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ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
1
BANCO DO BRASILBANCO DO BRASIL
SELEÇÃO EXTERNA 2014/001
EDITAL No 01 - BB, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2014
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.
01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material:
a) este caderno, com o tema da Redação e 70 (setenta) questões objetivas, sem repetição ou falha, assim distribuídas:
Conhecimentos Básicos
Conhecimentos Específicos
Língua Portuguesa Cultura Organizacional
Questões Pontuação Questões Pontuação Questões Pontuação
1 a 20 1,0 ponto cada 21 a 30 1,0 ponto cada 31 a 70 1,0 ponto cada
Total: 20,0 pontos Total: 10,0 pontos Total: 40,0 pontos
Total: 70,0 pontos
b) um CARTÃO-RESPOSTA destinado à marcação das respostas das questões objetivas formuladas nas provas cujo verso é a página 
para desenvolvimento da Redação, que vale até 100,0 pontos, o qual é denominado CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO.
02 - O candidato deve verificar se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que 
aparecem no CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO. Caso não esteja nessas condições, o fato deve ser IMEDIATAMENTE 
notificado ao fiscal.
03 - Após a conferência, o candidato deverá assinar, no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO, com caneta 
esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente.
04 - No CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo 
a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, com caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material 
transparente, de forma contínua e densa. A leitura ótica do CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO é sensível a marcas escuras, 
portanto, os campos de marcação devem ser preenchidos completamente, sem deixar claros.
Exemplo: 
05 - O candidato deve ter muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. 
O CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO SOMENTE poderá ser substituído se, no ato da entrega ao candidato, já estiver 
danificado em suas margens superior e/ou inferior - DELIMITADOR DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.
06 - Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma respon-
de adequadamente ao quesito proposto. O candidato só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula 
a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.
07 - As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado. 
08 - SERÁ ELIMINADO desta Seleção Externa o candidato que:
a) se utilizar, durante a realização das provas, de aparelhos sonoros, fonográficos, de comunicação ou de registro, eletrônicos ou não, 
tais como agendas, relógios não analógicos, notebook, transmissor de dados e mensagens, máquina fotográfica, telefones celulares, 
pagers, microcomputadores portáteis e/ou similares;
b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA/
PÁGINA DE REDAÇÃO;
c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO, quando terminar o tempo 
estabelecido;
d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA e/ou o CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO.
Obs: Iniciadas as provas, o candidato só poderá retirar-se da sala após decorrida 1 (uma) hora do efetivo início das mesmas e não poderá 
levar o CADERNO DE QUESTÕES, a qualquer momento. 
09 - O candidato deve reservar os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO. Os rascunhos e 
as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.
10 - O candidato deve, ao terminar as provas, entregar ao fiscal este CADERNO DE QUESTÕES, o CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO 
e ASSINAR A LISTA DE PRESENÇA.
11 - O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS E DE REDAÇÃO É DE 5 (CINCO) HORAS, incluído o tem-
po para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO, findo o qual o candidato deverá, obrigatoriamente, entregar o 
CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA/PÁGINA DE REDAÇÃO. 
12 - As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no endereço eletrônico da
FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).
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ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO 2
BANCO DO BRASIL
R E D A Ç Ã O
 Os Textos I e II da prova de Língua Portuguesa destacam a recorrência do preconceito racial em nosso dia a dia.
 Se, no passado, a reputação do brasileiro como indivíduo sem preconceitos, de certa forma, escondia o 
problema, nos últimos anos, o debate veio à tona, e não é possível deixá-lo de lado, sem que se faça uma reflexão 
e que se assuma uma posição.
 Tomando os Textos I e II como motivadores e selecionando argumentos que conduzam o leitor a uma reflexão 
interessante sobre o que foi desenvolvido, produza um texto dissertativo-argumentativo acerca do seguinte tema:
O RACISMO NA ATUALIDADE
No desenvolvimento do tema, o candidato deverá:
a) demonstrar domínio da escrita padrão;
b) manter a abordagem nos limites da proposta, sendo apenado caso copie ou parafraseie texto alheio;
c) redigir o texto no tipo dissertativo-argumentativo, não sendo aceitos textos narrativos nem poemas;
d) demonstrar capacidade de seleção, organização e relação de argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto 
de vista.
Apresentação da redação
a) O texto deverá ter entre 25 e 30 linhas, mantendo-se no limite de espaço para a Redação. 
b) O texto definitivo deverá ser passado para a Página de Redação (o texto da Folha de Rascunho não será considerado), 
com caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta e em letra legível.
c) A Redação não deve ser identificada, por meio de assinatura ou qualquer outro sinal.
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CONHECIMENTOS BÁSICOS
LÍNGUA PORTUGUESA
Texto I
Serviço de negro
Um garoto negro termina um serviço que lhe 
havia sido solicitado e, orgulhosamente, garante ter 
feito “serviço de branco”. Várias moças respondem 
a anúncio para secretária; algumas perguntam se 
podem ser entrevistadas, “mesmo sendo negras”. Ser 
negro ou mulato e caminhar pela cidade é considerado 
“atitude suspeita” por muitos policiais. Como dizia 
um conhecido — para meu horror e indiferença dos 
demais participantes da conversa: “Não tenho nada 
contra o negro ou nordestino, desde que saibam seu 
lugar”. E esse lugar, claro, é uma posição subalterna 
na sociedade.
Numa sociedade competitiva como a nossa, o ato 
de etiquetar o outro como diferente e inferior tem por 
função definir-nos, por comparação, como superiores. 
Atribuir características negativas aos que nos cercam 
significa ressaltar as nossas qualidades, reais ou 
imaginárias. Quando passamos da ideia à ação, isto 
é, quando não apenas dizemos que o outro é inferior, 
mas agimos como se de fato ele o fosse, estamos 
discriminando as pessoas e os grupos por conta de 
uma característica que atribuímos a eles. [...]
Afirmações do tipo “os portugueses são burros”, 
“os italianos são grossos”, “os árabes, desonestos”, 
“os judeus, sovinas”, “os negros, inferiores”, “os 
nordestinos, atrasados”, e assim por diante, têm a 
função de contrapor o autor da afirmativa como a 
negação, o oposto das características atribuídas 
ao membro da minoria. Assim, o preconceituoso, 
não sendo português, considera-se inteligente; não 
sendo italiano, acredita-se fino; não sendo árabe, 
julga-se honesto; não sendo judeu, se crê generoso. 
É convicto de sua superioridade racial, por não ser 
negro, e de sua superioridade cultural, por não ser 
nordestino.
É importante notar que, a partir de uma 
generalização, o preconceito enquadra toda uma 
minoria. Assim, por exemplo, “todos” os negros 
seriam inferiores [...]. A inferioridade passaria a ser 
uma característica “racial” inerente a todos os negros. 
[...] E o preconceito é tão forte que acaba assimilado 
pela própria vítima. É o caso do garoto que garantiu 
ter feito “serviço de branco”. Ou do imigrante que nega 
sua origem. Ou, ainda, da mulher que reconhece sua 
“inferioridade” [...]
Seria, pois, errado falar em minorias? Não, 
uma vez que o conceito de minoria é ideológico, 
socialmente elaborado e não aritmeticamente 
constituído. Isto quer dizer que o negro de que se fala 
não é o negro concreto, palpável, mas aquele que 
está na cabeça do preconceituoso. E isto tem raízes 
históricas profundas.
PINSKY, J. (Org.) 12 faces do preconceito. São Paulo: 
Contexto, 2000. p. 21-22.
1
Segundo o contexto do Texto I, por “Serviço de negro” 
entende-se um trabalho socialmente considerado
(A) importante
(B) dispensável
(C) incomum
(D) suspeito
(E) inferior
2
De acordo com o ponto de vista do enunciador do Texto I, 
o preconceito sustenta-se, dentre outros aspectos, na(o)
(A) alienação
(B) ética
(C) irresponsabilidade
(D) inconformismo
(E) respeito
3
No Texto I, nas expressões “serviço de branco” (�. 3) e 
“mesmo sendo negras” (�. 5), o uso das aspas visa a 
(A) destacar palavras que assumem um sentido fora do 
comum no contexto.
(B) assinalar o caráter simbólico com que tais termos são 
socialmente usados.
(C) desmitificar a posição subalterna relegada ao negro 
na sociedade.
(D) promover os tipos de serviço desempenhados por 
muitos negros.
(E) exemplificar a inconsciência dos negros frente à sua 
condição social.
4
Em “Um garoto negro termina um serviço que lhe havia 
sido solicitado e, orgulhosamente, garante ter feito 
‘serviço de branco’” (�. 1-3, Texto I), o uso do advérbio 
destacado
(A) confere à atitude do garoto um caráter laudatório.
(B) evidencia uma dúvida quanto ao sentimento do garoto.
(C) particulariza o sentido do verbo garantir no contexto.
(D) marca crítica implícita do enunciador à postura do rapaz.
(E) isenta o autor da responsabilidade do que afirma.
5
No Texto I, o uso do travessão em “Como dizia um 
conhecido — para meu horror e indiferença dos demais 
participantes da conversa:” (�. 7-9) constitui recurso 
argumentativo, uma vez que
(A) auxilia na descrição feita acerca do preconceito.
(B) enfatiza o ponto de vista crítico do enunciador.
(C) traduz a adesão do autor à informação exposta.
(D) suspende o pensamento do enunciador sobre o tema.
(E) desvela a discordância dos participantes da conversa.
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No primeiro parágrafo do Texto I, o enunciador estabelece um 
diálogo com a fala de outrem, que é “Não tenho nada contra 
o negro ou nordestino, desde que saibam seu lugar” (�. 9-11), 
constituindo uma relação de
(A) dúvida 
(B) tolerância
(C) contraste 
(D) aquiescência
(E) conformidade
7
A palavra Assim articula os dois primeiros períodos do 
terceiro parágrafo do Texto I.
No contexto, esse conector estabelece uma relação de 
causa e efeito entre um(a)
(A) tese e sua exemplificação
(B) hipótese e sua incoerência
(C) generalização e sua correção
(D) conceito e sua crítica
(E) pensamento e sua potencialização
8
Em ambas as ocorrências, a palavra destacada em 
“É convicto de sua superioridade racial, por não ser negro, 
e de sua superioridade cultural, por não ser nordestino.” 
(�. 33-35) introduz uma oração com valor semântico de
(A) afirmação
(B) tempo
(C) adição
(D) causa
(E) meio
9
Uma reescritura do trecho “o preconceito é tão forte que 
acaba assimilado pela própria vítima” (�. 41-42), que não 
traz prejuízo à clareza e à veiculação das informações 
contidas, está em:
(A) O preconceito, por acabar sendo assimilado pela 
própria vítima, é tão forte.
(B) Como é tão forte, o preconceito acaba sendo assimi-
lado pela própria vítima.
(C) Acabando assimilado pela própria vítima, o preconceito 
é tão forte.
(D) Apesar de tão forte, o preconceito acaba sendo 
assimilado pela própria vítima.
(E) De maneira que a própria vítima acaba assimilando, o 
preconceito é tão forte.
10
No trecho do Texto I “o conceito de minoria é ideológico, 
socialmente elaborado e não aritmeticamente constituído.” 
(�. 47-49), as palavras em destaque, ao modificarem as formas 
adjetivas elaborado e constituído, apontam para um(a)
(A) enaltecimento de pesquisas estatísticas
(B) questionamento da análise social 
(C) controvérsia analítica do conceito de minoria 
(D) relação entre teoria e prática
(E) transparência dos números
Texto II
TINGA, DO CRUZEIRO, É ALVO DE RACISMO NA 
LIBERTADORES
Jogador entrou no segundo tempo da derrota para 
o Real Garcilaso, do Peru. A cada vez que tocava na 
bola, gritos da torcida local imitavamo som de macacos
O Cruzeiro estreou com derrota na Libertadores. 
Atuando em Huancayo, no Peru, o atual campeão 
brasileiro perdeu para o Real Garcilaso por 2 a 1 na 
noite desta quarta-feira, em uma partida considerada 
difícil pelos jogadores celestes. Os atletas apontaram 
a altitude, o gramado ruim e as péssimas condições 
do estádio como fatores que os prejudicaram. 
Mas nenhum dos adversários dentro ou fora do 
gramado chateou mais os cruzeirenses do que 
uma demonstração de racismo por parte da torcida 
peruana, que teve como alvo o meio-campista Tinga.
O jogador entrou na segunda etapa e, a cada vez 
que recebia a bola e a dominava, uma sonora vaia 
formada por gritos que imitavam o som de macacos 
vinha das arquibancadas, cessando em seguida, 
assim que outro jogador pegava na bola. “A gente 
fica muito chateado, a gente tenta competir, mas 
fica chateado de acontecer isso em 2014, próximo 
da gente. Infelizmente aconteceu. Já joguei alguns 
anos da minha vida na Alemanha e nunca aconteceu 
isso lá. Aqui, em um país tão próximo, tão cheio de 
mistura, acontece (isso)”, lamentou o jogador em 
entrevista após a partida.
Hostilizado, Tinga foi além. O meio-campista 
declarou que preferia não ter conquistado nenhum 
título em sua carreira se pudesse viver sem o 
preconceito. “Eu queria, se pudesse, não ganhar 
nada e ganhar esse título contra o preconceito. 
Trocava todos os meus títulos pela igualdade em 
todas as áreas”.
O episódio despertou a solidariedade até do 
presidente do arquirrival Atlético-MG. “Racismo na 
Libertadores? Me tiraram o prazer da derrota do 
Cruzeiro. Lamentável!”, postou o dirigente Alexandre 
Kalil no Twitter.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/
tinga-do-cruzeiro-e-alvo-de-racismo-na-libertadores>. 
Acesso em: 25 fev. 2014.
11
Dentre as palavras empregadas no título e no subtítulo 
do Texto II, o substantivo que evidencia o jogador Tinga 
como vítima de preconceito é
(A) alvo
(B) Libertadores
(C) derrota
(D) som
(E) gritos
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No Texto II, o subtítulo cumpre a função de
(A) apontar a visão crítica do autor sobre a temática.
(B) resumir a ideia central contida na notícia.
(C) destacar a derrota do Cruzeiro para o Real Garcilaso.
(D) deslocar a atenção do leitor para o resultado da partida.
(E) desconstruir a ideia de que há preconceito no futebol.
13
Na oração “gritos da torcida local imitavam o som de 
macacos” (subtítulo), observa-se o respeito à norma- 
-padrão no que toca à concordância entre o sujeito e seu 
verbo correspondente. 
Em qual dos casos abaixo houve, também, respeito à 
norma-padrão quanto à concordância verbal?
(A) A maioria dos torcedores zombou do jogador.
(B) Houveram muitos gritos imitando o som de macacos.
(C) Ainda existe atitudes racistas no país.
(D) Deve ser respeitada as diferenças entre as pessoas.
(E) Uniu-se em atitude racista os torcedores.
14
No Texto II, o uso da expressão nominal “jogadores 
celestes” (�. 5) tem por finalidade
(A) enaltecer as qualidades do time do Cruzeiro frente ao 
Real Garcilaso.
(B) apresentar a solidariedade do periódico para com o 
jogador vítima de racismo.
(C) induzir o leitor a se compadecer do Cruzeiro em virtude 
do acontecido.
(D) garantir a clareza do texto no que toca ao estabeleci-
mento de laços coesivos.
(E) eximir o Real Garcilaso da responsabilidade sobre a 
atitude racista dos torcedores.
15
No trecho do Texto II “como fatores que os prejudicaram.” 
(�. 7), o pronome destacado apresenta como referente 
que termo?
(A) “atletas” (�. 5)
(B) “fatores” (�. 7)
(C) “adversários” (�. 8)
(D) “cruzeirenses” (�. 9)
(E) “macacos” (�. 14)
16
No Texto II, entre as orações constituintes do período 
“Hostilizado, Tinga foi além.” (�. 24), verifica-se uma relação 
semântica de
(A) explicação
(B) oposição
(C) alternância
(D) proporção
(E) causa e efeito
17
A palavra mas, que inicia o último período do primeiro 
parágrafo do Texto II, apresenta o papel semântico de
(A) contradizer as informações articuladas.
(B) indicar a causa do que se enuncia antes.
(C) retomar as informações anteriores.
(D) enfatizar a informação seguinte.
(E) apontar o efeito do que se expôs.
18
No trecho do Texto II “Aqui, em um país tão próximo, tão 
cheio de mistura, acontece (isso)” (�. 21-22), o pronome 
destacado faz referência
(A) às atitudes racistas da torcida peruana
(B) à tristeza do jogador frente ao racismo
(C) à inexistência de atos racistas na Alemanha
(D) ao espanto acerca da origem do racismo
(E) ao descaso da torcida do Cruzeiro
19
Em “O episódio despertou a solidariedade até do 
presidente do arquirrival Atlético-MG.” (�. 31-32 do Texto II), 
a palavra destacada apresenta o valor semântico de
(A) tempo
(B) modo
(C) inclusão
(D) meio
(E) origem
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No último parágrafo do Texto II, a citação da fala do presi-
dente do Atlético-MG
(A) assinala a rivalidade entre Cruzeiro e Atlético-MG.
(B) ressalta o caráter condenável da atitude da torcida 
peruana.
(C) inocenta o Real Garcilaso da postura racista dos 
torcedores.
(D) contradiz a fala do Jogador Tinga sobre o preconceito 
sofrido.
(E) destitui o Atlético-MG da responsabilidade sobre o ato 
dos peruanos.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
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BANCO DO BRASIL
CULTURA ORGANIZACIONAL
21
A cultura organizacional é composta por diversos elemen-
tos construídos ao longo do tempo. A cultura organiza-
cional absorve as mudanças e a evolução ocorridas na 
empresa; por isso, cada organização possui a sua própria 
cultura.
A cultura organizacional é formada por 
(A) componentes relativos aos aspectos mercadológicos 
definidos pelo setor no qual a empresa atua.
(B) estratégias estabelecidas pelo nível institucional da 
empresa que decorrem das relações interpessoais 
nela existentes.
(C) dimensões do ambiente macroeconômico, definidas 
pelos concorrentes dos mercados interno e externo.
(D) estruturas organizacionais determinadas pelo setor 
econômico em que a empresa atua e pelas relações 
comerciais estabelecidas.
(E) elementos que são fruto das relações, experiências, 
dos conhecimentos e aspectos que têm participação 
e interação das pessoas da organização.
22
Uma empresa do setor bancário atua de maneira bastan-
te agressiva no mercado, sempre buscando informações 
dos concorrentes para poder antecipar-se ao lançamento 
de novos produtos. Com esse objetivo, seus empregados 
são treinados constantemente para serem participativos 
na criação de novos produtos e na identificação das ne-
cessidades do mercado e de seus clientes.
As características apresentadas por essa empresa são 
relativas à 
(A) cultura organizacional 
(B) estrutura organizacional 
(C) missão organizacional 
(D) lucratividade organizacional 
(E) hierarquia organizacional
23
A cultura existente em uma empresa pode ser fator agre-
gador ou desagregador, dependendo de sua homogenei-
dade e de sua aceitação pelos seus componentes.
Para a empresa, a existência de uma cultura forte consti-
tui-se em vantagem porque
(A) a divergência existente entre os valores compartilha-
dos facilita a adaptação às necessidades dos ambien-
tes interno e externo.
(B) a necessidade de se estabelecerem limites rígidos 
gera a criação de regras e regulamentos visando à 
orientação do comportamento dos empregados.
(C) o comportamento dos empregados é individualizado, não 
havendo, portanto, influência coletiva sobre as atitudes 
adotadas na empresa por cada um de seus membros.
(D) os empregados, ao compartilharem normas, valores e 
percepções comuns estabelecem com a empresa um 
compromisso que se sobrepõe ao interesse individual.
(E) os novos funcionários levarão mais tempo para a sua 
socialização, estabelecendo, assim, maior segurança 
para os antigos.
24
Uma empresa do setor financeiro está passando por uma 
reestruturação para se adaptar ao novo ambiente macro-
econômico que, nos últimos anos, tem apresentado maior 
concorrência e mais dinamismo.
Um dos diretores, que participavadas discussões sobre 
essa reestruturação, argumentou que a mudança neces-
sária seria complexa porque, segundo ele, como a cultura 
da empresa estava errada, seria necessário contratar um 
consultor para realizar as mudanças culturais identifica-
das como fundamentais para a atuação da empresa nes-
se novo ambiente.
Diante desses argumentos, constata-se que a proposição 
do diretor está
(A) correta, porque uma empresa que tem uma cultura or-
ganizacional errada somente poderá consertá-la me-
diante a ajuda de profissionais externos, que saberão 
identificar quais os pontos que precisam ser modifi-
cados.
(B) correta, porque a cultura é um elemento da empresa 
que é constituído por valores externos que, para se-
rem modificados, precisam do apoio de profissionais 
independentes dos processos organizacionais.
(C) correta, porque culturas erradas não permitem que a 
organização se torne competitiva, e somente consul-
tores externos são capazes de identificar as mudan-
ças necessárias.
(D) incorreta, porque não existe cultura certa ou errada, 
uma vez que a cultura é formada pelos integrantes da 
empresa, através de seus aspectos formais e infor-
mais que facilitam ou impedem que os seus objetivos 
e as suas estratégias sejam atingidos.
(E) incorreta, porque culturas erradas somente podem 
ser corrigidas pelos diretores ou pelos proprietários 
da empresa, que determinam as relações de mercado 
existentes no ambiente externo, sua estrutura de po-
der e hierarquia. 
25
Um candidato a uma vaga em uma empresa do setor fi-
nanceiro está analisando uma proposta recebida. Para 
ajudar a decidir se aceitará ou não o emprego, ele está 
pesquisando alguns elementos da cultura dessa empresa.
O conhecimento da cultura da organização para a acei-
tação de um emprego é importante porque permite que o 
candidato
(A) avalie a compatibilidade de seus valores e seus obje-
tivos em relação àqueles vigentes na empresa.
(B) verifique a possibilidade de receber aumentos sala-
riais de acordo com o plano de carreira da empresa.
(C) identifique a possibilidade de liderar a formação de gru-
pos para reivindicar melhorias para os empregados.
(D) estabeleça os parâmetros necessários para que sua 
remuneração atenda às suas necessidades pessoais. 
(E) conheça a sua posição na estrutura organizacional e, 
consequentemente, a facilidade para obter vantagens.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO 8
BANCO DO BRASIL
26
Um gerente de pesquisa vinculado ao superintenden-
te de propaganda, ambos subordinados à Diretoria de 
Marketing do Banco I, verifica, através de um dos proje-
tos que gerencia, a necessidade da divulgação dos servi-
ços bancários prestados pela internet aos clientes dessa 
Instituição. Para vencer eventual resistência dos usuários 
em aderir à inclusão digital, em conjunto com a área de 
Informática, o gerente apresenta-lhes um mecanismo de 
acesso à rede com proteção avançada.
Nos termos do Código de Ética do Banco do Brasil, em 
relação aos clientes, do modo como foi elaborado, tal pro-
jeto de inclusão realiza o primado da
(A) cortesia
(B) segurança 
(C) competividade
(D) precaução 
(E) promoção 
27
Um casal possui contas separadas em uma mesma agên-
cia bancária. A mulher, curiosa quanto aos gastos do mari-
do, segundo ela, excessivos, procura o gerente do Banco 
para pedir informações sobre a movimentação financei-
ra do cônjuge. O gerente, no entanto, aduz que somente 
pode permitir-lhe o acesso aos dados bancários mediante 
autorização do correntista titular.
Nos termos do Código de Ética do Banco do Brasil, o ge-
rente estaria
(A) protegendo o direito de imagem do correntista diante 
da curiosidade da esposa.
(B) burlando o dever de cortesia que permite o acesso 
preconizado pela cliente.
(C) violando a lei que permite o acesso de familiares às 
contas de todos os membros da família.
(D) perdendo uma oportunidade de negócios, deixando 
de agradar à cliente.
(E) assegurando o sigilo da operação bancária, que deve 
ser protegido no caso.
28
É corriqueiro o debate quanto aos conflitos de interesse 
entre as atividades privadas e públicas quando exercidas 
pelo mesmo titular.
O Código de Conduta da Alta Administração Pública nor-
teia a atividade de autoridades federais, sendo incluídos 
na normativa do referido diploma aqueles que ocupam 
cargos de
(A) gerente de área de sociedade de economia mista
(B) direção e assessoramento superior nível seis
(C) especialista em políticas públicas no Executivo
(D) gestor de negócios em órgão de segurança
(E) superintendente de planejamento de empresa pública
29
Uma assistente administrativa de um banco que atua 
na área de câmbio, em épocas de muita procura, por 
vezes, tem necessidade de postular autorização do seu 
gerente para procurar numerário em outras Instituições 
financeiras, prometendo reciprocidade no caso de 
situações similares ocorreram nas outras empresas. 
Em determinado dia, diante de procura excepcional, um 
dos funcionários de uma das Instituições que auxiliara a 
funcionária postulou reforço do seu numerário em moeda 
estrangeira. Sabedora da existência de reservas polpudas 
no seu banco, a assistente solicitou o apoio do gerente 
que, em altos brados, chamou-a de mendaz e oportunista, 
acrescentando que não autorizaria a remessa postulada.
Nos termos do Código de Ética do Banco do Brasil, o ge-
rente estaria
(A) exercendo naturalmente o seu poder de decisão ge-
rencial com autonomia.
(B) impedindo que a Instituição financeira tivesse preju-
ízos diante da possibilidade de falta de espécie para 
outros atos.
(C) estabelecendo um ambiente não saudável de relacio-
namento, contrariando a normativa preconizada.
(D) atuando de acordo com o estresse provocado pelo 
trabalho desempenhado. 
(E) defendendo a Instituição de um mau negócio em época 
de crises, o que lhe permitiria o uso de um palavreado 
mais rude.
30
O gerente de relações com o mercado do Banco I divul-
ga comunicado interno aos colaboradores da Instituição 
sobre a necessidade de divulgação aos novos acionistas 
dos relatórios apresentados à Comissão de Valores Mobi-
liários. Nesse comunicado, dá a orientação de que os re-
latórios devem ser enviados, preferencialmente, por meio 
eletrônico, ou em papel. Um dos colaboradores mostra-se 
contrário a essa ideia, aduzindo que, em mensagem ele-
trônica, os relatórios seriam extensos e que, em papel, a 
impressão de mais de duzentas folhas por acionista e os 
custos de postagem gerariam enorme despesa.
Nos termos do Código de Ética do Banco do Brasil, o en-
vio dos relatórios 
(A) traduz um ato de burocracia que deve ser evitado.
(B) induz a custos exagerados que devem sofrer corte.
(C) realiza o dever de transparência e informação aos 
acionistas.
(D) revela-se inadequado diante das modernas tecnolo-
gias.
(E) concretiza um ideal de prevalência da forma sobre o 
conteúdo.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
9
BANCO DO BRASIL
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
31
A descrição das instalações e dos equipamentos 
determinada pela NR 2 remete para o cumprimento dos 
requisitos estabelecidos em outras Normas, dentre as 
quais a NR 23 que regula a proteção quanto a incêndios. 
Nesse sentido, dispõe esta última norma que toda empre-
sa deve possuir: 
(A) ligação direta com o Corpo de Bombeiros ou equiva-
lente.
(B) engenheiro de segurança especializado em combate 
a incêndios. 
(C) equipe médica apta a tratar de queimados em eventu-
ais acidentes.
(D) pessoas adestradas no uso correto dos equipamentos 
contra fogo.
(E) autorização especial para instalar saídas especiais de 
fuga em caso de incêndio. 
32
Perseu pretende estabelecer uma nova instalação em es-
tabelecimento novo, cujo projeto foi encomendado a um 
engenheiro que é especialista em construções especiais.
Nos termos da NR 2 do Ministério do Trabalho, deve ob-
ter aprovação perante o 
(A) órgão regional do Ministério do Trabalho
(B) setor competente do Ministério Público do Trabalho
(C) secretariado da Justiça Especial do Trabalho
(D) escritóriode representação do Conselho Regional 
(E) responsável pela secretaria municipal de obras
33
Nos termos da NR 2 do Ministério do Trabalho, sendo 
realizada inspeção prévia em novas instalações, será 
expedida(o) pelo agente competente a(o)
(A) Certidão de Regularização
(B) autorização de funcionamento
(C) declaração de engenharia correta
(D) Certificado de Aprovação de Instalações
(E) alvará de localização
34
Nos termos da NR 2 do Ministério do Trabalho, a inspeção 
prévia constitui elemento capaz de assegurar que o novo 
estabelecimento inicie suas atividades livre de riscos de
(A) litígio trabalhista
(B) infração administrativa
(C) defeitos técnicos 
(D) doenças populares 
(E) acidente do trabalho
35
Nos termos da portaria que regula o Fator Acidentário de 
Prevenção, os relatórios que informam as contribuições 
das empresas devem referir os percentis de
(A) frequência acidentária 
(B) acidentes
(C) disputas judiciais
(D) acordos extrajudiciais
(E) mediação interna
36
Nos termos do Decreto Federal no 3.048/1999, a aposen-
tadoria especial para ser deferida, além do tempo mínimo 
de trabalho e de exposição a agentes nocivos de variada 
espécie, depende de tempo de trabalho
(A) gratuito
(B) ocasional
(C) permanente
(D) excepcional
(E) provisório
37
A NR 4 permite que o SESMT seja centralizado para 
atender a um determinado conjunto de estabelecimentos 
pertencente a uma empresa, desde que a distância a ser 
percorrida entre aquele em que se situa o serviço e cada 
um dos demais estabelecimentos não ultrapasse, em km, 
(A) 5
(B) 10
(C) 15
(D) 20
(E) 25
38
Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança 
e em Medicina do Trabalho (SESMT) têm por competência
(A) divulgar aos trabalhadores informações relativas à se-
gurança e à saúde no trabalho.
(B) elaborar planos de trabalho que possibilitem a ação 
preventiva na solução de problemas de segurança e 
saúde no trabalho.
(C) colaborar no desenvolvimento e implementação do 
PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados 
à segurança e saúde no trabalho.
(D) registrar mensalmente os dados atualizados de aci-
dentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes 
de insalubridade.
(E) realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e 
condições de trabalho visando à identificação de situ-
ações que venham a trazer riscos para a segurança e 
saúde dos trabalhadores.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO 10
BANCO DO BRASIL
39
Com relação aos diplomas legais estabelecidos na NR 5 
(Comissão Interna de Prevenção de Acidente - Cipa), ve-
rifica-se que o
(A) mandato dos membros eleitos terá a duração de dois 
anos.
(B) presidente será escolhido pelos membros titulares e 
suplentes.
(C) vice-presidente tem, por atribuição, a convocação 
mensal dos membros para reunião.
(D) membro titular perderá o mandato, quando faltar a 
mais de seis reuniões ordinárias sem justificativa. 
(E) empregador deve fornecer cópia das atas de eleição 
e posse aos membros titulares e suplentes, mediante 
recibo.
40
Uma empresa do setor bancário está preparando o pro-
cesso eleitoral da Cipa. 
O período mínimo de tempo para inscrição dos candida-
tos, em dias, que essa empresa deve levar em conside-
ração é de: 
(A) 10
(B) 15
(C) 20
(D) 25
(E) 30
41
Uma nova agência bancária se encontra em fase de pro-
jeto. O engenheiro de segurança do trabalho coorporativo 
do banco solicitou ao projetista que levasse em conside-
ração no projeto as orientações técnicas estabelecidas 
na norma ABNT NBR 9050 - Acessibilidade a edificações, 
mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. 
A Figura abaixo apresenta duas pessoas em cadeira de 
rodas transitando nas áreas de circulação em linha reta. 
A distância X que o projetista deverá considerar no proje-
to, segundo a norma, em metros, é de 
(A) 1,1 a 1,4
(B) 1,3 a 1,6
(C) 1,5 a 1,8
(D) 1,7 a 2,0
(E) 1,9 a 2,2
42
Os fogos que ocorrem em combustíveis sólidos que se 
liquefazem por ação do calor, como graxas, além de subs-
tâncias líquidas que evaporam e gases inflamáveis, que 
queimam somente em superfície, podendo ou não deixar 
resíduos, são considerados como da Classe
(A) A
(B) B
(C) C
(D) D
(E) E
43
Em uma determinada obra, irão trabalhar 200 trabalhado-
res. Para atender ao disposto na NR 24 (Condições Sa-
nitárias e de Conforto nos locais de trabalho), o projetista 
deve prever, para a utilização nas instalações sanitárias, 
um consumo diário mínimo de água, em litros, de 
(A) 8.000
(B) 10.000
(C) 12.000
(D) 15.000
(E) 20.000
44
O extintor de incêndio portátil de pó tipo D é representa-
do pela simbologia:
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(E) 
 
 
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
11
BANCO DO BRASIL
45
Todo plano de emergência contra incêndio deve ser ela-
borado por escrito por um profissional habilitado. Conside-
ra-se profissional habilitado todo aquele que possua três 
tipos de formação. A primeira, em prevenção, combate a 
incêndio e abandono de área; a segunda, em primeiros 
socorros; a terceira, em análise de risco. 
Para classe de risco considerada como baixa, as quan-
tidades de horas mínimas de cada uma das formações 
são, respectivamente,
(A) 60; 30 e 20 
(B) 100; 40 e 30 
(C) 200; 60 e 60
(D) 300; 120 e 100 
(E) 400; 240 e 140
46
A NR 9 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e 
implementação, por parte de todos os empregadores e 
instituições que admitam trabalhadores como emprega-
dos, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - 
PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade 
dos trabalhadores, através da antecipação, reconheci-
mento, avaliação e consequente controle da ocorrência 
de riscos ambientais existentes ou que venham a existir 
no ambiente de trabalho, tendo em consideração a prote-
ção do meio ambiente e dos recursos naturais. 
No contexto dessa Norma, consideram-se como riscos 
ambientais os agentes físicos,
(A) químicos e biológicos existentes nos ambientes de 
trabalho que, em função de sua concentração ou in-
tensidade, são capazes de causar danos à saúde do 
trabalhador.
(B) químicos, biológicos e ergonômicos existentes nos 
ambientes de trabalho que, em função de sua concen-
tração ou intensidade, são capazes de causar danos à 
saúde do trabalhador.
(C) químicos e biológicos existentes nos ambientes de 
trabalho que, em função de sua natureza, concentra-
ção ou intensidade e tempo de exposição, são capa-
zes de causar danos à saúde do trabalhador.
(D) químicos, biológicos e ergonômicos existentes nos 
ambientes de trabalho que, em função de sua nature-
za, concentração ou intensidade e tempo de exposi-
ção, são capazes de causar danos à saúde do traba-
lhador.
(E) químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes 
existentes nos ambientes de trabalho que, em função 
de sua natureza, concentração ou intensidade e tem-
po de exposição, são capazes de causar danos à saú-
de do trabalhador.
47
Para o dimensionamento dos Serviços Especializados em 
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, é 
necessário verificar, nesta ordem, os seguintes dados: 
(A) o CNAE da atividade principal; o grau de risco; o nú-
mero total de empregados do estabelecimento.
(B) o grau de risco; o CNAE da atividade principal; o nú-
mero médio de empregados do estabelecimento no 
último ano. 
(C) o grau de risco; o CNAE da atividade principal; o nú-
mero de acidentes ocorridos no estabelecimento no 
último ano. 
(D) o número de acidentes ocorridos no estabelecimento 
no último ano; o CNAE da atividade principal; o núme-
ro de empregados do estabelecimento.
(E) o CNAE da atividade principal; o número de acidentes 
ocorridos no estabelecimento no último ano; o número 
médio de empregados do estabelecimento no último 
ano. 
48
Dentre as atribuições dos integrantes do Serviço Especia-
lizado em Medicina e Engenharia de Segurança, SESMT, 
cita-se a de responsabilizar-se, tecnicamente, pela orien-
tação quanto ao cumprimento do disposto nas NR apli-
cáveis às atividadesexecutadas pela empresa e/ou seus 
estabelecimentos. 
Nesse contexto, sobre o PPRA, o Engenheiro de Segu-
rança deve orientar a empresa a assegurar-se de que 
todo e qualquer PPRA
(A) tenha, obrigatoriamente, medições de iluminação.
(B) tenha, obrigatoriamente, avaliação ergonômica dos 
ambientes.
(C) tenha mecanismos para garantir que, na ocorrência 
de riscos ambientais nos locais de trabalho que co-
loquem em situação de grave e iminente risco um ou 
mais trabalhadores, os mesmos possam interromper 
de imediato as suas atividades, comunicando o fato 
ao superior hierárquico direto para as devidas provi-
dências.
(D) adote as medidas necessárias suficientes para a 
eliminação, a minimização ou o controle dos riscos 
ambientais sempre que os resultados das avaliações 
quantitativas da exposição dos trabalhadores 
excederem os valores dos limites de exposição 
ocupacional adotados pela ACGIH - American 
Conference of Governmental Industrial Higyenists.
(E) seja mantido pelo empregador ou instituição por um 
período mínimo de 25 anos.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO 12
BANCO DO BRASIL
49
Um PPRA deve contemplar diversas medidas de contro-
le, em que deverão ser estabelecidas as medidas neces-
sárias suficientes para a eliminação, a minimização ou o 
controle dos riscos ambientais. Essas medidas são ne-
cessárias, quando os resultados das avaliações quantita-
tivas da exposição dos trabalhadores excederem os valo-
res dos limites previstos na NR 15. 
Segundo a NR 9, medidas de controle são ainda neces-
sárias quando
(A) existirem mais de 20 acidentes de trajeto com afasta-
mento no período de um ano.
(B) o mapa de risco elaborado pela CIPA apontar riscos con-
siderados altos para mais de 50% dos trabalhadores.
(C) estudos ergonômicos apontarem a necessidade de 
adequação dos mobiliários nos ambientes de trabalho. 
(D) ficar, através do controle médico da saúde, caracteri-
zado o nexo causal entre danos observados na saúde 
dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles 
ficam expostos. 
(E) os valores para os limites de exposição ocupacional 
adotados pela ACGIH - American Conference of 
Governmental Industrial Higyenists forem inferiores 
aos limites previstos na NR 15. 
50
No que se refere à segurança elétrica, a NR 10 conside-
ra trabalhador capacitado aquele que atenda às seguin-
tes condições, simultaneamente: receba capacitação sob 
orientação e responsabilidade de profissional habilitado e 
autorizado; e trabalhe sob a responsabilidade de profis-
sional habilitado e autorizado. A Norma ainda determina, 
em seu Anexo III, o currículo mínimo do CURSO BÁSICO 
- SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM 
ELETRICIDADE.
O curso estabelece uma carga horária mínima de 40 ho-
ras e enumera 15 tópicos de estudo, dentre os quais NÃO 
figura o seguinte tópico:
(A) Circuitos e Instalações elétricas – teoria e prática
(B) Técnicas de Análise de Risco 
(C) Medidas de controle do Risco Elétrico 
(D) Equipamentos de proteção individual
(E) Proteção e combate a incêndios 
51
As normas em vigor no Brasil estabelecem diversas con-
dições ambientais de trabalho, em especial a NR 17. 
Nos locais de trabalho onde são executadas atividades 
que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, a 
NR 17 determina que
(A) os níveis de ruído sejam avaliados e estejam de 
acordo com o estabelecido em normas específicas da 
ABNT.
(B) o índice de temperatura efetiva esteja entre 20 °C e 30 °C. 
(C) a velocidade do ar não seja superior a 7,5 m/s.
(D) a umidade relativa do ar não seja inferior a 20%.
(E) a umidade relativa do ar não seja superior a 40%. 
52
Atividades envolvendo energia elétrica são inerentemente 
arriscadas. Dado esse risco, e em atendimento à NR 10, 
é necessário que ações de emergência que envolvam as 
instalações ou serviços com eletricidade devam constar 
do plano de emergência da empresa. 
Ainda como parte dos preparativos mínimos estabelecidos 
em norma para uma emergência elétrica, encontra-se a 
(A) capacitação de todos os trabalhadores para executar 
o resgate e prestar primeiros socorros a acidentados, 
especialmente por meio de reanimação cardiorrespira-
tória. 
(B) necessidade de a empresa possuir métodos de res-
gate padronizados e adequados às suas atividades, 
disponibilizando os meios para a sua aplicação. 
(C) existência de brigada de incêndio de prontidão em to-
das as atividades envolvendo as instalações elétricas. 
(D) autorização para que todos os trabalhadores habilita-
dos interrompam toda e qualquer operação.
(E) definição de um plano de evacuação aeromóvel e um 
convênio com hospital de referência.
53
Por ocasião de um projeto de instalações industriais e 
fabris, o profissional deve observar os diversos preceitos 
normativos no Brasil. 
Dentre esses preceitos, as regras gerais para arranjos físi-
cos e instalações são normatizadas, em parte, pela NR 12.
Nessa norma, verifica-se a seguinte exigência:
(A) os espaços livres ao redor das máquinas e dos equi-
pamentos devem ser de, no mínimo, 1,20 m.
(B) os pisos dos locais de trabalho onde se instalam má-
quinas e equipamentos e das áreas de circulação 
devem ser mantidos limpos e livres de objetos, ferra-
mentas e quaisquer materiais que ofereçam riscos de 
acidentes. 
(C) os pisos dos locais de trabalho onde se instalam 
máquinas e equipamentos e das áreas de circulação 
devem ser revestidos de resina epóxi.
(D) nos locais de instalação de máquinas e equipamen-
tos, as áreas de circulação devem ser demarcadas 
usando-se uma faixa verde com, no mínimo, 0,10 m 
de largura.
(E) as vias principais de circulação nos locais de trabalho 
e as que conduzem às saídas devem ter, no mínimo, 
1,50 m de largura.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
13
BANCO DO BRASIL
54
Em um projeto de segurança para máquinas e 
equipamentos, o engenheiro de segurança, conhecedor 
da NR 12, deve orientar a equipe para que 
(A) a chave geral seja usada como dispositivo de partida 
e parada.
(B) as baterias tenham, entre outros requisitos mínimos 
de segurança, uma localização que evite sua manu-
tenção a partir do solo, dificultando acidentes com 
curiosos.
(C) os dispositivos de partida, acionamento e parada das 
máquinas possam ser acionados e desligados somen-
te pelo operador.
(D) os dispositivos de partida tenham dispositivos que 
impeçam seu funcionamento automático ao serem 
energizados.
(E) os dispositivos de partida, acionamento e parada das 
máquinas não se localizem em suas zonas perigosas.
55
As instalações sanitárias de uma empresa são fundamen-
tais para conforto e qualidade de vida dos trabalhadores. 
Em uma empresa que disponha de engenheiro de segu-
rança em seus quadros funcionais, este deve assessorar 
a administração para o correto cumprimento da NR 24, 
que determina o seguinte: 
(A) as instalações sanitárias não precisam ser separadas 
por sexo, havendo até 20 funcionários.
(B) os chuveiros deverão ser de metal, além de ser 
comandados por registros de metal a meia altura na 
parede. 
(C) os gabinetes sanitários deverão ter paredes divisórias 
com altura mínima de 2,10 m, e seu bordo inferior não 
poderá situar-se a mais de 0,15 m acima do pavimento. 
(D) sejam previstos 100 litros diários de água por traba-
lhador para o consumo nas instalações sanitárias. 
(E) sejam instaladas lâmpadas incandescentes que te-
nham 60 W/8,00 m2 de área com pé-direito máximo 
de 3,00 m, ou outro tipo de luminária que produza o 
mesmo efeito (um iluminamento mínimo de 100 lux). 
56
Seja a seguinte URL, em que abcd.com.br é um host 
fictício:
ftp://abcd.com.br
O primeiro componente desse URL, ftp, indica que o 
usuário deseja
(A) enviar um e-mail para outro usuário.
(B) enviar uma mensagem de texto, usando um terminal 
virtual.
(C) acessar arquivos de um grupo de discussão.
(D) acessar dados no formato de hipertexto.
(E) fazer download ou upload de arquivos.
57
A Figura a seguir exibe um fragmento de uma planilha 
elaborada com o MS Excel 2010. Ela exibe as tempera-
turas (formatadas semcasas decimais) medidas em três 
diferentes cidades (A, B e C) entre os dias 18/FEV/2014 
e 24/FEV/2014.
Que valor será exibido na célula C11 (formatada 
com uma casa decimal), caso a fórmula presente na 
célula E9 (=MÉDIA(D$4:F$4)) seja copiada e colada 
na célula C11?
(A) 10,0
(B) 12,0
(C) 18,0
(D) 20,0
(E) 21,0
58
Nas edificações, os andares acima do solo devem dispor 
de proteção adequada contra quedas. 
De acordo com a NR 08 do Ministério do Trabalho e 
Emprego, atendidas as condições de segurança e 
conforto, essas proteções devem ser executadas
(A) de acordo com as normas técnicas e legislações 
municipais
(B) de acordo com as normas técnicas e legislações 
estaduais
(C) com altura mínima de 1,60 m
(D) com altura mínima de 1,50 m
(E) com altura mínima de 1,30 m
59
Na vistoria de uma circulação que faz parte de uma rota 
acessível, foi encontrado um desnível de 1 cm no piso. 
De acordo com a NBR 9050:2004, esse desnível
(A) é pequeno e pode ser aceito.
(B) deve ser tratado como rampa, com inclinação máxima 
de 1:1.
(C) deve ser tratado como rampa, com inclinação máxima 
de 1:2.
(D) deve ser tratado como rampa, com inclinação máxima 
de 1:10.
(E) deve ser tratado como rampa, com inclinação máxima 
de 1:20.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO 14
BANCO DO BRASIL
60
Num Sistema de Gestão de Segurança da Informação 
(SGSI), o controle que visa a não permitir a interrupção 
das atividades do negócio e a proteger os processos 
críticos contra efeitos de falhas ou desastres significativos, 
assegurando, se for o caso, a sua retomada em tempo 
hábil, é chamado de gestão
(A) da continuidade do negócio
(B) da conformidade do negócio
(C) de riscos do negócio
(D) de segurança do negócio
(E) de organização e operação do negócio
61
A exposição ao calor deve ser avaliada por intermédio do 
“Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo” (IBUTG). 
As medições, segundo a NR15, são realizadas com ter-
mômetros de bulbo úmido natural, de globo e de mercúrio 
comum. 
Essas medições devem ser feitas no local onde permane-
ce o trabalhador, na altura 
(A) do tronco
(B) da cabeça 
(C) da região do corpo mais atingida
(D) dos membros inferiores
(E) dos membros superiores
62
Considere um bancário que exerça suas atividades sen-
tado, com movimentos moderados com braços e tronco, e 
que realize movimentos moderados com braços e pernas. 
O Anexo no 3 da NR 15 - Limites de tolerância para ex-
posição ao calor, no Quadro no 3, estabelece as taxas de 
metabolismo por tipo de atividade, que podem variar entre 
trabalho leve, moderado e pesado. 
Na situação descrita, em que classificação de trabalho e 
em que faixa, em Kcal/h, se enquadra esse bancário?
(A) Leve; 125 a 150 Kcal/h 
(B) Leve/moderado; 150 a 300 Kcal/h 
(C) Moderado; 125 a 150 Kcal/h 
(D) Moderado/pesado; 220 a 440 Kcal/h 
(E) Pesado; 440 a 550 Kcal/h 
63
Quais das operações abaixo são consideradas perigosas, 
segundo a NR16?
(A) Trabalho com arsênico 
(B) Trabalho sob condições hiperbáricas
(C) Atividades sujeitas à exposição ao benzeno 
(D) Atividades de segurança ambiental e florestal
(E) Operações e atividades sujeitas à exposição a radia-
ções ionizantes
64
Os locais de trabalho devem ser dotados de condições 
acústicas adequadas à comunicação telefônica, adotan-
do-se medidas tais como: o arranjo físico geral e dos pos-
tos de trabalho, pisos e paredes, isolamento acústico do 
ruído externo, tamanho, forma, revestimento e distribui-
ção das divisórias entre os postos, com o fim de atender 
o disposto no item 17.5.2, alínea “a” da NR 17, que reco-
menda que os níveis de ruído estejam de acordo com o 
estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada 
no INMETRO. 
Segundo a NR 17, o nível de ruído aceitável para efeito de 
conforto e a curva de avaliação de ruído (NC) não devem 
ultrapassar, respectivamente,
(A) 53 dB(A) e 50 dB
(B) 55 dB(A) e 50 dB 
(C) 65 dB(A) e 60 dB 
(D) 72 dB(A) e 69 dB
(E) 85 dB(A) e 80 dB
65
A higienização dos ambientes de trabalhos bancários, 
bem como dos banheiros dos funcionários, envolve a uti-
lização de produtos químicos. 
Tais produtos podem ser motivo de percepção de adicio-
nal de insalubridade se
(A) as atividades são desenvolvidas com concentrações 
de substâncias nocivas, acima do limite de tolerância.
(B) a avaliação quantitativa identifica valores acima do li-
mite de tolerância, independente do uso de EPI eficaz.
(C) as substâncias utilizadas estão listadas como agen-
tes nocivos, independente das suas concentrações no 
ambiente.
(D) as substâncias utilizadas possuem potencial cancerí-
geno.
(E) o trabalhador apresenta doença relacionada ao conta-
to com o agente nocivo.
66
Para a medição dos níveis de pressão sonora no ambien-
te de trabalho, para sons contínuos e intermitentes, deve 
ser utilizado que tipo de metodologia?
(A) Dosimetria em dB na escala A, com circuito de res-
posta rápida (FAST), microfone próximo ao ouvido do 
trabalhador. 
(B) Dosimetria em dB na escala A, com circuito de res-
posta lenta (SLOW), microfone próximo ao ouvido do 
trabalhador.
(C) Medição pontual na escala A, com circuito de resposta 
lenta (SLOW), microfone próximo ao ombro do traba-
lhador.
(D) Medição pontual na escala C, com circuito de resposta 
lenta (SLOW), microfone próximo ao ombro do traba-
lhador. 
(E) Dosimetria em dB na escala C, com circuito de res-
posta rápida (FAST), microfone próximo ao ouvido do 
trabalhador.
ENGENHEIRO(A) DE SEGURANÇA DO TRABALHO
15
BANCO DO BRASIL
67
Posturas prolongadas e movimentos repetitivos são fati-
gantes, podendo produzir, a longo prazo, lesões nos mús-
culos e nas articulações mais solicitadas. Isso pode ser 
prevenido, adotando-se um sistema de trabalho com alter-
nância de posturas ou tarefas, como, por exemplo, alternar 
a posição sentada por aquelas em pé e andando ou, ainda, 
promover rodízios periódicos entre dois postos de trabalho, 
entre trabalhadores que executam movimentos repetitivos 
em suas tarefas, desde que a dinâmica de movimentos exi-
gida nesses postos seja de natureza diversa. 
Essa alternância de posturas e movimentos, que pode ser 
promovida no âmbito da organização do trabalho, recebe 
a denominação técnica de
(A) Desorganização de movimentos 
(B) Desorganização postural
(C) Harmonização de movimentos
(D) Flexibilidade postural
(E) Sincronismo postural
68
Segundo a Norma Regulamentadora no 17, relativa à Er-
gonomia, a medição dos níveis de iluminamento deve ser 
feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visu-
al, utilizando-se luxímetro com fotocélula corrigida para a 
sensibilidade do olho humano. 
Quando não for possível definir esse campo de trabalho, 
a medição será realizada
(A) ao nível do olho do trabalhador
(B) ao nível das mãos do trabalhador 
(C) num plano inclinado com ângulo de 60º 
(D) num plano horizontal a 0,75 m do piso 
(E) num plano horizontal a 0,85 m do piso
69
Nos trabalhos de digitação, o número máximo de toques 
reais exigidos pelo empregador não deve ser superior a 
8.000 por hora trabalhada. 
De acordo com a definição impressa na NR 17, relativa à 
Ergonomia, considera-se toque real cada movimento
(A) correto na digitação do trabalho 
(B) incorreto na digitação do trabalho 
(C) de pressão sobre as vogais do trabalho digitado
(D) de pressão sobre as consoantes do trabalho digitado
(E) de pressão sobre o teclado
70
Uma empresa resolveu contratar um profissional para ocu-
par uma função que se encontrava vaga no seu SESMT. 
O profissional a ser contratado, por força de lei, deverá 
ser um 
(A) ergonomista do trabalho 
(B) enfermeiro do trabalho 
(C) fisioterapeuta do trabalho 
(D) higienista do trabalho 
(E) psicólogo do trabalho 
RA
SC
UN
HO

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