Logo Passei Direto
Buscar

AULA 1 - AVALIAÇÃO

Apostila sobre anamnese clínica e anamnese fisioterapêutica: define sinais, sintomas, síndrome e sintomatologia; apresenta a sistemática do exame clínico (anamnese e exame físico), técnicas de anamnese (interrogatório e escuta) e itens de identificação do paciente.

User badge image
ana carla

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

UNIDADE 1:
ANAMNESE CLÍNICA X ANAMNESE 
FISIOTERAPÊUTICA 
PROFª: VIVIANE N. L. O. MEDEIROS.
ANAMNESE CLÍNICA / EXAME CLÍNICO.
Conceitos importantes
■ Sinais. Sinal vem do latim “signalis”, que significa manifestação, indício ou vestígio. 
Os sinais são manifestações clínicas visíveis e perceptíveis pelo profissional, através de 
seus sentidos naturais. Exs.: Mobilidade dental, tumefação na face (abcesso, tumor), 
úlceras na mucosa bucal (aftas), mal hálito, etc. 
■ Sintomas. Sintoma origina-se do grego “sympitien”, que significa acontecer. São 
manifestações subjetivas percebidas pelo paciente e relatadas ao profissional. Ex.: dor, 
náusea, cansaço, prurido, dormência, etc. 
■ Síndrome: É um conjunto de sinais e sintomas típicos de uma determinada doença.
■ Sintomatologia ou quadro clínico. Representa um conjunto de sinais e sintomas 
presentes em uma determinada doença. Ex.: disfunção temporomandibular. 
Sistemática do Exame Clínico
■ O objetivo do exame clínico é a colheita de dados que constituirão a base do 
diagnóstico. Para um bom exame clínico exige-se: apuro dos sentidos, capacidade de 
observação, bom senso, critério e discernimento, além do conhecimento básico sobre 
a doença. 
■ O exame clínico divide-se em :
I - Anamnese ou exame subjetivo. 
II - Exame físico ou exame objetivo.
I - Anamnese ou exame subjetivo :
■ O termo anamnese vem do grego “anamnésis”, que significa recordação, 
reminiscência e indica tudo o que se refere à manifestação dos sintomas da doença, 
desde suas manifestações prodrômicas (do início da doença) até o momento do 
exame. 
■ É importante ao profissional durante a anamnese : 
a) o diálogo franco entre examinador e o doente; 
b) a disposição para ouvir, deixando o paciente falar a vontade, interrompendo-o 
mínimo possível; 
c) demonstrar interesse não só pelos problemas do paciente, mas por ele, como pessoa; 
d) possuir conhecimento científico, controle emocional, dignidade, bondade, afabilidade 
e boas maneiras, a fim de obter um relato completo e poder chegar a um diagnóstico.
Técnicas de anamnese
■ Basicamente são duas as técnicas utilizadas na anamnese: 
a) técnica do interrogatório cruzado. O examinador conduz as perguntas: sente dor? 
onde? há quanto tempo?, etc. Esta técnica procura identificar os sintomas.
b) técnica de escuta. O paciente tem a capacidade de relatar com as próprias palavras 
suas preocupações pessoais. Estas duas técnicas não são de todo independentes; 
freqüentemente se juntam e se justapõem.
As diversas fases do interrogatório que 
constitui a anamnese são as seguintes:
■ 1 - Identificação. A identificação do paciente pode ser realizada tanto pelo profissional,
como por pessoal auxiliar. É recomendado, sempre que possível, que os elementos de
identificação sejam tomados por um auxiliar antes que o paciente entre em contato com o
profissional. Tal prática permite que se tenha uma primeira noção de quem atenderá,
facilitando entabular aquela conversa inicial tão importante para o relacionamento
profissional/paciente.
■ Na identificação, os seguintes elementos devem ser considerados:
a) Nome: o nome completo do paciente, além de permitir o arquivamento do prontuário,
estabelece uma relação afetiva e de confiança do paciente para com o examinador.
b) Endereço: o endereço completo, inclusive com o telefone, é uma necessidade para
garantir comunicação imediata com o paciente, em casos de complementação de
informações, mudança de horário de consulta, cancelamento ou qualquer outro tipo de
contato urgente.
c) Idade: é importante o conhecimento da idade, pois existem certas doenças que incidem
com maior freqüência em determinadas faixas etárias. Por exemplo, a ocorrência de cárie
dentária é mais freqüente na infância e puberdade, ao passo que a doença periodontal é
característica da idade adulta.
d) Estado Civil: deve ser referido com veracidade o solteiro, o casado, o viúvo, o
desquitado e o divorciado, principalmente no que diz respeito a problemática psicológica
que poderá intervir conforme o estado civil. "Indivíduos de ambos os sexos, conforme o
estado civil", poderão apresentar conflitos emocionais decorrentes de vida instintiva
sexual ou erótica, e também, as decorrentes da vida intelectual em seus múltiplos
aspectos: ideal, vocação, econômico-financeiro, relação com o meio familiar, social e
profissional “Vieira Romeiro, J. - Semiologia médica ".
e) Sexo : existe predileção de certas doenças por um dos sexos. O sexo feminino é mais
predisposto à ulceração aftosa recorrente e ao hiperparatireoidismo; a
paracocidioidomicose, ao contrário, predomina intensamente no sexo masculino.
f) Cor : há determinadas afecções mais comuns de acordo com a raça. Carcinomas de pele
são mais freqüentes em indivíduos de cor clara. As displasias fibrosas são mais comuns em
negros.
G)Profissão. Certas profissões podem predispor o indivíduo a determinadas doenças.
Assim, os confeiteiros, em virtude da impregnação do ambiente por poeiras amiláceas,
estão sujeitos a surtos de cáries atípicas que se instalam em regiões do dente
relativamente imunes ao processo (cárie de confeiteiro). A queilite actínica e os
carcinomas da pele da face são freqüentes em lavradores, marinheiros e pescadores,
particularmente nos portadores de tez clara.
h) Procedência : deve ser referida sempre, em razão da existência de zonas endêmicas ou
epidêmicas de determinadas moléstias como a doença de Chagas, pênfigo vulgar etc.
2 - Queixa principal. Representa o motivo fundamental que levou o paciente à consulta e
pode ser representada pela presença de indícios de anormalidade (um ou mais sinais e/ou
sintomas), evolução não satisfatória de algum tratamento realizado que leva o paciente a
procurar outro profissional ou, ainda, uma simples consulta de rotina sem sintomatologia
presente. Sempre que possível o relato da queixa deve ser registrado com as próprias
palavras do paciente, desde que razoavelmente inteligíveis e não excessivamente
prolixas.
■ 3 - História da doença atual (H.D.A). É a parte mais importante da anamnese, e a
mais difícil da propedêutica que o profissional aprende e aperfeiçoa durante toda a sua
vida profissional. A H.D.A. resulta no histórico completo e detalhado de queixa
apresentada em toda sua evolução temporal e sintomatológica. Abrange a doença
desde o seu estado prodrômico, até o momento do exame. Os sintomas referidos
sobre o problema principal (queixa) devem ser examinados, e algumas perguntas são
quase sistemáticas, na grande maioria dos casos, e não podem ser omitidas pelo
examinador. Assim temos : - tempo de evolução do processo, isto é, quando se iniciou
a sintomatologia; - como eram no início os sinais e/ou sintomas; - ocorreram episódios
de exacerbação ou remissão do quadro clínico; - recorde-se de algum fato que possa
estar ligado ao aparecimento da doença; - no caso de lesões assintomáticas, como era
quando percebeu sua existência em relação ao estado atual. São estes alguns
exemplos de perguntas bastante comuns que se fazem aos pacientes.
■ 4- História médica ou história patológica pregressa : Visa à obtenção de
informações detalhadas sobre todas as doenças de caráter sistêmico que acometeram
o paciente desde o nascimento até a data atual. A importância desta etapa da
anamnese se resume nos seguintes tópicos: a- Assegura que o tratamento dental não
prejudique o estado geral do paciente nem seu bem estar; b -Averigua presença de
alguma doença de ordem geral do paciente, ou fato do mesmo estar tomando algum
medicamento destinado ao seu tratamento e que poderá prejudicar o correto
atendimento odontológico; c - Auxilia no diagnóstico de uma doença ignorada que
exija um tratamento especial; d - Representa um documento legal que pode ser útil
em casos de reclamação judicial por incompetência profissional.
5 - Antecedentes familiares.Têm por objetivo a obtenção de informações sobre o estado
de saúde, principalmente, de pais, irmãos, avós, esposa (o) e filhos, na busca de uma
eventual doença herdada ou com tendência familiar. Esta fase da anamnese é importante
frente à suspeita de diabetes, doença cardiovascular, tuberculose, distúrbios
hemorrágicos, doenças alérgicas e nervosas.
6- Hábitos. O conhecimento de hábitos adquiridos pelo paciente, freqüentemente, se
constitui em elemento chave para elaborar o diagnóstico e fundamentar o prognóstico.
Hábitos nocivos, como tabaco, ingestão de bebidas alcoólicas e drogas, devem ser
minuciosamente determinados quanto ao tipo, tempo de uso, quantidade, variações ou
interrupções.
7-Exame físico
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
■ A avaliação fisioterapêutica é, se não a mais importante, uma das mais importantes
etapas dos atendimentos de fisioterapia. É neste momento que o profissional poderá
avaliar seu paciente para iniciar o tratamento com os melhores métodos e prescrições
específicas para cada caso.
OBJETIVOS:
• Apresentar a anamnese e sua importância junto ao exame físico;
• Apresentar diretrizes para uma avalição consciente e abrangente;
• Relacionar a avaliação físico-funcional com o diagnóstico cinesiológico funcional.
ANAMNESE
■ Independentemente de qual sistema ou órgão do corpo humano seja selecionado para
avaliação, nós devemos estabelecer um método sequencial. Por essa razão, o
fisioterapeuta deve dominar a ampla variabilidade do que é considerado normal.
• Histórico do paciente – anamnese;
• Observação;
• Exame físico – estático e dinâmico;
• Reflexos e distribuição cutânea;
• Movimentos do jogo articular;
• Palpação;
• Testes especiais;
• Análise dos exames complementares (MAGEE, 2010).
■ Um histórico completo da saúde do paciente deve ser colhido, com ênfase à parte de 
maior relevância clínica. “Ouvir o paciente” é uma habilidade que devemos ter, pois a 
escuta, muitas vezes, possibilita fazer o diagnóstico.
.. .“Escutar é complicado e sutil. Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as 
flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma“... “Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos 
para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma.“ Daí a dificuldade: a gente não 
agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente 
tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado 
por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. “...
(Escutatória por Rubens Alves.)
■ O histórico do paciente nos possibilita ter informações valiosas sobre a doença, seu
prognóstico e a tomada de decisão para prescrição do tratamento. Será nesse momento
que identificaremos pontos- chave para orientação ao nosso paciente.
SINAIS DE ALERTA VERMELHO
INSPEÇÃO E PALPAÇÃO
■ O exame físico geral é a primeira etapa do exame clínico e, além de complementar a
anamnese (entrevista clínica), fornece uma visão do paciente como um todo, não
segmentada. A inspeção pode ser dividida em duas partes: estática e dinâmica e com a
chegada do paciente no ambiente de avaliação alguns dados já podem ser observados
■ Observar o aspecto geral e a condição funcional do paciente. Notar o biotipo (magro
ou obeso, baixo ou alto) e os desvios posturais no aspecto geral, na marcha, na defesa
muscular, nos movimentos compensatórios ou substitutos e nos dispositivos de auxí-
lio para a condição funcional.
■ A inspeção deve ser dividida em três camadas: pele, tecido subcutâneo e estrutura
óssea. Cada camada tem as suas próprias características especiais para determinar a
patologia ou a disfunção subjacente
SEQUÊNCIA LÓGICA:
■ CABEÇA E PESCOÇO;
■ TÓRAX;
■ ABDOMEM;
■ MEMBROS;
■ MARCHA.
PALPAÇÃO
■ A palpação é a utilização do sentido do tato com o objetivo de explorar a superfície
corporal – palpação superficial – e os órgãos internos – palpação profunda. A palpação
confirma dados da inspeção e permite a obtenção de novos indícios como alteração da
textura, tamanho, forma, consistência, sensibilidade (tátil, térmica e dolorosa),
elasticidade, temperatura, posição e característica de cada órgão, resistência
muscular, presença de massas e outros.
Palpar o paciente junto com a inspeção; as estruturas inspecionadas são as mesmas 
que devem ser palpadas. As camadas são as mesmas para palpação como para a 
inspe-ção: pele, tecido subcutâneo e estruturas ósseas. 
Existem tipos diferentes de edema, de acordo com o aparecimento e a sensação à palpação: 
• se um edema ocorrer logo depois de uma lesão e parecer duro e morno, o edema contém sangue; 
• se o edema ocorrer de 8 a 24 horas depois de uma lesão e for amolecido ou esponjoso, o edema 
contém líquido sinovial; 
• se o edema for duro e seco, é mais provável que seja um calo; 
• se a sensação for de espessamento ou endurecimento, é mais provável que seja um edema crônico; se 
o edema for mole e flutuante, é mais provável que seja agudo;
• se a sensação for de dureza, é mais provável que seja osso; 
• se a sensação for espessa e de movimentação lenta, é mais provável que seja um edema depressível
AVALIAÇAO DA AMPLITUDE DE 
MOVIMENTO 
■ A avaliação da amplitude de movimentos não é somente urna medida de função, mas 
também urna parte importante da análise biomecânica. 
■ A amplitude de movimento é avaliada em três tipos separados de funções: 
movimento passivo, 
movimento ativo 
movimento contra a resistência. 
SINAIS VITAIS
■ Sinais vitais são medidas que fornecem dados fisiológicos indicando as condições de saúde
da pessoa. As alterações das funções corporais geralmente se refletem na temperatura do
corpo, na pulsação, na respiração e na pressão arterial, podendo indicar enfermidades. Por
essa razão, são chamados sinais vitais.
São eles:
■ pulso (frequência cardíaca),
■ respiração (frequência respiratória),
■ pressão arterial,
■ temperatura corporal.
■ Alguns autores já incluem a avaliação da dor junto aos sinais vitais, como o 5º sinal vital.
Frequência cardíaca (FC) e pulso (P):
■ Nem sempre as medidas serão equivalentes. Para aferição da FC, pode-se auscultar o
coração e contar os batimentos cardíacos em 1 minuto. Para aferição do pulso,
normalmente se palpa a artéria radial com o 2° e 3° dedos, contando os batimentos em 1
minuto (figura 2). É importante também comparar a frequência cardíaca e o pulso.
Bebês de menos de 1 ano: 100 a 160 batimentos por minuto; 
• Crianças de 1 a 10 anos: 80 a 120 batimentos por minuto; 
• Crianças de mais de 10 anos e adultos: 60 a 100 
batimentos por minuto; 
• Atletas bem treinados: 40 a 60 batimentos por minuto; 
• Adulto: 60 a 100 batimentos por minuto.
1. Quanto à frequência: 
• Pulso normocárdico: batimento cardíaco normal; 
• Taquisfigmia ou taquicardia: pulso acelerado; 
• Bradisfigmia ou bradicardia: frequência abaixo da faixa normal.
2. Quanto ao ritmo:
• Pulso rítmico: os intervalos entre os batimentos são iguais;
• Pulso arrítmico: os intervalos entre os batimentos são desiguais; 
• Pulso dicrótico: dá impressão de dois batimentos.
3. Quanto ao volume:
• Pulso cheio: normal; 
• Pulso filiforme: indica redução da força ou do volume do pulso periférico.
4. Locais mais comuns para obtenção (palpação) do pulso: 
• Radial – punho; 
• Carótida – pescoço; 
• Femoral - região inguinal; 
• Braquial - face interna do braço; 
• Apical - ausculta cardíaca (figura 1.2).
Respiração (frequência respiratória)
■ normal, pela idade: 
■ Recém-nascidos: 44 respirações por minuto; 
■ Bebês: 30 a 60 respirações por minuto; 
■ Crianças em idade pré-escolar: 20 a 30 respirações por minuto; 
■ Crianças mais velhas: 16 a 25 batimentos por minuto Verificar: batimentosou 
respirações;
■ Adultos: 12 a 20 batimentos por minuto. Verificar batimentos ou respirações; 
■ Idosos: 19 a 26 batimentos por minuto. Verificar batimentos ou respirações.
Eupneia: respiração normal; 
Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da 
normalidade, frequentemente pouco profunda;
Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade;
Dispneia: é a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma 
comum de várias doenças pulmonares e cardíacas; pode ser 
súbita ou lenta e gradativa;
Ortopneia: é a incapacidade de respirar facilmente, exceto na 
posição ereta;
Apneia: ausência da respiração;
Respiração de Cheyne-Stokes: respiração em ciclos, que 
aumenta e diminui a profundidade, com períodos de apneia. 
Quase sempre ocorre com a aproximação da morte;
Respiração de Kussmaul: inspiração profunda seguida de 
apneia e expiração suspirante, característica de coma 
diabético;
Respiração de Biot: respirações superficiais durante 2 ou 3 
ciclos, segui- dos por período irregular de apneia; 
Respiração sibilante: sons que se assemelham a assovios. 
Pressão arterial (PA) 
■ A aferição da PA requer preparação do paciente e escolha do material adequado. 
Antes de aferir a PA, deve-se fazer as seguintes perguntas ao paciente: 
■ Fumou ou bebeu café ou outros estimulantes há menos de 30 minutos;
■ Está sentindo dor; 
■ Está com a bexiga cheia; 
■ Está em repouso há menos de 3 minutos. 
■ Se a resposta para todas as perguntas for “não”, podemos prosseguir com o 
procedimento. O braço que terá a PA aferida deverá estar apoiado sobre um supor- te, 
na altura do coração. Não deve estar pendente!
PROTOCOLO DE AFERIÇÃO
■ Com uma das mãos, palpe a artéria radial (fica do lado do osso rádio, próximo à mão, visto 
na figura 1.2) e, com a outra, insufle o manguito. A pressão sistólica estimada será aquela 
em que você deixar de sentir o pulso radial;
■ Coloque o estetoscópio sobre o local onde você palpou o pulso da artéria braquial e insufle 
o manguito cerca de 30 mmHg acima do valor estimado de pressão sistólica;
■ Esvazie o manguito à razão de 2 a 3 mmHg/seg e atente-se aos sons de Korotkoff (uma 
espécie de “TUM” que surge durante a sístole). OBS: os sons de Korotkoff possuem várias 
fases, mas o importante é saber que: 
■ Fase I (aparecimento do som,oprimeiro“TUM”): momento em que a pressão no manguito 
se iguala à maior pressão na artéria braquial, que corresponde à pressão sistólica. 
■ Fase V(desaparecimento dos sons): a pressão no manguito se iguala à menor 
pressão na artéria, que corresponde à pressão diastólica (MELO; NAKAMURA; POLHO; 
CAVALIERI, 2012).
Terminologia:
• Hipotensão: inferior a 100 x 60 mmHg; •
Normotensão: 120 x 80 mmHg ; 
• Hipertensão-limite: 140 x 90 mmHg; 
• Hipertensão moderada: 160 x 100 mmHg; 
• Hipertensão grave: superior a 180 x 110 
mmHg; 
• Hipotensão: PA inferior à média; 
• Convergente: a sistólica e a diastólica se 
aproximam; 
• Divergente: a sistólica e a diastólica se 
afastam.
Através de estudos, descobriu-se que a pressão arterial varia ao longo da vida,
se- guindo quatro fases bem distintas, sempre em relação ao padrão de 120 x 80
mmHg:
• um rápido aumento durante o crescimento do adolescente;
• um suave aumento no início da idade adulta;
• um aumento na meia-idade (em geral, ao redor dos 40 anos);
• um aumento lento e uma reversão da pressão arterial na terceira idade.
TEMPERATURA 
■ temperatura é a medida do calor do corpo: é o equilíbrio en tre o calor produzido e o
calor perdido. Varia de pessoa para pessoa. A temperatura corporal é geralmente
menor de manhã e maior à tarde.
■ Material: termômetro de mercúrio – deve ser lavado com água e sabão a cada uso,
secado e colocado em solução antisséptica. Antes da tomada de temperatura, a
coluna de mercúrio deve ser baixada até o nível mínimo.
■ Fatores que alteram a temperatura: atividades físicas; fatores emocionais; distúrbios
da glândula tireoide; alimentação; ambiente; vestuário; efeito da ovulação sobre a
temperatura; medicamentos; doenças; traumas.
■ Valores da temperatura média de cada local do corpo:
• Temperatura axilar: 36 oC a 36,8 oC;
• Temperatura bucal: 36,2 oC a 37 oC;
• Temperatura retal: 36,4 oC a 37,2 oC.
Terminologia:
• Febre/pirexia: aumento patológico da 
temperatura corporal (37,6 a 38,9 oC);
• Hiperpirexia: elevação da temperatura 
do corpo ou de uma parte do corpo acima 
do valor normal (> acima de 39 oC);
• Hipotermia: redução da temperatura 
do corpo ou de uma parte do corpo abaixo 
do valor normal (< 36,5 oC);
• Normotérmico/apirexia: temperatura 
normal (36,5 °C a 37,2 °C).
AUSCULTA PULMONAR
O estetoscópio clássico é composto de cinco partes: (1) olivas; (2) binaurais; 
(3) tubo; (4) campânula; (5) diafragma 
Os sibilos são ruídos adventícios musicais de diapasão alto 
parecidos com “assobios” 
Os roncos são sons contínuos, assim como os sibilos, de 
diapasão baixo, com freqüência de 200 Hz ou menos , audíveis 
na inspiração e na expiração produzido normalmente pelo 
estreitamento da via aérea com secreção.
As crepitações, ou estertores são sons descontínuos, 
apresentada de forma curta e explosiva, usualmente associada 
com desordens cardiopulmonares8 . Popularmente são 
reproduzidas de uma forma didática como o som resultante do 
roçar de fios de cabelo.
TÉCNICA DE AUSCULTA PULMONAR
■ O paciente deve estar com a região a
ser auscultada totalmente despida.
Em hipótese alguma se deve
auscultar por cima de roupa.
■ Uma vez despido, deve-se dar
preferência à posição sentada e
solicitar que o paciente inspire mais
profundamente que o habitual com a
boca, afim de neutralizar os sons
provenientes do nariz, enquanto a
expiração deve ser passiva.
AUSCULTA CARDÍACA
■ Técnica de ausculta cardíaca, como ocorre
com todo método de propedêutica clínica,
deve, obrigatoriamente, envolver uma
sequencia lógica e sistematizada de
procedimentos direcionados no sentido de
se obter o conjunto de informações
fisiológicas que seja a mais abrangente
possÌvel. Assim, o paciente deve ser
examinado em ambiente silencioso e em
posição confortável.
Primeira bulha
Mecanismos fisiológicos 
determinantes
■ o primeiro é composto de vibrações intensas
de alta frequência, ocorre como
consequência da tensão e desaceleração
abrupta da valva mitral (M1) durante seu
fechamento, que delimita o início da sístole.
■ o segundo é também, constituído de
vibrações de alta frequência, ocorre em média
30 ms depois do primeiro e depende da
desaceleração súbita do sangue, determinada
pela tensão que a valva tricúspide(T1) È
submetida durante seu fechamento.
Mecanismos fisiológicos 
determinantes
■ As valvas semilunares, durante seu
fechamento, são submetidas a tensão que
determina uma abrupta desaceleração do
sangue e do movimento valvar.
■ As vibrações resultantes desse processo dão
origem ao segundo ruído cardíaco. Ele É
constituído por dois componentes
temporalmente distintos: o primeiro depende
do fechamento mais precoce da valva aórtica
(A2) relativamente ao da valva pulmonar (P2),
ao qual se associa o segundo componente.
Segunda bulha
O início da sístole ventricular é clinicamente identificado pela primeira bulha, enquanto 
o segundo ruído marca o início da diástole ventricular. Assim, a identificação desses 
dois sons é elemento primordial do processo auscultatório.
OXIMETRIA DE PULSO
■ Um oxímetro de pulso é um aparelho portátil e barato, de monitoramento não
invasivo, que fornece estimativas de níveis de saturação de oxi-hemoglobina do
sangue arterial. De modo a não confundir essas estimativas com as reais medidas de
SaO2 obtidas por hemoximetria, a abreviatura “SpO2” é usada para se referir a
leituras de oximetria de pulso.
■ O nível deoxigênio medido por um oxímetro de pulso é razoavelmente acurado. A
maioria dos oxímetros dão uma leitura 2% acima ou 2% abaixo da saturação que
poderia ser obtida pela gasometria arterial.
■ Por exemplo, se sua saturação de oxigênio for de 92% no oxímetro de pulso, ela pode
ser de fato qualquer valor entre 90 e 94%. A leitura do oxímetro pode ser menos
acurada se o paciente usar esmaltes, unhas postiças, tiver as mãos frias, ou tiver a
circulação deficiente. O oxímetro de pulso pode também ser menos acurado em caso
de níveis muito baixos de saturação de oxigênio (abaixo de 80%) ou de pele muito
escura.
■ Valores de referência: Todas as idades devem ter SpO2 maior ou igual a 95%.
DOR
■ É a consciência de uma sensação nociceptiva, induzida por estímulos químicos ou
físicos, de origem exógena ou endógena, assim como por disfunções psicológicas,
tendo como base um mecanismo biopsicossocial, causando emoções normalmente
desagradáveis, com possibilidades de variáveis graus de comportamentos aversivos.
■ A Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP, International Associa - tion for
the Study of Pain ) conceitua dor como sendo "uma experiência sensiti- va e emocional
desagradável, associada a uma lesão tecidual atual, potencial ou descrita em termos
de tal lesão“.
■ Numa avaliação funcional, quando a queixa principal do paciente é a dor, dados sobre ela
são muito relevantes. As principais perguntas que se referem à dor dão bons indicativos
para continuação da anamnese. São elas:
• Onde dói? (o paciente deve mostrar o local)
• Quando começou?
• Como começou? (súbito ou progressivo)
• Como evoluiu? (como estava antes e como está agora)
• Qual o tipo da dor? (queimação, pontada, pulsátil, cólica, constritiva, contínua, cíclica,
profunda, superficial)
• Qual a duração da crise? (se a dor for cíclica)
• É uma dor que se espalha ou não?
• Qual a intensidade da dor? (forte, fraca ou usar escala de 1 a 10)
• A dor impede a realização de alguma tarefa?
• Em que hora do dia ela é mais forte?
• Existe alguma coisa que. faça a dor melhorar ou piorar?
• A dor é acompanhada de mais algum sintoma
TIPO E QUALIDADE DA DOR X ESTRUTURA
AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE FUNCIONAL - QUALIDADE DE 
VIDA (APLICAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS).
Testes específicos
■ É necessário examinar todos os tecidos apropriados para delinear a área afetada, a
qual pode, em seguida, ser examinada em detalhe.
■ . Aplicação de tensão, alongamento ou contração isométrica de tecidos específicos
produzem tanto uma resposta normal como uma normal apropriada. Essa ação
possibilita determinar a natureza e o local dos sintomas presentes e a resposta do
paciente a esses sintomas.
■ O exame mostra se certas atividades provocam ou alteram a dor do paciente e, deste
modo, associa-se a resposta subjetiva do paciente com os achados dos testes.
■ Em toda avaliação, o examinador procura dois conjuntos de dados:
1. O que o paciente sente (dados subjetivos).
2. 2. Respostas que podem ser medidas ou apuradas pelo examinador (dados objetivos)
Por exemplo:
■ Medula espinhal e raízes nervosas: A raiz nervosa é a parte de um nervo periférico que
conecta o nervo com a medula espinal. As raízes nervosas originam-se de cada nível da
medula espinal. e muitas, mas não todas, interconectam-se em um plexo (braquial,
lombar ou lombossacral) para formar nervos periféricos. Esse arranjo pode resultar em
uma raiz nervosa suprindo mais de um nervo periférico. Por essa razão, se for aplicado
pressão à raiz nervosa, a distribuição da sensibilidade (dermátomos – figura 1.5) ou da
função motora (miótomos – tabela 1.4) é muitas vezes sentida ou exibida na
distribuição de mais de um nervo periférico .
Medula espinhal e raízes nervosas
■ A raiz nervosa é a parte de um nervo periférico que conecta o nervo com a medula
espinal. As raízes nervosas originam-se de cada nível da medula espinal (por exemplo,
C3, C4) e muitas, mas não todas, interconectam-se em um plexo (braquial, lombar ou
lombossacral) para formar nervos periféricos.
Exemplos de testes específicos
■ Medula espinhal e raízes nervosas: A raiz nervosa é a parte de um nervo periférico que
conecta o nervo com a medula espinal. As raízes nervosas originam-se de cada nível da
medula espinal (por exemplo, C3, C4) e muitas, mas não todas, interconectam-se em
um plexo (braquial, lombar ou lombossacral) para formar nervos periféricos. Esse
arranjo pode resultar em uma raiz nervosa suprindo mais de um nervo periférico. Por
essa razão, se for aplicado pressão à raiz nervosa, a distribuição da sensibilidade
(dermátomos ) ou da função motora (miótomos)
A lesão medular é classificada segundo a padronização internacional
determinada pela American Spinal Injury Association – ASIA.
Nível neurológico da lesão
■ O exame neurológico deve ser realizado
segundo protocolo da ASIA onde examinamos
a força motora, sensibilidade e reflexos.
■ Cabe ressaltar que em casos traumáticos,
durante a fase de choque medular, pode haver
ausência de reflexos, sendo impossível
durante este período predizer se a lesão é
completa ou incompleta.
■ A volta dos reflexos, testada pelos reflexos
bulbo cavernoso e cutâneo anal marca o fim
do choque medular, momento este em que
devemos repeti r o exame neurológico para
determinar o grau (completo ou incompleto) e
nível (sensitivo e motor) da lesão medular.
■ Na propedêutica, conceituamos plegia como a
ausência de movimento voluntário e paresia
como a presença de contração muscular
voluntária com diminuição da força. No
entanto, a ASIA recomenda que nos casos de
lesão medular SEMPRE se classifique como
tetraplegia ou paraplegia.
■ Determinamos o nível sensitivo da lesão
através da avaliação clínica da
sensibilidade dos dermátomos ao toque
leve e à dor.
■ São avaliados pontos chaves dos
dermátomos dando notas de 0 para
ausência de sensibilidade, 1 para
sensibilidade alterada (diminuição ou
aumento) e 2 para sensibilidade normal
(fi gura 1).
■ O nível sensitivo é definido como o
segmento mais distal da medula que
tem função sensitiva normal em ambos
os lados do corpo. O nível motor é o
último nível em que a força é pelo
menos grau 3 e o nível acima tem força
muscular normal (grau 5).
■ O nível motor é determinado pela
avaliação do grau de força muscular
(Quadro 1) nos grupos musculares
correspondentes aos miótomos
(Quadro 2). Esta gradação não é
aplicada aos músculos do tronco.
Avaliando a espasticidade
TIPOS DE MOVIMENTO
■ A amplitude de movimento ativo e passivo pode ser medida com o uso de um
goniômetro, que possui nível satisfatório de confiabilidade observa dor.
■ Movimentos ativos– os movimentos ativos têm seu próprio valor pelo fato de
combinarem testes de amplitude articular (goniometria), controle, força motora e
disposição do paciente de executar o movimento. Tecidos contráteis, inertes e
nervosos são envolvidos ou movidos durante o movimento ativo.
■ Movimentos passivos– se os movimentos ativos não reproduzirem os sintomas do
paciente porque este evita deslocar-se até a parte dolorosa, é importante executar a
amplitude de movimento de forma passiva para investigação.
■ Movimentos resistidos– o examinador deve observar se a contração muscular causa
dor e, se causar, qual sua intensidade e qualidade; a força da contração; o tipo de
contração que causa problema (concêntrica, isométrica, excêntrica).
GONIOMETRIA
DIAGNÓSTICO CINESIOLÓGICO 
FUNCIONAL
■ O fisioterapeuta é um profissional de saúde habilitado a construir o diagnóstico dos
distúrbios cinéticos funcionais (diagnóstico cinesiológico funcional), a prescrever,
ordenar e induzir o paciente às condutas fisioterapêuticas bem como o
acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e as condições para alta do
serviço.
POSTURA
■ A avaliação da postura temsido amplamente utilizada tanto na prática clínica quanto na pesquisa,
como um instrumento diagnóstico, de planejamento e acompanhamento do tratamento
fisioterapêutico. Seus objetivos consistem em visualizar e determinar possíveis desalinhamentos e
atitudes incorretas.
■ EXAME DA COLUNA VERTEBRAL:
■ O paciente deve estar em ortostatismo para ser examinado.
■ É importante lembrar que, no plano sagital e em condições normais, a coluna cervical e a lombar
apresentam lordose, e a torácica, cifose.
■ Deve-se procurar:
■ sinais de deformidades (escoliose ou cifose),
■ diminuição na mobilidade (espasmo muscular, deformidades estruturadas, dor, espondilite
anquilosante),
■ sinais de torcicolo congênito, desnível na altura dos ombros ou da cintura pélvica,
■ cicatrizes prévias, manchas “café com leite” (neurofibromatose),
■ deformidades da caixa torácica, estigmas de espinha bífida oculta na coluna lombossacra (tufos de
pelos)
■ alteração na altura da implantação dos cabelos (malformações congênitas).
■ No plano coronal, deve-se notar assimetria no triângulo de talhe (formado pela face
medial dos membros superiores e pela transição do tronco e região abdominal).
Assimetrias nesses triângulos podem indicar a presença de escoliose.
AMPLITUDE DE MOVIMENTO COLUNA 
VERTEBRAL
Coluna cervical: flexão (70°), extensão (80°), inclinação lateral (40° para cada lado) e 
rotação (80° para cada lado). 
Coluna torácica: flexão (40º), extensão (40º) e inclinação lateral (50ºpara cada lado). 
Coluna lombar: flexão (80°), extensão (30°), inclinação lateral (30° para cada lado) e 
rotação (30° para cada lado).
Exames Complementares
■ Sangue;
■ Tomografia;
■ Ressonância;
■ Espirometria;
■ EEG
■ ECG
■ MAPA
■ HOLTER
■ Polissonografias
■ Dopller
■ USG
■ Radiografias..etc.
Diagnóstico cinesiológico funcional
■ O fisioterapeuta é um profissional de saúde habilitado a construir o diagnóstico dos
distúrbios cinéticos funcionais (diagnóstico cinesiológico funcional), a prescrever,
ordenar e induzir o paciente às condutas fisioterapêuticas bem como o
acompanhamento da evolução do quadro clínico funcional e as condições para alta do
serviço.
■ É compreendido como avaliação físico-funcional, caracterizada pela análise e estudo
da estrutura e funcionamento dos desvios físico funcionais de um indivíduo por meio
de metodologias e técnicas fisioterapêuticas, com a finalidade de identificar e
quantificar as alterações apresentadas, considerando os desvios dos graus de
normalidade para os de anormalidade. Por isso, a importância de ter grande
conhecimento sobre os padrões de normalidade.
■ A tomada de decisão clínica, uma competência do fisioterapeuta estabelecida nas
Diretrizes Curriculares Nacionais, envolve uma série de atividades inter-relacionadas,
que permitem a esse profissional planejar um tratamento efetivo, compatível com as
necessidades e metas do paciente e membros da equipe de saúde.
OBJETIVOS
■ Os principais objetivos da avaliação inicial são:
• Conhecer o paciente;
• Identificar as estruturas lesadas e o grau da lesão;
• Analisar as condições funcionais do segmento estudado, bem como as relações entre
as estruturas de diferentes sistemas;
• Fornecer dados necessários à elaboração do programa fisioterapêutico
(especificidades) e de seus ajustes, em conformidade com a evolução funcional;
• Orientar condutas que possam ser adotadas em casa pelo paciente;
• Recomendar aspectos preventivos, durante o tratamento e após a alta fisioterapêutica;
• Fazer a análise continuada do caso e o reencaminhamento para o médico de origem ou
outro profissional, quando necessário.
O passo seguinte é a definição de metas terapêuticas. (curto, médio e longo prazo)
REFERÊNCIAS
■ CONCEIÇÃO, Fátima Figueiredo. Avaliação Cinético Funcional (livro próprio). 1ed. Rio 
de Janeiro: SESES - Universidade Estácio de Sá, 2016.
■ MAGEE, David J. Avaliação Musculoesquelética (livro eletrônico). 5ed.. Barueri: São 
Paulo: Ed. Manole, 2010..
■ O'SULLIVAN, Susan B.; SCHMITZ, Thomaz J. Fisioterapia: avaliação e tratamento. 3ª 
Ed.. Barueri: São Paulo: Ed. Manole,, 2004 -2010.
■ Cipriano, Joseph J. Manual fotográfico de testes ortopédicos e neurológicos [recurso 
eletrônico] /Joseph J. Cipriano ; tradução: Jacques Vissoky; revisão técnica: Silviane 
Vezzani. - 5. ed. - Dados eletrônicos. - Porto Alegre: Artmed, 2012.
UNIDADE 1
■ Unidade 1: Anamnese Clínica X Anamnese Fisioterapêutica 
■ 1.1.Anamnese Clínica X Anamnese Fisioterapêutica - Diferenças e Objetivos da 
avaliação. 
■ 1.2. Coleta da Histórica Clínica (Identificação e Perguntas pré-estabelecidas) 1.3. 
Diagnóstico Clínico X Diagnóstico Fisioterapêutico. 
■ 1.4. Avaliação da Capacidade Funcional - Qualidade de Vida (Aplicação de 
Questionários). 
■ 1.5. Avaliação e Evolução de sinais flogísticos e quadro álgico (Através da Escala 
Analógica Visual da dor - VAS). 
■ 1.6. Aferição de Sinais Vitais Básicos: PA, FC, FR. Ausculta Cardíaca e Pulmonar Básica.
■ 1.7. Objetivos e reflexões sobre conduta fisioterapêutica.

Mais conteúdos dessa disciplina