Logo Passei Direto
Buscar

Ayahuasca e Cogumelos alucinógenos (2)

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Discentes: Bárbara A. Oliveira Ferreira
 Leonardo Moraes Cabral 
 Michele Akemi Hirata Fuchiue
 Thamires Vieira Cabral
A palavra Ayahuasca é de origem indígena. Aya quer dizer "pessoa morta, alma 
espírito" e waska significa "corda, liana, cipó ou vinho". Assim a tradução, para o 
português, seria algo como "corda dos mortos" ou "vinho dos mortos".
A Ayahuasca é conhecida em diferentes culturas por diferentes nomes. Também é 
conhecida amplamente no Brasil como “chá do Santo Daime” 
❏ O chá da Ayahuasca consiste da infusão do cipó Banisteriopsis caapi e as 
folhas do arbusto Psycotria viridis. O uso - inicialmente restrito aos povos 
indígenas - passou a ser incorporado pelas civilizações e vilarejos da 
Amazônia Ocidental, surgindo o vegetalismo (medicina popular de 
civilizações rurais do Peru e da Colômbia, que mantém elementos antigos 
sobre plantas, absorvidos das tribos indígenas e influências do esoterismo 
europeu dos colonizadores).
❏ As origens do uso da Ayahuasca na bacia Amazônica remontam à 
Pré-história. Não é possível afirmar quando tal prática teve origem, no 
entanto, há evidências arqueológicas através de potes, desenhos que levam 
a crer que o uso de plantas alucinógenas ocorra desde 2.000 a.C.
❏ No século XVI, há relatos da época da colonização europeia, principalmente 
de padres e monges evangelizadores descrevendo a utilização de bebidas 
na cultura indígena. 
❏ O uso destas plantas foi condenado pela Santa Inquisição em 1616. Alguns 
padres jesuítas descreveram o uso de poções diabólicas mas o seu uso 
cerimonial e divinatório persistiu, do Peru no século XVII, constituindo-se 
mesmo numa forma de resistência cultural aos invasores. Existem relatos, 
posteriores `a conquista, da existência de uma “abominável universidade de 
idolatrias” que existiria na cidade perdida de Villacamba, onde seriam 
utilizadas estas poções mágicas.
O SANTO DAIME (CULTO ECLÉTICO DA FLUENTE LUZ 
UNIVERSAL)
O Santo Daime foi criado em Rio Branco (AC), 
por um seringueiro chamado Raimundo Irineu 
Serra. O chá é feito com a união das plantas: o 
cipó é o elemento masculino e a folha o feminino. 
A palavra Daime vem do verbo "dar" mais o 
pronome "me", como um pedido: - "Dai-me força, 
dai-me luz" (Labete e Araújo, 2002).
❏ Os rituais na religião do Daime são designados "trabalhos" que se aplicam 
sobre o corpo e o pensamento (Labete e Araújo, 2002; Macrea, 1992). A 
noção de trabalho nomeia o "trabalho espiritual" que tem como suporte o 
corpo em sua totalidade, essas ações dizem respeito a atitudes corporais 
visando à adaptação do jovem (neófito) ao sistema. 
Características botânicas e químicas das plantas utilizadas 
na preparação do chá
❏ O cipó Banisteriopsis caapi é da 
família Malpighiaceae, nativa da 
Amazônia e dos Andes. Possui 
em sua composição alcalóides 
b-carbolinas inibidoras da MAO, 
sendo que os de maior 
concentração são: harmina, 
harmalina, tetra-hidro-harmalina. 
A concentração desses 
alcalóides varia de 0,05% a 
1,95% (McKenna et al., 1998).
❏ A Psycotria viridis, planta da família Rubiaceae, possui em sua composição o 
alcalóide derivado indólico N, N-dimetiltriptamina (DMT) em concentração de 
0,1% a 0,66% que age sobre os receptores da serotonina (McKenna et al., 
1998).
Farmacocinética da ayahuasca
Testes Clínicos
1999
❏ Concentração plasmática máxima (Cmx):
DTM: 15,8 ng/mL após 107 min da ingestão.
Tetraidro-harmina: 91 ng/mL após 174 min.
Harmina: 114,8 ng/mL após 102 min.
Harmalina: 6,3 ng/mL após 145 min.
A harmalina foi detectada em apenas 6 indivíduos e a DMT em 12 dos 15 
voluntários. 
❏ Meia vida:
DTM: 259 minutos
Tetraidro-harmina: 532 minutos
Harmina: 115,6 minutos
Harmalina: não pode ser detectada.
❏ Efeitos subjetivos: visualização de imagens coloridas com olhos fechados, 
modificação dos processos perceptivos, cognitivos e afetivos.
❏ Avaliação: Escala de HRS (Hallucinogen Rating Scale) que permite medir 
níveis de alucinação.
2003: 0,6 e 0,85 mg de DMT/kg de peso corpóreo na forma de cápsulas de 
ayahuasca seca
•Intensidade máxima alcançada entre 1,5 a 2 horas após a ingestão.
•Concentração plasmática máxima de DMT após a menor e a maior dose foram 
de 12,14 ng/mL e 17,44 ng/mL, respectivamente.
Métodos Analíticos: detecta os alcalóides da ayahuasca em amostras biológicas 
por cromatografia gasosa e líquida de alta eficiência. 
Farmacodinâmica
❏ A DMT é estruturalmente semelhante ao neurotransmissor serotonina e age 
ligando-se a receptores 5-HT1a , 5HT1b , 5-HT2a e 5HT2c existentes no 
sistema nervoso central (agonista serotoninérgica). 
Serotonina no organismo:
❏ Glândula pineal: hormônio estimulador dos melanócitos.
❏ TGI: contração da musculatura lisa, facilita peristaltismo.
❏ Sistema cardiovascular: contração do músculo liso e vasoconstrição .
❏ Coração: vasodilatação e agregação plaquetária.
❏ Neurônios serotoninérgicos cerebrais: sono, humor, regulação da 
temperatura, percepção da dor, regulação da pressão arterial, depressão, 
ansiedade e enxaqueca.
❏ Metabolizada pela monoaminoxidase (MAO). 
❏ A DMT é um potente alucinógeno porém quando administrado por via oral, 
sofre inativação por desaminação sob ação da MAO-A intestinal e hepática.
❏ As β-carbolinas (harmina, harmalina e tetraidro-harmina) também são 
alucinógenas e são capazes de inibir a MAO, levando aos efeitos psicoativos 
do chá. Além disso, elas aumentam os níveis de serotonina, dopamina, 
norepinefrina e epinefrina no cérebro.
❏ A tetraidro-harmina inibe a recaptação do receptor 5HT levando a altos níveis 
de serotonina na fenda sináptica: sensação de bem estar, contentamento, 
bom apetite, impulso sexual e alucinações. 
❏ A legislação brasileira não especifica quais drogas são proibidas, deixando 
esta atribuição ao setor executivo do Governo Federal.
❏ No Brasil, a primeira política importante relativa à ayahuasca foi gerada em 
1985 pela DIMED, que classificou a B. caapi como uma substância proibida 
(Portaria, 1985).
❏ Após encontros extensivos com as comunidades ayahuasqueiras brasileiras, 
decidiu se a suspensão definitiva da proibição da B. caapi e a autorização de 
seu “uso ritual e religioso” (Relatório Final, 1987).
❏ O debate prosseguiu em 2002, com a Resolução n. 26 (Resolução, 2002) 
que proibiu a exportação e o uso da ayahuasca por indivíduos menores de 
18 anos de idade. Além disso, foi recomendada a formação de um grupo 
multidisciplinar para definir normas de controle social de seu uso.
❏ A Resolução de 2010 foi adotada como tentativa de estabelecer uma 
deontologia do uso da ayahuasca: um conjunto de regras, normas e 
princípios éticos a serem seguidos, incluindo a proibição de distribuição 
comercial, uso terapêutico, turismo, publicidade e o consumo de ayahuasca 
com drogas ilícitas. A Resolução recomenda se que os grupos busquem 
sustentabilidade ecológica, plantando tais espécies para suprir suas 
necessidades. Sob essa Resolução, a preparação, o armazenamento e o 
consumo de ayahuasca também ficam permitidos, desde que seu uso último 
esteja restrito aos rituais religiosos.
❏ Diversos estudos conduzidos com a Ayahuasca (e seu princípio ativo, DMT, 
dimetiltriptamina), demonstram a segurança orgânica e psíquica da 
administração dessas substâncias em seres humanos saudáveis. 
❏ Tem sido demonstrada que a ayahuasca não promove adição, nem 
apresenta o fenômeno de tolerância química, nem alterações importantes de 
diversos fatores bioquímicos, hormonais, hepáticos e renais. 
HIPERTENSÃO
ESQUIZOFRENIA
ESTADO 
PSICOLÓGICO 
VULNERÁVEL
❏ Enquanto os estudos clínicos caracterizam a ayahuasca como uma 
substância fisiologicamente segura, estudos diversos se somam e apontam a 
sua importânciapsicoterapêutica
❏ Do ponto de vista farmacológico, a ayahuasca parece não produzir 
dependência fisiológica, nem induzir mudanças corporais crônicas capazes 
de desencadear tolerância.
❏ No entanto, a ayahuasca pode produzir forte fascinação em certas pessoas 
que tiveram experiências poderosas com a bebida. 
❏ Os cogumelos alucinógenos, também conhecidos como cogumelos mágicos, 
são tipos de fungos que crescem nos solos e que possuem substâncias 
psicoativas capazes de promover alterações em regiões do cérebro e alterar 
a percepção da pessoa sobre as coisas que estão a sua volta.
❏ Pode ser consumido em sua forma 
natural, cozidos, secos ou em 
forma de chá, sendo esta a forma 
mais utilizada. Os efeitos dessa 
droga varia de acordo com o 
estado geral da pessoa e da forma 
de consumo do cogumelo, 
podendo ser distorções visuais, 
aumento da auto-confiança e 
sentimento de euforia, por 
exemplo.
❏ Os cogumelos alucinógenos eram usados no México, Guatemala e 
Amazonas em rituais religiosos e por curandeiros. Os Maias utilizavam um 
fungo ao qual chamavam, na língua nahuátl, teonanácatl (a "carne de deus") 
há já 3500 anos. No seu território foram encontradas figuras de pedra com 
representações de cogumelos datadas de 1000 a.C. e 500 d.C. 
❏ Em Oaxaca eram também chamados de nti-si-tho, sendo que nti é um 
diminuitivo de respeito e carinho e si-tho significa "o que brota".
❏ As primeiras referências ao seu consumo foram encontradas em livros 
(1502), nos quais era mencionado o uso de cogumelos em rituais nas festas 
de coroação de Moctezuma, o último imperador Azteca. Os conquistadores 
espanhóis, não preparados para os efeitos da droga, assustaram-se e 
proibiram o uso de fungos alucinogéneos e a religião nativa. 
❏ Durante os anos 70, os cogumelos aparecem também na Europa, sendo 
inicialmente utilizados em sopa instantânea. Os genuínos cogumelos 
psilocibina secos só surgiram mais tarde.
❏ O químico suiço Albert Hofmann que descobriu o LSD, foi também o primeiro 
a extrair psilocibina e psilocina dos cogumelos mágicos. A psilocibina, que é 
convertida em psilocina pelo organismo humano, é a responsável pelos 
efeitos alucinógenos da planta.
Características Fisico quimica:
❏ A psilocibina é quimicamente semelhante ao LSD. Os cogumelos psicoativos 
são todos aqueles que contêm estes ou outro tipo de alcalóides capazes que 
afetar o Sistema Nervoso Central.
❏ Depois de consumidos, os alcalóides dos 
cogumelos chegam ao cérebro e 
bloqueiam os efeitos da serotonina. 
Farmacocinética e Farmacodinâmica
❏ Absorção de 50 % de psilocibina no estômago e intestino.
❏ A psilocibina precisa ser bioativada para psilocina (composto 
farmacologicamente ativo).
❏ Efeito de primeira passagem: uma parte da psilocibina é convertida na 
psilocina nos hepatócitos.
Metabolismo da psilocibina
❏ Hidrolisação da psilocibina
❏ Psilocina: agonista da serotonina.
❏ A psilocina ao se ligar aos receptores específicos deste neurotransmissor 
(5-HT2), culminam na ativação de suas respostas, porém mais profundas que 
podem incluir alucinações visuais e distúrbios sensoriais
❏ Maior concentração de receptores no córtex pré-frontal, cuja área está 
envolvida com a regulação do humor, cognição e percepção.
❏ Os efeitos da psilocina começam 10-40 minutos após a ingestão e terminam 
2-6 horas, mas depende da dose, da espécie e do metabolismo individual. 
❏ Efeitos gerais mais relatados:
Alterações visuais, especialmente das cores;
Confusão e desrealização;
Sentimentos de alegria (euforia);
Tranquilidade;
Sinestesia;
Tontura e sonolência;
Dilatação das pupilas (midríase);
Alterações gastrointestinais (náuseas e vômitos).
❏ Dentro de 24 horas, cerca de 65% da psilocibina absorvida é 
excretada na urina e cerca de 15-20% é excretado através da 
bílis e fezes.
❏ Embora a maior parte do fármaco é eliminado dentro de 8 
horas, este ainda pode ser detectável na urina ao fim de 7 dias.
❏ No Brasil, a Psilocibina e a Psilocina são substâncias controladas, de acordo 
com a portaria Portaria n.º 344, de 12 de maio de 1998 . No entanto, os 
Cogumelos Psilocybe cubensis não estão listados explicitamente. Isso pode 
deixar em aberto que o cultivo ou o porte de cogumelos alucinógenos 
contendo Psilocibina ou Psilocina poderia ser considerado uma atividade 
não-ilegal. Contudo, por ser um texto muito aberto, afirmar com clareza que 
portar espécimes alucinógenos não constitui crime é algo que necessita de 
uma análise legal mais aprofundada.
❏ Enxaqueca: Um estudo clínico-epidemiológico curioso envolvendo a 
psilocibina foi conduzido na Universidade de Harvard sugeriu que os 
mecanismos da enxaqueca estejam relacionados com o sistema 
serotonérgico, e por isso, a psilocibina poderia ser uma substância base para 
o desenvolvimento de fármacos especializados e mais eficientes no controle 
dessa patologia.
❏ TOC : A psilocibina também foi utilizada no tratamento do transtorno 
obsessivo-compulsivo (TOC). O estudo recente de Moreno et al. (2006) 
buscou observar a segurança, tolerabilidade e eficácia da psilocibina no 
tratamento de pacientes com TOC, no qual a administração de psilocibina se 
mostrou segura e bem tolerada nos voluntários, sendo observada uma 
redução significante dos sintomas agudos do TOC demonstrado pela Escala 
Obsessiva Compulsiva de Yale-Brown (YBOCS).
❏ A psilocibina é considerada um agonista da serotonina, que ao se ligar aos 
receptores específicos deste neurotransmissor, culminam na ativação de 
suas respostas, porém mais profundas que podem incluir alucinações visuais 
e distúrbios sensoriais, como aquelas observadas em pacientes com 
esquizofrenia. 
❏ Alguns estudos também demonstram que a psilocibina aumenta os níveis de 
dopamina estriatal, resultando em euforia. Porém, mesmo atuando nestes 
sistemas, a psilocibina não está relacionada a produção da dependência 
química à droga.
❏
Drogas psicodélicas podem ajudar a 
tratar o alcoolismo? 
❏ Deve-se levar em consideração dois tipos de uso para substâncias 
psicoativas: o recreativo, caracterizado pelo uso esporádico, onde não se 
observa nenhum prejuízo na vida do indivíduo; e o abusivo, definido como 
intenso, ocupando espaço maior na vida do indivíduo, prejudicando-o em 
algumas situações como a tolerância, dependência e compulsão em relação 
à substância (Labigaline,1998).
❏ Dessa forma, mesmo não sendo totalmente comprovado cientificamente a 
segurança das substâncias contidas no chá e nos cogumelos, deve se ter um 
controle maior destas substâncias, uma vez que pode causar alguns danos 
psicoterapêuticos para os indivíduos. 
❏ É de se esperar investimentos em pesquisas para então elucidar todos os 
bens e malefícios que estas substâncias podem trazer a população, para 
então, ocorrer uma segurança maior no consumo ou então uma proibição 
legal das mesmas. 
Disponível em: 
https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/cogumelos-alucinogenos-reiniciam-cerebro-de-pacientes-com-depressao-21941
912. Acesso em 03/06/2019.
Disponível em: https://istoe.com.br/denver-e-primeira-cidade-americana-a-permitir-cogumelos-alucinogenos/. Acesso em 
03/06/2019.
Disponível em: https://odocumento.com.br/drogas-psicodelicas-podem-ajudar-a-tratar-o-alcoolismo/. Acesso em: 
03/06/2019.
Labate, B. C., & Feeney, K. (2011). O processo de regulamentação da ayahuasca no Brasil e na esfera internacional: 
desafios e implicações. Revista Periferia, III(2).
ESCOBAR, José Arturo Costa; ROAZZI, Antonio. Panorama Contemporâneo do Uso Terapêutico de Substâncias 
Psicodélicas: Ayahuasca e Psilocibina. Neurobiologia, v. 73, n. 3, p. 159-172, 2010.
SANTOS, Rafael Guimarães dos. AYAHUASCA: neuroquímica e farmacologia. SMAD, Rev. Eletrônica Saúde Mental Álcool 
Drog. (Ed. port.), Ribeirão Preto, v. 3, n. 1, fev. 2007 . 
OGA, Seizi; CAMARGO, Márcia M. de Almeida; BATISTUZZO, José A. Oliviera. Fundamentos de Toxicologia. 3ª ed. São 
Paulo, Atheneu Editora, 2008. 
PIRES, A.P.S.; OLIVEIRA, C.D.R.; YONAMINE, M. Ayahuasca: uma revisão dos aspectos farmacológicos e 
toxicológicos. Rev Ciênc Farm Básica Apl., 2010. 
Disponível em: https://toxiffup1516.wixsite.com/psilocibina/blank-3. Acesso em 03/06/2019.

Mais conteúdos dessa disciplina