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05/12/2019 Ilumno
ilumno.sgp.starlinetecnologia.com.br/ilumno/schedule/resultcandidatedetailprint/2350204/d779166c-e9ec-11e5-a6cc-ecf4bbc0058c/ 1/7
Local: AUDITÓRIO - Auditório - Disciplina On-line / Andar / Polo Barra da Tijuca / BARRA DA TIJUCA
Acadêmico: VIRDAG-002
Aluno: MATEUS BRUNES SOBRINHO
Avaliação: A3
Matrícula: 20161106597
Data: 27 de Junho de 2019 - 15:30 Finalizado
Correto Incorreto Anulada  Discursiva  Objetiva Total: 7,50/10,00
1  Código: 4808 - Enunciado: Um brocardo jurídico romano preconizava: ubi societas, ibi jus – ou seja: “onde está a
sociedade, aí está o Direito”, evidenciando o caráter de universalidade da norma jurídica ao longo da história e na
composição de todos os grupamentos humanos. É evidente que nem todas as sociedades constituídas ao longo
dos tempos apresentam sistemas de Direito idênticos, muito menos atuais; porém, admite-se que todas elas se
tenham formado e estruturado por meio da construção de normas de conduta e de relacionamento que,
organizadas, vieram e se constituir em Ordenamentos Jurídicos. Os exemplos mais comuns são os Sistemas da Civil
Law e da Common Law, ambos advindos do Direito Romano, inobstante as suas diferenças quanto à forma. Nesse
sentido, a necessidade da concepção de normas jurídicas está fundamentada na:
 a) Necessidade de estabelecimento de uma elite a quem caberia a exclusividade do emprego da força para a
contenção dos demais componentes da sociedade.
 b) Necessidade de estabelecimento de limites à atuação de cada um dos componentes da coletividade em
suas relações pessoais, regulamentando a vida social.
 c) Necessidade de organização do Estado por meio da criação de delitos e de tributos oponíveis a todos os
cidadãos igualmente, ao menos em planos legais.
 d) Força constritiva que deve possuir a norma jurídica enquanto modeladora da sociedade, sob pena de sua
desestruturação orgânica.
 e) Determinação do estabelecimento de regras impositivas e cogentes no corpo social, regulado pela norma
jurídica impositiva.
Alternativa marcada:
b) Necessidade de estabelecimento de limites à atuação de cada um dos componentes da coletividade em suas
relações pessoais, regulamentando a vida social.
Justificativa: Gabarito: [Necessidade de estabelecimento de limites à atuação de cada um dos componentes da
coletividade em suas relações pessoais, regulamentando a vida social.] Justificativa: A obrigatoriedade da
constituição de qualquer sistema jurídico, ou de toda norma jurídica, fundamenta-se na necessidade de limitar a
liberdade de cada um dos componentes de uma sociedade, regulamentando, portanto, a admissibilidade da
conduta social em seu meio, sem a qual não se admite existirem condições para o estabelecimento de uma vida
social organizada, portanto, será correto o enunciado da letra “b”. Distratores: A alternativa [Necessidade de
organização do Estado por meio da criação de delitos e de tributos oponíveis a todos os cidadãos igualmente, ao
menos em planos legais.] é incorreta, porque o estabelecimento do Estado e as modalidades de controle social que
ele exercerá se verificam em momento posterior ao abrangido pela questão (ou seja, se verificam depois de
constituído certo ordenamento jurídico, e não antes), encerrando uma impropriedade. A alternativa [Necessidade
de estabelecimento de uma elite a quem caberia a exclusividade do emprego da força para a contenção dos
demais componentes da sociedade.] é incorreta, porque o estabelecimento de uma elite em sociedade não é
imperativo para a constituição de sua norma jurídica. As alternativas [Força constritiva que deve possuir a norma
jurídica enquanto modeladora da sociedade, sob pena de sua desestruturação orgânica.] e [Determinação do
estabelecimento de regras impositivas e cogentes no corpo social, regulado pela norma jurídica impositiva.] serão
incorretas por se referirem a certas características da norma jurídica e não à sua formação ou estabelecimento.
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2  Código: 7266 - Enunciado: Afirma-se que o Direito Penal é um ramo do Direito Público. Isso ocorre, porque:
 a) Pela relevância e natureza dos interesses tutelados por essa norma social.
 b) Em virtude da organização social por meio do direito em sua esfera criminal.
 c) É o ramo do Direito que determina a persecução criminal dos desviantes.
 d) É crucial a participação do Estado, atuando como organizador social.
 e) Assim dispõe o próprio texto constitucional, quando regula a norma.
Alternativa marcada:
b) Em virtude da organização social por meio do direito em sua esfera criminal.
Justificativa: É o ramo do Direito que determina a persecução criminal dos desviantes. é incorreta, porque essa
atribuição do Estado não determina a natureza do ramo jurídico. 
Pela relevância e natureza dos interesses tutelados por essa norma social. incorreta, porque estes fatores não
importam na determinação da natureza do ramo do Direito.
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05/12/2019 Ilumno
ilumno.sgp.starlinetecnologia.com.br/ilumno/schedule/resultcandidatedetailprint/2350204/d779166c-e9ec-11e5-a6cc-ecf4bbc0058c/ 2/7
Em virtude da organização social por meio do direito em sua esfera criminal. incorreta, porque tal atribuição não
determina a natureza do ramo do Direito em questão.
Assim dispõe o próprio texto constitucional, quando regula a norma. é incorreta, uma vez que à Constituição
Federal não toca estabelecer a distinção entre os ramos do Direito Público e do Direito Privado.
É crucial a participação do Estado, atuando como organizador social. correto. O caráter público do Direito Penal é
determinado pela participação do Estado como organizador da sociedade, porque lhe toca o controle e a
contenção da criminalidade, bem como a elaboração e implementação da política criminal.
3  Código: 1312 - Enunciado: Considere o fato de Ugolino ter sido declarado absolutamente incapaz em razão de
enfermidade que causa deficiência mental grave. Isso importa na impossibilidade da prática de quaisquer atos da
vida negocial, equivalendo à morte civil em antecipação à morte natural?
 a) Sim, porque legalmente todo aquele que for declarado incapaz deverá ser recolhido compulsoriamente a
uma instituição de onde não mais poderá sair, sendo declarada a sua morte para todos os efeitos legais.
 b) Não, o absolutamente incapaz é representado na forma da lei; a incapacidade só pode ser de fato em nosso
sistema jurídico, jamais de direito, porque toda pessoa é sujeito de direitos e obrigações.
 c) Não, porque a declaração da morte civil depende da condenação à morte natural e antecede à execução
dessa pena, na forma da lei penal brasileira; não é admissível que o condenado à morte possa praticar atos civis.
 d) Sim, já que a redução à incapacidade surte o mesmo efeito da declaração de morte civil, ou seja, determina
a cessação da existência da pessoa para todos os efeitos obrigacionais que podem ser admitidos em sociedade.
 e) Sim, porque, não sendo o incapaz apto para a prática de nenhum ato, é lógico que ele deve ser dado como
morto para efeitos legais, já que não lhe será dado agir em sociedade, tampouco realizar tarefas negociais.
Alternativa marcada:
b) Não, o absolutamente incapaz é representado na forma da lei; a incapacidade só pode ser de fato em nosso
sistema jurídico, jamais de direito, porque toda pessoa é sujeito de direitos e obrigações.
Justificativa: Gabarito: alternativa 'Não, o absolutamente incapaz é representado na forma da lei; a incapacidade
só pode ser de fato em nosso sistema jurídico, jamais de direito, porque toda pessoa é sujeito de direitos e
obrigações.'.
Justificativa: Nosso Direito desconhece o instituto da morte civil, além do que inexiste incapacidade de direito, vale
dizer: o incapaz terá a sua incapacidade suprida pela representação ou pela assistência, portanto o ato será
praticado, na hipótese, pelo seu representante, pelo seu curador. Distratores: As demais opções são incorretas,porque em momento algum a determinação da incapacidade do indivíduo poderá levar à impossibilidade da
prática de qualquer ato, mas apenas à necessidade de representação, além do que, como anteriormente
mencionado, inexiste a morte civil. A letra “e” é incorreta, porque inexistem as penas de morte e de morte civil,
bem como, evidentemente, as suas execuções.
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4  Código: 4869 - Enunciado:   Em sentido jurídico, o domicílio civil é o lugar em que a pessoa ordinariamente exerce
seus direitos e cumpre suas obrigações da vida civil, inclusive quando chamada a fazê-lo por via judicial, uma vez
que do domicílio decorre a fixação da competência de foro para o julgamento de ações em que a pessoa figure
como parte. 
Fluorino, com a intenção de se eximir do pagamento de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Rural
incidente sobre suas fazendas no Estado de Mato Grosso, alterou seu domicílio para Buenos Aires, onde mantém
apartamento alugado, e afirma ser local de sua residência, tendo alterado, também, seu domicílio para todos os
efeitos civis e políticos. A União, credora desse imposto, será obrigada a eventualmente acioná-lo na Argentina? 
 a) Sim, a cobrança será no domicílio do devedor.
 b) O domicílio é livre nos países do Mercosul.
 c) Não, inadmitido o domicílio no estrangeiro.
 d) Não, a União poderá recusar este domicílio.
 e) Sim, porque a fixação do domicílio civil é livre.
Alternativa marcada:
a) Sim, a cobrança será no domicílio do devedor.
Justificativa: A resposta correta é [Não, a União poderá recusar este domicílio.] O Código Tributário Nacional
confere à autoridade administrativa autonomia para recusar o domicílio de eleição, quando dificultar ou impedir a
execução. A resposta [Sim, porque a fixação do domicílio civil é livre.] está incorreta porque a liberdade para a
eleição de domicílio civil não retira do Estado a faculdade anteriormente mencionada. A resposta [Sim, a cobrança
será no domicílio do devedor.] está incorreta porque, nessa hipótese, a cobrança não se dará no domicílio eleito
pelo devedor. A resposta [Não, inadmitido o domicílio no estrangeiro.] está errada porque não se cuida, na
hipótese, da vedação ou da possibilidade de estabelecimento de domicílio no estrangeiro. A resposta [O domicílio
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05/12/2019 Ilumno
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é livre nos países do Mercosul.] está errada porque as normas eventualmente admitidas para os componentes do
Mercosul em efeitos civis não alteram, necessariamente, e para o efeito pretendido, as normas tributárias
nacionais.
5  Código: 171 - Enunciado: Em direito, "capacidade" de uma pessoa física ou jurídica é a possibilidade do
exercício pessoal dos atos da vida civil. No Brasil, a legislação prevê os seguintes estados de capacidade jurídica:
plena – exercício pessoal dos atos da vida civil; incapacidade relativa – impossibilidade parcial de realização
pessoal dos atos da vida civil, determinando a assistência de alguém; e incapacidade absoluta – situação
legalmente imposta de impossibilidade de realização pessoal dos atos da vida civil senão por representante.  
Orosimbo Enquitério é representante legal de seu filho Lupercino Mussaranho, que, embora maior de idade, é
absolutamente incapaz, como tal reconhecido por sentença transitada em julgado de juiz competente, e
proprietário de um imóvel que lhe foi doado por seu pai, com as cláusulas de incomunicabilidade,
impenhorabilidade e inalienabilidade. Fiscal da Prefeitura do local deste imóvel, julgando prudente, passou a
emitir os carnês para o pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano em nome de Orosimbo. Ele pode tornar-
se o contribuinte no lugar de seu filho?
 a) Sim, pois as cláusulas limitam a propriedade do imóvel.
 b) Sim, já que doou o imóvel a seu filho, que é incapaz.
 c) Sim, por ser o representante de seu filho incapaz.
 d) Não, o carnê não poderia ser realizado em seu nome.
 e) Não, a capacidade tributária independe da civil.
Alternativa marcada:
c) Sim, por ser o representante de seu filho incapaz.
Justificativa: Não, a capacidade tributária independe da civil. - CORRETA, porque a capacidade civil não afeta a
capacidade tributária, de tal forma que o representante do incapaz não se tornará contribuinte em substituição a
seu representado. Sim, por ser o representante de seu filho incapaz. - ERRADA, porque admite justamente a
hipótese contrária à da questão correta, ou seja, afirma que a incapacidade civil alteraria a capacidade tributária.  
Não, o carnê não poderia ser realizado em seu nome. - ERRADA,  porque não se cogita de poder ou não o carnê ser
emitido em nome do representante legal do contribuinte, para a solução da matéria. Sim, já que doou o imóvel a
seu filho, que é incapaz. - ERRADA, porque o IPTU é devido pelo proprietário de imóvel em área urbana,
independentemente do título de sua aquisição, ainda que por doação.  Sim, pois as cláusulas limitam a
propriedade do imóvel. - ERRADA, porque a presença das cláusulas de incomunicabilidade, de inalienabilidade e
de impenhorabilidade não terá o condão de alterar a relação tributária, que só pode ser estabelecida, alterada ou
extinta por lei.
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6  Código: 161 - Enunciado: O Poder Constituinte, reunido exclusivamente para elaborar a Constituição, não
encontra qualquer limite em planos legais ou jurídicos – nem mesmo se obriga a respeitar à Constituição anterior.
Ele tudo pode, não sendo obrigado a respeitar qualquer regime, disposição ou relação jurídica anterior. Resulta,
classicamente, de uma Revolução, da mudança das características de uma sociedade, representando uma ruptura
para com a ordem preexistente. Já os Poderes Constituídos devem a sua criação e composição ao Poder
Constituinte, compõem a estrutura do Estado e são limitados em suas funções, atribuições e seus poderes pela
Constituição, que não elaboraram e a que devem obediência.   O texto acima trata dos Poderes Constituídos em
nosso Ordenamento Jurídico. São eles:
 a) Judiciário e Executivo.
 b) Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador.
 c) Executivo, Legislativo e Judicial.
 d) Legislativo e Judiciário.
 e) Executivo, Legislativo e Judiciário.
Alternativa marcada:
e) Executivo, Legislativo e Judiciário.
Justificativa: Executivo, Legislativo e Judiciário. - CORRETA, pois os Poderes Constituídos, estabelecidos pela
Constituição Federal de 1988, são Executivo, Legislativo e Judiciário. Executivo, Legislativo e Judicial. -
ERRADA, porque refere o Poder Judicial, que não existe em nosso Ordenamento Jurídico. Judiciário e Executivo. -
ERRADA, pois apresenta enumerações incompletas dos Poderes Constituídos. Legislativo e Judiciário. - ERRADA,
pois apresenta enumerações incompletas dos Poderes Constituídos. Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador.
- ERRADA, pois menciona o Poder Moderador, que apenas compunha o sistema concebido pela Constituição de
1824 e cabia exclusivamente ao Imperador. 
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05/12/2019 Ilumno
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7  Código: 179 - Enunciado: O município de Abaporu Debaixo estabeleceu, por lei de janeiro de 2015, a cobrança de
imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana em alíquota equivalente a 5% do valor venal dos bens
tributados, determinando a sua cobrança no mesmo exercício financeiro, ou seja, a partir de março do mesmo ano.
É lícita a cobrança nesses moldes? Responda com fulcro nos princípios do Direito Tributário.
Resposta:
Justificativa: Não é lícita a cobrança nos moldes propostos no enunciado. O Princípio da Anterioridade determina
que o tributo não poderá ser cobrado no mesmo exercício financeiro em que foi criado ou teve a sua alíquota
majorada, pelo que sua cobrança deverá permanecersuspensa até o exercício financeiro subsequente, ou seja,
2016.
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8  Código: 1297 - Enunciado: Personalidade é o conjunto de características psicológicas que determina os padrões
de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém. A formação da personalidade é
processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo é usado em linguagem comum com o sentido de
"conjunto das características marcantes de uma pessoa", de forma que se pode dizer que uma pessoa "não tem
personalidade"; esse uso, no entanto, leva em conta um conceito do senso comum e não o conceito científico aqui
tratado. (Fonte: Personalidade. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Personalidade
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Personalidade)>. Acesso em: 19 fev. 2015.) O texto destaca o conceito de
personalidade no sentido amplo e comum considerando a fonte coletada. Apresente o conceito de personalidade
para nosso Ordenamento Jurídico.
Resposta:
Justificativa: À condição essencial da pessoa no Direito chama-se personalidade. Essa será a sua dimensão
dinâmica, aquilo de que será dotada a pessoa que legitima o exercício dos direitos e deveres em esfera jurídica; é a
personalidade que dá ao ser humano a interação necessária com seus pares para o exercício de sua condição de
sujeito de direitos e deveres, possibilitando que viva e interaja com os demais, segundo as normas de conduta de
sua sociedade. Assim, personalidade será a medida da aptidão da pessoa para tornar-se titular de direitos e de
obrigações em planos jurídicos e sociais.
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05/12/2019 Ilumno
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05/12/2019 Ilumno
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