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• Conversão do disco tri-‐laminar em uma estrutura tridimensional. • Processo de dobramento céfalo-‐caudal e lateral do embrião. • Após o processo de gastrulação. • Reconhecimento do embrião como um vertebrado. • Estágio filoBpico. • Dobramento do embrião. – Crescimento diferencial das diferentes estruturas embrionárias. – Crescimento pronunciado do disco trilaminar. – Crescimento do âmnio. – Estabilização do crescimento do saco vitelínico. • Diferenciação dos somitos. • Formação do tubo neural a parHr da placa neural. Embrião após o dobramento • Em resposta ao crescimento e flexura da parte cefálica da placa neural (flexura craniana ou mesencefálica). • Proliferação e migração do mesênquima da cabeça. • O septo transverso: – Inicia a divisão do celoma em cavidades torácica e abdominal. – Dá origem à parte do diafragma (tendão central do diafragma). – Mioblastos provenientes de precursores do mesoderma lateral se diferenciam, no septo transverso, em fibras esqueléHcas. – Dá origem ao mesentério do estômago e duodeno. • Simultâneo ao dobramento céfalo-‐caudal. – Constrição e estreitamento do saco vitelínico. – Fusão dos folhetos embrionários correspondentes de ambos os lados. • O ectoderma cobre todo embrião, exceto pela área umbilical, de onde emergem o saco vitelínico e o pedículo do embrião. • Após a formação do celoma, o intesHno ainda encontra-‐se aderido à parede do corpo. • A dispersão do mesênquima na região dos futuros órgãos abdominais (inferior ao septo transverso) leva à formação do mesentério dorsal. • RevesHdo internamente pelo endoderma do disco trilaminar. • Inicialmente fechado em ambas extremidades: – Anteriormente pela membrana bucofaríngea (rompe-‐se na 4ª sem) – Posteriormente pela membrana cloacal (rompe-‐se na 7ª sem) • Dividido em: – IntesHno anterior – IntesHno médio – IntesHno posterior