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Relatório G1

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UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
CURSO DE DESIGN
Disciplina de Semiótica e Imagem
Prof. Bento de Abreu 
ATIVIDADES DO RELATÓRIO DE GRAU 1
Eduarda Emanuele Lemes
CST em Design de Interiores
2019/2
ATIVIDADE 1 
Texto: O PODER DAS IMAGENS 
Adauto Novaes, Ed. SENAC, 2005 (Muito além do espetáculo). Pág. 16 a 30.
No tópico: IMAGEM e LINGUAGEM: O PODER PRÓPRIO DA IMAGEM o autor apresenta a diferença entre o que seria símbolo e imagem. Faça uma citação entre aspas referente a esta passagem, insira dois exemplos visuais e faça um breve comentário. 
(..) “Posso olhar seu retrato: é uma imagem de sua pessoa. Posso pronunciar seu nome: é um símbolo de sua pessoa.” (...)
Utilizamos a imagem para representar alguma coisa, porém definitivamente, ela não é essa coisa. É como se a imagem fosse exemplificar o que estamos querendo representar, ela torna essa coisa presente, através do exemplo. Como a imagem abaixo.
Os símbolos também servem como representação, mas são mais complexos pois eles não têm semelhança com a coisa representada. É como se a gente precisasse compreender o símbolo para reconhecermos, por exemplo, a bandeira abaixo, ela é o símbolo do movimento LGBT, e basta olharmos para ela, para que seja feita a associação ao movimento, óbvio que para quem conhece. 
ATIVIDADE 2
Texto: A FUNCIONALIDADE DO DESIGN CONTEMPORÂNEO 
Adriana Kei, 2009. Ed. Rosari (Faces do Design) Pág. 17 a 23).
De acordo com o texto, fazendo citações e comentando com suas palavras: Como o designer estabelece a comunicação, a troca com o usuário?
No texto, há um trecho em que diz: “É escopo do designer oferecer soluções ao indivíduo, trazendo-lhe a satisfação e o bem-estar, tanto físicos como emocionais, trabalhando em projetos que permitam-lhe uma experiência positiva”.
A partir disso, podemos perceber que o designer não deve somente projetar um objeto para que seja funcional, mas também que tenha simbolismo emocional para o usuário, para que aquele objeto se torne semântico e que através dele, sejam criados sentimentos e histórias para quem utiliza.
 
Sobre a relação entre FUNCIONALIDADE e SEMANTICIDADE, o texto propõe que a criação de um objeto por um designer deve atender a uma necessidade prática (a funcionalidade), mas o texto propõe que “em uma sociedade de consumo, na qual é continua a procura pela individualidade, o conceito de funcionalidade pode ser substituído pelo da semanticidade”. Comente esse aspecto considerando como a Escola da Bauhaus estaria relacionada com esse ponto de vista? 
A Escola Bauhaus, por ser a primeira de Design no mundo, é modernista e conhecida por sua vasta cultura. Os seus designs eram realizados com materiais inovadores como: madeira, aço, vidro etc. E exibiam a maestria em atender as questões de funcionalidade e semanticidade.
Acredito que a partir da escola é que as coisas começaram a serem vistas de outro modo, onde os móveis foram revolucionados e então as pessoas podiam ter sentimentos a partir das coisas em que eram produzidas lá, como por exemplo, a Poltrona Wassily. Ela tem a sua funcionalidade, que é sentar-se, mas também têm a semanticidade, por ser uma poltrona diferente e ter a sua criação provida de um estudante da Bauhaus. Item perfeito para a sociedade do consumo.
Apresente imagens que se relacionem com o tema. 
	
	
	
	
Apresente a imagem de um objeto pessoal e comente sobre a sua funcionalidade e sua semanticidade. 
O meu relógio tem a funcionalidade de mostrar o horário para mim, me ajudando a estar sempre pontual nos compromissos, mas também, de compor o visual, por causa de sua beleza. E a sua semanticidade, é porque eu ganhei ele de formatura do meu técnico, cuja parte da minha vida foi bastante difícil, porque na época da formatura, sofri um acidente de moto e quase não consegui me formar, e no acidente, meu antigo relógio arrebentou, ganhei da minha mãe e do meu pai, as pessoas mais importantes pra mim. E sair sem estar com ele, é como se estivesse faltando uma parte de mim.
ATIVIDADE 3
Texto: SEMIÓTICA: O ESTUDO DE SINAIS (p. 50 a 57)
Richard Salkeld, Ed. GG, 2015 (p. 50 a 57)
(Pág. 50) Este texto apresenta um breve resumo histórico de como a Semiótica foi criada e se desenvolveu como um campo de estudos que envolve diversas áreas do conhecimento.
Selecione do texto palavras-chave, datas importantes e nomes de teóricos que foram significativos na formação deste campo de estudos e monte um PAINEL VERBO-VISUAL que represente as ideias principais do texto. (O aluno pode usar como referência o desenho de infográficos)
(Pág. 51) O que é um SIGNO? Apresente um exemplo visual diferente do proposto no texto e comente. 
O signo é o início da linguagem, utilizamos para dar significado as coisas, e é composto por dois elementos, sendo eles:
Significante, são elementos que possibilitam a percepção dos significados, através de gestos, mímicas, alfabeto em braile, música, palavras etc.
Significado, é o que criamos em nossa mente ao ouvir/ver/sentir o significante. É a percepção do material.
Neste exemplo, temos um significante que têm elementos como a palavra “Cacto” que é a imagem acústica (gráfica + som), e quando visualizamos, criamos automaticamente a imagem em nossa mente, ao ler ou escutar a palavra. 
(Pág. 52) Junto a um exemplo visual de cada um deles, apresente a definição de:
SIGNO ARBITRÁRIO
São elementos em que não há nenhuma ligação natural entre o significante e o significado. Neste exemplo, temos um juiz apresentando o cartão amarelo, o jogador sabe a sua ação a partir disso, mas a ação dele, não tem nada a ver com o cartão amarelo.
SIGNO ICÔNICO
É o que se parece ao que ele significa. Por exemplo, a Frida Kahlo, é o puro ícone do feminismo e da resistência feminina. Sua imagem é utilizada como ícone em muitos movimentos feministas.
SIGNO INDICIAL
É produzido pelo que ele significa. Eles indicam o significado. Por exemplo, quando vemos um copo suado, sabemos que está suado porque tinha água gelada dentro. Se vemos um arco-íris, sabemos que choveu ou está chovendo e tem luz solares.
(Pág. 53) Comente com suas palavras o que Salkeld apresenta como sendo o PRIMEIRO ESTÁGIO DA LEITURA e o que seria a CONOTAÇÃO?
“Todos que olharem para uma fotografia verão, literalmente, a mesma coisa. [...] todo mundo verá o mesmo padrão gráfico, e a maioria reconhecerá a criatura significada como aquilo que se classifica como ‘cachorro’. Isso é o que se chama de denotação, o significado literal de um significante. Trata-se do primeiro estágio da leitura.” 
O primeiro estágio da leitura é da Denotação, e é a primeira impressão referente a alguma imagem ou qualquer arte visual.
“Alguns podem se lembrar de um animal de estimação querido e projetar suas memórias e seu carinho em tal representação. Aqueles que foram mordidos ou perseguidos por um cachorro poderão projetar sua antipatia ou seu medo. [...] isso tudo é chamado de conotação: as ideias associadas sugeridas pela imagem, mas que não são explicitamente denotadas.” 
E a conotação é a referência de alguma experiência, sendo ela emocional ou a partir de algum conhecimento que temos.
(Pág. 55) Nos relacionamos com uma infinidade de imagens diariamente. Nesse contexto como o autor apresenta a ideia de GÊNERO na comunicação visual? Cite três exemplos visuais com a respectiva legenda: 
Gênero é um termo usado para indicar um determinado estilo ou categoria de comunicação, segundo Salkeld.
Exemplos de gêneros de fotografias:
 FOTOGRAFIA DE PAISAGEM FOTOGRAFIA DOCUMENTAL
FOTOGRAFIA RETRATO
(Pág. 56) Na relação entre palavra e imagem o autor propõe a expressão “polissemia”. 
Dê um exemplo visual em que essa relação esteja evidente. 
Segundo Roland Barthes, Polissemia é a capacidade que a fotografia tem de gerar múltiplos significados.

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