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Turma Manhã – 6ªA APS / Clínica de Pequenos Animais - FMU Aline Oliveira Vidal – 8231968 Amanda Borges Oliveira – 8200660 Ana Beatriz - 8239944 Danielle Oliveira – 8281268 Lídia Simonetti – 7843960 Marcelly Louise – 7992916 Nayara Britto - 8022230 Professores: Débora/ Ricardo Terapia Hídrica Coloide X Cristaloide Os líquidos empregados na fluidoterapia são classificados de acordo com o tamanho molecular e a permeabilidade capilar, osmolaridade ou tonicidade, e a função pretendida. São classificadas em colóides ou cristalóides. As soluções cristalóides são as mais empregadas na fluidoterapia, consistem em uma solução à base de água com moléculas pequenas às quais a membrana capilar é permeável, capazes de entrar em todos os compartimentos corpóreos. Exemplos: Solução NaCl a 0,9%, Ringer Lactato, Solução de manutenção entre outros. Já as soluções colóides são substâncias de alto peso molecular, com permeabilidade restrita ao plasma de pacientes com endotélio íntegro e não comprometido. Os colóides atuam principalmente no compartimento intravascular. Como identificar a % de desidratação A água é a substancia corporal mais representando cerca de 60% do peso de um animal, variando de acordo com a idade, sendo que 40% encontra-se no que chamamos de espaço intracelular e 20% no espaço de extracelular. Os achados ao exame físico associado às perdas de fluidos que correspondem de 5 a 15% do peso corporal variam desde alteração clinicamente não detectável (5%) até sintomas de choque hipovolêmico e morte eminente (15%). É importante avaliar o turgor cutâneo, umidade das membranas mucosas, posição do globo ocular na órbita, frequência cardíaca, pressão arterial e tempo de preenchimento capilar, podendo assim classificar o estado físico do paciente e estimar a porcentagem de desidratação. Depois de mensurado a porcentagem de desidratação, devemos calcular o déficit diário de, que é feito utilizando a formula abaixo, com isso teremos a quantidade de solução necessária para compensar o volume já perdido, que deverá ser reposta em 24 horas. Obs: Se o paciente não estiver ingerindo água deve se calcular o requerimento básico diário, que é de 40-50ml/Kg em 24 horas em cães e 70ml/kg em 24 horas em gatos, outro fator que devemos levar em conta é a reposição, das perdas de sódio e potássio. Volume de reposição (L) = peso (kg) x grau de desidratação (decimal) ou Volume de reposição (ml) = peso (kg) x grau de desidratação (em porcentagem) x 10 Para um animal de 15kg desidratado em 6% do peso corpóreo: Volume de reposição = 15 x 0,06 = 0,9L ou Volume de reposição = 15 x 6 x 10 = 900ml Encerrado a administração do volume de reposição, espera-se que o animal tenha a hidratação recuperada. Então se faz o cálculo para administrar o volume de manutenção. Manutenção para um animal de 70 kg a 38,5ª C = 2400 ml Manutenção para um animal de 70 kg a 39,5ª C = 2400 ml + 240 ml (mais um 10% por cada grau de temperatura a mais de 38,5º C)= 2640 ml /24 horas 110 ml /hora / 24 horas (para manutenção) Bibliografia AGUIAR, E.S.V. Manual prático de emergências em pequenos animais. 1ª.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2002. 100p.