Logo Passei Direto
Buscar

PARASITO - HELMINTOS

Resumo de Parasitologia Clínica sobre helmintologia (Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis, Schistosoma mansoni e teníase) com morfologia, ciclo de vida, quadro clínico, diagnóstico (ex.: método da fita adesiva) e profilaxia.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PARASITOLOGIA CLÍNICA
Prof. Patrick Menezes
HELMINTOLOGIA
Relação com outros ovos
Nematelmintos
Ascaris lumbricoides
Enterobius vermicularis
Tricuris trichiura
Ancilostomideos
S.stercoralis
http://w3.ufsm.br/parasitologia/imagensendo/adultosascaris.jpg
http://www.smittskyddsinstitutet.se/upload/Analyser/StrongylLarvAM-a.jpg
• Ovo 
tem a forma oval
• Adulto
Longo, cilíndrico e com as extremidades 
afiladas; 
Habitam o lúmen do intestino delgado
• Fêmea: 
Mede em torno de 25 a 40 cm
Põe em média 200 mil ovos por dia
• Macho: 
Mede cerca de 15 a 20 cm 
Apresenta um enrolamento ventral da cauda
MORFOLOGIA:
ASCARIDÍASE
Ascaris lumbricoides
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015
http://www.paulomargotto.com.br/
Ascaris lumbricoides
Ciclo de Vida
MANUAL DE LABORATÓRIO CLÍNICO LIDANGALIA NHA GUTI MADWALI / DHIBUKU DHA LÂYO KUDZIVA MADHULY / A BUKU GO KAMBA A MABABYI Província de Inhambane, Moçambique 1ª ed.,2008.
Patologia e Sintomatologia:
➢ Reações alérgicas (neurotoxinas)
➢ Eosinofilia (Síndrome de Löffler)
➢ Tosse, febre e bruxismo
➢ Anemia hipocrômica
➢ Obstrução intestinal e bililar (parasitose maciça)
➢ Desnutrição em crianças
➢ Dor abdominal e vômitos
➢ Diarreia
Ascaridíase
Vivem na luz do 
intestino delgado
Postura de 200 
mil ovos/ dia
Ovos férteis: 
grande 
resistência ao 
meio externo
Desenvolvendo-se 
quando as condições 
do meio se tornam 
propícias.
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
Ovos Ascaris
OVO FÉRTIL
Esférico ou subesférico, casca grossa com
membrana externa mamilonada (75% liídio
25% proteína). Após absorção de pigmentos
fecais fica com coloração marrom.
OVO INFÉRTIL
São mais alongados e casca mais delgada , com
camada albuminosa reduzida, irregular ou
ausente. No interior possui grânulos
refringentes, com mamilos de aspecto
grosseiro. São incapazes de evoluir.
PROFILAXIA:
• Higiene pessoal
• Educação sanitária
• Saneamento básico
• Tratamento dos doentes
ASCARIDÍASE
Ascaris lumbricoides
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
http://www.paulomargotto.com.br/
Tricuríase
✓ Trichiuris (Roederer, 1761) “cauda em forma de cabelo” 
✓ Trichiuris trichiura (Linneu, 1771)
✓ Sinonímia: Trichocephalus (Goeze, 1782) não aprovado pelo comitê 
de nomenclatura zoológica internacional.
MANUAL DE LABORATÓRIO CLÍNICO LIDANGALIA NHA GUTI MADWALI / DHIBUKU DHA LÂYO KUDZIVA MADHULY / A BUKU GO KAMBA A MABABYI Província de Inhambane, Moçambique 1ª ed.,2008.
QUADRO 
CLÍNICO
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015
ENTEROBÍASE
Enterobius vermicularis
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
• Assintomático
• Principal sintoma: Prurido perianal 
• É mais exacerbado à noite acompanhado de irritabilidade e 
sono intranquilo; 
• As escoriações decorrente ao ato de coçar podem resultar em 
infecções secundárias em torno do ânus.
• Sintomas inespecíficos: 
Vômitos, dores abdominais, e raramente fezes sanguinolentas.
• Complicações: 
Salpingites, vulvovaginites, granulomas pelvianos→
Esporadicamente
• Infecções secundárias às escoriações.
http://www.paulomargotto.com.br/
ENTEROBÍASE
Enterobius vermicularis
Infecção por oxíurus* EPIDEMIOLOGIA
Acomete indivíduos de todas as idades e 
todas as classes sociais;
• NÃO está relacionado com o nível socioeconômico 
da população.
Mais frequente na idade escolar.
Afeta mais de um membro da família
• Controle deve ser dirigido a pessoas que vivem no 
mesmo domicílio.
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
http://www.paulomargotto.com.br/
➢ Também conhecida como oxiuríase.
➢ Existem diversas espécies, sendo a Enterobius vermicuIaris exclusiva do homem.
Enterobius vermicuIaris – forma de infecção
Enterobius vermicularis
ovos
MÉTODO DA FITA DE CELOFANE ADESIVA 
E TRANSPARENTE – Graham ou fita gomada
Lâmina com dois adultos
MANUAL DE LABORATÓRIO CLÍNICO LIDANGALIA NHA GUTI MADWALI / DHIBUKU DHA LÂYO KUDZIVA MADHULY / A BUKU GO KAMBA A MABABYI Província de Inhambane, Moçambique 1ª ed.,2008.
Esquistossomose 
➢ A. Etiológico→ Shcistosoma mansoni (Brasil)
➢No Brasil conhecida como Barriga d'água, doença dos caramujos, moléstia de
Pirajá da Silva e etc.
➢ Foram encontradas em múmias egípcias da XX dinastia (> 3.000 anos de idade).
Schistosoma mansoni 
e esquistossomose
Morfologia 
Diagnóstico clínico
Fase aguda: dermatite cercariana, urticária, edema localizado.
Schistosoma mansoniSchistosoma mansoni
Ciclo de Vida Ciclo de Vida
Teníase:
❖ Ingestão de carne de bovino crua ou mal cozida contendo cisticercos
de T. saginata;
❖ Ingestão de carne de porco crua ou mal cozida contendo cisticercos 
de T. solium.
Cisticercose:
❖ Auto-infecção externa: paciente ingere ovos ou proglotes de sua própria tênia por 
falta de higiene ou coprofagia;
❖ Auto-infecção interna: retroperistaltismo;
❖ Heteroinfecção: Ingestão de ovos junto com alimentos.
Teníase e Cisticercose
Teníase e cisticercose
➢ Conhecida popularmente como “solitária”(Teníase) e “canjiquinha” cisticercose.
➢ Ag etiológicos: Taenia solium (porco) Taenia saginta(Boi)
➢ Altamente endêmico de populações rurais
Diferenças Taenia
Teníase
Taenia sollium (porco) e Taenia
saginata (boi)
Proglotes -> ovos -> hosp. Intermediário -> 
intestino delgado ->embrião -> circulação -> 
músculo -> ingestão de carne mal cozida -> 
liberação no parasito no intestino delgado-> 
proglotes (90 dias).
Quadro clínico: dores 
abdominais,constipação, 
diarréia, fome intensa.
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
Cisticercose
Cisticercose
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
•Cistos viáveis causam pequena resposta inflamatória no tecido vizinho e 
escassa sintomatologia.
•Sintomas decorrem da morte ou da degeneração dos parasitos
✓ Convulsões
✓ Reações meníngeas
✓ Distúrbios visuais
✓ Cefaléia
✓ Vômitos
✓ Distúrbios mentais progressivos
✓ Síndrome de hipertensão intracraniana
Ovos
Hymenolepis nana / diminuta
Hymenolepis nana
➢ É uma parasitose que ocorre principalmente em crianças de 8 a 12 anos. Está associada a 
imunidade e higiene. A pessoa pode carregar os ovos embaixo das unhas.
➢ Sem muita importância médica
➢ Conhecida como “tênia anã”.
➢ Habitat no homem: Intestino delgado.
Hymenolepis diminuta
➢ Parasita de ratos.
➢ Ciclo sempre heteroxênico (Homem ingerindo
insetos como pulga).
➢ 20 a 30 cm de comprimento.
Patogenia, tratamento, diagnóstico e profilaxia são 
semelhante aos outros cestodas.
CICLO BIOLÓGICO
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015
ESTRONGILOIDÍASE
Strongyloides stercoralis
http://www.paulomargotto.com.br/
ESTRONGILOIDÍASE
Strongyloides stercoralis
EPIDEMIOLOGIA
A transmissão requer solo 
quente e úmido
Fatores de risco: 
Condições ambientais precárias 
Aglomerações humanas
Cães e gatos podem ser 
reservatórios
Hiperinfecção acomete 
indivíduos imunodeprimidos
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015
http://www.paulomargotto.com.br/
ANCILOSTOMÍASE
Ancylostoma duodenale E Necator americanus
Conhecida como 
amarelão ou doença 
do Jeca Tatu
EPIDEMIOLOGIA:
São parasitas de região quente e 
úmida, portanto, predominam-se 
em áreas rurais, estando muito 
associado a áreas sem saneamento 
e cujas populações tem hábito de 
andar descalças.
A. duodenalemais prevalente na 
Europa e na Ásia e o 
N. americanus, na África e nas 
Américas
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
http://www.paulomargotto.com.br/
Ancilostomose
“A inteligência do amarelado atrofia-se e a triste figura, incapaz de ação,
incapaz de vontade, incapaz de progresso, torna-se escravo dos
vermes” (Monteiro Lobato, 1919, Urupês).
Ciclo biológicoCiclo biológico
Ciclo de vida
1ª No meio externo (vida livre)→ ovo embrionado, L1, L2 e L3
2ª No hospedeiro definitivo (vida parasitária)→ L3 (infectante), L4, L5 e adulto (intestino delgado).
*100-1000 vermes → retiram de 5
a 15 mg de Fe por dia
www.paulomargotto.com.br – Brasília, 17/9/2015
ANCILOSTOMÍASE
Ancylostoma duodenale E Necator americanus
http://www.paulomargotto.com.br/
Ancilostomíase
Ancylostoma duodenale e Necator americanus
✓ Larvas filariformes -> pele ->pulmões-> deglutidas -> intestino delgado -> verme adulto
✓ Fixação por ventosas, espoliação de ferro
Quadro clínico:
✓ Assintomático
✓ Lesões urticariformes, dermatite pruriginosa, S. de Löeffler
✓ Sintomas digestivos, geofagia
Agente etiológico
Ancylostoma duodenale Necator americanus
Agente etiológico
MANUAL DE LABORATÓRIO CLÍNICO LIDANGALIA NHA GUTI MADWALI / DHIBUKU DHA LÂYO KUDZIVA MADHULY / A BUKU GO KAMBA A MABABYI Província de Inhambane, Moçambique 1ª ed.,2008.
Larva migrans
Agente etiológico.
➢ Ancylostoma braziliense
➢ Ancylostoma caninum
Patogenia
➢ Larva migrans cutânea
➢ Larva migrans visceral
➢ Larva migrans ocular
Larva migrans
Strongyloides stercoralis
Reservatório:
O homem, gatos, cães e primatas têm sido encontrados infectados.
MANUAL DE LABORATÓRIO CLÍNICO LIDANGALIA NHA GUTI MADWALI / DHIBUKU DHA LÂYO KUDZIVA MADHULY / A BUKU GO KAMBA A MABABYI Província de Inhambane, Moçambique 1ª ed.,2008.
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
Típicas das regiões 
subdesenvolvidas
900 milhões vivem em 
área de risco
80 países endêmicos
100 milhões de 
infectados
Brasil: Maceió, Recife, 
Olinda e Belém
Vetor no Brasil: Culex
quinquefasciatus
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
Ciclo vital 
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
Adultos
TÉCNICA DE KNOTT - (Técnica de concentração)
Pesquisa de filárias na corrente circulatória
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
Vetor – Culex quinquefasciatus
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
Fascíola Hepática
Fasciolose
➢ A Fascíola hepática Lineu, 1758 é um parasito de canais biliares de ovinos,
bovinos, caprinos, suínos e vários mamíferos silvestres.
➢Homem é hospedeiro acidental. Por isso não há uma patogenia muito evidente,
fora as lesões manifestadas por migração do parasita.
➢Diagnóstico muito difícil no homem.
Ciclo de vida
Exames complementares
ICT – anticorpos antifilária
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
Profilaxia
Melhoria dos sistemas de 
abastecimento de água e tratamento 
do esgoto
Educação sanitária e ambiental e 
desenvolvimento social
Tratamento dos portadores
Combate ao vetor: uso de inseticidas 
e melhoria das condições sociais
Filaríase Linfática/ Elefantíase
Wuchereria bancrofti
NEVES, D.P. Parasitologia Humana. Editora Atheneu, 12ª ed, 2011.
ARTEFATOS
Parasitologia é muito bom!

Mais conteúdos dessa disciplina