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AAP - Recomendações LP e MAT - 3º ano do Ensino Fundamental

Caderno do Professor da Avaliação da Aprendizagem em Processo (AAP) — 3º ano, Língua Portuguesa e Matemática, 1º bimestre/2019. Contém orientações de aplicação e correção, quadro de habilidades, exemplar de prova, gabarito e recomendações; lista habilidades de LP (MP01–MP07) e blocos de Matemática.

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Questões resolvidas

Professor, essa questão pretende avaliar se, ao reescrever o final de um conto, os alunos apropriaram-se das características desse gênero em relação ao encadeamento dos episódios narrados e se mantém a coerência.
Reescrita do final de um conto conhecido.

2. COMO OS CACHORROS CONSEGUEM RECONHECER AS EMOÇÕES HUMANAS, NO EXPERIMENTO REALIZADO?

6 – OS PIOLHOS-DE-BALEIA FICAM GRUDADOS EM
A) CAMARÕES E LAGOSTAS
B) BALEIAS E GOLFINHOS.
C) INSETOS E CARANGUEJOS.
D) TATUZINHOS-DE-JARDIM.

7. O SURUBIM-DO PARAÍBA ESTÁ EXTINTO NO ESTADO
A) DO RIO DE JANEIRO.
B) DE MINAS GERAIS
C) DE SÃO PAULO.
D) DA PARAÍBA.

CECÍLIA ESTAVA BRINCANDO DE ESCREVER O NÚMERO DAS CASAS DA RUA ONDE MORA. ESCREVEU DIFERENTES NÚMEROS EM CARTELAS COLORIDAS, REPRESENTADAS A SEGUIR.
AJUDE CECÍLIA A ORGANIZAR AS CARTELAS EM ORDEM CRESCENTE, ESCREVENDO UM NÚMERO EM CADA QUADRINHO.
A Escreve corretamente todos os números na ordem crescente.
B Responde incorretamente, escrevendo os números na ordem decrescente.
C Responde incorretamente, escrevendo os números aleatoriamente.
D Não é possível identificar as escritas numéricas.
E Ausência de resposta.

PROFESSORA ROSELI, CONSTRUIU UM QUADRO NUMÉRICO E DEIXOU ALGUNS NÚMEROS SEM PREENCHER.
ESCREVA NA LINHA ABAIXO, OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO PARA QUE O QUADRO FIQUE COMPLETO.
A Escreve corretamente, 9 ou 10 números.
B Responde incorretamente, escrevendo 8 ou 7 números corretamente.
C Responde incorretamente, escrevendo 6 ou 5 números corretamente.
D Responde incorretamente, escrevendo números aleatoriamente, demonstrando não compreender a regularidade dos números.
E Ausência de resposta.

PARA FAZER UMA SALADA DE FRUTAS, DONA MARTA PRECISAVA COMPRAR AS FRUTAS QUE ESTÃO REPRESENTADAS NO QUADRO A SEGUIR.
MARTA, SE ESQUECEU DE COMPRAR A FRUTA QUE ESTÁ LOCALIZADA À DIREITA DA LARANJA. NA LINHA ABAIXO, ESCREVA O NOME DA FRUTA QUE MARTA ESQUECEU DE COMPRAR.
A Reponde corretamente, escrevendo: PERA.
B Responde incorretamente, escrevendo “MAÇÔ, demonstrando identificar a fruta que está posicionada à esquerda da laranja.
C Responde incorretamente, escrevendo o nome de outra fruta apresentada no quadro.
D Não é possível identificar o nome escrito.
E Ausência de resposta.

NA ESCOLA “APRENDER MAIS” O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA, REALIZOU UMA GINCANA COM AS TURMAS DOS 3° ANOS. A PONTUAÇÃO QUE CADA TURMA FEZ, ESTÁ REPRESENTADA NA TABELA ABAIXO.
B. QUANTOS PONTOS FALTAM, PARA QUE A TURMA DO 3º ANO C, FIQUE COM A MESMA QUANTIDADE DE PONTOS QUE A TURMA DO 3º ANO B?
A Escreve a resposta correta: 76 pontos.
B Responde incorretamente, escrevendo 105, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano C.
C Responde incorretamente, escrevendo 135, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano D.
D Responde incorretamente, escrevendo 240, demonstrando ter somado a quantidade de pontos das duas turmas.
E Não foi possível identificar o número escrito.

KATIA JUNTOU SUAS ECONOMIAS PARA COMPRAR ENFEITES DE CABELO.
KATIA GASTOU TODO O DINHEIRO NA COMPRA DOS ENFEITES. QUANTO GASTOU? ESCREVA A RESPOSTA NO QUADRO A SEGUIR.
A Escreve a resposta correta: R$ 10,00 ou “10,00”.
B Responde incorretamente, escrevendo R$ 6,00 ou “6,00” demonstrando que somou apenas as cédulas, não considerando a quantia em moedas.
C Responde incorretamente, escrevendo R$ 4,00 ou “4,00” demonstrando que somou apenas a quantia em moedas.
D Responde incorretamente outro valor, que não os citados em A, B e C.
E Não é possível identificar o número escrito.

O DESENHO A SEGUIR, REPRESENTA A LOCALIZAÇÃO DAS CASAS DE CRIANÇAS QUE MORAM EM UM BAIRRO.
QUAL O NOME DA CRIANÇA QUE MORA MAIS DISTANTE DA ESCOLA?
A Escreve a resposta correta: Celso.
B Responde incorretamente, escrevendo Lia, demonstrando dificuldade na interpretação da movimentação.
C Responde incorretamente, escrevendo Fabio, demonstrando ter identificado o parquinho e não a praça.
D Escreve outro nome apresentado na figura.
E Não é possível identificar o nome escrito.

MAURÍCIO VIAJOU PARA A CASA DE SUA MÃE NA QUARTA-FEIRA, DIA 3, E VOLTARÁ PARA A SUA CASA, NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA.
QUE DIA MAURÍCIO RETORNARÁ?
A Responde corretamente: 10 ou “dez”.
B Responde incorretamente, escrevendo “3” ou “três”, demonstrando não ter compreendido a regularidade do calendário, que é o número de dias da semana.
C Responde incorretamente, escrevendo “17” ou “24”, demonstrando não ter compreendido o solicitado.
D Responde incorretamente, escreve outras respostas que não as indicadas em (A), (B) e (C).
E Ausência de resposta.

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Questões resolvidas

Professor, essa questão pretende avaliar se, ao reescrever o final de um conto, os alunos apropriaram-se das características desse gênero em relação ao encadeamento dos episódios narrados e se mantém a coerência.
Reescrita do final de um conto conhecido.

2. COMO OS CACHORROS CONSEGUEM RECONHECER AS EMOÇÕES HUMANAS, NO EXPERIMENTO REALIZADO?

6 – OS PIOLHOS-DE-BALEIA FICAM GRUDADOS EM
A) CAMARÕES E LAGOSTAS
B) BALEIAS E GOLFINHOS.
C) INSETOS E CARANGUEJOS.
D) TATUZINHOS-DE-JARDIM.

7. O SURUBIM-DO PARAÍBA ESTÁ EXTINTO NO ESTADO
A) DO RIO DE JANEIRO.
B) DE MINAS GERAIS
C) DE SÃO PAULO.
D) DA PARAÍBA.

CECÍLIA ESTAVA BRINCANDO DE ESCREVER O NÚMERO DAS CASAS DA RUA ONDE MORA. ESCREVEU DIFERENTES NÚMEROS EM CARTELAS COLORIDAS, REPRESENTADAS A SEGUIR.
AJUDE CECÍLIA A ORGANIZAR AS CARTELAS EM ORDEM CRESCENTE, ESCREVENDO UM NÚMERO EM CADA QUADRINHO.
A Escreve corretamente todos os números na ordem crescente.
B Responde incorretamente, escrevendo os números na ordem decrescente.
C Responde incorretamente, escrevendo os números aleatoriamente.
D Não é possível identificar as escritas numéricas.
E Ausência de resposta.

PROFESSORA ROSELI, CONSTRUIU UM QUADRO NUMÉRICO E DEIXOU ALGUNS NÚMEROS SEM PREENCHER.
ESCREVA NA LINHA ABAIXO, OS NÚMEROS QUE ESTÃO FALTANDO PARA QUE O QUADRO FIQUE COMPLETO.
A Escreve corretamente, 9 ou 10 números.
B Responde incorretamente, escrevendo 8 ou 7 números corretamente.
C Responde incorretamente, escrevendo 6 ou 5 números corretamente.
D Responde incorretamente, escrevendo números aleatoriamente, demonstrando não compreender a regularidade dos números.
E Ausência de resposta.

PARA FAZER UMA SALADA DE FRUTAS, DONA MARTA PRECISAVA COMPRAR AS FRUTAS QUE ESTÃO REPRESENTADAS NO QUADRO A SEGUIR.
MARTA, SE ESQUECEU DE COMPRAR A FRUTA QUE ESTÁ LOCALIZADA À DIREITA DA LARANJA. NA LINHA ABAIXO, ESCREVA O NOME DA FRUTA QUE MARTA ESQUECEU DE COMPRAR.
A Reponde corretamente, escrevendo: PERA.
B Responde incorretamente, escrevendo “MAÇÔ, demonstrando identificar a fruta que está posicionada à esquerda da laranja.
C Responde incorretamente, escrevendo o nome de outra fruta apresentada no quadro.
D Não é possível identificar o nome escrito.
E Ausência de resposta.

NA ESCOLA “APRENDER MAIS” O PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA, REALIZOU UMA GINCANA COM AS TURMAS DOS 3° ANOS. A PONTUAÇÃO QUE CADA TURMA FEZ, ESTÁ REPRESENTADA NA TABELA ABAIXO.
B. QUANTOS PONTOS FALTAM, PARA QUE A TURMA DO 3º ANO C, FIQUE COM A MESMA QUANTIDADE DE PONTOS QUE A TURMA DO 3º ANO B?
A Escreve a resposta correta: 76 pontos.
B Responde incorretamente, escrevendo 105, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano C.
C Responde incorretamente, escrevendo 135, indicando a quantidade de pontos da turma do 3º ano D.
D Responde incorretamente, escrevendo 240, demonstrando ter somado a quantidade de pontos das duas turmas.
E Não foi possível identificar o número escrito.

KATIA JUNTOU SUAS ECONOMIAS PARA COMPRAR ENFEITES DE CABELO.
KATIA GASTOU TODO O DINHEIRO NA COMPRA DOS ENFEITES. QUANTO GASTOU? ESCREVA A RESPOSTA NO QUADRO A SEGUIR.
A Escreve a resposta correta: R$ 10,00 ou “10,00”.
B Responde incorretamente, escrevendo R$ 6,00 ou “6,00” demonstrando que somou apenas as cédulas, não considerando a quantia em moedas.
C Responde incorretamente, escrevendo R$ 4,00 ou “4,00” demonstrando que somou apenas a quantia em moedas.
D Responde incorretamente outro valor, que não os citados em A, B e C.
E Não é possível identificar o número escrito.

O DESENHO A SEGUIR, REPRESENTA A LOCALIZAÇÃO DAS CASAS DE CRIANÇAS QUE MORAM EM UM BAIRRO.
QUAL O NOME DA CRIANÇA QUE MORA MAIS DISTANTE DA ESCOLA?
A Escreve a resposta correta: Celso.
B Responde incorretamente, escrevendo Lia, demonstrando dificuldade na interpretação da movimentação.
C Responde incorretamente, escrevendo Fabio, demonstrando ter identificado o parquinho e não a praça.
D Escreve outro nome apresentado na figura.
E Não é possível identificar o nome escrito.

MAURÍCIO VIAJOU PARA A CASA DE SUA MÃE NA QUARTA-FEIRA, DIA 3, E VOLTARÁ PARA A SUA CASA, NA PRÓXIMA QUARTA-FEIRA.
QUE DIA MAURÍCIO RETORNARÁ?
A Responde corretamente: 10 ou “dez”.
B Responde incorretamente, escrevendo “3” ou “três”, demonstrando não ter compreendido a regularidade do calendário, que é o número de dias da semana.
C Responde incorretamente, escrevendo “17” ou “24”, demonstrando não ter compreendido o solicitado.
D Responde incorretamente, escreve outras respostas que não as indicadas em (A), (B) e (C).
E Ausência de resposta.

Prévia do material em texto

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM 
EM PROCESSO 
 
 
 
Caderno do Professor 
 
 
 
3º Ano 
Anos Iniciais do Ensino Fundamental 
 Língua Portuguesa e Matemática 
 
 
 
 
 
São Paulo 
1º Bimestre de 2019 
22ª edição 
 
 
1 
 
APRESENTAÇÃO 
 
 
A Avaliação da Aprendizagem em Processo – AAP - se caracteriza como 
ação desenvolvida de modo colaborativo entre a Coordenadoria Pedagógica e a 
Coordenadoria de Informação, Tecnologia, Evidência e Matrícula. 
Iniciada em 2011, em apenas dois anos/séries, foi gradativamente sendo 
expandida e desde 2015 está abrangendo todos os alunos do Ensino Fundamen-
tal e Ensino Médio além de, continuamente, aprimorar seus instrumentos e for-
mas de registro. 
A AAP, fundamentada no Currículo do Estado de São Paulo, propõe o 
acompanhamento da aprendizagem das turmas e alunos, de forma individuali-
zada, tendo caráter diagnóstico. Tem como objetivo apoiar as unidades e os do-
centes na elaboração de estratégias adequadas, a partir da análise de seus resul-
tados, que contribuam efetivamente para melhoria da aprendizagem e desem-
penho dos alunos, especialmente nas ações de recuperação contínua. 
As habilidades selecionadas para a AAP, em Língua Portuguesa e Matemá-
tica, passaram a ter como referência, a partir de 2016, a Matriz de Avaliação Pro-
cessual elaborada pela COPED e já disponibilizada à rede. Nas edições de 2019 
prossegue esse mesmo referencial assim como, nos Anos Iniciais do Ensino Fun-
damental permanece a articulação com as expectativas de aprendizagem de Lín-
gua Portuguesa e Matemática e com os materiais do Programa Ler e Escrever e 
Educação Matemática nos Anos Iniciais – EMAI. 
Além da formulação dos instrumentos de avaliação, na forma de cadernos 
de provas para os alunos, também foram elaborados os respectivos Cadernos do 
Professor, com orientações específicas para os docentes, contendo instruções 
para a aplicação da prova (Anos Iniciais), quadro de habilidades de cada prova, 
exemplar da prova, gabarito, orientações para correção (Anos Iniciais), grade de 
correção e recomendações pedagógicas gerais. 
Estes subsídios, agregados aos registros que o professor já possui e junta-
mente com as informações incorporadas na Plataforma Foco Aprendizagem, a 
partir dos dados inseridos pelos docentes no SARA – Sistema de Acompanha-
mento dos Resultados de Avaliações – devem auxiliar no planejamento, replane-
jamento e acompanhamento das ações pedagógicas, mobilizando procedimen-
tos, atitudes e conceitos necessários para as atividades de sala de aula, sobretudo 
aquelas relacionadas aos processos de recuperação das aprendizagens. 
 
COORDENADORIA PEDAGÓGICA 
COPED 
COORDENADORIA DE INFORMAÇÃO, 
TECNOLOGIA, EVIDÊNCIA E MATRÍCULA - CITEM 
 
 
 
 
 
2 
 
 
 
I. UMA CONVERSA SOBRE O ASSUNTO... 
 
Olá professor, olá professora! 
 
Apresentamos a você o novo “Ca-
derno do Professor”, que traz em suas pági-
nas os principais procedimentos a serem le-
vados em consideração antes, durante e 
após a aplicação da Avaliação da Aprendi-
zagem em Processo (AAP) em sua 22ª edi-
ção 2019, nas disciplinas de Língua Portu-
guesa e de Matemática. 
 A AAP assume, no âmbito escolar, 
um papel específico de colaborar com o seu 
trabalho diário, pois visa diagnosticar os sa-
beres que os alunos possuem em relação ao 
uso social da língua materna e seus conhe-
cimentos sobre o Sistema de Escrita Alfabé-
tica (SEA), a autonomia da leitura e da es-
crita e da Matemática, quanto aos blocos de 
conteúdos Números e Operações, Grande-
zas e Medidas, Tratamento da Informação, 
Espaço e Forma. 
Desta forma, a avaliação fornece in-
formações preciosas para o planejamento 
de situações de aprendizagem que favore-
çam o avanço de todos os alunos da sala, no 
planejamento e na organização dos agrupa-
mentos produtivos. 
As habilidades descritas nas matrizes 
de Língua Portuguesa e de Matemática de-
vem ser tomadas como objeto de reflexão 
no âmbito da sala de aula e com isso, obser-
var e acompanhar as aprendizagens de cada 
aluno. 
 A matriz de referência para a elabo-
ração das provas está organizada por um 
conjunto de habilidades que precisam ser 
desenvolvidas pelos alunos durante cada 
ano de seu percurso escolar. As habilidades 
que compõem a matriz de Língua Portu-
guesa e de Matemática são as seguintes: 
 
 
 
 
 
 
LÍNGUA PORTUGUESA 
 
✓ MP01 - Escrever trecho de uma qua-
drinha do ponto de vista do sistema de 
escrita. 
✓ MP02 - Escrever trecho de uma qua-
drinha do ponto de vista da segmenta-
ção. 
✓ MP03 - Ler e escrever música do ponto 
de vista da ortografia. 
✓ MP04 - Reescrever o final de um conto 
conhecido fazendo uso da linguagem 
escrita própria dos contos de fadas. 
✓ MP05 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista da coe-
rência textual. 
✓ MP06 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista da coe-
são. Textual. 
✓ MP07 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista da pontu-
ação. 
✓ MP08 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista Ortogra-
fia. 
✓ MP09 - Localizar informações explíci-
tas em um texto informativo. 
✓ MP10 - Localizar informações implíci-
tas em um texto informativo. 
✓ MP11 - Produzir verbete de enciclopé-
dia infantil de animal de jardim a partir 
de dois textos que trazem informações 
a respeito, com características do gê-
nero. 
✓ MP12 - Produzir verbete de enciclopé-
dia infantil de animal de jardim a partir 
de dois textos que trazem informações 
a respeito, com características da lin-
guagem escrita. 
 
 MATEMÁTICA 
 
✓ MP01 – Ler ou escrever números natu-
rais, pela compreensão das característi-
cas do sistema de numeração decimal. 
3 
 
✓ MP02 – Comparar e ordenar números 
naturais, pela compreensão das carac-
terísticas do sistema de numeração de-
cimal. 
✓ MP03 – Completar quadros numéricos 
ou sequências numéricas apresentadas. 
✓ MP04 – Interpretar a posição de um ob-
jeto ou pessoa, no espaço, pela análise 
de esboços e croquis. 
✓ MP07 – Ler e interpretar dados apre-
sentados em tabelas simples. 
✓ MP06 – Reconhecer cédulas e moedas 
que circulam no brasil e realizar possí-
veis troca entre cédulas e moedas em 
função de seus valores. 
✓ MP05 – Interpretar a movimentação de 
um objeto ou pessoa, no espaço, pela 
análise de esboços ou croquis. 
✓ MP08 – Resolver situações-problema, 
compreendendo os diferentes significa-
dos da adição e da subtração. 
✓ MP09 – Calcular o resultado de adições 
e subtrações recorrendo aos fatos bási-
cos e a algumas regularidades ou pro-
priedades. 
✓ MP10 – Estabelecer relação entre uni-
dade de tempo – dia, semana, mês, bi-
mestre, semestre, ano. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
II. PASSO A PASSO DA APLICAÇÃO 
▪ Organizar a sala de forma que os alu-
nos possam realizar a avaliação indi-
vidualmente. 
▪ Conversar com a turma antes da dis-
tribuição dos cadernos de prova in-
formando-os que a prova é de Língua 
Portuguesa ou de Matemática. 
▪ Criar um clima agradável e tranquilo 
que envolva todos os alunos na ta-
refa. 
▪ Estimular os alunos para que respon-
dam com cuidado e atenção a todas 
as questões. 
▪ Distribuir os cadernosde prova para 
todos os alunos da turma, conside-
rando que há cadernos ampliados e 
em Braile, específicos para alunos 
com baixa visão e cegos. 
▪ Seguir as orientações para a aplicação 
no exemplar da prova do professor, 
que consta nesta revista, composta 
por itens abertos com respostas cons-
truídas pelos alunos, o que requer do 
professor uma interação intensa com 
a turma. 
▪ Explicar às crianças a comanda das 
questões, sem que isso signifique re-
solver por elas as questões propostas. 
▪ Ficar atento a todos os fatos que 
ocorrerem, procurando resolvê-los 
sem dispersar a turma. 
▪ Circular pela sala de aula, dando ori-
entações aos alunos que necessitem 
de intervenções pontuais no que diz 
respeito à compreensão dos enuncia-
dos. 
▪ Garantir as condições necessárias aos 
alunos com necessidades especiais, 
quanto ao apoio e maior tempo para 
a realização da prova. 
▪ Atentar ao ritmo da realização da 
prova, para que a turma a realize mais 
ou menos ao mesmo tempo. 
▪ Certificar se todos os alunos respon-
deram a todas as questões da prova. 
▪ Recolher todos os cadernos de prova 
para posterior correção. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
III. ORIENTAÇÕES PARA LÍNGUA 
PORTUGUESA 
 
EXEMPLAR DO PROFESSOR 
LÍNGUA PORTUGUESA 
COM ORIENTAÇÕES PARA A CORREÇÃO 
 
QUESTÃO 1 
A questão 1 se desdobra em dois itens 
(1.1 e 1.2) e avalia duas habilidades. 
 
MP-01 Escrever trecho de uma quadrinha 
do ponto de vista do sistema de escrita. 
MP-02 Escrever trecho de uma quadrinha 
do ponto de vista da segmentação. 
 
• Professor, explique aos alunos 
que nesta questão deverão es-
crever o trecho de uma parlenda. 
• Em seguida, recite a parlenda 
com os alunos. 
• Verifique se todos sabem de cor. 
Se souberem, peça que cada um 
escreva o trecho da parlenda que 
foi recitada. 
• Leia a contextualização da ques-
tão para os alunos. 
 
VAMOS RECITAR A QUADRINHA “BA-
TATINHA”? 
 
I lust ração : Vast í Maria Evangel is ta 
 
BATATINHA 
BATATINHA QUANDO NASCE 
ESPALHA A RAMA PELO CHÃO 
MAMÃEZINHA QUANDO DORME 
PÕE A MÃO NO CORAÇÃO. 
▪ Peça aos alunos que escrevam a 
parlenda da melhor forma que 
souberem 
ESCREVA NAS LINHAS ABAIXO, A QUADRINHA 
QUE ACABOU DE RECITAR COM A TURMA. 
__________________________________________
__________________________________________ 
 
Item 1.1 
MP01 - Escrever trecho de uma quadrinha 
do ponto de vista do sistema de escrita. 
Categorias de Respostas 
A Escreve com correspondência sonora al-
fabética e grafia convencional 
Atenção: Incluir nesta categoria mesmo 
que a grafia de duas (02) palavras esteja 
incorreta. 
B Escreve com correspondência silábico-
alfabética. 
Atenção: Este critério envolve a escrita si-
lábico-alfabética que marca a transição 
do aluno da hipótese silábica para a es-
crita alfabética. 
C Escreve silabicamente com correspon-
dência sonora. 
Atenção: Este critério envolve a escrita si-
lábica com valor sonoro convencional. 
D Escreve silabicamente sem correspon-
dência sonora. 
Atenção: Este critério envolve a escrita si-
lábica sem valor sonoro convencional. 
E Escreve sem correspondência sistemá-
tica entre partes do falado e partes do 
escrito. 
Atenção: Este critério envolve as escritas 
pré-silábicas. 
F Ausência de resposta ou escrita ilegí-
vel. 
 
 
Item 1.2 
MP02 - Escrever trecho de uma quadrinha 
do ponto de vista da segmentação. 
 
Categoria de Resposta 
A Segmenta convencionalmente o texto 
em palavras. 
Atenção: Incluir nesta categoria 
mesmo que a segmentação de duas 
(02) palavras esteja incorreta. Não exi-
gir correção na acentuação gráfica 
convencional. 
B Presença sistemática de hiposseg-
mentação e/ou hipersegmentação. 
Atenção: sistemática, neste caso, quer 
dizer conduta repetitiva, observada 
em mais de uma ocasião em três (03) 
6 
 
ou mais palavras/expressões diferen-
tes: hipossegmentação – o aluno es-
creve junto o que é para escrever se-
parado (ex.: “erumaveis”; “derepente”; 
nacasa...); e hipersegmentação – o 
aluno separa o que se escreve junto 
(ex.: “de vagar”; “des cola do”; “gela 
deira”...). 
C Não segmenta o texto em palavras – 
o aluno escreveu as palavras continu-
amente, sem qualquer separação en-
tre elas. 
D Ausência de resposta e/ou a resposta 
ilegível. 
 
QUESTÃO 2 
MP 03 - Ler e escrever música do ponto 
de vista da ortografia. 
 
▪ Professor, informe aos alunos que nessa 
atividade o desafio é escrever o trecho 
de uma cantiga corrigindo os erros. 
▪ Peça que leiam o texto e verifiquem quais 
erros foram cometidos, circulando-os 
▪ Leia a contextualização da atividade. 
 
LEITURA E ESCRITA DE TRECHO DE MÚSICA 
 
UMA CRIANÇA ESCREVEU UM TRECHO DA 
MÚSICA BORBOLETINHA COMETEU AL-
GUNS ERROS. ENCONTRE E CIRCULE OS ER-
ROS COMETIDOS. EM SEGUIDA ESCREVA 
NOVAMENTE A MÚSICA, CORRIGINDO-OS: 
(...) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
▪ Depois solicite que os alunos escre-
vam o trecho no espaço abaixo corri-
gindo os erros cometidos pela cri-
ança. 
__________________________________________
__________________________________________ 
 
Categoria de Resposta 
A Escreve com ortografia regular todas 
as palavras que apresentavam erros 
ortográficos. 
B Escreve com ortografia regular até 
três (03) palavras que apresentavam 
erros ortográficos. 
C Escreve com ortografia regular 
duas (02) palavras que apresenta-
vam erros ortográficos. 
D Não escreve com ortografia regu-
lar as palavras que apresentavam 
erros ortográficos. 
E Ausência de resposta e/ou a resposta 
ilegível. 
 
OBSERVAÇÃO: As palavras escritas com 
erro ortográfico são – cosinha, xocolate, 
pal , vido e naris. 
 
Questão 3 
Reescrita do final de um conto conhecido 
▪ Professor, essa questão pretende ava-
liar se, ao reescrever o final de um 
conto, os alunos apropriaram-se das 
características desse gênero em rela-
ção ao encadeamento dos episódios 
narrados e se mantém a coerência. 
▪ Para garantir a coerência na reescrita 
do final de conto, é fundamental ao 
aluno a compreensão das ideias e in-
formações do início do texto, lidas 
pelo professor. Para que se possa ga-
rantir a unidade, o sentido global do 
texto, é preciso observar a perspec-
tiva adotada pelo narrador, a progres-
são temática, as personagens e os 
ambientes/lugares com suas respecti-
vas caracterizações e o registro de lin-
guagem. 
▪ Esta questão se desdobra em cinco 
itens: 3.1, 3.2, 3.3, 3.4 e 3.5. 
As habilidades avaliadas nessa questão 
são: 
7 
 
MP04 - Reescrever o final de um conto co-
nhecido fazendo uso da linguagem escrita 
própria dos contos de fadas. 
MP05 - Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista da coerência tex-
tual. 
MP06 - Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista da coesão tex-
tual. 
MP07 - Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista da pontuação. 
MP08 - Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista Ortografia. 
 
▪ Professor, explique aos alunos que você 
lerá a história inteira da “Cinderela” e que 
depois vai ler novamente, vai parar em 
um determinado ponto da história e eles 
deverão continuar a escrever a história a 
partir do ponto que você parou. 
▪ Em seguida leia a história da “Cinderela” 
inteira, conforme consta no caderno do 
professor. 
▪ Depois leia novamente, pare no lugar 
marcado e peça para os alunos escreve-
rem o restante da história. 
▪ Incentive os alunos a escreverem da me-
lhor forma que puderem 
 
Observação: os alunos podem se orien-
tar pelo que ouviram da história lida e 
pelo que conhecemdela. 
 
 
REESCRITA DO FINAL DE UM CONTO 
REESCRITA DE TRECHO DE UMA HISTÓRIA 
CINDERELA (ADAPTADO DE UMA VERSÃO DA 
DISNEY) 
 
 
Imagem:Pixabay 
 
NUMA CASA BEM GRANDE, NO MEIO DE 
UM JARDIM CHEIO DE FLORES, VIVIAM FELIZES 
UM BONDOSO SENHOR VIÚVO E SUA FILHA, 
CINDERELA. 
CINDERELA TINHA MUITOS BRINQUEDOS 
E ATÉ MESMO UM CACHORRO E UM CAVALO 
PARA BRINCAR, MAS, MUITAS VEZES, ELA FI-
CAVA TRISTE, PORQUE SENTIA FALTA DO CARI-
NHO DE SUA MÃE. 
SEU PAI RESOLVEU SE CASAR OUTRA VEZ 
COM UMA VIÚVA QUE JÁ TINHA DUAS FILHAS. 
POUCO TEMPO DEPOIS DO CASAMENTO, 
O PAI DE CINDERELA MORREU. A MADRASTA DE 
CINDERELA PASSOU A SE IMPORTAR APENAS 
COM AS SUAS DUAS FILHAS, QUE ALIÁS ERAM 
MUITO MAL-EDUCADAS, E A POBRE CINDERELA 
COMEÇOU A SER MALTRATADA. 
COMEÇARAM A CHAMAR A MENINA DE 
GATA BORRALHEIRA, PORQUE ELA VIVIA SUJA 
DE CINZA DO FOGÃO ONDE, ALÉM DE COZI-
NHAR PARA A MADRASTA E AS SUAS FILHAS, 
TAMBÉM DORMIA AO LADO DO FOGÃO. VIVIA 
MALVESTIDA E MAL ARRUMADA. MAS NEM 
POR ISSO CINDERELA FICOU TRISTE. ELA ARRU-
MOU O SEU PRÓPRIO JEITO DE SER ALEGRE: FI-
COU AMIGA DOS PASSARINHOS, DAS GALINHAS 
E DOS GANSOS. MAS OS SEUS MELHORES AMI-
GOS ERAM OS RATINHOS! 
A CIDADE ONDE ELA MORAVA ERA A CA-
PITAL DO REINO E, POR ISSO, LÁ MORAVAM 
TAMBÉM O REI E O PRÍNCIPE, EM SEU RICO PA-
LÁCIO. 
O REI MANDOU ORGANIZAR UM BAILE 
PARA QUE SEU FILHO ESCOLHESSE UMA NOIVA, 
E CONVIDOU TODAS AS MOÇAS DO REINO QUE 
ESTIVESSEM EM IDADE DE SE CASAR. 
AS IRMÃS DE CINDERELA FICARAM ALVO-
ROÇADAS QUANDO CHEGOU O CONVITE PARA 
O BAILE REAL. 
– QUE MARAVILHA! – AS DUAS DISSERAM 
AO MESMO TEMPO. – NÓS VAMOS AO BAILE 
DO PALÁCIO! 
– EU TAMBÉM VOU! – DISSE CINDERELA. 
– O REI MANDOU CONVIDAR TODAS NÓS! 
– AH! AH! AH! VOCÊ? – RIRAM AS OU-
TRAS. 
– BEM, VOCÊ... – INTERROMPEU A MA-
DRASTA – VOCÊ PODERÁ IR SIM. MAS SÓ SE 
TERMINAR TODO O SEU SERVIÇO! E SE TIVER 
ALGUMA ROUPA BONITA PARA USAR! 
CINDERELA CORREU PARA O QUINTAL E 
FICOU ALI, CHORANDO. DE REPENTE, SENTIU 
UMA COISA ESTRANHA, E PERCEBEU QUE UMA 
8 
 
SENHORA MUITO SIMPÁTICA ESTAVA AO SEU 
LADO. 
– QUEM É VOCÊ? – PERGUNTOU A 
MOÇA. 
– EU SOU A SUA FADA-MADRINHA – 
DISSE A MULHER, MOSTRANDO A SUA VARINHA 
DE CONDÃO. 
– AGORA, VAMOS! ENXUGUE ESSAS LÁ-
GRIMAS. VOCÊ NÃO VAI PODER IR AO BAILE 
CHORANDO! 
A FADA PENSOU UM POUQUINHO E DE-
POIS FALOU: – VEJAMOS... PRIMEIRO, EU PRE-
CISO QUE VOCÊ ME ARRANJE UMA ABÓBORA! 
A FADA, ENTÃO, DISSE ALGUMAS PALAVRAS 
MÁGICAS E A ABÓBORA, LENTAMENTE, COME-
ÇARAM A CRESCER E A CRESCER, ATÉ SE TRANS-
FORMAR NUMA CARRUAGEM MUITO ELE-
GANTE. 
– HUM! O QUE MAIS? – CONTINUOU A 
SIMPÁTICA SENHORA. – AH! SIM! UNS RATI-
NHOS... PRECISO DE UNS RATINHOS! 
E ENTÃO CINDERELA TROUXE SEUS AMI-
GOS, OS RATINHOS. QUANDO FORAM TOCA-
DOS PELA VARINHA IMEDIATAMENTE SE 
TRANSFORMARAM EM IMPONENTES CAVALOS 
E FORAM ATRELADOS À CARRUAGEM. AGITOU 
A VARINHA UMA ÚLTIMA VEZ E CINDERELA CO-
MEÇOU A SE TRANSFORMAR. SEU VELHO VES-
TIDO RASGADO VIROU O MAIS LINDO VESTIDO 
BRANCO, ENFEITADO COM FLORES COR-DE-
ROSA. SEUS CABELOS, QUE JÁ ERAM BONITOS, 
FICARAM AINDA MAIS BONITOS E BEM PENTE-
ADOS, E NOS SEUS PÉS APARECERAM DOIS SA-
PATINHOS DE CRISTAL, MUITO BRILHANTES. 
– AGORA ESTÁ TUDO PRONTO, MINHA 
QUERIDA! – CONCLUIU A MADRINHA. - MAS 
VOCÊ PRECISA LEMBRAR DE UMA COISA: ESTE 
ENCANTAMENTO SÓ VAI DURAR ATÉ QUE SOE 
A ÚLTIMA BADALADA DA MEIA-NOITE! 
ENQUANTO ISSO, O BAILE JÁ TINHA CO-
MEÇADO NO PALÁCIO REAL. O PRÍNCIPE ES-
TAVA DISTRAÍDO E DESINTERESSADO ATÉ QUE 
AS PORTAS DO SALÃO DE BAILE SE ABRIRAM E 
CINDERELA APARECEU. QUANDO O PRÍNCIPE 
VIU AQUELA MOÇA TÃO BONITA, ATRAVESSOU 
O SALÃO E CONVIDOU-A PARA DANÇAR UMA 
LINDA VALSA. 
CINDERELA E O PRÍNCIPE NÃO SE SEPA-
RARAM NEM POR UM MINUTO, PORQUE ESTA-
VAM ENCANTADOS UM COM O OUTRO. A 
MOÇA ESTAVA TÃO CONTENTE QUE ATÉ ES-
QUECEU AS RECOMENDAÇÕES DE SUA FADA 
MADRINHA. 
QUANDO O RELÓGIO DA TORRE DO PA-
LÁCIO COMEÇOU A TOCAR AS DOZE BADALA-
DAS DA MEIA-NOITE, CINDERELA LEMBROU DO 
ENCANTAMENTO. ELE JÁ IA TERMINAR! 
SAIU CORRENDO DO SALÃO DE BAILE, 
SEM NEM FALAR COM O PRÍNCIPE. DESCEU AS 
ESCADARIAS E SAIU PELOS PORTÕES DO CAS-
TELO. NAQUELA CORRERIA TODA, UM DE SEUS 
SAPATINHOS DE CRISTAL CAIU DO PÉ. 
ENTROU BEM RÁPIDO NA CARRUAGEM E 
FUGIU PARA CASA. LOGO, O ENCANTAMENTO 
SE DESFEZ. 
NO DIA SEGUINTE, O PALÁCIO ESTAVA 
EM POLVOROSA. O REI FICOU FURIOSO POR-
QUE TINHAM DEIXADO AQUELA BELÍSSIMA 
MOÇA ESCAPAR, SEM AO MENOS SABER ONDE 
ELA MORAVA. A ÚNICA PISTA ERA O SAPATINHO 
DE CRISTAL. 
 
(APLICADOR PARE AQUI NA SEGUN-
DALEITURA) 
AGORA CONTINUE A ESCREVER A HISTÓ-
RIA DA “CINDERELA” A PARTIR DESSE PONTO: 
 
DURANTE TODO UM DIA E TODA UMA 
NOITE, SEM DESCANSAR, OS EMISSÁRIOS DO 
REI VIAJARAM PELO REINO. PROCURAVAM 
UMA MOÇA QUE CONSEGUISSE CALÇAR 
AQUELE SAPATINHO. 
ENQUANTO ISSO, AS NOTÍCIAS TINHAM 
CORRIDO BEM DEPRESSA. E A MADRASTA TI-
NHA RESOLVIDO QUE UMA DAS SUAS FILHAS TI-
NHA QUE CALÇAR AQUELE SAPATO DE QUAL-
QUER JEITO, PARA CASAR-SE COM O PRÍNCIPE! 
MAIS TARDE, CHEGARAM OS EMISSÁ-
RIOS DO REI CARREGANDO UMA ALMOFADA DE 
VELUDO COM O SAPATINHO. AS IRMÃS DE CIN-
DERELA COMEÇARAM A GRITAR AO MESMO 
TEMPO: 
– ESSE SAPATINHO É MEU! 
CADA UMA DELAS TENTOU FORÇAR O PÉ 
PARA CABER DENTRO DO SAPATO. MAS SEUS 
PÉS ERAM MUITO GRANDES! 
DE REPENTE, PARA A SURPRESA DAS IR-
MÃS, CINDERELA APARECEU NA SALA. 
– UM MOMENTO! ESPEREM! – GRITOU. – 
SERÁ QUE EU TAMBÉM POSSO EXPERIMENTAR? 
– NATURALMENTE QUE PODE, SENHO-
RITA! ENTÃO, FEZ CINDERELA SENTAR-SE E, 
PARA SURPRESA DE TODOS, O SAPATINHO SER-
VIU-LHE PERFEITAMENTE! 
9 
 
AS DUAS IRMÃS FICARAM ESPANTADAS, 
E MAIS ESPANTADAS AINDA QUANDO CINDE-
RELA TIROU O OUTRO SAPATINHO DO BOLSO. 
NO MESMO MOMENTO TUDO FICOU ES-
CLARECIDO. A MADRASTA E AS SUAS FILHAS 
NEM TIVERAM TEMPO DE FALAR. CINDERELA 
PARTIU IMEDIATAMENTE NA CARRUAGEM 
REAL. QUANDO A MOÇA CHEGOU AO PALÁCIO 
O PRÍNCIPE FICOU FELICÍSSIMO! 
POUCO TEMPO DEPOIS, OS DOIS SE CA-
SARAM E FORAM MORAR NUM CASTELO 
MUITO BONITO, ONDE VIVERAM FELIZES PARA 
SEMPRE 
 
Item 3.1 
MP-04 Reescrever o final de um conto co-
nhecido fazendo uso da linguagem es-
crita própria dos contos de fadas. 
 
Categoria de Resposta 
A Produz texto com características 
da linguagem escrita, dentro do 
gênero proposto (conto). 
B Produz texto com algumas carac-
terísticas da linguagem escrita, 
dentro do gênero proposto 
(conto), ainda que com algumas 
falhas. 
C Produziu frases que remetem ao 
conteúdo do texto solicitado, mas 
não chegam a formar um texto. 
D Presença de escrita, mas não a so-
licitada e/ou Ausência de escrita. 
 
Item 3.2 
MP-05 Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista da coerência 
textual. 
 
Categoria de Resposta 
A Consegue articular coerentemente 
as ideias e as informações em rela-
ção ao que veio antes no texto e 
entre si, sem provocar problemas 
de compreensão. 
B Consegue articular coerentemente 
as ideias e as informações em rela-
ção ao que veio antes no texto e 
entre si, ainda que com uma ou 
duas falhas que não chegam a 
comprometer o sentido global do 
texto produzido. 
Atenção: considerar como falha a au-
sência, a ampliação e/ou troca de in-
formações secundárias que não preju-
dicam a manutenção do sentido do 
texto. 
C Articula parcialmente as ideias e as 
informações do texto – entre si e 
em relação ao que veio antes – 
com quebras da coerência resul-
tando em alguns problemas de 
compreensão. 
Atenção: considerar como quebra a 
ausência de informações, de persona-
gens e/ou de episódios essenciais 
para a manutenção do sentido da his-
tória reescrita; ou a repetição de epi-
sódio do texto fonte, representando 
um retrocesso na linha temporal/se-
quência narrativa. Incluir nessa cate-
goriaa reescrita em que não há arti-
culação com o texto fonte, mesmo 
que articule entre si os episódios que 
escreveu, e/ou quando não terminou 
a história. 
D Não consegue articular as ideias e as 
informações do texto com coerência, 
resultando em problemas de compre-
ensão, dando a impressão de que não 
entendeu a história. 
E Presença de escrita, mas não a so-
licitada e/ou Ausência de resposta 
Atenção: Incluir nesta categoria o 
texto ilegível, ou que conta outra his-
tória, ou que é cópia do texto fonte, 
ou se pertence a outro gênero. 
 
Item 3.3 
 
MP-06 Reescrever o final de um conto co-
nhecido do ponto de vista da coesão tex-
tual. 
 
Categoria de Resposta 
A Utiliza adequadamente elementos 
característicos da narrativa escrita 
para articular os enunciados (por 
exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, 
“enquanto isso”, “no entanto”, “na 
manhã seguinte”, “muito tempo 
depois”, entre outros), sem fazer 
10 
 
uso de recursos típicos da lingua-
gem oral (daí, né, aí, por exem-
plo). 
B Utiliza adequadamente elementos 
característicos da narrativa escrita 
para articular os enunciados (por 
exemplo: “mas”, “porém”, ”então”, 
“enquanto isso”, “no entanto”, “na 
manhã seguinte”, “muito tempo 
depois”, entre outros), mesmo que 
ainda faça raramente uso de recur-
sos típicos da linguagem oral (daí, 
né, aí, por exemplo). 
C Não utiliza adequadamente ele-
mentos característicos da narrativa 
escrita para articular os enuncia-
dos e observa-se forte presença da 
conjunção “e” unindo os enuncia-
dos, ou de recursos típicos da lin-
guagem oral (daí, né, aí, por exem-
plo). 
D Presença de escrita, mas não a so-
licitada e/ou Ausência de escrita 
Atenção: Incluir nesta categoria o 
texto ilegível; ou o que é composto 
por frases desconectadas entre si. 
 
Item 3.4 
MP07 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista da pontua-
ção. 
Categoria de Resposta 
A Pontua o texto adequadamente, 
emprega pontuação medial, in-
terna às frases como vírgula, dois 
pontos etc. e, caso tenha utilizado 
o discurso direto, emprega pontu-
ação adequada (qualquer que te-
nha sido a escolha feita: parágrafo 
e travessão; aspas sem parágrafo, 
por exemplo). 
B Pontua o texto adequadamente 
empregando pontuação medial, 
interna às frases, como vírgula, 
dois pontos etc. (ainda que nem 
sempre) e, no caso de ter utilizado 
o discurso direto, emprega pontu-
ação adequada (qualquer que te-
nha sido a escolha feita: parágrafo 
e travessão; aspas sem parágrafo, 
por exemplo), mesmo que não 
em todas as ocasiões. 
C Redige o texto empregando pon-
tuação inicial (maiúscula) e final, 
(qualquer que tenha sido a escolha 
feita: ponto final, de interrogação, 
de exclamação, reticências etc.) – 
nas frases ou parágrafos, mesmo 
que não em todas as ocasiões e a 
pontuação medial interna (como 
vírgula, dois pontos etc.), quando 
aparece, não é de forma sistemá-
tica nem adequada. 
D Redige o texto, ainda que sem uti-
lizar pontuação no final dos enun-
ciados nem a letra maiúscula no 
início de frase. 
E Ausência de escrita 
 
Item 3.5 
MP08 - Reescrever o final de um conto 
conhecido do ponto de vista Ortografia. 
 
Categoria de Resposta 
A Escreve com ortografia regular 
(com não mais que dois erros). 
B Escreve com ortografia regular 
(com até cinco erros). 
C Escreve de forma alfabética sem 
conseguir se concentrar nas ques-
tões ortográficas. 
D Presença de escrita, mas não a so-
licitada e/ou Ausência de escrita 
Atenção: Incluir nesta categoria o 
texto ilegível; ou o que é cópia do 
texto fonte. 
 
 
Questão 4 
A questão 4 se desdobra em dois itens (4.1 
e 4.2) e avalia duas habilidades. 
 
MP09 - Localizar informações explícitas em 
um texto informativo. 
MP10 - Localizar informações implícitas em 
um texto informativo. 
 
▪ Professor, esta questão pretende 
verificar se, a partir, da leitura 
autônoma (isto é, sozinho, sem 
ajuda) de um texto informativo, o 
11 
 
aluno consegue selecionar infor-
mações explícitas no texto. 
▪ Explique aos alunos que deverão 
ler o texto informativo sozinhos 
para responderem às perguntas. 
▪ Solicite que leiam, silenciosa-
mente, a questão sobre o texto e 
escrevam as respostas. 
▪ Informe que talvez seja necessá-
rio voltarem ao texto para pode-
rem responder as questões. 
 
LEITURA DE UM TEXTO INFORMATIVO 
 
VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA 
RESPONDER ÀS QUESTÕES. 
 
 (foto: Chatter Stone / Flickr / CC BY 2.0) 
HABILIDADE DE UM GRANDE AMIGO 
CIENTISTAS COMPROVARAM QUE CÃES 
SABEM RECONHECER EMOÇÕES HUMA-
NAS COMO A RAIVA E A ALEGRIA 
 
QUEM TEM UM CACHORRO EM CASA 
TALVEZ JÁ DESCONFIE DE QUE ELES SÃO 
MUITO ATENTOS AOS SENTIMENTOS DE 
SEUS DONOS. MAS RECONHECER EMO-
ÇÕES DE UM SER DE OUTRA ESPÉCIE – A 
HUMANA, NO CASO – É UMA HABILIDADE 
MUITO COMPLEXA, E OS CIENTISTAS QUE-
RIAM TESTAR SE REALMENTE OS CÃES TI-
NHAM ESSA CAPACIDADE. 
POR ISSO, REALIZARAM UM EXPERI-
MENTO COM 17 CACHORROS DE RAÇAS 
DISTINTAS. EM UMA TELA, ERAM PROJETA-
DAS FOTOS DE HUMANOS OU CÃES COM 
EXPRESSÕES POSITIVAS COMO FELICIDADE 
E BRINCADEIRA OU NEGATIVAS COMO POR 
EXEMPLO RAIVA E AGRESSIVIDADE. AO 
MESMO TEMPO, OS ANIMAIS OUVIAM 
SONS QUE PODIAM COMBINAR OU NÃO 
COM AS IMAGENS. 
COMO RESULTADO, OS CACHORROS 
OBSERVARAM POR MAIS TEMPO AS IMA-
GENS QUANDO OS SONS OUVIDOS 
TRANSMITIAM A MESMA EMOÇÃO. SE-
GUNDO A BIÓLOGA NATALIA ALBUQUER-
QUE, DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 
ISSO MOSTRA QUE OS CÃES CONSEGUI-
RAM INTERPRETAR AS EMOÇÕES RETRATA-
DAS NAS FOTOS E REFORÇADAS PELOS 
SONS. 
Adaptado de: http://chc.org.br/habilidade-de-
um-grande-amigo/. Acesso em 12 mar.2019 
 
1. QUANTOS CACHORROS PARTICI-
PARAM DO EXPERIMENTO DES-
CRITO NO TEXTO? 
___________________________________________ 
 
Item 4.1 
MP09 - Localizar informações explicitas 
em um texto informativo. 
 
Categoria de Resposta 
A Responde mostrando que foi ca-
paz de ler com autonomia. 
Atenção: Considerar nesta categoria: 
“17 cachorros; dezessete cachorros”; 
“realizaram um experimento com 17 
cachorros de raças distintas”. 
B Respondeu, mas não mostrou que foi 
capaz de ler com autonomia. 
Atenção: Incluir nesta categoria a res-
posta ilegível. 
C Ausência de resposta. 
 
2. COMO OS CACHORROS CONSE-
GUEM RECONHECER AS EMOÇÕES 
HUMANAS, NO EXPERIMENTO REA-
LIZADO? 
_____________________
_____________________ 
 
 
Item 4.2 
 
MP10 - Localizar informações implícitas 
em um texto informativo. 
 
Categoria de Resposta 
A Responde mostrando que foi ca-
paz de ler com autonomia. 
12 
 
Atenção: Considerar nesta categoria: 
“expressões humanas positivas ou 
negativas”, ou “por meio dos sons 
expressos nas emoções/modo que 
fala”, “percebe o sentimento do 
dono”. 
B Respondeu, mas não mostrou que 
foi capaz de ler com autonomia. 
Atenção: Incluir nesta categoria a res-
posta ilegível. 
C Ausência de resposta. 
 
 
Questão 5 
 
A questão se desdobra em dois itens (5.1 e 
5.2) e avalia duas habilidades. 
 
MP 11- Produzir verbete de enciclopédia in-
fantil de um animal de jardim, a partir de 
dois textos que trazem informações a res-
peito, com características do gênero. 
 
MP 12- Produzir verbete de enciclopédia in-
fantil de um animal de jardim, a partir de 
dois textos que trazem informações a res-
peito, com características da linguagem es-
crita. 
▪ Professor, explique aos alunos que 
nessa atividade eles deverão escrever 
um verbete enciclopédico a partir da 
leitura de dois textos fontes. 
Obs:. Informe aos alunos que o trecho da 
página 9 tem por subtítulo: A defesa das jo-
aninhas. 
▪ Peça que leiam atentamente os textos 
informativos sobre as joaninhas. Expli-
que que eles servirão como fonte para 
a escrita do verbete. 
▪ Solicitarque escrevam o verbete de 
enciclopédia infanto-juvenil. 
LEIA O TEXTO INFORMATIVO SOBRE AS JO-
ANINHAS, EM SEGUIDA ESCREVA UM VER-
BETE, UTILIZANDO-O COMO FONTE. 
 
 
 
 
Ilustração: Vanessa Evangelista Augusto 
JOANINHAS 
QUANDO PENSAMOS EM UMA JOANINHA, 
PENSAMOS EM UM INSETO COM UMA CA-
BEÇA PRETA E UMA PARTE TRASEIRA VER-
MELHA COM SUAS CARACTERÍSTICAS MAN-
CHAS PRETAS, EMBORA EXISTAM MUITAS 
VARIEDADES DE CORES E FORMAS. 
A JOANINHA É UM INSETO COLEÓPTERO, 
OU SEJA, UM BESOURO. É INTIMAMENTE 
RELACIONADA COM OUTROS INSETOS, 
COMO OS GORGULHOS, ESCARAVELHOS E 
ATÉ MESMO OS VAGALUMES. 
AS JOANINHAS SÃO INSETOS INVERTEBRA-
DOS, O QUE SIGNIFICA QUE NÃO TÊM OS-
SOS. PODEM MEDIR 5 E 10 MM. SÃO ANI-
MAIS DIURNOS, UTILIZAM A LUZ DO DIA 
PARA DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES. 
 
INSETOS POSSUEM CORES VIVAS PARA 
AVISAR A SEUS POSSÍVEIS PREDADORES 
QUE SÃO VENENOSOS E QUE TÊM UM SA-
BOR MUITO RUIM. OS MAIORES PERIGOS 
QUE PRECISAM ENFRENTAR SÃO OS PÁS-
SAROS E INSETOS MAIORES. ELAS SE ES-
CONDEM DURANTE A NOITE E DURANTE O 
INVERNO FAZEM ALGO PARECIDO COM A 
HIBERNAÇÃO. 
Adaptado de: http://chc.org.br/habilidade-de-um-
grande-amigo/. Acesso em 12 mar.2019. 
 
Escreva um verbete de enciclopédia infantil. 
______________________________________________ 
 
Item 5.1 
MP11 - Produzir verbete de enciclopédia 
infantil de um animal de jardim a partir 
de dois textos que trazem informações a 
respeito, com características do gênero. 
 
Categoria de Resposta 
A Atende às características do gênero, e 
desenvolve o conteúdo temático a 
partir dos textos fontes. 
B Atende parcialmente às característi-
cas do gênero, faltando assim infor-
mações que definem o animal des-
crito. 
13 
 
C Não atende às características do gê-
nero, não conseguindo expor as infor-
mações que definem o animal. 
D Ausência de resposta e/ou a resposta 
ilegível. 
 
 
Item 5.2 
MP 12- Produzir verbete de enciclopédia 
infantil de um animal de jardim, a partir 
de dois textos que trazem informações a 
respeito, com características da lingua-
gem escrita. 
Categoria de Resposta 
A Escreveu o texto com características 
da linguagem escrita, dentro do gê-
nero proposto (verbete de enciclopé-
dia). 
B Escreveu o texto com algumas carac-
terísticas da linguagem escrita, dentro 
do gênero proposto (verbete de enci-
clopédia). 
C Escreveu frases que remetem ao con-
teúdo do verbete, mas não chegam a 
formar um texto. 
D Ausência de resposta e/ou a resposta 
ilegível. 
 
Questão 6 
MP09 - Localizar informações explícitas 
em um texto informativo. 
 
▪ Professor, esta questão pretende ve-
rificar se, a partir, da leitura autô-
noma (isto é, sozinho, sem ajuda) de 
um texto informativo, o aluno con-
segue selecionar informações explí-
citas no texto. 
▪ Explique aos alunos que deverão ler 
o texto informativo sozinhos para 
responderem às perguntas. 
▪ Solicite que leiam, silenciosamente, 
a questão sobre o texto e escrevam 
as respostas. 
▪ Informe que talvez seja necessário 
voltarem ao texto para poderem res-
ponder às questões. 
 
LEITURA DE TEXTO INFORMATIVO 
VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA RES-
PONDER À QUESTÃO. 
 
PIOLHO-DE-BALEIA 
 
 
Imagem cedida por Tammy Iwasa Arai e 
Cristiana Serejo à CHC 
 
AO CONTRÁRIO DOS PIOLHOS DE 
GENTE, QUE SÃO INSETOS, OS PIOLHOS-
DE-BALEIA SÃO ANIMAIS BEM DIFERENTES. 
ELES FAZEM PARTE DO GRUPO DOS CRUS-
TÁCEOS, QUE INCLUI CAMARÕES, CARAN-
GUEJOS, LAGOSTAS, TATUZINHOS-DE-JAR-
DIM E MUITOS OUTROS. SÃO CHAMADOS 
PIOLHOS PORQUE TÊM HÁBITOS BEM PA-
RECIDOS COM OS QUE ATERRORIZAM OS 
HUMANOS: FICAM GRUDADOS, SE ALIMEN-
TAM DA PELE DE OUTRO ANIMAL E INCO-
MODAM MUITO. BALEIAS E GOLFINHOS SO-
FREM COM O ATAQUE DOS PIOLHOS-DE-
BALEIA! 
ESSES PIOLHOS-DE-BALEIA ESTÃO 
PRESENTES EM QUASE TODAS AS ESPÉCIES 
DE BALEIAS E GOLFINHOS. ELES SÃO MO-
RADORES FIÉIS E PODEM PASSAR A VIDA 
INTEIRA EM CIMA DE UMA MESMA BALEIA! 
COMO ESSES PIOLHOS NÃO CONSEGUEM 
NADAR, PARA SAIR DE UM ANIMAL PARA 
OUTRO ELES PRECISAM ESPERAR QUE 
DUAS BALEIAS SE ENCONTREM E SE TO-
QUEM, FORMANDO UMA PONTE ENTRE OS 
DOIS HOSPEDEIROS. 
 
ADAPTADO DE CIÊNCIA HOJE DAS CRIAN-
ÇAS. DISPONÍVEL EM: 
HTTP://CHC.ORG.BR/ARTIGO/PIOLHO-DE-
BALEIA. ACESSO EM 14 MAR. 2019. 
6 – OS PIOLHOS-DE-BALEIA FICAM GRUDA-
DOS EM 
A) CAMARÕES E LAGOSTAS 
B) BALEIAS E GOLFINHOS. 
C) INSETOS E CARANGUEJOS. 
D) TATUZINHOS-DE-JARDIM. 
 
 
 
 
 
Grade de Correção 
A Respondeu, mas não mostrou que foi ca-
paz de ler com autonomia, marcando 
14 
 
outros animais citados no texto -cama-
rões e lagostas. 
B CORRETA - Responde mostrando que 
foi capaz de ler com autonomia, mar-
cando baleias e golfinhos. 
C Respondeu, mas não mostrou que foi ca-
paz de ler com autonomia, marcando 
outros animais citados no texto -insetos 
e caranguejos. 
D Respondeu, mas não mostrou que foi ca-
paz de ler com autonomia, tatuzinhos-
de-jardim. 
 
Questão 7 
MP09 - Localizar informações explícitas 
em um texto informativo. 
 
▪ Professor, esta questão pretende ve-
rificar se, a partir, da leitura autô-
noma (isto é, sozinho, sem ajuda) de 
um texto informativo, o aluno con-
segue selecionar informações explí-
citas no texto. 
▪ Explique aos alunos que deverão ler 
o texto informativo sozinhos para 
responderem às perguntas. 
▪ Solicite que leiam, silenciosamente, 
a questão sobre o texto e escrevam 
as respostas. 
▪ Informe que talvez seja necessário 
voltarem ao texto para poderem res-
ponder as questões. 
 
LEITURA DE TEXTO INFORMATIVO 
VAMOS LER O TEXTO A SEGUIR PARA RES-
PONDER À QUESTÃO. 
 
O BRAVO NADADOR QUE VIROU HISTÓ-
RIA DE PESCADOR 
 
ELE TEM UM HÁBITO CURIOSO: SOBE O RIO 
NADANDO CONTRA A CORRENTEZA. COS-
TUMAVA SER COMUM EM SÃO PAULO, MAS 
NUNCA MAIS FOI VISTO POR LÁ. PARECE 
QUE JÁ ANDA SUMIDO TAMBÉM DE OU-
TRAS REGIÕES DO BRASIL, VIRANDO HIS-
TÓRIA DE PESCADOR… QUEM SERÁ ELE? 
 
 
 
FONTE: https://pixabay.com/pt/pho-
tos/peixe-surubui-tabela-paraguai-184752 
 
ELE É O SURUBIM-DO-PARAÍBA! ALGUNS 
PESCADORES O CHAMAM DE BRAVO, JUS-
TAMENTE PORQUE ELE SOBE O RIO NA-
DANDO CONTRA A CORRENTEZA, NUMA 
DEMONSTRAÇÃO DE FORÇA E RESISTÊN-
CIA. É CONSIDERADO UM PEIXE NOBRE, VA-
LIOSO PARA OS PESCADORES. OCORRE SO-
MENTE NO SUDESTE BRASILEIRO, MAIS 
PRECISAMENTE NA BACIA DO RIO PARAÍBA 
DO SUL, QUE INCLUI PARTE DOS ESTADOS 
DE SÃO PAULO, MINAS GERAIS E RIO DE JA-
NEIRO. ACONTECE QUE, EM SÃO PAULO, O 
SURUBIM-DO-PARAÍBA JÁ É CONSIDERADO 
EXTINTO. E ESTÁ CADA VEZ MAIS DIFÍCIL 
AVISTÁ-LO NO RIO DE JANEIRO E EM MI-
NAS GERAIS. 
 
ADAPTADO DE CIÊNCIA HOJE DAS CRIAN-
ÇAS. DISPONÍVEL EM: http://chc.org.br/ar-
tigo/o-bravo-nadador-que-virou-historia-
de-pescador. ACESSO EM 15 MAR. 2019. 
 
7. O SURUBIM-DO PARAÍBA ESTÁ EXTINTO 
NO ESTADO 
A) DO RIO DE JANEIRO. 
B) DE MINAS GERAIS 
C) DE SÃO PAULO. 
D) DA PARAÍBA. 
Grade de Correção 
A Responde, mas mostra que não foi ca-
paz de ler com autonomia, indicando o 
estado do Rio de Janeiro, um dos locais 
onde é difícil avistar o peixe. 
B Responde, mas mostra que não foi ca-
paz de ler com autonomia, indicando 
Minas Gerais, um dos locais onde é di-
fícil avistar o peixe. 
C CORRETA - Responde mostrando que 
foi capaz de ler com autonomia, mar-
cando São Paulo, local onde o peixe já 
é considerado extinto. 
D Responde, mas mostra que não foi ca-
paz de ler com autonomia, indicando 
Paraíba – parte do nome do peixe ou 
ainda – Bacia do Rio Paraíba do Sul. 
15 
 
 
EXEMPLAR DO PROFESSOR 
MATEMÁTICA 
COM ORIENTAÇÕES PARA A CORREÇÃO 
 
QUESTÃO 1 
MP01 – Ler ou escrever números natu-
rais, pela compreensão das característi-
cas do sistema de numeração decimal. 
▪ Professor, explique aos alunos que 
você irá ditar algunsnúmeros e que 
eles devem escrever no local indi-
cado na prova. 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem os 
números, utilizando algarismos, ou 
seja, o símbolo numérico. 
▪ Dê o tempo necessário para que es-
crevam os números. 
▪ Dite os números a seguir, um de 
cada vez: 24, 42, 306, 111, 1235, 
2019, 4000. 
▪ Após ditar cada um dos números, 
circule pela classe verificando se to-
dos os alunos escreveram o número 
ditado. 
ESCREVA NOS QUADROS A SEGUIR, OS 
NÚMEROS QUE A PROFESSORA IRÁ DI-
TAR: 
 
 
 
 
CATEGORIAS DE RESPOSTAS 
A Escreve corretamente 6 ou 7 dos 
números ditados. 
B Escreve corretamente 4 ou 5 dos 
números ditados. 
C Escreve corretamente de 1 a 3 dos 
números ditados. 
D Escreve quaisquer outros números 
que não os ditados. 
E Escreve os números por extenso. 
F Ausência de resposta ou números 
ilegíveis. 
 
 
QUESTÃO 2 
MP02 – Comparar e ordenar números na-
turais, pela compreensão das caracterís-
ticas do sistema de numeração decimal. 
 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem os 
números, utilizando algarismos, ou 
seja, o símbolo numérico. 
▪ Dê o tempo necessário para que es-
crevam os números. 
 
CECÍLIA ESTAVA BRINCANDO DE ESCRE-
VER O NÚMERO DAS CASAS DA RUA 
ONDE MORA. ESCREVEU DIFERENTES 
NÚMEROS EM CARTELAS COLORIDAS, 
REPRESENTADAS A SEGUIR. 
 
732 925 964 816 779 805 
 
 AJUDE CECÍLIA A ORGANIZAR AS CARTELAS 
EM ORDEM CRESCENTE, ESCREVENDO UM 
NÚMERO EM CADA QUADRINHO. 
 
 
Categorias de Respostas 
A 
Escreve corretamente todos os núme-
ros na ordem crescente. 
B 
Responde incorretamente, escre-
vendo os números na ordem decres-
cente. 
C 
Responde incorretamente, escre-
vendo os números aleatoriamente. 
D 
Não é possível identificar as escritas 
numéricas. 
E Ausência de resposta. 
 
 
 
 
 
16 
 
QUESTÃO 3 
MP03 – Completar quadros numéricos ou 
sequências numéricas apresentadas. 
 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem os 
números, utilizando algarismos, ou 
seja, o símbolo numérico. 
▪ Dê o tempo necessário para que es-
crevam os números. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
PROFESSORA ROSELI, CONSTRUIU UM 
QUADRO NUMÉRICO E DEIXOU ALGUNS 
NÚMEROS SEM PREENCHER. 
OBSERVE: 
 
 
ESCREVA NA LINHA ABAIXO, OS NÚMEROS 
QUE ESTÃO FALTANDO PARA QUE O QUA-
DRO FIQUE COMPLETO. 
______________________________________________
______________________________________________ 
 
Categorias de Respostas 
A Escreve corretamente, 9 ou 10 núme-
ros. 
B Responde incorretamente, escrevendo 
8 ou 7 números corretamente. 
C Responde incorretamente, escrevendo 
6 ou 5 números corretamente. 
D Responde incorretamente, escrevendo 
números aleatoriamente, demons-
trando não compreender a regulari-
dade dos números. 
E Ausência de resposta. 
 
 
 
 
QUESTÃO 4 
MP04 – Interpretar a posição de um ob-
jeto ou pessoa, no espaço, pela análise de 
esboços e croquis. 
 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem a 
resposta na linha indicada. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
PARA FAZER UMA SALADA DE FRUTAS, 
DONA MARTA PRECISAVA COMPRAR AS 
FRUTAS QUE ESTÃO REPRESENTADAS 
NO QUADRO A SEGUIR. 
 
MARTA, SE ESQUECEU DE COMPRAR A 
FRUTA QUE ESTÁ LOCALIZADA À DI-
REITA DA LARANJA. 
NA LINHA ABAIXO, ESCREVA O NOME 
DA FRUTA QUE MARTA ESQUECEU DE 
COMPRAR. 
 
 
 CATEGORIAS DE RESPOSTAS 
A Reponde corretamente, escrevendo: 
PERA. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
“MAÇÔ, demonstrando identificar a 
fruta que está posicionada à esquerda 
da laranja. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
o nome de outra fruta apresentada no 
quadro. 
D Não é possível identificar o nome es-
crito. 
E Ausência de resposta. 
17 
 
 
QUESTÃO 5 
MP07 – Ler e interpretar dados apre-
sentados em tabelas simples. 
 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem a 
resposta na linha indicada. 
▪ Dê o tempo necessário para que es-
crevam as respostas. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
NA ESCOLA “APRENDER MAIS” O PROFES-
SOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA, REALIZOU UMA 
GINCANA COM AS TURMAS DOS 3° ANOS. A 
PONTUAÇÃO QUE CADA TURMA FEZ, ESTÁ 
REPRESENTADA NA TABELA ABAIXO. 
 
 
A. QUAL FOI A TURMA VENCEDORA DA 
GINCANA? 
__________________________________________ 
 
B. QUANTOS PONTOS FALTAM, PARA 
QUE A TURMA DO 3º ANO C, FIQUE 
COM A MESMA QUANTIDADE DE 
PONTOS QUE A TURMA DO 3º ANO 
B? 
___________________________________ 
 
Item A 
Categorias de Respostas 
A Escreve a resposta correta: 3° ano B. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
177, indicando a quantidade de pontos 
da turma do 3º ano A. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
105, indicando a turma que marcou me-
nor quantidade de pontos. 
D 
Escreve outras respostas que não as in-
dicadas em (A), (B) e (C). 
E Ausência de resposta. 
 
Item B 
Categorias de Respostas 
A Escreve a resposta correta: 76 pontos. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
105, indicando a quantidade de pontos 
da turma do 3º ano C. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
135, indicando a quantidade de pontos 
da turma do 3º ano D. 
D 
Responde incorretamente, escrevendo 
240, demonstrando ter somado a quan-
tidade de pontos das duas turmas. 
E 
Não foi possível identificar o número 
escrito. 
 
F Ausência de resposta. 
 
QUESTÃO 6 
MP06 – Reconhecer cédulas e moedas 
que circulam no Brasil e realizar possíveis 
troca entre cédulas e moedas em função 
de seus valores. 
▪ Professor, leia pausadamente o 
enunciado. 
▪ Em seguida, oriente os alunos para 
que escrevam a resposta no quadro 
indicado. Para isso, eles podem fa-
zer desenhos, contas ou calcular 
mentalmente. 
▪ Leia pausadamente o enunciado ori-
entando os alunos a escreverem a 
resposta no quadro indicado. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
 
KATIA JUNTOU SUAS ECONOMIAS 
PARA COMPRAR ENFEITES DE CABELO. 
18 
 
A SEGUIR, ESTÃO REPRESENTADAS AS 
CÉDULAS E MOEDAS QUE POSSUIA. 
 
Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. 
KATIA GASTOU TODO O DINHEIRO NA 
COMPRA DOS ENFEITES. QUANTO GAS-
TOU? 
ESCREVA A RESPOSTA NO QUADRO A SE-
GUIR. 
 
 
 
Categorias de Respostas 
A 
Escreve a resposta correta: R$ 10,00 
ou “10,00”. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
R$ 6,00 ou “6,00” demonstrando que 
somou apenas as cédulas, não consi-
derando a quantia em moedas. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
R$ 4,00 ou “4,00 demonstrando que 
somou apenas a quantia em moedas. 
D 
Responde incorretamente outro valor, 
que não os citados em A, B e C. 
E 
Não é possível identificar o número 
escrito. 
F Ausência de resposta. 
 
QUESTÃO 7 
MP05 – Interpretar a movimentação de 
um objeto ou pessoa, no espaço, pela 
análise de esboços ou croquis. 
▪ Professor, leia pausadamente o 
enunciado. 
▪ Em seguida, oriente os alunos para 
que escrevam a resposta no quadro 
indicado. 
▪ Em seguida, oriente os alunos a es-
creverem a resposta na linha indi-
cada. 
▪ Professor, circule pelaclasse verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
O DESENHO A SEGUIR, REPRESENTA A LO-
CALIZAÇÃO DAS CASAS DE CRIANÇAS QUE 
MORAM EM UM BAIRRO. 
OBSERVE: 
 
 
QUAL O NOME DA CRIANÇA QUE MORA 
MAIS DISTANTE DA ESCOLA? 
 
ESCREVA NO QUADRO A SEGUIR 
SUA RESPOSTA. 
__________________________________________ 
CATEGORIAS DE RESPOSTAS 
A Escreve a resposta correta: Celso 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
Lia, demonstrando dificuldade na inter-
pretação da movimentação. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
Fabio, demonstrando ter identificado o 
parquinho e não a praça. 
D Escreve outro nome apresentado na fi-
gura. 
E Não é possível identificar o nome es-
crito. 
F Ausência de resposta. 
 
 
 
19 
 
QUESTÃO 8 
MP08 – Resolver situações-problema, 
compreendendo os diferentes significa-
dos da adição e da subtração. 
▪ Professor, leia pausadamente o 
enunciado, orientando os alunos a 
escreverem a resposta no quadro in-
dicado. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram. 
 
LUCAS ORGANIZOU SEUS BRINQUEDOS. 
DESCOBRIU QUE TINHA 29 CARRINHOS E 15 
AVÕEZINHOS. 
QUANTOS BRINQUEDOS LUCAS POSSUI? 
NO QUADRO A SEGUIR, ESCREVA SUA 
RESPOSTA. 
 
 
 
 
 
 
 
Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. 
Categorias de Respostas 
A Escreve a resposta correta: 44. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 14, 
indicando que realizou a subtração dos nú-
meros apresentados. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 34, 
demonstrando não ter compreendido que a 
operação apresentava reserva. 
D Não é possível identificar o número escrito. 
E Ausência de resposta. 
 
QUESTÃO 9 
MP09 – Calcular o resultado de adições e 
subtrações recorrendo aos fatos básicos e a 
algumas regularidades ou propriedades. 
▪ Professor, leia pausadamente o 
enunciado. 
▪ Em seguida, oriente os alunos para 
que escrevam a resposta no quadro 
indicado. Para isso, eles podem fa-
zer desenhos, contas ou calcular 
mentalmente. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
os alunos que ainda não compreen-
deram 
 
AJUDE ADRIANO A CALCULAR A OPE-
RAÇÃO: 142 – 26: 
 
 
 
Adaptado de: https://pixabay.com/pt/ Acesso: 15 mar. 2019. 
ESCREVA SUA RESPOSTA NO QUADRO 
A SEGUIR. 
 
 
Categorias de Respostas 
A Escreve a resposta correta: 116. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 168, 
indicando que realizou a soma dos núme-
ros apresentados. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 126, 
demonstrando não ter compreendido que 
a operação apresentava reserva. 
D Não é possível identificar o número escrito. 
E Ausência de resposta. 
 
QUESTÃO 10 
MP10 – Estabelecer relação entre uni-
dade de tempo – dia, semana, mês, bi-
mestre, semestre, ano. 
▪ Professor, leia pausadamente o 
enunciado. 
▪ Em seguida, oriente os alunos para 
que escrevam a resposta no quadro 
indicado. 
▪ Professor, circule pela classe verifi-
cando se todos os alunos realizaram 
a questão, explique novamente para 
 
20 
 
MAURÍCIO VIAJOU PARA A CASA DE SUA 
MÃE NA QUARTA-FEIRA, DIA 3, E 
VOLTARÁ PARA A SUA CASA, NA PRÓXIMA 
QUARTA-FEIRA. 
QUE DIA MAURÍCIO RETORNARÁ? 
 
 
ESCREVA SUA RESPOSTA NO QUADRO A 
SEGUIR. 
 
 
 
Categorias de Respostas 
A Responde corretamente: 10 ou “dez”. 
B 
Responde incorretamente, escrevendo 
“3” ou “três”, demonstrando não ter 
compreendido a regularidade do calen-
dário, que é o número de dias da se-
mana. 
C 
Responde incorretamente, escrevendo 
“17” ou “24”, demonstrando não ter 
compreendido o solicitado. 
D 
Responde incorretamente, escreve ou-
tras respostas que não as indicadas em 
(A), (B) e (C). 
E Ausência de resposta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
IV. REFERÊNCIAS 
BRÄKLING, K, L. Modalidades didáticas de ensino e 
tipos de atividades. IN: Referencial Curricular de Lín-
gua Portuguesa. Versão Preliminar. Colégio Hebraico 
Brasileiro Renascença. São Paulo (SP); jun/08. 
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Lendo e Produzindo Textos Acadêmicos. Momento 
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SME/PUC/USP/UNESP/Fundação Vanzolini; 2001-
2002. 
__________ O contexto de produção de textos In: Ofi-
cina Cultural 1. Lendo e Produzindo Textos Acadê-
micos. Momento 1. PEC- Formação Continuada. São 
Paulo (SP): SME/PUC/USP/UNESP/Fundação Vanzo-
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FAYOL, Michel. A Criança e o Número: da contagem 
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verino de Leoni. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. 
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LERNER, D. Ler e escrever na escola: o real, o possí-
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MENDES, F.; DELGADO, C. A aprendizagem da multi-
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IN: BROCARDO, J.; SERRAZINA, L.; ROCHA, I. O sen-
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PIRES, C. M. C. et al. Espaço e forma: a construção 
de noções geométricas pelas crianças das quatro 
séries iniciais do Ensino Fundamental. Editora 
Proem: São Paulo, 2001. 
PIRES, C. M. C. Relações espaciais, localização e 
movimentação: um estudo sobre práticas e desco-
bertas de professoras polivalentes sobre ativida-
des realizadas com seus alunos. Anais do Encontro 
de Educação Matemática realizado em Macaé/RJ. 
2000. 
 
_______________. Reflexões que precisam ser feitas 
sobre o uso dos chamados materiais concretos 
para a Aprendizagem em Matemática. Boletim 
GEPEM (Online), v. 61, p. 1-17, 2012. 
________________. Educação Matemática: conversas 
com professores dos anos iniciais. São Paulo: Zapt 
Editora, 2012. 
ROJO, R. Produzir textos na alfabetização: projetando 
práticas. In: Guia da Alfabetização – Revista Educa-
ção. São Paulo: Editora Segmento – CEALE, 2010. pp. 
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__________ Letramentos Múltiplos, escola e inclusão 
social. São Paulo: Parábola, 2009. 
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Coorde-
nadoria de gestão da Educação básica. Departamento 
de Desenvolvimento Curricular e de gestão da Educa-
ção básica. Centro de Ensino Fundamental dos Anos 
Iniciais. EMAI: educação matemática nos anos inici-
ais do ensino fundamental; organização dos traba-
lhos em sala de aula, material do professor - 4º ano 
do Ensino Fundamental (Volume 1). Secretaria da 
Educação. Centro de Ensino Fundamental dos Anos 
Iniciais. - São Paulo: SE, 2013. 
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Ler e es-
crever: guia de planejamento e orientações didáti-
cas – 4o ano / Secretaria da Educação, Fundação para 
o Desenvolvimento da Educação; coordenação, elabo-
ração e revisão dos materiais, Sonia de Gouveia 
Jorge... [e outros]; concepção e elaboração, Claudia 
Rosenberg Aratangy... [e outros]. - 4. ed. rev. e atual. - 
São Paulo: FDE, 2014. Disponível em: http://lereescre-
ver.fde.sp.gov.br/SysPublic/Home.aspx (acesso em 
12.Fev.2016). 
SÃO PAULO (Estado) Secretaria de educação. Expec-
tativas de aprendizagem de Língua Portuguesa 
dos anos iniciaisdo ensino fundamental – 1º ao 5º 
ano. 2013. Elaboração: Kátia Lomba Bräkling. Colabo-
ração: Grupo Referência de Língua Portuguesa, For-
madoras do Programa Ler e Escrever e Equipe CEFAI. 
Supervisão Pedagógica: Telma Weisz. Disponível em: 
http://lereescrever.fde.sp.gov.br/SysPu-
blic/Home.aspx (acesso em 12.Fev.2016). 
SÃO PAULO (Estado) Secretaria de educação. Orien-
tações curriculares do estado de São Paulo – Anos 
Iniciais - Matemática. 2014. Disponível em: http://le-
reescrever.fde.sp.gov.br/SysPublic/Home.aspx (acesso 
em 12.Fev.2016). 
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Matriz 
de avaliação processual: anos iniciais, língua por-
tuguesa e matemática; encarte do professor / Secre-
taria da Educação; coordenação, Ghisleine Trigo Sil-
veira, Regina Aparecida Resek Santiago; elaboração, 
equipe curricular do Centro de Ensino Fundamental 
dos Anos Iniciais. São Paulo: SE, 2016. 
 
VERGNAUD, G. A criança, a Matemática e a reali-
dade: problemas de ensino de Matemática na es-
cola elementar. Trad.: Maria Lucia Moro. Curitiba: 
UFPR, 2009. 
________________. A teoria dos campos conceituais. In 
Brun, J. Didática das Matemática. 
 
 
 
EXPEDIENTE 
 
COORDENADORIAS 
Coordenadoria Pedagógica - COPED 
Coordenador: Caetano Pansani Siqueira 
 
Coordenadoria de Informação, Tecnologia, Evidência e Matrícula - CMITE 
Coordenadora: Fátima Elisabete Pereira Thimoteo 
 
DEPARTAMENTOS 
 
Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão Pedagógica - DECEGEP 
Diretor: Valéria Arcari Muhi 
 
Centro de Educação Infantil e dos Anos Iniciais - CEIAI 
Diretora: Sonia de Gouveia Jorge 
 
Equipe Curricular do Centro de Educação Infantil e dos Anos Iniciais 
Autoria e Leitura Crítica do material 
Edimilson Ribeiro, Noemi Devai e Sonia Jorge 
Departamento de Avaliação Educacional - DAVED 
Diretora: Patrícia de Barros Monteiro 
Assistente Técnica: Maria Julia Filgueira Ferreira 
 
Centro de Planejamento e Análise de Avaliações - CEPAV 
Diretor: Juvenal de Gouveia 
 
Ademilde Ferreira de Souza, Cristiane Dias Mirisola, Soraia Calderoni Statonato, Márcia Soares de 
Araújo Feitosa 
 
Centro de Aplicação de Avaliações - CEAPA 
Diretora: Isabelle Regina de Amorim Mesquita 
 
Denis Delgado dos Santos, José Guilherme Brauner Filho, Kamila Lopes Candido, Nilson Luiz da 
Costa Paes, Teresa Miyoko Souza Vilela 
 
Equipe de Diretorias Regionais de Ensino 
Autoria, Leitura crítica e validação do material 
 
Kristine Simone Martins – Sul 1, Daniele Eloise do Amaral Silveira Kobayashi – Campinas Oeste, 
Vastí Maria Evangelista e Maria José da Silva Gonçalves Irmã – Leste1, Nelci Martins – Centro 
Oeste, Rosana Jorge Monteiro Magni – Norte 2 
 
Representantes do CAPE 
Leitura crítica, validação e adaptação do material para os deficientes visuais 
Tânia Regina Martins Resende 
 
 
©Copyright: Vanessa Evangelista Augusto

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