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Caderno de Questões dos Exames Anteriores do CFC 1 – Questões 1- (CFC 2014-1) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC, julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA Está(ão) apenas o(s) item(ns): a) I, apenas. b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e III, apenas. 2- (CFC 2014-1) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC, julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA Infrige(m) o Código de Ética Profissional do Contador – CEPC a(s) situações descrita(s) no(s) item(ne): a) I, II e III. b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e II, apenas. 3- (CFC 2014-1) Conforme estabelecido no Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade, aprovado pela Resolução CFC No 1370/2011, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Qualquer que seja a forma de sua organização, a pessoa jurídica somente poderá explorar serviços contábeis, próprios ou de terceiros, depois que provar no CRC de sua jurisdição que os responsáveis pela parte técnica e os que executam trabalhos técnicos, no respectivo setor ou serviço, são profissionais em situação ativa e regular perante o CRC de seu registro. II. É dispensado do registro profissional perante o CRC, o profissional que ocupe, nos órgãos da administração pública, direta ou indireta e fundacional e nas empresas públicas, cargo ou função que envolva atividades que constituem prerrogativas dos contadores e dos técnicos em contabilidade. III. Em relação à aplicação de penalidades por infrações cometidas, os sócios respondem solidariamente pelos atos relacionados ao exercício da profissão contábil praticados por profissionais ou por leigos em nome da organização contábil. A sequência CORRETA é: a) F, V, F. b) F, V, V. c) V, F, F. d) V, F, V. 4- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. É objetivo do auditor identificar a avaliar os riscos de distorção relevantes nas demonstrações contábeis decorrentes de fraudes. II. É objetivo do auditor obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas sobre os riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude, por meio da definição e implantação de respostas apropriadas. III. É objetivo do auditor responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de fraudes identificada durante a auditoria. Estão certos os itens: a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. 5- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do Auditor Independente, o auditor deve emitir uma Opinião Adversa quando: a) Ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. b) Em circunstâncias extremamente raras, envolvendo diversas incertezas, conclui que, independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis. c) Não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas. d) Tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. 6- (CFC 2014-1) Considerando os procedimentos de confirmação externa para obtenção de evidência de auditoria, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Diante da falta de resposta para um pedido de confirmação positiva, a auditoria deverá executar procedimentos alternativos para obter evidências de auditoria relevante e confiável. II. Os resultados obtidos com o procedimento de confirmação externa de evidência de auditoria deverão ser avaliados, podendo existir a possibilidade de as respostas serem consideradas não confiáveis. III. A recusa da administração em permitir o envio de solicitações de confirmação de uma informação que permita a validação de um saldo contábil será desconsiderada em qualquer hipótese. Estão certos os itens: a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas 7- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC PP 01 – Perito Contábil, relacione os tipos de impedimentos apresentados na primeira coluna com as situações descritas na segunda coluna e, em seguida, assinale a opção CORRETA. A sequência CORRETA é: a) 3, 2, 1. b) 2, 3, 1. c) 3, 1, 2. d) 1, 3, 2. 8- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TP 01 – Perícia Contábil, a execução da perícia, quando incluir a utilização de equipe técnica, deve ser realizada sob a orientação e supervisão do: a) Advogado, que indica o assistente técnico e assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. b) Juiz, que nomeia o perito e assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. c) Ministério Público, que assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. d) Perito, que assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. 9- (CFC 2014-2) 10- (CFC 2014-2) 11- (CFC 2014-2) 12- (CFC 2014-2) 13- (CFC 2014-2) 14- (CFC 2014-2) 15- (CFC 2014-2) 16- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO (questão anulada): 17- (CFC 2015-1) 18- (CFC 2015-1) 19- (CFC 2015-1) 20- (CFC 2015-1) 21- (CFC 2015-1) 22- (CFC 2015-1) 23- (CFC 2015-1) 24- (CFC 2015-2) 25- (CFC 2016-1) 26- (CFC 2016-1) 27- (CFC 2016-1) . 28- (CFC 2016-1) 29- (CFC 2016-1) 30- (CFC 2016-2) 44) Uma equipe de Profissionais de Auditoria Independente foi contratada para auditar as Demonstrações Contábeis de uma Sociedade Empresária cuja atividade é a compra e venda de mercadorias. Ao realizar os procedimentos de auditoria no estoque de mercadorias, os Profissionais de Auditoria confeccionaram o seguinte papel de trabalho: A quantidade inventariada corresponde exatamente à quantidade de mercadorias constantes no sistema informatizado de controle de estoques. Após avaliar as informações evidenciadas no papel de trabalho e considerando-se que a empresa não havia realizado nenhum ajuste, os Profissionais de Auditoria devem requerer à Sociedade Empresária que faça um: a) ajuste equivalente ao aumento no montante de R$4.500,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria IV. b) ajuste equivalente à redução no montante de R$360,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria III. c) ajuste equivalente à redução no montante de R$300,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria II. d) ajuste equivalente ao aumento no montante de R$2.000,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria I. 31- (CFC 2016-2) Auditoria 45) Um auditor realizou trabalhos de auditoria contábil e obteve evidência deauditoria apropriada e suficiente. Detectou, todavia, que a entidade auditada não houvera conduzido os testes para determinação do Valor Realizável Líquido em seus Estoques, de acordo com o determinado pela NBC TG 16 (R1) – ESTOQUES. Apesar de seus questionamentos, os referidos testes seguiram sem realização. A sua análise o conduziu a concluir que a distorção é relevante, mas não generalizada nas Demonstrações Contábeis. Quanto aos demais itens examinados, concluiu que, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo estavam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro – IFRS emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB. Diante apenas das informações apresentadas e de acordo com a NBC TA 700 – FORMAÇÃO DA OPINIÃO E EMISSÃO DO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS e com a NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE, deve o auditor: a) expressar uma opinião não modificada. b) expressar uma opinião com ressalva. c) expressar uma opinião adversa. d) abster-se de expressar uma opinião. 32- (CFC 2016-2) Auditoria 46) Uma Sociedade Empresária que atua no ramo de distribuição de bebidas efetua vendas aos seus clientes com a utilização de cobrança bancária para as vendas a prazo e recebimento das vendas à vista em dinheiro em sua sede. Os Auditores Independentes contratados para prestar os serviços de auditoria nessa Sociedade Empresária realizaram Teste de Controle no primeiro dia de trabalho, efetuando a contagem física do Caixa, e confeccionaram o seguinte papel de trabalho: Considerando-se a NBC TA 330 – RESPOSTA DO AUDITOR AOS RISCOS AVALIADOS e aplicação do Teste de Controle, o resultado apurado foi: a) falta de Caixa no montante de R$11.500,00. b) sobra de Caixa no montante de R$16.500,00. c) falta de Caixa no montante de R$20.000,00. d) sobra de Caixa no montante de R$36.500,00. 33- (CFC 2016-2) Pericia 49) Com base na NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, associe os procedimentos periciais elencados na primeira coluna com a respectiva descrição, apresentada na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção CORRETA A sequência CORRETA é: a) 1, 2, 3, 4. b) 2, 1, 3, 4. c) 1, 2, 4, 3. d) 2, 1, 4, 3. 34- (CFC 2017-1) Questão 45 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Auditoria De acordo com a NBC TA 530 – AMOSTRAGEM EM AUDITORIA, em relação ao efeito de alguns fatores no tamanho da amostra para testes de detalhes, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I-Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos para reduzir a um nível aceitável o risco de detecção relacionado com uma população em particular, mais segurança o auditor precisa da amostragem e, portanto, maior deve ser o tamanho da amostra. II-Quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população, maior deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população. III-Quanto menor for a distorção tolerável, maior precisa ser o tamanho da amostra. Auditoria A sequência CORRETA é: a) F, F, F. b) F, V, V. c) V, F, F. d) V, V, V. 35- (CFC 2017-1) Questão 46 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Auditoria Considerando-se a NBC TA 700 – FORMAÇÃO DA OPINIÃO E EMISSÃO DO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS e ainda o disposto na NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE, quando o auditor concluir que as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável, ele deve: a) modificar sua opinião. b) abster-se de emitir opinião. c) emitir opinião com ressalva. d) expressar uma opinião não modificada 36- (CFC 2017-1) Questão 47 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Perícia e arbitragem De acordo com a NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, no que tange ao trabalho pericial, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I- O planejamento da perícia é a etapa do trabalho pericial que antecede as diligências, pesquisas, cálculos e respostas aos quesitos, na qual o perito do juízo estabelece a metodologia dos procedimentos periciais a serem aplicados, elaborando-o a partir do conhecimento do objeto da perícia. II- O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil são documentos escritos, nos quais os peritos devem registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia e particularizar os aspectos e as minudências que envolvam o seu objeto e as buscas de elementos de prova necessários para a conclusão do seu trabalho. III- Indagação é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico contábil. A sequência CORRETA é: a) V, V, F. b) V, F, V. c) F, V, F. d) F, F, V. 37- (CFC 2017-1) Questão 48 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Perícia e arbitragem De acordo com a NBC PP 01 – PERITO CONTÁBIL, a respeito de suspeição e impedimento legal, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I- O perito do juízo ou assistente deve declarar-se suspeito quando, após nomeado ou contratado, verificar a ocorrência de situações que venham suscitar suspeição em função da sua imparcialidade ou independência e, dessa maneira, comprometer o resultado do seu trabalho em relação à decisão. II- O perito deve declarar-se suspeito apenas nos casos previstos da NBC PP 01 – PERITO CONTÁBIL, não sendo possível declarar-se suspeito por motivo íntimo. III- São exemplos de casos de suspeição a que está sujeito o perito do juízo: ser amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes. A sequência CORRETA é: a) F, F, V. b) F, V, F. c) V, F, V. d) V, V, F. Questão 38 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Auditoria 45. (CFC/2017.2/Q45/Bacharel) De acordo com a NBC TA 200 (R1) – OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE AUDITORIA, risco de detecção é: a) o risco de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante antes da auditoria. b) o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. c) o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções. d) o risco de que uma distorção que possa ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação e que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, não seja prevenida, detectada e corrigida tempestivamente pelo controle interno da entidade. Questão 39 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Auditoria 46. (CFC/2017.2/Q46/Bacharel) Ao realizar uma auditoria das Demonstrações Contábeis em uma instituição financeira, o auditor verificou a existência de fraude contra o Sistema Financeiro Nacional, praticada por empregados com funções significativas no Controle Interno. Considerando-se o que estabelece a NBC TA 240 (R1) – RESPONSABILIDADE DO AUDITOR EM RELAÇÃO A FRAUDE, NO CONTEXTO DA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, assinale a opção CORRETA em relação à comunicação que o auditor deve fazer ao identificar a fraude. a) O auditor deve comunicar a descoberta da fraude aos responsáveis pela governança apenas, os quais deverão tomar todas as medidas cabíveis para a responsabilização dos fraudadores nos âmbitos administrativo, cível e penal, ficando o auditor, a partir da comunicação, isento de qualquerpossibilidade de responsabilização legal. b) O auditor deve comunicar a descoberta da fraude somente aos fraudadores e aos gestores da empresa, uma vez que essa atitude preserva o princípio do contraditório e da ampla defesa, assegurados constitucionalmente a todos os cidadãos. c) O auditor deve comunicar a fraude ao Conselho Federal de Contabilidade e discutir com esse órgão a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria necessários para concluir a auditoria. d) O auditor deve comunicar a fraude às agências reguladoras e de controle, pois, embora o dever profissional do auditor seja o de manter a confidencialidade da informação do cliente, as responsabilidades legais do auditor podem sobrepor-se ao dever de confidencialidade em situações que possam resultar em danos à sociedade. Questão 40 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Perícia 47. (CFC/2017.2/Q47/Bacharel) De acordo com a NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil têm por limite o próprio objeto da perícia deferida ou contratada. II. A perícia contábil é de competência exclusiva de contador em situação regular perante o Conselho Regional de Contabilidade de sua jurisdição. III. Os procedimentos periciais contábeis visam a fundamentar o laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação. A sequência CORRETA é: a) V, V, V. b) V, F, F. c) F, V, V. d) F, F, F. Questão 41 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Perícia 48. (CFC/2017.2/Q48/Bacharel) Considerando-se o que estabelece a NBC TP 01- PERÍCIA CONTÁBIL, é CORRETO afirmar que: a) Em relação à execução da perícia contábil, o perito-assistente não pode, em nenhuma hipótese, manter contato com o advogado da parte que o contratou. b) Os peritos não são obrigados a consignar as suas conclusões no final do laudo pericial contábil ou do parecer técnico-contábil, visto que em várias situações o laudo pode ser inconclusivo. c) Quando se tratar de laudo pericial contábil, assinado em conjunto pelos peritos, a responsabilidade caberá apenas ao perito assistente. d) Termo de diligência é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico-contábil. 2 – Gabaritos 1- (CFC 2014-1) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC, julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA Está(ão) apenas o(s) item(ns): a) I, apenas. b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e III, apenas. Resolução: I – Um contador, atuando como auditor, se recusou a emitir opinião no Relatório de Auditoria por não ter conseguido executar os testes necessários para assegurar sua opinião acerca das demonstrações contábeis. De acordo com o Art. 5º do CEPC, O Contador, quando perito, assistente técnico, auditor ou árbitro, deverá: I – recusar sua indicação quando reconheça não se achar capacitado em face da especialização requerida; CORRETA. II – Um profissional da Contabilidade iniciou um trabalho técnico e, por força maior, precisou se ausentar do País. Para não prejudicar o cliente, o contador transferiu totalmente o trabalho para um colega, não tendo consultado ou comunicado ao cliente. De acordo com o CEPC, em seu Art. 7º, “O Profissional da Contabilidade poderá transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro profissional, com a anuência do cliente, sempre por escrito, de acordo com as normas expedidas pelo Conselho Federal de Contabilidade.” INCORRETA. III – Um contador, atuando como perito, apresentou suas convicções pessoais sobre os direitos da parte a que está representando, justamente com sua análise técnica aos quesitos propostos. De acordo com o Art. 5º do CEPC, O Contador, quando perito, assistente técnico, auditor ou árbitro, deverá: II – abster-se de interpretações tendenciosas sobre a matéria que constitui objeto de perícia, mantendo absoluta independência moral e técnica na elaboração do respectivo laudo; III – abster-se de expender argumentos ou dar a conhecer sua convicção pessoal sobre os direitos de quaisquer das partes interessadas, ou da justiça da causa em que estiver servindo, mantendo seu laudo no âmbito técnico e limitado aos quesitos propostos; INCORRETA. Resposta: Alternativa “A” 2- (CFC 2014-1) Com base na conduta do profissional da Contabilidade estabelecida no Código de Ética Profissional do Contador – CEPC, julgue as situações apresentadas nos itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA Infrige(m) o Código de Ética Profissional do Contador – CEPC a(s) situações descrita(s) no(s) item(ne): a) I, II e III. b) II, apenas. c) III, apenas. d) I e II, apenas. Resolução: O item I está errado, pois de acordo com o CEPC (Artigo 3º), no desempenho de suas funções, é vedado ao Profissional da Contabilidade publicar ou distribuir, em seu nome, trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. O item II está errado, pois ainda de acordo com o Artigo 3º, é vedado ao Profissional da Contabilidade reter abusivamente livros, papéis ou documentos, comprovadamente confiados à sua guarda; O item III está correto, pois é dever do Profissional da Contabilidade observar as Normas Brasileiras de Contabilidade e recusar os trabalhos que não estejam de acordo com esse arcabouço normativo. Resposta: Alternativa “D” 3- (CFC 2014-1) Conforme estabelecido no Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade, aprovado pela Resolução CFC No 1370/2011, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Qualquer que seja a forma de sua organização, a pessoa jurídica somente poderá explorar serviços contábeis, próprios ou de terceiros, depois que provar no CRC de sua jurisdição que os responsáveis pela parte técnica e os que executam trabalhos técnicos, no respectivo setor ou serviço, são profissionais em situação ativa e regular perante o CRC de seu registro. II. É dispensado do registro profissional perante o CRC, o profissional que ocupe, nos órgãos da administração pública, direta ou indireta e fundacional e nas empresas públicas, cargo ou função que envolva atividades que constituem prerrogativas dos contadores e dos técnicos em contabilidade. III. Em relação à aplicação de penalidades por infrações cometidas, os sócios respondem solidariamente pelos atos relacionados ao exercício da profissão contábil praticados por profissionais ou por leigos em nome da organização contábil. A sequência CORRETA é: a) F, V, F. b) F, V, V. c) V, F, F. d) V, F, V. Resolução: I. Qualquer que seja a forma de sua organização, a pessoa jurídica somente poderá explorar serviços contábeis, próprios ou de terceiros, depois que provar no CRC de sua jurisdição que os responsáveis pela parte técnica e os que executam trabalhos técnicos, no respectivo setor ou serviço, são profissionais em situação ativa e regular perante o CRC de seu registro. CORRETA. II. O Artigo 20, parágrafo 4º da Resolução estabelece que: Nas entidades privadas e nos órgãos da administração pública, direta ou indireta e fundacional, nas empresas públicas e nas sociedades de economia mista, os empregos, os cargos ou as funções que envolvem atividades que constituem prerrogativas dos contadores e dos técnicos em contabilidade somente poderão ser providos e exercidos por profissionais devidamente registrados, ativos e em situação regular perante o CRC de seu registro. INCORRETA. III. O Artigo 25, parágrafo 4º da Resolução estabelece que os sócios respondem solidariamente pelos atos relacionados ao exercício da profissão contábil praticados por profissionais ou por leigos em nome da organização contábil. CORRETA. Resposta:Alternativa “D” 4- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. É objetivo do auditor identificar a avaliar os riscos de distorção relevantes nas demonstrações contábeis decorrentes de fraudes. II. É objetivo do auditor obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas sobre os riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude, por meio da definição e implantação de respostas apropriadas. III. É objetivo do auditor responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de fraudes identificada durante a auditoria. Estão certos os itens: a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. Resolução: NBC TA 240, item 10 - os objetivos do auditor são: (a) identificar e avaliar os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis decorrente de fraude; (b) obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas sobre os riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude, por meio da definição e implantação de respostas apropriadas; e (c) responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de fraudes identificada durante a auditoria. Resposta: Alternativa “A” 5- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do Auditor Independente, o auditor deve emitir uma Opinião Adversa quando: a) Ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. b) Em circunstâncias extremamente raras, envolvendo diversas incertezas, conclui que, independentemente de ter obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis. c) Não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas. d) Tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. Resolução: a) INCORRETA, pois os elementos acima caracterizam a opinião com ressalva, expressa no item 7 da NBC TA 705. b) INCORRETA, pois os elementos acima caracterizam abstenção de opinião pelo auditor, expressa no item 10 da NBC TA 705. c) INCORRETA, pois os elementos acima caracterizam abstenção de opinião pelo auditor, expressa no item 9 da NBC TA 705. d) A NBC TA 705 em seu item 8, recomenda que: O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. CORRETA. Resposta: Alternativa “D” 6- (CFC 2014-1) Considerando os procedimentos de confirmação externa para obtenção de evidência de auditoria, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. Diante da falta de resposta para um pedido de confirmação positiva, a auditoria deverá executar procedimentos alternativos para obter evidências de auditoria relevante e confiável. II. Os resultados obtidos com o procedimento de confirmação externa de evidência de auditoria deverão ser avaliados, podendo existir a possibilidade de as respostas serem consideradas não confiáveis. III. A recusa da administração em permitir o envio de solicitações de confirmação de uma informação que permita a validação de um saldo contábil será desconsiderada em qualquer hipótese. Estão certos os itens: a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas Resolução: I. o item 12 da norma é bastante esclarecedor: Para cada resposta não recebida, o auditor deve executar procedimentos alternativos de auditoria para obter evidência de auditoria relevante e confiável (ver itens A18 e A19). (Retificação publicada no D.O.U. de 4.11.10, Seção I, pág. 185) CORRETA. II. no item 11 da NBC TA 505: Se o auditor determinar que uma resposta a uma solicitação de confirmação não é confiável, o auditor deve avaliar as implicações na avaliação dos riscos significativos de distorção relevante, incluindo o risco de fraude, e sobre a natureza, época e extensão relacionada a outros procedimentos de auditoria. CORRETA. III. No item 8 da norma, temos explicitado que o auditor deverá sim considerar a recusa e fazer os questionamentos e procedimentos mencionados na própria norma, como segue: Recusa da administração em permitir que o auditor envie solicitações de confirmação 8. No caso da administração se recusar a permitir que o auditor envie solicitações de confirmação, o auditor deve: (a) indagar sobre as razões da recusa da administração e procurar evidência de auditoria sobre sua validade e razoabilidade; (b) avaliar as implicações da recusa da administração na avaliação do auditor dos riscos significativos de distorção relevante, incluindo o risco de fraude, e sobre a natureza, época e extensão de outros procedimentos de auditoria; e (c) executar procedimentos alternativos de auditoria definidos para obter evidência de auditoria relevante e confiável. INCORRETA. Resposta: Alternativa “B” 7- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC PP 01 – Perito Contábil, relacione os tipos de impedimentos apresentados na primeira coluna com as situações descritas na segunda coluna e, em seguida, assinale a opção CORRETA. A sequência CORRETA é: a) 3, 2, 1. b) 2, 3, 1. c) 3, 1, 2. d) 1, 3, 2. Resolução: Conforme NBC PP 01: O Impedimento Legal - O perito-contador nomeado ou escolhido deve se declarar impedido quando não puder exercer suas atividades com imparcialidade e sem qualquer interferência de terceiros, ou ocorrendo pelo menos uma das seguintes situações: (.....) c) tiver atuado como perito contador contratado ou prestado depoimento como testemunha no processo. O impedimento por motivos técnico-científicos a ser declarado pelo perito decorre da autonomia, estrutura profissional e da independência que devem possuir para ter condições de desenvolver de forma isenta o seu trabalho. São motivos de impedimento técnico-científico: (.....) a) a matéria em litígio não ser de sua especialidade. Os casos de suspeição aos quais estão sujeitos o perito-contador são os seguintes: (......) d) ser herdeiro presuntivo ou donatário de alguma das partes ou dos seus cônjuges. Resposta: Alternativa “C”. 8- (CFC 2014-1) De acordo com a NBC TP 01 – Perícia Contábil, a execução da perícia, quando incluir a utilização de equipe técnica, deve ser realizada sob a orientação e supervisão do: a) Advogado, que indica o assistente técnico e assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. b) Juiz, que nomeia o perito e assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. c) Ministério Público, que assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. d) Perito, que assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se de que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. Resolução: Conforme a NBC TP 01, em seu item 14: A execução da perícia, quando incluir a utilização de equipe técnica, deve ser realizada sob a orientação e supervisão do perito, que assume a responsabilidade pelos trabalhos, devendo assegurar-se que as pessoas contratadas estejam profissionalmente capacitadas à execução. Resposta: Alternativa“D”. 9- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO: NBC PG 100 – APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE - Princípios éticos – 100.5 O profissional da contabilidade deve cumprir os seguintes princípios éticos: (a) Integridade – ser franco e honesto em todos os relacionamentos profissionais e comerciais. (b) Objetividade – não permitir que comportamento tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros afetem o julgamento profissional ou de negócio. (c) Competência profissional e devido zelo – manter o conhecimento e a habilidade profissionais no nível adequado para assegurar que clientes e/ou empregador recebam serviços profissionais competentes com base em desenvolvimentos atuais da prática, legislação e técnicas, e agir diligentemente e de acordo com as normas técnicas e profissionais aplicáveis. (d) Sigilo profissional – respeitar o sigilo das informações obtidas em decorrência de relacionamentos profissionais e comerciais e, portanto, não divulgar nenhuma dessas informações a terceiros, a menos que haja algum direito ou dever legal ou profissional de divulgação, nem usar as informações para obtenção de vantagem pessoal pelo profissional da contabilidade ou por terceiros. (e) Comportamento profissional – cumprir as leis e os regulamentos pertinentes e evitar qualquer ação que desacredite a profissão. SEQUÊNCIA: ( 3 ) - Comportamento profissional ( 1 ) - Integridade ( 2 ) – Objetividade RESPOSTA LETRA "C" 10- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO: NBC PG 100 – APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE 140.6 A necessidade de cumprir o princípio do sigilo profissional permanece mesmo após o término das relações entre o profissional da contabilidade e seu cliente ou empregador. Quando o profissional da contabilidade mudar de emprego ou obtiver novo cliente, ele pode usar sua experiência anterior. Contudo, ele não deve usar ou divulgar nenhuma informação confidencial obtida ou recebida em decorrência de relacionamento profissional ou comercial. ITEM I É FALSO) 140.5 O profissional da contabilidade deve tomar as providências adequadas para assegurar que o pessoal da sua equipe de trabalho, assim como as pessoas das quais são obtidas assessoria e assistência, também, respeitem o dever de sigilo do profissional da contabilidade. (O ITEM II, ESTÁ DE ACORDO COM A NORMA). 140.2 O profissional da contabilidade deve manter sigilo, inclusive no ambiente social, permanecendo alerta à possibilidade de divulgação involuntária de informações sigilosas de seus clientes, especialmente a colega de trabalho próximo ou a familiar próximo ou imediato. (O ITEM III ESTÁ DE ACORDO COM A NORMA) RESPOSTA LETRA "C" 11- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO: RESOLUÇÃO CFC N.º 1370/2011 Art. 18. Ao CRC compete: ... ... V – processar, conceder, organizar, manter, baixar, revigorar e cancelar os registros de contador, técnico em contabilidade e organização contábil; RESPOSTA "C" 12- (CFC 2014-2) NBC TA 200 – OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE AUDITORIA ( 3 ) Julgamento profissional é a aplicação do treinamento, conhecimento e experiência relevantes, dentro do contexto fornecido pelas normas de auditoria, contábeis e éticas, na tomada de decisões informadas a respeito dos cursos de ação apropriados nas circunstâncias do trabalho de auditoria. ( 1 ) Evidências de auditoria são as informações utilizadas pelo auditor para fundamentar suas conclusões em que se baseia a sua opinião. As evidências de auditoria incluem informações contidas nos registros contábeis subjacentes às demonstrações contábeis e outras informações. ( 2 ) Asseguração razoável é, no contexto da auditoria de demonstrações contábeis, um nível alto, mas não absoluto, de segurança. RESPOSTA LETRA "C" 13- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO: NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE Opinião com ressalva 7. O auditor deve expressar uma opinião com ressalva quando: (a) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou (b) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. RESPOSTA LETRA "D" 14- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO: ITEM I - VERDADEIRO Evidência de auditoria apropriada e suficiente - A1. A evidência de auditoria é necessária para fundamentar a opinião e o relatório do auditor. Ela tem natureza cumulativa e é obtida principalmente a partir dos procedimentos de auditoria realizados durante o curso do trabalho. ITEM II – VERDADEIRO - Materialidade e risco de auditoria A1. .. O auditor obtém segurança razoável mediante a obtenção de evidência de auditoria suficiente e apropriada para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo (NBC TA 200, item 17). ITEM III – FALSO - Evidência de auditoria apropriada e suficiente A4. A suficiência e adequação da evidência de auditoria estão inter-relacionadas. A suficiência é a medida da quantidade de evidência de auditoria. A quantidade da evidência de auditoria necessária é afetada pela avaliação do auditor dos riscos de distorção (quanto mais elevados os riscos avaliados, maior a probabilidade de que seja exigida mais evidência de auditoria) e também pela qualidade de tal evidência de auditoria (quanto maior a qualidade, menos evidência pode ser exigida). A obtenção de mais evidência de auditoria, porém, não compensa a sua má qualidade. RESPOSTA LETRA "C" 15- (CFC 2014-2) CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL - Art. 435. A parte, que desejar esclarecimento do perito e do assistente técnico, requererá ao juiz que mande intimá-lo a comparecer à audiência, formulando desde logo as perguntas, sob forma de quesitos. Parágrafo único. O perito e o assistente técnico só estarão obrigados a prestar os esclarecimentos a que se refere este artigo, quando intimados 5 (cinco) dias antes da audiência. RESPOSTA "B" 16- (CFC 2014-2) RESOLUÇÃO (questão anulada): ( 2 ) Zelo Profissional 38. O zelo profissional do perito-contador e do perito-contador assistente na realização dos trabalhos periciais compreende: (e) propugnar pela celeridade processual, valendo-se dos meios que garantam eficiência, segurança, publicidade dos atos periciais, economicidade, o contraditório e a ampla defesa; (3 ) Competência Técnico-Profissional 6. O espírito de solidariedade do perito-contador e do perito-contador assistente não induz nem justifica a participação ou a conivência com erros ou atos infringentes às normas profissionais, técnicas e éticas que regem o exercício da profissão, devendo estar vinculado à busca da verdade fática a fim de esclarecer o objeto da perícia de forma técnica. ( 1 ) Responsabilidade e Ética 32. Ciente do livre exercício profissional deve o perito-contador, sempre que possível e não houver prejuízo aos seus compromissos profissionais e suas finanças pessoais, em colaboração com o Poder Judiciário aceitar o encargo confiado, na condição de perito-contador do juízo, ou escusar-se do múnus, no prazo legal, apresentando suas razões. RESPOSTA "C" 17- (CFC 2015-1) NBC PG 100 - Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. 100.5 O profissional da contabilidade deve cumprir os seguintes princípios éticos: (1) (a) Integridade - ser franco e honesto em todos os relacionamentos profissionais e comerciais. (2) (b) Objetividade - não permitir que comportamento tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros afetem o julgamento profissional ou de negócio. (3) (e) Comportamento profissional - cumprir as leis e os regulamentos pertinentese evitar qualquer ação que desacredite a profissão. SEQUÊNCIA 1,2,3 RESPOSTA LETRA "A" 18- (CFC 2015-1) Art. 12. § 1º. Na aplicação das sanções éticas, podem ser consideradas como atenuantes: I – ação desenvolvida em defesa de prerrogativa profissional; II – ausência de punição ética anterior; III – prestação de relevantes serviços à Contabilidade. RESPOSTA LETRA "C" 19- (CFC 2015-1) NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE Determinação do tipo de modificação na opinião do auditor independente Opinião com ressalva 7. O auditor deve expressar uma opinião com ressalva quando: (a) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou (b) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Opinião adversa 8. O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. Abstenção de opinião 9. O auditor deve abster-se de expressar uma opinião quando não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para suportar sua opinião e ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizadas. A Opinião com Ressalva e Opinião Adversa são quase iguais em sua definição, a diferença está que na generalização da distorção, onde que na Opinião com Ressalva ela é RELEVANTE e não GENERALIZADA e na Adversa é RELEVANTE e GENERALIZADA. RESPOSTA LETRA "B" 20- (CFC 2015-1) NBC TA 530 –AMOSTRAGEM EM AUDITORIA 7. O auditor deve determinar o tamanho de amostra suficiente para reduzir o risco de amostragem a um nível mínimo aceitável (ver itens A10 e A11). A10. O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra. De acordo com a Norma a letra C é falso: RESPOSTA LETRA "C" 21- (CFC 2015-1) NBC TA 200 –OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE AUDITORIA Auditoria de demonstrações contábeis 3. O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável. ITEM I: VERDADEIRO 4. As demonstrações contábeis sujeitas à auditoria são as da entidade, elaboradas pela sua administração, com supervisão geral dos responsáveis pela governança. As NBC TAs não impõem responsabilidades à administração ou aos responsáveis pela governança e não se sobrepõe às leis e regulamentos que governam as suas responsabilidades. Contudo, a auditoria em conformidade com as normas de auditoria é conduzida com base na premissa de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança têm conhecimento de certas responsabilidades que são fundamentais para a condução da auditoria. A auditoria das demonstrações contábeis não exime dessas responsabilidades a administração ou os responsáveis pela governança (ver itens A2 a A11). ITEM II: VERDADEIRO 6. O conceito de materialidade é aplicado pelo auditor no planejamento e na execução da auditoria, e na avaliação do efeito de distorções identificadas sobre a auditoria e de distorções não corrigidas, se houver, sobre as demonstrações contábeis. ITEM III: VERDADEIRO RESPOSTA LETRA "D" 22- (CFC 2015-1) 65. O perito-contador deve requerer o levantamento dos honorários periciais, previamente depositados, na mesma petição em que requer a juntada do laudo pericial aos autos. 66. O perito-contador pode requerer a liberação parcial dos honorários quando julgar necessário para o custeio de despesas durante a realização dos trabalhos. A norma diz que o perito PODE requerer, mas o item da questão traz a palavra DEVE requerer, o que muda o sentido da sentença, com isso julgo passível de anulação. 67. Quando os honorários periciais forem fixados por decisão judicial, estes podem ser executados, judicialmente, pelo perito-contador em conformidade com os dispositivos do Código de Processo Civil. RESPOSTA: questão anulada 23- (CFC 2015-1) De acordo com o Código de Processo Civil-CPC Art. 426. Compete ao juiz: I - indeferir quesitos impertinentes; RESPOSTA LETRA "D" 24- (CFC 2015-2) De acordo com a NBC TA 200 – Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria. Definições Para fins das NBC TAs, os seguintes termos possuem os significados atribuídos a seguir: [...] Risco de detecção é o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções. RESPOSTA LETRA B 25- (CFC 2016-1) Alternativa correta: D. ITEM I - (a) determinar se a estrutura de relatório financeiro a ser aplicada na elaboração das demonstrações contábeis é aceitável. CORRETA (b) obter a concordância da administração de que ela reconhece e entende sua responsabilidade: ITEM II - (i) pela elaboração das demonstrações contábeis de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável, incluindo, quando relevante, sua adequada apresentação. CORRETA ITEM III - (ii) pelo controle interno que a administração determinou como necessário para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorções relevantes, independentemente se causadas por fraude ou erro. CORRETA 26- (CFC 2016-1) Alternativa correta: B NBC TA 530 – AMOSTRAGEM EM AUDITORIA Alcance 1. Esta Norma se aplica quando o auditor independente decide usar amostragem na execução de procedimentos de auditoria. Essa Norma trata do uso de amostragem estatística e não estatística na definição e seleção da amostra de auditoria, na execução de testes de controles e de detalhes e na avaliação dos resultados da amostra. ITEM I - FALSO, POIS NA AUDITORIA TAMBÉM É PERMITIDO A AMOSTRAGEM NÃO ESTATÍSTICA Definição da amostra, tamanho e seleção dos itens para teste A5. Ao definir uma amostra de auditoria, o auditor deve considerar os fins específicos a serem alcançados e a combinação de procedimentos de auditoria que devem alcançar esses fins. A consideração da natureza da evidência de auditoria desejada e as eventuais condições de desvio ou distorção ou outras características relacionadas com essa evidência de auditoria ajudam o auditor a definir o que constitui desvio ou distorção e qual população usar para a amostragem. ITEM II - VERDADEIRO, POIS ESTAS CONSIDERAÇÕES AJUDAM O AUDITOR A DEFINIR A AMOSTRA. Definição da amostra, tamanho e seleção dos itens para teste Tamanho da amostra (ver item 7) A10. O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido. Quanto menor o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra. ITEM III - VERDADEIRO, POIS O RISCO ESTÁ RELACIONADO COM O TAMANHO DA AMOSTRA. 27- (CFC 2016-1) Alternativa correta: A NBC TA 500 – EVIDÊNCIA DE AUDITORIA ALTERNATIVA A – INCORRETA Evidência de auditoria apropriada e suficiente A4. A suficiência e adequação da evidência de auditoria estão inter-relacionadas. A suficiência é a medida da quantidade de evidência de auditoria. A quantidade da evidência de auditoria necessária é afetada pela avaliação do auditordos riscos de distorção (quanto mais elevados os riscos avaliados, maior a probabilidade de que seja exigida mais evidência de auditoria) e também pela qualidade de tal evidência de auditoria (quanto maior a qualidade, menos evidência pode ser exigida). A obtenção de mais evidência de auditoria, porém, não compensa a sua má qualidade. ALTERNATIVA B – CORRETA - 5. Para os fins das normas de auditoria, os termos a seguir têm os significados atribuídos abaixo: Adequação da evidência de auditoria é a medida da qualidade da evidência de auditoria, isto é, a sua relevância e confiabilidade para suportar as conclusões em que se fundamenta a opinião do auditor. ALTERNATIVA C – CORRETA - Evidência de auditoria compreende as informações utilizadas pelo auditor para chegar às conclusões em que se fundamentam a sua opinião. A evidência de auditoria inclui as informações contidas nos registros contábeis que suportam as demonstrações contábeis e outras informações. ALTERNATIVA D - CORRETA A18. Uma confirmação externa representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como resposta escrita de terceiro (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra mídia. Os procedimentos de confirmação externa frequentemente são relevantes no tratamento de afirmações associadas a certos saldos contábeis e seus elementos. Contudo, as confirmações externas não precisam se restringir apenas a saldos contábeis. Por exemplo, o auditor pode solicitar confirmação de termos de contratos ou transações da entidade com terceiros; a solicitação de confirmação pode ser planejada para perguntar se foram efetuadas quaisquer modificações no contrato e, em caso afirmativo, quais são os detalhes relevantes. Os procedimentos de confirmação externa também são utilizados para a obtenção de evidência de auditoria a respeito da ausência de certas condições, por exemplo, a ausência de acordo paralelo (side agreement) que possa influenciar o reconhecimento da receita. Ver NBC TA 505 para orientação adicional. 28- (CFC 2016-1) Alternativa correta: C. CONFORME NBC TP 01: ITEM I - Item 09 - O perito-contador e o perito-contador assistente, enquanto estiverem de posse do processo ou de documentos, devem zelar pela sua guarda e segurança. CORRETA ITEM II - Item 10 - Para a execução da perícia contábil, o perito-contador e o perito-contador assistente devem ater-se ao objeto e ao lapso temporal da perícia a ser realizada. CORRETA ITEM III - Item 11 - Mediante Termo de Diligência, o perito-contador e o perito-contador assistente, deverão solicitar por escrito todos os documentos e informações relacionadas ao objeto da perícia. CORRETA ITEM IV - Item 12 - A eventual recusa no atendimento de diligências solicitadas ou qualquer dificuldade na execução do trabalho pericial devem ser comunicadas, com a devida comprovação ou justificativa, ao Juízo, em se tratando de perícia judicial; ou à parte contratante, no caso de perícia extrajudicial. CORRETA 29- (CFC 2016-1) Alternativa correta: D - NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL Procedimentos 1. Os procedimentos periciais contábeis visam fundamentar o laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação. 2. O exame é a análise de livros, registros de transações e documentos. ITEM I - CORRETO 3. A vistoria é a diligência que objetiva a verificação e a constatação de situação, coisa ou fato, de forma circunstancial. ITEM II - CORRETO 4. A indagação é a busca de informações mediante entrevista com conhecedores do objeto ou de fato relacionado à perícia. 5. A investigação é a pesquisa que busca trazer ao laudo pericial contábil ou parecer técnico-contábil o que está oculto por quaisquer circunstâncias. 6. O arbitramento é a determinação de valores, quantidades ou a solução de controvérsia por critério técnico-científico. ITEM III - INCOMPLETA (gerou discussão, pois na questão suprimiu o termo QUANTIDADES, ao nosso ver deveria ser anulada a questão) 7. A mensuração é o ato de qualificação e quantificação física de coisas, bens, direitos e obrigações. 8. A avaliação é o ato de estabelecer o valor de coisas, bens, direitos, obrigações, despesas e receitas. ITEM IV - CORRETO 9. A certificação é o ato de atestar a informação trazida ao laudo ou ao parecer pelo perito. 30- (CFC 2016-2) 44) Uma equipe de Profissionais de Auditoria Independente foi contratada para auditar as Demonstrações Contábeis de uma Sociedade Empresária cuja atividade é a compra e venda de mercadorias. Ao realizar os procedimentos de auditoria no estoque de mercadorias, os Profissionais de Auditoria confeccionaram o seguinte papel de trabalho: A quantidade inventariada corresponde exatamente à quantidade de mercadorias constantes no sistema informatizado de controle de estoques. Após avaliar as informações evidenciadas no papel de trabalho e considerando-se que a empresa não havia realizado nenhum ajuste, os Profissionais de Auditoria devem requerer à Sociedade Empresária que faça um: a) ajuste equivalente ao aumento no montante de R$4.500,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria IV. b) ajuste equivalente à redução no montante de R$360,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria III. c) ajuste equivalente à redução no montante de R$300,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria II. d) ajuste equivalente ao aumento no montante de R$2.000,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria I. Resolução: O estoque deve ser avaliado pela antiga regra “custo ou mercado, dos dois o menor”. Atualmente, o CPC 16 – estoque faz referência ao “Valor Realizável Líquido”, confira: 7. O valor realizável líquido refere-se à quantia líquida que a entidade espera realizar com a venda do estoque no curso normal dos negócios. O valor justo reflete o preço pelo qual uma transação ordenada para a venda do mesmo estoque no mercado principal (ou mais vantajoso) para esse estoque ocorreria entre participantes do mercado na data de mensuração. O primeiro é um valor específico para a entidade, ao passo que o segundo já não é. Por isso, o valor realizável líquido dos estoques pode não ser equivalente ao valor justo deduzido dos gastos necessários para a respectiva venda. (Alterado pela Revisão CPC 03) Mensuração de estoque 9. Os estoques objeto deste Pronunciamento devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável líquido, dos dois o menor. Assim, podemos entender que valor de “mercado” é o valor realizável líquido. Vamos apurar o custo do estoque para cada produto e comparar com o valor realizável líquido. Se o custo do estoque for menor que o valor realizável líquido (o valor que a empresa vai obter com a venda), não há necessidade de ajuste. Se o valor realizável líquido for menor, devemos ajustar o estoque, para reconhecer uma perda provável na realização do estoque. A única mercadoria que apresenta Valor Realizável Líquido menor que o custo do estoque é a mercadoria II, a qual deve ser ajustada, de $1.800 para $ 1.500: D – Despesa com ajuste para perdas no estoque (resultado) 300 C – Ajuste para perdas no estoque (retificadora do ativo) 300 Alternativa correta: C = ajuste equivalente à redução no montante de R$300,00, referente ao saldo do estoque da Mercadoria II. 31- (CFC 2016-2) Auditoria 45) Um auditor realizou trabalhos de auditoria contábil e obteve evidência de auditoria apropriada e suficiente. Detectou, todavia, que a entidade auditada não houvera conduzido os testes para determinação do Valor Realizável Líquido em seus Estoques, de acordo com o determinado pela NBC TG 16 (R1) – ESTOQUES. Apesar de seus questionamentos, os referidos testes seguiram sem realização. A sua análise o conduziu a concluir que a distorção é relevante, mas não generalizada nas Demonstrações Contábeis.Quanto aos demais itens examinados, concluiu que, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo estavam de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as Normas Internacionais de Relatório Financeiro – IFRS emitidas pelo International Accounting Standards Board – IASB. Diante apenas das informações apresentadas e de acordo com a NBC TA 700 – FORMAÇÃO DA OPINIÃO E EMISSÃO DO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS e com a NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE, deve o auditor: a) expressar uma opinião não modificada. b) expressar uma opinião com ressalva. c) expressar uma opinião adversa. d) abster-se de expressar uma opinião. Na resolução de questões sobre a opinião do auditor independente, a primeira pergunta que devemos nos fazer é se existem distorções relevantes, pois, em caso positivo, a opinião deverá ser modificada. Neste caso, a próxima indagação seria se essas distorções são generalizadas ou não. Se forem, a opinião será adversa; se não forem, a opinião será “com ressalvas”. No caso da questão apresentada, fica fácil responder às indagações propostas, de acordo com seu texto: “A sua análise o conduziu a concluir que a distorção é relevante, mas não generalizada nas Demonstrações Contábeis”. Ou seja, há distorções relevantes, mas não são generalizadas, o que justificaria a emissão de uma opinião com ressalva. Alternativa correta: B = expressar uma opinião com ressalva. 32- (CFC 2016-2) Auditoria 46) Uma Sociedade Empresária que atua no ramo de distribuição de bebidas efetua vendas aos seus clientes com a utilização de cobrança bancária para as vendas a prazo e recebimento das vendas à vista em dinheiro em sua sede. Os Auditores Independentes contratados para prestar os serviços de auditoria nessa Sociedade Empresária realizaram Teste de Controle no primeiro dia de trabalho, efetuando a contagem física do Caixa, e confeccionaram o seguinte papel de trabalho: Considerando-se a NBC TA 330 – RESPOSTA DO AUDITOR AOS RISCOS AVALIADOS e aplicação do Teste de Controle, o resultado apurado foi: a) falta de Caixa no montante de R$11.500,00. b) sobra de Caixa no montante de R$16.500,00. c) falta de Caixa no montante de R$20.000,00. d) sobra de Caixa no montante de R$36.500,00. A contagem física do caixa, também conhecido como encaixe, consiste na verificação do “dinheiro em caixa” existente em determinado momento. Como o trabalho do auditor consiste na comparação entre um fato (o que é) com um critério (o que deveria ser), podemos concluir que, no caso apresentado, devemos comparar o valor existente (o que é) com os documentos comprobatórios (o que deveria ser). Assim, podemos concluir que existe em caixa o valor de R$8.500,00, correspondente à soma do valor em dinheiro (R$5.000,00) com os comprovantes de saída (vales a empregados = R$3.500,00), mas deveria existir o valor de R$20.000,00, correspondente ao valor do que foi recebido em dinheiro (R$15.000,00 + 30.000,00) reduzido do que foi depositado na conta corrente da empresa (R$25.000,00). Ou seja, existe uma falta de caixa no montante de R$11.500,00 (R$20.000,00 – R$8.500,00). Alternativa correta: A = falta de Caixa no montante de R$11.500,00. 33- (CFC 2016-2) Pericia 49) Com base na NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, associe os procedimentos periciais elencados na primeira coluna com a respectiva descrição, apresentada na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção CORRETA A sequência CORRETA é: a) 1, 2, 3, 4. b) 2, 1, 3, 4. c) 1, 2, 4, 3. d) 2, 1, 4, 3. Segundo a NBC TP 01: 19. Os procedimentos de perícia contábil visam fundamentar as conclusões que serão levadas ao laudo pericial contábil ou parecer pericial contábil, e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação. 20. O exame é a análise de livros, registros das transações e documentos 21. A vistoria é a diligência que objetiva a verificação e a constatação de situação, coisa ou fato, de forma circunstancial. 22. A indagação é a busca de informações mediante entrevista com conhecedores do objeto ou fato relacionado à perícia. 23. A investigação é a pesquisa que busca trazer ao laudo pericial contábil ou parecer pericial contábil o que está oculto por quaisquer circunstâncias. 24. O arbitramento é a determinação de valores ou a solução de controvérsia por critério técnico. 25. A mensuração é o ato de qualificação e quantificação física de coisas, bens, direitos e obrigações. 26. A avaliação é o ato de estabelecer o valor de coisas, bens, direitos, obrigações, despesas e receitas. 27. A certificação é o ato de atestar a informação trazida ao laudo pericial contábil pelo perito-contador, conferindo-lhe caráter de autenticidade pela fé pública atribuída a este profissional. No nosso caso, portanto, vai ficar assim: Alternativa correta: D = 2, 1, 4, 3 34- (CFC 2017-1) Questão 45 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Auditoria De acordo com a NBC TA 530 – AMOSTRAGEM EM AUDITORIA, em relação ao efeito de alguns fatores no tamanho da amostra para testes de detalhes, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I-Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos para reduzir a um nível aceitável o risco de detecção relacionado com uma população em particular, mais segurança o auditor precisa da amostragem e, portanto, maior deve ser o tamanho da amostra. II-Quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população, maior deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população. III-Quanto menor for a distorção tolerável, maior precisa ser o tamanho da amostra. Auditoria A sequência CORRETA é: a) F, F, F. b) F, V, V. c) V, F, F. d) V, V, V. O examinador pede que verifiquemos a veracidade de cada item e que, posteriormente, seja marcada a alternativa com a sequência correta. I- Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos para reduzir a um nível aceitável o risco de detecção relacionado com uma população em particular, mais segurança o auditor precisa da amostragem e, portanto, maior deve ser o tamanho da amostra. Errado. O item 2 do Apêndice 3 da NBC TA 530 dispõe o seguinte: Aumento no uso de outros procedimentos substantivos direcionados à mesma afirmação. Redução: Quanto mais o auditor confia em outros procedimentos substantivos (testes de detalhes ou procedimentos analíticos substantivos) para reduzir a um nível aceitável o risco de detecção relacionado com uma população em particular, menos segurança o auditor precisa da amostragem e, portanto, menor pode ser o tamanho da amostra. II. Quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população, maior deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população. Correto. O item 5 do Apêndice 3 da NBC TA 530 dispõe o seguinte: Aumento no valor da distorção que o auditor espera encontrar na população Aumento: Quanto maior for o valor da distorção que o auditor espera encontrar na população, maior deve ser o tamanho da amostra para se fazer uma estimativa razoável do valor real de distorção na população. Os fatores relevantes para a consideração do auditor do valor de distorção esperado incluem a extensão na qual os valores dos itens são determinados subjetivamente, os resultados dos procedimentos de avaliação de risco, os resultados dos testes de controle, os resultados de procedimentos de auditoria aplicados em períodos anteriores e os resultados de outros procedimentos substantivos. III. Quanto menor for a distorção tolerável, maior precisa sero tamanho da amostra. Correto. O item 4 do Apêndice 3 da NBC TA 530 dispõe o seguinte: Quanto menor for a distorção tolerável, maior precisa ser o tamanho da amostra. Correto. O item 4 do Apêndice 3 da NBC TA 530 dispõe o seguinte: Aumento na distorção tolerável Redução: Quanto menor for a distorção tolerável, maior o tamanho da amostra precisa ser. Alternativa correta: B = b) F, V, V. 35- (CFC 2017-1) Questão 46 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Auditoria Considerando-se a NBC TA 700 – FORMAÇÃO DA OPINIÃO E EMISSÃO DO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS e ainda o disposto na NBC TA 705 – MODIFICAÇÕES NA OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE, quando o auditor concluir que as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável, ele deve: a) modificar sua opinião. b) abster-se de emitir opinião. c) emitir opinião com ressalva. d) expressar uma opinião não modificada Essa questão trata da NBC TA 700 e da NBC TA 705. Segue para vocês um BIZU que deverão, se possível, imprimir e deixar SEMPRE À VISTA. Tem sido muito recorrente nos exames esse assunto. Tipos de opiniões modificadas: O quadro a seguir mostra como a opinião do auditor sobre a natureza do assunto que gerou a modificação, e a disseminação de forma generalizada dos seus efeitos ou possíveis efeitos sobre as demonstrações contábeis, afeta o tipo de opinião a ser expressa. Para a solução da questão o candidato precisaria, conforme o enunciado da questão ter a noção, prevista na NBC 700, da Forma da Opinião. O auditor deve expressar uma opinião não modificada quando concluir que as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável. Alternativa correta: D 36- (CFC 2017-1) Questão 47 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Perícia e arbitragem De acordo com a NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, no que tange ao trabalho pericial, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I- O planejamento da perícia é a etapa do trabalho pericial que antecede as diligências, pesquisas, cálculos e respostas aos quesitos, na qual o perito do juízo estabelece a metodologia dos procedimentos periciais a serem aplicados, elaborando-o a partir do conhecimento do objeto da perícia. II- O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil são documentos escritos, nos quais os peritos devem registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia e particularizar os aspectos e as minudências que envolvam o seu objeto e as buscas de elementos de prova necessários para a conclusão do seu trabalho. III- Indagação é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico contábil. A sequência CORRETA é: a) V, V, F. b) V, F, V. c) F, V, F. d) F, F, V. A questão exige que o candidato conheça a NBC TP 01- norma que trata dos procedimentos técnico-científicos a serem observados pelo perito, quando da realização de perícia contábil, no âmbito judicial, extrajudicial. Atenção: esta é a norma mais cobrada no Exame de Suficiência! Vamos analisar cada item: I.O planejamento da perícia é a etapa do trabalho pericial que antecede as diligências, pesquisas, cálculos e respostas aos quesitos, na qual o perito do juízo estabelece a metodologia dos procedimentos periciais a serem aplicados, elaborando-o a partir do conhecimento do objeto da perícia. Item correto! Trata-se do planejamento, primeira etapa dos trabalhos do perito do juízo. Essa assertiva é a cópia literal do item 30 da NBC TP 01. II.O laudo pericial contábil e o parecer técnico -contábil são documentos escritos, nos quais os peritos devem registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia e particularizar os aspectos e as minudências que envolvam o seu objeto e as buscas de elementos de prova necessários para a conclusão do seu trabalho. Item correto! Esta assertiva é a cópia literal do item 48 da NBC TP 01. Lembre-se que o laudo pericial é o documento produzido pelo perito do juízo, que é o perito nomeado pelo juiz. Enquanto ao parecer técnico-contábil é o documento produzido pelo perito-assistente, aquele que é contratado por alguma das partes no processo. Em qualquer caso, quando este documento for produzido por perito III. Indagação é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico-contábil. Item incorreto! O examinador tentou confundir o candidato fazendo confusão entre os procedimentos periciais e o termo de diligência. Procedimentos periciais são os procedimentos que visam fundamentar o laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil. Os procedimentos periciais estão previstos na NBC TP 01, e são os seguintes: Exame: análise de livros, registros de transações e documentos. Vistoria: diligência que objetiva a verificação e a constatação de situação, coisa ou fato, de forma circunstancial. Indagação: corresponde à busca de informações mediante entrevista com conhecedores do objeto ou de fato relacionado à perícia. Investigação: pesquisa que busca trazer ao laudo pericial contábil ou parecer técnico contábil o que está oculto por quaisquer circunstâncias. Arbitramento: Determinação de valores, quantidades ou a solução de controvérsia por critério técnico-científico. Mensuração: ato de qualificação e quantificação física de coisas, bens, direitos e obrigações. Avaliação: Ato de estabelecer o valor de coisas, bens, direitos, obrigações, despesas e receitas. Certificação: Ato de atestar a informação trazida ao laudo ou ao parecer pelo perito. Conforme vimos, a indagação é um procedimento contábil que corresponde à busca de informações mediante entrevista com conhecedores do objeto ou de fato relacionado à perícia. Portanto, o item III está incorreto! Por sua vez, o Termo de Diligência seria a denominação correta para o item III pois corresponde ao instrumento o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico contábil. Itens : V, V, F Alternativa correta: A 37- (CFC 2017-1) Questão 48 – CRC 01/2017 – Prova Bacharel – Perícia e arbitragem De acordo com a NBC PP 01 – PERITO CONTÁBIL, a respeito de suspeição e impedimento legal, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I- O perito do juízo ou assistente deve declarar-se suspeito quando, após nomeado ou contratado, verificar a ocorrência de situações que venham suscitar suspeição em função da sua imparcialidade ou independência e, dessa maneira, comprometer o resultado do seu trabalho em relação à decisão. II- O perito deve declarar-se suspeito apenas nos casos previstos da NBC PP 01 – PERITO CONTÁBIL, não sendo possível declarar-se suspeito por motivo íntimo. III- São exemplos de casos de suspeição a que está sujeito o perito do juízo: ser amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes. A sequência CORRETA é: a) F, F, V. b) F, V, F. c) V, F, V. d) V, V, F. Suspeição, como o próprio nome já deixa claro, ocorre em qualquer situação na qual parcialidade do perito pode ser duvidosa. Por exemplo, um perito do juízo não deve atuar em uma causa quando uma das partes é seu amigo íntimo. Tal atitude pode ser vista com desconfiança pela outra parte no processo (e com toda razão!). Os casos de suspeição estão previstas no Código de Processo Civil e na NBC PP 01. Os casos de suspeição do perito estão previstas na NBC PP 01. Vejamos quais são: 15. O perito do juízo ou assistente deve declarar-se suspeito quando, após nomeado ou contratado, verificar a ocorrência de situações que venham suscitar suspeição em função da sua imparcialidade ou independência e, dessa maneira, comprometero resultado do seu trabalho em relação à decisão. 16. Os casos de suspeição a que está sujeito o perito do juízo são os seguintes: (a) ser amigo íntimo de qualquer das partes; (b) ser inimigo capital de qualquer das partes; (c) ser devedor ou credor em mora de qualquer das partes, dos seus cônjuges, de parentes destes em linha reta ou em linha colateral até o terceiro grau ou entidades das quais esses façam parte de seu quadro societário ou de direção; (d) ser herdeiro presuntivo ou donatário de alguma das partes ou dos seus cônjuges; (e) ser parceiro, empregador ou empregado de alguma das partes; (f) aconselhar, de alguma forma, parte envolvida no litígio acerca do objeto da discussão; e (g) houver qualquer interesse no julgamento da causa em favor de alguma das partes. 17. O perito pode ainda declarar-se suspeito por motivo íntimo. Dito isso, vamos à análise dos itens: I. O perito do juízo ou assistente deve declarar-se suspeito quando, após nomeado ou contratado, verificar a ocorrência de situações que venham suscitar suspeição em função da sua imparcialidade ou independência e, dessa maneira, comprometer o resultado do seu trabalho em relação à decisão. Item Correto! Se sobreviver algum motivo de suspeição, mesmo após a nomeação, o perito deve declarar-se suspeito. Por exemplo, o Contador aceita a nomeação como Perito em determinada ação trabalhista. No entanto, posteriormente, verifica que figura como parte no processo um empregado de seu escritório de contabilidade, que estava requerendo horas-extras de sua antiga empresa. Neste caso, o perito deve declarar-se suspeito e recusar o prosseguimento da perícia. II. O perito deve declarar-se suspeito apenas nos casos previstos da NBC PP 01 – PERITO CONTÁBIL, não sendo possível declarar-se suspeito por motivo íntimo. Item incorreto! É possível o perito se declarar suspeito por motivo de foro íntimo. O foro íntimo (motivo íntimo) para rejeitar a perícia é algo subjetivo, decorrente dos valores éticos e sociais do perito. O contador pode recusar por motivo íntimo, por exemplo, uma perícia que envolva determinada pessoa a qual ele não concorda com suas convicções religiosas ou políticas. III. São exemplos de casos de suspeição a que está sujeito o perito do juízo: ser amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes. Item Correto! É o que está previsto nas alíneas “a” e “b” do item 16 da NBC PP 01. Mas FIQUE ATENTO! Se for o caso de um amigo qualquer ou de um inimigo não declarado e sem “grandes rivalidades” não há suspeição. Para ser considerada suspeição tem que ser amigo íntimo ou inimigo capital. Sequência: V, F, V Alternativa correta: C Questão 38 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Auditoria 45. (CFC/2017.2/Q45/Bacharel) De acordo com a NBC TA 200 (R1) – OBJETIVOS GERAIS DO AUDITOR INDEPENDENTE E A CONDUÇÃO DA AUDITORIA EM CONFORMIDADE COM NORMAS DE AUDITORIA, risco de detecção é: a) o risco de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante antes da auditoria. b) o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. c) o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções. d) o risco de que uma distorção que possa ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação e que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, não seja prevenida, detectada e corrigida tempestivamente pelo controle interno da entidade. a) o risco de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante antes da auditoria. FALSO, de acordo com a NBC TA 200, esse conceito é referente ao “Risco de distorção relevante”: “Risco de distorção relevante é o risco de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante antes da auditoria.” b) o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante. FALSO, de acordo com a NBC TA 200, esse conceito é referente ao “Risco de auditoria”: “Risco de auditoria é o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante.” c) o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções. VERDADEIRO, essa é a alternativa correta. De acordo com a norma: “Risco de detecção é o risco de que os procedimentos executados pelo auditor para reduzir o risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo não detectem uma distorção existente que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções.” d) o risco de que uma distorção que possa ocorrer em uma afirmação sobre uma classe de transação, saldo contábil ou divulgação e que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, não seja prevenida, detectada e corrigida tempestivamente pelo controle interno da entidade. FALSO, de acordo com a norma, este conceito refere-se ao “Risco Inerente”: “risco inerente é a suscetibilidade de uma afirmação a respeito de uma transação, saldo contábil ou divulgação, a uma distorção que possa ser relevante, individualmente ou em conjunto com outras distorções, antes da consideração de quaisquer controles relacionados;” Gabarito: C. Questão 39 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Auditoria 46. (CFC/2017.2/Q46/Bacharel) Ao realizar uma auditoria das Demonstrações Contábeis em uma instituição financeira, o auditor verificou a existência de fraude contra o Sistema Financeiro Nacional, praticada por empregados com funções significativas no Controle Interno. Considerando-se o que estabelece a NBC TA 240 (R1) – RESPONSABILIDADE DO AUDITOR EM RELAÇÃO A FRAUDE, NO CONTEXTO DA AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, assinale a opção CORRETA em relação à comunicação que o auditor deve fazer ao identificar a fraude. a) O auditor deve comunicar a descoberta da fraude aos responsáveis pela governança apenas, os quais deverão tomar todas as medidas cabíveis para a responsabilização dos fraudadores nos âmbitos administrativo, cível e penal, ficando o auditor, a partir da comunicação, isento de qualquer possibilidade de responsabilização legal. b) O auditor deve comunicar a descoberta da fraude somente aos fraudadores e aos gestores da empresa, uma vez que essa atitude preserva o princípio do contraditório e da ampla defesa, assegurados constitucionalmente a todos os cidadãos. c) O auditor deve comunicar a fraude ao Conselho Federal de Contabilidade e discutir com esse órgão a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria necessários para concluir a auditoria. d) O auditor deve comunicar a fraude às agências reguladoras e de controle, pois, embora o dever profissional do auditor seja o de manter a confidencialidade da informação do cliente, as responsabilidades legais do auditor podem sobrepor-se ao dever de confidencialidade em situações que possam resultar em danos à sociedade. Alternativas: a) O auditor deve comunicar a descoberta da fraude aos responsáveis pela governança apenas, os quais deverão tomar todas as medidas cabíveis para a responsabilização dos fraudadores nos âmbitos administrativo, cível e penal, ficando o auditor, a partir da comunicação, isento de qualquer possibilidade de responsabilização legal. FALSO, “Caso o auditor tenha identificado uma fraude ou obtido informações que indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve comunicar estes assuntos tempestivamente a PESSOA DE NÍVEL APROPRIADO DA ADMINISTRAÇÃO que têm a responsabilidade primordial de prevenir e detectar fraude em assuntos relevantes no âmbito de suas responsabilidades.” b) O auditor deve comunicar a descoberta da fraudesomente aos fraudadores e aos gestores da empresa, uma vez que essa atitude preserva o princípio do contraditório e da ampla defesa, assegurados constitucionalmente a todos os cidadãos. FALSO, conforme comentário do item A. c) O auditor deve comunicar a fraude ao Conselho Federal de Contabilidade e discutir com esse órgão a natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria necessários para concluir a auditoria. FALSO, conforme comentário do item A. d) O auditor deve comunicar a fraude às agências reguladoras e de controle, pois, embora o dever profissional do auditor seja o de manter a confidencialidade da informação do cliente, as responsabilidades legais do auditor podem sobrepor-se ao dever de confidencialidade em situações que possam resultar em danos à sociedade. VERDADEIRO, “O dever profissional do auditor de manter a confidencialidade das informações do cliente pode impedir que ela relate a fraude a uma parte fora das entidades cliente. Contudo, a responsabilidade legal do auditor e, em certas circunstâncias, o dever de confidencialidade pode ser passado por cima por estatuto, lei ou tribunais de direito. No Brasil, o auditor de instituições financeiras tem o dever de relatar a ocorrência de fraude a autoridades de supervisão. Em outros segmentos o auditor também tem dever de relatar distorções nos casos em que a administração e os responsáveis pela governança deixam de adorar ações corretivas.” A66. “O auditor pode considerar apropriado obter assistência jurídica para determinar o curso de ação apropriado nas circunstâncias, cujo propósito é verificar os passos necessários ao considerar aspectos de interesse público na fraude identificada.” Gabarito: D. Questão 40 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Perícia 47. (CFC/2017.2/Q47/Bacharel) De acordo com a NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil têm por limite o próprio objeto da perícia deferida ou contratada. II. A perícia contábil é de competência exclusiva de contador em situação regular perante o Conselho Regional de Contabilidade de sua jurisdição. III. Os procedimentos periciais contábeis visam a fundamentar o laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação. A sequência CORRETA é: a) V, V, V. b) V, F, F. c) F, V, V. d) F, F, F. itens: I. O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil têm por limite o próprio objeto da perícia deferida ou contratada. VERDADEIRO, De acordo com o item 3 da NBC TP 01: “O laudo pericial contábil e o parecer pericial contábil têm por limite os próprios objetivos da perícia deferida ou contratada.” II. A perícia contábil é de competência exclusiva de contador em situação regular perante o Conselho Regional de Contabilidade de sua jurisdição. VERDADEIRO, De acordo com o item 4 da NBC TP 01: “A perícia contábil, tanto a judicial como a extrajudicial, é de competência exclusiva de contador registrado em Conselho Regional de Contabilidade.” III. Os procedimentos periciais contábeis visam a fundamentar o laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação. VERDADEIRO, De acordo com o item 19 da NBC TP 01: “os procedimentos de perícia contábil visam fundamentar as conclusões que serão levadas ao laudo pericial contábil ou parecer pericial contábil, e abrangem, total ou parcialmente, segundo a natureza e a complexidade da matéria, exame, vistoria, indagação, investigação, arbitramento, mensuração, avaliação e certificação.” Gabarito: A. Questão 41 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Perícia 48. (CFC/2017.2/Q48/Bacharel) Considerando-se o que estabelece a NBC TP 01- PERÍCIA CONTÁBIL, é CORRETO afirmar que: a) Em relação à execução da perícia contábil, o perito-assistente não pode, em nenhuma hipótese, manter contato com o advogado da parte que o contratou. b) Os peritos não são obrigados a consignar as suas conclusões no final do laudo pericial contábil ou do parecer técnico-contábil, visto que em várias situações o laudo pode ser inconclusivo. c) Quando se tratar de laudo pericial contábil, assinado em conjunto pelos peritos, a responsabilidade caberá apenas ao perito assistente. d) Termo de diligência é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico-contábil. a) Em relação à execução da perícia contábil, o perito-assistente não pode, em nenhuma hipótese, manter contato com o advogado da parte que o contratou. FALSO, O perito-assistente pode sim manter contato com o advogado da parte que o contratou conforme item 8 da NBC TP 01: “O perito-contador assistente pode, logo após sua contratação, manter contato com o advogado da parte que o contratou, requerendo dossiê completo do 2 processo para conhecimento dos fatos e melhor acompanhamento dos atos processuais no que pertine a perícia.” b) Os peritos não são obrigados a consignar as suas conclusões no final do laudo pericial contábil ou do parecer técnico-contábil, visto que em várias situações o laudo pode ser inconclusivo. FALSO, os peritos são sim obrigados a consignar as suas conclusões tanto no laudo pericial quanto no parecer técnico. “61. Obriga a Norma que o perito-contador, no encerramento do Laudo Pericial Contábil, apresente, de forma clara e precisa, as suas conclusões. 97. Obriga a Norma que o perito-contador, no encerramento do Parecer Pericial Contábil, apresente, de forma clara e precisa, as suas conclusões.” c) Quando se tratar de laudo pericial contábil, assinado em conjunto pelos peritos, a responsabilidade caberá apenas ao perito assistente. FALSO, haverá responsabilidade solidária conforme item 83 da NBC TP 01: “Quando se tratar de Laudo Pericial Contábil assinado em conjunto, pelo(s) perito(s) contador(es) nomeado(s) ou contratado(s) ou escolhido(s) e perito(s) contador(es) assistente(s), haverá responsabilidade solidária sobre o referido documento.” d) Termo de diligência é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico-contábil. CORRETO, conforme item 49: “Termo de Diligência é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados, bem como quaisquer informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil ou parecer pericial contábil.” Gabarito: D. 11