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KATIUSCIA CAVALCANTI DE ARAÚJO NÓBREGA 
 
 
 
 
 
 
 
A INCLUSÃO NO ENSINO MÉDIO DE FORMA EFICAZ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RECIFE 
2019 
KATIUSCIA CAVALCANTI DE ARAÚJO NÓBREGA 
 
 
 
 
 
 
 
A INCLUSÃO NO ENSINO MÉDIO DE FORMA EFICAZ 
 
 
Artigo científico apresentado ao Curso de PÓS-
GRADUAÇÃO OU SEGUNDA LICENCIATURA 
OU FORMAÇÃO PEDAGÓGICA, como requisito 
parcial para obtenção do certificado de 
TÍTULAÇÃO (ESPECIALISTA OU GRADUADO) 
em NOME DO CURSO. 
 
Prof. Orientador: Especialista Adival José Reinert 
Junior 
 
 
 
 
 
 
RECIFE 
2019 
A Inclusão no Ensino Médio de Forma Eficaz 
 
Autorizo que o presente artigo científico apresentado ao Curso de FORMAÇÃO 
PEDAGÓGICA EM MATEMÁTICA (R2), como requisito parcial para obtenção do certificado 
e aprovado pelos seguintes professores abaixo descritos, seja utilizado para pesquisas 
acadêmicas de outros participantes deste ou de outros cursos, a fim de aprimorar o 
ambiente acadêmico e a discussão entorno das temáticas aqui propostas, no que assino 
abaixo: 
__________________________________ 
Aluno(a) Autor do Artigo 
 
__________________________________ 
Adival José Reinert Junior 
_________________________________ 
Carlos Hoegen 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RECIFE 
2019 
03 
A INCLUSÃO NO ENSINO MÉDIO DE FORMA EFICAZ 
KATIUSCIA CAVALCANTI DE ARAÚJO NÓBREGA 
ORIENTADOR: PROFº ESPECIALISTA ADIVAL JOSÉ REINERT JUNIOR 
 
RESUMO 
O presente artigo vem conceituar a importância da inclusão escolar no Ensino Médio 
de forma eficaz e criativa, relacionando a inclusão no Ensino Médio, mostrando que 
o foco principal muitas vezes a rede escolar esquece e pensa que só desenvolve 
este trabalho no ensino regular de ensino. Tendo os seguintes tópicos a serem 
salientados, analisar a importância da inclusão escolar no Ensino Médio. Identificar 
os meios capazes dos discentes serem aceitos atrelados a inclusão escolar, ciente 
que esta inclusão são para o ensino médio. Avaliar o desempenho tanto dos alunos 
como professor em sala de aula de forma inclusiva. Problemas na área do ensino no 
sistema inclusivo, que os professores tem notado pedagogicamente que a inclusão é 
aceita porém a escola na qual o discente esteja inserido tem as medidas 
necessárias a este acolhimento, na interação coletiva diária. E neste patamar que 
lecionar no Ensino Médio tarefa criativa aos dias atuais, principalmente na área 
inclusiva. Os próprios alunos e familiares, notam que as dificuldades que são vistas 
no déficit de atenção e outras deficiências, que após o diagnóstico do 
psicopedagogo, se inicia o trabalho inclusivo tanto dos familiares, escola e 
comunidade no qual o indivíduo esteja inserido. 
Palavras – Chave: Inclusão Escolar. Ensino Médio. Desempenho. 
2 INTRODUÇÃO 
 
 A inclusão escolar vem mostrar a igualdade diante de todas as classes 
sociais, que todos devem ser tratados de forma igual e aceitar todas as deficiências 
e seqüelas existentes em cada cidadão e de ter todos os seus direitos garantidos 
perante a sociedade, em todas as salas regulares do sistema de ensino. Demonstrar 
o que o Artigo trará em todo seu conteúdo. A idéia de inclusão se fundamenta numa 
04 
filosofia que reconhece e aceita a diversidade na vida em sociedade (ARANHA, 
2001, p.12). 
 Tendo como objetividade do artigo mostrado, conceituar a importância da 
inclusão escola no Ensino Médio de forma eficaz e criativa. Os tópicos a serem 
traçados, conceituar a importância da inclusão escolar no Ensino Médio. Identificar 
meios capazes dos discentes serem aceitos atrelados a inclusão escolar, ciente que 
esta inclusão são para o ensino médio. Avaliar o desempenho tanto dos alunos 
como professor em sala de aula de forma inclusiva. Cada foco do trabalho vem 
salientar a importância da inclusão escolar em todas as salas do ensino regular. 
 O tema escolhido compete relacionar a inclusão escolar do Ensino Médio com 
o modelo de ensino criativo. Tendo como justificativa de enfoque, lecionar no Ensino 
Médio tarefa criativa aos dias atuais, principalmente na área inclusiva. Os próprios 
alunos e familiares, notam – se que as dificuldades que são vistas no déficit de 
atenção e outras deficiências, que após o diagnóstico do psicopedagogo, se inicia o 
trabalho inclusivo tanto dos familiares, escola e comunidade no qual o indivíduo 
esteja inserido. Tema que diariamente é discutido e visto na prática de grandes 
profissionais de diversas áreas. A inclusão implica uma mudança de perspectiva 
educacional, pois não atinge apenas alunos com deficiência e os que apresentam 
dificuldades de aprender, mas todos os demais, para que obtenham sucesso na 
corrente educativa geral (MANTOAN, 2003, p.24). 
 Devido ao caos mundialmente, que a aceitação meramente não acontece, 
que este tema vamos estudar de forma breve, porém mostrando a real situação 
existente. Devido a vários problemas na área do ensino no sistema inclusivo, que os 
professores tem notado e pedagogicamente que a inclusão é aceita porém a escola 
no qual o discente esteja inserido tem as medidas necessárias a este acolhimento, 
na interação coletiva diária. 
 A metodologia de estudo acompanhada neste trabalho de forma qualitativa de 
acordo com dados coletados diante de artigos científicos da presente área, trabalhos 
em livros do foco do estudo da inclusão escolar, de forma clara e objetiva. Para Gil 
(2007, p. 44), os exemplos mais característicos desse tipo de pesquisa são sobre 
 
05 
investigações sobre ideologias ou aquelas que se propõem à análise das diversas 
posições acerca de um problema. Este tema foi escolhido a fim de ser útil ao meio 
acadêmico de forma eficaz, ciente que os professores temos a nossa competência e 
estudamos, pois a inclusão da rede regular de ensino e do ensino médio também 
depende de vários motivos, inclusive do Governo Federal com verbas suficientes e 
capacitações que estejam adeptos ao sistema de ensino atual. 
3 CONCEITO DE INCLUSÃO ESCOLAR 
 
Todas as medidas são eficazes mediante o plano de ação que viabilizem, 
aceitação necessária, materiais adequados e instalações de acordo com cada 
processo de sua deficiência, porém com profissionais qualificados e para se ter o 
processo ensino aprendizagem de sucesso, que se tenha capacitações pelo menos 
semestral com setor de acompanhamento. 
 No início do século XX, o conceito de deficiência é vinculado a uma 
concepção inatista e de estabilidade ao longo do tempo, com a origem das 
deficiências associada às causas orgânicas e o quadro de deficiência dificilmente 
modificado (COLL, 1995). A nova Constituição federal evidencia os objetivos 
fundamentais para a educação inclusiva: 
Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, 
sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação 
(art.3º inciso IV). A educação como um direito de todos, 
garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da 
cidadania e a qualificação para o trabalho. (artigo 205). 
Estabelece a “igualdade de condições de acesso e 
permanência na escola”, (artigo 206, inciso I); 
Princípios para o ensino e, garante como dever do Estado, a 
oferta do atendimento educacional especializado, 
preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208). 
 
Esta palavra inclusão é colocada em livros e todos os conceitos possíveis, 
mais quem sabe realmente o que significa inclusão é o professor que se encontra 
em sala de aula e ver constantemente todos os obstáculos que se encontra. E 
quando o professor tem as habilidades necessárias fica mais viável o seu trabalho, 
na transmissão deconhecimentos. Os conhecimentos diários são transmitidos a sala 
inclusiva em forma de sondagem atrelado ao novo conhecimento. A inclusão escolar 
não significa automaticamente aprendizado e alfabetização. A qualidade no ensino e 
06 
o currículo normalmente não são adaptados às necessidades das crianças e 
adolescentes com deficiência. Muitas escolas prestam mais atenção aos 
impedimentos do que aos potenciais do deficiente, que necessitam de atenção, 
amor e ensinamento. 
3.1 Meios capazes de transmitir conhecimentos de forma criativa 
 Todos devem estar engajados nesta luta para que aconteça o processo de 
inclusão. No entanto, mesmo com essa perspectiva conceitual transformadora, as 
políticas educacionais implementadas não alcançam o objetivo de levar a escola 
comum a assumir o desafio de atender as necessidades educacionais de todos os 
alunos. (BRASIL, 2008, p.15). 
 Os sistemas de ensino devem disponibilizar os recursos da educação 
especial para que os alunos tenham os recursos e as condições de acesso ao 
currículo, promovendo os materiais didáticos, aos espaços e equipamentos, aos 
sistemas de comunicação e informação e ao conjunto das atividades escolares. 
 Algumas providências são por lei colocadas numa escola inclusiva, tais como: 
 a. Sala de recursos multifuncional: espaço físico, mobiliários, materiais 
didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos; 
 b. Matrícula do aluno no AEE: condicionada à matrícula no ensino regular da 
própria escola ou de outra escola; 
 c. Plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas 
dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem 
desenvolvidas; cronograma de atendimento dos alunos; 
 d. Professor para o exercício da docência do AEE; 
 e. Profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de 
Sinais, guia intérprete e outros que atuam no apoio às atividades de alimentação, 
higiene e locomoção. 
 f. Articulação entre professores do AEE e os do ensino comum. 
 
 07 
 g. Redes de apoio: no âmbito da atuação intersetorial, da formação docente, 
do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que contribuam para a 
realização do AEE." (BRASIL, 2008). 
3.2 Desempenho Escolar na Inclusão do Ensino Médio 
 Segundo Mazzotta (1996), o atendimento as necessidades educacionais 
especiais na classe e ou a utilização de todo conhecimento acumulado pela área de 
educação especial, proporcionara a melhoria da qualidade de ensino segundo as 
características de cada aluno, visando a um atendimento individualizado, organiza 
os currículos, visando diversificar a metodologia e as estratégias de ensino entre 
tantas modificações e com certeza benéfica para todos os educandos. 
 Quando todos os componentes de uma sala inclusiva for conduzida e com os 
equipamentos e profissionais habilitados, o ensino flui e os alunos entendem de 
forma mais simples. Elaborar e executar plano de atendimento educacional 
especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos 
pedagógicos e de acessibilidade. 
 A educação inclusiva de uma rede de ensino pública é mais difícil mais não é 
impossível, ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistida, tais como: as 
tecnologias da informação e comunicação, a comunicação alternativa e aumentativa, 
a informática acessível, o soroban, os recursos ópticos e não ópticos, os softwares 
específicos, os códigos e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade entre 
outros; de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo 
autonomia, atividade e participação. 
 O desempenho escolar no sistema inclusivo do Ensino Médio depende tanto 
da família, escola, professor em todo o contexto do sistema em si, porém no projeto 
que a tenha a socialização dentro da sala de aula, ajuda bastante, no dia a dia, 
porque além de tudo, todo professor inclusivo tem o dom, o amor, as habilidades 
existentes, fornecidas pela rede de ensino e até então por ele mesmo. 
3.CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 08 
 O presente artigo com o tema escolhido sobre a inclusão no ensino médio de 
forma eficaz vem deixar de forma clara que a inclusão escolar está inserida em toda 
rede escolar de ensino, mesmo diante das dificuldades que são vistas diariamente, 
com a deficiência de verbas que são investidas pelo Governo Federal. Conceituar a 
importância da inclusão escola no Ensino Médio de forma eficaz e criativa. A 
introdução nos mostra o escopo do artigo de forma coerente, deixando assim os 
leitores a entender o trabalho. 
 Nos primeiros tópicos deixando claro sobre o conceito essencial da 
importância da inclusão escolar, ciente que este tema foca do ensino regular até o 
nível superior, porque a inclusão tem leis especificas que o deixam acobertados 
assim que a criança nasce. O processo de inclusão acontece aos dias atuais quando 
se há participação ativa da sociedade, da família e da equipe de profissionais que há 
ter esta responsabilidade nas suas mãos. 
 Com o Projeto que acontece na escola juntamente com a comunidade no 
local, dependendo da equipe de gestão escolar dá certo, depende da sua aceitação. 
Antes de todo o contexto, a pessoa que tem a deficiência tem que se aceitar, antes 
de todos lhe abraçar. Na observação das ações desenvolvidas pela Secretaria de 
Educação Especial do Ministério da Educação com o objetivo de consolidar a 
Educação Inclusiva nas políticas Nacionais. A atuação do professor e a forma de 
ministrar suas aulas devem ser analisadas com mais rigor, ou seja, ele não deve se 
prender a metodologias prontas e sim com metodologias criativas. 
 Educar uma criança e o ensino médio com necessidades educativas 
especiais é uma experiência nova para o professor e também um desafio. Para 
lecionar na turma toda se parte do pressuposto que todo educando pode aprender 
porém nas metodologias que são ministradas, portanto é essencial que todo 
professor nutra uma elevada expectativa pelo aluno. O processo ensino 
aprendizagem de uma criança normal é diferente de uma criança com deficiência, 
porém os recursos são diferenciados, de forma contínua, todos os dias, aqueles 
conteúdos são mostrados e fixados, a forma da metodologia aplicada é norteadora, 
envolve todo um processo de idas e vindas até o indivíduo fixar o conteúdo 
abordado. 
 09 
 A LDB fala de igualdade, respeito, qualidade dos direitos, cabe a todos nos 
cumpri-las ou cobrar o seu cumprimento para que os alunos portadores de 
deficiência sejam realmente atendidos na sociedade e na escola, pois tratar da 
educação para todos é uma tarefa inacabada, como vimos a todo o momento leis, 
decretos e declarações são aperfeiçoados para o cumprimento da inclusão, cabe a 
nós como cidadãos com direitos e deveres fazer jus ao que se referem constituições 
inclusivas encarando todo esse paradigma de frente com o compromisso de 
respeitar as diferenças na igualdade do ensino regular a todo nível escolar de 
ensino. 
 REFERÊNCIAS 
ARANHA, M.S.F. Inclusão Social e Municipalização. In Novas Diretrizes da 
Educação Especial. Governo do Estado de São Paulo: Secretaria de Estado da 
Educação, 2001. 
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Política 
Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: 
MEC/SEESP, 2008 
COLL, E.; PALACIOS, J.; MARCHESI, A. (org.). Desenvolvimento Psicológico e 
Educação; necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar. Porto 
Alegre: Artes Médicas, 1995 
GIL, A. C.. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007. 
TANI, Go. Abordagem desenvolvimentista: 20 anos depois. Revistada Educação 
Física (Maringá), Maringá, PR, v. 19, n. 3, p.313-331, fev 2019. 
MANTOAN, M.T. A Educação Especial no Brasil: da exclusão à inclusão 
escolar. Disponível em: http://intervox.nce.ufrj.br/~elizabet/conhecer.htm Acesso em 
18 de fevereiro de 2019 ás 22:10h. 
MAZZOTTA, Marcos José Silveira. Educação Especial no Brasil: História e 
Políticas Públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

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