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Língua Portuguesa, Matemática e Educação Física 1º Ciclo (1ª, 2ª e 3ª Classes) 2018 PROGRAMAS DO ENSINO PRIMÁRIO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO Língua Portuguesa, Matemática e Educação Física 1º Ciclo (1ª, 2ª e 3ª Classes) 2018 PROGRAMAS DO ENSINO PRIMÁRIO Ficha Técnica Título original: Programas das Disciplinas do 1º Ciclo do Ensino Primário Edição: INDE/Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano Autor: INDE/MINEDH Capa: INDE Arranjo gráfico: INDE Impressão: Tiragem: 80 000 Exemplares No. de Registo: 9594/RLINLD/2018 Índice Introdução .................................................................................................................................. 7 Competências do 1º Ciclo do Ensino Primário e respectivas Evidências de Desempenho ....... 9 Plano de estudo .......................................................................................................................... 11 Programa de Língua Portuguesa ................................................................................................ 12 Visão Geral dos Conteúdos do 1º Ciclo ......................................................................... 15 Programa de Língua Portuguesa: 1ª Classe ................................................................. 33 Programa de Língua Portuguesa: 2ª Classe .................................................................. 74 Programa da Língua Portuguesa: 3ª Classe ................................................................. 96 Programa de Matemática: 1º Ciclo ............................................................................... 118 Competências Gerais do 1º Ciclo do Ensino Primário na Disciplina de Matemática................. 120 Programa de Matemática: 1ª Classe ............................................................................. 122 Programa de Matemática: 2ª Classe ............................................................................. 144 Programa de Matemática: 3ª Classe ............................................................................. 157 Programa de Educação Física: 1º Ciclo ....................................................................... 173 Visão geral dos conteúdos do 1º Ciclo ........................................................................... 175 Programa d Educação Física: 1ª Classe ....................................................................... 177 Programa de Educação Física: 2ª Classe ..................................................................... 181 Programa de Educação Física: 3ª Classe ..................................................................... 184 Armindo Ngunga Ismael Cassamo Nhêze Albertina Moreno (em memória) Rafael Lambo Bernardo Remane Selemane Samaria Tovela Gina Guibunda Feliciano M. Mahalambe Regina Langa Laurindo Nhacune Raquel Raimundo Telésfero de Jesus Fabião Finiosse Nhabique Vasco Camundimo Glória Pedro Manhiça Helena Xerinda Sara Ferreira Jeremias Fondo Crisanto Ngundango Hortêncio Belunga Tembe Firosa Bicá Aissa Braga Maria Manguana Dinis Guibundana Castigo Wilson Fumo Suzana Monteiro Sinfrónia Macome Flávia Martins Daniel Neto Bomba Júnior Aniceto Muchave José Vicente António Bisqué Agostinho Agostinho Vicentina Onofre Monteiro Dinis Mungoi Estela Fonseca Estêvão Bento Cocho Isaac Manhique Fiúza Pedro Rafael Sendela Azevedo Baptista B. Nhantumbo Safira Mahanjane Baptista Manuel Lobo Eduardo Napualo Elsa Alfaica Juvêncio Chipanga Pedro Sitói Pedro Sitói Laura Gomes Patrício Mazivila Rogério Maurício Hirondina Chiziane Rogério Maurício Picardo Zalazar Celeste Dimande Carlos Canivete Anabela Amude António Batel Anjo Luis Bombe Isabel Macatane Formadores dos IFP Participantes Prefácio Caro Professor! É com prazer que colocamos, nas suas mãos, os Programas do 1º Ciclo do Ensino Primário, das disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática e Educação Física. Os presentes Programas resultam da revisão do Plano Curricular e dos respectivos Programas de Ensino Básico introduzidos em 2004, com o objectivo de incrementar a qualidade do Ensino Primário em Moçambique, traduzida no desempenho qualitativo dos alunos na literacia, numeracia e nas habilidades para a vida. Esperamos que estes Programas possam auxiliá-lo na execução da sua tarefa diária de proporcionar aos alunos o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes, com vista a enfrentarem, de forma adequada, os desafios que lhes são colocados no dia-a-dia, para que se tornem cidadãos participativos, reflexivos e autónomos, contribuindo, deste modo, para a melhoria da sua vida, da vida da sua família, da sua comunidade e do País. É nossa pretensão, também, que os alunos sejam educados dentro do espírito patriótico, versado pela preservação e desenvolvimento da cultura moçambicana, unidade nacional, cultura de paz, aprofundamento da democracia e respeito pelos direitos humanos. Importa ainda salientar que os Programas são abertos e flexíveis, podendo ser adaptados à realidade dos alunos e da escola. Estamos certos de que os Programas serão um instrumento de base para as discussões pedagógicas na sua escola, planificação de aulas, reflexão sobre a prática educativa, análise do material didáctico e elaboração de projectos educativos, contribuindo para melhorar o seu desempenho profissional que, afinal, é um direito seu. Vamos aprender! Construindo competências para um Moçambique em Constante Desenvolvimento. Conceita Ernesto Xavier Sortane MINISTRA DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO 7 Introdução O Ensino Primário desempenha um papel importante no processo de socialização das crianças, pela aquisição de conhecimentos, habilidades e valores/atitudes fundamentais para o desenvolvimento harmonioso da sua personalidade. Esta afirmação é também fundamentada por Seepe (1994), ao referir que “as crianças de amanhã devem não só estar preparadas para se adaptarem ao mundo em mudança, mas também devem preparar-se para criar novas mudanças em benefício da humanidade”. Em 2004, foi introduzido o Currículo do Ensino Básico cujo objectivo principal era tornar o ensino mais relevante, no sentido de responder às diferentes demandas socioculturais, económicas e políticas, formar cidadãos capazes de contribuir para a melhoria da sua vida, da vida da sua família, da sua comunidade e do país, dentro do espírito da preservação da unidade nacional, manutenção da paz e estabilidade nacional, aprofundamento da democracia e respeito pelos direitos humanos, bem como da preservação da cultura moçambicana. Nos últimos anos o sistema educativo registou um grande crescimento da sua rede e de efectivos de alunos, o que resultou no aumento do rácio aluno/professor e aluno/turma e, consequentemente, surgiram desafios de gestão e de qualidade da educação. Os resultados da avaliação no âmbito do SACMEQ (2007 e 2013), da Avaliação da implementação dos Programas do 1º e 2º ciclo do Ensino Básico (INDE, 2010), da Avaliação Nacional (INDE 2013 e 2016), revelam que grande parte de alunos do Ensino Primário termina o 1º ciclo sem saber ler nem escrever. Estas constatações levaram o Ministério da Educação, através do Instituto Nacional do Desenvolvimento, a rever o Plano Curricular e os Programas de Ensino, com vista a incrementar a qualidade de ensino. A revisão do Plano Curricular do Ensino Básico incidiu na: • Alteração da designação “Plano Curricular do Ensino Básico (PCEB)”, para “Plano Curricular do Ensino Primário (PCEP)”. • Alteração do Plano de Estudos, que compreendeu a reorganização do Ensino Primário, passando este a integrar seis classes (1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª classes), organizadas em dois ciclos de aprendizagem e a redução do número de disciplinas: O 1º ciclocompreende a 1ª, 2ª e 3ª classe, comportando, cada uma das classes, três disciplinas, nomeadamente, Português, Matemática e Educação Física. Das seis disciplinas existentes anteriormente, por classe, passam a existir três e as competências de Educação Visual, Ofícios e Educação Musical foram integradas nos Programas destas disciplinas; 8 O 2º ciclo compreende a 4ª, 5ª e 6ª classe. A 4ª classe passa a comportar 6 disciplinas, nomeadamente, Português, Língua Moçambicana, Matemática, Ciências Sociais, Ciências Naturais e Educação Física, passando das onze disciplinas anteriormente existentes, para seis disciplinas e as competências das disciplinas de Educação Visual e Ofícios e Educação Musical foram integradas nos Programas destas disciplinas. A 5ª e 6ª classe passam a comportar, cada uma, sete disciplinas, nomeadamente, Português, Língua Moçambicana, Matemática, Ciências Sociais, Ciências Naturais, Educação Visual e Ofícios e Educação Física, passando das onze disciplinas existentes anteriormente para sete disciplinas e as competências da disciplina de Educação Musical foram integradas nos Programas destas disciplinas. Neste contexto, estes Programas constituem uma fonte de estudo e de orientação dos professores para o desenvolvimento de um ensino de qualidade. Competências do graduado do Ensino Primário O graduado do Ensino Primário: a) Comunica claramente em Língua Portuguesa, tanto na oralidade como na escrita; b) Comunica, através da arte, de forma criativa; c) Demonstra o gosto pela leitura; d) Resolve problemas elementares de matemática, em diferentes situações da vida real; e) Age de forma crítica e autónoma em diversas situações da vida; f) Valoriza a sua cultura através da língua, tradições e padrões de comportamento; g) Manifesta atitudes de amor e orgulho pela pátria moçambicana e unidade nacional; h) Reconhece os direitos e deveres da criança, respeitando as diferenças individuais; i) Interpreta os fenómenos naturais, usando conhecimentos científicos para o bem-estar pessoal e colectivo. 9 Competências do 1º Ciclo do Ensino Primário e respectivas Evidências de Desempenho Tabela1: Competências e Evidências de desempenho do 1º Ciclo do Ensino Primário Competências do 1º Ciclo Evidências de Desempenho Exprime-se, oralmente, adequando a língua portuguesa e/ou moçambicana a diferentes situações básicas de comunicação. Lê textos de 7 a 10 frases simples, em letra de imprensa e cursiva. Interpreta textos orais e escritos de 7 a 10 frases simples, com vocabulário familiar. Escreve frases e textos de 5 a 8 frases simples, aplicando regras básicas de organização e funcionamento da língua. Resolve problemas em diferentes situações do dia-a-dia, usando números naturais até 1000. Responde a mensagens orais relacionadas com diversas situações do quotidiano; Produz mensagens orais com sequência lógica, pronúncia correcta, vocabulário básico relacionado com as áreas temáticas em estudo, adequando-as às situações básicas de comunicação. Lê textos de 7 a 10 frases simples de, com tom de voz audível, pronunciando correctamente (sem soletrar) as palavras, respeitando os sinais de pontuação e acentuação. Responde, oralmente e por escrito, questionários de compreensão de textos de 7 a 10 frases simples, lidos ou ouvidos, extraindo a informação explícita; Reconta, oralmente, histórias lidas ou ouvidas, tendo em conta a sequência lógica e o conteúdo do texto original, usando as suas próprias palavras. Escreve frases e textos de 5 a 8 frases simples, em letra cursiva, caligrafia legível e sem borrões, obedecendo a uma sequência lógica, correcção ortográfica e regras básicas de pontuação (ponto final, ponto de interrogação e vírgula). Conta os números naturais oralmente, de forma progressiva e regressiva, por etapas, até 1000; Ordena e compara números naturais, em situações concretas e abstractas, até 1000; Adiciona e subtrai números naturais, em situações concretas da vida, até 1000; Multiplica e divide números naturais até 50, em problemas concretos do dia-a-dia; Mede comprimentos de objectos reais, em centímetros, até 1000; Compara capacidade e volume de objectos de uso quotidiano, relacionados com sólidos geométricos. 10 Usa diversos materiais e técnicas de expressão plástica para o desenvolvimento psicomotor e do gosto pelo belo. Distingue sons de diferentes fontes para o desenvolvimento da percepção auditiva. Reconhece os símbolos da pátria, o dia da Independência Nacional e dos Heróis Moçambicanos. Participa em actividades de conservação e preservação do ambiente. Pratica exercícios físicos, para o seu desenvolvimento integral. Relaciona a imagem à palavra; Ilustra as áreas temáticas em estudo; Representa, livremente, imagens, de acordo com a sua percepção da realidade e com a sua faixa etária. Compara os diferentes sons da natureza; Imita diferentes sons de animais e objectos; Distingue sons fortes, fracos, altos e baixos. Toma a posição correcta no içar da Bandeira Nacional e na entoação do Hino Nacional; Relaciona a data da Independência Nacional e dos Heróis Moçambicanos, com Samora Machel e Eduardo Mondlane, respectivamente; Realiza actividades alusivas à data da Independência Nacional e aos Heróis Moçambicanos; Identifica as datas comemorativas; Identifica o Presidente da República. Rega e cuida das plantas; Mantém a sala e o recinto escolar limpos; Conserva o mobiliário e o material escolar. Pratica exercícios físicos de orientação espacial e lateralidade, de acordo com a idade; Apresenta-se limpo e asseado; Relaciona-se bem com os outros; Pratica actividades etno-culturais (danças e jogos tradicionais moçambicanos). 11 6 Plano de estudo a) Plano de estudo para escolas de dois turnos Disciplina Carga Horária Semanal (Aulas de 45 minutos) Carga horária anual (Aulas de 45 minutos) 1º Ciclo (1ª, 2ª e 3ª Classe) Língua Portuguesa 16 608 Matemática 10 380 Educação Física 2 76 Total 28 (21 horas) 1064 (798 horas) a) Plano de estudo para escolas de três turnos Disciplina Carga Horária Semanal (Aulas de 40 minutos) Carga horária anual Aulas de 40 minutos 1º Ciclo (1ª, 2ª e 3ª Classe) Língua Portuguesa 14 532 Matemática 9 342 Educação Física 2 76 Total 25 (16h 40 minutos) 950 (633 h e 20 min) Programa de Língua Portuguesa 1º Ciclo 13 1. INTRODUÇÃO De acordo com o artigo 10 da Constituição da República o Português é Língua Oficial e de Ensino em Moçambique, entretanto, não é a língua materna da maioria da população. Dependendo do contexto em que o sistema educacional se integra, há a considerar três situações de aprendizagem do Português: a) em que é língua materna (L1); b) em que é língua segunda (L2); e c) em que assume traços de uma língua estrangeira (LE). Tendo em conta a situação linguística do país, desde 2004, no Ensino Primário coexistem duas modalidades de ensino: Monolingue em Português e Bilingue (línguas Maternas Moçambicanas e Português). O presente Programa revisto destina-se ao ensino monolingue do Português, mantendo-se a perspectiva de L2, em conformidade com o Sistema Nacional de Educação (SNE). Nesta modalidade, a língua de ensino é o Português. O êxito da implementação deste Programa depende de uma preparação adequada do professor, para o gerir, na perspectiva de ensino de Português como L2, usando metodologias apropriadas para diferentes situações de aprendizagem. Assim, o professor poderá implementar o Programa, ajustar as estratégias de ensino, de modo a satisfazer as necessidades comunicativas dos alunos que têm o Português como L2 ou L1. O Programa de Língua Portuguesa guia-se pelos princípios pedagógicos culturalmente sensíveis, orientados para a comunicação funcional. À luz destes princípios, espera-se que o ensino acomode e potencie a vivência cultural e, no caso específico da língua, a experiência linguística que a criança trazde casa. Deste modo, a aula de língua deve ser um espaço em que, com o auxílio do professor, a criança adquira “ferramentas” que lhe permitam organizar e usar a língua, de acordo com as suas necessidades comunicativas. Os conteúdos retratados no Programa têm como ponto de partida a realidade mais próxima do aluno (família, escola, comunidade e ambiente). Assim, o Programa está organizado em unidades temáticas, tais como: família, escola, comunidade, ambiente, corpo humano, saúde e higiene e outras, que percorrem todas as classes do Ensino Básico, diferindo apenas na extensão e profundidade do tratamento. Os resultados da aprendizagem foram definidos em função dos novos estágios do saber, saber fazer, saber ser e saber estar, que o aluno deve alcançar, como resultado do processo de ensino-aprendizagem. 14 Deste modo, as estratégias de ensino devem basear-se numa metodologia que torne o processo de ensino-aprendizagem agradável, divertido e útil, dando uma grande relevância à interacção professor/aluno, aluno/aluno, aluno/comunidade. Esta forma de abordagem proporciona aos alunos a possibilidade de ouvir, falar, ler e escrever, tendo em conta que só se aprende a ouvir, ouvindo; a falar, falando; a ler, lendo e a escrever, escrevendo. O Programa prioriza os seguintes aspectos: • O desenvolvimento da oralidade, em função das necessidades comunicativas dos alunos; • O ensino de todas as letras do alfabeto, maiúsculas e minúsculas, na 1ª classe; • A perspectiva de ensino da leitura e escrita iniciais com base no método analítico-sintético, com ênfase no ensino da letra, em vez do som. Assim, deve-se dar um maior enfoque ao percurso da síntese, exercitando a combinação de letras para a formação de novas sílabas e palavras. • Introdução (no plano temático) de dois domínios resultantes das 4 habilidades linguísticas: ouvir e falar; ler e escrever; 15 10 V is ão G er al d os C on te úd os d o 1º C ic lo U ni da de T em át ic a 1ª C L A SS E 2ª C L A SS E 3ª C L A SS E C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er E SC O L A Ex pr es sõ es p ar a cu m pr im en ta r Ex pr es sõ es d e de sp ed id a C an çõ es d e sa ud aç ão 6 Te m po s D at as fe st iv as e co m em or at iv as R ec or te /c ol ag em /d ob ra ge m / d es en ho /p in tu ra /c ar ta z/ ilu st ra çõ es R ed ac çã o de fr as es so br e da ta s co m em or at iv as /fe st iv as C an çõ es e d an ça s s ob re da ta s f es tiv as e co m em or at iv as Jo go s 18 Te m po s T ex to s N ar ra tiv os - O a ss un to p rin ci pa l d o te xt o - P er so na ge ns C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : R eg ra s d e co nd ut a na e sc ol a: A ju da m út ua /s ol id ar ie da de / re sp ei to /a ss id ui da de , p on tu al id ad e. Fu nc io na m en to d a L ín gu a A nt on ím ia Si na is d e po nt ua çã o (p on to fin al d e in te rr og aç ão e d e ex cl am aç ão ) U so d a le tra m ai ús cu la : - I ní ci o da s f ra se s - D ep oi s d e um p on to - N os n om es p ró pr io s 53 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a id en tif ic ar In te rv en ie nt es d a es co la C an çõ es d e id en tif ic aç ão . 10 Te m po s C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s, po em as e jo go s Ilu st ra çã o 8 Te m po s R el at o de a co nt ec im en to s El em en to s a c on si de ra r n a pr od uç ão d e re la to s: - O q uê ? - Q ue m ? - O nd e? - Q ua nd o? C óp ia 28 28 Te m po s 53 Te m po s 16 11 D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : da ta s f es tiv as e co m em or at iv as Fu nc io na m en to d a L ín gu a: Fr as e in te rr og at iv a In tr od ut or es in te rr og at iv os - Q ue ... ? - O q ue ... ? - O q ue é q ue ... ? - Q ue m ... ? - Q ua l.. .? - C om o é qu e. ..? Te m po s Ex pr es sõ es p ar a in fo rm ar s ob re o es ta do d e sa úd e C an çõ es so br e o es ta do d e sa úd e 6 Te m po s Fu nc io na m en to d a L ín gu a A rti go s d ef in id os e in de fin id os Fl ex ão e m g én er o e em nú m er o 6 Te m po s B ilh et es A ss un to p rin ci pa l Es tru tu ra d o bi lh et e C óp ia D ita do R ed ac çã o. 35 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a in di ca r t am an ho D es en ho /p in tu ra de ob je ct os pa ra in di ca r t am an ho s M od el ag em d e ob je ct os p ar a in di ca r ta m an ho s Ex pr es sõ es p ar a in di ca r o p es o 12 T em po s In tro du çã o do d up lo s In tro du çã o do s no fi na l d e pa la vr as In tro du çã o de a m , e m , i m , um , o m 18 Te m po s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a es co la Te m po s v er ba is : V er bo ir e st ud ar e e sc re ve r n o: - Pr es en te - Pa ss ad o (p re té rit o pe rf ei to ) - Fu tu ro Pr ep os iç õe s ( pa ra , e , c om ) Pr é- le itu ra Ex er cí ci os d e co or de na çã o so no ra D an ça s. 6 Te m po s • Im ag en s Ilu st ra çõ es 6 Te m po s O uv ir e fa la r N or m as d e co nv iv ên ci a es co la r 4 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a in di ca r o no m e da es co la : Es pa ço s d a es co la . Fu nç ão d os e sp aç os e sc ol ar es . C an çõ es so br e a es co la . 6 Te m po s 35 Te m po s 17 12 V oc ab ul ár io so br e m at er ia l e sc ol ar M ob ili ár io e sc ol ar Ex pr es sõ es pa ra id en tif ic ar os ob je ct os e sc ol ar es C an çõ es so br e m at er ia l e sc ol ar 12 Te m po s Ex pr es sõ es d e la te ra lid ad e Lo ca liz aç ão d o so m 10 Te m po s P ré -le itu ra Ex er cí ci os de co or de na çã o ps ic om ot or a M an us ea m en to d o m at er ia l e sc ol ar Jo go s R ec or te , c ol ag em e d ob ra ge m 10 Te m po s O uv ir e fa la r V oc ab ul ár io so br e in st ru çõ es de co nt ro lo In st ru çõ es si m pl es Ex pr es sõ es p ar a da r i ns tru çõ es Ex pr es sõ es pa ra pe rg un ta r e re sp on de r C an çõ es so br e in st ru çõ es . 10 T em po s Pe di do d e lic en ça / p er m is sã o R es po st a a pe di do d e lic en ça Pe di do d e de sc ul pa s R es po st a a pe di do d e de sc ul pa s C an çõ es so br e pe di do de lic en ça /p er m is sã o 6 Te m po s Ex pr es sõ es d e la te ra lid ad e 6 Te m po s Pr é- es cr ita G ra fis m os se m ili vr es 6 Te m po s O uv ir e fa lar Ex pr es sõ es e p al av ra s p ar a in di ca r a po si çã o 8 Te m po s D ia s d e se m an a D ia s ú te is . Fi m -d e- se m an a C an çõ es 4 Te m po s 18 13 Ex pr es sõ es p ar a fo rm ul ar p ed id os d e de sc ul pa s Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a pe di do s de de sc ul pa s Ex pr es sõ es p ar a fo rm ul ar p ed id os Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a pe di do s 10 T em po s Ex pr es sõ es p ar a ag ra de ce r Ex pr es sõ es pa ra re ag ir a ag ra de ci m en to s 4 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a fe lic ita r E xp re ss õe s p ar a re ag ir a fe lic ita çõ es 2 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a ex pr im ir do r 2 Te m po s Ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar pr ef er ên ci as 2 Te m po s Pr é- es cr ita D es en ho /p in tu ra G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as l et ra s c, d , v , b , r , g Le r e e sc re ve r In tro du çã o de : c , d , v , b , r , g Le tra s m in ús cu la s e m ai ús cu la s. Le tra d e im pr en sa e c ur si va Sí la ba s Pa la vr as Fr as es C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em -p al av ra , f ra se D es en ho /p in tu ra 4 Te m po s 60 T em po s (D ez a ul as pa ra c ad a le tra ) 19 14 U ni da de T em át ic a 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r (c on so lid aç ão ) T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po FA M ÍL IA D es en ho do s m em br os da fa m íli a M em br os d a fa m íli a Ex pr es sõ es p ar a in di ca r co m qu em v iv e Ex pr es sõ es pa ra in di ca r o no m e C an çõ es s ob re m em br os d a fa m íli a 8 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a da r or de ns /in st ru çõ es Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar pr ef er ên ci as 10 Te m po s H ab ili da de s: o uv ir , f al ar , l er e es cr ev er A m in ha h ist ór ia (R ev is ão do 1 º c ic lo ) M em br os d a fa m íli a - R el aç õe s d e pa re nt es co e nt re os m em br os d a fa m íli a - A ct iv id ad es d os m em br os d a fa m íli a R el at o de r ot in as - E xp re ss õe s r el ac io na da s c om o s m om en to s d o di a/ te m po : - E xp re ss õe s p ar a in di ca r a or de m : Fu nc io na m en to d a L ín gu a V er bo “ se r” e “ es ta r “ n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to d o in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o. 38 Te m po s Pa rte s d o co rp o hu m an o In st ru çõ es re la ci on ad as co m as p ar te s d o co rp o hu m an o C an çõ es s ob re a s pa rte s do co rp o hu m an o 12 T em po s Ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar in te re ss e e de si nt er es se Ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar de se jo 7 Te m po s H is tó ria s, fá bu la s: - P er so na ge ns - C ar ac te rís tic as fí si ca s d as pe rs on ag en s - L oc al iz aç ão d a ac çã o no te m po e n o es pa ço C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: R eg ra s d e co nv iv ên ci a na fa m íli a (a m iz ad e e aj ud a m út ua ) 39 Te m po s 20 15 D ire cç ão e se nt id o (r ev is ão ) 4 Te m po s Ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar al eg ria e sa tis fa çã o Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar m ed o 7 Te m po s Ex pr es sõ es p ar a fo rm ul ar pe di do s d e pe rm is sã o Ex pr es sõ es p ar a ac ei ta r o u re cu sa r p ed id os d e pe rm is sã o Pe ça s d e ve st uá rio Pe rg un ta s pa ra i de nt ifi ca çã o da s p eç as d e ve st uá rio C or d o ve st uá rio C an çõ es s ob re a s pe ça s de ve st uá rio 10 T em po s Ex pr es sõ es p ar a da r s ug es tõ es e co ns el ho s 6 Te m po s T ex to d es cr iti vo A c as a: - M at er ia is d e co ns tru çã o - Pr of is sõ es re la ci on ad as co m a c on st ru çã o de u m a ca sa C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : R eg ra s d e C on se rv aç ão d a ca sa 52 Te m po s Es pa ço s i nt er io re s d a ca sa Es pa ço s e xt er io re s d a ca sa Fu nç ão d os e sp aç os d a ca sa D es en ho d a ca sa . 6 Te m po s Fu nc io na m en to d a L ín gu a: Pr on om es p es so ai s Fr as es im pe ra tiv as C an çõ es 14 Te m po s Fu nc io na m en to d a lín gu a: - Fa m íli a de p al av ra s re la ci on ad as c om “ ca sa ”: ca si nh a, c as ar ão , c as ot a - S in on ím ia Sí la ba : d iv is ão si lá bi ca M ob ili ár io d a ca sa Ex pr es sõ es de ta m an ho : gr an de /p eq ue no M od el ag em d o m ob ili ár io d a ca sa 6 Te m po s L er e e sc re ve r D ito ng os n as ai s: ã o, ã e, õ e Pa la vr as , f ra se s, pe qu en os te xt os 8 Te m po s U te ns íli os d om és tic os Ex pr es sõ es d e co m pa ra çã o: ig ua l/d ife re nt e Ex pr es sõ es de qu an tid ad e: m ui to , p ou co , c he io , v az io M od el ag em de ut en sí lio s do m és tic os 16 T em po s Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia 16 Te m po s A ct iv id ad es d om és tic as 6 Te m po s O uv ir e fa la r M em br os d a fa m íli a D es en ho so br e m em br os d a fa m íli a C an çõ es 8 Te m po s 21 16 A lim en to s C ui da do s c om o s a lim en to s R ec or te e co la ge m so br e im ag en s d e al im en to s C an çõ es so br e al im en to s 6 Te m po s O cu pa çã o do s m em br os d a fa m íli a Ti po s d e ca sa : p al ho ta , al ve na ria 6 Te m po s Pe río do s do d ia : m an hã , t ar de e no ite R el aç ão so l/d ia , l ua /n oi te R ef ei çõ es : pe qu en o al m oç o/ m at a- bi ch o, al m oç o, la nc he e ja nt ar 6 Te m po s O bj ec to s e u te ns íli os d e us o do m és tic o U til id ad e do s o bj ec to s e ut en sí lio s d e us o do m és tic o M od el ag em C an çõ es 6 Te m po s Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os R ep re se nt aç ão gr áf ic a do so m 6 Te m po s L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as Jo go s Ilu st ra çã o 10 Te m po s L er e e sc re ve r In tro du çã o da s vo ga is : i , u , o , e, a M od el ag em d e vo ga is C an çõ es so br e vo ga is V og ai s e m le tra m ai ús cu la e m in ús cu la C óp ia D ita do D ito ng os o ra is : a i, oi , u i, ia , au , e u, a o, e i M od el ag em D es en ho , p in tu ra e re co rte d e vo ga is 50 T em po s (D ez Te m po s pa ra c ad a vo ga l) O uv ir e fa la r; le r e es cr ev er Fu nc io na m en to d a L ín gu a Pr on om es d em on st ra tiv os Fl ex ão e m g én er o e em nú m er o 8 Te m po s O uv ir e fa la r V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m hi gi en e co rp or al : D es en ho /p in tu ra N or m as d e hi gi en e co rp or al C an çõ es so br e hi gi en e co rp or al 10 T em po s L er e e sc re ve r In tro du çã o do r in te rv oc ál ic o: ar e, a ri , u ra , u ro , i ra In tro du çã o do d up lo r In tro du çã o do s in te rv oc ál ic o: as e, a sa , u sa 16 Te m po s 22 17 Pa la vr as qu e ex pr im em te m po C an çõ es c on te nd o ex pr es sõ es d e te m po N or m as de co nv iv ên ci a fa m ili ar 4 au la s Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia 18 Te m po s N or m as de pr ev en çã o de ac id en te s d om és tic os C an çõ es s ob re p re ve nç ão d e ac id en te s d om és tic os 4 au la s H is tó ria s e a di vi nh as 6 au la s Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as le tra s ( m , p , t , l , n ) 2 au la s L er e e sc re ve r In tro du çã o de m , p , t , l , n . Le tra s: c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão p al av ra -g ra vu ra R ec or te e c ol ag em d e le tra s D es en ho /p in tu ra C an çõ es 50 T em po s (D ez T em po s pa ra c ad a le tr a) 18 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E U ni da de T em át ic a C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r (c on so lid aç ão ) T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po C O M U N ID A D E O uv ir e fa la r Lu ga re s p úb lic os Fu nç ão d os lu ga re s p úb lic os D es en ho d os lu ga re s p úb lic os 6 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia 16 Te m po s T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m as tr an sv er sa is : Sí m bo lo s n ac io na is : - H in o N ac io na l - E m bl em a -B an de ira 52 Te m po s A ct iv id ad es c om un itá ria s Pr of is sõ es /o cu pa çõ es R el aç ão pr of is sã o/ in st itu iç ão (lu ga r) C an çõ es so br e pr of is sõ es 8 Te m po s O uv ir e fa la r L oc ai s/ in st itu iç õe s p úb lic as R ec or te , c ol ag em , d ob ra ge m , de se nh o e pi nt ur a C an çõ es 8 Te m po s T ex to s d id ác tic os O s s er vi ço s s oc ia is (e sc ol a, ho sp ita l/p os to d e sa úd e, p os to p ol ic ia l, et c. ) Pr of is sõ es C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: R eg ra s d e co nv iv ên ci a co m un itá ria Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a co m un id ad e Fa m íli a de p al av ra s A nt on ím ia V er bo “ vi r” n o pr es en te , pr et ér ito pe rf ei to do in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o H is tó ria s, ad iv in ha s e le ng al en ga s 6 Te m po s L er e e sc re ve r M ei os d e tra ns po rte R eg ra s b ás ic as d e se gu ra nç a ro do vi ár ia R ed ac çã o Il us tra çõ es 8 Te m po s C on vi te : Ex pr es sõ es p ar a cr iti ca r Ex pr es sõ es p ar a el og ia r Ex pr es sõ es p ar a pe di r a ju da 18 Te m po s C an çõ es típ ic as da co m un id ad e 2 Te m po s M ei os d e co m un ic aç ão R ed ac çõ es 10 Te m po s O rt og ra fia : - O “ o” c om v al or “ u” 23 18 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E U ni da de T em át ic a C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r (c on so lid aç ão ) T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po C O M U N ID A D E O uv ir e fa la r Lu ga re s p úb lic os Fu nç ão d os lu ga re s p úb lic os D es en ho d os lu ga re s p úb lic os 6 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia 16 Te m po s T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m as tr an sv er sa is : Sí m bo lo s n ac io na is : - H in o N ac io na l - E m bl em a -B an de ira 52 Te m po s A ct iv id ad es c om un itá ria s Pr of is sõ es /o cu pa çõ es R el aç ão pr of is sã o/ in st itu iç ão (lu ga r) C an çõ es so br e pr of is sõ es 8 Te m po s O uv ir e fa la r L oc ai s/ in st itu iç õe s p úb lic as R ec or te , c ol ag em , d ob ra ge m , de se nh o e pi nt ur a C an çõ es 8 Te m po s T ex to s d id ác tic os O s s er vi ço s s oc ia is (e sc ol a, ho sp ita l/p os to d e sa úd e, p os to p ol ic ia l, et c. ) Pr of is sõ es C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: R eg ra s d e co nv iv ên ci a co m un itá ria Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a co m un id ad e Fa m íli a de p al av ra s A nt on ím ia V er bo “ vi r” n o pr es en te , pr et ér ito pe rf ei to do in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o H is tó ria s, ad iv in ha s e le ng al en ga s 6 Te m po s L er e e sc re ve r M ei os d e tra ns po rte R eg ra s b ás ic as d e se gu ra nç a ro do vi ár ia R ed ac çã o Il us tra çõ es 8 Te m po s C on vi te : Ex pr es sõ es p ar a cr iti ca r Ex pr es sõ es p ar a el og ia r Ex pr es sõ es p ar a pe di r a ju da 18 Te m po s C an çõ es típ ic as da co m un id ad e 2 Te m po s M ei os d e co m un ic aç ão R ed ac çõ es 10 Te m po s O rt og ra fia : - O “ o” c om v al or “ u” 24 19 D an ça s t íp ic as d a co m un id ad e Il us tra çõ es , r ec or te , d ob ra ge m e co la ge m - O “ e” c om v al or d e “i ” - U so d a le tra m ai ús cu la M ei osd e tra ns po rte M ei os d e tra ns po rte e a s vi as de c irc ul aç ão U til id ad e do s m ei os de tra ns po rte M od el ag em d os m ei os d e tra ns po rte D es en ho /p in tu ra d os m ei os d e tra ns po rte 6 Te m po s C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s, po em as e jo go s Fu nc io na m en to d a L ín gu a Pr on om es d em on st ra tiv os : - F le xã o em g én er o e em n úm er o Pa la vr as a nt ón im as 18 Te m po s R eg ra s de pr ev en çã o de ac id en te s: C ui da do s a te r co m o f og o, co m a s m in as e c om o s c ar ro s C ui da do s a te r c om o li xo 4 Te m po s In tro du çã o de : a l, el , u l, ol , i l. In tro du çã o de : a n, e n, in , o n, u n. Pa la vr as , f ra se s, pe qu en os te xt os Im ag en s 18 Te m po s D at as fe st iv as e co m em or at iv as C an çõ es s ob re d at as fe st iv as e co m em or at iv as D an ça s R ec or te /c ol ag em /d ob ra ge m D es en ho /p in tu ra 6 Te m po s • C óp ia • D ita do • C al ig ra fia 16 Te m po s Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as le tra s s , j , f , z , h , q , x . 4 Te m po s L er e e sc re ve r In tro du çã o da s le tra s: s , j , f , z , h, q , x . Le tra c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es Pe qu en os te xt os C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em -p al av ra 70 T em po s (D ez T em po s pa ra c ad a le tra ) 20 U ni da de T em át ic a 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po A M B IE N T E El em en to s d o am bi en te C an çõ es so br e o am bi en te 4 Te m po s El em en to s d o am bi en te C on se rv aç ão d o am bi en te C or es d o am bi en te 6 Te m po s T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : a ni m ai s do m és tic os e se lv ag en s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V er bo s f az er e d ar n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to e fu tu ro . N om es : p ró pr io s e c om un s 60 Te m po s A dj ec tiv os a va lia tiv os (r ev is ão ) C or es Es ta m pa ge m Pi nt ur a 6 Te m po s A ni m ai s d om és tic os A ni m ai s s el va ge ns U til id ad e do s a ni m ai s do m és tic os 8 Te m po s T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : P la nt as Fu nc io na m en to d a L ín gu a Fo rm as d e fr as es : a fir m at iv a e ne ga tiv a Ex pr es sõ es pa ra av al ia r a te m pe ra tu ra : q ue nt e, fr io , ge la do 2 Te m po s C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as D ra m at iz aç ão Jo go s 8 Te m po s C on ve rs a di re ct a Ex pr es sõ es so br e o es ta do d o te m po Fu nc io na m en to d a lín gu a: V er bo s e st ar n o pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro A rti go s i nd ef in id os : - A lg um /a lg um a - A lg um /n in gu ém - t ud o/ na da C ui da do s a te r c om o a m bi en te 2 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia 10 Te m po s A ni m ai s d om és tic os A ni m ai s s el va ge ns A im po rtâ nc ia do s an im ai s do m és tic os 10 T em po s Pr on om es in de fin id os 6 Te m po s 25 20 U ni da de T em át ic a 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po A M B IE N T E El em en to s d o am bi en te C an çõ es so br e o am bi en te 4 Te m po s El em en to s d o am bi en te C on se rv aç ão d o am bi en te C or es d o am bi en te 6 Te m po s T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : a ni m ai s do m és tic os e se lv ag en s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V er bo s f az er e d ar n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to e fu tu ro . N om es : p ró pr io s e c om un s 60 Te m po s A dj ec tiv os a va lia tiv os (r ev is ão ) C or es Es ta m pa ge m Pi nt ur a 6 Te m po s A ni m ai s d om és tic os A ni m ai s s el va ge ns U til id ad e do s a ni m ai s do m és tic os 8 Te m po s T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : P la nt as Fu nc io na m en to d a L ín gu a Fo rm as d e fr as es : a fir m at iv a e ne ga tiv a Ex pr es sõ es pa ra av al ia r a te m pe ra tu ra : q ue nt e, fr io , ge la do 2 Te m po s C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as D ra m at iz aç ão Jo go s 8 Te m po s C on ve rs a di re ct a Ex pr es sõ es so br e o es ta do d o te m po Fu nc io na m en to d a lín gu a: V er bo s e st ar n o pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro A rti go s i nd ef in id os : - A lg um /a lg um a - A lg um /n in gu ém - t ud o/ na da C ui da do s a te r c om o a m bi en te 2 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia 10 Te m po s A ni m ai s d om és tic os A ni m ai s s el va ge ns A im po rtâ nc ia do s an im ai s do m és tic os 10 T em po s Pr on om es in de fin id os 6 Te m po s 26 21 Fo nt es so no ra s D es en ho /p in tu ra Pl an ta s Pa rte s da p la nt a: r ai z, c au le , f ol ha s, flo r e fr ut o. Fr ut os C or es : ve rd e, ve rm el ho , am ar el o, az ul , b ra nc o, p re to , c as ta nh o. Sa bo re s: do ce , az ed o, am ar go e pi ca nt e. R el aç ão á rv or e - f ru to C ui da do s a te r c om a s p la nt as C an çõ es so br e co re s 10 T em po s O uv ir e fa la r Fo nt es d e ág ua Sa bo r d a ág ua 4 Te m po s Á gu a lim pa e á gu a su ja U til id ad e da á gu a 4 Te m po s L er e e sc re ve r In tro du çã o de k , w , y . Le tra c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es Pe qu en os te xt os C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em- pa la vr a Po nt ua çã o: po nt o fin al , ví rg ul a; po nt o de in te rr og aç ão A ce nt ua çã o: ti l 30 T em po s (D ez T em po s pa ra c ad a le tra e se is a ul as pa ra a co ns ol id aç ão ) B an da D es en ha da (B D ) R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : P re ve nç ão d e ac id en te s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a A m bi en te Fa m íli a de p al av ra s 39 T em po s 27 22 Si no ní m ia A nt on ím ia C on co rd ân ci a do s e le m en to s n a fr as e - F le xã o do s n om es e m g én er o - F le xã o do s n om es e m n úm er o 28 23 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E U ni da de T em át ic a C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po C O R PO H U M A N O O uv ir e fa la r C or po h um an o: c ab eç a, tr on co e m em br os . Ti m br es c or po ra is H ig ie ne c or po ra l C an çõ es 8 Te m po s T ex to s N ar ra tiv os - P er so na ge ns - C ar ac te rís tic as fí si ca s d as pe rs on ag en s C óp ia D ita do R ec on to R ed ac çã o D ra m at iz aç ão Te m a Tr an sv er sa l: R es pe ito e so lid ar ie da de p ar a co m in di ví du os c om n ec es si da de s es pe ci ai s. 57 Te m po s L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s Po em as C an çõ es Jo go s Ilu st ra çõ es 16 Te m po s L er e e sc re ve r Fu nc io na m en to d a L ín gu a C on co rd ân ci a no m e/ ad je ct iv o Pr on om es in de fin id os Pr on om es p os se ss iv os 6 Te m po s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a Fa m íli a de p al av ra s Si no ní m ia A nt on ím ia Pa la vr as c om " m " e " n" ; V er bo “ fa la r” e “ co m er ” no pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro ; 57 Te m po s 29 24 N oç ão d e qu al id ad e [A dj ec tiv os ]. L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es gr af ém ic as : c h, n h; c e, c i; ar , e r, ir , or , u r. Im ag en s. 20 te m po L er e e sc re ve r C óp ia D ita do C al ig ra fia Im ag en s 16 Te m po s 30 25 U ni da de T em át ic a 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir e fa la r T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , le r e es cr ev er T em po SA Ú D E E H IG IE N E O uv ir e fa la r Pe ça s d e ve st uá rio R eg ra s b ás ic as d e hi gi en e do ve st uá rio R eg ra s d e hi gi en e al im en ta r C an çõ es 10 Te m po s Te xt os d id ác tic os C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : F or m as d e Pr ev en çã o de d oe nç as 22 Te m po s Li m pe za d o m ei o 4 Te m po s T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: Pr ev en çã o de ac id en te s C ui da do s a te r c om : - P ro du to s t óx ic os e in fla m áv ei s (e x. : p et ró le o, g ás ); - M ed ic am en to s e in se ct ic id as ; - O bj ec to s e st ra nh os (m in as ); - O bj ec to s c or ta nt es (e x. : f ac as , lâ m in as ); - F og o, á gu a qu en te ; - T om ad as e fi ch as ; - O bj ec to s p iro té cn ic os (p ai xõ es ). 35 Te m po s L er e e sc re ve r C on to s Fá bu la s Le ng al en ga s Po em as 6 Te m po s Fu nc io na m en to d a lín gu a Fo rm as d e fr as es : a fir m at iv as e ne ga tiv as V er bo lim pa r e la va r no pr es en te , p as sa do e fu tu ro C on co rd ân ci a do a dj ec tiv o em gé ne ro e n úm er o. Fu nc io na m en to d a L ín gu a Te m po s v er ba is C an çõ es E xp re ss õe s i nt er ro ga tiv as : 20 Te m po s 31 26 P ro no m es p os se ss iv os In tro du çã o de c om bi na çõ es gr af ém ic as : l h, a z, e z, iz , o z, u z, g i, ge . Im ag en s 20 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia 16 Te m po s Fu nc io na m en to d a L ín gu a A dv ér bi os d e lu ga r: aq ui , a li, c á, a í. F ra se s i m pe ra tiv as 8 Te m po s In tro du çã o de c om bi na çõ es gr af ém ic as : b r, cr , d r, fr , g r, pr , t r, bl , cl , f l, gl , d l, pl . I m ag en s 20 Te m po s L er e e sc re ve r C óp ia D ita do C al ig ra fia 16 Te m po s Fu nc io na m en to d a L ín gu a Ex pr es sõ es in te rr og at iv as P ro no m es in de fin id os Pr on om es d em on st ra tiv os 8 Te m po s In tro du çã o de c om bi na çõ es gr af ém ic as : q ue , q ui , q ua , q uo . In tro du çã o do x c om o s c in co va lo re s f on ét ic os . Im ag en s 24 Te m po s C óp ia D ita do C al ig ra fia R ed ac çã o 18 Te m po s 32 27 U ni da de T em át ic a 1a C L A SS E 2a C L A SS E 3a C L A SS E C on te úd os T em po C on te úd os T em po C on te úd os H ab ili da de s: O uv ir , fa la r, le r e es cr ev er T em po M E IO S D E T R A N SP O R T E E V IA S D E C O M U N IC A Ç Ã O T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : M ei os d e tra ns po rte e v ia s d e co m un ic aç ão Fu nc io na m en to d a L ín gu a - A dv ér bi os d e lu ga r: aq ui , al i, lá . 33 Te m po s C ar ta ze s R eg ra s d e trâ ns ito D es cr iç ão d e tra je ct os . Fu nc io na m en to d a lín gu a V er bo “ an da r” n o: - P re se nt e - P re té rit o pe rf ei to - f ut ur o M E IO S D E T R A N SP O R T E E V IA S D E C O M U N IC A Ç Ã O Programa de Língua Portuguesa 1ª Classe 34 35 30 PL A N O T E M Á T IC O D A 1 ª C L A SS E H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA U sa r e xp re ss õe s p ar a cu m pr im en ta r e pa ra se d espe di r; C an ta r c an çõ es so br e cu m pr im en to s. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a cu m pr im en ta r: - B om d ia /b oa ta rd e/ bo a no ite /o lá - C om o es tá /e st ás /e st ão ? - Es to u/ es ta m os b em , o br ig ad o( a) Ex pr es sõ es d e de sp ed id a: - A de us /a té a m an hã /a té lo go Ex pr es sa -s e, c om b oa e du ca çã o e co rte si a em c on ta ct o so ci al in ic ia l. 7 Te m po s U sa r ex pr es sõ es a pr op ria da s pa ra pe rg un ta r e re sp on de r so br e o es ta do d e sa úd e; C an ta r ca nç õe s so br e o es ta do d e sa úd e. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a in fo rm ar so br e o es ta do d e sa úd e: C om o es tá s d e sa úd e? C om o es tá d e sa úd e? Es to u be m . O br ig ad o (a ). C om o te se nt es ? C om o se se nt e? Si nt o- m e be m . O br ig ad o (a ). C an çõ es so br e o es ta do d e sa úd e 7 Te m po s 36 31 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA D iz er o se u no m e e o do se u pr of es so r; Pe rg un ta r p el o no m e do s s eu s co le ga s; D iz er o n om e do s s eu s c ol eg as ; U sa r e xp re ss õe s p ar a id en tif ic ar os in te rv en ie nt es d a es co la . Ex pr es sõ es p ar a id en tif ic ar : - Eu c ha m o- m e… / o m eu n om e é… / e u so u… - O m eu p ro fe ss or c ha m a- se /é … - A m in ha p ro fe ss or a ch am a- se /é … - C om o te c ha m as ? - C om o se c ha m a o( a) ... - Q ua l é o te u no m e? - Q ue m é e st e (a )/a qu el e( a) m en in o( a) ? - Es te (a ) c ha m a- se ... /o (a ) m en in o (a ) c ha m a- se ... - El e( a) c ha m a- se … / o (a ) m en in o( a) c ha m a- se … - El e( a) é o se nh or (a ) d ire ct or (a ). In te rv en ie nt es d a es co la : a lu no s, pr of es so re s, di re ct or d a es co la , s er ve nt es , g ua rd as , e tc . Id en tif ic a- se e id en tif ic a ou tro s in te rv en ie nt es , e m si tu aç õe s so ci ai s. 10 Te m po s C om pa ra r t am an ho s; D is tin gu ir ob je ct os le ve s do s pe sa do s; D es en ha r ob je ct os d e di fe re nt es ta m an ho s; M od el ar o bj ec to s de d ife re nt es ta m an ho s. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a in di ca r ta m an ho : gr an de , p eq ue no , a lto , ba ix o, g or do , m ag ro , c ur to , c om pr id o, fi no , g ro ss o, la rg o, es tre ito , m ai or , m en or . D es en ho /p in tu ra d e ob je ct os p ar a in di ca r t am an ho s M od el ag em d e ob je ct os p ar a in di ca r t am an ho s Ex pr es sõ es p ar a in di ca r o p es o: le ve /p es ad o D es cr ev e ob je ct os e m f un çã o do se u ta m an ho e p es o. 12 Te m po s Id en tif ic ar s on s de d ife re nt es fo nt es ; C an ta r c an çõ es e du ca tiv as . Pr é- le itu ra Ex er cí ci os d e co or de na çã o so no ra : - C an çõ es e du ca tiv as - Fo nt es s on or as ( vo ze s de p es so as , an im ai s, so ns d e m áq ui na s; o bj ec to s, so m d o si no d a es co la , e tc .) - Jo go s d e id en tif ic aç ão d e so ns D is tin gu e so ns de di fe re nt es fo nt es so no ra s. 6 Te m po s 37 32 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA A pl ic ar as re gr as bá si ca s de c on vi vê nc ia na e sc ol a; C an ta r ca nç õe s so br e no rm as d e co nv iv ên ci a es co la r. O uv ir e fa la r N or m as d e co nv iv ên ci a es co la r: - Le va nt ar -s e pa ra c um pr im en ta r o p ro fe ss or ; - Le va nt ar a m ão p ar a pe di r p ar a fa la r; - Fi ca r n a fo rm at ur a an te s d e ir pa ra a sa la d e au la ; - Fi ca r e m se nt id o pa ra c an ta r o H in o N ac io na l; - C an ta r o H in o N ac io na l, em se nt id o; - Li m pa r, ar ru m ar e o rn am en ta r a sa la d e au la ; - C ol oc ar o li xo n o lo ca l a de qu ad o. C on vi ve d e fo rm a ha rm on io sa n o am bi en te e sc ol ar . 4 Te m po s D iz er o n om e da s ua es co la ; U sa r ex pr es sõ es pa ra in di ca r a fu nç ão do s es pa ço s d a es co la ; Ex pr es sõ es p ar a in di ca r o n om e da e sc ol a: A m in ha e sc ol a é… A m in ha sa la é … ; Es pa ço s d a es co la : s al a de a ul a, c as a de b an ho , p át io , e tc . Fu nç ão d os e sp aç os e sc ol ar es . U sa e xp re ss õe s p ar a id en tif ic ar a es co la e se us e sp aç os . 6 Te m po s 38 33 H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA N om ea r m at er ia is , o bj ec to s e m ob ili ár io e sc ol ar ; Fa ze r pe rg un ta s so br e m at er ia is , ob je ct os e m ob ili ár io e sc ol ar ; U sa r o m at er ia l es co la r em co nt ex to s a pr op ria do s. O uv ir e fa la r V oc ab ul ár io so br e m at er ia l e sc ol ar : C ad er no , l áp is , l iv ro , b or ra ch a, a fia do r, pa st a es co la r, qu ad ro , g iz , a pa ga do r, et c. M ob ili ár io e sc ol ar : ca rte ira , c ad ei ra , b an co , s ec re tá ria , a rm ár io , e tc . Ex pr es sõ es p ar a id en tif ic ar o s o bj ec to s e sc ol ar es : O q ue é is to ? Is to é u m lá pi s. O q ue é a qu ilo ? A qu ilo é u m lá pi s. O q ue é is so ? Is so é u m lá pi s. Es ta c ar te ira é m in ha . Es sa c ar te ira é m in ha . A qu el a ca rte ira é m in ha . U sa ex pr es sõ es pa ra de sig na r m at er ia l es co la r em co nt ex to s ap ro pr ia do s. 12 Te m po s 39 34 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA Usa r e xp re ss õe s de la te ra lid ad e pa ra in di ca r a po si çã o do s ob je ct os , m at er ia is e m ob ili ár io es co la r; Fa ze r pe rg un ta s de i de nt ifi ca çã o da p os iç ão ; do s o bj ec to s, m at er ia is e m ob ili ár io e sc ol ar ; Po si ci on ar -s e se gu nd o in st ru çõ es ; M ov im en ta r- se se gu nd o in str uç õe s; Id en tif ic ar a p ro ve ni ên ci a do so m ; Lo ca liz ar a p ro ve ni ên ci a do so m . O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es d e la te ra lid ad e: - a o la do /p ar a o la do - à fr en te /a trá s - p ar a fr en te / p ar a trá s - à d ire ita / à e sq ue rd a - p ar a de nt ro /p ar a fo ra - e m c im a/ em b ai xo O rie nt a- se e m d ife re nt es e sp aç os . 10 Te m po s Fa ze r tra ço s liv re s, ra bi sc os , ga ra tu ja s e de se nh os li vr es ; M an us ea r o m at er ia l e sc ol ar : c ad er no s, liv ro s e fo lh as d e pa pe l; R ea liz ar jo go s q ue e nv ol ve m m ov im en to ; R ec or ta r, co rta r e do br ar f or m as s im pl es d e su a cr ia çã o ou d es en ha da s p el o pr of es so r. Pr é- es cr ita Ex er cí ci os d e co or de na çã o ps ic om ot or a: - Se gu ra r c or re ct am en te o lá pi s - Tr aç os li vr es - R ab is co s e g ar at uj as - D es en ho s l iv re s M an us ea m en to d o m at er ia l es co la r (f ol he ar ca de rn os e li vr os ; e nr ol ar fo lh as d e pa pe l o u jo rn al ) Jo go s: n ec a, j og o de p ed rin ha s e ou tro s jo go s t ra di ci on ai s. R ec or te , c ol ag em e d ob ra ge m R ea liz a co m d es tre za , di fe re nt es ac tiv id ad es m an ua is p re pa ra tó ria s pa ra a e sc rit a. 10 Te m po s 40 35 H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA R es po nd er às in st ru çõ es de c on tro lo d e pr es en ça ; O be de ce r a in st ru çõ es si m pl es ; D ar in st ru çõ es ; R ea gi r a in st ru çõ es ; U sa r ex pr es sõ es pa ra pe rg un ta r e re sp on de r so br e in st ru çõ es v ár ia s; O uv ir e fa la r V oc ab ul ár io so br e in st ru çõ es d e co nt ro lo : - P re se nt e/ au se nt e In st ru çõ es si m pl es : -L ev an ta r/s en ta r, ab rir /fe ch ar , e nt ra r/s ai r, pe rg un ta r/r es po nd er , i r/v ir di ze r, an da r, co rr er , s al ta r, pa ra r, da nç ar , c an ta r, jo ga r, de se nh ar , v ar re r, lim pa r Ex pr es sõ es p ar a da r i ns tru çõ es : - L ev an ta -te /s en ta -te , e nt ra /s ai , v ai /v em , a br e/ fe ch a, d iz , a nd a, c or re , jo ga , d es en ha , l im pa , v ar re , p er gu nt a/ re sp on de Ex pr es sõ es p ar a pe rg un ta r e re sp on de r - O q ue tu fa ze s? - ( Eu ) a br o a po rta . - O q ue fa z o Jo ão ? - O Jo ão a br e a po rta . U sa e xp re ss õe s pa ra d ar in st ru çõ es e fa ze r pe rg un ta s. 10 Te m po s 41 36 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA U sa r e xp re ss õe s p ar a pe di do s d e pe rm is sã o e de d es cu lp as ; R ea gi r a p ed id os d e pe rm is sã o e de de sc ul pa s; O uv ir e fa la r Pe di do d e lic en ça / p er m is sã o: - C om li ce nç a/ Po ss o en tra r? - Se nh or (a ) p ro fe ss or (a ), po ss o sa ir? - (S en ho r( a) p ro fe ss or (a )) , po ss o ir à ca sa d e ba nh o? R es po st a a pe di do d e lic en ça : - Si m , p od es . - N ão p od es . Pe di do d e de sc ul pa s: - D es cu lp a/ Pe ço d es cu lp as ! R es po st a a pe di do d e de sc ul pa s: - D e na da ! / N ão fa z m al ! C on vi ve d e fo rm a ha rm on io sa n o am bi en te e sc ol ar . 6 Te m po s U sa r ex pr es sõ es d e la te ra lid ad e pa ra in di ca r a po si çã o do s ob je ct os , m at er ia is e m ob ili ár io e sc ol ar ; Fa ze r pe rg un ta s de id en tif ic aç ão da po si çã o do s ob je ct os , m at er ia is e m ob ili ár io e sc ol ar ; Po si ci on ar -s e se gu nd o in st ru çõ es ; M ov im en ta r- se se gu nd o in str uç õe s. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es d e la te ra lid ad e: - D en tro /fo ra ; p er to /lo ng e; e m c im a/ em b ai xo O rie nt a- se e m d ife re nt es e sp aç os . 6 Te m po s Tr aç ar li nh as e m d ife re nt es se nt id os ; Fa ze r c írc ul os d e di fe re nt es ta m an ho s. Pr é- es cr ita G ra fis m os se m ili vr es Es cr ev e gr af is m os . 6 Te m po s 42 37 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C TI V O S ES PE C IF IC O S O a lu no d ev e se r c ap az d e: C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA In di ca r as p es so as c om q ue m vi ve ; D iz er o n om e do s m em br os d a su a fa m íli a; C an ta r ca nç õe s so br e os m em br os d a fa m íli a. O uv ir e fa la r M em br os da fa m íli a: m ãe /p ai ; irm ão /ir m ã; tio /ti a; av ô/ av ó, e tc . Ex pr es sõ es p ar a in di ca r c om q ue m v iv e -C om q ue m v iv es ? -E u vi vo c om … -E le (a ) v iv e co m … Ex pr es sõ es p ar a in di ca r o n om e: - C om o se c ha m a a tu a m ãe ? - A m in ha m ãe c ha m a- se … - A m ãe d el e( a) c ha m a- se … - C om o se c ha m a o te u pa i? - O m eu p ai c ha m a- se ... Id en tif ic a os m em br os d a su a fa m íli a em si tu aç õe s s oc ia is . 3 Te m po s FA M ÍL IA N om ea r as pa rte s do co rp o hu m an o; U sa r ex pr es sõ es re la ci on ad as co m a s p ar te s d o co rp o; Se gu e in st ru çõ es re la ci on ad as co m a s p ar te s d o co rp o; C an ta r ca nç õe s so br e as p ar te s do c or po h um an o. O uv ir e fa la r Pa rte s d o co rp o hu m an o: - C ab eç a, c ab el os , o lh os , b oc a, d en te s, na riz , o re lh as , br aç os , m ão s, de do s, un ha s, ba rr ig a, p er na s, pé s In st ru çõ es re la ci on ad as c om a s p ar te s d o co rp o: - Le va nt a a m ão- Le va nt a o pé - B at e pa lm as - A br e a bo ca - A br e o ol ho - Fe ch a a bo ca - Fe ch a o ol ho R ea ge a in st ru çõ es re la ci on ad as c om as p ar te s d o co rp o. . 6 Te m po s Se gu ir in st ru çõ es d e di re cç ão e se nt id o; U sa r ex pr es sõ es pa ra da r in st ru çõ es de di re cç ão e se nt id o. D ire cç ão e se nt id o (r ev is ão ): - pa ra fr en te /p ar a trá s - pa ra a d ire ita / p ar a a es qu er da - pa ra c im a/ p ar a ba ix o O rie nt a- se e m d ife re nt es e sp aç os . 2 Te m po s 43 38 H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA N om ea r a s p eç as d e ve st uá rio m ai s u sa da s n a su a co m un id ad e; Fa ze r pe rg un ta s de i de nt ifi ca çã o da s pe ça s de ve st uá rio ; R es po nd er a p er gu nt as d e id en tif ic aç ão d as pe ça s d e ve st uá rio ; Id en tif ic ar a co r de di fe re nt es pe ça s de ve st uá rio ; C an ta r c an çõ es so br e as p eç as d e ve st uá rio . O uv ir e fa la r Pe ça s d e ve st uá rio : - Sa ia , b lu sa , v es tid o, c ap ul an a, b at a, ca lç õe s, ca lç as , c am is a, c am is et e, ca m is ol a, le nç o… Pe rg un ta s pa ra i de nt ifi ca çã o da s pe ça s de v es tu ár io : - Q ue ro up a é qu e o Jo ão u so u? - Q ue ro up a é qu e el e us ou ? - Q ue ro up a é qu e a A m in a us ou ? - Q ue ro up a é qu e el a us ou ? - O Jo ão u so u… - A A m in a us ou … C or d o ve st uá rio D es cr ev e o ve st uá rio , i nd ic an do a s co re s. 3 Te m po s N om ea r os e sp aç os i nt er io re s e ex te rio re s de um a ca sa ; U sa r e xp re ss õe s qu e in di ca m a fu nç ão d e ca da um d os e sp aç os d e um a ca sa ; D es en ha e p in ta u m a ca sa . Es pa ço s da c as a in te rio re s: q ua rto , s al a, co zi nh a, c as a de b an ho Ex te rio re s: va ra nd a, qu in ta l, la tri na ca po ei ra e o ut ro s e sp aç os … Fu nç ão d os e sp aç os d a ca sa D es en ho d a ca sa D es cr ev e os e sp aç os e xt er io re s e in te rio re s d e um a ca sa , i nd ic an do a s fu nç õe s d e ca da e sp aç o. 3 Te m po s 44 39 H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA N om ea r o m ob ili ár io e xi st en te n a su a ca sa ; U sa r ex pr es sõ es pa ra in di ca r o ta m an ho d os d ife re nt es o bj ec to s; M od el ar o bj ec to s, re pr es en ta nd o m ob ili ár io d a ca sa . O uv ir e fa la r M ob ili ár io d a ca sa : ca de ira , b an co , m es a, c am a, a rm ár io e so fá s Ex pr es sõ es d e ta m an ho : gr an de /p eq ue no M od el ag em d o m ob ili ár io d a ca sa D es cr ev e ut en sí lio s, m ob ili ár io e ac tiv id ad es d om és tic as ; U sa , ad eq ua da m en te , as e xp re ss õe s de c om pa ra çã o e de q ua nt id ad e. 2 Te m po s N om ea r o s u te ns íli os d om és tic os ex is te nt es e m su a ca sa ; U sa r e xp re ss õe s p ar a in di ca r a ut ili da de d os u te ns íli os d om és tic os ; U sa r e xp re ss õe s p ar a co m pa ra r ut en sí lio s d om és tic os d e di fe re nt es ta m an ho s; U sa r e xp re ss õe s p ar a in di ca r qu an tid ad es ; M od el ar o bj ec to s r ep re se nt an do ut en sí lio s d om és tic os . U te ns íli os d om és tic os : pr at o, c op o, c an ec a, c há ve na , pi re s, co lh er , co lh er de pa u, ga rf o, fa ca , ba ci a, pa ne la , fo gã o, c es to s, pe ne ira , p ilã o, c oa do r, ch al ei ra , po te , b ilh a, c ab aç a, fe rr o de e ng om ar E xp re ss õe s d e co m pa ra çã o: ig ua l/d ife re nt e Ex pr es sõ es d e qu an tid ad e: m ui to , p ou co , c he io , va zi o. M od el ag em d e ut en sí lio s d om és tic os 7 Te m po s U sa r ex pr es sõ es pa ra in di ca r ac tiv id ad es d om és tic as . A ct iv id ad es d om és tic as : C oz in ha r, pi la r, va rr er , l im pa r, la va r, es te nd er a ro up a e en go m ar . 2 Te m po s 45 40 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA N om ea r o s a lim en to s m ai s c om un s; In di ca r os cu id ad os a te r co m a al im en ta çã o; C om po r i m ag en s de a lim en to s a pa rti r de re co rte e c ol ag em ; C an ta r c an çõ es so br e al im en to s. O uv ir e fa la r A lim en to s: fa rin ha de m ilh o, m ap ira , m an di oc a, am en do im , ov os , pe ix e, ca rn e, co uv e, al fa ce , l ei te e fr ut os C ui da do s c om o s a lim en to s Id en tif ic a os a lim en to s; D es cr ev e os c ui da do s a te r co m o s al im en to s. 2 Te m po s N om ea r o s p er ío do s d o di a; In di ca r o s n om es d as re fe iç õe s; Id en tif ic ar o s pe río do s do d ia e m q ue se to m am a s d ife re nt es re fe iç õe s. Pe río do s d o di a: m an hã , t ar de e n oi te R el aç ão so l/d ia , l ua /n oi te R ef ei çõ es : pe qu en o al m oç o/ m at a- bi ch o, al m oç o, la nc he e ja nt ar R el ac io na o s pe río do s do d ia c om a s pr in ci pa is re fe iç õe s. 2 Te m po s 46 41 H ab ili da de : P ré -e sc ri ta U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA D es en ha r g ra fis m os o rie nt ad os pa ra a s v og ai s; R ep re se nt ar a d ur aç ão d o so m at ra vé s d e tra ci nh os c ur to s e lo ng os . Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os . R ep re se nt aç ão g rá fic a do so m . Lê e e sc re ve a s v og ai s; Lê e e sc re ve d ito ng os o ra is . 2 Te m po s Id en tif ic ara s v og ai s; Le r v og ai s; Es cr ev er v og ai s; M od el ar v og ai s; C an ta r c an çõ es so br e vo ga is ; Es cr ev er as vo ga is em le tra s m in ús cu la s e m ai ús cu la s; Es cr ev er a s v og ai s d ita da s; Le r di to ng os fo rm ad os po r di fe re nt es v og ai s; Es cr ev er d ito ng os f or m ad os p or di fe re nt es v og ai s; M od el ar a s vo ga is p ar a fo rm ar di to ng os ; D es en ha r, pi nt ar e re co rta r vo ga is p ar a fo rm ar d ito ng os . L er e e sc re ve r In tro du çã o da s v og ai s: i, u , o , e , a . M od el ag em d e vo ga is C an çõ es so br e vo ga is V og ai s e m le tra m ai ús cu la e m in ús cu la - C óp ia - D ita do - D ito ng os o ra is : a i, oi , u i, ia , a u, e u, a o, ei . M od el ag em D es en ho , p in tu ra e re co rte d e vo ga is 50 Te m po s (D ez Te m po s pa ra ca da vo ga l) 47 42 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA N om ea r ob je ct os us ad os na hi gi en e co rp or al ; D es en ha r e pi nt ar ob je ct os us ad os n a hi gi en e co rp or al ; U sa r ex pr es sõ es p ar a in di ca r os cu id ad os d e hi gi en e co rp or al ; C an ta r ca nç õe s so br e hi gi en e co rp or al ; C on st ru ir fr as es us an do as pa la vr as q ue e xp rim em o te m po ; R es po nd er a p er gu nt as s ob re o s pe río do s do di a em qu e se re al iz am as pr in ci pa is ac tiv id ad es no am bi en te fa m ili ar ; C an ta r ca nç õe s co nt en do ex pr es sõ es d e te m po . O uv ir e fa la r V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m h ig ie ne c or po ra l: - es co va d e de nt es , m ul al a, p as ta d en tíf ric a, pe nt e, sa bã o, sa bo ne te e to al ha D es en ho /p in tu ra N or m as d e hi gi en e co rp or al : - to m ar b an ho - la va r a s m ão s - es co va r o s d en te s - pe nt ea r o c ab el o - co rta r a s u nh as - la va r a ro up a - en go m ar a ro up a Pa la vr as q ue e xp rim em te m po : - an te s, ag or a e de po is - on te m , h oj e e am an hã C um pr e co m a s re gr as d e hi gi en e co rp or al . 3 T em po s 48 43 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA U sa r ex pr es sõ es pa ra cu m pr im en ta r e de sp ed ir- se d os fa m ili ar es . N or m as d e co nv iv ên ci a fa m ili ar M en ci on a as p rin ci pa is f or m as d e pr ev en çã o de a ci de nt es d om és tic os ; C on ta e re co nt a hi st ór ia s e ad iv in ha s re la ci on ad as co m a fa m íli a. 5 T em po s C um pr ir as n or m as d e pr ev en çã o de a ci de nt es d om és tic os ; C an ta r ca nç õe s so br e no rm as d e pr ev en çã o de a ci de nt es d om és tic os . N or m as d e pr ev en çã o de a ci de nt es d om és tic os : te r cu id ad o co m o bj ec to s co rta nt es , fo go e p ro du to s in fla m áv ei s e /o u tó xi co s C an çõ es so br e pr ev en çã o de a ci de nt es d om és tic os R ec on ta r, or al m en te , hi st ór ia s e ad iv in ha s ou vi da s, re la ci on ad as co m a fa m íli a; C on ta r pe qu en as hi st ór ia s, fá bu la s, ad iv in ha s, re la ci on ad as co m a fa m íli a. H is tó ria s e a di vi nh as 49 44 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H FA M ÍL IA D es en ha r g ra fis m os o rie nt ad os p ar a as le tra s e m e st ud o. Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as le tra s (m , p , t , l , n) Lê e e sc re ve p al av ra s e fr as es c om a s l et ra s j á ap re nd id a. 2 Te m po s Id en tif ic ar le tra s e m e st ud o; Le r s íla ba s, pa la vr as e fr as es ; Es cr ev er l et ra s, sí la ba s, pa la vr as e f ra se s, co m c al ig ra fia c or re ct a; In te rp re ta r p al av ra s e fr as es ; U sa r le tra s m ai ús cu la s e m in ús cu la s na es cr ita d e le tra s, pa la vr as e fr as es ; R el ac io na r le tra cu rs iv a co m a de im pr en sa ; Es cr ev er l et ra s, sí la ba s, pa la vr as e f ra se s di ta da s; Id en tif ic ar le tra s, pa la vr as a pa rti r de im ag en s; R el ac io na r im ag en s co m l et ra s, pa la vr as e fr as es ; R ec or ta r e co la r le tra s pa ra fo rm ar pa la vr as ; D es en ha r i m ag en s r el ac io na da s c om a s pa la vr as fo rm ad as ; C an ta r c an çõ es re la ci on ad as c om a s pa la vr as fo rm ad as . L er e e sc re ve r In tro du çã o de m , p , t , l , n Le tra s: - Le tra c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão p al av ra -g ra vu ra . R ec or te e c ol ag em d e le tra s D es en ho /p in tu ra C an çõ es 50 T em po s (D ez T em po s pa ra c ad a le tra ) 50 45 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA Id en tif ic ar a po si çã o re la tiv a à es co la , ao m at er ia l es co la r, ao s al un os e a o pr of es so r; Po si ci on ar -s e se gu in do in st ru çõ es ; R es po nd er a pe rg un ta s de id en tif ic aç ão d a po si çã o da e sc ol a, do m at er ia l e sc ol ar , d os c ol eg as e do se u pr of es so r. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es e p al av ra s p ar a in di ca r a po si çã o: à v ol ta d e, a o la do d e, d en tro d e, pe rto d e, lo ng e de , a qu i, al i, lá , pr óx im o/ af as ta do - O a lu no e st á pe rto d a ja ne la . - A m en in a es tá a o la do d a po rta . - O s m en in os e st ão d en tro d a sa la . - A á rv or e es tá lo nge da sa la . O rie nt a- se e m d ife re nt es e sp aç os . 4 Te m po s Id en tif ic ar o s d ia s d e se m an a; C on st ró i fr as es u sa nd o os d ia s de se m an a; C an ta r ca nç õe s re la ci on ad as c om os d ia s d e se m an a. D ia s de se m an a: Se gu nd a- fe ira , Te rç a- fe ira , Q ua rta -fe ira , Q ui nt a- fe ira , Se xt a- fe ira , S áb ad o e D om in go D ia s út ei s: S eg un da , T er ça , Q ua rta , Q ui nt a e Se xt a Fi m -d e- se m an a: S áb ad o e D om in go D es cr ev e as ac tiv id ad es qu e re al iz a no s di fe re nt es d ia s d e se m an a. 2 Te m po s 51 46 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA U sa r e xp re ss õe s p ar a fo rm ul ar p ed id os ; R ea gi r a p ed id os . O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a fo rm ul ar p ed id os d e de sc ul pa s. - D es cu lp a - Pe ço d es cu lp a. Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a pe di do s d e de sc ul pa s: - N ão fa z m al ! - Es tá s ( es tá ) d es cu lp ad o! - Es tá b em . E u de sc ul po ! - N ão te m d e qu ê! Ex pr es sõ es p ar a fo rm ul ar p ed id os : - Po ss o fa la r? - Po de s f al ar m ai s a lto /b ai xo ? - Po de e xp lic ar m el ho r? - Po de s r ep et ir? - D iz o ut ra v ez . - O q ue é q ue e u fa ço ? - Po ss o ab rir o li vr o/ c ad er no ? - Po r f av or , p od es a ju da r- m e a ab rir a p as ta ? - Po de s aj ud ar -m e a ca rr eg ar a c ar te ira / l im pa r a sa la , e tc .? Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a pe di do s: - Si m , p os so a ju da r! - C om c er te za ! - D es cu lp a, n ão p os so ! Ex pr es sa -s e co m b oa e du ca çã o e co rte si a em si tu aç õe s d e fo rm ul aç ão d e pe di do s. 6 T em po s 52 47 H ab ili da de s: O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA U sa r e xp re ss õe s p ar a ag ra de ce r; U sa r ex pr es sõ es p ar a re ag ir a ag ra de ci m en to s. O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a ag ra de ce r: - m ui to o br ig ad a( o) ! Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a ag ra de ci m en to s - D e na da ! - N ão te m d e qu ê! - N ão te m n ad a qu e ag ra de ce r. Ex pr es sa -s e co m b oa e du ca çã o e co rte si a em si tu aç õe s de ag ra de ci m en to , fe lic ita çã o e m an ife st aç ão d e do r e p re fe rê nc ia . 2 Te m po s U sa r e xp re ss õe s p ar a fe lic ita r; U sa ex pr es sõ es pa ra re ag ir a fe lic ita çõ es . Ex pr es sõ es p ar a fe lic ita r: - P ar ab én s! Ex pr es sõ es p ar a re ag ir a fe lic ita çõ es - O br ig ad a (o )! 1 te m po U sa r ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar do r. Ex pr es sõ es p ar a ex pr im ir do r - D ói (m ui to )! - S in to m ui ta d or . 1 te m po U sa r ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar pr ef er ên ci as . Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar p re fe rê nc ia s: - G os to m ai s d o ga lo d o qu e do p at o. - G os to m ai s d a gi ra fa d o qu e do e le fa nt e et c. - Pr ef iro o g at o. - Es co lh o a m an ga . 2 te m po 53 48 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H E SC O LA (c on tin ua çã o) D es en ha r e/ ou p in ta r im ag en s re la ci on ad as c om os g ra fis m os ; C ob rir o s g ra fis m os tr ac ej ad os ; D es en ha r co rr ec ta m en te g ra fis m os o rie nt ad os pa ra a s l et ra s e m e st ud o. Pr é- es cr ita D es en ho /p in tu ra G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as l et ra s c, d , v , b , r , g . Lê e e sc re ve p al av ra s e fr as es c om a s le tra s j á ap re nd id as . 2 Te m po s Le r l et ra s, sí la ba s, pa la vr as e fr as es ; Es cr ev er l et ra s, sí la ba s, pa la vr as e f ra se s, co m ca lig ra fia c or re ct a; In te rp re ta r p al av ra s e fr as es ; U sa r l et ra m ai ús cu la s e m in ús cu la s na e sc rit a de le tra s, pa la vr as e fr as es ; R el ac io na r l et ra c ur si va c om le tra d e im pr en sa ; Es cr ev er le tra s, sí la ba s, pa la vr as e fr as es di ta da s; Id en tif ic ar le tra s e p al av ra s a p ar tir d e im ag en s; R el ac io na im ag en s c om le tra s, pa la vr as e fr as es ; D es en ha r/p in ta r im ag en s qu e re pr es en ta m as pa la vr as a pr en di da s. L er e e sc re ve r In tro du çã o de : c , d , v , b , r , g . Le tra s m in ús cu la s e m ai ús cu la s. Le tra d e im pr en sa e c ur si va . Sí la ba s Pa la vr as Fr as es C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em -p al av ra , f ra se D es en ho /p in tu ra 60 Te m po s (D ez Te m po s pa ra ca da le tra ) 54 49 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C on te úd os R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H C O M U N ID A D E (c on tin ua çã o) Id en tif ic ar o s p rin ci pa is lu ga re s p úb lic os ; U sa r ex pr es sõ es p ar a in di ca r a fu nç ão do s l ug ar es p úb lic os ; D es en ha r im ag en s re la ci on ad as c om o s lu ga re s p úb lic os . O uv ir e fa la r Lu ga re s p úb lic os : - Es co la - H os pi ta l - M er ca do /lo ja / b ar ra ca /fe ira - Ig re ja /m es qu ita - Ja rd im - C am po d e jo go s Fu nç ão d os lu ga re s p úb lic os D es en ho d os lu ga re s p úb lic os D es cr ev e os lu ga re s pú bl ic os , as ac tiv id ad es e a s pr of is sõ es e xi st en te s na su a co m un id ad e. 6 Te m po s Id en tif ic ar a s pr of is sõ es / o cu pa çõ es m ai s co m un s n a su a co m un id ad e; C on st ru ir fr as es e m pr eg an do p ro fis sõ es ; R el ac io na r as pr of is sõ es co m as in st itu iç õe s/ luga re s; C an ta r c an çõ es so br e pr of is sõ es . O uv ir e fa la r A ct iv id ad es co m un itá ria s: ag ric ul tu ra , pa st or íc ia , p es ca . Pr of is sõ es /o cu pa çõ es : - Pr of es so r - En fe rm ei ro - C am po nê s - A gr ic ul to r - C om er ci an te - Pa dr e/ M au la na /P as to r R el aç ão p ro fis sã o/ in st itu iç ão (l ug ar ). R ec on ta r hi st ór ia s, ad iv in ha s e le ng al en ga s ou vi da s, re la ci on ad as c om a su a co m un id ad e; C on ta r pe qu en as h is tó ria s, ad iv in ha s e le ng al en ga s re la ci on ad as co m a su a co m un id ad e; C an ta r ca nç õe s típ ic as da su a co m un id ad e; Pr at ic ar da nç as típ ic as da su a co m un id ad e. O uv ir e fa la r H is tó ria s, ad iv in ha s e le ng al en ga s. C an çõ es tí pi ca s d a co m un id ad e D an ça s t íp ic as d a co m un id ad e M an ife st a- se c ul tu ra lm en te a tra vé s de da nç as , c an çõ es e h is tó ria s tí pi ca s da su a co m un id ad e. 4 Te m po s 55 50 H ab ili da de s: o uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H C O M U N ID A D E (c on tin ua çã o) Id en tif ic ar o s m ei os d e tra ns po rte m ai s co m un s; R el ac io na r o s m ei os d e tra ns po rte c om as v ia s d e ci rc ul aç ão ; M en ci on ar a u til id ad e do s m ei os d e tra ns po rte ; M od el ar o s m ei os d e tra ns po rte ; D es en ha r o s m ei os d e tra ns po rte . O uv ir e fa la r M ei os d e tra ns po rte : b ic ic le ta , m ot or iz ad a, c ar ro , av iã o, b ar co e c om bo io M ei os d e tra ns po rte e a s vi as d e ci rc ul aç ão (T er re st re , a ér eo e m ar íti m o) U til id ad e do s m ei os d e tra ns po rte M od el ag em d os m ei os d e tra ns po rte D es en ho /p in tu ra d os m ei os d e tra ns po rte D es cr ev e os m ei os d e tra ns po rte e a su a fu nç ão . 5 Te m po s In di ca r as r eg ra s de p re ve nç ão d e ac id en te s; D ep os ita r o lix o no s lu ga re s ap ro pr ia do s; Ev ita r b rin ca r c om o li xo . O uv ir e fa la r R eg ra s d e pr ev en çã o de a ci de nt es : - C ui da do s a te r c om o fo go , c om a s m in as e c om os c ar ro s - C ui da do s a te r co m o l ix o (d ei ta r o lix o em lu ga re s a pr op ria do s) . A ss um e at itu de s d e pr ev en çã o de ac id en te s. 2 Te m po s M en ci on ar a lg un s H er ói s M oç am bi ca no s ( Ed ua rd o M on dl an e, Sa m or a M ac he l e Jo si na M ac he l); C an ta r c an çõ es so br e da ta s f es tiv as e co m em or at iv as ; Pr at ic ar d an ça s d a co m un id ad e U til iz ar d ife re nt es m at er ia is p ar a fa ze r o bj ec to s s im pl es a lu si vo s à s da ta s f es tiv as e c om em or at iv as . O uv ir e fa la r D at as fe st iv as e c om em or at iv as : - D ia do s H er ói s M oç am bi ca no s: 3 de Fe ve re iro - D ia d o pa i: 19 d e M ar ço - D ia d a M ul he r M oç am bi ca na : 7 d e A br il - D ia d a M ãe : 1 º d om in go d e M ai o - D ia d a C ria nç a: 1 d e Ju nh o - D ia d a In de pe nd ên ci a N ac io na l: 25 d e Ju nh o C an çõ es so br e da ta s f es tiv as e c om em or at iv as . D an ça s R ec or da d at as fe st iv as e co m em or at iv as . 5 Te m po s 56 51 H ab ili da de : P ré -e sc ri ta U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H C O M U N ID A D E (c on tin ua çã o) D es en ha r gr af is m os o rie nt ad os p ar a as le tra s e m e st ud o. Pr é- es cr ita G ra fis m os o rie nt ad os p ar a as le tra s s, j, f, z, h , q , x Lê e es cr ev e l et ra s, sí la ba s, pa la vr as , fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os c om a s le tra s já ap re nd id as . 4 Te m po s Le r sí la ba s, pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os ; Es cr ev er le tra s, sí la ba s, pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os , c om c al ig ra fia c or re ct a; In te rp re ta r pa la vr as e f ra se s, pe qu en os te xt os ; R el ac io na r le tra c ur si va c om l et ra d e im pr en sa ; Es cr ev er le tra s, sí la ba s, pa la vr as e fr as es di ta da s; Id en tif ic ar l et ra s, pa la vr as a p ar tir d e im ag en s; R el ac io na r im ag en s co m le tra s, pa la vr as e fr as es . L er e e sc re ve r In tro du çã o da s l et ra s: s, j, f, z , h , q , x . Le tra c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es Pe qu en os te xt os C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em -p al av ra 70 T em po s (D ez Te m po s p ar a ca da le tra ) 57 52 H ab ili da de : O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H A M B IE N T E El ab or ar fr as es so br e a ut ili da de do s el em en to s d o am bi en te ; Id en tif ic ar el em en to s qu e co m põ em o am bi en te ; C an ta r ca nç õe s re la ci on ad as co m os el em en to s d o am bi en te . O uv ir e fa la r El em en to s do am bi en te : ar ei a, ág ua , pe dr as , p la nt as e a ni m ai s D es cr ev e o am bi en te , r ef er in do -s e ao s se us e le m en to s e p re se rv aç ão ; U sa n o se u di sc ur so o ra l e es cr ito o s ad je ct iv os av al ia tiv os e as pa la vr as pa ra a va lia r a te m pe ra tu ra . 3 4 Te m po s U sa r e xp re ss õe s p ar a de sc re ve r o s e le m en to s do a m bi en te ; Fa ze r es ta m pa ge m do s el em en to s do am bi en te ; Pi nt ar p ai sa ge ns . A dj ec tiv os a va lia tiv os ( re vi sã o) : g ra nd e, pe qu en o, al to , ba ix o, go rd o, m ag ro , cu rto , co m pr id o, fin o, gr os so , la rg o, es tre ito , i gu al , d ife re nt e, m ai or , m en or . C or es 4 Te m po s U sa r ex pr es sõ es p ar a di st in gu ir di fe rent es es ta do s d e te m pe ra tu ra d os c or po s. Pa la vr as pa ra av al ia r a te m pe ra tu ra : qu en te , f rio , g el ad o 2 Te m po s Ex pl ic ar o s c ui da do s a te r c om o a m bi en te ; A pl ic ar o s c ui da do s a te r c om o a m bi en te . C ui da do s a te r c om o a m bi en te : - Ev ita r q ue im ar a s p la nt as - Ev ita r p is ar a re lv a - D ei ta r o li xo e m lo ca is a pr op ria do s 2 Te m po s 58 53 H ab ili da de : O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H A M B IE N T E Id en tif ic ar os an im ai s do m és tic os m ai s co m un s; Id en tif ic ar os an im ai s se lv ag en s m ai s co nh ec id os ; D is tin gu ir os an im ai s do m és tic os do s se lv ag en s; U sa r ex pr es sõ es pa ra in di ca r an im ai s pr óx im os e a fa st ad os ; In di ca r a u til id ad e do s a ni m ai s d om és tic os ; Id en tif ic ar o s no m es d os a ni m ai s at ra vé s da su a vo z; D es en ha r/p in ta r a ni m ai s. O uv ir e fa la r A ni m ai s do m és tic os : ga lin ha , pa to , ga to , c ão , c ab rit o, b oi , b ur ro e p om bo . A ni m ai s se lv ag en s: m ac ac o, gi ra fa , ga ze la , el ef an te , hi po pó ta m o, c ob ra e le ão . A im po rtâ nc ia d os a ni m ai s d om és tic os : - a ga lin ha d á- no s o vo s e c ar ne ; - a va ca d á- no s c ar ne , l ei te e p el e; - o cã o gu ar da a c as a. V oz es d e an im ai s D es cr ev e os a ni m ai s d om és tic os e se lv ag en s e su a ut ili da de . 9 Te m po s 9 Te m po s 59 54 H ab ili da de : O uv ir e fa la r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H A M B IE N T E (C on tin ua çã o) Id en tif ic ar a s p la nt as d o se u m ei o; Id en tif ic ar a s p ar te s d e um a pl an ta ; N om ea r os f ru to s m ai s co m un s no s eu m ei o; D es cr ev er o s fr ut os e m fu nç ão d a su a co r e sa bo r; R el ac io na r a á rv or e co m o fr ut o; C ui da r d as p la nt as ; C an ta r c an çõ es so br e fr ut as e c or es . . O uv ir e fa la r Pl an ta s Pa rte s da p la nt a: ra iz , c au le , f ol ha , f lo r e fr ut o Fr ut os C or es : ve rd e, v er m el ho , am ar el o, a zu l, br an co , p re to , c as ta nh o Sa bo re s: d oc e, a ze do , a m ar go e p ic an te : - a la ra nj a é do ce - o lim ão é a ze do - o pi rip iri é p ic an te - o pa ra ce ta m ol é a m ar go R el aç ão á rv or e/ fr ut o C ui da do s a te r c om a s p la nt as (r eg ar , n ão qu ei m ar , e tc .) D es cr ev e as pl an ta s, su as co re s, sa bo r da s fr ut as e fo rm as de pr ot ec çã o. 8 Te m po s N om ea r a s f on te s d e ág ua ; D is tin gu ir os sa bo re s d a ág ua ; O uv ir e fa la r Fo nt es d e ág ua : po ço , fo nt en ár ia , rio e la go Sa bo r d a ág ua : d oc e, sa lg ad a Fa la so br e a im po rtâ nc ia d a ág ua . 3 Te m po s D is tin gu ir a ág ua li m pa d a ág ua su ja ; U sa r e xp re ss õe s s ob re a u til id ad e da á gu a. Á gu a lim pa e á gu a su ja U til id ad e da á gu a: - C on su m o - H ig ie ne - R eg a 3 Te m po s 60 55 H ab ili da de : L er e e sc re ve r U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H A M B IE N T E Le r sí la ba s, pa la vr as , fr as es e pe qu en os te xt os ; Es cr ev er l et ra s, sí la ba s, pa la vr as , fr as es e pe qu en os te xt os , c om c al ig ra fia c or re ct a; In te rp re ta r pa la vr as , fr as es e pe qu en os te xt os ; R el ac io na r l et ra c ur si va c om a d e im pr en sa ; Es cr ev er l et ra s, sí la ba s, pa la vr as e f ra se s di ta da s; R el ac io na r im ag en s co m l et ra s, pa la vr as e fr as es ; U sa r p on tu aç ão a de qu ad a em fr as e; U sa r a ce nt ua çã o ad eq ua da e m p al av ra s. L er e e sc re ve r In tro du çã o de k , w , y Le tra c ur si va e d e im pr en sa Sí la ba s Pa la vr as Fr as es Pe qu en os te xt os C óp ia D ita do C al ig ra fia R el aç ão im ag em -p al av ra Po nt ua çã o: - Po nt o fin al ; - V írg ul a; - Po nt o de in te rr og aç ão A ce nt ua çã o - Ti l Lê e es cr ev e fr as es e pe qu en os te xt os ; U sa a po nt ua çã o e a ac en tu aç ão em fr as es e pe qu en os te xt os . 30 T em po s (D ez T em po s pa ra c ad a le tra e se is a ul as pa ra a co ns ol id aç ão ) C ur rí cu lo N ac io na l: 48 0 T em po s C ur rí cu lo L oc al : 1 28 T em po s T ot al : 6 08 T em po s kw y 61 Sugestões Metodológicas Em Moçambique, como já nos referimos, a situação linguística das crianças que entram pela primeira vez na escola, apresenta três cenários principais: crianças que falam português como língua materna (L1), crianças que falam português como língua segunda (L2) e crianças que não falam português. Neste contexto, as sugestões que a seguir se apresentam têm em conta os três cenários e visam o desenvolvimento de competências da Língua Portuguesa relativas aos domínios de ver, ouvir, falar, ler e escrever. Período de Ambientação A chegada da criança à escola tem para ela um significado muito especial, pois representa uma mudança de meio a que está habituada para outro totalmente diferente e desconhecido: a escola. Torna-se importante que, nos primeiros momentos de contacto entre a criança e a escola, se propicie um ambiente e clima favoráveis à sua socialização. Para tal, durante o período de ambientação, a escola deve proporcionar à criança actividades próprias desta fase, tais como jogos, danças e canções da região, canções acompanhadas de mímica - do seu agrado - manuseio de materiais com que rabisca, desenha, pinta e recorta. Nesta faixa etária, as actividades de recorte devem ser realizadas com as mãos, ou com instrumentos que não constituam perigo para as crianças, como por exemplo, tesouras para papel com pontas arredondadas. Importa referir que o professor deve valorizar estas práticas, porque são muito importantes para o desenvolvimento da destreza manual (libertação dos dedos) e da motricidade fina (delicadeza nomanuseio dos materiais). A criança desde cedo aprende a desenhar. Mesmo que para os adultos sejam simples rabiscos, essa forma de expressão da criança é uma descoberta das suas capacidades. O desenho da criança revela a sua expressão afectiva, porque representa as suas vivências e os seus sonhos. Nesta classe, todo o desenho do aluno é bom. O professor não deve comparar os desenhos das crianças com os dos adultos, pois os desenhos infantis não são fiéis à realidade. Deste modo, deve ter o cuidado de não criticá-las, mas sim motivá-las a continuar. O professor não deve dizer algo que, mesmo vagamente, decepcione a criança, porque pode diminuir ou anular o seu nível motivacional em relação à escola. Por isso, o professor deve respeitar e estar atento, porque essas representações criarão um importantíssimo meio de comunicação entre elas. Assim como na comunicação verbal, a comunicação através da imagem acompanha um processo mental que percorre todas as etapas do desenvolvimento da criança. 62 Os desenhos livres podem constituir oportunidades para o desenvolvimento da oralidade. Por isso, o professor, à medida que vai acompanhando os trabalhos dos alunos, poderá pedir-lhes que falem sobre o seu conteúdo. A observação directa de vários sectores da escola pode constituir momentos para conhecer diferentes espaços da escola, tais como: a sala de aulas, o recreio, o campo de jogos, o jardim, a horta e a casa de banho/latrina. Na fase de ambientação, a criança, integrada na sua turma, deverá ser levada a desenvolver pequenas actividades, a saber: recolha de diversos materiais da natureza e de outro tipo, tais como pauzinhos, folhas, pedrinhas, assim como pode limpar e embelezar a sala de aulas, conservar o jardim, a horta, etc. Estas actividades podem contribuir para se estabelecer uma ambientação das crianças à escola, aos companheiros e, sobretudo, ao professor. Durante esta fase, é normal que a maioria das crianças, sobretudo nas zonas rurais, não saiba comunicar em Português. Para contornar esta situação, o professor deve usar os meios concretizadores, tais como o objecto em referência, o cartaz, o desenho, a mímica, os gestos, entre outras alternativas que possam levar o aluno a entender o que se diz. Oralidade A comunicação oral é o primeiro estágio do ensino-aprendizagem de uma língua. Esta forma de comunicação, em Português, deve ser uma preocupação constante da escola, em geral e, do professor, em particular. Na primeira classe, a oralidade deve percorrer todo o processo de ensino-aprendizagem do Português, quer dizer, desde a fase de ambientação até à produção de palavras, frases e pequenos textos. Na fase de aquisição de pré-requisitos da leitura e escrita, a oralidade será feita a partir de actos de fala/expressões linguísticas que reportam variadas situações da vida real ou imaginária. Tais situações, como já foi referido, estão integradas nos conteúdos das diferentes unidades temáticas. A repetição das palavras durante a aprendizagem da oralidade constitui um aspecto importante. Neste caso, o uso da música pode tornar esta actividade mais prazerosa, pois as crianças gostam de cantar e, por isso, não sentirão o possível desconforto que a repetição pode provocar. Além disso, o carácter lúdico da música facilita a aprendizagem, pois desenvolve a imaginação, a memória, a concentração e a autodisciplina. As canções devem, sempre que possível, ser utilizadas como estratégias de aprendizagem ou consolidação das competências definidas no Programa de Ensino. 63 No início da aprendizagem do Português como língua segunda, deve existir uma etapa de iniciação à oralidade que antecede a pré-escrita. Assim, o professor dispõe de um fundo de tempo de 66 Tempos lectivos para a oralidade inicial. Porém, na 1ª classe, a oralidade está presente em todas as aulas. A oralidade inicial destina-se, entre outros fins, à aprendizagem de formas elementares de comunicação. A duração desta fase prévia deve estar de acordo com o nível de domínio da Língua Portuguesa pelos alunos. O fundo de tempo proposto foi calculado considerando as necessidades de aprendizagem dos alunos que chegam à escola sem falar a Língua Portuguesa. No caso das crianças que já falam a Língua Portuguesa antes de frequentarem a escola, o professor pode encurtar o período da oralidade inicial e começar a aprendizagem da leitura e escrita. No caso de alunos que aprendem o Português como L2, o professor deve trabalhar com todos, aproveitando os alunos que já falam português para apoiarem os que ainda não falam esta língua, pois os alunos sentem-se motivados quando são ensinados ou apoiados pelos colegas, ansiando um dia virem a usar tão bem a língua, quanto os colegas. Podem ainda trabalhar aos pares, ou em grupos. Durante o processo de ensino-aprendizagem da oralidade, o professor deve ter em conta os seguintes aspectos: • Verificar, sistematicamente, o domínio do vocabulário aprendido através de diálogos, jogos, simulações, leitura de imagens, canções, dramatizações, etc. • Retomar o vocabulário anterior quando se introduzem novos vocábulos, como forma de consolidação permanente. • Consolidar uma expressão de cada vez, antes de se introduzir a outra. Ex: as expressões “Adeus, até amanhã, até logo” não podem ser ensinadas todas no mesmo dia. • Sequenciar a ordem de introdução do vocábulo em função do que existe na escola e à sua volta. No momento em que os alunos iniciam a aprendizagem da Língua Portuguesa, o professor deve: a) Ter consciência de que os alunos possuem uma tendência natural para a oralidade, isto é, a facilidade que as crianças têm para aprender línguas; b) Assegurar, tanto quanto possível, a apresentação dos objectos a que se faz referência em Português; c) Aproveitar ao máximo todas as formas de comunicação (os gestos, as imagens, as canções, as danças, os jogos, etc.) como contributo para a compreensão do que diz; d) Recorrer a vivências dos alunos e sua cultura, como base da comunicação oral adequada, útil e eficaz. 64 Oralidade Inicial para os alunos que não falam a Língua Portuguesa A oralidade inicial é uma fase crucial para as crianças que não falam a Língua Portuguesa quando chegam à escola e dela depende o sucesso da aprendizagem da leitura e da escrita. Nesta fase, o ensino da língua torna-se mais alegre e menos monótono, combinando actividades de ambientação e de desenvolvimento psico-motor. Em seguida, apresentam-se algumas sugestões (que completam as que se encontram no Programa): • Exercitar o uso do vocabulário básico (palavras ou expressões) previsto nas unidades temáticas, através de simulações, imagens, dramatização, mímica, canto, dança, jogos, etc. • Usar constantemente o vocabulário aprendido em diferentes situações de comunicação. Ex: cumprimento: simular situações de cumprimento na escola, “Bom dia, senhor professor”; na família “Boa tarde, mamã”; na comunidade “Boa noite, senhor enfermeiro”, etc. • Manter os vocábulos ou expressões em estudo até à sua consolidação. Ex: ao praticar as expressões “Como te chamas? / Eu chamo-me...” não se deve ao mesmo tempo usar as outras expressões alternativas, tais como: “Qual é o teu nome? / Quem és tu?” • Ornamentar a sala de aula e outros espaços da escola com imagens, cartazes, recortes de revistas e jornais, dizeres em Português e desenhos ou objectos produzidos pelos alunos para o treino da oralidade. O professor deve actualizar as imagens de acordo com o conteúdo programático em estudo. • Contar, histórias alegres que incluam os vocábulos em estudo e pedir aos alunos que identifiquem palavras ou expressões que já conhecem. • Incentivar os alunos a ouvir a rádio ou ver a televisão, para o contacto com o Português, pelo menos 10 minutos por dia. • Realizar exercícios para o desenvolvimento psico-motor: folhear, tactear, rabiscar, entre outros. • Realizar exercícios de reconhecimento de sons semelhantes e diferentes através de jogos, canções, pequenos poemas(imitar vozes de animais, sons da natureza e de objectos, ruídos diversos, toques, batidas, timbres corporais, etc.). Oralidade inicial para os alunos que já falam a Língua Portuguesa Os alunos que já falam a Língua Portuguesa também devem desenvolver uma oralidade inicial orientada para o desenvolvimento de um vocabulário básico e para a familiarização com diferentes formas da língua, ao mesmo tempo que se integram no novo ambiente escolar e realizam exercícios de desenvolvimento psicomotor. Eis algumas sugestões: 65 • Exercitar o vocabulário básico através de pequenos diálogos, simulações, jogos de papéis, etc. • Usar constantemente o vocabulário aprendido em diferentes situações de comunicação. Ex: cumprimento - simular situações de cumprimento na escola, “Bom dia, senhor professor”, na família “Boa tarde, mamã”, na comunidade “Boa noite, senhor enfermeiro”, etc. • Realizar exercícios para o desenvolvimento psicomotor, tais como folhear, tactear, rabiscar, etc. • Contar histórias engraçadas que incluam os vocábulos em estudo e pedir aos alunos que identifiquem as palavras ou expressões que já conhecem e a moral da história. Desenvolvimento da oralidade O desenvolvimento da oralidade deve ser permanente. Após a aquisição do vocabulário básico, o professor deve continuar com as actividades que permitam o enriquecimento do vocabulário, tais como: • Exercitar novas palavras, recorrendo a objectos e imagens, fazendo sempre relação com a realidade e com as letras já aprendidas. • Recontar pequenas histórias ouvidas (do professor, de colegas, de familiares), lidas ou vividas. • Realizar jogos de identificação de objectos, dentro e fora da sala de aula. • Exercitar o uso do vocabulário básico (palavras ou expressões) previsto nas unidades temáticas, através de simulações, imagens, dramatização, mímica, canto, dança, jogos, etc. • Ordenar as acções de uma história desordenada, em grupos, para estimular o uso da língua entre os alunos. • Fazer exercícios de identificação de palavras do mesmo grupo ou não. Ex: dar um conjunto de palavras para que os alunos identifiquem a palavra que não faz parte do grupo, ou as que formam um grupo. Ex: banana, laranja, cão, manga. Na continuação do processo de ensino-aprendizagem, o desenvolvimento da oralidade deve convergir com o desenvolvimento da leitura, da compreensão e da produção escrita. Nesta classe, para o desenvolvimento da expressão oral, propõem-se, de entre outras, as seguintes actividades: • Ouvir; • Falar; • Agir segundo orientações; • Observar e descrever imagens; 66 • Narrar pequenas histórias com o apoio de imagens; • Recontar pequenas histórias ouvidas ou lidas; • Recitar poemas; • Fazer jogos orais; • Dramatizar situações do dia-a-dia; • Cantar canções educativas. O canto é um elemento que auxilia no desenvolvimento da oralidade. Quando as crianças cantam, ampliam o seu vocabulário básico. Enfim, ajuda no desenvolvimento da comunicação e da linguagem, condição essencial para a sobrevivência da pessoa humana. As canções para a aprendizagem devem ser pequenas e estar de acordo com o tema em tratamento. No ensino e aprendizagem das canções, apela-se à criatividade do professor, bem como ao uso de métodos adequados, de forma a satisfazer as necessidades de cada aprendizagem. Antes de começar a canção, o professor deve preparar psicologicamente os seus alunos, motivando- os para a actividade que irão realizar em seguida. É importante que o professor cante primeiro a canção do princípio ao fim, de modo a expô-la completamente aos seus alunos. O refrão ou coro de uma canção é a parte mais fácil e mais repetida; por isso, aconselha-se que seja a primeira a ser ensinada, antes das estrofes. Neste nível, aconselha-se que o professor cante um extracto de uma frase e logo de seguida peça aos alunos para repeti-lo e, assim, sucessivamente, até ao fim da canção. Para finalizar a aprendizagem da canção, o professor deve cantá-la toda, estrofe por estrofe e depois pedir aos alunos para realizarem a mesma actividade. Na realização das actividades de oralidade, o professor deve ter em conta os seguintes princípios didácticos: • Estimular os alunos para temas relacionados com as suas necessidades e interesses; • Partir do nível de conhecimento dos alunos como base para as aquisições orais seguintes; • Respeitar os ritmos de aprendizagem individual dos alunos; • Utilizar exercícios de repetição de frases, palavras e sílabas, como meio de treino do aparelho fonador (órgão responsável pela fala), sempre que necessário; • Fazer com que a linguagem oral dos alunos se aproxime, tanto quanto possível, da correcta e fluente, evitando correcções sistemáticas. 67 Pré-Leitura e Pré-Escrita A pré-leitura e a pré-escrita constituem uma fase que antecede a iniciação da leitura e da escrita. É o momento em que o aluno adquire os pré-requisitos intelectuais e motores que o habilitarão, mais tarde, a enfrentar, com sucesso, a aprendizagem da leitura e da escrita. O desenvolvimento das actividades preparatórias da leitura e da escrita deve estar intimamente ligado à oralidade. A pré-leitura e a pré-escrita devem implicar interacção permanente entre professor/aluno, aluno/ aluno, com base em situações de comunicação autênticas que reportam contextos próximos, conhecidos e motivadores da criança. Nesta fase, o aluno, sob a orientação do professor, deve desenvolver: Exercícios de coordenação motora - exercícios para ensinar a criança a controlar (coordenar) os seus movimentos e que desenvolvem a destreza manual e a motricidade fina. A destreza manual é a capacidade de as mãos e os dedos fazerem movimentos coordenados. Em crianças, a destreza manual, normalmente, é desenvolvida através de actividades que exigem também a coordenação motora e visual. A motricidade fina é a capacidade de executar movimentos finos com controlo e destreza, como por exemplo, usar com delicadeza uma tesoura ou um lápis. Esta constitui uma das competências-chave a ser desenvolvida desde tenra idade, possibilitando, a posterior, bons resultados na escrita e na matemática. É importante desenhar, rasgar, recortar, colar, modelar e pintar, pela necessidade natural que a criança tem de se comunicar através da imagem, explorando diferentes tipos de materiais e técnicas. Estas actividades contribuem para o desenvolvimento infantil e a criatividade, melhorando consideravelmente a motricidade fina. Os jogos rítmicos populares (batimento de palmas e pés, estalos com os dedos das mãos, etc.) permitem o desenvolvimento da psicomotricidade, preparando, assim, a destreza manual da criança. Exercícios de lateralidade - exercícios para desenvolver a capacidade de orientação no espaço: à esquerda, à direita, em cima, em baixo, ao lado. A aquisição destes pré-requisitos habilitará o aluno a saber, por exemplo, que, em Língua Portuguesa, se escreve da esquerda para a direita e de cima para baixo; distinguir o b do d, o p do q, o n do u; o t do f; o j do i; e o n do m. Exercícios de percepção auditiva - exercícios que ensinam as crianças a reconhecerem e a distinguirem os diferentes sons. Esta capacidade levá-las-á, posteriormente, a distinguirem a pronúncia das letras, sílabas e palavras, na aprendizagem da leitura e escrita. 68 No ensino e aprendizagem da leitura inicial, exige-se que a criança conheça e identifique os sons das letras e das palavras. Neste aspecto, a música pode ajudar no desenvolvimento das capacidades auditivas que, por sua vez, facilitarão a fixação e memorização dos sons que constituem as letras e palavras em estudo. Exercícios de percepção visual - exercícios que ensinam as crianças a distinguir, através da visão, a forma, a cor e o tamanho de objectos, seres, figuras/imagens. Esta capacidade é importante para o aluno distinguir, na aprendizagem da leitura e da escrita, a configuração das letras e das sílabas. Grafismos Os grafismos, como exercícios preparatórios, constituem actividades psicomotoraspara a iniciação da leitura e escrita. Para o sucesso deste trabalho, os grafismos devem: a) Ser repetidos e retomados antes da iniciação à escrita de cada letra; b) Ser aproveitados para motivar as actividades de compreensão e de expressão orais; c) Estar relacionados com o sentido, direcção e a forma desses elementos; d) Ser explorados em diferentes dimensões, amplitudes e ligações; e) Evoluir de grafismos livres para dirigidos; f) Ter formas ligadas aos movimentos dos seres reais que a criança conhece, por exemplo: pingos de chuva, fumo, guarda-chuvas abertos e fechados, curvas (de uma estrada ou caminho), sol, bola, lua, ondas, cobras, ziguezagues, saltos do coelho, montes, etc. Leitura e Escrita A aprendizagem da leitura e da escrita, como a de qualquer outra habilidade, passa por três fases: a fase cognitiva, a fase de domínio e a fase de automatização. Na fase cognitiva, o aluno apercebe-se da funcionalidade da leitura e dos meios de que se vai servir para se beneficiar dessa funcionalidade. Para o efeito, o aluno deve ser confrontado com diferentes tipos de texto (literatura infantil, revistas, jornais, etc.), com e sem imagem, para que se sinta motivado a conhecer o conteúdo dos mesmos, através da leitura. Em presença de textos interessantes, cuja mensagem só lhe chega através da leitura do professor, o aluno vai “descobrir” a funcionalidade da leitura e adquirir a capacidade de ler com maior facilidade. Na fase de domínio, o aluno deve treinar e aperfeiçoar a realização das actividades necessárias para atingir a funcionalidade da leitura. Este treino é efectuado a partir de exercícios de pré-escrita, de pré-leitura e de grafismos. 69 Na fase de automatização, o aluno tem já habilidades suficientes que lhe permitem ler e escrever, sem que realize um controlo consciente do acto de ler e de escrever. A aprendizagem da leitura e escrita deve estar assente na competência comunicativa e ser desenvolvida por um processo integrado, em que: • a aprendizagem da leitura e da escrita seja simultânea; • a aprendizagem da leitura e da escrita da palavra não se desligue de todo um concreto que é a frase, relacionada com uma situação de comunicação, criada ou aproveitada; • a frase em situação deve ser o ponto de partida e o ponto de chegada, de acordo com o objectivo principal da aprendizagem de uma língua: a comunicação; • o método deve privilegiar a leitura e a interpretação da frase e da palavra, de acordo com a apreensão da criança; • a análise e a síntese da palavra devem estar ao serviço da escrita e da relação visual-sonora dos seus elementos constituintes: as sílabas e as letras; • a palavra-chave deve ser a base da formação e da leitura de novas palavras, com vista ao alargamento da aprendizagem da leitura e escrita do vocabulário; • as palavras, frases e textos aparecem em letra de imprensa e cursiva no livro de leitura e caderno de exercícios, mas o aluno só vai escrever em letra cursiva. Na fase inicial da leitura, é muito importante que o professor oiça a leitura de cada aluno, a fim de poder apoiá-lo nas dificuldades que, eventualmente, enfrente. Para o efeito, os alunos devem, com bastante frequência, ler letras, sílabas, palavras e frases, e relacionar palavras com imagens. O professor precisa de estar atento à escrita dos alunos, para verificar a sua correcção em termos de caligrafia, ortografia, sentido do traço das letras e a ligação entre elas. A canção, por exemplo, pode, também, ser um importante recurso na aprendizagem da leitura. Através do uso de canções apropriadas, o professor pode ensinar vogais e consoantes, para além da exercitação da pronúncia, dicção e articulação das palavras. É de realçar que a canção é uma fonte inesgotável no auxílio da aprendizagem, pois, através dela, o professor primário pode introduzir e ensinar quase todas as matérias das disciplinas curriculares desse nível, como a Matemática, Ciências Naturais e outras. Por exemplo, ao introduzir a aprendizagem sobre os animais domésticos, o professor pode começar por ensinar ou cantar uma canção que retrata estes animais com os seus alunos, para depois fazer a abordagem sobre os mesmos. 70 Métodos de leitura e escrita A aprendizagem da leitura e da escrita será feita através do método Analítico-Sintético. Esta aprendizagem parte da análise de uma frase para se chegar à identificação dos grafemas (letras do alfabeto) e não à pronúncia/leitura do fonema (som da letra). Cada letra é tratada, como grafema, de maneira sistemática, da análise para a síntese e vice-versa, obedecendo os seguintes passos: Análise • Exploração (história, conversa, interpretação de imagens, jogos, canções, etc); • Destaque da frase-chave (cujas letras sejam do conhecimento do aluno); • Interpretação da frase-chave; • Leitura da frase-chave; • Destaque da palavra-chave; • Interpretação da palavra; • Análise/decomposição/divisão da palavra-chave em sílabas; • Leitura das sílabas; • Destaque da letra-chave; • Identificação/leitura da letra-chave. Síntese • Formação da sílaba-chave; • Leitura da sílaba-chave; • Leitura da sílaba-chave noutras palavras; • Formação da palavra-chave; • Leitura da palavra-chave; • Grafismos; • Escrita da letra-chave; • Formação de sílabas variantes fonéticas com base na letra em estudo; • Escrita de sílabas variantes fonéticas; 71 • Formação de novas palavras com variantes fonéticas; • Leitura das palavras formadas; • Interpretação das palavras formadas; • Formação de frases com as novas palavras; • Leitura e interpretação das frases formadas; • Escrita das frases formadas. O facto de se apresentar o percurso completo dos passos do método analítico-sintético para a leitura e a escrita iniciais, não significa que qualquer unidade programada, ou qualquer aula, passe, necessariamente, por todas as etapas que aqui se referem. Nota: Apesar de o Programa recomendar o uso do método analítico-sintético, os professores podem recorrer a outros métodos, desde que facilitem e garantam o desenvolvimento das competências de leitura e escrita no 1º ciclo. No início da escolaridade, o aluno não é capaz de realizar todo o percurso apresentado. À medida que o processo de iniciação for abarcando mais letras, abre-se a possibilidade de se fazer uma exploração maior das etapas. Os alunos só devem escrever ditado de palavras, frases e pequenos textos cujas letras já sejam do seu conhecimento. Alfabeto Ao terminar a 1ª classe, o aluno deve saber ler (identificar) e escrever o alfabeto em ordem, mas isso não significa que, no processo da iniciação da leitura e da escrita, siga tal ordem. O que se pretende é que, findo o processo de iniciação, haja uma sistematização de todo o alfabeto. A introdução dos grafemas, maiúsculos e minúsculos em simultâneo, durante o processo de iniciação à leitura e escrita, obedecerá às seguintes etapas e ordem: 1ª Etapa: I, U, O, E, A 2ª Etapa: M, P, T, L, N 3ª Etapa: C, D, V, B, R, G 4ª Etapa: S, J, F, Z, H, Q, X 5ª Etapa: K, W, Y 72 Como se pode verificar, no conjunto das 26 letras que constituem o alfabeto, estão incluídos os grafemas (letras) Y, K, W. Mas, por serem pouco usadas, em Língua Portuguesa, elas devem ser introduzidas na última etapa. Funcionamento da Língua No primeiro ciclo, o ensino e aprendizagem da gramática é feito, predominantemente, de forma implícita, pois está ao serviço da comunicação em Língua Portuguesa. Basicamente, o ensino e aprendizagem da gramática no 1º ciclo, consiste no seguinte: a) Uso da língua em situações de comunicação; b) Prática intensiva de exercícios orais e escritos que vão permitir aos alunos dominar as estruturas do funcionamento da língua; c) Apreensão intuitiva de aspectos básicos de funcionamento da língua. Na 1ª e 2ª classes, os alunos não devem memorizar as regras gramaticais. Não é por saber, de cor, as regras de gramática, que o aluno aprende a comunicar correctamente. O facto de as sugestões metodológicas relativas aofuncionamento da língua estarem separadas da oralidade e da leitura e escrita, não significa que os aspectos gramaticais devem ser tratados de forma isolada. O ensino e aprendizagem da gramática tem de ser feito associado à oralidade, leitura e escrita. Durante as aulas de oralidade, o professor, através de várias técnicas de ensino, vai introduzindo material linguístico (actos de fala/expressões linguísticas, vocabulário e verbos) e trabalhando, de modo a que os alunos possam usá-lo em situações do dia-a-dia. Este procedimento é também extensivo às aulas de leitura e escrita. Avaliação na Disciplina de Língua Portuguesa no Ensino Primário A avaliação é um instrumento através do qual se acompanha o desenvolvimento do acto educativo, com vista a apreciar a adequação dos diversos momentos do processo de ensino-aprendizagem. O Programa de Português propõe uma avaliação contínua e sistemática, tendo em vista o desenvolvimento integrado das quatro habilidades de língua, de acordo com as exigências de cada ciclo, nomeadamente: a) ouvir e falar; b) ler e compreender; c) escrever. 73 a) Ouvir e falar A nível do ouvir e falar, importa verificar se cada aluno individualmente é capaz de: • Fazer perguntas com: onde, quem, o que, quando, como; • Formular frases curtas e simples (sujeito, predicado e complemento); • Usar correctamente formas verbais (tempo presente, passado e futuro perifrástico); • Usar vocabulário básico. b) Ler e compreender Em relação à compreensão escrita e à leitura, o professor deve procurar saber se, cada aluno é capaz de: • Ler entre cinco a dez palavras por minuto; • Ler frases simples; • Ler textos com 4 a 5 linhas; • Compreender a informação contida em textos simples. c) Escrever O professor deve procurar saber se cada aluno é capaz de: • Copiar palavras, frases e pequenos textos (3 a 5 linhas); • Escrever palavras e frases simples; • Escrever palavras e frases ditadas; • Legendar imagens; • Escrever pequenos textos (2 a 3 linhas) • Ordenar frases em sequência lógica. Programa de Língua Portuguesa 2ª Classe 75 76 72 PL A N O T E M Á T IC O D A 2 ª C L A SS E U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA M ÍL IA Fo rm ul ar o rd en s e in st ru çõ es ; R ea gi r a o rd en s e in st ru çõ es ; U sa r ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar pr ef er ên ci as . O uv ir e fa la r (c on so lid aç ão ) Ex pr es sõ es p ar a da r o rd en s/ in st ru çõ es : - Le va nt a/ ba ix a a m ão . - A br e/ fe ch a a po rta . - A br e/ fe ch a o liv ro . Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar p re fe rê nc ia s: - Eu g os to m ai s d e le ite . - Pr ef iro jo ga r a b ol a. Ex pr es sa -s e co m c or te si a pa ra da r in st ru çõ es e m an ife st ar pr ef er ên ci as , in te re ss e/ de si nt er es se e de se jo s. 7 Te m po s U sa r ex pr es sõ es pa ra m an ife st ar in te re ss e/ de si nt er es se so br e va ria da s si tu aç õe s; U sa r ex pr es sõ es ad eq ua da s pa ra m an ife st ar d es ej os . O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar in te re ss e e de si nt er es se : - Es to u in te re ss ad o em e st ud ar c on tig o. - A go ra n ão q ue ro b rin ca r. Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar d es ej o: - G os ta ria d e ir à es co la . - A pe te ce -m e ve r a te le vi sã o. 6 Te m po s 7 Te m po s 6 Te m po s 77 73 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA M ÍL IA U sa r ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar a le gr ia e sa tis fa çã o; U sa r ex pr es sõ es ad eq ua da s pa ra m an ife st ar se nt im en to d e m ed o. O uv ir e fa la r E xp re ss õe s p ar a m an ife st ar a le gr ia e sa tis fa çã o: - Q ue b om ! - A in da b em q ue v ie st e! - G os te i m ui to ! Ex pr es sõ es p ar a m an ife st ar m ed o: - Es to u co m m ed o! - M et e m ed o. Ex pr es sa -s e co m c or te si a pa ra m an ife st ar a le gr ia e s at is fa çã o, ex pr es sa r m ed o e da r su ge st õe s e co ns el ho s. 7 Te m po s U sa r e xp re ss õe s p ar a da r c on se lh os . O uv ir e fa la r Ex pr es sõ es p ar a da r s ug es tõ es e c on se lh os : - É m el ho r f az er o T PC . - Se ria b om n ão fa lta r à e sc ol a! 7 Te m po s C on st ru ir fr as es si m pl es u sa nd o pr on om es pe ss oa is ; Fo rm ul ar fr as es n o im pe ra tiv o; O uv ir e fa la r Fu nc io na m en to d a L ín gu a Pr on om es p es so ai s: - eu , t u, v oc ê, e le /e la - nó s, vo cê s, el es /e la s Fr as es Im pe ra tiv as : - La va a s m ão s … - A rr um a os li vr os - V ai à e sc ol a Ex pr es sa -s e, o ra lm en te , c om co rr ec çã o, u sa nd o pr on om es pe ss oa is e fr as es im pe ra tiv as . 10 Te m po s I. FA M ÍL IA Id en tif ic ar d ito ng os n as ai s e m p al av ra s; Le r p al av ra s, fr as es e te xt os q ue c on tê m di to ng os n as ai s; Es cr ev er p al av ra s e fr as es q ue c on tê m di to ng os n as ai s. L er e e sc re ve r D ito ng os n as ai s: ã o, ã e, õ e Pa la vr as , f ra se s, pe qu en os te xt os Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os co nt en do di to ng os n as ai s. 7 Te m po s Le r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s te xt os e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l; L er e e sc re ve r Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia 10 Te m po s 78 79 75 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA M ÍL IA N om ea r o bj ec to s e u te ns íli os d e us o do m és tic o; C on st ru ir fr as es u sa nd o vo ca bu lá rio so br e ob je ct os e u te ns íli os d om és tic os ; U sa r e xp re ss õe s s ob re a u til id ad e do s ut en sí lio s d om és tic os ; M od el ar d ife re nt es ti po s d e ca sa e ut en sí lio s d om és tic os ; C an ta r c an çõ es so br e os u te ns íli os do m és tic os . O uv ir e fa la r O bj ec to s e u te ns íli os d e us o do m és tic o: - pr at o, c op o, c há ve na , p ire s, fa ca , b ac ia , c ha le ira , po te , a lg ui da r, co ad or , r al ad or , c ab aç a, p an el a, co lh er , c ol her d e pa u, p ra to , p en ei ra e fo gã o U til id ad e do s o bj ec to s e u te ns íli os d e us o do m és tic o M od el ag em C an çõ es D es cr ev e a ut ili da de do s ut en sí lio s em ac tiv id ad es do m és tic as . 6 Te m po s Le r c on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e p oe m as va ria do s; In te rp re ta r c on to s, fá bu la s, ca nç õe s, po em as v ar ia do s; D ra m at iz ar c on to s, fá bu la s, ca nç õe s, po em as v ar ia do s; Pr od uz ir pe qu en as h is tó ria s; R ea liz ar jo go s d iv er so s; Ilu st ra r p eq ue na s h is tó ria s. L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e p oe m as Jo go s Ilu st ra çã o Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os . 7 Te m po s Te m po s Te m po s 80 76 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA M ÍL IA Fo rm ar fr as es , u sa nd o pr on om es de m on st ra tiv os ; Fl ex io na r, or al m en te , p al av ra s e m g én er o e em n úm er o. O uv ir e fa la r; le r e es cr ev er Fu nc io na m en to d a L ín gu a Pr on om es d em on st ra tiv os : E st e/ es ta ; e st es /e st as Es se /e ss a; e ss es /e ss as Fl ex ão e m g én er o Fl ex ão e m n úm er o Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r es cr ito , co m co rr ec çã o, us an do pr on om es de m on st ra tiv os . 8 Te m po s Le r p al av ra s/ fr as es q ue c on tê m o r in te rv oc ál ic o e rr ; R ed ig ir pa la vr as , f ra se s e p eq ue no s t ex to s qu e co nt êm o s in te rv oc ál ic o. L er e e sc re ve r In tro du çã o do r in te rv oc ál ic o: a re , a ri , u ra , u ro , i ra In tro du çã o do d up lo r In tro du çã o do s in te rv oc ál ic o: a se , a sa , u sa Lê e es cr ev e fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os co nt en do r in te rv oc ál ic o, rr e s in te rv oc ál ic o. . 10 Te m po s In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s te xt os e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l. Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia 12 Te m po s II . E SC O LA Pa rti ci pa r e m e ve nt os c om em or at iv os at ra vé s d e jo go s e d es en ho s; Il us tra r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s t ex to s co m d es en ho s; Fa ze r r ec or te , c ol ag em e d ob ra ge m d e br in qu ed os e b an de iro la s; Le r pe qu en os te xt os so br e da ta s co m em or at iv as /fe st iv as ; R ed ig ir pe qu en os te xt os so br e da ta s co m em or at iv as /fe st iv as ; C an ta r ca nç õe s so br e da ta s fe st iv as e co m em or at iv as ; P ra tic ar d an ça s; Pr at ic ar jo go s. L er e e sc re ve r D at as fe st iv as e c om em or at iv as : - A no n ov o: 1 d e Ja ne iro - D ia d os H er ói s m oç am bi ca no s: 3 d e Fe ve re iro - D ia d o Pa i: 19 d e M ar ço - D ia d a M ul he r M oç am bi ca na : 7 d e A br il - D ia d a M ãe : 2 º d om in go d e M ai o - D ia d a C ria nç a: 1 d e Ju nh o - D ia d a In de pe nd ên ci a N ac io na l: 25 d e Ju nh o - D ia d a Pa z e R ec on ci lia çã o - 4 d e O ut ub ro - D ia d a Fa m íli a: 2 5 de D ez em br o R ec or te /c ol ag em /d ob ra ge m /d es en ho /p in tu ra /c ar ta z/ ilu st ra çõ es R ed ac çã o de fr as es so br e da ta s c om em or at iv as /fe st iv as C an çõ es so br e da ta s f es tiv as e c om em or at iv as D an ça s Jo go s Lê e e sc re ve fr as es si m pl es e p eq ue no s te xt os so br e da ta s fe st iv as e co m em or at iv as . 16 Te m po s 81 77 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H II . E SC O LA Le r v ar ia do s c on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as ; D ra m at iz ar v ar ia do s c on to s, fá bu la s, ca nç õe s e p oe m as ; R ea liz ar jo go s; Es cr ev er p eq ue na s h is tó ria s; Ilu st ra r p eq ue na s h is tó ria s. L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s, po em as Jo go s Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os . 8 Te m po s C on st ru ir fr as es a pl ic an do a rti go s de fin id os e in de fin id os ; Fl ex io na r a rti go s e m g én er o e nú m er o. Fu nc io na m en to d a L ín gu a A rti go s d ef in id os (o /a ; o s/ as ) e in de fin id os (u m /u m a, un s/ um as ) Fl ex ão e m g én er o Fl ex ão e m n úm er o Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e p or es cr ito , c om c or re cç ão , us an do a rti go s d ef in id os . 6 Te m po s Id en tif ic ar c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m pa la vr as ; Le r p al av ra s e fr as es q ue c on tê m co m bi na çõ es g ra fé m ic as ; Es cr ev er p al av ra s e fr as e qu e co nt êm co m bi na çõ es g ra fé m ic as . L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es g ra fé m ic as : In tro du çã o do d up lo s In tro du çã o do s no fi na l d e pa la vr as : a s, es , i s, os , u s In tro du çã o de a m , e m , i m , u m , o m Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os co m co m bi na çõ es g ra fé m ic as . 16 Te m po s L er im ag en s, fr as es e p eq ue na s h is tó ria s; In te rp re ta r f ra se s e p eq ue na s h is tó ria s; Es cr ev er p al av ra s, fr as es e p eq ue na s hi st ór ia s; Ilu st ra r p al av ra s, fr as es e p eq ue na s hi st ór ia s c om d es en ho s; L er e e sc re ve r • Im ag en s Ilu st ra çõ es 6 Te m po s Te m po s Te m po s Te m po s Te m po s 82 78 N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H II I. C O M U N ID A D E In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s te xt os e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , fr as es e p eq ue no s t ex to s c om c al ig ra fia co rr ec ta e le gí ve l; Tr ei na r c al ig ra fia . L er e e scre ve r C óp ia D ita do C al ig ra fia Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os . 14 Te m po s U sa r e xp re ss õe s s ob re a u til id ad e do s lo ca is /in st itu iç õe s p úb lic as e xi st en te s na c om un id ad e; C om po r i m ag en s s ob re lu ga re s pú bl ic os u sa nd o vá ria s t éc ni ca s. C an ta r c an çõ es so br e lu ga re s p úb lic os . O uv ir e fa la r Lo ca is /in st itu iç õe s p úb lic as : H os pi ta l, M er ca do , B an co e E sq ua dr a Po lic ia l D es cr ev e os lu ga re s p úb lic os da su a co m un id ad e 8 Te m po s Id en tif ic ar o s m ei os d e tra ns po rte ; Le r t ex to s s ob re re gr as d e se gu ra nç a ro do vi ár ia ; In te rp re ta r t ex to s s ob re re gr as d e se gu ra nç a ro do vi ár ia ; El ab or ar re da cç õe s s ob re m ei os d e tra ns po rte ; Ilu st ra r t ex to s s ob re m ei os d e tra ns po rte . L er e e sc re ve r M ei os d e tra ns po rte : c ar ro , b ar co , c om bo io , b ic ic le ta , av iã o, h el ic óp te ro R eg ra s b ás ic as d e se gu ra nç a ro do vi ár ia R ed ac çã o Ilu st ra çõ es Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os so br e os m ei os d e tra ns po rte . 8 Te m po s Te m po s Te m po s Te m po s 83 79 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C H II I. C O M U N ID A D E Id en tif ic ar m ei os d e co m un ic aç ão ; Le r t ex to s s ob re m ei os d e co m un ic aç ão ; In te rp re ta r t ex to s s ob re m ei os d e co m un ic aç ão ; El ab or ar re da cç õe s s ob re m ei os d e co m un ic aç ão ; Ilu st ra r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s c om de se nh o; Fa ze r r ec or te , c ol ag em e d ob ra ge m d e di fe re nt es m ei os d e co m un ic aç ão . L er e e sc re ve r M ei os d e co m un ic aç ão : - R ád io , t el ev is ão , t el ef on e e jo rn al R ed ac çõ es Il us tra çõ es R ec or te /d ob ra ge m /c ol ag em Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os s ob re o s m ei os de c om un ic aç ão . 8 T em po s Le r v ar ia do s c on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as ; D ra m at iz ar v ar ia do s t ex to s, co nt os , f áb ul as e ca nç õe s; R ea liz ar jo go s; Fo rm ar fr as es , u sa nd o pr on om es d em on st ra tiv os ; Fl ex io na r p ro no m es d em on st ra tiv os e m g én er o e em n úm er o; U sa r p al av ra s a nt ón im as e m fr as es . L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e p oe m as Jo go s. Fu nc io na m en to d a L ín gu a Pr on om es d em on st ra tiv os : - aq ue le /a qu el a - aq ue le s/ aq ue la s Fl ex ão e m g én er o Fl ex ão e m n úm er o Pa la vr as a nt ón im as Lê p eq ue no s t ex to s d e na tu re za di ve rs a. Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e p or es cr ito , c om c or re cç ão , u sa nd o pr on om es d em on st ra tiv os . 16 Te m po s II I. C O M U N ID A D E Id en tif ic ar c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m p al av ra s; Le r p al av ra s e fr as es q ue c on tê m c om bi na çõ es gr af ém ic as ; Es cr ev er p al av ra s, fr as es q ue c on tê m co m bi na çõ es g ra fé m ic as ; In te rp re ta r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r i m ag en s. L er e e sc re ve r In tro du çã o de : a l, el , u l, ol , i l; In tro du çã o de : a n, e n, in , o n, u n; Pa la vr as , f ra se s, pe qu en os te xt os ; Im ag en s. Lê e es cr ev e fr as es si m pl es e pe qu en os t ex to s co m c om bi na çõ es gr af ém ic as . 16 Te m po s In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s t ex to s e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l. L er e e sc re ve r • C óp ia • D ita do • C al ig ra fia 14 Te m po s 84 80 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H IV . A M B IE N T E In di ca r o s d ife re nt es e le m en to s d o am bi en te ; M en ci on ar a s r eg ra s d e co ns er va çã o do a m bi en te ; In di ca r a s c or es d os e le m en to s d o am bi en te . O uv ir e fa la r El em en to s d o am bi en te : - Á gu a, p ed ra e a r ( se re s n ão v iv os ) - A ni m ai s e p la nt as (s er es v iv os ) C on se rv aç ão d o am bi en te : - Ev ita r s uj ar á gu a - Ev ita r c or ta r á rv or es - Ev ita r q ue im ad as d es co nt ro la da s C or es d o am bi en te D es cr ev e, o ra lm en te , o am bi en te , di st in gu in do os s er es v iv os d os n ão vi vo s e p re se rv aç ão . 6 Te m po s U sa r o s n om es d e an im ai s d om és tic os e se lv ag en s pa ra fo rm ar fr as es ; M en ci on ar o s a ni m ai s s el va ge ns ; D ife re nc ia r a ni m ai s d om és tic os d os se lv ag en s; In di ca r a u til id ad e do s a ni m ai s d om és tic os . O uv ir e fa la r A ni m ai s d om és tic os : g al in ha , p at o, b oi , c ab rit o, cã o, g at o, p om bo , b ur ro , p er u, o ve lh a, c oe lh o. A ni m ai s s el va ge ns : m ac ac o, g ira fa , e le fa nt e, ga ze la , l eã o, c ob ra , h ip op ót am o, le op ar do , t ig re , cr oc od ilo e c ág ad o. U til id ad e do s a ni m ai s d om és tic os D es cr ev e os an im ai s do m és tic os e s el va ge ns e su a ut ili da de . 8 Te m po s II I. C O M U N ID A D E Le r v ar ia do s c on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e po em as ; In te rp re ta r p eq ue no s t ex to s; D ra m at iz ar v ar ia do s t ex to s, co nt os , f áb ul as e ca nç õe s; Pr at ic ar jo go s; R ed ig ir pe qu en os te xt os ; Ilu st ra r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s c om de se nh os . Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e pe qu en os te xt os c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l. Le r f ra se s c om p ro no m es in de fin id os ; E sc re ve r f ra se s u sa nd o pr on om es in de fin id os . L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s,le ng al en ga s e p oe m as D ra m at iz aç ão Jo go s C óp ia D ita do C al ig ra fia Pr on om es in de fin id os Lê e es cr ev e fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os ; D ra m at iz a co nt os e fá bu la s; R ec on ta co nt os , fá bu la s; D ec la m a e in te rp re ta po em as . Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r e sc rit o, c om co rr ec çã o. 16 Te m po s 85 81 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V . C O R PO H U M A N O Id en tif ic ar o s e le m en to s q ue c on st itu em a s p ar te s d o co rp o hu m an o; C on st ru ir fr as es u sa nd o o vo ca bu lá rio so br e as p ar te s do c or po h um an o; P ro du zi r s on s a tra vé s d o co rp o; C um pr ir as re gr as b ás ic as d e hi gi en e co rp or al ; C an ta r c an çõ es so br e o co rp o hu m an o. O uv ir e fa la r C or po h um an o: - C ab eç a (c ab el o, o lh os , n ar iz , b oc a e or el ha s) ; - T ro nc o (p ei to e b ar rig a) - M em br os (b ra ço s e p er na s) Ti m br es c or po ra is : B at er p al m as , p er na s, es ta lo s a tra vé s d e de do s e lí ng ua H ig ie ne c or po ra l: to m ar b an ho , e sc ov ar o s de nt es , c or ta r u nh as e p en te ar o c ab el o D es cr ev e o co rp o hu m an o e su a hi gi en e. 8 Te m po s Le r v ar ia do s c on to s, fá bu la s, le ng al en ga s e p oe m as ; D ra m at iz ar v ar ia do s t ex to s, co nt os , f áb ul as e c an çõ es ; Pr at ic ar jo go s v ar ia do s; R ed ig ir pe qu en os te xt os : h is tó ria s; Ilu st ra r c om d es en ho s p al av ra s, fr as es e p eq ue no s te xt os . L er e e sc re ve r C on to s, fá bu la s, le ng al en ga s Po em as C an çõ es Jo go s Ilu st ra çõ es Lê , i nt er pr et a e es cr ev e fr as es si m pl es e p eq ue no s t ex to s; R ec on ta co nt os , fá bu la s e le ng al en ga . D ec la m a po em as . 16 Te m po s 86 82 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V . C O R PO H U M A N O C on st ru ir fr as es o be de ce nd o as re gr as d e co nc or dâ nc ia e nt re n om es e a dj ec tiv os ; Le r f ra se s c on st ru íd as ; E sc re ve r f ra se s, us an do p ro no m es in de fin id os ; U sa r p ro no m es in de fin id os n a co ns tru çã o de fr as es ; F or m ul ar fr as es u sa nd o pr on om es p os se ss iv os . L er e e sc re ve r Fu nc io na m en to d a L ín gu a C on co rd ân ci a no m e/ ad je ct iv o: Pr on om es in de fin id os : A lg ué m /n in gu ém ; t ud o/ na da ; to do s/ to da s; Pr on om es p os se ss iv os : m eu /m in ha ; m eu s/ m in ha s; te u/ tu a; te us /tu as . Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e p or es cr ito , co m co rr ec çã o, ob se rv an do a c on co rd ân ci a. 6 Te m po s Id en tif ic ar c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m p al av ra s; L er p al av ra s e fr as es q ue c on tê m c om bi na çõ es gr af ém ic as ; Es cr ev er p al av ra s/ fr as es q ue c on tê m c om bi na çõ es gr af ém ic as ; In te rp re ta r, pa la vr as , f ra se s e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r i m ag en s; Es cr ev er te xt os c on te nd o co m bi na çõ es g ra fé m ic as . In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s t ex to s e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e p eq ue no s te xt os ; Es cr ev er p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s c om ca lig ra fia c or re ct a e le gí ve l. L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es g ra fé m ic as : ch , n h; c e, c i; ar , e r, ir , o r, u r Im ag en s L er e e sc re ve r Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia Lê e e sc re ve fr as es s im pl es e pe qu en os te xt os co m co m bi na çõ es g ra fé m ic as . 36 Te m po s 87 83 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C H V I. SA Ú D E E H IG IE N E Id en tif ic ar a s p eç as d e ve st uá rio ; C on st ró i f ra se s u sa nd o o vo ca bu lá rio so br e as pe ça s d e ve st uá rio ; U sa r r ou pa li m pa e e ng om ad a; C an ta r c an çõ es so br e o ve st uá rio ; O uv ir e fa la r Pe ça s d e ve st uá rio : s ai a, b lu sa , v es tid o, c al ça s, ca lç õe s, ca m is a, c am is ol a, c am is et e, c as ac o, g ra va ta , l aç o, m ei as , ca pu la na e le nç o R eg ra s b ás ic as d a hi gi en e do v es tu ár io : l av ar e e ng om ar a ro up a D es cr ev e o ve st uá rio e su as re gr as d e hi gi en e. 10 Te m po s M en ci on ar a s r eg ra s b ás ic as d e hi gi en e al im en ta r; C on st ru ir fr as es u sa nd o o vo ca bu lá rio so br e as re gr as d e hi gi en e al im en ta r; C an ta r c an çõ es so br e hi gi en e al im en ta r. M en ci on e as re gr as d e lim pe za d o m ei o; C on st ru ir fr as es e p eq ue no s t ex to s s ob re a lim pe za d o m ei o. O uv ir e fa la r R eg ra s d e hi gi en e al im en ta r: - la va r e c oz er o s a lim en to s - be be r á gu a lim pa Li m pe za d o m ei o: - va rr er e li m pa r - en te rr ar o li xo o u co lo ca r e m lo ca is a pr op ria do s D es cr ev e re gr as de hi gi en e al im en ta r e do m ei o. 4 Te m po s V I. SA Ú D E E H IG IE N E Le r va ria do s co nt os , fá bu la s, le ng al en ga s e po em as ; D ra m at iz ar v ar ia do s t ex to s, co nt os e fá bu la s; Es cr ev er p eq ue na s h is tó ria s. L er e e sc re ve r C on to s Fá bu la s Le ng al en ga s Po em as Lê e e sc re ve fr as es si m pl es e p eq ue no s te xt os . 6 Te m po s C on st ru ir fr as es s im pl es c om o s ve rb os s er e es ta r no p re se nt e, p as sa do e fu tu ro ; C an ta r c an çõ es so br e os T em po s v er ba is ; Fo rm ul ar pe rg un ta s us an do ex pr es sõ es in te rr og at iv as ; Le r t exto s c on te nd o ex pr es sõ es in te rr og at iv as ; C on st ru ir fr as es u sa nd o pr on om es p os se ss iv os ; Pr od uz ir pe qu en os te xt os us an do pr on om es po ss es si vo s. L er e e sc re ve r Fu nc io na m en to d a L ín gu a V er bo s s er e e st ar Te m po s v er ba is : - pr es en te - pa ss ad o (p re té rit o pe rf ei to ) - fu tu ro E xp re ss õe s i nt er ro ga tiv as : - Q ue m ? - O q uê ? - C om o? - Q ua nd o? P ro no m es p os se ss iv os - se u/ su a; se us /s ua s - no ss o/ no ss a; n os so s/ no ss as - de le /d el a; d el es /d el as Ex pr es sa -s e, or al m en te e p or es cr ito , c om co rr ec çã o, u sa nd o di fe re nt es T em po s ve rb ai s, ex pr es sõ es in te rr og at iv as e pr on om es p os se ss iv os . 20 Te m po s 88 84 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V I. SA Ú D E E H IG IE N E Id en tif ic ar a s c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m p al av ra s; Le r p al av ra s e fr as es q ue c on tê m c om bi na çõ es gr af ém ic as ; Es cr ev er p al av ra s e fr as es q ue c on tê m c om bi na çõ es gr af ém ic as ; In te rp re ta r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r i m ag en s. L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es g ra fé m ic as : - lh ; - az , e z, iz , o z, u z; - gi ; g e, - Im ag en s Lê e e sc re ve fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os c om co m bi na çõ es g ra fé m ic as . 20 Te m po s In te rp re ta r p al av ra s, fr as es , p eq ue no s t ex to s e im ag en s; Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e p eq ue no s te xt os ; Es cr ev er p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s c om ca lig ra fia c or re ct a e le gí ve l. L er e e sc re ve r C óp ia D ita do C al ig ra fia Lê e e sc re ve f ra se s si m pl es e pe qu en os te xt os . 16 Te m po s C on st ru ir fr as es u sa nd o os a dv ér bi os d e lu ga r; C an ta r c an çõ es so br e os a dv ér bi os d e lu ga r; Es cr ev er fr as es n o im pe ra tiv o. L er e e sc re ve r Fu nc io na m en to d a L ín gu a A dv ér bi os d e lu ga r: aq ui , a li, c á, a í. Fr as es im pe ra tiv as Ex pr es sa -s e, or al m en te e po r es cr ito , c om c or re cç ão , us an do a dv ér bi os d e lu ga r e fr as es im pe ra tiv as . 8 Te m po s V I. SA Ú D E E H IG IE N E Id en tif ic ar a s c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m p al av ra s; L er te xt os q ue c on tê m c om bi na çõ es g ra fé m ic as ; In te rp re ta r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r i m ag en s; Es cr ev er p al av ra s e p eq ue no s t ex to s q ue c on tê m co m bi na çõ es g ra fé m ic as . Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pa la vr as , f ra se s e p eq ue no s te xt os c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l. L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es g ra fé m ic as : - br , c r, dr , f r, gr , p r, tr - bl , c l, fl, g l, dl , p l I m ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia Lê e e sc re ve fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os co m co m bi na çõ es g ra fé m ic as . 36 Te m po s 89 85 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V I. SA Ú D E E H IG IE N E Fo rm ul ar p er gu nt as u sa nd o ex pr es sõ es in te rr og at iv as ; C on st ru ir fr as es e p eq ue no s te xt os u sa nd o pr on om es in de fin id os e d em on st ra tiv os . L er e e sc re ve r (c on so lid aç ão ) Fu nc io na m en to d a L ín gu a Ex pr es sõ es in te rr og at iv as Pr on om es in de fin id os Pr on om es d em on st ra tiv os Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e p or es cr ito , c om c or re cç ão , u sa nd o ex pr es sõ es in te rr og at iv as , pr on om es in de fin id os e de m on st ra tiv os . 8 Te m po s Le r te xt os co nt en do pa la vr as co m co m bi na çõ es fo né tic as ; Id en tif ic ar a s c om bi na çõ es g ra fé m ic as e m p al av ra s; Le r p al av ra s q ue c on tê m c om bi na çõ es g ra fé m ic as ; Es cr ev er pa la vr as e pe qu en os te xt os qu e co nt êm co m bi na çõ es g ra fé m ic as ; In te rp re ta r p al av ra s, fr as es e p eq ue no s t ex to s; In te rp re ta r i m ag en s; Le r f ra se s r el ac io na da s c om a s i m ag en s. Fa ze r c óp ia s e d ita do s d e pe qu en os te xt os ; Es cr ev er p eq ue no s t ex to s c om c al ig ra fia c or re ct a e le gí ve l. L er e e sc re ve r In tro du çã o de c om bi na çõ es g ra fé m ic as : qu e, q ui , q ua , q uo In tro du çã o do x c om o s c in co v al or es fo né tic os . n a pa la vr a xa ro pe , ( X : c h ) - na p al av ra e xa m e (X : z ), - na p al av ra ta xi (X : c s) - na p al av ra p ró xi m o (X : s s) e n a pa la vr a ex pl ic a (X : e is ) Im ag en s C óp ia D ita do C al ig ra fia R ed ac çã o Lê e e sc re ve fr as es si m pl es e pe qu en os te xt os c om co m bi na çõ es g ra fé m ic as . 42 Te m po s C ur rí cu lo N ac io na l: 48 0 T em po s C ur rí cu lo L oc al : 1 28 T em po s T ot al : 6 08 T em po s 90 Sugestões Metodológicas A aprendizagem da Língua Portuguesa, na 2ª classe, pretende dar continuidade e aprofundar as competências desenvolvidas na 1ª classe, sobretudo no que concerne à leitura e escrita. 1. Oralidade Nesta classe, a oralidade será desenvolvida tendo em conta os actos de fala/expressões linguísticas, cujos suportes são imagens, frases sobre a introdução das combinações grafémicas, histórias, jogos, pequenos poemas, lengalengas, fábulas, diálogos, dramatizações, desenhos, canções e outros recursos que o professor pode providenciar, tendo em conta a situação da turma e o tema que pretender tratar. Os trabalhos feitos pelos alunos através das técnicas de recorte, colagem, pintura, desenho, modelagem, estampagem são recursos importantes para o desenvolvimento da oralidade, constituindo oportunidade para os alunos falarem sobre o seu conteúdo. Por exemplo, o aluno pode descrever a imagem, falando sobre: • o nome dos elementos constituintes da imagem; • a quantidade e a forma desses elementos; • a função desses elementos; • as cores usadas na imagem; •o tipo de material usado na elaboração do trabalho; • a relação entre os elementos; • a história relacionada com a imagem, etc. Como já se referiu na primeira classe, a canção é uma fonte inesgotável no auxílio da aprendizagem, pois através dela, o professor primário pode introduzir e ensinar quase todas as matérias das disciplinas curriculares. Por exemplo, ao introduzir a aprendizagem acerca dos animais domésticos, o professor pode começar por ensinar, ou cantar uma canção sobre animais domésticos. As canções podem ainda ser usadas para a exercitação da pronúncia, dicção, articulação das palavras e para o desenvolvimento do sentido de audição e da memória, do ritmo, melodia e harmonia. A oralidade deve estar aliada à leitura e escrita, ao conhecimento de novas estruturas linguísticas e ao alargamento do vocabulário, em prol de uma melhor competência comunicativa. Para o desenvolvimento da expressão oral, tal como na 1ª classe, propõem-se também, as seguintes actividades: • ouvir; • falar; • narrar pequenas histórias com base nas imagens; • recontar pequenas histórias ouvidas ou lidas; 91 • cantar; • recitar poemas; • fazer jogos orais. Na realização das actividades de oralidade, o professor deve ter em conta os seguintes princípios didácticos: • Estimular os alunos para temas relacionados com as suas necessidades e interesses; • Partir do nível de conhecimento dos alunos, como base para as aquisições orais seguintes; • Respeitar os ritmos de aprendizagem; • Utilizar exercícios de repetição de frases, palavras, e sílabas, como meio de treino do aparelho fonador, sempre que necessário; • Fazer com que a linguagem oral dos alunos se aproxime, tanto quanto possível, da correcta e fluente. 2. Leitura e escrita Na segunda classe, a leitura e escrita, é feita com base na introdução de combinações grafémicas, com recurso a palavras, frases e pequenos textos. A sequência da introdução das combinações grafémicas obedecerá às seguintes etapas: 1ª Etapa: r intervocálico: are, ari, ura; duplo r, s intervocálico: ase, asa, usa; duplo s; 2ª Etapa: s no final de palavra: as, es, is, os, us; m no final de palavra: am, em, im, om, um; al, el, il, ol, ul; an, en, in, on, un; 3ª Etapa: al, el, il, ol, ul; an,en, in,on, um 4ª Etapa: ce, ci, ça, ço, çu; ch, nh; ar, er, ir, or, ur; az, ez, iz, oz, uz; lh 5ª Etapa: ge, gi; gue, gui; br, cr, fr, vr, pr, tr 6ª Etapa: bl, cl, fl, gl, pl; que, qui, qua, quo; os cinco valores fonéticos do x ( em palavras como xarope, exame, táxi, explicação, próximo); Finda a introdução das combinações grafémicas, o professor deve levar os alunos a desenvolverem actividades que enriqueçam a compreensão e expressão escritas, com base na leitura de frases e de pequenos textos que constam do livro de leitura. 2.1. Leitura Na 2ª classe, o aluno vai começar a tomar contacto com textos como histórias, contos, fábulas, lendas, pequenas bandas desenhadas, poemas, lengalengas e imagens. Alguns destes textos constam do livro de leitura. 92 As actividades de leitura e interpretação desses textos podem ser as seguintes: 1° Análise de imagens do texto, ou de outras imagens relacionadas com o referido texto; 2° Interpretação de imagens, feita pelos alunos, com a ajuda do professor; 3° Leitura expressiva de textos feita pelo professor; 4° Levantamento de palavras de difícil compreensão; 5° Explicação das palavras de difícil compreensão, pelo professor; 6° Registo das palavras difíceis e do seu significado pelos alunos, nos cadernos diários; 7° Interpretação oral do texto; 8º Leitura oral por unidades lógicas (feita pelo professor e seguido pelos alunos); 9° Leitura oral feita pelos alunos: • por toda a turma; • por grupos; • e individualmente. Os passos aqui apresentados não incluem a leitura silenciosa, por se tratar de alunos que ainda estão na fase inicial de aprendizagem da leitura e escrita. Este tipo de leitura só poderá entrar na 3ª classe. Na leitura oral, o professor deve prestar atenção aos seguintes aspectos: • ouvir como cada criança lê e pronuncia as palavras; • detectar as hesitações na leitura e suas causas; • procurar descobrir: - se lêem de cor, ou se são capazes de ler as palavras ou sílabas apontadas salteadamente; - se conhecem as combinações grafémicas; - se entendem o significado do que lêem. 2.2. Escrita O ensino-aprendizagem da escrita é feito através de exercícios sistemáticos variados, em que o aluno faz o uso da língua em situações diversas, utilizando expressões linguísticas e vocabulário adequados. Para que o aluno da 2ª classe escreva, é preciso que lhe sejam criadas algumas condições, nomeadamente: • a necessidade de escrever; • a oportunidade de escrever; • a vontade de escrever. 93 Considerando que, na 2ª classe, o aluno ainda está na fase de aprendizagem da escrita, o professor deve prestar atenção às actividades a desenvolver, isto é, não deve propor às crianças tarefas de escrita que ultrapassem o seu nível de produção escrita. As actividades de escrita, nesta fase, deverão obedecer, de entre outros, aos seguintes aspectos: a) O exercício de escrita deve ser antecedido, acompanhado e seguido de actividades de oralidade e de leitura, relacionadas com o que se escreve; b) As palavras e as frases apresentadas como modelo devem relacionar-se com elementos da vivência real dos alunos; c) A designação dos seres ou dos objectos deve ser feita pela escrita da palavra ou da frase correspondente e não pela escrita da letra/combinações grafémicas em estudo; d) As actividades de escrita devem ser motivadas (desenho e interpretação de imagens, leitura e interpretação de textos: histórias, contos, etc.); e) Os conteúdos dos textos que servirão de base para a produção escrita devem ser do conhecimento dos alunos; f) No desenvolvimento da escrita dos alunos a maior preocupação deve incidir no aperfeiçoamento da caligrafia, ortografia e exercícios do funcionamento da língua. 2.3. Cópia e Ditado A cópia e o ditado devem ser preparados e motivados, de acordo com o nível e o ritmo de aprendizagem dos alunos. Para além da cópia e do ditado, os alunos devem desenvolver, de entre outras, as seguintes actividades: • Cópia de palavras, frases e textos; • Escrita de palavras em frases lacunares; • Escrita de frases a partir de palavras desordenadas; • Escrita de frases/textos ditados; • Escrita de frases, a partir de associação de expressões sugeridas. • Escrita de palavras e frases adequadas a imagens; • Escrita de palavras e frases, para dar resposta a perguntas; Estas são algumas actividades que os alunos devem realizar, mas o professor poderá criar outras estratégias que permitem maior diversificação de tarefas para o enriquecimento da escrita, nesta classe. É importante que os alunos continuem a desenhar, pintar, recortar, colar, modelar, explorando diferentes tipos de materiais e técnicas. Estas actividades contribuem para o aprimoramento da destreza manual e da motricidade fina, para além de constituírem oportunidades para o aluno descrever, por escrito, os trabalhos que realiza. 94 Os materiais produzidos pelos alunos, tais como: textos escritos, desenhos e pinturas legendados, objectos feitos através de técnicas de dobragem, recorte, colagem, modelagem deverão ser expostos, pois constituem um momento de crescimento para a criança, em que ela se sente encorajada a progredir, porque vê o seu esforço compensado. De igual modo, a criança torna-se mais produtiva, se sentir que o seu trabalho merece o interesse do seu professor e dos colegas. 3. Funcionamento da Língua À semelhança do que acontece na 1ª classe, o ensino-aprendizagem da gramática deve limitar-se à observação das normas elementares da organização/modificação de palavras/frases. O estudo da gramática deve fazer-se a partir de: a) palavras, frases e textos simples; b) uso concreto da língua e não de exercícios de fixação de regras. 4. Sugestões metodológicas para o ensino-aprendizagem dosconteúdos de Educação Visual e Ofícios, integrados na disciplina de Português Os conteúdos das disciplinas de Educação Visual e Ofícios integrados no domínio Ouvir e Falar propiciam ao aluno o desenvolvimento da oralidade uma vez que este não se limita apenas a desenhar, mas também a falar sobre o conteúdo do desenho. Se desenha ou modela a família, por exemplo, deve indicar os elementos que fazem parte dela. A linguagem plástica da criança revela a sua expressão afectiva porque ela representa as suas vivências e os seus sonhos e o professor deve estar atento, porque essas representações permitirão um melhor relacionamento com o aluno. Desenhar, pintar, modelar, recortar, colar é importante pela necessidade natural que a criança tem de comunicar através da imagem, explorando diferentes tipos de materiais e técnicas. Os conteúdos das disciplinas de Educação Visual e Ofícios propostos para este domínio não só concorrem para o desenvolvimento da libertação dos dedos (destreza manual) e para a delicadeza no manuseamento dos materiais (motricidade fina), mas também para a concretização e complementaridade dos conhecimentos adquiridos em Língua Portuguesa. Nesta idade, o professor não deve comparar os desenhos do aluno com os dos adultos, por estes não serem fiéis à realidade, mas sim motivá-lo a continuar. A realização de exposições dos trabalhos na sala de aula, ou na escola, é um momento de crescimento para a criança, pois ela se sente encorajada a progredir, porque vê o seu esforço compensado. 5. Avaliação na Disciplina de Língua Portuguesa A avaliação é um instrumento através do qual se acompanha o desenvolvimento do acto educativo com vista a apreciar a adequação dos diversos momentos do processo de ensino-aprendizagem. O Programa de Português propõe uma avaliação contínua e sistemática, tendo em vista o desenvolvimento integrado das quatro habilidades de língua de acordo com as exigências de cada ciclo, nomeadamente: 95 a) ouvir e falar; b) ler e compreender; c) escrever. a) Ouvir e falar A nível do ouvir e falar, importa verificar se cada aluno, individualmente, é capaz de: • Fazer perguntas com: onde, porque, quem, o que, como, quando; • Formular frases curtas e simples (sujeito, predicado e complemento); • Usar correctamente formas verbais (tempo presente, passado e futuro perifrástico); • Usar vocabulário básico. b) Ler e compreender Em relação à compreensão escrita e à leitura, o professor deve procurar saber se, cada aluno, individualmente, é capaz de: • Ler entre cinco a dez palavras por minuto; • Ler frases simples; • Ler textos com 5 a 10 linhas; • Compreender a informação contida em textos simples. c) Escrever O professor deverá procurar saber se cada aluno, individualmente, é capaz de: • Copiar palavras, frases e textos de 5 a 8 linhas; • Escrever palavras e frases simples; • Escrever palavras e frases ditadas; • Legendar imagens; • Escrever textos de 3 a 5 linhas • Ordenar frases em sequência lógica. Programa de Língua Portuguesa 3ª Classe 97 94 DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA UNIDADE TEMÁTICA SEMANAS TEMPO I. FAMÍLIA 7 112 II. ESCOLA 8 128 III. COMUNIDADE 4 64 IV. AMBIENTE 5 80 V. CORPO HUMANO 2 32 VI. SAÚDE E HIGIENE 2 32 VII. MEIOS DE TRANSPORTE E COMUNICAÇÃO 2 32 Sub-total 30 480 CURRÍCULO LOCAL (20%) 8 128 TOTAL 38 608 98 95 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N T E Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e e sc re ve r R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA M ÍL IA Id en tif ic ar o se u no m e, lo ca l e d at a do se u na sc im en to ; In di ca r o n om e da e sc ol a on de e st ud a e a cl as se ; Id en tif ic ar o s m em br os d a su a fa m íli a de a co rd o co m o gr au d e pa re nt es co ; In di ca r a s a ct iv id ad es d e ca da m em br o da su a fa m íli a; D es en ha r o s m em br os d a su a fa m íli a; M od el ar o s m em br os d a su a fa m íli a; C an ta r c an çõ es re la ci on ad as c om o s m em br os d a fa m íli a; R el at ar , o ra lm en te , a su a ro tin a di ár ia , u sa nd o ex pr es sõ es re la ci on ad as c om o s d ife re nt es m om en to s d o di a; C on st ru ir fr as es , u sa nd o ve rb os “ se r” e ” e st ar ” no pr es en te , p re té rit o pe rf ei to d o in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o. A m in ha h is tó ri a M em br os d a fa m íli a - A s r el aç õe s d e pa re nt es co e nt re o s m em br os d a fa m íli a - A ct iv id ad es d os m em br os d a fa m íli a (R ev is ão d o 1º c ic lo ) R el at o de r ot in as - E xp re ss õe s r el ac io na da s c om o s m om en to s do d ia /te m po : - E x: m an hã , t ar de , n oi te , a nt es , d ep oi s, qu an do e d ur an te - E xp re ss õe s p ar a in di ca r a o rd em : 1 º, 2º , 3 º Fu nc io na m en to d a L ín gu a V er bo “ se r” e “ es ta r “ n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to d o in di ca tiv o e fu tu ro p er ifr ás tic o. R el at a, o ra lm en te e po r e sc rit o, a su a hi st ór ia . 34 T em po s Le r h is tó ria s s ob re a m iz ad e e aj ud a m út ua c om e nt oa çã o, pa us a e rit m o ad eq ua do s; R es po nd e a qu es tio ná rio s o ra is e e sc rit os so br e te xt os ; Id en tif ic ar a s p er so na ge ns d a hi st ór ia ; In di ca r o m om en to e o lu ga r e m q ue d ec or re a a cç ão na rr ad a nu m te xt o; Es cr ev er c óp ia s e d ita do s d e fra se s e te xt os , c om u m a bo a ca lig ra fia , r es pe ita nd o as re gr as d e ac en tu aç ão e po nt ua çã o; Es cr ev er p eq ue na s c om po si çõ es (4 a 6 fr as es ); D ar e xe m pl os d e m an ife st aç ão d e am iz ad e, a ju da m út ua en tre o s m em br os d a su a fa m íli a. H is tó ria s, fá bu la s: - P er so na ge ns - C ar ac te rís tic as fí si ca s d as p er so na ge ns - L oc al iz aç ão d a ac çã o no te m po e n o es pa ço C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: R eg ra s d e co nv iv ên ci a na fa m íli a (a m iz ad e e aj ud a m út ua ) Lê e e sc re ve te xt os na rr at iv os so br e re gr as d e co nv iv ên ci a na fa m íli a 31 T em po s Fo rm ul ar p ed id os d e pe rm is sã o em d ife re nt es si tu aç õe s; U sa r e xp re ss õe s p ar a ac ei ta r o u re cu sa r p ed id os . E xp re ss õe s p ar a fo rm ul ar p ed id os d e p er m is sã o: - Po ss o sa ir da m es a? - P os so ir b rin ca r? E xp re ss õe s p ar a ac ei ta r ou r ec us ar pe di do s d e pe rm is sã o: - S im , p od es . - N ão , n ão p od es . Ex pr es sa -s e co m co rte si a pa ra fo rm ul ar pe di do s. 99 96 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e e sc re ve r R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H I. FA MÍL IA Le r t ex to s d es cr iti vo s c om e nt oa çã o, p au sa e rit m o ad eq ua do s; R es po nd er a q ue st io ná rio s o ra is e e sc rit os so br e te xt os ; Es cr ev er c óp ia s e d ita do s d e fr as es e te xt os , co m u m a bo a ca lig ra fia , r es pe ita nd o as re gr as d e ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; Id en tif ic ar m at er ia is n ec es sá rio s p ar a a co ns tru çã o de u m a ca sa , e x: b lo co s, ch ap as de z in co , e st ac as , c ap im , p re go s, ba rr ot es , t ijo lo s, et c. ; M en ci on ar p ro fis sõ es r el ac io na da s co m a co ns tru çã o de um a ca sa (p ed re iro , ca rp in te iro , p in to r, el ec tri ci st a, … ); D es cr ev er , o ra lm en te e p or e sc rit o, a su a ca sa ; D es en ha r e p in ta a su a ca sa ; M od el ar a su a ca sa ; El ab or ar fr as es c om p al av ra s d a m es m a fa m íli a de “ ca sa ”; U sa r p al av ra s s in ón im as e m fr as es o ra is e es cr ita s; C on st ru ir fr as es e m pr eg an do p al av ra s si nó ni m as ; D iv id ir pa la vr as e m sí la ba s. T ex to d es cr iti vo A c as a: - M at er ia is d e co ns tru çã o - Pr of is sõ es re la ci on ad as c om a co ns tru çã o de u m a ca sa C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : R eg ra s d e co ns er va çã o da c as a Fu nc io na m en to d a lín gu a: - F am íli a de p al av ra s r el ac io na da s co m “ ca sa ”: c as in ha , c as ar ão , ca so ta - S in on ím ia Sí la ba : d iv is ão si lá bi ca Lê e e sc re ve te xt os de sc rit iv os so br e, m at er ia is d e co ns tru çã o, pr of is sõ es e re gr as d e co ns er va çã o da c as a, co m b oa c al ig ra fia ; Ex pr es sa -s e, o ra lm en te , co m c or re cç ão , u sa nd o fa m íli a de p al av ra s e a si no ní m ia . 47 Te m po s 100 97 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H II . E SC O LA Le r h is tó ria s s ob re re gr as d e co nd ut a na e sc ol a co m e nt oa çã o, p au sa e ri tm o ad eq ua do s; R es po nd er a q ue st io ná rio s o ra is e e sc rit os so br e te xt os ; In di ca r o a ss un to p rin ci pa l d e um a hi st ór ia li da ; Id en tif ic ar a s p er so na ge ns d a hi st ór ia ; Es cr ev er c óp ia s e d ita do s d e fr as es e te xt os , co m u m a bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as re gr as de a ce nt ua çã o e po nt ua çã o; Es cr ev er p eq ue na s c om po si çõ es (4 a 6 fr as es ); In di ca r a lg um as re gr as d e co nd ut a na e sc ol a; D ar e xe m pl os d e m an ife st aç ão d e aj ud a m út ua e so lid ar ie da de e nt re o s m em br os d a su a fa m íli a; U sa r p al av ra s d a m es m a fa m íli a de e sc ol a em di fe re nt es si tu aç õe s; Id en tif ic ar p al av ra s c om si gn ifi ca do s c on trá rio s; C on st ru ir fr as es a pl ic an do a s r eg ra s d e po nt ua çã o (p on to , p on to d e in te rr og aç ão e o d e ex cl am aç ão ); U sa r a le tra m ai ús cu la o be de ce nd o re gr as . T ex to s N ar ra tiv os - O a ss un to p rin ci pa l d o te xt o - P er so na ge ns C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : R eg ra s d e co nd ut a na e sc ol a: A ju da m út ua /s ol id ar ie da de / re sp ei to /a ss id ui da de , p on tu al id ad e. Fu nc io na m en to d a L ín gu a A nt on ím ia Si na is d e po nt ua çã o (p on to fi na l de in te rr og aç ão e d e ex cl am aç ão ) U so d a le tra m ai ús cu la : - I ní ci o da s f ra se s - D ep oi s d e um p on to - N os n om es p ró pr io s Lê e e sc re ve t ex to s na rr at iv os so br e re gr as d e co nd ut a na es co la , co m bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as re gr as d e ac en tu aç ão e po nt ua çã o. Ex pr es sa -s e, or al m en te , co m co rr ec çã o, u sa nd o a an to ní m ia e le tra s m ai ús cu la s. 57 T em po s 101 98 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N T E Ú D O S R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C H II . E SC O L A Le r r el at os e m v oz a lta e c om a rti cu la çã o e en to aç ão c or re ct as ; In te rp re ta r r el at os li do s; R el at ar , o ra lm en te , f ac to s a co nt ec id os o u vi vi do s, us an do fo rm as v er ba is n o pr et ér ito pe rf ei to ; Es cr ev er c óp ia s e d ita do s d e fra se s e te xt os , co m u m a bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as re gr as d e ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; Es cr ev er re la to s d e 4 a 6 fr as es d ed ic ad os à es co la o u ao s p ro fe ss or es ; C on st ru ir, o ra lm en te e p or e sc rit o, fr as es in te rr og at iv as . C an ta r u m a ca nç ão re la ci on ad a co m a es co la . R el at o de a co nt ec im en to s El em en to s a c on si de ra r n a pr od uç ão d e re la to s: - O q uê ? - Q ue m ? - O nd e? - Q ua nd o? C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : da ta s f es tiv as e co m em or at iv as Fu nc io na m en to d a L ín gu a: Fr as e in te rr og at iv a In tr od ut or es in te rr og at iv os - Q ue ... ? - O q ue ... ? - O q ue é q ue ... ? - Q ue m ... ? - Q ua l.. .? - C om o é qu e. ..? Lê e e sc re ve re la to s so br e da ta s fe st iv as e co m em or at iv as , co m b oa ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as re gr as de ac en tu aç ão e po nt ua çã o; Ex pr es sa -s e, or al m en te , co m co rr ec çã o, us an do in tro du to re s in te rr og at iv os . 32 Te m po s II . E SC O L A Le r b ilh et es c om e nt oa çã o e rit m o ad eq ua do s; Id en tif ic ar o a ss un to p rin ci pa l d o bi lh et e; Id en tif ic ar a e st ru tu ra d o bi lh et e; Es cr ev er c óp ia s e d ita do s d e bi lh et es , c om um a bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as re gr as de a ce nt ua çã o e po nt ua çã o; Es cr ev er b ilh et es re sp ei ta nd o a su a es tru tu ra . B ilh et es A ss un to p rin ci pa l Es tru tu ra d o bi lh et e C óp ia D itado R ed ac çã o. Lê e e sc re ve b ilh et es , c om bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as r eg ra s de ac en tu aç ão e p on tu aç ão . 39 Te m po s Es cr ev er fr as es e p eq ue no s t ex to s u sa nd o vo ca bu lá rio re la ci on ad o co m o te m a es co la ; C on st ru ir fr as es , o ra lm en te e p or e sc rit o, us an do o s v er bo s “ ir” “ es tu da r” e “e sc re ve r” n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to , e fu tu ro d o in di ca tiv o; C on st ru ir fr as es , o ra lm en te e p or e sc rit o, us an do a s p re po si çõ es . Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a es co la Te m po s v er ba is : V er bo ir e st ud ar e e sc re ve r n o: - Pr es en te - P as sa do (p re té rit o pe rf ei to ) - Fu tu ro Pr ep os iç õe s ( pa ra , e , c om ) Ex pr es sa -s e, or al m en te , co m co rr ec çã o, us an do Te m po s ve rb ai s e pr ep os iç õe s. 102 99 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H II I. C O M U N ID A D E Le r o te xt o do h in o na ci on al c om e xp re ss iv id ad e; C op ia r po em as co m um a bo a ca lig ra fia , or to gr af ia c or re ct a e re sp ei ta nd o as r eg ra s de ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; C an ta r o h in o na ci on al ; Id en tif ic ar o P re si de nt e da R ep úb lic a; Es cr ev er o n om e do P re si de nt e da R ep úb lic a. T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m as tr an sv er sa is : s ím bo lo s na ci on ai s: B an de ira H in o N ac io na l Em bl em a. Lê t ex to s po ét ic os , co m ex pr es si vi da de . 50 Te m po s Le r te xt os di dá ct ic os , em vo z al ta , co m ar tic ul aç ão e e nt oa çã o co rr ec ta s; R es po nd er a q ue st io ná rio s o ra is e e sc rit os so br e te xt os d id ác tic os ; Id en tif ic ar se rv iç os so ci ai s d a su a co m un id ad e; Id en tif ic ar p ro fis sõ es re la ci on ad as c om o s se rv iç os so ci ai s; C op ia r t ex to s di dá ct ic os c om u m a bo a ca lig ra fia , or to gr af ia c or re ct a e re sp ei ta nd o as r eg ra s de ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; Em pr eg ar , e m c on te xt os d iv er si fic ad os , p al av ra s: - R el ac io na da s c om o te m a co m un id ad e; - D a m es m a fa m íli a; - C om se nt id os c on trá rio s U sa r em f ra se s or ai s o ve rb o “v ir” n o pr es en te , pr et ér ito pe rf ei to do in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o. T ex to s d id ác tic os O s s er vi ço s s oc ia is (e sc ol a, ho sp ita l/p os to d e sa úd e, p os to p ol ic ia l, et c. ); Pr of is sõ es C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a Tr an sv er sa l: R eg ra s d e co nv iv ên ci a co m un itá ria Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a co m un id ad e Fa m íli a de p al av ra s; A nt on ím ia V er bo “ vi r” n o pr es en te , pr et ér ito p er fe ito d o in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o. Lê te xt os di dá ct ic os , co m e xp re ss iv id ad e. Ex pr es sa -s e, or al m en te , co m co rr ec çã o, us an do fa m íli a de pa la vr as , an to ní m ia e o ve rb o “v ir” no pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro . 103 10 0 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e e sc re ve r R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H II I. C O M U N ID A D E Le r c on vi te s, em v oz a lta , c om ar tic ul aç ão e e nt oa çã o co rr ec ta s; Id en tif ic a a in fo rm aç ão ve ic ul ad a pe lo c on vi te ; R ed ig ir co nv ite s; Ilu st ra c on vi te s. C on vi te Lê e es cr ev e co nv ite s, co m bo a ca lig ra fia e re sp ei ta nd o as r eg ra s de ac en tu aç ão e p on tu aç ão . 14 Te m po s U sa r ex pr es sõ es pa ra cr iti ca r at itu de s ne ga tiv as , el og ia r at itu de s po si tiv as e p ed ir aj ud a. E xp re ss õe s p ar a cr iti ca r: - F iz es te /c om po rta st e- te m al ! - N ão d ev ia s t er fe ito is so ! E xp re ss õe s p ar a el og ia r: - P ar ab én s! - F iz es te /C om po rta st e- te b em ! E xp re ss õe s p ar a pe di r aj ud a - S oc or ro ! - A ju da -m e. - P eç o aj ud a. Ex pr es sa -s e co m c or te si a, em s itu aç õe s de c rít ic a, el og io e p ed id o de a ju da . Es cr ev er p al av ra s e m q ue : - " o" te nh a va lo r d e "u " - "e " t en ha v al or d e "i " U sa r l et ra s m ai ús cu la s n a el ab or aç ão de fr as es , ob ed ec en do re gr as . O rt og ra fia : - O “ o” c om v al or “ u” - O “ e” c om v al or d e “i ” U so d a le tra m ai ús cu la Es cr ev e fr as es e t ex to s, ob ed ec en do re gr as or to gr áf ic as e d e us o da le tra m ai ús cu la . 104 10 1 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H IV . A M B IE N T E Le r, te xt os p oé tic os s ob re o s an im ai s co m ex pr es si vi da de ; C op ia r po em as co m um a bo a ca lig ra fia , or to gr af ia c or re ct a e re sp ei ta nd o as r eg ra s de ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; R ec ita r p oe m as ; Id en tif ic ar o s a ni m ai s d a su a co m un id ad e; A gr up ar o s a ni m ai s d e ac or do c om o m ei o em qu e vi ve m ; R el ac io na r o s a ni m ai s à s s ua s c ria s ( fil ho te s) ; U sa r os v er bo s “f az er ” e “d ar ” no p re se nt e, pr et ér ito p er fe ito e fu tu ro (p er ifr ás tic o) . C on st ru ir fr as es , c om n om es p ró pr io s e co m un s; C an ta r c an çã o re la ci on ad a co m o s a ni m ai s do m és tic os e se lv ag en s. T ex to s p oé tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : A ni m ai s d om és tic os e se lv ag en s: Fu nc io na m en to d alín gu a: V er bo s f az er e d ar n o pr es en te , pr et ér ito p er fe ito e fu tu ro N om es : p ró pr io s e c om un s Lê t ex to s po ét ic os , co m ex pr es si vi da de . Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r e sc rit o, c om co rr ec çã o, u sa nd o os ve rb os “ fa ze r” e “ da r” n o pr es en te , p as sa do e fu tu ro , e n om es p ró pr io s e co m un s. 50 Te m po s Le r te xt os di dá ct ic os , em vo z al ta , co m ar tic ul aç ão e e nt oa çã o co rr ec ta s; In te rp re ta r o c on te úd o do te xt o di dá ct ic o; C op ia r te xt os di dá ct ic os co m um a bo a ca lig ra fia , o rto gr af ia c or re ct a e re sp ei ta nd o as re gr as d e ac en tu aç ão e p on tu aç ão ; Id en tif ic ar a s p la nt as d a su a co m un id ad e; R el ac io na r a s á rv or es a os re sp ec tiv os fr ut os ; C on st ru ir fr as es a fir m at iv as e n eg at iv as , or al m en te e p or e sc rit o. T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do Te m a tra ns ve rs al : P la nt as Fu nc io na m en to d a L ín gu a Fo rm as d e fr as es : a fir m at iv a e ne ga tiv a Lê te xt os d id ác tic os , c om ar tic ul aç ão e en to aç ão co rr ec ta s; Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r es cr ito , co m co rr ec çã o, di fe re nt es fo rm as d e fr as e. 105 10 2 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H IV . A M B IE N T E U sa r e xp re ss õe s s ob re o e st ad o de te m po ; U sa r o v er bo “ es ta r” n o pr es en te , p re té rit o pe rf ei to d o in di ca tiv o e fu tu ro (p er ifr ás tic o) . C on st ru ir fr as es , o ra lm en te e p or e sc rit o, us an do p ro no m es in de fin id os . C on ve rs a di re ct a Ex pr es sõ es so br e o es ta do d o te m po . - E st á a ch ov er . - E st á qu en te . - E st á fr io . Fu nc io na m en to d a lín gu a: V er bo s e st ar n o pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro Pr on om es in de fin id os : - A lg um /a lg um a - A lg ué m /n in gu ém - T ud o/ na da Pa rti ci pa e m u m d iá lo go so br e o es ta do d e te m po ; Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r es cr ito , co m co rr ec çã o, us an do o ve rb o “e st ar ” no p re se nt e, pa ss ad o e fu tu ro e pr on om es in de fin id os . 30 Te m po s Le r, co m e xp re ss iv id ad e, b an da s d es en ha da s; Le r, pa ra ap re ci ar , ba nd as de se nh ad as co m pl em en ta re s; In te rp re ta r, or al m en te e p or e sc rit o, b an da s de se nh ad as ; O rd en ar a s im ag en s de u m a B D , d an do u m a se qu ên ci a ló gi ca ; Pr ee nc he r o s b al õe s d e um a B D ; El ab or ar u m a B D ; El ab or ar ca rta ze s so br e pr ev en çã o de ac id en te s; Em pr eg ar , e m c on te xt os d iv er si fic ad os , pa la vr as : - r el ac io na da s c om o te m a co m un id ad e; - d a m es m a fa m íli a; - c om se nt id os c on trá rio s - c om se nt id os se m el ha nt es C on st ru ir fr as es o bs er va nd o as re gr as d e co nc or dâ nc ia d os e le m en to s n a fr as e, e m g én er o e nú m er o. B an da D es en ha da (B D ) R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : P re ve nç ão d e ac id en te s Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a A m bi en te Fa m íli a de p al av ra s Si no ní m ia A nt on ím ia C on co rd ân ci a do s e le m en to s n a fr as e - F le xã o do s n om es e m g én er o - F le xã o do s n om es e m n úm er o Lê e el ab or a ba nd as de se nh ad as so br e pr ev en çã o de a ci de nt es . Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r es cr ito , co m co rr ec çã o, u sa nd o fa m íli a de pa la vr as , si no ní m ia , an to ní m ia e c on co rd ân ci a do s e le m en to s n a fr as e. 106 10 3 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e es cr ev er R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V . C O R PO H U M A N O Le r, co m e xp re ss iv id ad e, te xt os n ar ra tiv os ; In te rp re ta r, or al m en te e po r es cr ito , te xt os na rr at iv os ; Id en tif ic ar o s el em en to s da n ar ra tiv a (a ut or , pe rs on ag en s, te m po e e sp aç o) ; C ar ac te riz ar fi si ca m en te p er so na ge ns ; R ec on ta r h is tó ria s; Es cr ev er , co m b oa c al ig ra fia , có pi as e t ex to s di ta do s, re sp ei ta nd o as r eg ra s de a ce nt ua çã o e po nt ua çã o; El ab or ar um a pe qu en a co m po si çã o (4 a 6 fr as es ) D ra m at iz ar d iá lo go s o ra is e nt re p er so na ge ns ; Le r te xt os n ar ra tiv os c om pl em en ta re s e ou tro s do se u in te re ss e; Id en tif ic ar , em t ex to s, ac çõ es e a tit ud es q ue de m on st ra m re sp ei to e so lid ar ie da de pe lo s in di ví du os c om n ec es si da de s e sp ec ia is ; Em pr eg ar , e m c on te xt os d iv er si fic ad os , pa la vr as : - r el ac io na da s c om o te m a co m un id ad e; - d a m es m a fa m íli a; - c om o m es m o se nt id o - c om se nt id os c on trá rio s U sa r o v er bo “ fa la r” e “ co m er ” no p re se nt e, pr et ér ito p er fe ito e fu tu ro , e m fr as es e te xt os . U sa r, na d es cr iç ão , p al av ra s e e xp re ss õe s q ue ex pr im em q ua lid ad es . T ex to s N ar ra tiv os Pe rs on ag en s - C ar ac te rís tic as fí si ca s d as pe rs on ag en s C óp ia D ita do R ec on to R ed ac çã o D ra m at iz aç ão Te m a Tr an sv er sa l: re sp ei to e so lid ar ie da de p ar a co m in di ví du os co m n ec es si da de s e sp ec ia is . Fu nc io na m en to d a lín gu a: V oc ab ul ár io re la ci on ad o co m o te m a Fa m íli a de p al av ra s Si no ní m ia A nt on ím ia V er bo “ fa la r” e “ co m er ” no pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro ; N oç ão d e qu al id ad e [A dj ec tiv os ]. Lê e es cr ev e te xt os na rr at iv os , co m bo a ca lig ra fiae re sp ei ta nd o as re gr as de ac en tu aç ão e po nt ua çã o. Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e po r es cr ito , co m co rr ec çã o, u sa nd o fa m íli a de pa la vr as , si no ní m ia , an to ní m ia e ve rb os “f al ar ” e “c om er ” no pr es en te , p as sa do e fu tu ro e ad je ct iv os . 32 Te m po s 107 10 4 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e e sc re ve r R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V I. SA Ú D E E H IG IE N E Le r te xt os d id ác tic os , em v oz a lta , co m ar tic ul aç ão e e nt oa çã o co rr ec ta s; In te rp re ta o c on te úd o do te xt o; C op ia r te xt os d id ác tic os c om u m a bo a ca lig ra fia , or to gr af ia co rr ec ta e re sp ei ta nd o as re gr as de ac en tu aç ão e po nt ua çã o; El ab or ar p eq ue na s co m po siç õe s (4 a 6 fr as es ); M en ci on ar fo rm as de pr ev en çã o e co m ba te às do en ça s m ai s co m un s ex : di ar re ia s, m al ár ia , c on ju nt iv ite , e tc . M en ci on ar o s c ui da do s a te r c om p ro du to s tó xi co s, in fla m áv ei s, m ed ic am en to s, in se ct ic id as e o bj ec to s e st ra nh os , c or ta nt es e pi ro té cn ic os . Tr an sf or m ar fr as es af irm at iv as pa ra ne ga tiv as e v ic e- ve rs a; C on st ru ir fr as es c om o s ve rb os l im pa r e la va r no p re se nt e, p re té rit o pe rf ei to d o in di ca tiv o e no fu tu ro p er ifr ás tic o; C on st ru ir fr as es , f le xi on an do o s ad je ct iv os em g én er o e nú m er o. Te xt os d id ác tic os C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : F or m as d e pr ev en çã o de d oe nç as Pr ev en çã o de a ci de nt es : (C ui da do s a te r c om p ro du to s t óx ic os in fla m áv ei s ( ex : p et ró le o) ; m ed ic am en to s e in se ct ic id as ; o bj ec to s e st ra nh os (m in as ); ob je ct os c or ta nt es (e x: fa ca s, lâ m in as ); fo go , á gu a qu en te ; t om ad as e fi ch as ; ob je ct os p iro té cn ic os (p ai xã o) Fu nc io na m en to d a lín gu a Fo rm as de fr as es : af irm at iv as e ne ga tiv as V er bo l im pa r e la va r no p re se nt e, pr et ér ito p er fe ito d o in di ca tiv o e fu tu ro pe rif rá st ic o C on co rd ân ci a do a dj ec tiv o em g én er o e nú m er o Lê t ex to s di dá ct ic os , co m ar tic ul aç ão e en to aç ão co rr ec ta s; Ex pr es sa -s e, or al m en te e po r es cr ito , c om c or re cç ão , us an do di fe re nt es fo rm as de fr as e e os ve rb os “l im pa r” e “l av ar ” no pr es en te , pa ss ad o e fu tu ro do i nd ic at iv o, e a dj ec tiv os fle xi on ad os . 32 Te m po s 108 10 5 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP EC IF IC O S O a lu no d ev e se c ap az d e: C O N TE Ú D O S H ab ili da de s: O uv ir , f al ar , l er e e sc re ve r R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C H V II . M E IO S D E T R A N SP O R TE E C O M U N IC A Ç Ã O Le r te xt os d id ác tic os , em v oz a lta , co m ar tic ul aç ão e en to aç ão co rr ec ta s; In te rp re ta r o co nt eú do de te xt os di dá ct ic os ; C op ia r te xt os d id ác tic os c om u m a bo a ca lig ra fia , or to gr af ia c or re ct a, re sp ei ta nd o as r eg ra s de a ce nt ua çã o e po nt ua çã o; El ab or ar p eq ue na s co m po si çõ es (4 a 6 fr as es ); A gr up ar o s m ei os d e tra ns po rte d e ac or do c om a v ia e m q ue c irc ul am ; Id en tif ic ar o s m ei os d e tra ns po rte e vi as d e co m un ic aç ão ; C on st ru ir fr as es u sa nd o ad vé rb io s de lu ga r. T ex to s d id ác tic os C óp ia D ita do R ed ac çã o Te m a tra ns ve rs al : M ei os d e tra ns po rte e v ia s d e co m un ic aç ão Fu nc io na m en to d a L ín gu a - A dv ér bi os d e lu ga r: aq ui , a li, lá Lê te xt os di dá ct ic os , co m ar tic ul aç ão e en to aç ão co rr ec ta s; Ex pr es sa -s e, o ra lm en te e p or es cr ito , co m co rr ec çã o, us an do a dv ér bi os d e lu ga r. 16 Te m po s In te rp re ta r o co nt eú do d e ca rta ze s so br e re gr as d e trâ ns ito ; In di ca r r eg ra s b ás ic as d e trâ ns ito ; D es cr ev er u m p er cu rs o, i nd ic an do os p on to s d e re fe rê nc ia ; D es en ha r o tr aj ec to d e um p er cu rs o, in di ca nd o os p on to s d e re fe rê nc ia ; El ab or ar f ra se s ut ili za nd o o ve rb o “a nd ar “ no pr es en te , pr et ér ito pe rf ei to e fu tu ro p er ifr ás tic o. C ar ta ze s R eg ra s d e trâ ns ito D es cr iç ão d e tra je ct os Fu nc io na m en to d a lín gu a V er bo “ an da r” n o: - p re se nt e - p re té rit o pe rf ei to - f ut ur o pe rif rá st ic o M an ife st a co nh ec im en to d as re gr as d e tra ns ito . 16 Te m po s C ur rí cu lo N ac io na l: 48 0 T em po s C ur rí cu lo L oc al : 1 28 T em po s T ot al : 6 08 T em po s 109 Sugestões Metodológicas 3ª CLASSE I - Ensino e Aprendizagem da Língua Portuguesa A aprendizagem da Língua Portuguesa, na 3ª classe, pretende desenvolver, aprofundar e consolidar as competências de oralidade, leitura e escrita iniciadas na 1ª e 2ª classes. Pretende-se que a partir de uma unidade temática, o professor envolva os alunos em actividades de ouvir e falar e ler e escrever e faça a abordagem de diferentes conteúdos de língua portuguesa. Para o desenvolvimento das habilidades de ouvir e falar, as imagens, os diálogos, as histórias, as dramatizações, os recontos, as canções e os jogos constituem a base fundamental, pois permitem consolidar, diversificar e aumentar o vocabulário e a quantidade e qualidade de linguagem, abrindo mais espaço de uso da língua. E, para o desenvolvimento das habilidades de ler e escrever, a leitura, a cópia, o ditado e a redacção poderão funcionar como actividades que estimulam a escrita, devendo ser permanentes nas três classes. 1. Ouvir e falar As habilidades de ouvir e falar iniciadas nas classes anteriores deverão continuar nesta classe, de forma a que o aluno possa envolver-se mais nas actividades de compreensão, interpretação e produção de mensagens orais. 1.1. Ouvir Para o desenvolvimento da habilidade de ouvir, o professor deverá proporcionar aos alunos momentos de audição de frases, diálogos, canções, textos de natureza diversa (narrativas, descrições, poemas, relatos, etc.),lidos ou contados pelo professor ou pelos colegas. Como forma de verificar o desenvolvimento da habilidade de ouvir o aluno deverá ser levado a: • Identificar o tipo de texto; • Identificar as personagens numa história; • Identificar os intervenientes num diálogo; • Identificar os tipos e formas de frase; • Extrair o conteúdo principal de uma conversa ou de uma história; • Recontar oralmente uma história ouvida; 110 • Reconstruir um texto/história ouvido; • Resumir oralmente um texto ouvido; • Transmitir informação ouvida a alguém; • Descobrir objectos, pessoas, profissões a partir de uma descrição oral; • Desenhar uma rota correspondente a instruções dadas oralmente, indicando os pontos de referência; • Converter textos ouvidos em textos escritos 1.2. Falar A maior parte do tempo da aula dedicado à oralidade deve ser dado ao aluno para falar. Deve- se, portanto, criar oportunidades para o aluno dialogar, fazer perguntas e responder a perguntas formuladas tanto pelo professor como pelos seus colegas. Tarefas realizadas em grupos de dois ou mais alunos, são vistas como vantajosas por se considerar que os alunos usam mais a língua no grupo de colegas do que quando os professores estão em frente deles e, por abrirem espaço para se corrigirem uns aos outros. Considera-se que o aluno desenvolveu a habilidade de falar quando este for capaz de produzir mensagens orais, usando adequadamente os recursos de que a língua dispõe, como, por exemplo, a palavra, o gesto, a mímica, a entoação, etc. A dramatização é uma das formas de comunicação e possui uma grande função na aprendizagem da oralidade. Esta actividade deve ser realizada ao longo de todo o EP1, e com a maior naturalidade possível. Entretanto, o professor deve ter o cuidado de corrigir os enunciados dos alunos de forma discreta para evitar a inibição na sua participação na aula. Por isso, nem sempre deve corrigir logo que o erro corre, mas sim nos intervalos dos enunciados. 2. Ler e escrever 2.1. Ler A leitura de mensagens escritas é uma habilidade cujo objectivo principal é levar o aluno a descodificar e interpretar o código escrito. Para uma leitura e interpretação bem-sucedida, o aluno relacionará o seu conhecimento das palavras e significados do texto com o que já sabe sobre a realidade à sua volta (cultura, hábitos, etc.). A leitura de textos deve ser feita em tom natural. Os alunos devem aprender a pontuar frases de acordo com a intencionalidade das mesmas. Num tom natural, devem fazer as declarações, as interrogações, exclamações, etc. 111 2.2 Escrever/Produção Escrita A escrita tem por objectivo levar os alunos a redigir textos de natureza diversa, com coerência, boa caligrafia e respeitando as regras de pontuação e acentuação adequadas. A actividade de escrita engloba várias fases: preparação, produção e revisão do texto. Ao longo deste percurso, os alunos deverão ser levados a reflectir sobre o que vão escrever, a escrever sobre um determinado tema, a exercitar modelos de escrita e a rever o texto escrito. À semelhança das outras habilidades, o professor deverá criar espaço para o treino da escrita, pois só assim ela poderá ser desenvolvida. A escrita deverá ser treinada no cotidiano e não apenas no momento de avaliação. O trabalho em grupo e o TPC contribuem para o desenvolvimento de atitudes positivas em relação à escrita. 2.2.1. Ortografia A finalidade da aprendizagem da ortografia é a de levar a criança a escrever sem erros. Este é um desafio a longo prazo. Todo o tempo da escola primária, não é suficiente para se ensinar a escrever sem erros. São várias as crianças capazes de ler razoavelmente continuando, contudo, a cometerem muitos erros ortográficos. Duma maneira geral a má leitura coincide com uma ortografia deficiente. O aluno precisa ter acesso a boas histórias, lendas, poesias, jornais e outros géneros, que proporcionam formas correctas de escrita. As técnicas mais recomendadas para o ensino e a aprendizagem da ortografia são a cópia, o ditado e completamento de espaços lacunares. Estas técnicas são aplicadas em todos os ciclos do Ensino Primário, podendo variar no nível de exigência, de acordo com a classe. a) Cópia A cópia é uma actividade de escrita que permite aos alunos fixarem as regras ortográficas e as normas de escrita (pontuação, acentuação, uso das maiúsculas e minúsculas, translineação, etc.), para além de desenvolver a destreza manual e a concentração necessária para a escrita. Os textos para a cópia não devem ser longos e devem ser contextualizados em relação ao tema abordado. O professor poderá orientar os alunos a realizar diariamente actividades de cópia de parágrafos, versos, provérbios, adivinhas ou palavras. Pelo menos, duas vezes por semana, o professor pode pedir aos alunos para fazerem cópias em casa. É importante que o professor lembre os alunos que a actividade que vão realizar exige muita atenção, que devem escrever com letra bem-feita e legível e procurar fazer uma cópia limpa. A correcção da cópia deve ser feita pelo professor. Entretanto, os próprios alunos, aos pares ou em grupos, com ajuda do professor, poderão identificar e corrigir os erros da cópia. Após a correcção, o professor deve levar os alunos a repetir a escrita das palavras que escreveram com erros. 112 b) Ditado O ditado é um exercício através do qual o aluno pratica a escrita e permite ao professor verificar se os alunos conseguem transcrever os sons para a grafia correspondente. Neste contexto, o professor poderá orientar os alunos a realizar ditados de frases e pequenos textos ou excertos de textos. O ditado, como actividade de ortografia, também pode ser usado como método, como exercício e como prova. 1. O ditado método/tradicional O ditado é usado como método quando o professor pretende que os alunos adquiram a ortografia das palavras através do ditado. Nestes casos o ditado não é preparado, não há um estudo ortográfico das palavras susceptíveis de erro. Os alunos são apenas confrontados com a imagem auditiva das palavras. 2. O ditado-exercício O ditado-exercício é uma perfeita correspondência entre as imagens visuais e as imagens auditivas, considerando que esta actividade é precedida de uma cuidada preparação. Os resultados deste tipo de ditado, em termos de aprendizagem de ortografia, medem-se pelo nível da sua preparação: quanto melhor for preparado o ditado, melhores serão os resultados dos alunos. 3. O ditado-prova O ditado-prova é realizado periodicamente com o objectivo de identificar o nível de correcção ortográfica e as dificuldades dos alunos. Caligrafia Os exercícios de caligrafia iniciam na 1ª classe quando os alunos aprendem a escrever as primeiras letras/ palavras/frases e prolongam-se até à 7ª classe, na medida em que se destinam a aperfeiçoar a escrita. Embora o cuidado com a caligrafia dos alunos seja preocupação constante do professor em todas as disciplinas, semanalmente, durante as aulas de Português, deve haver tempo dedicado à caligrafia. Como desenvolver actividades de caligrafia? Os exercícios de caligrafia são constituídos por cópias de palavras, frases ou pequenos textos em que os alunos aprendem a realizar o traço correcto das letras e a respectiva ligação entre elas. Para o efeito, o professor poderá seguir o seguinte esquema metodológico: 113 • Registo no quadro das palavras, frases ou textos, em ponto grande, na letra adoptada para a aprendizagem da leitura e da escrita; • Leitura e interpretação com o apoio do professor; • Cópia, no quadro, feita por alguns alunos, de partes indicadas pelo professor em linhas previamente traçadas; • Cópia do exercício nos cadernos diários. Redacção Os alunos devem ser habituados a produzir textos desde a 1ª classe. Compete ao professor estimular o aluno e proporcionar ocasiões para que ele escreva. A observação da estrutura dos textos em estudo bem como da linguagem utilizada é um bom ponto de partida para a actividade final que é a produçãode textos. Para o efeito, o Programa apresenta diferentes tipologias de texto. Deve ter-se presente que o desenho é uma forma de expressão muito querida pela criança e que pode servir de ponto de partida para excelentes descrições ou redacções ou ainda como ilustração e melhor esclarecimento do que se diz ou se escreve. 1.3. Funcionamento da Língua O papel da gramática na aprendizagem de línguas, tem sido uma questão que preocupa os professores. De facto, perguntas do género: “como é que a gramática deverá ser usada na sala de aula? Ou como levar os alunos a chegar às regras gramaticais à partir do uso da língua?” constituem desafios na actividade do professor. Deste modo, ao planificar as suas aulas, o professor deverá procurar conduzir o aluno à regra gramatical a partir do uso da língua, isto é, apresentando as estruturas gramaticais em frases ou textos. Assim, o percurso para se chegar à regra deverá partir de um contexto mais amplo, por exemplo, uma história ouvida, um texto lido, uma actividade de oralidade, um jogo, um debate ou um problema. II - Sugestões metodológicas para o ensino-aprendizagem das disciplinas integradas Educação Visual e Ofícios Os conteúdos das disciplinas de Educação Visual e Ofícios integrados no domínio Ouvir e Falar propiciam ao aluno o desenvolvimento da oralidade uma vez que este não se limita apenas a desenhar, mas também a falar sobre o conteúdo do desenho. Se desenha ou modela a família, por exemplo, deve indicar os elementos que fazem parte dela. A linguagem plástica da criança revela a 114 sua expressão afectiva porque ela representa as suas vivências e os seus sonhos e o professor deve estar atento, porque essas representações permitirão um melhor relacionamento com o aluno. Desenhar, pintar, modelar, recortar, colar é importante pela necessidade natural que a criança tem de comunicar através da imagem, explorando diferentes tipos de materiais e técnicas. Os conteúdos das disciplinas de Educação Visual e Ofícios propostos para este domínio não só concorrem para o desenvolvimento da libertação dos dedos (destreza manual) e para a delicadeza no manuseamento dos materiais (motricidade fina), mas também para a concretização e complementaridade dos conhecimentos adquiridos em Língua Portuguesa. Nesta idade, o professor não deve comparar os desenhos do aluno com os dos adultos, por estes não serem fiéis à realidade, mas sim motivá-lo a continuar. A realização de exposições dos trabalhos na sala de aula, ou na escola, é um momento de crescimento para a criança, pois ela se sente encorajada a progredir, porque vê o seu esforço compensado. Educação Musical Tal como no primeiro ciclo, o segundo ciclo do Ensino Primário deverá continuar a privilegiar a iniciação musical, o repertório de canções educativas, jogos e exercícios de expressão, incidindo sobre o desenvolvimento rítmico, a expressão livre de emoções e a linguagem dos sons (cantar e tocar os sons, reconhecê-los, localizá-los no espaço) para além das actividades criativas. Neste nível, deverá continuar-se a trabalhar as qualidades do som, como: - Timbre (sons produzidos por diferentes instrumentos, pessoas ou animais); - Altura (som grave, agudo e médio); - Intensidade (sons fortes e fracos); - Duração (sons longos e curtos). Na educação rítmica, o professor deve privilegiar exercícios rítmicos de coordenação motora, usando o vasto repertório de canções e danças nacionais. Na educação vocal e canto, o professor deverá privilegiar canções de vivência das crianças, como forma de desenvolver as suas capacidades interpretativas. Para atingir aqueles objectivos, o professor pode utilizar canções que envolvam temas específicos, relacionados com as unidades temáticas, como números, datas comemorativas, poesias, história, geografia, biologia, etc. III - Avaliação na Disciplina de Língua Portuguesa no Ensino Primário A avaliação é um instrumento através do qual se acompanha o desenvolvimento do acto educativo, com vista a apreciar a adequação dos diversos momentos do processo de ensino-aprendizagem. 115 O Programa de Português propõe uma avaliação contínua e sistemática, tendo em vista o desenvolvimento integrado das quatro habilidades de língua, de acordo com as exigências de cada ciclo, nomeadamente: a) Ouvir b) Falar c) Ler d) Escrever a) Ouvir e falar A nível das habilidades ouvir e falar, importa verificar se cada aluno individualmente é capaz de: • Fazer perguntas com: onde, quem, o que, quando, como; • Formular frases curtas e simples (sujeito, predicado e complemento); • Usar correctamente formas verbais (tempo presente, passado e futuro perifrástico); • Usar vocabulário básico. b) Ler Em relação à compreensão escrita e à leitura, o professor deve procurar saber se, cada aluno é capaz de: • Ler entre dez a quinze palavras por minuto; • Ler textos com 10 a 15 linhas; • Compreender a informação contida em textos de natureza diversa; c) Escrever O professor deve procurar saber se cada aluno é capaz de: • Copiar textos com boa caligrafia e respeitando às regras de pontuação e acentuação; • Escrever textos ditadas; • Legendar imagens; • Escrever pequenos textos (5 a 8 linhas), com sequência lógica e respeitando às regras de pontuação e acentuação; • Produzir, por escrito, frases com estruturas linguísticas diversas. 116 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leitura obrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações. 8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau Obras de Leitura Obrigatória e Complementar O desenvolvimento nos alunos do gosto pela leitura constitui um dos desafios do Ensino Primário. As sessões de leitura de livros complementares podem ser semanais ou quinzenais e os alunos lêem alguns textos de diferentes autores ou obras completas. Apresenta-se a seguir um conjunto de obras de leitura obrigatória e complementar que devem ser lidas e interpretadas pelos alunos sob orientação do professor. Lista das Obras de leitura obrigatória seleccionadas por ciclo de aprendizagem 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leituraobrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações. 8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau 115 de Bacharelato em Ciências da Educação. Maputo: Universidade Pedagógica e Escola Superior de Setúbal. Ministério da Educação: DNEB. (2000). Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico. Maputo. Ministério da Educação e Cultura. (1979). O Ensino da Língua Portuguesa: Avaliação. Documento apresentado no I Seminário Nacional sobre o Ensino da Língua Portuguesa. Maputo. Nunan, D. (1995). Language Teaching Methodology: a textbook for teachers. New York: Phoenix Elt. Silva, R. M. V. (s/d). O Português São Dois: Variação, mudança, norma e a questão do ensino do Português no Brasil. In Congresso Internacional Sobre o Português. pp 375 – 401. 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leitura obrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações. 8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau 117 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leitura obrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações. 8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leitura obrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações.8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau 115 de Bacharelato em Ciências da Educação. Maputo: Universidade Pedagógica e Escola Superior de Setúbal. Ministério da Educação: DNEB. (2000). Regulamento Geral das Escolas do Ensino Básico. Maputo. Ministério da Educação e Cultura. (1979). O Ensino da Língua Portuguesa: Avaliação. Documento apresentado no I Seminário Nacional sobre o Ensino da Língua Portuguesa. Maputo. Nunan, D. (1995). Language Teaching Methodology: a textbook for teachers. New York: Phoenix Elt. Silva, R. M. V. (s/d). O Português São Dois: Variação, mudança, norma e a questão do ensino do Português no Brasil. In Congresso Internacional Sobre o Português. pp 375 – 401. 114 Livros de leitura obrigatória 1º ciclo Obras de Leitura obrigatória 1. Mateus e Beatriz; Regras de trânsito, Plural editores. Maputo 2. Mateus e Beatriz; A escrever sem erros, Plural editores. Maputo 3. Ouana, Miguel; Os animais falam, Texto Editores. Maputo 4. Pereira Maria Vitória; A borboleta do Arco-ires, Moçambique Editora. 5. Lexis Publicações: As Férias de Mukiua e do Alan. Lexis Publicações. 6. Joana Xavier: Um Menino Brincalhão. Editora Plural. Lista das obras de leitura Complementar, seleccionadas por ciclo de aprendizagem Livros de leitura complementar 1º ciclo Obras de Leitura Complementar 1. O meu Alfabeto, Plural editores, Moçambique: Av.24 de Julho, 414, Maputo. 2. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 1; Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal 3. Sebastião, Isabel; Fichas de Ortografia 2, Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 4. Ramalho, Silvério; Sabe Tudo 1, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 5. Ramalho, Silvério. Sabe Tudo 2, Plural editores; Moçambique. Av. Patrice Lumumba, 765. 6. Santos, Camila; Liquito, Conceição; Veiga, Rosalina. Caixinha de palavra. Porto Editora, Rua da Restauração, 365 Porto – Portugal. 7. Lexis Publicações. Actividades e Jogos na Escola. Lexis Publicações. 8. Lexis Publicações. A Nova Gramática da Abelhinha. Lexis Publicações. Referências Bibliográficas Bortoni, S. (1992). Educação Bidialetal – O que é? É possível?. In Revista Internacional de Língua Portuguesa, 7, pp. 54 – 65. Gomes, A. et all (1991). Manual do Professor de Língua Portuguesa, Vol I, 3º Nível. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian Gonçalves, M.P. (2000). Introdução in Panorama do Português Oral de Maputo Vol. IV: Vocabulário Básico do Português, Contextos e Prática pedagógica, pp 7 – 54, Maputo: INDE. INDE (1996). Síntese dos Principais Problemas e Recomendações do SNE. Não Publicado. Muchave, A. J. (1999). Propedêutica da Leitura e da Escrita. Monografia para a Obtenção do Grau Programa de Matemática 1º Ciclo 119 INTRODUÇÃO A Matemática é uma disciplina que tem como missão desenvolver competências de resolução de problemas, aplicando conhecimentos de contar, calcular, bem como competências de situar e orientar, identificar, relacionar, classificar, estimar e medir grandezas, interpretar mensagens na linguagem simbólica e gráfica, assim como recolher e organizar dados, em tabelas e em gráficos. A Matemática, como instrumento para o trabalho, deve ser apresentada tendo em conta as necessidades do mercado. Ela tem como missão, entre outras, o trabalho com quantidades, medidas, formas, operações e relações geométricas. Actualmente, o ensino da Matemática apresenta resultados que preocupam a sociedade moçambicana, no que concerne ao desenvolvimento de competências dos graduados do Ensino Primário. Neste contexto, o desenvolvimento de capacidades e habilidades mentais está ligada à aquisição e à aplicação consciente de conhecimentos matemáticos na resolução de situação-problema do dia- a-dia e ao estabelecimento de relações entre factos contextuais do mundo real e conceitos. Assim, há uma multiplicidade de actividades a realizar no ensino da Matemática, que permitem ao aluno desenvolver as requeridas competências. O presente Programa do 1o ciclo comporta três classes, nomeadamente, 1a, 2a e 3a. Ele está estruturado em quatro (4) Unidades Temáticas: Vocabulário Básico; Números Naturais e Operações; Espaço e Forma; e Grandezas e Medidas, cujos conteúdos têm em vista proporcionarem às crianças o desenvolvimento do raciocínio, comunicação e linguagem gráfica, que constituem uma ponte entre o real e as abstracções matemáticas. Os conteúdos serão abordados de forma cíclica, gradativa, interligada e integrada, acomodando temas transversais, de um estágio ao outro. As sugestões metodológicas apresentam-se no fim de cada unidade temática. Porém, estas não devem limitar a iniciativa do professor; servem de base para lhe auxiliar na condução do processo de ensino- aprendizagem da Matemática, de modo a garantir o desenvolvimento de competências pelos alunos. 120 I - Competências Gerais do 1º Ciclo do Ensino Primário na Disciplina de Matemática Na Matemática, o aluno desenvolve competências de contar e calcular, usando as quatro operações básicas na resolução de problemas, por um lado e, por outro, desenvolve as competências de observar, identificar, agrupar, distinguir, interpretar, analisar, estimar e medir. No final deste ciclo, o aluno: a) Conta números, até 1000; b) Lê e escreve números, até 1000; c) Calcula mentalmente e por escrito operações de adição e subtracção, até 1000; d) Resolve diferentes problemas da vida real, aplicando os números naturais e operações, até 1000; e) Relaciona as figuras planas e sólidas geométricas com objectos da vida real; f) Desenvolve o amor à pátria e conhece os símbolos nacionais. 121 11 9 V IS Ã O G E R A L D E C O N T E Ú D O S D A D IS C IP L IN A D E M A T E M Á T IC A , 1 º C IC L O D O E N SI N O P R IM Á R IO U ni da de T em át ic a C on te úd os (1 ª c la ss e) C ar ga H or ár i a C on te úd os (2 ª c la ss e) C ar ga H or ár ia C on te úd os (3 ª c la ss e) C ar ga H or ár ia V O C A B U L Á R IO B Á SI C O N oç õe s d e: q ua nt id ad e, ta m an ho , p os iç ão , d is tâ nc ia , di re cç ão /s en tid o e m as sa - pe so . 40 Te m po s N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S Le itu ra e e sc rit a de nú m er os n at ur ai s a té 5 0; O pe ra çõ es d e ad iç ão e su bt ra cç ão a té 5 0. 28 0 Te m po s R ev is ão d os n úm er os n at ur ai s a té 50 ; N úm er os n at ur ai s a té 1 00 ; N úm er os o rd in ai s a té 2 0o ; A di çã o e su bt ra cç ão a té 1 00 ; M ul tip lic aç ão e d iv is ão d e nú m er os n at ur ai s a té 5 0. 26 0 Te m po s R ev is ão d os n úm er os n at ur ai s a té 10 0; N úm er os n at ur ai s a té 1 0 00 ; N úm er os o rd in ai s a té 3 0o ; N úm er os ro m an os a té v in te (X X ).; A di çã o e su bt ra cç ão a té 1 00 0; M ul tip lic aç ão e d iv is ão d e nú m er os n at ur ai s a té 1 00 0, 26 0 Te m po s E SP A Ç O E FO R M A Id en tific aç ão d e lin ha s e se gm en to s; Id en tif ic aç ão d e fig ur as pl an as (q ua dr ad o, re ct ân gu lo , t riâ ng ul o e cí rc ul o) ; N oç ão d e po nt o. 20 Te m po s Li nh as c ur va s e re ct as ; N oç ão d e se gm en to d e re ct a; Fi gu ra s pl an as (q ua dr ad o, re ct ân gu lo , tri ân gu lo e cí rc ul o) ; Só lid os g eo m ét ric os ( bl oc o, c ub o, es fe ra e c ili nd ro ). 35 Te m po s R ec ta s e se gm en to s d e re ct a; Fi gu ra s Pl an as (q ua dr ad o, re ct ân gu lo , tri ân gu lo e cí rc ul o) ; C írc ul o e a ci rc un fe rê nc ia ; Só lid os g eo m ét ric os ( bl oc o, c ub o, es fe ra e c ili nd ro ). 40 Te m po s G R A N D E ZA S E M E D ID A S N oç õe s e le m en ta re s de m ed iç ão d e co m pr im en to s, ca pa ci da de s, vo lu m es e m as sa . 20 Te m po s M ed iç ão d e co m pr im en to s (n oç ão d o m et ro ); C ap ac id ad es (n oç ão d o lit ro ); M as sa s ( no çã o de q ui lo gr am a) ; R el óg io (h or as in te ira s) ; C al en dá rio (d ia , s em an a, m ês e an o) ; O d in he iro m oç am bi ca no . 65 Te m po s U ni da de s d e co m pr im en to ; Pe rím et ro d e fig ur as p la na s; U ni da de s de m as sa : O q ui lo gr am a (k g) e o g ra m a (g ); U ni da de s d e ca pa ci da de : O li tro (l) e o m ili lit ro (m l); O d in he iro m oç am bi ca no ; R el óg io (h or as e m in ut os ); C al en dá rio (o d ia , a se m an a e os m es es d o an o) . 40 Te m po s R ev is ão 20 20 40 T O T A L 38 0 38 0 38 0 N O TA : O s 2 0% d o C ur ríc ul o Lo ca l j á es tã o in cl us os n os 3 80 T em po s l ec tiv os . Programa de Matemática 1ª Classe 123 12 1 PL A N O T E M Á T IC O D A 1 ª C L A SS E U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C ar ga H or ár ia V O C A B U L Á R IO B Á SI C O C om pa ra r d ife re nt es qu an tid ad es e ta m an ho s d e ob je ct os ; C om pa ra r d is tâ nc ia s e nt re di fe re nt es p on to s; N oç ão d e qu an tid ad e: M ui to e p ou co M ai s… d o qu e, m en os … do q ue Ta nt o… c om o C he io e v az io A um en ta r e d im in ui r Pô r e ti ra r. U sa no çõ es de qu an tid ad e e ta m an ho pa ra si tu aç õe s do s eu d ia a di a 05 Te m po s N oç ão d e ta m an ho G ra nd e e pe qu en o M ai or , m en or e ig ua l O m ai or e o m en or C om pr id o e cu rto La rg o e es tre ito A lto e b ai xo G ro ss o e fin o 10 Te m po s 05 Te m po s 10 Te m po s 124 12 2 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C ar ga H or ár ia A gr up ar v ár io s ob je ct os D es en ha r e p in ta r di fe re nt es o bj ec to s C om pa ra r m as sa s d e di fe re nt es o bj ec to s N oç ão d e po si çã o À fr en te , a trá s, à es qu er da e à d ire ita A nt es e d ep oi s Pr im ei ro , n o m ei o, e nt re e ú lti m o D en tro , f or a e fr on te ira Em c im a, e m b ai xo , em v ol ta , ao la do U sa no çõ es de po si çã o, di st ân ci a, di re cç ão -s en tid o, m as sa e pe so pa ra si tu aç õe s do s eu d ia a di a 10 I V O C A B U L Á R IO B Á SI C O N oç ão d e di st ân ci a - P er to e lo ng e - A pr ox im ar e a fa st ar 05 N oç ão d e D ir ec çã o e se nt id o Pa ra a fr en te e p ar a at rá s Pa ra a d ire ita e p ar a a es qu er da Pa ra d en tro e p ar a fo ra Pa ra o in te rio r e p ar a o ex te rio r Pa ra o l ad o, p ar a ci m a e pa ra ba ix o 05 N oç ão d e m as sa e p es o Pe sa do e le ve 05 T O T A L 40 125 Sugestões Metodológicas Vocabulário Básico O desenvolvimento do vocabulário e do seu significado é de extrema importância para o raciocínio matemático. Portanto, deve ser conduzido, de forma contextualizada, para que os alunos compreendam a sua aplicação na aprendizagem de Matemática. Se o aluno for capaz de entender e usar convenientemente o vocabulário básico, ser-lhe-á fácil progredir na aprendizagem da Matemática, porque terá bases, não só para interpretar os enunciados dos problemas, mas também para entender a estrutura das operações aritméticas e a sua aplicação. No caso de Moçambique, onde a maioria das crianças aprende na 2ª língua (Português), o tratamento do vocabulário básico nas classes iniciais considera-se indispensável, para assegurar a aprendizagem dos conceitos matemáticos. Estas noções de vocabulário devem ser ensinadas de forma concretizada (visualizada). Isto é, a criança deve ser capaz de ver, por exemplo, a pedra grande em relação à pequena. Vejamos alguns exemplos de ensino e aprendizagem de noções de vocabulário básico na Matemática: 1. Noção de quantidade: muito e pouco, mais… do que, menos…do que, tanto… como, cheio e vazio, aumentar e diminuir, pôr e tirar. Sugere-se que o professor oriente os alunos para trazerem materiais, tais como: pedrinhas, sementes, pauzinhos, cápsulas de garrafas e outros adequados para a concretização das noções. Na aula, os alunos devem realizar várias actividades que os levem a desenvolver as competências de: • Distinguir muitos objectos de poucos; • Agrupar e quantificar vários objectos, de acordo com a quantidade solicitada; • Desenhar/ e/ou pintar objectos, com diferentes quantidades. Os alunos podem desenhar e/ou pintar objectos aplicando noções de quantidade. Os objectos escolhidos devem reflectir conteúdos transversais. Por exemplo, equidade do género (rapazes e raparigas), meio ambiente (diferentes quantidades de plantas). Exemplo sobre: 1. Noção de quantidade: muitos e poucos. Sugere-se que sejam usados materiais, tais como: pedrinhas, sementes, pauzinhos, cápsulas de garrafas e outros. 126 Actividade Usando a acção de tirar e pôr, os alunos formam diferentes grupos de objectos: muito e pouco, mais… do que, menos…do que, tanto… como, cheio e vazio, aumentar e diminuir. Numa 1ª fase, os exercícios práticos devem ser realizados ao nível da turma pelos alunos, sob a orientação do professor. Na 2ª fase, os exercícios práticos são realizados em grupos e aos pares, sob a orientação do professor. 2. Noção de tamanho: Grande e pequeno, maior e menor, igual, o maior, o menor, comprido e curto, larga e estreito, alto e baixo, grosso e fino. Sugere-se que sejam usados materiais, tais como: bolas, lápis, cordas, os próprios alunos, árvores, etc. Na aula, devem ser realizadas várias actividades pelos alunos, que os levem a desenvolver as competências de desenhar,pintar, modelar e comparar tamanhos de diferentes objectos reais. 3. Noção de posição: à frente, atrás, à esquerda e à direita; antes e depois; primeiro, no meio, entre e último; dentro, fora e fronteira; em cima, em baixo, em volta, ao lado. Para que os alunos desenvolvam as competências de situar diferentes objectos reais de acordo com posições indicadas e de localizá-los em relação a si e aos outros, podem usar materiais existentes na sala de aula (quadro, secretária do professor, etc.), ou na escola (secretaria, sala de professores, latrinas/banheiros, jardim, campo de futebol, plantação de árvores, etc.), assim como os próprios alunos podem servir de material concretizador (identificar a posição em que uns se sentam em relação aos outros). Exemplo: O sinal da cruz vermelha está entre dois triângulos. 124 Os alunos podem desenhar e/ou pintar objectos aplicando noções de quantidade. Os objectos escolhidos devem reflectir conteúdos transversais. Por exemplo, equidade do género (rapazes e raparigas), meio ambiente (diferentes quantidades de plantas). Exemplo sobre: 1. Noção de quantidade: muitos e poucos. Sugere-se que sejam usados materiais, tais como: pedrinhas, sementes, pauzinhos, cápsulas de garrafas e outros. Actividade Usando a acção de tirar e pôr, os alunos formam diferentes grupos de objectos: muito e pouco, mais… do que, menos…do que, tanto… como, cheio e vazio, aumentar e diminuir. Numa 1ª fase, os exercícios práticos devem ser realizados ao nível da turma pelos alunos, sob a orientação do professor. Na 2ª fase, os exercícios práticos são realizados em grupos e aos pares, sob a orientação do professor. 2. Noção de tamanho: Grande e pequeno, maior e menor, igual, o maior, o menor, comprido e curto, larga e estreito, alto e baixo, grosso e fino. Sugere-se que sejam usados materiais, tais como: bolas, lápis, cordas, os próprios alunos, árvores, etc. Na aula, devem ser realizadas várias actividades pelos alunos, que os levem a desenvolver as competências de desenhar, pintar, modelar e comparar tamanhos de diferentes objectos reais. 127 4. Noção de distância: perto, longe, aproximar, afastar Com esta matéria, pretende-se que os alunos desenvolvam as competências de estimar distâncias em relação à sua casa, à escola, à fontenária, ao hospital, ao mercado, à esquadra, etc. O professor poderá orientar os alunos a situarem-se em diferentes posições e estimarem a distância entre eles. A B C • A roda C está longe da lata de água A. • A caixa B está perto da lata A. 5. Noção de direcção e sentido: para a frente e para trás; para a direita e para a esquerda; para dentro e para fora; para o interior e para o exterior; para o lado; para cima e para baixo. Para o desenvolvimento de competências dos alunos sobre a orientação no espaço, o professor pode orientá-los a movimentarem-se em diferentes direcções e sentidos dentro e fora da sala. Exemplo: utilizar a formatura dos alunos para cantar o hino nacional à frente da bandeira. 6. Noção de massa e peso: pesado e leve Para que os alunos desenvolvam as competências de distinguir e estimar objectos pesados e leves, podem usar materiais existentes na escola e na comunidade, através da observação e manuseamento. O professor poderá orientar os alunos na realização das actividades de desenho e pintura de objectos de diferentes massas. Actividade Apresentando pedras grandes e pequenas, o professor pede aos alunos para comparar o seu peso. Pedra A Pedra B A pedra A é mais pesada do que a pedra B 128 12 8 A c on ta ge m e a su a im po rt ân ci a A s co nt ag en s pr og re ss iv as ( cr es ce nt e) e r eg re ss iv as ( de cr es ce nt e) t êm c om o fu nç ão p re pa ra r os a lu no s pa ra a i ni ci aç ão d a re al iz aç ão d as o pe ra çõ es d e ad iç ão e s ub tra cç ão a té 5 0. O s eu p ap el e st á re fle ct id o pa rti cu la rm en te n a ap lic aç ão d as e st ra té gi as d e cá lc ul o m en ta l e e sc rit o. U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia II N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) C on ta r, ca nt an do , pr og re ss iv am en te o s nú m er os n at ur ai s a té 2 0; C on ta r, ca nt an do , re gr es si va m en te o s n úm er os na tu ra is d e 20 a 1 ; C on ta ge m pr og re ss iv a e re gr es si va a té 2 0. 1. C on ta ge m pr og re ss iv a (c re sc en te ), po r et ap as : 1 a 5; 6 a 1 0; 11 a 1 5; 16 a 2 0 2. C on ta ge m r eg re ss iv a (d ec re sc en te ), po r et ap as : 5 a 1; 10 a 6 ; 15 a 1 1; 20 a 1 6. C on ta o s n úm er os na tu ra is d e 1 a 20 e d e 20 a 1 40 12 9 O P ro gr am a de e ns in o su ge re q ue a s co nt ag en s pr og re ss iv a e re gr es si va s ej am tr ei na da s de sd e o pe río do d e am bi en ta çã o, q ua nd o se es tiv er a tr at ar o v oc ab ul ár io b ás ic o e, d ev e se r fe ita p or e ta pa s. Em g er al , a c on ta ge m d ev e se r re al iz ad a de f or m a in di vi du al p ar a pe rm iti r q ue o p ro fe ss or a va lie o se u do m ín io p or c ad a al un o. 40 Te m po s 129 13 0 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia II N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) Le r e e sc re ve r n úm er os d e 1 a 5; Id en tif ic ar , p in ta nd o, nú m er os a té 5 M ol da r n úm er os a té 5 A ss oc ia r q ua nt id ad es d e ob je ct os a o nú m er o O s N úm er os N at ur ai s d e 1 a 5 N úm er o na tu ra l 1 Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 1 A ss oc ia çã o de ob je ct os ao nú m er o 1 e vi ce -v er sa . N úm er o na tu ra l 2 C on ta ge m d e ob je ct os L ei tu ra e e sc rit a do n úm er o 2 A ss oc ia çã o de ob je ct os ao nú m er o 2 (v ic e- ve rs a) N úm er o na tu ra l 3 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 3 A ss oc ia çã o de ob je ct os ao nú m er o 3 N úm er o na tu ra l 4 C on ta ge m d e ob je ct os L ei tu ra e e sc rit a do n úm er o 4 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 4 Lê e e sc re ve o s n úm er os de 1 a 5 ; A ss oc ia r n úm er os à s qu an tid ad es d e ob je ct os . 30 30 Te m po s 130 13 1 Su ge st õe s M et od ol óg ic as L ei tu ra e e sc ri ta d e nú m er os , d e 1 a 5 O s nú m er os n at ur ai s de 1 a 5 s ão in tro du zi do s co m b as e em c on ju nt os c om o m es m o nú m er o de e le m en to s. O p ro fe ss or s el ec ci on a vá rio s c on ju nt os c om o m es m o nú m er o dee le m en to s, in de pe nd en te m en te d a fo rm a e da c or (t od os o s c on ju nt os tê m o m es m o nú m er o U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia II N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) O rd en ar n úm er os n at ur ai s a té 5 C om pa ra r n úm er os n at ur ai s a té 5 A di ci on ar n úm er os n at ur ai s a té 5 Su bt ra ir nú m er os n at ur ai s a té 5 N úm er o na tu ra l 5 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e es cr ita do nú m er o 5 A ss oc ia çã o de qu an tid ad es a o nú m er o 5 O rd en aç ão d e nú m er os at é 5 C om pa ra çã o do s nú m er os a té 5 , s em u sa r os sí m bo lo s ( <, = e > ) A di çã o e su bt ra cç ão d e nú m er os n at ur ai s A di çã o at é 5 Su bt ra cç ão a té 5 R es ol ve p ro bl em as d a vi da re al a té 5 . C on t. 13 2 de e le m en to s) P or e xe m pl o: O p ro fe ss or m os tra u m lá pi s, um c ad er no , u m a ca ne ta ,… e e xp lic a qu e ca da o bj ec to re pr es en ta o n úm er o 1. O s n úm er os 2 , 3 , 4 e 5 d ev em se r i nt ro du zi do s d a m es m a m an ei ra . A nt es d e o pr of es so r fa ze r a d em on st ra çã o da e sc rit a de n úm er os (d e 1 a 5) , é im po rta nt e qu e el e ex pl or e os c on he ci m en to s qu e os al un os tr az em d e ca sa so br e es ta m at ér ia . A e sc rit a de n úm er os d ev e se r d em on st ra da n o qu ad ro p el o pr of es so r. A o si m ul ar a e sc rit a do n úm er o, é p er tin en te q ue o p ro fe ss or se co lo qu e na m es m a po si çã o do s al un os e n un ca a o co nt rá rio . A s eg ui r, os a lu no s po de m s im ul ar a e sc rit a de ss es n úm er os o be de ce nd o os se gu in te s p as so s: e sc rit a no a r, no ta m po d a ca rte ira , n o ch ão (d en tro e fo ra d a sa la ), no q ua dr o e no c ad er no . O s al un os d ev em s er o rie nt ad os a r ea liz ar em a ct iv id ad es d e id en tif ic aç ão e o rd en aç ão d e nú m er os a pr en di do s, at ra vé s de p in tu ra e co la ge m n o qu ad ro d a sa la . O s al un os p od em ta m bé m f az er a m od el ag em d os n úm er os d e 1 a 5, p ar a co ns ol id aç ão . E st es n úm er os de ve m se r e sc rit os e m c ar ta ze s e c ol oc ad os n as p ar ed es d a sa la d e au la , p ar a pe rm iti r q ue o s a lu no s o s m em or iz em fa ci lm en te . O p ro fe ss or d ev e re la ci on ar o s n úm er os a pr en di do s c om a s d at as fe st iv as , c om em or at iv as e h is tó ric as , a té 5 . Ex em pl os : 1 d e M ai o, 1 d e Ju nh o, 3 d e Fe ve re iro , 4 d e O ut ub ro . A di çã o at é 5 O p ro fe ss or d ev e tra ta r a a di çã o cu id ad os am en te , p ro po nd o ao s al un os s itu aç õe s pr ob le m át ic as e m d iv er so s co nt ex to s, pa ra q ue e le s de se nv ol va m a s c om pe tê nc ia s r eq ue rid as . Em u m a pr im ei ra f as e, n a ad iç ão o s al un os d ev em m an us ea r ob je ct os ( ju nt an do , au m en ta nd o e ac re sc en ta nd o) , de m od o qu e ad qu ira m a n oç ão d e ad iç ão . Em u m a se gu nd a fa se , o p ro fe ss or e ns in a os s in ai s: m ai s (+ ) e ig ua l ( =) e o s se us s ig ni fic ad os , a p ar tir d e um a si tu aç ão c on cr et a, us an do a li ng ua ge m c or re nt e e m at em át ic a: “D ua s l ar an ja s m ai s t rê s l ar an ja s s ão c in co la ra nj as ’. “D oi s m ai s t rê s é ig ua l a c in co ”. 131 13 2 de e le m en to s) P or e xe m pl o: O p ro fe ss or m os tra u m lá pi s, um c ad er no , u m a ca ne ta ,… e e xp lic a qu e ca da o bj ec to re pr es en ta o n úm er o 1. O s n úm er os 2 , 3 , 4 e 5 d ev em se r i nt ro du zi do s d a m es m a m an ei ra . A nt es d e o pr of es so r fa ze r a d em on st ra çã o da e sc rit a de n úm er os (d e 1 a 5) , é im po rta nt e qu e el e ex pl or e os c on he ci m en to s qu e os al un os tr az em d e ca sa so br e es ta m at ér ia . A e sc rit a de n úm er os d ev e se r d em on st ra da n o qu ad ro p el o pr of es so r. A o si m ul ar a e sc rit a do n úm er o, é p er tin en te q ue o p ro fe ss or se co lo qu e na m es m a po si çã o do s al un os e n un ca a o co nt rá rio . A s eg ui r, os a lu no s po de m s im ul ar a e sc rit a de ss es n úm er os o be de ce nd o os se gu in te s p as so s: e sc rit a no a r, no ta m po d a ca rte ira , n o ch ão (d en tro e fo ra d a sa la ), no q ua dr o e no c ad er no . O s al un os d ev em s er o rie nt ad os a r ea liz ar em a ct iv id ad es d e id en tif ic aç ão e o rd en aç ão d e nú m er os a pr en di do s, at ra vé s de p in tu ra e co la ge m n o qu ad ro d a sa la . O s al un os p od em ta m bé m f az er a m od el ag em d os n úm er os d e 1 a 5, p ar a co ns ol id aç ão . E st es n úm er os de ve m se r e sc rit os e m c ar ta ze s e c ol oc ad os n as p ar ed es d a sa la d e au la , p ar a pe rm iti r q ue o s a lu no s o s m em or iz em fa ci lm en te . O p ro fe ss or d ev e re la ci on ar o s n úm er os a pr en di do s c om a s d at as fe st iv as , c om em or at iv as e h is tó ric as , a té 5 . Ex em pl os : 1 d e M ai o, 1 d e Ju nh o, 3 d e Fe ve re iro , 4 d e O ut ub ro . A di çã o at é 5 O p ro fe ss or d ev e tra ta r a a di çã o cu id ad os am en te , p ro po nd o ao s al un os s itu aç õe s pr ob le m át ic as e m d iv er so s co nt ex to s, pa ra q ue e le s de se nv ol va m a s c om pe tê nc ia s r eq ue rid as . Em u m a pr im ei ra f as e, n a ad iç ão o s al un os d ev em m an us ea r ob je ct os ( ju nt an do , au m en ta nd o e ac re sc en ta nd o) , de m od o qu e ad qu ira m a n oç ão d e ad iç ão . Em u m a se gu nd a fa se , o p ro fe ss or e ns in a os s in ai s: m ai s (+ ) e ig ua l ( =) e o s se us s ig ni fic ad os , a p ar tir d e um a si tu aç ão c on cr et a, us an do a li ng ua ge m c or re nt e e m at em át ic a: “D ua s l ar an ja s m ai s t rê s l ar an ja s s ão c in co la ra nj as ’. “D oi s m ai s t rê s é ig ua l a c in co ”. 132 13 3 2 + 3 5 A su bt ra cç ão a té 5 A lgun s au to re s re co nh ec em q ue a s cr ia nç as p od em u sa r t rê s m od el os d e ra ci oc ín io s de s ub tra cç ão , n om ea da m en te ti ra r, co m pa ra r e co m pl et ar . N a no ss a es co la , o m od el o m ai s co m um é o d e tir ar . I st o é, a m ai or p ar te d as c ria nç as a pr en de a s ub tra cç ão c om o se nd o um a fo rm a ap en as d e tir ar . a) Ex em pl o1 : C om pr ei 6 lá pi s d e co r. D ei 2 à m in ha ir m ã. C om q ua nt os lá pi s d e co r f iq ue i? E st e m od el o tr ad uz -s e da se gu in te fo rm a: Si m bo lic am en te e sc re ve -s e: 6 – 2 = 4 . É i m po rta nt e qu e o pr of es so r, a pa rti r de st a si tu aç ão c on cr et a, e xp liq ue a os al un os o s s in ai s d e m en os (- ), ig ua l ( =) e o s s eu s s ig ni fic ad os , u sa nd o a lin gu ag em c or re nt e e m at em át ic a: O m od el o de ti ra r po de a de qu ar -s e a es ta s itu aç ão , p oi s de 6 p os so ti ra r 2. N or m al m en te , a s cr ia nç as u sa m e st e m od el o at ra vé s da co nt ag em d e ob je ct os c on cr et os . 133 13 4 E nt re ta nt o, o t ir ar n ão r es po nd e a to do s os p ro bl em as d a vi da r el ac io na do s co m a s ub tra cç ão . Te m os a in da o c om pl et ar e o co m pa ra r. E xe m pl o de c om pl et ar : b) Te nh o 2 lá pi s d e co r, m as p re ci so d e 6. Q ua nt os lá pi s d e co r f al ta m ? N es ta s itu aç ão , é m ai s pr át ic o pe ns ar n o m od el o de c om pl et ar , i st o é, te nh o 2 e fa lta m -m e (3 ), (4 ), (5 ) e (6 ). Sã o ex ac ta m en te 4 pa ss os :1 2 3 4 Lo go , f al ta m 4 lá pi s d e co r. E xe m pl o de c om pa ra r: c) N es te c as o, a su bt ra cç ão p od e se r r ea liz ad a at ra vé s d a re la çã o (u m p ar a um ) d os o bj ec to s. O s tri ân gu lo s q ue re st am c or re sp on de m à di fe re nç a. Po rt an to : 5 – 3 = 2 134 13 5 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE CT IV O S ES PE C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r c ap az d e: C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia II I E SP A Ç O E FO R M A Id en tif ic ar L in ha s a be rta s, fe ch ad as e c ur va s; Tr aç ar li nh as a be rta s, fe ch ad as e cu rv as ; Id en tif ic ar a s f ig ur as p la na s D es en ha r e p in ta r f ig ur as pl an as . Fi gu ra s e só lid os ge om ét ri co s Li nh as ab er ta s, fe ch ad as e c ur va s N oç ão d e re ct ân gu lo , tri ân gu lo e c írc ul o N oç ão d o po nt o. R el ac io na a s f ig ur as p la na s c om a s di fe re nt es fo rm as d e ob je ct os re ai s. 20 Su ge st õe s M et od ol óg ic as E sp aç o e fo rm a N a ab or da ge m d os c on te úd os d es ta u ni da de te m át ic a, o p ro fe ss or p od er á or ie nt ar o s al un os p ar a tra ze re m a lg um m at er ia l d id ác tic o qu e es te ja a o se u al ca nc e, c om o ca ix in ha s, pa co te s de c há , d e su m o, d e le ite , d e lá pi s de c or , l at as d e le ite c on de ns ad o, d e az ei te , o es qu ad ro , s in ai s d e trâ ns ito , e tc ., cu ja s f ac es p er m iti rã o ob se rv ar a fo rm a de a lg um as fi gu ra s p la na s ( re ct ân gu lo , t riâ ng ul o e cí rc ul o) . A tra vé s da o bs er va çã o e m an ip ul aç ão d e ob je ct os e d e só lid os g eo m ét ric os , p re te nd e- se q ue o s al un os c om ec em a a pe rc eb er -s e de ce rta s se m el ha nç as e d ife re nç as e xi st en te s en tre e le s, ut ili za nd o m at er ia l d e de sp er dí ci o, c om o, p or e xe m pl o, c ai xa s va zi as , t ub os e ou tro s. O s a lu no s p od em fa ze r d ife re nt es c on st ru çõ es , o q ue c on tri bu irá p ar a o re co nh ec im en to in tu iti vo d as fo rm as . É im po rta nt e qu e os a lu no s d es en he m , p in te m , f aç am d ob ra ge ns , r ec or te s, co la ge ns e o ut ra s a ct iv id ad es . O s a lu no s p od em id en tif ic ar v ár ia s f ig ur as g eo m ét ric as (q ua dr ad os , t riâ ng ul os , c írc ul os , r ec tâ ng ul os ), em o bj ec to s d a vi da re al . A in da n es ta fa se , o s a lu no s, so b a or ie nt aç ão d o pr of es so r, po de rã o de se nh ar e p in ta r f ig ur as p la na s. O s de se nh os q ue o s al un os f az em n os jo go s de “ ne ca s” , “ m at ha ku dz an a” ( ex pl ic aç ão ), be rli nd es e o ut ro s, po de m s er r el ac io na do s co m fi gu ra s p la na s. 135 13 7 Su ge st õe s M et od ol óg ic as O z er o Em u m a pr im ei ra fa se , o z er o é in tro du zi do n a ba se d e ex em pl os q ue d em on st ra m a a us ên ci a de e le m en to s. Po r e xe m pl o, o pr of es so r p od e us ar u m a la ta v az ia e m os tra r a os a lu no s q ue n ão c on té m n en hu m e le m en to (e st á va zi a) . Em u m a se gu nd a fa se , o z er o é in tro du zi do c om b as e na d ife re nç a de d oi s nú m er os ig ua is q ue re pr es en ta m q ua nt id ad es de d oi s c on ju nt os , c om o m es m o nú m er o de e le m en to s. O n úm er o na tu ra l z er o de ve se r i nt ro du zi do d ep oi s d o nú m er o na tu ra l 5 , p ar a pe rm iti r q ue a s cr ia nç as re al iz em o pe ra çõ es de a di çã o e su bt ra cç ão e re so lv am p ro bl em as a té 5 . Ex em pl o 1: d es en ha r ba na na s em u m la do e , n o ou tro , d es en ha r du as c as ca s de b an an a. O p ro fe ss or p od er á ex pl ic ar a no çã o de z er o, a p ar tir d e si tu aç õe s c on cr et as d a cr ia nç a. Ex em pl o 2: O p ro fe ss or p od er á m os tra r u m a la ta v az ia e d iz er a os a lu no s qu e el a nã o te m n ad a. N ão te r n ad a, s ig ni fic a te r z er o. E xe m pl o 3: tí nh am os d oi s c op os e p ar tir am -s e os d oi s. C om q ua nt os c op os fi ca m os ? E x: 2 - 2 = 0 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C IF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia IV N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) Le r e es cr ev er o n úm er o ze ro ; A ss oc ia r qu an tid ad es ao s nú m er os a té 5 ; A di ci on ar e su bt ra ir at é 5.N úm er o na tu ra l 0 N oç ão d o nú m er o ze ro Le itu ra e e sc rit a do n úm er o Ze ro (0 ) A di çã o e su bt ra cç ão a té 5 R es ol ve p ro bl em as d e ad iç ão e su bt ra cç ão a té 5 . 5 136 13 8 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga ho rá ri a IV N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) Le r e e sc re ve r n úm er os na tu ra is a té 9 ; A ss oc ia r q ua nt id ad es a os nú m er os a té 9 ; O rd en ar e c om pa ra r nú m er os n at ur ai s a té 9 ; A di ci on ar n úm er os n at ur ai s at é 9; Su bt ra ir nú m er os n at ur ai s at é 9; Id en tif ic ar , p in ta nd o, o s nú m er os n at ur ai s a té 9 ; M od el ar o s n úm er os na tu ra is a té 9 ; R ec or ta r e c ol ar o s nú m er os n at ur ai s, at é 9. N úm er os n at ur ai s d e 6 a 9: N úm er o na tu ra l 6 C on ta ge m d e ob je ct os L ei tu ra e e sc rit a do n úm er o 6 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 6 C on ce ito s de n úm er os a nt es e d ep oi s, at é 6 N úm er o na tu ra l 7 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 7 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 7 N úm er o na tu ra l 8 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 8 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 8 R es ol ve p ro bl em as qu ot id ia no s q ue en vo lv em n úm er os na tu ra is a té 9 . 30 N úm er o na tu ra l 9 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 9 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 9 137 13 9 O rd en aç ão d e nú m er os a té 9 C om pa ra çã o do s nú m er os de nt ro do lim ite 9 , s em u sa r os s ím bo lo s (< , = e >) A di çã o e su bt ra cç ão a té 9 Es tra té gi as d e cá lc ul o m en ta l d e ad iç ão at é 9 Es tra té gi as de cá lc ul o m en ta l de su bt ra cç ão a té 9 . IV N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) Le r e e sc re ve r n úm er os na tu ra is a té 1 0; A ss oc ia r q ua nt id ad es a os nú m er os a té 1 0; O rd en ar e c om pa ra r nú m er os n at ur ai s a té 1 0; A di ci on ar n úm er os n at ur ai s at é 10 ; Su bt ra ir nú m er os n at ur ai s at é 10 ; Id en tif ic a, p in ta nd o, o s nú m er os n at ur ai s a té 1 0; M od el a os n úm er os na tu ra is a té 1 0; R ec or ta e c ol a os n úm er os na tu ra is , a té 1 0. N úm er o na tu ra l 1 0 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 10 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 10 N oç ão d e de ze na . R es ol ve pr ob le m as qu ot id ia no s a té 10 . 10 138 Sugestões Metodológicas O tratamento de números de 6 a 10 deve ser feito na base de uso de objectos concretos e aplicação do conceito “depois” (+1), adicionando-lhes a unidade: 6 + 1, 7 + 1, 8 + 1 e 9 + 1. Exemplo: 5 + 1 = 6 (O aluno pensa no número depois do 5). Os alunos devem ser orientados a realizarem actividades de identificação e ordenação de números aprendidos, através de pintura e colagem no quadro da sala. Os alunos podem também fazer a modelagem dos números de 6 a 10, para consolidação. O professor poderá explicar aos alunos a noção de dezena, que pode ser exemplificada com os dedos das duas mãos ou molhos de 10 pauzinhos. O professor deve relacionar os números aprendidos com as datas festivas, comemorativas e\ou históricas, até 10. Exemplos: 7 de Abril, Falar do dia da mãe, 7 Setembro…. 139 14 1 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga ho rá ri a IV N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) Le r e e sc re ve r n úm er os na tu ra is a té 2 0; A ss oc ia r q ua nt id ad es a os nú m er os a té 2 0; O rd en ar e c om pa ra r n úm er os na tu ra is a té 2 0; A di ci on ar n úm er os n at ur ai s at é 20 ; Su bt ra ir nú m er os n at ur ai s a té 20 ; I de nt ifi ca r, pi nt an do , o s nú m er os n at ur ai s a té 20 ; M od el ar o s n úm er os n at ur ai s at é 20 ; R ec or ta r e c ol a os n úm er os na tu ra is , a té 2 0. N úm er os n at ur ai s 1 1 e 12 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do s n úm er os 1 1 e 12 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a os n úm er os 1 1 e 12 C ál cu lo m en ta l d e ad iç ão e su bt ra cç ão a té 1 2 C om po si çã o e de co m po si çã o de n úm er os 1 1 e 12 N oç ão d e dú zi a R es ol ve p ro bl em as q ue en vo lv em n úm er os na tu ra is a té 2 0. 20 N úm er os 1 3, 1 4 e 15 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do s n úm er os 1 3, 1 4 e 15 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a os n úm er os 1 3, 1 4 e 15 C ál cu lo m en ta l d e ad iç ão e su bt ra cç ão a té 1 5 C om po si çã o e de co m po si çã o de n úm er os a té 1 5 40 N úm er os 1 6, 1 7, 1 8 e 19 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do s n úm er os : 1 6, 1 7, 1 8 e 19 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a os n úm er os 1 6, 1 7, 1 8 e 19 C ál cu lo m en ta l e m a di çã o e su bt ra cç ão a té 1 9 C om po si çã o e de co m po si çã o de n úm er os a té 1 9 40 N úm er o 20 C on ta ge m d e ob je ct os Le itu ra e e sc rit a do n úm er o 20 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a o nú m er o 20 O rd en aç ão e c om pa ra çã o (s em u so d e si na is < , = e > ) do s n úm er os , a té 2 0 C om po si çã o e de co m po si çã o de n úm er os , a té 2 0 C ál cu lo m en ta l d e ad iç ão e su bt ra cç ão , a té 2 0 20 140 Sugestões Metodológicas Leitura e escrita de números de 11 a 19 O tratamento de números naturais de 11 a 19 pode ser feito de duas maneiras: a) Manter a base 10 e adicionar sucessivamente 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. Isto é, 10 + 1 = 11; 10 + 2= 12, 10 + 3 = 13, …., 10 + 9 = 19. b) Manter a unidade, aplicando o conceito depois: 10 + 1 =11; 11 + 1 = 12; 12 + 1=13,… , 18 + 1 = 19 Recomenda-se, entretanto, que o professor explique a importância da formação de números a partir da alínea a), pois os alunos adquirem o conhecimento do sistema decimal. A noção de dúzia pode ser exemplificadacom conjuntos de objectos com 12 elementos. O professor deve proporcionar actividades que levem os alunos a treinar a escrita de números, obedecendo as etapas do seu tratamento. O professor deve relacionar os números aprendidos com as datas festivas e comemorativas até 19. Exemplos: 12 de Outubro, 16 de Junho e outras. Leitura e escrita do número natural 20 O professor orienta, por exemplo, a formação do número 20, a partir de dois feixes (molhos) de 10 pauzinhos cada. Depois da leitura e escrita do número, poderá explicar aos alunos que 20 corresponde a duas dezenas. Exemplo: 10 + 10 =20 141 14 4 Su ge st õe s M et od ol óg ic as G R A N D E ZA S E M E D ID A S 1. M ed iç ão d e co m pr im en to s N o tra ta m en to d e no çõ es i nt ui tiv as d e m ed iç ão d e co m pr im en to s, os a lu no s de ve m c om pa ra r co m pr im en to s, cl as si fic ar o bj ec to s se gu nd o o co m pr im en to e a gr up á- lo s. O p ro fe ss or d ev e or ie nt ar o s al un os n a m ed iç ão d e vá rio s ob je ct os ( ca de rn o, li vr o, c ar te ira , l áp is e o ut ro s) e e sp aç os ( sa la d e au la , ca m po d e jo go s, ja rd im , h or ta ), us an do p al m os d a m ão , p és e p as so s. Es ta s ac tiv id ad es tê m e m v is ta m os tra r q ue o s re su lta do s ob tid os pe lo s di fe re nt es a lu no s, ao m ed ir o m es m o es pa ço , n ão s ão ig ua is . E m s eg ui da , d oi s (2 ) o u trê s (3 ) a lu no s us am o m et ro p ar a m ed ir o m es m o es pa ço e v er ifi ca rã o qu e o re su lta do o bt id o é o m es m o. A ss im , r ev el a- se a n ec es si da de d a ex is tê nc ia d e um a m ed id a pa dr ão , o M E T R O . U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no C ar ga ho rá ri a V G R A N D E ZA S E M E D ID A S Tr aç ar li nh as d e di fe re nt es co m pr im en to s; M ed ir co m pr im en to s d e ob je ct os ; C om pa ra r c om pr im en to s, ca pa ci da de -v ol um e e m as sa . C om pr im en to , c ap ac id ad e- vo lu m e e m as sa N oç õe s i nt ui tiv as d e m ed iç ão de c om pr im en to N oç ão d o m et ro N oç õe s de ca pa ci da de - vo lu m e N oç õe s d e m as sa R es ol ve pr ob le m as qu e en vo lv em m ed iç õe s. 20 142 2. C ap ac id ad e- vo lu m e N o tra ta m en to d e n oç õe s i nt ui tiv as d e m ed iç ão d e c ap ac id ad e e v ol um e, o s a lu no s d ev em : c la ss ifi ca r r ec ip ie nt es , s eg un do a ca pa ci da de , ve rifi ca nd o de po is p or tr an sv as am en to ; e a gr up ar re ci pi en te s d e di fe re nt es c ap ac id ad es . En ch e- se u m re ci pi en te , s er vi nd o- se d e ou tro m ai s p eq ue no e c on ta -s e o nú m er o de v ez es q ue fo i n ec es sá rio p ar a en ch ê- lo . O p ro fe ss or p od e se le cc io na r u m a sé rie d e ob je ct os : c op os , j ar ra s, la ta s, ga rra fa s, pe dr as e á gu a, p ar a da r a n oç ão d e ca pa ci da de e v ol um e. O p ro fe ss or m os tra u m a j ar ra co m ág ua e um a p ed ra . E m se gu id a, m os tra o n ív el d a á gu a. P ed e a u m (a ) a lu no (a ) p ar a m er gu lh ar a pe dr a na ja rr a de á gu a, e nq ua nt o os o ut ro s v ão o bs er va nd o. D ep oi s, o pr of es so r p er gu nt a ao s a lu no s: O q ue a co nt ec eu q ua nd o o( a) a lu no (a ) m er gu lh ou a p ed ra n a ja rr a? Po ss ív ei s r es po st as : A á gu a au m en to u; a á gu a su bi u de n ív el , e tc . C om b as e na s re sp os ta s da da s pe lo s al un os , c on cl ui -s e qu e a pe dr a te m u m v ol um e de te rm in ad o pe lo e sp aç o qu e oc up a. O s al un os co m pa ra m d ife re nt es v ol um es e c ap ac id ad es . O p ro fe ss or d ev e pr op or ci on ar a os a lu no s v ár ia s o po rtu ni da de s d e re al iz ar em m an ip ul aç õe s d e tra ns va sa m en to d e líq ui do s o u ar ei a. Po r e xe m pl o: O p ro fe ss or c ol oc a à di sp os iç ão d os a lu no s 3 c op os (A , B e C ), do s q ua is 2 c op os (A e B ) d ev em se r i gu ai s. A se gu ir, p ed e a um a lu no p ar a qu e os e nc ha d e ág ua e q ue ti nj a um d el es c om ti nt a. Em se gu id a, o p ro fe ss or p ed e ao a lu no q ue d es pe je o lí qu id o co nt id o em B , p ar a um c op o C m ai s e st re ito e p er gu nt a à tu rm a: D os c op os A e C , q ua l é q ue c on té m m ai s l íq ui do ? Se o s a lu no s a in da n ão p os su íre m a n oç ão d e co ns er va çã o, d irã o qu e há m ai s á gu a no c op o C . O m es m o po de rá a co nt ec er , a o us ar -s e um c op o D d e m ai or s ec çã o; o s al un os p od er ão re sp on de r q ue o c op o A é q ue te m m ai s ág ua . Is to p or qu e os a lu no s f az em u m a le itu ra p er ce pt iv a, c en tra da a pe na s e m u m a sp ec to . É pr ec is o qu e se ja m r ea liz ad as v ár ia s ex pe riê nc ia s, pa ra q ue o s al un os p os sa m c om pr ee nd er q ue a c ap ac id ad e se m an té m , in de pe nd en te m en te d a fo rm a do re ci pi en te . 3. M as sa O p ro fe ss or d ev er á pr oc ur ar sa be r s e os a lu no s j á vi ra m a lg ué m a p es ar p ro du to s n a lo ja , t al ho , s up er m er ca do , o u m er ca do . A se gu ir, o p ro fe ss or p od er á a pr es en ta r-l he s d ife re nt es o bj ec to s, pa ra el es o bs er va re m e de ci di re m q ua l d el es é qu e p es a m ai s, m en os , o u ig ua l. Po r fi m , o s a lu no s p od er ão c on fe rir a s s ua s r es po st as , p es an do o s p ro du to s c om a s s ua s m ão s, co m o se e st as fo ss em u m a ba la nç a. Pa ra o e st ud o da s gr an de za s, é ne ce ss ár io m at er ia l v ar ia do n a sa la d e au la ( ré gu as , c or da s, ba nd as d e ca rtã o) e r ec ip ie nt es , p ar a a m ed iç ão d e vo lu m es e c ap ac id ad es . 14 7 U N ID A D E T E M Á TI C A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M a lu no C ar ga ho rá ri a N Ú M E R O S V I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (3 ) L er e e sc re ve r n úm er os na tu ra is a té 5 0 O rd en ar n úm er os n at ur ai s at é 50 C om pa ra r n úm er os n at ur ai s at é 50 A di ci on ar n úm er os n at ur ai s at é 50 S ub tra ir nú m er os n at ur ai s a té 50 N úm er os d e 21 a 5 0 Le itu ra e e scrit a do s nú m er os p or et ap as : D e 21 a 3 0 D e 31 a 4 0 D e 41 a 5 0 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a té 5 0. O rd en aç ão e co m pa ra çã o de nú m er os s em u so d e si na is , at é 50 ; C om po si çã o e de co m po si çã o de nú m er os , a té 5 0 C ál cu lo m en ta l em ad iç ão e su bt ra cç ão , a té 5 0 R es ol ve p ro bl em as r ea is at é 50 . 45 R E V IS Ã O C on so lid aç ão do s pr in ci pa is co nt eú do s d a 1a C la ss e R es ol ve p ro bl em as d o qu ot id ia no , ap lic an do o s c on he ci m en to s d a 1a cl as se . 20 T O T A L 38 0 Su ge st õe s M et od ol óg ic as L ei tu ra e e sc ri ta d e nú m er os n at ur ai s d e 21 a 50 O s n úm er os 3 0, 4 0 e 50 sã o in tro du zi do s a tra vé s d a fo rm aç ão d os m úl tip lo s d e 10 . Ex em pl o: 1 0 + 10 = 2 0; 2 0 + 10 = 3 0; 3 0 + 10 = 4 0, 4 0 + 10 = 50 . N a fo rm aç ão d e ou tro s n úm er os q ue n ão se ja m d ez en as in te ira s, ad ic io na m -s e su ce ss iv am en te à s d ez en as 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 e 9 . Po r e xe m pl o: 3 1 = 30 + 1 ; 3 2 = 30 + 2 ; 3 3 = 30 + 3 ;3 8 = 30 + 8; 3 9 = 30 + 9 . 143 14 7 U N ID A D E T E M Á TI C A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M a lu no C ar ga ho rá ri a N Ú M E R O S V I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (3 ) L er e e sc re ve r n úm er os na tu ra is a té 5 0 O rd en ar n úm er os n at ur ai s at é 50 C om pa ra r n úm er os n at ur ai s at é 50 A di ci on ar n úm er os n at ur ai s at é 50 S ub tra ir nú m er os n at ur ai s a té 50 N úm er os d e 21 a 5 0 Le itu ra e e sc rit a do s nú m er os p or et ap as : D e 21 a 3 0 D e 31 a 4 0 D e 41 a 5 0 A ss oc ia çã o de q ua nt id ad es a té 5 0. O rd en aç ão e co m pa ra çã o de nú m er os s em u so d e si na is , at é 50 ; C om po si çã o e de co m po si çã o de nú m er os , a té 5 0 C ál cu lo m en ta l em ad iç ão e su bt ra cç ão , a té 5 0 R es ol ve p ro bl em as r ea is at é 50 . 45 R E V IS Ã O C on so lid aç ão do s pr in ci pa is co nt eú do s d a 1a C la ss e R es ol ve p ro bl em as d o qu ot id ia no , ap lic an do o s c on he ci m en to s d a 1a cl as se . 20 T O T A L 38 0 Su ge st õe s M et od ol óg ic as L ei tu ra e e sc ri ta d e nú m er os n at ur ai s d e 21 a 50 O s n úm er os 3 0, 4 0 e 50 sã o in tro du zi do s a tra vé s d a fo rm aç ão d os m úl tip lo s d e 10 . Ex em pl o: 1 0 + 10 = 2 0; 2 0 + 10 = 3 0; 3 0 + 10 = 4 0, 4 0 + 10 = 50 . N a fo rm aç ão d e ou tro s n úm er os q ue n ão se ja m d ez en as in te ira s, ad ic io na m -s e su ce ss iv am en te à s d ez en as 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 e 9 . Po r e xe m pl o: 3 1 = 30 + 1 ; 3 2 = 30 + 2 ; 3 3 = 30 + 3 ;3 8 = 30 + 8; 3 9 = 30 + 9 . Programa de Matemática 2ª Classe 145 14 9 PL A N O T E M Á T IC O D A 2 ª C L A SS E Su ge st õe s M et od ol óg ic as C on so lid aç ão d os c on te úd os d a 1ª c la ss e A 2 ª c la ss e in ic ia c om a c on so lid aç ão d os p rin ci pa is c on te úd os d a 1ª c la ss e, q ue s er vi rã o de p re ss up os to s pa ra o tr at am en to d os n ov os co nt eú do s: a) C on ta ge m p ro gr es si va e re gr es si va ; b) C ál cu lo o ra l ( m en ta l) e es cr ito ; c) D ec om po siç ão e c om po si çã o em d ez en as e u ni da de s; d) D et er m in aç ão d o su ce ss or e a nt ec es so r d e um n úm er o da do ; e) L ei tu ra , e sc rit a, o rd en aç ão e c om pa ra çã o do s n úm er os n at ur ai s; f) A di çã o e su bt ra cç ão a té 5 0. O p ro fe ss or p od er á us ar a s m et od ol og ia s s ug er id as n a 1ª c la ss e, p ar a a co ns ol id aç ão . Ex em pl o: N a co ns ol id aç ão d o cá lc ul o m en ta l d e op er aç õe s, ta is co m o: 1 4 + 3; 7 + 1 2, o s al un os p od er ão m em or iz ar a p ar ce la m ai or e c on ta r p ar a a fre nt e, ta nt as v ez es a p ar ce la m en or , i nd ep en de nt em en te d a po si çã o da s p ar ce la s. En qu an to , n o qu e se re fe re à su bt ra cç ão d o tip o 13 – 9 , s e po de c on ta r pa ra a f re nt e a pa rti r do d im in ui do r at é ao d im in ue nd o, o u co nt ar p ar a at rá s, a pa rti r do d im in ue nd o at é ao d im in ui do r. O m es m o já n ão se ria a co ns el há ve l p ar a a su bt ra cç ão d o tip o 43 – 9 (o nd e o di m in ue nd o é m ai or q ue 2 0 e o di m in ui do r s ej a um d íg ito ). Pa ra e ste s c as os , c on cr et iz a- se o d im in ui do r 9 , c on ta nd o pa ra a trá s, a pa rti r d o di m in ue nd o. Ex em pl o: 4 3, (4 2, 4 1, 4 0, 3 9, 3 8, 3 7, 3 6, 3 5, 3 4) . o ú lti m o nú m er o da c on ta ge m re gr es si va , p or ta nt o, o 3 4 é ig ua l a d ife re nç a. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 O s a lu no s p od er ão re al iz ar a ct iv id ad es so br e a co nt ag em 2 e m 2 , 5 e m 5 e 1 0 em 1 0, a té 5 0, se m o u so d e ob je ct os . U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) Le r e e sc re ve r n úm er os n at ur ai s at é 50 O rd en ar n úm er os n at ur ai s a té 5 0 C om pa ra r n úm er os n at ur ai s a té 5 0 A di ci on ar n úm er os n at ur ai s a té 5 0 Su bt ra ir nú m er os n at ur ai s a té 5 0 C on ta r o s n úm er os n at ur ai s a té 5 0. R ev isã o - C on ta ge m , le itu ra , or de na çã o e co m pa ra ç ã o de nú m er os na tu ra is a té 5 0; - C om po si çã o e de co m po si çã o de nú m er os n at ur ai s a té 5 0; - C ál cu lo m en ta l e es cr ito de ad iç ão e su bt ra cç ão a té 5 0. C on ta ge m e e sc ri ta d e nú m er os na tu ra is at é 50 d e: - 2 e m 2 ; - 5 em 5 ; - 10 e m 1 0. R es ol ve pr ob le m as qu e en vo lv em nú m er os na tu ra is a té 5 0. 40 146 15 1 Su ge st õe s M et od ol óg ic as L ei tu ra e e sc ri tad e nú m er os n at ur ai s d e 51 a 1 00 O p ro fe ss or p od er á or ie nt ar o a lu no p ar a co nt ar , p ro gr es si va m en te , d e 10 e m 1 0, a té 1 00 . S ug er e- se q ue a fo rm aç ão d e nú m er os d e 51 at é 10 0 se ja re al iz ad a da se gu in te m an ei ra : 5 0 + 10 = 6 0 6 0 + 10 = 7 0 9 0 + 10 = 1 00 N a fo rm aç ão d e ou tro s n úm er os q ue n ão se ja m d ez en as in te ira s, ad ic io na m -s e su ce ss iv am en te à s d ez en as 1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 e 9 . Po r e xe m pl o: 5 1 = 50 + 1 ; 5 2 = 50 + 2 ; 5 3 = 50 + 3 ;5 8 = 50 + 8; 5 9 = 50 + 9 . O a lu no d ev e re al iz ar a ct iv id ad es d e re co rte e c ol ag em d e nú m er os , p ar a or de na çã o e co m pa ra çã o do s m es m os . O p ro fe ss or e xp lic a ao a lu no o p re en ch im en to d a ta be la d e po si çã o, a p ar tir d a de co m po si çã o de n úm er os e m d ez en a e un id ad e, a té 1 00 . O a lu no r ea liz a as o pe ra çõ es d e ad iç ão e s ub tra cç ão , u sa nd o nú m er os r ec or ta do s. O p ro ce di m en to e sc rit o de a di çã o e su bt ra cç ão de ve rá s er e xp lic ad o na b as e de ta be la d e po si çã o, s em tr an sp or te . É im po rta nt e qu e o pr of es so r d es ta qu e qu e, ta nt o na a di çã o co m o U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga ho rá ri a I N Ú M E R O S N A TU R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) Le r e e sc re ve r nú m er os n at ur ai s at é 10 0 O rd en ar n úm er os na tu ra is a té 1 00 C om pa ra r n úm er os na tu ra is a té 1 00 A di ci on ar n úm er os na tu ra is a té 1 00 Su bt ra ir nú m er os na tu ra is a té 1 00 N úm er os n at ur ai s d e 51 a 1 00 L ei tu ra e e sc ri ta d e nú m er os n at ur ai s d e: 51 a 6 0 61 a 7 0 71 a 8 0 81 a 9 0 91 a 1 00 O rd en aç ão (c re sc en te e d ec re sc en te ) d e nú m er os n at ur ai s a té 1 00 ; C om pa ra çã o de n úm er os , u sa nd o os si na is < , = e > . R es ol ve pr ob le m as qu e en vo lv em nú m er os n at ur ai s at é 10 0 40 D ez en a e un id ad e C on ce ito d e de ze na e u ni da de D ec om po si çã o de n úm er os n at ur ai s e m d ez en as e u ni da de s Ta be la d e po si çã o A di çã o na fo rm a ho riz on ta l e v er tic al , a té 1 00 , s em tr an sp or te Su bt ra cç ão n a fo rm a ho riz on ta l e v er tic al , a té 1 00 , s em em pr és tim o Le itu ra e e sc rit a de n úm er os o rd in ai s a té 2 0º 60 15 2 na s ub tra cç ão , a co lo ca çã o do s al ga ris m os n a po si çã o de d ez en as e u ni da de s de ve s er r es pe ita da . N es te s en tid o, o a lu no p od er á re al iz ar jo go s q ue e xi ja m , p rim ei ro , a d ef in iç ão d a or de m q ue c ad a al ga ris m o oc up a. 147 15 3 Su ge st õe s M et od ol óg ic as M ed id as d e te m po O R E L Ó G IO É im po rta nt e qu e o pr of es so r e xp liq ue a os a lu no s so br e a ne ce ss id ad e qu e o ho m em s em pr e te ve d e m ed ir o te m po , m ui to a nt es d a in ve nç ão d o re ló gi o. N o tra ta m en to d e m ed iç ão d e te m po , o p ro fe ss or d ev er á or ie nt ar o s al un os a c on st ru ire m u m r el óg io d e po nt ei ro s, fix an do o s po nt ei ro s co m pa uz in ho , a ta ch e (fi xa do r do s po nt ei ro s) , u sa nd o di ve rs os m at er ia is re ci cl áv ei s (c ar tõ es e c ai xa s) . P ar a a co nc re tiz aç ão d es ta a ct iv id ad e, s ug er e- se q ue se re co rte m c ar tõ es e c ai xa s, de m od o a qu e ca da a lu no te nh a o se u re ló gi o. O C A L E N D À R IO Tr at a- se , f un da m en ta lm en te , d e in ic ia r o s a lu no s n a to m ad a de c on sc iê nc ia d a su ce ss ão d os d ia s d a se m an a, d os m es es d o an o e de o s do ta r d e um vo ca bu lá rio ú til , n a vi da c or re nt e. O s a lu no s c om eç am p or re co rd ar o s d ia s d a se m an a. O p ro fe ss or d ev e in ic ia r c ad a di a de tr ab al ho , e sc re ve nd o no q ua dr o a da ta d es se d ia e a s cr ia nç as re gi st am n o ca de rn o di ár io , a ss im c om o o di a da se m an a. Se rá ú til a e xi st ên ci a de u m c al en dá rio n a sa la d e au la . O p ro fe ss or p od e or ie nt ar o s al un os a c on st ru í-l o. D es te m od o, o s al un os fa m ili ar iz am -s e co m o c al en dá rio e to m ar ão c on sc iê nc ia d os d ia s. D ia ria m en te , o s a lu no s d ev er ão a ss in al ar o d ia d a se m an a no c al en dá rio . Em c ad a se gu nd a- fe ira , p in ta m c om a m es m a co r o sá ba do e o d om in go a nt er io re s ( di as e m q ue n ão fo ra m à e sc ol a) . Es ta a ct iv id ad e de ve m an te r- se a o lo ng o do a no . Q ua nd o ac ab a o m ês , o s a lu no s a fix am u m a no va fo lh a e co m eç am o m ês se gu in te . U m a ac tiv id ad e im po rta nt e é as si na la r, no c al en dá rio , o s f er ia do s, as d at as c om em or at iv as e , t am bé m , o s a ni ve rs ár io s d as c ria nç as . O s a lu no s r ea liz am v ár io s e xe rc íc io s d e id en tif ic aç ão d os fe ria do s e d at as c om em or at iv as n o ca le nd ár io , n om ea da m en te : 1 de M ai o, 1 d e Ju nh o, 3 d e Fe ve re iro , 4 d e O ut ub ro , 7 d e A br il, 7 d e Se te m br o, 1 6 de Ju nh o, 2 5 de Ju nh o, 2 5 de S et em br o, 1 2 de O ut ub ro , 2 5 de D ez em br o, D ia d a M ãe e d o Pa i ( da ta v ar iá ve l). O p ro fe ss or d ev e co nt ro la r o s n úm er os d as d at as c om em or at iv as , e sc rit os p el os a lu no s n o qu ad ro e n os se us c ad er no s U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga ho rá ri a II G R A N D E ZA S E M ED ID A S Le r e m ar ca r h or as in te ira s; C on st ru ir re ló gi os ; Id en tif ic ar d ia , s em an a, m ês e o a no . O r el óg io H or as in te ira s O c al en dá ri o D ia , s em an a, m ês e a no . R es ol ve p ro bl em as q ue e nv ol ve m m ed id as d e te m po . 30 148 15 4 Su ge stõe s M et od ol óg ic as A m ul tip lic aç ão O p ro fe ss or p od er á se le cc io na r m at er ia l c on cr et iz ad or p ar a a au la , p or e xe m pl o, fl or es , l áp is , c ad er no s e ou tro s. O s pr óp rio s al un os po de rã o se rv ir de m at er ia l c on cr et iz ad or . Ex em pl o: o p ro fe ss or p od er á fo rm ar tr ês g ru po s de d oi s al un os c ad a e co lo cá -lo s em fr en te d a tu rm a, p ar a pe rm iti r a o bs er va çã o do s ou tro s. D ep oi s p er gu nt a à tu rm a: Q ua nt os a lu no s e st ão à fr en te ? Q ua nt os g ru po s s ão ? Q ua nt os a lu no s e st ão e m c ad a gr up o? A p ar tir d as r es po st as d ad as p el os a lu no s, o pr of es so r ex pl ic a o co nc ei to d e m ul tip lic aç ão a tra vé s de a di çã o su ce ss iv a de p ar ce la s ig ua is : 2 + 2 + 2 = 6 U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia II I N Ú M E R O S N A TU R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) In te rp re ta r o si gn ifi ca do d a m ul tip lic aç ão , c om o ad iç ão d e pa rc el as ig ua is ; Id en tif ic ar n úm er os p ar es e ím pa re s; C on ta r d e 10 e m 1 0 e de 2 0 em 2 0, at é 10 0; Ef ec tu ar a m ul tip lic aç ão p or 2 , 3 , 4 , 5 e 10 se m tr an sp or te Ef ec tu ar a d iv is ão p or 2 , 3 , 4 , 5 e 1 0 se m re st o. M ul tip lic aç ão a té 5 0 N oç ão d e m ul tip lic aç ão N úm er os p ar es e ím pa re s C on ta ge m d e 10 e m 1 0 e de 2 0 em 2 0, a té 1 00 M ul tip lic aç ão p or 2 , 3 , 4 e 5 Tá bu as d e m ul tip lic aç ão O d ob ro , a m et ad e e o tri pl o de um n úm er o R es ol ve p ro bl em as q ue en vo lv em m ul tip lic aç ão p or 2, 3 , 4 , 5 e 1 0 e de d iv is ão a té 50 . 60 D iv isã o at é 50 N oç ão d e di vi sã o D iv is ão p ar tit iv a co m o su bt ra cç õe s su ce ss iv as a té 5 0, c om o s di vi so re s 2, 3 , 4 , 5 e 1 0 A d iv is ão c om o op er aç ão i nv er sa da m ul tip lic aç ão A d iv is ão p or 2 , 3 , 4 , 5 e 1 0 60 149 15 5 Q ua nt as v ez es a pa re ce m o s do is (2 )? 2 + 2 + 2 “ Sã o trê s ve ze s, os d oi s” 3 x 2 = 6 . A na lo ga m en te , i nt ro du z- se a m ul tip lic aç ão p or 2 , 3, 4 , 5 e 1 0. O s pr ob le m as e e xe rc íc io s co m d is tri bu iç õe s re ct an gu la re s aj ud am a r ea lç ar a e st ru tu ra m ul tip lic at iv a. N o no ss o di a- a- di a, ob se rv am os d iv er sa s di st rib ui çõ es r ec ta ng ul ar es : um a em ba la ge m , ca rtã o ou f av os d e ov os , um a ca ix a de r ef re sc os , um a ja ne la re ct an gu la r c om v ár io s v id ro s e o ut ra s. N oç ão d e di vi sã o A n oç ão d e di vi sã o de ve s er e xp lo ra da a p ar tir d e si tu aç õe s- pr ob le m a qu e en vo lv em ra ci oc ín io s de d iv is ão , r el ac io na nd o co m a s trê s op er aç õe s j á es tu da da s, te nd o em c on ta q ue : A d iv is ão e st á re la ci on ad a co m a m ul tip lic aç ão , p oi s a d iv is ão é a o pe ra çã o in ve rs a da m ul tip lic aç ão : Ex em pl o: 2 5 : 5 = 5 p or qu e 5 x 5 = 25 A d iv is ão e st á ta m bé m re la ci on ad a co m a a di çã o. E xe m pl o: V am os m os tr ar c om o re so lv er u m p ro bl em a, u sa nd o os d ife re nt es r ac io cí ni os . Pr ob le m a: A Y ol an da te m u m p ac ot e co m 1 5 bo la ch as . S e co m er 3 b ol ac ha s p or d ia , q ua nt os d ia s l ev a pa ra c om er to do o p ac ot e? a) R ac io cí ni o qu e en vo lv e a ad iç ão : b) V er ifi ca m -s e qu an to s g ru po s d e 3 se o bt êm p ar a co m pl et ar 1 5. 1. a A fi gu ra m os tra c la ra m en te q ue se o bt êm 5 g ru po s d e 3. P or ta nt o: 3 + 3 + 3 + 3 + 3 = 1 5; lo go , sã o 5 di as p ar a co m er to do o p ac ot e. c) R ac io cí ni o qu e en vo lv e a su bt ra cç ão : A p ar tir d e 15 , v ai su bt ra in do -s e 3, a té n ão te r n ad a. di a 1 12 3 15 o di a 2 9 3 12 o di a 3 6 3 9 o di a 4 3 3 6 o di a 5 0 3 3 o D es ta fo rm a, é fá ci l c on cl ui r q ue o p ac ot e dá p ar a 5 di as . 150 15 6 d) R ac io cí ni o qu e en vo lv e a m ul tip lic aç ão : N es te ra ci oc ín io , o a lu no re so lv e a di vi sã o, a pl ic an do a su a op er aç ão in ve rs a, p or ta nt o, a m ul tip lic aç ão . 15 : 3 , p en sa n o nú m er o qu e, m ul tip lic ad o po r 3 , d á 15 . E n es te c as o, é o 5 . A ss im c on cl ui -s e qu e, o p ac ot e dá p ar a 5 di as . N um a pr im ei ra fa se , o a lu no te m a li be rd ad e de e sc ol he r a e st ra té gi a qu e m el ho r s e co ad un e co m a su a fo rm a de ra ci oc in ar e m ai or se gu ra nç a lh e de r. A pó s a re so lu çã o de u m p ro bl em a, o p ro fe ss or d ev e pe di r a os d ife re nt es a lu no s p ar a ex pl ic ar em as e st ra té gi as n o qu ad ro , d es cr ev en do o c am in ho u til iz ad o at é ch eg ar à so lu çã o. Po uc o a po uc o, o s a lu no s v ão a dq ui rin do a c ap ac id ad e de e sc ol he r a e st ra té gi a qu e M el ho r s e ad ap te à su a m an ei ra d e pe ns ar . M ai s t ar de , e le s s er ão o br ig ad os a re so lv er o s p ro bl em as d e di vi sã o us an do a su a op er aç ão in ve rs a. Pa ra a c on so lid aç ão d a di vi sã o, o p ro fe ss or p od er á ap re se nt ar v ár io s p ro bl em as , t ai s c om o: Pr ob le m a 1: O p ai d o Jo ão c om pr ou 1 2 ca de rn os p ar a of er ec er a os se us 4 fi lh os . Q ua nt os c ad er no s r ec eb er ão c ad a fil ho ? Pr ob le m a 2: A Y ol an da c om pr ou 1 5 ra m os d e flo re s. El a te m 5 v as os e q ue r c ol oc ar , e m c ad a va so , o m es m o nú m er o de fl or es . Q ua nt as fl or es v ão fi ca r em c ad a va so ? 151 15 7 Su ge st õe s M et od ol óg ic as E SP A Ç O E F O R M A Em m ui to s lu ga re s, ta is c om o lo ja s, m er ca do s, ca sa s, po de m os e nc on tra r pr od ut os e m p ac ot es , c ai xa s, la ta s, po r ex em pl o ca ix a de fó sf or o, p ac ot e de c há , d e m ar ga rin a, d e su m o,c ai xa d e re fr es co s, um a la ta d e az ei te e o ut ro s. O s al un os v ão a pr en de r as l in ha s cu rv as e r ec ta s, as f ig ur as p la na s (r ec tâ ng ul o, q ua dr ad o, t riâ ng ul o e cí rc ul o) , a pa rti r da d ec om po si çã o de m od el os d e só lid os ge om ét ric os e sc ol hi do s p ar a id en tif ic aç ão d e fa ce s r ec ta ng ul ar es , q ua dr an gu la re s, tri an gu la re s e c irc ul ar es . U N ID A D E T EM Á T IC A O bj ec tiv os E sp ec ífi co s O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia T ra ça r l in ha s c ur va s e re ct as ; I de nt ifi ca r s eg m en to d e re ct a; D is tin gu ir fig ur as p la na s at ra vé s de de co m po si çã o de só lid os ge om ét ric os e o bj ec to s; D es en ha r e p in ta r fi gu ra s p la na s; M ol da r e m od el ar o s s ól id os ge om ét ric os ; R el ac io na r a s f ig ur as e o s s ól id os ge om ét ric os c om o s ob je ct os d a vi da re al . Fi gu ra s e só lid os ge om ét ri co s Li nh as c ur va s e re ct as N oç ão de se gm en to de re ct a Fi gu ra s pl an as ( qu ad ra do , re ct ân gu lo , tri ân gu lo e cí rc ul o) Só lid os ge om ét ric os (b lo co , cu bo , es fe ra e ci lin dr o) D is tin gu e fig ur as p la na s e só lid os g eo m ét ric os R es ol ve p ro bl em as q ue en vo lv em fi gu ra s e só lid os ge om ét ric os . 35 IV E SP A Ç O E FO R M A 152 15 8 Su ge st õe s M et od ol óg ic as D in he ir o M oç am bi ca no - o m et ic al O u so d o di nh ei ro é u m a pr át ic a so ci al . E m p rin cí pi o, é n at ur al q ue o s al un os já e st ej am fa m ili ar iz ad os c om a lg um as m oe da s e no ta s em c irc ul aç ão . C on si de ra m os a de qu ad o pa ra o 1 º c ic lo , o c on he ci m en to d as m oe da s e no ta s em c irc ul aç ão a té 1 00 M T, u m a ve z qu e o es tu do d os nú m er os se p ro ce ss a at é 10 0. N a co nc re tiz aç ão d as a ct iv id ad es , o s a lu no s d ev em re co rr er à m an ip ul aç ão d e m oe da s e n ot as e m c irc ul aç ão (e m si m ul aç ão p rá tic a de pr oc es so s d e co m pr a e ve nd a) . Id en tif ic ar , e m u m a co le cç ão d e m oe da s e n ot as , a s q ue tê m d et er m in ad o va lo r; Tr oc ar m oe da s e n ot as p or o ut ra s d e m ai or , o u m en or v al or ; D et er m in ar o v al or d e um a da da c ol ec çã o de m oe da s e n ot as ; U N ID A D E T EM Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N TE Ú D O R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no C ar ga H or ár ia V G R A N D E ZA S E M ED ID A S Id en tif ic ar m oe da s e n ot as d o di nh ei ro m oç am bi ca no ; D ec al ca r e re co rta m oe da s; C an ta r c an çõ es q ue v al or iz am o m et ic al . M ed ir pe qu en os c om pr im en to s, us an do u ni da de s n ão p ad ro ni za da s (o p al m o, o p é e o pa ss o) c om o ba se p ar a co nh ec er a s u ni da de s pa dr on iz ad as . R ea liz ar e xp er iê nc ia s q ue C on du za m à n oç ão d e ca pa ci da de e m as sa . O M et ic al M oe da s e n ot as d o di nh ei ro m oç am bi ca no : M oe da s ( 50 C , 1 M T, 2 M T, 5 M T e 10 M T) N ot as (2 0 M T, 5 0 M T e 10 0 M T) R es ol ve p ro bl em as d o qu ot id ia no , q ue en vo lv em n oç õe s d e co m pr im en to , ca pa ci da de , m as sa e di nh ei ro . 15 C om pr im en to , c ap ac id ad e e m as sa N oç ão d e m et ro (m ) N oç ão d e ce nt ím et ro (c m ) N oç ão d e qu ilo gr am a (k g) N oç ão d e lit ro (l ) 20 153 15 9 Fa ze r d ife re nt es c ol ec çõ es d e m oe da s e n ot as , d e m od o a pe rf az er u m a de te rm in ad a qu an tia ; B rin ca r à s l oj as im pr ov is ad as . A s cr ia nç as , de sd e m ui to c ed o, l id am c om s itu aç õe s re ai s da v id a qu e as o br ig am a m an us ea r m oe da s e no ta s do d in he iro m oç am bi ca no : a) M oe da s ( 50 C , 1 M T, 2 M t, 5 M T e 10 M T) b) N ot as (2 0 M T, 5 0 M T e 10 0 M T) A p ar tir d es ta e xp er iê nc ia q ue a s cr ia nç as tr az em d a su a vi vê nc ia p ar a a es co la , o p ro fe ss or p od er á pr ep ar ar m at er ia l d id ác tic o co m ca rto lin a, p ar a ilu st ra çã o de m oe da s e no ta s. O s al un os p od er ão d ec al ca r o pa pe l e m d ife re nt es m oe da s e pi nt ar , u sa nd o di fe re nt es co re s. Po de rã o ta m bé m d es en ha r d ife re nt es m oe da s e n ot as d o di nh ei ro n ac io na l. A o ut ra e xp er iê nc ia q ue s e po de a pr ov ei ta r do s al un os , sã o as o pe ra çõ es d e co m pr a e ve nd a de p ro du to s, ta is c om o re bu ça do s, bo la ch as , l áp is , c ad er no e sc ol ar . P ar a ta l, o pr of es so r p od er á or ie nt ar o s a lu no s, pa ra re al iz ar em u m a si m ul aç ão d e co m pr a e ve nd a de al gu ns p ro du to s. N o fim , p od er á fa ze r a si st em at iz aç ão s eg un do o c on te úd o pr og ra m ad o, d an do ê nf as e à re so lu çã o de p ro bl em as si m pl es d e co m pr a e ve nd a co m /e se m tr oc o. M ed iç ão d e co m pr im en to s, ca pa ci da de -v ol um e e m as sa M ed ir um a gr an de za é c om pa rá -la c om a u ni da de d e m ed id a es co lh id a; a ss oc ia -s e à gr an de za d e um n úm er o re al . A m el ho r m an ei ra d e ap re nd er a m ed ir é pe rm iti r, à cr ia nç a, a s ua m áx im a es po nt an ei da de . P or ta nt o, c ol oc ad o o al un o pe ra nt e um p ro bl em a de m ed iç ão - p or e xe m pl o sa be r o co m pr im en to d a ca rte ira – o p ro fe ss or n ão lh e de ve d ar q ua lq ue r s ug es tã o. E le e nc on tra rá o s eu p ró pr io m od el o. Q ua nt o m ai s va ria da s fo re m a s ex pe riê nc ia s qu e tiv er d e re al iz ar , m ai s pr of un da s er á a su a co m pr ee ns ão d o ac to d e m ed ir e m ai s fa ci lm en te re so lv er á pr ob le m as q ue e nv ol va m m ed id as . N es te c as o, a i nt er ac çã o en tre a lu no s é m ui to i m po rta nt e pa ra o d es en vo lv im en to d e co m pe tê nc ia s i nd iv id ua is e c ol ec tiv as . M ed iç ão d e co m pr im en to s 1ª Act iv id ad e 154 16 0 O s a lu no s o bs er va m d oi s o bj ec to s, po r e xe m pl o do is lá pi s e , p or c om pa ra çã o di re ct a, so br ep on do -o s, ve rif ic am q ua l é o m ai s c om pr id o. 2ª A ct iv id ad e O p ro fe ss or m os tra d oi s lá pi s, de c om pr im en to s se ns iv el m en te i gu ai s e co lo ca -o s em d oi s sí tio s di fe re nt es , po r ex em pl o, u m e m c ad a ex tre m id ad e da se cr et ár ia . O p ro fe ss or p ed e ao s a lu no s q ue d ig am q ua l d os lá pi s é m ai s c om pr id o, m as se m o s d es lo ca r. O p ro fe ss or d ei xa o s al un os r ea gi re m à v on ta de . O o bj ec tiv o é fa zê -lo s se nt ire m a n ec es si da de d e ut ili za r um m ei o in te rm ed iá rio d e co m pa ra çã o. N es te c as o, já n ão é p os sí ve l c om pa ra r o s o bj ec to s d ire ct am en te . 3ª A ct iv id ad e O p ro fe ss or p ro põ e ao s al un os q ue m eç am o c om pr im en to d a ca rte ira . É n at ur al q ue e le s re co rr am à s m ai s va ria da s un id ad es d e m ed id a: lá pi s, ca ne ta , p au d e gi z, p au zi nh o, p al m os e o ut ro s. Pe ra nt e a di ve rs id ad e de s ol uç õe s ob tid as , é im po rta nt e di sc ut ir a ne ce ss id ad e de u til iz ar a m es m a un id ad e de m ed id a po r t od os o s a lu no s. U m a ve z es co lh id a a un id ad e de m ed id a - p or e xe m pl o, u m a ba nd a de p ap el - é im po rta nt e qu e os a lu no s ve rif iq ue m a im po ss ib ili da de d e, po r v ez es , e xp rim ir o re su lta do d e um a m ed iç ão p or u m s ó nú m er o. D aí a n ec es si da de d e co ns tru ir um s is te m a ar bi trá rio d e un id ad es , o bt id o, po r e xe m pl o, d ob ra nd o a ba nd a de p ap el , s uc es si va m en te , e m d ua s p ar te s i gu ai s. A B C Em se gu id a, e st ab el ec e- se u m a re la çã o en tre a s n ov as u ni da de s d e m ed id as . U m a (1 ) b an da A v al e du as (2 ) ba nd as B e q ua tr o (4 ) b an da s C . 155 16 1 D ev e- se ta m bé m a pr en de r a e sc ol he r a s un id ad es , d e ac or do c om o c om pr im en to q ue s e qu er a va lia r. N ão fa ria s en tid o m ed ir o co m pr im en to da sa la d e au la c om p al m os ! M ed iç ão d e ca pa ci da de s A m et od ol og ia a se gu ir po de se r i dê nt ic a à ad op ta da p ar a a m ed iç ão d e co m pr im en to s. Pe ra nt e du as v as ilh as d e fo rm as d ife re nt es , s e pe rg un ta rm os a o al un o qu al le va m ai s ág ua (o u ar ei a) , e le n ão te rá d ifi cu ld ad e em re so lv er o pr ob le m a. E nc he u m a da s v as ilh as e d es pe ja o c on te úd o na o ut ra . É co nv en ie nt e qu e os a lu no s re al iz em v ár ia s ex pe riê nc ia s de m ed iç ão d e ca pa ci da de s. A c er ta a ltu ra , a s su as u ni da de s de m ed id a re ve la m -s e in su fic ie nt es , p el o qu e os a lu no s se nt irã o ne ce ss id ad e de c ria r um s is te m a ar bi tr ár io d e un id ad es e e st ab el ec er u m a re la çã o en tre a s no va s un id ad es d e m ed id a. Ex em pl o A B C A la ta A v al e 2 la ta s B . A la ta B v al e 6 co lh er es C Ta l c om o di ss em os p ar a a m ed iç ão d e co m pr im en to s, na m ed iç ão d e ca pa ci da de s de ve -s e ap re nd er a e sc ol he r a s un id ad es , d e ac or do c om a ca pa ci da de q ue se q ue r a va lia r. N ão fa ria se nt id o m ed ir a ca pa ci da de d e um b al de d e 5 lit ro s c om a c ol he r. 156 16 2 A c on se rv aç ão d e vo lu m es só su rg e po r v ol ta d os 1 0 ao s 1 1 an os . P or e st e fa ct o, n ão se p ro põ em a ct iv id ad es d e vo lu m es d e só lid os . M ed iç ão d e m as sa A na lo ga m en te , o pr oc es so d e tra ba lh o co m p es os p od e se r id ên tic o ao s an te rio rm en te d es cr ito s. O a lu no c om eç a po r fa ze r co m pa ra çõ es , s er vi nd o- se d as m ão s e da b al an ça d e br aç os ig ua is . D ep oi s, pa ss a a ut ili za r u ni da de s de m ed id a, q ue c om eç am p or se r po uc o rig or os as (p ed ra s, po r e xe m pl o) . O a lu no ra pi da m en te a pe rc eb e- se d e qu e a es co lh a te m q ue s er m ai s cr ite rio sa . E sc ol he , p or ex em pl o, a s ta m pi nh as d as g ar ra fa s de r ef re sc os . S e os a lu no s vi ve nc ia re m d iv er sa s ex pe riê nc ia s de m ed iç õe s de c om pr im en to s, ca pa ci da de s e p es os , a p as sa ge m p ar a a 3ª c la ss e, p ar a as re sp ec tiv as u ni da de s d o si st em a m ét ric o, fa r- se -á fa ci lm en te . Programa de Matemática 3ª Classe 158 16 4 U N ID A D E T E M Á T IC A O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C ar ga H or ár ia I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) • Le r e e sc re ve r n úm er os n at ur ai s a té 10 0; • D ec om po r n úm er os n at ur ai s e m de ze na s e u ni da de s, at é 10 0; • O rd en ar n úm er os n at ur ai s a té 1 00 ; • C om pa ra r o s n úm er os n at ur ai s a té 10 0, u sa nd o os sí m bo lo s: • Ef ec tu ar m en ta lm en te o pe ra çõ es d e ad iç ão e su bt ra cç ão • Ef ec tu ar p or e sc rit o op er aç õe s d e ad iç ão e su bt ra cç ão n a fo rm a ho riz on ta l e v er tic al R ev is ão d o 1º c ic lo Le itu ra e e sc rit a de n úm er os n at ur ai s a té 1 00 ; C on ce ito d e de ze na e u ni da de ; D ec om po si çã o de n úm er os n at ur ai s e m d ez en as e u ni da de s; R ep re se nt aç ão d e nú m er os n at ur ai s a té 1 00 , n a ta be la d e po si çã o; O rd en aç ão d e nú m er os n at ur ai s a té 1 00 ; C om pa ra çã o do s n úm er os n at ur ai s a té 1 00 , u sa nd o os sí m bo lo s: <, > e = ; Es tra té gi as d e cá lc ul o m en ta l d e ad iç ão , a té 1 00 ; Pr oc ed im en to e sc rit o de a di çã o se m tr an sp or te , a té 1 00 ; Es tra té gi as d e cá lc ul o m en ta l d e su bt ra cç ão , a té 1 00 ; Pr oc ed im en to e sc rit o de su bt ra cç ão se m e m pr és tim o, a té 1 00 ; Le itu ra e e sc rit a do s n úm er os o rd in ai s, at é vi gé si m o (2 0º ). R es ol ve p ro bl em as qu e en vo lv em núm er os n at ur ai s a té 10 0; 40 Te m po s D et er m in ar m úl tip lo s d e 10 a té 1 00 ; Id en tif ic ar n úm er os p ar es e ím pa re s, at é 50 ; C al cu la r o d ob ro , a m et ad e e o tri pl o de um n úm er o, a té 5 0; M ul tip lic aç ão d e nú m er os n at ur ai s a té 5 0 C ál cu lo m en ta l d a m ul tip lic aç ão p or 2 , 3 , 4 , 5 e 1 0; N úm er os p ar es e ím pa re s; C on ta ge m d e 10 e m 1 0 e de 2 0 em 2 0, a té 1 00 ; D ob ro , m et ad e e tri pl o de u m n úm er o. D iv is ão d e nú m er os n at ur ai s a té 5 0 D iv is ão p ar tit iv a (p or s ub tra cç õe s su ce ss iv as ) at é 50 , c om o s d iv is or es 2 , 3 , 4 , 5 e 1 0; D iv is ão c om o op er aç ão in ve rs a da m ul tip lic aç ão , a té 50 , c om o s d iv is or es 2 , 3 , 4 , 5 e 1 0. R es ol ve p ro bl em as de m ul tip lic aç ão e di vi sã o at é 50 ; 40 Te m po s I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) Le r e es cr ev er o s nú m er os n at ur ai s at é 10 00 ; D ec om po r o s nú m er os n at ur ai s at é 10 00 , em u ni da de s, de ze na s, ce nt en as e m ilh ar ; R ep re se nt ar os nú m er os na tu ra is na ta be la d e po si çã o, a té 1 00 0; C om pa ra r o s n úm er os n at ur ai s a té 1 00 0, us an do o s s ím bo lo s: < ,> e = ; Le r e e sc re ve r o s n úm er os ro m an os , a té X X ; N úm er os n at ur ai s a té 1 0 00 Le itu ra e e sc rit a de n úm er os n at ur ai s, at é 10 00 ; D ec om po si çã o de n úm er os n at ur ai s a té 1 00 0, e m u ni da de s, de ze na s, ce nt en as e m ilh ar ; R ep re se nt aç ão d e nú m er os n at ur ai s na t ab el a de p os iç ão , at é 10 00 ; O rd en aç ão d e nú m er os n at ur ai s, at é 10 00 ; C om pa ra çã o do s nú m er os n at ur ai s at é 10 00 , us an do o s sí m bo lo s: < ,> e = ; Le itu ra e e sc rit a de n úm er os o rd in ai s, at é 30 o ; L ei tu ra e e sc rit a de n úm er os ro m an os , a té v in te (X X ). R es ol ve p ro bl em as qu e en vo lv em nú m er os a pr en di do s at é 10 00 ; 60 Te m po s I N Ú M E R O S N AT U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (1 ) 159 Sugestões Metodológicas Em cada classe, a revisão da classe anterior deverá ser feita na base de exercícios e problemas apresentados pelo professor, para os alunos resolverem sob a sua orientação. O professor nunca deve abordar a matéria da revisão como se tratasse de algo novo para os alunos. No caso de alguns alunos apresentarem dificuldades, o professor poderá recorrer a outros alunos que não tenham dificuldades na matéria em questão, para explicarem à turma. Só no último caso é que o professor pode explicar. OS NÚMEROS NATURAIS ATÉ 1 000 Leitura e escrita de números naturais até 1000 O tratamento dos números naturais até 1000 pode ser realizado através dos múltiplos de 100 até 1000. 100 + 100 = 200 → Duzentos 600 + 100 = 700 → Setecentos 200 + 100 = 300 →Trezentos 700 + 100 = 800 → Oitocentos 300 + 100 = 400 → Quatrocentos 800 + 100 = 900 → Novecentos 400 + 100 = 500 → Quinhentos 900 + 100 = 1000 → Mil 500 + 100 = 600 → Seiscentos Para a formação dos outros números naturais até 1000, adiciona-se, sucessivamente, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Decomposição de números naturais até 1000 e sua representação na tabela de posição Exemplos: 156 = 100 + 50 + 6; 579 = 500 + 70 + 9 e 999 = 900 + 90 + 9. Os conceitos de unidade, dezena, centena e milhar devem ser do domínio dos alunos, para que eles possam compreender a formação dos números, e possam ler e escrever correctamente A leitura pausada dos números permite a compreensão da sua composição e decomposição. Por exemplo: 306 lê-se: Trezentos e seis, o que significa 300 + 6. 824 lê-se: Oitocentos e vinte e quatro, o que significa 800 + 20+4. O ábaco, poderá ser um dos meios usados pelo professor para mostrar a decomposição dos números em unidades, dezenas, centenas e milhares e a sua representação na tabela de posição. 160 Exemplo de como usar o ábaco. Se tiveres o número 352, como representá-lo no ábaco? Vejamos: 352= 300 + 50 + 2 Repara que no número 352= 300 + 50 + 2, temos 2 unidades, 5 dezenas e 3 centenas. Daí que, no ábaco, na coluna das unidades (U) estão 2 argolas, na coluna das dezenas (D) estão 5 argolas e, na coluna das centenas (C), estão 3 argolas. Na falta do ábaco, o professor pode improvisá-lo e levar para a sala de aulas várias argolas, cápsulas, ou sementes, para os alunos representarem diversos números. Ao mesmo tempo que se trabalha com o ábaco, pode-se preencher a tabela de posição: Ordenação de números naturais até 1000 Na ordenação dos números, é fundamental que os alunos saibam que: • Os números estão por ordem crescente, quando estão escritos do menor para o maior. Exemplo: 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700,800, 900, 1000. • Os números estão por ordem decrescente, quando estão escritos do maior para o menor. Exemplo: 1000, 900, 800, 700, 600, 500, 400, 300, 200, 100. Existem várias formas de apresentação de exercícios de ordenação. Por exemplo: • Apresentar alguns números no quadro, de forma desordenada. A tarefa dos alunos é de escrevê-los por ordem crescente ou decrescente; • Apresentar uma série incompleta de números para os alunos completarem, etc. Comparação dos números naturais até 1000, usando os símbolos: <,> e = Na comparação dos números naturais usando os símbolos, numa primeira fase, o professor deverá recorrer aos seus próprios braços, para explicar o significado dos sinais de comparação (< e >): ao dobrar o braço direito, obtém-se o sinal de “maior que...”; e ao dobrar o braço esquerdo, obtém-se o sinal de “menor que...” 161 Leitura e escrita de números ordinais O professor poderá recorrer à disposição em que estão sentados os alunos na sala de aulas, para classificar o lugar que cada um ocupa. Também poderá fazer referência à classificação dos alunos, de acordo com os lugares que ocupam no aproveitamento da turma, numa dada disciplina, ou numa corrida das aulas de Educação Física. É importante que se mostre a leitura e a escrita de números ordinais Leitura e escrita de números romanos até vinte (XX) Para esta aula, sugere-se que o professor tenha um relógio com a numeração romana. A partir das dificuldades dos alunos na leitura de horas e na identificação de números, o professor informa aos alunos que o sistema da numeração, que normalmente eles usam, se chama sistema de numeração árabe; mas que, além deste sistema, existe o sistema da numeração romana, também usado em relógios. O importante é que os alunos devem ser capazes de: • Ler os números romanos até XX; • Escrever os números romanos até XX; • Escrever os números romanos na ordem crescente e decrescente até 20; • Ler relógio em numeração romana; • Relacionar os números romanos e árabes até vinte. Exemplo: I 1 VI 6 X I 11 XVI 16 II 2 VII 7 XII 12 XVII 17 III 3 VIII 8 XIII 13 XVIII 18 IV 4 IX 9 XIV 14 IX 19 V 5 X 10 XV 15XX 20 162 16 7 Su ge st õe s M et od ol óg ic as R ec ta s e se gm en to s d e re ct os p ar al el os e p er pe nd ic ul ar es O p ro fe ss or p od er á ex pl ic ar e st a m at ér ia re co rr en do a s itu aç õe s co nc re ta s d a vi da re al , t ai s co m o, c or da s, es tra da s, fio s el éc tri co s, lin ha f ér re a, e tc . T am bé m p od er á us ar o s ba rr ot es d o te lh ad o ou a ro s da s ja ne la s e po rta s da s al a de a ul as , p ar a ex em pl ifi ca r o pa ra le lis m o e a pe rp en di cu la rid ad e. Só lid os g eo m ét ri co s ( cu bo , b lo co , c ili nd ro ) É im po rta nt e qu e o pr of es so r l ev e os a lu no s a re la ci on ar o s só lid os g eo m ét ric os c om o bj ec to s do s eu m ei o. P or e xe m pl o, a c ai xa de fó sf or o as se m el ha -s e a um b lo co , a c ai xa d e gi z é pa re ci da c om o c ub o e o ci lin dr o co m a la ta d e le ite , o u de la ta d e ág ua . E xi st em m ui to s ou tro s pr od ut os q ue v êm e m c ai xa s de p ap el , p ac ot es o u la ta s co m f or m as s em el ha nt es à s de u m a ca ix a, p or ex em pl o: p ac ot e de m ar ga rin a, c ai xa d e re fr es co s, pa co te d e su m o, u m a la ta d e az ei te e o ut ro s. O s a lu no s p od er ão re la ci on ar e st es ob je ct os c om o s s ól id os g eo m ét ric os . Fi gu ra s g eo m ét ri ca s A p ar tir d a de co m po si çã o de m od el os d e só lid os g eo m ét ric os e sc ol hi do s em f ac es r ec ta ng ul ar es , q ua dr an gu la re s, tri an gu la re s e ci rc ul ar es , o s a lu no s p od er ão id en tif ic ar a s f ig ur as g eo m ét ric as . Ex em pl os : U ni da de T em át ic a O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R E SU L T A D O S D A A PR E N D IZ A G E M O a lu no : C ar ga H or ár i a II E SP A Ç O E FO R M A Id en tif ic ar r ec ta s e se gm en to s de r ec ta pa ra le lo s e pe rp en di cu la re s, em o bj ec to s da v id a re al ; C on st ru ir fig ur as p la na s; R el ac io na r o cí rc ul o e a ci rc un fe rê nc ia co m o bj ec to s d o se u m ei o; C on st ru ir o cí rc ul o, c om a a ju da d e ob je ct os d e ba se s c irc ul ar es ; R el ac io na r as fig ur as e os só lid os ge om ét ric os c om o s ob je ct os d a vi da re al ; D es en ha r e p in ta r o bj ec to s d a vi da re al ; M ol da r e m od el ar os só lid os ge om ét ric os . Fi gu ra s e só lid os g eo m ét ri co s Po si çã o ho riz on ta l e ve rti ca l de r ec ta s e se gm en to s d e re ct a; R ec ta s p ar al el as e p er pe nd ic ul ar es ; C on st ru çã o de re ct as pa ra le la s e pe rp en di cu la re s; C on st ru çã o de f ig ur as p la na s (r ec tâ ng ul o, qu ad ra do e tr iâ ng ul o) e m q ua dr íc ul as ; C írc ul o e a ci rc un fe rê nc ia ; O s só lid os ge om ét ric os (c ub o, bl oc o, ci lin dr o e es fe ra ); D ec om po si çã o e co m po si çã o de só lid os ge om ét ric os (c ub o, b lo co , c ili nd ro ). Tr aç a re ct as p ar al el as e pe rp en di cu la re s R ec or ta , e m p ap el , f ig ur as pl an as M od el a só lid os g eo m ét ric os 40 Te m po s 40 Te m po s 163 16 9 U ni da de T em át ic a O B JE C T IV O S E SP E C ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C ar ga H or ár ia II I N Ú M E R O S N A T U R A IS E O PE R A Ç Õ E S (2 ) Id en tif ic ar a s p ro pr ie da de s d e ad iç ão ; Ef ec tu ar o c ál cu lo m en ta l e es cr ito c om a di çã o e su bt ra cç ão at é 1 00 0. A di çã o e su bt ra cç ão a té 1 00 0 Pr op rie da de s co m ut at iv a, a ss oc ia tiv a e el em en to ne ut ro d e ad iç ão ; Es tra té gi as d e cá lc ul o m en ta l da a di çã o (s em e co m tr an sp or te ), at é 1 00 0; Es tra té gi as d e cá lc ul o m en ta l d e su bt ra cç ão (s em e co m e m pr és tim o) , a té 1 0 00 ; Pr oc ed im en to e sc rit o de a di çã o at é 10 00 ( se m e co m tr an sp or te ); Pr oc ed im en to es cr ito de s ub tra cç ão at é 10 00 (s em e c om e m pr és tim o) . R es ol ve p ro bl em as , q ue en vo lv em a di çã o e su bt ra cç ão a té 1 0 00 ; 60 Te m po s Id en tif ic ar a s p ro pr ie da de s d e ad iç ão ; Ef ec tu ar o c ál cu lo m en ta l e es cr ito c om m ul tip lic aç ão e di vi sã o at é 1 00 0; R es ol ve r e xp re ss õe s n um ér ic as qu e en vo lv em tr ês o pe ra çõ es (a di çã o, su bt ra cç ão e m ul tip lic aç ão ). M ul tip lic aç ão e d iv isã o de n úm er os n at ur ai s a té 10 00 M ul tip lic aç ão p or 6 , 7 , 8 e 9 ; Pr op rie da de co m ut at iv a e as so ci at iv a da m ul tip lic aç ão ; Ex pr es sõ es n um ér ic as e nv ol ve nd o trê s op er aç õe s (a di çã o, s ub tra cç ão e m ul tip lic aç ão ), co m e s em pa rê nt es is ; N oç ão d e m úl tip lo ; O s m úl tip lo s d e 2, 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 e 9 ; M ul tip lic aç ão p or 1 0 e 10 0; O s m úl tip lo s d e 10 e 1 00 a té 1 00 0; Pr oc ed im en to e sc rit o da m ul tip lic aç ão se m tra ns po rte , c uj os fa ct or es tê m d oi s a lg ar is m os ; Es tra té gi as d o cá lc ul o m en ta l d a di vi sã o; D iv is ão p or 1 0 e 10 0; D iv is ão d e m úl tip lo s d e 10 e 1 00 p or u m d íg ito . R es ol ve pr ob le m as qu e en vo lv em ad iç ão , su bt ra cç ão , m ul tip lic aç ão e di vi sã o de nú m er os n at ur ai s, at é 10 00 . 60 Te m po s 164 170 Sugestões Metodológicas ADIÇÃO E SUBTRACÇÃO Estratégias de cálculo mental de adição e subtracção A estratégia de "contar tudo", tanto na adição como na subtracção, já não é colocada em questão nesta fase. Os números começam a ser tão grandes, que a manipulação de objectos deve ficar de lado. Além disso, pensa-se que nesta altura, os alunos já possuem vários conhecimentos sobre modos de pensar e as suas vantagens, o que lhes permitirá optar pela estratégia a usar. Vejamos um exemplo de adição: 4 + 168 = Repare que usar a estratégia de contar para frente, a partir da 1ª parcela neste exercício, seria inútil. Por isso, o aconselhável, neste exercício, seria as seguintes estratégias: Contar a partir da parcela maior.Portanto, concretizar a parcela menor e contar para frente, a partir da parcela maior. Por exemplo: 4 + 168 = 168 + 4 (4 passos, que correspondem à parcela menor) 169 170 171 172 Portanto,172 seria o total ou a soma de 4 + 168. NOTA: A estratégia de contar para a frente a partir da parcela maior é uma estratégia ideal, quando uma das parcelas é um número menor que 10. Identificar o exercício básico (4 + 8) e obter 12; depois adicionar 12 a 160 e obter 172 como soma de 4 + 168. Vejamos um exemplo de subtracção: 532 - 7 =? Repare que usar a estratégia de contar para a frente a partir do diminuidor ao diminuendo, assim como contar para atrás do diminuendo ao diminuidor, seria inútil. Por isso, o aconselhável neste exercício seria: Identificar o exercício básico (12 - 7) e obter a diferença 5; adicionar 5 a 520 e obter 525, como a diferença de 532 - 7. Concretizar o diminuidor 7 e contar para atrás o diminuendo, tantas vezes o diminuidor. Por exemplo: 532 - 7 = 525 526 527 528 529 530 531 7 Passos, que correspondem ao diminuidor 8. Procedimento escrito de adição com transporte e subtracção com empréstimo O procedimento escrito da adição com transporte: Como calcular 265 + 637 na forma vertical? Para calcular 265 + 637 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escreve-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 2 6 5 +6 3 7 2º Passo: Adicionam-se as unidades: 5 + 7 =12. Escreve-se 2 debaixo das unidades e transporta-se a dezena para a posição das dezenas. 1 2 6 5 + 6 3 7 2 532 168 170 Sugestões Metodológicas ADIÇÃO E SUBTRACÇÃO Estratégias de cálculo mental de adição e subtracção A estratégia de "contar tudo", tanto na adição como na subtracção, já não é colocada em questão nesta fase. Os números começam a ser tão grandes, que a manipulação de objectos deve ficar de lado. Além disso, pensa-se que nesta altura, os alunos já possuem vários conhecimentos sobre modos de pensar e as suas vantagens, o que lhes permitirá optar pela estratégia a usar. Vejamos um exemplo de adição: 4 + 168 = Repare que usar a estratégia de contar para frente, a partir da 1ª parcela neste exercício, seria inútil. Por isso, o aconselhável, neste exercício, seria as seguintes estratégias: Contar a partir da parcela maior. Portanto, concretizar a parcela menor e contar para frente, a partir da parcela maior. Por exemplo: 4 + 168 = 168 + 4 (4 passos, que correspondem à parcela menor) 169 170 171 172 Portanto,172 seria o total ou a soma de 4 + 168. NOTA: A estratégia de contar para a frente a partir da parcela maior é uma estratégia ideal, quando uma das parcelas é um número menor que 10. Identificar o exercício básico (4 + 8) e obter 12; depois adicionar 12 a 160 e obter 172 como soma de 4 + 168. Vejamos um exemplo de subtracção: 532 - 7 =? Repare que usar a estratégia de contar para a frente a partir do diminuidor ao diminuendo, assim como contar para atrás do diminuendo ao diminuidor, seria inútil. Por isso, o aconselhável neste exercício seria: Identificar o exercício básico (12 - 7) e obter a diferença 5; adicionar 5 a 520 e obter 525, como a diferença de 532 - 7. Concretizar o diminuidor 7 e contar para atrás o diminuendo, tantas vezes o diminuidor. Por exemplo: 532 - 7 = 525 526 527 528 529 530 531 7 Passos, que correspondem ao diminuidor 8. Procedimento escrito de adição com transporte e subtracção com empréstimo O procedimento escrito da adição com transporte: Como calcular 265 + 637 na forma vertical? Para calcular 265 + 637 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escreve-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 2 6 5 +6 3 7 2º Passo: Adicionam-se as unidades: 5 + 7 =12. Escreve-se 2 debaixo das unidades e transporta-se a dezena para a posição das dezenas. 1 2 6 5 + 6 3 7 2 532 168 170 Sugestões Metodológicas ADIÇÃO E SUBTRACÇÃO Estratégias de cálculo mental de adição e subtracção A estratégia de "contar tudo", tanto na adição como na subtracção, já não é colocada em questão nesta fase. Os números começam a ser tão grandes, que a manipulação de objectos deve ficar de lado. Além disso, pensa-se que nesta altura, os alunos já possuem vários conhecimentos sobre modos de pensar e as suas vantagens, o que lhes permitirá optar pela estratégia a usar. Vejamos um exemplo de adição: 4 + 168 = Repare que usar a estratégia de contar para frente, a partir da 1ª parcela neste exercício, seria inútil. Por isso, o aconselhável, neste exercício, seria as seguintes estratégias: Contar a partir da parcela maior. Portanto, concretizar a parcela menor e contar para frente, a partir da parcela maior. Por exemplo: 4 + 168 = 168 + 4 (4 passos, que correspondem à parcela menor) 169 170 171 172 Portanto,172 seria o total ou a soma de 4 + 168. NOTA: A estratégia de contar para a frente a partir da parcela maior é uma estratégia ideal, quando uma das parcelas é um número menor que 10. Identificar o exercício básico (4 + 8) e obter 12; depois adicionar 12 a 160 e obter 172 como soma de 4 + 168. Vejamos um exemplo de subtracção: 532 - 7 =? Repare que usar a estratégia de contar para a frente a partir do diminuidor ao diminuendo, assim como contar para atrás do diminuendo ao diminuidor, seria inútil. Por isso, o aconselhável neste exercício seria: Identificar o exercício básico (12 - 7) e obter a diferença 5; adicionar 5 a 520 e obter 525, como a diferença de 532 - 7. Concretizar o diminuidor 7 e contar para atrás o diminuendo, tantas vezes o diminuidor. Por exemplo: 532 - 7 = 525 526 527 528 529 530 531 7 Passos, que correspondem ao diminuidor 8. Procedimento escrito de adição com transporte e subtracção com empréstimo O procedimento escrito da adição com transporte: Como calcular 265 + 637 na forma vertical? Para calcular 265 + 637 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escreve-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 2 6 5 +6 3 7 2º Passo: Adicionam-se as unidades: 5 + 7 =12. Escreve-se 2 debaixo das unidades e transporta-se a dezena para a posição das dezenas. 1 2 6 5 + 6 3 7 2 532 168 165 170 Sugestões Metodológicas ADIÇÃO E SUBTRACÇÃO Estratégias de cálculo mental de adição e subtracção A estratégia de "contar tudo", tanto na adição como na subtracção, já não é colocada em questão nesta fase. Os números começam a ser tão grandes, que a manipulação de objectos deve ficar de lado. Além disso, pensa-se que nesta altura, os alunos já possuem vários conhecimentos sobre modos de pensare as suas vantagens, o que lhes permitirá optar pela estratégia a usar. Vejamos um exemplo de adição: 4 + 168 = Repare que usar a estratégia de contar para frente, a partir da 1ª parcela neste exercício, seria inútil. Por isso, o aconselhável, neste exercício, seria as seguintes estratégias: Contar a partir da parcela maior. Portanto, concretizar a parcela menor e contar para frente, a partir da parcela maior. Por exemplo: 4 + 168 = 168 + 4 (4 passos, que correspondem à parcela menor) 169 170 171 172 Portanto,172 seria o total ou a soma de 4 + 168. NOTA: A estratégia de contar para a frente a partir da parcela maior é uma estratégia ideal, quando uma das parcelas é um número menor que 10. Identificar o exercício básico (4 + 8) e obter 12; depois adicionar 12 a 160 e obter 172 como soma de 4 + 168. Vejamos um exemplo de subtracção: 532 - 7 =? Repare que usar a estratégia de contar para a frente a partir do diminuidor ao diminuendo, assim como contar para atrás do diminuendo ao diminuidor, seria inútil. Por isso, o aconselhável neste exercício seria: Identificar o exercício básico (12 - 7) e obter a diferença 5; adicionar 5 a 520 e obter 525, como a diferença de 532 - 7. Concretizar o diminuidor 7 e contar para atrás o diminuendo, tantas vezes o diminuidor. Por exemplo: 532 - 7 = 525 526 527 528 529 530 531 7 Passos, que correspondem ao diminuidor 8. Procedimento escrito de adição com transporte e subtracção com empréstimo O procedimento escrito da adição com transporte: Como calcular 265 + 637 na forma vertical? Para calcular 265 + 637 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escreve-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 2 6 5 +6 3 7 2º Passo: Adicionam-se as unidades: 5 + 7 =12. Escreve-se 2 debaixo das unidades e transporta-se a dezena para a posição das dezenas. 1 2 6 5 + 6 3 7 2 532 168 170 Sugestões Metodológicas ADIÇÃO E SUBTRACÇÃO Estratégias de cálculo mental de adição e subtracção A estratégia de "contar tudo", tanto na adição como na subtracção, já não é colocada em questão nesta fase. Os números começam a ser tão grandes, que a manipulação de objectos deve ficar de lado. Além disso, pensa-se que nesta altura, os alunos já possuem vários conhecimentos sobre modos de pensar e as suas vantagens, o que lhes permitirá optar pela estratégia a usar. Vejamos um exemplo de adição: 4 + 168 = Repare que usar a estratégia de contar para frente, a partir da 1ª parcela neste exercício, seria inútil. Por isso, o aconselhável, neste exercício, seria as seguintes estratégias: Contar a partir da parcela maior. Portanto, concretizar a parcela menor e contar para frente, a partir da parcela maior. Por exemplo: 4 + 168 = 168 + 4 (4 passos, que correspondem à parcela menor) 169 170 171 172 Portanto,172 seria o total ou a soma de 4 + 168. NOTA: A estratégia de contar para a frente a partir da parcela maior é uma estratégia ideal, quando uma das parcelas é um número menor que 10. Identificar o exercício básico (4 + 8) e obter 12; depois adicionar 12 a 160 e obter 172 como soma de 4 + 168. Vejamos um exemplo de subtracção: 532 - 7 =? Repare que usar a estratégia de contar para a frente a partir do diminuidor ao diminuendo, assim como contar para atrás do diminuendo ao diminuidor, seria inútil. Por isso, o aconselhável neste exercício seria: Identificar o exercício básico (12 - 7) e obter a diferença 5; adicionar 5 a 520 e obter 525, como a diferença de 532 - 7. Concretizar o diminuidor 7 e contar para atrás o diminuendo, tantas vezes o diminuidor. Por exemplo: 532 - 7 = 525 526 527 528 529 530 531 7 Passos, que correspondem ao diminuidor 8. Procedimento escrito de adição com transporte e subtracção com empréstimo O procedimento escrito da adição com transporte: Como calcular 265 + 637 na forma vertical? Para calcular 265 + 637 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escreve-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 2 6 5 +6 3 7 2º Passo: Adicionam-se as unidades: 5 + 7 =12. Escreve-se 2 debaixo das unidades e transporta-se a dezena para a posição das dezenas. 1 2 6 5 + 6 3 7 2 532 168 171 3º Passo: Adicionam-se as dezenas: 1 + 6 + 3 = 10. Escreve-se 0 debaixo das dezenas e transporta-se a centena para a posição das centenas. 1 1 2 6 5 + 6 3 7 0 2 4º Passo: Adicionam-se as centenas: 1 + 2 + 6 = 9. Escreve-se 9 debaixo das centenas. 1 1 2 6 5 + 6 3 7 9 0 2 O procedimento escrito da subtracção com empréstimo Como calcular 524- 149 na forma vertical? Para calcular 524- 149 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escrevem-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 5 2 4 - 1 4 9 2º Passo: Não é possível subtrair 9 unidades de 4; assim, pede-se emprestado uma dezena em 2 dezenas, e fica-se com 1 dezena e 14 unidades. Subtraem-se as 9 unidades de 14 e a diferença é 5. Escreve-se 5 debaixo das unidades. 1 10 5 2 4 - 1 4 9 5 3º Passo: Não é possível subtrair 4 dezenas de 1; por isso, pede-se emprestado uma centena em 5 centenas, e fica-se com 4 centenas e 11 dezenas. Subtraem-se 4 dezenas de 11 e a diferença é 7. Escreve-se 7 debaixo das dezenas. 10 4 1 10 5 2 4 - 1 4 9 7 5 4º Passo: Subtrai-se 1 centena de 4 centenas, e a diferença é 3. Escreve-se 3 debaixo das centenas. 10 4 10 10 5 2 4 - 1 4 9 3 7 5 MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO Estratégias de cálculo mental de multiplicação e divisão até 1 000 Níveis de cálculo No cálculo com números até 1000, podem identificar‐ se três níveis: Cálculo por contagem: cálculo apoiado, sempre que necessário, por materiais que permitam a contagem; Cálculo estruturado: cálculo feito sem recorrer à contagem, com o apoio de modelos adequados; Cálculo formal: neste nível, os números são usados como objectos mentais para calcular de modo inteligente e flexível, sem necessidade de recorrer a materiais estruturados. Estratégias do cálculo mental da multiplicação 171 3º Passo: Adicionam-se as dezenas: 1 + 6 + 3 = 10. Escreve-se 0 debaixo das dezenas e transporta-se a centena para a posição das centenas.1 1 2 6 5 + 6 3 7 0 2 4º Passo: Adicionam-se as centenas: 1 + 2 + 6 = 9. Escreve-se 9 debaixo das centenas. 1 1 2 6 5 + 6 3 7 9 0 2 O procedimento escrito da subtracção com empréstimo Como calcular 524- 149 na forma vertical? Para calcular 524- 149 através do procedimento escrito, seguem-se os passos: 1º Passo: Escrevem-se unidades debaixo das unidades, dezenas debaixo das dezenas, centenas debaixo das centenas, assim sucessivamente: 5 2 4 - 1 4 9 2º Passo: Não é possível subtrair 9 unidades de 4; assim, pede-se emprestado uma dezena em 2 dezenas, e fica-se com 1 dezena e 14 unidades. Subtraem-se as 9 unidades de 14 e a diferença é 5. Escreve-se 5 debaixo das unidades. 1 10 5 2 4 - 1 4 9 5 3º Passo: Não é possível subtrair 4 dezenas de 1; por isso, pede-se emprestado uma centena em 5 centenas, e fica-se com 4 centenas e 11 dezenas. Subtraem-se 4 dezenas de 11 e a diferença é 7. Escreve-se 7 debaixo das dezenas. 10 4 1 10 5 2 4 - 1 4 9 7 5 4º Passo: Subtrai-se 1 centena de 4 centenas, e a diferença é 3. Escreve-se 3 debaixo das centenas. 10 4 10 10 5 2 4 - 1 4 9 3 7 5 MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO Estratégias de cálculo mental de multiplicação e divisão até 1 000 Níveis de cálculo No cálculo com números até 1000, podem identificar‐ se três níveis: Cálculo por contagem: cálculo apoiado, sempre que necessário, por materiais que permitam a contagem; Cálculo estruturado: cálculo feito sem recorrer à contagem, com o apoio de modelos adequados; Cálculo formal: neste nível, os números são usados como objectos mentais para calcular de modo inteligente e flexível, sem necessidade de recorrer a materiais estruturados. Estratégias do cálculo mental da multiplicação 166 172 Para que o aluno possa efectuar o cálculo mental, é preciso que ele domine os factos básicos. Portanto, as tabelas de multiplicação. Só depois disso é que ele pode efectuar situações de multiplicações mais complexas e usar estratégias de cálculo. Não sei quanto é 6 x 4, mas sei que 5 x 4 = 20, e de 5 para 6 falta 1, então, adiciono ao 20 uma vez o 4, seguindo o raciocínio: 6 x 4 =5 x 4 + 1 x 4 = 20 + 4 = 24 . Não sei quanto é 5 x 3, mas sei que 3 x 3 = 9, e de 3 para 5 faltam 2, então, adiciono ao 9 duas vezes o 3, seguindo o raciocínio: 5 x 3 =3 x 3 + 2 x 3 = 9 + 6 = 15 NOTA: Lembre-se sempre que estes raciocínios são mentais e não escritos. Propriedade comutativa e associativa da multiplicação O professor deverá fazer compreender aos alunos a utilidade das propriedades no cálculo. Os alunos não podem aprender as propriedades de forma mecânica, sem perceberem a sua utilidade. Para isso, deverá mostrar essa utilidade na base de cálculos. Exemplo1: 4 x 12 x 10 =? Fica: 4 x 12 x 10 = 4 x 120 = 480. Repare que é mais fácil calcular 12 x 10 x 4, do que 4 x 12 x10. Portanto, aplicou-se a propriedade associativa da multiplicação. Exemplo2: 4 x 19 x 25 =? Fica: 4 x 19 x 25 = 4 x 25 x 19 = 100 x 19 = 1900. Repare que é mais fácil calcular 4 x 25 x 19, do que calcular 4 x 19 x 25. Portanto, aplica-se a propriedade comutativa da multiplicação. Expressões numéricas envolvendo três operações (adição, subtracção e multiplicação) com e sem parêntesis O professor deverá explicar a prioridade da multiplicação em relação à adição e subtracção em exercícios sem parêntesis, e só depois disto é que pode explicar a prioridade das operações no uso de parentêsis. O importante é que os alunos, até ao fim desta aula, saibam que: Numa expressão numérica sem parênteses, onde há adições, subtracções e multiplicações, primeiro resolvem-se todas as multiplicações e, em seguida, efectuam-se as adições e as subtracções pela ordem em que aparecem. Numa expressão numérica com parêntesis, que envolve adições, subtracções e multiplicações, primeiro resolvem-se as operações dentro de parêntesis e, em seguida, efectuam-se as operações fora de parêntesis, segundo a ordem de prioridade. Noção de múltiplo Os alunos precisam de saber que os múltiplos de um número são determinados através da multiplicação desse número pela sequência dos números naturais. Exemplo: Os múltiplos de 2 são: 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20, etc Multiplicação por 10 e 100 Na multiplicação por 10 e 100, os alunos precisam de conhecer as seguintes regras: Para multiplicar um número por 10, basta acrescentar um zero à direita desse número. Para multiplicar um número por 100, basta acrescentar dois zeros à direita desse número. Entretanto, é importante que os alunos resolvam, orientados pelo professor, alguns exercícios que lhes conduzam a deduzirem estas regras. Procedimento escrito da multiplicação sem transporte, em que os dois factores têm dois algarismos. O professor deverá explicar aos alunos que, quando a multiplicação é mais difícil calcular mentalmente, podemos recorrer ao procedimento escrito. Exemplo1: Vamos resolver 24 x 12 na base do algoritmo. 1º Passo: Escrevem-se unidades debaixo das unidades e dezenas debaixo das dezenas, assim sucessivamente: 2 4 x 1 2 167 173 2º passo: Multiplica-se o 24 por 2 e obtém-se 48 como produto e escreve-se 8 debaixo das unidades e 4 debaixo das dezenas: 2 4 x 1 2 4 8 3º passo: Multiplica-se o 24 por 1 e obtém-se 24 como produto. Escreve-se 4 debaixo das dezenas e 2 debaixo das centenas: 2 4 x 1 2 4 8 2 4 4º passo: Adicionam-se os produtos parciais 48 e 240 e obtém-se 288. 2 4 x 1 2 4 8 2 4 2 8 8 Conclusão: Na multiplicação, é possível realizar facilmente o cálculo mental, desde que o aluno domine os exercícios básicos, assim como as propriedades das operações. Estratégias do cálculo mental da divisão A divisão tem como pressuposto o domínio da tabuada de multiplicação, pois na resolução da divisão recorre-se à sua operação inversa, portanto, à multiplicação. Exemplos: 28: 4, pensa no número que multiplicado por 4 é igual a 28. Neste caso, é o 7. Desta forma, escreve-se: 28 : 4 = 7, porque 7 x 4 = 28 32 : 8 = 4, porque 4 x 8 = 32 21 : 3 = 7, porque 7 x 3 = 21 Assim, sucessivamente. Divisão por 10 e 100 Para este tipo de conteúdo, o professor precisa de usar exemplos no quadro e conduzir a aula de modo que os alunos concluam que: Para dividir um número por 10 e 100, retira-se no dividendo um ou dois zeros, conforme a divisão por 10 ou por 100. Divisão de múltiplos de 10 e 100 Para que os alunos aprendam as regras da divisão de múltiplos de 10 e 100, o professor deverá explicar usando alguns exercícios no quadro, como por exemplo: Para calcular: 80 : 4= , basta calcular 8 : 4 , e acrescentar um zero no resultado. Portanto, 80 : 4 = 20 250 : 5 , basta calcular 25 : 5 , e acrescentar um zero no resultado. Portanto, 250 : 5 = 50 1600 : 2, basta calcular 16 : 2 , e acrescentar dois zeros no resultado. Portanto, 1600 : 2 = 800 168 17 4 U ni da de T em át ic a O B JE C T IV O S E SP EC ÍF IC O S O a lu no d ev e se r ca pa z de : C O N T E Ú D O S R ES U LT A D O S D A A PR EN D IZ A G E M O a lu no : C ar ga ho rá ri a IV G R A N D E ZA S E M E D ID A S C on ve rte r as un id ad es de co m pr im en to ; D et er m in ar o pe rím et ro de fig ur as pl an as (r ec tâ ng ul o, qu ad ra do e tr iâ ng ul o) ; C on ve rte r a s un id ad es d e m as sa e de c ap ac id ad e; D es en ha r e pi nt ar fig ur as de di fe re nt es ta m an ho s; Le r ho ra s em q ua lq ue r tip o de re ló gi o; Le r c al en dá rio ; Ef ec tu ar tro ca s co m di nh ei ro m oç am bi ca no U ni da de s d e co m pr im en to O m et ro (m ), o de cí m et ro (d m ), o ce nt ím et ro (c m ) e o m ilí m et ro (m m ) U ni da de F un da m en ta l: O M et ro N oç ão de pe rím et ro de fig ur as pl an as (r ec tâ ng ul o, q ua dr ad o e tri ân gu lo ) U ni da de s d e m as sa : O q ui lo gr am a (k g) e o g ra m a (g ) U ni da de s d e ca pa ci da de O li tro (l ) e o m ili lit ro (m l) O d in he ir o M oe da s e n ot as d o di nh ei ro m oç am bi ca no M ed id as d e te m po O re ló gi o (h or as e m in ut os ); O c al en dá rio (o d ia , a se m an a e os m es es do a no ). R es ol ve p ro bl em as d o se u di a- a- di a qu e en vo lv em m ed id as , m as sa , ca pa ci da de , di nh ei ro e te m po . 40 Te m po s R E V IS Ã O 40 Te m po s T O TA L 38 0 169 Sugestões Metodológicas Grandezas e Medidas Para o estudo das grandezas, é necessária existência de material variado na sala de aula (réguas, cordas, bandas de cartão, recipientes, relógio, calendário, etc.). Unidades de comprimento No tratamento das medidas de comprimentos (m, dm, cm e mm), é importante que os alunos saibam que: • O metro (m) é a unidade fundamental das medidas de comprimento. • O decímetro (dm), o centímetro (cm) e o milímetro (mm) são os submúltiplos do metro. Além disso, os alunos precisam de saber que usamos os submúltiplos para medir comprimentos pequenos, como é o caso de medir o comprimento de um caderno, de um lápis, de uma borracha, de um afiador, etc., casos em que não seria tão fácil usar o metro. Por esta razão, o metro foi dividido em partes mais pequenas: - Em 10 partes iguais. Cada uma destas partes chama-se decímetro e, por isso, o metro tem 10 decímetros. - Em 100 partes iguais. Cada uma destas partes chama-se centímetro e, por isso, o metro tem 100 centímetros. - Em 1000 partes iguais. Cada uma destas partes chama-se milímetro e, por isso, o metro tem 1000 milímetros. Aconselha-se o professor a usar o metro articulado, para explicar esta matéria com muita facilidade. Os alunos devem dominar as seguintes relações: 1m = 10 dm = 100 cm = 1 000mm Os alunos devem medir diversos objectos. Unidades de Massa Para esta aula, o professor poderá levar para sala vários objectos para serem pesados, inclusive a balança e os pesos de 1kg e grama. Numa primeira fase, os alunos poderão servir-se das suas mãos para comparar os pesos de diferentes objectos, e só depois disso se pode usar a balança. No tratamento das unidades de massa também é importante que os alunos saibam que: - O quilograma (kg) é a unidade fundamental das medidas de massa. 170 - O grama é um dos seus submúltiplos, que serve para medir quantidades mais pequenas do que o quilograma. - 1kg = 1000g - A balança é o instrumento usado para medir a massa de um corpo. - Existem vários tipos de balanças, como as usadas nos mercados, nos talhos, nas farmácias, etc. Unidades de capacidade Para esta aula, o professor poderá levar para sala de aulas, areia ou água e vários recipientes de tamanhos diferentes, como é o caso de garrafas, latas, baldes, etc. O que se pretende é que o professor induza os alunos a verificarem, por transvasamento, quantas vezes um recipiente de areia ou água cabe no outro e vice-versa. Aquele que puder conter mais areia, ou líquido, tem maior capacidade. Também é importante que os alunos saibam que: - O litro (l) é a unidade fundamental das medidas de capacidade. - O mililitro (ml) é um dos seus submúltiplos, que serve para medir quantidades mais pequenas do que o litro. - 1l = 1000ml. O dinheiro: Moedas e notas em circulação em Moçambique O professor deverá apresentar exemplo que mostrem a importância e valor do dinheiro moçambicano bem como os cuidados que se deve ter com o dinheiro. O dinheiro é uma das grandezas com que a criança entra em contacto ainda muito cedo. Por esse facto, o dinheiro incentiva a contagem, ao cálculo mental e ao cálculo estimado. Uma das estratégias para a abordagem deste conteúdo é o uso de moedas e notas simuladas em cartão ou cartolina e as actividades dos alunos consistirão em: • Identificar moedas e notas; • Determinar o valor de uma dada colecção de moedas ou notas; • Simular a troca de moedas em notas e vice-versa; • Simular situações de compra e venda em lojas improvisadas; • Resolução de problemas. 171 Medidas de tempo • O relógio (horas e minutos) É importante que o professor leve um relógio de ponteiros convencional ou por si construído à sala de aulas, para explicar as partes que o constituem, nomeadamente, mostrador, números e os dois ponteiros: o comprido de minutos e o curto das horas. É importante que os alunos saibam que: 1hora = 60 minutos. Vários exercícios de leitura e marcação das horas devem ser feitos pelos alunos na sala de aulas. • O calendário (os dias da semana, os meses do ano) Para o tratamento deste tema, o professor de explicar aos alunos a organização do calendário. O calendário deve estar presente na sala de aula, assim como os alunos devem construí-lo com a orientação do professor. O professor deverá orientar aos alunos a interpretarem o calendário. Os alunos deverão exercitar a leitura do calendário, identificando datas importantes e seus significados (feriados nacionais, datas comemorativas e festivas, data de aniversário de cada aluno), dias de semana e meses do ano. 172 177 Referências bibliográficas WIGGO KILBORN (2005, p. 45-49), Manual de Didáctica de Matemática. GLÓRIA MANHIÇA e CASTIGO W. FUMO, (1998)- Mutumi-Revista do Professor nº 5; Beira-Moçambique. BACKHEUSER, Everardo. A aritmética na “Escola Nova” (A nova didáctica da Aritmética). Rio de Janeiro: Livraria Católica, 1933. BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Guia de Livros Didácticos. PNLD 2007. Matemática. Séries/Anos iniciais do Ensino Fundamental. Brasília: MEC/ SEB, 2006. Disponível em: <http.//www.mec.gov.br>. Acesso em: 20 fev 2007. GÓMEZ, Bernardo. La enseñanza del cálculo mental. Unión- Revista Iberoamericana de Educación Matematica, n. 4, p. 17-29, dez 2005. Disponível em <http:www.fisem.org.br>. Acesso em 20 fev 2007. PITOMBEIRA, João Bosco. Euclides Roxo e as polémicas sobre a modernização do ensino da matemática. In: VALENTE, Wagner R. (org.). Euclides Roxo e a modernização do ensino de Matemática no Brasil. Brasília: Editora UnB, 2004, p. 85-149. Programa de Educação Física 1º Ciclo 174 Introdução A Educação Física é um dos direitos fundamentais do cidadão, devendo ser garantida pelo sistema educativo e por outras instituições sociais. O presente Programa tem como propósito imprimir uma dinâmica às aulas desta disciplina, na perspectiva de, simultaneamente, desenvolver o sentido de cidadania, habilidades práticas, ocupacionais e etnoculturais, isto é, valorizando os conhecimentos das práticas da comunidade onde a escolaestá inserida. A ideia central é começar por jogos e exercícios simples para desenvolver a motricidade e as habilidades da criança, num período de adaptação e, gradualmente, ir aumentando o grau de exigências de acordo com a idade do aluno. Pretende-se que o Programa da disciplina de Educação Física assegure um desenvolvimento contínuo das capacidades e habilidades motoras, praticando a actividade física nas condições em que a escola se encontra, com vista a desenvolver um estilo de vida activo e saudável. O Programa apresenta conteúdos que contribuem na organização e controlo integral do aluno, nas classes que correspondem ao primeiro ciclo, em forma de espiral, diferenciando-se no grau de exigências, segundo o nível de desenvolvimento das capacidades motoras e da idade. A abordagem em espiral visa fortalecer o desenvolvimento de resultados da aprendizagem desta disciplina, na classe e no ciclo de aprendizagem, que promovam hábitos motores consequentes, o que requere tempo. 1ª C L A SS E 2ª C L A SS E 3ª C L A SS E U N ID A D E T EM Á T IC A C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H G IN Á ST IC A D E BA SE • Ex er cí ci os d e or ga ni za çã o e co nt ro lo • Fo rm at ur a bá si ca c om a m ar ca çã o de d is tâ nc ia • M ar ch a se gu in do o c om pa ss o e a co nt ag em d o pr of es so r • Ex er cí ci os d e de se nv ol vi m en to fís ic o ge ra l • Jo go s d e or ie nt aç ão e sp ac ia l at ra vé s d a co nt ag em • Ex er cí ci os d e or ie nt aç ão u sa nd o jo go s d e nu m er aç ão • Ex er cí ci os d e co or de na çã o m ot or a • Jo go s d e co rr id as e m d ife re nt es ve lo ci da de s • Jo go s d e de sl oc am en to e m g ru po s • Ex er cí ci os d e eq ui líb rio p or ta nd o ob je ct os • Ex er cí ci os d e im ita çã o de an im ai s, of íc io s e nt re o ut ro s • Jo go s d e la nç am en to e re ce pç ão • Ex er cí ci os d e ag ili da de 28 • Ex er cí ci os d e or ga ni za çã o e co nt ro lo • M ar ch a no lu ga r em de sl oc am en to se gu in do a co nt ag em • Ex er cí ci o de m ud an ça s de fo rm at ur a • C on ve rs õe s ( G iro ) • Ex er cí ci o de o rie nt aç ão es pa ci al • C on ve rs õe s se gu in do a or ie nt aç ão d o pr of es so r • Ex er cí ci os de co or de na çã o m ot or a • Ex er cí ci os de or de m se gu in do a o rie nt aç ão • Ex er cí ci os d e eq ui líb rio n o lu ga r e e m m ar ch a • Ex er cí ci o de ba lo iç ar em ob je ct os e eq ui lib ra r um a bo la o u ob je ct o na c ab eç a • Ex er cí ci os d e de se nv ol vi m en to fí si co g er al 28 • Fo rm at ur as b ás ic as • Ex er cí ci os d e or ie nt aç ão e sp ac ia l • Ex er cí ci os d e co or de na çã o m ot or a Jo go s d e la nç am en to s e re ce pç ão • Ex er cí ci os de or de m se gu in do a o rie nt aç ão 24 Te m po s JO G O S E D U C A T IV O S • Jo go s c om a b ol a • Jo go s e du ca tiv os • Jo go s c om a b ol a fe ita p el os al un os • Jo go s r ed uz id os • Ex er cí ci os d e im ita çã o de a ni m ai s 22 • Pa ss e e re ce pç ão d a bo la • Jo go s de p as se e r ec ep çã o co m c on ta ge m • Jo go d e ne ca • Jo go d e m at a- m at a • Jo go s e du ca tiv os • Jo go s d e la nç am en to d e pr ec is ão 22 175 18 0 Vi sã o ge ra l d os co nt eú do s d o 1º C ic lo 1ª C L A SS E 2ª C L A SS E 3ª C L A SS E U N ID A D E T EM Á T IC A C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H G IN Á ST IC A D E BA SE Ex er cí ci os d e or ga ni za çã o e co nt ro lo Fo rm at ur a bá si ca c om a m ar ca çã o de d is tâ nc ia M ar ch a se gu in do o c om pa ss o e a co nt ag em d o pr of es so r Ex er cí ci os d e de se nv ol vi m en to fís ic o ge ra l Jo go s d e or ie nt aç ão e sp ac ia l at ra vé s d a co nt ag em Ex er cí ci os d e or ie nt aç ão u sa nd o jo go s d e nu m er aç ão Ex er cí ci os d e co or de na çã o m ot or a Jo go s d e co rr id as e m d ife re nt es ve lo ci da de s Jo go s d e de sl oc am en to e m g ru po s Ex er cí ci os d e eq ui líb rio p or ta nd o ob je ct os Ex er cí ci os d e im ita çã o de an im ai s, of íc io s e nt re o ut ro s Jo go s d e la nç am en to e re ce pç ão Ex er cí ci os d e ag ili da de 28 Ex er cí ci os d e or ga ni za çã o e co nt ro lo M ar ch a no lu ga r em de sl oc am en to se gu in do a co nt ag em Ex er cí ci o de m ud an ça s de fo rm at ur a C on ve rs õe s ( G iro ) Ex er cí ci o de o rie nt aç ão es pa ci al C on ve rs õe s se gu in do a or ie nt aç ão d o pr of es so r Ex er cí ci os de co or de na çã o m ot or a Ex er cí ci os de or de m se gu in do a o rie nt aç ão Ex er cí ci os d e eq ui líb rio n o lu ga r e e m m ar ch a Ex er cí ci o de ba lo iç ar em ob je ct os e eq ui lib ra r um a bo la o u ob je ct o na c ab eç a Ex er cí ci os d e de se nv ol vi m en to fí si co g er al 28 Fo rm at ur as b ás ic as Ex er cí ci os d e or ie nt aç ão e sp ac ia l Ex er cí ci os d e co or de na çã o m ot or a Jo go s d e la nç am en to s e re ce pç ão Ex er cí ci os de or de m se gu in do a o rie nt aç ão 24 Te m po s JO G O S E D U C A T IV O S Jo go s c om a b ol a Jo go s e du ca tiv os Jo go s c om a b ol a fe ita p el os al un os Jo go s r ed uz id os Ex er cí ci os d e im ita çã o de a ni m ai s 22 Pa ss e e re ce pç ão d a bo la Jo go s de p as se e r ec ep çã o co m c on ta ge m Jo go d e ne ca Jo go d e m at a- m at a Jo go s e du ca tiv os Jo go s d e la nç am en to d e pr ec is ão 22 1ª C L A SS E 2ª C L A SS E 3ª C L A SS E U N ID A D E T EM Á T IC A C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H C O N TE Ú D O S C H G IN Á ST IC A D E BA SE • Ex er cí ci os d e or ga ni za çã o e co nt ro lo • Fo rm at ur a bá si ca c om a m ar ca çã o de d is tâ nc ia • M ar ch a se gu in do o c om pa ss o e a co nt ag em d o pr of es so r • Ex er cí ci os d e de se nv ol vi m en to fís ic o ge ra l • Jo go s d e or ie nt aç ão e sp ac ia l at ra vé s d a co nt ag em • Ex er cí ci os d e or ie nt aç ão u sa nd o jo go s d e nu m er aç ão • Ex er cí ci os d e co or de na çã o m ot or a • Jo go s d e co rr id as e m d ife re nt es ve lo ci da de s • Jo go s d e de sl oc am en to e m g ru po s • Ex er cí ci os d