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Curetagem do utero (2)

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Curetagem: veja o que é e quando o procedimento é necessário
A curetagem é um procedimento médico ginecológico que possui duas vertentes: uterina e endocervical. A primeira é aplicada em caso de aborto e serve para evacuação uterina, quando é necessário retirar o que não foi expelido espontaneamente; já o procedimento endocervical é feito para coleta de material do endométrio ou endocolo a fim de descobrir uma patologia, como câncer de útero, por exemplo.
O procedimento, que também é conhecido como raspagem, é bastante simples. Para realizá-lo, a paciente submete-se a uma anestesia local, no caso do tipo endocervical, e anestesia geral, quando a curetagem é uterina. Nas duas formas, é necessário dilatar o colo do útero, com instrumentos cirúrgicos próprios, para ter acesso à cavidade uterina e colher o material. Em apenas um dia, mulher pode realizar a curetagem pela manhã e voltar para casa à noite.
No entanto, ela deve ficar atenta aos cuidados posteriores necessários: repouso de um a dois dias e não manter relações sexuais durante um período acordado e definido sob orientação médica. Se após realizar a curetagem, independente do tipo, a mulher sentir cólica abdominal intensa ou duradoura, febre ou sangramento íntimo intenso, é sinal de que ela pode estar com infecção. Nesse caso, a recomendação é buscar um profissional imediatamente.
Depois de realizar o ato cirúrgico, uma nova gravidez só poderá ocorrer em seis meses, já que o útero ainda não estará preparado para receber um bebê. A curetagem deve ser realizada por profissionais de confiança e em clínicas previamente recomendadas por outros profissionais ou por pessoas que já realizaram o ato, que ofereçam estrutura necessária, para que o procedimento obtenha sucesso e não surjam complicações posteriores.
Além da possibilidade de infecção, por se tratar de um ato cirúrgico, a paciente está exposta ao risco de hemorragia ou problemas decorrentes da anestesia. Caso a curetagem não seja feita corretamente, pode ocorrer perfuração uterina ou alteração nas estruturas normais do endométrio, por causa de uma raspagem mais “agressiva”, o que pode fazer com que a menstruação seja interrompida. Fator que reforça novamente a necessidade de buscar bons profissionais e ter acompanhamento médico pré e pós curetagem.
A curetagem endocervical, para que a coleta do material endométrico, pode ser acompanhada da visualização direta da cavidade do útero através de um histeroscópio, um instrumento óptico que permite ao médico identificar as zonas do endométrio que devem ser recolhidas para outros exames. Este exame é recomendado para mulheres que receberam classificação III, IV, V ou NIC 3 no papanicolau.
nfelizmente a curetagem uterina é feita na maioria das vezes em um momento delicado da vida de uma mulher, o aborto. Um aborto espontâneo pode ocorrer por diversos motivos mas pode ser preciso uma intervenção médica para retirar os seus restos. Abortos incompletos precisam de curetagem uterina e ela é feita em um hospital por um médico ginecologista.
Como sabemos, uma mulher grávida tem uma alteração das camadas internas do útero. Oendométrio cresce bastante e fica grosso para acomodar a gravidez em estágio inicial. Casos mais avançados de gravidez que precisem de curetagem uterina são devido a restos de placenta ou mesmo abortos incompletos onde será preciso retirar tudo que ficará da gravidez que não evoluiu em alguns casos inclusive o feto.
Normalmente a curetagem uterina é temida e apesar das circunstâncias dolorosas em que pode acontecer pode ser o único meio de evitar que restos de aborto fiquem presos ao útero mesmo após uma expulsão parcial. A curetagem é necessária, pois com a permanência de restos de uma gravidez que não evoluiu, podem acontecer infecções importantes e ai certamente seria muito pior contorná-las.
Como é Feita a Curetagem Uterina?
A curetagem é feita em um hospital ou maternidade geralmente em um centro cirúrgico apropriado para o procedimento. São usados instrumentos para alargar o colo uterino e outros para fazerem a limpeza de dentro do útero, seja o método de raspagem (o mais convencional) ou por sucção (um método mais moderno).
A paciente é submetida a uma anestesia que vai depender do seu estado físico e emocional, mas na maioria dos casos é uma rack. A epidural ou mesmo geral também são usadas, porém o anestesista de plantão que irá decidir qual é a melhor para aquele caso. A curetagem é simples e dependendo do estado de saúde da mulher terá alta de 12 a 24 horas do hospital.
Se for necessário o material coletado na curetagem será levado a análise para saber os motivos do aborto. Casos de aborto recorrentes são os mais indicados para uma biopsia pós-curetagem uterina. A curetagem não é só feita em casos de abortos. Há alguns casos em que ela também é necessária, como a presença de sangramentos excessivos corriqueiramente e dores abdominais fortes. Caso o sangue não saia sozinho uma curetagem pode ser indicada em casos extremos. Muitas mulheres confundem a palavra coletagem com a curetagem. Coletagem vem de coletar e não tem ligação alguma com o ato da curetagem uterina.
Recuperação da Curetagem Uterina
A recuperação é relativamente simples, porém cada caso é um único caso. Curetagem após abortos de gestações de pouco tempo teoricamente seria de mais fácil recuperação. Casos de gravidezes mais adiantadas exigem um maior tempo de estimativa para a recuperação e até mesmo seria pedido um resguardo como em um parto normal, ou seja, 40 dias.
Pós curetagem pede repouso absoluto, sem esforços ou relações sexuais para que a recuperação seja plena sem intercorrências desagradáveis. Após a curetagem o médico pode receitar anti-inflamatórios e até mesmo antibióticos específicos para o caso.
O sangramento persiste mesmo após a curetagem e é perfeitamente normal, esse sangue é o término da limpeza feita pelo próprio organismo. O sangue pós-curetagem uterina pode durar de 5 a 15 dias dependendo do corpo de cada mulher. Recomenda-se a consultar um médico caso o sangramento continuar após esse prazo ou se houver febre, calafrios ou dores intensas na região abdominal para avaliação do que pode estar havendo.
Infelizmente já passei por uma curetagem. Me internei pela manhã, a enfermeira colocou um medicamento pela vagina e não pude comer nem beber nada até fazer o procedimento. Tomei anestesia geral, mas foi bem fraca, logo acordei e já tinha acabado tudo, não vi nem senti nada. Voltei pro quarto e fiquei no soro durante a noite, acho que era pra dor. No dia seguinte, pela manhã, tive alta. Depois não senti mais nada tbm. A gente fica sangrando por uns dias. 
Espero ter ajudado! Boa sorte! 
Oi querida eu fiz uma curetagem em outubro de 2009 eu me enternei de manhã fui para o centro cirurgico logo depois da internação o anestesista me colocou soro e no soro ele falo que colocou um remedinho pra eu dormir e em menos de 2 minutos eu dormi e acordei logo em seguida o termino da curetagem que não durou nem 10 minutos não senti nada e nem tive sangramento depois tb não fiquei internada depois que sai do centro cirurgico eles me deram um lanche e mandaram eu pra casa fiz repouso uns tres dias e depois vida normal
Como meu útero não estava nem um pouco dilatado, tomei vários soros para dilatação, depois de horas, tive que ficar internada, me levaram para a sala de cirurgia e me aplicaram aquela anestesia rack ou raque (não sei como se escreve), na hora vc pára de sentir da sua barriga para baixo... depois, levam algumas horas para voc~e sentir as pernas de novo, mas assim que você consegue dobrá-las, você sai da observação... 
Dor só senti com o fim do efeito da anestesia e cólicas... 
A recuperação parece rápida, mas é bom passar uns dias em repouso... 
Fazer uma curetagem é um processo triste, mas tem que ter forças para não se entregar à tristeza... 
Ainda estou com um pouco de sangramento, mas é normal, ainda me sinto triste, mas a tristeza vai passando aos poucos, temos que dar lugar à esperança de ter uma nova gestaçãosaudável... 
A curetagem é um técnica relativamente simples, que pode ser feita no consultório do ginecologista, com anestesia geral ou local, e que, normalmente, dura entre 10 a 15 minutos. Porém, após a técnica é necessário ficar internada por até 5 horas para recuperar do efeito da anestesia e garantir que não existem complicações como sangramentos, por exemplo.
Por efeito da anestesia, a mulher deve regressar a casa acompanhada, pois a sonolência pode afetar a capacidade para tomar decisões ou dirigir.
Quanto tempo dura a recuperação
A recuperação da curetagem é de cerca de 3 dias, devendo a mulher permanecer em repouso para prevenir aparecimento de complicações, que são raras, mas podem surgir sangramentos, infecções uterinas, perfuração do útero, bexiga ou alça intestinal. Além disso, também pode levar à formação de uma espécie de cicatriz que leva à adesão das paredes do útero, alterando o ciclo menstrual e diminuindo a fertilidade.
Durante este período, é comum que a mulher sinta algum desconforto, especialmente algumas cãibras fortes que surgem pela contração intensa do útero após o procedimento.
Cuidados depois da curetagem
No dia da curetagem não é recomendado fazer esforços e por isso a mulher não deve ir trabalhar. O ideal é ficar deitada, descansando enquanto lê um livro ou dorme. Nos próximos 3 dias pode retomar suas atividades, mas sem ir à academia. Quando o sangramento e as cólicas diminuírem, pode-se voltar as atividades normais, inclusive à atividade física.
Depois, devem-se ter outros cuidados como:
Não usar absorvente interno no primeiro mês após a curetagem;
Não usar o chuveirinho para fazer lavagem da vagina;
Não ter relações sexuais por, pelo menos, de 2 semanas.
A primeira menstruação após a curetagem é mais dolorosa e pode conter pequenos vestígios e coágulos, e por isso, algumas mulheres podem achar que estão tendo um novo aborto, mas na verdade, estes são restos do tecido que revestia o útero ainda do mês anterior.
Quando engravidar depois da curetagem
No caso da curetagem ser feita após um aborto, a mulher deve ficar em resguardo, durante pelo menos 2 semanas a 1 mês e evitar gravidez nos 3 meses seguintes. Caso a curetagem tenha sido realizada como exame de diagnóstico, a mulher pode engravidar ao fim do 1º mês. Saiba mais sobre quando engravidar após a curetagem.
Sinais de alerta para ir ao médico
Deve-se ir ao médico ou pronto-socorro se apresentar algum dos seguintes sintomas:
Sangramento, que é preciso trocar o absorvente a cada hora;
Febre;
Cólicas abdominais fortes; 
Dor que piora ao invés de melhorar;
Corrimento vaginal com mau cheiro.
Após a curetagem o útero deve levar alguns dias até se recuperar completamente e por isso a próxima menstruação poderá vir um pouco mais tarde que o habitual.
Um sangramento leve após a curetagem pode ser normal e durar alguns dias. Sangramento intenso não é considerado normal após a curetagem.
É importante observar se a quantidade de sangue está diminuindo com o passar do tempo e se o sangue apresenta alteração de cheiro.
Se o sangramento for abundante, com coágulos e tiver um mau cheiro forte (diferente da menstruação) e ainda se a mulher estiver com cólicas fortes ou febre, ela deve procurar o atendimento de emergência.
As complicações da curetagem uterina são raras, mas podem acontecer. Dentre elas, pode haver perfuração do útero, traumas na região do colo do útero, infecção ou adesão intra uterina.  
A mulher que nos dias após o procedimento apresentar cólicas que não melhoram com analgésicos, febre ou sangramento intenso deve procurar o serviço de urgência de ginecologia para reavaliação do procedimento.
É normal a menstruação atrasar depois de uma curetagem?
Sim. É normal a menstruação atrasar depois de uma curetagem. 
Em geral, a menstruação ocorre entre 4 e 6 semanas após o procedimento.
A curetagem é um procedimento cirúrgico de raspagem da camada interna do útero por diversas razões, entre elas, abortamento.
Até alguns dias após o procedimento, a mulher pode apresentar sangramento discreto.
Se o sangramento for de grande quantidade ou se a menstruação não ocorrer até seis semanas após a curetagem, procure o/a ginecologista para uma avaliação.
Quanto tempo depois da curetagem posso ter relações novamente?
Em geral, após a curetagem é preciso esperar cerca de duas semanas para voltar a ter relações. O tempo para retomar as atividades sexuais pode variar conforme o caso e o motivo da curetagem uterina.
Normalmente, a mulher já pode ir para casa cerca de 6 horas depois do procedimento. Há pacientes que retomam as suas atividades diárias após 24 horas de descanso, enquanto outras precisam ficar de repouso por até 3 dias.
Se não houver complicações, não é necessário continuar o repouso físico após esse período. Porém, o retorno às relações sexuais deve esperar pelo menos 15 dias para que a recuperação do útero seja completa e não haja complicações.
Para maiores esclarecimentos sobre a recuperação e os cuidados a ter após a curetagem, fale com o/a médico/a ginecologista que realizou o procedimento
Quanto tempo depois de uma curetagem é possível engravidar?
É possível engravidar desde o primeiro ciclo menstrual após a curetagem.
A curetagem é um procedimento de raspagem da camada interna do úteroindicada na presença de aborto retido, aborto espontâneo, mola hidatiforme, hemorragia pós parto e outros tipos de sangramento vaginal.
O procedimento em geral dura em torno de 15 a 30 minutos.
Após a curetagem, a mulher continuará ovulando mensalmente como já ovulava antes e, portanto, ela pode engravidar desde o próximo ciclo menstrual após a curetagem. Como com a curetagem ocorre a raspagem da camada interna do útero, é recomendável uma espera de pelo menos 3 a 6 meses após a curetagem para engravidar. Esse é o tempo em que o útero poderá restituir sua camada interna e ser capaz de oferecer um ambiente adequado para a fixação do óvulo. Indica-se aguardar esse tempo e voltar a tentar engravidar após esse período.
Como é a recuperação após curetagem?
A recuperação após a curetagem é rápida. Normalmente, a mulher pode deixar o hospital e voltar para casa seis horas após o procedimento e, em alguns casos, retornar às suas atividades 24 a 48 horas após a curetagem uterina.
O período de repouso indicado é de 24 a 72 horas, a depender do tipo de anestesia. Após esse período, a mulher que não apresentar nenhuma complicação pode retomar as suas atividades de rotina. 
Banhos de imersão (banheiras, piscinas, mar) devem ser evitados nos primeiros 5 dias devido à dilatação do colo do útero e à possibilidade de infecção.
Caso a mulher apresente cólicas que não melhoram nas 48 horas após o procedimento, juntamente com febre ou sangramento intenso, ela deve procurar o serviço de urgência para reavaliação.
O que é curetagem e como é feita?
A curetagem é uma raspagem da parte interna do útero, feita por via vaginal e sob anestesia geral ou raquidiana, em ambiente hospitalar. No procedimento, realizado pelo/a ginecologista, a cavidade do útero é raspada cuidadosamente com um instrumento cirúrgico parecido com uma colher, chamado cureta, e o material é enviado para análise.  
Para que o/a médico/a tenha acesso à cavidade uterina, é preciso que o colo do útero esteja dilatado. Se não houver uma dilatação espontânea, frequente nos casos de abortamento em curso, o colo uterino deve ser dilatado por meio de instrumentos ou medicamentos.
A curetagem uterina é indicada para esvaziamento uterino nos casos de abortos retidos ou incompletos, investigação e tratamento de sangramento anormal do útero e obtenção de amostras para diagnóstico.
Em geral, a mulher pode voltar para casa cerca de 6 horas após a curetagem. Devido à anestesia, a alimentação no dia do procedimento deve ser leve. Na ausência de complicações, o período de repouso varia entre 24 e 72 horas e a mulher já pode retomar as suas atividades.
https://medicoresponde.com.br/tag/curetagem/
https://www.dicasdemulher.com.br/curetagem-veja-o-que-e-e-quando-o-procedimento-e-necessario/https://www.tuasaude.com/dilatacao-e-curetagem/
Preocupação comum principalmente nos primeiros meses da gravidez, o aborto ainda é um tabu entre muitas mulheres. Talvez por isso se desconheça muito sobre o problema. Engana-se, por exemplo, quem pensa que todos eles são iguais. O aborto retido, também conhecido como abortamento incompleto, é uma forma específica de o problema se manifestar. Segundo especialistas, ele é aquele caso em que o desenvolvimento do feto ou da placenta para, até a vigésima semana de gravidez, e o conteúdo da gestação fica retido dentro do útero por mais de 30 dias, ainda que parte dele possa ser expelido pela vagina. Como é possível que a parte que o corpo não expeliu provoque infecções, é importante conhecer o risco.
Sintomas e tratamentos para o aborto retido
A médica especializada em Ginecologia e Obstetrícia Erica Mantelli aponta os sintomas mais comuns de um aborto retido: “Pode haver sangramento vaginal, dor pélvica, dor lombar e regressão dos sintomas da gestação. Em casos mais graves, é possível que a mulher tenha febre com comprometimento do quadro clínico geral”, alerta. Assim, não espere a evolução destes sinais para procurar seu médico, que deverá diagnosticar o abortamento incompleto por meio de exame físico e ultrassonografia transvaginal.
Uma vez com o diagnóstico correto, as recomendações para tratamento podem variar. De acordo com Erica, uma das opções é aguardar a eliminação espontânea das partes fetais, sem internação, porém com uso de medicamentos e controle do risco infeccioso. Outra é internar a paciente, usar medicamentos para que o útero se contraia e elimine o aborto retido. Há ainda uma terceira via, em alguns casos, que passa pelo esvaziamento do útero pela curetagem ou aspiração manual do conteúdo da gravidez.
Gravidez ectópica: sintomas, causas e tratamentos da gestação fora do útero
Passar por este problema, no entanto, não impede uma gravidez saudável após o incidente. “É sempre importante determinar a causa do aborto no intuito de corrigir o problema para que ele não ocorra novamente. Em alguns meses, a paciente está apta para uma nova gestação”, diz José Bento.
http://gnt.globo.com/maes-e-filhos/materias/aborto-retido-ou-abortamento-incompleto-conheca-causas-sintomas-e-tratamentos.htm
A curetagem, procedimento que consiste em fazer uma raspagem na parede uterina é indispensável em alguns casos de aborto ou sangramento intenso. A técnica serve para retirar do útero o que não foi expelido espontaneamente ou para coletar material a fim de diagnosticar alguma doença, como o câncer de útero.
A Dra. Juliana Amato, ginecologista da Amato Instituto de Medicina Avançada explica melhor o procedimento. A técnica, realizada por um médico ginecologista e obstetra, consiste em raspar o endométrio, camada interna do útero. A curetagem é indicada a pacientes com abortamento retido (quando o feto não tem mais batimentos cardíacos, mas não se exteriorizou espontaneamente), abortamento incompleto (quando houve sangramento, mas sem a saída completa do feto e restos ovulares) e em casos de não grávidas que apresentam sangramento excessivo e prolongado.
Indolor, o procedimento é realizado com anestesia e em ambiente hospitalar. Desta forma, explica a ginecologista, logo após o procedimento a mulher recebe as medicações para evitar a dor pós-curetagem, o que costuma acontecer em pacientes mais sensíveis.
A recuperação, segundo Juliana, é rápida. Após o procedimento a paciente fica no hospital algumas horas para se recuperar da anestesia e fazer a primeira refeição. Depois, ela já recebe alta. “Em casa, recomendo o repouso de uma semana. Para retomar a atividade física, recomendo, pelo menos, de 15 a 20 dias.”
Ainda segundo a ginecologista, um dos maiores medos das mulheres são os riscos que a curetagem pode trazer, como a perfuração do útero durante o procedimento. Além disso, também podem ocorrer, após a técnica, infecções uterinas e pélvicas e a Síndrome de Asherman, que consiste em aderência endometrial, coalhando o útero e levando a infertilidade. 
Entretanto, para minimizar os riscos, a ginecologista alerta para algo elementar: realizar a curetagem apenas com um ginecologista que conheça a anatomia pélvica da mulher e que seja treinado para realizar este tipo de procedimento. 
Posso engravidar depois da curetagem?
A causa mais comum da realização da curetagem é o aborto. Segundo a especialista, inúmeros fatores podem levar a um aborto espontâneo, como o uso de medicações indevidas na gravidez, falha de implantação do embrião no útero, trombofilias, doenças autoimunes maternas, doenças da tireoide, entre outras. 
Desta forma, muitas mulheres ficam traumatizadas ou receosas de engravidar novamente. Não é necessário desistir da gravidez, porém, alerta a médica, é preciso esperar um pouco para engravidar novamente: “Orientamos a mulher a aguardar 6 meses, tempo suficiente para o endométrio se refazer e ocorrer alguns ciclos menstruais. Assim o endométrio não corre o risco de estar fino, o que é um risco para abortamentos”, finaliza a especialista.
http://arevistadamulher.com.br/ginecologia/content/2167555-curetagem-e-indispensavel-em-casos-de-aborto-e-sangramento-intenso

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