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Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Coluna vertebral 
 
Dividido em cinco regiões: 
 Cervical (pescoço), com sete vértebras; 
 Torácica (tronco), com doze vértebras; 
 Lombar (região da cintura), com cinco vértebras; 
 Sacro (região do quadril), com cinco vértebras fundidas; 
 Cóccix (ponta final da coluna) tem de quatro a cinco 
vértebras, também fundidas. 
 
Assim como a caixa craniana protege o cérebro a coluna vertebral é o “tubo” protetor 
que protege a medula espinhal de traumas e compressões. A coluna vertebral e seus 
discos têm como função primária proteger a medula espinhal e suas raízes, e esses 
desgastes poderão levar a compressões e atritos nessa estrutura neurológica 
provocando dores e incapacidades indesejadas. 
A coluna vertebral, vista de frente ou de costas, deve ser reta. Quando ela é vista de 
perfil (lateral), cada região se apresenta com curvatura específica, chamada de lordose 
ou de cifose. 
É muito comum encontrarmos pessoas com essas linhas acentuadas (hiperlordose ou 
hipercifose), assim como encontramos também pessoas sem essas curvaturas. Quando 
isso acontece, chamamos de zonas planas ou com o segmento retificado. 
 Quando essas curvaturas não existem ou estão alteradas, isso é sinal de problema 
postural e geralmente é causa de dores e degeneração dos discos e de vértebras. Esse 
conceito é aplicado para todo o segmento vertebral; 
Numa pessoa adulta normal a coluna vertebral deve ter basicamente quatro curvaturas, 
sendo duas primárias e duas secundárias. As curvaturas primárias, chamadas assim por 
formarem-se primeiro, são as cifoses. As secundárias, que são quebras angulares das 
primárias, são as lordoses que aparecem mediante as forças impostas sobre a coluna 
durante a infância. 
Outra curvatura patológica é a escoliose. Esta, mais grave, pode estar associada a fatores 
genéticos e se caracteriza por desvios laterais da coluna vertebral. 
A escoliose pode ser adquirida, congênita ou idiopática (sem causa aparente). 
Quando é muito visível, a cintura pélvica e os ombros normalmente estão desalinhados. 
A escoliose estrutural é aquela em que a formação óssea e de outros tecidos estão 
comprometidos, e neste caso a estabilização é a única solução, visto que a formação 
corporal já está constituída. Em muitos casos a cirurgia é indicada para conter uma 
provável evolução da patologia, que pode em determinados casos, chegar ao óbito se 
não contida. 
Quando a escoliose é funcional existe sim a possibilidade de melhora, pois somente a 
função está danificada e a estrutura está intacta. Neste caso o tratamento fisioterápico 
especializado ajuda bastante o paciente. 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Tratamento Médico: 
 Sintomático – Com remédios analgésicos, antiinflamatórios, relaxantes 
musculares e etc. 
 Cirúrgico 
 Coletes – Milwalkee, Boston, etc. 
 
Tratamento Fisioterapêutico: 
 Sintomático  Eletroterapia, Termoterapia, Fototerapia, Massoterapia, 
Hidroterapia, acupuntura, etc. 
 Funcional  Osteopatia, Quiropraxia, RPG, Estabilização segmentar, GDS e 
Pilates. 
 
Vértebras 
Os 7 Elementos Básicos: 
1. Corpo: É a maior parte da vértebra. É 
único e mediano e está voltado para frente 
é representado por um segmento cilindro, 
apresentando uma face superior e outra 
inferior. 
Função: Sustentação. 
 
2. Processo Espinhoso: É a parte do arco 
ósseo que se situa medialmente e 
posteriormente. 
Função: Movimentação. 
 
3. Processo Transverso: São 2 
prolongamentos laterais, direito e 
esquerdo, que se projetam 
transversalmente de cada lado do ponto de 
união do pedículo com a lâmina. 
Função: Movimentação. 
 
4. Processos Articulares: São em número de quatro, dois superiores e dois inferiores. 
São saliências que se destinam à articulação das vértebras entre si. 
Função: Obstrução. 
 
5. Lâminas: São duas lâminas, uma direita e outra esquerda, que ligam o processo 
espinhoso ao processo transverso. 
Função: Proteção. 
6. Pedículos: São partes mais estreitadas, que ligam o processo transverso ao corpo 
vertebral. 
Função: Proteção. 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
7. Forame Vertebral: Situado posteriormente ao corpo e limitado lateral e 
posteriormente pelo arco ósseo. 
Função: Proteção 
 
Discos intervertebrais: 
São estruturas cartilaginosas de pouca vascularização (circulação sanguínea). Eles 
variam de tamanho, de espessura e de formato; ou seja, suas características variam de 
acordo com o segmento vertebral. 
Os discos formam cerca de 25% do comprimento total da coluna. Por isso, o 
envelhecimento e a desidratação dessas estruturas anatômicas irão provocar 
diminuição na estatura dos idosos. O disco é constituído na sua periferia por um anel 
fibroso e, na sua parte interna, por uma estrutura ”gelatinosa” chamada de núcleo 
pulposo. Esse anel fibroso, quando fissura ou está desgastado, permite que o líquido 
gelatinoso que está mantido no seu centro realize uma expansão ou abaulamento da 
sua estrutura e também pode se extravasar. Quando esse fenômeno ocorre em 
pequenas proporções, chamamos protusão discal. Se a lesão no anel fibroso que 
mantém o núcleo for grande, o líquido contido no núcleo poderá sair para o meio 
externo e, quando isso acontece, o disco poderá diminuir de volume, achatando-se. Por 
isso, chamamos de hérnia de disco. Dependendo do local da saída desse “gel”, o 
paciente poderá sentir fortes dores ou não. 
A hérnia de disco é uma lesão que ocorre com mais frequência na região lombar. Essa 
doença é a que mais provoca dores nas costas e alterações de sensibilidade para coxa, 
perna e pé. 
Os sintomas mais comuns são dores localizadas nas regiões onde existe a lesão do disco. 
Essas dores podem ser irradiadas para outras partes do corpo. Quando a hérnia é na 
coluna cervical, as dores ou as alterações de sensibilidade se irradiam para as regiões 
superiores dos ombros, para os braços, as mãos e os dedos. Se a hérnia de disco é 
lombar, as dores se irradiam para as pernas e pés. O paciente pode também sentir 
formigamento, dormência, ardência e dores na parte interna da coxa. Nos casos mais 
graves, a compressão poderá causar perda de força nas pernas e até mesmo 
incontinência urinária. 
A hérnia de disco apresenta diferentes fases de evolução. Quando o nível de 
comprometimento da coluna não é tão crônico, opções de tratamento conservador, 
como técnicas de fisioterapia, podem ser adotadas com êxito. A própria administração 
de medicamentos anti-inflamatórios e relaxantes musculares, prescritos pelo médico, 
também pode auxiliar bastante. Apesar de constituírem a minoria, há os casos mais 
graves, onde nenhum procedimento não invasivo surte efeito. Nesses casos, a cirurgia 
pode ser necessária para corrigir o problema. 
 
 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Medula espinhal 
Composição: 
 Neurônios Corpo (cinza) e prolongamentos (branca) 
 Glias 
 
A medula é uma estrutura cilíndrica que fica dentro do canal vertebral. O seu início 
ocorre entre o crânio e a primeira vértebra cervical (divisor – forame magno) e se 
estende até a primeira ou segunda vértebra lombar. 
A medula dá origem a vários pares de nervos, que são no total de 31. Esses nervos saem 
da coluna vertebral por meio dos orifícios formados entre uma vértebra e outra, 
também chamados de orifício de conjugação. Por intermédio desses nervos, a medula 
conduz os impulsos nervosos e exerce funções importantes sobre os músculos, 
proporcionando os movimentos. 
A medula espinhal tem a função de conduzir impulsos nervosos das regiões do corpo 
até o encéfalo, produzir impulsos e coordenaratividades musculares e reflexos. 
*Recebe impulsos sensoriais de receptores e envia impulsos motores a efetuadores 
tanto somáticos quanto viscerais. 
*Pode atuar em reflexos dependente ou 
independentemente do encéfalo. 
*É a parte mais simples do Sistema Nervoso 
Central tanto ontogenético (embriológico), 
quanto filogeneticamente (evolutivamente). 
*A maioria das conexões encefálicas com o 
Sistema Nervoso Periférico ocorrer via medula. 
 
O trajeto do impulso nervoso num ato reflexo, é 
denominado arco reflexo. 
As estruturas que constituem um arco reflexo são: 
Receptores 
Nervo aferente (sensitivo) 
Centro nervoso 
Nervo eferente (ou motor) 
Órgão efetuador 
 
Crescimento da Crescimento da Medula espinhal X Coluna vertebral: 
Fetal – do tamanho da coluna vertebral 
Nascimento – Na altura de L3 
No adulto - a medula espinhal termina ao nível de L1 e L2, enquanto o saco dural (dura-
máter) e espaço subaracnoideo estendem-se até S2. No final da medula, uma extensão 
da pia-máter se estende para a primeira vértebra coccígea e compõe o filamento 
terminal. As fibras nervosas abaixo do filamento terminal constituem, em conjunto, a 
cauda equina. Quando o líquido cerebrospinal está disponível, durante uma punção 
lombar, a agulha é inserida no nível lombar inferior (L4-L5), evitando a extremidade 
inferior da medula. 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
A um nível abaixo da segunda vértebra lombar encontramos apenas as meninges e as 
raízes nervosas dos últimos nervos espinhais, que dispostas em torno do cone medular 
e filamento terminal, constituem, em conjunto, a chamada cauda equina. 
 
RELAÇÃO COM O CANAL VERTEBRAL 
 C1 emerge entre o atlas e o osso occipital. 
 De C2 a C7 emergem acima de sua vértebra correspondente. 
 C8 emerge entre a sétima vértebra cervical e a primeira torácica. 
 Todos os nervos torácicos, lombares e sacros emergem abaixo de suas vértebras 
correspondentes. 
 
Interpretação da topografia vertebro-medular: 
 Entre C2 e T10 - soma-se 2 
 Entre T11 e T12 - corresponde aos cinco segmentos lombares 
 Na vértebra L1 - corresponde aos cinco segmentos sacrais 
 
 
 
 
Seu calibre não é uniforme, pois ela apresenta duas dilatações denominadas de 
intumescência cervical e intumescência lombar. 
 Estas intumescências medulares correspondem às áreas em que fazem conexão com as 
grossas raízes nervosas que formam o plexo braquial e lombossacral, destinados à 
inervação dos membros superiores e inferiores respectivamente. 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
A formação destas intumescências se deve pela maior quantidade de neurônios e, 
portanto, de fibras nervosas que entram ou saem destas áreas. 
 
Importância clinica 
 A área entre L2 e S2 tem importância para a coleta do líquido cefalorraquidiano 
e para a administração de anestésicos espinhais. 
 A topografia vertebro medular é importante para o diagnóstico, prognóstico e 
tratamento de lesões da medula. 
 Os segmentos medulares de C2 a T10 correspondem aos processos espinhosos 
acrescidos de duas unidades. 
 Os cinco segmentos lombares correspondem aos processos espinhosos T11 e T12. 
 E os cinco sacrais correspondem ao processo espinhoso L1. 
 
Na medula, a substância cinzenta localiza-se por dentro da branca e apresenta a forma 
de uma borboleta, ou de um “H”. Nela distinguimos de cada lado, três colunas que 
aparecem nos cortes como cornos e que são as colunas anterior, posterior e lateral. A 
coluna lateral só aparece na medula torácica e parte da medula lombar. No centro da 
substância cinzenta localiza-se o canal central da medula. 
 
 A substância branca é formada por fibras, a maioria delas mielínicas, que sobem e 
descem na medula e que podem ser agrupadas de cada lado em três funículos ou 
cordões: Funículo Anterior, Funículo Lateral e Funículo Posterior 
 
A medula é envolvida por três membranas que também protegem o encéfalo. São elas: 
Dura-máter; 
Aracnoide; 
Pia-máter (Também chamada de meninges espinhais) 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Dentro dessas membranas encontramos líquido cefalorraquidiano, que banha todo o 
sistema nervoso. Por meio desse líquido, alguns diagnósticos poderão ser efetuados 
como: meningite, tumores etc. 
 
Dura-máter: paquimeninge 
 Saco dural 
 Filamento da dura-máter espinhal 
 Ligamento coccígeo 
 
Aracnóide: leptomeninge 
 Trabéculas aracnóideas 
 
Pia-máter: leptomeninge 
 Ligamentos denteados 
 
Cavidades da medula 
Em relação com as meninges que envolvem a medula existem três cavidades ou espaços, 
epidural, subdural e subaracnóideo. 
 Os espaços epidural situa-se a dura matér e o periósteo do canal vertebral, 
contem tecido adiposo e um grande número de veias. 
 O espaço subdural, situado entre a dura-máter e a aracnóide, é uma fenda 
estreita contendo uma pequena quantidade de liquido, suficiente apenas para 
evitar a aderência das paredes. 
 O espaço subaracnóideo é o mais importante e contém uma quantidade 
razoavelmente grande de liquido cérebro-espinhal ou líquor. 
A exploração clínica do espaço subaracnóideo. 
Sabe que não há perigo de lesão da medula, por este espaço estar entre a S2 e L2 e seu 
espaço é maior esta área é ideal para a introdução de uma agulha 
Importância deste espaço 
 Retirada do líquor – para fins terapêuticos ou diagnósticos 
 Medida de pressão do líquor 
 Introdução de substâncias que aumentam o contraste das radiografias, tais como 
ar hélio e sais de iodo. 
 Introdução de anestésicos nas chamadas anestesias raquidianas. 
 
CANAL CENTRAL 
 O canal central da medula ou canal do epêndima se estende por todo o 
comprimento da medula durante o desenvolvimento. 
 É revestido por células ependimárias. 
 Segundo o autor Jack de Groot, este canal é cheio de líquido cefalorraquidiano. 
 Ângelo Machado que afirma que este canal não apresenta líquor. 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
 Em adultos, este canal é muito estreito e parcialmente obliterado e geralmente 
desaparece, exceto nos níveis cervicais. 
 
Anestesias Raquidiana 
 É introduzido no espaço subaracnóideo por meio de uma agulha que penetra no 
espaço entre as vértebras L2, L3 ou L3, L4. 
 No seu trajeto, a agulha perfura sucessivamente a pele e a tela subcutânea, o 
ligamento interespinhoso, o ligamento amarelo, a dura-matér e a aracnóide 
 
Anestesia Epidurais (ou peridurais) 
 São feitas geralmente na região lombar. 
 Apresenta alguns incômodos como dor de cabeça que resulta da perfuração da 
dura-máter e do vazamento do líquor. 
 
Isquemia da Medula 
 Fraturas, luxações podem interferir com o suprimento sanguínea para a medula 
 Que pode levar a fraqueza e a paralisia dos músculos 
 
TERMINOLOGIA DAS LESÕES MEDULARES: 
Segundo Stokes (2000), os termos utilizados para descrever os pacientes lesionados, 
baseiam-se no nível geral da coluna vertebral e da perda da função. São eles: Paraplegia 
e Tetraplegia. 
 
PARAPLEGIA: 
 Refere-se à deficiência ou perda da função motora e/ou sensorial nos segmentos 
torácico, lombar ou sacral (exceto o segmento cervical) da medula espinhal, decorrente 
de lesão dos elementos neurais internos do canal medular. 
TETRAPLEGIA: 
 Antigamente era conhecida como quadriplegia, mas este termo vem sendo 
substituída. 
 Tetraplegia é o termo usado para lesão da medula espinhal que causa perda ou 
disfunção sensitiva e motora nos segmentos cervicais (elementos neurais internos do 
canal medular). 
 
Bulbo 
 
É também conhecido por bulbo raquídeo ou medula oblonga. Tem a formade um cone 
e é a parte mais caudal do tronco encefálico. Sua parte inferior está ligada à medula 
espinhal e a parte superior à ponte. Seu limite superior se encontra no nível do sulco 
bulbo-pontino (margem inferior da ponte) e seu limite inferior se encontra no nível 
do forame magno. O Bulbo recebe informações de vários órgãos do corpo, controlando 
as funções autônomas, chamadas de vida vegetativa, como: batimentos cardíacos, 
respiração, pressão do sangue, reflexos de salivação, tosse, espirro e o ato de engolir. 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Face anterior ou ventral: 
 Pirâmide - eminência alongada, constituída de um feixe compacto de fibras 
nervosas descendentes que ligam as áreas motoras do cérebro aos neurônios 
motores da medula - trato córtico-espinhal. 
 Decussação das pirâmides - parte caudal do bulbo, onde 75-90% das fibras 
cruzam o plano mediano, obliterando a fissura mediana anterior – para 
continuar como trato córtico-espinhal lateral 
 
 Face lateral: 
 Olivas - Acidente formado por grande massa de substância cinzenta - núcleo 
olivar inferior, o qual recebe fibras do córtex cerebral, da medula espinhal e do 
núcleo rubro. Liga-se ao cerebelo (fibras olivocerebelares). Relaciona-se com a 
aprendizagem motora, a qual permite realizar determinada tarefa com 
velocidade e eficiência cada vez maiores se for repetida. 
 
Posterior ou Dorsal: 
 Fascículos grácil e cuneiforme - conduzem a propriocepção consciente, tato 
epicrítico, e a sensibilidade vibratória. 
 Tubérculos dos núcleos grácil e cuneiforme - massa de substância cinzenta. 
 Pedúnculo cerebelar inferior (corpo restiforme) 
 
 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Emergências de nervos cranianos: 
Nervo hipoglosso (XII) 
 Origem Aparente - Sulco lateral anterior do bulbo 
 Emergência Craniana - Canal do hipoglosso 
 Função - Motor 
 Território de Inervação - músculos da língua (extrínsecos e intrínsecos) 
 
Nervo acessório (XI) 
 Origem Aparente - A raiz bulbar do sulco lateral posterior 
 Emergência Craniana - Forame jugular 
 Função – Motor 
 Território de Inervação - inerva vísceras da cavidade torácica bem como 
estruturas da laringe; já as raízes espinhais inervam musculatura estriada 
esquelética esternocleidomastóideo e o trapézio. 
 
Nervo vago (X) 
 Origem Aparente - Sulco lateral posterior do bulbo 
 Emergência Craniana - Forame jugular 
 Função - Misto 
 Território de Inervação - Gustação (epiglote); Sensibilidade (faringe, laringe, traqueia, 
esôfago e vísceras torácicas e abdominais); Músculos da faringe e da laringe 
Nervo glossofaríngeo (IX) 
 Origem Aparente - Sulco lateral posterior do bulbo 
 Emergência Craniana – Forame jugular 
 Função - misto 
 Território de Inervação – Gustação (1/3 da posterior da língua); glândula parótida 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Ponte 
Repousa na parte basilar do osso occipital e dorso da sela túrsica. 
Interposto entre o bulbo e o mesencéfalo, localiza-se ventralmente ao cerebelo. 
É dividida em uma porção ventral ou base e uma porção dorsal ou tegmento. 
É uma grande massa ovoide. É cortada por longos feixes de fibras orientadas 
transversalmente, a fibra transversal da ponte. A ponte participa de algumas atividades 
do bulbo. Interfere no controle da respiração, é um centro de transmissão de impulsos 
para o cerebelo e atua ainda, como passagem para as fibras nervosas que ligam o 
cérebro à medula. 
 
Limites: 
Superior - plano horizontal que passa na altura da fossa interpeduncular. 
Inferior - sulco bulbo pontino 
 
Elementos descritivos: 
Sulco basilar (repousa a artéria basilar) 
Sulco bulbo-pontino 
Pedúnculo cerebelar médio 
 
Emergências de nervos cranianos: 
Nervo trigêmeo (V) 
 - emerge no corpo da ponte, apresenta uma raiz sensitiva (maior) e uma raiz motora. 
 Origem Aparente – Face Ventrolateral da ponte 
Emergência Craniana - Fissura orbital superior (r.oftálmico); forame redondo (r. 
maxilar); forame oval (r. mandibular) 
 Função - Misto 
 Território de Inervação - Face; Língua (2/3 anteriores - exterocepção/ 
sensibilidade); Propriocepção dos dentes; Músculos da mastigação; ATM 
 
Nervo abducente (VI) 
 Origem Aparente - Sulco bulbo-pontino 
 Emergência Craniana - Fissura orbital Superior 
 Função - Motor 
 Território de Inervação - Músculo reto lateral 
 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
Nervo facial e intermédio (VII) 
 Origem Aparente - Sulco bulbo-pontino 
 Emergência Craniana - Poro (meato) acústico interno 
 Função – Misto 
 Território de Inervação - Gustação (2/3 anteriores da língua); glândula lacrimal; 
glândulas submandibular e sublingual; músculos da mímica 
 
Nervo vestíbulo-coclear (VIII) 
 Origem Aparente - Sulco bulbo-pontino 
 Emergência Craniana - Passa pelo meato acústico interno, mas não sai do crânio 
 Função - Sensitivo 
 Território de Inervação - Orelha interna 
 
Mesencéfalo 
Interpõe-se entre a ponte e o diencéfalo. 
Controla muitas funções sensoriais e motoras, incluindo os movimentos dos olhos e a 
coordenação dos reflexos visual e auditivo. 
É a menor parte do tronco encefálico. Interpõe-se entre a ponte e o diencéfalo. É 
atravessado por um estreito canal, o aqueduto cerebral, que une o III ao IV ventrículo. 
Na face anterior encontra uma depressão que separa o mesencéfalo da ponte chamada 
de sulco pontino superior. Na face posterior do mesencéfalo distingue-se uma lâmina 
quadrigêmea, os colículos. Os colículos superiores recebem informações visuais e 
os colículos inferiores fazem parte da via auditiva. O mesencéfalo é responsável por 
algumas funções como a visão, audição, movimento dos olhos e movimento do corpo. 
 
Elementos descritivos: 
1 - Colículos superiores (relacionados com os órgãos da 
visão) e colículos inferiores (relacionados com a audição) 
2 - Aqueduto cerebral (2) 
 Percorre longitudinalmente o mesencéfalo e é 
circundado por uma espessa camada de substância 
cinzenta - periaquedutal. Relacionada a liberação de 
substâncias químicas que modulam a dor - opióides 
endógenos: encefalinas ou endorfinas. 
3 - Tecto: 
 Linha imaginária que passa na altura do aqueduto. 
Braços dos colículos superiores e inferiores 
 
Componentes do mesencéfalo 
4 - Tegmento 
5 – Substância negra do mesencéfalo 
6 – Base 
Obs: 4,5 e 6 formam o pedúnculo cerebral 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
 
Emergência de nervos cranianos: 
Nervos oculomotor (III) 
 Origem Aparente - Sulco medial do Pedúnculo cerebral (parte anterior) 
 Emergência Craniana - Fissura orbital superior 
 Função - Motor 
 Território de Inervação - Músculos elevador da pálpebra superior; oblíquo 
inferior e retos superior, inferior e medial; Músculos esfíncter da Pupila e ciliar 
 
 
Nervo troclear (IV) 
 Origem Aparente - Véu medular superior 
 Emergência Craniana - Fissura orbital superior 
 Função - Motor 
 Território de Inervação - Músculo oblíquo superior 
Obs: único par craniano que emerge posteriormente, abaixo dos colículos inferiores, 
contorna o mesencéfalo para surgir ventralmente entre a ponte e o mesencéfalo. 
 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
 
 
 
 
 
 
1- Nervo troclear 
 2-Nervo Oculomotor 
 3- Nervo Abducente 
 
 
 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
CERÉBRO 
 
Cérebro: 
 
 Diencéfalo (tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo) 
 Núcleosda base (neurônios localizados na parte interna medular que recebem 
nutrição devido a proximidade com os ventrículos) 
 Telencéfalo 
 
Diencéfalo: 
 Definição: É a região central do cérebro, recoberto pelos hemisférios e dividido 
em grande parte pelo terceiro ventrículo em esquerdo e direito 
 Origem ontogenética: 
 Prosencéfalo: 
 Telencéfalo 
 Diencéfalo 
 Há 4 divisões 
 Tálamo 
 Hipotálamo 
 Epitálamo 
 Subtálamo 
 
 
TÁLAMO 
 
 É um agregado de núcleos de conexões muito diferentes, o que indica funções 
diversas (sensibilidade, motricidade, comportamento emocional, ativação do 
córtex) 
 Funciona como estação de retransmissão dos impulsos sensoriais provindos da 
periferia, agindo como “filtro moderador” das informações que são enviadas ao 
córtex cerebral, assim, chegando a consciência do indivíduo – direciona a 
informação para região que responde a essa informação- aumenta o tempo de 
resposta 
Neuroanatomia - Anatomia II 
Canibais 
 Participa da integração da informação motora entre os núcleos da base e 
cerebelo (centro motor), retransmitindo a informação para o córtex 
 Processa informações de ordem superior, tendo participação de forma ativa em 
funções relacionadas ao córtex – “melhora a informação” 
 OBS: Síndrome Talâmica – Se manifestam dramáticas alterações da 
sensibilidade. Uma delas é o aparecimento de crises da chamada DOR CENTRAL, 
dor espontânea e pouco localizada, que frequentemente se irradia a toda 
metade do corpo situado do lado oposto do tálamo comprometido 
 
HIPOTÁLAMO 
 
 O hipotálamo é parte di diencéfalo e se dispões nas paredes do III ventrículo, 
abaixo do sulco hipotalâmico, que o separa do tálamo. Apresenta também 
algumas formas anatômicas visíveis na face interior do cérebro: o quiasma 
óptico, o tuber cinéreo, o infundíbulo e os corpos mamilares. 
 Relacionado com o equilíbrio do corpo – Homeostasia 
 Controla o Sistema Nervoso Autônomo assim como o funcionamento hormonal 
do corpo 
 Grande parte desta regulação se faz pela sua influência sobre a glândula hipófise 
(pituitária), a qual secreta os principais hormônios que estimulam as demais 
glândulas do corpo 
 Função dos principais núcleos: 
 Núcleo supraótico e paraventricular – equilíbrio hídrico (regula a diurese) 
 Núcleo supraquiasmático: regulação do ciclo-circadiano (relógio biológico) 
 Área hipotalâmica posterior: conservação de calor do organismo 
 Área hipotalâmica anterior: controla a perda de calor do organismo 
 Núcleo pré-óptico medial: Controla a Pressão Arterial 
 Núcleo Ventramedial: saciedade 
 
HIPOTÁLAMO – HIPÓFISE 
 
 Conhecida como glândula pituitária (0,5 a 1g) 
 Localiza-se na base do cérebro, abaixo do hipotálamo, sendo ligada por este pelo 
infundíbulo 
 “Glândula mestre”: secreta hormônios que controlam o funcionamento de 
outras glândulas 
 Dividida em: Neuro-hipófise (hipófise posterior) e Adeno-hipófise (hipófise 
anterior) 
 Neuro- Hipófise: 
 Contato direto com os capilares – secreções diretas na corrente sanguínea 
 Fazem neurossecreção (células endócrinas, ao contrario de neurônios 
normais que secretam substancias por sinapse) 
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Canibais 
 Principais hormônios: Ocitocina (promove contrações do útero durante o 
parto e ejeção de leite por estimulo mecânico nas glândulas mamarias) e 
ADH/Vasopressina 
 Adeno- Hipófise 
 Principais Hormônios: 
 Somatrotrofina (GH) – epífise de ossos longos 
 LH- Produção de estrógeno, progesterona, testosterona 
 Prolactina – prod. de estrógeno, progesterona e estimula a produção de 
leite 
 Mamotrofina: estimula a produção de leite materno ou sêmen 
 Patologias da Hipófise: 
I. Acromegalia: Distúrbio causado pelo excesso de GH 
II. Nanismo: 
III. Diabetes insipidus: Causada pela produção reduzida de vasopressina. Se 
caracteriza pelo grande aumento na produção de urina, o que provoca 
sede, e consequentemente aumento na ingestão de água. 
IV. Hipopituitarismo: Doença endócrina caracterizada pela redução na 
produção de um ou mais hormônios da hipófise. Consequentemente a 
redução de um ou mais hormônios da hipófise vai influenciar no 
funcionamento das demais glândulas do organismo 
 
EPITÁLAMO 
 
 Estrutura posterior ao diencéfalo, sendo um segmento central do cérebro. Tem 
como uma de suas principais estruturas a glândula pineal 
 É uma importante via de comunicação entre o sistema límbico, núcleos da base 
e outras áreas do cérebro 
 Graças a retina e aos impulsos que chegam através do núcleo supraquiasmático 
se torna possível, através da luz, a produção de Melatonina. Este hormônio 
secretado pela glândula pineal é responsável direto pelo ciclo vigília/sono 
 Ambientes escuros – muita melatonina / Ambientes claros: pouca melatonina 
 
SUBTÁLAMO 
 
 Localizada na zona de transição entre o Diencéfalo e o Mesencéfalo 
 O núcleo subtalamico tem papel importante entre os circuitos da córtex cerebral 
e os núcleos da base, estes sendo fundamentais para regulação da motricidade 
 Lesões nesta região são responsaveis por uma sindrome conhecida como 
HEMIBALISMO que consiste em movimentos involuntários das extremidades do 
corpo. No Mal de Parkison é uma das vias afetadas. 
 
 
 
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Núcleos da Base 
 
 Os núcleos da base fazem conexões entre o córtex motor e outras regiões do 
córtex cerebral, estão envolvidos no controle do movimento no controle do 
movimento 
 Os NB + Tálamo + Cerebelo e partes associativas do córtex cerebral, participam 
do planejamento e da programação dos movimentos intencionais. A medida que 
ocorre a concretização da aprendizagem, os movimentos tornam-se automáticos 
 Desta forma, os núcleos basais, através do estriado, desempenham um papel 
importante no controle de movimentos involuntários e estereotipados. A 
desregulação desta estrutura está associada a algumas doenças degenerativas 
como: Doença de Parkison, doença de Huntigton, síndrome de Tourette. 
 
TELENCÉFALO 
 
 Ocupa maior parte da cavidade craniana 
 Fissura longitudinal divide em 2 hemisférios que são ligados pelo corpo caloso 
 Constituição de 2 substancias: 
 Branca – meio 
 Cinzenta – parte interna – núcleos da base / parte externa – córtex 
 Divisão em sulcos e lobos: 
 Sulcos: ajudam a delimitar os lobos cerebrais 
I. Sulco Lateral: separa o lobo temporal do lobo frontal e dirige-se para a 
face súpero-lateral 
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II. Sulco central: percorre obliquamente a face súpero-lateral do 
hemisfério, separando os lobos frontal e parietal. É ladeado por dois 
giros, um anterior (pré-central – relacionado com a motricidade) e um 
posterior (pós-central – relacionado com a sensibilidade) 
 Lobos: recebem a denominação de acordo com os ossos do crânio, com os 
quais relacionam (frontal, parietal, occipital e temporal) + Lobo insular 
(situado profundamente ao sulco lateral e que não tem relação imediata com 
ossos do crânio 
 
 
 Dividida em 5 lobos 
Obs: Lobo Occipital – relacionado com a visão 
 Cortex 
 Hemisfério Esquerdo 
 Linguagem (96% indivíduos destros e 70% canhotos e ambidestros 
 Raciocínio matemático 
 Organização do tempo e sequência 
 
 Hemisfério Direito 
 Desempenho das habilidades artísticas, como música e pintura 
 Percepção de relações espaciais 
 Reconhecimento da fisionomia das pessoas 
 
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Cerebelo 
 
 É a parte do encéfalo responsável pelo controle dos movimentos voluntários,aprendizagem motora, controle do tônus muscular e do equilíbrio 
 Divisões do cerebelo: 
 Divisão anatômica: 
 Vémis 
 Hemisfério cerebelar direito 
 Hemisfério cerebelar esquerdo 
 
 Divisão ontogenética: 
I. Lobo anterior 
II. Lobo posterior 
III. Lobo flóculo-nodular (mais primitivo) 
 Divisão filogenética: 
Analisada pelo desenvolvimento do cerebelo de seres mais simples a seres mais 
complexos - localizar síndromes cerebelares 
 ARQUICEREBELO - 1ª fase de evolução aparece juntamente com os 
seres bem primitivos, os ciclóstomos. Estes animais têm a necessidade 
de se manter em equilíbrio no meio líquido, por serem desprovidos de 
membros e fazerem movimentos ondulatórios bem simples. O 
equilíbrio é conseguido, pois o cerebelo consegue coordenar a 
atividade muscular dos ciclóstomos, através de impulsos recebidos dos 
canais semicirculares que se encontram na parte vestibular da orelha 
interna, e dão informações sobre a posição do animal. 
 
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 PALEOCEREBELO - Cerebelo da 2ª fase é assim chamado porque 
mantém conexões com a medula espinhal. Os animais surgidos nessa 
fase são os peixes, que por apresentarem membros (nadadeiras) fazem 
movimentos mais elaborados do que os ciclóstomos. O cerebelo já é 
capaz de controlar o tônus muscular e manter uma postura adequada 
 
 NEOCEREBELO - É a 3ª e última fase. Corresponde ao surgimento dos 
mamíferos. Esta parte do cerebelo mantém conexões com o córtex 
cerebral, com o objetivo de manter o controle dos movimentos finos. 
Nesta fase se desenvolveu a capacidade de usar os membros para 
movimentos delicados e assimétricos. 
 Disfunções cerebelares: Produzem sintomas e sinais ipsiolaterais (corresponde 
ao mesmo lado que ocorreu a lesão). Lesões no Vérmis correspondendo as 
manifestações no tronco e lesões nos hemisférios correspondendo aos membros 
I. Síndrome do Paleocerebelo: Esta síndrome está ligada ao alcoolismo crônico. 
Ocorre como consequência da degeneração do córtex do lobo anterior. O 
paciente perde o equilíbrio, necessitando andar com a base alargada – ataxia 
dos membros inferiores. 
II. Síndrome do Arquicerebelo: Seu sintoma é caracterizado por perda de 
equilíbrio. O paciente não consegue ficar em pé, entretanto deitado 
consegue coordenar os movimentos de forma praticamente normal. 
III. Síndrome do Neocerebelo - Essa síndrome tem como sintoma fundamental 
a incoordenação motora (Ataxia), que pode ser testada por vários sinais, 
alguns descrevemos a seguir: 
o DISMETRIA – “medida dos movimentos”, acertar o alvo - Dedo no nariz 
o DECOMPOSIÇÃO – movimentos realizados em etapas por cada uma das 
articulações 
o DISDIADOCOCINESIA – Dificuldade de fazer movimentos rápidos e 
alternados 
o RECHAÇO – Musculos extensores custam a agir e os movimentos são 
violentos (sem controle) 
o NISTAGMO – Falta de coordenação dos músculos extrínsecos do globo 
ocular 
o TREMOR 
 
Vascularização do SNC 
 
 O sistema nervoso é formado por estruturas especializadas que exigem um 
suprimento sanguíneo permanente e intenso, para manter níveis elevados de 
glicose e oxigênio (não entra em metabolismo anaeróbio) 
 7 segundos de falta de hipóxia – perda de consciência/ 5min – lesões irreversíveis 
 Áreas diferentes do SNC são lesadas em tempos diferentes 
I. Neocórtex > Paleocórtex (unco e para-hipocampal) > Arquicórtex 
(hipocampo) 
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II. Sistema nervoso Supra segmentar (cérebro e cerebelo) 
III. Centro respiratório (bulbo) 
 Vascularização arterial 
 Artéria carótida interna + Artéria Vertebral 
 
Vascularização 
Art. Carótida Interna  entra pelo canal carotídeo 
Art. Vertebral (Ramo da subclávia)  entra pelo forame magno 
 
Formação do círculo 
arterial do cérebro 
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Art. Cerebral Posterior  Irriga a parte inferior do cérebro e o polo occipital. (Percorre a face 
inferior do lóbulo temporal) 
Art. Cerebral Anterior  vai irrigar o lobo frontal até a fissura parieto-occipital; irriga a parte 
mais alta da face supero lateral de cada hemisfério. (Percorre a fissura longitudinal do cérebro) 
Art. Cerebral Média  Irriga a face súpero lateral de cada hemisfério e o polo temporal. 
(Percorre todo o sulco lateral) 
 
 
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 Vascularização da medula espinhal 
 
 
 
Art. Espinal Anterior Art. Espinal Posterior 
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Sistema Venoso 
 
Drenam o sangue para os seios da dura-máter, de onde o sangue converge para as veias 
jugulares internas, que recebem praticamente todo o sangue venoso encefálico 
Paredes mais finas e desprovidas de musculatura 
Regulação ativa da circulação: 
 Aspiração da cavidade torácica 
 Força da gravidade 
 Pulsação das artérias (seio cavernoso) 
 
 Foice do cérebro: 
 Septo mediano que se insere na fissura longitudinal dividindo o cérebro em 
dois hemisférios 
 Tenda do cerebelo: 
 Septo que separa o lobo occipital do cerebelo, dividindo as estruturas do 
encéfalo como supra e infratentoriais 
 Foice cerebelar: 
 Septo que divide o cerebelo em dois hemisférios 
 Diafragma selar: 
 Isola e protege a glândula hipófise ao fechar a sela túrcica; este diafragma 
possui uma abertura para a passagem da haste hipofisária que liga a glândula 
ao encéfalo. 
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Liquido cerebroespinal (BARREIRAS ENCEFÁLICAS) 
 
Formação: plexos corioideos 
Circulação: ventrículos e espaço subaracnóideo (cisterna magna/ cerebelobulbar – 
ocupa o espaço entre a face inferior do cerebelo e posterior do bulbo) 
Absorção: granulações aracnóideas 
 
Características gerais das barreiras encefálicas: 
 Impedimento não pode ser completo 
 A barreira liquor- encefálica é mais fraca 
 Em geral, as barreiras hemoencefálicas e hemoliquoricas impedem a passagem 
de agentes tóxicos para o SN 
 
 Loc. Anatômica barreira hemoliquorica: 
 Plexo corioideo 
 
 Loc. Anatômica barreira hemoencefálica: 
 Neuropilo 
 Capilar cerebral 
 
 Loc. Anatômica da bareira liquor-encefálica: 
 Pia- máter

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