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EBSERH
HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS FEDERAIS
Pós-edital
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
SAÚDE MENTAL
Livro Eletrônico
BRAZILIAN
CONCURSOS
COMPRA COLETIVA DE MATERIAIS PARA CONCURSO
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NATALE SOUZA
Enfermeira, graduada pela UEFS – Universidade 
Estadual de Feira de Santana – em 1999; 
pós-graduada em Saúde Coletiva pela UESC – 
Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001, 
em Direito Sanitário pela FIOCRUZ em 2004; e 
mestre em Saúde Coletiva.
Atualmente, é servidora pública da Prefeitura 
Municipal de Salvador e atua como Educadora/
Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz – 
FIOCRUZ – no Projeto Caminhos do Cuidado. 
Além disso, é docente em cursos de pós-
graduação e preparatórios para concursos há 16 
anos, ministrando as disciplinas: Legislação do 
SUS, Políticas de Saúde, Programas de Saúde 
Pública e específicas de Enfermagem.
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Saúde Mental
Prof.ª Natale Souza
Instrumento de intervenção de Enfermagem em Saúde Mental; Relacionamento 
interpessoal, comunicação, psicopatologias e psicofarmacologia; Assistência 
de Enfermagem ao adulto portador de transtorno mental .................................4
Apresentação do Professor ...........................................................................4
Saúde Mental .............................................................................................6
Introdução ................................................................................................6
Instrumentos de Intervenção de Enfermagem em Saúde Mental .......................6
Psicopatologias: .......................................................................................10
Ansiedade ...............................................................................................10
5. Transtornos do Humor ...........................................................................15
Depressão Maior .......................................................................................16
Transtorno Bipolar ....................................................................................17
Esquizofrenia ...........................................................................................18
Fisiopatologia ...........................................................................................18
Psicofármacos ..........................................................................................18
Neurolépticos ...........................................................................................20
Benzodiazepínicos ....................................................................................22
“Antidepressivos” .....................................................................................23
“Estabilizadores de Humor” ........................................................................24
Assistência de Enfermagem ao Adulto Portador de Transtorno Mental ..............25
Referência Bibliográfica .............................................................................42
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Saúde Mental
Prof.ª Natale Souza
INSTRUMENTO DE INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM EM 
SAÚDE MENTAL; RELACIONAMENTO INTERPESSOAL, CO-
MUNICAÇÃO, PSICOPATOLOGIAS E PSICOFARMACOLO-
GIA; ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO ADULTO POR-
TADOR DE TRANSTORNO MENTAL
Apresentação do Professor
Sou a Professora Natale Souza, enfermeira, graduada pela UEFS – Universidade 
Estadual de Feira de Santana – em 1999, pós-graduada em Saúde Coletiva pela 
UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001, em Direito Sanitário pela 
FIOCRUZ em 2004 e mestre em Saúde Coletiva.
Atualmente sou funcionária pública da Prefeitura Municipal de Salvador e atuo 
como Educadora/Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz – FIOCRUZ – no Proje-
to Caminhos do Cuidado e há 16 anos na docência em cursos de pós-graduação e 
preparatórios de concursos, ministrando as disciplinas: Legislação do SUS, Políticas 
de Saúde, Programas de Saúde Pública e Específicas de Enfermagem.
Autora dos livros: Legislação do SUS para concursos – pela editora Concursos 
Psicologia, Legislação do SUS – comentada e esquematizada/Políticas de Saúde, 
Legislação do SUS e Saúde Coletiva 500 questões pela editora Sanar. De capítulos 
nos seguintes livros: 1000 Questões Comentadas de Enfermagem – Editora Sanar, 
1000 Questões Residências em Enfermagem – Editora Sanar e fase de finalização 
de mais três obras.
Iniciei a minha trajetória em concursos públicos desde que sai da graduação, 
tanto como “concurseira” quanto como docente, sendo aprovada em 12 concursos 
e seleções públicas. Apaixonei-me pela docência e hoje dedico meu tempo ao estu-
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Saúde Mental
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do dos Conhecimentos específicos de Enfermagem, da Legislação específica do SUS 
e aos milhares de profissionais que desejam ingressar em uma carreira pública.
Nessa aula teremos diversas questões que já foram cobradas nos concursos 
por diversas bancas, questões da IBFC e questões variadas para compor o maior 
número de exercícios possíveis, que possam auxiliar na aprovação. Não haverá 50 
questões nessa aula, uma vez que o tema foi dividido em duas aulas. Na soma das 
duas aulas, teremos 50 questões.
Com o objetivo de melhorar continuamente, solicitamos sempre que após a lei-
tura dessa aula, avalie a mesma.
Nesta aula abordaremos o seguinte tema: Assistência de Enfermagem em 
Saúde Mental, de forma que você saiba o que realmente é cobrado nos certames 
do conteúdo. Fique atento(a) aos grifos e caixas de textos, além dos comentários 
das questões.
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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Saúde Mental
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SAÚDE MENTAL
Introdução
Olá, pupilo(a),
Hoje estudaremos sobre saúde mental!
• Instrumento de intervenção de enfermagem em saúde mental.
• Relacionamento interpessoal, comunicação, psicopatologias e psicofarmacologia.
• Assistência de enfermagem ao adulto portador de transtorno mental.
No passado acreditava-se que a mente, o sistema nervoso central (SNC) e o 
corpo eram estruturas complementares separadas. Atualmente, mais do que nunca 
eles são vistos como uma única entidade comunicante (TIMBY e SMITH, 2005).
Timby e Smith (2005), dizem que:
Historicamente, muitos acreditavam que as doenças mentais eram conseqüência de 
defeitos de caráter, de possessão demoníaca ou de punição divina. Esses mitos persis-
tem, o que explica por que indivíduos com doença mental algumas vezes são temidos e 
estigmatizados. O estudo da estrutura encefálica, da química e da genética começou a 
substituir por fatos a ignorância e as informações errôneas sobre as doenças mentais. 
A patologia encefálica é hoje vista como o fator que mais contribui para as doenças 
mentais, atualmente denominadas transtornos psicobiológicos.
Instrumentos de Intervenção de Enfermagem em Saúde 
Mental
Os instrumentos de intervenção psicossocial constituem-se em importante es-
tratégia para produção do cuidado em saúde.
Silva e Monteiro (2011), afirmam que:
Os trabalhadores de enfermagem no ambiente do hospital psiquiátrico eram atores co-
adjuvantes no processo de reeducação do louco/alienado, atuando como executores da 
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Saúde Mental
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ordem disciplinar emanada do médico/alienista. Desta forma, eram destituídosde auto-
nomia profissional, sustentando suas ações no modelo biomédico com fins segregador, 
destituindo o indivíduo do seio familiar e social.
Ainda citando Silva e Monteiro (2011):
No campo da saúde mental, a prática clínica do cuidar de enfermagem envolve a dig-
nidade, a criatividade, o acolhimento, a interdisciplinaridade, a escuta e o compartilha-
mento de saberes, reconhecendo o usuário do serviço e seus familiares como protago-
nistas na produção de sua autonomia e, portanto, merecedores de atenção.
Mesquita et., al (2015), afirmam que:
No Brasil, a área de saúde mental tem avançado com mudanças rumo à integralidade 
e à humanização da assistência, que foi possível a partir da Reforma Psiquiátrica, que 
subsidia e aponta para a necessidade de superação dos moldes do paradigma biomé-
dico para assumir o modelo psicossocial a fim de atender às demandas do cuidado de 
pessoas que buscam o tratamento. Com a mudança do modelo assistencial na saúde 
mental, foi instituída uma rede de serviços substitutivos (Luzio; Yasui, 2010) e, assim, 
houve a inserção de profissionais de saúde nessa esfera, inclusive o enfermeiro, opor-
tunizando uma maior autonomia e capacidade de interferir e conduzir o cuidado. Desta 
forma, novos conhecimentos têm sido exigidos pelos enfermeiros inseridos na prática 
interdisciplinar de saúde mental.
Segundo Alves et al., (2009):
Torna-se um desafio permanente, no campo da saúde pública, fortalecer e contextua-
lizar as intervenções psicossociais, tendo em vista as mudanças que vêm sendo reali-
zadas no atendimento em saúde e até mesmo no conceito de saúde, transformações 
que, na área de políticas públicas, trazem implicações significativas para a ação de uma 
clínica ampliada.
Nessa proposta de substituição surgem:
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Saúde Mental
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Para Brasil (2004):
O Caps é um serviço de saúde estratégico, substitutivo ao modelo manicomial, aberto e 
comunitário, referência para tratamento de pessoas com transtornos mentais, psicoses, 
neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ ou persistência justifiquem sua 
permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e pro-
motor de vida.
De acordo com Brasil (2013), na atenção básica temos como instrumentos de 
intervenção de enfermagem:
• Os grupos - enquanto tecnologia de cuidado complexa e diversificada, são 
teorizados pelas mais diferentes molduras teóricas, podendo ser úteis nas 
formulações de dinâmicas grupais.
Segundo Brasil (2013):
O processo grupal, desde que bem pensado em sua finalidade, estrutura e manejo, 
permite uma poderosa e rica troca de experiências e transformações subjetivas que não 
seria alcançável em um atendimento de tipo individualizado. Isto se deve exatamente à 
pluralidade de seus integrantes, à diversidade de trocas de conhecimentos e possíveis 
identificações que apenas um grupo torna possível
• Grupos operativos - o grupo operativo ocorre por um conjunto de pessoas 
movidas por necessidades semelhantes que se reúnem em torno de uma ta-
refa específica ou objetivo compartilhado, onde cada participante, com suas 
peculiaridades, expressa suas opiniões, defende pontos de vistas ou simples-
mente, fica em silêncio (FREIRE, 2000).
Brasil (2013), afirma que:
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O grupo operativo tem, portanto, a proposta de mobilizar um processo de mudança, que 
passa fundamentalmente pelo manejo de medos básicos, da perda e do ataque. Assim, 
visa fortalecer o grupo favorecendo uma adaptação ativa à realidade a partir do rom-
pimento de estereótipos, revisão de papéis sociais, elaboração das perdas cotidianas e 
superação das resistências a mudanças.
• Rede de Suporte Social
Brasil (2013), afirma que:
Há que se estar atento à exclusão que o grupo de usuários com sofrimento/transtornos 
mentais sofre, tendo a maioria de seus direitos negados por um processo histórico de in-
visibilidade, preconceitos e estigmas. Isso repercute na produção de cuidado, que tende 
a ser fragmentada, pontual e, na maioria das vezes, se reproduz assim pela fragilidade 
da rede em garantir integralidade do cuidado. Desta forma, tanto em termos individuais 
como coletivos, a incorporação de práticas de cuidado descontinuadas, mediante a foca-
lização em aspectos parciais do indivíduo, produz danos à produção do cuidado integral, 
podendo causar todo um processo de desresponsabilizarão, de forma a deixar o usuário 
praticamente abandonado a si mesmo.
Ainda citando Brasil (2013):
O conceito de ordenamento de rede deve ser fomentado com base em uma horizontali-
dade, que não se resuma à hierarquia de níveis de complexidade de atenção, mas que 
leve em consideração as relações dos outros pontos de atenção entre si no território e 
com outros pontos da rede, bem como, a comunidade, as famílias e os indivíduos liga-
dos a essa rede. Nesse sentido, mesmo em territórios com baixa densidade de equipa-
mentos sociais, a construção de uma rede possível, com os atores e instituições que lá 
estão, por si só, já é um fator fundamental que possibilita uma rede de suporte social 
solidária, inclusiva, corresponsável e protagonista da produção de cuidado e da atenção 
psicossocial aos usuários no território.
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Saúde Mental
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Psicopatologias:
Ansiedade
A ansiedade é uma sensação vaga de apreensão, cuja causa não é prontamente 
identificável. Ela é despertada quando um indivíduo antecipa um perigo inesperado 
(TIMBY e SMITH, 2005).
A ansiedade ode ser:
Transtornos de Ansiedade
Os transtornos de ansiedade são um grupo de doenças psicobiologias resultan-
tes da ativação do sistema nervoso autônomo, especialmente a divisão simpática 
(TIMBY e SMITH, 2005).
Segundo Timby e Smith (2005), alguns exemplos de transtornos da ansie-
dade incluem:
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Transtorno de Ansiedade Generalizada
Para Timby e Smith (2005):
O transtorno de ansiedade generalizada é caracterizada pela preocupação crônica e di-
ária com duração de seis meses ou mais. Em geral, o paciente tem mais de um foco de 
preocupação. Além da preocupação, pelo menos seis outros sinais e sintomas de ansie-
dade acompanham o sofrimento do paciente. Quando ele procura ajuda médica, os exa-
mes não revelam distúrbios físicos que produzem sinais semelhantes ao da ansiedade.
Transtorno do Pânico
De acordo com Timby e Smith (2005):
O transtorno do pânico é a manifestação mais extrema da ansiedade. Os indivíduos aco-
metidos pelo pânico apresentam um inicio abrupto de sistemas físicos e terror, que inclui 
intensa apreensão; taquicardia, palpitações, dor torácica, sensação de sufocação ou de 
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afogamento; hiperventilação; sensação de desmaio; sensação de desgraça iminente; e 
medo de desmaiar, morrer, perder o controle ou ficar louco.
Os episódios de pânico podem durar de minutos a menos de uma hora, e então 
desaparecem de modo espontâneo (TIMBY e SMITH, 2005).
Os episódios são denominados:
O primeiro instinto durante um ataque do pânico é fugir para um lugar seguro 
(TIMBY e SMITH, 2005).
Para Timby e Smith (2005), a agorafobia é o medo de sofre um ataque de pâ-
nico em local público, onde o indivíduo pode ser publicamente humilhado por seu 
comportamento ou pode não haver ajuda disponível.
Transtornos FóbicosPara Timby e Smith (2005):
Os transtornos fóbicos levam o individuo a sentir um medo exagerado. Muitas pessoas 
têm medo irracional de insetos, de animais ou de varias experiência de vida, algumas 
das quais são potencialmente perigosas. No entanto, quando um indivíduo com um des-
ses transtornos é exposto ao estimulo fóbico, ele apresenta sintomas de ansiedade que 
podem atingir o nível grave ou pânico.
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Um transtorno fóbico comum é a fobia social. Indivíduos com fobia social – tam-
bém conhecida como ansiedade social temem situações nas quais devem se apresen-
tar publicamente ou podem chamar a atenção de terceiros (TIMBY e SMITH, 2005).
Transtorno do Estresse Pós-Traumático
Segundo Timby e Smith (2005):
É uma condição que envolve uma resposta de ansiedade retardada três ou mais meses 
após uma experiência emocional traumática. Embora experiências traumáticas sejam 
um pouco relativas, elas devem ser extraordinariamente graves para causar o trans-
torno do estresse pós-traumático. As circunstancias do evento traumático envolvem 
morte ou ameaça de morte ou de lesão do individuo, ou de terceiros, e produz medo, 
descontrole ou terror.
Ainda citandoTimby e Smith (2005):
No início, o individuo evita enfrentar a tragédia e isola-se dos outros utilizando 
uma técnica denominada anestesia psíquica. Contudo, ele acaba não conseguindo 
mais reprimir suas memórias. Meses ou anos mais tarde, as memórias podem vir à tona 
em pesadelos recorrentes ou flashbacks, nos quais o individuo sente como se tivesse 
revivendo o evento desencadeador.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
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Segundo Timby e Smith (2005), o TOC manifesta-se:
Por meio da realização de um ritual que alivia a ansiedade (compulsão) para dar fim a 
um pensamento perturbado persistente (obsessão). As obsessões podem envolver pre-
ocupações com perigos potenciais ou com a contaminação por germes. Elas são intrusi-
vas, e os indivíduos com TOC não conseguem eliminá-las da consciência.
Consoante Timby e Smith (2005), para aliviar a ansiedade, os pacientes com 
TOC põem em prática repetidamente uma compulsão que alivia a tensão, e em ge-
ral pertence a uma das seguintes categorias:
• Limpeza
• Checagem
• Lavagem
• Contagem
• Toque
Segundo Timby e Smith (2005):
Pacientes com TOC podem se sentir compelidos a repetir o mesmo ato um número espe-
cifico de vezes ou em uma sequência determinada. A maioria dos pacientes com TOC 
reconhece que seus pensamentos e comportamento beiram o ridículo; mas 
eles não conseguem por si sós interrompê-los.
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Fisiopatologia
Para Timby e Smith (2005):
Estudos genéticos sugerem que muitos transtornos da ansiedade apresentam padrões 
familiares. Essa observação pode indicar falhas na herança fisiológica, aprendizado ina-
dequado ou aquisição de traços da personalidade baseados em traços mostrados por 
pessoas significantes do relacionamento. Os sintomas manifestam-se pela invasão 
de neurotransmissores noradrenalina no sistema límbico. Alguns poucos indi-
víduos respondem ao estresse por meio da via parassimpática e, neste caso, 
o neurotransmissor acetilcolina causa os sintomas. O sistema límbico, que circun-
da o tronco cerebral, é um anel de estruturas compostas pelos lobos cerebrais, tálamo, 
hipotálamo e por outras estruturas. Esse tecido neural complexo é a rede fisiológica 
das emoções, das respostas das sobrevivências e comportamentais, da motivação e 
do aprendizado. As alterações bioquímicas produzidas pelo sistema nervoso autônomo 
desencadeiam o despertar físico do córtex e das vias neuroendócrinas que envolvem o 
hipotálamo, a hipófise e as adrenais.
5. Transtornos do Humor
A palavra humor aplica-se ao modo como um indivíduo se sente em termos ge-
rais. O Humor é expresso no afeto, do indivíduo, no comportamento verbal e não 
verbal que transmite sentimentos (TIMBY e SMITH, 2005).
Para Timby e Smith (2005), indivíduos com humor normal são denominados 
eutímicos. Eles são capazes de vivenciar diversos sentimentos, todos adequados 
às situações. Pessoas com transtorno de humor apresentam um humor extremo 
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persistente ou oscilações graves de humor que interferem nas relações sociais. 
Os principais transtornos do humor são:
Depressão Maior
Timby e Smith (2005), trazem que:
Todas as pessoas sofrem de depressão em algum momento da vida. Na maioria dos 
casos, a depressão transitória é uma reação anormal a perda, como a morte de uma 
pessoa amada; ao desapontamento, como ser demitido do trabalho; ou problemas de-
sagradáveis, como ter uma dívida muito grande. Um sentimento de tristeza que pode 
ser atribuído diretamente a uma situação ou causa é denominado:
Fisiopatologia
Para Timby e Smith (2005)
A função cerebral e consequentemente, o humor dependem da interação dinâmica de 
neurotransmissores. É mais provável que o humor seja gerado pelo sistema límbico, 
que é o centro das emoções. Existem varias explicações possíveis para as causas e 
mecanismos que desencadeiam os principais sintomas depressivos. A evidencia mais 
solida no momento sugere que os transtornos do humor estão relacionados à genética, 
à desregulação de neurotransmissores e ao equilíbrio neuroendócrino.
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As características principais da depressão maior é um humor triste persistente acom-
panhado por múltiplas alterações fisiológicas e cognitivas (TIMBY e SMITH, 2005).
Transtorno Bipolar
O transtorno bipolar é caracterizado pela alternância entre:
Cada alteração do humor pode durar vários meses, embora as fases depressivas 
tendam a ser mais longas que as maníacas. Alguns indivíduos têm uma fase maní-
aca leve denominada hipomania (TIMBY e SMITH, 2005).
Fisiopatologia
Timby e Smith (2005), trazem que:
Extremos dos níveis monoaminas, excessivos na mania e inadequação durante a de-
pressão – parecem ser responsáveis pelos sintomas de transtorno bipolar. Nos casos 
graves, o excesso de dopamina pode causar distorção do pensamento e alucinações. 
Outra possibilidade e a insuficiência de ácido aminobutíco (GABA), um neurotransmissor 
inibidor, que neutraliza os efeitos das monoaminas. O nível alterado de sangue também 
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pode contribuir para o desenvolvimento do transtorno bipolar, porque o cálcio é neces-
sário para a excitação neuronal.
Esquizofrenia
Segundo Timby e Smith (2005):
É um transtorno do pensamento caracterizado pela deteriorização da função mental, 
distúrbios da percepção sensoriais e alterações do afeto (emoções). Pacientes com es-
quizofrenia melhoram com a terapia medicamentosa, mas, infelizmente nunca se re-
cuperam totalmente. Como a condição é permanente e manifesta-se no início da vida 
adulta, ela causa angustia considerável nas famílias que devem enfrenta a carga do 
custo do tratamento.
Fisiopatologia
Consoante Timby e Smith (2005):
A esquizofrenia historicamente considerada uma disfunção emocional, atualmente é 
classificada como uma doença psicológica por causa das descobertas recentes da quí-
mica cerebral e dos neurotransmissores. Muitos desequilíbrios deneurotransmissores 
estão envolvidos na esquizofrenia. A credita-se que o excesso de dopamina seja a prin-
cipal causa dos sintomas, sendo um desequilíbrio da norepinefrina, da serotonina e do 
cálcio gama-aminobutírico. Sabe-se que a doença possui um componente familiar ou 
genético. O desequilíbrio neuroquímico produz várias manifestações caracterizadas pe-
los distúrbios do pensamento, com temas que podem incluir a desconfiança, ideias per-
secutórias, sensação de ser controlado, megalomania, fixação religiosa, ou preocupação 
com o sexo, uma pessoa amada, doenças ou parte do corpo.
Psicofármacos
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Saúde Mental
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Segundo (Brasil, 2013):
Os psicofármacos são um recurso entre outros para o tratamento em Saúde Mental, 
entretanto, o seu uso só faz sentido quando dentro de um contexto de vínculo e de 
escuta. É a partir do momento em que o usuário compreende e se corresponsabiliza 
pelo uso da medicação que passará a não somente demandar “troca de receitas”, mas 
poderá se implicar um pouco diante das queixas que traz. Para o profissional, diante de 
alguém em sofrimento, é importante considerar a perigosa ideia de que o remédio possa 
representar uma solução rápida, uma resposta para uma angústia que sente diante da 
impotência e da vontade de extirpar o problema. “Muita calma nessa hora”. Uma escuta 
atenta e mesmo adiar a prescrição para o próximo encontro podem ser peças funda-
mentais no vínculo que vai sustentar a gestão compartilhada do uso daquela medicação. 
Uma parceria que, desse modo, já nascerá com consistência.
As principais classes de psicofármacos que serão tratadas são:
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Neurolépticos
Segundo (Brasil, 2013):
Os antipsicóticos ou neurolépticos tiveram um papel bastante importante no proces-
so de desinstitucionalização e tornaram possíveis altas de pacientes bastante graves 
que viveram nos manicômios durante décadas. Foram descobertos (por acaso, como a 
maioria dos medicamentos que agem no sistema nervoso central) na década de 1950 
e, até hoje, configuram-se como escolhas bastante seguras, apesar de bastante des-
confortáveis para algumas pessoas mais sensíveis aos seus efeitos indesejados. Agem 
basicamente bloqueando a transmissão da dopamina no cérebro, com efeitos motores 
(uma espécie de “contenção química”), hormonais (aumento da prolactina) e sobre o 
pensamento (melhora de sintomas psicóticos ou pensamento mais lento ou embotado). 
Alguns dos neurolépticos apresentam formulação injetável de depósito, sendo extrema-
mente úteis nas situações onde o uso diário por via oral torna-se muito difícil como, por 
exemplo, quando o usuário enfrenta dificuldades na cogestão dos medicamentos que 
usa e sua rede de suporte é frágil demais para ajudá-lo a organizar os comprimidos que 
toma em diferentes horários.
Para (Brasil, 2013):
Os neurolépticos mais antigos são conhecidos como típicos ou convencionais. Têm um 
perfil de efeitos indesejados mais proeminentes que serão comentados mais adiante. 
Entretanto, eles são bastante eficazes (tanto quanto os mais modernos) no tratamento 
do que chamamos sintomas psicóticos positivos (delírios e alucinações). Podem ser de 
alta, média e baixa potência. Os de alta potência (ex.: haloperidol) causam mais efeitos 
motores (impregnação); os de baixa potência (ex.: clorpromazina, levomepromazina, 
tioridazina), tendem a ser mais sedativos e a provocar maior ganho de peso, entre ou-
tros problemas.
Principais Sintomas-Alvo
Consoante (Brasil, 2013):
Ação sobre sintomas psicóticos (delírios e alucinações) primários ou secundários ao uso 
de substâncias. Cabe aqui uma ressalva: nem todo “escutar vozes” ou “ver vultos” é 
sintoma psicótico e precisa automaticamente de uma prescrição. Os sintomas psicóticos 
que respondem à medicação geralmente vêm acompanhados de uma série de mudan-
ças “atípicas” na vida da pessoa e raramente ocorrem isolados. Estes sintomas também 
dificilmente encontram uma explicação em eventos recentes.
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Insônia: clorpromazina e levomepromazina – em doses baixas podem ser boas 
escolhas, mas raramente seriam as primeiras escolhas pela gama de outros efeitos.
Tiques: o haloperidol em doses baixas tem boa eficácia em quadros crônicos 
de tiques.
Dificuldade de controle de impulsos/risco de agressividade ou agitação não rea-
tiva/difusa: essas acabam sendo as principais situações onde os neurolépticos são 
empregados. Funcionam como “contenção química” e muitas vezes são utilizados por 
longos períodos. A decisão de iniciá-los deve ser bastante cautelosa porque retirá-los 
pode se tornar bastante difícil, em parte porque os efeitos “terapêuticos esperados” 
podem acomodar a família e a equipe, silenciando a necessidade do trabalho para 
que essa agressividade ou agitação possa operar de outra maneira. Um uso bastan-
te comum é na dependência de crack, como maneira de se produzir uma contenção 
química, quase que como uma “internação domiciliar” que evite que o usuário saia 
de casa nos primeiros dias, quando a abstinência e a fissura podem ser graves.
Como tranquilizador rápido nas situações de crise grave: os neurolépticos são 
muito efetivos e seguros no manejo das situações de agitação grave. O haloperidol 
associado à prometazina pode produzir sedação e contenção em cerca de 20 minu-
tos. É fundamental, entretanto, sempre contar com o profissional que tenha mais 
vínculo com o usuário na hora de negociar o uso. E sempre vale a pena oferecer 
inicialmente medicação via oral, mesmo diante de situações que pareçam caóticas.
São Neurolépticos:
• Clorpromazina
• Levomepromazina
• Tioridazina
• Flufenazina
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• Haloperidol
• Trifluoperazina
• Risperidona
• Olanzapina
• Sulpirida
• Clozapina
Benzodiazepínicos
De acordo com (Brasil, 2013):
Os benzodiazepínicos são os “campeões de audiência” em termos de utilização no Bra-
sil (e colocam o Brasil no topo de ranking dos países que mais os consomem). Ambi-
guamente, são motivo de revoltas e tabus no dia a dia das unidades, com usuários 
implorando por renovação de receitas e médicos contrariados em fazê-lo. Enfrentar 
esta pandemia (dada a cronicidade das altas taxas de uso) deve ser tomada como uma 
responsabilidade compartilhada.
Ainda citando (Brasil, 2013):
Seu sintoma-alvo principal é a ansiedade, seja por reação aguda ao estresse, em crises 
psicóticas ou em quadros “primários” de transtorno de ansiedade. Por seu efeito seda-
tivo e relaxante, também são muito utilizados para insônia. Também podem ser úteis 
na síndrome de abstinência tanto de álcool quanto de cocaína ou crack. Os riscos dos 
benzodiazepínicos, além da dependência, estão relacionados à sedação secundária (aci-
dentes) e à depressão respiratória quando utilizados em associação com outras drogas 
sedativas
Para (Brasil, 2013), são Benzodiazepínicos:
• Diazepam
• Clordiazepóxido
• Lorazepam
• Clonazepam
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• Bromazepam
• Alprazolam
• Midazolam
“Antidepressivos”
Para Brasil (2013):
São medicações de uso relativamente simples e seguro, sobretudo nos episódios de-
pressivos em pacientes neuróticos, sempre observando se há alterações importantes e 
persistentes do humor ou sentimento vitais, que não responderam à outra abordagem, 
e com prejuízossignificativos para a vida do usuário.
Brasil (2013), afirmam que:
As informações mais preciosas na escolha são a dosagem e o tempo esperado para 
efeito. Nunca é demais lembrar que os efeitos “antidepressivos” podem iniciar após 15 
dias, mesmo que já haja efeitos indesejados. Também se deve considerar que esteja 
havendo resposta parcial, sobretudo se considerarmos as formulações manipuladas e/
ou de baixa qualidade disponíveis no mercado. Nesses casos, é importante esgotar a 
faixa de dosagem segura até que se certifique de que não houve resposta terapêutica.
Para Brasil (2013):
Tricíclicos (ADT) São os “antidepressivos” mais antigos, bastante eficazes, porém 
menos tolerados sobretudo pelos efeitos anticolinérgicos (boca seca, constipa-
ção), sedativos e tonturas. Um dado importante: para a imipramina e a amitrip-
tilina, os efeitos antidepressivos só são observados em doses acima de 100mg/
dia, podendo a dose máxima girar em torno de 200-250mg/dia, considerando o 
risco cardiovascular.
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“Estabilizadores de Humor”
Segundo Brasil (2013):
Reiterando a questão das classificações dos psicotrópicos, esta “classe” sequer tem um 
mecanismo de ação comum. Ela agrupa algumas medicações que foram descobertas 
como capazes de evitar os ciclos de elevações e depressões patológicas do humor, ca-
racterísticas nos transtornos bipolares. Infelizmente, vivemos em um tempo onde há 
uma explosão de “autodiagnósticos” de transtorno bipolar... essa tendência ao abuso do 
diagnóstico de transtorno bipolar leva à prescrição também abusiva de estabilizadores 
de humor.
Citando Brasil (2013):
Basicamente temos o carbonato de lítio, com características bem peculiares, e alguns 
anticonvulsivantes. O carbonato de lítio permanece como droga padrão, tratando de for-
ma eficaz episódios de mania, hipomania e depressão em pacientes bipolares. Seu uso 
nas intercrises é reconhecidamente capaz de prevenir novos episódios, principalmente 
de elevação do humor.
Principais sintomas-alvo:
• Droga de manutenção em longo prazo: mesmo (e principalmente) assintomático.
• Episódios maníaco-depressivos (associados ou não aos antidepressivos).
• Como potencializadores de efeito dos antidepressivos (particularmente o lítio).
• Dificuldade de controle dos impulsos (principalmente os anticonvulsivantes): 
são muito utilizados nessas situações, em crianças, adolescentes e adultos 
jovens, para a maioria dos problemas externalizantes, onde há agressividade, 
agitação etc. A carbamazepina também pode ser uma escolha na tentativa de 
diminuir a fissura por uso de crack.
• Para Brasil (2013), são “Estabilizadores de humor”
• Carbonato de lítio
• Carbamazepina
•	 Ácido valproico
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Assistência de Enfermagem ao Adulto Portador de Trans-
torno Mental
O enfermeiro pode ajudar o paciente ansioso instituindo intervenções que man-
têm ou restaura uma sensação de calma e controle (TIMBY e SMITH, 2005).
Consoante Timby e Smith (2005), o enfermeiro observa o paciente em busca 
de evidencias da ansiedade em seus vários níveis: marcha nervosa, fala excessiva, 
queixas, choro, isolamento ou tentativa de fuga. Ele estimula o paciente a exprimir 
sua ansiedade.
Além de avaliar fisicamente e monitorar o humor e o afeto, os enfermeiros po-
dem usar vários questionários de avaliação como base de dados para questionar o 
estado de humor do paciente e detectar alterações que ocorrem durante o trata-
mento (TIMBY e SMITH, 2005).
Segundo Timby e Smith (2005):
Quando o paciente apresenta depressão, o enfermeiro deve ter em mente que ele pode 
ser suicida. Caso o paciente admita ser suicida, o enfermeiro deverá determinar se o 
paciente tem um plano suicídio, qual aumenta a gravidade do risco. O enfermeiro deve 
avaliar se a sua letalidade é considerada alta ou baixa.
O enfermeiro deve avaliar até que ponto o paciente deprimido consegue avaliar 
suas atividades diárias. Pacientes deprimidos podem deixar de se alimentar-se, to-
mar banho e barbear-se. Em alguns casos eles negligenciam o autocuidado porque 
não têm energia (TIMBY e SMITH, 2005).
Questão 1 (VUNESP/PREFEITURA DE VALINHOS-SP/2019) R.N., sexo masculi-
no, 76 anos de idade, viúvo há seis meses, e desde então mudou-se para a casa da 
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filha mais nova que também morava sozinha. Na visita à Unidade de Saúde, para 
controle de rotina da pressão arterial, a filha comenta com o técnico de enferma-
gem que o pai vem diminuindo progressivamente o apetite, mostrando-se desin-
teressado por todas as coisas que antes o distraiam e ocupavam seu tempo. Além 
disso, refere que o mesmo apresenta insônia. Frente a essa situação, o técnico de 
enfermagem deve encaminhar R.N. para avaliação médica, pois os sinais e sinto-
mas mencionados são sugestivos de
a) acidente vascular encefálico.
b) depressão.
c) demência senil.
d) desnutrição.
e) transtorno de ansiedade.
Letra b.
Os sintomas são clássicos da depressão, a perda de interesse repentino por coisas 
que antes lhe satisfaziam, a perda de apetite e insônia.
Questão 2 (CETRO/CAISM PHILIPPE PINEL/2013) A constante sensação de que 
algo ruim poderá acontecer, gerando sentimentos de apreensão e nervosismo, é ca-
racterístico de transtornos
a) de pensamento.
b) do humor.
c) de ansiedade.
d) de personalidade.
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Letra c.
Os sintomas marcantes do transtorno de ansiedade são “preocupação excessiva ou 
expectativa apreensiva”.
Questão 3 (CESPE/MPU/2010) de enfermagem em saúde mental, julgue os se-
guintes itens.
Um dos sintomas do transtorno de ansiedade é a atividade delirante, que pode ser 
tátil, olfativa, auditiva ou visual.
Errado.
Os sintomas descritos na questão estão ligados aos transtornos esquizofrênicos.
Questão 4 (CESPE/STM/ANALISTA JUDICIÁRIO – ENFERMAGEM/2011)
Considerando o quadro clínico acima descrito, julgue os itens subsequentes.
No quadro descrito, a agorafobia corresponde ao medo de ficar só em lugares públicos, 
ansiedade por estar em locais ou situações a partir das quais a fuga é difícil ou embaraço-
sa, ou em locais em que a ajuda possa não estar disponível em uma nova crise de pânico 
inesperada ou predisposta.
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Certo.
A agorafobia é caracterizada pelo medo de sair de casa ou de estar em situações 
em que o socorro não é possível. Podem ser diversas as situações evitadas (andar 
de ônibus ou avião, sair de casa, viajar, entrar em filas ou lugares fechados), mas 
o que unifica é o medo de passar mal e não ter socorro fácil ou imediato.
Questão 5 (UFCG-COMPROV/PREFEITURA DE CABACEIRAS-PB/2014) Doença 
caracterizada por distúrbios em muitas áreas do funcionamento mental. Raciocínio, 
percepção, comportamento, motivação e vida emocional são afetados sem exce-
ção. A doença prejudica a atuação no trabalho, os relacionamentos e o autocuida-
do. As características referem-se a:
a) Transtorno da ansiedade generalizada.
b) Depressão importante.
c) Transtorno bipolar.
d) Esquizofrenia.
e) Histeria.
Letra d.
Os primeiros sinais e sintomas da doença aparecem mais comumente durante a 
adolescência ou início da idade adulta. Apesar de poder surgir de forma abrupta, 
o quadro mais frequente se inicia de maneira insidiosa.Sintomas prodrômicos pou-
co específicos, incluindo perda de energia, iniciativa e interesses, humor depressi-
vo, isolamento, comportamento inadequado, negligência com a aparência pessoal 
e higiene, podem surgir e permanecer por algumas semanas ou até meses antes 
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do aparecimento de sintomas mais característicos da doença. Familiares e amigos 
em geral percebem mudanças no comportamento do paciente, nas suas atividades 
pessoais, contato social e desempenho no trabalho e/ou escola.
Questão 6 (DIRECTA/PREFEITURA DE PIEDADE-SP/2014) Hiperreatividade 
emocional, comportamento teatral e
atratividade são características do Transtorno de Caráter _________________.
a) Esquizoide.
b) Narcisista.
c) Histriônica.
d) Evitadora.
Letra d.
Personalidade histriônica: Transtorno da personalidade caracterizado por uma afe-
tividade superficial e lábil, dramatização, teatralidade, expressão exagerada das 
emoções, sugestibilidade, egocentrismo, autocomplacência, falta de consideração 
para com o outro, desejo permanente de ser apreciado e de constituir-se no objeto 
de atenção e tendência a se sentir facilmente ferido.
Questão 7 (PREFEITURA DE BALNEÁRIO DE BARRA DO SUL/COMPANY LEAR-
NING/2014) No Brasil, o transtorno de ansiedade encontra-se em primeiro lugar 
entre os transtornos psiquiátricos. São sintomas observados nos transtornos de 
ansiedade, exceto:
a) Obesidade e desnutrição.
b) Crises de dor no peito, coração batendo forte e acelerado.
c) Falta de ar e boca seca.
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d) Dor de cabeça e tonturas.
Letra a.
Os sintomas podem variar de uma pessoa para outra. Podemos citar como mais 
frequentes: (inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão 
muscular) existem outras queixas que podem estar associadas ao transtorno da 
ansiedade generalizada: palpitações, falta de ar, boca seca, taquicardia, aumento 
da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intes-
tinais, náuseas, tonturas, aperto no peito, dores musculares.
Questão 8 (UPENET/SECRETARIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCO/2014) Sobre 
distúrbios do humor, analise as afirmações abaixo:
I – Atualmente, os distúrbios depressivos já estão com as causas definidas, 
o que facilita o diagnóstico e, consequentemente, a terapêutica.
II – O hipotireoidismo subclínico está associado à depressão, especialmente em 
mulheres.
III – Perturbação dos Processos do Pensamento relacionada com alterações bio-
lógicas como demonstrado por agitação, hiperatividade e incapacidade de se 
concentrar é um dos Diagnósticos de Enfermagem de distúrbio bipolar.
IV – O tratamento com lítio está indicado nos distúrbios bipolares. A toxidade do 
lítio está relacionada à diminuição dos níveis séricos de sódio e à hidratação 
inadequada.
Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
a) I e III.
b) III e IV.
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c) I.
d) III.
e) II, III e IV.
Letra e.
Vejamos cada item da questão:
I. Errado. Atualmente, os distúrbios depressivos já estão com as causas definidas, 
o que facilita o diagnóstico e, consequentemente, a terapêutica. Nos Distúrbios 
Depressivos, a causa ainda é desconhecida. O modelo explicativo atual combina 
predisposição genética com interação com fatores estressantes. Existe um acúmulo 
familiar na Depressão. O ambiente parece ter importância grande, mas não foi en-
contrada relação causal direta. Em casos específicos de situações extremas (violên-
cia sexual, por exemplo) pode-se apontar um desencadeante claro. Na maior parte 
dos casos, contudo trata-se de uma somatória de eventos ao longo do tempo e em 
alguns, não se consegue identificar o(os) fator(es ) estressor(es).
II. Certo. O hipotireoidismo subclínico está associado à depressão, especialmente 
em mulheres. O diagnóstico de hipotireoidismo subclínico deve ser considerado em 
pacientes com infertilidade e irregularidade menstrual, e também em pacientes de-
primidos. Sua prevalência aumenta com a idade e é maior em mulheres.
III. Certo. Perturbação dos Processos do Pensamento relacionada com alterações 
biológicas como demonstrado por agitação, hiperatividade e incapacidade de se 
concentrar é um dos Diagnósticos de Enfermagem de distúrbio bipolar.
IV. Certo. O tratamento com lítio está indicado nos distúrbios bipolares. A toxidade 
do lítio está relacionada à diminuição dos níveis séricos de sódio e à hidratação ina-
dequada. A gravidade de uma intoxicação por lítio depende de 3 fatores: o pico de 
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concentração sérica de lítio, a duração da intoxicação e a tolerância individual. A to-
xicidade relaciona-se com a concentração de lítio no soro, pelo que esta deve ser 
monitorizada durante o tratamento com o lítio (2x por semana). Doze horas após a 
ingestão de lítio, concentrações séricas de 1,2 a 1,5 mols/L podem representar pe-
rigo. Acima de 1,5 mols/L sofre risco de intoxicação. Os primeiros sintomas de uma 
intoxicação são: diarreia, vômitos, apatia, falta de energia, pernas fracas, sonolên-
cia, letargia, dificuldades em falar, tremores irregulares, fraqueza muscular, dores 
nos braços e nas pernas e ataxia. Estes sintomas, apesar de não significarem risco 
de vida, são desconfortáveis e indicam a eminência de problemas mais graves.
Questão 9 (INÉDITA/2018) No campo da saúde mental, a prática clínica do cuidar 
de enfermagem envolve, EXCETO:
a) Dignidade
b) Criatividade
c) Acolhimento
d) Compartilhamento de saberes
e) Centralidade do cuidado
Letra e.
Citando Silva e Monteiro (2011), no campo da saúde mental, a prática clínica do 
cuidar de enfermagem envolve a dignidade, a criatividade, o acolhimento, a inter-
disciplinaridade, a escuta e o compartilhamento de saberes, reconhecendo o usuá-
rio do serviço e seus familiares como protagonistas na produção de sua autonomia 
e, portanto, merecedores de atenção.
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Questão 10 (INÉDITA/2018) A ansiedade é uma sensação vaga de apreensão, cuja 
causa não é prontamente identificável. Ela é despertada quando:
a) Individuo antecipa um perigo inesperado
b) Individuo prolonga um perigo inesperado
c) Ocorre preocupação agudas
d) Ocorre preocupação crônica
Letra a.
A ansiedade é uma sensação vaga de apreensão, cuja causa não é prontamente 
identificável. Ela é despertada quando um individuo antecipa um perigo inesperado 
(TIMBY e SMITH, 2005).
Questão 11 (INÉDITA/2018) O transtorno do pânico é a manifestação mais extre-
ma da ansiedade.
a) Curta da ansiedade
b) Não possui relação com ansiedade
c) Mais extrema da ansiedade
d) Leve da ansiedade
Letra c.
O transtorno do pânico é a manifestação mais extrema da ansiedade.
Questão 12 (INÉDITA/2018) Os indivíduos acometidos pelo pânico apresentam um 
inicio abrupto de sistemas físicos e terror, que inclui:
a) Sensação de humor exagerado
b) Sensação de graça
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c) Sensação de desmaio
d) Dor
Letra c.
Os indivíduos acometidos pelo pânico apresentam um inicio abrupto de sistemas 
físicos e terror, que inclui intensa apreensão; taquicardia, palpitações, dor to-rácica, sensação de sufocação ou de afogamento; hiperventilação; sensação de 
desmaio; sensação de desgraça iminente; e medo de desmaiar, morrer, perder o 
controle ou ficar louco.
Questão 13 (INÉDITA/2018) Os episódios de pânico podem durar:
a) Segundos
b) Semanas
C) Meses
d) Minutos
E) Anos
Letra d.
Os episódios de pânico podem durar de minutos a menos de uma hora, e então 
desaparecem de modo espontâneo (TIMBY e SMITH, 2005).
Questão 14 (INÉDITA/2018) Os episódios de pânico são denominados:
a) Ataques
B) Tique
c) Nervosismo
d) Fúria
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e) Chilique
Letra a.
Os episódios de pânico são denominados: Ataques
Questão 15 (INÉDITA/2018) O primeiro instinto durante um ataque do pânico é: 
fugir para um lugar seguro (TIMBY e SMITH, 2005).
a) Choro
b) Riso
c) Sensação de desmaio
d) Fuga para lugar seguro
e) Sensação de morte
Letra d.
O primeiro instinto durante um ataque do pânico é fugir para um lugar seguro 
(TIMBY e SMITH, 2005).
Questão 16 (INÉDITA/2018) A agorafobia é o medo de:
a) Perde um ente querido
b) Desmaiar em local publica
c) Fobia de local fechado
d) Sofre um ataque de pânico em local público
Letra d.
Para Timby e Smith (2005), a agorafobia é o medo de sofre um ataque de pânico 
em local público, onde o indivíduo pode ser publicamente humilhado por seu com-
portamento ou pode não haver ajuda disponível.
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Questão 17 (INÉDITA/2018) Os transtornos fóbicos levam o indivíduo a sentir um 
medo exagerado.
a) Desmaio
B) Dor
c) Angustia
D) Medo
Letra d.
Para Timby e Smith (2005), os transtornos fóbicos levam o indivíduo a sentir um 
medo exagerado.
Questão 18 (INÉDITA/2018) Um transtorno fóbico comum é a fobia social. Indiví-
duos com fobia social – também conhecida como ansiedade social temem situações 
nas quais devem:
a) Perder o controle da ansiedade
b) Desmaiar publicamente
c) Depressão
d) Se apresentar publicamente 
Letra d.
Um transtorno fóbico comum é a fobia social. Indivíduos com fobia social – também 
conhecida como ansiedade social temem situações nas quais devem se apresentar 
publicamente ou podem chamar a atenção de terceiros (TIMBY e SMITH, 2005).
Questão 19 (INÉDITA/2018) Transtorno do Estresse pós-traumático é uma envolve:
a) Dor
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b) Conflito familiar
c) Uma resposta de ansiedade retardada três ou mais meses após uma experiência 
emocional traumática.
d) Episódios de depressão na família
e) Uma resposta de ansiedade tardia três ou mais anos após uma experiência emo-
cional traumática.
Letra c.
Segundo Timby e Smith (2005), é uma condição que envolve uma resposta de an-
siedade retardada três ou mais meses após uma experiência emocional traumática.
Questão 20 (INÉDITA/2018) TRICÍCLICOS (ADT) São os “antidepressivos”:
a) Mais novos do mercado
b) Mais tolerados
c) Mais antigos
d) Pouco eficazes
Letra c.
Para (Brasil, 2013), tricíclicos (ADT) São os “antidepressivos” mais antigos, bastan-
te eficazes, porém menos toleradossobretudo pelos efeitos anticolinérgicos (boca 
seca, constipação), sedativos e tonturas.
Questão 21 (INÉDITA/2018) Em relação aos “Antidepressivos”, é correto afirmar 
que as informações mais preciosas na escolha são
a) Tipo de antidepressivo
b) Dosagem
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c) Resposta esperada
d) Efeitos indesejados
Letra b.
Brasil (2013), afirmam que, as informações mais preciosas na escolha são a dosa-
gem e o tempo esperado para efeito.
Questão 22 (INÉDITA/2018) Os efeitos dos “antidepressivos” podem iniciar
a) 15 Meses
b) Segundos
c) 15 Horas
d) 15 dias
e) 12 dias
Letra d.
Os efeitos “antidepressivos” podem iniciar após 15 dias, mesmo que já haja efei-
tos indesejados.
Questão 23 (INÉDITA/2018) São os “campeões de audiência” em termos de uti-
lização no Brasil:
a) Benzodiazepínicos
b) “Antidepressivos”
c) “Estabilizadores de humor”
d) Neurolépticos
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Letra a.
De acordo com (Brasil, 2013), os benzodiazepínicos são os “campeões de audiên-
cia” em termos de utilização no Brasil (e colocam o Brasil no topo de ranking dos 
países que mais os consomem).
Questão 24 (INÉDITA/2018) É um transtorno do pensamento caracterizado pela 
deteriorização da função mental, distúrbios da percepção sensoriais e alterações do 
afeto (emoções).
a) Humor
b) Bipolar
c) Esquizofrenia
d) TOC
Letra c.
Segundo Timby e Smith (2005), a esquizofrenia é um transtorno do pensamento 
caracterizado pela deteriorização da função mental, distúrbios da percepção senso-
riais e alterações do afeto (emoções).
Questão 25 (INÉDITA/2018) A esquizofrenia manifesta-se
a) Na adolescência
b) No início da terceira idade
c) No início da vida adulta
d) No fim da vida adulta
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Letra c.
É uma condição é permanente que manifesta-se no início da vida adulta.
Questão 26 (INÉDITA/2018) Para aliviar a ansiedade, os pacientes com TOC põem 
em prática repetidamente uma compulsão que alivia a tensão, e em geral pertence, 
EXCETO:
a) Medo
b) Limpeza
c) Contagem
d) Toque
Letra a.
Consoante Timby e Smith (2005), para aliviar a ansiedade, os pacientes com TOC 
põem em prática repetidamente uma compulsão que alivia a tensão, e em geral 
pertence a uma das seguintes categorias:
• Limpeza
• Checagem
• Lavagem
• Contagem
• Toque
Questão 27 (INÉDITA/2018) No início, o indivíduo evita enfrentar a tragédia e 
isola-se dos outros utilizando uma técnica denominada anestesia psíquica. O trecho 
refere-se:
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a) Depressão
b) Transtorno do Estresse pós-traumático
c) Transtornos do Humor
d) Esquizofrenia
e) Transtorno Bipolar
Letra b.
Citando Timby e Smith (2005), no início do Transtorno do Estresse pós-traumático 
o indivíduo evita enfrentar a tragédia e isola-se dos outros utilizando uma técnica 
denominada anestesia psíquica.
Questão 28 (INÉDITA/2018) Os indivíduos com humor normal são denominados:
a) Eutímicos
b) Tímido
c) Eufêmico
d) Euforico
Letra a.
Para Timby e Smith (2005), indivíduos com humor normal são denominados 
eutímicos.
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Saúde Mental
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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
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vol.29, n.4, pp.768-779. ISSN 1414-9893. http://dx.doi.org/10.1590/S1414-
98932009000400009. Acesso em: 18/11/19
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações 
Programáticas Estratégicas. Saúde mental no SUS: os centros de atenção psicosso-
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Silva KVLG, Monteiro ARM.A família em saúde mental: subsídios para o cuidado clí-
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	_Hlk25070851
	Instrumento de intervenção de Enfermagem em Saúde Mental; Relacionamento interpessoal, comunicação, psicopatologias e psicofarmacologia; Assistência de Enfermagem ao adulto portador de transtorno mental
	Apresentação do Professor
	Saúde Mental
	Introdução
	Instrumentos de Intervenção de Enfermagem em Saúde Mental
	Psicopatologias:
	Ansiedade
	5. Transtornos do Humor
	Depressão Maior
	Transtorno Bipolar
	Esquizofrenia
	Fisiopatologia
	Psicofármacos
	Neurolépticos
	Benzodiazepínicos
	“Antidepressivos”
	“Estabilizadores de Humor”
	Assistência de Enfermagem ao Adulto Portador de Transtorno Mental
	Referência Bibliográfica
	AVALIAR 5: 
	Página 45:

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