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UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA
Maick Souza Freitas RA-1725960
PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUAS FORMOSAS
PIM I
ÁGUAS FORMOSAS-MG
2019
UNIP – UNIVERSIDADE PAULISTA
Maick Souza Freitas RA-1725960
PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUAS FORMOSAS
PIM I
Projeto Integrado Multidisciplinar I para obtenção do título Tecnólogo em Gestão Pública apresentado à Universidade Paulista - UNIP
ÁGUAS FORMOSAS-MG
2019
RESUMO
O presente Projeto Integrado Multidisciplinar I tem por objetivo aplicar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas estudadas dentro do contexto do órgão estudado aqui que é a prefeitura municipal de Águas Formosas, uma cidade do nordeste mineiro - - com área de 817,727 km² e população estimada em 2010 era de 18.253 habitantes. A base deste PIM III é a disciplina fundamentos administração pública com enfoque também em comunicação empresarial e técnicas em informática. Foi estudada para esse projeto uma Prefeitura de uma cidade do nordeste mineiro -Águas Formosas-MG- com área de 817,727 km² e população estimada em 2010 era de 18.253 habitantes. Foi analisado e então como são aplicados os fundamentos da administração, e como são empregados os recursos da comunicação empresarial e técnicas de informática.
Palavras chave: Fundamentos da administração, comunicação empresarial, gestão, informática, tecnologia.
ABSTRACT
The purpose of this Multidisciplinary Integrated Project is to apply the knowledge acquired in the disciplines studied. The basis of this PIM I is the Fundamentals of Administration discipline. This project was studied for a city council of a city in the northeast of Minas Gerais-Águas Formosas-MG- with an area of ​​817,727 km² and population estimated in 2010 was 18,253 in habitants. It was analyzed and then how the fundamentals of administration are applied, and how the resources of business communication and computer techniques are employed.
Keywords: Fundamentals of administration, business communication, management, computer science, technology.
INTRODUÇÃO
Este Projeto Integrado Multidisciplinar tem por objetivo analisar uma Prefeitura de uma cidade do Nordeste mineiro, sob a ótica dos fundamentos da administração, comunicação empresarial e as técnicas de informática; baseando-se nos conceitos estudados das disciplinas a que se referem.
A cidade possui área de área de 817,727 km² e população estimada em 2010 era de 18.253 habitantes. Sua estrutura é composta por dez secretarias, um órgão, uma empresa pública e uma autarquia. 
A análise da instituição se baseará nos conceitos das disciplinas estudadas e contemplará:
Fundamentos da administração, onde foi analisado se são empregados os 5 princípios fundamentais da administração no setor público;legalidade, impessoalidade, moralidade,publicidade e eficiência.
Comunicação empresarial é uma ferramenta estratégica de planejamento que aplica a comunicação interna e a comunicação externa para melhorar o fluxo de informações e o relacionamento organizacional, com o objetivo de garantir sua sustentabilidade no mercado, no caso do setor público, garantir a estabilidade do órgão público, aqui estudada, a Prefeitura Municipal de Águas Formosas
Técnicas de informática, fundamental para os dias atuais, será mostrado aqui como são utilizadas como ferramentas de otimização de processos e agente facilitador do dia a dia para os funcionários públicos e cidadãos.
A analise pretende evidenciar como e onde são utilizados esses recursos e fundamentos e também apontar os desafios para implementá-los em alguns setores dentro da própria prefeitura.
Figura 1 Antigo Prédio Prefeitura Municipal de Águas Formosas
Figura 2 Bandeira Município de Águas Formosas
FUNDAMENTOS E PRINCIPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
“Administração é o atingimento das metas organizacionais de modo eficiente e eficaz por meio do planejamento, organização, liderança e controle dos recursos organizacionais”. A definição de Daft (2010:06) engloba as quatro funções da Administração – planejar, organizar, dirigir e controlar – e os seus objetivos – a eficiência e a eficácia.
Com base nos conceitos de Daft (2010:06-08), pode-se inferir que planejar é a “função gerencial relacionada à definição de metas para o futuro desempenho organizacional e a decisão sobre tarefas e recursos necessários para alcança-las”; organizar é a função “que se refere à atribuição de tarefas, agrupamento de tarefas em departamentos e alocação de recursos para os departamentos”; liderar é a “função administrativa que envolve o uso de influência para motivar os empregados para atingir as metas da organização”; e controlar é a função “relativa ao monitoramento das atividades dos funcionários, mantendo a organização nos trilhos em direção às suas metas, fazendo correções quando necessário”. Robbins (2000:40) empresta significação concisa para o entendimento dos objetivos da Administração ao esclarecer que “eficiência significa fazer as coisas direito, e eficácia significa fazer a coisa certo”.Todos os atos da Administração Pública devem ser regulados pela Lei, de modo que os agentes públicos devem respeitar os limites por ela traçados, além de agir de modo desinteressado, impessoal e proporcionando igualdade de tratamento para indivíduos que se encontrarem em idêntica situação.
Quanto ao Princípio da Moralidade e Publicidade, a atuação dos órgãos, entidades e pessoas jurídicas que constituem a Administração Pública deve se dar de acordo com a ética e a moral, sempre permitindo o controle da sociedade por meio da publicidade e transparência das condutas perpetradas
Por último, o Princípio da Eficiência, também constitucionalmente previsto, encontra-se diretamente relacionado com a função a ser desempenhada pela Administração Pública, que deve atuar da melhor maneira possível, de modo eficiente na administração dos recursos escassos e a garantir a supremacia do interesse público sobre o interesse privado ou do próprio Estado. O gestor público deve ficar atento a alguns fundamentos que norteiam o bom desempenho de sua atividade no setor público. Quando o Estado, aqui representado pela Prefeitura Municipal de Águas Formosas, e seus órgãos executam os serviços públicos diretamente, através do processo de desconcentração, tem-se a Administração Direta.
Por outro lado, quando o Estado transfere esse poder para outra pessoa jurídica (autarquias, empresas públicas, fundações públicas e sociedades de economia mista), tem-se a chamada Administração Indireta, que ocorre por meio da descentralização da prestação de serviços.
Enquanto as entidades que compõem a Administração Direta não possuem personalidade jurídica e tampouco autonomia financeira, o mesmo já não se verifica quando tratamos das pessoas jurídicas da Administração Indireta, que são responsáveis civilmente pelos seus atos, bem como possuem independência financeira e patrimônio próprio. 
Conquanto o art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 reze que a Administração Pública, direta e indireta, em quaisquer dos poderes e de quaisquer esferas, obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, doutrina e jurisprudência aceitam os nomeados “princípios reconhecidos”, quais sejam: da supremacia do interesse público; da autotutela; da indisponibilidade; da continuidade dos serviços públicos; da segurança jurídica; e da precaução. Carvalho Filho (2012:39-42) acrescenta a este rol, conforme Quadro 1., os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade.
Figura 3 Princípios da Administração Pública
De um modo geral, todavia, o que passa despercebido é que a maior demanda está ligada ao papel estratégico do Estado, o que se confunde com sua inserção na economia, atuando no planejamento, no fomento e no financiamento da atividade econômica.
É observado na estrutura operacional desta instituiçãopública que a nível municipal, todos os princípios da administração são respeitados e aplicados no seu dia a dia, mesmo que por diversas vezes por ser uma instituição proporcionalmente pequena se comparado as grandes estruturas como cidades maiores, capitais e estruturas como o governo estadual e federal. 
3. COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL 
Atualmente, a cultura organizacional é uma área temática da administração consolidada, recebendo contribuições das mais diversas ciências e áreas de conhecimento, particularmente da antropologia cultural. 
O termo cultura organizacional popularizou-se como resultante da combinação do conceito de cultura com outros oriundos do universo organizacional e de negócios na busca de chamar a atenção para a importância da esfera simbólica do mundo organizacional (Barbosa, 2002). 
Entre as muitas noções de cultura empregadas desde a década de 1960, a principal referência no universo da administração é a de cultura organizacional como um conjunto de valores e significados que fornecem uma base comum compartilhada para entender e explicar 4 processos, valores e práticas que ancoram a atuação das pessoas nas organizações. Assim é que aparecem, no mesmo caldeirão, por exemplo, formalismo e lealdade pessoal, paternalismo e flexibilidade, nepotismo e critérios de qualificação profissional, sem que as políticas oficialmente adotadas os legitimem (Barbosa, 2009). 
O aspecto mais intrigante da cultura como conceito é que ela nos aponta os fenômenos que estão abaixo da superfície, que são poderosos em seu impacto quase invisível e comportam um grau considerável de inconsciência. Por isso, afirma Schein (2009), podemos ver os comportamentos resultantes, mas, frequentemente, não conseguimos depreender as forças internas que provocam certos tipos de comportamento. Apesar da cultura, como conceito, ser uma abstração, suas conseqüências comportamentais e atitudinais são fortemente concretas. Qualquer decisão por reformar ou modernizar o Estado conduz necessariamente, argumenta Bertero (1976), a uma mudança na organização, afeta seu processo decisório e desenvolve duas perspectivas que devem ser complementares – de um lado a alteração na estrutura e de outro as modificações de cunho comportamental. 
O desafio proposto para o setor público passa a ser, segundo o autor, o de promover mudanças que abranjam ao mesmo tempo as diversidades internas e o dinamismo organizacional, e adotem como pressuposto a relação de complementaridade existente entre estrutura e comportamento. Segundo Cavalcanti (1979), quaisquer que sejam os formatos de transformação das organizações, os mesmos só terão os seus “por quês”, “o que” e “como” respondidos se observarem e entenderem as modificações ambientais (valores, produtos, relações, demandas sócio-econômicas, tecnologias e anseios). Compreender os processos de comunicação através dessa lógica sociocultural ajuda a iluminar a complexidade que perpassa as organizações, identificando as hierarquias de valores e as lógicas que atuam tanto no nível das representações quanto das operações práticas desses sistemas. Ajuda a entender também os múltiplos sentidos que as organizações assumem para diferentes grupos sociais, como estes se relacionam e se justificam perante as bases que sustentam a vida organizacional (Barbosa, 2009). Nessa perspectiva, a adoção e utilização de novas ferramentas de comunicação interna deverão ser fortemente impactadas pela cultura organizacional. 
No entanto, em um ambiente onde há necessidade de mudança no modelo de gestão pública, novos canais de comunicação, mais flexíveis e transparentes, podem ser utilizados como motor para impulsionar ou mesmo para fornecer condições para as transformações desejadas. Isto porque, uma vez que a comunicação organizacional compreende todo o fluxo de mensagens que compõem a rede de relações da organização (Marín, 1997), ela fornece as bases para o estabelecimento de novas relações interpessoais e funcionais no ambiente de trabalho.
Há um consenso entre acadêmicos e profissionais sobre a necessidade de que as organizações elaborem planos detalhados de comunicação interna, visando garantir a aplicação adequada das muitas ferramentas de comunicação disponíveis e da especificidade de cada uma delas. 
Em geral, quando não há gestão sobre as ferramentas de comunicação elas tendem a desenvolver-se de forma desorganizada e desalinhada em relação ao planejamento estratégico da organização. Além disso, com as novas tecnologias disponíveis, há necessidade de preparação adequada do ambiente de trabalho e das pessoas envolvidas.
Segundo Mayer e Mariano (2008), um plano de comunicação interna deve contemplar os seguintes aspectos: avaliação da cultura interna, compreensão dos públicos internos, seleção dos meios de comunicação, suporte tecnológico e operacional e formulação da mensagem.
Dessa forma, fica claro que um plano de comunicação deve contemplar a situação atual da empresa ou organização, sua cultura e capacidades técnicas e humanas, bem como as ferramentas mais adequadas ao meio e o tipo de mensagem que deve ser veiculado em cada uma delas
A análise e consequente identificação dos elementos que compõem a cultura interna devem ser acompanhadas da identificação das barreiras que impedem uma comunicação interna bemsucedida. Dessa forma, o conhecimento da cultura interna permite que a estratégia de comunicação adapte-se a diferentes percepções, necessidades, culturas e idiomas, e que contemple a criação canais de comunicação adequados a cada situação e objetivo organizacional.
Essa denominação quanto aos públicos internos não é, contudo, limitadora, podendo ser adequada à realidade da organização estudada. Infere-se, portanto, que quanto mais clara a noção sobre as características do ambiente social em que a organização está inserida e quanto mais bem delimitada é a identificação dos públicos, maiores as chances de se obter um plano de comunicação adequado, pois tais elementos são fundamentais para a seleção dos meios de comunicação, que devem obedecer às necessidades e à capacidade técnica e humana da organização. Por exemplo, a produção do conteúdo de mensagens internas pode exigir treinamento dos funcionários (no uso dos recursos tecnológicos e na redação de mensagens adequadas) além de uma estrutura operacional responsável (mesmo que pequena) responsável. Algumas empresas contratam profissionais especializados na produção de textos, como jornalistas ou redatores. Outras preferem terceirizar este tipo de serviço. Em suma, a comunicação interna de uma organização é fortemente influenciada por sua cultura e é hoje um importante elemento nos processos de mudança organizacional, em especial em organizações públicas onde o modelo de gestão está sendo direcionado para o chamado “governo eletrônico”. É verdade que há muitas ferramentas e canais de comunicação interna disponíveis para os gestores, mas é também verdade que não é uma tarefa fácil organizar, implementar e gerir esta complexa rede de informação – uma combinação de habilidades comportamentais, tecnológicas e de gerenciamento. Neste sentido, o presente estudo investiga o processo de uso, planejamento e adoção de ferramentas de comunicação interna em uma autarquia pública.
4. TÉCNICAS DE INFORMÁTICA
Um dos grandes desafios das nações modernas é a construção de uma sociedade na qual todos os indivíduos ou grupos sociais sejam capazes de criar, utilizar e acessar informação e conhecimento de modo eficiente. A realização deste feito está fortemente relacionada às tecnologias da informação e do conhecimento, uma vez que o progresso da TI vem mudando a forma como a sociedade usa a informação e se relaciona com ela. Para Lévy (1998, p. 36) a informática é o ponto de articulação de uma cultura, sendo portadora de saber inédito que se aplica principalmente ao registro formalizado e à gestão racional do conhecimento, atuando diretamente sobre os principais motores da evolução social, ou seja, a administração dos homens e dos bens ea pesquisa científica. No contexto organizacional, a gestão da informação define-se como a aplicação dos princípios administrativos relativos à aquisição, organização, controle, disseminação e uso da informação cuja principal finalidade é o acompanhamento eficiente de processos, o apoio à tomada de decisões e a obtenção de vantagens competitivas em relação aos concorrentes, tendo alto valor estratégico para as organizações (TARAPANOFF, 2006).
O papel desempenhado pela utilização da TI nas organizações evoluiu significativamente ao longo do tempo. Ward e Griffiths (apud LAURINDO, 2006) propõem uma classificação em que é possível identificar três eras na utilização da TI nas organizações: Anos 60: processamento de dados; foco na eficiência operacional através da automatização dos processos baseados na informação. Anos 70: sistemas de informação gerencial; foco em buscar o aumento da eficácia da gestão pela satisfação de suas necessidades de informação; Anos 80 em diante: sistemas de informação estratégicos; foco em aumentar a competitividade através da mudança da natureza ou da condução dos negócios. Zwass (apud LAURINDO, 2006) acrescenta uma quarta era, chamada computação onipresente, cujo foco está na busca da eficácia da organização por meio da integração eletrônica e enfoque colaborativo. Em termos de evolução do aspecto tecnológico, na primeira era predominava o processamento em batch (lotes) e em mainframes (computadores de grande porte). Na segunda era surgiu o teleprocessamento, ainda baseado em mainframes. A terceira era foi dominada pelos microcomputadores e na quarta, o evento crucial é a disseminação de redes, em particular a internet (LAURINDO, 2006). De Sordi (2008, p.97) afirma que: [...] a padronização de interfaces homem-máquina no ambiente Internet facilitou a coleta e a entrega de informação em qualquer localidade, atendendo públicos abrangentes de usuários, independentemente de restrições de plataformas tecnológicas. As primeiras soluções Internet receberam o nome genérico de ebusiness, uma vez que as soluções voltadas apenas o público interno da empresa eram rotuladas de intranet e as soluções para público de extranet. Posteriormente, surgiram soluções de portais atendendo tanto o público interno quanto externo e, como o próprio nome sugere, sua proposta é integrar o acesso de todos os usuários por meio de um ponto comum. No que se refere aos impactos nos processos, na primeira era visava-se a simples automação de processos bem estruturados. Na segunda era, começava a haver uma mudança VIII CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO 8 e 9 de junho de 2012 8 na forma como os processos corporativos eram executados. A terceira era mostrou um foco nos processos baseados em aplicações distribuídas, mas integradas, provocando significativas mudanças. Já na quarta era, que está em plena vigência, os processos interorganizacionais passaram a ser o principal objetivo de mudanças (LAURINDO, 2006). Para Davenport (1994, p. 59), utilizar tecnologia promove a melhoria dos processos, sendo que “sugerir que os projetos de processos sejam desenvolvidos independentemente da Tecnologia da Informação, ou de outros habilitadores, é desconhecer ferramentas valiosas para modelar processos”. Gonçalvez (2000a, p.18) acrescenta que “a tecnologia é considerada a ferramenta do redesenho de processos por excelência”, uma vez que está presente tanto na forma de realizar o trabalho como na forma de gerenciá-lo. Nesse sentido, a TI é vista como uma fonte de criação de novas estratégias e de novas estruturas organizacionais, pois permite que as diversas áreas e processos sejam interligados e coordenados, assim como viabilizados, ou mesmo reinventados. 
Um dos exemplos da aplicação é o site oficial da prefeitura e o portal de nota fiscal eletrônica que é muito utilizado pelas empresas locais e facilitam a vida de ambas as partes.
5. CONCLUSÃO
Observa-se nesse projeto multidisciplinar integrado que o objeto aqui analisado, Prefeitura Municipal de Águas Formosas, sendo um órgão público da esfera executiva, cumpre os princípios fundamentais da administração pública, cumprindo com mais eficácia a impessoalidade, moralidade e a legalidade, visto que caso não cumpridos esses princípios, existem mecanismos de fiscalização para observar e dar as devidas punições ao município.
Talvez aqui os princípios cumpridos parcialmente sejam a eficiência e a publicidade. A eficiência de órgãos públicos como é de conhecimento geral é algo difícil de se conquistar, principalmente tratando-se de uma cidade pequena do interior onde falta mão de oobra adequada.
Observa-se a mesma dificuldade de chegar a eficiência,a publicidade, onde por falta de qualificação dos setores responsáveis, as mensagens e ações do órgão não chegam de maneira eficiente, apesar de suficiente,na população. Dentro dessa mesma questão levanta-se a dificuldade da aplicação da comunicação empresarial de principal forma a interna, onde as informações e ordens chegam de forma incompleta ou por vezes não têm o interlocutor adequado que seria um assessor de imprensa ou afins para mediar informações e acaba passando direto do chefe maior que é o prefeito, para os subordinados da ultima linha de comando.
Por fim, as técnicas de informáticas, apesar de aplicadas aqui,e terem um poder de resolver parte dos problemas de eficácia e publicidade, ainda é sub aproveitada dentro do órgão.
6. CITAÇÕES E REFERÊNCIAS
FUNDAÇAO GETÚLIO VARGAS www.fgv.br/rae/artigos/revista-rae-vol-34-num-6-ano-1994-nid-44748
BLOG ADMINISTRADORES https://administradores.com.br/artigos/informatica-e-administracao 
PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUAS FORMOSAS http://aguasformosas.mg.gov.br/site/ 
e-NOTA ÁGUAS FORMOSAS https://www.aguasformosas.nfsemunicipal.info/
UEL www.uel.br/ceca/portalrp/?p=175
SCHNEIDER, César;MIGUEL,Marcos Portela. Manual da Contabilidade Pública. São Paulo: IOB Folhamatic, 2013.
nogueira MARIA FRANCISCA MAGALHÃES ,faculdade de comunicação e biblioteconomia da ufg
PORTAL TRANSPARÊNCIA - http://aguasformosas-mg.portaltp.com.br/

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