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Polo Perus 2018 CURSO DE PEDAGOGIA PROJETOS E PRÁTICAS DE AÇÃO PEDAGÓGICA – EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE INTERVENÇÃO DIDÁTICA TRABALHANDO COM BULLYING NAS ESCOLAS Gilvânia Karla B da Silva Santos R.A.1766086 Priscila de Oliveira Claudino Souza R.A.1757274 1 SUMÁRIO 1. Tema .............................................................................01 2. Introdução .....................................................................01 3. Situação-problema ........................................................02 3. Justificativa e embasamento teórico .............................02 4. Público-alvo ...................................................................08 5. Objetivos .......................................................................08 6. Percurso metodológico .................................................09 7. Recursos .......................................................................09 8. Cronograma ..................................................................10 9. Avaliação e produto final ..............................................10 10. Referências ................................................................11 1 TEMA: BULLYNG TÍTULO: TRABALHANDO COM O BULLYNG DENTRO DAS ESCOLAS INTRODUÇÃO O termo Bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Como verbo, significa ameaçar, amedrontar, tiranizar, oprimir, intimidar, maltratar. O primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Ao pesquisar as tendências suicidas entre adolescentes, Olweus descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a se combater. O tema da violência na escola começou a ganhar repercussão e, a partir da década de 1970, estudos sobre agressões entre essas situações nas escolas vem sendo desenvolvidos, com o objetivo de conhecer a questão e caracterizar uma forma de violência entre pares que tem sido chamada Bullying. A violência escolar refere-se a todos os comportamentos agressivos e antissociais, que variam de conflitos interpessoais até atos criminosos de grande relevância. Muitas destas situações dependem de fatores externos, onde as intervenções podem estar além da responsabilidade e da capacidade das instituições de ensino e de seus funcionários. Segundo FANTE (2005), o fenômeno bullying é uma realidade inegável nas escolas brasileiras independentemente de turno de estudo, localização da escola, tamanho da escola ou da cidade onde ela se localiza ou se são séries finais ou iniciais ou ainda se a escola é pública ou privada. Devido sua incontestável relevância, este tema vem despertando um interesse crescente nos meios acadêmicos, até mesmo por se tratar de uma questão de abrangência multidisciplinar, envolvendo diferentes ramos de atividade, como a educação, a saúde, e a área jurídica. 2 SITUAÇÃO PROBLEMA Agressividade no ambiente escolar; Conflitos nas aulas; Dificuldades para a escola identificar os casos; Negligência dos pais e professores em não ouvir os filhos e alunos, achando que é só uma fase. JUSTIFICATIVA Trata-se de um tema que vem se disseminando entre as mais diversas camadas sociais, e a escola como uma unidade social tem o papel fundamental de reconhecer a prática do Bullying em seu ambiente visando a construção do respeito mútuo frente as diferenças. EMBASAMENTO TEÓRICO O bullying começou a ser pesquisado cerca de dez anos atrás na Europa, quando se descobriu o que estava por trás de muitas tentativas de suicídios entre adolescentes. Sem perceber a atenção da escola ou dos pais, que geralmente achavam as ofensas bobas demais para terem maiores consequências, o jovem recorria a uma medida desesperada. Embora a denominação seja recente, o fenômeno é mais antigo que a própria escola e se repete continuamente em todo o mundo. Onde há uma criança ou um jovem sofrendo qualquer tipo de pressão psicológica, atitude agressiva intencional e repetida, sem motivação evidente, o fenômeno está presente e precisa ser tratado com a seriedade que merece. Este é um termo bastante conhecido por todas as pessoas em geral: bullying significa todo o conjunto de assédio, insinuações, provocações, humilhações, ofensas e agressões, seja fisicamente, seja verbalmente os quais muitos alunos sofrem nas mãos de um ou vários outros alunos. Estima-se que cerca de 60% dos alunos de todas as escolas já passaram ou sofreram Bullying pelo menos uma vez na vida. 3 É sabido que até pouco tempo, todas essas coisas eram consideradas até pelos educadores como uma coisa normal, como brincadeiras de crianças, e até mesmo, como um rito de passagem da idade. No entanto, devido aos sérios danos psicológicos que estas “brincadeiras” acarretam para a vítima, o termo vem ganhando o destaque e a atenção da maioria dos educadores e especialistas dessa área em geral. No Brasil, como reflexo dos estudos europeus, no ano de 2.000, na região de São José do Rio Preto, iniciou um trabalho de conscientização de pais e professores, despertando a atenção dos meios de comunicação. Atualmente em Brasília, existe o Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes), que tem como objetivo de atuar na orientação e prevenção do fenômeno. Em junho de 2006 houve em Brasília o “Fórum Brasileiro sobre o Bullying Escolar” realizado pelo Cemeobes (FANTE, 2005). Segundo dados do Cemeobes, o bullying atinge cerca de 45% dos estudantes do ensino fundamental no país (FETEMS, 2009). Fante (2005) considera que um dos ambientes mais preocupantes dessa prática é o escolar, visto que as crianças e os adolescentes ainda não possuem a personalidade totalmente formada, não possuindo amadurecimento suficiente para lidarem com as consequências do bullying; isso pode ocorrer das mais variadas maneiras, sendo a mais simples delas, porém não menos danosa, o isolamento. O agressor procura isolar-se da vítima, cortando toda e qualquer relação social com a mesma e incentivando os outros colegas a fazerem o mesmo, deixando-a assim, praticamente ou sem nenhum amigo. Para o agressor, estes atos são divertidos porque humilham a vítima. Quando esta aceita de forma pacífica, torna-se alvo de chacota também para outros alunos. O agressor se sente bem, pois para a sua turma ele é “o poderoso”, ele se satisfaz ao ver o riso dos colegas ou muitas vezes se sentem vingados pelas agressões ou humilhações que sofrem em outros ambientes, entre eles, o familiar ou simplesmente porque a educação que recebem dos pais serve de incentivo à violência e ao sadismo, neste caso dando-lhe prazer ao ver o sofrimento da sua vítima (FANTE, 2008). Em geral, a vítima se torna uma pessoa ainda mais tímida e depressiva. Sua autoestima é completamente danificada e com isso constroem uma autoimagem negativa a seu respeito. Também inclinam-se a ficarem com uma péssima imagem das pessoas a 4 sua volta, achando, em seu íntimo, que todas são tão perversas e maldosas, quanto foram os seus agressores. Não são raros os pensamentos suicidas. Se não for ajudada, a vítima irá carregar todas essas marcas pelo resto de sua vida. A procura de um tratamento psicológico permitirá que agressor e agredido tenham um espaço de reflexão, visto que o trabalho de um profissional da psicologia permitirá ganhos emocionais, fortalecendo o agredido emocionalmente, permitindo que os paisreflitam sobre formas eficazes de lidar com esta criança e adolescente. O agressor será auxiliado a relacionar-se no ambiente social e familiar de forma saudável, haja vista que a agressão pode estar relacionada a diversos fenômenos emocionais, como ansiedade, depressão ou dificuldade de se inserir socialmente. Então o apoio psicológico é fundamental para corrigir esse comportamento com base em emoções muito negativas aliadas a uma quase ausente autoestima que o leva a auto afirmar-se com comportamentos destrutivos que dirige ao outro. Com essa perspectiva, busca-se analisar criticamente o conteúdo do livro Bullying: mentes perigosas nas escolas, escrito pela médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva (2010), uma vez que traz à tona um tema importante a ser discutido e está atualmente em diversos setores da mídia, tendo atingido número de vendas superior a 400 mil exemplares conforme apontado pela própria editora. O livro faz uma contribuição importante ao afirmar que o bullying é "um problema de saúde pública e, por isso mesmo, deve entrar na pauta de todos os profissionais que atuam na área médica, psicológica e assistencial de forma mais abrangente [...]" (SILVA, 2010, p. 14). A autora aponta também que a violência vivenciada na escola reflete um contexto social mais amplo: "A comunidade escolar tende a reproduzir, em maior ou menor escala, a sociedade como um todo" (SILVA, 2010, p. 79). As consequências do bullying sobre o ambiente escolar afetam todos os envolvidos. As crianças que sofrem bullying poderão crescer com sentimentos negativos, especialmente com baixa-estima, tornando-se adultos com sérios problemas de relacionamentos (BALLONE, 2005). De acordo com Fante (2002) muitas vítimas passam a ter baixo desempenho escolar, apresentam queda no rendimento, déficit de concentração, prejuízos no processo de aprendizagem, resistência ou recusa a ir para a escola, trocam de colégios com frequência ou abandonam os estudos. A escola como um todo é 5 prejudicada pelas ocorrências sistemáticas. O ambiente se torna hostil e pouco convidativo quando está dominado pela violência entre os alunos. Esses casos, quando frequentes, podem tomar muito tempo da equipe da instituição de ensino. Quando se tem que apartar episódios de violência a todo momento, fica difícil pensar em melhorar a qualidade da educação e outras questões importantes podem acabar ficando de lado. Além disso, a escola tem responsabilidades para com seus alunos e deve garantir a integridade e o bem-estar dos mesmos. Assim, uma escola pode ser até mesmo responsabilizada judicialmente por problemas relacionados ao bullying entre alunos, o que com certeza mancha muito o nome da instituição. É dever da instituição lutar para acabar com esse problema. Quando o bullying na escola causa danos, a própria instituição pode ser responsabilizada, já que considera-se que ela foi negligente e falhou em seu dever de vigilância. Essa é mais uma razão pela qual deve-se entender que o bullying não é algo normal, corriqueiro ou tolerável, e que também não é apenas um problema “entre colegas”. A conscientização e a criação de um ambiente positivo na escola são as melhores maneiras de prevenir problemas. Porém, quando estes casos já estão acontecendo, a rápida ação da escola, a adoção de medidas de punição adequadas e o diálogo com as famílias de vítimas e agressores são recursos fundamentais para resolver o problema. É dever da escola, portanto, montar uma estrutura que permita o combate permanente aos casos de intimidações. Vale criar programas e ações pontuais (como palestras) para conscientizar sobre o problema. Além isso, também é importante manter os pais sempre a par da vida escolar dos filhos, pois o contato próximo entre escolas e famílias é um dos melhores meios de identificar qualquer problema. Em resumo, é preciso melhorar a comunicação escolar e investir na prevenção do bullying. Os Pais podem ajudar os filhos a compreender o que é o bullying e como se podem defender, de forma segura. Podem dizer aos filhos que é inaceitável e garantir que os filhos saibam como procurar ajuda. 6 As crianças que possuem a informação sobre o bullying conseguem identificá-lo e podem falar sobre isso se acontecer com elas ou com outros. Os Pais podem encorajar os filhos, a denunciar tais situações a um adulto de confiança (Pais, Professores, Psicólogos, por exemplo). Mesmo quando não conseguem resolver o problema diretamente, os Pais podem dar conforto, apoio e conselhos sobre como lidar com um isso (por exemplo, dizer “Pára” de forma direta e confiante ou ir simplesmente embora, permanecer junto de adultos ou de outros grupos de crianças). Os Pais podem manter uma comunicação e um diálogo aberto com os filhos (Comunicar com a Minha Criança / Comunicar com o Meu Adolescente), falando com eles e ouvindo-os frequentemente, fazendo perguntas sobre a escola e explorando as suas preocupações e receios. Os Pais podem incentivar os filhos a fazerem atividades de que gostem e a desenvolver interesses que aumentem a sua confiança e lhes permitam fazer vários amigos. Estas atividades dão oportunidade às crianças de fazer algo que gostam e conhecer pessoas com os mesmos interesses, podendo ajudar a protege-los de tais comportamentos. Os mesmos podem dar o exemplo e mostrar aos filhos como tratar os outros com respeito, ensinando-os também a ajudar os colegas que são vítimas de bullying. As crianças aprendem com as ações dos adultos e, mesmo que não pareça, estão atentas à forma como os adultos lidam com situações de estresse e conflitos, à forma como tratam os amigos, colegas de trabalho e familiares. O Estatuto da Criança e do Adolescente é um instrumento eficaz para lidar com esse fato. Utilizado corretamente, sem negligência, será possível mitigar a proliferação dessa deletéria conduta, tratando-a seriamente e diminuir sua incidência no ambiente familiar, laboral e social, durante a fase adulta. Considerado por diversos especialistas como uma lei avançada, o Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069/90, dispõe de medidas eficazes para enfrentar o bullying. O Art. 227 da Constituição Federal diz que: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. 7 O estatuto da criança e do adolescente (ECA) versa sobre o direito à Liberdade, ao Respeito, à Dignidade e à educação, dentre outros. Nos seguintes artigos está escrito: Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. É importante ressaltar neste ponto que a criança ou adolescente agressor é também uma vítima à medida que lhe falte orientação e educação quanto ao respeito pelo outro. A criança ou adolescente deixa de ser atendida em suas ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, Centro Científico Conhecer - Goiânia, vol.7, N.12; 2011 Pág. 188 necessidades de cuidado também quando não é escutada em suas dificuldades ou possível sofrimento. Antes de tudo, a agressividade na criança é um sintoma de algo que não está bem e que esta deve ser ajudada. Pensando nisso, a aprovação da lei Nº 13.185/2015, é o primeiro passo para se combater um tipo de violência,às vezes silenciosa, mas que pode causar traumas psicológicos permanentes. Por isso, será importante capacitar os professores para que possam identificar vítimas e agressores, facilitando a adoção de medidas educativas e legais. A lei Nº 13.185/2015, que institui o chamado Programa de Combate à Intimidação Sistemática, foi sancionada e prevê a realização de campanhas educativas, além de orientação e assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. O texto estabelece que os objetivos propostos pelo programa poderão ser usados para fundamentar ações do Ministério da Educação, das secretarias estaduais e municipais de educação e também de outros órgãos aos quais a matéria diz respeito. Entre as ações previstas está a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema. A previsão é que sejam produzidos e publicados relatórios bimestrais das ocorrências de bullying nos estados e municípios para o planejamento das ações. Segundo a lei, os entes federados poderão firmar convênios e estabelecer parcerias para a implementação e a correta execução dos objetivos e diretrizes do programa. Sua prevenção entre estudantes constitui-se em uma medida capaz de possibilitar o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes, habilitando-os a uma convivência social sadia e segura. Para que haja maior interação entre professores, pais e alunos, o que reduz a possibilidade de ocorrência do bullying, propõe-se com uma intervenção na escola, uma efetiva prevenção deste tipo de violência, implantando-se uma política anti-bullying, onde 8 todos contribuam para que este problema seja cada vez mais discutido pelo grande público. Portanto é necessária a cooperação de toda a sociedade, sobretudo: pais, alunos, professores, funcionários, enfim, todos que estão diretamente ligados com o contexto escolar para que o problema seja efetivamente controlado. É um fato que o combate a esse tipo de violência escolar é uma importante colaboração para a construção de uma sociedade diferente e mais justa. Para tanto, é preciso que cada um faça sua parte, contribuindo para a formação de massa crítica que possa contribuir para uma sociedade melhor. PÚBLICO-ALVO Fundamental II (10 anos de idade) OBJETIVO GERAL Perceber a importância de ter um bom convívio social, de conhecer valores e regras. Pretendemos esclarecer: O que significa bullying, de que maneira o bullying pode acontecer nas escolas, quais as consequências de quem pratica e de quem sofre bullying na escola e como colaborar com a escola para que este problema seja superado OBJETIVO ESPECÍFICO Transformar os valores dos alunos; Engajar os professores; Envolver os pais na vida escolar; Discutir o Bullying, suas causas, consequências e possíveis soluções; Identificar posturas preconceituosas em colegas de sala ou em pessoas da sociedade de uma maneira geral; Reconhecer a importância da convivência pacífica frente ao preconceito, visando a construção de uma postura de tolerância e respeito ao outro; 9 PERCURSOS METODOLÓGICOS Conhecer e cumprir a lei do combate ao bullying; Estimular os estudantes a informar os casos; Fortalecer a autoestima dos alunos; Oferecer um ambiente seguro para falar sobre situações diversas; Incentivar a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças por meio de conversas, campanhas de incentivo à paz e à tolerância, trabalhos didáticos, como atividades de cooperação e interpretação de diferentes papéis em um conflito; Identificar a incidência de bullyng e aconselhar as famílias a procurar um tratamento psicológico; Convidar um psicólogo para alguns encontros com os estudantes e trabalhar temas em sala de aula sobre a violência e necessidade da convivência saudável entre todos Jogos interativos para abordar o assunto de forma mais clara; Analisar as estratégias de enfrentamento adotadas pela instituição; Identificar as consequências de bullying no contexto escolar; Comparar a realidade vivenciada pelas escolas em cidades de pequeno e médio porte; Promover filmes como: Lucas um intruso no formigueiro e após assistirem, o professor realizar roda de conversas, promovendo uma socialização sobre o filme e explicando o que é o bullying, conforme o contexto reproduzido em http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm. Práticas, com cartazes que serão elaborados por grupos de seis integrantes e cada um falando sobre o tema em diferentes aspectos. O professor fará questionamento sobre o que escreveram e o que sentiram durante essa prática. Como plano de ação, os cartazes poderão ser expostos nos corredores e na parte externa da escola para divulgar e provocar reflexões na comunidade escolar. RECURSOS Livros; CDs, DVD E TV 10 Cartolinas Lápis de cor, giz de cera; Retroprojetor; Folhas de papéis A4 CRONOGRAMA De três a quatro aulas de 45 minutos. AVALIAÇÃO Participação nas discussões e reflexões a partir das questões norteadoras (oralidade); Capricho, criatividade e ligação com os conceitos trabalhados durante a aula para elaboração do texto, que poderá ser descritivo ou narrativo (uma situação real ou fictícia); Trabalho colaborativo na criação dos cartazes, sugestão de idéias, criatividade e integração com o grupo; PRODUTO FINAL Pretendemos evidenciar uma nova postura do aluno diante a situação a qual se depara. Neste caso, sugerimos que seja elaborado com a turma um plano de ação, com base no conteúdo trabalhado, o que cada aluno, ou grupos de alunos, fará em sua prática diária, em seu cotidiano. É um compromisso assumido pelo aluno, que poderá ocorrer dentro da própria escola, como também em casa com seus colegas e vizinhos. 11 REFERÊNCIAS Dicionário Oxford Escolar: para estudantes brasileiros de inglês. Português-Inglês / Inglês-Português. Edição Atualizada de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa. Ano 2010. MELLO, Guiomar Namo de. Sucesso na aprendizagem fortalece o aluno para a vida. Revista Nova Escola. Editora Abril. Abr. 2005, ano XX, nº 181. OLWEUS, Dan. 1993. FANTE, Cleo. 2005. Fenômeno bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz. 2ª edição. Campinas. Editora Versus, 224 p. FANTE, C. & PEDRA, J. A. Bullying Escolar: perguntas e respostas. Porto Alegre: Artmed, 2008. SILVA, A. B. B. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Cartilha: Bullying - justiça nas escolas. 1ª ed. Conselho Nacional de Justiça. Brasília, 2010. Estatuto da criança e do adolescente. São Paulo: Rideel, 1990. Constituição federal. São Paulo: Rideel, 1988.