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1. Resistência à dor seria a diferença entre os dois liminares. São eles: Limiar de dor e limiar de tolerância Limiar de dor e limiar relativo Limiar absoluto e limiar relativo Limiar relativo e limiar de tolerância. Limiar absoluto e limiar diferencial Explicação: Limiar de tolerância é o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado. : O limiar de dor fisiológico pode ser definido como o ponto ou momento em que um dado estímulo é reconhecido como doloroso. 2. O calor sobre a superfície corporal leva a alterações na função celular decorrentes da produção de metabólitos e dióxido de carbono pela redução de tensão de oxigênio e pela produção de bradicinina e análogos histamínicos. O calor por condução pode ser definido por: é regido pelo princípio de transferência de calor entre duas superfícies de temperaturas diferentes. obtém-se pela transformação de um tipo de energia específico em calor. normalmente é conseguido pela aplicação de ultrassom, microondas e diatermia por ondas curtas. é conseguido pela troca de calor entre o meio líquido ou o ar quente, aplicado na região desejada. normalmente é conseguido pela aplicação do forno de bier Explicação: No estudo da transferência de calor, condução térmica ou difusão térmica (ou ainda condução ou difusão de calor) é a transferência de energia térmica entre átomos e/ou moléculas vizinhas em uma substância devido a um gradiente de temperatura. Em outras palavras, é um modo do fenômeno de transferência térmica causado por uma diferença de temperatura entre duas regiões em um mesmo meio ou entre dois meios em contato no qual não se percebe movimento global da matéria na escala macroscópica, em oposição à convecção que é outra forma de transferência térmica.[1] Calor pode ser transferido também por radiação e/ou convecção, e frequentemente mais que um destes processos ocorre simultaneamente em uma dada situação. É regido pelo princípio de transferência de calor entre duas superfícies de temperaturas diferentes. Gabarito Coment. 3. O primeiro passo para o tratamento da dor é fazer uma avaliação minuciosa. Muitas vezes, é necessário contar com a participação de diversos profissionais e com o uso de escalas para a avaliação do paciente com dor. Para se medir a intensidade da dor que o paciente sente, há escalas específicas, tais como: Escala Visual Analógica (EVA) e a Escala Visual Numérica (EVN) Escalas de Romberg Escalas de BERG Nenhuma escala citada. Escalas Kelvins Explicação: A escala visual analógica ou escala visual analógica é uma escala de resposta psicométrica que pode ser usada em questionários. É um instrumento de medida para características subjetivas ou atitudes que não podem ser medidas diretamente. 4. Nenhuma realidade humana se separa de dimensão social, tampouco o corpo ou a dor. PORQUE As experiências vividas pelos indivíduos, seu modo de ser, de sentir ou de agir serão constitutivamente referidos à sociedade à qual pertencem. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. Explicação: OS ASPECTOS MULTIDIMENSIONAIS DAS DORES CRÔNICAS A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, International Association for the Study of Pain), conceitua dor como sendo "uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual atual, potencial, ou descrita em termos de tal lesão". Já McCaffery em uma visão mais humanística, diz que "dor é o que o paciente diz ser, e existe quando ele diz existir", colocando uma ideia de uma experiência pessoal e peculiar a cada indivíduo. Ferreira F (2004), modificada por Marquez JO (2008), procura uma conceituação mais abrangente, referindo que "dor é a consciência de uma sensação nociceptiva, induzida por estímulos químicos ou físicos, de origem exógena ou endógena, assim como por disfunções psicológicas, tendo como base um mecanismo biopsicossocial, causando emoções normalmente desagradáveis, com possibilidades de variáveis graus de comportamentos aversivos". Gabarito Coment. 5. A dor acontece quando o indivíduo é informado que sua integridade física, por meio de uma sensação desagradável, passa por algum tipo de perigo real ou potencial. Como podemos definir dor segundo IASP. - Todas as afirmativas estão INCORRETAS. - Dor é uma experiência subjetiva e pessoal, envolve aspectos sensitivos e culturais que podem ser alterados pelas variáveis socioculturais e psíquicas do indivíduo e do meio. "uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual atual, potencial, ou descrita em termos de tal lesão. - "dor é a consciência de uma sensação nociceptiva, induzida por estímulos químicos ou físicos, de origem exógena ou endógena, assim como por disfunções psicológicas, tendo como base um mecanismo biopsicossocial, causando emoções normalmente desagradáveis, com possibilidades de variáveis graus de comportamentos aversivos". - "dor é o que o paciente diz ser, e existe quando ele diz existir", colocando uma ideia de uma experiência pessoal e peculiar a cada indivíduo. Explicação: A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, International Association for the Study of Pain), conceitua dor como sendo "uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual atual, potencial, ou descrita em termos de tal lesão". 6. A dor é um evento comum nos diversos cenários que envolvem a assistência à saúde, desde o nascimento até a morte, no âmbito hospitalar ou fora dele. POR QUE O ensino da dor e dos demais aspectos relacionados a esse fenômeno deveria ser uma prática comum nos cursos de graduação na área da Saúde. Analisando as afirmações acima, conclui-se que: As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. As duas afirmações são falsas. A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. Explicação: GABARITO: www.sbed.org.br; www.iasp-pain.org 7. Muitas pessoas relatam dor na ausência de lesão tecidual ou de qualquer outra causa fisiopatológica provável: geralmente isto acontece por motivos psicológicos. É impossível distinguir a sua experiência da que é devido à lesão tecidual se aceitarmos o relato subjetivo. PORQUE A dor é uma experiência que traz prejuízos que variam em forma e magnitude; seu alívio deve ser considerado um direito de quem a sente e um dever de quem a assiste, no entanto, nem sempre isto ocorre de forma satisfatória. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Explicação:A dor pode ser considerada como um sintoma ou manifestação de uma doença ou afecção orgânica, mas também pode vir a constituir um quadro clínico mais complexo. Existem muitas maneiras de se classificar a dor. Considerando a duração da sua manifestação, ela pode ser de três tipos: DOR AGUDA - Aquela que se manifesta transitoriamente durante um período relativamente curto, de minutos a algumas semanas, associada a lesões em tecidos ou órgãos, ocasionadas por inflamação, infecção, traumatismo ou outras causas. Normalmente desaparece quando a causa é corretamente diagnosticada e quando o tratamento recomendado pelo especialista é seguido corretamente pelo paciente. A dor constitui-se em importante sintoma que primariamente alerta o indivíduo para a necessidade de assistência médica. Veja aqui alguns exemplos: - a dor pós-operatória (que ocorre após uma cirurgia); - a dor que ocorre após um traumatismo; - a dor durante o trabalho de parto; - a dor de dente; - as cólicas em geral, como nas situações normais (fisiológicas) do organismo que podem provocar dores agudas, como o processo da ovulação e da menstruação na mulher. DOR CRÔNICA - Tem duração prolongada, que pode se estender de vários meses a vários anos e que está quase sempre associada a um processo de doença crônica. A dor crônica pode também pode ser conseqüência de uma lesão já previamente tratada. Exemplos: Dor ocasionada pela artrite reumatóide (inflamação das articulações), dor do paciente com câncer, dor relacionada a esforços repetitivos durante o trabalho, dor nas costas e outras. DOR RECORRENTE - Apresenta períodos de curta duração que, no entanto, se repetem com freqüência, podendo ocorrer durante toda a vida do indivíduo, mesmo sem estar associada a um processo específico. Um exemplo clássico deste tipo de dor é a enxaqueca. Gabarito Coment. 8. Os estudos são unânimes em apontar que as principais repercussões oriundas da dor aguda, ou seja, relacionadas ao seu não alívio estão associadas com algumas alterações neurovegetativas. Assinale a mais coerente com essas alterações. Agitação, sudorese, diminuição do trabalho cardíaco, diminuição da pressão arterial, risco de sangramento, aumento da contração muscular, ansiedade e medo; como principais complicadores. Taquicardia, arritmias, diminuição da saturação de oxigênio e da oferta de oxigênio aos tecidos, agitação, sudorese, aumento do trabalho cardíaco, aumento da pressão arterial. Taquicardia, agitação, sudorese, diminuição do trabalho cardíaco, diminuição da pressão arterial, aumento da contração muscular, ansiedade e medo. Taquicardia, arritmias, diminuição da pressão arterial, diminuição da contração muscular, ansiedade e medo; aumento do sono. Taquicardia, diminuição da saturação de oxigênio e da oferta de oxigênio aos tecidos, agitação, sudorese, aumento do trabalho cardíaco, aumento da pressão arterial, ansiedade e medo; facilidade de locomoção e para a ação de respirar profundamente. Explicação: GABARITO: www.sbed.org.br; www.iasp-pain.org 1. A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Quarta teoria da dor. - Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade. - Nenhuma afirmativa está correta. - A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta. - segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto. - A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central. Explicação: Quarta teoria da dor: - Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade. 2. Reação a dor é um componente da dor, que pode envolve uma resposta afetiva, neurovegetativa, motora e até mesmo comportamental. Podemos citar como resposta neurovegetativa os seguintes sinais: hipertensão arterial, taquicardia, bradicardia, hipotensão arterial, sensações de aflição e rejeição e posturas antálgicas. hipertensão arterial, taquicardia, bradicardia, sensações de aflição, rejeição e sofrimento; hipertensão arterial, taquicardia, bradicardia, hipotensão arterial, aflição e posição antálgica; comportamento com tendência ao isolamento, pouco sociável, com reações violentas, apresentando sudorese, pele fria e úmida, taquipnéia; pressão arterial aumentada ou diminuída, taquicardia, bradicardia, sudorese, pele fria e úmida, taquipnéia; Explicação: A dor é uma experiência sensorial, com tonalidade afetiva desagradável, oposta ao prazer, induzida por um estímulo (nociceptivo) mecânico, térmico, químico, elétrico ou fisiopatológico. A esta sensação (nocicepção) está associada uma resposta neurovegetativa ou comportamental. Estas respostas são mais intensas ou mais rápidas quando o tecido está inflamado. A dor é um sintoma que protege nossa integridade física no ambiente em que vivemos e nos defende de agentesinfecciosos ou nos avisa da ocorrência de distúrbios patológicos orgânicos através de nossos sistemas imunes inato e adaptativo. Gabarito Coment. 3. A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair, 1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria da especificidade. - A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central. - Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade. - segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto. - Nenhuma afirmativa está correta. - A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta. Explicação: Quase no inicio de 1900, von Frey e Goldscheider realizaram vários experimentos e descobriram que a pele tinha vários pontos sensoriais que eram capazes de sentir a temperatura, toque e dor. A partir de seus cabelos ele desenvolveu um instrumento para medir o quanto de pressão na pele poderia provocar sensações como a dor. Contrariando suas hipóteses, encontrou pontos onde não teve dor como resposta. Hoje, seus cabelos tem o nome de estesiômetro. Mas, como não ter dor a pressão? Será que na verdade não existiam receptores de dor? Nesta mesma época, Sherrington disse que os pontos sensoriais na pele, na verdade, eram receptores de estímulos nocivos (perigosos). Portanto, Sherrington é o pai dos estímulos nocicipientes (como ele mesmo chamou na época). Para os amantes da neurodinâmica / mobilização neural, Sherrington foi um dos primeiros cientistas a testar os movimentos dos nervos e sua resistência à carga. A tão querida nocicepção veio no final dos anos 60, com a descoberta das fibras de transmissão de estímulos nocivos, fibras C e A delta, amielínicas e mielinizadas, respectivamente. Fios com e sem capa de proteção.Mesmo com tamanho conhecimento científico desenvolvido e quase 3 séculos depois, a dor foi compreendida como uma experiência biológica para a maioria. Ou seja, algo precisava machucar o corpo para ligar os sensores de dor no sistema nervoso. Não tinha emoção. Não tinha outra explicação. Hoje em dia, ainda se pensa desta forma. São os fantasmas nociceptivos que ainda rondam os avançados estudos modernos da dor. 4. O exame neurológico deve atribuir atenção especial para a pesquisa de sinais de alterações sensitivas, motoras e neurovegetativa que sugerirem dor neuropática. O exame da sensibilidade pode evidenciar anormalidades, como alodínia, analgesia, anestesia, anestesia dolorosa, causalgia, hiperalgesia, hiperestesia, hiperpatia e sinal de Tinel. Em dor neuropática (ou nociceptiva) é comum verificar os seguintes sinais e sintomas: anestesis, analgesia e hiperestesia. hipoestesia, hiperpatia e parestesia; alodínia, anestesia e hiperestesia; alodínia, hiperalgesia e hiperestesia; anestesia, analgesia e hiperalgesia, Explicação: A dor neuropática é um tipo de sensação dolorosa que ocorre em uma ou mais partes do corpo e é associada a doenças que afetam o Sistema Nervoso Central, ou seja, os nervos periféricos, a medula espinhal ou o cérebro. Essa dor pode ser conseqüência, também, de algumas doenças degenerativas que levam à compressão ou a lesões das raízes dos nervos ao nível da coluna. A dor neuropática se manifesta de várias formas, como sensação de queimação, peso, agulhadas, ferroadas, choques. Pode ser acompanhada ou não de ¿formigamento¿ ou ¿adormecimento¿ (sensações chamadas de parestesias) de uma determinada parte do corpo. Gabarito Coment. 5. Limiar de dor significa: a subjetividade e a multicausalidade da dor; todas as respostas acima estão corretas que não há estímulo periférico; tem origem somente nas estruturas somáticas; a menor intensidade de estímulo que permite ao indivíduo perceber a dor; Explicação: a menor intensidade de estímulo que permite ao indivíduo perceber a dor; 6. Na medula espinhal existem basicamente duas vias ascendentes para a condução da dor até o cérebro. São elas: Via neoespinotalâmica e nervo intercostobraqual. Nervo vestibulococlear e nervo glossofaríngeo; Via neoespinotalâmica e via palioespinotalâmica; Via neoespinotalâmica e plexo braquial; Via simpática e via parassimpática; Explicação: Via Espinotalâmica Via Paleoespinotalâmica Via Neoespinotalâmica Neurônio II Lâmina V Rexed Lâmina I Rexed Decussação Fibras Cruzadas e Não Cruzadas Fibras Cruzadas Tracto Medular Espino-Reticular Espinotalâmico-Lateral Trajeto Espino-Retículo-Talâmico Espino-Talâmico Projeção Talâmica Núcleos Intralaminares Núcleo Ventral Posterior Lateral do Tálamo Função Dor Crônica Dor Aguda ¿ Rápida ¿ Bem localizada Gabarito Coment. 7. A dor tem sido tratada de formas diferentes no decorrer da história. À medida que o conhecimento científico foi sendo desenvolvidas, várias teorias foram sendo organizadas, tais como Teoria da especificidade (Bell; Muller, 1816-1826); Teoria do padrão (Goldscheider, 1894; Weddel, 1955; Sinclair,1947-1955); Quarta teoria da dor (década de 1940 ¿ Hardy, Wolff; Goodell) e por fim a Teoria da comporta (Melzack; Wall, 1965. Neste contexto qual afirmativa descreve a Teoria do padrão. - Sugere que há uma relação de um para um entre a intensidade do estímulo e a experiência da dor. Essa teoria sugere que, se dois indivíduos experimentassem o mesmo estímulo (como, por exemplo, uma perna fraturada), eles teriam exatamente a mesma quantidade de resposta à dor. Ela nega o que atualmente sabemos, como a influência de fatores culturais, ambientais e de personalidade. - segundo essa teoria, os receptores seriam terminações livres que levariam os impulsos da dor através das fibras delta-A e delta-C dos nervos periféricos até a medula, onde alcançariam um centro de dor no tálamo, pelo feixe espino-talâmico lateral. Somente estímulos dolorosos seriam levados por essas fibras. Seria uma conexão periferia-cérebro direto. - A dor poderia resultar da ativação de vários receptores inespecíficos. Assim, a estimulação leve de receptores de tato, calor, frio e dor produziriam a percepção dessas sensações. Mas se o estímulo fosse forte, a percepção em qualquer caso seria de dor. Haveria uma convergência para o corno dorsal, com um padrão de estimulação para o cérebro, o qual associaria fenômenos de somação temporoespacial (experiências prévias, culturas, motivação, atenção-distração). Também nessa teoria não houve a valorização adequada da modulação central. - Nenhuma afirmativa está correta. - A medula é bombardeada continuamente por impulsos nervosos periféricos, que chegam tanto pelas fibras desmielinizadas como pelas finamente mielinizadas, mais grossas. Haveria, portanto, uma atividade fisiológica basal, constante, exercida principalmente pelas fibras C, deixando a comporta semiaberta, mas sem haver o disparo. Isso porque os impulsos das fibras grossas, embora em menor quantidade, viajam mais rapidamente, alcançando primeiro as células da SG (substância gelatinosa). Estas células aumentam a inibição e não permitem a ação sobre as células T, que provocam o disparo que abre a comporta, permanecendo a mesma semifechada. No entanto, se certo limiar e frequência de impulsos dolorosos são ultrapassados, as células T são estimuladas e há o disparo do sistema de ação, com a sensação dolorosa. De uma forma geral, pode-se dizer que as terminações sofreriam uma modulação em níveis medular e cerebral, sob a influência de outras modalidades sensoriais, como tato, pressão, temperatura, vibração etc., antes de influenciarem as células T. O cérebro então avaliaria e decodificaria tudo, como um computador, e decidiria a resposta. Explicação: Teoria Padrão ¿ Esta teoria é contrária à teoria da especificidade, e identifica que a intensidade do estímulo e a natureza do somatório central do input sensorial são os principais determinantes de dor. Por um lado as novas teorias reconheciam o padrão do input nervoso, que é essencial para explicar o mecanismo da dor. Por outro lado, ignoram a especificação fisiológica dos receptores, considerando todos os terminais sensoriais igualmente enervados, de modo que a dor era entendida como o resultado de uma intensa estimulação de receptores inespecíficos. Esse conceito do somatório do acúmulo da estimulação dolorosa explicava a dor clínica, ou seja, quanto mais agredido um tecido, maior será a dor do indivíduo, mas não foi suficiente como teoria geral da dor, e não houve verificação experimental dos supostos mecanismos. A teoria da especificidade e as teorias padrão foram discutidas por mais de um século, mas ambas explicavam a dor pela quantidade, grau ou natureza do input sensorial ou da lesão fisiológica infligida ao tecido. Isso explica a dor clínica, mas deixa inexplicada a dor crônica e a mediação da dor por variáveis psicossociais. Quando essas teorias mencionam os aspectos psicológicos da dor, estão se referindo à dor 8. A dor é uma sensação autônoma, independente, como os sentidos do tato, da visão e da audição. Ela acontece a partir de uma sequência de eventos do fenômeno doloroso. Marque a resposta que elabora de forma sequencial este fenômeno corretamente: 1 ocorre o estímulo 2 ocorre a condução 3 Modulação 4 Sensação 5 Percepção e avaliação 6 Reação - 6, 5, 1, 4, 3, 2 - 3, 5, 6, 1, 2,4 - 1, 2, 3, 4, 5, 6 - 2, 3, 5, 6 ,1, 4 - 4, 3, 1, 2, 5, 6 Explicação: A dor é uma sensação autônoma, independente, como os sentidos do tato, da visão e da audição. Ela acontece a partir de uma sequência de eventos do fenômeno doloroso. Ocorre o estímulo, a condução, Modulação, Sensação, Percepção e avaliação, Reação. 1. A literatura aponta como fatores desencadeantes da dor crônica: Crenças e valores errôneos frente à dor e analgesia, Todas as afirmativas podem ser consideradas como corretas. A dificuldade em aferir a dor ou a não sistematização da avaliação, A subavaliação, A inadequada formação de profissionais de saúde quanto ao fenômeno álgico e medicamentoso, Explicação: A dor crônica pode ser definida como a dor contínua ou recorrente de duração mínima de três meses; sua função é de alerta e, muitas vezes, tem a etiologia incerta, não desaparece com o emprego dos procedimentos terapêuticos convencionais e é causa de incapacidades e inabilidades prolongadas. Para fins de pesquisa, a Associação Internacional para Estudo da Dor preconiza a dor crônica como aquela com duração maior que seis meses, de caráter contínuo ou recorrente (três episódios em três meses). Devido a sua longa duração, a dor crônica perde a função de manter a homeostase e de ser sinal de alerta, causa comprometimento funcional, sofrimento, incapacidade progressiva e custo socioeconômico. Sabe-se que a presença de dor crônica, independentemente da patologia de base, tem implicações na saúde dos pacientes. Isto faz com que esse sintoma mereça a atenção dos profissionais de saúde 2. O controle da dor pós operatória: promove lenta recuperação da capacidade produtiva do paciente reduz a permanência hospitalar aumenta a incidência de complicações aumenta as complicações da inatividade a sociedade. é sempre tratada de modo adequado Explicação: O primeiro passo para o tratamento da dor é fazer uma avaliação minuciosa. Muitas vezes, é necessário contar com a participação de diversos profissionais e com o uso de escalas para a avaliação do paciente com dor. Entenda como funciona esse processo. A dor não é um aspecto simples de se avaliar, pois é sempre subjetiva: não conseguimos visualizar a dor através de um exame de imagem, por exemplo. Assim, toda a avaliação do paciente com dor é feita a partir de seu próprio relato. A respeito disto, McCaffery diz que "a dor é o que o paciente diz ser e ocorre quando ele diz sentir". Muitos estudos têm apontado a importância da avaliação da dor, alguns deles sugerindo que seja considerada como o quinto sinal vital. Dessa forma, a equipe de enfermagem de qualquer hospital, ao registrar os sinais do paciente (pressão, temperatura, frequência cardíaca e frequência respiratória), deveria também fazer o registro da dor. Para se medir a intensidade da dor que o paciente sente, há escalas específicas. As mais utilizadas são a Escala Visual Analógica (EVA) e a Escala Visual Numérica (EVN). Através delas, o paciente pode apontar para o profissional de saúde o quão intensa é a sua dor: em um extremo, está a condição sem dor, ou dor "nota zero". No extremo oposto, está a dor pior que a pessoa já sentiu, ou "dor nota dez". A dor é uma condição complexa e exige que a sua avaliação abordediversos aspectos. Além da intensidade, é fundamental sabermos as características da dor, o que a faz piorar ou melhorar e quais são os seus impactos na vida do paciente. Um instrumento bastante utilizado na avaliação do paciente com dor é a Escala de Qualidade de Vida, SF-36. Trata-se de um questionário com 36 itens, que aborda diferentes dimensões da vida da pessoa, como capacidade funcional e estado geral de saúde, além de aspectos físicos, emocionais e sociais. Para saber mais sobre a dor como quinto sinal vital, visite o site da Sbed: http://www.dor.org.br/profissionais/5_sinal_vital.asp 3. A dor é um sentimento angustiante, muitas vezes causado por estímulos intensos ou prejudiciais, por ser é um fenômeno complexo e subjetivo, definir a dor tem sido um desafio. A definição da Associação Internacional para o Estudo da Dor é amplamente utilizada: "A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável, associada ao dano tecidual real ou potencial, ou descrita em termos de tais danos", logo temos alguns conceitos como dor patológica e dor fisiológica, o que podemos definir como dor patológica. Ausência de dor em presença de um estímulo que normalmente seria doloroso. Originada de lesões em ossos, articulações, músculos e pele. Descrita em humanos como localizada, constante, lancinante, contínua e pulsante. Proveniente de estiramento, distensão ou inflamação de vísceras, descrita como profunda, espasmódica contínua ou corrosiva, sem localização exata. Age como mecanismo protetor, para incitar o indivíduo a se afastar de uma possível fonte de lesão, evitar movimentos ou contato com estímulos externos durante a fase de reparação de uma injúria. Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada. Explicação: Resposta exagerada, muito além de sua utilidade protetora. A dor patológica é resultado de um processo inflamatório crônico, como artrite e câncer, ou de lesão aguda, como traumatismo e cirurgia. Tem um efeito protetor menos claro ao indivíduo e, sempre que possível, deve ser tratada. 4. Frente à dor crônica, grande parte dos estudos está relacionada com o câncer e com as dores crônicas de origem neuropática, embora um paciente com câncer possa apresentar quadros de dores agudas, mas que na maioria dos casos estão relacionadas com o tratamento como quimioterapia, radioterapia, cirurgias, biópsias, entre outros. Com relação à dor crônica pode-se afirmar que: Diferentemente das dores agudas, a dor crônica não está relacionada com a permanência ou aparecimento de alterações neurovegetativas (sinais de alerta). Dor crônica é mais que um sintoma; é a doença que persiste; não desaparece após a cura da lesão ou está relacionada a processos patológicos crônicos. A literatura aponta um tempo igual ou superior a doze meses da vigência de dor para evidenciarmos como dor crônica. Estão corretas as afirmativas: Somente a I. Somente a II. II e III apenas. I, II e III. I e II apenas. Explicação: A dor crônica é conhecida como aquela dor com mais de 6 meses de duração. Este é um caso particular de dor com características próprias que vão além da discussão do tempo em questão. A dor crônica não tem o mesmo efeito de uma dor aguda, ela é produto de uma lesão das vias nervosas que transmitem sinais de dores até o cérebro. Esta lesão faz com que os nervos continuem transmitindo algum sinal, por essa razão as pessoas que sofrem com alguma dor crônica sentem certos incômodos em forma de sensações como ardência, pontadas, queimação e choques que acompanham a dor. ... Artigo http://queconceito.com.br/dor-cronica 5. Fazem parte dos procedimentos de tratamento fisioterapêutico para analgesia: termoterapia e cinesioterapia Todas as afirmativas estão corretas. crioterapia e eletroterapia eletroterapia e termoterapia cinesioterapia e crioterapia Explicação: QUANDO USAR O CALOR: Utilizado para lesões crônicas. Função: fazer vasodilatação, usado principalmente para os músculos. Ele ajuda a aliviar a dor de espasmos musculares, pontos de gatilho (espasmos localizados ou nós musculares) e o estresse psicológico (que pode ser um fator importante em muitos problemas de dor). QUANDO USAR O GELO: Utilizado para lesões agudas e pós-provas ou exercícios. Função: fazer vasoconstricção nos tecidos danificados ou solicitados em excesso que estão inflamados, vermelhos, quentes e inchados (sinais flogísticos). O processo inflamatório é um processo saudável, normal, natural, mas, quando ocorre em grande quantidade, pode ser incrivelmente doloroso. Crioterapia é apenas uma forma mais leve, sem drogas, de controlar a dor da inflamação e prevenir que o processo inflamatório chegue de forma exagerada. 6. Leia as afirmações abaixo, sobre a dor crônica: I. As formas de sentir e de expressar a dor são conduzidas por indicadores culturais e a própria dor, como fato humano, constitui-se a partir dos significados conferidos pela coletividade, que confirma as formas de manifestação dos sentimentos. II. A dor se insere num universo de referências simbólicas, configurando um fato cultural. III. No enfrentamento da dor crônica, são reconhecidas possibilidades que emergem menos da rigidez da técnica e mais da vitalidade da prática de sujeitos, terapeutas e doentes, no exercício do cuidado da saúde. Estão corretas as afirmativas: I e III, somente. I e II, somente. Somente a II. Somente a I. I, II e III estão corretas. Explicação: Descrita em termos de parâmetros físicos e indicadores biológicos, a concepção de saúde e doença como um fenômeno multidimensional constitui uma proposta relativamente recente (Costa Junior, 2005), sendo a percepção da dor um de seus indicadores. Controversamente, há mais de 30 anos, a experiência dolorosa já era considerada como um fenômeno de cunho multidimensional, apresentando componentes sensoriais, afetivos e cognitivos, conforme descreviam Melzack e Torgerson (1971, citados por Pimenta & Teixeira, 1996). Ou seja, na vanguarda dos estudos científicos da época, Melzack e Torgerson classificavam os componentes não biológicos como dimensões psicossociais da dor e, por conseguinte, indicadores da qualidade de vida dos indivíduos que dela padeciam. Gabarito Coment. 7. O calor sobre a superfície corporal leva a alterações na função celular decorrentes da produção de metabólitos e dióxido de carbono pela redução de tensão de oxigênio e pela produção de bradicinina e análogos histamínicos. O calor causa analgesia, fenômeno que pode ser explicado pela teoria da comporta, descrita por Melzach e Wall (1965), ou pela ação das endorfinas liberadas nesse processo. Podemos citar como restrições para o uso do calor: contratura muscular; processos inflamatórios agudos; comprometimento da regulação térmica e suspeita de tumoração maligna; resolução de hematomas; processos inflamatórios agudos; hemorragia e quando se tem como objetivo a analgesia; rigidez articular; processos inflamatórios agudos; hemorragia e alterações de coagulação idiopática; processos inflamatórios agudos; hemorragia; alterações de coagulação idiopática e insensibilidade ao calor. mialgias localizadas e/ou generalizadas; comprometimentoda regulação térmica; áreas com insuficiência vascular ou isquêmica; suspeita de tumoração maligna; Explicação: processos inflamatórios agudos; hemorragia; alterações de coagulação idiopática e insensibilidade ao calor. Gabarito Coment. 8. Alterações fisiológicas ocorrem no corpo materno durante a gravidez, envolvendo todos os sistemas. Algumas alterações fisiológicas têm provocado aparição de edema nos membros inferiores, dor na região lombar, dentre outras, causando transtornos sociais. Leia as afirmativas sobre a hidrocinesioterapia, abaixo e assinale a INCORRETA: A hidrocinesioterapia traz bastantes benefícios às gestantes. A hidrocinesioterapia, no que concerne ao efeito na coluna lombar das gestantes, seu principal efeito parece ser a eliminação da dor em detrimento ao relaxamento promovido pela combinação dos exercícios na água. Os efeitos terapêuticos dos exercícios são a manutenção ou aumento da amplitude de movimento das articulações, fortalecimento dos músculos enfraquecidos e aumento na sua tolerância aos exercícios. A hidrocinesioterapia, aplicada na gestação, contrai a musculatura espasmada e promove o aumento dos quadros sintomáticos de dor. Os principais efeitos da hidrocinesioterapia estão relacionados com a eliminação do edema nos membros inferiores. Explicação: A gravidez é um período único na vida da mulher. Para isso o organismo da gestante é lentamente preparado e adaptado fisiologicamente para gerar o feto. A hidroterapia com exercícios e técnicas específicas para as futuras mamães, favorece a gestante promovendo uma adequada adaptação metabólica e cardiovascular, melhora na adaptação estrutural do corpo para que a postura gestacional não se torne um problema futuramente. 1. O grande desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais. Existem vários caminhos para avaliar a dor, mesmo sendo uns sintomas subjetivos, que se dividem em Unidimensionais e multidimensionais. Quais das afirmativas abaixo estão relacionadas à avaliação Multidimensionais? - Escala de categoria de palavras. - Questionário de Oxford - Escala de Faces. - Questionário McGill de Avaliação da Dor. - Escala Comportamental. Explicação: Instrumentos multidimensionais. São aplicados para avaliar e medir as diferentes dimensões da dor, a partir de diferentes indicadores de respostas e suas interações. As principais dimensões avaliadas são a sensorial, a afetiva e a avaliativa. Algumas escalas multidimensionais incluem indicadores fisiológicos, comportamentais, contextuais e também os auto registros por parte do paciente. Exemplos desses instrumentos são a escala de descritores verbais diferenciais, como o Questionário McGill de Avaliação da Dor. 2. Na avaliação da dor, o exame físico auxilia a confirmar suspeitas feitas na anamnese e a avaliar limitações funcionais. Ao se avaliar o aparelho locomotor, deve-se: realizar manobras específicas que reproduzem a dor, como elevação dos membros e mobilidade articular, desde que se respeitem a tolerabilidade do doente; palpar os pontos gatilhos, procurar identificar síndromes miofasciais associadas; verificar ocorrência de edema, inflamações, deformidades; todas as respostas acima estão corretas. Explicação: O exame físico é a etapa seguinte à história clínica. É utilizado para obter informações adicionais por meio de manobras específicas que ajudam a reforçar ou afastar uma suspeita clínica. Como em qualquer parte do corpo, o exame inicia-se com a inspeção seguidas pela palpação e percussão. A ausculta tem aplicação na avaliação dos sintomas cardiorrespiratórios e abdominais relacionados ao aparelho osteoarticular. No exame físico do aparelho locomotor acrescenta-se a avaliação da amplitude dos movimentos (ADM) e os testes especiais para cada segmento osteoarticular. O exame físico do paciente com queixa osteoarticular ou muscular deve incluir o exame físico geral. Como foi visto na história clínica, um grande número de doenças em outros sistemas podem apresentar-se inicialmente como queixas referidas no aparelho locomotor. Algumas condições podem apresentar manifestações viscerais e osteoarticulares (por exemplo, esclerose sistêmica, lúpus eritematoso sistêmico). 3. 1. Leia as afirmações, relacionadas a TENS (Eletroestimulação Nervosa Transcutãnea) e analgesia, abaixo e assinale (V) quando verdadeiras e (F) quando falsas. ( ) O uso da TENS como recurso de alívio da dor pós-operatória, pode aumentar o consumo de analgésicos pelos pacientes, bem como aumentar os níveis de dor avaliados por Escalas Visuais Analógicas (EVA). ( ) A redução de dor pelo uso da TENS, no pós operatório possibilita movimentação precoce dos pacientes. ( ) Um dos fatores relevantes para se obter bons resultados com a aplicação da TENS não está relacionada ao posicionamento dos eletrodos. ( ) A TENS é um recurso fisioterapêutico que apresenta vantagens importantes, como baixo custo, fácil aplicabilidade e poucos efeitos colaterais. Então, a sequência ficará: F, V, F, V V, F, V, F V, V, V, F F, F, V, V F, F, F, V Explicação: O aparelho TENS, também conhecida por neuroestimulação elétrica transcutânea, é um método eficaz, seguro e não invasivo de tratamento de dores crônicas e agudas, sem que seja necessário o uso de medicamentos. Os aparelhos de TENS são um dos recursos mais utilizados em fisioterapia para o tratamento da dor relacionada com artrite, tendinite, reumatismo ou luxações, por exemplo. 4. A avaliação da dor aguda é mais simples se comparada à avaliação da dor crônica e na prática clínica destacam-se a intensidade da dor, alterações neurovegetativas e medidas relacionadas ao tratamento medicamentoso. POR QUE Para avaliação da dor crônica indica-se a utilização de instrumentos multidimensionais que permitem avaliar a questão álgica de forma mais complexa e abrangente. Analisando as afirmações acima, conclui-se que: As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. As duas afirmações são falsas. As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. Explicação: A dor crônica é conhecida como aquela dor com mais de 6 meses de duração. Este é um caso particular de dor com características próprias que vão além da discussão do tempo em questão. A dor crônica não tem o mesmo efeito de uma dor aguda, ela é produto de uma lesão das vias nervosas que transmitem sinais de dores até o cérebro. Esta lesão faz com que os nervos continuem transmitindo algum sinal, por essa razão as pessoas que sofrem com alguma dor crônica sentem certos incômodos em forma de sensações como ardência, pontadas, queimação e choques que acompanham a dor. ... Artigo http://queconceito.com.br/dor-cronica 5. Hoje em dia, cada vez mais, nos locais onde se prestam cuidados de saúde, se pretende quantificar a dor com objetivo de sua eliminação, tornando assim maior a qualidade de vida dos pacientes. POR QUÊ A dor deve ser quantificada para alcance de um melhor tratamento com objetivos claros e para tal existem vários instrumentos de avaliação. Analisando as afirmações acima,conclui-se que: A primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. As duas afirmações são falsas. As duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. A primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Explicação: Há muitas estratégias para se avaliar a dor ¿ História da dor (localização, início, intensidade, características, fatores de piora e melhora tipo da dor) ¿ Exame físico ¿ Exame neurológico e escalas. 6. A qualidade sensorial da dor refere-se à quais características descritas? - tempo, espaço, pressão e temperatura. - tensão, medo e expressões neurovegetativas. - sensações neurovegetativas, tempo e pressão. - estresse, temperatura e pressão - medo, tempo e estresse. Explicação: Avaliações do componente afetivo abrangem termos como tensão, medo e expressões neurovegetativas que compõem a experiência dolorosa. 7. Os termos avaliação e mensuração da dor são frequentemente usados como sinônimos, mas é importante distingui-los, logo a definição de avaliação correta é? - parte de um processo simples e bem resumido dos dados coletados. - Nenhuma alternativa está correta. - tentativa de quantificar a experiência individual em comparação com outros. - tentativa de qualificar a experiência em conjunto sem a necessidade da comparação dos dados. - parte de um processo global; é muito mais amplo que uma simples mensuração. Explicação: Os principais problemas referentes à avaliação e mensuração da dor, tanto no contexto clínico quanto no de pesquisa, são criados devido a: (1) sua natureza subjetiva, (2) um número limitado de instrumentos fidedignos e válidos para mensurar a experiência e a percepção de dor, e (3) uma variedade de problemas clínicos, tais como o tipo de dor, suas causas e as características dos pacientes, logo a avaliação é - parte de um processo global; é muito mais amplo que uma simples mensuração. 8. O limiar de dor fisiológico pode ser definido como: o ponto ou momento em que um dado estímulo é reconhecido como doloroso. o ponto em que o estímulo alcança tal intensidade que não mais pode ser aceitavelmente tolerado. uma síndrome dolorosa com alta incidência. redução ou perda da sensibilidade e motricidade no território inervado. uma resposta fisiológica normal, predita que decorre de um estímulo mecânico, térmico ou químico, com períodos de exacerbação. Explicação: Os termos Limiar e Tolerância passam muitas vezes desapercebidos em vários livros e artigos sobre dor. Ninguém dá muita bola. Mas, tudo isso irá mudar. Apresento a vocês, curtidores, os meus bons amigos Limiar (o mínimo ¿ ¿complexado¿) e Tolerância (o máximo ¿ ¿se acha¿). Você irá gostar deles. O limiar da dor significa a intensidade mínima de estímulo que é percebido como dor. Funciona como uma assinatura, cada um tem o seu e ele não muda, fica quietinho lá no canto dele. ¿Totalmente complexado¿. 1. Na clínica de dor, a movimentação dos doentes entre as terapêuticas não é uma decisão puramente médica, apesar de a figura médica ser a responsável por definir vários encaminhamentos. PORQUE Do ponto de vista do paciente, entrar no espaço da clínica da dor é mais do que se deslocar no espaço físico, significa estar aberto a experimentar em si os efeitos dos múltiplos tratamentos e olhares, aprendendo sobre si próprio através delas. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são falsas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. Explicação: O que é clínica da dor? Ela pode me ajudar? A clínica de dor é especialista em cuidados da dor crônica que incide sobre diversas doenças. Algumas se especializam em diagnósticos específicos ou com dor relacionada a uma região específica do corpo. Também chamado de gerenciamento das dores clínicas, clínicas da dor muitas vezes usam uma abordagem multidisciplinar para ajudar as pessoas a ter um papel ativo na gestão da sua dor e recuperar o controle de sua vida. Estes programas estão focados na pessoa como um todo, e não apenas a dor. O que faz uma clínica de dor? Embora clínicas de dor diferem em seu enfoque e ofertas, a maioria envolve uma equipe de cuidados de saúde que podem ajudá-lo com uma variedade de estratégias para gerir a sua dor. Gabarito Coment. 2. Na década de 50, Bonica (1953) estabeleceu os alicerces do que seria a primeira clínica de dor do mundo. A partir daí, ocorreu uma multiplicação deste tipo de clínica, tanto nos Estados Unidos como em outros países, principalmente com a implantação da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). No Brasil, essas clínicas começaram a surgir após os anos 1970. Mas também surgiram os Centros Multidisciplinares de Tratamento da dor que podemos descrever como? - É uma organização de profissionais da área de saúde que se dedicam à pesquisa, ensino, diagnóstico e tratamento de pacientes com dor aguda ou crônica. - Deverá haver sempre a presença de um psiquiatra ou psicólogo clínico, para propiciar um olhar biopsicossocial do paciente. - Nenhuma resposta está correta. - Reuniões regulares também são realizadas para a discussão diagnóstica e terapêutica, das quais devem participar especialistas de três áreas, pelo menos. - O objetivo é ter uma maior visão clínica dos problemas apresentados pelos pacientes com dores crônicas. Explicação: Centro Multidisciplinar de Tratamento da dor: é uma organização de profissionais da área de saúde que se dedicam à pesquisa, ensino, diagnóstico e tratamento de pacientes com dor aguda ou crônica. Geralmente está associado a um hospital universitário ou faculdade com cursos de saúde. É a unidade mais complexa. Deve haver um diretor, não necessariamente médico, familiarizado com a terapia da dor, para supervisionar e coordenar o atendimento de diversos profissionais. Esses profissionais podem ser: médicos de diversas especialidades, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, psicólogos, farmacêuticos, musicoterapeutas, dentre outros. Cada paciente tem seu diagnóstico discutido por um grupo, que se reúne regularmente. O tratamento poderá ser executado por uma equipe de médicos ou por apenas um médico e outros profissionais. Esse tipo de unidade trata pacientes ambulatoriais ou internados. Os prontuários dos pacientes deverão estar disponíveis para pesquisa e ensino. 3. Na década de 50, Bonica (1953) estabeleceu os alicerces do que seria a primeira clínica de dor do mundo. A partir daí, ocorreu uma multiplicação deste tipo de clínica, tanto nos Estados Unidos como em outros países, principalmente com a implantação da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). No Brasil, essas clínicas começaram a surgir após os anos 1970. O objetivo das clínicas de dor é? - Deve haver um diretor, não necessariamente médico, familiarizado com a terapia da dor, para supervisionar e coordenar o atendimento de diversos profissionais. - Geralmente está associado a um hospital universitário ou faculdade com cursos de saúde. É a unidade mais complexa. - Cada paciente temseu diagnóstico discutido por um grupo, que se reúne regularmente. O tratamento poderá ser executado por uma equipe de médicos ou por apenas um médico e outros profissionais. - abordar de forma multidisciplinar o fenômeno doloroso. - É uma organização de profissionais da área de saúde que se dedicam à pesquisa, ensino, diagnóstico e tratamento de pacientes com dor aguda ou crônica. Explicação: É semelhante ao Centro Multidisciplinar de Tratamento da dor, sem, contudo incluir obrigatoriamente a pesquisa e o ensino. Reuniões regulares também são realizadas para a discussão diagnóstica e terapêutica, das quais devem participar especialistas de três áreas, pelo menos. Deverá haver sempre a presença de um psiquiatra ou psicólogo clínico, para propiciar um olhar biopsicossocial do paciente. O objetivo é ter uma maior visão clínica dos problemas apresentados pelos pacientes com dores crônicas. 4. Carolina, 27 anos é encaminhada para fisioterapia com quadro de lombalgia com dor intensa a direita. Na avaliação, o fisioterapeuta identifica um quadro de introspecção e baixa estima. O fisioterapeuta deverá: Encaminhá-la ao psicólogo, solicitando um parecer. Orientar o uso de uma faixa lombar e pedir repouso absoluto, devido a gravidade da dor; Elaborar um tratamento inicial, reavaliando Carolina, após algum tempo para verificar analgesia; Elaborar um tratamento somente para a dor; Elaborar um tratamento para a escoliose, com técnicas de RPG. Explicação: Encaminhá-la ao psicólogo, solicitando um parecer. Gabarito Coment. 5. "A estratégia do trabalho em equipe interdisciplinar em clínicas de dor, implantadas nos últimos 25 anos representa uma nova leitura acerca das práticas, valores, atitudes e conhecimentos de todos os indivíduos envolvidos nessas propostas sociais, ampliando as ações a serem realizadas pelos profissionais da saúde e aumentando os limites e as possibilidades de atuação, exigindo novas habilidades e qualificações.¿ Nesse sentido, a finalidade do trabalho em equipes multiprofissionais na área da saúde é dar condições para que, no curto prazo, o Ministério da Saúde e o Sistema Único de Saúde possam reduzir os gastos com o sistema hospitalar, deslocando o foco da visão tradicional da medicina curativa para as intervenções de formação e prevenção de doenças. proporcionar o enfrentamento e a resolução de problemas identificados pela articulação de saberes e práticas com diferentes graus de complexidade, integrando distintos campos do conhecimento e desenvolvendo habilidades e mudanças de atitudes nos profissionais envolvidos. garantir uma base comum de conhecimento, valores e práticas que permitam o efetivo trabalho dessas equipes nas unidades básicas de saúde e sua gestão com base no ato médico. proporcionar uma reorientação nas diretrizes curriculares dos cursos da grande área da saúde, com a articulação de saberes e práticas durante a formação acadêmica dos estudantes, buscando desenvolver habilidades voltadas ao atendimento preventivo de populações em condições de risco. diversificar as especialidades médicas e paramédicas que têm crescido em diferentes graus de complexidade tecnológica a partir da década de 1990, o que tem possibilitado acompanhar a demanda populacional por tratamento e informações de qualidade. Explicação: proporcionar o enfrentamento e a resolução de problemas identificados pela articulação de saberes e práticas com diferentes graus de complexidade, integrando distintos campos do conhecimento e desenvolvendo habilidades e mudanças de atitudes nos profissionais envolvidos. Gabarito Coment. 6. Dor pós-operatória mal-controlada gera sofrimento desnecessário e pode ser deletéria à pessoa, por contribuir para o aumento da morbidade pós-peratória, aumentando o tempo de internação e elevando os custos do tratamento. Dentre essas predisposições, pode-se citar algumas. Assinale a INCORRETA: expansibilidade da caixa torácica diminuída, causando maior dificuldade para a ventilação profunda e eliminação das secreções do trato respiratório, podendo ocasionar atelectasias e infecções respiratórias fadiga, resultando em irritação e menor motivação para cooperar com o tratamento. diminuição da ansiedade e hostilidade, elevando a oferta de hormônios catabolizantes e diminuição dos hormônios anabolizantes, o que implica em diminuição dos níveis de glicose, radicais livres, corpos cetônicos, lactato e retenção hídrica e de sódio. aumento da freqüência cardíaca e a pressão arterial, resultando em maior consumo de oxigênio pelo miocárdio e o organismo de modo geral. imobilidade, que pode resultar em lentificação da atividade intestinal e do esvaziamento gástrico,com ocorrência de náuseas, vômitos e maior risco de trombose venosa profunda. Explicação: Ainda que a primeira anestesia tenha assegurado a cirurgia sem dor em 1846, século e meio depois, e apesar de todos os avanços farmacológicos e tecnológicos, ainda não foi possível eliminar a dor pós-operatória nos hospitais. A dor pós-operatória ou pós-cirúrgica é aquela que decorre do ato cirúrgico, permanecendo como o sintoma pós-operatório mais vezes referido e constituindo a primeira causa de admissão e readmissão hospitalar após um ato deste tipo. A dor pós-operatória decorre das manipulações específicas do ato cirúrgico e da libertação de substâncias que induzem dor. A dor pós-cirúrgica caracteriza-se por ser aguda, previsível e autolimitada no tempo. É uma dor de tipo nocicetiva (que resulta de um estímulo que causa dor), associada a reações vegetativas, psicológicas, emocionais e comportamentais. Se não for adequadamente tratada, pode tornar-se crônica. Gabarito Coment. 7. Há, atualmente um número muito grande de clínicas de dor no Brasil. Esse tipo de trabalho surgiu nos Estados Unidos, principalmente com a implantação da Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP). No nosso país as clínicas de dor surgiram na década de: 50 40 30. 70 90 Explicação: 70 Gabarito Coment. 8. É importante entender que a avaliação de pacientes com dor será muito mais abrangente, com diversos olhares. As seguintes informações possibilitam à equipe uma intervenção muito mais eficaz, quais destas opções podem classificar como importante para obtermos um bom diagnóstico para o tratamento da dor? I - Entrevista com o paciente. II - Diagramas e escalas de dor III - Avaliação psicossocial IV - Avaliação físico-funcional V - Exames complementares Qual alternativa está correta. - As alternativas I e V - As alternativas II e III - As alternativas I, II e IV - As alternativas II, III e IV - Todas as alternativas estão corretas Explicação: É necessária a coordenação das informações obtidas de cada membro da equipe, para assegurar um plano de assistência abrangente. Surge um problema quando a equipe identifica um comprometimento indireto que não se correlaciona com um nível mais elevado de incapacidade funcional. Portanto todas as alternativas estão corretas. 1. Os idosos se beneficiam de intervenções físicas e de reabilitação como acupuntura, estimulação nervosa transcutânea, massoterapia, termoterapia superficial e profunda, exercícios de alongamento etc. Há evidências do benefício com exercício físico regular, especialmente em casos de dores de origem muscular.PORQUE Uma vantagem destas técnicas não farmacológicas é que envolvem baixo risco de eventos adversos quando realizadas sob adequada supervisão profissional. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são falsas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira Explicação: A cinesioterapia traz inúmeros benefícios à saúde do paciente, dentre alguns estão: a redução de dores musculares localizadas, o reajuste muscular, aumento da amplidão de movimentos que o paciente realiza e reeducação da postura. Todos estes benefícios remetem-se a melhora do bem-estar e satisfação dos pacientes em seu dia a dia, que poderá realizar exercícios e atividades corriqueiras com mais autonomia, autoconfiança e tranquilidade. Gabarito Coment. 2. Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos que podemos definir como ações dos movimentos passivos relaxados assinalem a resposta correta. - Impedir a formação de aderências; Manutenção da amplitude de movimento (ADM); - Auxílio do retorno venoso e linfático; Relaxamento do paciente. - Todas as alternativas estão corretas. - Manutenção da elasticidade muscular com impedimento da redução adaptativa; - Preservação da lembrança dos padrões de movimento e estímulo dos receptores cinestésicos quando há impossibilidade em realizar movimentos ativos; Explicação: Aula 6 slide 5 Ações dos movimentos passivos relaxados: - Impedir a formação de aderências; Manutenção da amplitude de movimento (ADM); - Preservação da lembrança dos padrões de movimento e estímulo dos receptores cinestésicos quando há impossibilidade em realizar movimentos ativos; - Manutenção da elasticidade muscular com impedimento da redução adaptativa; - Auxílio do retorno venoso e linfático; Relaxamento do paciente. 3. Cinesioterapia é um ramo da fisioterapia que se dedica a terapia com movimentos, estes responsáveis pela reabilitação de funções motoras do corpo. Etimologicamente, cinesioterapia se originou a partir da junção das palavras gregas: kínesis, que significa movimento, e therapeia, que quer dizer terapia¿. Esta terapia é estudada através da cinesiologia, que significa estudo do movimento. Na prática, posso afirmar que a cinesioterapia consiste de : Entre alguns dos exercícios terapêuticos aplicados na cinesioterapia estão: alongamentos, reeducação da postura, equilíbrio corporal, coordenação motora, exercícios respiratórios, e etc. Todas as afirmativas estão corretas Movimentos ativos e passivos, de caráter terapêutico, A cinesioterapia costuma ser aplicada em consonância com outras terapias, como a hidroterapia, terapias manuais e etc. A cinesioterapia auxilia a aliviar as dores musculares, na amplitude dos movimentos do corpo, na melhoria da postura, entre outros benefícios. Explicação: Cinesioterapia é um ramo da fisioterapia que se dedica a terapia com movimentos, estes responsáveis pela reabilitação de funções motoras do corpo. Etimologicamente, cinesioterapia se originou a partir da junção das palavras gregas: kínesis, que significa ¿movimento¿, e therapeia, que quer dizer ¿terapia¿. Esta terapia é estudada através da cinesiologia, que significa ¿estudo do movimento¿. Na prática, a cinesioterapia consiste na execução de movimentos ativos e passivos, de caráter terapêutico, com o intuito de encontrar todos os pontos de disfunção do corpo e aplicar a terapia adequada para cada situação. Os movimentos ativos são aqueles realizados pelo próprio paciente, enquanto que os passivos são feitos com auxílio total do terapeuta. A cinesioterapia costuma ser aplicada em consonância com outras terapias, como a hidroterapia, terapias manuais e etc. Entre alguns dos exercícios terapêuticos aplicados na cinesioterapia estão: alongamentos, reeducação da postura, equilíbrio corporal, coordenação motora, exercícios respiratórios, e etc. A cinesioterapia auxilia a aliviar as dores musculares, na amplitude dos movimentos do corpo, na melhoria da postura, entre outros benefícios. Normalmente, esta terapia costuma ser recomendada para indivíduos com problemas neurológicos, cardíacos, respiratórios, disfunções ortopédicas e que sofreram lesões no sistema músculo-esquelético. A técnica da cinesioterapia também pode ser aplicada para a recuperação da função respiratória, através de exercícios que ajudam a melhorar o movimento de ventilação da respiração. Esta terapia é conhecida como cinesioterapia respiratória. 4. Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos e podemos classificá-los como: - Manipulações articulares; - Todas as afirmativas estão corretas. - Movimentos passivos relaxados; Movimentos acessórios; - Estiramento sustentado controlado. - Técnicas de mobilização manual passiva; Mobilizações articulares; Explicação: Aula 6 slide 5 Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos e podemos classificá-los como: - Movimentos passivos relaxados; Movimentos acessórios; - Técnicas de mobilização manual passiva; Mobilizações articulares; - Manipulações articulares; - Estiramento sustentado controlado. 5. Os movimentos passivos são tão importantes nos quadros álgicos que podemos definir como efeitos dos movimentos passivos relaxados assinalem a resposta correta. - Todas as alternativas estão corretas. - Manutenção da mobilidade articular. - Aumento da amplitude perdida; - Diminuição do quadro álgico; - Manutenção das funções normais das articulações sobre as quais atua nas articulações vizinhas. Explicação: Aula 6 slide 5 Efeitos dos movimentos passivos: - Manutenção das funções normais das articulações sobre as quais atua nas articulações vizinhas. - Aumento da amplitude perdida; - Diminuição do quadro álgico; - Manutenção da mobilidade articular. 6. A síndrome dolorosa pós-mastectomia é definida pela International Association for Study of Pain (IASP) como dor crônica que se inicia após a mastectomia ou a quadrantectomia, localizada na face anterior do tórax, axila e/ou na metade superior do braço e que persiste por período superior a três meses após a cirurgia. Leia as afirmativas abaixo e assinale a INCORRETA: A cinesioterapia precoce, por meio de exercícios de alongamento, exercícios ativo-livres e ativo-assistidos do membro superior prejudicam na profilaxia e terapêutica dos sintomas álgicos nas mulheres mastectomizadas O sintoma dor, no pós-operatório de mastectomia, merece atenção por estar diretamente relacionado ao bem estar físico e emocional, ao desempenho e realização das atividades da vida diária (AVD), bem como a qualidade de vida (QV). A prática da cinesioterapia após intervenções cirúrgicas tem fundamental importância na prevenção e tratamento da dor e para o restabelecimento da função física e reinserção laboral, social e funcional das mulheres mastectomizadas O medo de movimentar o membro e a inatividade no pós-operatório de mastectomia leva ao comprometimento gradual da força muscular e da flexibilidade, e prejuízo da amplitude de movimento (ADM), o que predispõe ao aparecimento da dor. O comprometimento funcional e a queixa de dor são sintomas comuns no pós-operatório do câncer de mamae a cinesioterapia tem um papel importante na reabilitação pós mastectomia. Explicação: Pós operatório é marcado por dificuldade na movimentação do braço e do ombro e por dor. A paciente terá dificuldade de encostar a mão na nuca, vestir suas blusas, escovar os cabelos, abotoar o sutiã. Essa limitação é causada pela dor ocasionada devido à tração da pele e dos músculos da axila, do tórax e do braço e devido à manipulação cirúrgica. Poderão aparecer sensações de peso nos braços, formigamento, queimação ou dormência. O objetivo da fisioterapia é restabelecer brevemente a função de braço, prevenir complicações respiratórias, diminuir a dor e prevenir a formação de linfedema, cicatrizes, fibroses e aderências. Para isto você deve seguir corretamente as orientações fornecidas pelo seu fisioterapeuta e realizar os exercícios propostos por ele. O pós-operatório imediato é o período logo após o término da cirurgia, nessa fase objetiva-se identificar alterações neurológicas ocorridas durante o ato operatório, presença de sintomatologias álgicas, edema linfático precoce e alterações na dinâmica respiratória. O fisioterapeuta irá orientá-la a posicionar o braço na cama com o auxílio de travesseiros e já iniciam-se alguns exercícios leves para o braço e exercícios respiratórios. Nessa fase os exercícios respiratórios são muito importantes, eles te ajudarão a recuperar a função pulmonar e prevenir complicações respiratórias. Nessa fase ainda, o fisioterapeuta lhe ensinará a fazer a automassagem, que é uma drenagem linfatica que você mesmo fará no seu corpo e ajudará a prevenir a presença de inchaço no braço. Gabarito Coment. 7. Termoterapia é uma disciplina que está incluída dentro da fisioterapia e é definida como a arte e a ciência de tratar doenças e lesões pelo calor. O calor pode ser aplicado de algumas formas terapeuticas, tais como: Telemetria , convecção e magnetismo Radiação , condução ou convecção Conversão , magnetismo e telemetria Radiação, conversão e magnetismo Magnetismo , fixação e telemetria Explicação: O calor pode ser aplicado terapêutica por radiação , condução ou convecção usando vários métodos, a partir de infravermelhos para aplicações de parafina e podem ser aplicados em níveis de tecidos profundos (ver também a superfície ou eletroterapia alta frequência). 8. A liberação miofascial tem por objetivo liberar restrições nos tecidos que impedem o livre movimento do corpo. PORQUE As restrições causam rigidez e limitação motora com disfunções, por exemplo, nas atividades do dia-a-dia, e para a saúde do organismo e estas restrições estão associadas ao aparecimento de sintomas indesejáveis, como a dor. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. as duas afirmações são falsas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. Explicação: A liberação miofascial é uma técnica especializada de alongamento que libera as tensões e realinha o corpo. Esse objetivo é alcançado pressionando-se, com os dedos, alguns pontos do corpo para que haja maior liberdade entre o músculo e a fáscia. Os benefícios são vários, dentre eles: Liberar as tensões e dores musculares crônicas; Liberar o movimento das articulações e melhora a flexibilidade; Modificar a distribuição da massa muscular; Melhorar a circulação e a respiração; Promover mudanças progressivas nos níveis físico e emocional; Aumentar a consciência corporal. Promover maior mobilidade e amplitude de movimento Reduzir a rigidez arterial e melhora da função endotelial vascular 1. O calor sobre a superfície corporal leva a alterações na função celular decorrentes da produção de metabólitos e dióxido de carbono pela redução de tensão de oxigênio e pela produção de bradicinina e análogos histamínicos. O calor causa analgesia, fenômeno que pode ser explicado pela teoria da comporta, descrita por Melzach e Wall (1965) ou pela ação das endorfinas liberadas nesse processo. Podemos citar como efeitos fisiológicos do calor: Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia. Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, aumento do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia. Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, diminuição do fluxo sanguíneo na área e analgesia. Diminuição da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia. Diminuição da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, diminuição do fluxo sanguíneo na área e analgesia. Explicação: Aumento da extensibilidade do tecido colágeno, redução do espasmo muscular, aumento do fluxo sanguíneo na área e analgesia. 2. A estimulação elétrica transcutânea do nervo (TENS; do inglês, transcutaneous electrical nerve stimulation) ou eletroestimulação transcutânea serviria para denominar qualquer das correntes terapêuticas de aplicação periférica, pois, como o próprio nome diz, é uma estimulação do nervo através da pele, implicando uma corrente com intensidade suficiente para provocar a despolarização dos nervos sensoriais. Essa modalidade corresponde ao processo de alterar a percepção da dor por meio de uma corrente elétrica. A eficácia desse tratamento é tão variável quanto suas técnicas de aplicação. Quais das variáveis abaixo não altera a eficácia do tratamento? Limiar individual para dor Posicionamento dos eletrodos Natureza da dor Alimentação do aparelho de TENS em 126v ou 220v Modulação da intensidade e frequência da corrente Explicação: A TENS tem como sua principal utilização o controle da dor. Ela diminui a percepção da dor no paciente, reduzindo a condutividade e a transmissão dos impulsos dolorosos das pequenas fibras de dor para o sistema nervoso central (SNC). Pode também afetar as grandes fibras motoras e interferir no padrão normal de proteção do músculo, reduzindo ainda mais os estímulos dolorosos. Os parâmetros a serem configurados no aparelho são frequência, duração do pulso e intensidade, que sofrerão variação de acordo com os objetivos de tratamento. A tensão comercial da energia elétrica (126v / 220v) não afeta seu funcionamento seus efeitos terapeúticos. 3. Verifica-se que ainda há poucos trabalhos que investigaram os efeitos do laser de baixa intensidade na supressão da dor em Ortodontia, e os protocolos de aplicação do laser ainda se apresentam muito variáveis. PORQUE O laser terapêutico tem o poder de reduzir a dor por meio de dois mecanismos diferentes: estimulando a produção de betaendorfina, um mediador natural produzido pelo organismo para reduzir a dor; e inibindo a liberação do ácido araquidônico a partir das células lesadas, que geraria metabólitos que interagem com os receptores da dor. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são falsas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. Explicação: Laser ¿ Light Amplification StimulatatedEmision of Radiation (Amplificação de luz por emissão estimulada de radiação) A radiação do laser é constituída por ondas eletromagnéticas, visíveis ou não de acordo com o comprimento de ondas das mesmas. O caráter de amplificação explica-se pela alta concentração de energia que é explicada por um grande número de fotóns dos quais é constituída. O laser é uma emissão de luz coerente, monocromática com grande concentrações de energia, capaz de provocar alterações físicas e biológicas. Efeitos terapêuticos ¿ Analgesia : Efeito muito discutido dentro da laserterapia , teorias postulam uma estimulação que liberaria beta- endorfina ¿ Anti- Inflamatório : Inibe a síntese das prostaglandinas . ¿ Ação fibrinolítica ¿ Estimulação da cicatrização (devido principalmente ao estimulo para a divisão celular ) Gabarito Coment. 4. Ao avaliar um paciente com quadro de cervicalgia iniciada há 8 meses o fisioterapeuta optou pelo uso do TENS como terapêutica efetiva. Levando-se em consideração o uso deste recurso, indique a modulação apropriada para este paciente no tocante ao tipo de TENS, a frequencia de pulsos, largura (duração) de pulso, e indique também qual o mecanismo de ação necessário para tratar esta afecção. TENS convencional; frequencia baixa; largura de pulso alta; Teoria das comportas TENS acupuntura; frequencia baixa; largura de pulso baixa; Liberação de opiódes TENS convencional; frequencia alta; largura de pulso alta; Teoria das comportas TENS Breve e intenso; frequencia alta; largura de pulso baixa; Teoria das comportas TENS acupuntura; frequencia baixa; largura de pulso alta; Liberação de opióides Explicação: O aparelho TENS, também conhecida por neuroestimulação elétrica transcutânea, é um método eficaz, seguro e não invasivo de tratamento de dores crônicas e agudas, sem que seja necessário o uso de medicamentos. Os aparelhos de TENS são um dos recursos mais utilizados em fisioterapia para o tratamento da dor relacionada com artrite, tendinite, reumatismo ou luxações, por exemplo. 5. Dentre os vários aspectos a serem observados durante a aplicação da TENS, Low e Reed (2001) destacam a colocação dos eletrodos com as seguintes sugestões de utilização: - Sobre os pontos gatilho (trigger points) ou de acupuntura, considerados locais de preferência. - No exato ponto da dor (ou mais perto possível do local de maior dor) é a forma mais comum de colocação dos eletrodos; - Todas as alternativas estão corretas. - Na estimulação de nervos periféricos, os eletrodos são colocados no exato trajeto dos nervos em regiões nas quais eles estão mais superficiais. - Dentro do mesmo dermátomo, miótomo, os eletrodos podem ser colocados fazendo passar a corrente através do eixo longo do dermátomos; Explicação: Aula 7 slide 5 Sugestões de utilização da TENS : Dentre os vários aspectos a serem observados durante a aplicação da TENS, Low e Reed (2001) destacam a colocação dos eletrodos com as seguintes sugestões de utilização: - No exato ponto da dor (ou mais perto possível do local de maior dor) é a forma mais comum de colocação dos eletrodos; - Dentro do mesmo dermátomo, miótomo, os eletrodos podem ser colocados fazendo passar à corrente através do eixo longo do dermátomos; - Sobre os pontos gatilho (trigger points) ou de acupuntura, considerados locais de preferência. - Na estimulação de nervos periféricos, os eletrodos são colocados no exato trajeto dos nervos em regiões nas quais eles estão mais superficiais. 6. A Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) como eletroterapia de baixa frequência, estimula seletivamente as fibras táteis de diâmetro largo sem ativar as fibras nociceptivas de menor diâmetro, promove o alívio da dor e com isso ganhos funcionais (CHIARELLO; DRIUSSO; RADL, 2005). A TENS é considerada a eletroterapia mais usada para produzir o alívio da dor, e é popular por não ser invasiva, ser fácil de administrar e ter poucos efeitos colaterais (KITCHEN, 2003). Desta forma podemos afirmar que a TENS apresenta as seguintes características: I - Seu mecanismo de ação é defendido como uma teoria de que nessa modalidade terapêutica haveria alteração nos sistemas modulares da dor ativando o sistema supressor, envolvendo a teoria das comportas. II - estímulos de baixa intensidade, alta frequência e baixa amplitude, conduzidos através das fibras periféricas mielinizadas de grosso calibre para o corno posterior da medula, ocasionam inibição do sistema excitatório pelas fibras de fino calibre. III - Os estímulos da TENS, preferencialmente utilizados para analgesia, utilizam frequências de 80 e 150 Hz, com comprimento de pulso de 60 a 150 microssegundos e amplitude de 12 a 20 mA. IV ¿ Tem como principal indicação a dor por desaferentação, na artrite reumatóide, osteoartrose e na síndrome dolorosa miofascial. Assinale a afirmativa correta. - Somente as afirmativas II, III e IV estão corretas. - Todas as afirmativas estão corretas. - Somente a afirmativa IV está correta. - Somente as afirmativas I e II estão corretas. - Somente a afirmativa I está correta. Explicação: Aula 7 slide 4 A TENS (Estimulação elétrica nervosa Transcutânea) é um procedimento cuja finalidade é proporcionar analgesia. De acordo com Kitchen (2003) esse tipo de estimulação tem como objetivo ativar seletivamente fibras Aβ de diâmetro largo sem ativar ao mesmo tempo fibras Aγ e C, de pequenos diâmetros e relacionadas com a dor. São caracterizados por uma alta frequência, 60 a 100 p.p.s, e por uma baixa amplitude de estimulação, menor que 100 μs, com intensidade sensorial o que causa uma parestesia cutânea confortável, sem contração muscular e ativa o portão modulador da dor no nível da medula espinhal (STARKEY, 2001; NELSON; HAYES; CURRIER, 2003). Para Kitchen (2003) a frequência é entre 10 e 200 p.p.s com duração de 100-200 µs, a colocação dos eletrodos deve ser sobre o local de dor ou dermátomo, a duração do tratamento conforme o necessário, o início e o término para o alívio da dor é rápido, menos de 30 minutos após ser ligada e depois de desligada, respectivamente. O modo convencional da TENS é eficaz no tratamento de lesão aguda de tecido mole, dor associada com distúrbios musculoesqueléticos, dor pós-operatória, inflamatória e miofascial (STARKEY, 2001). 7. A "Teoria das Comportas", sozinha, não consegue esclarecer os mecanismos de analgesia da Estimulação Elétrica Transcutânea Nervosa (TENS). PORQUE Tem sido observado que freqüências altas na programação do TENS causam analgesia por mecanismo diferente, como, por exemplo, a produção de opiáceos endógenos. Analisando as afirmações acima, conclui-se que: a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Explicação: TEORIA DO PORTÃO OU DE CONTROLE DA DOR Esta teoria admite existir nos cornos posteriores medulares um mecanismo neural que comporta como um portão, podendo aumentar ou diminuir o débito dos impulsos transmitidos desde as fibras periféricas ao sistema nervoso central. O influxo somático submete-se pois, à influência reguladora do portão, mesmo antes de criar uma percepção à dor e conseqüente reação. MODELO CONCEITUAL: A lesão produz sinais que se transmitem por fibras finas. Estas penetram nos cornos posteriores da medula e ativam as célulasde transmissão que, por seu turno, enviam sinais para o cérebro. Contudo a atividade nas fibras finas cria, também, na raiz posterior, potenciais que refletem a presença de uma atividade prolongada e mais complexa no corno posterior. A atividade das fibras grossas excita igualmente células da substância gelatinosa e inibe, simultaneamente, a transmissão dos influxos dolorosos procedentes das fibras aferentes finas. Gabarito Coment. 8. Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a relação de dor e TENS (Eletroestimulação Nervosa Transcutãnea): Alguns estudos já concluíram que a TENS utilizada na região periincisional e nos pontos de acupuntura são igualmente efetivos na diminuição da dor pós-operatória. A TENS é um recurso fisioterapêutico para o controle da dor pós-operatória que apresenta como vantagens importantes o baixo custo e a fácil aplicabilidade, embora tenha muitos efeitos colaterais. É importante enfatizar a necessidade da utilização da TENS como recurso de alívio da dor inserido em um contexto multiprofissional, avaliando-se conjuntamente com a equipe médica a necessidade de somar a utilização da mesma com outros recursos para que possa melhorar e potencializar a analgesia oferecida aos pacientes no pós-operatório. A TENS apresenta, como principal efeito, a analgesia. Apesar de não estar completamente elucidado seu mecanismo fisiológico de ação, é postulado que o estimulo elétrico através da pele inibiria as transmissões dos impulsos dolorosos através da medula espinhal, bem como a liberação de opiácios endógenos, como endorfinas, pelo cérebro ou medula espinhal. Existem diversos protocolos para a utilização da TENS, que variam de acordo com a largura e a freqüência de pulso utilizadas. Os mais utilizados são a ENT de alta freqüência, baixa freqüência (ou acupuntura), a breve intensa e a chamada burtz. Explicação: Ao estimular as fibras nervosas, a TENS pode neutralizar os sinais de dor que não atingem o cérebro, de modo que eles não são percebidos. Além disso, os impulsos da TENS provocam a produção de beta-endorfinas, ou seja, substâncias fisiológicas com os mesmos efeitos da morfina que completam a acção analgésica. 1. Com relação as cefaléias e as dores orofaciais, podemos afirmar: I. As cefaléias, as dores faciais e as disfunções temporomandibulares (DTM) representam um sério problema contemporâneo, especialmente quando presentes concomitantemente. II. Dor e disfunção localizadas no aparelho oral e maxilofacial são queixas de quase 90% as população em países ocidentais. III. Pessoas que apresentam dores e disfunções na ATM apresentam uma prevalência de 48 a 77% de presença de cefaléias, incluindo as enxaquecas. II e III estão corretas I, II e III estão corretas I e III estão corretas I e II estão corretas somente a II está correta Explicação: Dor Orofacial, por definição, é toda a dor associada a tecidos moles e mineralizados (pele, vasos sanguíneos, ossos, dentes, glândulas ou músculos) da cavidade oral e da face. As condições clínicas mais frequentemente associadas a dor orofacial são dores de dentes e de tecidos periodontais, disfunção temporomandibular (muscular ou articular), neuralgias, tumores, trauma, tecidual, doenças autoimunes, etc. Usualmente essa dor pode ser referida da região da cabeça e/ou pescoço ou mesmo estar associada à cervicalgias, cefaleias primárias, fibromialgia e doenças reumáticas como artrite reumatóide. Se você suspeita que apresenta DTM ou outra condição de Dor Orofacial, procure um Cirurgião Dentista especialista em DTM e Dor Orofacial, que é a especialidade odontológica que cuida destas e de outras dores da face. Gabarito Coment. 2. Devemos investigar na Articulação Temporo Mandibular: somente a limitação dos movimentos mandibulare; somente a presença de ruídos articulares; a localização, a duração, evolução e características da dor; somente o travamento e desvios da linha média, quando em movimento, pois a função está ligada ao movimento; somente a duração e evolução da dor. Explicação: A Disfunção têmporo-mandibular (DTM), também conhecida como dor na ATM, é causada por um distúrbio na articulação têmporo-mandibular, que é responsável por unir o maxilar ao crânio. Esta síndrome gera desconforto na região da face e da mandíbula, dor de cabeça persistente, estalos ao abrir a boca e pode, até, levar ao surgimento de labirintite e zumbidos. Qualquer problema que impeça o funcionamento correto desta articulação pode causar a disfunção têmporo-mandibular, sendo que uma das causas mais comuns são apertar muito os dentes durante o sono, ter tido alguma pancada na região ou o hábito de roer unhas, por exemplo. O tratamento para a dor na ATM é feito com a colocação de uma placa rígida que recobre os dentes para dormir, sendo também importante a realização de fisioterapia com exercícios de reprogramação postural. 3. Entre os efeitos obtidos pelo uso da imersão predominam o relaxamento e o efeito que a imersão em água tem sobre a percepção da dor. São afetadas as terminações nervosas, incluindo os receptores de temperatura, tato e pressão. Sugeriu-se o extravasamento sensorial como mecanismo pelo qual a dor é menos percebida quando a parte afetada do corpo está imersa na água. A modulação da dor é, consequentemente, afetada por um aumento limiar da dor, o que aumenta com a temperatura e a turbulência da água. A temperatura da água tem um importante papel no relaxamento muscular. Qual a temperatura da água recomendada para o relaxamento muscular e controle da dor? Abaixo de 22º C Acima de 37º C Entre 22º C e 25º C Entre 25º C e 27º C Entre 33º C e 35º C Explicação: A hidroterapia vem sendo indicada e utilizada por médicos e fisioterapeutas em programas multidisciplinares de reabilitação para pacientes nas mais diversas áreas. Com o seu ressurgimento na década passada, houve um grande desenvolvimento científico das técnicas e tratamentos aquáticos, permitindo uma ampla abordagem e atuação com os pacientes neste meio. Os princípios básicos para a utilização da hidroterapia nas diversas disfunções e clínicas serão abordados neste artigo, assim como os efeitos fisiológicos e terapêuticos da água. Entre 33º C e 35º C Gabarito Coment. 4. A fibromialgia, apesar de não ter cura, a doença tem tratamento com medicamentos e cinesioterapia. PORQUE ao se exercitar, o condicionamento físico do indivíduo aumenta, o que pode diminuir a sensibilidade à dor; além disso, a atividade física tira o foco da dor. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Explicação: A fibromialgia é uma síndrome crônica de causa desconhecida que provoca dor por todo o corpo e outros sintomas, como cansaço frequente e distúrbios do sono, por exemplo. Gabarito Coment. 5. A TENS tem sido utilizada em pacientes com fibromialgia como um recurso de analgesia local, diminuindo a rigidez pela melhora da condição dolorosa, melhorando o desempenho das atividades de vida diária e a qualidade de vida. PORQUE Tanto a hidroterapia quanto a TENS trazem diminuição da dor em pacientes fibromiálgicos.a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são falsas. Explicação: Uso da água sob formas diversas (banhos, duchas, loções, compressas úmidas etc.) com fins terapêuticos qualquer terapia que faça uso de água. O aparelho TENS, também conhecida por neuroestimulação elétrica transcutânea, é um método eficaz, seguro e não invasivo de tratamento de dores crônicas e agudas, sem que seja necessário o uso de medicamentos. Os aparelhos de TENS são um dos recursos mais utilizados em fisioterapia para o tratamento da dor relacionada com artrite, tendinite, reumatismo ou luxações, por exemplo. Gabarito Coment. 6. Pacientes portadores de fibromialgia são casos frequentes nos atendimentos de fisioterapia. Com relação a essa síndrome, assinale a afirmativa INCORRETA: Pacientes portadores de fibromialgia tem sintomas adicionais como fadiga crônica, rigidez matinal, disturbios do sono, ansiedade, depressão, parestesias, síndrome do colo irritável. A complexidade das manifestações clínicas da fibromialgia tem levado os pacientes à procura de médicos de diversas especialidades, sendo submetidos a múltiplos exames complementares e tendo recebido diversos rótulos diagnósticos. Tudo isto acarreta condutas terapêuticas extremamente corretas, solucionando com rapidez o quadro clínico das pacientes. A fibromialgia causa impacto negativo na vida de pacientes em idade produtiva de trabalho. Isto porque além da dor, os sintomas associados causam prejuízo na função, levando à incapacidade para o trabalho e, consequentemente, à queda da renda familiar, refletindo, assim, na qualidade de vida dessas pessoas. A fisioterapia tem sido muito preconizada no tratamento da fibromialgia e exerce um papel importante no alívio de sintomas da fibromialgia por meio de diferentes recursos e técnicas: alongamento muscular, massagem, calor superficial, condicionamento e acupuntura. Fibromialgia é uma síndrome de etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética difusa e crônica, além da presença de pelo menos 11 dos 18 pontos anatomicamente específicos dolorosos à palpação, chamados de tender points. Explicação: A fibromialgia é um transtorno de dor crônica, bastante comum, que causa o surgimento de dor em várias partes do corpo e que não tem cura. Embora ainda não seja conhecida uma causa específica, é possível que a fibromialgia surja devido a uma sensibilidade genética ou traumas físicos ou psicológicos, por exemplo. Para aliviar os sintomas de fibromialgia, que além da dor por todo o corpo, também podem incluir cansaço frequente, indisposição, distúrbios do sono e rigidez por mais de 3 meses, algumas opções de tratamento são tomar remédios antidepressivos e analgésicos indicados pelo médico, fazer fisioterapia e terapias alternativas, como a acupuntura. Gabarito Coment. 7. O tratamento da fibromialgia tem como principais objetivos o alívio da dor, a melhora da qualidade do sono, a manutenção ou restabelecimento do equilíbrio emocional, e a melhora do condicionamento físico e da fadiga, além do tratamento especifico de desordens associadas. PORQUE Alterações psicológicas e alguns mecanismos neuroendócrinos podem levar às manifestações clínicas de dor, incapacidade para o trabalho, maior limitação funcional nas atividades de vida diária, fadiga, sono não-reparador e, conseqüentemente, a um quadro depressivo m indivíduos fibromiálgicos.. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira Explicação: A fibromialgia é um transtorno de dor crônica, bastante comum, que causa o surgimento de dor em várias partes do corpo e que não tem cura. Embora ainda não seja conhecida uma causa específica, é possível que a fibromialgia surja devido a uma sensibilidade genética ou traumas físicos ou psicológicos, por exemplo. Para aliviar os sintomas de fibromialgia, que além da dor por todo o corpo, também podem incluir cansaço frequente, indisposição, distúrbios do sono e rigidez por mais de 3 meses, algumas opções de tratamento são tomar remédios antidepressivos e analgésicos indicados pelo médico, fazer fisioterapia e terapias alternativas, como a acupuntura. Gabarito Coment. 8. A aplicação da crioterapia é contra indicada para: dor, edema, traumatismos musculoesqueléticos agudos leves e em pacientes com doença de Raynoud; pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, áreas insensíveis e/ou isquemia tecidual e para portadores de estado confusional ou psiquiátricos. pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, processos inflamatórios agudos e hemorragia; edema, traumatismos musculoesqueléticos agudos leves e em pontos gatilhos da síndrome dolorosa miofascial. traumatismos musculoesqueléticos agudos leves, em pontos gatilhos em síndrome dolorosa miofascial e em pacientes com doença de Raynoud; Explicação: Pacientes com intolerância ao frio, com fenômeno ou doença de Raynoud, áreas insensíveis e/ou isquemia tecidual e para portadores de estado confusional ou psiquiátricos. 1. Apesar de a característica mais marcante da fibromialgia ser a dor, vale destacar, ainda, a presença da sensação de rigidez articular comprometendo a função desses indivíduos. PORQUE A dor e a rigidez articular limitam as atividades da vida diária em maior ou menor grau, dependendo do acometimento de cada indivíduo, afetando, também, os aspectos emocionais e a qualidade de vida de indivíduos com fibromialgia. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. Explicação: A fibromialgia é um transtorno de dor crônica, bastante comum, que causa o surgimento de dor em várias partes do corpo e que não tem cura. Embora ainda não seja conhecida uma causa específica, é possível que a fibromialgia surja devido a uma sensibilidade genética ou traumas físicos ou psicológicos, por exemplo. Para aliviar os sintomas de fibromialgia, que além da dor por todo o corpo, também podem incluir cansaço frequente, indisposição, distúrbios do sono e rigidez por mais de 3 meses, algumas opções de tratamento são tomar remédios antidepressivos e analgésicos indicados pelo médico, fazer fisioterapia e terapias alternativas, como a acupuntura. 2. Considerar a família na experiência da dor é igualmente relevante em todas as fases da vida, mesmo no mundo adulto. PORQUE Em toda experiência de dor, é fundamental considerar a importância da família, pois da família vêm as primeiras referências de significado que estruturam as experiências vividas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. a primeiraafirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são falsas. Explicação: A compreensão da composição da estrutura da Instituição Familiar facilita , em muito, o entendimento dos fenômenos que aí ocorrem , durante o adoecer de um de seus membros. Da mesma forma, o entendimento de que o núcleo familiar compõe um todo, e , como um todo organizado distribui papéis a seus participantes, tendo estes relações profundas entre si, auxilia também na avaliação do momento do adoecimento de um dos seres da família O adoecer, por sua vez, constitui-se em um fenômeno subjetivo , vivido de maneiras variadas, com significante influência cultural e ambiental, atribuindo formatações distintas, para cada pessoa. Cada cultura influencia na maneira de perceber, reagir e comunicar a doença, que se constitui em um fenômeno complexo, multideterminado, multifatorial e raramente previsto. Além destes importantes aspectos, a doença representa um ataque à estrutura da personalidade e à estrutura familiar, além de determinar uma crise acidental na existência do ser humano. 3. As disfunções musculoesqueléticas têm sido associadas com fatores de risco individuais e biomecânicos presentes no ambiente ocupacional. Essas disfunções desenvolvem-se gradualmente, apresentam um curso crônico e frequentemente permanecem sem tratamento. Embora muitos sintomas sejam associados às disfunções musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho, um dos mais notáveis é a dor. Com relação a dor nas disfunções ocupacionais, assinale a afirmativa INCORRETA: Os sintomas dolorosos podem agravar-se de forma progressiva e evoluir para a perda de função. As queixas de dores musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho nas regiões de ombro e pescoço estão tornando-se tão frequentes quanto as queixas lombares. As disfunções musculoesqueléticas representam um problema de saúde nacional, mas não é uma realidade em outros países. O exercício realizado no ambiente de trabalho é capaz de reduzir dor musculoesquelética, no entanto esse efeito benéfico depende das características dos programas de exercícios realizados. A dor e a perda de função podem persistir durante anos e, em alguns casos, tornarem-se intratáveis. Explicação: LER é uma "síndrome clínica", caracterizada por dor crônica, acompanhada ou não por alterações específicas como inflamação, e que se manifesta devido à repetição do mesmo movimento em uma frequência elevada ou fora do eixo normal. É imprescindível para o diagnóstico de uma LER que a relação número de movimentos/espaço de tempo e posição seja tão grande ou anormal a ponto de desencadear a lesão. As expressões "Lesões por Esforços Repetitivos (LER)" e "Distúrbios Osteo musculares Relacionados ao Trabalho (DORT)" são termos usados de uma maneira generalizada e que abrangem os distúrbios ou doenças do sistema músculo-esquelético-ligamentar , podendo as mesmas estar ou não relacionadas ao trabalho 4. Fatores como dor e a perda da independência são complicações temidas pelos pacientes. PORQUE Os sintomas apresentados em pacientes com neoplasia avançada podem ser múltiplos, intensos e multifatoriais. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. Explicação: A dor é um sintoma comum em pessoas com câncer. No momento do diagnóstico de 30% a 40% das pessoas sentem dor. Se o câncer disseminou, 65% a 85% das pessoas sentem dor, e até 95% da dor causada pelo câncer pode ser tratada com sucesso. A dor pode fazer com que outros aspectos do câncer, tais como fadiga, fraqueza, falta de ar, náusea, constipação, distúrbios do sono, depressão, ansiedade e confusão mental, pareçam mais graves. No entanto, nem todas as pessoas com câncer se beneficiam das estratégias de alívio da dor, simplesmente por não partilharem os sintomas com os profissionais de saúde que as tratam, ou então por preferirem utilizar apenas medicamentos para o alívio da dor Gabarito Coment. 5. O Modelo dos Cuidados Paliativos junto a pacientes com câncer terminal se propõe a: Todas as afirmativas estão corretas. Alcançar o alívio da dor, dos sintomas e atender às necessidades biopsicossociais e espirituais, compreendendo as crenças, valores e necessidades individuais do paciente e apoio à família. utilizar uma abordagem multidisciplinar que compreende o paciente, a família e a comunidade, com vistas a reduzir o sofrimento e oferecendo cuidado total. Visar o suporte individual e familiar de quem está vivendo com doenças crônico-terminais em fase avançada. Abranger dois aspectos importantes para o atendimento: a abordagem holística e uma prática profissional interdisciplinar. Explicação: O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). Gabarito Coment. 6. Os profissionais da fisioterapia dispõem de recursos que podem intervir no tratamento paliativo de pacientes com câncer. Estes cuidados são responsáveis por desenvolver um tratamento para doentes sem possibilidades de cura, monitorando e diminuindo os sinais e sintomas físicos, psicológicos e espirituais. PORQUE Os fisioterapeutas visam, sempre que possível, à construção e manutenção da independência funcional do paciente através da preservação da vida e alívio dos sintomas por recursos fisioterapêuticos como: terapia para dor, alívio dos sintomas psicofísicos, atuação nas complicações osteomioarticulares, reabilitação das complicações linfáticas, cardiopulmonar, atuação na fadiga, alterações neurofuncionais, de úlceras de pressão, dentre outras. as duas afirmações são falsas. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. Explicação: O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjuntode técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). Gabarito Coment. 7. As lesões por esforços repetitivos e os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho são, por definição, um fenômeno relacionado ao trabalho. Leia as afirmativas abaixo: I. Ambos são danos decorrentes da utilização excessiva, imposta ao sistema musculoesquelético, e da falta de tempo para recuperação. II. Caracterizam-se pela ocorrência de vários sintomas, concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores, tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga. III. Abrangem quadros clínicos do sistema musculoesquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas condições de trabalho. Estão corretas as afirmativas: I e II, somente II e III somente Somente a I I, II e III I e III, somente Explicação: L.E.R. (Lesões por Esforço Repetitivo) não é propriamente uma doença. É uma síndrome constituída por um grupo de doenças ¿ tendinite, tenossinovite, bursite, epicondilite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, síndrome do desfiladeiro torácico, síndrome do pronador redondo, mialgias -, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores principalmente, e sobrecarrega o sistema musculoesquelético. Esse distúrbio provoca dor e inflamação e pode alterar a capacidade funcional da região comprometida. Os principais sintomas são: dor nos membros superiores e nos dedos, dificuldade para movimentá-los, formigamento, fadiga muscular, alteração da temperatura e da sensibilidade, redução na amplitude do movimento, inflamação. Gabarito Coment. 8. Em pacientes portadores de câncer terminal, apesar da impossibilidade de cura, isso não significa a deteriorização da relação terapeuta-paciente, mas, sim, o estreitamento dessa atenção, a qual, certamente, trará benefícios para ambos. Como ser ativo no seu tratamento, o paciente pode participar dos processos de decisão e dos cuidados voltados para si, PORQUE na maioria das vezes, o ser humano portador de câncer terminal é visto como dependente da família, incapaz de tomar decisões e iniciativas quanto ao destino da sua existência, e normalmente se vê impedido de participar das questões próprias da sociedade onde está inserido. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira Explicação: O fisioterapeuta, nesta equipe, volta-se para os processos de recuperação do indivíduo, por meio de um conjunto de técnicas corporais que agem sobre o organismo humano, imprimindo-lhe uma mobilização ativa ou passiva, restaurando o gesto e a função das diferentes partes do corpo (NASCIMENTO PAIÃO; NADAI DIAS, 2012). São utilizados métodos e técnicas que atuam tanto na melhora da sintomatologia, quanto na prevenção e qualidade de vida do paciente oncológico (REIS JÚNIOR; REIS, 2007). A assistência fisioterapêutica deve estar presente, em todos os estágios da doença (COSTA et al., 2007). Os pacientes oncológicos que necessitarem de intervenção cirúrgica iniciam o acompanhamento no pré-operatório, conhecido como atuação na oncologia precoce, que vem desempenhando um importante papel na prevenção e minimização desses efeitos adversos do tratamento do câncer. O enfoque durante o período de internação deve ser global, evitando, minimizando e tratando complicações respiratórias, motoras e circulatórias (CIPOLAT; PEREIRA; FERREIRA, 2011). A prevenção e a promoção da saúde estão hoje entre as principais atribuições do fisioterapeuta e devem estar presentes em todas as fases do câncer, do diagnóstico ao tratamento e aos cuidados paliativos (FARIA, 2010). 1. A articulação temporomandibular (ATM) é uma estrutura altamente especializada do complexo craniomandibular que está sujeita a comprometimentos de origem neurológica, ortopédica e musculoesquelética, originando as disfunções temporomandibulares (DTM) , de etiologia multifatorial. Dificilmente os sinais e sintomas relacionados à ATM se apresentam de forma isolada e incluem artromialgia facial (caracterizada por dor pré-auricular localizada na região da ATM), ruídos articulares durante a as funções da mandíbula, distúrbios nos movimentos mandibulares, fraqueza ou hiperatividade da musculatura mastigatória. Nestes casos, quais os tratamentos mais adequados para esta disfunção? Eletroterapia e termoterapia Todas as afirmativas estão corretas Crioterapia e mobilização Uso de placa miorrelaxante e terapia manual Reeducação postural e proprioceptiva Explicação: Os exercícios terapêuticos sem associação a outros procedimentos e a maioria incluía uso de placa miorrelaxante e outros recursos fisioterapêuticos como eletroterapia, crioterapia, termoterapia, reeducação postural e proprioceptiva, terapia manual, mobilização e uso de aparelho para exercitar a mordida (BAE, bite assist exerciser). Os demais incluíam: orientação, relaxamento, exercícios domiciliares, medicação, terapia comportamental cognitiva, manipulação, treino da respiração e acupuntura. 2. Nas funções e disfunções em fisioterapia são estudados os princípios e métodos de avaliação da função e movimento normais, as implicações clínicas e patofisiológicas e cinesiopatológicas que alteram a função e o movimento e a intervenção nas disfunções do ser humano, por meio de estudos experimentais, clínicos e epidemiológicos. Podemos ressaltar as seguintes disfunções trabalhadas na fisioterapia. Disfunções respiratórias e neurológicas Disfunções laborais e uruginecológicas Disfunções ginecológicas e obstétricas Todas as afirmativas estão corretas. Disfunções miccionais e respiratória Explicação: Fisioterapia do trabalho Geriatria e gerontologia Uroginecologia e obstetrícia Fisioterapia respiratória em terapia intensiva Fisioterapia ortopédica e esportiva Fisioterapia em neuropediatria e neurologia Fisioterapia oncofuncional Fisioterapia dermatofuncional 3. Frente à dor crônica, grande parte dos estudos está relacionada com o câncer e com as dores crônicas de origem neuropática, embora um paciente com câncer possa apresentar quadros de dores agudas, mas que na maioria dos casos estão relacionadas com o tratamento como quimioterapia, radioterapia, cirurgias, biópsias, entreoutros. Com relação à dor crônica pode-se afirmar que são corretas: Diferentemente das dores agudas, a dor crônica não está relacionada com a permanência ou aparecimento de alterações neurovegetativas (sinais de alerta). Dor crônica é mais que um sintoma; é a doença que persiste; não desaparece após a cura da lesão ou está relacionada a processos patológicos crônicos. A literatura aponta um tempo igual ou superior a doze meses da vigência de dor para evidenciarmos como dor crônica. I, II e III. Somente a I. I e II apenas. Somente a II. II e III apenas. Explicação: A dor crônica é conhecida como aquela dor com mais de 6 meses de duração. Este é um caso particular de dor com características próprias que vão além da discussão do tempo em questão. A dor crônica não tem o mesmo efeito de uma dor aguda, ela é produto de uma lesão das vias nervosas que transmitem sinais de dores até o cérebro. Esta lesão faz com que os nervos continuem transmitindo algum sinal, por essa razão as pessoas que sofrem com alguma dor crônica sentem certos incômodos em forma de sensações como ardência, pontadas, queimação e choques que acompanham a dor. ... Artigo http://queconceito.com.br/dor-cronica 4. A dor pode ser classificada como aguda e crônica, conforme a duração da queixa. A dor aguda é caracterizada por: I. Instalação súbita e de curta duração, geralmente a causa é mais facilmente determinada (por exemplo: traumatismo, cirurgia). II. Dificilmente será acompanhada de sinais neurovegetativos (taquicardia, sudorese, palidez, hipertensão leve). III. No idoso, condições médicas agudas, como infarto do miocárdio, úlcera duodenal, infecções intra-abdominais, apendicite e pancreatite, podem não causar dor exuberante e não ser diagnosticadas. Então: Somente a II está correta I, II e III estão corretas Somente a I e II estão corretas Somente a I está correta Somente a I e III estão corretas Explicação: A dor denominada aguda é aquela que surge repentinamente e tem sua duração limitada. Geralmente tem função de alertar o indivíduo da existência de alguma lesão ou disfunção geral no organismo. Este tipo de dor pode ter duração mais prolongada, de até três meses. Dentre suas causas mais comuns estão as lesões traumáticas (contusões musculares), cólicas intestinais, a dismenorreia (cólicas menstruais), algumas cefaleias e as dores pós-operatórias ou relacionadas a infecções bacterianas (abscessos e furúnculos, otites, faringites etc.). Quando se manifesta, pode ser um sinal de lesão na pele, nos músculos, nas vísceras ou no sistema nervoso central. Ela libera substâncias que ativam os nervos periféricos e centrais para conduzirem o estímulo até a medula espinhal, onde a sensação dolorosa é modulada, e de lá para o cérebro a fim de avisá-lo de que, em determinado ponto, existe um problema. Isso leva a pessoa a adotar comportamentos com o intuito de afastar ou eliminar a causa da dor. 5. Diversas barreiras ou obstáculos dificultam a avaliação e o manejo adequados dos quadros álgicos no idoso. Pode-se citar como barreiras: Associação de dor a doenças graves e morte. Todas as questões citadas estão corretas. Depressão e deficiência cognitiva e sensorial. Medo de testes diagnósticos e de medicamentos Crença de que a dor é normal no envelhecimento. Explicação: Entre as principais doenças mentais que atingem os idosos está a depressão. É uma doença freqüente em todas as fases da vida, estimando-se que cerca de 15% dos idosos apresentem alguns sintomas depressivos e cerca de 2% tenham depressão grave. Esses números são ainda maiores entre os idosos internados em asilos ou hospitais. Depressão não é apenas uma tristeza passageira, diante de um fato adverso da vida. A pessoa apresenta uma tristeza profunda e duradoura, acompanhada de desânimo, apatia, desinteresse, impossibilidade de desfrutar dos prazeres da vida. Não se interessa pelas atividades diárias, não dorme bem, não tem apetite, muitas vezes tem queixas vagas como fadiga, dores nas costas ou na cabeça. Aparecem pensamentos "ruins", como idéias de culpa, inutilidade, desesperança; nos casos mais graves podem ocorrer idéias de suicídio. 6. Se a dor se constitui de forma cultural, é necessário tomar como referência todos os sujeitos na dor: o doente, sua família e os profissionais. PORQUE Todos atuam numa realidade social, organizando as relações que fazem da dor uma experiência com um significado a ser buscado. as duas afirmações são falsas. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. Explicação: A dor está no cerne da relação do indivíduo com o mundo e de sua experiência acumulada com ele, ultrapassando, portanto, as configurações do signo clínico, postas pela medicina. Penetra as experiências pessoais prenhes de significação, interpretação e explicação, sempre mediadas pela cultura, pelas relações sociais e subjetividade. A abordagem antropológica da experiência da dor e da enfermidade, como sofrimentos experimentados pelos enfermos, é uma forma de aproximar-se dos adoecidos, não ouvidos pela medicina. Muitos exemplos, extraídos da relação dos pacientes com os médicos, mostram a dor emaranhada nas histórias pessoais, nas relações do homem com seu corpo e sua fisiologia, nos que foram privados de afeto, nos psicóticos, nos indiferentes à dor; nos que a sofrem fisicamente sem causa aparente. Gabarito Coment. 7. Ao considerarmos a dor como o principal sintoma que faz as pessoas buscarem serviços de saúde, a fisioterapia tem a responsabilidade de atuar significativamente nos cuidados ao paciente com dor. Porém, se consideramos a dor como um problema de saúde, atuação da fisioterapia depende da integração multiprofissional e interdisciplinar. PORQUE Síndromes dolorsosas como as cefaléias, lombalgias, fibromialgia e síndrome dolorosa miofascial, comuns a diversos serviços de saúde brasileiros, mantém pacientes incapacitados e afastados de suas atividades diárias. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda justifica a primeira. a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não justifica a primeira. as duas afirmações são falsas. Explicação: Podemos verificar que na primeira afirmativa se destaca a ação da fisioterapia no tratamento da dor crônica de forma multidisciplinar e na segunda afirmativa sobre algumas dores crônicas que levam a pessoa a apresentar incapacidades físicas em suas AVds, ambas estão corretas porém não se interagem. Gabarito Coment. 8. O fisioterapeuta pode ser definido como um profissional de nível superior da área da Saúde, pleno e autônomo, que atua isoladamente ou em equipe em todos os níveis de assistência, incluindo prevenção, promoção, desenvolvimento, tratamento e recuperação da saúde em indivíduos, grupos de pessoas ou comunidades, podemos afirmar que: Age nos cuidados à saúde do indivíduo nos três níveis de complexidade. Todas as afirmativas estão corretas.Tem como objeto de estudo a cinesia, o movimento relacionado à função de órgãos e sistemas do corpo humano. Não somente trata, mas também estuda e promove a saúde funcional, além de prevenir distúrbios funcionais. É o profissional que cuida da saúde da população com ênfase no movimento e na função, prevenindo, tratando e recuperando disfunções e doenças, sendo, portanto, seu principal objeto de trabalho a saúde funcional. Explicação: Ciência da saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais intercorrentes em órgãos e sistemas do corpo humano, gerados por alterações genéticas, por traumas e por doenças adquiridas, na atenção básica, média complexidade e alta complexidade. Fundamenta suas ações em mecanismos terapêuticos próprios, sistematizados pelos estudos da Biologia, das ciências morfológicas, das ciências fisiológicas, das patologias, da Bioquímica, da Biofísica, da Biomecânica, da cinesia, da sinergia funcional, e da cinesia patológica de órgãos e sistemas do corpo humano e as disciplinas comportamentais e sociais (COFFITO, 2013).