Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

i 
 
 
 
FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DE VIÇOSA 
CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA 
 
THAISA MARA DE SOUZA 8366 
RENATO SOUSA 6251 
 
TURMA (8º - T2) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIRCUITOS ELÉTRICOS 
 
 
 
 
Trabalho apresentado ao Curso de Engenharia 
Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia de 
Viçosa como um dos requisitos da disciplina de 
eletrotécnica 
 
Professor: Fábio Oliveira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
VIÇOSA - MG 
2017 
 
ii 
 
Sumário 
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................ 3 
2. OBJETIVOS .................................................................................................... 4 
2.1. Objetivo Geral ............................................................................................................... 4 
2.2. Objetivos Específicos .................................................................................................... 4 
3. REVISÃO DE LITERATURA ........................................................................... 4 
4. MATERIAIS E MÉTODOS .............................................................................. 7 
4.1. Materiais ....................................................................................................................... 7 
4.2. Metodologia ................................................................................................................. 7 
4.2.1. Tensões, correntes, fator de potência e potências do circuito misto .................... 7 
4.2.2. Instalação de um chuveiro elétrico .............................................................................. 9 
4.2.3. Instalação de lâmpadas com circuito simples e three-way .......................................... 9 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO .................................................................... 10 
5.1. Tensões, correntes, fator de potência e potências do circuito misto ........................ 10 
5.2. Instalação de um chuveiro elétrico ............................................................................ 13 
5.3. Instalação de lâmpadas com circuito simples e three-way ........................................ 13 
6. CONCLUSÃO ............................................................................................... 17 
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................. 18 
 
 
 
 
3 
 
1. INTRODUÇÃO 
Circuito elétrico é um conjunto formado por um gerador elétrico, um condutor 
em circuito fechado e um elemento capaz de utilizar a energia produzida pelo gerador. 
São formados pela associação de um ou mais resistores e dois elementos 
armazenadores de energia, que podem ser de tipos diferentes ou não. Entre as várias 
possibilidades de circuitos, alguns exemplos são constituídos por dois capacitores, 
dois indutores, um resistor, um capacitor e um indutor associados em série e, por fim, 
um resistor, um capacitor e um indutor associados em paralelo, entre outros. 
Alguns exemplos de circuitos elétricos são ilustrados na Figura1 a seguir: 
 
Figura 1: Exemplos de Circuitos Elétricos 
Nas associações R, L e C, a energia total armazenada é igual à soma das 
energias acumuladas em campo elétrico e campo magnético. A energia é trocada 
entre os elementos armazenadores de energia (capacitor e indutor) durante o 
funcionamento do circuito e, com o passar do tempo, a energia total do circuito é 
dissipada. 
Para que um circuito elétrico funcione, é necessário que ocorra, dentro de si, a 
passagem de corrente elétrica, que é caracterizada como o movimento ordenado de 
elétrons. 
A corrente elétrica é classificada em dois tipos: corrente contínua e corrente 
alternada. A corrente contínua caracteriza-se pelo movimento ordenado dos elétrons 
em um único sentido, sendo constituída de polos positivos e negativos. Esse tipo de 
corrente é comum em geradores químicos como, pilhas e baterias. Enquanto que, a 
corrente alternada é considerada mais eficiente para transmitir uma corrente elétrica 
em longas distâncias. Na corrente alternada o sentido da corrente varia com o tempo, 
nesse caso os elétrons não se deslocam como na corrente contínua, mas oscilam em 
torno de qualquer ponto no fio condutor. Devido esta oscilação ocorre variação na 
polaridade e essa variação implica em diferentes formas de sinais alternados, 
podendo ser senoidal, quadrada e triangular. 
Contudo, o presente trabalho vai descrever o uso do circuito RLC em série, 
paralelo e misto usado para encontrar a tensão e as correntes do sistema, bem como 
 
4 
 
o fator de potência e as potências no circuito. Além disso, mostrará também a 
instalação de um chuveiro elétrico, e a instalação de lâmpadas com circuitos simples, 
three way, com o objetivo de conhecer e utilizar os circuitos elétricos residenciais, 
aplicando, na prática, toda a teoria vista na disciplina no decorrer do semestre. 
2. OBJETIVOS 
2.1. Objetivo Geral 
Compreender e aplicar na prática todo o conteúdo estudado na disciplina de 
eletrotécnica relacionado aos fenômenos observados durante o experimento, 
utilizando e efetuando montagens de equipamentos que simulam de forma eficiente 
os circuitos elétricos residenciais. 
2.2. Objetivos Específicos 
 Interpretar e aplicar a leis da física aos diferentes circuitos elétricos; 
 Efetuar medidas de corrente e tensão de um circuito RLC misto; 
 Realizar medidas com equipamentos como voltímetro, amperímetro, 
ohmímetro e wattímetro, aprendendo a utilizá-los; 
 Compreender forma detalhada os componentes de um chuveiro elétrico e sua 
forma ideal de instalação; 
 Realizar a montagem de um circuito elétrico residência segundo o modelo three 
way. 
3. REVISÃO DE LITERATURA 
Compreende-se como corrente elétrica o movimento ordenado de elétrons, que 
são os portadores de carga elétrica nos sólidos e os cátions e aníons que são os 
portadores de carga elétrica nas soluções iônicas. A corrente elétrica é calculada 
considerando a carga elétrica em movimento por unidade de tempo 
(ALBUQUERQUE, 2014). 
Uma corrente é qualquer movimento de cargas de uma região para outra. Ou 
seja, a corrente elétrica é o movimento ordenado de partículas eletricamente 
carregadas sendo definida como a razão entre a quantidade de carga que atravessa 
certa secção transversal do condutor num intervalo de tempo, sendo dada em ampère 
(A) no SI (YOUNG e FREEDMAN, 2008). 
 
5 
 
De acordo com Edminister (1991) uma corrente elétrica se divide em corrente 
contínua e corrente alternada. A corrente contínua caracteriza-se pelo movimento 
ordenado dos elétrons em um único sentido, sendo constituída de polos positivos e 
negativos, tal tipo de corrente é comum em geradores químicos como, pilhas e 
baterias. 
Já a corrente alternada se apresenta quando o fluxo de elétrons dentro do fio 
ocorre de maneira a ter troca do sentido da corrente várias vezes por segundo. Com 
esse movimento, a força necessária para gerar esse tipo de corrente é menor e a 
corrente consegue atingir valores de voltagem muito e como quanto maior a voltagem, 
maior a distância que a rede consegue alcançar sem perder força, a corrente alternada 
se torna bem mais eficaz na transmissão que a corrente continua. A corrente alternada 
ainda permite a utilização de transformadores, que aumentam a voltagem e com isso 
aumentam a distância alcançada pela rede (QUEIROZ, 2014). 
Um circuito elétrico é constituído de dispositivos que possibilitam a passagem 
de corrente elétrica. Para que ocorra o funcionamento do circuito elétrico é necessário 
que haja uma diferença de potencial (tensão), para ordenar o fluxode elétrons, um 
capacitor, um indutor e um receptor ou resistor (MARKOS, 2012). 
Capacitores e indutores são elementos armazenadores de energia. São 
caracterizados por duas grandezas, ambas associadas ao quanto de energia eles 
podem acumular. No caso dos capacitores, essa grandeza é denominada 
capacitância (C). No caso dos indutores, a grandeza relevante é denominada 
indutância e ela é representada pela símbolo (L). Ambas dependem da geometria do 
elemento bem como do material do qual são constituídos. O papel de um capacitor 
num circuito é a de armazenar elétrons, armazenar cargas elétricas. No caso de um 
indutor de indutância L, a energia é de natureza magnética (TIPLER e MOSCA, 2006). 
Como os capacitores funcionam como fontes de reativo, a circulação dessa 
energia fica limitada aos pontos onde ela é efetivamente necessária. Contudo, os 
benefícios reais obtidos com a instalação de capacitores em sistemas de distribuição 
dependem das características dos equipamentos e da forma como é feita essa 
instalação (SUNDHARARAJAN; PAHWA, 1994). 
A diferença de potencial elétrico, também chamada de tensão elétrica, 
corresponde ao trabalho que deve ser feito sobre cada portador de carga para que ele 
 
6 
 
seja movimentado por um circuito elétrico. Segundo o Sistema Internacional de 
Unidades (SI), a unidade de medida para ddp é o volt (V) (HALLIDAY, 2009). 
Resistores são dispositivos que compõem circuitos elétricos diversos, a sua 
finalidade básica é a conversão de energia elétrica em energia térmica (Efeito Joule). 
Outra função dos resistores é a possibilidade de alterar a diferença de potencial em 
determinada parte do circuito, isso ocorre por conta da diminuição da corrente elétrica 
devido à presença do equipamento (YOUNG e FREEDMAN, 2008). 
Potência elétrica é todo o trabalho realizado por uma determinada corrente em 
um intervalo específico de tempo, podendo ser classificada de três formas distintas, 
potência ativa, reativa e aparente. Potência ativa está relacionada à geração de calor, 
movimento ou luz. Basicamente, ela pode ser considerada como a média da potência 
elétrica gerada por um único dispositivo com dois terminais. É resultado do gasto 
energético após o início de cada processo de transmissão de energia. A potência 
ativa, que pode ser medida em watts (W) ou kilowatts (KW) por meio de um aparelho 
chamado wattimetro, é a energia que será realmente utilizada. A potência reativa, por 
sua vez, não realiza o trabalho em si. Isso significa que não é essa energia que liga 
os eletroeletrônicos e outros equipamentos elétricos, mas ela funciona entre o gerador 
de energia e a carga em si, sendo responsável por manter o campo eletromagnético 
ativo em motores, reatores, transformadores, lâmpadas fluorescentes, etc. Sua 
medida é feita em KVAR. A soma entre potência ativa e reativa gera a potência 
aparente, medida em kilovolts-amperes (KVA), também chamada fator de potência ou 
energia total. É esta medida que pode indicar se a energia consumida é o suficiente 
para um ou outro abastecimento elétrico, assim como apontar onde há a necessidade 
de melhoria no fornecimento. Para se ter uma ideia da importância da energia 
aparente, um baixo fator de potência pode provocar: - Tensões variadas que podem 
provocar a queima de motores; - Perda de energia e aumento de consumo; - Redução 
considerável do aproveitamento total de transformadores; - Aquecimento de 
condutores e diminuição da vida útil das instalações transmissoras de energia 
(BOYLESTAD, 2004). 
Em alguns circuitos elétricos é importante atender a necessidade de 
controlar uma ou várias lâmpadas situadas no mesmo ponto, de mais de um local 
diferente. Nestes casos utiliza-se um conjunto de interruptores paralelos, conhecido 
como “three Way”. Esse interruptor além de proporcionar um maior conforto para o 
 
7 
 
usuário, aumenta os aspectos quanto à segurança, devido ao comando da iluminação 
estar em mais de um ponto (CONCHETO, 2013). 
4. MATERIAIS E MÉTODOS 
4.1. Materiais 
 Capacitor; 
 Chave de teste indutiva. 
 Chuveiro; 
 Disjuntores; 
 Fios condutores de cobre isolados com PVC. 
 Fontes de energia; 
 Interruptores; 
 Lâmpadas; 
 Multímetro; 
 Resistor; 
 Wattímetro; 
4.2. Metodologia 
4.2.1 Tensões, correntes, fator de potência e potências do circuito 
misto 
O professor realizou a montagem de um modelo de um circuito RLC misto, onde 
foi possível observar o mesmo em pleno funcionamento. Com circuito em 
funcionamento foi possível realizar medições de corrente e de tensão que passava 
pelo circuito. O circuito RLC era composto por um capacitor, um resistor e um indutor. 
A corrente e a tensão do sistema foram aferidas com o auxílio de um multímetro, 
enquanto que o fator de potência e as potências foram aferidas por meio de um 
wattímetro, os valores obtidos foram anotados para os cálculos posteriores. Os 
valores obtidos através dos aparelhos foram comparados com valores teóricos obtidos 
por meio de cálculos e para comprovar a eficiência dos mesmos foram calculados os 
erros relativos. A seguir tem-se as imagens do circuito RLC montado no experimento 
bem como as dos equipamentos utilizados para as medidas: 
 
8 
 
 
Figura 2: Circuito misto utilizado 
 
 Figura 3: Multímetro Figura 4: Wattímetro 
 
 
 
 
9 
 
4.2.2. Instalação de um chuveiro elétrico 
O professor responsável pelo experimento apresentou aos alunos um chuveiro 
elétrico comum (Figura 5) e o desmontou para que os alunos tivessem uma visão geral 
dos seus componentes, além de explicar seu funcionamento e modo de instalação 
correto. 
 
Figura 5: Chuveiro elétrico comum 
4.2.3. Instalação de lâmpadas com circuito simples e three-way 
Foi apresentado aos alunos um modelo didático representando uma mini 
residência, onde foi possível simular e observar as instalações de lâmpadas em 
circuito simples e em circuito three-way. O sistema utilizado no experimento está 
apresentado na figura 6 a seguir: 
 
Figura 6: Instalação de lâmpadas em circuito simples e three-way 
 
10 
 
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
5.1. Tensões, correntes, fator de potência e potências do circuito 
misto 
Os valores de capacitância (C), indutância (L), potência (P) dos equipamentos 
utilizados no circuito são: C=10μF, L=23.2mH, P=250W 
Cálculos para obtenção de tensões, correntes, Fator de Potência, potências e 
erros entre o valor medido e calculado do circuito RLC misto: 
𝑋𝐿 = 2𝜋FC → XL = 2𝜋. 60. (23,2𝑥10−3) → 𝑋𝐿 = 8,75⌊ 90° 
𝑅 =
𝑋2
𝑃
=
(220)2
250
→ 𝑅 = 193,6⌊ 0° 
𝑍1=𝑅 + 𝑋𝐿 → 𝑍1=193,6⌊ 0° + 8,75⌊ 90° → 𝑍1=193,6 + 𝐽8,75 → 𝑍1=193,80⌊2,59° 
𝑉𝑇 = 𝑍1 𝑥 𝑖1 → 𝑖1 =
224⌊ 0°
193,80⌊2,59°
→ 𝑖1 = 1,16⌊−2,59°Arms 
𝑉𝐿 = 𝑋𝐿 𝑥 𝑖1 → 𝑉𝐿 = 8,75⌊ 90° x1,16⌊−2,59° → 𝑉𝐿 = 10,15⌊87,41°Vrms 
𝑉𝑅1 = 𝑉𝑡 − 𝑉𝐿 → 𝑉𝑅1 = 224⌊ 0° − 10,15⌊87,41° → 𝑉𝑅1 = 223,54 + 𝑗10,14 → 𝑉𝑅1
= 237,77⌊2,60°Vrms 
𝑋𝐶 =
1
2𝜏𝐹𝐶
 → 𝑋𝐶 =
1
2𝜋. 60. (10𝑥10−6)
→ 𝑋𝐶 = 265,26⌊−90° 
𝑍2 = 𝑅 + 𝑋𝐶 → 𝑍2 = 193,6⌊ 0° + 265,26⌊−90° → 𝑍2 = 193,6 − 𝑗265,26 → 𝑍2
= 328,40⌊−53,88° 
𝑉𝑡 = 𝑍2 𝑥 𝐼2 → 𝐼2 =
224⌊ 0°
328,40⌊−53,88°
→ 𝐼2 = 0,68⌊ 53,88°Arms 
𝑉𝐶 = 𝑋𝐶 𝑥 𝐼2 → 𝑉𝐶 = 265,26⌊−90° x 0,68⌊ 53,88° → 𝑉𝐶 = 180,38⌊ −36,12°Vrms 
𝑉𝑅2 = 𝑉𝑡 − 𝑉𝐶 → 𝑉𝑅2 = 224⌊ 0° − 180,38⌊ −36,12° → 𝑉𝑅2 = 132,4⌊ 53,64°Vrms 
 
11 
 
𝐼𝑡 = 𝐼1 + 𝐼2 → 𝐼𝑡 = 0,68⌊ 53,88° + 1,16⌊−2,59° → 𝐼𝑡 = 1,56 + 𝑗0.50 → 𝐼𝑡 = 1,64⌊17,77°Arms 
Potencia 
𝑃𝐴𝑃 = 𝑉𝑡 𝑥 𝐼𝑇 → 𝑃𝐴𝑃= 224 𝑥 1,64 → 𝑃𝐴𝑃 = 0,37𝐾𝑉𝐴 
𝑃𝐴𝑇1 = 𝑅 𝑥 𝐼1 → 𝑃𝐴𝑇1 = 193,6 𝑥1,16 → 𝑃𝐴𝑇1 = 224,58𝑊 
𝑃𝐴𝑇2 = 𝑅 𝑥 𝐼2 → 𝑃𝐴𝑇2 = 193,6 𝑥 0,68 → 𝑃𝐴𝑇2 = 131,65𝑊 
𝑃𝐴𝑇 = 𝑃𝐴𝑇1 + 𝑃𝐴𝑇2 = 224,58 + 131,65 → 𝑃𝐴𝑇 = 0,36 𝐾𝑊𝐴 
𝑃𝑅1 = 𝑉𝐿 𝑥 𝐼1 → 𝑃𝑅1 = 10,15 𝑥 1,16 → 𝑃𝑅1 = 11,77 𝑉𝐴𝑅 
𝑃𝑅2 = 𝑉𝐶 𝑥 𝐼2 → 𝑃𝑅2 = 180,38 𝑥 0,68 → 𝑃𝑅2 = 122,66 𝑉𝐴𝑅 
𝑃𝑅 = 𝑃𝑅1 + 𝑃𝑅2 → 𝑃𝑅 = 11,77 + 122,66 → 𝑃𝑅 = 134,43 𝑉𝐴𝑅 
Fator de Potencia 
𝐹𝑃 =
𝑃𝐴𝑇
𝑃𝐴𝑃
 =
0,36
0,37
 → 𝐹𝑃 = 0,973 
Calculo do Erro 
𝐼1 = (
1,2 − 1,16
1,2
) 𝑥 100 = 3,33% 
𝐼2 = (
0,65 − 0,68
0,65
) 𝑥 100 = 4,62% 
𝐼𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = (
1,7 − 1,64
1,7
) 𝑥100 = 3,53% 
𝑉𝑅1 = (
218 − 223,77
218
) 𝑥100 = 2,65% 
𝑉𝑅2 = (
109 − 132,04
109
) 𝑥100 = 21,14% 
 
12 
 
𝑉𝐿 = (
11 − 10,15
11
) 𝑥100 = 7,73% 
𝑉𝐶 = (
200 − 180,38
200
) 𝑥100 = 9,81% 
𝑉𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = (
224 − 224
224
) 𝑥100 = 0% 
𝐹𝑃 = (
0,935 − 0,973
0,935
) 𝑥100 = 4,06% 
𝑃𝐴𝑇 = (
0,35 − 0,36
0,35
) 𝑥100 = 2,86% 
𝑃𝐴𝑃 = (
0,37 − 0,37
0,37
) 𝑥100 = 0% 
𝑃𝐴𝑅 = (
0,13 − 0,13
0,13
) 𝑥100 = 0% 
Tabela 1: Circuito RLC misto. 
Valor I1 I2 ITOTAL VR1 VR2 VL VC VTOTAL FP 
Calculado 1,16 0,68 1,64 223,77 132,04 10,15 180,38 224 0,973 
Medido 1,2 0,65 1,7 218 109 11 200 224 0,935 
Erro (%) 3,33 -4,62 3,53 -2,65 -21,14 7,73 9,81 0 -4,06 
 
Tabela 2: Circuito RLC misto. 
Valor PAT 
(KW) 
PR 
(KVAR) 
PAP 
(KVA) 
Calculado 0,36 0,13 0,37 
Medido 0,35 0,13 0,37 
Erro (%) -2,86 0 0 
 
 
 
13 
 
5.2. Instalação de um chuveiro elétrico 
Antes de qualquer instalação deve-se verificar a tensão da rede que o aparelho 
será ligado bem como a tensão que o mesmo suporta. Outro cuidado que deve ser 
tomado é desligar o disjuntor referente ao ambiente de instalação. Deve-se 
desencapar os fios do chuveiro para conectá-los nos fios da rede de energia por meio 
de um condutor de porcelana. Deve-se unir o fio terra do chuveiro no sistema de 
aterramento também no conector de porcelana, figura 7. Antes de religar a energia 
elétrica no quadro de disjuntor, deve-se abrir todo o registro do chuveiro na posição 
desligado e deixar a água escorrer por aproximadamente um minuto tirando o ar da 
tubulação e evitar que o chuveiro queime. Após realizados todos os procedimentos 
anteriores, o disjuntor deve ser religado. 
 
Figura 7: Esquema de instalação de um chuveiro elétrico 
5.3. Instalação de lâmpadas com circuito simples e three-way 
Uma instalação elétrica residencial deve ser adequadamente dimensionada, 
visando disponibilizar aos seus usuários conforto e segurança primordialmente. 
Na aula pratica, foram realizadas as montagens de alguns tipos de comando 
de iluminação, os quais seguem detalhados a seguir. 
 
14 
 
Foi oferecido aos alunos alguns materiais para que pudessem efetuar algumas 
montagens, simulando uma instalação residencial, para isso, precisou-se ter 
conhecimento dos equipamentos q foram utilizados: 
Disjuntor: Um disjuntor é um dispositivo eletromecânico, que funciona como 
um interruptor automático, destinado a proteger uma determinada instalação 
elétrica contra possíveis danos causados por curto circuitos e sobrecargas elétricas. 
A sua função básica é a de detectar picos de corrente que ultrapassem o adequado 
para o circuito, interrompendo-a imediatamente antes que os seus efeitos térmicos e 
mecânicos possam causar danos à instalação elétrica protegida. 
Uma das principais características dos disjuntores é a sua capacidade de 
poderem ser rearmados manualmente, depois de interromperem a corrente em virtude 
da ocorrência de uma falha. Diferem assim dos fusíveis, que têm a mesma função, 
mas que ficam inutilizados quando realizam a interrupção. Por outro lado, além de 
dispositivos de proteção, os disjuntores servem também de dispositivos de manobra, 
funcionando como interruptores normais que permitem interromper manualmente a 
passagem de corrente elétrica. 
Existem diversos tipos de disjuntores, que podem ser desde pequenos 
dispositivos que protegem a instalação elétrica de uma única habitação até grandes 
dispositivos que protegem os circuitos de alta tensão que alimentam 
uma cidade inteira. 
 
Figura 8: Disjuntor 
Tomada Elétrica: é o ponto de conexão que fornece a eletricidade principal a 
um plugue ou ficha macho conectado a ela. As mais comuns têm dois terminais, 
utilizados em circuitos monofásicos ou bifásicos, um para a fase e outro para o neutro 
(no caso de monofásico) ou um para cada fase (no caso de bifásico), e algumas 
também têm um terceiro chamado de aterramento 
 
15 
 
 
Figura 9: Tomada elétrica 
Interruptor simples: é a forma mais elementar de comandar uma lâmpada 
incandescente. Ligado em série no circuito, interrompe o funcionamento pela 
separação de seus contatos. Pode ser simples ou duplo, podendo ter ainda um ponto 
de tomada de força de uso geral acoplado. 
 
Figura 10: Interruptor simples 
Interruptor three-way: para maior conforto dos usuários recomenda-se que 
cômodos de grande área, com mais de uma passagem de acesso, utilizem esses 
interruptores (um par) para que a iluminação possa ser comandada de dois pontos 
diferentes. 
 
Figura 11: Interruptor Three-way 
5.3.1. Montagem 
Foi realizada a montagem na bancada de um pequeno circuito residencial. 
Iniciamos a montagem conectando o condutor fase a um disjuntor monofásico, e dele 
partimos com um cabo até o final do circuito. Também partimos com outro cabo de 
 
16 
 
fase neutra (este partindo diretamente da rede) paralelamente e em seguida foram 
feitas as seguintes ligações: 
 Tomada Simples 
Foi conectada diretamente na rede principal a tomada por dois cabos sendo 
que um fora conectado ao cabo de fase e outro no cabo neutro como ilustra a figura a 
seguir: 
 
Figura 12: Instalação tomada simples 
 Interruptor Simples, bucal e lâmpada. 
Também foi conectado à rede um circuito formado por lâmpada, bucal e 
interruptor o qual foi ligado da seguinte maneira: 
1. Foi conectado da rede, especificamente no cabo de fase, um cabo diretamente 
ao interruptor; 
2. Após, no do bucal, partiu outro cabo que foi ligado diretamente ao cabo neutro; 
3. Por último, outro cabo partiu outro cabo do interruptor até o bucal finalizando 
a ligação do circuito. 
 
Figura 13: Instalação interruptor simples, bucal e lâmpada 
 
 
17 
 
 Circuito Three-way 
Por último foi montado um circuito three-way onde foram usados 02 
interruptores, bucal e lâmpada. Inicialmente, conectamos ao contato central do 
primeiro interruptor. Os demais contatos desse interruptor, seguiam até o segundo 
dois condutores “paralelos”. Esses condutores foram conectados aos contatos mais 
exteriores do outro interruptor three-way que, a partir do contato restante, o central, 
conectamos outro condutor, ainda de retorno que foi ligado a um dos contatos do 
bocal, o qual tinha uma lâmpada. Do outro contato foi conectado outro condutor, 
agora neutro que iria até o cabo neutro da rede principal. 
 
Figura 4: Instalação three-way 
Após todos os circuitos ligados, os cabos da rede principal foram 
alimentados e todos os circuitos funcionaram perfeitamente conforme esperado. 
6. CONCLUSÃO 
Na aula pratica realizada foi possível através dos dados fornecidos, calcular 
todas as correntes, tensões e potências do Circuito RLC misto, como também os 
valores de impedâncias, indutâncias e resistências conforme a teoria fornecida em 
aulas teóricas foi possível visualizar que as equaçõesdescrevem de forma satisfatória 
o que ocorre na realidade já que os valores calculados foram próximos aos valores 
medidos, contendo pequena taxa de erro que podem ter sido causados por 
arredondamentos, calibração dos equipamentos de medida, variação da tensão ao 
decorrer do tempo e erros aleatórios durante a execução do experimento. 
 
18 
 
Além disso, foi possível compreender o funcionamento do chuveiro, as ligações 
elétricas entre os fios de fase, neutro e terra, e qual a funcionalidade de cada fio no 
equipamento e como devem estar rearranjados nos sistema. Também foi verificado 
como o chuveiro deve estar ligado ao disjuntor de uma resistência de forma que opere 
de maneira adequada em conformidade com a potência requerida pelo dispositivo. 
O sistema “three Way” também foi verificado e testado, a forma de conexão do 
mesmo entre os interruptores se dá pela ligação do fio fase e o neutro entre eles de 
forma que permita a passagem de corrente elétrica. 
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
ALBUQUERQUE, Romulo Oliveira. Circuitos em corrente alternada. São 
Paulo: Livros Érica, 2014. 
Boylestad, Robert L. – Introdução à Análise de Circuitos– Prentice 
Hall/Pearson, 10ª. Ed, 2004 
BRAGA, Newton. Como funciona o chuveiro elétrico (EL033). 2010. 
Disponível em: <http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/eletrica-domiciliar/2936-
el033.html>. Acesso em 19 nov. 2017. 
CONCHETO, Celso Luiz. Simbologia de Instalações Elétricas. [S.l.: s.n.], 
2013. 8 p. Disponível em: <http://www.sotofilhos.com.br/manuais/Simbologia.pdf>. 
Acesso em: 26 nov. 2017. 
COTRIM, A. A. M. B. Instalações elétricas. 4ª ed. São Paulo: Pearson-Makron 
Books, 2008. 
EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. 2 ed. São Paulo: Markon 
Books,1991. 
ENSINANDO ELÉTRICA. Como instalar chuveiro elétrico 220 V ou 127 
V .2016. Disponível em: <https://ensinandoeletrica.blogspot.com.br/2015/05/como-
instalar-chuveiro-eletrico.html>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de 
física. 8. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, c2009 vol 3. 
KIMBARK, E. W. General aspects of DC transmission and comparison 
of it with AC transmission. In Direct Current Transmission. Wiley-Interscience, 
1971. 
KUNDUR, P. Power System Stability and Control. McGraw-Hill, 1994. 
 
19 
 
KUROKAWA, Sérgio. Eletricidade: Análise de Circuitos alimentados por 
fontes constantes. Universidade Estadual Paulista. Departamento de Engenharia 
Elétrica. Ilha Solteira, 2013. Disponível em: < 
http://www.feis.unesp.br/Home/departamentos/engenhariaeletrica/apostila_eletricida
de.pdf > Acesso em: 20 de Novembro de 2017. 
MARCHIORO, Alison. A Eficiência Energética na Transmissão em Alta 
Tensão em Corrente Contínua. 2014. 23 f. Dissertação (Pós graduação em 
Eficiência Energética Aplicada aos Processos Produtivos)- Universidade Federal de 
Santa Maria - UFSM, Panambi, 2014. Disponível em: 
<http://repositorio.ufsm.br/handle/1/1396>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos – São Paulo: Editora Érica, 2001.1a 
Parte (Apostila), Londrina, 2002 
MARQUES, Gil da Costa. Eletromagnetismo: Circuitos elétricos. São 
Paulo - SP: Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada (CEPA), Instituto de Física da 
Universidade de São Paulo (USP), 2011. 20 p. Disponível em: 
<https://midia.atp.usp.br/ensino_novo/eletromagnetismo/ebooks/circuitos_eletricos.p
df>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
QUEIROZ, Allan Pimentel. Corrente Contínua e Alternada. 2014. 9 p. 
Dissertação (Circuitos Lógicos)- Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de 
Janeiro - RJ, 2014. Disponível em: 
<http://equipe.nce.ufrj.br/adriano/circlog/provas/p20141/t1/ENTREGUES/teste1Pime
ntel.pdf>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
SERVE ELETRICISTA. Defeitos e riscos de um chuveiro elétrico. 2016. 
Disponível em: <https://instaleventilador.wordpress.com/2016/08/27/defeitos-e-
riscos-em-um-chuveiro-eletrico/>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
SILVA, M, T, F. Projeto & Desenvolvimento de um padrão para Alta 
Tensão em Corrente Contínua na Faixa de 1 kV a 50 Kv. Dissertação de Mestrado 
PUC-Rio, 2011. 
SUNDHARARAJAN, S.; PAHWA, A. Optimal selection of capacitors for 
radial distribuition systems using a genetic algorithm. IEEE Transactions on 
power systems, Vol.9, No 3, 1994. P. 1499-1507. 
 
20 
 
TIPLER, P.A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros - Mecânica, 
Oscilações e Ondas, Termodinâmica. 5.ed. LTC, 2006. 
TUDO CONSTRUÇÃO. Como instalar chuveiro: Passos simples para 
se fazer em casa. 2017. Disponível em: <http://www.tudoconstrucao.com/como-
instalar-chuveiro/>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A., FISICA III - Eletromagnetismo, 
12a ed. São Paulo, Addison Wesley, 2008;

Mais conteúdos dessa disciplina