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Avaliação Final (Discursiva)_Economia_2019_1

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Disciplina: Economia (ECO20)
Avaliação: Avaliação Final (Discursiva) - Individual Semipresencial
1. Um jeito de analisar a forma como as relações entre os agentes econômicos empresas
(ofertantes) e consumidores (demandantes) estão estruturadas dentro de um determinado
mercado é levando em consideração a quantidade de empresas atuantes nesse mercado. Assim,
com relação às Estruturas de Mercado existentes e o número de empresas atuantes, disserte
sobre a diferença entre monopólio e oligopólio, citando um exemplo de cada uma dessas
estruturas.
Resposta Esperada:
O monopólio tem como principal característica o fato de que uma determinada empresa é a única
fornecedora (ofertante) de bens e serviços no mercado e, obviamente, é ela que tem o poder de
estabelecer o preço de venda desses produtos, visto não haver concorrência. Exemplo de
monopólio: correios no Brasil. O oligopólio, por sua vez, ocorre quando um número reduzido de
grandes corporações domina determinado mercado. Exemplo de oligopólio: as operadoras de
serviço de telefonia celular.
2. Através dos agentes econômicos são feitas as decisões na economia. Esses agentes são divididos
em quatro grupos: as empresas, primeiro agente; as famílias, ou seja, o consumidor, segundo
agente; e como quarto agente temos o resto do mundo. Todos eles interatuam através do
mercado no qual é realizado todo processo de compra e venda. Agora explique:
Qual o terceiro agente e qual a sua importância? Por que esse agente, o terceiro, pode ajudar a
corrigir as deficiências do mercado no caso referente à extrema concentração de renda?
Resposta Esperada:
Na economia de mercado, o terceiro agente da economia é o Estado. Através dele pode-se corrigir
as deficiências que surgem no mercado. Deste modo, o Estado é um agente muito importante que
aprimora as relações entre as empresas e os consumidores.
A extrema concentração da renda não prejudica só os consumidores, mas também os empresários,
pois não vão conseguir maximizar suas vendas, logo, melhorar seus lucros. Esse é um dos
principais motivos para que o Estado interfira nas questões econômicas, transformando-se num
agente ativo.

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