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PROTESE TOTAL 
*tratamento reabilitador 
 
Exame clinico: É o conjunto de procedimentos organizados com os quais o 
CD procura obter do paciente todas as informações necessárias e 
fundamentais para elaboração de um diagnóstico e prognóstico do caso 
clinico com o objetivo de tratar o paciente. 
Objetivos: detectar e avaliar patologias comuns as estruturas bucais 
Avaliar distúrbios funcionais e anatômicas (por ex, atm) 
Avaliar doenças sistêmicas 
Detectar as dificuldades do tratamento 
Avaliar a necessidade de tratamentos prévios (ex: hiperplasia, alterações 
do meio bucal) 
*só realizamos a prótese após tratar todas as doenças, tratamento 
reabilitador. 
Avaliar a atitude do paciente em relação ao tratamento 
Promover o prognóstico (realizar plano de tratamento) 
Registrar as informações em fixas (prontuários) 
 
O exame clinico é composto de anamnese + exame físico. 
Anamnese: questões dialogadas, analisar as condições de saúde geral 
 
Ficha clínica: fácil manejo e conservação 
Conter todos os dados necessários, e espaço para futuras anotações 
Anotações objetivas e que qualquer pessoa consiga entender 
 
Primeira visita: 
- Triagem 
- Avaliar conceito que o paciente tem de PT (se nunca usou, se ele aceita o 
tratamento) 
- Ajuste oclusal bom, adaptada, se devolve 20% das condições normais de 
mastigação, devolve funções mas com algumas limitações. 
 
Avaliar: 
Aspecto de saúde 
Aspecto de saúde bucal 
Aspectos psicológicos -- pode ser receptivo, histérico, áptico, 
indiferente. 
 
 
Exame da Saúde Geral 
- anemias 
- problemas de nutrição 
- doenças infectos contagiosas 
* para tomar cuidados adicionais sobre a saúde do pacinete 
- alterações hormonais 
- problemas digestivos 
- problemas respiratórios 
- problemas renais 
- problemas cardíacos 
- discrasia sanguínea 
 
Exame Extra Oral 
- avaliar: cor de pele, cabelo, olhos (para cor do dente) 
- formato do rosto: para formato do dente 
- lábios ( se houver alteração) 
- presença de quelite angular (comissura labial) 
- linha média (se tem desvio) 
- Perfil facial 
- alterações (feridas, manchas, nódulos) 
 
Exame físico intraoral 
Avaliar: 
- palato 
- mucosa 
- língua 
- assoalho de boca 
- lábio 
- distancia entre os maxilares 
- o porque das perdas dos dentes do paciente (carie, trauma, doença 
periodontal), histórico odontológico 
* se ele perdeu por carie ou doença periodontal o CD vai ter uma 
dificuldade para manter prótese higienizada 
* se perdeu por trauma pode haver alguma alteração na face 
 
Forma geral dos maxilares: 
- retangular 
- ovóide 
*estabilidade maior da prótese, porque obtem melhor retenção da 
prótese. Porque a distribuição das forças desse tipo de rebordo é melhor, 
mais fácil de montar dentes artificiais, estética favorecida. 
- triangular 
 
Tamanho dos rebordos: 
- grande (50mm) 
- médio (45mm) 
Pequenos (40mm) 
 
Forma de Rebordo (secção transversal) 
Afilados (triangular) 
Vertentes paralelas (arredondados) 
Retentivos (estrangulado) 
 
 
 
Arredondados: 
Favoreis a reabilitação 
Quando as extrações dentarias foram feitas de maneiras adequadas 
Cicatrização ocorreu em tempo normal 
Não teve a presença de espículas osseas ou patológicas 
 
Triangulares ou estrangulares 
Perda óssea por algum problema patológico 
Essas formas são mais frágeis 
É comum desconforto e reclamações quando instalada a prótese, pois ela 
tem menos retenção, o paciente sofre mais trauma na mucosa 
 
Relação da Superficie do Rebordo Alveolar 
Mucosa lisa (é fácil de moldar) 
Mucosa ondulosa 
Rebordo irregular (machuca +) 
*quando o rebordo é muito irregular tem que fazer cirurgia de 
regularização deste rebordo antes de confeccionar a prótese. 
* se a prótese for feita logo após da extração dos dentes em alguns meses 
o paciente vai precisar reembazar ou trocar a pt, por causa do rebordo. 
 
Tuberosidades 
No rebordo, podem ser: 
- grandes 
- pequenas 
- média 
 
Torus 
Mandibulares ou palatinos 
 
Espaço intermaxilar 
Espaço entre o rebordo superior com o inferior 
Quando tem um espaço limitado é mais difícil reabilitar, porque tem que 
caber neste espaço resina acrílica (o cor de rosa que é a base) + os dentes 
e o espaço funcional livre 
Espaço limitado (dentes inadequadamente posicionados) – FALHA 
Espaço excessivo: estabilidade da prótese fica comprometida e causa 
reabsorção do rebordo 
*Isso não quer dizer que o paciente não pode ser reabilitado, só que o 
prognóstico não será favorável (paciente não conseguirá usar a prótese) 
 
Relação entre os dois rebordos 
- Sentido horizontal 
* Classe I: Perfil reto 
* Classe II: Queixo para trás 
* Classe III: Queixo para frente 
 
II ou III: difícil montagem dos dentes 
 
 
 
 
Prótese total se desenvolve uma oclusão bilateral, balanceada quando o 
paciente fizer protusão os dentes posteriores tocam, se não a prótese 
levanta e solta. 
*oclusão mutualmente protegida: dentes naturais 
 
Condições dos tecidos moles: 
- mucosa 
- língua 
- palato duro e mole 
*Avaliar: 
- cor: rosa (saudável) 
- textura: neoplasia ou irregularidades 
- mobilidade: duros ou flácidos 
 
 A mucosa é composta por mucosa e uma submucosa que funciona 
como um amortecedor entre a base e o tecido, se tem uma boca 
saudável a sub mucosa é bem inserida no periósteo e isso faz com 
que as forças da mastigação sejam transmitidas para o tecido ósseo 
de forma favorável e isso dá um bom suporte para as próteses, 
 Se a mucosa é flácida, delgada ou resili ente ela é muito + 
susceptível a traumas, porque a prótese terá muito menos 
estabilidade. 
Rebordo flácido (muita resiliência): 
Quando com um palito de sorvete (p/ exame) o CD encosta na mucosa 
e ela mexe mais de 2mm 
Resiliencia média: de 1 até 2mm 
Pouco resiliente: menos de 1mm 
 
De interesse para o prognostico, uma mucosa mais resiliente tem mais 
desvantagens, porque quando colocar uma prótese de resina acrílica 
(dura) que vai sofrer uma carga mastigatória em cima da mucosa 
flácida é mais difícil de adaptar, porque falta suporte e retenção, 
machucando a mucosa. 
Rebordo flácido é encontrado em 24% dos casos nas máximas e 5% nas 
mandíbulas. 
 
Presença de lesões 
Prevalencia de lesões de mucosa de 47% maior em idosos 
Alterações associadas à idade 
Lesoes benignas ou malignas 
 
Problemas patológicos mais frequentes no uso da PT: 
Hiperplasia (relacionada com a integridade da prótese, se ela está bem 
adaptada ou não) 
 
 
 
Quando tem prótese mal adaptada tem a redução da estabilidade que 
aumenta a quantidade de trauma e aumenta a formação da lesão 
Candidiase Oral 
1- Primária (manifestação só na cavidade oral) 
2- Secundária (manifestação sistêmica) 
 Lesões de cândidas associadas ao microorganismo cancido: 
 - queilite angular: inflamação na mucosa que nunca sara 
- glossite romboide mediana 
- heritema gengival 
- estomatite protética (atinge de 20% a 25% dos usuários da PT) 
- fatores predisponentes: 
. presença da PT durante o sono noturno 
. deficiência de higiente 
. quando o paciente usa a PT para dormir: 
* aumenta o trauma na mucosa (pelo apeitarmento dos dentes 
durante a noite) e isso faz com que estimule a renovação das células 
epiteliais deste rebordo e assim tem a solução da queratinização desta 
mucosa e isso faz com que ocorra a penetração dos patógenos 
(principalmente fungos na mucosa) 
 
Caracteristica clinica do paciente com estomatite protética: 
- eritema crônico (geralmente superior) 
- petéquias hemorrágicas localizadas no palato (área de contato) 
 
Sintomatologia: as vezes dói queilite angular associada sensação de 
queimação, gosto desagradável assintomático (na maioria dos casos) 
 
 
 
Estado de saúde da mucosa 
 Saudável: rosa claro / superfície lisa e aderente 
 Tecido inflamado: coloração avermelhado / objetivodo CD: 
detectar a causa 
 
Freios e bridas 
 Freios baixos: quando movimenta a boca a prótese cai. 
 
 Lingua 
 Tamanho, posição, mobilidade 
 
Palato mole: 
 Inclinação do palato mole 
 Sempre avaliar sua disposição em relação ao palato duro (influi na 
extensão do limite posterior da prótese) 
Saliva 
MUITO importante, pois, o que faz a PT parar no lugar é uma película ou 
saliva entre a PT e a mucosa. A saliva promove vedamento periférico 
Se não tem saliva, não tem vedamento, assim não tem retenção 
 
Tipos de saliva: 
Mucosa (espessa) 
*forma uma película muito grande e faz com que ocorra o deslocamento 
da PT 
 
Serosa 
*fluída, maior adesividade 
 
Xerostomia 
*queixa subjetiva de boca seca que pode resultar de uma diminuição na 
produção de saliva 
*redução dos níveis ( dificuldades no uso da prótese ) 
. perda de retenção 
. formação de ulceras traumáticas 
. contato direto 
 
Efeitos negativos 
*hábitos alimentares alterados 
*estado nutricional deficiente 
*fala e paladas prejudicados 
*ressecamentos dos lábios 
*riscos do aumento de infecção: candidíase 
*mucosite 
*halitose 
*intolerância a prótese 
 
Secreção diária de saliva NORMAL: 800 – 1500ml de saliva 
 
Causas de xerostomia: 
PRINCIPAL: medicamentos 
. o paciente idoso já tem redução no fluxo salivar 
. esta presente em 30% da população idosa 
. doenças sistêmicas 
. radioterapia (região de cabeça e pescoço) e dependendo numero de 
sessões pode ser transitório ou permanente 
. mulheres na menopausa 
 
Informação ao paciente: 
Ausencia de saliva dificulta uso da PT 
Salivas artificiais pode ajudar 
 
EXAMES COMPLEMENTARES 
Panoramica 
Modelos de estudo 
Exames das próteses em uso (estado dela) 
Exame radiográfico 
Presença de lesões 
Presença de raízes residuais e dentes inclusos 
Forma e qualidade do osso alveolar 
Altura do corpo mandíbula 
Forame, crista 
 
Contra indicações formais: 
- presença de lesões malignas irreversíveis 
- incapacidade e debilidades motora 
- sensibilidade avançada 
*contra indicação temporárias: 
- cirurgias pré protéticas 
- presença de dentes e raízes residuais 
- lesões malignas 
 
Musculos 
- podem deslocar a PT: 
. masseter 
. pterigoide medial 
. mentoniano 
. palatoglosso 
. estiloglosso 
. milohioide (assoalho da boca) 
 
- que estabilizam a PT em posição: 
. bucinador 
. orbilucar do lábio 
. genioglosso 
 
 
PASSO A PASSO DA PT: 
 
1º Passo da PT 
Moldagem anatômica (com alginato) 
 
2º Passo da PT 
Moldagem funcional 
Na moldagem funcional e com ela a moldeira individual, de onde vai ser 
feita a moldagem funcional (silicone, godiva e lizandra) 
A moldeira individual não chega até o fundo de suco, porque precisa de 
espaço para o material de moldagem moldar o fundo de suco 
Silicone e godiva para rebordo: se o rebordo for flácio não pode usar 
lizandra e só silicone leve. 
Lizandra para a base 
 
3º Passo da PT 
Vazar o gesso e aí vai ter o modelo de trabalho (que será utilizado até o 
final) 
 
4º Base de prova com plano de orientação 
4.1 Aliviar áreas retentivas 
- freios labial 
- bridas e freios laterais 
 
4.2 Plano de cera: orientar 
Desgastar se necessário na vestibular (tem que estar harmônico, 
principalmente o suco nasolabial) 
Plano oclusal: ver se esta aparecendo muito na incisal com a boca do 
paciente em repouso. Primeiro tira com a espátula de pintor, depois a 
régua de fox para ver o paralelismo (linha da pupila e o plano de camper) 
*Plano de camper é formado por: 
Asa do nariz até o tragus 
Comessura labial até a base da orelha 
 
4.3 Corredor Bucal 
Quantidade de exposição dos dentes posteriores 
 
4.4 Linha média (mais importante) 
Divisão entre 11 e 21 
Não ir pelo nariz 
Glabela, queixo 
 
4.5 Linha alta do sorriso: determina a quantidade de exposição dos dentes 
anteriores no sorriso 
Pedir pro paciente sorrir como se tivesse ganhado na mega sena para 
chegar em seu espaço máximo 
 
4.6 Linha dos caninos 
Linha pupilar (usar o fio dental) / Comissura Labial 
5. Montagem do arco facial no Articulador 
 
Qual a diferença da moldagem anatômica para a moldagem funcional? 
A moldagem anatômica é uma moldagem única para fazer a moldeira 
individual. A moldagem funcional é uma moldagem dupla (primeiro molda 
o rebordo de maneira dinâmica, movimentando os músculos do paciente 
e depois molda a base da moldeira) 
 
MOLDAGEM ANATOMICA ou moldagem preliminar 
Tecnicamente a moldagem de um rebordo edentado deve ser realizado 
com os seguintes objetivos: 
1. Minina deformação dos tecidos de suporte, através da aplicação da 
técnica adequada na moldagem anatômica 
2. Extensao correta da base da prótese, por meio de ajuste da 
moldeira individual, de acordo com as características 
anatofisiologicas do paciente 
3. Vedamento periférico funcional, pela espessura e contorno 
adequado das bordas da prótese 
4. Contato adequado da base da prótese com o rebordo, através da 
perfeita reprodução dos tecidos pelo material de moldagem 
*. Um erro comumente observado e a realização da moldagem 
anatômica apenas com o objetivo de obter um modelo para confecção 
de uma moldeira individual. 
*. A respeito disso, pode-se assumir que uma mínima deformação dos 
tecidos deve ser obtida por uma moldagem anatômica com material de 
baixa compressibilidade, como o alginato, e a moldeira individual deve 
ser confeccionada ajustada ao modelo anatômico com a finalidade de 
preservar, durante a moldagem funcional, a arquitetura dos tecidos 
obtida na moldagem anatômica, especialmente nos casos de mucosa 
flácida 
*. Os materiais mais utilizadas para moldagem dos edentados são: 
alginato, godiva, e silicone. 
 
Seleção da moldeira de Estoque 
PASSO MAIS IMPORTANTE: 
Moldeiras apropriadas para edentados devem possuir bacia mais rasa e 
o cabo biangulado permitindo seu posicionamento correto sobre o 
rebordo, sem deformar as inserções musculares 
- Deve-se considerar o tamanho e a largura 
- O cabo angulado permite a inserção adequada da moldeira sem 
deformar a musculatura do lábio, que forma o fundo de vestíbulo na 
região anteior. 
*. A seleção da moldeira é feita de acordo com a largura da sua porção 
anterior, centralizando-se as tuberosidades da maxila nas partes mais 
profundas da baixa superior e a crista do rebordo nas suas porções 
mais distais, bilateralmente na moldeira inferior. 
****. Compasso de ponta seca pode ajudar a medir a largura do 
rebordo no nível da tuberosidades para facilitar a escolha.**** 
 
Com alginato: Por ser fácil de manipular, produzir menores 
deformações aos tecios de revestimento do rebordo e apresentar boa 
fidelidade de cópia, o alginato (hidrocoloide irreversível) é o material 
mais utilizado. Moldeiras para alginato deve possuir algum meio de 
retenção. Individualizar com cera periférica. 
A desinfecção de moldes em alginato antes de vazar o gesso é feito 
com solução de hipoclorido de sódio a 1% e mantendo-os em um 
recipiente fechado por 10min. 
 
Com godiva: A godiva é um material a base de resinas termoplásticas, a 
qual pode ser especialmente útil para moldar rebordos edentados 
inferiores severamente reabsorvidos, pois possui grande capacidade de 
afastar a musculatura inserida no rebordo. Entretanto tende a 
comprimir e deformar mais os tecidos que os outros materiais. 
A desinfecção imergir o molde em uma solução de glutaraldeiro a 2% 
por 10min. 
 
Com silicone: Em algumas situações, nas quais tenham ocorrido grande 
alterações ósseas no rebordo remanescente, o que inclui as 
reabsorções ósseas severas, o uso de silicone traz vantagens de uma 
técnica na qual se consegue individualizar a moldeira de estoque com o 
silicone pesado, para otimizar a capacidade de cópia do material de 
moldagem, no caso silicone leve. 
A Desinfecção imergir o molde em solução de hipocloridode sódio de 
1% ou glutaldeido a 2% por 10min. 
 
MOLDAGEM FUNCIONAL OU FINAL. 
 
A moldagem funcional deve ser dividida em duas fases distintas, mas que 
se completam: vedamento periférico e moldagem funcional propriamente 
dita. 
*Pode se dizer que uma moldagem funcional só pode ser considerada 
funcional se o vedamento periférico foi executado de forma apropriada. 
 
MOLDEIRAS INDIVIDUAIS: 
 
Porque a moldeira individual não recobre todo o modelo? 
Porque aqui moldamos fundo de suco e precisamos deixar espaço para o 
material. 
 
A moldagem funcional é realizada utilizando uma moldeira individual. 
Primeiro objetico do uso da moldeira: está na terminação dos limites da 
área chapeavel de acordo com a fisiologia dos elementos anatômicos 
presentes. Dessa forma obtem-se um vedamento em toda periferia da 
base da prótese, que promove o confinamento de uma película de saliva, 
quando retenção da prótese a mucosa por ação das forças de coesão, 
adesão e pressão atmosféricas. 
Um bom vedamento periférico diminui significamente o fluxo de 
alimentos que podem vir a ficar interpostos entre a prótese e a mucosa. 
É importante que a moldeira seja construída o mais adaptada possível 
sobre o modelo anatômico. Pois dessa forma durante a moldagem 
funcional que sempre vai ocorrer algum grau de compressão dos tecios, 
estes serão contidos e mantidos em posição, com mínimo graus de 
deformação. 
 
*. O vedamento periférico mantem o filme de saliva entre a base da 
prótese e a mucosa 
 
Pequenos alívios são recomendados para facilitar a remoção do modelo 
de trabalho na moldeira individual 
O alivio também é importante em determinadas áreas nas quais a mucosa 
apresenta algum grau de flacidez ou se resiliência natural (ex: rugosidades 
palatinas) 
A área de alivio deve ser a menor possível e jamais recobrir toda a área de 
suporte primaria 
As moldeiras devem possuir cabos que facilitam sua manipulação durante 
o procedimento de moldagem. Ajudam a aferir o grau de retenção e 
estabilidade. Devem possuir tamanhos aproximadamente dos dentes 
artificias cerca de 10mm. 
 
** Independente do material utilizado para sua confecção, a moldeira 
indiviaul deve ser rígida, não permitindo a deformação do material de 
moldagem que por ela seja suportado ** 
 
Os matérias + utilizados para confecção são: 
- resina acrílica autopolimerizavel 
- resina acrílica termopolimerizavel 
- resina composta fotolimerizavel 
- placa de poliestireno 
 
VEDAMENTO PERIFERICO 
Essa técnica consiste em permitir que os tecidos estabeleçam suas 
próprias relações de contato com o material de moldagem, modelando 
aos seus requerimentos funcionais 
Antes de proceder ao VP a moldeira individual precisa ser ajustava para 
que haja espaço suficiente a ser preenchido pelo material de moldagem. 
Esses cuidados eliminam maior parte das manobras de tracionamento. A 
borda da moldeira deve guardar de 2 a 3mm de distancia do fundo de 
vestíbulo, com exceção da região do termino posterior. 
*a godiva de baixa fusão em bastão tem propriedades que se apresentam 
como vantagens em relações aos demais matérias para a moldagem do 
vedamento periférico. Como regra godiva deverá apresentar-se com 
espessura adequada, contorno arredondado e superfície fosca, sem 
dobrar as rugosidades, ocupando totalmente o espaço deixado pelo ajuste 
da moldeira e mantendo-se em intimo contato com os tecido. 
 
Rebordo Superior 
Se divide em 5 regioes 
. Espaço coronomaxila 
. Fundo de vestíbulo 
. Fundo de vestíbulo 
. Freio labial 
. Termino posterior – vedamento ou selamento posterior 
 
Rebordo Inferior 
Se divide em 6 regioes 
. Chanfradura do masseter 
. Fundo do vestíbulo bucal 
. Fundo do vestíbulo lingual 
. Fossa distolingual 
. Falange sublingual 
. Freios linguais 
 
Materias de moldagem 
Os matérias mais usados para execução da molgadem final são as pastas à 
base de óxido de zinco e eugenol e os elastômeros (silicone, poliestereo e 
mercaptanos). 
 
 
BASES DE PROVA E ORIENTAÇÃO 
 
O profissional necessita de um meio adequado para registrar e transferir o 
arranjo dos dentes artificias das futuras próteses. O melhor meio: plano 
de orientação, feitas com ceras, ancoradas na base de prova. 
Os planos de cera ajustado e relacionados da boca são orientar todos os 
passos d confecção da prótese (protótipo). A presença na boca promove a 
recuperação de parte significativa das características estéticas perdidas. 
 
BASE DE PROVA 
A precisão dos registros das características biotipológicas do individuo 
determinará a acuidade das relações intermaxilares, oclusais e do padrão 
estético das próteses terminadas. Por isso as bases de prova devem ser 
rígidas, estáveis, retentivas e bem adaptadas ao rebordo residual. 
As bases de prova são confeccionadas sobre os modelos obtidos das 
moldagens funcionais e podem ser feitos com resina acrílica termo, auto 
ou fotopolimerizavel. 
As bases de provas confeccionadas com resina acrílica possuem 
vantagens: 
1- Possibilita a confirmação do resultado da moldagem funcional antes 
do termino do trabalho, em um momento que ainda pode ser 
refeita. 
2- São mais estáveis sobre os rebordos edentados, facilitando e 
tornando mais precisos os procedimentos de registo. 
 
PLANOS DE ORIENTAÇÃO 
 
Os planos de orientação ou de referencia devem ser confeccionados em 
cera 7 ou 9 fundidas em um conformador, o que resulta em planos de cera 
mais resistentes, 
A colocação dos planos de orientação sobre as bases de prova deve seguir 
determinadas réguas com o objetivo de diminuir a quantidade de ajuste 
com o paciente. 
 
Base de Prova – base que terá no final da PT 
Plano de orientação 
 
*São um protótipo que oriente o protético 
*É um meio para registro e transferências das características do paciente 
 
Caracteristicas da base de prova: cobrir toda a base de suporte, rígida, 
estável, retentiva e bem adaptada ao rebordo 
 
Não pode estar soltando a base de prova, não adapta 
São confeccionados sobre modelo de trabalho 
Existem 3 tipos de resina acrílica: autopolimerizavel, termopolimerizavel, 
fotopolimerizavel (não se usa) 
Fazer alivio no modelo para áreas retentivas 
Zonas de alívios: 
Superior: parte anteior da maxila, rafe palatina 
Inferior: apenas áreas realmente retentivas 
Preservar o modelo 
Passar o isolante e fazer com a resina autopolimerizavel (rosa) a base de 
prova 
 
Planos de orientação 
Base de prova 
Cera em volta 
*Vai dar referencias para saber como que vai ficar a prótese final 
Nomenclatura: rolete de cera/plano de oclusão/plano de orientação 
 
INDIVIDUALIZAÇÃO DO PLANO DE ORIENTAÇÃO SUPERIOR 
O objetico principal é o de recuperar, com o contorno do plano de 
orientação, a sustentação dos tecido do terço inferior da face, perdida 
com a extração dos dentes naturais 
 
 
Suporte labial: 
O reposicionamento correto aos músculos orbiculares é essencial para a 
recuperação da estética do paciente edentado. 
2 fatores importantes: 
1. A compensação para perda alveiolar, na fase de moldadem com o 
espassamento da flange labial da prótese. 
2. O contorno adequado do plano de cera para dar superte a musculatura 
 
Em alguns casos a base deve ser engrossada, ou diminuída. 
Classe I, II, e III implicam nas montagem dos dentes. 
 
Altura incisal: 
Porção visível dos dentes com o lábio em repouso (o quanto de dente que 
vai aparecer) 
Pacientes idosos aparecem menos dentes 
Homens mostram uma medica de 1,9mm de exposição incisal 
Mulheres mostram 3,4 em media 
Usar estapula de pintor ou gesso para tirar excesso, sempre inclinando, 
não pode deixar a parte posterior maior que a inferior 
 
Linha do Sorriso: 
Os dentes naturais formam uma curva suavemente ascendente, que 
acompanha a borda superior do lábio inferior (linha do sorriso) 
Para seguir o plano de cera pode ser ajustado com a réguade fox 
*Com o esquadro de fox apoiado sobre o plano de cera, pode ser avaliada 
a sua relação com o plano de Camper (que é estabelecido em tecido mole 
pela linha que vai da borda superior do tragus a borda inteferior da asa do 
nariz) 
Inclinação divergente (abre) falta cera na frente 
Inclinação convergente (fecha) + alta na frente (fala atrás – cera) 
Inclinação paralela (correta) 
Regua de fox: mostra as linhas do plano de camper 
Linha bipupilar: da pupila até a boca 
Remover os excessos com uma estapula larga 
 
Corredor Bucal 
É o espaço existente entre a superfície vestibular dos dentes posteriores e 
a mucosa interna da bochecha 
Na prótese tem que achar um meio termo para o corredor bucal, mostrar 
ate o canino, depois vai sumindo progressivamente 
Linha média 
Divisao entre 11 e 21 
O crescimento igual dos processos maxilares direito e esquerdo resulta em 
um face com linha media reta e um alinhamento mais simétrico dos 
dentes anteriores superiores 
Seguir glabela e queixo 
Esta localizada geralmente no meio de feltrum, logo abaixo do tubérculo 
do labo 
Linha mais importante 
Linha alta do sorriso: mais alta (ganhou na mega sena) 
Determina a exposição dos dentes no sorriso 
Tem que tentar conseguir o máximo que o paciente puder 
Linha dos caninos 
Linha pupilar 
Ou asa do nariz até na boca 
 
Antes de todos esses processos de individualização tem que: 
Colocar a base de prova no paciente e ver se precisa ser removidos: 
. Zonas de freios ou bridas laterais 
Objetivo: sustentar o tecido 
. Aliviar regiões de freios 
 
** a base de prova chega ate fundo de sulco.

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