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Medidas cautelares Alexandre Campos da Silva Coordenação Geral de Inspeção Legislação aplicável Lei nº 8.078, de 11/09/1990 Art. 56. As infrações das normas de defesa do consumidor ficam sujeitas, conforme o caso, às seguintes sanções administrativas, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas: (...) Parágrafo único. As sanções previstas neste artigo serão aplicadas pela autoridade administrativa, no âmbito de sua atribuição, podendo ser aplicadas cumulativamente, inclusive por medida cautelar, antecedente ou incidente de procedimento administrativo. Lei nº 9.784, de 29/01/1999 Art. 45. Em caso de risco iminente, a Administração Pública poderá motivadamente adotar providências acauteladoras sem a prévia manifestação do interessado. Legislação aplicável Lei nº 6.437, de 20/08/1977 Art . 23 - A apuração do ilícito, em se tratando de produto ou substância referidos no art. 10, inciso IV, far-se-á mediante a apreensão de amostras para a realização de análise fiscal e de interdição, se for o caso § 1º - A apreensão de amostras para efeito de análise, fiscal ou de controle, não será acompanhada da interdição do produto. § 2º - Excetuam-se do disposto no parágrafo anterior os casos em que sejam flagrantes os indícios de alteração ou adulteração do produto, hipótese em que a interdição terá caráter preventivo ou de medida cautelar. § 3º - A interdição do produto será obrigatório quando resultarem provadas, em análise laboratoriais ou no exame de processos, ações fraudulentas que impliquem em falsificação ou adulteração. § 4º - A interdição do produto e do estabelecimento, como medida cautelar, durará o tempo necessário à realização de testes, provas, análises ou outras providências requeridas, não podendo, em qualquer caso, exceder o prazo de noventa dias, findo qual o produto ou estabelecimento será automaticamente liberado. Legislação aplicável Decreto 9.013, de 29/03/2017 Seção II Das medidas cautelares Art. 495. Se houver evidência ou suspeita de que um produto de origem animal represente risco à saúde pública ou tenha sido alterado, adulterado ou falsificado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deverá adotar, isolada ou cumulativamente, as seguintes medidas cautelares: I - apreensão do produto; II - suspensão provisória do processo de fabricação ou de suas etapas; e III - coleta de amostras do produto para realização de análises laboratoriais. § 1º Sempre que necessário, será determinada a revisão dos programas de autocontrole dos estabelecimentos. § 2º A retomada do processo de fabricação ou a liberação do produto sob suspeita será autorizada caso o SIF constate a inexistência ou a cessação da causa que motivou a adoção da medida cautelar. § 3º O disposto no caput não afasta as competências de outros órgãos fiscalizadores, na forma da legislação. Definição e situações para aplicação Evidência de que um produto de origem animal represente risco à saúde; Suspeita de que um produto de origem animal represente risco à saúde; Evidência de que um produto de origem animal tenha sido alterado, adulterado ou falsificado Suspeita de que um produto de origem animal tenha sido alterado, adulterado ou falsificado Definição e implicações A Administração Pública tem a prerrogativa de adotar motivadamente medidas cautelares para defesa do interesse público, em situações que não se pode aguardar a conclusão de um processo administrativo. Resultado da discricionariedade do agente público, porém sua forma é constituída de legalidade Os limites impostos à autoridade sanitária: necessidade da adoção da medida acauteladora com base em critérios técnicos e também nos princípios da legalidade, da proporcionalidade e da razoabilidade, uma vez que a ação realizada deverá ser proporcional à necessidade pública, sob pena de caracterização de excesso ou desvio de poder do agente. As medidas cautelares podem, a qualquer tempo, ser revogadas, e persistem apenas enquanto perdurarem as condições que motivaram a sua concessão. Medidas cautelares previstas em legislações e orientações específicas Decreto 9.013, de 29/03/2017 ( inspeção ante e post mortem) Instrução Normativa n° 09, de 08/04/2009, que instituiu os Procedimentos de Controle da Listeria monocytogenes em produtos de origem animal prontos para o consumo Instrução Normativa n° 20, de 21/10/2016, que instituiu controle e o monitoramento de Salmonella spp com objetivo de reduzir a prevalência desse agente e estabelecer um nível adequado de proteção ao consumidor. Instrução Normativa nº 60, de 20/12/2018, que estabeleceu o controle microbiológico em carcaça de suínos e em carcaça e carne de bovinos em abatedouros frigoríficos, com objetivo de avaliar a higiene do processo e reduzir a prevalência de agentes patogênicos. Memorando-Circular nº 1/2016/DIPOA/SDA/GM/MAPA – Notificações Internacionais Ofício Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA – Nitrito e Nitrato Ofício Circular nº 16/07/DIPOA/SDA de 29/11/2007 - PPCAAP Instrução Normativa nº 09 de 08/04/2009: Dispositivo Legal Medida cautelar Art. 6º do Anexo Os resultados positivos para Listeria monocytogenes desencadearão os procedimentos de inspeção do processo de produção e a revisão dos registros dos produtos de origem animal prontos para o consumo. Art. 7º do Anexo Os resultados da inspeção oficial devem ser registrados de forma clara e detalhada, citando todos os registros que motivaram a ação fiscal, bem como a legislação específica. Art. 8º do Anexo Quando constatado que as medidas corretivas e preventivas implantadas não são efetivas, as ações restritivas aplicadas não podem ser suspensas até que sejam apresentadas alternativas comprovadamente adequadas. Art. 10º do Anexo Quando houver detecção de Listeria monocytogenes nos produtos de origem animal prontos para o consumo, os estabelecimentos fiscalizados devem rever os seus procedimentos de autocontrole. § 1º A revisão dos procedimentos de autocontrole deve enfocar: I - o controle da matéria-prima, ingredientes e embalagem primária; II - o processo de produção visando à redução dos níveis de contaminação dos produtos de origem animal prontos para o consumo; III - o programa de higienização e sanitização com objetivo de reduzir a contaminação biológica dos produtos de origem animal prontos para o consumo, enfocando a Listeria monocytogenes, durante o processo de produção; IV - o controle do ambiente e equipamentos para prevenir a recontaminação dos produtos de origem animal prontos para o consumo, após a sua fabricação; V - os métodos adequados para reduzir a contaminação biológica dos produtos de origem animal prontos para o consumo embalados; e VI - os métodos adequados para suprimir a multiplicação do microrganismo nos produtos de origem animal prontos para o consumo embalados. § 2º Os estabelecimentos fiscalizados devem: I - estabelecer registros que demonstrem a eficiência dos programas de autocontrole implantados pelos estabelecimentos; e II - instituir o monitoramento do ambiente de processamento de produtos de origem animal prontos para o consumo para Listeria monocytogenes ou Listeria spp. Art. 11º do Anexo Se durante a inspeção oficial for constatado que o estabelecimento, onde foi detectada a presença de Listeria monocytogenes em seus produtos, não implantou as ações previstas neste Anexo, devem ser tomadas as seguintes medidas: I - apreensão do produto; e II - realização de testes microbiológicos para pesquisa de Listeria monocytogenes, antes da liberação do produto para o consumo. Parágrafo único. As medidas impostas ao estabelecimento somente serão suspensas após constatação da implantação do previsto no art. 10, deste Anexo. Orientações sobre medidas cautelares específicas - histórico (Nitrito/Nitrato e PPCAP) Modelo DICAR/DICS DICAO Documento que institui Oficio Circular nº 15 /2009/GAB/DIPOA Específico para Nitrito e Nitrato. Ofício Circular nº 16/07/DIPOA/SDA de 29/11/2007 Ofício Circular DIPOA nº 20 de 13/07/2010(descentralização) Base legal Instrução Normativa nº 51 SDA de 29/12/06. Referência: Resolução MERCOSUL GMC nº 73/97. Art. 2º inciso V da Lei 7.889/89 Art. 879 e 951 do Decreto 30691/52; Art.45 da Lei 9784/99 e Art. 56 da Lei 8078/90. Implicações - Suspensão total ou parcial da comercialização de produtos. - Cancelamento do registro do produto/rótulo. Interdição total ou parcial do estabelecimento (abate, produção e/ou comercialização) Quem Determina DIPOA DIPOA Quem Suspende DIPOA DIPOA (SIPOA após 2010) Existe processo Não Sim Divulgação Não Sim (Site do MAPA) até 2010 Orientações sobre critérios para a adoção de medidas cautelares - histórico (Nitrito/Nitrato e PPCAP) . Divisões Casos em que se deve adotar medida cautelar DICAR/DICS - Nos casos de reincidência de violação dos níveis de conservantes/aditivos estabelecidos pela IN 51 de 29/12/2006 no mesmo produto ou no terceiro desvio em diferentes produtos, detectadas através de análises realizadas ou durante atividades de rotina do SIF, supervisões, auditorias ou por outros órgãos de fiscalização. DICAO - Nos casos de empresas cujo histórico de análises em relação a fraude demonstre persistência de violações às normas e aquelas cujas não conformidades de natureza grave forem detectadas durante atividades de rotina do SIF, supervisões ou auditorias. (descontrole do processo que proporcione aumento na absorção de água pelas carcaças de aves, fraude intencional e/ou habitual). Presença de auditor externo designado pelo Serviço. Orientações sobre critérios para a suspensão de medidas cautelares - histórico (Nitrito/Nitrato e PPCAP) Orientações/ Divisões Coleta de Amostra Programas de Autocontrole Recolhimento de produto expedido DICAR/DICS Resultados obtidos em laboratórios da rede oficial todos os lotes produzidos durante o período de REF e os produzidos anteriormente. Constatação de três lotes consecutivos dos produtos implicados com análises conformes Coleta oficial. Revisão do programa de autocontrole. Plano de ação para correção das não conformidades e alteração do registro de rótulo, se necessário. Indicação da Causa e ação corretiva. Avaliação do DIPOA. Pode incluir como medida. DICAO Resultados obtidos em laboratórios da rede oficial todos os lotes produzidos durante o período de REF e os produzidos anteriormente. Constatação de três lotes dos produtos implicados com análises conformes Coleta oficial. Revisão do Programa de Prevenção e Controle de Adição de Água aos Produtos (PPCAAP) – Indicação da Causa e ação corretiva. Avaliação do SIPOA/SISA/SIFISA (Emissão de parecer técnico pelo SIF local). Aplicação do PPCAAP por três dias após o aceite. Recolher do varejo o lote da produção que apresentou irregularidade e apresentar documentação à Inspeção Federal local, que comprove o recolhimento do produto no comércio. A destinação dos produtos recolhidos do varejo deve ser acompanhada pelo Serviço de Inspeção Federal. Instrução Normativa nº 20/2016 Discricionariedade diminuída pelas atribuições previstas na IN para os estabelecimentos; Suspensão de certificação poderá ser determinada pelo DIPOA, em função do seu histórico e do descumprimento dos requisitos sanitários para Salmonella spp. Intervalo para coleta de amostras do ciclo oficial (limitação – uma amostra semanal) Dispositivo Legal Medida cautelar/ Ações do SIF Art. 67 Quando ocorrer violação do ciclo oficial, o SIF deve: I - notificar imediatamente o estabelecimento de abate; e II - verificar as ações adotadas pelo estabelecimento, com objetivo de restabelecer a conformidade em termos do controle de Salmonella spp. Art. 68 Quando a avaliação dos registros gerados pela investigação do estabelecimento de abate indicar falhas no controle de Salmonella spp. na cadeia produtiva de frangos e perus, a SFA nos Estados por meio de seus serviços competentes realizará auditoria na cadeia. Art. 70 No caso de identificação dos sorovares Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis em amostra oficial, o SIF deve: I - notificar o estabelecimento de abate; e II - verificar o cumprimento do disposto no art. 61 desta Instrução Normativa. gabibicca@gmail.com (g) * Instrução Normativa nº 20/2016 Dispositivo Legal Medida cautelar/Ações previstas para os estabelecimentos Art. 53 O abate de lotes de frangos e perus de corte e de galinhas e perus de reprodução positivos para Salmonella spp., exceto Salmonella Enteritidis e Salmonella Typhimurium, será realizado em separado dos demais lotes, seguido de imediata higienização das instalações e equipamentos. Art. 54 Para o abate de lotes de frangos e perus de corte e de galinhas e perus de reprodução positivos para Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis, serão adotadas as seguintes ações: I - abate em separado dos demais lotes, seguido de imediata higienização das instalações e equipamentos; e II - sequestro e destinação da produção para tratamento térmico que garanta a eliminação desses patógenos ou fabricação de carne mecanicamente separada. Art. 57 Quando ocorrer violação do ciclo de monitoramento de Salmonella spp. em frangos e perus, o estabelecimento de abate deverá identificar a causa da violação, revisar os programas de autocontrole, adotar ações corretivas e preventivas com o objetivo de restabelecer a conformidade em relação a esse agente. Art. 58 Um ciclo (...) III - comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis em até vinte dias a contar da data da notificação. Art. 59 Dois ciclos (...) solicitar de seus fornecedores intensificação das ações de biosseguridade. Art. 60 três ciclos (...) I - expedir o produto final após ensaio laboratorial de pesquisa de Salmonella spp. em laboratórios Credenciados; II - tipificar as culturas para identificação do sorovar, em caso de ser detectada a presença de Salmonella spp.;e III - sequestrar e dar destino a produção para tratamento térmico que garanta a eliminação desses patógenos, fabricação de carne mecanicamente separada ou outro processo previamente aprovado pelo MAPA. Art. 61 (...) identificados os sorovares Salmonella Typhimurium ou Salmonella Enteritidis deve: I - realizar investigação para identificar a causa, bem como adoção de um plano de ação para prevenção; II - revisar os programas de autocontrole, com o objetivo de restabelecer a conformidade em relação a esse agente; III - comprovar ao SIF as ações adotadas, por meio de registros auditáveis em até vinte dias a contar da data da notificação; e IV - solicitar dos seus fornecedores intensificação das ações de biosseguridade. Instrução Normativa nº 60/2018 Discricionariedade limitada à avaliação das ações da empresa Dispositivo Legal Medida cautelar/ Ações do SIF Arts. 36, 38 e 39. No ciclo de amostragem oficial, quando o número de amostras com detecção de presença do patógeno em carcaças de suínos/carnes de bovinos for maior que o número aceitável (c), o SIF deverá: I – notificar imediatamente o abatedouro frigorífico; e II – verificar as ações adotadas pelo abatedouro frigorífico para restabelecer a conformidade em termos de controle do patógeno Dispositivo Legal Medida cautelar/ Ações do estabelecimento Art. 20 Nos casos previstos nos §3º e §4º do art. 18, o abatedouro frigorífico deverá identificar a causa e adotar ações corretivas e preventivas para restabelecer o controle do processo. Arts. 26, 27, 28 e 32 I – realizar investigação para identificar a causa da violação; II – revisar seus programas de autocontrole; III – apresentar plano de ação com as medidas corretivas e preventivas em até vinte dias a contar da data da notificação; e IV – comprovar ao SIF as ações adotadas e a redução da frequência deste patógeno para o nível aceitável, por meio de registros auditáveis. gabibicca@gmail.com (g) * Medidas cautelares - Resultados de análises Avaliações recomendadas antes da aplicação do artigo 495 do Decreto9.013/2017 Se o resultado de análise oficial implica em existência de critério de segurança (risco para a saúde do consumidor); indicador de higiene (risco de processo), indicadores de alteração ou fraude (adulteração e falsificação). Avaliar a possibilidade do produto implicado ser consumido sem tratamento que elimine o perigo Avaliar as medidas a implementar com base no risco identificado considerando os seguintes parâmetros: - agente isolado e/ou quantificado (ideal) ; - processo tecnológico que deu origem ao produto; - contaminação primária/recontaminação; - consumidores de destino; - risco para a saúde do consumidor em função das possibilidades de consumo (pronto a consumir cru, etc.) Implicação do caso no artigo 497 do Decreto 9.013/2017 (impróprios para o consumo humano, na forma em que se apresentam) Medidas Cautelares – Resultados de análises Procedimentos recomendados na aplicação do artigo 495 do Decreto 9.013/2017: Instaurar processo SEI onde conste o Certificado Oficial de Análise (COA) que identificou o desvio. Em todos os casos notificar o estabelecimento implicado do resultado conteúdo variável de acordo com o tipo e do grau da não conformidade e legislação específica segregar o lote de matérias-primas e/ou de produtos implicados (inciso IX do art. 73 do decreto 9.013/2017 apresentar manifestação onde conste informações sobre: rastreabilidade do lote implicado conforme previsto no art. 75 e 81 do Decreto 9.013/2017; previsibilidade do caso implicado no programa de recolhimento da empresa previsto no inciso XV do art. 73 e 81 do Decreto 9.013/2017; medidas adotadas no sentido de identificar e eliminar a causa do desvio, restabelecer as condições higiênico-sanitárias do produto/processo; medidas preventivas para evitar a recorrência de desvios. Medidas Cautelares – Resultados de análises Procedimentos recomendados na aplicação do artigo 495 do Decreto 9.013/2017: Em um plano de três classes quando o resultado de análise de amostra indicativa de microbiologia (n=1), classificada como critério de segurança, for intermediário, interpretar-se-á como tendência de desvio do processo: apreensão do produto e coleta de amostras representativas. Notificar o estabelecimento, porém sem adoções acauteladoras cumulativas As ações cautelares cabíveis deverão ser desencadeadas em casos de resultados de análises de amostras indicativas de microbiologia (n=1), classificadas como critério de segurança, com qualquer resultado acima de M. determinar a revisão dos programas de autocontrole dos estabelecimentos novas produções e estoque devem ser analisadas pelo estabelecimento (amostras representativas) em Laboratórios da Rede Credenciada do MAPA. condicionamento da expedição à resultados de análises pode perdurar até cessação da causa que motivou a adoção da medida cautelar. Medidas Cautelares – Decisões e implicações Procedimentos recomendados na aplicação do artigo 495 do Decreto 9.013/2017: Em um plano de três classes quando o resultado de análise de amostra indicativa de microbiologia (n=1), classificada como indicador de higiene, for intermediário, interpretar-se-á como tendência de desvio do processo: coleta de amostras representativas sem apreensão de produto. As ações cautelares cabíveis deverão ser desencadeadas em casos de resultados de análises de amostras indicativas de microbiologia (n=1), classificadas como indicador de higiene, com qualquer resultado acima de M. determinar a revisão dos programas de autocontrole do estabelecimento Medidas Cautelares – Decisões e implicações Procedimentos recomendados na aplicação do artigo 495 do Decreto 9.013/2017: Em um plano de três classes quando o resultado de análise de amostra indicativa de microbiologia (n=1), classificada como indicador de higiene, for intermediário, interpretar-se-á como tendência de desvio do processo: coleta de amostras representativas sem apreensão de produto. As ações cautelares cabíveis deverão ser desencadeadas em casos de resultados de análises de amostras indicativas de microbiologia (n=1), classificadas como indicador de higiene, com qualquer resultado acima de M. determinar a revisão dos programas de autocontrole do estabelecimento Medidas Cautelares – Decisões e implicações Procedimentos recomendados na aplicação do artigo 495 do Decreto 9.013/2017: Determinação de revisão dos programas de autocontrole do estabelecimento O estabelecimento implicado deve propor as frequências de amostragem e análise necessárias no âmbito dos seus procedimentos baseados nos princípios do HACCP e de outros procedimentos de controle de higiene. (artigo 475 do Decreto 9.013/2017) O estabelecimento pode utilizar métodos de análise diferentes (métodos com reconhecimento técnico e científico comprovados) dos métodos de referência, especialmente métodos mais rápidos, desde que o recurso a estes métodos alternativos proporcione resultados equivalentes O estabelecimento deve informar sobre o tempo de aplicação do plano de ação SIF deve avaliar as medidas adotadas Medidas Cautelares - Decisões e implicações Quando verificadas resultados de análises de autocontrole? Com ação da empresa/ Sem ação da empresa Quando realizar a suspensão da atividade ou etapas? (fiscalização) - gancho para apresentação das medidas cautelares das áreas especificas - em função de irregularidades constatadas em fiscalização de rotina Medida cautelar X Recolhimento Coleta de amostras de produtos considerados impróprios Quando suspender a ação cautelar?