Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

FACULDADES INTEGRADAS HÉLIO ALONSO
CURSO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA
ALUNOS:
 LETÍCIA RODRIGUES, THIAGO LUIZ, GABRIELLE PINTO, JOÃO E INICIOS.
TRABALHO DE A2: 
TRIBOS URBANAS
RIO DE JANEIRO
2019
SOBRE O AUTOR
Nascido na França em 1944, Michel Maffesoli se tornou uma referência da sociologia dos anos 90, sobretudo pela popularização do termo “tribos urbanas”. Professor de Sociologia na Universidade de Paris – Sorbonne, membro da Academia Europeia de Ciências e Artes, vice-diretor do Instituto Internacional de Sociologia e professor convidado em mais de 60 universidades no mundo, o sociólogo ainda é autor de 29 livros, dentre eles o livro “O tempo das Tribos – O declínio do individualismo nas sociedades de massa”.
TRIBOS URBANAS – MICHEL MAFFESOLI
A expressão "Tribos Urbanas" foi pensada pelo sociólogo francês Michel Maffesoli, que começou usá-la nos seus artigos na década de 80. A expressão ganhou força e maior significado em 1988 com a publicação do seu livro “O Tempo das Tribos: O declínio do individualismo nas sociedades de massa”.
Para ele, a definição de tribo é a partilha de um gosto: tribo sexual, tribo musical, tribo esportiva, tribo cultural, tribo religiosa etc. A Partilha de um gosto no sentido simples da palavra, como por exemplo: Se você tem tal gosto religioso, você virá se encontrar numa tal tribo, se você tem tal gosto musical, você irá se encontrar numa outra tribo. Além disso, o autor chama atenção sobre o fato da sociedade não ser mais uma construção vertical como antigamente, e sim uma construção horizontal no que diz respeito à organização das relações entre as pessoas. Ele sugere que há uma nova maneira de se estar junto na qual se privilegia as emoções, as paixões, os sentimentos e os afetos em geral que vão se relacionar por meio dos costumes, das memórias e das lembranças coletivas de uma tribo. 
Em uma entrevista ao Zero Hora, em 2013, Michael Maffesoli afirma que o individualismo acabou e que vivemos o tempo das tribos, com formas de sociabilidade sutis e diferentes das modernas que se manifestam no desejo de “de estar-junto à toa”. Esse fenômeno urbano se forma nas redes, nos grupos de afinidades, de interesse e nos laços de vizinhança que estruturam nossas cidades. De qualquer modo, o que está em jogo é a potência contra o poder e a busca pela identificação e pertencimento a um coletivo. 
Maffesoli ressalta ainda a existência de leis, mas que na verdade são identificados rituais, ou seja, maneiras que eles encontram de estar junto que integram não somente a dimensão racional, mas também a dimensão afetiva e emocional. Esses rituais e os costumes desenvolvidos dentro das tribos envolvem a comunidade e a coloca como um corpo com pensamentos e opiniões coletivas a fim de construir confiança e fortalecimento do grupo.
Ademais, a estética (o visual) , estilo musical e hábitos comuns são as principais maneiras de expressar a ideologia e crenças de uma tribo.
CARACTERISTICAS DAS TRIBOS URBANAS
Cultura informal
As tribos, normalmente não têm objetivos definido. Eles apenas acreditam na partilha instantânea dos seus gostos coletivos.
Proxemia
A ideia de proxemia está ligada a ao sentimento de pertencimento a um grupo gerando uma norma forma de olhar a sociedade. 
Não- Ativismo
De modo geral, as tribos tende a evitar formas institucionalizadas de protestos, ou seja, buscam outras formas de expressar suas indignações. Um exemplo é o uso da música.
Fluidez e estabilidade
Comunidade Emocional
Potência
Sociabilidade
Policulturalismo
TIPOS DE TRIBOS
Rappers
Os rappers são pessoas adeptas ao gênero musical conhecido como rap surgidos nos anos 70 nas periferias de Nova York. São compostos por uma maioria de jovens negros que expõem suas mensagens contrárias às desigualdades sociais e raciais por meio de músicas rimadas e letras ousadas. Suas identificações incluem roupas largas, bonés, tênis grandes e esportivos. Além disso, podem carregar acessórios como pulseiras e colares de ouro. A cultura rapper inclui o break dance, o graffiti e as rodas de improvisos que são organizadas em praças ou locais públicos. 
Eminem, Snoop Dogg, Jay-Z e 50 cent são alguns dos cantores de rap mais famosos do mundo que se identificam com essa tribo urbana. No Brasil, o rap é representado pelo grupo “Racionais MC's” que fez muito sucesso na década de 1990.
Góticos
A cultura Gótica é derivada dos Punks e nasceu no Reino Unido entre as décadas de 1970 e 1980. Seus integrantes costumam ser apolíticos e admiradores de elementos relacionados à morte e ao ocultismo, crença nos fenômenos paranormais. 
Essa tribo tem como uma grande marca o estado melancólico e sombrio, além de manifestarem um estilo de roupa composto por cores pretas em couro, botas, piercings e elementos religiosos nos acessórios, como a estrela de cinco pontas e a cruz.
A subcultura dos góticos, ou “darks”, como é conhecida no Brasil, está associada aos gêneros musicais que exaltam o minimalismo, o expressionismo, o romantismo e os temas sombrios, tais como o pós-punk e o rock gótico. Alguns exemplos de estilos musicais incluem o Dark Wave, Ethereal Wave, Death Rock e Electrogótico, podendo se diversificar e apreciarem também o Dream Pop, o Rock Industrial e o Heavy Metal e outros gêneros mais. 
The Cure, The Sisters of Mercy e Bauhaus são algumas das bandas góticas mais conhecidas no mundo e carregam uma legião de fãs.
Hippies
Esta tribo urbana nasceu nos anos de 1960, em São Francisco, na Califórnia, como um movimento contracultural que negava o conceito das guerras, em especial a Guerra do Vietnã, as armas nucleares, o nacionalismo exacerbado, o desrespeito com a natureza, o capitalismo e as restrições relativas ao corpo humano. Os precursores dessa tribo foram os beatniks que precederam o movimento hippie nos EUA e eram caracterizados pela negação da realidade do país na década de 50. 
John Lennon, um dos porta-vozes do movimento, criou o nome da sua banda “The Beatles” por meio da palavra “beatnik”. Outros famosos mergulhados nessa subcultura foram: a cantora Janis Joplin, Jim Morrison e Jimi Rendrix.
Os jovens nascidos no consumo desenfreado promovido pelo capitalismo passaram a criticar esse sistema que em, na sua visão tiravam a heterogeneidade das pessoas, as massificava e invertiam seus valores sociais. Desse modo, começaram a cultuar o amor livre, a decadência do sistema capitalista, a valorização de minorias, a liberdade. Eles se identificavam com religiões como o budismo e o hinduísmo, conhecidas por suas questões ligadas à liberdade humana e o compromisso com o meio ambiente, além de seguirem uma ideologia de vida coletivista e nômade. Nessas tribos, costumam haver um líder espiritual, como um guru, que conduzem rituais com o uso de drogas com o objetivo de expansão da consciência e elevação da intelectualidade. A maconha era apreciada por sua origem natural.
A
No Brasil, o movimento hippie cresceu nos anos 70. A expressão “Paz e Amor” (Peace and Love) foi umas das que mais marcaram o movimento, além do slogan “Faça amor, Não faça guerra”, gritado por milhares de manifestantes contrários a Guerra Vietnamita. No âmbito musical, o representante dessa cultura foi Raul Seixas, junto à banda “Mutantes”. Hoje há poucas comunidades no Brasil, restando apenas o vilarejo Trindade, no Rio de Janeiro, São Tome das Letras, em Minas Gerais e Trancoso na Bahia. O cantor Ventania é destaque atualmente. 
Algumas de suas identificações incluem o uso de cabelos longos, roupas soltas e coloridas, em apologia à psicodelia, e estilos incomuns, como calças boca-de-sino, sandálias, botas e camisas floridas. 
O maior evento Hippie já realizado foi o Woodstock de 1969 com mais de 300 mil espectadores.
Punks
Nascida nos anos 1970, os punks frequentam bares próprios da tribo e geralmente se misturam com os skinheads e heavies (admiradores do estilo musical Heavy Metal). Sua ideologia política é marcada pelo antifascismo e anticapitalismo.São conhecidos por possuírem cortes de cabelo diferentes e coloridos, além de piercings e tatuagens. Geralmente usam jaqueta de couro preta e camisa preta com símbolos do anarquismo ou algum slogan social.
Os Ramones e The Clash são duas das bandas punks mais famosas no mundo. No Brasil, as bandas Ratos de Porão e Inocentes fazem parte da cultura punk brasileira desde 1980.
Skatistas
Na imagem, skatistas numa pista própria de skate praticando manobras.
Esta tribo urbana é derivada do esporte Skateboarding, e seus integrantes são conhecidos por realizarem manobras com skate.
Ao contrário de outras tribos urbanas que derivam de gêneros musicais ou estéticos, os skatistas são praticantes de um esporte, assim como os surfistas.
A maioria não tem uma estética definida e não possui uma preferência musical específica.
Rastafáris (ou Rasta)
rastafari
Na imagem, o exemplo de um integrante da tribo urbana rastafari.
Esta tribo urbana segue o rastafarianismo: movimento religioso e político, iniciado na Jamaica na década de 1930 e adotado por muitos grupos ao redor do mundo, que combina cristianismo protestante, misticismo e uma consciência política pan-africana.
Os integrantes desta tribo costumam ouvir reggae, hip hop e ska. Gostam de um estilo de vida simples e natural e valorizam a paz, felicidade e amizade.
Eles geralmente usam cabelos em forma de dreads, como na imagem acima, além de sandálias e roupas confortáveis. Também são adeptos de roupas ou acessórios com as cores da bandeira da Jamaica.
Otakus
Esta tribo urbana sente fascínio pela cultura e música japonesa. Gostam de ler mangás (revistas em quadrinhos tipicamente japonesas), são fãs de animes (animações japonesas) e de jogos de videogames orientais.
Costumam vestir-se como seus personagens favoritos dos animes ou quadrinhos, investindo em cores e acessórios.
Hipsters, m, 
Os membros desta tribo urbana são amantes da música indie e alternativa. Eles têm interesses estéticos pouco convencionais à cultura principal e desfrutam da estética vintage, tanto na roupa quanto na decoração.
Geralmente frequentam lugares desconhecidos ou impopulares, consomem alimentos orgânicos e artesanais e possuem visões ambientalistas pacíficas e progressistas.
Skinheads
skinheads
Os skinheads, conhecidos também como "cabeças raspadas", é uma tribo urbana que surgiu a partir dos jovens trabalhadores do Reino Unido, na década de 1960.
São amantes dos gêneros musicais ska, rock and roll e punk e são conhecidos por gostarem de futebol, cerveja e por vestirem jeans, botas e suspensório. Duas de suas maiores marcas são as tatuagens e o culto a virilidade.
Outros exemplos de tribos urbanas
CRÍTICAS ÀS TRIBOS
SLIDE AUTOR
1 : Michel Maffesoli + foto do autor
2 : TRIBOS URBANAS
- O que são.
- Como se formam.
- Características das tribos.
SLIDE HIPPIES
1: Hippies
- 1960
- Crítica às guerras e a sociedade capitalista.
- Liberdade do corpo, do pensamento e do sexo.
2: fotos/ vídeo

Mais conteúdos dessa disciplina