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CULTIVO DE PITAYAS 
ESTE MATERIAL É UMA CRIAÇÃO COLETIVA DESENVOLVIDA NO GRUPO DE 
WHATSAPP. DE PRODUTORES DE PITAYA . 
TEM POR OBJETIVO FALAR DO CULTIVO DE PITAYAS DE FORMA RESUMIDA 
NUM FORMATO PASSO A PASSO. SERVIRÁ TAMBÉM PARA NIVELAMENTO 
DE CONHECIMENTO DE NOVOS INTEGRANTES. 
AUTORIA DESTE MATERIAL 
• Este material está sendo criado de forma coletiva no Grupo de Whatsapp de 
Produtores de Pitaya e compilado por um dos moderadores (Bolivar Trindade). 
• Como é uma criação coletiva, logo não tem autor mas reflete as opiniões dos 
participantes do grupo, sempre que uma citação é usada na íntegra como o 
integrante postou no grupo o nome dele é citado, da mesma forma as fotos 
contem sempre que possível o nome de quem publicou, em outras situações o 
que é escrito é um texto redigido com base num conjunto de postagens de vários 
integrantes que convergem numa ideia que ficaria difícil de determinar autor, por 
isso não contém o nome de uma pessoa específica. 
• Este material é compilado a partir dos debates do “Assunto do dia”. 
CARACTERÍSTICAS DO SOLO 
• Na internet encontramos artigos, vídeos, noticias afirmando que a pitaya se 
adapta a qualquer terreno, isso é uma meia verdade, ela pode sobreviver e 
produzir em qualquer terreno, porém ela terá um melhor desempenho sob certas 
condições. Por isso sempre devemos antes de iniciar o cultivo fazer uma análise 
do solo e efetuar as correções necessárias com a orientação de um agrônomo. 
• Também são melhores os solos drenados, com bastante matéria orgânica e com 
PH entre 6 e 7. 
ADUBAÇÃO 
• No grupo temos inúmeros exemplos de iniciativas seguindo os princípios 
orgânicos. A seguir alguns exemplos: 
• Neusa: Eu faço a adubação com esterco de galinha curtido, três vezes por ano, 
na minha plantação. Também faço uma analise de solo em agosto. 
• Wander: Ao cavar as covas, eu já preparo o solo com adubo de galinha 
misturado com o adubo bovino. Nunca usei químicos. 
• Douglas: Eu utilizo 3 litros por pé de um composto de esterco suíno, bovino, 
cama de aviário e casca de ovos, além de 250 gramas de calcário dolomítico. 
• Telvio: A minha adubação começa na hora que eu preparo o berço pra receber a 
mudas de Pitayas com cama de aviário juntos com o de cavalo e do gado ai vem 
a irrigação. 
ADUBAÇÃO 
• Mais exemplos: 
• Maurício: Eu adubo 1 vez por mês, com Esterco de galinha e gado ou o que 
achar aqui na região, uso também pó de rocha em torno de 100 gramas bem 
espalhado na parte da raiz, uso também pó de silício 1 vez a cada 30 dias, 100 
grama diluído em 20 litros de água. 
• Luiz Carlos : Pó de casca de ovo,e pó de osso 
• Mateus Rech: Nós aqui não fizemos berço, apenas corrigimos o solo 
superficialmente, e depois colocamos pó de rocha e adubo (cama de estábulo) 
está se desenvolvendo muito bem. Apliquei também algumas doses de NPK 
inicialmente. 
• Almir: As minhas mudas plantei usando adubo bovino e orgânico. 
ADUBAÇÃO 
• Mais exemplos: 
• Michell: : No momento da implantação apliquei o superfosfato simples, em seguida 
esterco de carneiro, agora iremos colocar pó de rocha, cinza (fornos de carvão), 
além de plantar o amendoim forrageiro. Nas mudas que fizemos o teste elas 
reagiram super bem. 
• Arcângelo: O principal adubo é *aviário de galinha poedeira*, coloco no meio dos 
carreiros... Por cima da terra... 
• João Gallina: Quanto adubação também compramos esterco de galinha vamos 
colocar por cima da terra em volta dos pés. 
• Junior: Não uso NPK e no crescimento dela uso potássio para dar tamanho e micros 
nutrientes, 20 dias antes de colher uso cinzas e fósforo para dar doçura. Fiz testes e 
ela fica em geladeira um mês sem alterar nada. Com NPK ela fica molenga e 
apodrece na base do talo. 
ADUBAÇÃO 
• Edicon, Valteni e Dejalmo recomendam o uso de leguminosas para recuperação do 
solo antes de plantar a pitaya, cada clima exige leguminosas diferentes, no sul é 
recomendado o trevo, ervilhaca e o cornichão. 
• Dr. Dejalmo afiram que a pitaya é uma planta produtiva quando plantada em solo bom 
é que tenha disponibilidade de nutrientes. O que é um solo bom? É aquele bem 
cuidado. Que tenha profundidade, boa drenagem , boa aeração. Tudo isso a gente 
pode fazer. Profundidade: subsolagem mecânica até 50 cm ou plantio de culturas , 
crotalarias e trevos visiculosos e vermelho, que geram até 2m profundidade de raízes. 
Drenagem sulcos , tubulações subterrâneas. Pitaya não suporta charco. Aeração 
raízes de plantas citadas acima e matéria orgânica, adubação verde e compostos 
diversos. E completa um bom ambiente para pitaya uma cobertura de solo, 2 primeiros 
anos crotalarias e trevos citados. Após ervilhaca e amendoim forrageiro, para manter 
sombreamento no solo, incorporação de nutrientes . 
ADUBAÇÃO – DR DEJALMO 
• Temos adubos mais favoráveis e mais convenientes e os mais em conta. Os que 
acidificam, os protegidos e os em estado, fórmula diferentes. Uns vem como 
matéria prima , que podem estar combinados com outros nutrientes. Outros vem 
formulados comercialmente. Outros com apenas atrativos para vender. 
• Nitrogênio : Tiramos da atmosfera ou de compostos orgânicos. Quando se 
fabrica adubo nitrogenado se usa gás amoníaco da atmosfera e ácido nítrico. 
Também temos fontes de nitrogênio nas rochas do Chile, saltite do Chile. Temos 
N na forma amoníacos, amidica, nítrica, amoniacal. Na forma primitiva: quando 
chove, AZOTO. Temos muito N pela fixação biológica. Os inoculastes em soja, 
varias bactérias fixadoras de N, que fazem suas colônias nas raízes das 
fabaceas ( leguminosas):Trevos , amendoim, ervilhaca...... 
ADUBAÇÃO – DR DEJALMO 
• Quanto ao N ele é transportado para dentro das células e pode ter 4 destinos. 
• Pelas raízes: Só é incorporado as moléculas orgânicas da planta se reduzido de NO3- para 
NO4+ no interior das células. Mas quando transportado para dentro pelas raízes , ele segue 4 
caminhos que são: 1. Sofrer o fluxo para o apoplasto ou voltar para o ambiente. 2. Entrar no 
vacúolo e ser armazenado. 3. Ser reduzido pelas enzimas em NO4+. 4 Transloucada ara o 
xilema até a parte aérea. 
• Com isso cada momento do ciclo da planta ela precisa de mais , menos ou quase nada e esse 
sistema regula a entrada do N na composição da célula. 
• Quanto adubação foliar: O órgão especializado de absorção de nutrientes é a raiz, Mas..... 
pôde-se aplicar via foliar...... se não tiver como aplicar via solo plantas com cerosidade tem 
mais dificuldade em absorver via foliar. Bem as plantas reagem a estímulos externos: Vento, 
sol, toques. Fecham e abrem estômatos. Se aplicarmos num momentos desses , pode não 
serem absorvidos : Por isso às vezes tem e outras vezes não tem resultados: Vamos traduzir.. 
Tem momentos que a planta usa mais N , se colocar a mais ela expele ou armazena. Temos 
que ver as fontes de N. 
ADUBAÇÃO – DR DEJALMO 
• Correção do solo, o que é? : Não é apenas calagem, casca de ovo muito bom 
para fazer um substrato. Pó de sangue fósforo e cálcio. Vejam bem, tem matérias 
primas que não são adubos, mas que podem se tornar adubos quando se 
misturam num substrato. Que tenha ação de micro organismos e que aconteça a 
compostagem, a planta se alimenta de alguns materiais orgânicos só após 
mineralizados por micro organismos. Se me perguntarem, “o esterco é bom para 
planta? A resposta é não. Ele é bom para os micro organismos. Para planta tem 
que ser curado, mineralizado. 
• Correção de solo? Para que serve? Como se faz? : Para corrigir um solo se parte 
de várias análises: De fertilidade, de compactação, de acidez,, de textura. Para 
pitayas: Corrigir acidez ao implantar, calcário dolomítico ( cálcio + magnésio). 
Durante ciclo, repor cálcio com outras fontes. 
ADUBAÇÃO – DR DEJALMO 
• Gesso, calsite, farinha de ostra,concha: Daí vamos aproveitar outros elementos que 
tiver- micro nutrientes, por ex: Farinha de ostra que tem bom cálcio e muitos micros. 
No mercado tem várias fontes comerciais. Adubação se faz de correção de solo ou 
em função das necessidades de cada planta. Conhecemos pouco pitaya. 
• Correção de Fósforo no solo: Conforme análise, se os níveis forem muito baixos, as 
fontes de fósforo para correção são fosfatos naturais, super simples, super triplo. 
• Para correção: Correção de Matéria orgânica, compostagem, adubação verde, 
incorporação de restos vegetais, estercos. Quais melhores restos de cultura? 
Aqueles disponíveis, aqui no sul casaca de arroz queimada, serragem, palhas e no 
meio da plantação leguminosas, gramínea até pode ser , mas geralmente ocorre a 
alelopatia, ou concorrência de raízes. As leguminosas além do nitrogênio, tem raízes 
profundas, tem rizobios: Perde mais folhas, 
ADUBAÇÃO VERDE 
• Adubação verde: 
• O amendoim forrageiro absorve nitrogênio que é convertido como adubo 
sendo aproveitada pela pitaya como um adubo verde. 
• Controle de ervas daninhas: o amendoim forrageiro espalha de forma 
agressiva impedindo o desenvolvimento de outras plantas invasoras. 
• Controle da evaporação do solo: o amendoim cria uma cobertura 
fechada e alta impedindo o aquecimento do solo e preservando a 
umidade do solo. 
• Matéria orgânica: a palha seca do amendoim fornece matéria orgânica 
para o solo e as suas raízes profundas tornam o solo mais permeável e 
rico em matéria orgânica. 
• Dispensa a necessidade de roçadas. Como é uma planta rasteira a 
necessidade de roçar é menor. 
Imagem: Bolivar 
ADUBAÇÃO VERDE 
• Além dos benefícios apresentados no slide anterior o Dr. Dejalmo indica o uso 
do amendoim forrageiro porque ele promove proteção para as raízes da pitaya 
que fica muito na superfície do solo conforme foto ao lado. Porém ele indica 
usar a partir do 3º ano. Antes, durante a implantação e dois anos iniciais o 
indicado são as ĺeguminosas como trevo visiculoso e trevo vermelho que as 
raízes penetram até 2metros no solo criando microcanais que vão facilitar a 
drenagem do solo. Como as raízes da pitaya são muito superficiais a partir do 
3º ano elas vão se propagar longe do pé e não será mais viável capinar o solo. 
Como o amendoim controla as ervas daninhas, protege as raízes da ensolação 
e dispensa a capina, é a melhor escolha cobertura do solo. 
• Alex Favaro, afirma que acha muito válida a aplicação do amendoim, que 
deve-se pensar não somente nos nutrientes, mas nas vantagens acumuladas, 
proteção do solo, clicagem de nutrientes, melhorias nas características físicas 
do solo, acúmulo de matéria orgânica entre outros benefícios. 
Imagem: Antonio Dal Moro 
ADUBAÇÃO QUIMICA X ORGÂNICA 
• De uma maneira ampla em diversas oportunidades os integrantes do grupo 
afirmam que a adubação química deve ser evitada. 
• Motivos: 
1. Adubo químico deixa sem sabor, orgânica fica mais doce. 
2. Adubo químico reduz a validade, orgânico dura mais. 
 
• Também é notório que a adubação química gera danos ao meio ambiente a 
longo prazo, poluindo o lençol freático e acumulando sais no solo. 
ADUBAÇÃO FOLIAR 
• Vários integrantes do grupo afirmam que não é muito eficaz, entre eles Adhemar que 
tem mestrado em adubação e afirma que não apresenta resultados. 
• Eduardo de Marialva no PR afirma que se for feita adubação foliar deve ser feita no 
início da manhã ou final da tarde quando os estômatos estão abertos. 
• Dr. Dejalmo afirma que o órgão adequado para absolvição de adubos, as folhas tem 
estômatos que abrem e fecham por estímulos externos, como vento por exemplo, 
alem disso os cladódios possuem serosidades que dificultam a aderência das 
gotículas nos cladódios, ele afirma que fará um experimento em plantas adultas com 
bastantes raízes aéreas, a ideia é que as raízes aéreas absorvam mais. 
• Bruno de Ituiutaba afirma que adubação foliar funciona principalmente se tiver Zinco 
e magnésio, zinco para alongamento da folha e magnésio para formação da clorofila. 
CONTROLE DE ERVAS DANINHAS 
• Como já foi falado em outros slides uma forma de controle das ervas daninhas é 
o amendoim forrageiro, ele cobre toda superfície e abafa outras ervas. 
• Ricardo Guisso de Sananduva e Valteni de Santa Maria usam pneus na base do 
mourão com cobertura morta. 
• Cobertura morta também é uma prática interessante, pois além de inibir outras 
ervas daninhas também mantém a umidade do solo e forma matéria orgânica. 
• Como as raízes da pitaya são superficiais a capina não é recomendável, a 
maioria dos produtores escolhe a roçadas das gramíneas para controlar o 
tamanho. 
TUTOREAMENTO 
• A pitaya é uma trepadeira e necessita de um tutor para subir. Pode ser uma árvore, 
uma cerca, parede, etc. O mais utilizado são os mourões de madeira com uma cruz 
no topo é um pedaço de pneu para apoiar os cladódios. Este sistema tem variações 
usando outros materiais conforme disponibilidade do local como madeira, cimento, 
metal etc. De uma maneira geral deve existir um apoio no topo dos mourões. 
• O tutor pode ser de madeira, cimento ou pedra em dimensões de no mínimo 
10x10cm. Se for construído em algum outro tipo de material pode ter dificuldade para 
fixar as raízes aéreas. 
• No caso de madeira é recomendado eucalipto vermelho com cerne ou outra madeira 
resistente, na região nordeste o Sabiá é muito usado. Se for de boa qualidade não 
necessita de tratamento. Postes de madeira tratada devem ser evitados para cultivo 
orgânico. 
• Outras formas de condução também são usadas como espaldeira com os arames 
forrados com mangueiras, postes do tipo usado para videiras/várias etc. 
TUTORAMENTO 
• O Eng. Ag. Dejalmo relata que tutores 
tratados podem apresentar problemas 
de fitossidade na pitaya, os cladódios 
apresentam manchas e as raízes 
queimam e ficam secas. 
• Nilton relata que teve vários problemas 
com tutores tratados. 
• Alguns produtores não identificam 
problemas com mourões tratados. 
Como não sabemos como o mourão foi 
tratado é prudente evitá-los 
• O tutor é importante porque ele precisa 
durar de 20 a 30 anos. 
Imagens: Foto 1 Dejalmo, fitossidade Foto 2 Nilton eucalipto vermelho. Foto 3 Nilton eucalipto tratado 
TUTOREAMENTO 
Imagem: Fotos diversas do grupo 
TUTORAMENTO – ESPALDEIRA, SISTEMA 
JAPONÊS 
• Existem outros padrões de plantio ainda pouco usados no Brasil, segue fotos. 
Imagem: Fotos diversas do grupo, foto da Direita plantio do Estefano - RS 
TUTORAMENTO 
• De uma maneira geral os mourões devem ser enterrados entre 50 e 60cm. 
• Para um adequado manejo da planta o mourão não pode ficar mais alto que 
1,5m para facilitar a polinização e colheita na parte de cima da planta. 
• Logo o mourão deve ter entre 2m e 2,10m 
• Outro fator importante na comunicação no grupo e entre produtores é número de 
mudas por tutor, sempre é importante quando falamos no número de “plantas” 
explicarmos quantas mudas temos por tutor como referência, ou ainda dizer 
tenho 500 tutores e 1000 mudas por exemplo, neste caso presume-se 2 mudas 
por tutor. 
TUTORES VIVOS 
• Uma outra forma de tutoramento utilizada é o uso de outras 
plantas vivas como suporte para a pitaya. Nas regiões mais 
quentes como norte e nordeste a gliricidia é bastante 
utilizada. 
• A gliricidia retém o nitrogênio ajudando na adubação. 
• Ela não compete com a pitaya porque as suas raizes são 
profundas. 
• Nas épocas de maior ensolação a planta faz um 
sombramento para a pitaya e em outras épocas ela é 
podada e as suas folhasservem de adubo no solo. 
• Estas podas ocorrem então antes das safras. 
Imagem: Edison (Tomé Açu –PA) 
ESPAÇAMENTO E DENSIDADE DE PLANTIO 
• O espaçamento adequado entre as plantas permitira que a planta tenha acesso 
a luz, que as pessoas consigam trabalhar entre as plantas e que equipamentos 
sejam usados no manejo da cultura. Não existe uma regra fixa mas todas 
experiências são validas, segue alguns exemplos: 
• Jacir. Estou colocando os mourões com distancia de 3 em 3 metros e entre 
linhas de mourões de 4 em 4 metros. 3 mudas por tutor. 
• Germano. Trabalho com postes de concreto espaçamento entre postes 2,5 
metros e 3,5 metros entre linhas3 mudas por poste. 
• Paulo Fittipaldi. Tenho 4 na rua e 3 entre plantas. 2 mudas por poste. 
• Matheus Soares. Espaçamento de 4m entrelinhas para passar Tobata ou trator. 
ESPAÇAMENTO E DENSIDADE DE PLANTIO 
• Mais exemplos: 
• Douglas. Tenho 3x3, 3,5x2,5 e 4x2,5 e a partir de agora irei fazer sempre 4x2,5 e 
três ou quatro mudas por mourão. 
• Mauricio. Coloquei no mesmo jeito que o Feltrin porém com duas mudas por 
mourão, ou seja, 2 mourões a cada 1 metro e 1,50 m entre eles e 3,50 entre 
fileiras. 
• Telvio. Eu 2 por mourões 2.5 por 2.5 e entre linhas 3 metros só que no espaço 
dos 2.5 vou fazer tudo linha e vou acrescentar 3 mudas. 
• Luiz Carlos. meu espaço é pouco inicialmente,vou fazer 3x2,com 3 mudas por 
palanque. 
ESPAÇAMENTO E DENSIDADE DE PLANTIO 
• Mais exemplos: 
• Sergio. As minhas é de 2,5 entre linhas e 1,3 de um mourão a outro 1 muda 
cada. 
• Lucia. As minhas são de 2m e entrelinhas 3m , eu planto uma muda por pé e o 
Mourão quase não aguenta, os mourões que uso são tratados e de 10 cm. 
• Mateus Rech. Temos 1,5 X 3 e 2 a 4 mudas por Mourão. 
• Jubes. O meu é 2 entre plantas com 4 entre ruas. 2 mudas por mourões. 
• Almir. No meu projeto feito pela Emater colocaram 2 metros entre mudas e 3mts 
entre fileiras. 
• Sawada. Aqui uso espaçamento de 2,5 x 3 e 3x3m. 
APLICACÕES PARA DIFERENTES CORES DE 
POLPA 
• Partindo do tema variedades acabamos debatendo sobre as cores de polpas. 
• Polpas brancas são mais adequadas para venda para consumo “in natura”. 
• Polpas vermelhas e rosadas são mais adequadas para uso industrial, culinário, 
bebidas, etc. 
• A adequada escolha da cor da polpa é muito importante no futuro de um plantio 
comercial, deve-se ter em mente se o mercado que ser quer atingir absorve tudo 
que se deseja produzir. 
VARIEDADES 
• Existem inúmeras variedades de pitayas. De uma forma geral identificamos como 
branca, vermelhas e amarelas. 
• As variedades podem ser melhor exploradas na tabela de variedades do grupo. 
PROCEDÊNCIA DA MUDA 
• Alberto Sawada afirma que tem que ser mudas provenientes de plantas adultas e 
produtivas de bom tamanho E também que as mudas para envio devem estar bem 
cicatrizadas (10)dias. 
• DR. Dejalmo comentou que sempre devemos desinfetar (as mudas) com calda 
sulfocálcica, para evitar contaminação na propriedade é seguir tratamento com calda 
bordalesa. 
• Germano alertou sobre mudas originadas de brotos e ou descarte. Para ficarmos 
atentos que tem vendedor de muda entregando brotos. Sawada apoiou o 
comentário do Germano afirmando que as mudas devem ter 40cm e devem ser 
maduras, com tonalidade verde escura. 
• Dejalmo alertou para a necessidade de cicatrizar o corte da muda na sombra já que 
o corte é porta de entrada de fungos. 
Imagem: Alberto Sawada 
MUDAS. CORTE E CICATRIZAÇÃO, FUNGICIDAS 
• As mudas por estaquia são obtidas com o corte de um cladódio. Este corte deve 
ser de preferência no nó do cladódio. 
• Quando o cladódio é longo ele pode ser cortado em partes e as pontas devem 
ser cortadas em “V” para reduzir o contato com a terra ou depósito de água no 
topo. Estes cortes podem ser protegidos com calda bordalesa (fungicida). 
• Recomenda-se que estas mudas após o corte passem por um tempo de 
cicatrização. Não existe consenso sobre o tempo de cicatrização, mas entre os 
integrantes do grupo são citados prazos de 1 ate 15 dias, entretanto a maioria 
das citações giram em torno 4 a 10 dias. 
Imagem: Vídeo do Matheus Soares 
CULTIVO POR SEMENTES 
• Alguns integrantes do grupo tem experiências com a propagação de mudas por 
sementes, porém não existe consenso sobre quanto tempo leva para frutificar, as 
informações variam de 2 a 5 anos; 
• Pelo elevado tempo de demora e incerteza em relação às características do fruto 
e planta, o cultivo por sementes não é viável para fins comerciais; 
Imagem: Rogério 
ENXERTIA 
• Alguns integrantes do grupo tem experiência com enxertia, na maioria 
dos casos o propósito é acelerar a propagação e uma variedade mais 
rara ou de cultivo mais lento, como as amarelas com e sem espinho. 
• Existem variações de métodos, mas o mais comum será descrito no 
próximo slide; 
Imagem: Telvio e Alberto Sawada 
ENXERTIA, PASSO A PASSO 
• Cortar a ponta superior do cavalo, remover parte da ponta de baixo do enxerto 
expondo a parte lenhosa do centro do enxerto, fazer um furo com uma broca de 
6mm no centro do cavalo, inserir a parte lenhosa do enxerto no furo do cavalo, 
empurrar até as faces dos cortes se encontrarem, fixar com uma fita crepe. 
Imagem: Vídeo do Quintal da Pitaya 
ENXERTIA 
• Dr. Dejalmo: Qual a função do enxerto? Melhorar sistema radicular, melhorar a 
resistência, melhorar as condições de fitossanitária, iniciar uma nova planta 
pulando etapas iniciais. Alguns exemplos de fotos publicadas por vários 
integrantes do grupo: 
Imagens: imagnes diversas do grupo 
PLANTIO 
• Sobre fazer cova/berço para o plantio ouve questionamentos sobre a 
necessidade da cova. As pitayas tem dois tipos de raízes. Uma superficial que 
busca os nutrientes e outra mais profunda. Logo é interessante que o solo seja 
descompactado. 
• Dejalmo afirma que quando se fala em plantar PITAYA a cova pode ser negativa, 
dependendo do solo. Quando raso e compacto pode formar uma cacimba com 
água da chuva, onde foi colocado estercos, adubos e daí forma um caldo ácido . 
Imaginem as raízes ali dentro, QUEIMA. Dependendo do solo , faça uma 
amontoa e planta raso, PITAYA não gosta de solo com saturação de água. 
• Sobre o tamanho do berço o Sr. Dejalmo comenta que isso varia mas que de 
qualquer forma a adubação com o passar do tempo será feita cada vez mais 
distante do mourão. 
PLANTIO 
• Sobre plantar a muda a partir do corte do nó ou expor a parte lenhosa do 
cladódio o Sr. Dejalmo comenta que o enraizamento é mais rápido quando a 
parte lenhosa é exposta. 
• Ele também comentou que quando se tem tempo para por as mudas num 
berçário e plantar elas com raízes é melhor. Mas se não existir tempo para isso 
também pode ser normalmente plantado direto no “campo”. 
• A ponta que fica para baixo deve ser bem identificada para não plantar a muda 
virada ao contrário, em geral deve-se observar os espinhos que na maioria ficam 
voltados para cima. 
• A muda deve ser enterrada entre 2 e 3cm no solo, não mais do que isso para não 
causar apodrecimento da muda. 
ENRAIZAMENTO 
• Muitos integrantes do grupo tem por prática a implantação de berçários, canteiros ou 
sacos plásticos como solo preparado com bastante matéria orgânica ou com substratos 
como fibra de coco, serragem, ert. 
• O principal propósito desta prática é promover o enraizamento da muda em local 
protegido e antecipar ciclos do cultivo, desta forma quando a muda “for a campo” ela já 
está mais preparada para enfrentar o clima e poderá absorver nutrientes antes, crescendo 
mais rápido. 
Imagens: Cláudia Tosta, Josy, Thiago Azevedo, Mateus Sarmento 
CUSTOS DEIMPLANTAÇÃO 
• A pitaya é uma planta perene. O custo para implantar o pomar é um 
investimento. 
• Fazem parte do custo de implantação tudo que você precisar para o plantio, tais 
como: 
1. Preparo do solo, análise, adubo e calcário usado no preparo do solo, irrigação, 
etc. 
2. Palanques, tutores, mourões, sistemas para condução no topo do tutor, etc 
3. Máquinas e ferramentas usadas para o plantio. 
4. Cercas para conter animais. 
5. Toda mão de.obra usada nestas atividades e nos meses iniciais. 
CUSTOS DE OPERAÇÃO DO POMAR 
• São custos de operação do pomar todos custos inerentes ao 
manejo da cultura após a implantação. 
• São exemplos de custo para a produção: 
• Mão de obra que pode variar conforme a época do ano/safra 
• Polinização e colheita ao longo dos meses de floração. 
• Manutenção da cobertura do solo no restante do ano. 
• Podas, adubação e controle de pragas e doenças durante todo ano. 
• Adubação, fertilizantes e produtos para controle de problemas de qualquer 
natureza. 
• Gastos com equipamentos, combustíveis e manutenção. 
• Custos de transporte e armazenamento. 
CONDUÇÃO DA MUDA 
• De uma maneira geral a muda deve ser amarrada ao tutor com uma tira de tecido 
macio quando plantada e novamente amarrada acima conforme for crescendo. 
• Alguns produtores afirmam que deve ser escolhido um broto principal para ser 
conduzido até o topo do mourão outros afirmam que mais brotos podem também 
ser levados até o topo sem prejuízo ao desenvolvimento da planta. 
PODA 
• Na pitaya existem 3 tipos de poda. Duas de formação e uma de brotação. 
• Formação. Todos cladódios que nascem abaixo do suporte devem ser 
removidos, eles podem ser aproveitados como mudas se não forem muito 
pequenos. 
• Formação da copa. Quando a pitaya chega no topo do tutor e ultrapassa o 
suporte ela pode ser despontada para estimular a brotação e assim formar a 
copa. (A copa pode se formar sem esta poda). 
• Poda de brotação. Antes da primeira florada pode-se fazer um desponte dos 
cladódios para estimular a brotação floral. 
• Obs: o desponte serve para quebrar a dominância apical, crescimento 
vegetativo, ou seja a planta passa a “crescer para os lados” 
CONSÓRCIO COM OUTRAS CULTURAS 
• O espaço entre as linhas da pitaya pode ser usado para outras 
culturas ou a pitaya pode ser cultivada no meio de outras culturas. 
Nas duas situações o objetivo é o melhor aproveitamento da área e 
também pode significar redução do investimento com cercas, 
irrigação entre outros. 
• Alguns integrantes sugeriram plantios rasteiros como batata doce 
por exemplo. 
• Outra opção é plantar pitaya nas entrelinhas de outra cultura com 
espaçamento maior como por exemplo a nogueira pecã ou ainda 
aproveitar os tutores como suporte temporário durante o 
crescimento da muda para outras culturas como a Physális que 
precisa ser conduzida como tomateiro. 
Imagen: Alessandro de Casa Branca SP, Abacate + Pitaya 
IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO 
• A pitaya necessita em torno de 1500mm de chuva durante um ano. É uma fruta 
tropical, necessita de água ainda que pareça contraditório por se tratar de uma 
cactácea. 
• Uma vez que é necessário irrigar pode-se economizar tempo e mão-de-obra se 
misturarmos fertilizantes e ou adubos na água utilizada na irrigação. Pode-se 
usar adubos solúveis em água ou fertilizantes líquidos, entre eles o chorume 
produzido em composteiras ou preparados curtidos de esterco, cinza, pó de 
ossos etc. 
• A concentração da mistura deve ser bem baixa para não provocar danos nas 
plantas. 
EXEMPLO DE FERTIRRIGAÇÃO ECONÔMICA 
• No exemplo ao lado vemos o 
fertilizante líquido ou diluído 
sendo misturado em pequena 
quantidade escorrendo da 
bombona para um tanque de 
fibrocimento que recebe uma 
quantidade maior de água, este 
sistema é útil para mistura em 
sistemas por gravidade. 
• Para ver mais: 
https://youtu.be/cuEPebF88Nw 
Imagens: captura de imagem do vídeo do link ao lado 
IRRIGAÇÃO 
• Mateus Moreti de Vatuporanga recomenda mangueiras para gotejamento com 20 ou 
30 cm de distancia entre os gotejadores, com distâncias maiores como 50cm por 
exemplo dificilmente vamos conseguir fazer coincidir o ponto do gotejador com a 
muda. 
• Enilson de Seabra BA, também pensa semelhante, ele afirma que para usar fita de 
50x50cm só se a fita for instalada antes do plantio e a posição do plantio for 
orientada pelo gotejamento, caso contrário é desperdício, ele também recomenda o 
uso das fitas sem furos e que se coloque os furos/gotejadores onde se deseja. 
• Quanto a quantidade de água a ser aplicada, isso varia de região para região, 
conforme o clima, é muito importante o produtor testar o volume de água aplicado e 
observar muito a reação das plantas e nível de evaporação para definir quantidade e 
frequência de irrigação. 
IRRIGAÇÃO 
• Antonio Dal Moro afirma que usa sistema de gotejamento, inicialmente aplicava 
sobre o solo e posteriormente ergueu para facilitar as roçadas. Ele afirma o 
gotejamento lhe parece melhor porque assim utiliza o sistema por gravidade, 
reduzindo custos e desperdícios, além de que pode adicionar fertilizantes na 
água (Fertiirrigação). Também observa melhor aproveitamento da água que é 
absorvida aos poucos porque é absorvida lentamente. Associado ao sistema de 
gotejamento o Antonio também usa a proteção do solo com cobertura morta, 
assim ele mantém a umidade do solo por mais tempo. 
• Matheus Soares de Gaivota – SC usa sistema de gotejamento, ele recomenda 
usar no máximo linhas de 100m com sistema não compensado, mais barato. Ele 
deixar o gotejador virado para cima, desta forma ele não pinga por vontade 
própria, somente quando acionado. 
POLINIZAÇÃO 
• Antônio Dal Moro afirma que as pitayas se classificam de 3 formas quanto a 
polinização: 
• Totalmente férteis: são aquelas que produzem frutos com padrão constante de 
tamanho com o próprio pólen da flor. 
• Autoférteis: São as que produzem frutos com o próprio pólen, mas são menores do 
que quando passam por polinização cruzada* 
• Não autoférteis: São as variedades que necessitam obrigatoriamente do pólen de 
outra variedade, polinização cruzada* 
*próximo slide 
POLINIZAÇÃO CRUZADA 
• Para polinizar manualmente a flor. Você deve coletar o pólen 
de flores de outras variedades sacudindo a flor dentro de um 
saco plástico ou pote, feito isso em algumas flores, com o 
dedo ou com um pincel “sujar” o estigma da flor que se 
deseja polinizar com este pólen. 
• Para variedades não auto-férteis a polinização só ocorre 
quando é feita manualmente e cruzada. 
Imagens: Ednardo Pinto meionorte.com e Almeida 
POLINIZAÇÃO CRUZADA 
• Xênia: capacidade da planta aumentar o 
tamanho do fruto quando polinizada com o 
pólen de outra variedade diferente, isso 
vai resultar em frutos maiores na maioria 
dos casos. 
• Nas fotos ao lado, frutos da Halley Comet, 
a menor sofreu polinização natural e 
resultou em frutos entre 140g e 170g, na 
foto maior a mesma variedade com 
polinização cruzada o fruto possui 563g, 
 
Imagem: Antônio Dal Moro 
USO DE COPOS DESCARTÁVEIS NA 
POLINIZAÇÃO 
• Alguns produtores utilizam copos descartáveis 
para proteger o pólen de uma possível chuva 
antes da polinização. Então o produtor coloca os 
copos nos botões florais quando eles estão com 
um dia ou dois para abrirem. Assim se chover o 
pólen ficará seco. 
• Esta atividade não é feita em todo pomar, 
apenas numa quantidade suficiente de flores 
para recolher o pólen necessário. 
Imagem: Telvio 
FORMAS DE CONSERVAR O POLÉN 
• Algumas variedades podem florir com algunsdias de diferença, 
desta forma para fazer a polinização cruzada é necessário 
conservar o pólen. O sr. Ivo de Turvo SC afirma que consegue 
conservar o pólen por até 4 dias dias na geladeira, ele envolve o 
pólen em um lenço de papel, coloca dentro de um pote plástico e 
guarda na porta da geladeira. 
INSETOS - REPELENTES 
• O Almeida da região do Triângulo Mineiro pulveriza água com fumo 
curtido logo após polinizar a flor. Segue o relato dele: 
• Então, aqui na região temos uma espécie de besouro bem pequeno que 
entra dentro da flor e com alguns dias ela começa a apodrecer. Sendo 
assim, jogamos água com fumo curtido, isso os repelem e dá o tempo 
para a flor murchar, então eles não tem mais o interesse em entrar na 
flor. Caso a chuva esteja próxima, nós até adiantamos a abertura da flor e 
polinizamos logo para não corrermos o risco da perda do pólen durante a 
chuva, logo procedemos com a borrifada do repelente e de manhã, 
devido a chuva, voltamos e jogamos mais um pouco, no caso, porque foi 
lavado pela chuva. 
INSETOS - REPELENTE 
• O Sergio de Turvo em SC usa outra formula que segue: Meio 
kg de alho meio kg de pimenta malagueta esmaga e coloca 
em 5 litros de álcool deixa uns 15 dias depois coloca 100 ml 
em 20 litros de água e pulverizar. 
• Bolivar usa um adesivo amarelo que atrai os insetos, 
incluindo a abelha Arapuã ou Irapuã, e o inseto fica grudado 
no adesivo, o produto é naturalmente orgânico uma vez que 
não se trata de veneno, o nome é Amarillo. 
 
USO DE PROTEÇÃO NOS FRUTOS 
• Alguns produtores como a Neusa e o Nilton de São Paulo usam redes ou sacos de 
TNT para proteger o fruto quando esta na fase de amadurecimento. Uma empresa 
do CE chamada TNTEX produz um saquinho com fecho rápido chamado de 
Agrotex 
Imagem: Fotos diversas do grupo 
PONTO DE MATURAÇÃO 
• Conforme afirma o Dr. Dejalmo, a pitaya é uma fruta não climatérica, ou seja, não 
amadurece após colhida, não ocorre transformação de açúcar, portanto pitaya se 
colhe madura. 
• Alguns integrantes afirmam que a hylocereus polyrhizus racha quando 
permanece muito tempo no pé, Leila afirma que a dela que ocorre isso é 
chamada de casca rosa do pará. 
 
CONSERVAÇÃO APÓS A COLHEITA 
• Estima-se que a pitaya dure 15 dias em temperatura ambiente e 30 dias em 
camara fria com temperatura entre 5 e 10°c porém com esta temperatura tão 
baixa a casca perde a boa aparência, então temperaturas pouco acima dos 10°c 
tem sido usadas com sucesso. 
• No caso de armazenamento sem refrigeração ele deve ser feito em local a 
sombra. 
• Conforme experiência do Junior após a colheita o fruto terá maior durabilidade se 
borrifar própolis no corte. 
• No caso de polpa congelada a durabilidade pode se estender por até 12 meses. 
EQUIPAMENTOS 
• Equipamentos para manejo da cultura são necessários para cultivo comercial. 
Dentre os produtores do grupo são recomendados os equipamentos menores 
conforme as fotos: 
Imagem: Fotos diversas do grupo 
TEOR BRIX 
• Um aparelho chamado refratômetro mede o teor de 
sólidos solúveis (brix) que é usado para avaliar o teor de 
açúcar da fruta. 
• Conforme o tipo de adubação e solo uma mesma 
variedade pode apresentar teores diferentes. 
• Frutas de variedade diferentes podem apresentar teores 
de açúcar diferentes. De uma maneira geral as pitayas 
vermelhas de polpa branca tem menos açúcar que as 
outras. 
TEOR BRIX – RELATOS DIVERSOS 
• Rubens, colecionador de SP: Eu sou a favor de pitaya com Brix maior, como sou 
colecionador já fiz nestes 2 últimos anos, vários testes de degustação com 
amigos, parentes e a preferência de 100% foi nas pitayas que tem Brix mais alto. 
Tenho aqui a cebra, orejona, branca colombiana e amarela colombiana e a 
preferência foi pelas de Brix maior. 1° lugar amarela colombiana, 2° lugar branca 
colombiana, 3° cebra, 4° lugar orejona. Mas concordo com a preferência pessoal. 
Porque já li que numa degustação uns acharão que a pior degustação de 
algumas variedades era a el grullo enquanto uma pessoa achou que era a 
melhor. 
• Edilio Rosa: Não tem como comparar brix da amarela com as outras. Pode 
plantar a amarela na pior terra do mundo que mesmo assim ela ainda vai ter o 
maior brix. Acho que o que estamos discutindo é como ter um brix elevado nas 
pitayas de casca vermelha. 
TEOR BRIX –RELATOS DIVERSOS 
• Dr. Dejalmo, a qualidade de uma fruta passa por vários fatores. Sanidade, 
resistência no armazenamento, acidez e teor de açúcar. Hoje se valoriza muito 
nos alimentos, sua capacidade funcional, teor de compostos fenólicos (anti 
oxidantes). Tudo isso depende do equilíbrio de tratos agronômicos. A 
temperatura tem influência no Brix, maior luminosidade e calor maior 
transformação de energia elétrica em energia química ( formação de glicose) , 
mas aqui no sul nossas pitayas são mais ácidas, destacam mais o aroma e 
sabor. 
• Leila: Meu solo é ácido, pobre em nutrientes, temperatura e umidade elevadas, o 
inverno é de muita chuva. Como eu já disse, faço uso do cultivo orgânico. Uso 
estercos de aves e bovino, cinza, adubo verde, caldas, biofertilizantes, EM 
(micro-organismos eficazes) e etc. Minhas frutas são doces e saborosas. 
TEOR BRIX – RELATOS DIVERSOS 
• Adhemar –SC. Concordo com o Rubens Moreira, que os consumidores preferem as pitaias de polpa 
vermelha e mais doces. Falo isso porque converso com os consumidores e feirantes de nossas cidades 
menores aqui da região, onde já tem oferta da fruta na maioria delas e os mesmos já conhecem a fruta. Nas 
cidades maiores ainda a fruta é desconhecida pela grande parte da população.O fator mais importante para 
se ter um grau Brix alto é o material genético. Faço esta afirmação com absoluta certeza. Pergunto:Porque 
a pitaya amarela Colombiana, plantada no mesmo solo e clima no Recanto das Pitayas dos Irmãos Feltrin 
em Turvo SC, possuem um Grau Brix maior que as pitayas de polpa vermelha e pitayas de polpa branca? 
Depois vem os outros fatores para definir o Grau Brix, como ponto correto de colheita quando as brácteas 
do fruto estiverem bem vermelhas (pitayas de casca vermelha), temperaturas mais altas, fotoperíodo maior 
e adubações equilibradas. O nutriente potássio confere maior doçura na fruta além de oferecer maior 
resistência às geadas. O potássio não faz parte de nenhuma molécula orgânica vegetal, ele está livre, por 
isso é considerado um catalisador para outras reações químicas.O nitrogênio em excesso, prejudica a 
qualidade da fruta, com menor teor de açúcar, além de deixar a planta mais suscetível as geadas, ao ataque 
de pragas e doenças, por conter na seiva maior quantidade de Nitrato e amônia livres, que é um prato cheio 
para pragas e doenças se instalarem. 
BRIX – RELATOS DIVERSOS 
• Antonio Dal Moro: estou acompanhando agora a discussão sobre brix... e gostei do li nos vários posts 
dos participantes! 
• Vou concordar e discordar com vários comentários... Concordo com o Edilio quando afirma que não 
podemos comparar de forma direta espécies diferentes como se todas tivessem que ter o mesmo teor 
de brix... Uma Selenicereus setaceus - pitaya do cerrado - tem brix alto por natureza, como uma 
Selenicereus megalanthus (agora Hylocereus megalanthus) - pitaya amarela da Colombia. Seria 
judiação comparar o brix dessas com a Hylocereus undatus - Pitaya de polpa branca e casca 
vermelha, também as Hylocereus polyrhizus - pitayas polpa vermelhas. Também alguns híbridos 
desses cruzamentos apresentam novas variedades com brix alto e médios....Mas independente do 
brix de cada uma dessas espécies ou variedades... o que eu levaria em consideração é o sabor (e 
conceito de sabor é abstrato) que cada uma tem....• Vou discordar com alguns quanto a preferência da maioria por frutos com brix alto (Brix é teor de 
açúcar), pois quando se prova vários tipos de frutos sempre haverá alguma que irá agradar 
determinado paladar... as pessoas são diferentes e possuem gostos diferentes.... Eu conheço várias 
pessoas que gostam de pitayas doces e outras que preferem aquelas com um pouco mais de acidez... 
• Também vou concordar com o Ademar quando diz que a composição genética da planta ou do fruto é 
primordial...Os novos híbridos que o digam... vários cruzamentos entre as variedades tem gerado 
plantas extraordinárias e isso é um caminho sem volta... Teremos uma quantidades enorme de novos 
híbridos a cada ano, mas aqueles que atingirem a preferência da maioria irão permanecer... 
BRIX – RELATOS DIVERSOS 
• Antonio Dal Moro: Outra tendência que o Dr Djalmo mencionou é que hoje muitas 
pessoas estão querendo consumir pitayas por uma questão funcional, por aquilo que 
de bom elas trazem para nossa saúde.Esse é um ponto que considero até mais 
importante do que o brix em si. O que precisamos é por em prática uma sugestão do 
próprio Dr Djalmo: fazer um encontro nacional ou regional com muitas variedades e 
espécies para degustação sensorial... para realmente conhecer o que as pessoas de 
cada região ou localidades preferem...Eu particularmente gosto de pitayas de alto 
teor de açúcar... mas que tenham bom sabor! Porque entendo que uma boa fruta não 
depende somente do brix alto. 
• Não sei se fui claro... mas esta é minha opinião! Em tempo: o híbrido Kathie Van 
Arum tem uma teor alto de açúcar (Brix alto), mas o sabor da fruta é diferente de 
tudo o que já provei... é exótico, diferente.... Eu gosto, mas muitas pessoas que 
gostam de pitayas com brix alto não gostam... por isso digo que sabor e paladar é 
abstrato. 
 
CALENDÁRIO 
• O Brasil é um país com dimensões continentais, quando falamos em calendário é 
impossível fazer uma sugestão de calendário que atenda a todos climas do país, 
mas é muito importante que cada produtor tenha o seu, com base nas 
características climáticas de cada região, no sul isso é mais importante que em 
outras regiões devido a divisão clara das quatro estações. 
• É muito importante que cada produtor tenha em mente que determinadas épocas 
do ano a planta está mais propícia para um determinado ciclo da vida dela, 
exemplo durante a floração não é adequado plantar porque a planta está no ciclo 
de floração e não preparada para enraizar, e assim por diante. 
CALENDÁRIO 
• Sugestão de calendário para a região Sul: 
• De novembro a maio, floração e frutificação, época devem ser aplicados os 
adubos que contribuem para a formação do fruto e para melhorar o grau Brix. 
Época de colheita e polinização. 
• De Maio a Agosto, como fim da safra as plantas precisam de adubação para 
passar o inverno, em agosto iniciam as brotações, necessário avaliar a 
intensidade das geadas e avaliar a necessidade de proteção. 
• Maio a Julho, preparação de novas áreas para plantio. 
• Agosto e setembro, época de podas e preparação de mudas para plantio. 
• Outubro, época de fazer a poda para estimular a floração. 
ESTRATÉGIAS DE POSICIONAMENTO DE 
MERCADO – COMO EVITAR INTERMEDIÁRIOS 
• Jonas, de Paraíso do Sul indica que a canibalização entre produtores deve ser 
evitada, uma saída seria a formação de cooperativas para venda em conjunto. 
• Valteni apresentou detalhadamente a sua estratégia de divulgação, passando por 
palestras em faculdades, escolas, degustações em supermercados, etc. 
• Algumas pessoas não conseguem se envolver em toda cadeia produtiva, 
portanto os intermediários podem ser importante, para aqueles que conseguem 
fazer a venda, algumas estratégias ajudam. 
• Maurício de Paris, de Viamão RS por exemplo fez demonstrações e degustação 
em supermercado. 
• Outra estratégia pode ser de beneficiar o a pitaya transformando assim em 
produtos mais duráveis e assim ganhar tempo para estocar e vender o produto. 
 
MERCADO 
• Edicon da BA afirma que: Plantou visando o mercado local e posteriormente 
Salvador As plantas São novas ,vendeu 2 toneladas atacado e varejo, fez 
muita degustação e feiras agropecuárias e orgânicas Atacado foi para 
supermercados de Irecê e Feira de Santana. 
• Adhemar de SC afirma que hoje foi na feira livre e ainda tinha pitaias temporonas 
de casca vermelhas de polpa branca e polpa vermelha.O feirante me informou 
que a preferência dos consumidores é pela polpa vermelha.Quando ele vendia a 
sete reais/ kg (plena safra) não tinha oferta suficiente pela atender a demanda. 
Agora no final da safra a dez reais/kg a demanda pelos consumidores diminuiu, 
mas mesmo assim ele vende. 
COMO ADAPTAR A GEADA AO FRIO 
• O Telvio de Benjamin Constant do Sul planalto gaúcho, recomenda 
cortar capim elefante e amarar na volta da planta. 
• Thiago de Caxias do Sul, serra gaúcha, afirma que ira testar 
papelão ondulado enrolado na planta envolvidos com um saco de 
lixo de 200 litros resistente. 
• Dejalmo De Arroio Grande, sul do RS divisa com o Uruguai afirma 
que em 4 anos nunca teve problemas com geada mas acredita ser 
adequado usar o sistema de aspersão de água da mesma forma 
usada nos pomares de pêssego. 
• Bolivar de Caçapava do Sul, campanha gaúcha, irá usar 
“isomanta” enrolada na planta. 
• Valdinei usou TNT para envolver os mourões, foto ao lado 
• Ricardo de Sanaduva usou BigBags, foto ao lado. 
Imagens: Valdinei e Ricardo 
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL 
• No oriente é prática comum iluminar os pomares com 
lâmpadas nas entrelinhas durante um período de 
inverno (não necessariamente frio) onde o dia é um 
pouco mais curto. Assim eles conseguem uma 
segunda safra com menos frutos por pé porem 
maiores e mais doces. A iluminação normalmente é 
usada entre 22:00 e 2:00 assim ocorre uma “quebra” 
na noite enganando a planta e provocando floração. 
• A pitaya precisa de 12 horas de luz e calor, em locais 
que são quentes como no Vietnã mas que no outono 
diminui a incidência de luz eles estimulam a floração 
com luz artificial. 
Imagem da internet de produtor de 
taiwan 
UTILIZAÇÃO DE OUTRAS PARTES EM RECEITAS 
• Flores refogadas 
• Colete as flores jovens ou, preferencialmente botões 
florais bem desenvolvidos, lave e pique em pedaços 
grandes. Refogue como qualquer verdura. Doure o 
alho com sal, molho de soja (shoyu) e demais 
temperos a gosto no azeite ou manteiga e agregue as 
flores. Mexa e deixe murchar rapidamente em fogo 
baixo. Sirva quente puro ou com carnes. As flores 
podem ser desidratadas para uso futuro, como já vem 
sendo feito no oriente e até exportadas. 
Imagem e receita: Livro sobre PANCs 
UTILIZAÇÃO DE OUTRAS PARTES EM RECEITAS 
• Flores grelhadas 
• Colha os botões florais fechados ou as flores jovens e abra-as no 
meio no sentido longitudinal. Grelhe numa chapa. Faça um 
invólucro com presunto parma, regue com azeite de oliva e gratine 
bem ao forno com ou sem queijo. Sirva quente com molho branco 
ou agridoce. 
Imagem e receita: Livro sobre PANCs 
UTILIZAÇÃO DE OUTRAS PARTES EM RECEITAS 
• Geleia de casca da pitaya de polpa branca 
• Lave os frutos maduros, corte as protuberâncias (pétalas), retire a 
polpa para consumo in natura ou outras receitas. Pique a casca e 
triture com um pouco de água. Adicione metade de açúcar cristal 
em relação ao total de massa triturada. Mexa constantemente em 
fogo baixo até atingir o ponto. Fica com consistência e coloração 
rósea fenomenais, ideal para coberturas e recheios. 
Imagem e receita: Livro sobre PANCs 
UTILIZAÇÃO DE OUTRAS PARTES EM RECEITAS 
• Mousse de polpa pitaya roxa 
• Utilize a polpa dafruta, triture no liquidificador cerca de 400g de 
polpa fresca, 200g de leite condensado, 200g de creme de leite ou 
de iogurte natura e 5g de gelatina sem sabor (em pó) dilua. Leve à 
geladeira e sirva gelado. Se não possuir gelatina congele e sirva 
como sorvete. 
Imagem e receita: Livro sobre PANCs 
RECEITA VINAGRE 
• O Telvio esta desenvolvendo uma receita de vinagre que esta testando. 
Em algumas semanas poderemos saber o resultado. Segue relato dele: 
• Bom eu o Dejalmo trocamos umas ideias e chegamos em um fórmula 
mais e a primeira vez que estou fazendo por isto faço testes Pra cada kg 
de polpa da Pitaya vai 2 copos de Açúcar mascavo e 2 litros de água ai 
fechar em um vasilhame de vidro ou plástico tampar fazer um furo 
pequeno na tampa colocar uma luva e fazer um furinho em uma ponta 
de um dedo da luva deixar em um lugar fresco e que tenha pouca luz 
natural mexer todos os dias por 40 dias ai vai se transformar em álcool 
de Pitaya ai destampar e colocar uma toalha fina por cima e deixar 
mais uns 10 dias ai coar e está pronto o vinagre de Pitaya 
Imagem: Telvio 
RECEITA DE GELÉIA 
• A Nilva de Quirinópolis compartilhou esta receita: 
• 5 kg de polpa branca e 1 kg de polpa vermelha 2 kg de açúcar ! 
Passai as pitayas no espremedor de batatas para não quebrar as 
sementes! E leve ao fogo mexer sempre ! 
Imagem: Nilva 
RECEITA DE VINHO DE PITAYA 
• Receita do Eng. Agr. Dejalmo 
• Amassar a polpa das pitayas sem quebrar a semente. Coar e juntar 10 litros do 
suco , pode misturar as cores, polpa branca e coloridas de acordo com tom de 
cor desejado. 
• Do bagaço pode-se fazer schmier, ( geleia com semente e tudo). Os 10 litros de 
suco terão em torno de 10% de açúcar, convertendo em álcool teremos um vinho 
com 5% de álcool. Mas todo vinho tem de 9 a 12 % de álcool. Então se faz a 
correção com açúcar 1kg = 10 % a mais , daí o vinho ficará com 10% de álcool. 
• Como fazer o vinho: Com um garrafão de água mineral uma tampão e uma 
mangueira fina que irá numa vasilha com água, para sair CO2 e não entrar 
microganismos. ( ver na internet fermentação Anaeróbica. 
RECEITA DE VINHO DE PITAYA 
• Receita do Eng. Agr. Dejalmo. Continuação 
• ingredientes: 10 litros de suco, 1 kg açúcar (pode ser mascavo), 1 pacote 
10g de leveduras (fermento para vinho). Compra-se nas casa de produto 
para cervejas. *** Atenção se não tiver leveduras de vinho pode ser 
fermento biológico do pão 1gr por litro. Obs : se quiser colocar água 
adiciona mais 200gr de açúcar para cada litro de água. 
• Misturar tudo e colocar no garrafão fermentado, não esquecer da 
mangueirinha com a ponta numa garrafinha com água para sair o gás e 
não entrar nada. 
• Após 10 dias vinho pronto, mais 10 dias maturado. Só tomar. 
LICOR DE PITAYA 
• Receita do Valério. 
• Aguardente de cana 2 litros para 5 a 7 kg de Pitaya bem madura e 
doce, calda de açúcar 1 litro de água com 1.5 kg açúcar branco 
com cerca de 30 minutos de fervura. Deixar a Pitaya 1 mês junto 
com a aguardente depois passar no coador de flanela e juntar a 
calda de açúcar previamente preparada. Engarrafar e esperar 6 
meses antes de beber. 
SAGU DE PITAYA 
• Receita da Marlene 
• Vai a receita de um sagu com pitayas que fiz ontem, ficou uma delícia! 
• Ingredientes: 1 xícara de sagu, 4 xícaras de água, 3 xícaras de suco de pitaya 
(use a polpa de 2 pitayas vermelhas medias, batidas no liquidificador com água), 
1 xícara de açúcar, 1 pau de canela e uns 5 cravos. 
• Ferver a água, acrescentar o sagu, cozinhando em fogo baixo por + ou - 30 
minutos, mexendo sempre. Acrescentar o suco de pitayas, os cravos e a canela 
e ferver até ficar transparente. Acrescente o açúcar, ferva mais 1 minuto e retire 
do fogo. Deixe esfriar (mexa de vez em quando para incorporar o caldo) e bom 
apetite! Delicioso! 
RECEITA DE SUCO DE PITAYA 
• Ingredientes: 
• 3 xícaras de chá de pitaya sem casca e picada 
• ¼ de xícara de chá de folhas de hortelã 
• 1 xícara de chá de abacaxi picado 
• 2 xícara de chá de água gelada 
 
• Modo de preparo: 
• Bata todos os ingredientes no liquidificador 
 
• Receitas compiladas da internet pelo Sr. Arno de Forquilhinha-SC 
RECEITA DE SMOOTHIE DE PITAYA 
• Ingredientes: 
• Duas bananas congeladas 
• Duas pitayas de polpa vermelhas congeladas 
• Dois copos de água de coco 
 
• Modo de preparo: 
• Bater tudo no liquidificador 
 
• Receitas compiladas da internet pelo Sr. Arno de Forquilhinha-SC 
RECEITA DE SORVETE DE PITAYA 
• Ingredientes: 
• 1 lata de leite condensado 
• 6 bananas congeladas 
• 1 ½ depolpade pitaya vermelha congelada 
 
• Modo de preparo: 
• Coloque todos ingredientes no processador, coloque no freezer por cerca de 
duas horas, bata novamente o sorvete no processador e sirva. 
 
• Receitas compiladas da internet pelo Sr. Arno de Forquilhinha-SC 
RECEITA DE SALADA COM PITAYA 
• Ingredientes: 
• ½ maço de rúcula 
• ½ alface crespa 
• 1 ½ xícara de chá de de pitaya sem casca cortada em cubos 
• 1 ½ xícara de chá de manga cortada em cubos 
• 1 xícara de chá de tomate cereja inteiro 
• Molho: 
• ¼ de xícara de chá de azeite de oliva extra virgem 
• ¼ de xícara de chá de vinagre 
• 1 colher de sopa de cebolinha picada 
• Sal e pimenta do reino a gosto 
• Receitas compiladas da internet pelo Sr. Arno de Forquilhinha-SC

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