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Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública Monitoria de Primeiros Socorros 2023.2 ATENDIMENTO INICIAL PRIMEIROS SOCORROS Definição¹: atendimento temporário e imediato prestado a uma pessoa ferida ou que adoece repentinamente, até a chegada do atendimento pré-hospitalar. Os primeiros socorros não substituem o atendimento reaizado pelas equipes de APH ou intra- hospitalar. MANDAMENTOS DO SOCORRISTA ➢ 1º EU, 2º EQUIPE E 3º VÍTIMA; 2 ➢ Bom senso; 1 ➢ Dedicação; 2 ➢ Conhecimento do assunto; 2 ➢ Capacidade de liderança; 2 ✓ Ter calma na abordagem; 2 ✓ Construir e manter a confiança; 2 ✓ Atribuir tarefas. 2 PRIMEIRAS CONDUTAS ➢ Avaliação da cena²: ✓ Impressão geral: segurança, cenário e situação; ✓ Observar familiares e testemunhas; ✓ Analisar os possíveis riscos. ➢ Telefonar: SAMU 192/SALVAR 193²: ✓ Atentar para a credibilidade da ligação: ➢ Sinalizar¹³: ✓ Utiliza-se cones de sinalização ou substitutos como pneus ou galhos de árvore. 1. Situação normal: Converte-se a velocidade da via para metros (um passo largo de um adulto tem, em média, um metro) e sinaliza, em ambos os sentidos da via, em progressão geométrica de 0,5 até 10 a 5 metros do acidente. Exemplo: Via de 80km/h – Sinalizar em 80m, 40m, 20m e 10m 2. Casos Especiais: Converte-se a velocidade da via para metros, multiplica por dois, e sinaliza, em ambos os sentidos da via, em progressão geométrica de 0,5 até 10 a 5 metros do acidente Exemplo: Via de 80km/h com condições especiais – Sinalizar em 160m, 80m, 40m, 20m e 10m 3. Curva: Ao encontrar essa condição, pare a contagem, continue andando até acabar a curva, e, então, reinicie a contagem. ➢ Isolamento; ➢ EPI’s; 1,2 ➢ Tomar conta do caso. MÚLTIPLAS VÍTIMAS X VÍTIMAS EM MASSA3 Múltiplas vítimas: O número de doentes e a gravidade das lesões não excedem a capacidade de atendimento, incluindo o número de socorristas e de materiais disponíveis. Vítimas em massa: O número de doentes e a gravidade das lesões excedem a capacidade de atendimento da instituição e da equipe. Para fazer uma triagem de prioridades de atendimento e de transporte pode ser utilizado o método S.T.A.R.T., que analisa a respiração, perfusão e nível de consciência, descrito no anexo 01. ➢ Classificação das vítimas: ✓ Vermelha; ✓ Amarela; ✓ Verde; ✓ Preta. EXAME PRIMÁRIO³ ➢ Posição do socorrista; ➢ O socorrista deve sempre suspeitar de TRM em vítimas inconscientes e vítimas de traumas. Sendo assim, ao se apresentar à uma vítima traumática, deve ser feita a estabilização da coluna cervical sem ocluir conduto auditivo. 1 CLASSIFICAÇÃO DA VÍTIMA ➢ Responsiva: se ela é capaz de se comunicar verbalmente à apresentação do socorrista, significa que possui via aérea pérvia e oxigenação cerebral. ➢ Irresponsiva: ABC rápido – checar o pulso e respiração simultaneamente; • Atenção para o DEA. o Pesquisa do pulso da vítima: ✓ RN/bebê: braquial ou femoral; ✓ Adulto/criança: carotídeo. X (CONTROLE DE SANGRAMENTO EXSANGUINANTE) ³ ➢ Identificar e solucionar nessa etapa hemorragias externas que apresentem risco imediato à vida. OBS.: Uma hemorragia externa grave pode ser controlada simultaneamente à avaliação das vias aéreas se houver assistência adequada na cena. A (VIAS AÉREAS E ESTABILIZAÇÃO DA COLUNA CERVICAL) ➢ Verificar perviedade: ✓ Vítima consciente4: Solicitar que a vítima abra a boca para inspeção visual da cavidade oral e orofaringe. ✓ Vítima inconsciente5: Realizar manobra de liberação de via aérea adequada à situação. MANOBRA DE LIBERAÇÃO DE VIAS AÉREAS ➢ Chin Lift 3,7: elevação do mento; ➢ Jaw Thrust 1,4,7: tração da mandíbula. RETIRADA DE CORPOS ESTRANHOS NAS VIAS AÉREAS ➢ Sólidos: ✓ Vítima responsiva: pede para ela cuspir. ✓ Vítima irresponsiva: dedo em gancho, se superficial, ou dedo em pinça, se estiver profundo. 1,3,8 ➢ Líquidos: ✓ Em pequena quantidade: enxugar cavidade oral com pano limpo. ¹ ✓ Em grande quantidade: lateralizar em bloco. ³ OBS.: A varredura digital às cegas é contraindicada. COLOCAÇÃO DO COLAR CERVICAL ➢ É feita a colocação do colar cervical, exceto quando há contraindicações9: o Contraindicações para colocação do colar cervical: ✓ Hematoma expansivo; ✓ Objeto transfixado. OBS.: Atentar para o tamanho do colar. B (RESPIRAÇÃO) ²,3 ➢ Exposição do pescoço e busca por: ✓ Estase de Jugulares; ✓ Desvio de traqueia. ➢ Expor o tórax e realizar a manobra de “Ver, Ouvir e Sentir”: O socorrista consegue, ao mesmo tempo, visualizar a expansão torácica da vítima, ouvir a presença de ruídos anormais e sentir a respiração da vítima na sua face. 2,3 ✓ Ver a qualidade da respiração e classifica-la em: 3 • Eupneia; • Taquipneia; • Bradipneia; • Dispneia; • Apneia. OBS.: Quando houver secreção no rosto deve-se evitar contato direto com a vítima (ex.: usar óculos). ➢ Palpar o tórax e procurar sinais de pneumotórax aberto ou crepitações.3 C (CIRCULAÇÃO)2,3 ➢ Buscar e controlar sangramentos extensos (H); ➢ (6Ps) Pesquisa de Pulso: ✓ Inicialmente: pulso radial, bilateralmente; ✓ Na ausência de pulso radial: deve- se checar o central. ✓ Buscar por Presença, Ritmo e Força ➢ Pele: 3 ✓ Cor: é importante analisar a presença de cianose ou palidez. A pele torna-se pálida quando o sangue é desviado de alguma área. Coloração azulada indica oxigenação incompleta, ao passo que coloração pálida está associada à hipoperfusão sanguínea. ✓ Temperatura: cuidados com a hipotermia. ➢ Perfusão: 3 ✓ A verificação do enchimento capilar é realizada a partir de uma pressão no leito ungueal. O valor de referência normal é de um enchimento capilar ≤ 2 segundos. ➢ Pança: 3 ✓ Expor o abdome e buscar por lesões ou sinais de hemorragia interna. ➢ Pelve: 3 ✓ Manobra de “Compressão e Afastamento” na pelve que é feita aproximando as cristas ilíacas e observando seu afastamento em relação à linha média. Analisando, dessa forma, se há anormalidade na movimentação óssea e dor. Devemos lembrar que este exame deve ser realizado apenas 1 vez. ➢ Pernas (Fêmur + Pulsos periféricos): 3 • Exame neurovascular: Motricidade, sensibilidade, pulso e perfusão D (DISFUNÇÃO NEUROLÓGICA) ³ ➢ Avaliação do estado de consciência. ✓ Escala AVDI: essa escala está entrando em desuso devido a sua falta de precisão, mas é muito usada em primeiros socorros. (A) Alerta; (V) Obnubilado; (D) Torporoso; (I) Coma. ✓ Escala de Glasgow (TCE): pontuada de 3 a 15. (ANEXO 2) • Resposta ocular (4); • Resposta verbal (5); • Resposta motora (6). ✓ Locais do estímulo de pressão: • Músculo trapézio. • Forame supraorbital; • Leito ungueal; OBS.: Em caso de duas respostas para uma mesma categoria, o socorrista deve sempre considerar a MELHOR resposta. ➢ Exame pupilar: avaliar a simetria (isocoria ou anisocoria) e tamanho (miose ou midríase). ✓ A resposta pupilar é testada com uma lanterna caneta durante exames neurológicos. Pede-se para a vítima fechar os olhos, depois o socorrista incide a luz diretamente sobre um olho e pede para que esta abra os olhos para que as observações possam ser feitas, avaliando a resposta direta e a consensual. OBS.: O exame pupilar só é realizado se a pontuação obtida na Escala de Coma de Glasgow (ECG) for IGUAL ou MENOR a 13 E (EXPOSIÇÃO) ➢ Localizar lesões ocultas; 3 ➢ Retirar roupas e pertences; 3 ➢ Prevenir a hipotermia; 3 ➢ Atentar ao pudor e informar a vítima. 1 EXAME SECUNDÁRIO³ ➢ Visualização de possíveis lesões¹¹: EXAME DA CABEÇA AOS PÉS 2,3 ➢ Como fazer? ✓ Couro cabeludo; ✓ Ouvidos; ✓ Olhos; ✓ Nariz; ✓ Boca; ✓ Tórax; ✓ MMSS (neurovascular); ✓ Dorso*; somenteé checado se a vítima estiver responsiva e não houver sinal de perda de sensibilidade e formigamento nos membros. ✓ Abdome; ✓ MMII (neurovascular). OBS.: Sinais de battle (equimose retroauricular) e guaxinim (equimose periorbital) são indicativos de fratura de base de crânio. Obs: olha tabela no final do roteiro EXAME DOS SINAIS VITAIS ➢ Quantificar a respiração (ANEXO 3); 3 ➢ Quantificar o pulso (ANEXO 3); 3 ➢ Temperatura:3 ✓ Locais de pesquisa: • Axila (mais indicado); • Boca; • Ânus; • Vagina. ✓ Medição de valores e Classificação: • Hipotermia¹¹: <35ºC • Hipertermia²: >38ºC • Febre²: A partir de 37,8ºC ➢ Pressão. COMO AFERIR A PRESSÃO ARTERIAL¹¹ ➢ Explicar ao paciente o procedimento; ➢ Realizar as perguntas: A: você ingeriu alguma bebida Alcoólica? B: você precisa ir ao Banheiro? C: você tomou Cafeína? D: você usa/usou alguma Droga? E: você fez/faz algum Exercício físico? F: você Fuma? G: você está Grávida? H: Analisar o Histórico de pressão CUIDADOS NA HORA DE AFERIR A PRESSÃO ARTERIAL ➢ Certificar-se de que o aparelho está calibrado; ➢ Colocar o paciente na posição (pernas descruzadas); ➢ Solicitar ao paciente deitado ou sentado com o braço apoiado ao nível do coração com a palma da mão voltada para cima, apoiando o antebraço numa superfície; ➢ Enrolar a manga da camisa; ➢ Colocar o manguito adequado firmemente; ➢ Não deixar as borrachas se cruzarem; ➢ Colocar o manômetro de modo que fique bem visível; ➢ Localizar com os dedos o pulso radial no punho e insuflar até parar de sentir as pulsações; ➢ Deve-se, então, desinsuflar vagarosamente e esperar 15 a 30 segundos; ➢ Localizar com os dedos a artéria braquial, colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria, evitando pressão muito forte; ➢ Insuflar o esfigmomanômetro até um ponto com 20 a 30 mmHg a mais que o observado quando o pulso radial foi perdido e, então, desinsuflar vagarosamente; ➢ Observar o manômetro; ➢ Retirar todo o ar do manguito e removê- lo. REAVALIAÇÃO DA VÍTIMA³ Para o paciente de um trauma crítico, um conjunto completo de sinais vitais deve ser avaliado e registrado a cada 3 a 5 minutos, se possível, e no momento de qualquer mudança de condição. OFERTA DE AJUDA 2,3 Após realizar o atendimento da vítima, o socorrista deve ofertar ajuda ao atendimento de outras possíveis vítimas existentes no cenário. VÍTIMAS NÃO POLITRAUMATIZADAS 2 O atendimento deve-se iniciar com a área de maior queixa da vítima, no entanto, isso não exclui a necessidade de um exame da cabeça aos pés completo se a vítima for cooperativa. RETIRADA DE CAPACETE ³ ➢ Com 1 socorrista (menos estável): 1. O socorrista se dispõe cranialmente a vítima; 2. Alinhar a cabeça da vítima em uma posição neutra; 3. Manter a estabilidade da cabeça com o polegar e o indicador de ambas as mãos; 4. Retirar, com os outros dedos, o capacete da vítima, no sentido látero- lateral; 5. Quando o capacete passar pelo nível do nariz, uma mão do socorrista mantém a estabilidade da cervical, pela região occipital, enquanto a outra termina a retirada do capacete; 6. Após a remoção do capacete, devem- se colocar coxins atrás da cabeça da vítima, se possível, para mantê-la em posição neutra alinhada; 7. A estabilização manual é mantida, e coloca-se o colar cervical de tamanho adequado. ➢ Com 2 socorristas (mais estável): 1. O 1º socorrista (líder) se posiciona cranialmente a vítima; 2. Com suas palmas sobre as laterais do capacete e as pontas dos dedos curvadas sobre a borda inferior, o 1º socorrista estabiliza a cabeça prezando por um alinhamento neutro; 3. O 2º socorrista, posicionado ao lado do paciente, abre a proteção de rosto e desfaz ou corta a tira de fechamento; 4. A mandíbula do paciente é presa, entre o polegar e os dois primeiros dedos do 2º socorrista, na altura do ângulo da mandíbula; 5. A outra mão do 2º socorrista é colocada por baixo do pescoço do paciente no occipício do crânio para o controle da estabilização manual; 6. O 1º socorrista puxa levemente para fora os lados do capacete, afastando- o da cabeça do paciente e movimenta o capacete para cima e para baixo em movimentos de balanço tracionando- o para fora da cabeça da vítima; 7. Após a remoção do capacete devem- se colocar coxins atrás da cabeça da vítima; 8. A estabilização manual é mantida, e coloca-se o colar cervical de tamanho adequado. IMPROVISAÇÕES DE COLAR CERVICAL ➢ Com sandália: 1. O socorrista líder deve passar a bandagem pelas fivelas das duas sandálias de forma com que elas fiquem unidas entre si: começo da primeira sandália com o fim da outra; 2. Sendo assim, ele passa as sandálias viradas ao contrário pela curvatura cervical da mesma maneira se fosse um colar cervical (antebraço rente ao chão e segurando a cabeça da vítima) e amarra a bandagem contralateral; ➢ Com toalha³: 1. Primeiramente o socorrista líder deve fazer 03 dobras na tolha: ▪ A primeira dobra é feita unindo os menores lados da toalha; ▪ A segunda dobra é feita unindo os maiores lados da tolha; ▪ A terceira dobra é feita unindo novamente os maiores lados. 2. Após dobrar a tolha, o socorrista deve escolher um lado para deixar a bandagem junta à toalha, pois assim poderá passar a toalha dobrada pela curvatura cervical da mesma lembrando que o lado da toalha que tocará o chão é o lado em que está a bandagem. 3. Após passar a toalha, o socorrista deve pegar, com a mão que não está segurando a cabeça da vítima, a ponta da tolha que esta ipsilateral a ele para unir com a outra ponta que está do outro lado. Neste momento, recomenda-se que ele use o antebraço como apoio na toalha sobre o pescoço para deixar a sua mão livre para fazer o laço com as pontas das bandagens que agora estão unidas. ➢ Com papelão: 1. Materiais necessários: papelão em formato retangular, atadura e esparadrapo; 2. O socorrista envolve um pedaço de papelão retangular em proporção ao “tamanho” de colar que deseja com ataduras até que este fique macio e estável utilizando o seu bom senso; 3. Depois deve-se passar o “papelão- atadura” pela curvatura cervical da mesma maneira se fosse um colar cervical. Assim com a mesma mão ele deve unir as duas partes do papelão moldando sua posição de acordo com o pescoço da vítima. 4. Por fim, devem-se unir as pontas do papelão fixando-as com esparadrapo. REFERÊNCIAS 1. HAFEN, Brent Q., KARREN, Keith J., FRANDSEN, Kathryn J. Primeiros Socorros para Estudantes. 10ª edição, Editora Manole, 2013. 2. American College of Emergency Physicians (ACEP). First Aid Manual – The Step-By-Step Guide For Everyone. 5ª Ed. Editora DK, 2014. 3. NAEMT. Atendimento pré-hospitalar ao politraumatizado – PHTLS. 9ª ed. Artmed, 2016. 4. American College of Surgeons Committee on Trauma. Advanced Trauma Life Support - ATLS. 10º ed. 2018 5. American Red Cross. First Aid/CPR/AED Participant’s Manual. 2014 6. Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. Manual Operacional de Bombeiros: Resgate Pré-Hospitalar. 2016 7. SAMU. Protocolo de Suporte Básico de Vida. 2016 8. Corpo de Bombeiros do Paraná. Manual de Atendimento Pré-Hospitalar. 2006. 9. INEM. Técnicas de Extração e Imobilização de Vítimas de Trauma. 2ª ed. 2012 10. PORTO. Semiologia Médica. 7ª ed. 2014. 11. BICKLEY, Lynn S; SZILAGYI, Peter G. Bates Propedêutica Médica. 11ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015. 12. Código Penal Brasileiro, art. 135. 13. ABRAMET: Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. ANEXO 1: MÉTODO START. NAEMT. Atendimento pré -hospitalar ao politraumatizado - PHTLS. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. ANEXO 2: ESCALA DE COMA GLASGOW. • TCE GRAVE: escore de 3 a8 • TCE MODERADO: escore de 9 a 12 • TCE LEVE: escore de 13 a 15 ANEXO 3+: VALORES DE REFERÊNCIA FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA Valores normais da frequência respiratória (B) Adulto Lenta (Bradipneia): <10 inc/min Normal (Eupneia): 10-20 inc/min Muito rápida (Taquipneia): 20-30 inc/min Extremamente rápida (Taquipneia grave): >30 inc/min Criança De 1 a 2 anos: 22-37 inc/min De 3 a 5 anos:20-28 inc/min De 6 a 12 anos: 18-25 inc/min Adolescente (de 12 a 15 anos) 12-15 inc/min Bebê/Lactente* (de 30 dias até 1 ano) 30-53 inc/min Neonato (até 30 dias) 30-60 inc/min OBS.: inc/min = incursões por minuto. FREQUÊNCIA CARDÍACA Normosfigmia (C) Adulto 60-100 bat/min Carótida Adolescente 60-100 bat/min Carótida Criança De 1 a 2 anos: 98-140 bat/min De 3 a 5 anos: 80-120 bat/min De 6 a 12 anos: Carótida Lactente 100-180 bat/min Braquial ou femoral Neonato 120-205 bat/min Braquial ou femoral NAEMT. Atendimento pré-hospitalar ao politraumatizado - PHTLS. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. ANEXO 4: VALORES NORMAIS DE PRESSÃO ARTERIAL. VALORES NORMAIS DE PRESSÃO ARTERIAL Máximo Mínimo Adulto 90 - 140 mmHg 60 - 90 mmHg Adolescente (13-16 anos) 118 – 132 mmHg 70 – 82 mmHg Em idade escolar (6-13 anos) 104 – 124 mmHg 64 – 80 mmHg Pré-escolares (2-6 anos) 98 -112 mmHg 64 – 80 mmHg Crianças pequenas (1-2 anos) 98-100 mmHg 50 - 70 mmHg Lactente (29 dias a 1 ano) 84 - 106 mmHg 56 – 70 mmHg Neonato (Nascimento a 28 dias) 74 - 100 mmHg 50 – 68 mmHg NAEMT. Atendimento pré -hospitalar ao politraumatizado - PHTLS. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. ANEXO 5: ORDEM DE PRIORIDADE NO EXAME DA CABEÇAS AOS PÉS Ordem de prioridade 1° Fratura e sangramentos associados à fratura 2° Luxação/ Entorse 3° Sangramento 4° Escoriação