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Exercícios APOSTILA_DE_TCNC_1

Apostila de Torneamento CNC que explica o sistema de coordenadas (eixos X, Y, Z e regra da mão direita), relação X/diâmetro e Z/longitudinal, ponto zero da máquina, pontos de referência para aferição e o deslocamento inicial do carro.

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JANEIRO ‐ 2018 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
APOSTILA DE TORNEAMENTO CNC 
(TCNC I) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bibliografia: 
Básico de Torneamento – DIDATECH 
Lista de Exercícios Prof. Celso Miguel de Barros e Prof. Helio Canavesi Filho 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
1
 
1 – SISTEMA DE COORDENADAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
-80 -70 -60 -50 -40 -30 -20 -10 8070605040302010
-80
-70
-60
-50
-40
-30
-20
-10
80
70
60
50
40
30
20
10
A
D
C
B
-X +X
+Y
-Y
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ponto Abcissa ( X ) Ordenada ( Y ) 
A +40 +30 
B -30 +20 
C -20 -30 
D +40 -20 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
2
2 - SISTEMA DE COORDENADAS 
 
Na elaboração do programa de usinagem para a máquina CNC o programador utiliza, para o 
direcionamento dos movimentos do carro ou da mesa, um sistema de coordenadas definido 
segundo a norma DIN-66217 
 
• Regra da Mão Direita 
Para um sistema tridimensional, são utilizados três eixos perpendiculares (90°) entre si, que 
podem ser designados através dos dedos da mão direita. 
Polegar : indica o sentido positivo do eixo imaginário, representado pela letra X. 
Indicador : aponta o sentido positivo do eixo Y. 
Médio : nos mostra o sentido positivo do eixo Z. 
 
 
 
Os eixos que acabamos de ver são chamados de EIXOS PRINCIPAIS. 
 
Nas máquinas ferramentas, o sistema de coordenadas determinado pela regra da mão 
direita, pode variar de posição em função do tipo de máquina, mas sempre seguirá a regra 
apresentada, onde os dedos apontam o sentido positivo dos eixos imaginários; e o eixo "Z" 
será coincidente ou paralelo ao eixo árvore principal. 
 
Para o comando de avanço e penetração nos tornos, bastam apenas dois eixos imaginários. 
Estes são designados pelas letras X e Z, onde o eixo X relaciona-se com o diâmetro da 
peça e o eixo Z, coincidente com o eixo árvore, relaciona-se com as dimensões 
longitudinais da peça (comprimentos). Veja a figura abaixo para esclarecimento do que foi 
exposto acima. 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
3
3- PONTOS ZERO E PONTOS DE REFERÊNCIA 
 
 
Numa máquina-ferramenta CNC, existem uma série de pontos referenciais. Os pontos 
referenciais da máquina são determinados pelo fabricante quando da sua fabricação, os 
quais auxiliarão na operação e programação da mesma. 
 
 
 
O comando dos movimentos das ferramentas na usinagem de uma peça são realizados com 
o auxilio do sistema de coordenadas. A posição exata destes movimentos dentro do campo 
de trabalho das máquinas- ferramenta e determinada através dos pontos referenciais e do 
sistema de medição. 
 
 
A figura abaixo demonstra estes pontos referenciais, os quais serão esclarecidos nos tópicos 
posteriores. 
 
 
M W
E = N
R
 
 
 
PONTO ZERO MÁQUINA M 
 
 
Este ponto é usado para definir a origem do sistema de coordenadas da máquina. A 
partir deste ponto, são determinados todos os outros sistemas e pontos de referência da 
máquina. 
 
Como o ponto zero da máquina é determinado pelo fabricante, estes, geralmente 
determinam, para o torno, o centro da superfície de encosto do eixo árvore (atrás da placa). 
 
 
Assim sendo, o eixo árvore é representado pelo eixo Z o qual determinará os comprimentos 
no sentido longitudinal e, a superfície de encosto, pelo eixo X o qual determinará as 
dimensões no sentido transversal, como por exemplo os diâmetros das peças. 
 
 
O campo de trabalho encontra-se no lado do sentido positivo dos eixos. Assim sendo, a 
ferramenta se afasta da peça quando executa o percurso no sentido positivo dos eixos. 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
4
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PONTO DE REFERÊNCIA DA MÁQUINA R 
 
Este ponto tem como função fazer a AFERIÇÃO e o CONTROLE do SISTEMA DE 
MEDIÇÃO dos movimentos dos CARROS e das FERRAMENTAS. 
 
Através de um carro e uma chave-limite, a posição do ponto de referencia e pré-determinada 
em cada eixo de movimento, pelo fabricante. 
 
 
Came no Carro
Chave-limite
no ponto de
referência
 
 
 
 Ao ligar a máquina, sempre deslocamos o carro até este local, antes de iniciar a usinagem. 
Este procedimento define ao comando a posição do carro em relação ao zero da máquina, 
quando o carro aciona um sensor que envia um impulso ao comando determinando sua 
localização. 
 
 
 
TORNO AUTOMÁTICO 
M 
Z+ 
X+ 
M 
Z+
X+ 
TORNO UNIVERSALETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
5
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com isto, a posição das coordenadas do ponto de referência em relação ao ponto zero da 
máquina possuem sempre o mesmo valor conhecido. 
 
Geralmente os fabricantes determinam o ponto de referência da máquina em um campo 
fora de trabalho. 
 
Para que isso aconteça e necessário sempre que ligar o comando da máquina, fazer com 
que os eixos se posicionem sobre o ponto de referência. Normalmente, a maioria dos 
comandos CNC, estão preparados para transmitir uma mensagem para o operador do tipo: 
"Referência R da Máquina" ou "Sobrepassar o ponto de referência" após o acionamento do 
comando. 
A movimentação dos eixos até o ponto de referência, na maioria das máquinas, é feita 
automaticamente. 
 
M 
Z de Referência
X de 
Referência
Ponto de 
Referência
R 
M 
Valor de Z 
no painel
Valor de X 
no painel 
R ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
6
Em algumas máquinas, é necessário o posicionamento prévio dos eixos em local pré-
determinado pelo fabricante, antes dos deslocamentos dos mesmos para o ponto de 
referência. 
 
 
Este posicionamento é feito em modo manual, pressionado-se as teclas referentes aos eixos 
da máquina. 
 
Ao desligar o comando ou, na eventual falta de energia elétrica, o comando perde a 
referência, isto é, perde o valor da coordenada da posição dos eixos comandados. 
Portanto, deve-se referenciar novamente a máquina. 
 
 
PONTO DE REFERÊNCIA DA FERRAMENTA E=N 
 
O ponto de referência da ferramenta é determinado pelo fabricante da máquina o qual, 
geralmente encontra-se na face de encosto da ferramenta no dispositivo (revólver 
ferramenta), ou seja, o ponto de ajustagem da ferramenta E coincide com o ponto de 
assento da ferramenta N. 
 
 
Q 
L 
NE
 
 
MEDIDAS DAS FERRAMENTAS 
 
Para que a usinagem seja precisa é necessário que o comando conheça as medidas de 
cada ferramenta utilizada as quais se baseiam no ponto de referência das mesmas. 
 
No torneamento é necessário indicar as medidas do comprimento (L), a dimensão 
transversal (Q), o raio da pastilha e a sua posição de corte(quadrante de trabalho). 
 
R
L
NE
 
 
No caso de brocas, devemos o indicar o comprimento (L) e o raio da broca (R) 
 
A sequênciaa ser seguida para memorizar os dados das ferramentas variam de acordo com 
a máquina e o comando numérico CNC. 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
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Algumas máquinas possuem biblioteca de dados de ferramenta, onde se armazena as 
medidas das ferramentas, quando a máquina não possuir esta página as medidas das 
ferramentas são introduzidas dentro do programa de usinagem da peça. 
 
 
PONTO ZERO DA PEÇA W 
 
 
O ponto zero da peça é determinado pelo programador quando da execução do 
programa, e define o sistema de coordenadas da peça em relação ao ponto zero da 
máquina. 
 
 
Sua determinação pode ser feita em qualquer ponto da peça porem, recomenda-se colocá-
lo em um ponto que facilite transformar as medidas do desenho em valores de coordenadas 
para programação. 
 
 
Para peças torneadas, geralmente o ponto zero é determinado na linha de centro do eixo 
árvore nas faces direita ou esquerda da peca acabada, que deverá ter seus valores das 
coordenadas memorizados no comando CNC quando da preparação da máquina. 
 
 
 
Z+
Ponto Zero
da peça
M
X+
Z-
Ponto Zero
da peça
M
X+
 
 
 
 
É possível, na preparação da máquina, obter-se o zero da peça usando-se uma das 
ferramentas ou um padrão de encosto, ambos montados no revólver. 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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8
SISTEMA DE COORDENADAS ABSOLUTAS 
 
Neste sistema, a origem é estabelecida em função da peça a ser executada, ou seja, 
podemos estabelecê-la em qualquer ponto do espaço para facilidade de programação. 
 
Como vimos, a origem do sistema foi fixada como sendo os pontos X0, Z0. O ponto X0 é 
definido pela linha de centro do eixo-árvore. O ponto Z0 é definido por qualquer linha 
perpendicular à linha de centro do eixo-árvore. 
 
Durante a programação, normalmente a origem (X0, Z0) é pré-estabelecida no fundo da 
peça (encosto das castanhas) ou na face da peça, conforme ilustração abaixo: 
 
 
 
Coordenadas Absolutas Coordenadas Absolutas 
Pontos X Z Pontos X Z 
P1 0 60 P1 0 0 
P2 20 60 P2 20 0 
P3 20 40 P3 20 -20 
P4 40 40 P4 40 -20 
P5 40 20 P5 40 -40 
P6 60 20 P6 60 -40 
P7 60 0 P7 60 -60 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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SISTEMA DE COORDENADAS INCREMENTAIS: 
A origem deste sistema é estabelecida para cada movimento da ferramenta. 
 
Após qualquer deslocamento haverá uma nova origem, ou seja, para qualquer ponto 
atingido pela ferramenta, a origem das coordenadas passará a ser o ponto alcançado. 
 
Todas as medidas são feitas através da distância a ser deslocada. 
 
Se a ferramenta desloca-se de um ponto A até B (dois pontos quaisquer), as coordenadas a 
serem programadas serão as distâncias entre os dois pontos, medidas (projetadas) em X e 
Z. 
 
 
 
Coordenadas Incrementais Coordenadas Incrementais 
Pontos X Z Pontos X Z 
P1 0 60 P1 0 0 
P2 10 0 P2 10 0 
P3 0 -20 P3 0 -20 
P4 10 0 P4 10 0 
P5 0 -20 P5 0 -20 
P6 10 0 P6 10 0 
P7 0 -20 P7 0 -20 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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EXERCÍCIOS DE COORDENADAS ABSOLUTAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coordenadas Absolutas 
Pontos X Z 
P1 
P2 
P3 
P4 
P5 
P6 
P7 
P8 
P9 
P10 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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EXERCÍCIOS DE COORDENADAS INCREMENTAIS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Coordenadas Incrementais 
Pontos X Z 
P1 
P2 
P3 
P4 
P5 
P6 
P7 
P8 
P9 
P10 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
© - DIDATECH -Todos os Direitos Reservados 2006 
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4- SISTEMA DE COORDENADAS NO TORNEAMENTO E 
PROGRAMAÇÃO VERBAL 
 
No torneamento, também são usados 2 eixos apenas, sendo eles: 
 
O EIXO "X" REFERENTE AO DIÂMETRO; 
 
O EIXO "Z" REFERENTE AO COMPRIMENTO. 
P0
P2
P1
P4
P3
P5P6P9
P8 P7
P11 P10
P14
P13 P12
Ø26Ø30Ø50Ø60
Ø70
Ø26Ø30
-67
Z+
X+
-2
0-45
-43
-150
-65
-127
-117-137
R2
30
 
 
 
P P0 P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 P13 P14 
X 70 35 0 0 20 30 30 26 26 30 50 50 60 60 65 
Z 30 0 0 3 3 -2 -43 -45 -65 -67 -117 -127 -137 -150 -148
 
 
 
 
 
 
 
 
DE/PARA Nº TRAJETÓRIA TIPO DE AVANÇO E PTO. FINAL OBS. 
P0 a P1 N1 Linear Avanço rápido até X35; Z0 
P1 a P2 N2 Linear Avanço usinagem até X0; Z0 
P2 a P3 N3 Linear Avanço usinagem até X0; Z3 
P3 a P4 N4 Linear Avanço rápido até X20; Z3 
P4 a P5 N5 Linear Avanço usinagem até X30; Z-2 
P5 a P6 N6 Linear Avanço usinagem até X30; Z-43 
P6 a P7 N7 Linear Avanço usinagem até X26; Z-45 
P7 a P8 N8 Linear Avanço usinagem até X26; Z-65 
P8 a P9 N9 Arco horário Avanço usinagem até X30; Z-67 raio 2mm
P9 a P10 N10 Linear Avanço usinagem até X50; Z-117 
P10 a P11 N11 Linear Avanço usinagem até X50; Z-127 
P11 a P12 N12 Linear Avanço usinagem até X60; Z-137 
P12 a P13 N13 Linear Avanço usinagem até X60; Z-150 
P13 a P14 N14 Linear Avanço usinagem até X65; Z-148 
P14 a P0 N15 Linear Avanço rápido até X70; Z30 pto. troca
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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EXERCÍCIO 1: Fazer a programação verbal conforme desenho abaixo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pontos X Z 
PT 
P1 
P2 
P3 
P4 
P5 
P6 
P7 
 
 
 
DE/PARA N° Trajetória Tipo de 
Avanço 
Ponto Final Observação
PT à P1 X Z 
P1 à P2 X Z 
P2 à P3 X Z 
P3 à P4 X Z 
P4 à P5 X Z 
P5 à P6 X Z 
P6 à P7 X Z 
P7 à P8 X Z 
 
 
 
∅30 ∅20 
R10 
70 
40 
30 
25 
∅50 
PT 
P1 
P2 
P3 
P4 
P5 P6 
P7 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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EXERCÍCIO 2: Fazer a programação verbal 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PONTOS PT P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 
X 40 
Z 20 
 
DE/PARA N° Trajetória Tipo de 
Avanço 
Ponto Final Observação
PT à P1 X Z 
P1 à P2 X Z 
P2 à P3 X Z 
P3 à P4 X Z 
P4 à P5 X Z 
P5 à P6 X Z 
P6 à P7 X Z 
P7 à P8 X Z 
P8 à P9 X Z 
P9 à P10 X Z 
P10 à P11 X Z 
P11 à P12 X Z 
P12 à PT X Z 
∅18
R3 1x45° 
∅20 
R5 
16 
9 
6 
∅22 ∅10 ∅12 ∅10
1x45o
44 
10 6 
PT
P1P2 
P3 
P4
P5
P6
P12 
P11 P10 
P9 P8
P7
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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PROGRAMAÇÃO DE TORNO 
 
Naprogramação de máquinas CNC, são utilizadas várias linguagens de programação, nós 
iremos estudar a mais comum, ou seja, a que equipa a maioria dos computadores de 
máquinas CNC que é a linguagem de Programação ISO. 
A linguagem de programação ISO é formada por vários CÓDIGOS este são também 
conhecidos como FUNÇÕES DE PROGRAMAÇÃO, são elas: 
Função Número de Sequência (N) 
 
Ex.: 
 N01 N05 N10 
 N02 Ou N10 Ou N20 
 N03 N15 N30 
FUNÇÃO PREPRATÓRIA ou CONDIÇÃO DE TRAJETÓRIA (G) 
 
"G" (de 00 a 99) 
 
FUNÇÕES “G” ATIVAS 
 
 FUNÇÕES “G” MODAIS 
FUNÇÃO DE POSICIONAMENTO (X e Z) 
Para valores em "mm", admite-se ate 3 casas decimais. 
Ex.: 20.465 mm 
 
Para valores em "pol" ate 5 casas decimais. 
Ex.: 0.25000" 
 
DADOS TECNOLÓGICOS 
• F = Avanço de Usinagem . Normalmente no torno usado em mm/rotação 
 
• S = Rotações por minuto ou Velocidade de corte Constatnte. 
 Exemplo: G97 S800 = 800 RPM G96 S300 = 300m/min 
• T = Chamada da Ferramenta no Revólver T01 
• M = Função Miscelânia ou Auxiliar. 
Como as funções G as funções M vão de (00 à 99). Estas funções servem normalmente 
para auxiliar na parte operacional, a seguir daremos alguns exemplos: 
 
M03 Liga o eixo árvore no sentido horário 
M04 Liga o eixo árvore no sentido anti-horário 
M05 Desliga o eixo árvore 
M08 Liga a bomba para refrigerante durante a Usinagem 
M09 Desliga a Bomba de refrigerante 
M30 Fim de Programa com retorno à 1a sentença do programa 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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DE FABRICANTE PARA FABRICANTE, 
EXISTEM DIFERENÇAS QUANTO A FUNÇÃO 
REPRESENTADA PELOS CÓDIGOS 
" G " , OU MESMO AS FUNÇÕES " M " . 
 
A norma DIN 66025 estabelece as palavras usadas na programação de CNC, mas alguns 
fabricantes de comandos não seguem estas normas e usam instruções semelhantes ou 
teclado com símbolos próprios. 
 
 
NESTE CURSO NÓS USAREMOS AS FUNÇÕES CORRESPONDENTES AO SOFTWARE 
ESPECIFICO DA MÁQUINA PARA EXPLICAR ESTAS FUNÇÕES. 
 
 
SEQUÊNCIA NECESSÁRIA PARA 
PROGRAMAÇÃO MANUSCRITA 
 
 
• ESTUDO DO DESENHO DA PEÇA: 
FINAL E BRUTA 
 
• PROCESSO A UTILIZAR 
 
• FERRAMENTAL VOLTADO AO CNC 
 
• CONHECIMENTO DOS PARÂMETROS FÍSICOS 
DA MÁQUINA E SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO 
DO COMANDO 
 
• ESCREVER O PROGRAMA SEQUENCIALMENTE 
 
 
 
 
 
 
 
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Sistema de identificação das Pastilhas de Usinagem 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Sistema de identificação de Porta Ferramentas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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PARÂMETROS DE CORTE 
 
 A velocidade de corte está relacionada diretamente com o diâmetro da peça e a rotação do eixo árvore, 
conforme fórmula abaixo. 
 
 
 
 
onde: 
 
VC = Velocidade de Corte (m/min) 
π = 3,14 (constante) 
D = Diâmetro (mm) 
N = Rotação do eixo árvore (RPM) 
 
 
Dica 
Como o diâmetro da peça é dado em milímetros e a velocidade de corte é dada em 
metros por minuto, é necessário transformar a unidade de medida dada em metros 
para milímetros utilizando o fator 1.000. 
 
Cálculo de RPM em função da Velocidade de Corte 
 
Para o cálculo da RPM em função da velocidade de corte, utiliza-se a fórmula: 
 
 
 
 
 
 
 
TABELA DE VELOCIDADE DE CORTE EM FUNÇÃO DO MATERIAL 
 
MATERIAL VELOCIDADE DE CORTE (mm/min) 
 AÇO RÁPIDO HSS METAL DURO (P10) 
Aço ABNT 1045 33 122 
Aço ABNT 4135 20 103 
Ferro fundido ABNT FF 25 20 79 
Ligas Cu-Sn (Bronzes) 30 250 
Alumínio 30 200 
Ligas Al-Si 20 150 
 
 
1000
NDVC ∗∗= π 
D
VCN ∗= π
1000* 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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TABELA DE AVANÇOS 
 
 
PROFUNDIDADE DE CORTE (p) 
 É a profundidade ou largura de penetração da ferramenta em relação à peça, medida 
perpendicularmente ao plano de trabalho. 
 A profundidade de corte máxima, depende dos seguintes fatores: 
 
• Potência da máquina; 
• Estabilidade; 
• Material da peça; 
• Formato e tamanho da pastilha; 
• Raio de ponta; 
• Quebra-cavacos; 
• Classe e ângulo de posição. 
 
 
 
 
 Comece com o tamanho da pastilha para obter uma indicação inicial e prossiga 
com as recomendações para o quebra-cavacos escolhido. A profundidade de corte máxima 
será o resultado dessas duas informações. A profundidade de corte mínima nunca deverá 
ser menor que o tamanho do raio de ponta. 
 A utilização de grandes profundidades de corte aumenta a quantidade de metal 
removido por unidade de tempo mas, em compensação, provoca significativos acréscimos 
na potência de corte e no desgaste das ferramentas. 
 
 
 
0,2 0,4 0,8 1,2 1,6 2,4
0,6 0,05 0,07 0,10 0,12 0,14 0,17
1,6 0,08 0,12 0,16 0,20 0,23 0,29
3,2 0,12 0,16 0,23 0,29 0,33 0,40
6,3 0,23 0,33 0,40 0,47 0,57
8,0 0,40 0,49 0,57 0,69
Raio de ponta (mm)
Avanço, f (mm/rotação)
Acab. 
Superf. 
Valor Ra 
(µm)
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
BÁSICO DE TORNEAMENTO 
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21
 
Área de corte para ferramenta de 90 graus 
 Para evitarmos alguns inconvenientes durante a usinagem tais como sobrecarga do motor e 
conseqüente parada do eixo-árvore durante a operação, é necessário calcular a potência a ser consumida, 
conforme fórmula abaixo: 
 
 
 
 
 
 
onde: 
 
Nc = Potência de corte (CV) 
Ks = Pressão específica de corte (N / mm²) 
ap = Profundidade de corte (mm) 
f = Avanço (mm / rot) 
Vc = Velocidade de corte (m / min) 
η = Rendimento (%) 
 Galaxy = 0,9 
 Cosmos 10G / 10U / 20U / 30U = 0,9 
 ECN-40 = 0,75 
 CONCEPT Turn 55 = 0,7 
 
 
 
 A tabela abaixo mostra algumas informações para o cálculo da Potência de Corte 
(Nc). 
 
 
 
 
NC = Ks * f * ap * Vc 
_ ___________________ 
 4500 * η 
0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,8
SAE-1020 90-130 295 240 218 195 163 155
SAE-1045 125-180 315 260 230 210 202 170
SAE-8620 125-225 320 260 235 210 197 170
FOFO NODULAR 200-300 270 220 298 175 165 145
FOFO CINZENTO 150-165 155 135 123 110 100 90
f - Avanço (mm/rotação)
Ks - Pressão específica de corte (Kg/mm²)
Dureza 
(HB)Material
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 01 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na 
planilha: 
 
 
 
 
 
 
Movimento Coordenadas Absolutas Coordenadas Incrementais 
Partida Meta Eixo Eixo Eixo Eixo 
De Para X Z X Z 
A B 
B C 
C D 
D E 
E F 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 02 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi FilhoNome gabarito Nº Classe 
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na 
planilha: 
 
 
 
 
Movimento Coordenadas Absolutas Coordenadas Incrementais 
Partida Meta Eixo Eixo Eixo Eixo 
De Para X Z X Z 
A B 
B C 
C D 
D E 
E F 
F G 
G H 
H I 
I J 
J K 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 03 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Dado o desenho abaixo, determine as coordenadas absolutas / incrementais dadas na 
planilha: 
 
 
 
Movimento Coordenadas Absolutas Movimento Coordenadas Incrementais 
Posição X Z Posição X Z 
A A 
B B 
C C 
D D 
E E 
F F 
G G 
H H 
I I 
J J 
K K 
L L 
M M 
N N 
O O 
P P 
Q Q 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 04 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo usando somente G00 e G01: 
 
Dados: 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=100µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
 
 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 05 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo usando ciclo de desbaste G74: 
 
Dados: 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=100µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
 
 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 06 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
Dados: 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=220m/min 
-Avanco=180µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
 
 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 07 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=160µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 280 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 08 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2000 rpm 
-Velocidade de Corte=220m/min 
-Avanco=180µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm (raio) 
-Sobremetal=0,20mm (face) 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 09 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =1900 rpm 
-Velocidade de Corte=220m/min 
-Avanco=190µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,30mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 10 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2200 rpm 
-Velocidade de Corte=175m/min 
-Avanco=180µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 240 m/min 
-Avanço:120 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 11 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=180µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,20mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 12 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2000 rpm 
-Velocidade de Corte=190m/min 
-Avanco=130µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 220 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,40mm (no Diâmetro) 
-Sobremetal=0,15mm (na face) 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 13 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=180 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,20mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIAE SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 14 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=150 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,20mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 15 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2200 rpm 
-Velocidade de Corte=180m/min 
-Avanco=130 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 200 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm (raio) 
-Sobremetal=0,20mm (face) 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 16 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2800 rpm 
-Velocidade de Corte=240m/min 
-Avanco=200 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 300 m/min 
-Avanço:150 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm (no diâmetro) 
-Sobremetal=0,30mm (face) 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 160 
m/min 
-Avanço:80 µm/volta 
-Largura do bedame: 4mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 17 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=180m/min 
-Avanco=150 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm 
 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 120 m/min 
-Avanço:80 µm/volta 
-Largura do bedame: 3mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 18 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=180m/min 
-Avanco=150 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,25mm 
 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 120 m/min 
-Avanço:80 µm/volta 
-Largura do bedame: 3mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 19 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
-Velocidade de Corte=200m/min 
-Avanco=150 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 250 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,20mm 
 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 100 m/min 
-Avanço:150 µm/volta 
-Largura do bedame: 3mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 20 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2000 rpm 
-Velocidade de Corte=250m/min 
-Avanco=200 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 300 m/min 
-Avanço:120 µm/volta 
-Sobremetal=0,50mm (diâmetro) 
-Sobremetal=0,20mm (face) 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 150 m/min 
-Avanço:80 µm/volta 
-Largura do bedame: 2mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 21 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2000 rpm 
-Velocidade de Corte=250m/min 
-Avanco=200 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 300 m/min 
-Avanço:120 µm/volta 
-Sobremetal=0,50mm (diâmetro) 
-Sobremetal=0,20mm (face) 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 150 m/min 
-Avanço:80 µm/volta 
-Largura do bedame: 2mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 22 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2200 rpm 
-Velocidade de Corte=260m/min 
-Avanco=180 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 200 m/min 
-Avanço:120 µm/volta 
-Sobremetal=0,30mm (diâmetro) 
-Sobremetal=0,30mm (face) 
Bedame (T3) 
-Velocidade de Corte: 160 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Largura do bedame: 3mm 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
 
TORNO CNC 
 
EXERCICIO - 22 
 
Prof. Celso Miguel de Barros Prof. Helio Canavesi Filho 
 
Nome gabarito Nº Classe 
Desenvolver o programa CNC para a peça abaixo: 
 
 
 
Desbaste (T1) 
-Rotação Máxima da peça =2200 rpm 
-Velocidade de Corte=180m/min 
-Avanco=150 µm/volta 
-Profundidade Max. Corte=1mm 
Acabamento (T2) 
-Velocidade de Corte: 220 m/min 
-Avanço:100 µm/volta 
-Sobremetal=0,20mm (diâmetro) 
-Sobremetal=0,10mm (face) 
 
 
 
Resolução dos arcos 
 
𝑎2 = 𝑅2 − 102 
𝑎 = �602 − 102 
𝑎 = √3600− 100 
𝑎 = 59,16 
𝑏 = 𝑅 − 𝑎 ⇒ 𝑏 = 60− 59,16 
𝑏 = 0,84 
 
 
 
𝑥2 = 𝑅2 − 92 
𝑥 = �502 − 92 
𝑥 = √2500− 81𝑥 = 49,18 
 
 
 
 
 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA 
TORNO CNC 1 
 
Nome: gabarito Nº 
Com a informação do Programa preencha os dados faltantes do e faça o desenho da 
peça na outra folha: 
Dados: 
Rotação Máxima da peça =2500 rpm 
 
Desbaste: 
Ferramenta T1 
Velocidade de Corte: 200 m/min 
Avanço:150 µm/rot 
Profundidade máx = 1 mm 
 
 
 
 
Acabamento: 
Ferramenta T02 
Velocidade de Corte: 250 m/min 
Avanço: 80 µm/rot 
Sobre-metal para acabamento: 0,5mm (tanto 
para face como para os raios) 
 
LINHA INSTRUÇÕES LINHA INSTRUÇÕES 
N00 G90 G95 N240 G01 X28 Z-42 
N10 G92 S2500 N250 G01 Z-63 
N20 G96 S200 N260 G01 X32 
N30 T1 M06 N270 G00 X80 Z5 
N40 G00 X32 Z1 M04 N280 M30 
N50 G74 X29 Z-62,5 I1 F150 N290 
N60 G00 X29 N300 
N70 G74 X23 Z-40,5 I1 F150 N310 
N80 G00 X23 N320 
N90 G74 X19 Z-32,5 I1 F150 N330 
N100 G00 X19 N340 
N110 G74 X13 Z-21,5 I1 F150 N350 
N120 G00 X80 Z5 N360 
N130 T2 M06 N370 
N140 G96 S250 N380 
N150 G00 X12 Z1 N390 
N160 G01 Z0 F80 N400 
N170 G01 Z-22 N410 
N180 G01 X16 N420 
N190 G01 X18 Z-23 N430 
N200 G01 Z-33 N440 
N210 G01 X22 N450 
N220 G01 Z-41 N460 
N230 G01 X26 N470 
 
ETEC RUBENS DE FARIA E SOUZA
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Nome: ??? ??????
Obs. utilizar a medida do quadriculado com 1x1mm
E T E C R U B E N S D E F A R I A E S O U Z A
	CAPA_APOSTILA
	Básico novo
	exercicio_01
	exercicio_02
	exercicio_03
	exercicio_04
	exercicio_05
	exercicio_06
	exercicio_07
	exercicio_08
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	exercicio_20
	exercicio_21
	exercicio_22
	exercicio_23
	exercicio extra - desenhar
	exercicio de desenho de peça-Model

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