRINCÍPIOS BÁSICO DE ENERGIA
LEI DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA OU
PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA
• A energia não pode ser criado ou
destruída, só é transformada.
• A energia do universo é constante.
∆𝐸𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 = ∆𝐸𝑣𝑖𝑧𝑖𝑛ℎ𝑎𝑛ç𝑎𝑠 + ∆𝐸𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎= 0
∆𝐸 = 𝐸𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙 − 𝐸𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙
Fluxo de Massa
Fluxo de Energia
Borde do
sistema
Vizinhanças
do sistema
SISTEMA
• Energia transferida entre
dois corpos (ou entre
diferentes partes de um
mesmo corpo) que têm
temperaturas diferentes é
denominada calor ou
energia.
Calor
• A temperatura de um
objeto é uma medida de
seu conteúdo de energia
térmica e de sua
capacidade de transferir
calor.
Temperatura
CALOR E TEMPERATURA
CALOR E TEMPERATURA: EQUILÍBRIO TÉRMICO
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
CALOR E TEMPERATURA: EQUILÍBRIO TÉRMICO
LEI ZERO DA TERMODINÂMICA
A
TA
B
TB
C
TC
CALOR E TEMPERATURA: TRANSFERÊNCIA DE CALOR
gelo
liq.
Tempo
Te
m
p
er
at
u
ra
Tempo
Te
m
p
er
at
u
ra
CALOR E TEMPERATURA
O DEMÔNIO DE
MAXWELL
𝐸𝑘 < 𝐸𝑘
𝑇𝐴 > 𝑇𝐵
https://www.youtube.com/watch?v=ULbHW5yiDwk
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dem%C3%B4nio_de_Maxwell
UNIDADES DE ENERGIA
▪ 1 kilocaloria (kcal) = 1.000 cal = 103 cal
▪ 1 caloria (cal) = 4,184 J
▪ 1 kilojoule (kJ) = 1.000 J = 103 J
▪ 1 kcal = 4,184 kJ
▪ 1 𝐽 = 1 𝑘𝑔
𝑚
𝑠
2
= 1
𝑘𝑔×𝑚2
𝑠2
CONTEÚDO CALÓRICO
a) MÉTODO CALORIMÉTRICO
b) MÉTODO DE ATWATER
→1 g proteína = 4 kcal (17 kJ)
→1 g carboidrato = 4 kcal (17 kJ)
→1 g de gordura = 9 kcal (38 kJ)
→1 g de álcool = 7 kcal (29 kJ)
Outras unidades
→ kW/h
→ BTU (British Thermal Units)
→ Horse power
→ Electronvolts (eV)
→ TNT (para explosões)
□ A formação e a ruptura de
ligações envolvem a interação
da energia com a matéria.
□ Assim como nas mudanças de
estado físico, as
transformações da matéria
ocorrem com absorção ou
liberação de energia.
LIGAÇÕES QUÍMICAS E ENERGIA
▪ C: quantidade de calor
necessária par elevar a
temperatura de 1,00 g de
substância em 1,00 °C
CAPACIDADE CALORÍFICA ESPECÍFICA (C): CALOR ESPECÍFICO
Tijolo 0,92
Concreto 0,88
▪ Depende de três
fatores
→quantidade de
material (m)
→magnitude da
variação da (ΔT)
→tipo de material
▪Capacidade
calorífica específica
→ J/g∙K
→ J/g∙°C
→ cal/g∙°C
▪Capacidade
calorífica molar
→ J/mol∙K
→ J/mol∙°C
→ cal/mol∙°C
Maior C, menor troca de
calor com a vizinhança, ou
seja, maior será a
quantidade de calor
necessário para aquecê-lo.
Onde:
→ Q = calor absorvido (+)
ou liberado (–) pela substância
→ m = massa da substância
→ C = calor específico da substância
→ ΔT = variação de temperatura da
substância (𝑇𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙 − 𝑇𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙)
𝑞 = 𝑚 ∙ 𝐶 ∙ ∆𝑇
Transferência de energia térmica de
um corpo/substância para outro
A quantidade de calor, Q, que um
corpo de massa m recebe é
diretamente proporcional ao seu
aumento de temperatura.
TRANSFERÊNCIA DE CALOR (Q)
O calor específico de uma
substância é 0,5 cal/g oC.
Se a temperatura de 4 g dessa
substância passou de 10 oC para
20 oC, pode-se afirmar que ela
absorveu uma quantidade de
calor, em calorias, de:
TRANSFERÊNCIA DE CALOR (Q)
𝑞1 + 𝑞2 + 𝑞3… = 0
(sistema isolado)
TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE DIFERENTES CORPOS
𝑇𝐴
𝑇𝐶
𝑇𝐵
𝑇𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙
A B
C
A B
C
TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE DIFERENTES CORPOS
𝑇𝐶𝑇𝐵𝑇𝐴 𝑇𝐶𝑇𝐵𝑇𝐴
Um bloco de ferro de 88,5 g, cuja temperatura é 78,8 °C (352,0 K), é
colocado em um béquer de 420,3 g que contem 244,7 g de água a
18,8 °C (292,0 K). Quando o equilíbrio térmico é alcançado
i. Qual éa temperatura final? Suponha que nenhum calor seja
perdido pela vizinhança.
ii. Quanto calor ganha o perde cada material?
Dados:
𝑐𝑣𝑖𝑑𝑟𝑜 = 0,16 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔. °𝐶
𝑐𝑓𝑒𝑟𝑟𝑜 = 0,11 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔. °𝐶
𝑐𝐻2𝑂(𝑙) = 1,0 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔. °𝐶
TRANSFERÊNCIA DE CALOR ENTRE DIFERENTES CORPOS
▪ ∆𝐻: fluxo de calor a pressão constante
→𝐻 = 𝐸 + 𝑃𝑉
→∆𝐻 = ∆𝐸 + ∆(𝑃𝑉)
→∆𝐻 = 𝑞𝑝
VARIAÇÃO DE ENTALPIA (∆𝐻)
ENERGIA E MUDANÇAS DE ESTADO
Sólido
GásLíquido
∆𝐻𝑓𝑢𝑠
∆𝐻𝑣𝑎𝑝
∆𝐻𝑠𝑢𝑏
∆𝐻𝑐𝑛𝑑
∆𝐻𝑠𝑜𝑙 ∆𝐻𝑑𝑒𝑝
ENERGIA E MUDANÇAS DE ESTADO
• 𝐴(𝑠) → 𝐴(𝑙) ∆𝐻𝑠𝑜𝑙
Calor de
Solidificação
• 𝐴(𝑙) → 𝐴(𝑠) ∆𝐻𝑓𝑢𝑠Calor de Fusão
• 𝐴(𝑠) → 𝐴(𝑔) ∆𝐻𝑠𝑢𝑏
Calor de
Sublimação
• 𝐴(𝑔) → 𝐴(𝑠) ∆𝐻𝑑𝑒𝑝
Calor de
Deposição
• 𝐴(𝑙) → 𝐴(𝑔) ∆𝐻𝑣𝑎𝑝
Calor de
Vaporização
• 𝐴(𝑔) → 𝐴(𝑙) ∆𝐻𝑐𝑛𝑑
Calor de
Condensação
Sólido
GásLíquido
∆𝐻𝑓𝑢𝑠
∆𝐻𝑣𝑎𝑝
∆𝐻𝑠𝑢𝑏
∆𝐻𝑐𝑛𝑑
∆𝐻𝑠𝑜𝑙 ∆𝐻𝑑𝑒𝑝
ENERGIA E MUDANÇAS DE ESTADO
𝑞 = 𝑚 × ∆𝐻𝑚𝑢𝑑𝑎𝑛ç𝑎 𝑑𝑒 𝑓𝑎𝑠𝑒
onde
→Se m em g, ΔH em cal/g ou J/g,
→Se m em mols, ΔH em cal/mol ou J/mol
Calor (kJ)
ENERGIA E MUDANÇAS DE ESTADO
▪ Um bloco de gelo de massa igual a
25 g encontra-se a –10 °C.
Para que todo gelo seja convertido
a 120 °C em fase gasosa, quanto
calor será necessário adicionar ao
sistema. (Suponha que o recipiente
onde se encontra o gelo não
absorve nem libera calor.)
𝐶(𝐻2𝑂 𝑔 ) = 0,480 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔 ×℃
𝐶 𝐻2𝑂 𝑙 = 1,000 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔 ×℃
𝐶(𝐻2𝑂 𝑠 ) = 0,500 Τ𝑐𝑎𝑙 𝑔 ×℃
ENERGIA E MUDANÇAS DE ESTADO
▪ O estado padrão de um elemento
está associado
→à forma alotrópica mais estável
→a 298 K (25 °C) de temperatura e
→pressão de 1 atm.
▪ Nessas condições, convencionou-se
que a substância possui entalpia de
formação igual a zero.
∆𝐻𝑓
0:ENTALPIA MOLAR DO ESTADO PADRÃO DE UM ELEMENTO
∆𝐻𝑓
0
= 0 ≠ 0
C(grafite) C(diamante)
O2(g) O3(g)
S(rômbico) S(monoclínico)
Cl2(g) Cl2(l)
H2(g) H2(l)
Fe(s)
Na(s)
▪ ALÓTROPOS
DO
CARBONO
▪ O estado padrão de uma substância
é medido
→a 298 K (25 °C) de temperatura e
→pressão de 1 atm.
∆𝐻𝑓
0:ENTALPIA MOLAR DO ESTADO PADRÃO DE UMA SUBSTÂNCIA
∆𝐻𝑓
0
Sustância kJ/mol
C(diamante) +1,8
H2O(l) –285,8
H2O(g) –241,8
NaCl(s) –411,1
C2H5OH(l) –277,0
C12H22O11(s)
sacarose
–2.221,2
▪Formação do cloreto de sódio:
Na(s) + ½Cl2(g) → NaCl(s) ∆𝐻𝑓
0= −411,1 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
▪Formação do etanol:
C(graf) + ½O2(g) + H2(g) → C2H5OH(l) ∆𝐻𝑓
0= −277,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
▪Formação de vapor de água:
H2(g) + ½O2(g) → H2O(g) ∆𝐻𝑓
0= −241,8 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
▪Formação de água líquida:
H2(g) + ½O2(g) → H2O(l) ∆𝐻𝑓
0 = −286,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
▪Formação de sulfato de sódio sólido:
Fe(s) + S(rômbico) + 2O2(g) → FeSO4(s) ∆𝐻𝑓
0 = −929,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
ENTALPIA DE FORMAÇÃO (∆𝐻𝑓
0)
REAÇÃO ENDOTÉRMICA
2NO(g) + O2(g)
2NO2(g)
2NO(g) + O2(g) → 2NO2(g)
𝐻𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙 > 𝐻𝑖𝑛𝑖𝑐𝑎𝑙
REAÇÃO EXOTÉRMICA
CO2(g)
C(grafite) + O2(g)
C(grafite) + O2(g) → CO2(g)
𝐻𝑓𝑖𝑛𝑎𝑙 < 𝐻𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙
▪ ∆𝐻𝑟 energia absorvida ou liberada em uma reação à pressão
constante.
ENTALPIA DE REAÇÃO (∆𝐻𝑟 )
▪ Suponha que queira saber quanto calor é necessário para
decompor 1 mol de carbonato de cálcio (pedra calcária) a óxido de
cálcio e dióxido de carbono sob condições padrão:
𝐶𝑎𝐶𝑂3 𝑠 ⟶ 𝐶𝑎𝑂 𝑠 + 𝐶𝑂2 𝑔 ∆𝐻𝑟
0=? ?
Usar as seguintes energias de formação:
i) 𝐶𝑎𝐶𝑂3 𝑠 ∆𝐻𝑓
0= −1207,6 𝑘𝐽
ii) 𝐶𝑎𝑂 𝑠 ∆𝐻𝑓
0= −635,1 𝑘𝐽
iii) 𝐶𝑂2 𝑔 ∆𝐻𝑓
0= −393,5 𝑘𝐽
ENTALPIA DE REAÇÃO (∆𝐻𝑟 )
□ Hidratação
□ Desidratação
□ Dissolução
□ Neutralização
□ Ligação
□ Combustão
□ ...
TIPOS DE ENTALPIAS
LEI DE HESS
▪ Lei de Hess: se uma reação é
executada em uma serie de etapas, a
ΔH para a reação será igual à soma das
variações de entalpia para as etapas
individuais.
𝐶𝐻4 𝑔 + 2𝑂2 𝑔 ⟶ 𝐶𝑂2 𝑔 + 2𝐻2𝑂 𝑔 Δ𝐻1 = −802 𝑘𝐽
2𝐻2𝑂 𝑔 ⟶ 2𝐻2𝑂 𝑙 Δ𝐻2 = − 88 𝑘𝐽
𝐶𝐻4 𝑔 + 2𝑂2 𝑔 ⟶ 𝐶𝑂2 𝑔 + 2𝐻2𝑂 𝑙 Δ𝐻𝑟 = −890 𝑘𝐽
LEI DE HESS
▪ Suponha que se queira saber a variação de entalpia para a formação de
metano, CH4, a partir de carbono sólido (como grafite) e do gás hidrogênio:
𝐶 𝑠 + 2𝐻2 𝑔 ⟶ 𝐶𝐻4 𝑔 Δ𝐻 =? ?
A variação de entalpia de entalpia dessa reação não pode ser determinada
no laboratório, pois a reação é muito lenta. Podemos entretanto, medir as
variações de entalpia para a combustão do carbono, do hidrogênio e do
metano.
𝐶 𝑠 + 𝑂2 𝑔 ⟶ 𝐶𝑂2 𝑔 Δ𝐻1 = −395,5 𝑘𝐽
𝐻2 𝑔 +½𝑂2 𝑔 ⟶ 𝐻2𝑂 𝑙 Δ𝐻2 = −2895,8 𝑘𝐽
𝐶𝐻4 𝑔 + 2𝑂2 𝑔 ⟶ 𝐶𝑂2 𝑔 + 2𝐻2𝑂 𝑙 Δ𝐻1 = −395,5 𝑘𝐽
Use essas energias para obter o ΔH para a formação do metano, a partir de
substâncias simples.
▪ O calor absorvido ou liberado por quaisquer reações químicas será
diferente se modificarmos as condições em que forem realizadas.
→Estado físico: a variação de entalpia depende do estado físico
dos reagentes e produtos.
→Condições da reação: Pressão e temperatura
∆𝐻(𝐻2𝑂)𝑣𝑎𝑝𝑜𝑟 > ∆𝐻(𝐻2𝑂)𝑙í𝑞𝑢𝑖𝑑𝑜 > ∆𝐻(𝐻2𝑂)𝑠ó𝑙𝑖𝑑𝑜
FATORES QUE INFLUENCIAM NO ΔH
𝐻2 𝑔 +½𝑂2 𝑔 →
𝐻2𝑂 𝑠 ∆𝐻° = −293 𝑘𝐽
𝐻2𝑂 𝑙 ∆𝐻° = −286 𝑘𝐽
𝐻2𝑂 𝑔 ∆𝐻° = −242 𝑘𝐽
Assinale V ou F:
Fe2O3(s) + 3C(s) → 2Fe(s) + 3CO(g) ΔH = +491,5 kJ
( ) é uma reação endotérmica.
( ) é uma reação exotérmica.
( ) A energia absorvida é 491,5 kJ
( ) A energia liberada é de 491,5 kJ
( ) Hprodutos < Hreagentes
( ) ΔH > 0
Represente a reação acima em um diagrama de entalpia.
PROBLEMAS DIVERSOS
Considere a equação a seguir:
2H2(g) + O2(g) → 2H2O(l) ΔH = –572 kJ
Assinale V ou F:
( ) Exotérmica, liberando 286 kJ por mol de oxigênio consumido.
( ) Exotérmica, liberando 572 kJ para dois mols de água produzida.
( ) Endotérmica, consumindo 572 kJ para dois mols de água
produzida.
( ) Endotérmica, liberando 572 kJ para dois mols de oxigênio
consumido.
PROBLEMAS DIVERSOS
Considerando o diagrama de entalpia, qual
a opção que contém a equação química
correta? ΔH em kJ/mol
a) H2(g) + ½ O2(g) → H2O(g) ΔH = +242
b) H2O(l) → H2O(g) ΔH = –41
c) H2(g) + 1/2O2(g) → H2O(l) ΔH= +41
d) H2O(l) → H2(g) + ½ O2(g) ΔH = +283
e) H2O(g) → H2(g) + ½ O2(g) ΔH= 0
PROBLEMAS DIVERSOS
𝐻2 𝑔 +½𝑂2(𝑔)
𝐻2𝑂 𝑔
𝐻2𝑂 𝑙
Δ𝐻
𝑘𝐽
𝑚𝑜𝑙
Calcular a ΔH do processo:
2C(grafite) + 3H2(g) + ½O2(g) → C2H5OH(l)
Sabendo que:
C(grafite) + O2(g) → CO2(g) ΔH= ‒94 kcal/mol
H2(g) + ½O2(g) → H2O(g) ΔH= –57,8 kcal/mol
C2H5OH(l) + 3O2(g) → 2CO2(g) + 3H2O(g) ΔH= ‒327,6 kcal/mol
PROBLEMAS DIVERSOS
Determine a variação de entalpia da seguinte reação
𝑁2𝐻4 𝑙 + 𝐻2 𝑔 ⟶ 2𝑁𝐻3(𝑔)
a partir das etapas:
𝑁2 𝑔 + 2𝐻2 𝑔 ⟶ 𝑁2𝐻4 𝑙 Δ𝐻 = +51,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
𝑁2 𝑔 + 2𝐻2 𝑔 ⟶ 2𝑁𝐻3 𝑔 Δ𝐻 = −92,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
PROBLEMAS DIVERSOS
Calcular 𝛥𝐻𝑟 para a reação:
𝑃𝐶𝑙3 𝑙 + 𝐶𝑙2 𝑔 ⟶ 𝑃𝐶𝑙5(𝑠)
a partir do conhecimento das reações
2𝑃 𝑠 + 3𝐶𝑙2 𝑔 ⟶ 2𝑃𝐶𝑙3 𝑙 𝛥𝐻 = −640,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
2𝑃 𝑠 + 5𝐶𝑙2 𝑔 ⟶ 2𝑃𝐶𝑙5 𝑠 𝛥𝐻 = −887,0 𝑘𝐽/𝑚𝑜𝑙
PROBLEMAS DIVERSOS
TERMOQUÍMICA II
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
Processos espontâneos
Entropia e Segunda Lei da Termodinâmica
Interpretação molecular da entropia
Variações de entropia nas reações químicas
Energia livre de Gibbs
Energia livre e temperatura
Energia livre e constante de equilíbrio
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
PROCESSOS ESPONTÂNEOS
→1ª Lei da Termodinâmica: energia de um
sistema é conservada
∆𝐸 = 𝑞 + 𝑤
∆𝐸= variação da energia interna
𝑞 = calor absorvido pelo sistema
𝑤 = trabalho realizado pela vizinhança
Espontâneo Não Espontâneo
PROCESSOS ESPONTÂNEOS
Espontâneo
para T > 0
Espontâneopara T < 0
→Processos Reversíveis
o sistema pode ser restaurado
ao seu estado original sob as
mesmas condições de energia.
→Processos Irreversíveis
não podem simplesmente ser
revertidos para se restaurar o
sistema ao estado original.
6/28
PROCESSOS ESPONTÂNEOS
Exemplos??
▪ Expansão espontânea de um gás
Espontâneo
Não Espontâneo
ENTROPIA E A 2ª LEI DA TERMODINÂMICA
→Entropia (S)
é uma grandeza termodinâmica
que expressa a desordem.
∆𝑆𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎 =
𝑞𝑟𝑒𝑣
𝑇
∆𝑆𝑠𝑖𝑠 = variação de entropia do sistema
𝑞𝑟𝑒𝑣 = transferência de calor (‘rev’ indicando reversibilidade)
𝑇 = temperatura constante
ENTROPIA E A 2ª LEI DA TERMODINÂMICA
Exemplo: 4𝐹𝑒(𝑠) + 3𝑂2(𝑔) → 2𝐹𝑒2𝑂3(𝑠)
A entropia do universo deve
aumentar durante um
processo espontâneo
mesmo se a entropia do
sistema diminuir.
ENTROPIA E A 2ª LEI DA TERMODINÂMICA
→2ª Lei da Termodinâmica: expressa o
conceito de espontaneidade dos
processos:
∆𝑆𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 = ∆𝑆𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎 + ∆𝑆𝑣𝑖𝑧𝑖𝑛ℎ𝑎𝑛ç𝑎
Processo reversível: ∆𝑆𝑢𝑛𝑖 = ∆𝑆𝑠𝑖𝑠 + ∆𝑆𝑣𝑖𝑧= 0
Processo irreversível: ∆𝑆𝑢𝑛𝑖 = ∆𝑆𝑠𝑖𝑠 + ∆𝑆𝑣𝑖𝑧> 0
ENTROPIA E A 2ª LEI DA TERMODINÂMICA
→ Para mudanças de estado físico:
Sólido Líquido Gasoso
Gasoso Líquido Sólido
INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA ENTROPIA
∆𝑆 > 0
∆𝑆 < 0
▪ Uma reação que leva à redução do número de
moléculas gasosas geralmente acarreta a
diminuição da entropia.
Exemplo:
2𝑁𝑂(𝑔) + 𝑂2(𝑔) → 2𝑁𝑂2(𝑔)
INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA ENTROPIA
→3ª Lei da Termodinâmica: no zero absoluto
(zero graus Kelvin), a entropia de uma
substância cristalina pura é zero:
𝑆 0 𝐾 = 0
INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA ENTROPIA
▪ Com o aumento de
temperatura, geralmente
ocorre o aumento da entropia.
INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA ENTROPIA
▪ Entropias molares
padrão a 298 K
▪ Unidades da entropia:
J/mol·K, cal/mol·K
17/28
VARIAÇÕES DE ENTROPIA NAS REAÇÕES QUÍMICAS
Os coeficientes n e m são os coeficientes na equação química.
▪ Exemplo: Calcule So para a síntese de amônia a 298 K.
N2(g) + 3H2(g) → 2NH3(g)
Cálculo:
So = [2xSo(NH3)] – [1xS
o (N2) + 3xS
o (H2)]
Substituindo os valores apropriados de So da tabela, obtém-se:
So = - 198,4 J/K
O valor é negativo, pois existe menor quantidade de matéria de gás no produto do que nos
reagentes.
)(Reº)(Prºº agentesmSodutosnSS −=VARIAÇÕES DE ENTROPIA NAS REAÇÕES QUÍMICAS
→ Variações de entropia na vizinhança para um
processo isotérmico:
∆𝑆𝑣𝑖𝑧 =
−𝑞𝑠𝑖𝑠
𝑇
qsis = calor absorvido ou fornecido pelo sistema
VARIAÇÕES DE ENTROPIA NAS REAÇÕES QUÍMICAS
▪ Geralmente um processo espontâneo ocorre
com aumento na entropia.
▪ Mas há exceções, como a formação do cloreto
de sódio em que mesmo sendo espontâneo há
uma diminuição na entropia.
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
→A energia livre de Gibbs, G, é uma função de
estado termodinâmica que combina as duas
funções de estado, entalpia e entropia
G = H – T·S
→Para processos que ocorrem à temperatura
constante
∆𝐺 = ∆𝐻 − 𝑇∆𝑆
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
→Para definir a espontaneidade da reação, Gibbs
obteve a seguinte equação:
∆𝑆𝑢𝑛𝑖𝑣 = ∆𝑆𝑠𝑖𝑠 + ∆𝑆𝑣𝑖𝑧= ∆𝑆𝑠𝑖𝑠 +
−∆𝐻𝑠𝑖𝑠
𝑇
Sendo temperatura e pressão constantes.
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
▪ Para ver como a função G se relaciona com a
espontaneidade da reação, lembre-se:
sissisuni STHST −=−
−
+=+=
T
H
SSSS
sis
sisvizsisuni
Multiplicando ambos os lados por (-T),
obtemos:
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
A relação de espontaneidade de uma reação é
dada por:
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
1. Se G é negativo, a reação é espontânea no sentido direto.
2. Se G é zero, a reação está em equilíbrio.
3. Se G é positivo, a reação no sentido direto é não espontânea
•Deve-se fornecer trabalho a partir da vizinhança para fazer com
que ela ocorra.
•Entretanto, a reação inversa será espontânea.
sissisuni STHGST −==−
▪ OBS 1: Em um processo espontâneo, a
temperatura e pressão constantes, a energia
livre sempre diminui
▪ OBS 2: A energia livre do sistema é diminuída
no sentido do equilíbrio, que representa o
mínimo de energia livre.
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
→Variações de energia livre padrão: são
calculadas através das energias livres
padrão.
ENERGIA LIVRE DE GIBBS
)()( reagentesfprodutosf GmGnG −=
As energias livres padrão de formação são úteis no
cálculo da variação da energia livre padrão para
processos químicos.
)()( reagentesfprodutosf GmGnG −=
→O valor de G, para
um elemento puro, em
seu estado-padrão, é
zero.
VARIAÇÕES DE ENERGIA LIVRE DE GIBBS PADRÃO
H S -TS G = H - TS Características da reação Exemplo
- + - Sempre negativo Espontânea a todas as temperaturas 2O3(g) → 3O2(g)
+ - + Sempre positivo Não espontânea a todas as T;reação inversa sempre espontânea 3O2(g) → 2O3(g)
- - + Negativo a baixas TPositivo a altas T
Espontânea a baixa T;
torna-se não espontânea a altas T
H2O(l) → H2O(s)
+ + - Positivo a baixas T;Negativo a altas T
Não espontânea a baixas T;
torna-se espontânea a altas T
H2O(s) → H2O(l)
ENERGIA LIVRE E TEMPERATURA
→Para qualquer processo químico, a relação
geral entre variação da energia livre padrão,
Go, e a variação da energia livre sob
quaisquer outras condições, G, é dada pela
seguinte expressão: QRTGG ln+=
ENERGIA LIVRE E A CONSTANTE DE EQUILÍBRIO, Keq
→No equilíbrio G = 0.
→Além disso, o quociente da reação é igual à
constante de equilíbrio Keq quando o sistema
estiver no equilíbrio. Portanto: eq
eq
KRTG
KRTG
QRTGG
ln
ln0
ln
−=
+=
+=
ENERGIA LIVRE E A CONSTANTE DE EQUILÍBRIO, Keq
▪ Pode-se notar que, se G0 for
negativo,
•Então ln(Keq ) deve ser positivo.
•Um valor positivo par ln(Keq) significa que
Keq > 1.
•Dessa forma, quanto mais negativo
G0, maior a constante de equilíbrio,
Keq.
▪ Inversamente, se G0 for positivo,
• então ln(Keq) será negativo,
• o que significa Keq < 1.
1:0
1:0
1:0
==
eqKG
KG
KG
eq
eq
ENERGIA LIVRE E A CONSTANTE DE EQUILÍBRIO, Keq
▪ A variação da E. livre de Gibbs padrão para esta RQ é:
Δ𝐺𝑜 = 𝐺𝑜 𝑃𝑟𝑜𝑑𝑢𝑡𝑜𝑠 − 𝐺𝑜(𝑅𝑒𝑎𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠)
→∆Go representa a variação da energia de Gibbs quando os
reagentes no seu estado padrão são convertidos em produtos
também no seu estado padrão.
Assim que a RQ tiver início, deixa de ser válida a condição de estado
padrão para os reagentes e para os produtos, pois nenhum deles
permanece em solução com uma concentração padrão.
TERMODINÂMICA E O EQUILÍBRIO QUÍMICO
▪ Quando não estamos sob condições padrão, devemos usar ∆G
em vez de ∆Go para prever a direção da RQ.
▪ A relação entre ∆G e ∆Go é:
Δ𝐺 = Δ𝐺𝑜 + 𝑅𝑇ln(𝑄)
Em que:
R: constante dos gases perfeitos (8,314 J/K.mol)
T: temperatura absoluta a que ocorre a reação (K, graus Kelvin)
Q: quociente da reação
▪ No equilíbrio, G = 0 e Q = K
Δ𝐺 = 0 = Δ𝐺𝑜 + 𝑅𝑇𝑙𝑛(𝐾)
Δ𝐺0 = −𝑅𝑇𝑙𝑛(𝐾)
TERMODINÂMICA E O EQUILÍBRIO QUÍMICO
ELETROQUÍMICA I
REAÇÕES REDOX
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
□ Reações de oxidação e redução: REDOX.
□ Agente oxidante, agente redutor, forma oxidada,
forma reduzida.
□ Número de oxidação.
□ Balançamento de equações químicas: método do
íon elétron.
□ Problemas quantitativos com relação numero de 𝑒−
e mol/massa.
□ Identificar: agentes oxidante, agente redutor, forma
oxidada, forma reduzida.
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
REAÇÕES REDOX
▪ Reações com transferência de elétrons
entre as espécies químicas
Cu(s) + 2AgNO3(aq) → Cu(NO3)2(aq) + 2Ag(s)+
+
+
+
+
+
+
+
+
2+
2+
2+
2+
+
+
+
+
+
+
2+
𝐶𝑢(𝑠) 𝐶𝑢2+(𝑎𝑞)
𝐴𝑔+(𝑎𝑞) 𝐴𝑔(𝑠)
REAÇÕES REDOX
▪ A reação ocorre com transferência de
elétrons
Cu(s) + 2AgNO3(aq) → Cu(NO3)2(aq) + 2Ag(s)
Cu0(s) + 2Ag+(aq) → Cu2+(aq) + 2Ag0(s)
▪ Temos dos processos:
Oxidação
Cu0(s) → Cu2+(aq) + 2𝑒−
Redução
Ag+(aq) + 1𝑒− → Ag0(s)
REAÇÕES REDOX
Oxidação
Cu0(s) → Cu2+(aq) + 2 𝑒−
Espécie que é oxidada:
Agente Redutor:
Redução
Ag+(aq) + 1 𝑒− → Ag0(s)
Espécie que é reduzida:
Agente Oxidante:
REAÇÕES REDOX
▪ A transferência de 𝑒𝑠
− pode ser usada
para gerar uma corrente elétrica e,
consequentemente, energia elétrica.
▪ A transferência mesma de 𝑒𝑠
− é um
processo que ocorre no sentido
espontâneo da reação.
→ pilhas;
→ corrosão metálica;
→ corrosão microbiológica; etc.
▪ No exemplo, antecedente, não é possível obter a energia
elétrica, pois a reação ocorre diretamente sobre a superfície do
cobre. Para obter energia elétrica se precisa outro tipo de
arranjo do sistema.
Bio-Battery
REAÇÕES REDOX
▪ Mas, também é possível ter uma Redox, sem
ser o processo espontâneo, mediante a
aplicação de energia externa (trabalho
elétrico).
→ Galvanização Eletrolítica
http://www.galvanix.com.br/galvanizacao.html
http://www.galvanix.com.br/galvanizacao.html
BALANCE REDOX
Prof. J. Sánez
2018.1
2019.1
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
▪ O Número de Oxidação (Nox) de um
elemento químico é a carga que ele
recebe em uma reação química.
▪ Para os compostos iônicos: a própria
carga que o íon adquire ao realizar a
ligação iônica.
→NaCl = Na+ + Cl–
→Na+ : 11 p + 10 𝑒−
= 1 carga positiva
Nox = +1
→Cl– : 17 p + 18 𝑒−
= 1 carga negativa
Nox = –1
Exemplos
▪ FeCl3
▪ CaO
▪ Fe2O3
▪ ZnS
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
▪ Substância simples
formadas por um mesmo
elemento, Nox = 0 (zero)
→H2
→O2
→Fe
→Na
→Cd
→Cl2
▪ Na maioria das
substâncias
compostas:
Nox do H = +1
Nox do O = –2
→H2O
→HCl
→FeO
▪ Para íons monoatômicos,
o número de oxidação
será igual à carga do íon:
𝑋𝑛+: Nox = +n
𝑋𝑛−: Nox = ‒n
→Fe3+
→Fe2+
→S2‒
→Na+
→Al3+
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
▪ Os compostos moleculares não
perdem nem recebem elétrons,
portanto, o seu Nox é considerado
como a carga elétrica teórica que o
elemento adquiriria se a ligação
covalente fosse rompida e o par de
elétrons ficasse com o elemento
mais eletronegativo.
→HCl = H―Cl, onde o Cl é o
elemento mais eletronegativo
Nox do H = +1
Nox do Cl = –1
Exemplos
▪ HClO
▪ H2CO
▪ H2SO4
▪ ClO‒
▪ HCN
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
Casos especiais:
▪ Número de oxidação fracionários
→C3H8
▪ Oxigênio formando peróxidos
Nox = ‒1
→H2O2
→Na2O
▪ Oxigênio em compostos com flúor
→F2O Nox = ‒2
→F2O2 Nox = ‒1
▪ Hidretos metálicos, NoX do H = ‒1
→NaH
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
Regras para Nox
▪ A soma dos Nox de todos os
átomos de um composto é zero
para uma molécula neutra ou
igual à carga da molécula
▪ Em moléculas
•Metais alcalinos, H e Ag
→ Nox = +1
•Metais alcalinos-terrosos
→ Nox = +2
•Al → Nox = +3
•O → Nox = ‒2
•Calcogênios → Nox = –2
•Halogênios → Nox = –1
•Peróxidos, O → Nox = –1
•Hidretos, H → Nox = –1
▪ Substâncias simples
→ Nox = 0
▪ Íons monoatômicos
→ Nox = carga
NÚMERO DE OXIDAÇÃO
Determine o número de oxidação
de cada átomo nas espécies
químicas seguintes:
•𝑆𝑂2
•𝑆𝑂4
2−
•𝐻2𝑆
•𝑃4𝑂6
•𝐾2𝐶𝑟2𝑂7
•𝐶𝑂3
2−
•𝑀𝑔(𝑂𝐻)2
•𝐴𝑙2(𝑆𝑂4)3
OS AGENTES: OXIDANTE E REDUTOR
Agente Oxidante
▪Recebe 𝑒𝑠
−
▪Oxida outra espécie química
▪Sofre redução
Agente Redutor
▪Perde 𝑒𝑠
−
▪ Reduz outra espécie química
▪Sofre oxidação
Cu0(s) + 2Ag+(aq) → Cu2+(aq) + 2Ag0(s)
0 +2
+1 0
Oxidação
Cada Cu perde 2𝑒−
O Cu é o agente redutor
Redução
Cada Ag+ recebe 1𝑒−
A Ag é o agente oxidante
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉTODO DO ÍON ELÉTRON
Exemplo
K2Cr2O7(aq) + FeCl2(aq) → CrCl3(aq) + FeCl3(aq) + KCl
K+(aq)+ Cr2O7
2‒(aq) + Fe2+(aq) + Cl‒(aq) → Cr3+(aq) + Fe3+(aq) + K+(aq)+ Cl‒(aq)
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX
Ex.
K2Cr2O7(aq) + FeCl2(aq) → CrCl3(aq) + FeCl3(aq) + KCl(aq)
Identificar onde ocorreu a oxidação e onde ocorreu a redução, ou
seja a substância oxidada e a substância reduzida
Cr2O7
2‒
(aq) + Fe
2+
(aq) → Cr
3+
(aq) + Fe
3+
(aq)
+6 +2 +3 +3
Redução
Oxidação
Dividir o processo de oxidação redução em duas equações chamadas
semi-reações
Fe2+(aq) → Fe3+(aq) Semi-reação de oxidação
Cr2O7
2−(aq) → Cr3+(aq) Semi-reação de redução
Acertar todos os átomos, à exceção de O e H, separadamente em
cada semi-reação.
A semi-reação de oxidação já está balanceada para os átomos de Fe.
Na semi-reação de redução multiplicamos Cr3+ por 2 de forma a
balancear os átomos de Cr:
Cr2O7
2− → 2 Cr3+
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉDIO ÁCIDO
Balanço de O: Para reações em meio ácido, acrescentar H2O para
acertar os átomos de O, e H+ para acertar os átomos de H.
Cr2O7
2− → 2 Cr3+ + 7 H2O
Balanço de H: Para acertar os átomos de hidrogénio, adicionamos
catorze íons H+ no lado esquerdo da equação.
14 H+ + Cr2O7
2− → 2 Cr3+ + 7 H2O
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉDIO ÁCIDO
Balanço de cargas: Adicionar elétrons a um dos lados de cada semi-
reação para acertar as cargas. Se necessário, igualar o número de
elétrons nas duas semi-reações multiplicando uma ou ambas as
reações pelos coeficientes apropriados.
6e‒ + 14 H+ + Cr2O7
2− → 2 Cr3+ + 7 H2O
Fe2+ → Fe3+ + 1e‒
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉDIO ÁCIDO
Para igualar o número de elétrons em ambas as semi-reações,
multiplicamos a semi-reações de oxidação por 6.
6 Fe2+ → 6 Fe3+ + 6 e‒
Adicionar as duas semi-reações e verificar se a equação final está
acertada. Os elétrons em ambos os lados devem anular-se
mutuamente.
6e- + 14 H+ + Cr2O7
2- → 2 Cr3+ + 7H2O
6 Fe2+ → 6 Fe3+ + 6e‒
14H+ + Cr2O7
2‒ + 6Fe2+ → 2Cr3+ + 7H2O + 6Fe
3+
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉDIO ÁCIDO
Equação sem balancear (original)
K2Cr2O7(aq) + FeCl2(aq) → CrCl3(aq) + FeCl3(aq) + KCl
Equação balanceada iônica (após balanceamento ion eletrôn)
14H+ + Cr2O7
2‒ + 6Fe2+ → 2Cr3+ + 7H2O + 6Fe
3+
Adicionando as outras espécies
14H+ + 14Cl– + Cr2O7
2– + 2K+ + 6FeCl2 → 2CrCl3 + 7H2O + 6FeCl3 + 2K
+
14HCl + K2Cr2O7
2- + 6FeCl2 → 2CrCl3 + 7H2O + 6FeCl3 + 2KCl
Equação molecular balanceada
14HCl + K2Cr2O7 + 6FeCl2 → 2CrCl3 + 7H2O + 6FeCl3 + 2KCl
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MÉDIO ÁCIDO
BALANÇO DAS EQUAÇÕES REDOX: MEIO BÁSICO
Cr2O7
2‒ + Fe2+ → Cr3+ + Fe3+
1. Acertar todos os átomos, à exceção de O e H, separadamente em
cada semi-reação.
Cr2O7
2- → 2 Cr3+
Fe2+ → Fe3+
2. Acrescentar H2O para acertar os átomos de O, e H
+ para acertar os
átomos de H.
14 H+ + Cr2O7
2- → 2Cr3+ + 7H2O
Fe2+ → Fe3+
BALANÇO DE EQUAÇÕES REDOX: MEIO BÁSICO
3. Como a reação ocorre em meio básico, adiciona-se em ambos os
lados da equação o mesmo número de OH- do que H+.
14OH‒ + 14H+ + Cr2O7
2‒ → 2Cr3+ + 7H2O + 14OH
‒
Fe2+ → Fe3+
4. Combinando os íons OH- e H+ para dar H2O obtemos
14H2O + Cr2O7
2‒ → 2Cr3+ + 7H2O + 14OH
‒
Fe2+ → Fe3+
ACERTO DAS EQUAÇÕES REDOX: MEIO BÁSICO
Cancelar as moléculas de água
7H2O + Cr2O7
2‒ → 2Cr3+ + 14OH‒
6. Adicionar elétrons a um dos lados de cada semi-reação para
acertar as cargas. Se necessário, igualar o número de elétrons nas
duas semi-reações multiplicando uma ou ambas as reações pelos
coeficientes apropriados.
6e‒ + 7H2O + Cr2O7
2‒ → 2Cr3+ + 14OH‒
6(Fe2+ → Fe3+ + e‒)
6e- + 7H2O + Cr2O7
2‒ + 6Fe2+ → 2Cr3+ + 14OH‒ + 6Fe3+ + 6e‒
7. Verificar que a equação contém o mesmo númerode cada tipo de
átomos bem como as mesmas cargas em ambos os lados da equação
BALANCE REDOX: EXEMPLOS
Al(s) + AgNO3(aq) → AI(NO3)3(aq) + Ag(s)
Balançar as seguintes equações pelo método do íon elétron.
Indicar: (i) agente oxidante, (ii) agente redutor, (iii) forma oxidada, (iv) forma
reduzida e (v) número de elétrons transferidos.
BALANCE REDOX: EXEMPLOS
Cr(OH)3(s)+ KIO3(aq) + KOH(aq) → K2CrO4(aq)+ KI(aq) + H2O(l)
Balançar as seguintes equações pelo método do íon elétron.
Indicar: (i) agente oxidante, (ii) agente redutor, (iii) forma oxidada, (iv) forma
reduzida e (v) número de elétrons transferidos.
BALANCE REDOX: EXEMPLOS
Cr2O7
2‒ + H2C2O4 + H
+ → Cr3+ + CO2 + H2O
Balançar as seguintes equações pelo método do íon elétron.
Indicar: (i) agente oxidante, (ii) agente redutor, (iii) forma oxidada, (iv) forma
reduzida e (v) número de elétrons transferidos.
Cr(OH)3 + IO3
‒ + OH‒ → CrO4
2‒ + I‒ + H2O
Balançar as seguintes equações pelo método do íon elétron.
Indicar: (i) agente oxidante, (ii) agente redutor, (iii) forma oxidada, (iv)
forma reduzida e (v) número de elétrons transferidos.
BALANCE REDOX
ELETROQUÍMICA II
CÉLULAS GALVÂNICAS
CÉLULAS ELETROLÍTICAS
BATERIAS
CORROSÃO
Prof. J. Sánez
2019.1
□ Célula eletroquímica
□ Célula Galvânica
□ Ânodo e cátodo
□ Notação convencional das células galvânicas
□ Potencial padrão de hidrogênio
□ Potencial padrão de um eletrodo
□ Potencial padrão de uma pilha
□ Tabela de potenciais: agente oxidante forte, agente
oxidante fraco, agente redutor forte, agente redutor
fraco
□ Espontaneidade das reações redox
□ Equação de Nerst
□ Eletrólise
□ Eletrólise e estequiometria
□ Lei de Faraday
□ Baterias: de chumbo, de níquel, pilha seca, de
mercúrio, de combustível, Bio-Battery
□ Corrosão
PONTOS IMPORTANTES DA SEÇÃO
3
ELETROQUÍMICA
▪ Estuda as reações químicas com transferência de 𝑒−.
▪ A transferência de 𝑒− pode se dar tanto em compostos
inorgânicos como em compostos orgânicos.
▪ Reações com fluxo de 𝑒− são encontrados em sistemas
ambientais e sistemas biológicos, também é aproveitado
na indústria.
▪ Dispositivos comuns que utilizam reações químicas para
produzir corrente elétrica são chamados de células
voltaicas ou células galvânicas. A energia química é
convertida em energia elétrica.
▪ O processo contrário, converter energia elétrica em
química é chamado eletrólise.
▪ As reações se dão por oxidação e redução (redox), sendo
que acontecem simultaneamente.
▪ Aplicações: baterias, pilhas, proteção à corrosão,
galvanização, células de combustível, bio-baterias, etc.
Energia
Química
Energia
Elétrica
Oxidação Redução
Energia
Elétrica
Energia
Química
REDOX
ELETRÓLISE
Célula
Galvânica
𝑒− 𝑒−
𝑒− Transferência
de 𝑒−
CÉLULA ELECTROQUÍMICA
Dispositivo utilizado nas reações de oxidação-redução para
converter energia química em eléctrica ou vice-versa.
Células
Electroquímicas
Células Galvânicas
A energia química é
convertida em energia
eléctrica
Células
Electrolíticas
A energia eléctrica é
convertida em energia
química
CÉLULA GALVÁNICA
▪As células galvânicas ou
voltaicas são
dispositivos em que se
produz eletricidade a
partir de uma reação
redox espontânea,
ocorrendo o fluxo de
elétrons por um
circuito exterior.
7
▪ O tubo em U invertido é a ponte salina.
Contém uma solução de KCl que proporciona
um meio eletricamente condutor entre as
duas soluções.
▪ Uma barra de zinco é mergulhada na solução
de ZnSO4 e uma barra de cobre é mergulhada
na solução de CuSO4 . Estas barras são
chamadas de eléctrodos.
→O eléctrodo onde ocorre a oxidação é o ânodo.
→O eléctrodo onde ocorre a redução é o cátodo.
CÉLULA GALVÁNICA
▪ As reações de oxidação e de redução nos eléctrodos são as
seguintes:
Zn eléctrodo (ânodo) : Zn(s) → Zn2+(aq) + 2e-
semi reação de oxidação
Cu eléctrodo (cátodo): Cu2+(aq) + 2e- → Cu(s)
semi reação de redução
▪ Os elétrons fluem no circuito exterior do eléctrodo de Zn
(ânodo) para o eléctrodo de Cu (cátodo).
▪ As aberturas da ponte salina estão rolhadas com bolas de
algodão para impedir a solução de KCl de fluir para as soluções.
CÉLULA GALVÁNICA
▪ O fato dos elétrons se moverem de um
eletrodo para outro indica a existência de
uma diferença de potencial entre os dois
eléctrodos.
▪ A diferença de potencial entre os dois
eléctrodos é chamada força electromotriz, ou
f.e.m. (ε).
▪ A pode ser medida ligando um voltímetro a
ambos os eléctrof.e.m dos.
▪ A f.e.m é normalmente expressa em volt (V).
CÉLULA GALVÁNICA
▪ No eletrodo, os íons descarregam-se captando ou cedendo
elétrons, formando átomos ou radicais neutros.
▪ Os átomos ou espécies neutras podem
*ser libertados
*ser depositados
*reagir quimicamente.
REAÇÃO NO ELETRODO
▪ As linhas verticais (│) representam interfaces ou junções
▪ A linha dupla vertical representa a ponte salina (‖)
NOTAÇÃO CONVENCIONAL DAS CÉLULAS GALVÂNICAS
Ponte SalinoÂnodo Catodo
Semi reação
Oxidação
Semi reação
Redução
12
NOTAÇÃO CONVENCIONAL DAS CÉLULAS GALVÂNICAS
▪Cu(s) + Ag+(aq) → Cu2+(aq) + Ag(s)
▪Pt│H2 (p=1 bar) │H
+ (aq, 1,0 M) ‖ Fe3+(aq, 1,0 M), Fe2+(aq, 1,0 M) │ Pt
▪ Tabela de potenciais padrões
de eléctrodos permite prever:
-tensão que será produzida
pela célula
-espontaneidade da reação
redox
-comparar força relativa de
agentes oxidantes ou
redutores
POTENCIAL PADRÃO DE UM ELETRODO
▪ A força electromotriz padrão da pilha, ε0pilha, é a soma do potencial
de oxidação padrão com o potencial de redução padrão:
ℇ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜 = ℇâ𝑛𝑜𝑑𝑜
𝑜 − ℇ𝑐á𝑡𝑜𝑑𝑜
𝑜
ℇ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜 = ℇ𝑜𝑥𝑖𝑑𝑎çã𝑜
𝑜 − ℇ𝑟𝑒𝑑𝑢çã𝑜
𝑜
Lembre-se que as tabelas de potenciais estão na forma de redução, por tanto, se precisar do
potencial de oxidação: ℇ𝑜𝑥𝑖𝑑𝑎çã𝑜
𝑜 = −ℇ𝑟𝑒𝑑𝑢çã𝑜
𝑜 (–valor da tabela)
f.e.m. PADRÃO DE UMA PILHA
▪ Pt(s)|H2(g), 1atm|H
+(1M)
ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO
2 H+(aq, 1M) + 2e- → H2(g, 1 atm)
▪Quando todos os solutos são 1M e
todos os gases 1 atm, a tensão
associada a uma reação de redução a
ocorrer num eléctrodo é designada
por potencial de redução padrão.
▪Portanto o potencial de redução
padrão do eletrodo de H2 definido
como sendo zero.
▪ℇ𝐻2
𝑜 = 0 𝑉 de potencial
▪ Pt(s)|H2(g), 1atm|H
+(1M)
ℇ𝐻2
𝑜 = 0 𝑉 de potencial
ELETRODO PADRÃO DE HIDROGÊNIO
17
POTENCIAIS
DE REDUÇÃO
PADRÃO A
25 °C
Agente
Oxidante
Fraco
Agente
Oxidante
Forte
Agente
Redutor
Fraco
Agente
Redutor
Forte
Ânodo
Zn(s) → Zn2+ (aq, 1M) + 2e-
Cátodo
2H+(aq, 1 M) + 2e- → H2(g, 1 atm)
Reacção global:
Zn(s) + 2H+(aq, 1M) → Zn2+(aq) + H2 (g, 1atm)
PILHA CONSTITUÍDA POR UM ELETRODO DE Zn E EPH
Para a pilha analisada anteriormente
▪ ℇ Τ𝑍𝑛 𝑍𝑛2+
𝑜 (Zn/Zn2+ significa Zn(s) → Zn2+(aq) + 2e-)
é o potencial de oxidação padrão da semi-reacção de oxidação
▪ ℇ𝐻+∕𝐻2
𝑜 (H+/H2 significa 2H
+(aq) + 2e- → H2(g))
é o potencial de redução padrão e é definido como valor zero
Portanto, para a nossa pilha:
ℇ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜 = ℇ Τ𝑍𝑛 𝑍𝑛2+
𝑜 + ℇ𝐻+∕𝐻2
𝑜
+0,76 = ℇ Τ𝑍𝑛 𝑍𝑛2+
𝑜 + 0
O potencial de oxidação padrão do zinco é +0,76 V
f.e.m. PADRÃO DA PILHA CONSTITUÍDA PELO ELÉCTRODO DE Zn E PELO EPH
PILHA CONSTITUÍDA POR UM ELETRODO Cu E EPH
Ânodo: H2 (g, 1 atm) → 2H
+ (aq, 1 M) + 2e-
Cátodo: Cu2+ (aq, 1M) + 2e- → Cu(s)
Reacção global
Cu2+(aq, 1M) + H2(g, 1atm) → 2H
+(aq, 1M) + Cu(s)
▪Em condições padrão e a 25 °C a
f.e.m. da pilha constituída pelo
eléctrodo de Cu e EPH é dada por:
ℰ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜 = ℰ Τ𝐻2 𝐻+
𝑜 − ℰ Τ𝐶𝑢2+ 𝐶𝑢
𝑜
−0,34 𝑉 = 0 − ℰ Τ𝐶𝑢2+ 𝐶𝑢
𝑜▪Portanto o potencial de redução
padrão do cobre é +0,34 V e o seu
potencial de oxidação padrão
ℰ Τ𝐶𝑢 𝐶𝑢2+
𝑜 = ‒0,34 V.
21
▪Calcule o valor de ℰ0 para a reação seguinte.
Escreva sua forma abreviada e determine se
a reação é produto favorecida.
2𝐼− 𝑎𝑞 + 𝑍𝑛2+ 𝑎𝑞
⟶ 𝐼2 𝑔 + 𝑍𝑛(𝑠)
f.e.m. PADRÃO DE UMA PILHA
▪Balanceie a equação em meio ácido.
Calcule o potencial padrão e determine
se é produto favorecida. Escreva a forma
abreviada da reação.
2𝐶𝑙𝑂3
− 𝑎𝑞 + 𝐶𝑒3+ 𝑎𝑞
⟶ 𝐶𝑙− 𝑎𝑞 + 𝐶𝑒4+(𝑎𝑞)
22
▪Considere as semirreações dadas na tabela
𝐶𝑢2+ 𝑎𝑞 + 2𝑒− → 𝐶𝑢(𝑠) +0,34 𝑉
𝐹𝑒2+ 𝑎𝑞 + 2𝑒− → 𝐹𝑒(𝑠) −0,44 𝑉
𝑍𝑛2+ 𝑎𝑞 + 2𝑒− → 𝑍𝑛(𝑠) −0,76 𝑉
f.e.m. PADRÃO DE UMA PILHA
(a) Com base nos valores de ε0, qual metal
é oxidado mais facilmente?
(b) Que metais nessa lista são capazes de
reduzir Fe2+(aq) a Fe(s)?
(c) Escreva uma equação química
balanceada para a reação entre
Fe2+(aq) e Cu(s). Essa reação é produto-
favorecida ou reagente favorecida?
EQUILÍBRIO REDOX E A ENERGIA LIVRE DE GIBBS
A energia de Gibbs é dada por: ∆𝐺 = −𝑛 ∙ ℱ ∙ ℰ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
n = número de elétrons transferidos; 1ℱ = 96,500 J/V·mol; ℰ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎 é expressa em volts.
▪ Para as reacções em que os reagentes e os produtos estão no
estado padrão: ∆𝐺𝑜= −𝑛 ∙ ℱ ∙ ℰ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜
Tendo em conta que a variação da energia livre padrão, ∆G0,
associada a uma reação está relacionada com a sua constante de
equilíbrio através de: ∆𝐺𝑜= −𝑅𝑇𝑙𝑛 𝐾
Igualando as equações, obtemos
K
nF
RT
pilha ln
0 =
ESPONTANEIDADE DAS REAÇÕES REDOX
∆G0 εopilha Reação em condições padrão
‒ Positiva Espontânea
0 0 Em equilíbrio
+ Negativa Não espontânea.
Reacção espontânea no
sentido inverso.
∆𝐺𝑜= −𝑛 ∙ ℱ ∙ ℰ𝑝𝑖𝑙ℎ𝑎
𝑜
25
▪Calcule Δ𝐺0 e a constante de equilíbrio para a seguinte reação
2𝐹𝑒3+ 𝑎𝑞 + 2𝐼− aq → 𝐹𝑒2+ 𝑎𝑞 + 𝐼2(𝑠)
ESPONTANEIDADE DAS REAÇÕES REDOX
EQUAÇÃO DE NERNST
▪ Permite calcular o potencial redox
em soluções aquosas não padrão
Em que:
Q : é a expressão da lei da ação das massas
da reação.
F = 96,500 J/V·mol
R = 8,315 J K-1 mol-1
Condições padrão
Temperatura =25 °C = 298,2 K; p = 1 atm; C =
1M; pH = 7
Q
nF
RT ln0 −=
▪ Substituindo os valores de R, T e
F em condições padrão, e
reescrevendo a equação em
termos do logaritmo decimal,
obtém-se:
Q
n
log
0591,00 −=
27
▪Calcule a voltagem produzida por uma célula voltaica utilizando a
reação a seguir, se todas as espécies dissolvidas têm concentração
de 2,5x10‒2 M.
𝑍𝑛 𝑠 + 2𝐻2𝑂 𝑙 + 2𝑂𝐻
− 𝑎𝑞 → [𝑍𝑛(𝑂𝐻)4]
2− 𝑎𝑞 + 𝐻2(𝑔)
EQUAÇÃO DE NERNST
▪Electrólise: decomposição simultânea do
electrólito.
▪A montagem típica de uma electrólise
chama-se célula de electrólise ou célula
electrolítica.
▪Electrólito: composto que conduz
electricidade ou em solução ou em
estado de fusão (l).
ELETRÓLISE
ELETRÓLITOS E NÃO ELETRÓLITOS
ELETRÓLISE DO CLORETO DE SÓDIO FUNDIDO
Pilha de Dows
Reacção global:
2Na+ + 2Cl-→ 2Na(l) + Cl2(g)
Cloreto de
Sódio
Fundido,
NaCl(l)
p.f. NaCl = 801 °C
p.f. Na = 97,8 °C
Utilizada na
produção de
Na(l) e de Cl2 em
escala industrial
ELECTRÓLISE DE NaCl(aq)
▪ Reação no ânodo:
2Cl- → Cl2(g) +2e
-
▪ Reação no cátodo:
2e- + 2H2O → H2(g) + 2OH
-
▪ Reação da célula:
2H2O + 2Cl
- → Cl2(g) + H2(g) + 2OH
-
ELECTRÓLISE DA ÁGUA
▪A reacção ocorre com facilidade numa
solução 0,1 M H2SO4 porque neste
caso existem ions em número
suficiente para conduzir a
electricidade.
Ânodo (oxidação):
2H2O(l) → O2(g) + 4H
+(aq)+ 4e-
Cátodo (redução):
H+ (aq) + e- → ½ H2(g)
Global:
2H2O (l) → 2 H2(g) + O2(g)
Ânodo Cátodo
(platina)
(platina)
Solução
diluída de
H2SO4
▪ Reações com transferência de elétrons entre
as espécies químicas
Cu2+(aq) + 2e‒ → Cu(s)
2+
2+
2+
2+
2+
𝐶𝑢2+ 𝑎𝑞 + 2𝑒− → 𝐶𝑢(𝑠)
ELETRÓLISE E ESTEQUIOMETRIA
2+
2 mol de 𝑒− 1 mol de Cu(s)
63,5 g-Cu(s)63,5 g-Cu(s)
1 mol de Cu(s)
63,5 g-Cu(s)
ELETRÓLISE E ESTEQUIOMETRIA
https://www.maxifolheados.com.br/pagina/banho-de-alta-qualidade-conheca-o-
processo-que-faz-a-magica-acontecer
1ª Peças brutas
2ª Cobre alcalino
3ª Cobre ácido
4ª Ouro 24k - Pré ouro
5ª Ouro 18k – Folheação
6ª Ouro 22k - Cor final
7ª Camada Especial de Proteção
http://www.galvanix.com.br/galvanizacao.html
CORRENTE E CARGA
▪ Corrente: fluxo de carga (quantidade
de elétrons passando) em um período
de tempo
𝐼 =
𝑞
𝑡
I: corrente em Amperes (A), coulomb/s
q: carga em coulombs, C
t: tempo, s
Lembre-se que 1ℱ = 96,485 𝐶/𝑚𝑜𝑙-𝑒−
ELETRÓLISE E ESTEQUIOMETRIA
▪Em um processo de galvanoplastia
“instantânea”, uma corrente de
2,50x103 A passa através de uma
célula eletrolítica por 5,00 min. Qual é
a quantidade, em mols, de elétrons
conduzida pela célula.
ELETRÓLISE E ESTEQUIOMETRIA
▪Uma célula de eletrólise que depoista
ouro (a partir de Au+(aq)) opera por
15,0 min com uma corrente de 2,30
A. Qual é a massa de ouro
depositada?
BATERIAS
Uma bateria é uma pilha eletroquímica, ou mais
frequentemente um conjunto de pilhas
eletroquímicas ligadas em série, que pode ser
usado como fonte de corrente eléctrica direta a
voltagem constante.
Diferentes tipos de baterias
de uso corrente:
• Bateria de pilha seca (usada em lanternas
rádios portáteis )
• Bateria de mercúrio (usada em medicina, em
“pacemakers”, auxiliares de audição e na
indústria eletrônica)
• Acumuladores de chumbo (usado nos
automóveis)
• Baterias sólidas de lítio
• Pilhas de combustível (utilizadas para produzir
eletricidade)
• BIO-BATTERY
BATERIA DE PILHA SECA
Isolamento
Cátodo de grafite
Camada de MnO2
Pasta úmida de ZnCl2 e NH4Cl
Ânodo de zinco
A mais comum é a pilha de Leclanché
BATERIA DE MERCÚRIO
Cátodo de aço
Isolamento
Solução electrolítica de
KOH e Zn(OH)2 e HgO
Caixa de zinco (ânodo)
▪ Fornece uma voltagem mais
constante do que a pilha de
Leclanché.
▪ Tem uma capacidade
consideravelmente mais elevada e
uma vida mais longa.
▪ Estas características tornam a
bateria de mercúrio ideal para o uso
em “pacemakers”, auxiliares de
audição, relógios eléctricos.
ACUMULADOR DE CHUMBO
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Electrólito
de H2SO4
Placas positivas (grelhas de
chumbo cheias de PbO2)
Placas negativas (grelhas de chumbo
cheias de chumbo poroso)
Ânodo
Cátodo
ACUMULADOR DE CHUMBO
▪ É constituído por seis pilhas idênticas em série.
Ânodo: Pb(s) + SO4
2-(aq) → PbSO4(s) + 2e
-
Cátodo: PO2(s) + 4H
+(aq) + 2e-→ PbSO4(s) + 2H2O(l)
Global: Pb(s) + PbO2(s) + 4H
+(aq) + 2SO4
2-(aq) → 2PbSO4(s) + 2H2O(l)
▪ É recarregável. Recarregar a bateria significa inverter a reacção
electroquímica normal através da aplicação de uma voltagem exterior ao
ânodo e ao cátodo.
Ânodo: PbSO4(s) + 2e
-→ Pb(s) + SO4
2-(aq)
Cátodo: PbSO4(s) + 2H2O(l) → PbO2(s) + 4H
+ (aq) + 2e-
Global: 2PbSO4(s) + 2H2O(l) →Pb(s) + PbO2(s) + 4H
+(aq) + 2SO4
2-(aq)
PILHA DE COMBUSTÍVEL DE H2-O2
Eléctrodos de carbono poroso
contendo catalisadores
Oxidação
2H2(g) + 4OH
- (aq) → 4H2O(l) + 4e
-
Redução
O2(g) + 2H2O(l) + 4e
- → 4OH-(aq)
2H2(g) + O2(g) → 2H2O(l)
BIO-BATTERY
▪ A Bio-Battery ™, desenvolvida pela CFD Research Corporation, é uma nova
fonte de energia que converte os combustíveis comumente disponíveis
diretamente em energia elétrica.
▪ A bateria biológica utiliza enzimas para converter os combustíveis em
energia de forma semelhante à maneira como os sistemas biológicos usam
enzimas para converter alimentos em energia. O coração do dispositivo é
um anodo nanocompósito que contém enzimas capazes de oxidar açúcar,álcool ou diesel (JP-8), liberando elétrons e gerando energia.
▪ A bateria biológica tem inúmeras vantagens sobre as baterias existentes. A
maior vantagem é que a densidade de energia teórica é 10 vezes maior do
que a das atuais baterias de íons de lítio de última geração.
▪ Outra vantagem é a flexibilidade de combustível, pois a enzima permite
seletivamente o uso de múltiplos combustíveis sem interferência ou
envenenamento do catalisador. A bateria biológica também utiliza
biocatalizadores renováveis, ao contrário de catalisadores de metais de
transição caros e tóxicos de outras baterias.
▪ Finalmente, o dispositivo não possui assinatura térmica ou acústica. Além
disso, a Bio-Battery permite recarga instantânea (através do fornecimento
de mais açúcar) em comparação com as baterias tradicionais, que exigem
acesso à energia por mais de duas horas para recarga.
CORROSÃO
▪Consiste na deterioração de metais através de um
processo electroquímico.
▪ Exemplos: Ferrugem, escurecimento de prata, película
verde formada sobre o cobre e o bronze.
FORMAÇÃO DA FERRUGEM
▪ O ferro, em
contato com o
ambiente (ar
húmido ou água)
sofre corrosão, o
processo ocorre
em duas etapas:
▪Uma região da superfície do metal funciona como ânodo, ocorrendo a
oxidação:
Fe(s) → Fe2+(aq) + 2e-
▪Os elétrons fornecidos pelo ferro reduzem o oxigénio a água no cátodo:
O2(g) + 4H
+(aq) + 4e- → 2H2O(l)
▪A reação redox global é:
2Fe(s) + O2(g) + 4H
+(aq) → 2 Fe2+(aq) + H2O(l)
▪Os íons Fe2+ formados no ânodo ainda são oxidados pelo oxigénio:
4Fe2+(aq) + O2(g) + (4+2x)H2O(l) → 2 Fe2O3·xH2O(s) + 8H
+(aq)
Esta forma hidratada do óxido de ferro (III) é conhecida por ferrugem.
FORMAÇÃO DA FERRUGEM