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UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO- UNICID CURSO DE FARMÁCIA ÓLEO ESSENCIAL DE LAVANDA Giovana Ramos Ribeiro 17266327 Heloisa Fernandes Pereira 17296374 Jessica Ferreira Lima 17776589 Thaís Silva de Oliveira 17270731 Prof.a Dr.a Camilla de Paula Uzam São Paulo 2019 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 2 2.1 Ficha técnica .............................................................................................................................. 3 2.2 A Planta ....................................................................................................................................... 3 2.3 Óleos essenciais ........................................................................................................................ 6 2.4 Conservação e armazenagem ................................................................................................. 6 3. MATERIAIS E MÉTODOS ...................................................................................... 7 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES ............................................................................ 8 4.1 Indicação terapêutica ................................................................................................................ 8 4.2 Controle de qualidade do OE ................................................................................................... 8 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................. 12 6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................... 13 2 1. INTRODUÇÃO Nos tempos antigos eram muito comuns às terapias serem feitas a partir de flores, plantas e frutos, e isso se estende até os dias de hoje. É frequente encontrar métodos de terapias integrativas para ajudar em tratamentos feitos com produtos naturais como, por exemplo, a aromaterapia, que nada mais é que um cheiro agradável de óleos essenciais extraído de plantas, flores e frutos, utilizado em uma terapia que tem como objetivo curar ou aliviar condições mentais ou físicas, para reestabelecer certo equilíbrio emocional e pessoal. Neste trabalho será abordado especificamente o Óleo Essencial de Lavanda, mostrando quais são seus benefícios e utilidades, podendo ser usado para nossa saúde, desde tratamentos para depressão e ansiedade, até mesmo para utilização em processos de cicatrização em feridas na pele com óleo 100% natural. Será abordada também a importância de garantir que esse óleo seja de qualidade, desde a sua extração até o momento de compra e armazenamento. Palavras chave: Óleo essencial – Lavanda – Fitoterapia - Terapia 3 2. LAVANDA 2.1 Ficha técnica Nome Científico: Lavandula officinalis, Lavandula angustifolia e Lavandula dentata. Nome popular: Alfazema, lavanda. Família: Lamiaceae. Parte da planta: topo da erva quando está florida. Extração: destilação a vapor d’água. Rendimento: 100 a 130 kg de planta produz 1L de Óleo Essencial (OE). Preço médio (10 ml): R$ 40,00. Principal componente químico: acetato de linalila. Aroma: floral levemente adocicado. Diferencial: pode ser aplicado diretamente na pele em pequenas áreas. (OLEOS SÃO ESSENCIAIS, 2015). 2.2 A Planta Pertencente à família Lamiaceae e ao gênero Lavandula, a Lavanda, como é conhecida popularmente, tem como característica marcante seu agradável aroma, é uma planta encontrada em forma de arbusto de aproximadamente 60 cm de altura, suas folhas são estreitas e apresentam pequenas flores de coloração rosa, azul e roxo (ALVES, 2018). A espécie é nativa da região mediterrânea, Sul da Europa, Norte da África e parte da Ásia Menor, no Brasil as principais lavouras de lavanda estão localizadas no município de Cunha em São Paulo e Monte verde, no sul de Minas Gerais (ALVES, 2018). A lavanda se encontra no grupo das Angiospermas dicotiledôneas, isso se dá ao fato de serem vegetais vascularizados aos quais possuem raiz, caule, folhas, flores, sementes e frutos, esse grupo de vegetais não necessitam de água para que 4 ocorra a sua fecundação, por isso, seu habitat são solos secos e terrenos calcários (UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA, 2017). A qualidade do OE varia de acordo com a espécie de lavanda utilizada, sendo que cada uma possui suas peculiaridades quanto ao clima e ao modo de cultivo. Em geral, a melhor época para se plantar lavanda é na primavera, quando o solo está se aquecendo (LE JARDIM PARQUE DE LAVANDA, 2018). A idade da planta influencia no rendimento e na qualidade do OE extraído, sendo que as plantas que estão entre 4 e 7 anos de idade tem um melhor rendimento. É de suma importância conhecer as características das plantas para realizar a colheita correta, sendo primordial realizar a colheita nas primeiras horas da manhã, quando os óleos estão mais concentrados, a colheita é feitas pelas hastes, quando metade dos botões da flor se abrir, os maço colhidos devem ser secos em locais arejados, frescos e escuro (LE JARDIM PARQUE DE LAVANDA, 2018). Após a colheita, em até 48 horas deve ser realizada a destilação, quanto menor o intervalo entre a colheita e a destilação, maior será a qualidade do óleo. Pois a partir deste tempo, as propriedades naturais da lavanda começam a se perder (LE JARDIM PARQUE DE LAVANDA, 2018). Em sua composição química são encontrados constituintes como: essenciais (entre eles o linalol, geraniol, cineol, limoneno, alfa e beta-pineno, beta-cariofileno), cânfora, princípios amargos, cumarina, taninos, aldeídos, Em sua composição química encontramos alguns constituintes, tais como: óleos cetonas, ácido ursólico, fitosteróis e flavonóides (luteolina). 5 De acordo com a norma ISO 3515/1987, os componentes do OE devem seguir as seguintes especificações: Figura 1- Normas ISO 3515/1987 Fonte- International Organization for Standardization, 2002. A Norma especifica as seguintes características do óleo: Aparência: líquido claro e móvel. Cor: amarelo pálido. Odor: Característico, rústico e lembrando o odor de flores lavanda Densidade relativa à 20/20 ° C: 0,877 - 0,890. Índice de refração a 20 ° C: 1,4580 - 1,4640. Rotação óptica a 20 ° C: faixa de - 11 a - 7. Miscibilidade em etanol a 70% (v / v) a 20 ° C: 1 volume em não mais de 5 volumes. Valor ácido: máximo 1,0. Valor do éster: 108 - 165 (38 - 58% de teor de éster). Teor de Cânfora: Mínimo 0,5% (m / m). Ponto de inflamação: 74 ° C. Perfil cromatográfico: cromatogramas típicos e proporções dos constituintes característicos são dados (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, 2002) . A lavanda tem grande importância terapêutica, tanto para uso interno quanto para uso externo. 6 2.3 Óleos essenciais Óleos essenciais são constituídos por uma mistura de substâncias lipossolúveis e voláteis, derivado do metabolismo secundário de plantas, sendo extraídos de partes como folhas, frutos, sementes e raízespor diferentes métodos de extração (ÓLEOS ESSENCIAIS ORG, 2017). O OE de lavanda é um liquido oleoso, amarelo claro de odor floral doce, um dos principais compostos orgânicos presentes neste óleo são os ésteres, com função calmante e estimulante, age sobre o sistema nervoso central estimulando a produção de melatonina, rico em acetato de linalila e linalol possuindo ação anti- inflamatória, bactericida, fungicida, acaricida, ansiolítico, sedativo, anti-depressivo , anti-espasmódico, citofilático, digestivo, antitóxico e diurético (AZAMBUJA, 2017). 2.4 Conservação e armazenagem Como seus diversos compostos são extremamente fotossensíveis, deve – se ter alguns cuidados especiais na escolha da embalagem do mesmo. Ou seja, esses compostos se degradam facilmente quando em contato com a luz, além de perderem suas propriedades terapêuticas, por isso não deve ser adquirido o OE de Lavanda em embalagens transparentes, mas sim em frascos cuja cor seja foto protetora e de vidro, recipientes plásticos não são ideais. Em geral as cores utilizadas em frascos que necessitam preservar componentes fotossensíveis, utilizam as cores âmbar ou azul cobalto, mas no OE de Lavanda, o mais comum é a cor âmbar para que seja preservada a qualidade de seus componentes. E para uma maior duração é indicado que seja armazenado em locais mais escuros e de temperatura controlada, guarda-lo em geladeira também é uma medida considerável para evitar a oxidação do produto (ECYCLE, 2013). Quando expostos ao ar, luz e calor, os componentes oxidam, e na grande maioria das vezes, essa é a causa para reações alérgicas na pele quando em uso tópico. Pois o linalol presente no OE, 85% se refere ao enantiômero (R)-(-), enquanto o acetato de linalila, 98% também se refere ao enantiômero (R)-(-), que quando armazenados nas indevidas condições, são oxidados muito facilmente, que segundo Skold (2002) onde conseguiu demonstrar em uma experiência, após 10 7 semanas de oxidação, que é consumido até 20% do linalol puro, produzindo subprodutos potencialmente sensibilizantes, como por exemplo, o linalol hidroperóxido. (AZAMBUJA, 2017). LINALOL ACETATO DE LINALINA Enantiômero (R)-(-) Enantiômero (R)-(-) 3. MATERIAIS E MÉTODOS Sua extração é feita a partir das flores e folhas da lavanda através do método de destilação a vapor d água. Onde inicialmente, o vapor d´água atravessa os tecidos da matéria prima vegetal, levando o óleo contido no seu interior. O óleo liberado vaporiza – se com o choque térmico, sendo arrastado pelo vapor até atingir o condensador, onde esta a mistura, de óleo mais hidrolato, que se resfria e volta à fase liquida. Assim, haverá separação do hidrolato e do óleo por meio de suas diferenças de polaridade e densidade. O destilador é composto por: dorna, recipiente onde o material vegetal é compactado; o condensador onde a mistura de vapores é resfriada; o vaso separador e pela caldeira, responsável pela produção de vapor (ÓLEOS ESSENCIAIS ORG, 2017). Para garantir a qualidade do produto, é necessário que o OE passe por um cromatograma para que sejam analisados seus componentes, e até como modo de segurança para ter certeza de que não foi adicionado nenhum excipiente indesejado para baratear o produto. 8 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES Por possuir amplos benefícios e ser de grade versatilidade o OE de lavanda é considerado básico em quase todos os tratamentos utilizados na aromaterapia, onde faz se o uso com intuito de auxiliar no tratamento como terapia complementar ou alternativa de diversas doenças, bem como na saúde emocional, física e mental, pois atua no sistema nervoso central, assim como para fins estéticos. Também é muito utilizada em combinação com outros OE, modulando seus efeitos (EMILIANO et al, 2010). 4.1 Indicação terapêutica Com uso terapêutico para ansiedade, insônia, agitação, estresse, dor de cabeça, tensão pré-menstrual e cólica, hipertensão, reumatismo, alergias de pele, queimadura, acne, cicatrização, picadas de insetos e intoxicação por bebidas. Podendo ser utilizado em massagens, banhos e compressas; e o óleo puro para uso tópico, sendo aplicado em pequenas áreas sobre a pele, ou em difusores e umidificadores. (AROMALÂNDIA, 2002; HUDSON, 1999). Possui baixa toxidade, porém se utilizado em elevadas doses pode causar intoxicação. (AROMALÂNDIA, 2002; HUDSON, 1999). 4.2 Controle de qualidade do OE O OE de lavanda passa por alguns processos que garantem a qualidade de seus compostos e em quantidades certas. Na cromatografia gasosa, podemos analisar as misturas de compostos voláteis termicamente estáveis, por isso o mais adequado para fazer as analises de Óleos Essenciais. O gás Hélio (He) é o mais utilizado na fase móvel como gás de arraste, pois ele não interage com a amostra fazendo apenas o “carrier” para leva-lo através das colunas na fase estacionaria (OLEOS ESSENCIAIS, 2017). 9 Cromatograma OE de lavanda puro e adulterado. Figura 2- Cromatograma do OE Figura 3- Cromatograma do OE da Lavanda puro . da lavanda adulterado. Fonte - LASZLO IND, 2011. Fonte - LASZLO IND, 2011. Em uma comparação entre os resultados dos dois cromatogramas, pode – se identificar uma grande diferença entre um OE puro e um adulterado, tanto em relação a compostos, quanto a quantidades. Alfa-pineno 6%. É encontrado apenas em pequenas quantidades nos óleos verdadeiros, no caso do óleo adulterado foram encontrados concentrações maiores que foram adicionadas. Abaixo segue a relação do OE de Lavanda oferecido como Lavanda Europeia, onde seus compostos foram adulterados e perdendo suas atividades terapêuticas. 1,8 cineol 8%. Este componente é encontrado em um óleo de lavanda puro em concentrações menores do que 1%, como o teor é alto indica mais um sinal de adulteração. Linalol 25%. Este teor de concentração, chega ser aceitável dentro de uma margem de erro, porém o que indica a adulteração é a presença de plinol, que mostra a adição de linalol sintético produzido a partir de terebintina. 1. Limoneno 3,4% 2. Linalol 30,9% 3. Cânfora 3,3% 4. Acetato de linalila 29,3% 5. Acetato de citronelila 16,1% 1. Alfa-pineno 6%. 2. 1,8 cineol 8%. 3. Linalol 25%. 4. Acetato de linalila 30%. 5. Acetato de isobornila 7%. 6. Óleo mineral 10%. 10 Cânfora 5%. Teor mais elevado do que o padrão Acetato de linalila 30%. Teor próximo do padrão, mas indica adulteração pois foram identificados compostos sintéticos. Acetato de isobornila 7%. Este composto é sintetizado do óleo de pinhos, deixando com característica de aroma de pinheiro. Óleo mineral 10%. Adicionado no meio para reduzir o preço do produto (LASZLO IND, 2011). Uma amostra pura deve apresentar em um cromatograma: Limoneno 3,4%. Apresentando atuação terapêutica nos tratamentos de câncer, protegendo tecidos pulmonares e tendo efeito solvente em células adiposas e no colesterol ruim. Linalol 30,9%. Neste teor o linalol se apresenta como bactericida, fungicida, acaricida, ansiolítico, sedativo eantidepressivo. Cânfora 3,3%. Se apresenta como estimulante da pressão sanguínea, anti séptico e anestésico. Acetato de linalila 29,3%. Se apresenta como um ótimo anti inflamatório. Acetato de citronelila 16,1%. Agindo também como antimicrobiano e bactericida (OLEOS ESSENCIAIS ORG, 2017). Além da cromatografia para identificação de falsificação e adulteração do OE de Lavanda, existem outros testes para garantir uma boa qualidade do óleo, como testes de solubilidade, densidade relativa (gravidade especifica), rotação óptica e índices de refração. Qualquer alteração nos resultados, estando fora dos padrões dados pelo ISO 3515/1987, indicam sinais de adulteração. Os resultados de um OE puro nestes testes devem ser: Densidade relativa à 20/20 ° C: 0,877 - 0,890. Índice de refração a 20 ° C: 1,4580 - 1,4640. Rotação óptica a 20 ° C: faixa de - 11 a - 7. Miscibilidade em etanol a 70% (v / v) a 20 ° C: 1 volume em não mais de 5 volumes. Valor ácido: máximo 1,0. Valor do éster: 108 - 165 (38 - 58% de teor de éster). 11 Teor de Cânfora: Mínimo 0,5% (m / m). Ponto de inflamação: 74 ° C (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION, 2002). Geralmente alguns diluentes são adicionados nos óleos adulterados, sendo eles: Diluentes visíveis ou invisíveis a cromatografias gasosas (a identificação desses diluentes acontece através de Total Ion Current, teste de solubilidade alcoólica ou aquosa, e alteração na operação da coluna do cromatografo), adição de OEs baratos em OEs caros, adição de isolados naturais (como linalol natural), adição de isolados naturais – idênticos ou naturais- idênticos de origem petroquímica e essências sintéticas (OLEOS ESSENCIAIS ORG, 2017). Uma medida de segurança do consumidor é ficar de olho nos rótulos, caso o mesmo apresente a informação “Lavandula officinalis flower oil e Mineral oil”, significa que este produto é diluído em óleo mineral, portanto deixa de ser puro (ECYCLE, 2013). O rótulo do óleo essencial sempre deve possuir informações como: Nome científico (botânico); Parte da planta usada para extração; País de origem; Processo de extração; Composição; Data de envase ou extração e validade; Número do lote do produto; Nome e registro da empresa/fabricante. Para se conseguir óleos mais baratos, muitas vezes a lavanda é misturada aos lavandins, mas a embalagem sempre deve conter esse tipo de informação no rótulo para que o consumidor não seja prejudicado (ECYCLE, 2013). 12 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Após a realização desse trabalho, pode-se compreender a importância e eficácia da lavanda quando utilizada em forma de óleo essencial, a troca de tratamentos com medicamentos sintéticos por medicamentos a base de plantas medicinais tem crescimento muito, tanto dentro da aromaterapia, quanto na cosmetologia e outras áreas. Nos resultados mostrados ao longo do trabalho é possível analisar o quanto o controle de qualidade do OE desde a extração até o consumidor final é importante para que tenha verdadeira eficácia terapêutica, e que não ocorra nenhum problema para o consumidor final. É de suma importância observar as ações terapêuticas deste óleo essencial, podendo trazer grandes benefícios a saúde e bem estar, ao analisar suas devidas propriedades, é possível perceber que a atividade ansiolítica do OE, bem como a extensão dos resultados que ele permite ao indivíduo que faz seu uso, está diretamente relacionada à composição e concentração dos seus constituintes. Sendo assim, pode ser muito útil no dia a dia e na integração de tratamentos nas mais variadas doenças descritas. . . 13 6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, Barbara. Óleo essencial de lavanda (lavandula angustifolia) no tratamento da ansiedade. Disponível em: < https://ufsj.edu.br/portal2- repositorio/File/coqui/TCC/Monografia-TCC-Barbara.pd f> acesso em 04 de abril de 2019. AZAMBUJA, Wagner. LEOSESSENCIAS.ORG Métodos de extração de óleos essenciais. Disponível em: < https://www.oleosessenciais.org/metodos-de-extracao- de-oleos-essenciais/ > acesso em 20 de março de 2019. AZAMBUJA, Wagner. LEOSESSENCIAS.ORG Óleo essencial de Lavanda. Disponível em: <https://www.oleosessenciais.org/oleo-essencial-de-lavanda/> acesso em 26 de março de 2019. AZAMBUJA, Wagner. LEOSESSENCIAS.ORG. Cromatografia e cromatograma. Disponível em: <https://www.oleosessenciais.org/cromatografia-e-cromatograma/> acesso em 26 de março de 2019. AZAMBUJA, Wagner. LEOSESSENCIAS.ORG. Adulteração de óleo essencial. Disponível em: < https://www.oleosessenciais.org/adulteracao-de-oleos-essenciais/> acesso em 26 de março de 2019. ECYCLE. Conheça os cuidados necessários para comprar ou armazenar óleos essenciais. Disponível em: <https://www.ecycle.com.br/component/content/article/67-dia-a-dia/3775-cuidados- na-aquisicao-e-armazenamento-de-oleos-essenciais-falsificacao-essencias-oleo- vegetal-carreadores-comprar-tipo-cor-coloracao-mineral-alcool-envasamento-rotulo- embalagem-extracao-composicao-lote-produto-registro-empresa-fabricante.html> acesso em 22 de março de 2019. EMILIANO, Silvani; FERREIRA, Jaqueline. Aromaterapia. Óleo de lavanda e os benefícios para a massagem relaxante. p. 2 , 2010. HERBÁRIO VIRTUAL. Universidade Estadual de Londrina. Disponível em: < http://www.uel.br/laboratorios/herbario/?content=medicinais.htm > acesso em 04 de abril de 2019. 14 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 3515:1987, Oil of French lavender (Lavandula angustifolia P. Miller). Disponível em: <https://www.iso.org/standard/8883.html> acesso em 05 de Abril de 2019. LASZLO. Naturais x sintéticos. 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