TRABALHO FINAL - RESUMO DOS GRUPOS
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TRABALHO FINAL - RESUMO DOS GRUPOS


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PSICOLOGIA
	
	ANAYANE NAYARA PAMPLONA MOREIRA
	ANDERSON LUIZ PACHECO ALVES
	CRISTIANE ANDREIA DE SOUZA
	GUILHERME FELICIO
	JULIANA ROSA DA SILVA
O SUJEITO E AS SUAS ARTICULAÇÕES COM A LINGUAGEM
Apucarana
2019
	ANAYANE NAYARA PAMPLONA MOREIRA
	ANDERSON LUIZ PACHECO ALVES
	CRISTIANE ANDREIA DE SOUZA
	GUILHERME FELICIO
	JULIANA ROSA DA SILVA
SUJEITO E AS SUAS ARTICULAÇÕES COM A LINGUAGEM
 
	
Trabalho apresentado à disciplina Psicologia 4º Semestre do Curso de Psicologia da Faculdade de Apucarana (FAP). 
Docente: Chiara Ferreira da Silva Fustinoni
Apucarana
2019
AVALIAÇÃO BIMESTRAL
1.1 QUESTINÁRIO 
 Como se constitui o desejo ?
R: O desejo não é algo a ser concretizado, e sim um "vazio" que se perpetua por toda a vida, pois estamos sempre em busca de algo a mais, em busca de respostas de caminhos a seguir, uma busca insaciável, pois passamos a vida tentando satisfazer novos desejos.
 Qual o papel da fantasia para o desejo?
R: Para Freud a fantasia traz a presença de um desejo, já Lacan destaca a função da fantasia para o sujeito, que seria a constituição de seus objetos. A fantasia é uma realidade psíquica que não bloqueia o acesso a realidade. O desejo não tem objeto já a fantasia da suporte ao desejo.
2. RESUMO DE TRABALHOS DOS GRUPOS
A presente atividade refere-se á opinião e entendimento particular do grupo, a cerca dos artigos apresentados em sala, como avaliação Bimestral, na disciplina de Constituição do Sujeito e Psicanálise, apresentado pelos acadêmicos: Anayane Nayara Pamplona Moreira, Anderson Luiz Pacheco Alves, Cristiane Andreia de Souza, Guilherme Felicio e Juliana Rosa da Silva do 4º Semestre de Psicologia da Faculdade de Apucarana.
2.1 \u2013 Grupo 1 \u2013 Considerações sobre eu e corpo em Lacan
O artigo Considerações sobre o eu e o corpo em Lacan, retrata a cerca dos textos freudianos a visão do Lacan, em aspecto de reformulação desses textos, da temática do eu e do corpo. No presente artigo é abordado tópicos como ego e narcisismo e através deles obtemos uma melhor compreensão da imagem do corpo e de como a mesma é importante na formação do eu. Existe uma série de características que constroem nossa relação com a imagem, citados nesse artigo.
Lacan apresenta o conceito de imaginário, para o imaginário da linguagem, ou seja, nossa alienação de que existe uma compreensão real, de que, o que verbalizamos vem da nossa cabeça, que passa pela a linguagem e é decodificado por um individuo. Está expectativa de entendimento, compreende o campo do Imaginário da linguagem, como o campo da alienação e identificações é onde nós falamos a partir do nosso ego. O corpo é visto dessa perspectiva do Imaginário, como o corpo como imagem, no conceito apresentado no artigo como Simbólico, o corpo é marcado pelo significante, já no Real, o corpo é marcado como sinônimo de gozo. É proposto nesse artigo pensar na imagem do corpo além do biológico, que através da teoria Lacaniana deveria ser pensado de maneira que levasse em consideração a linguagem como principal fonte de descrição, a teoria lacaniana descreve a linguagem como um fenômeno e através dessa imagem do eu e do corpo, compreendemos que muito de nós é constituído a partir da linguagem do outro. 
2.2 \u2013 Grupo 2 \u2013 O sujeito da Psicanálise: Particularidades na contemporaneidade
O artigo O sujeito da Psicanálise: Particularidades na contemporaneidade aborda o convívio social, o adoecimento e da ênfase a subjetividade do individuo com objetivo de conhecermos a partir das teorias de Freud e Lacan, a subjetividade em si, pelo olhar psicanalítico, e termos melhor compreensão através dela, de como o sujeito se sai na contemporaneidade. O sujeito é constituído através da sua interação com o outro, e para falarmos do processo de constituição do individuo, precisamos falar da relação com o outro. Na contemporaneidade, podemos observar o depauperamento da imagem de sujeito criada pela psicanálise, pois a relação com o outro não é satisfatória ao ponto de atribuir novos significantes inspiradores, o sujeito antes proposto pela psicanalise, movido de grandes desejos é moldado de acordo com o tempo, e com a chegada da contemporaneidade. Nesse artigo se é abordado conceitos de extrema importância como pulsão, linguística e neurose, a subjetividade para a psicanalise é dividida em inconsciente e consciente e com a chegada da contemporaneidade podemos observar a decadência da chamada lei da castração e acompanhada dela temos condutas contraventoras.
2.3 \u2013 Grupo 3 \u2013 Posição do estágio do espelho na teoria Lacaniana do imaginário
O artigo Posição do estágio do espelho na teoria Lacaniana do imaginário retrata uma das maiores contribuições do Lacan, á cerca das obras de Freud, denominada de estágio do espelho, que foi o texto fundador da Psicanálise Lacaniana. Lacan tenta trazer a explicação que as tentativas de interpretação que o bebe têm sobre as imagens que aparecem ao seu redor, nos períodos iniciais de vida se dão pelo fato de que a criança constrói o seu eu no mundo a partir do outro, fazendo uma analogia com o nome do texto ao colocar uma criança de frente ao espelho. Seguindo essa linha de raciocínio, ao colocar uma criança recém-nascida de frente ao espelho, ela não se reconheceria, podemos chamar de narcisismo primário, em outra situação a criança percebe que existe um outro no espelho, mais ainda não se identifica, já identifica que a mãe não é mais parte dele, que existem outras pessoas ao seu redor, mais não se identifica no espelho, em uma terceira situação ele começa a reconhecer sua imagem no espelho, onde inicia a representação dos sentidos e significados, a representação da palavra propriamente dita, podendo ser denominado de nascimento do eu, no espelhamento, a partir do outro. O olhar da mãe pela criança pode ser retratado como o espelho, onde a mãe decifra o mundo para criança, muitas vezes até denominando o choro da fome, o choro do sono, ai então vem o nascimento do eu, a partir do outro. Depois ocorre a tríade onde o pai desfaz as ilusões da criança narcisista e mostra que existem outros indivíduos além dela.
2.4 \u2013 Grupo 4 \u2013 Cap. 3 \u2013 A função criativa ...: simbólico e real
2.4.1 O sujeito Lacaniano
A função criativa da palavra: o simbólico e o real
O pensamento começa sempre a partir de nossa posição dentro da ordem anterior às palavras, em certo tipo de momento pré-simbólico ou pré-linguístico no desenvolvimento do homo sapiens ou no nosso desenvolvimento individual, mas enquanto pensarmos, a linguagem permanece. Demos a ele um nome: o real. Lacan nos diz que \u201cletra mata\u201d: ela mata o real que havia antes da letra, é na verdade, a letra em si - que, no estágio em que Lacan fez essa afirmação não está diferenciado do significante, das palavras ou da linguagem. O real é, por exemplo, o corpo de uma criança " antes " do domínio da ou sobrescrito com significantes ; o prazer está localizado em determinadas Levando a ideia de Freud sobre a perversidade polimorfa às últimas consequências, é possível ver o corpo de uma criança como apenas uma zona erógena Da mesma maneira, o real de Lacan é sem zonas, subdivisões, altos e · baixos localizados ou Iacunas e totalidades : o real é um tipo de tecido entrelaçado de forma a ser completo em todos os lugares, não havendo espaço entre os fios que são sua " matéria " É um tipo de superfície ou espaço plano e sem emenda que se aplica tanto ao A divisão do real em zonas separadas, características distintas e estruturas contrastantes é o resultado · Ao neutralizar o real, o simbólico cria a " realidade ", a realidade entendida corno aquilo que é nomeado. Pela linguagem e pode, portanto, ser 3 A " construção social da realidade " 4 implica em um linguagem de um grupo social ( ou subgrupo ). Sua linguagem não é parte da realidade desse grupo; não existe, a rigor. Terminologia de Lacan, a existência é um produto da