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ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO OBJETIVOS • Entender o que é acolhimento e ambiência e sua importância para os serviços de urgência e emergência. • Apreender sobre o modelo de classificação de risco (mancherster) mais utilizado no Brasil. A palavra “acolher”, em seus vários sentidos, expressa “dar acolhida, admitir, aceitar, dar ouvidos, dar crédito a, agasalhar, receber, atender, admitir” (FERREIRA, 1975). Política Nacional de Humanização é transversal /2003 • NÃO GRITAR O NOME DO PACIENTE DE DENTRO DO CONSULTÓRIO! • COLOCAR A CADEIRA LADO A LADO! • TOCAR O PACIENTE (TOQUE TERAPÊUTICO) • OLHAR NOS OLHOS, VALORIZAR AS QUEIXAS. AMBIÊNCIA • A PNH define Ambiência como tratamento dado ao espaço físico entendido como espaço social, profissional e de relações interpessoais que deve proporcionar atenção acolhedora, humana e resolutiva. • Em interface com os demais dispositivos da PNH, esse conceito envolve questões relativas a conforto, privacidade, acolhimento, integração, espaços de “estar”, assim como espaços que propiciem processo reflexivo, inclusão e participação. Na composição da Ambiência estão presentes elementos como: forma, cor, luz, cheiro, som, texturas etc CLASSIFICAÇÃO DE RISCO MODELOS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO • The Canadian Emergency and Acuity Scale (CTAS) • Australasian Triage Scale (ATS) • Emergency Severity Index (ESI) • Manchester Triage System (MTS) Cada modelo propõe um protocolo de classificação de risco. PRTOTOCOLO DE MANCHESTER • O Protocolo de Manchester é baseado em categorias de sinais e sintomas e contêm 52 fluxogramas (sendo 50 utilizados para situações rotineiras e dois para situação de múltiplas vítimas) que serão selecionados a partir da situação/queixa apresentada pelo paciente. O Protocolo de Manchester constitui uma opção válida para a classificação de risco à medida que: SALA DE CLASSIFICAÇÃO Sala de Classificação de Risco O MODELO DE ATENÇÃO MANUAL DO DISTRITO FEDERAL Como ilustração prática da aplicação do protocolo, os pacientes que deverão ser encaminhados diretamente à sala vermelha para atendimento imediato são os que apresentam as seguintes situações/queixas conforme destacam (ABBÊS & MASSARO 2004): VERMELHO VERMELHO AMARELO AMARELO AMARELO VERDE • Idade superior a 60 anos; • Gestantes com complicações da gravidez; • Pacientes escoltados; • Pacientes doadores de sangue; • Deficientes físicos; • Retornos com período inferior a 24 horas devido a não melhora do quadro; • Impossibilidade de deambulação; • Asma fora de crise; • Enxaqueca – pacientes com diagnóstico anterior de enxaqueca; • Dor de ouvido moderada a grave; VERDE • Dor abdominal sem alteração de sinais vitais; • Sangramento vaginal sem dor abdominal ou com dor abdominal leve; • Vômitos e diarréia sem sinais de desidratação; • História de convulsão sem alteração de consciência; • Lombalgia intensa; • Abscessos; • Distúrbios neurovegetativos; • Intercorrências ortopédicas (entorse suspeita de fraturas, luxações); • Pacientes com ferimentos deverão ser encaminhados diretamente para a sala de sutura. Azul EXERCÍCIOS DA FOLHA AULA 03: AVALIAÇÃO PRÉ-HOSPITALAR PRINCÍPIOS GERAIS DE... 2- AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DA VÍTIMA ABC da Ressuscitação Cardiopulmonar A - Abertura da via aérea B – Respiração (suporte ventilatório) C - Circulação sanguínea CAB da Ressuscitação Cardiopulmonar C - Circulação sanguínea A - Abertura da via aérea B – Respiração (suporte ventilatório) EM VÍTIMAS DE PC MUDOU PARA: Elevação da mandíbula A: Abertura da via aérea Inclinação da cabeça Imobilização da coluna com abertura da via aérea na VÍTIMA com provável trauma de cabeça e pescoço SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 86 Chin Lift (elevação do mento) Jaw-thrust (tração/ impulsionar a mandíbula) Método adequado de estabilização da coluna cervical e VAS na vítima com lesões múltiplas. SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 87 Desobstrução de vias aéreas por corpo estranho em lactentes e crianças de até 1 ano 5 golpes e 5 compressões torácicas para liberação de Vias Aéreas obstruídas SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 88 Desobstrução de vias aéreas por corpo estranho em criança acima de 1 ano e em ADULTOS Manobra de Heimlich SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA 89 Desobstrução de vias aéreas por corpo estranho em criança inconsciente: MANOBRAS DE RCP SBV – SUPORTE BÁSICO DE VIDA ATENÇÃO: para remoção de corpo estranho Não elevar a língua e mandíbula Não realizar varredura digital às cegas Se vítima consciente: manobra de Heimlich Se vítima inconsciente: RCP !!! 90 Olhar Escutar Sentir B: Respiração Observar se ocorre a elevação do tórax e abdome Ouvir se há som de ar exalado Sentir se há movimento de ar da boca em sua bochecha Posição de Recuperação Se a pessoa estiver respirando, colocá-la em posição de recuperação. B- Respiração Se NÃO = VENTILAÇÃO Respiração boca a boca no lactente. Cobrir nariz e boca. Respiração boca a boca na criança e adulto. Fechar o nariz da vítima. B: Respiração de Salvamento - 2 respirações lentas Respiração de Salvamento boca a boca - 2 respirações lentas LACTENTE pulso braquiaL (COTOVELO) ou femural (JOELHO) CRIANÇA ACIMA DE 1 ANO e ADULTO pulso carotídeo (PESCOÇO) C: Circulação VERIFICAÇÃO DE PULSOS MASSAGEM CARDÍACA Posição das mãos envolvendo o tórax durante as compressões torácicas externas no RN C - Circulação RN: RELAÇÃO COMPRESSÃO / VENTILAÇÃO: 3:1 1 dedo abaixo da linha dos mamilos 1/3 de profundidade RN: RELAÇÃO COMPRESSÃO / VENTILAÇÃO: 3:1 1 dedo abaixo da linha dos mamilos 1/3 de profundidade Compressões torácicas no lactente na palma da mão e realização da RCP enquanto o lactente é carregado Posição apropriada para compressão torácica no lactente e posicionamento da cabeça para facilitar a ventilação Compressões torácicas LACTENTE: RELAÇÃO COMPRESSÃO / VENTILAÇÃO: 30:2 1 dedo abaixo da linha dos mamilos 1/3 de profundidade C - Circulação LACTENTE: RELAÇÃO COMPRESSÃO / VENTILAÇÃO: 30:2 1 dedo abaixo da linha dos mamilos 1/3 de profundidade Técnica de compressão com uma mão para crianças de 1 a 8 anos (30:2). Metade inferior do esterno (NO MEIO DO PEITO, ENTRE OS MAMILOS) C - Circulação Técnica de compressão para crianças maiores de 8 anos (30:2) E ADULTO 30:2 Metade inferior do esterno (NO MEIO DO PEITO, ENTRE OS MAMILOS) PROF. ENFERMEIRA JACKELINE GONÇALVES BRITO D -E ST A D O N EU R O LÓ G IC O E- EXPOSIÇÃO E AMBIENTE REFERÊNCIAS Básica 1. 2. CALIL, ANA MARIA; PARANHOS, WANA YEDA. O Enfermeiro e as Situações de Emergência. São Paulo: Editora Atheneu, 2007. 3. MANTOVANI, M. Ligas de Trauma - Suporte Básico e Avançado de Vida no Trauma. São Paulo: Ed Atheneu, 2005. 4. PREHOSPITAL TRAUMA LIFE SUPPORT – PHTLS. Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado: básico e avançado. 5ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 5. SOUSA, R.M.C.; CALIL, A.M.; PARANHOS, W.Y.; MALVESTIO, M.A. Atuação no Trauma: uma abordagem paraa enfermagem. São Paulo : Editora Atheneu, 2009. Complementar 1. CARVALHO, Marcelo Gomes de. Atendimento Pré-hospitalar para Enfermagem: Suporte básico e avançado de vida.São Paulo: Iátria, 2004. 2. OLIVEIRA, Marcos de. Emergências com procedimentos perigosos: manual básico para equipes de primeiras respostas. Ed. Editograf. Florianópolis, 2002. 3. OLIVEIRA, Marcos de. Fundamentos do socorro pré-hospitalar: manual de suporte básico de vida para socorristas. Ed. Editograf,4ª ed. Florianópolis, 2004. 4. CARVALHO, Marcelo Gomes de. Atendimento Pré-hospitalar para Enfermagem: Suporte básico e avançado de vida. São Paulo: Iátria, 2004.