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EV OLU Ç ÃO DA PU B LIC IDADE N O BR ASIL.
V ocê sabi a qu e a n tes da pu bl ici dad e exi sti r, a propaga n da era fe ita "boca a boca" ?”
O marketin g boca a boca é u ma a ção tomada por e mpresas qu e acaba
motivan do as pe ssoas a f al ar sobre seu s produ tos, servi ços ou marca com
seu s ami gos de f orma espon tân ea.
O marketin g de boca a boca é u ma f orma gratu i ta de propa gan da ou
promoção. Esse tipo de marketi n g é compartil h ado p elo s cl ien tes e i sso é
desen cade ado p or even tos qu e o s cli en tes exp eri men tam. E stes even tos são
al go alé m do esperado e estes even tos podem ser pu bli ci dade ru i m também.
C om o cresci men to expon en ci al da co mu n i cação através d as mídi as socia is
e do Wh atsA pp, esse di ál ogo espo n tân e o e vi ral se torn a ai n da mai s evide n te
e pod e ser comparti lh ado , comen tado e aval i ado p or mu itas pessoa s ao
mesmo tempo.
A experiê n ci a d e con su mid or (boa o u ru im) h oje pod e ati n gi r mi lh ões em
pou cos segu n dos!
As pessoas con fi am n as ou tras pessoas e n as experiê n ci as q u e el as tive ram,
o qu e sign i f ica q u e, qu an do ou vem d e u m amigo ou con su mi dor f al ar be m
sobre u m produ to, é mais provável qu e compre m po r cau sa d isso. Os
con su mi dores con f i am e m seu s a mi gos. É po r i sso qu e o marketi n g boca a
boca é a f on te mai s val io sa de marketin g.
Qu an do su rgiram os primei ros jorn a is, em 1808, i n i ci aram-se o s primei ros
an ú n cios.
O pri mei ro an u n cio b rasi l ei ro f oi u m cl assi fi cado . A l gu ém qu eren do ven der
i móvei s.
E ste an ú n cio f oi pu bl ica do n a Imp ressã o R égi a e m 180 8. A n tes deste
an ú n cio, toda a p u bl i cid ade “i mpressa” qu e se con h eci a n o B rasi l estava e m
cartazes escri tos à mã o e col ado s n as p are des.
O pri mei ro an ú n cio b rasi l ei ro coi n ci de com a ch eg ada da corte p ortu g u esa ao
R io. O Brasil en trou tardi amen te n o mu n do da pu b li ci dade. Be m an te s, em
1650 os jorn ai s i n gle ses exi bi am propag an d as.
Produ to mesmo, como vemos h oje n os an ú n cios, f oi aparecer po r aqu i
depoi s da segu n da metade do sécu lo 19, qu an do u ma era de n ovi dades
i n críve is su rg ia n o mu n do e vi n h a parar aqu i . E sabe porqu ê? P orqu e a
escravatu ra f ora a boli da e com o f i m d o lu crativo n egóci o d e escravos
af ri can os, os até e n tão traf ican tes n egrei ros preci saram e n con trar al gu ma
ou tra coi sa qu e d esse l u cro e está coisa f oram os produ tos de a lto val or
agregado , qu e começaram a ch egar n o país por el es.
N os an os 1 900, f oi qu an do começaram a su rgir as pri me iras re vistas n o Brasi l. F oi
qu an do a pu bl ici dade de pági n a i n tei ra su rgi u .”
a pri meira revi sta brasi lei ra ch amada A s V ari edades ou En sai os d e
Li te ratu ra” vei o a ser l an çada n o an o de 1812 em S al vador e i mi tava os
mode los das re vistas estran gei ra s.
As su a s pu bl ica ções trazia m n ove las de gosto comu m, f ra gme n tos de h i stória
an ti ga e mo dern a e di scu rsos so bre co stu mes e val ores so ciai s, al ém de
arti gos de estu d os ci en tífi cos e textos de au tores cl ássi cos p ortu gu eses.
Su rge, em 19 00, a Re vista da S ema n a, cu jos an ú nci os têm u ma l i n gu agem
mai s tên u e, e ou tras revistas me n ores, como Vi da P au l ista e A ra ra, qu e se
man tém com an u n cia nte s l ocais. D estaqu e p ara a pro pagan da de remé dio s,
cu jas peças são cada vez mais n u merosas.
A edi ção da re vista Cru ze iro, l an çada e m 1928, q u e cobri a a morte de Ge tú l io
Va rg as atin ge u ma ti ragem próxi ma de 7 00 mi l exempl ares. C om tan ta
popu l aridad e, a in serção de propa gan da n a revi sta pa ssar a ser di spu ta da
com a té u m a n o de an teced ên ci a.