PROVA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR POS GRADUAÇÃO UNIASSELVI
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PROVA ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR POS GRADUAÇÃO UNIASSELVI


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PROV A ADM IN ISTRA ÇÃ O ESCOLAR PÓS- GRA DUAÇÃO UNIASSELV I
1 - A a dm inist raç ão de uma e scola e nvo lv e o e xe rcício de v árias funçõe s, para as qua is são ne cessá ria s inúm era s
com pet ê nc ia s. Lida r
com ess a v a rieda de é um dos grande s desa fios do a dm inist ra dor es colar.
São com pe t ê ncias da função t é cnico -a dm inist ra t iva :
( ) I Conhe ce r a legisla çã o e sc olar.
( ) II Int e rm e diaçã o e nt re a unidade e a s instâ ncias supe rio re s do siste m a e sco lar.
( ) III Pla neja m e nto , o rga niza çã o e ex e cuçã o do proje t o polít ico pe da gic o.
( ) IV Conserv ã o do pat rimônio da e scola.
Ago ra , a ssinale a respos t a c orre t a :
A - As se nt e nça s II e III e st ã o corre t a s.
B - As s e nte nça s I, II, III e IV e s t ã o corre t a s.
C - A s sent e nça s I e IV est ã o corre t a s.
D - As se nt e nça s II, III e IV e st ã o corre t a s.
2 - O dese nv olvime nt o da e duca çã o bra sile ira foi m a rc a do pe lo lega do s ocioec onôm ico colonia l, pe la e duca çã o je suít ic a e pela
pre dom inante e duca çã o e sco la r para as elit e s. As m udança s m a is s ignificat iv a s ness e â m bito a c ont e ce ra m so m e nt e a pa rt ir da
ca da de 1930, po r me io dos mo v ime nt os re form ista s, e spe cialme nt e a que le co nhecido c om o E sco la N ov a .
Diant e disso , as sina le a a lte rna t iva que indica o nom e co rre t o de um educa dor que fazia part e de s se grupo :
A - Jo Que rino Ribeiro.
B - Anísio Te ixe ira.
C - R ube ns A lve s.
D - Pa ulo F re ire .
3 - N o âm bito da adm inist ra çã o e sco lar, a com pe t ê ncia po de ser concebida s ob duas pers pe ct iva s: a da função/ profis o e a do
indivíduo que dese m pe nha a profissã o.
Q ua nto à profissã o, a compe t ê ncia pode se r definida co m o:
A - A fa culda de que a lei conce de a um funcioná rio pa ra de cidir de t e rm inada s que st õ e s.
B - A ca pa c ida de de ex e cut a r uma a çã o ou da r conta de um a res ponsa bilida de espe cífica .
C - Um conjunto sist ê m ic o de padrõe s m ínimo s ne ce ssá rios pa ra o bom de s e m pe nho da s responsa bilidade s.
D - Habilidade pa ra pôr e m prá t ica a s te o rias e conce itos m e nt a is que fo ra m adquiridos.
4 - A e scola, hist o ricam e nt e , a pre se nt a um a função e x clude nt e , pois, incialm e nt e , foi c riada para socia liza r o sabe r
sist e m a t izado
ape na s com as cam a da s e co nom ica m e nt e fa v ore c idas.
Sobre os acont e c im e nt os histó ricos que influe nciara m o ide ário de um a e duca ç ã o volta da pa ra t o da a popula çã o, assinale V
para
v e rda de iro ou F pa ra fa lso:
( ) R e v o lução F ra nce sa .
( ) Gra nde De pre ss ão de 1929.
( ) Se gunda Gue rra M undia l.
( ) Indepe ndê ncia dos E st a do s Unido s.
Ago ra , a ssinale a sequê ncia corre t a de re spost as :
A - F V F V.
B - F F V V.
C - V F F V.
D - V V V F.
5 - A pa rt icipa çã o dos profis sionais da e duca çã o , do s pais, do s alunos e da c om unida de nas at ividade s da esc ola é de suma
im port â ncia, c a be ndo a o adm inistra do r e sc olar cria r form a s de promo v e r e ssa part icipa çã o.
Sobre as e s t ra t é gias que podem se r adot a da s pa ra e sse fim , a s sinale V para v e rda de ir o e F para falso na s afirm õe s que
se guem :
( ) O uv ir e c onsidera r a o piniã o dos pa rt ic ipante s .
( ) A rca r com t oda s as respo nsabilidade s da e s cola.
( ) O rga niza r a m bient e s a gra v e is pa ra a s re uniõe s.
( ) E st a r a t e nt o a pe na s à s so lic it a çõe s dos pro fesso re s .
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a sequê ncia c orre t a de respost a s:
A - V F V V.
B - V F V F.
C - V V V F.
D - F F V V.
6 - O pla ne jam e nt o de v e se r rea liza do seguindo uma sequê ncia de pass os. O prim e iro pa sso é a de finiçã o dos obje t iv os, ou
se ja , onde
se de se ja che ga r. Em pa ra lelo, de v e -se ana lisa r a sit uaçã o a t ual, v e rificando onde se est á e o que precisa ser fe ito para at ingir
o
obje t ivo . A et a pa que oco rre para lelam e nt e à de finiç ã o dos objet iv os, cha m a -se . . .
Ass inale a a lte rna t iva que com plet a c orre t am e nt e a fra se :
A - O port unida de s .
B - Diagnóst ico.
C - E st ra t é gia .
D - Ame a ç a s.
7 - Pa ra gara nt ir o s uce sso de um plane ja m e nt o, e le de v e seguir um a s e quência de õe s que o orde na da s de modo a
ana lisa r o
pre se nt e e o fut uro, sem pre t e ndo com o ponto final nossos o bje t ivo s.
Sobre o plane ja m e nt o, a ssinale a alt e rnat iv a co rre t a :
A - Uma ve z definido, o plano de açã o de v e s e r implant a do e, caso julgado inco e re nt e , de v e se r refe it o.
B - O pla no de açã o de v e conside ra r a pe nas o cenário fut uro, rea lizando prev isõe s base a da s na em ã o e na ra zão .
C - N ã o pode m o s de finir um plano de açã o com o o m a is a de quado , po is o s ce nários est ã o e m consta nt e m udança .
D - De pois de ela bo ra do, o plano de açã o de v e se r im plant a do , av a liado e adot a da s m e didas de corre ç ã o s e m pre que
nec e ssá rio.
8 - A re v olução industrial oco rrida na s e gunda me t a de do c ulo X V III m o dificou as re la ç õe s de t ra ba lho, t ra nsforma ndo
at iv idade s
art e sa nais e m industriais, at ra indo a po pula ç ão do ca m po pa r a a cida de . Desde ent ã o, s urgira m div e rs a s te orias no ca m po
orga niza c io nal, com refle x os na polít ica e ducac ional na cional.
Sabe ndo disso , a s socie algum a s de ssa s t e orias às suas res pe ct iva s ca ra ct e st icas:
I T e oria clássica da adm inist ra çã o.
II Te o ria da s re laçõ e s hum a nas .
III T e oria gera l dos siste m a s.
IV Te oria da qua lida de tot al.
( ) Propõe at e nde r à s ex igências do m e rca do e ut iliza os av a nço s te cnológic os/po t ic a s de re curso s hum a nos para cont rolar a
produçã o.
( ) Propõ e hum a niza r e dem o cra t izar a adm inis t ra çã o por me io da esco larizaç ão e do ace sso a os me ios de c onsum o e bens
cult urais.
( ) Propõe uma visão bas e a da na e st rut ura da adm inist ra çã o , e m que a s funçõe s o u e lem e nt os da organizaç ã o são
fundam e nt a is
para at ingir det e rm ina do obje t ivo .
( ) Propõe a organizaç ã o ra c ional do tra ba lho dividindo -o e m pe que nas ta re fa s, be m co m o a sepa ra çã o e nt re planeja m e nt o
(ge re nt e / a dm inist ra dor) e ex e cuçã o (e m pre ga dos).
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a sequê ncia c orre t a de resp o st a s:
A - I III IV II.
B - III I II IV.
C - II IV I III.
D - IV II III I.
9 - Tant o a s em pre sa s com o as fa m ílias po de m e labora r um pla neja m e nt o pa ra que a s m e t a s e s t a be lecidas se ja m a lca nça da s.
No
pla ne ja m e nt o, o e st a be lecidas a çõe s base a da s e m e st udos dos a m bient e s inte rno e ex t e rno. Sobre o plane ja m e nt o e suas
ca ra ct e ríst ic a s, a na lise a s se nt e nça s que segue m :
I O plane ja m e nt o de v e se r um proce sso rígido, no qual a s açõe s não podem ser alte ra da s.
II O pla ne jam e nt o é um proce s so di m ico, pois nov os obje t ivos pode m se r inse rido s.
III O plane ja m e nt o de v e se r fundam e nt a do e m aspe ct os e m ocionais e informa çõ e s c oncre t a s.
IV O pla neja m e nt o t e m com o objet ivo m e lhorar o de se m pe nho e ant e c ipar situa çõe s .
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a respo st a c orre t a:
A - As se nt e nça s II e III, e st ã o co rre t a s.
B - As s e nte nça s I e III, est ã o co rre t a s.
C - A s sent e nça s I e IV, e s t ã o corre t a s.
D - As se nt e nça s II e IV, e st ão c orre t a s.
10 - Em bora a div isão de ta re fa s e sc olare s coloque os pa rt icipa nt e s e m sit uaç õe s e spe cíficas, difere nciando os papé is que
de v e m
de se m pe nhar, de ce rt a form a a s persona lidade s dos me m bro s da organizaçã o est ã o suficient e m e nt e com prom e t idas com a s
dis posiçõe s do siste m a e c ont a m inada s pe las norm a s im pe sso a is , pe las regra s, pe la rot ina , pela inflex ibilidade , pela
subordina ç ão à a ut oridade le ga l de um s uperior hierá rquic o.
RO M EU, Sonia Apare c ida. O bje t ivo s org anizacionais e o bje t ivo s e duca cionais . São Pa ulo: EPU, 1987.
Sabe ndo disso , a s sinale a a lte rna t iv a que repre se nt a a te oria tra nscrit a na cit ã o:
A - Te oria clássica da a dm inist ra çã o .
B - Teo ria gera l dos sist e m a s.
C - T e oria da qua lida de tot a l.
D - Teoria est rut ura list a .
11 - Após o a no 1964, e m pleno re gim e de e x c e çã o, foi cria da a Le i n. 5. 540/196 8, re spo nsáv e l pela o rga niza ç ão e pelo
funcio nam e nt o do ensino superior no Bra sil.
Iss o post o , a ssinale V para ve rda de iro e F para fa lso a ce rc a dos objet iv os da refe rida norm a :
( ) Div idir a esco la.
( ) M ina r a resistê ncia dos pro fesso re s.
( ) Cont rolar ide o lógica e po lit ic a m e nt e a popula çã o brasile ira.
( ) V incula r a e duca çã o a o me rc ado de tra ba lho.
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a sequê ncia c orre t a de respost a s:
A - V V V V.
B - V V F V.
C - V V V F.
D - V F V V.
12 - O "M a nife st o dos Pioneiros da Educaçã o N ov a " de u icio a um pr oje t o que v is a v a re nov a r a e duca çã o do Bra sil. A
propos t a e ra
que o E st a do form ulasse um plano gera l de e duca ç ã o que cont e m plasse um a e scola única , públic a , la ica, obriga t ória e gra t uit a .
Alguma s ide ias cont idas ne sse docume nt o se rv ira m de base para :
A - A Lei de Dire t rizes e Ba se s da Educa çã o Na c io nal de 1961.
B - A Const ituiç ã o B ra sile ira de 1934.
C - A le i n. 5. 692 de 1971.
D - A Lei n. 5.540 de 1968.
13 - O est udo t ra nsdisciplinar da s difere n t e s te orias da a dm inist ra çã o e m pre sa rial e da adm inist ra çã o esco lar a uxilia no
e nte ndime nt o
da int e rco nec t ividade e da influência o rga niza cional no ca m po educa cional.
Diant e disso , as sina le V para v e rda de iro e F pa ra falso a ce rc a da t e oria clá ssica da adm i nist ra çã o:
( ) Ca ra ct e riza -se pe la ra cionalizaç ã o dos m é t odos de tra ba lho .
( ) E nt e nde que a repe t ição do s m ov ime nt o s lev a à de s uma nizaçã o do tra ba lho.
( ) Surgiu da ne c e ssidade de hum a niza r e de m ocra t iza r a a dm inist ra çã o .
( ) Ca ra ct e riza -se pe la ce nt ra liza ç ã o do co m a ndo ge re ncial.
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a sequê ncia c orre t a de respost a s:
A - V V V F.
B - V V V V.
C - F V V F.
D - V V F V.
14 - Os s is t e m a s de e nsino a sse gura o às unidade s e s colare s públicas de educa çã o bás ic a que os int e gra m progre ssiv os gr aus
de
aut o nom ia pe da gógica e adm inist ra t iva e de gest ão fina nce ira, obse rv a da s a s norm a s gera is de dire it o finance iro público.
B RA SIL, Le i n. 9.394, de 20 de de z e m bro de 1996. Es t a be lece a s dire t rizes e base s da e duca ç ã o na cional. Diário O ficial da
Uniã o, Pode r Legisla t iv o, Bra sília , 23 de z. 1996, p. 27833.
Diant e disso , as sina le a a lte rna t iva corr e t a a ce rc a da aut onom ia no conte x t o e duca c io nal:
A - Tra t a - se de um proces so social co nst ruído de form a ce nt ra lizada .
B - Trat a -se de um s is t e m a que env olve a çõe s e dec is õe s indiv idua is.
C - T ra t a - se de um c once ito que e nv olve que st õe s m e ra m e nt e finance iras.
D - Trat a - se da a m pliaçã o do e spa ço de de c isõe s refe re nt e s a o proce sso esc olar.
15 - Adm inist ra r é um a at ividade c olet iva , pois pa rt indo da re a lida de sócio - hist órica da com unida de e scolar, t odo s de cidem
quais o
os objet iv os e que açõe s o nece ssá rias para alcançá - los. O t ra ba lho da adm inist ra çã o esc olar fundam e nt a - se e m alguns
princípios sicos.
Ass ocie cada um de sse s princípios à sua desc rição:
I Dem o cra t izaçã o .
II A ut onom ia.
III Lide ra nça orga nizac ional.
( ) Pre ssupõe a po ssibilidade de conv iv e r e o dialogar com pe ssoa s que pensam difere nt e e t ê m m e t a s dis t int as .
( ) Perm it e que o a dm inist ra dor e s colar coorde ne a elabora çã o do proje t o político pe dagó gico, que dev e se r plane ja do,
dis cut ido,
re v isado e a pro v a do pe lo colet iv o.
( ) Propicia que o e spa ç o de de cisões re fere nt e s a o proce sso esc olar se ja a m plia do para o ape rfeiçoam e nt o da qualidade do
e nsino.
Ago ra , a ssinale a sequê ncia corre t a de re spost as :
A - II I III.
B - I III II.
C - II III I.
D - III II I.
16 - Uma da s õe s do adm inist ra dor esco lar, no â m bito t é cnico- adm inist ra t iv o, diz re spe ito à conserv a çã o e à pre se rv a ç ã o do
pat rimônio público e s colar.
Ac e rca do s be ns que compõ e m o pat rimônio público da esc ola, analise e a s socie os ite ns que s e guem :
I B e ns ma t e riais.
II B e ns im a t e riais .
( ) O prédio e o t e rr e no.
( ) A quadr a de espo rt e s e o m obiliário.
( ) A ide nt ida de hist órica da esc ola e o significado c ult ura l das a ç õe s.
( ) O signific a do da ba nde ira e o hino.
Ass ina le a alte rna t iva que apre se nt a a sequê ncia c orre t a de respost a s:
A - II I II II.
B - II I II I.
C - I I II II.
D - I II I II.
17 - O pla ne jam e nt o é uma da s funçõe s sicas da adm inist ra çã o de qua lquer organizaç ã o e pessoa , se ja no ra m o em pre sa rial,
e ducac ional ou pe ssoa l, se ndo um a ferra m e nt a que possibilit a p re v e r problem a s e re duzir os im pa ct os que e les tra o . N e sse
se nt ido , podem o s a firm a r que o planeja m e nto pe rm it e que . . .
Ass ina le a alte rna t iva que com plet a c orre t a m e nt e a fras e :
A - Seja m analisa dos os c a m inhos e suas chance s de suce sso, rum o a o alcance do s obje t iv os.
B - Se ja m corrigida s im pe rfeiçõe s no s proces sos de tra ba lho , a de qua ndo o a m bient e int e rno.
C - Se ja m orga niza do s os re curso s que se o utiliza do s, ide ntifica ndo pe s soa s para a t ribuir t a re fas e funçõe s.
D - Se ja m de finida s a s açõ e s a s e re m se gu ida s , a na lisa ndo o que é ma is a de quado de acordo com os obje t ivo s.