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ÁDILA PINHEIRO LEÃO – RA 5273792868 DIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL Abaetetuba- Pará 2019 IDENTIFICAÇÃO Nome do Estagiário: Ádila Pinheiro Leão Curso: Serviço Social Telefone: (91) 99235-5420 e-mail: adilapinheiro1994@gmail Nível do Estágio Supervisionado: I Local de Estágio: Centro de Referência de Assistência Social- CRAS SÃO SEBASTIÃO Endereço: Travessa Hildo Carvalho Nome do (a) Supervisor (a) Acadêmico (a): Isane Caripuna Pinheiro Nome do (a) Supervisor (a) de Campo: Odiais da Silva Lima Júnior Carga horária: 150h Início: 15/04/2019 Término: 30/05/2019 a) Identificação da Instituição • Nome da organização: Centro de Referência de Assistência Social –(CRAS) São Sebastião • Endereço completo: Travessa Híldo Carvalho de Andrade • Telefone: xxxx - E-mail:saosebastiao@gmail.com • ID CRAS Mds: 15001004200 • Nome da Supervisora: Odias da Silva Lima Junior Número do CRESS:7905 • E-mail: odiasjunior1@gmail.com b) Histórico da instituição: O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma unidade pública estatal descentralizada da política de assistência social, responsável pela organização e oferta de serviços da proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nas áreas de vulnerabilidade e risco social dos municípios e DF. Dada sua capilaridade nos territórios, se caracteriza como a principal porta de entrada do SUAS, ou seja, é uma unidade que possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção social de assistência social (orientações Técnicas Centro de Referência de Serviço Assistência Social-CRAS pag.09) O Centro de Referência de Assistência Social-CRAS São Sebastião foi implantado ali por ser um território marcado por extremas expressões da questão social (violência, e situação de risco). Diante do oposto, o CRAS assume uma importância peculiar nesse território, pois o bairro do São Sebastiao surge após a implantação do projeto ALBRAS- ALUNORTE, no município de Barcarena distante a 37 km de Abaetetuba e isso tornou um atrativo para as famílias, pois houve geração de emprego na fase inicial do projeto e muitas famílias migraram para Abaetetuba devido não encontrarem condições para o retorno ao seu lugar de origem, famílias oriundas de zona rural e até dos estados vizinhos.Com isso o bairro se organizou sem infraestrutura básica, com a ocupação desordenada. No período da implantação do CRAS São Sebastião (2005), o bairro se destacava na mídia local, como “IRAQUE” ou “AFEGANISTÂO” pelos altos índices de violência. O território era dominado por dois grupos organizados, que no município são denominados por “gangues”, conhecidas como “Vândalos do Santa Rosa- VS e Demônios da Noite-DN”. Essas gangues, mantinham uma rivalidade extrema, causado nos moradores insegurança, terror diante dos confrontos que ali travavam que na maioria das vezes resultavam em óbitos. A multiplicidades de fatores relacionados aos atos de violência torna difícil isolar uma ou mais causas, já que cada uma delas se conjuga em várias outras explicações de situações concretas em se tratando deste território, as drogas se constituíram como um dos principais fatores. A implantação do CRAS foi precedida de um processo de mobilização da comunidade. Para Arretchef (1996) enfrenta dessa natureza em formação social concretas depende da capacidade de articular apoios e sistematizar demandas, desvelando a densidade do tecido social associativo construído a base. Se as gangues se apresentavam como ameaça ao funcionamento do CRAS, desenvolver ações que envolvessem adolescentes e jovens fortalecendo a atuação efetiva na comunidade, investir no protagonista juvenil foi a estratégia. Faz-se necessário desenvolver ações integradas como a proteção social básica. Atuar na política de assistência exige esse olhar, sabendo utilizar as ferramentas e as estratégias necessárias para investir em uma realidade. c) Finalidade da Instituição Promover serviços de proteção as famílias e os usuários do sistema que se encontram na vulnerabilidade, risco social e que estão se sentindo com seus direitos violados, dado a ele o empoderamento garantindo assim seus direitos promovendo a cidadania e o desenvolvimento. Fortalecendo os vínculos familiares e comunitários daquele território. • Apoiar famílias com ênfase no direito à convivência familiar e comunitária. • Fomentar a cultura de paz, a inclusão e proteção social arte através do acompanhamento das famílias, do acesso à arte, ao esporte, ao lazer e da qualidade profissional. • Criar condições para o favorecimento da convivência crítica na análise de problemas e dificuldades, para melhor compreender a realidade na qual está inserida. • Promover no território do CRAS, a viabilidade de todos os serviços de proteção social básica existente no município. • Promover a segurança de acolhida de convívio familiar e comunitária e de autônima. • Promover através da gestão participativa o exercício do controle social através das entidades e do terceiro setor. • Incentivo ao aumento da escolaridade. d) Objetivos: Contribuir para que se tenha uma se tenha uma efetivação da Política de Assistência, para melhor promover serviços de proteção a família, em situação de vulnerabilidade social. E fortalecer os vínculos familiares e comunitários daquele território. e) Demandas atendidas pela instituição: As principais demandas atendidas são: o Programa Bolsa Família - PBF e o Benefício de Prestação Continuada – BPC. - Principais características da população atendidas pela instituição Famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acessos do serviço público, da fragilidade de vínculos de pertencimento e sociedade ou qualquer situação de vulnerabilidade e risco social residente nos territórios de abrangência do CRAS. f) Estrutura e funcionamento da organização: g) Recursos humanos, financeiros e outros necessários para o alcance dos objetivos da Instituição: Segundo a Norma Operacionais Básica de Recursos Humanos do SUAS -NOB- Coordenadora assistente Social Educadores Social Oficineiras Agente administrativo Educadora física Serviço Gerais Vigia Porteiro Psicológo RH/SUAS para que haja um bom funcionamento de um Cras, se faz necessário a presença dos profissionais para a realização dos atendimentos sociais no espaço no referido Cras conta com os seguintes profissionais: 1 coordenadora, 1 Psicólogo, 2 Assistente Social, 1 Educador Social, 2 artes educadores, 2 vigia, 1 porteiro, 2 serviços gerais, 1 cozinheira e 2 Agente administrativo. Para que desta forma garanta a qualidade no atendimento as famílias assistidas nas proximidades da localidade do CRAS. O CRAS recebe um valor simbólico que vem para Assistência através de licitações feita pela prefeitura. Os matérias também são de licitações, que são: à impressora, internet, computadores, caixa amplificada e projetor data show h) Parcerias e relações interinstitucionais: As parcerias e relação é a própria rede: Centro de Referência da Assistência Social-CREAS, Centro de Referência Especializado e Atendimento à Mulher- CREAM, APAE, a comunidade, o Mistério Público, a rede de proteção básica e especial, os Postos de Saúde de abrangência do território onde o CRAS se localiza,Defensoria Pública e todo o sistema de garantia de direito. i) Origem do serviço social na instituição: O serviço social se dá como o fator de criação e início e atividade da mesma, auxiliando seus usuários na qual a instituição se insere. A partir de um diagnóstico territorial em que se visualiza a questão de famílias em situação de vulnerabilidade social se faz necessário a implantação de políticas públicas mais atuante em locais em que elas são inseridas. O bairro até uma década atrás era considerado um dos bairros mais violento da comunidade, com alto índices de brigas entre gangues, pontos de vendas de drogas e famílias que viviam amedrontadas com essas situações. Foi partindo desses pressupostos que se originou o serviço nessa instituição o que ocasionou mudanças no cenário social do bairro através da implantação do Cras São Sebastião. O espaço apresenta uma estrutura de médio porte e contem: 01 recepção, 01 sala de coordenação, 01 de atendimento, 01 de uso coletivo, 01 brinquedoteca, copa e 01 banheiro. j) Objetivo do Serviço Social na Instituição. Como em tudo e necessário ter conhecimento teórico da profissão para a realização da realização da triagem dos usuários, dando informações ao mesmo quanto seus direitos, para que assim ações para garantia dos mesmos. k) Instrumental técnico utilizado pelo serviço Social: Os mais utilizados são: a entrevista, visita domiciliar, estudo social, relatório social, parecer social, atuar em equipe multi e interdisciplinares, ficha da família e prontuários do Suas. l) Desafios e perspectivas para o Serviço Social na Instituição: Os desafios no trabalho do serviço Social no CRAS, são: a falta de financiamento em Políticas Públicas por acarreta a precarização no trabalho do Assistente Social, que dificulta o trabalho dos profissionais e por muitas das vezes abre o caminho para o clientelismo, falta de capacidade dos profissionais que trabalham no CRAS, falta de profissionalismo e compromisso com a ética. Os assistentes sociais realizam um trabalho investigativo para identificar quais os fatores que contribuem para a situação de vulnerabilidade e risco social. Identificando, portanto, como esses fatores se apresentam para as crianças e adolescentes, realizando desta forma uma análise acerca dos problemas sociais enfrentado por estes atores sociais em suas respectivas famílias, da qual a família precisa ser observada de perto, pois em alguns casos a família representa um foco de risco para a criança e/o adolescente. A pesquisa permitiu vivenciar de perto a atuação do assistente social frente a um trabalho social, mas que para isso se faz necessário politicas publicas eficazes e investimento para que as políticas cheguem as famílias que mais precisam. Durante o período de estágio foi possível constatar as grandes dificuldades existente no serviço social em relação a própria atuação do assistente social, pela ausência de infraestrutura adequada e recursos necessário para o atendimento as famílias em situações de vulnerabilidade o que acaba ocasionando os serviços do assistente em apenas a mera informações ao acesso de atendimentos sociais como: Benefício de Prestação Continuada, Bolsa Família entre outros. O estágio é de suma importância para que os graduandos possam ter a possibilidade de conhecer na prática a atuação da profissão escolhida, apesar dos desafios enfrentados e a desvalorização profissional, mas o retorno de agradecimento dos usuários que são atendidos nos espaços de Cras é gratificante. ÁDILA PINHEIRO LEÃO – RA 5273792868 DIAGNÓSTICO SOCIAL Abaetetuba- Pará 2019 SUMÁRIO 1. Apresentação do questionário.................................................. 03 2. Questionário Respondido......................................................... 05 3. Tabulação................................................................................. 12 4. Análise dos dados..................................................................... 17 3 Apresentação do Questionário Local utilizado para a pesquisa: Nome completo do entrevistado: Data de nascimento: Endereço: 1. Sexo ( ) F ( ) M 2. Escolaridade: a.( ) analfabeto b.( ) sabe ler e escrever c.( ) Ensino fundamental – até 4ª série d.( ) ensino fundamental – 5ª a 8ªsérie e.( ) Ensino médio incompleto f.( ) ensino médio completo g.( ) Ensino superior incompleto h.( ) ensino superior completo 3. Total de pessoas da família: 12 4. Quantas pessoas residem na mesma casa: a. ( ) 01 pessoa b.( ) 02 pessoas c. ( ) de 03 a 06 pessoas d.( ) outros Quantidade caso seja outros: 5. Condições de propriedade da casa: a.( ) própria b.( ) alugada c.( )cedida/emprestada d.( ) outros caso seja outros, onde reside: 6. Qual material usado na construção da casa: a.( ) alvenaria b.( ) taipa c.( ) Madeira d.( )papelão e.( ) outros 7. Possui energia elétrica: a.( ) sim b.( ) não 8. Possui água encanada: a.( ) sim b.( ) não 9. Renda familiar a.( ) 1 salário mínimo b. ( ) de 2 a 4 salários mínimos 4 c. ( ) acima de 4 salários 10. Quantas pessoas trabalham na casa: a.( ) 1 pessoa b.( ) 2 pessoas c.( ) mais de 03 pessoas 11. Quantas pessoas trabalham na família? a.( ) 01 pessoa b.( ) 02 pessoas c.( ) mais de 02 d. ( ) todos 12. Tem alguém desempregado? a.( ) sim b.( ) não 13. A família recebe algum tipo de benefício do governo: a. ( ) Bolsa Família b. ( ) Auxilio Alimentação – Cesta Básica c. ( ) Auxilio Natalidade d. ( ) Benefício de Prestação Continuada - BPC e. ( ) Outros, Quais? f. ( ) Não possui 14. A renda familiar é suficiente para o sustento da família: a. ( ) sim b. ( ) não 15.Você usa com frequência os serviços ofertados pelo CRAS: a. ( ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 16.Você ou alguém membro da família participa do SCFV: a. ( ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 17.Você ou algum membro da família precisou de atendimento psissocial: a. ( ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 18.Você ou algum membro da família já recebeu visita de algum técnico do CRAS a. ( ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 5 Questionário Respondido Local utilizado para a pesquisa: Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), São Sebastião Nome completo do entrevistado: Maria de Paula Data de nascimento: 31/08/1980 Endereço: Leonardo Negrão n:122, bairro: São Sebastião 1. Sexo ( x ) F ( ) M 2. Escolaridade: a.( ) analfabeto b.( ) sabe ler e escrever c.( ) Ensino fundamental – até 4ª série d.( ) ensino fundamental – 5ª a 8ªsérie e.( ) Ensino médio incompleto f.( ) ensino médio completo g.( ) Ensino superior incompleto h.(x) ensino superior completo 3. Total de pessoas da família: 4 4. Quantas pessoas residem na mesmacasa: a. ( ) 01 pessoa b.( ) 02 pessoas c. ( x ) de 03 a 06 pessoas d.( ) outros Quantidade caso seja outros: 5. Condições de propriedade da casa: a.( x ) própria b.( ) alugada c.( x )cedida/emprestada d.( ) outros caso seja outros, onde reside 6. Qual material usado na construção da casa: a.( x ) alvenaria b.( ) taipa c.( ) Madeira d.( )papelão e.( ) outros 7. Possui energia elétrica: a.( x ) sim b.( ) não 6 8. Possui água encanada: a.( x ) sim b.( ) não 9. Renda familiar a.( ) 1 salário mínimo b. ( ) de 2 a 4 salários mínimos c. ( ) acima de 4 salários d.( x ) Não possui 10. Quantas pessoas trabalham na casa: a.( ) 1 pessoa b.( x) 2 pessoas c.( ) mais de 03 pessoas d.( x ) nenhum 11. Quantas pessoas trabalham na família? a.( ) 01 pessoa b.( x ) 02 pessoas c.( ) mais de 02 d. ( ) todos e.( ) nenhum 12. Tem alguém desempregado? a.( x) sim b.( ) não 13. A família recebe algum tipo de benefício do governo: a. ( x ) Bolsa Família b. ( ) Auxilio Alimentação – Cesta Básica c. ( ) Auxilio Natalidade d. ( ) Benefício de Prestação Continuada - BPC e. ( ) Outros, Quais? f. ( ) Não possui 14. A renda familiar é suficiente para o sustento da família: a. ( ) sim b. ( x ) não 15.Você usa com frequência os serviços ofertados pelo CRAS: a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 16.Você ou alguém membro da família participa do SCFV: a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 17.Você ou algum membro da família precisou de atendimento psicossocial: a. ( ) sim b. ( x ) não c. ( ) às vezes 18.Você ou algum membro da família já recebeu visita de algum técnico do CRAS 7 a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes Questionário Local utilizado para a pesquisa: Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), São Sebastião Nome completo do entrevistado: Maria Lúcia Data de nascimento: 31/08/1982 Endereço: Ramal do castanhal I , bairro: Bosque 1. Sexo ( x ) F ( ) M 2. Escolaridade: a.( ) analfabeto b.( ) sabe ler e escrever c.( ) Ensino fundamental – até 4ª série d.( x ) ensino fundamental – 5ª a 8ªsérie e.( ) Ensino médio incompleto f.( ) ensino médio completo g.( ) Ensino superior incompleto h.( ) ensino superior completo 3. Total de pessoas da família: 12 4. Quantas pessoas residem na mesma casa: a. ( ) 01 pessoa b.( ) 02 pessoas c. ( ) de 03 a 06 pessoas d.( x ) outros Quantidade caso seja outros: 5. Condições de propriedade da casa: a.( ) própria b.( ) alugada c.( x )cedida/emprestada d.( ) outros caso seja outros, onde reside 6. Qual material usado na construção da casa: a.( x ) alvenaria b.( ) taipa c.( ) Madeira d.( )papelão e.( ) outros 7. Possui energia elétrica: 8 a.( x ) sim b.( ) não 8. Possui água encanada: a.( x ) sim b.( ) não 9. Renda familiar a.( x ) 1 salário mínimo b. ( ) de 2 a 4 salários mínimos c. ( ) acima de 4 salários d.( ) Não possui 10. Quantas pessoas trabalham na casa: a.( ) 1 pessoa b.( x) 2 pessoas c.( ) mais de 03 pessoas d.( x ) nenhum 11. Quantas pessoas trabalham na família? a.( ) 01 pessoa b.( x ) 02 pessoas c.( ) mais de 02 d. ( ) todos e.( ) nenhum 12. Tem alguém desempregado? a.( x) sim b.( ) não 13. A família recebe algum tipo de benefício do governo: a. ( ) Bolsa Família b. ( ) Auxilio Alimentação – Cesta Básica c. ( ) Auxilio Natalidade d. ( ) Benefício de Prestação Continuada - BPC e. ( ) Outros, Quais? f. ( x) Não possui 14. A renda familiar é suficiente para o sustento da família: a. ( ) sim b. ( x ) não 15.Você usa com frequência os serviços ofertados pelo CRAS: a. ( ) sim b. ( ) não c. ( x ) às vezes 16.Você ou alguém membro da família participa do SCFV: a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 17.Você ou algum membro da família precisou de atendimento psicossocial: a. ( ) sim b. ( x ) não c. ( ) às vezes 9 18.Você ou algum membro da família já recebeu visita de algum técnico do CRAS a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 10 Questionário Local utilizado para a pesquisa: Casa da entrevistada Nome completo do entrevistado: Lucas de Jesus Data de nascimento: 19/03/1988 Endereço: Residencial Abaetetuba-201- São Sebastião 1. Sexo ( ) F ( x ) M 2. Escolaridade: a.( ) analfabeto b.( ) sabe ler e escrever c.( x ) Ensino fundamental – até 4ª série d.( ) ensino fundamental – 5ª a 8ªsérie e.( ) Ensino médio incompleto f.( ) ensino médio completo g.( ) Ensino superior incompleto h.( ) ensino superior completo 3. Total de pessoas da família: 6 4. Quantas pessoas residem na mesma casa: a. ( ) 01 pessoa b.( ) 02 pessoas c. ( x ) de 03 a 06 pessoas d.( ) outros Quantidade caso seja outros: 5. Condições de propriedade da casa: a.(x ) própria b.( ) alugada c.( )cedida/emprestada d.( ) outros caso seja outros, onde reside: 6. Qual material usado na construção da casa: a.( x ) alvenaria b.( ) taipa c.( ) Madeira d.( )papelão e.( ) outros 7. Possui energia elétrica: a.( x ) sim b.( ) não 8. Possui água encanada: a.( x ) sim b.( ) não 11 9. Renda familiar a.( ) 1 salário mínimo b. ( x) de 2 a 4 salários mínimos c. ( ) acima de 4 salários 10. Quantas pessoas trabalham na casa: a.( ) 1 pessoa b.( x) 2 pessoas c.( ) mais de 03 pessoas 11. Quantas pessoas trabalham na família? a.( ) 01 pessoa b.( x ) 02 pessoas c.( ) mais de 02 d. ( ) todos 12. Tem alguém desempregado? a.( ) sim b.( x ) não 13. A família recebe algum tipo de benefício do governo: a. ( ) Bolsa Família b. ( ) Auxilio Alimentação – Cesta Básica c. ( ) Auxilio Natalidade d. ( ) Benefício de Prestação Continuada - BPC e. ( ) Outros, Quais? f. ( x ) Não possui 14. A renda familiar é suficiente para o sustento da família: a. ( ) sim b. ( x ) não 15.Você usa com frequência os serviços ofertados pelo CRAS: a. ( ) sim b. ( x ) não c. ( ) às vezes 16.Você ou alguém membro da família participa do SCFV: a. ( ) sim b. ( x ) não c. ( ) às vezes 17.Você ou algum membro da família precisou de atendimento psicossocial: a. ( ) sim b. ( x ) não c. ( ) às vezes 18.Você ou algum membro da família já recebeu visita de algum técnico do CRAS a. ( x ) sim b. ( ) não c. ( ) às vezes 12 Tabulação 13 Entrevistado 1. Maria Lúcia Pergunta 1: a – (x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 2: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – (x)Pergunta 3: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – ( x ) Pergunta 4: a – ( ) b– ( ) c– ( ) d– ( x ) Pergunta 5: a – ( ) b– ( ) c – ( x) d – ( ) Pergunta 6: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 7: a – ( x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 8: a – (x) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 9: a – (x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 10: a – ( ) b– ( x) c– ( ) d– ( ) Pergunta 11: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 12: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 15: a – ( ) b– ( ) c – ( x) d – ( ) Pergunta 14: a – ( ) b– ( x ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 15: a – ( ) b– ( ) c – ( x) d – ( ) Pergunta 16: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 17: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 18: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) 14 Entrevistado 2: Maria de Paula Pergunta 1: a – (x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 2: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – (x) Pergunta 3: a – ( ) b– ( ) c – ( x ) d – ( ) Pergunta 4: a – ( ) b– ( ) c– ( x) d– ( ) Pergunta 5: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 6: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 7: a – ( x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 8: a – (x) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 9: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – ( x ) Pergunta 10: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 11: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – ( x ) Pergunta 12: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 13: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 14: a – ( ) b– ( x ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 15: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 16: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 17: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 18: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) 15 Entrevistado 3: Lucas de Jesus Pergunta 1: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 2: a – ( ) b– ( ) c – (x ) d – ( ) Pergunta 3: a – ( ) b– ( ) c – ( x ) d – ( ) Pergunta 4: a – ( ) b– ( ) c– ( x) d– ( ) Pergunta 5: a – ( x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 6: a – ( x ) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 7: a – ( x ) b– ( ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 8: a – (x) b– ( ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 9: a – ( ) b– ( x) c – ( ) d – ( ) Pergunta 10: a – ( ) b– ( x) c– ( ) d– ( ) Pergunta 11: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 12: a – ( ) b– ( x ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 13: a – ( ) b– ( ) c – ( ) d – ( x) Pergunta 14: a – ( ) b– ( x ) c– ( ) d– ( ) Pergunta 15: a – ( ) b– ( x) c – ( ) d – ( ) Pergunta 16: a – ( ) b– ( x) c – ( ) d – ( ) Pergunta 17: a – ( ) b– ( x ) c – ( ) d – ( ) Pergunta 18: a – ( x) b– ( ) c – ( ) d – ( ) 16 • Tabulação das Respostas Pergunta 1: Pergunta 2: Pergunta 3: Pergunta 4: Pergunta 5: Pergunta 6: Pergunta 7: Pergunta 8: Pergunta 9: Pergunta 10: Pergunta 11: Pergunta 12: Pergunta 13: Pergunta 14: Pergunta 15: Pergunta 16: Pergunta 17: Pergunta 18: a 02 b 01 c 00 d 00 a 00 b 00 c 01 d 02 a 00 b 00 c 02 d 01 a 00 b 00 c 02 d 01 a 02 b 00 c 01 d 00 a 03 b 00 c 00 d 00 a 03 b 00 c 00 d 00 a 03 b 00 c 00 d 00 a 01 b 01 c 00 d 01 a 00 b 02 c 00 d 01 a 00 b 02 c 00 d 01 a 02 b 01 c 00 d 00 a 01 b 00 c 00 d 02 a 00 b 03 c 00 d 00 a 01 b 01 c 01 d 00 a 02 b 01 c 00 d 00 a 03 b 00 c 00 d 00 a 00 b 03 c 00 d 00 17 • ANÁLISE DOS DADOS Durante a realização das entrevistas semiestruturada com pessoas que residem no bairro onde se localiza o Cras São Sebastião, constatamos que os serviços oferecidos por essa instituição poucos são conhecidos dos participantes, mas que conhecem os programas sociais, entretanto só estão inseridas devido a procura na Secretaria de Assistência Social -SEMAS. Analisado as informações obtidas a maioria dos entrevistados são famílias que vivem em casas próprias, de alvenaria e água encanada, pode se avaliar que são famílias que não vivem em situação de extrema pobreza, mas que necessitam ser encaminhadas para o mercado de trabalho e garantir uma fonte de renda para manter o sustento da família Quando perguntando sobre os serviços que o Cras oferece a maioria dos entrevistados não souberam responder exatamente que atendimento são oferecidos e ao informa-los muitos foram surpreendidos sobre os serviços oferecidos. O que se analisa é que a falta de conhecimento sobre a importância e objetivos do Cras ainda é muito disperso dos usuários, apesar de muitos saberes sua localização, mas não participam ativamente dos programas que ele oferece. ÁDILA PINHEIRO LEÃO – RA 5273792868 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I ABAETETUBA – PA 2019 ÁDILA PINHEIRO LEÃO – RA 5273792868 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I “Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Serviço Social do Centro de Educação a Distancia - CEAD da Universidade Anhanguera UNIDERP como requisito obrigatório para o cumprimento da disciplina de Estágio Supervisionado I” ABAETETUBA – PA 2019 SUMÁRIO I. INTRODUÇÃO............................................................. 05 II. DESENVOLVIMENTO................................................... 06 a. Identificação da Instituição......................................................... 06 b. Histórico da Instituição................................................................ 07 c. Finalidade da Instituição.............................................................. 08 d. Objetivos...................................................................................... 08 e. Demanda atendida pela instituição............................................. 09 f. Estrutura e funcionamento da organização................................. 09 g. Recursos Humanos, financeiro e outros..................................... 09 h. Parcerias e relações interinstitucionais....................................... 10 i. Origem do serviço Social na instituição...................................... 10 j. Objetivos da instituição............................................................... 10 k. Instrumental técnico utilizado pelo Serviço Social.................... 11 III. CONSIDERAÇÕES PARCIAIS......................................IV. REFERÊNCIAS.............................................................. 12 13 IDENTIFICAÇÃO Nome do Estagiário: Ádila Pinheiro Leão Curso: Serviço Social Telefone: (91) 99235-5442 e-mail: adilapinheiro1994@gmail Nível do Estágio Supervisionado: I Local de Estágio: Centro de Referência de Assistência Social- CRAS SÃO SEBASTIÃO Endereço: Travessa Hildo Carvalho Nome do (a) Supervisor (a) Acadêmico (a): Isane Caripuna Pinheiro Nome do (a) Supervisor (a) de Campo: Odiais da Silva Lima Júnior Carga horária: 150h Início: 15/04/2019 Término: 30/05/2019 5 I- INTRODUÇÃO O Centro de Referência de Assistência Social – CRAS é uma unidade pública de assistência social, do Sistema Único de Assistência Social, que se destina ao atendimento de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade e risco social. No CRAS toda a população em situação de vulnerabilidade e risco social recebe atendimento no Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família – PAIF, por meio do qual pode também acessar outros serviços, benefícios, programas e projetos socioassistenciais. O CRAS é a porta de entrada para o cidadão acessar a proteção social básica, assim como outras políticas públicas. Esse acesso pode ser obtido por meio dos seguintes Serviços, Programas e Benefícios. O CRAS é uma unidade de proteção social básica do SUAS, que tem por objetivo prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidades e riscos sociais nos territórios, por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania (BRASIL, 2009, p. 9). Seu principal trabalho é o PAIF (Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família), dando auxílio e orientações as famílias para prevenir situações de vulnerabilidade ou violência. Através do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, eles buscam reunir pessoas que estão na mesma faixa etária (crianças, adolescentes ou idosos) para desenvolver determinadas ações em grupos. Conforme a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, (2009) o PAIF é baseado no respeito à heterogeneidade dos arranjos familiares, aos valores, crenças e identidades das famílias. Os serviços, programas, projetos e benefícios de proteção social básica deverão se articular com as demais políticas públicas locais, de forma a garantir a sustentabilidade das ações desenvolvidas e o protagonismo das famílias e indivíduos atendidos de forma a superar as condições de vulnerabilidade e a prevenir as situações que indicam risco potencial. Deverão, ainda, se articular aos serviços de proteção especial, garantindo a efetivação dos encaminhamentos necessários. (BRASIL, 2004, p. 35) É através dele que famílias consideradas em situação de extrema pobreza (que estão incluídas pelo Plano Brasil Sem Miséria), tem acesso a serviços para cadastrar 6 e acompanhar os programas de transferência de renda. Atualmente, o Brasil possui quase 8.000 unidades espalhadas por todo território nacional. II- DESENVOLVIMENTO a) Identificação da Instituição • Nome da organização: Centro de Referência de Assistência Social –(CRAS) São Sebastião • Endereço completo: Travessa Híldo Carvalho • Telefone: xxxx - E-mail:saosebastiao@gmail.com • ID CRAS Mds: 15001004200 • Nome da Supervisora: Odias da Silva Lima Junior Número do CRESS:7905 • E-mail: odiasjunior1@gmail.com b) Histórico da instituição: O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é uma unidade pública estatal descentralizada da política de assistência social, responsável pela organização e oferta de serviços da proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nas áreas de vulnerabilidade e risco social dos municípios e DF. Dada sua capilaridade nos territórios, se caracteriza como a principal porta de entrada do SUAS, ou seja, é uma unidade que possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção social de assistência social (orientações Técnicas Centro de Referência de Serviço Assistência Social-CRAS pag.09) O Centro de Referência de Assistência Social-CRAS São Sebastião foi implantado ali por ser um território marcado por extremas expressões da questão social (violência, e situação de risco). Diante do oposto, o CRAS assume uma importância peculiar nesse território, pois o bairro do São Sebastiao surge após a implantação do projeto ALBRAS- ALUNORTE, no município de Barcarena distante a 37 km de Abaetetuba e isso tornou um atrativo para as famílias, pois houve geração de emprego na fase inicial do projeto e muitas famílias migraram para Abaetetuba devido não encontrarem condições para o retorno ao seu lugar de origem, famílias oriundas de zona rural e 7 até dos estados vizinhos.Com isso o bairro se organizou sem infraestrutura básica, com a ocupação desordenada. No período da implantação do CRAS São Sebastião (2005), o bairro se destacava na mídia local, como “IRAQUE” ou “AFEGANISTÂO” pelos altos índices de violência. O território era dominado por dois grupos organizados, que no município são denominados por “gangues”, conhecidas como “Vândalos do Santa Rosa- VS e Demônios da Noite-DN”. Essas gangues, mantinham uma rivalidade extrema, causado nos moradores insegurança, terror diante dos confrontos que ali travavam que na maioria das vezes resultavam em óbitos. A multiplicidades de fatores relacionados aos atos de violência torna difícil isolar uma ou mais causas, já que cada uma delas se conjuga em várias outras explicações de situações concretas em se tratando deste território, as drogas se constituíram como um dos principais fatores. A implantação do CRAS foi precedida de um processo de mobilização da comunidade. Para Arretchef (1996) enfrenta dessa natureza em formação social concretas depende da capacidade de articular apoios e sistematizar demandas, desvelando a densidade do tecido social associativo construído a base. Se as gangues se apresentavam como ameaça ao funcionamento do CRAS, desenvolver ações que envolvessem adolescentes e jovens fortalecendo a atuação efetiva na comunidade, investir no protagonista juvenil foi a estratégia. Faz-se necessário desenvolver ações integradas como a proteção social básica. Atuar na política de assistência exige esse olhar, sabendo utilizar as ferramentas e as estratégias necessárias para investir em uma realidade. c) Finalidade da Instituição Promover serviços de proteção as famílias e os usuários do sistema que se encontram na vulnerabilidade, risco social e que estão se sentindo com seus direitos violados, dado a ele o empoderamento garantindo assim seus direitos promovendo a cidadania e o desenvolvimento. Fortalecendo os vínculos familiares e comunitários daquele território. • Apoiar famílias com ênfase no direito à convivência familiar e comunitária. 8 • Fomentar a cultura de paz, a inclusão e proteção social arte através do acompanhamento das famílias, do acesso à arte, ao esporte, ao lazer e da qualidade profissional. • Criar condições para o favorecimento da convivência crítica na análise de problemas e dificuldades, para melhor compreender a realidade na qual está inserida. • Promover no território do CRAS, a viabilidade de todos os serviços de proteção social básica existente no município. • Promovera segurança de acolhida de convívio familiar e comunitária e de autônima. • Promover através da gestão participativa o exercício do controle social através das entidades e do terceiro setor. • Incentivo ao aumento da escolaridade. d) Objetivos: Contribuir para que se tenha uma se tenha uma efetivação da Política de Assistência, para melhor promover serviços de proteção a família, em situação de vulnerabilidade social. E fortalecer os vínculos familiares e comunitários daquele território. e) Demandas atendidas pela instituição: As principais demandas atendidas são: o Programa Bolsa Família - PBF e o Benefício de Prestação Continuada – BPC. - Principais características da população atendidas pela instituição Famílias em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, do precário ou nulo acessos do serviço público, da fragilidade de vínculos de pertencimento e sociedade ou qualquer situação de vulnerabilidade e risco social residente nos territórios de abrangência do CRAS. 9 f) Estrutura e funcionamento da organização: g) Recursos humanos, financeiros e outros necessários para o alcance dos objetivos da Instituição: Segundo a Norma Operacionais Básica de Recursos Humanos do SUAS -NOB- RH/SUAS para que haja um bom funcionamento de um Cras, se faz necessário a presença dos profissionais para a realização dos atendimentos sociais no espaço no referido Cras conta com os seguintes profissionais: 1 coordenadora, 1 Psicólogo, 2 Assistente Social, 1 Educador Social, 2 artes educadores, 2 vigia, 1 porteiro, 2 serviços gerais, 1 cozinheira e 2 Agente administrativo. Para que desta forma garanta a qualidade no atendimento as famílias assistidas nas proximidades da localidade do CRAS. O CRAS recebe um valor simbólico que vem para Assistência através de licitações feita pela prefeitura. Os matérias também são de licitações, que são: à impressora, internet, computadores, caixa amplificada e projetor data show Coordenadora assistente Social Educadores Social Oficineiras Agente administrativo Educadora física Serviço Gerais Vigia Porteiro Psicológo 10 h) Parcerias e relações interinstitucionais: As parcerias e relação é a própria rede: Centro de Referência da Assistência Social-CREAS, Centro de Referência Especializado e Atendimento à Mulher-CREAM, APAE, a comunidade, o Mistério Público, a rede de proteção básica e especial, os Postos de Saúde de abrangência do território onde o CRAS se localiza, Defensoria Pública e todo o sistema de garantia de direito. i) Origem do serviço social na instituição: O serviço social se dá como o fator de criação e início e atividade da mesma, auxiliando seus usuários na qual a instituição se insere. A partir de um diagnóstico territorial em que se visualiza a questão de famílias em situação de vulnerabilidade social se faz necessário a implantação de políticas públicas mais atuante em locais em que elas são inseridas. O bairro até uma década atrás era considerado um dos bairros mais violento da comunidade, com alto índices de brigas entre gangues, pontos de vendas de drogas e famílias que viviam amedrontadas com essas situações. Foi partindo desses pressupostos que se originou o serviço nessa instituição o que ocasionou mudanças no cenário social do bairro através da implantação do Cras São Sebastião. O espaço apresenta uma estrutura de médio porte e contem: 01 recepção, 01 sala de coordenação, 01 de atendimento, 01 de uso coletivo, 01 brinquedoteca, copa e 01 banheiro. j) Objetivo do Serviço Social na Instituição. Como em tudo e necessário ter conhecimento teórico da profissão para a realização da realização da triagem dos usuários, dando informações ao mesmo quanto seus direitos, para que assim ações para garantia dos mesmos. 11 k) Instrumental técnico utilizado pelo serviço Social: Os mais utilizados são: a entrevista, visita domiciliar, estudo social, relatório social, parecer social, atuar em equipe multi e interdisciplinares, ficha da família e prontuários do Suas. l) Desafios e perspectivas para o Serviço Social na Instituição: Os desafios no trabalho do serviço Social no CRAS, são: a falta de financiamento em Políticas Públicas por acarreta a precarização no trabalho do Assistente Social, que dificulta o trabalho dos profissionais e por muitas das vezes abre o caminho para o clientelismo, falta de capacidade dos profissionais que trabalham no CRAS, falta de profissionalismo e compromisso com a ética. 12 III- CONSIDERAÇÕES Os assistentes sociais realizam um trabalho investigativo para identificar quais os fatores que contribuem para a situação de vulnerabilidade e risco social. Identificando, portanto, como esses fatores se apresentam para as crianças e adolescentes, realizando desta forma uma análise acerca dos problemas sociais enfrentado por estes atores sociais em suas respectivas famílias, da qual a família precisa ser observada de perto, pois em alguns casos a família representa um foco de risco para a criança e/o adolescente. A pesquisa permitiu vivenciar de perto a atuação do assistente social frente a um trabalho social, mas que para isso se faz necessário politicas publicas eficazes e investimento para que as políticas cheguem as famílias que mais precisam. Durante o período de estágio foi possível constatar as grandes dificuldades existente no serviço social em relação a própria atuação do assistente social, pela ausência de infraestrutura adequada e recursos necessário para o atendimento as famílias em situações de vulnerabilidade o que acaba ocasionando os serviços do assistente em apenas a mera informações ao acesso de atendimentos sociais como: Benefício de Prestação Continuada, Bolsa Família entre outros. O estágio é de suma importância para que os graduandos possam ter a possibilidade de conhecer na prática a atuação da profissão escolhida, apesar dos desafios enfrentados e a desvalorização profissional, mas o retorno de agradecimento dos usuários que são atendidos nos espaços de Cras é gratificante. 13 IV- REFERÊNCIAS BRASIL. Política Nacional de Assistência Social. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2004. BRASIL. Orientações Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2009. COUTO, Berenice R. O processo de trabalho do assistente social na esfera municipal. In: Capacitação em Serviço Social e Política Social - Programa de Capacitação Continuada para Assistentes Sociais, 1999, CFESS-ABEPSS-CEAD-UNB. Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Brasilia. 2009