Prévia do material em texto
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM PROCESSO Caderno do Professor 3º Ano Anos Iniciais do Ensino Fundamental Língua Portuguesa e Matemática São Paulo 1º Bimestre de 2019 22ª edição 1 APRESENTAÇÃO A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP - se caracteriza como ação desenvolvida de modo colaborativo entre a Coordenadoria Pedagógica e a Coordenadoria de Informação, Tecnologia, Evidência e Matrícula. Iniciada em 2011, em apenas dois anos/séries, foi gradativamente sendo expandida e desde 2015 está abrangendo todos os alunos do Ensino Fundamen- tal e Ensino Médio além de, continuamente, aprimorar seus instrumentos e for- mas de registro. A AAP, fundamentada no Currículo do Estado de São Paulo, propõe o acompanhamento da aprendizagem das turmas e alunos, de forma individuali- zada, tendo caráter diagnóstico. Tem como objetivo apoiar as unidades e os do- centes na elaboração de estratégias adequadas, a partir da análise de seus resul- tados, que contribuam efetivamente para melhoria da aprendizagem e desem- penho dos alunos, especialmente nas ações de recuperação contínua. As habilidades selecionadas para a AAP, em Língua Portuguesa e Matemá- tica, passaram a ter como referência, a partir de 2016, a Matriz de Avaliação Pro- cessual elaborada pela COPED e já disponibilizada à rede. Nas edições de 2019 prossegue esse mesmo referencial assim como, nos Anos Iniciais do Ensino Fun- damental permanece a articulação com as expectativas de aprendizagem de Lín- gua Portuguesa e Matemática e com os materiais do Programa Ler e Escrever e Educação Matemática nos Anos Iniciais – EMAI. Além da formulação dos instrumentos de avaliação, na forma de cadernos de provas para os alunos, também foram elaborados os respectivos Cadernos do Professor, com orientações específicas para os docentes, contendo instruções para a aplicação da prova (Anos Iniciais), quadro de habilidades de cada prova, exemplar da prova, gabarito, orientações para correção (Anos Iniciais), grade de correção e recomendações pedagógicas gerais. Estes subsídios, agregados aos registros que o professor já possui e junta- mente com as informações incorporadas na Plataforma Foco Aprendizagem, a partir dos dados inseridos pelos docentes no SARA – Sistema de Acompanha- mento dos Resultados de Avaliações – devem auxiliar no planejamento, replane- jamento e acompanhamento das ações pedagógicas, mobilizando procedimen- tos, atitudes e conceitos necessários para as atividades de sala de aula, sobretudo aquelas relacionadas aos processos de recuperação das aprendizagens. COORDENADORIA PEDAGÓGICA COPED COORDENADORIA DE INFORMAÇÃO, TECNOLOGIA, EVIDÊNCIA E MATRÍCULA - CITEM 2 I. UMA CONVERSA SOBRE O ASSUNTO... Olá professor, olá professora! Apresentamos a você o novo “Ca- derno do Professor”, que traz em suas pági- nas os principais procedimentos a serem le- vados em consideração antes, durante e após a aplicação da Avaliação da Aprendi- zagem em Processo (AAP) em sua 22ª edi- ção 2019, nas disciplinas de Língua Portu- guesa e de Matemática. A AAP assume, no âmbito escolar, um papel específico de colaborar com o seu trabalho diário, pois visa diagnosticar os sa- beres que os alunos possuem em relação ao uso social da língua materna e seus conhe- cimentos sobre o Sistema de Escrita Alfabé- tica (SEA), a autonomia da leitura e da es- crita e da Matemática, quanto aos blocos de conteúdos Números e Operações, Grande- zas e Medidas, Tratamento da Informação, Espaço e Forma. Desta forma, a avaliação fornece in- formações preciosas para o planejamento de situações de aprendizagem que favore- çam o avanço de todos os alunos da sala, no planejamento e na organização dos agrupa- mentos produtivos. As habilidades descritas nas matrizes de Língua Portuguesa e de Matemática de- vem ser tomadas como objeto de reflexão no âmbito da sala de aula e com isso, obser- var e acompanhar as aprendizagens de cada aluno. A matriz de referência para a elabo- ração das provas está organizada por um conjunto de habilidades que precisam ser desenvolvidas pelos alunos durante cada ano de seu percurso escolar. As habilidades que compõem a matriz de Língua Portu- guesa e de Matemática são as seguintes: LÍNGUA PORTUGUESA ✓ MP01 - Escrever trecho de uma qua- drinha do ponto de vista do sistema de escrita. ✓ MP02 - Escrever trecho de uma qua- drinha do ponto de vista da segmenta- ção. ✓ MP03 - Ler e escrever música do ponto de vista da ortografia. ✓ MP04 - Reescrever o final de um conto conhecido fazendo uso da linguagem escrita própria dos contos de fadas. ✓ MP05 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista da coe- rência textual. ✓ MP06 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista da coe- são. Textual. ✓ MP07 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista da pontu- ação. ✓ MP08 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista Ortogra- fia. ✓ MP09 - Localizar informações explíci- tas em um texto informativo. ✓ MP10 - Localizar informações implíci- tas em um texto informativo. ✓ MP11 - Produzir verbete de enciclopé- dia infantil de animal de jardim a partir de dois textos que trazem informações a respeito, com características do gê- nero. ✓ MP12 - Produzir verbete de enciclopé- dia infantil de animal de jardim a partir de dois textos que trazem informações a respeito, com características da lin- guagem escrita. MATEMÁTICA ✓ MP01 – Ler ou escrever números natu- rais, pela compreensão das característi- cas do sistema de numeração decimal. 3 ✓ MP02 – Comparar e ordenar números naturais, pela compreensão das carac- terísticas do sistema de numeração de- cimal. ✓ MP03 – Completar quadros numéricos ou sequências numéricas apresentadas. ✓ MP04 – Interpretar a posição de um ob- jeto ou pessoa, no espaço, pela análise de esboços e croquis. ✓ MP07 – Ler e interpretar dados apre- sentados em tabelas simples. ✓ MP06 – Reconhecer cédulas e moedas que circulam no brasil e realizar possí- veis troca entre cédulas e moedas em função de seus valores. ✓ MP05 – Interpretar a movimentação de um objeto ou pessoa, no espaço, pela análise de esboços ou croquis. ✓ MP08 – Resolver situações-problema, compreendendo os diferentes significa- dos da adição e da subtração. ✓ MP09 – Calcular o resultado de adições e subtrações recorrendo aos fatos bási- cos e a algumas regularidades ou pro- priedades. ✓ MP10 – Estabelecer relação entre uni- dade de tempo – dia, semana, mês, bi- mestre, semestre, ano. 4 II. PASSO A PASSO DA APLICAÇÃO ▪ Organizar a sala de forma que os alu- nos possam realizar a avaliação indi- vidualmente. ▪ Conversar com a turma antes da dis- tribuição dos cadernos de prova in- formando-os que a prova é de Língua Portuguesa ou de Matemática. ▪ Criar um clima agradável e tranquilo que envolva todos os alunos na ta- refa. ▪ Estimular os alunos para que respon- dam com cuidado e atenção a todas as questões. ▪ Distribuir os cadernosde prova para todos os alunos da turma, conside- rando que há cadernos ampliados e em Braile, específicos para alunos com baixa visão e cegos. ▪ Seguir as orientações para a aplicação no exemplar da prova do professor, que consta nesta revista, composta por itens abertos com respostas cons- truídas pelos alunos, o que requer do professor uma interação intensa com a turma. ▪ Explicar às crianças a comanda das questões, sem que isso signifique re- solver por elas as questões propostas. ▪ Ficar atento a todos os fatos que ocorrerem, procurando resolvê-los sem dispersar a turma. ▪ Circular pela sala de aula, dando ori- entações aos alunos que necessitem de intervenções pontuais no que diz respeito à compreensão dos enuncia- dos. ▪ Garantir as condições necessárias aos alunos com necessidades especiais, quanto ao apoio e maior tempo para a realização da prova. ▪ Atentar ao ritmo da realização da prova, para que a turma a realize mais ou menos ao mesmo tempo. ▪ Certificar se todos os alunos respon- deram a todas as questões da prova. ▪ Recolher todos os cadernos de prova para posterior correção. 5 III. ORIENTAÇÕES PARA LÍNGUA PORTUGUESA EXEMPLAR DO PROFESSOR LÍNGUA PORTUGUESA COM ORIENTAÇÕES PARA A CORREÇÃO QUESTÃO 1 A questão 1 se desdobra em dois itens (1.1 e 1.2) e avalia duas habilidades. MP-01 Escrever trecho de uma quadrinha do ponto de vista do sistema de escrita. MP-02 Escrever trecho de uma quadrinha do ponto de vista da segmentação. • Professor, explique aos alunos que nesta questão deverão es- crever o trecho de uma parlenda. • Em seguida, recite a parlenda com os alunos. • Verifique se todos sabem de cor. Se souberem, peça que cada um escreva o trecho da parlenda que foi recitada. • Leia a contextualização da ques- tão para os alunos. VAMOS RECITAR A QUADRINHA “BA- TATINHA”? I lust ração : Vast í Maria Evangel is ta BATATINHA BATATINHA QUANDO NASCE ESPALHA A RAMA PELO CHÃO MAMÃEZINHA QUANDO DORME PÕE A MÃO NO CORAÇÃO. ▪ Peça aos alunos que escrevam a parlenda da melhor forma que souberem ESCREVA NAS LINHAS ABAIXO, A QUADRINHA QUE ACABOU DE RECITAR COM A TURMA. __________________________________________ __________________________________________ Item 1.1 MP01 - Escrever trecho de uma quadrinha do ponto de vista do sistema de escrita. Categorias de Respostas A Escreve com correspondência sonora al- fabética e grafia convencional Atenção: Incluir nesta categoria mesmo que a grafia de duas (02) palavras esteja incorreta. B Escreve com correspondência silábico- alfabética. Atenção: Este critério envolve a escrita si- lábico-alfabética que marca a transição do aluno da hipótese silábica para a es- crita alfabética. C Escreve silabicamente com correspon- dência sonora. Atenção: Este critério envolve a escrita si- lábica com valor sonoro convencional. D Escreve silabicamente sem correspon- dência sonora. Atenção: Este critério envolve a escrita si- lábica sem valor sonoro convencional. E Escreve sem correspondência sistemá- tica entre partes do falado e partes do escrito. Atenção: Este critério envolve as escritas pré-silábicas. F Ausência de resposta ou escrita ilegí- vel. Item 1.2 MP02 - Escrever trecho de uma quadrinha do ponto de vista da segmentação. Categoria de Resposta A Segmenta convencionalmente o texto em palavras. Atenção: Incluir nesta categoria mesmo que a segmentação de duas (02) palavras esteja incorreta. Não exi- gir correção na acentuação gráfica convencional. B Presença sistemática de hiposseg- mentação e/ou hipersegmentação. Atenção: sistemática, neste caso, quer dizer conduta repetitiva, observada em mais de uma ocasião em três (03) 6 ou mais palavras/expressões diferen- tes: hipossegmentação – o aluno es- creve junto o que é para escrever se- parado (ex.: “erumaveis”; “derepente”; nacasa...); e hipersegmentação – o aluno separa o que se escreve junto (ex.: “de vagar”; “des cola do”; “gela deira”...). C Não segmenta o texto em palavras – o aluno escreveu as palavras continu- amente, sem qualquer separação en- tre elas. D Ausência de resposta e/ou a resposta ilegível. QUESTÃO 2 MP 03 - Ler e escrever música do ponto de vista da ortografia. ▪ Professor, informe aos alunos que nessa atividade o desafio é escrever o trecho de uma cantiga corrigindo os erros. ▪ Peça que leiam o texto e verifiquem quais erros foram cometidos, circulando-os ▪ Leia a contextualização da atividade. LEITURA E ESCRITA DE TRECHO DE MÚSICA UMA CRIANÇA ESCREVEU UM TRECHO DA MÚSICA BORBOLETINHA COMETEU AL- GUNS ERROS. ENCONTRE E CIRCULE OS ER- ROS COMETIDOS. EM SEGUIDA ESCREVA NOVAMENTE A MÚSICA, CORRIGINDO-OS: (...) ▪ Depois solicite que os alunos escre- vam o trecho no espaço abaixo corri- gindo os erros cometidos pela cri- ança. __________________________________________ __________________________________________ Categoria de Resposta A Escreve com ortografia regular todas as palavras que apresentavam erros ortográficos. B Escreve com ortografia regular até três (03) palavras que apresentavam erros ortográficos. C Escreve com ortografia regular duas (02) palavras que apresenta- vam erros ortográficos. D Não escreve com ortografia regu- lar as palavras que apresentavam erros ortográficos. E Ausência de resposta e/ou a resposta ilegível. OBSERVAÇÃO: As palavras escritas com erro ortográfico são – cosinha, xocolate, pal , vido e naris. Questão 3 Reescrita do final de um conto conhecido ▪ Professor, essa questão pretende ava- liar se, ao reescrever o final de um conto, os alunos apropriaram-se das características desse gênero em rela- ção ao encadeamento dos episódios narrados e se mantém a coerência. ▪ Para garantir a coerência na reescrita do final de conto, é fundamental ao aluno a compreensão das ideias e in- formações do início do texto, lidas pelo professor. Para que se possa ga- rantir a unidade, o sentido global do texto, é preciso observar a perspec- tiva adotada pelo narrador, a progres- são temática, as personagens e os ambientes/lugares com suas respecti- vas caracterizações e o registro de lin- guagem. ▪ Esta questão se desdobra em cinco itens: 3.1, 3.2, 3.3, 3.4 e 3.5. As habilidades avaliadas nessa questão são: 7 MP04 - Reescrever o final de um conto co- nhecido fazendo uso da linguagem escrita própria dos contos de fadas. MP05 - Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista da coerência tex- tual. MP06 - Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista da coesão tex- tual. MP07 - Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista da pontuação. MP08 - Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista Ortografia. ▪ Professor, explique aos alunos que você lerá a história inteira da “Cinderela” e que depois vai ler novamente, vai parar em um determinado ponto da história e eles deverão continuar a escrever a história a partir do ponto que você parou. ▪ Em seguida leia a história da “Cinderela” inteira, conforme consta no caderno do professor. ▪ Depois leia novamente, pare no lugar marcado e peça para os alunos escreve- rem o restante da história. ▪ Incentive os alunos a escreverem da me- lhor forma que puderem Observação: os alunos podem se orien- tar pelo que ouviram da história lida e pelo que conhecemdela. REESCRITA DO FINAL DE UM CONTO REESCRITA DE TRECHO DE UMA HISTÓRIA CINDERELA (ADAPTADO DE UMA VERSÃO DA DISNEY) Imagem:Pixabay NUMA CASA BEM GRANDE, NO MEIO DE UM JARDIM CHEIO DE FLORES, VIVIAM FELIZES UM BONDOSO SENHOR VIÚVO E SUA FILHA, CINDERELA. CINDERELA TINHA MUITOS BRINQUEDOS E ATÉ MESMO UM CACHORRO E UM CAVALO PARA BRINCAR, MAS, MUITAS VEZES, ELA FI- CAVA TRISTE, PORQUE SENTIA FALTA DO CARI- NHO DE SUA MÃE. SEU PAI RESOLVEU SE CASAR OUTRA VEZ COM UMA VIÚVA QUE JÁ TINHA DUAS FILHAS. POUCO TEMPO DEPOIS DO CASAMENTO, O PAI DE CINDERELA MORREU. A MADRASTA DE CINDERELA PASSOU A SE IMPORTAR APENAS COM AS SUAS DUAS FILHAS, QUE ALIÁS ERAM MUITO MAL-EDUCADAS, E A POBRE CINDERELA COMEÇOU A SER MALTRATADA. COMEÇARAM A CHAMAR A MENINA DE GATA BORRALHEIRA, PORQUE ELA VIVIA SUJA DE CINZA DO FOGÃO ONDE, ALÉM DE COZI- NHAR PARA A MADRASTA E AS SUAS FILHAS, TAMBÉM DORMIA AO LADO DO FOGÃO. VIVIA MALVESTIDA E MAL ARRUMADA. MAS NEM POR ISSO CINDERELA FICOU TRISTE. ELA ARRU- MOU O SEU PRÓPRIO JEITO DE SER ALEGRE: FI- COU AMIGA DOS PASSARINHOS, DAS GALINHAS E DOS GANSOS. MAS OS SEUS MELHORES AMI- GOS ERAM OS RATINHOS! A CIDADE ONDE ELA MORAVA ERA A CA- PITAL DO REINO E, POR ISSO, LÁ MORAVAM TAMBÉM O REI E O PRÍNCIPE, EM SEU RICO PA- LÁCIO. O REI MANDOU ORGANIZAR UM BAILE PARA QUE SEU FILHO ESCOLHESSE UMA NOIVA, E CONVIDOU TODAS AS MOÇAS DO REINO QUE ESTIVESSEM EM IDADE DE SE CASAR. AS IRMÃS DE CINDERELA FICARAM ALVO- ROÇADAS QUANDO CHEGOU O CONVITE PARA O BAILE REAL. – QUE MARAVILHA! – AS DUAS DISSERAM AO MESMO TEMPO. – NÓS VAMOS AO BAILE DO PALÁCIO! – EU TAMBÉM VOU! – DISSE CINDERELA. – O REI MANDOU CONVIDAR TODAS NÓS! – AH! AH! AH! VOCÊ? – RIRAM AS OU- TRAS. – BEM, VOCÊ... – INTERROMPEU A MA- DRASTA – VOCÊ PODERÁ IR SIM. MAS SÓ SE TERMINAR TODO O SEU SERVIÇO! E SE TIVER ALGUMA ROUPA BONITA PARA USAR! CINDERELA CORREU PARA O QUINTAL E FICOU ALI, CHORANDO. DE REPENTE, SENTIU UMA COISA ESTRANHA, E PERCEBEU QUE UMA 8 SENHORA MUITO SIMPÁTICA ESTAVA AO SEU LADO. – QUEM É VOCÊ? – PERGUNTOU A MOÇA. – EU SOU A SUA FADA-MADRINHA – DISSE A MULHER, MOSTRANDO A SUA VARINHA DE CONDÃO. – AGORA, VAMOS! ENXUGUE ESSAS LÁ- GRIMAS. VOCÊ NÃO VAI PODER IR AO BAILE CHORANDO! A FADA PENSOU UM POUQUINHO E DE- POIS FALOU: – VEJAMOS... PRIMEIRO, EU PRE- CISO QUE VOCÊ ME ARRANJE UMA ABÓBORA! A FADA, ENTÃO, DISSE ALGUMAS PALAVRAS MÁGICAS E A ABÓBORA, LENTAMENTE, COME- ÇARAM A CRESCER E A CRESCER, ATÉ SE TRANS- FORMAR NUMA CARRUAGEM MUITO ELE- GANTE. – HUM! O QUE MAIS? – CONTINUOU A SIMPÁTICA SENHORA. – AH! SIM! UNS RATI- NHOS... PRECISO DE UNS RATINHOS! E ENTÃO CINDERELA TROUXE SEUS AMI- GOS, OS RATINHOS. QUANDO FORAM TOCA- DOS PELA VARINHA IMEDIATAMENTE SE TRANSFORMARAM EM IMPONENTES CAVALOS E FORAM ATRELADOS À CARRUAGEM. AGITOU A VARINHA UMA ÚLTIMA VEZ E CINDERELA CO- MEÇOU A SE TRANSFORMAR. SEU VELHO VES- TIDO RASGADO VIROU O MAIS LINDO VESTIDO BRANCO, ENFEITADO COM FLORES COR-DE- ROSA. SEUS CABELOS, QUE JÁ ERAM BONITOS, FICARAM AINDA MAIS BONITOS E BEM PENTE- ADOS, E NOS SEUS PÉS APARECERAM DOIS SA- PATINHOS DE CRISTAL, MUITO BRILHANTES. – AGORA ESTÁ TUDO PRONTO, MINHA QUERIDA! – CONCLUIU A MADRINHA. - MAS VOCÊ PRECISA LEMBRAR DE UMA COISA: ESTE ENCANTAMENTO SÓ VAI DURAR ATÉ QUE SOE A ÚLTIMA BADALADA DA MEIA-NOITE! ENQUANTO ISSO, O BAILE JÁ TINHA CO- MEÇADO NO PALÁCIO REAL. O PRÍNCIPE ES- TAVA DISTRAÍDO E DESINTERESSADO ATÉ QUE AS PORTAS DO SALÃO DE BAILE SE ABRIRAM E CINDERELA APARECEU. QUANDO O PRÍNCIPE VIU AQUELA MOÇA TÃO BONITA, ATRAVESSOU O SALÃO E CONVIDOU-A PARA DANÇAR UMA LINDA VALSA. CINDERELA E O PRÍNCIPE NÃO SE SEPA- RARAM NEM POR UM MINUTO, PORQUE ESTA- VAM ENCANTADOS UM COM O OUTRO. A MOÇA ESTAVA TÃO CONTENTE QUE ATÉ ES- QUECEU AS RECOMENDAÇÕES DE SUA FADA MADRINHA. QUANDO O RELÓGIO DA TORRE DO PA- LÁCIO COMEÇOU A TOCAR AS DOZE BADALA- DAS DA MEIA-NOITE, CINDERELA LEMBROU DO ENCANTAMENTO. ELE JÁ IA TERMINAR! SAIU CORRENDO DO SALÃO DE BAILE, SEM NEM FALAR COM O PRÍNCIPE. DESCEU AS ESCADARIAS E SAIU PELOS PORTÕES DO CAS- TELO. NAQUELA CORRERIA TODA, UM DE SEUS SAPATINHOS DE CRISTAL CAIU DO PÉ. ENTROU BEM RÁPIDO NA CARRUAGEM E FUGIU PARA CASA. LOGO, O ENCANTAMENTO SE DESFEZ. NO DIA SEGUINTE, O PALÁCIO ESTAVA EM POLVOROSA. O REI FICOU FURIOSO POR- QUE TINHAM DEIXADO AQUELA BELÍSSIMA MOÇA ESCAPAR, SEM AO MENOS SABER ONDE ELA MORAVA. A ÚNICA PISTA ERA O SAPATINHO DE CRISTAL. (APLICADOR PARE AQUI NA SEGUN- DALEITURA) AGORA CONTINUE A ESCREVER A HISTÓ- RIA DA “CINDERELA” A PARTIR DESSE PONTO: DURANTE TODO UM DIA E TODA UMA NOITE, SEM DESCANSAR, OS EMISSÁRIOS DO REI VIAJARAM PELO REINO. PROCURAVAM UMA MOÇA QUE CONSEGUISSE CALÇAR AQUELE SAPATINHO. ENQUANTO ISSO, AS NOTÍCIAS TINHAM CORRIDO BEM DEPRESSA. E A MADRASTA TI- NHA RESOLVIDO QUE UMA DAS SUAS FILHAS TI- NHA QUE CALÇAR AQUELE SAPATO DE QUAL- QUER JEITO, PARA CASAR-SE COM O PRÍNCIPE! MAIS TARDE, CHEGARAM OS EMISSÁ- RIOS DO REI CARREGANDO UMA ALMOFADA DE VELUDO COM O SAPATINHO. AS IRMÃS DE CIN- DERELA COMEÇARAM A GRITAR AO MESMO TEMPO: – ESSE SAPATINHO É MEU! CADA UMA DELAS TENTOU FORÇAR O PÉ PARA CABER DENTRO DO SAPATO. MAS SEUS PÉS ERAM MUITO GRANDES! DE REPENTE, PARA A SURPRESA DAS IR- MÃS, CINDERELA APARECEU NA SALA. – UM MOMENTO! ESPEREM! – GRITOU. – SERÁ QUE EU TAMBÉM POSSO EXPERIMENTAR? – NATURALMENTE QUE PODE, SENHO- RITA! ENTÃO, FEZ CINDERELA SENTAR-SE E, PARA SURPRESA DE TODOS, O SAPATINHO SER- VIU-LHE PERFEITAMENTE! 9 AS DUAS IRMÃS FICARAM ESPANTADAS, E MAIS ESPANTADAS AINDA QUANDO CINDE- RELA TIROU O OUTRO SAPATINHO DO BOLSO. NO MESMO MOMENTO TUDO FICOU ES- CLARECIDO. A MADRASTA E AS SUAS FILHAS NEM TIVERAM TEMPO DE FALAR. CINDERELA PARTIU IMEDIATAMENTE NA CARRUAGEM REAL. QUANDO A MOÇA CHEGOU AO PALÁCIO O PRÍNCIPE FICOU FELICÍSSIMO! POUCO TEMPO DEPOIS, OS DOIS SE CA- SARAM E FORAM MORAR NUM CASTELO MUITO BONITO, ONDE VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE Item 3.1 MP-04 Reescrever o final de um conto co- nhecido fazendo uso da linguagem es- crita própria dos contos de fadas. Categoria de Resposta A Produz texto com características da linguagem escrita, dentro do gênero proposto (conto). B Produz texto com algumas carac- terísticas da linguagem escrita, dentro do gênero proposto (conto), ainda que com algumas falhas. C Produziu frases que remetem ao conteúdo do texto solicitado, mas não chegam a formar um texto. D Presença de escrita, mas não a so- licitada e/ou Ausência de escrita. Item 3.2 MP-05 Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista da coerência textual. Categoria de Resposta A Consegue articular coerentemente as ideias e as informações em rela- ção ao que veio antes no texto e entre si, sem provocar problemas de compreensão. B Consegue articular coerentemente as ideias e as informações em rela- ção ao que veio antes no texto e entre si, ainda que com uma ou duas falhas que não chegam a comprometer o sentido global do texto produzido. Atenção: considerar como falha a au- sência, a ampliação e/ou troca de in- formações secundárias que não preju- dicam a manutenção do sentido do texto. C Articula parcialmente as ideias e as informações do texto – entre si e em relação ao que veio antes – com quebras da coerência resul- tando em alguns problemas de compreensão. Atenção: considerar como quebra a ausência de informações, de persona- gens e/ou de episódios essenciais para a manutenção do sentido da his- tória reescrita; ou a repetição de epi- sódio do texto fonte, representando um retrocesso na linha temporal/se- quência narrativa. Incluir nessa cate- goriaa reescrita em que não há arti- culação com o texto fonte, mesmo que articule entre si os episódios que escreveu, e/ou quando não terminou a história. D Não consegue articular as ideias e as informações do texto com coerência, resultando em problemas de compre- ensão, dando a impressão de que não entendeu a história. E Presença de escrita, mas não a so- licitada e/ou Ausência de resposta Atenção: Incluir nesta categoria o texto ilegível, ou que conta outra his- tória, ou que é cópia do texto fonte, ou se pertence a outro gênero. Item 3.3 MP-06 Reescrever o final de um conto co- nhecido do ponto de vista da coesão tex- tual. Categoria de Resposta A Utiliza adequadamente elementos característicos da narrativa escrita para articular os enunciados (por exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, “enquanto isso”, “no entanto”, “na manhã seguinte”, “muito tempo depois”, entre outros), sem fazer 10 uso de recursos típicos da lingua- gem oral (daí, né, aí, por exem- plo). B Utiliza adequadamente elementos característicos da narrativa escrita para articular os enunciados (por exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, “enquanto isso”, “no entanto”, “na manhã seguinte”, “muito tempo depois”, entre outros), mesmo que ainda faça raramente uso de recur- sos típicos da linguagem oral (daí, né, aí, por exemplo). C Não utiliza adequadamente ele- mentos característicos da narrativa escrita para articular os enuncia- dos e observa-se forte presença da conjunção “e” unindo os enuncia- dos, ou de recursos típicos da lin- guagem oral (daí, né, aí, por exem- plo). D Presença de escrita, mas não a so- licitada e/ou Ausência de escrita Atenção: Incluir nesta categoria o texto ilegível; ou o que é composto por frases desconectadas entre si. Item 3.4 MP07 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista da pontua- ção. Categoria de Resposta A Pontua o texto adequadamente, emprega pontuação medial, in- terna às frases como vírgula, dois pontos etc. e, caso tenha utilizado o discurso direto, emprega pontu- ação adequada (qualquer que te- nha sido a escolha feita: parágrafo e travessão; aspas sem parágrafo, por exemplo). B Pontua o texto adequadamente empregando pontuação medial, interna às frases, como vírgula, dois pontos etc. (ainda que nem sempre) e, no caso de ter utilizado o discurso direto, emprega pontu- ação adequada (qualquer que te- nha sido a escolha feita: parágrafo e travessão; aspas sem parágrafo, por exemplo), mesmo que não em todas as ocasiões. C Redige o texto empregando pon- tuação inicial (maiúscula) e final, (qualquer que tenha sido a escolha feita: ponto final, de interrogação, de exclamação, reticências etc.) – nas frases ou parágrafos, mesmo que não em todas as ocasiões e a pontuação medial interna (como vírgula, dois pontos etc.), quando aparece, não é de forma sistemá- tica nem adequada. D Redige o texto, ainda que sem uti- lizar pontuação no final dos enun- ciados nem a letra maiúscula no início de frase. E Ausência de escrita Item 3.5 MP08 - Reescrever o final de um conto conhecido do ponto de vista Ortografia. Categoria de Resposta A Escreve com ortografia regular (com não mais que dois erros). B Escreve com ortografia regular (com até cinco erros). C Escreve de forma alfabética sem conseguir se concentrar nas ques- tões ortográficas. D Presença de escrita, mas não a so- licitada e/ou Ausência de escrita Atenção: Incluir nesta categoria o texto ilegível; ou o que é cópia do texto fonte. Questão 4 A questão 4 se desdobra em dois itens (4.1 e 4.2) e avalia duas habilidades. MP09 - Localizar informações explícitas em um texto informativo. MP10 - Localizar informações implícitas em um texto informativo. ▪ Professor, esta questão pretende verificar se, a partir, da leitura autônoma (isto é, sozinho, sem ajuda) de um texto informativo, o 11 aluno consegue selecionar infor- mações explícitas no texto. ▪ Explique aos alunos que deverão ler o texto informativo sozinhos para responderem às perguntas. ▪ Solicite que leiam, silenciosa- mente, a questão sobre o texto e escrevam as respostas. ▪ Informe que talvez seja necessá- rio voltarem ao texto para pode- rem responder as questões. LEITURA DE UM TEXTO INFORMATIVO VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES. (foto: Chatter Stone / Flickr / CC BY 2.0) HABILIDADE DE UM GRANDE AMIGO CIENTISTAS COMPROVARAM QUE CÃES SABEM RECONHECER EMOÇÕES HUMA- NAS COMO A RAIVA E A ALEGRIA QUEM TEM UM CACHORRO EM CASA TALVEZ JÁ DESCONFIE DE QUE ELES SÃO MUITO ATENTOS AOS SENTIMENTOS DE SEUS DONOS. MAS RECONHECER EMO- ÇÕES DE UM SER DE OUTRA ESPÉCIE – A HUMANA, NO CASO – É UMA HABILIDADE MUITO COMPLEXA, E OS CIENTISTAS QUE- RIAM TESTAR SE REALMENTE OS CÃES TI- NHAM ESSA CAPACIDADE. POR ISSO, REALIZARAM UM EXPERI- MENTO COM 17 CACHORROS DE RAÇAS DISTINTAS. EM UMA TELA, ERAM PROJETA- DAS FOTOS DE HUMANOS OU CÃES COM EXPRESSÕES POSITIVAS COMO FELICIDADE E BRINCADEIRA OU NEGATIVAS COMO POR EXEMPLO RAIVA E AGRESSIVIDADE. AO MESMO TEMPO, OS ANIMAIS OUVIAM SONS QUE PODIAM COMBINAR OU NÃO COM AS IMAGENS. COMO RESULTADO, OS CACHORROS OBSERVARAM POR MAIS TEMPO AS IMA- GENS QUANDO OS SONS OUVIDOS TRANSMITIAM A MESMA EMOÇÃO. SE- GUNDO A BIÓLOGA NATALIA ALBUQUER- QUE, DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, ISSO MOSTRA QUE OS CÃES CONSEGUI- RAM INTERPRETAR AS EMOÇÕES RETRATA- DAS NAS FOTOS E REFORÇADAS PELOS SONS. Adaptado de: http://chc.org.br/habilidade-de- um-grande-amigo/. Acesso em 12 mar.2019 1. QUANTOS CACHORROS PARTICI- PARAM DO EXPERIMENTO DES- CRITO NO TEXTO? ___________________________________________ Item 4.1 MP09 - Localizar informações explicitas em um texto informativo. Categoria de Resposta A Responde mostrando que foi ca- paz de ler com autonomia. Atenção: Considerar nesta categoria: “17 cachorros; dezessete cachorros”; “realizaram um experimento com 17 cachorros de raças distintas”. B Respondeu, mas não mostrou que foi capaz de ler com autonomia. Atenção: Incluir nesta categoria a res- posta ilegível. C Ausência de resposta. 2. COMO OS CACHORROS CONSE- GUEM RECONHECER AS EMOÇÕES HUMANAS, NO EXPERIMENTO REA- LIZADO? _____________________ _____________________ Item 4.2 MP10 - Localizar informações implícitas em um texto informativo. Categoria de Resposta A Responde mostrando que foi ca- paz de ler com autonomia. 12 Atenção: Considerar nesta categoria: “expressões humanas positivas ou negativas”, ou “por meio dos sons expressos nas emoções/modo que fala”, “percebe o sentimento do dono”. B Respondeu, mas não mostrou que foi capaz de ler com autonomia. Atenção: Incluir nesta categoria a res- posta ilegível. C Ausência de resposta. Questão 5 A questão se desdobra em dois itens (5.1 e 5.2) e avalia duas habilidades. MP 11- Produzir verbete de enciclopédia in- fantil de um animal de jardim, a partir de dois textos que trazem informações a res- peito, com características do gênero. MP 12- Produzir verbete de enciclopédia in- fantil de um animal de jardim, a partir de dois textos que trazem informações a res- peito, com características da linguagem es- crita. ▪ Professor, explique aos alunos que nessa atividade eles deverão escrever um verbete enciclopédico a partir da leitura de dois textos fontes. Obs:. Informe aos alunos que o trecho da página 9 tem por subtítulo: A defesa das jo- aninhas. ▪ Peça que leiam atentamente os textos informativos sobre as joaninhas. Expli- que que eles servirão como fonte para a escrita do verbete. ▪ Solicitarque escrevam o verbete de enciclopédia infanto-juvenil. LEIA O TEXTO INFORMATIVO SOBRE AS JO- ANINHAS, EM SEGUIDA ESCREVA UM VER- BETE, UTILIZANDO-O COMO FONTE. Ilustração: Vanessa Evangelista Augusto JOANINHAS QUANDO PENSAMOS EM UMA JOANINHA, PENSAMOS EM UM INSETO COM UMA CA- BEÇA PRETA E UMA PARTE TRASEIRA VER- MELHA COM SUAS CARACTERÍSTICAS MAN- CHAS PRETAS, EMBORA EXISTAM MUITAS VARIEDADES DE CORES E FORMAS. A JOANINHA É UM INSETO COLEÓPTERO, OU SEJA, UM BESOURO. É INTIMAMENTE RELACIONADA COM OUTROS INSETOS, COMO OS GORGULHOS, ESCARAVELHOS E ATÉ MESMO OS VAGALUMES. AS JOANINHAS SÃO INSETOS INVERTEBRA- DOS, O QUE SIGNIFICA QUE NÃO TÊM OS- SOS. PODEM MEDIR 5 E 10 MM. SÃO ANI- MAIS DIURNOS, UTILIZAM A LUZ DO DIA PARA DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES. INSETOS POSSUEM CORES VIVAS PARA AVISAR A SEUS POSSÍVEIS PREDADORES QUE SÃO VENENOSOS E QUE TÊM UM SA- BOR MUITO RUIM. OS MAIORES PERIGOS QUE PRECISAM ENFRENTAR SÃO OS PÁS- SAROS E INSETOS MAIORES. ELAS SE ES- CONDEM DURANTE A NOITE E DURANTE O INVERNO FAZEM ALGO PARECIDO COM A HIBERNAÇÃO. Adaptado de: http://chc.org.br/habilidade-de-um- grande-amigo/. Acesso em 12 mar.2019. Escreva um verbete de enciclopédia infantil. ______________________________________________ Item 5.1 MP11 - Produzir verbete de enciclopédia infantil de um animal de jardim a partir de dois textos que trazem informações a respeito, com características do gênero. Categoria de Resposta A Atende às características do gênero, e desenvolve o conteúdo temático a partir dos textos fontes. B Atende parcialmente às característi- cas do gênero, faltando assim infor- mações que definem o animal des- crito. 13 C Não atende às características do gê- nero, não conseguindo expor as infor- mações que definem o animal. D Ausência de resposta e/ou a resposta ilegível. Item 5.2 MP 12- Produzir verbete de enciclopédia infantil de um animal de jardim, a partir de dois textos que trazem informações a respeito, com características da lingua- gem escrita. Categoria de Resposta A Escreveu o texto com características da linguagem escrita, dentro do gê- nero proposto (verbete de enciclopé- dia). B Escreveu o texto com algumas carac- terísticas da linguagem escrita, dentro do gênero proposto (verbete de enci- clopédia). C Escreveu frases que remetem ao con- teúdo do verbete, mas não chegam a formar um texto. D Ausência de resposta e/ou a resposta ilegível. Questão 6 MP09 - Localizar informações explícitas em um texto informativo. ▪ Professor, esta questão pretende ve- rificar se, a partir, da leitura autô- noma (isto é, sozinho, sem ajuda) de um texto informativo, o aluno con- segue selecionar informações explí- citas no texto. ▪ Explique aos alunos que deverão ler o texto informativo sozinhos para responderem às perguntas. ▪ Solicite que leiam, silenciosamente, a questão sobre o texto e escrevam as respostas. ▪ Informe que talvez seja necessário voltarem ao texto para poderem res- ponder às questões. LEITURA DE TEXTO INFORMATIVO VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA RES- PONDER À QUESTÃO. PIOLHO-DE-BALEIA Imagem cedida por Tammy Iwasa Arai e Cristiana Serejo à CHC AO CONTRÁRIO DOS PIOLHOS DE GENTE, QUE SÃO INSETOS, OS PIOLHOS- DE-BALEIA SÃO ANIMAIS BEM DIFERENTES. ELES FAZEM PARTE DO GRUPO DOS CRUS- TÁCEOS, QUE INCLUI CAMARÕES, CARAN- GUEJOS, LAGOSTAS, TATUZINHOS-DE-JAR- DIM E MUITOS OUTROS. SÃO CHAMADOS PIOLHOS PORQUE TÊM HÁBITOS BEM PA- RECIDOS COM OS QUE ATERRORIZAM OS HUMANOS: FICAM GRUDADOS, SE ALIMEN- TAM DA PELE DE OUTRO ANIMAL E INCO- MODAM MUITO. BALEIAS E GOLFINHOS SO- FREM COM O ATAQUE DOS PIOLHOS-DE- BALEIA! ESSES PIOLHOS-DE-BALEIA ESTÃO PRESENTES EM QUASE TODAS AS ESPÉCIES DE BALEIAS E GOLFINHOS. ELES SÃO MO- RADORES FIÉIS E PODEM PASSAR A VIDA INTEIRA EM CIMA DE UMA MESMA BALEIA! COMO ESSES PIOLHOS NÃO CONSEGUEM NADAR, PARA SAIR DE UM ANIMAL PARA OUTRO ELES PRECISAM ESPERAR QUE DUAS BALEIAS SE ENCONTREM E SE TO- QUEM, FORMANDO UMA PONTE ENTRE OS DOIS HOSPEDEIROS. ADAPTADO DE CIÊNCIA HOJE DAS CRIAN- ÇAS. DISPONÍVEL EM: HTTP://CHC.ORG.BR/ARTIGO/PIOLHO-DE- BALEIA. ACESSO EM 14 MAR. 2019. 6 – OS PIOLHOS-DE-BALEIA FICAM GRUDA- DOS EM A) CAMARÕES E LAGOSTAS B) BALEIAS E GOLFINHOS. C) INSETOS E CARANGUEJOS. D) TATUZINHOS-DE-JARDIM. Grade de Correção A Respondeu, mas não mostrou que foi ca- paz de ler com autonomia, marcando 14 outros animais citados no texto -cama- rões e lagostas. B CORRETA - Responde mostrando que foi capaz de ler com autonomia, mar- cando baleias e golfinhos. C Respondeu, mas não mostrou que foi ca- paz de ler com autonomia, marcando outros animais citados no texto -insetos e caranguejos. D Respondeu, mas não mostrou que foi ca- paz de ler com autonomia, tatuzinhos- de-jardim. Questão 7 MP09 - Localizar informações explícitas em um texto informativo. ▪ Professor, esta questão pretende ve- rificar se, a partir, da leitura autô- noma (isto é, sozinho, sem ajuda) de um texto informativo, o aluno con- segue selecionar informações explí- citas no texto. ▪ Explique aos alunos que deverão ler o texto informativo sozinhos para responderem às perguntas. ▪ Solicite que leiam, silenciosamente, a questão sobre o texto e escrevam as respostas. ▪ Informe que talvez seja necessário voltarem ao texto para poderem res- ponder as questões. LEITURA DE TEXTO INFORMATIVO VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA RES- PONDER À QUESTÃO. O BRAVO NADADOR QUE VIROU HISTÓ- RIA DE PESCADOR ELE TEM UM HÁBITO CURIOSO: SOBE O RIO NADANDO CONTRA A CORRENTEZA. COS- TUMAVA SER COMUM EM SÃO PAULO, MAS NUNCA MAIS FOI VISTO POR LÁ. PARECE QUE JÁ ANDA SUMIDO TAMBÉM DE OU- TRAS REGIÕES DO BRASIL, VIRANDO HIS- TÓRIA DE PESCADOR… QUEM SERÁ ELE? FONTE: https://pixabay.com/pt/pho- tos/peixe-surubui-tabela-paraguai-184752 ELE É O SURUBIM-DO-PARAÍBA! ALGUNS PESCADORES O CHAMAM DE BRAVO, JUS- TAMENTE PORQUE ELE SOBE O RIO NA- DANDO CONTRA A CORRENTEZA, NUMA DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA E RESISTÊN- CIA. É CONSIDERADO UM PEIXE NOBRE, VA- LIOSO PARA OS PESCADORES. OCORRE SO- MENTE NO SUDESTE BRASILEIRO, MAIS PRECISAMENTE NA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL, QUE INCLUI PARTE DOS ESTADOS DE SÃO PAULO, MINAS GERAIS E RIO DE JA- NEIRO. ACONTECE QUE, EM SÃO PAULO, O SURUBIM-DO-PARAÍBA JÁ É CONSIDERADO EXTINTO. E ESTÁ CADA VEZ MAIS DIFÍCIL AVISTÁ-LO NO RIO DE JANEIRO E EM MI- NAS GERAIS. ADAPTADO DE CIÊNCIA HOJE DAS CRIAN- ÇAS. DISPONÍVEL EM: http://chc.org.br/ar- tigo/o-bravo-nadador-que-virou-historia- de-pescador. ACESSO EM 15 MAR. 2019. 7. O SURUBIM-DO PARAÍBA ESTÁ EXTINTO NO ESTADO A) DO RIO DE JANEIRO. B) DE MINAS GERAIS C) DE SÃO PAULO. D) DA PARAÍBA. Grade de Correção A Responde, mas mostra que não foi ca- paz de ler com autonomia, indicando o estado do Rio de Janeiro, um dos locais onde é difícil avistar o peixe. B Responde, mas mostra que não foi ca- paz de ler com autonomia, indicando Minas Gerais, um dos locais onde é di- fícil avistar o peixe. C CORRETA - Responde mostrando que foi capaz de ler com autonomia, mar- cando São Paulo, local onde o peixe já é considerado extinto. D Responde, mas mostra que não foi ca- paz de ler com autonomia, indicando Paraíba – parte do nome do peixe ou ainda – Bacia do Rio Paraíba do Sul. 15 EXEMPLAR DO PROFESSOR MATEMÁTICA COM ORIENTAÇÕES PARA A CORREÇÃO QUESTÃO 1 MP01 – Ler ou escrever números natu- rais, pela compreensão das característi- cas do sistema de numeração decimal. ▪ Professor, explique aos alunos que você irá ditar algunsnúmeros e que eles devem escrever no local indi- cado na prova. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem os números, utilizando algarismos, ou seja, o símbolo numérico. ▪ Dê o tempo necessário para que es- crevam os números. ▪ Dite os números a seguir, um de cada vez: 24, 42, 306, 111, 1235, 2019, 4000. ▪ Após ditar cada um dos números, circule pela classe verificando se to- dos os alunos escreveram o número ditado. ESCREVA NOS QUADROS A SEGUIR, OS NÚMEROS QUE A PROFESSORA IRÁ DI- TAR: CATEGORIAS DE RESPOSTAS A Escreve corretamente 6 ou 7 dos números ditados. B Escreve corretamente 4 ou 5 dos números ditados. C Escreve corretamente de 1 a 3 dos números ditados. D Escreve quaisquer outros números que não os ditados. E Escreve os números por extenso. F Ausência de resposta ou números ilegíveis. QUESTÃO 2 MP02 – Comparar e ordenar números na- turais, pela compreensão das caracterís- ticas do sistema de numeração decimal. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem os números, utilizando algarismos, ou seja, o símbolo numérico. ▪ Dê o tempo necessário para que es- crevam os números. CECÍLIA ESTAVA BRINCANDO DE ESCRE- VER O NÚMERO DAS CASAS DA RUA ONDE MORA. ESCREVEU DIFERENTES NÚMEROS EM CARTELAS COLORIDAS, REPRESENTADAS A SEGUIR. 732 925 964 816 779 805 AJUDE CECÍLIA A ORGANIZAR AS CARTELAS EM ORDEM CRESCENTE, ESCREVENDO UM NÚMERO EM CADA QUADRINHO. Categorias de Respostas A Escreve corretamente todos os núme- ros na ordem crescente. B Responde incorretamente, escre- vendo os números na ordem decres- cente. C Responde incorretamente, escre- vendo os números aleatoriamente. D Não é possível identificar as escritas numéricas. E Ausência de resposta. 16 QUESTÃO 3 MP03 – Completar quadros numéricos ou sequências numéricas apresentadas. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem os números, utilizando algarismos, ou seja, o símbolo numérico. ▪ Dê o tempo necessário para que es- crevam os números. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. PROFESSORA ROSELI, CONSTRUIU UM QUADRO NUMÉRICO E DEIXOU ALGUNS NÚMEROS SEM PREENCHER. OBSERVE: ESCREVA NA LINHA ABAIXO, OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO PARA QUE O QUA- DRO FIQUE COMPLETO. ______________________________________________ ______________________________________________ Categorias de Respostas A Escreve corretamente, 9 ou 10 núme- ros. B Responde incorretamente, escrevendo 8 ou 7 números corretamente. C Responde incorretamente, escrevendo 6 ou 5 números corretamente. D Responde incorretamente, escrevendo números aleatoriamente, demons- trando não compreender a regulari- dade dos números. E Ausência de resposta. QUESTÃO 4 MP04 – Interpretar a posição de um ob- jeto ou pessoa, no espaço, pela análise de esboços e croquis. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem a resposta na linha indicada. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. PARA FAZER UMA SALADA DE FRUTAS, DONA MARTA PRECISAVA COMPRAR AS FRUTAS QUE ESTÃO REPRESENTADAS NO QUADRO A SEGUIR. MARTA, SE ESQUECEU DE COMPRAR A FRUTA QUE ESTÁ LOCALIZADA À DI- REITA DA LARANJA. NA LINHA ABAIXO, ESCREVA O NOME DA FRUTA QUE MARTA ESQUECEU DE COMPRAR. CATEGORIAS DE RESPOSTAS A Reponde corretamente, escrevendo: PERA. B Responde incorretamente, escrevendo “MAÇÔ, demonstrando identificar a fruta que está posicionada à esquerda da laranja. C Responde incorretamente, escrevendo o nome de outra fruta apresentada no quadro. D Não é possível identificar o nome es- crito. E Ausência de resposta. 17 QUESTÃO 5 MP07 – Ler e interpretar dados apre- sentados em tabelas simples. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem a resposta na linha indicada. ▪ Dê o tempo necessário para que es- crevam as respostas. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. NA ESCOLA “APRENDER MAIS” O PROFES- SOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA, REALIZOU UMA GINCANA COM AS TURMAS DOS 3° ANOS. A PONTUAÇÃO QUE CADA TURMA FEZ, ESTÁ REPRESENTADA NA TABELA ABAIXO. A. QUAL FOI A TURMA VENCEDORA DA GINCANA? __________________________________________ B. QUANTOS PONTOS FALTAM, PARA QUE A TURMA DO 3º ANO C, FIQUE COM A MESMA QUANTIDADE DE PONTOS QUE A TURMA DO 3º ANO B? ___________________________________ Item A Categorias de Respostas A Escreve a resposta correta: 3° ano B. B Responde incorretamente, escrevendo 177, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano A. C Responde incorretamente, escrevendo 105, indicando a turma que marcou me- nor quantidade de pontos. D Escreve outras respostas que não as in- dicadas em (A), (B) e (C). E Ausência de resposta. Item B Categorias de Respostas A Escreve a resposta correta: 76 pontos. B Responde incorretamente, escrevendo 105, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano C. C Responde incorretamente, escrevendo 135, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano D. D Responde incorretamente, escrevendo 240, demonstrando ter somado a quan- tidade de pontos das duas turmas. E Não foi possível identificar o número escrito. F Ausência de resposta. QUESTÃO 6 MP06 – Reconhecer cédulas e moedas que circulam no Brasil e realizar possíveis troca entre cédulas e moedas em função de seus valores. ▪ Professor, leia pausadamente o enunciado. ▪ Em seguida, oriente os alunos para que escrevam a resposta no quadro indicado. Para isso, eles podem fa- zer desenhos, contas ou calcular mentalmente. ▪ Leia pausadamente o enunciado ori- entando os alunos a escreverem a resposta no quadro indicado. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. KATIA JUNTOU SUAS ECONOMIAS PARA COMPRAR ENFEITES DE CABELO. 18 A SEGUIR, ESTÃO REPRESENTADAS AS CÉDULAS E MOEDAS QUE POSSUIA. Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. KATIA GASTOU TODO O DINHEIRO NA COMPRA DOS ENFEITES. QUANTO GAS- TOU? ESCREVA A RESPOSTA NO QUADRO A SE- GUIR. Categorias de Respostas A Escreve a resposta correta: R$ 10,00 ou “10,00”. B Responde incorretamente, escrevendo R$ 6,00 ou “6,00” demonstrando que somou apenas as cédulas, não consi- derando a quantia em moedas. C Responde incorretamente, escrevendo R$ 4,00 ou “4,00 demonstrando que somou apenas a quantia em moedas. D Responde incorretamente outro valor, que não os citados em A, B e C. E Não é possível identificar o número escrito. F Ausência de resposta. QUESTÃO 7 MP05 – Interpretar a movimentação de um objeto ou pessoa, no espaço, pela análise de esboços ou croquis. ▪ Professor, leia pausadamente o enunciado. ▪ Em seguida, oriente os alunos para que escrevam a resposta no quadro indicado. ▪ Em seguida, oriente os alunos a es- creverem a resposta na linha indi- cada. ▪ Professor, circule pelaclasse verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. O DESENHO A SEGUIR, REPRESENTA A LO- CALIZAÇÃO DAS CASAS DE CRIANÇAS QUE MORAM EM UM BAIRRO. OBSERVE: QUAL O NOME DA CRIANÇA QUE MORA MAIS DISTANTE DA ESCOLA? ESCREVA NO QUADRO A SEGUIR SUA RESPOSTA. __________________________________________ CATEGORIAS DE RESPOSTAS A Escreve a resposta correta: Celso B Responde incorretamente, escrevendo Lia, demonstrando dificuldade na inter- pretação da movimentação. C Responde incorretamente, escrevendo Fabio, demonstrando ter identificado o parquinho e não a praça. D Escreve outro nome apresentado na fi- gura. E Não é possível identificar o nome es- crito. F Ausência de resposta. 19 QUESTÃO 8 MP08 – Resolver situações-problema, compreendendo os diferentes significa- dos da adição e da subtração. ▪ Professor, leia pausadamente o enunciado, orientando os alunos a escreverem a resposta no quadro in- dicado. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram. LUCAS ORGANIZOU SEUS BRINQUEDOS. DESCOBRIU QUE TINHA 29 CARRINHOS E 15 AVÕEZINHOS. QUANTOS BRINQUEDOS LUCAS POSSUI? NO QUADRO A SEGUIR, ESCREVA SUA RESPOSTA. Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. Categorias de Respostas A Escreve a resposta correta: 44. B Responde incorretamente, escrevendo 14, indicando que realizou a subtração dos nú- meros apresentados. C Responde incorretamente, escrevendo 34, demonstrando não ter compreendido que a operação apresentava reserva. D Não é possível identificar o número escrito. E Ausência de resposta. QUESTÃO 9 MP09 – Calcular o resultado de adições e subtrações recorrendo aos fatos básicos e a algumas regularidades ou propriedades. ▪ Professor, leia pausadamente o enunciado. ▪ Em seguida, oriente os alunos para que escrevam a resposta no quadro indicado. Para isso, eles podem fa- zer desenhos, contas ou calcular mentalmente. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para os alunos que ainda não compreen- deram AJUDE ADRIANO A CALCULAR A OPE- RAÇÃO: 142 – 26: Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. ESCREVA SUA RESPOSTA NO QUADRO A SEGUIR. Categorias de Respostas A Escreve a resposta correta: 116. B Responde incorretamente, escrevendo 168, indicando que realizou a soma dos núme- ros apresentados. C Responde incorretamente, escrevendo 126, demonstrando não ter compreendido que a operação apresentava reserva. D Não é possível identificar o número escrito. E Ausência de resposta. QUESTÃO 10 MP10 – Estabelecer relação entre uni- dade de tempo – dia, semana, mês, bi- mestre, semestre, ano. ▪ Professor, leia pausadamente o enunciado. ▪ Em seguida, oriente os alunos para que escrevam a resposta no quadro indicado. ▪ Professor, circule pela classe verifi- cando se todos os alunos realizaram a questão, explique novamente para 20 MAURÍCIO VIAJOU PARA A CASA DE SUA MÃE NA QUARTA-FEIRA, DIA 3, E VOLTARÁ PARA A SUA CASA, NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA. QUE DIA MAURÍCIO RETORNARÁ? ESCREVA SUA RESPOSTA NO QUADRO A SEGUIR. Categorias de Respostas A Responde corretamente: 10 ou “dez”. B Responde incorretamente, escrevendo “3” ou “três”, demonstrando não ter compreendido a regularidade do calen- dário, que é o número de dias da se- mana. C Responde incorretamente, escrevendo “17” ou “24”, demonstrando não ter compreendido o solicitado. D Responde incorretamente, escreve ou- tras respostas que não as indicadas em (A), (B) e (C). E Ausência de resposta. 21 IV. REFERÊNCIAS BRÄKLING, K, L. Modalidades didáticas de ensino e tipos de atividades. IN: Referencial Curricular de Lín- gua Portuguesa. Versão Preliminar. Colégio Hebraico Brasileiro Renascença. São Paulo (SP); jun/08. __________. A noção de gênero. In: Oficina Cultural 4. Lendo e Produzindo Textos Acadêmicos. Momento 1. PEC- Formação Continuada. São Paulo (SP): SME/PUC/USP/UNESP/Fundação Vanzolini; 2001- 2002. __________ O contexto de produção de textos In: Ofi- cina Cultural 1. Lendo e Produzindo Textos Acadê- micos. Momento 1. PEC- Formação Continuada. São Paulo (SP): SME/PUC/USP/UNESP/Fundação Vanzo- lini, 2001-2002. CURCIO F. R. Comprehension of mathematical rela- tionship expressed in graphs. Journal for Research in Mathematics Education,18(5), 382-393, 1987. FAYOL, Michel. A Criança e o Número: da contagem à resolução de problemas. Tradução por Rosana Se- verino de Leoni. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. LERNER, Delia e SADOVSKY, Patricia. 1996. O sistema de numeração: um problema didático. IN: Didática da Matemática, org. Parra, C. e Saiz, I. Porto Alegre: Artes Médicas. LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possí- vel e o necessário. Porto Alegre (RS): Artmed, 2002. MENDES, F.; DELGADO, C. A aprendizagem da multi- plicação e o desenvolvimento do sentido de número. IN: BROCARDO, J.; SERRAZINA, L.; ROCHA, I. O sen- tido do número. Lisboa: Escolar Editora, 2010. PIRES, C. M. C. et al. Espaço e forma: a construção de noções geométricas pelas crianças das quatro séries iniciais do Ensino Fundamental. Editora Proem: São Paulo, 2001. PIRES, C. M. C. Relações espaciais, localização e movimentação: um estudo sobre práticas e desco- bertas de professoras polivalentes sobre ativida- des realizadas com seus alunos. Anais do Encontro de Educação Matemática realizado em Macaé/RJ. 2000. _______________. Reflexões que precisam ser feitas sobre o uso dos chamados materiais concretos para a Aprendizagem em Matemática. Boletim GEPEM (Online), v. 61, p. 1-17, 2012. ________________. Educação Matemática: conversas com professores dos anos iniciais. São Paulo: Zapt Editora, 2012. ROJO, R. Produzir textos na alfabetização: projetando práticas. In: Guia da Alfabetização – Revista Educa- ção. São Paulo: Editora Segmento – CEALE, 2010. pp. 44 – 59. __________ Letramentos Múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coorde- nadoria de gestão da Educação básica. Departamento de Desenvolvimento Curricular e de gestão da Educa- ção básica. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. EMAI: educação matemática nos anos inici- ais do ensino fundamental; organização dos traba- lhos em sala de aula, material do professor - 4º ano do Ensino Fundamental (Volume 1). Secretaria da Educação. Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. - São Paulo: SE, 2013. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Ler e es- crever: guia de planejamento e orientações didáti- cas – 4o ano / Secretaria da Educação, Fundação para o Desenvolvimento da Educação; coordenação, elabo- ração e revisão dos materiais, Sonia de Gouveia Jorge... [e outros]; concepção e elaboração, Claudia Rosenberg Aratangy... [e outros]. - 4. ed. rev. e atual. - São Paulo: FDE, 2014. Disponível em: http://lereescre- ver.fde.sp.gov.br/SysPublic/Home.aspx (acesso em 12.Fev.2016). SÃO PAULO (Estado) Secretaria de educação. Expec- tativas de aprendizagem de Língua Portuguesa dos anos iniciaisdo ensino fundamental – 1º ao 5º ano. 2013. Elaboração: Kátia Lomba Bräkling. Colabo- ração: Grupo Referência de Língua Portuguesa, For- madoras do Programa Ler e Escrever e Equipe CEFAI. Supervisão Pedagógica: Telma Weisz. Disponível em: http://lereescrever.fde.sp.gov.br/SysPu- blic/Home.aspx (acesso em 12.Fev.2016). SÃO PAULO (Estado) Secretaria de educação. Orien- tações curriculares do estado de São Paulo – Anos Iniciais - Matemática. 2014. Disponível em: http://le- reescrever.fde.sp.gov.br/SysPublic/Home.aspx (acesso em 12.Fev.2016). SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Matriz de avaliação processual: anos iniciais, língua por- tuguesa e matemática; encarte do professor / Secre- taria da Educação; coordenação, Ghisleine Trigo Sil- veira, Regina Aparecida Resek Santiago; elaboração, equipe curricular do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Iniciais. São Paulo: SE, 2016. VERGNAUD, G. A criança, a Matemática e a reali- dade: problemas de ensino de Matemática na es- cola elementar. Trad.: Maria Lucia Moro. Curitiba: UFPR, 2009. ________________. A teoria dos campos conceituais. In Brun, J. Didática das Matemática. EXPEDIENTE COORDENADORIAS Coordenadoria Pedagógica - COPED Coordenador: Caetano Pansani Siqueira Coordenadoria de Informação, Tecnologia, Evidência e Matrícula - CMITE Coordenadora: Fátima Elisabete Pereira Thimoteo DEPARTAMENTOS Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão Pedagógica - DECEGEP Diretor: Valéria Arcari Muhi Centro de Educação Infantil e dos Anos Iniciais - CEIAI Diretora: Sonia de Gouveia Jorge Equipe Curricular do Centro de Educação Infantil e dos Anos Iniciais Autoria e Leitura Crítica do material Edimilson Ribeiro, Noemi Devai e Sonia Jorge Departamento de Avaliação Educacional - DAVED Diretora: Patrícia de Barros Monteiro Assistente Técnica: Maria Julia Filgueira Ferreira Centro de Planejamento e Análise de Avaliações - CEPAV Diretor: Juvenal de Gouveia Ademilde Ferreira de Souza, Cristiane Dias Mirisola, Soraia Calderoni Statonato, Márcia Soares de Araújo Feitosa Centro de Aplicação de Avaliações - CEAPA Diretora: Isabelle Regina de Amorim Mesquita Denis Delgado dos Santos, José Guilherme Brauner Filho, Kamila Lopes Candido, Nilson Luiz da Costa Paes, Teresa Miyoko Souza Vilela Equipe de Diretorias Regionais de Ensino Autoria, Leitura crítica e validação do material Kristine Simone Martins – Sul 1, Daniele Eloise do Amaral Silveira Kobayashi – Campinas Oeste, Vastí Maria Evangelista e Maria José da Silva Gonçalves Irmã – Leste1, Nelci Martins – Centro Oeste, Rosana Jorge Monteiro Magni – Norte 2 Representantes do CAPE Leitura crítica, validação e adaptação do material para os deficientes visuais Tânia Regina Martins Resende ©Copyright: Vanessa Evangelista Augusto