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ANATOMIA PALPATÓRIA
COMPLEXO ARTICULAR DO OMBRO
ME. ALESSANDRO SILVA DA ROSA
COMPONENTES ANATÔMICOS 
OSSOS
•Clavícula
•Escapula
•Úmero
MÚSCULOS 
•Deltóide
•Supra espinal
• Infra espinal
•Redondo menor
•Redondo maior
•Subescapular
•Peitoral maior
•Grande dorsal
•Coracobraquial
•Bíceps braquial
•Tríceps braquial
COMPLEXO ARTICULAR
•É uma articulação sinovial, classificada 
como diartrose (triaxial), do tipo esferóide e 
que apresenta 3 gruas de liberdade.
•Envolve as articulações:
•F/E; Ab/Ad; RI/RE; circundução, Ad ou F 
horizontal; Ab ou E horizontal.
Acromioclavicular
Glenoumeral
CLAVÍCULA 
CLAVÍCULA - PALAPAÇÃO
•As disfunções da clavícula podem alterar o ritmo escapuloumeral e desencadear 
algumas lesões, tais como tendinites e acometimentos musculares;
•Os 2 terços côncavos e 1 terço convexo (tamanho e largura - anormalidades);
•A passagem do segundo para o terceiro terço passa o plexo braquial;
CLAVÍCULA - PALAPAÇÃO
•As extremidades e espaços anatômicos (função - movimentar);
•Na extremidade acromial – dolorosa e pontual (face posterior) indica tensão nas 
fibras superiores do deltoide;
•Se inserem na clavícula os músculos peitoral maior, esternocleidomastóideo, 
subclávio, deltoide, trapézio e estemohióideo
• Paciente: sentado
• Terapeuta: a frente ou atrás do paciente
CLAVÍCULA - 
PALAPAÇÃO
PALPAÇÃO - ESCÁPULA
•Paciente sentado ou deitado em decúbito ventral;
•Grande parte da escápula pode ser palpada;
•Acrômio, a espinha, o processo coracoide, a borda vertebral e o ângulo 
inferior são facilmente palpáveis... ângulo superior e a borda superior – 
não;
O QUE PALPAMOS NA ESCÁPULA (POSTERIOR)?
•Espinha da escápula;
•Região triangular 
(ângulo vertebral da escápula);
•Ângulo acromial;
•Acrômio;
•Borda vertebral da escápula;
•Borda axilar da escápula;
•Ângulo inferior da escápula;
•Processo coracoide (anterior)
PALPAÇÃO - ESCÁPULA
•Espinha da escapula – palpação em forma de pinça;
•A espinha da escápula, próximo à borda vertebral do osso, possui uma 
área lisa, de formato triangular, que serve como referência topográfica 
às palpações dos músculos romboide maior, elevador da escápula e 
fibras inferiores do trapézio.
PALPAÇÃO - ÚMERO
•Cabeça do úmero
•Tubérculo maior do úmero
•Tubérculo menor do úmero
•Sulco bicipital
PALPAÇÃO - ÚMERO
•A palpação da cabeça do úmero pode ser realizada em DD ou em DL;
•É importante para as manobras de decoaptação;
•Ela dever ser diferenciada do tubérculo menor e do acrômio;
PALPAÇÃO - ÚMERO
•Posicionar-se ao lado do paciente sentado (tubérculo maior);
•Ao identificar o acrônimo, descer aproximadamente um dedo e procurar 
sob o músculo deltoide uma estrutura rígida e arredonda – tubérculo 
maior;
•Paciente sentado identificar os tubérculos maior e menor, você 
verificará que entre elas há uma depressão e que ao palpar a percepção é 
de estar palpando um cordão espesso;
OMBRO – M. PEITORAL MAIOR
• É um grande músculo, superficial, divide-se em duas porções: clavicular e esternal.
•Origem: porção medial da clavícula, osso esterno e cartilagem das 7 primeiras costelas e 
bainha do músculo reto do abdome;
• Inserção: tubérculo maior do úmero e lábio do sulco intertubecular;
• Inervação: nervo peitoral lateral – as fibras superiores e, nervo peitoral medial as fibras 
inferiores;
•Ação:
• Porção clavicular auxilia na Ab estando o braço na horizontal a partir de 90º;
• Porção esternal E, Ad, RI e elevação do tórax.
PALPAÇÃO – M. PEITORAL MAIOR
•Paciente deitado em decúbito dorsal ou sentado;
•Mãos homolateral posicionada com os dedos em direção a clavícula;
•Solicitar que realize os movimentos contra resistência.
OMBRO – M. PEITORAL MENOR
•Origem: nas bordas craniais e nas superfícies anteriores das costelas, na 
proximidade de suas cartilagens e nas fáscias que recobrem os músculos 
intercostais externos.
• Inserção: no processo coracóide da escápula, em sua borda medial e superfície 
superior.
• Inervação: nervos peitorais medial e lateral do plexo braquial (este contém 
fibras do ~ nervo cervical e do 1° nervo torácico).
•Ação: realiza o abaixamento do ombro deslocando-o para a frente 
(antepulsão) e, na inspiração forçada, auxilia na elevação da 3•, 4• e 5• 
costelas, quando o ponto fixo é a escápula.
PALPAÇÃO – M. PEITORAL 
MENOR
•Paciente em decúbito dorsal ou sentado;
•Palpação indireta;
•Com a mão posicionada sobre o musculo peitoral maior, solicitar um 
extensão de ombro contra a resistência e assim perceberemos a ação do 
peitoral menor;
•Ou, com a palpação sob o peitoral maior na altura axilar e solicitar a 
extensão de cotovelo.
OMBRO – M. SUBCLÁVIO
• É um pequeno músculo, fusiforme, que se estende da 1ª costela à clavícula.
•Origem: por meio de um tendão espesso que se insere na parte superior da 1 ª costela e 
da 1 ª cartilagem costal.
• Inserção: • no terço médio da face inferior da clavícula e, pode se estender ao processo 
coracoide da escápula.
•Ação: abaixa a clavícula e, consequentemente, o ombro; traz a clavícula em sentido 
medial, dando proteção à articulação estemoclavicular; quando o ponto fixo é a 
clavícula, eleva a 1• costela, participando da inspiração.
• Inervação: nervo subclávio do plexo braquial (contendo fibras do 52 e 62 nervos 
cervicais).
•Não é um músculo palpável.
OMBRO – SERRÁTIL ANTERIOR
•Origem: primeiras oito ou nove costelas e nas aponeuroses que revestem os 
músculos intercostais das primeiras oito ou nove costelas.
• Inserção: na escápula, no lábio anterior de sua borda vertebral.
•Ação: mantém a escápula contra o tórax; gira a escápula lateralmente, 
elevando a cavidade glenóide e eleva as costelas na inspiração.
• Inervação: Nervo torácico longo (contém fibras do 5°, 6° e 7° nervos 
cervicais).
PALPAÇÃO – M. SERRÁTIL ANTERIOR
•Paciente sentado e ombro fletido a 90°;
•Posicionar as polpas dos dedos anterolateral e solicitar que o paciente 
continue a flexão de ombro contra a resistência. Assim o musculo 
poderá ser percebido na sua contração.
•Nem sempre é possível palpar este musculo, principalmente nas 
mulheres, mas saber seu posicionamento é de grande valia.
OMBRO – M. SUBESCAPULAR
•Localiza-se na fossa subescapular, na face anterior da escapula de 
tamanho similar ao infra espinhoso e redondo menor;
•Origem: fossa subescapular;
•Inserção: tubérculo menor do úmero;
•Inervação: nervo subescapular;
•Ação: RI, fibras superiores auxiliam na Ab e as inferiores promovem 
adução.
PALPAÇÃO – M. SUBESCAPULAR
•Paciente em decúbito lateral do lado contralateral ao avaliado;
•Paciente com abdução de ombro a 90°;
•Entrar com as polpas dos dedos indicador e médio, posterior ao M. 
Peitoral Maior e anterior ao Latíssimo do Dorso e solicitar que o 
paciente realize rotação interna;
•Poderemos sentir o M. Subescapular contraindo.
OMBRO – M. SUPRA ESPINAL
•O músculo supra espinal ocupa a fossa supra espinal e, esta coberto pela 
músculo trapézio e deltoide, seu tendão reforça a relação com a capsula da 
articulação escapulo umeral
•Origem: fossa supra espinhosa da escápula;
• Inserção: porção superior do tubérculo maior do úmero;
• Inervação: nervo supraescapular
•Ação: Ab do braço, porções posteriores auxiliam na RE e estabiliza a cabeça 
do úmero.
PALPAÇÃO – M SUPRA ESPINHAL
•Paciente sentado com a cabeça inclinada para o lado da palpação e terapeuta 
em pé atrás do paciente.
•Palpação indireta
•O terapeuta posicionará os dedos superiormente à espinha da escápula, na 
fossa supraespinhal e com a outra mão resistirá abdução do paciente.
•Sob os dedos da mão contralateral, perceberá, na profundidade, a contração 
do supraespinhal.
OMBRO – M. INFRA ESPINAL
•Origem: fossa infra espinhosa da escapula;
•Inserção: faceta média do tubérculo maior do úmero;
•Inervação: nervo supra escapular;
•Ação: RE e auxilia na Ab do braço
PALPAÇÃO – M. INFRA ESPINHAL
•Paciente em decúbito lateral, contralateral ao lado avaliado, com o cotovelo fletido 
a 90º e o terapeuta empé atrás do paciente;
•O terapeuta irá repousar os seus dedos abaixo da espinha da escápula, seguindo a 
orientação das fibras do infraespinhal: de trajeto ascendente, no sentido medial 
para lateral.
•Com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, resistirá à rotação 
lateral do braço;
•Perceberá a tensão do músculo sob seus dedos que estão posicionados na região 
infraespinhal.
OMBRO – M. REDONDO MENOR
•O redondo menor é um músculo de pequenas dimensões, facilmente confundido com o 
infra espinal por sua intima proximidade com o mesmo;
• Também já foram observadas a completa e total fusão desses dois músculos;
•Origem: fossa infra espinhosa e borda lateral da escapula;
• Inserção: faceta inferior do tubérculo maior do úmero;
• Inervação: nervo axilar;
•Ação: EH, RE, auxilia na Ab do braço tensionado a capsula articular.
PALPAÇÃO – M. REDONDO MENOR
• Paciente em decúbito lateral, contralateral ao lado avaliado, com o cotovelo fletido a 90º 
e o terapeuta em pé atrás do paciente;
•O terapeuta traçará uma linha imaginária entre o ângulo inferior da escápula e o ombro 
do paciente.
• Posicionará as polpas de seu 2° e 3° dedos sobre a linha imaginária, mais precisamente 
inferiormente ao deltoide e superiormente ao redondo maior.
•Com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, resistirá à sua rotação lateral
• Sob o 2° e 3° dedos, a contração do redondo menor será percebida.
OMBRO – M. REDONDO MAIOR
•Localiza-se na boda lateral e ângulo inferior da escapula, próximo ao 
redondo menor;
•Origem: face posterior da escapula. Borda lateral e ângulo inferior;
•Inserção: sulco bicipital do lábio medial e tubérculo menor do úmero;
•Nervo subescapular inferior;
•Ação: Ad, E, EH e RI.
PALPAÇÃO - M. REDONDO MAIOR
•Avalia-se em decúbito lateral com o terapeuta a frente ou atrás do paciente;
•O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos lateral e superiormente ao ângulo 
inferior da escápula, situando-os abaixo do redondo menor.
•Resistirá, com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, à adução 
combinada à rotação medial do braço.
•O músculo redondo maior ficará visível, evidenciando o seu formato arredondado, e sua 
contração será percebida pelas polpas dos dedos do terapeuta.
• Poderá, também, palpá-lo em "forma de pinça".
OMBRO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
• Origem: dos processos espinhosos das seis últimas vértebras torácicas, das vértebras lombares e 
sacras e dos ligamentos interespinhosos correspondentes, por meio da aponeurose lombar; do 
terço posterior da crista ilíaca; por meio de fascículos musculares inseridos nas três ou quatro 
últimas costelas.
• Inserção: o músculo recebe fibras adicionais provenientes do ângulo inferior da escápula, 
contorna a borda inferior do músculo redondo maior, enrola-se sobre si mesmo, para inserir-se 
na porção rasa do sulco intertubercular do úmero.
• Ação: faz a adução, rotação medial e extensão do braço; abaixa e conduz o ombro para trás; 
todas essas ações ocorrem quando o ponto fixo é o tórax. Faz com que o tronco se aproxime do 
úmero, quando o ponto fixo é o úmero.
• Inervação: nervo toracodorsal que contém fibras do 6°, 1° e 8° nervos cervicais.
PALPAÇÃO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
•Abordagem global - Palpação Direta
• Paciente: em DV, braço em abdução; terapeuta em pé.
•O terapeuta irá posicionar a sua mão cefálica no braço do paciente, que está abduzido.
• Sua mão caudal será posicionada no corpo muscular do grande dorsal, ou seja, na região 
posterolateral do tronco do paciente, entre o ângulo inferior da escápula e a crista ilíaca, 
com os dedos apontados para a coluna vertebral.
•Com a sua mão cefálica, irá resistir à adução e rotação medial do braço, para poder sentir 
a contração do grande dorsal sob a mão que está posicionada no tronco do paciente (mão 
caudal).
PALPAÇÃO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
•Abordagem Global - Palpação Direta
• Paciente: em DV, braço em abdução; terapeuta em pé.
•O terapeuta irá posicionar a sua mão cefálica no braço do paciente, que está abduzido.
• Sua mão caudal será posicionada no corpo muscular do grande dorsal, ou seja, na região 
posterolateral do tronco do paciente, entre o ângulo inferior da escápula e a crista ilíaca, 
com os dedos apontados para a coluna vertebral.
•Com a sua mão cefálica, irá resistir à adução e rotação medial do braço, para poder sentir 
a contração do grande dorsal sob a mão que está posicionada no tronco do paciente (mão 
caudal).
PALPAÇÃO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
•Abordagem Axilar - Palpação Direta
•Paciente: em DL, braço em abdução máxima; terapeuta em pé.
•O terapeuta pedirá ao paciente que realize um movimento de adução, rotação 
medial e extensão do braço, que será resistido pela mão cefálica.
•Sua outra mão palpará, em "forma de pinça", próximo à axila, o grande dorsal, de 
tal forma que o polegar estará posicionado na borda lateral do músculo e os seus 
dedos estarão no sulco de acoplamento existente entre o próprio grande dorsal e o 
redondo maior.
PALPAÇÃO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
• Borda Superior - Palpação Direta
• As fibras da borda superior do grande dorsal são horizontais, podendo ser identificadas por meio da 
palpação.
• São utilizadas duas referências topográficas para a sua identificação: a borda lateral das fibras inferiores 
do músculo trapézio e o ângulo inferior da escápula.
PALPAÇÃO – M. LATÍSSIMO DO DORSO
• Paciente: em DV; terapeuta em pé, próximo ao ombro do paciente.
• O terapeuta posicionará as suas duas mãos sobre a escápula, próximo ao seu ângulo inferior, com os 
dedos direcionados para os pés do paciente.
• Fará pequenos movimentos de deslizamento, em sentido caudal, com as polpas de seus dedos, 
empurrando a pele do paciente. Perceberá, ao encontrar a borda superior do grande dorsal, uma pequena 
resistência ao deslizamento dos dedos, como se fosse uma barreira muscular horizontal.
• Se mantiver o mesmo posicionamento de suas mãos, poderá deslocá-las tanto no sentido lateral como 
medialmente. No deslocamento medial, irá encontrar uma outra "barreira" muscular, oblíqua, que 
representa a borda lateral das fibras inferiores do músculo trapézio.
OMBRO – M. DELTOIDE
• Origem: da borda anterior e face cranial do terço lateral da clavícula; na borda lateral e superfície superior do acrômio; na 
borda posterior da espinha da escápula (lábio inferior) até a sua região triangular, situada próximo à borda vertebral do osso.
• Inserção: na tuberosidade do deltoide, que está localizada na face ventrolateral do úmero.
• Ação: as fibras, agindo em conjunto, fazem a abdução do braço; as fibras anteriores fazem a flexão e a adução horizontal do 
braço, além de coaptarem a cabeça umeral; atuam, de forma acessória, na abdução conjuntamente às fibras médias e na 
rotação medial do braço; as fibras médias realizam a abdução do braço, além da coaptação da cabeça do úmero; as fibras 
posteriores realizam a extensão horizontal do braço; acessoriamente, realizam a sua rotação lateral, além de contribuírem 
para a sua abdução; atuam, também, na coaptação da cabeça do úmero.
• Inervação: nervo axilar (contém fibras do 59 e 62 nervos cervicais).
PALPAÇÃO - DELTOIDE
•Porção Anterior , Palpação Direta
•Paciente: sentado ou em DD; terapeuta: em pé, de frente para o paciente.
•O terapeuta resistirá à adução horizontal do braço do paciente.
•Com a sua outra mão, poderá delimitar as bordas do deltoide anterior.
PALPAÇÃO - DELTOIDE
• Porção Média; Palpação Direta
• Paciente: sentado ou em D L; terapeuta em pé, atrás ou à frente do paciente.
• O terapeuta resistirá à abdução do braço.
• O deltoide médio ficará tenso e poderá ser visualizado.
• Suas bordas anterior e posterior poderão ser palpadas pelo terapeuta.
PALPAÇÃO - DELTOIDE
• Porção Posterior; Palpação Direta
• Paciente: em DL, ombro a 90º. Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
• O terapeuta irá resistir à extensão horizontal do braço.
• Poderá palpar as bordas superior e inferior do deltoide posterior.• Paciente: sentado ou de pé, com a articulação escapuloumeral abduzida a 90º, cotovelo 
flexionado; terapeuta em pé, atrás do paciente.
• O terapeuta irá resistir à extensão horizontal, posicionando uma de suas mãos na região 
posterior do braço do paciente. A sua outra mão palpará a porção posterior do músculo deltoide.
OBRIGADO!

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