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Verdade e Ignorância

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e a liberdade de dirigir nossos próprios pensamentos e de elaborar nossa própria 
reflexão, só podemos seguir em frente e buscar mais conhecimento. 
Por fim, a verdade é libertadora e, por mais que o ignorante permaneça em 
uma condição confortável e aparentemente melhor, somente saindo da ignorância – 
ou da caverna - podemos participar ativamente das decisões do mundo e ter o 
domínio e o poder sobre as nossas próprias decisões, sabendo assim modificar e 
planejar um futuro melhor para nós e para os que estão a nossa volta. 
 
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Exercícios 
1) (ALVES, T. A, 2019) Saber a ______________ é essencial para nos 
_____________ da condição de escravos. É feliz quem é _____________. E, mesmo 
que a ____________ seja confortável e aparentemente melhor, devemos superá-la. 
Somente assim podemos ter ______________de nós mesmos e do mundo a nossa 
volta, participar dele, questioná-lo, entendê-lo e ______________. 
Assinale a alternativa que preenche as lacunas corretamente: 
a) Verdade – consciência – modificar – livre – libertar - ignorar 
b) Ser – estar – permanecer – mudar – alterar - planejar 
c) Verdade – libertar – livre – ignorância – consciência – modificá-lo 
d) Ignorância – consciência – livre – verdade – mudar – ignorar 
e) Libertar – livre – consciência – modificá-lo – ignorar - mudar 
 
 
2) (ALVES, T.D, 2019) Para Chauí, a liberdade deve servir para nos libertar e para 
que tenha mais autonomia e poder sobre a própria vida. Quando ignoramos estamos 
tomando uma posição confortável, porém, deixamos de coordenar nossa própria 
vida, dando ao outro a liberdade de definir sobre nós. Para a filósofa existem cinco 
tipos de verdade. Assinale a alternativa que apresenta a resposta correta: 
a) A Alethéia significa negar o esquecimento, pois “a” é o prefixo grego para 
negação e lethéia significa esquecimento. 
b) Verdade por correspondência lógica não é aquela em que chegamos a 
resposta lógicas, por exemplo, se olho um objeto e ele é redondo e rola, logo, é uma 
bola. Esse tipo de verdade é a verita. 
c) Emunah é um termo alemão é quer dizer sair da ignorância e das respostas 
comuns. 
d) Veritas é a verdade aquela que se liga ao que é útil. 
e) A verdade pragmática são as futilidade e ignorâncias da vida. 
 
3) (ALVES, T. D, 2019) A ignorância, segundo Aristóteles, leva o homem a 
condição dê: 
 
a) Libertação 
b) Modificação 
c) Escravidão 
d) Expiação 
e) Conscientização 
 
 
 
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Gabarito 
1) C 
A verdade liberta os homens da ignorância e da tutela dos outros, dando poder 
para que possamos modificar o nosso futuro da maneira como desejamos. 
 
2) A 
Aletéia vem do grego e quer dizer negar o esquecimento, ou desvelar a verdade 
que está escondida retirando o véu da ignorância sobre ela. 
 
3) C 
Para Aristóteles, o homem só livre quando exerce a sua razão. Caso contrário, 
encontra-se como um escravo das decisões alheias, pois precisa que outros tomem 
decisões por ele. 
 
Resumo 
Nessa apostila vimos que de acordo com Marilena Chauí existem cinco tipos de 
verdade, a Emunah, Veritas, Aletéia, pragmática e a por correspondência. Emunah é a 
verdade que o homem aceita por comodidade, sendo a do senso comum. Quando ele 
a segue, assemelha-se a um gado que segue a manada com medo de se perder, 
fazendo assim tudo que os outros fazem. A Veritas é a verdade platônica, onde toda a 
essência do bem, do certo, verdadeiro e justo estaria no mundo das ideias. O homem 
só teria acesso a parte dessa verdade no mundo inteligível, ou seja, na Terra. Aletéia 
significa revelar a verdade que estava escondida por trás da ignorância. A verdade 
pragmática é a que tem utilidade e a verdade por correspondência lógica é aquela que 
concluímos quando vemos um objeto e associamos ao que já havíamos aprendido 
antes, ou seja, por associação, por exemplo, se aprendo que um gato tem quatro 
patas, bigodes e tem pelos e vejo um bicho semelhante, associo e concluo que o que 
estou vendo é um gato. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Referências bibliográficas 
CHAUI, Marilena. Filosofia moderna. In. Primeira Filosofia: aspectos da Historia da Filosofia. 10. reimpressão.São 
Paulo: Brasiliense, 1996. 
ABBAGNANO, Nicola. História da Filosofia. 6. ed. Lisboa: Editorial Presença, 1999. 
REALE, Giovanni. História da filosofia antiga. São Paulo: Loyola, 1993. 1v. 
 
Referências imagéticas 
Visualhunt - https://visualhunt.com/search/instant/?q=marilena+chau%C3%AD - - Acesso em 08/09/2019 às 19;51 
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