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ATIVIDADE 3 - ECONOMIA

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Vasconcellos e Garcia explicam que a política fiscal refere-se a todos os instrumentos de que o governo dispõe para arrecadar tributos e controlar suas despesas.
Que ações deveriam ser tomadas no que tange à área fiscal?
I. O governo deveria realizar reformas que levassem a redução dos gastos públicos, uma vez que essa é umas das principais causas da inflação.
II. O governo deveria promover reduções graduais e constantes dos impostos que incidem diretamente sobre o consumo, como o IPI e o ICMS.
III. O governo deveria realizar operações de compra de divisas estrangeiras, o que promoveria um fortalecimento das reservas estrangeiras, consequentemente da capacidade do governo de gastar.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.

Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que os bancos comerciais, além de possuírem os chamados encaixes técnicos, são obrigados a depositar no Banco Central um percentual determinado por este sobre os depósitos à vista.
Considerando a sua análise, é contundente observar que:
I. A partir de março de 2010 até setembro de 2011 o governo federal praticou uma política monetária expansionista considerando o aumento do fator compulsório, mas que começou a decrescer após esse período em função de medidas de combate a inflação.
II. O período em destaque se refere a reação do governo a crise dos mercados Subprime dos EUA, no caso, caracterizando uma política monetária expansionista.
III. É verificável que entre setembro de 2011 e março de 2012 o governo praticou uma política monetária restritiva, a mais rígida considerando os três anos posteriores.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.

Um dos objetivos dos condutores de política macroeconômica é o controle da inflação. Conforme nos ensina Mochón, conseguir uma inflação baixa ou um nível geral de preços estável é um objetivo macroeconômico chave.
Para solucionar esse problema o governo pode:
I. Adotar uma política monetária restritiva, aumentando juros e, dessa forma, encarecendo o crédito.
II. Adotar uma política monetária restritiva, reduzindo juros e dessa forma encarecendo o crédito.
III. Adotar uma política fiscal restritiva, aumentando gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.
IV. Adotar uma política fiscal restritiva, reduzindo gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.

A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
I. O PIB é uma forma de medição da renda nacional, podendo ser contabilizado em termos reais e em termos nominais, sendo que o primeiro é o que efetivamente mostra a real geração de riqueza.
II. O PIB em termos reais é calculado descontando-se a inflação medida no período em que foi analisado.

Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que o produto interno bruto (PIB) é o somatório de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do território nacional num dado período.
Considerando os seus conhecimentos sobre PIB e PNB, avalie as afirmacoes a seguir.
I. O produto interno bruto é uma medida que reflete efetivamente a riqueza produzida por empresas brasileiras localizadas no Brasil ou no exterior.
II. No cômputo do PNB devem ser considerados, por exemplo, as receitas recebidas por empresas brasileiras do exterior, como oriundas de construtoras por exemplo, menos os valores referentes a royalties, como direitos autorais.
III. Empresas brasileiras localizadas no exterior tem a sua riqueza computada no PIB dos países onde se localizam.

Leiam o seguinte trecho do discurso do Ministro da Economia Paulo Guedes, ao tomar posse em 02 de janeiro de 2018.
Considerando o discurso do Ministro Paulo Guedes, é notório observar que:
I. A política fiscal expansionista adotada em governos anteriores somente foi corrigida com aumentos das taxas de juros e desvalorização cambial.
II. Paulo Guedes aponta o problema fiscal como sendo o principal agente causador do pífio crescimento da economia brasileira nas últimas quatro décadas.
III. É observável que Paulo Guedes atacará o problema fiscal através da redução do tamanho do Estado, o que gerará a esperada redução de gastos.

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Questões resolvidas

Vasconcellos e Garcia explicam que a política fiscal refere-se a todos os instrumentos de que o governo dispõe para arrecadar tributos e controlar suas despesas.
Que ações deveriam ser tomadas no que tange à área fiscal?
I. O governo deveria realizar reformas que levassem a redução dos gastos públicos, uma vez que essa é umas das principais causas da inflação.
II. O governo deveria promover reduções graduais e constantes dos impostos que incidem diretamente sobre o consumo, como o IPI e o ICMS.
III. O governo deveria realizar operações de compra de divisas estrangeiras, o que promoveria um fortalecimento das reservas estrangeiras, consequentemente da capacidade do governo de gastar.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.

Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que os bancos comerciais, além de possuírem os chamados encaixes técnicos, são obrigados a depositar no Banco Central um percentual determinado por este sobre os depósitos à vista.
Considerando a sua análise, é contundente observar que:
I. A partir de março de 2010 até setembro de 2011 o governo federal praticou uma política monetária expansionista considerando o aumento do fator compulsório, mas que começou a decrescer após esse período em função de medidas de combate a inflação.
II. O período em destaque se refere a reação do governo a crise dos mercados Subprime dos EUA, no caso, caracterizando uma política monetária expansionista.
III. É verificável que entre setembro de 2011 e março de 2012 o governo praticou uma política monetária restritiva, a mais rígida considerando os três anos posteriores.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.

Um dos objetivos dos condutores de política macroeconômica é o controle da inflação. Conforme nos ensina Mochón, conseguir uma inflação baixa ou um nível geral de preços estável é um objetivo macroeconômico chave.
Para solucionar esse problema o governo pode:
I. Adotar uma política monetária restritiva, aumentando juros e, dessa forma, encarecendo o crédito.
II. Adotar uma política monetária restritiva, reduzindo juros e dessa forma encarecendo o crédito.
III. Adotar uma política fiscal restritiva, aumentando gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.
IV. Adotar uma política fiscal restritiva, reduzindo gastos e, dessa forma, diminuindo o déficit fiscal.

A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
I. O PIB é uma forma de medição da renda nacional, podendo ser contabilizado em termos reais e em termos nominais, sendo que o primeiro é o que efetivamente mostra a real geração de riqueza.
II. O PIB em termos reais é calculado descontando-se a inflação medida no período em que foi analisado.

Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que o produto interno bruto (PIB) é o somatório de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do território nacional num dado período.
Considerando os seus conhecimentos sobre PIB e PNB, avalie as afirmacoes a seguir.
I. O produto interno bruto é uma medida que reflete efetivamente a riqueza produzida por empresas brasileiras localizadas no Brasil ou no exterior.
II. No cômputo do PNB devem ser considerados, por exemplo, as receitas recebidas por empresas brasileiras do exterior, como oriundas de construtoras por exemplo, menos os valores referentes a royalties, como direitos autorais.
III. Empresas brasileiras localizadas no exterior tem a sua riqueza computada no PIB dos países onde se localizam.

Leiam o seguinte trecho do discurso do Ministro da Economia Paulo Guedes, ao tomar posse em 02 de janeiro de 2018.
Considerando o discurso do Ministro Paulo Guedes, é notório observar que:
I. A política fiscal expansionista adotada em governos anteriores somente foi corrigida com aumentos das taxas de juros e desvalorização cambial.
II. Paulo Guedes aponta o problema fiscal como sendo o principal agente causador do pífio crescimento da economia brasileira nas últimas quatro décadas.
III. É observável que Paulo Guedes atacará o problema fiscal através da redução do tamanho do Estado, o que gerará a esperada redução de gastos.

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ATIVIDADE 3 – ECONOMIA 
 
• Pergunta 1 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Leiam a reportagem: 
FGV prevê crescimento econômico de 2,1% em 2019 
O crescimento econômico do país em 2019 pode ficar em torno de 2,1% e a 
inflação se manterá em torno de 3,8%, sem necessidade de alta da taxa de 
juros, a Selic. Os números foram apresentados hoje (11) pela coordenadora 
do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio 
Vargas (FGV/IBRE), Sílvia Matos, no I Seminário de Análise Conjuntural 
2019. De acordo com os dados, o ano deve registrar melhora gradual nas 
condições de crédito e no mercado de trabalho. Já o consumo pode subir 
2,6%. Para a economista, o nível de desemprego dificulta a sensação de 
bem-estar, o que mostra na expectativa presente um resultado menor que a 
do futuro. “Isso [desemprego] é uma questão que dificulta a sensação de 
bem-estar. O PIB pode até estar crescendo, mas com um desemprego 
historicamente muito elevado. Não só com muitas pessoas desempregadas, 
mas também o emprego com bastante informalidade. Esse é um ponto que 
limita bastante o consumo das famílias e gera sensação de mal estar”. De 
acordo com Sílvia Matos, o nível de crescimento previsto para 2019 ainda é 
muito baixo comparado à média que o país deveria registrar depois de sair 
de uma recessão severa. “A gente está muito longe de recuperar tudo que 
perdemos”, disse. Nos investimentos, considerando as plataformas de 
petróleo, o crescimento pode ser de 4,6%. Sem elas, ficaria em 3,7%, 
enquanto no ano passado registrou 2%. A economista destacou ainda que 
2018 foi o quinto ano consecutivo de déficit primário (1,6% do PIB) e a 
situação fiscal do país ainda está longe de ser equacionada. 
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-03/fgv-preve-crescimento-economico-
de-21-em-2019 acessado em 10/04/2019 às 10:06. 
Para promover o crescimento econômico, o governo: 
 
Resposta 
Selecionada: 
 
Poderia aumentar seus gastos realizando investimentos em 
obras de infraestrutura, o que faria as empresas a contratar 
mais pessoas. 
Resposta 
Correta: 
 
Poderia aumentar seus gastos realizando investimentos em 
obras de infraestrutura, o que faria as empresas a contratar 
mais pessoas. 
Feedback 
da resposta: 
Resposta certa. O aumento de gastos em investimentos 
geraria novos empregos face as contratações realizadas 
pelas empresas. Esse crescimento no mercado de trabalho 
promoveria no médio prazo o crescimento da economia. 
 
 
• Pergunta 2 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Vasconcellos e Garcia explicam que a política fiscal “refere-se a todos os 
instrumentos de que o governo dispõe para arrecadar tributos (política 
tributária) e controlar suas despesas (política de gastos). A política tributária, 
além de influir sobre o nível de tributação, é utilizada, por meio da 
manipulação da estrutura e alíquotas de impostos, para estimular (ou inibir) 
os gastos de consumo do setor privado.” 
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. 
Fundamentos de Economia. 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 130. 
Considere que o país está passando por um período suficiente para 
caracterizar uma situação inflacionária: empregos vem sendo perdidos pela 
retração da demanda provocada pela perda do poder de compra da moeda, 
no que se chama como sendo “espiral inflacionária”. Que ações deveriam 
ser tomadas no que tange à área fiscal? 
I. O governo deveria realizar reformas que levassem a redução dos gastos 
públicos, uma vez que essa é umas das principais causas da inflação. 
II. O governo deveria promover reduções graduais e constantes dos 
impostos que incidem diretamente sobre o consumo, como o IPI e o ICMS. 
III. O governo deveria realizar operações de compra de divisas estrangeiras, 
o que promoveria um fortalecimento das reservas estrangeiras, 
consequentemente da capacidade do governo de gastar. 
É correto o que se afirma em 
 
Resposta Selecionada: 
I, apenas. 
Resposta Correta: 
I, apenas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. A política fiscal se refere à gestão que o 
governo possui sobre suas receitas e despesas. Dessa forma, 
diante de uma situação de espiral inflacionária, no que tange 
à política fiscal, o governo precisa aumentar impostos e cortar 
gastos. 
 
 
• Pergunta 3 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que “os bancos comerciais, além de 
possuírem os chamados encaixes técnicos (o caixa dos bancos comerciais), 
são obrigados a depositar no Banco Central um percentual determinado por 
este sobre os depósitos à vista. Basta o Banco Central aumentar ou diminuir 
o percentual do depósito compulsório para influir no volume ofertado de 
empréstimos bancários de depósitos ou moeda escritural). 
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. 
Fundamentos de Economia. 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 204-205 
 
Observe o gráfico abaixo: 
 
 
 
Fonte: Banco Central do Brasil 
 
O gráfico mostra a evolução dos recolhimentos compulsórios entre os 
períodos de março de 2008 a março de 2016. Considerando a sua análise, é 
contundente observar que: 
I. A partir de março de 2010 até setembro de 2011 o governo federal 
praticou uma política monetária expansionista considerando o aumento do 
fator compulsório, mas que começou a decrescer após esse período em 
função de medidas de combate a inflação. 
II. O período em destaque se refere a reação do governo a crise dos 
mercados Subprime dos EUA, no caso, caracterizando uma política 
monetária expansionista 
III. É verificável que entre setembro de 2011 e março de 2012 o governo 
praticou uma política monetária restritiva, a mais rígida considerando os três 
anos posteriores. 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: 
II e III, apenas. 
Resposta Correta: 
II e III, apenas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. Isso mesmo, entre março de 2010 até 
setembro de 2011 o governo adotou uma política monetária 
restritiva no que tange aos recolhimentos compulsórios. É 
observável que é uma das ferramentas mais efetivas na oferta 
de crédito na economia. 
 
 
• Pergunta 4 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Um dos objetivos dos condutores de política macroeconômica é o controle 
da inflação. Conforme nos ensina Mochón, “conseguir uma inflação baixa ou 
um nível geral de preços estável é um objetivo macroeconômico chave, pois 
as disparadas nos preços distorcem as decisões econômicas das empresas 
e dos indivíduos, impedindo, portanto, uma alocação mais eficiente de 
recursos” 
MOCHÓN, Francisco. Princípios de Economia . São Paulo: Pearson 
Prentice Hall, 2007, p. 148-149 
É importante observar dessa maneira que para obter o crescimento 
econômico, o Estado precisa lidar com esse problema que é para a 
Economia de um país analogamente falando o mesmo que um câncer para 
o corpo humano. Para solucionar esse problema o governo pode: 
I. Adotar uma política monetária restritiva, aumentando juros e, dessa forma, 
encarecendo o crédito. 
II. Adotar uma política monetária restritiva, reduzindo juros e dessa forma 
encarecendo o crédito. 
III. Adotar uma política fiscal restritiva, aumentando gastos e, dessa forma, 
diminuindo o déficit fiscal. 
IV. Adotar uma política fiscal restritiva, reduzindo gastos e, dessa forma, 
 
diminuindo o déficit fiscal. 
 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: 
I e IV 
Resposta Correta: 
I e IV 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. Isso mesmo, as políticas monetária e fiscal 
devem atuar de forma combinada encarecendo os 
empréstimos e reduzindo do déficit fiscal como sendo uma 
forma de combater a inflação. É importante lembrar que não é 
possível o desenvolvimento econômico em um ambiente 
inflacionário. 
 
 
•Pergunta 5 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Conforme Vasconcellos e Garcia, o PIB “é o somatório de todos os bens e 
serviços finais produzidos dentro do território nacional num dado período, 
valorizados a preço de mercado, sem levar em consideração se os fatores 
de produção são de propriedade de residentes ou não-residentes”. 
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. 
Fundamentos de Economia . 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 154 
A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas. 
 
I. O PIB é uma forma de medição da renda nacional, podendo ser 
contabilizado em termos reais e em termos nominais, sendo que o primeiro 
é o que efetivamente mostra a real geração de riqueza. 
 
PORQUE 
 
II. O PIB em termos reais é calculado descontando-se a inflação medida no 
período em que foi analisado. 
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
 
Resposta 
Selecionada: 
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é 
uma justificativa correta da I. 
Resposta Correta: 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é 
uma justificativa correta da I. 
Feedback 
da resposta: 
Resposta certa. Realmente o PIB em termos reais é aquele 
contabilizado descontando-se os efeitos da inflação sobre os 
preços. Dessa forma, é um dado que mostra efetivamente se 
houve e de quanto foi a geração de riqueza. 
 
 
• Pergunta 6 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Nos ensinam Vasconcellos e Garcia que o “produto interno bruto (PIB) é o 
somatório de todos os bens e serviços finais produzidos dentro do território 
nacional num dado período, valorizados a preço de mercado, sem levar em 
consideração se os fatores de produção são de propriedade de residentes 
ou não-residentes. Entretanto, para produzir o PIB, utilizamos fatores de 
produção que pertencem à não-residentes, cuja remuneração é remetida a 
seus proprietários no exterior, na forma de juros, lucros e royalties. Os juros 
representam o pagamento pela utilização do capital monetário externo (isto 
é, da dívida externa); as remessas de lucros são a remuneração pelo capital 
físico de propriedade das empresas estrangeiras instaladas no país; e os 
royalties representam o pagamento pela utilização da tecnologia 
estrangeira. Também existem residentes que possuem fatores de produção 
fora do país e recebem, portanto, renda do exterior (extração de petróleo 
pela Petrobras, grandes construtoras brasileiras no exterior etc.). Somando 
ao PIB a renda recebida do exterior e subtraindo a renda enviada ao 
exterior, tem-se o produto nacional bruto (PNB), que é a renda que 
efetivamente pertence aos residentes do país.” 
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. 
Fundamentos de Economia. 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 154 
Considerando os seus conhecimentos sobre PIB e PNB, avalie as 
afirmações a seguir. 
I. O produto interno bruto é uma medida que reflete efetivamente a riqueza 
produzida por empresas brasileiras localizadas no Brasil ou no exterior. 
II. No cômputo do PNB devem ser considerados, por exemplo, as receitas 
recebidas por empresas brasileiras do exterior, como oriundas de 
construtoras por exemplo, menos os valores referentes a royalties, como 
direitos autorais. 
III. Empresas brasileiras localizadas no exterior tem a sua riqueza 
computada no PIB dos países onde se localizam 
É correto o que se afirma em 
 
Resposta Selecionada: 
II e III, apenas. 
Resposta Correta: 
II e III, apenas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. Exato! O PIB é uma medida que reflete a 
riqueza produzida por empresas localizadas dentro do 
território brasileiro apenas, independentemente se o fator de 
produção pertence a residentes ou não residentes. 
 
 
• Pergunta 7 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Leiam o seguinte trecho do discurso do Ministro da Economia Paulo 
Guedes, ao tomar posse em 02 de janeiro de 2018 
 
 
O diagnóstico é muito simples. Foi elaborado aqui. Eu quero enfatizar 
porque é importante: o teto de gastos foi fundamental exatamente por isso, 
ou seja, a dimensão fiscal foi sempre o calcanhar de Aquiles de todas as 
nossas tentativas de estabilização. O descontrole sobre a expansão de 
gastos públicos é o mal maior. Esse descontrole sobre a expansão de 
gastos públicos nós já enfrentamos sob diversas variantes. [...] Sempre o 
descontrole de gastos que era em torno de 18% do PIB há 4 décadas e 
subiu monotonicamente sem interrupção. É uma expansão contínua de 
gastos públicos em relação ao PIB ininterrupta por 4 décadas. E nós 
experimentamos todas as disfunções financeiras como consequência desse 
processo: hiperinflação, moratória externa, crises cambiais recorrentes e 
finalmente, agora, nós estamos respirando, aparentemente à sombra de 
uma tranquilidade, mas é uma falsa tranquilidade, porque é uma 
tranquilidade à sombra da estagnação econômica. Por que esse descontrole 
de gastos nos levou à estabilizar a inflação de que forma? Subindo 
impostos, juros altos o tempo inteiro, câmbio sobrevalorizado e finalmente o 
endividamento em bola de neve, que é um pesadelo [...] O Brasil foi 
corrompido pelo excesso de gastos e o Brasil parou de crescer pelo excesso 
de gastos. A reforma do estado é, portanto, a chave para correção desse 
fenômeno. E essa reforma do Estado, na verdade, tem várias dimensões. É 
um ataque ao problema fiscal. Nós vamos atacar o problema fiscal, ele tem 
várias dimensões.” 
Fonte: https://static.poder360.com.br/2019/01/Discurso-Paulo-Guedes-1.pdf acessado em 
18/04/2019 às 16:16 
 
Considerando o discurso do Ministro Paulo Guedes, é notório observar que: 
 
I. A política fiscal expansionista adotada em governos 
anteriores somente foi corrigida com aumentos das taxas de juros e 
desvalorização cambial. 
II. Paulo Guedes aponta o problema fiscal como sendo o 
principal agente causador do pífio crescimento da economia brasileira nas 
últimas quatro décadas. 
III. É observável que Paulo Guedes atacará o problema fiscal 
através da redução do tamanho do Estado, o que gerará a esperada 
redução de gastos. 
 
É correto o que se afirma em 
Resposta Selecionada: 
II e III, apenas. 
Resposta Correta: 
II e III, apenas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. Isso mesmo, anteriormente o governo não 
adotou exatamente uma política fiscal expansionista porque 
nunca realizou ações que visasse a redução da carga 
tributária, ao contrário, nas últimas 4 décadas e notadamente 
nos 13 anos do governo Lula-Dilma, acentuou-se o aumento 
de gastos no aparelhamento do Estado. 
 
 
• Pergunta 8 
0,25 em 0,25 pontos 
 
A economia pós-guerra do Japão desenvolveu-se a partir dos resquícios de 
uma infraestrutura industrial que sofreu destruição generalizada durante a 
Segunda Guerra Mundial. Em 1952, ao final da ocupação dos aliados, o 
Japão era um “país menos desenvolvido”, com um consumo per capita de 
cerca de um quinto do consumo dos Estados Unidos. Ao longo de duas 
décadas, o Japão alcançou um crescimento anual médio de 8%, 
possibilitando que o país se tornasse o primeiro a passar do status de 
“menos desenvolvido” para “desenvolvido” na era pós-guerra. As razões 
para isso ter acontecido incluem altas taxas tanto de poupança individual 
como de investimentos em iniciativas do setor privado, uma força de 
trabalho com grande ética laboral, o amplo fornecimento de petróleo a baixo 
custo, tecnologias de inovação, e uma intervenção governamental efetiva 
nas indústrias do setor privado. O Japão foi o principal beneficiário do rápido 
crescimento atrelado à economia do mundo pós-guerra segundo os 
princípios de livre comércio promovidos pelo Fundo Monetário Internacional 
e pelo Acordo Geral de Tarifas e Comércio. Em 1968,a economia japonesa 
já havia se tornado a segunda maior do mundo, depois da economia dos 
Estados Unidos. 
Entre 1950 e 1970, a porcentagem de japoneses que viviam nas cidades 
passou de 38% para 72%, aumentando expressivamente a força de trabalho 
industrial. O potencial competitivo da indústria japonesa cresceu de forma 
robusta, com um aumento médio de 18,4% ao ano nas exportações durante 
os anos 60. Depois da segunda metade da década de 60, o Japão alcançou 
anualmente um superávit na balança de transações correntes, com exceção 
de alguns poucos anos depois da crise do petróleo de 1973. Nessa fase, o 
crescimento econômico teve o apoio de fortes investimentos em iniciativas 
do setor privado, os quais eram baseados na alta taxa de poupança 
individual. Ao mesmo tempo, ocorreram mudanças significativas na 
estrutura industrial do Japão, com uma mudança de foco nas principais 
atividades econômicas, passando da agricultura e indústria de pequeno 
porte para a indústria de grande porte. As indústrias de ferro e aço, 
construção de navios, maquinário, veículos motorizados e dispositivos 
eletrônicos passaram a dominar o setor industrial. 
Em dezembro de 1960, o Primeiro-Ministro Ikeda Hayato anunciou um plano 
para dobrar a renda, estabelecendo a meta de 7,8% de crescimento anual 
durante a década de 1960-1970. O planejamento econômico do governo 
direcionado para a expansão da indústria de base se provou extremamente 
bem sucedido e, em 1968, a renda nacional havia dobrado, alcançando um 
crescimento anual médio de 10%. 
Fonte: < https://www.br.emb-japan.go.jp/cultura/economia.html > Acesso em 11/04/2019 
às 16:05 
 
A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas. 
 
I. O crescimento da economia japonesa desde o pós-guerra até os dias 
atuais se dá em função da capacidade de gerar poupança e pela 
 
intensificação da produção de bens de alto valor agregado. 
 
PORQUE 
 
II. Quanto mais trabalho se incorpora a um bem, mais valioso se tornará, 
aumentando a riqueza de quem o produz, o que está alinhado ao 
pensamento de Adam Smith, que dizia ser o trabalho a verdadeira fonte de 
riqueza das nações. 
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
Resposta 
Selecionada: 
 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é 
uma justificativa correta da I. 
Resposta Correta: 
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é 
uma justificativa correta da I. 
Feedback da 
resposta: 
Resposta certa. Isso mesmo, a economia japonesa cresceu 
exponencialmente face a intensificação de bens de maior 
valo agregado, como a construção de maquinário, navios, 
automóveis, etc. 
 
 
• Pergunta 9 
0,25 em 0,25 pontos 
 
Conforme Vasconcellos e Garcia, “os objetivos da política macroeconômica 
são buscar meios de melhorar o nível do emprego, manter a estabilidade 
dos preços, adotar ações para que a distribuição de renda seja socialmente 
justa e, principalmente, promover o crescimento econômico”. 
VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval de; GARCIA, Manuel Enriquez. 
Fundamentos de Economia . 4º ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 
Sem dúvida que o desemprego é a grande preocupação dentre as 
apontadas, pois o impacto é direto sobre a distribuição e renda e, 
consequentemente, sobre a estabilidade dos preços e o crescimento 
econômico. Nesse sentido, a literatura econômica aponta três tipos de 
desemprego: 
I. O desemprego friccional é resultado direto do desenvolvimento 
tecnológico, que, por tornar determinadas atividades obsoletas, acaba 
promovendo a perda do emprego. 
II. Desemprego estrutural é aquele ocasionado quando o trabalhador 
abandona seu emprego para buscar um outro que esteja mais alinhado às 
suas perspectivas pessoais de desenvolvimento econômico e social. 
III. Desemprego cíclico é aquele ocasionado por questões que estão 
relacionadas à situação econômica do país. 
É correto o que se afirma em 
 
Resposta Selecionada: 
III, apenas. 
 
Resposta Correta: 
III, apenas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. O desemprego cíclico é derivado do nível da 
atividade econômica, que, em situações de crise, gera 
aumento dos preços, desabastecimentos entre outros 
problemas que promovem a retração da atividade econômica 
nesse momento. 
 
• Pergunta 10 
0,25 em 0,25 pontos 
 
BC corta juros para 6,5% ao ano e indica nova redução em maio 
É o menor piso histórico da taxa; queda ocorre em cenário de inflação 
controlada 
 
Na 12ª redução seguida da taxa básica de juros, o Banco Central decidiu, 
nesta quarta (21), cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 6,5% ao 
ano. Com isso, o juro atinge um novo piso histórico no país. No comunicado, 
o BC prevê mais uma redução na próxima reunião em maio. O Copom vê 
como "apropriada" uma flexibilização monetária moderada adicional, de 
modo que a inflação convirja para a meta. 
 
 
Fonte: Banco Central 
 
A decisão veio em linha com o esperado pelo mercado. Dos 43 analistas e 
casas ouvidos pela agência Bloomberg, 41 apostavam na queda da Selic 
para 6,5%. Apenas dois viam a taxa estável em 6,75% ao ano. 
 
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/03/banco-central-corta-juros-pela-12a-vez-e-
selic-cai-para-65-ao-ano.shtml acessado em 04/04/2019 às 10:54 
 
A partir do texto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre 
elas. 
 
I. O governo reduziu as taxas de juros porque observou uma situação de 
controle da inflação; assim, ao analisar o gráfico, durante todo período 
estudado, desde a atuação do ex-ministro Armínio Fraga, pode-se dizer que 
a política monetária tem sido expansionista. 
PORQUE 
II. A política monetária expansionista se dá com reduções esporádicas das 
taxas de juros, sempre diante de uma situação de perspectiva de inflação 
tendendo a se elevar. 
 
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
 
Resposta Selecionada: 
As asserções I e II são proposições falsas. 
 
Resposta Correta: 
As asserções I e II são proposições falsas. 
Feedback 
da 
resposta: 
Resposta certa. Ambas as assertivas são falsas. Em primeiro 
lugar, no gráfico se verifica que os ex-ministros Henrique 
Meirelles e Alexandre Tombini elevaram as taxas de juros, o 
que se faz diante de uma perspectiva de alta inflacionária, o 
que já explica a incorreção da segunda assertiva.

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