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Prova de filosofia com questões objetivas sobre ética, metafísica, lógica, teoria do conhecimento, reflexão e discurso jurídico, apresentando alternativas múltiplas e explicações das respostas.

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Questões resolvidas

Considerando-se o conhecimento metafísico, no que concerne ao conhecimento humano, é CORRETO afirmar que este:
não se consubstancia a partir de modelos prototípicos, como pensava Platão.
ocorre, porque a razão humana é capaz de apreender, muito naturalmente, a essência das coisas.
foge da esfera de atuação da iluminação divina.
não está ligado às noções de verdade e de ação boa.
partindo da abstração, nega as experiências sensíveis.

Quando os filósofos se referem à Teoria do Conhecimento, eles estão se remetendo a uma área da Filosofia que tem por meta:
a crítica da Gnoseologia, negando sua importância nos estudos sobre o conhecimento humano.
a reestruturação do conceito de racionalidade, substituindo-o pelo de subjetividade.
ao estudo exclusivo das atitudes subjetivas, negando a importância das atitudes lógico-racionais.
o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
se opor à chamada Epistemologia.

Considere a seguinte afirmativa: "A filosofia utiliza primordialmente a razão". Essa sentença está CORRETA?
Não, em primeiro lugar está a sensação, o dado empírico.
Sim, primordialmente é pela razão que a filosofia ergue suas considerações.
Não, em primeiro lugar está a fé.
Depende da situação concreta.
Sim e não, porque em Filosofia a dúvida está presente e atrapalha tudo.

Moral e Ética, muitas vezes, na linguagem cotidiana, são tidas como sinônimos; porém, para a Filosofia, compõem áreas distintas do pensamento filosófico. Partindo desta constatação, estaria CORRETA a afirmação que se completa na alternativa:
A Ética não chamou a atenção de filósofos gregos como Aristóteles.
A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más.
Os filósofos pré-socráticos negaram a importância dos estudos sobre Ética.
Os estudos sobre Ética só tomaram fôlego no século XX com a obra de filósofos contemporâneos, como Michel Foucault e Jean Paul Sartre.
A questão da moral não se enquadra nos estudos sobre Ética.

Muitos são os autores que discutem e conceituam ética. Uma das possíveis definições é de que ela seria uma parte da filosofia que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual. Em outras palavras, trata‐se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo quanto no âmbito individual.
Analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Sócrates, Platão e Aristóteles foram responsáveis por propor uma espécie de ¿estudo¿ sobre o que de fato poderia ser compreendido como valores universais a todos os homens, buscando, dessa forma, ser correto, virtuoso, ético.
( ) Os sociólogos clássicos foram os primeiros a discutir sobre ética, num esforço pelo exercício de um pensamento crítico e reflexivo quanto aos valores e costumes dos seres humanos.
( ) A ética seria uma reflexão acerca da influência que o código moral estabelecido exerce sobre a nossa subjetividade, nossa forma de conduta.
( ) Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis à vida ética ou moralmente correta.
A sequência está correta em: V, F, V, V
V, V, F, F
F, F, V, F
V, V, V, V
F, V, F, V

Com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
Portanto com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
a) reside no meio termo, que consiste numa escolha situada entre o excesso e a falta.
b) implica na escolha do que é conveniente no excesso e do que é prazeroso na falta.
c) consiste na eleição de um dos extremos como o mais adequado, isto é, ou o excesso ou a falta.
d) pauta-se na escolha do que é mais satisfatório em razão de preferências pragmáticas.
e) baseia-se no que é mais prazeroso em sintonia com o fato de que a natureza é que nos torna mais perfeitos.

Sobre os ditames do Jusnaturalismo assinale a alternativa CORRETA:
B. Para reconhecer um sistema normativo como uma ordem jurídica ou uma regra como uma norma jurídica, não basta constatar que o sistema ou a regra em questão satisfazem certas condições fáticas, deve-se determinar também sua adequação principiológica a parâmetros de justiça.
D. Os juízes possuem ampla liberdade para julgar, seja de acordo com a lei vigente em um local, ou de acordo com valores que entender adequados, desde que fundamentem suas decisões.
E. Contemporaneamente a dicotomia direito natural X direito positivo está completamente ultrapassada.
C. O Jusnaturalismo reconhece a autonomia do direito em relação a axiomas de justiça, de modo que estes são históricos e contextuais.
A. Para o Jusnaturalismo há uma separação necessária entre o direito e a moral.

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal dispõe sobre regras que visam à realização de um valor moral e ético relativo à profissão de servidor público, por isso está relacionado a um(a):
filosofia.
gnosiologia
deontologia
idealismo.
filologia.

De acordo com o contratualismo proposto por Thomas Hobbes em sua obra Leviatã, o contrato social só é possível em função de uma lei da natureza que expresse, segundo o autor, a própria ideia de justiça.
Assinale a opção que, segundo o autor na obra em referência, apresenta esta lei da natureza.
Que os homens cumpram os pactos que celebrem.
Dar a cada um o que é seu.
Tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.
Fazer o bem e evitar o mal.

A Justiça é uma espécie de meio-termo, não no mesmo sentido das outras virtudes, mas porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos.
Esse trecho, extraído de uma obra clássica da Filosofia ocidental, trata de uma discussão da Justiça considerada como:
Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
Nenhuma das respostas.
Simetria, dentro da Filosofia estética de Platão.

Para Hans Kelsen, em sua obra "Teoria Pura do Direito", é incorreto afirmar que:
B. Segundo Kelsen a "Norma Fundamental" não é uma norma escrita, é uma norma necessariamente pressuposta.
C. Kelsen defende e acredita na pureza do próprio direito, ou seja, para ele é possível um direito absolutamente puro.
A. Kelsen procura libertar a ciência do direito de todos os elementos que lhe são estranhos, fundamentando uma ciência do direito autônoma.
E. Uma preocupação fundamental de Kelsen é com a estrutura lógica das normas jurídicas e não com o conteúdo propriamente do direito.
D. Kelsen acredita na possibilidade de uma pureza metodológica para a ciência jurídica.

"Na fase madura de seu pensamento, a substituição da lei pela convicção comum do povo (Volksgeist) como fonte originária do Direito relega a segundo plano a sistemática lógico-dedutiva, sobrepondo-lhe a sensação (Empfindung) e a intuição (Anschauung) imediatas."
Essa caracterização, de acordo com os autores positivistas, corresponde a aspectos essenciais da seguinte escola filosófico-jurídica:
Jusnaturalismo
Normativismo
Historicismo Jurídico
Positivismo jurídico
Realismo Jurídico

As tendências de perfil ligado aos fatos dominavam o debate jurídico das primeiras décadas do século XX, quando surgiu a figura do autor austríaco, Hans Kelsen, que mudaria por completo o foco do debate da Teoria Geral do Direito.
Portanto, tal concepção corresponderia à definição kelseniana do Direito como:
C) um veículo de transformação social.
E) uma positivação da justiça natural.
D) uma ordem coercitiva.
B) uma ordem axiológica que vincula a interioridade.
A) uma ordem estatal facultativa.

Houve um tempo em que os ditos setores progressistas pautavam suas ações por filosofias coerentes. Pelo texto, podemos inferir que uma filosofia é coerente quando:
A-obtém sucesso em suas ações.
C-defende os direitos humanos.
E-pratica ações voltadas para o bem.
B-casa perfeitamente teoria e prática.
D-mostra uma ideologia de base filosófica.

"Todo Direito Positivo é Direito Objetivo, mas nem todo Direito Objetivo é Direito Positivo". Neste diapasão, a teoria do Positivismo Jurídico engloba doutrinas que:
E) Repelem a crença em um fundamento valorativo do direito.
B) Acreditam ser o direito positivo o desdobramento inevitável do direito natural.
C) Afirmam serem as leis do Estado portadoras de valores positivos.
D) Defendem a observância ao direito positivo como um dever moral.
A) Igualam o direito natural ao direito positivo.

A Escola da Exegese surgiu como uma das consequências da codificação do Direito, cujo maior exemplo, à época, foi a criação do Código de Napoleão (1804).
Portanto, segundo Bobbio, a Escola da Exegese nos leva a concluir que:
C) Uma vez promulgada a lei pelo legislador, o estado-juiz é competente para interpretá-la buscando aproximar a letra da lei dos valores sociais e das demandas populares legítimas.
A) A lei não deve ser interpretada segundo a razão e os critérios valorativos daquele que deve aplicá-la; mas, ao contrário, este deve submeter-se completamente à razão expressa na própria lei.
E) A Escola Pandectista alemã foi umas das várias correntes do pensamento jurídico que seguiram os ditames da Escola Exegética que afirmava que todo Direito não está contido apenas na lei e esta, por sua vez, deve ser interpretada também levando-se em conta critérios valorativos.
D) A única força jurídica legitimamente superior ao legislador é o direito natural; portanto, o legislador é soberano para tomar suas decisões, desde que não violem os princípios do direito natural.
B) O legislador é onipotente porque é representante democraticamente eleito pela população e esse processo representativo deve basear-se sempre no direito consuetudinário, porque este expressa o verdadeiro espírito do povo.

Das afirmacoes abaixo, assinale aquela que NÃO é uma tese do positivismo jurídico:
A teoria do Direito deve possuir a pretensão de ser um saber científico.
A teoria do Direito deve possuir a pretensão de ser um saber científico.
O Direito deve ser estudado tal como ele é, não como ele deveria ser.
O Direito positivo, enquanto sistema hierárquico das leis, pode ser objeto de uma Ciência do Direito.
Não há uma conexão necessárias entre o Direito e a Moral.
A Justiça, apesar de ser mutável no tempo e no espaço, é imutável no seu núcleo essencial enquanto expressa pela Lei Natural.

Em sua teoria da norma jurídica, Noberto Bobbio distingue as sanções jurídicas das sanções morais e sociais.
Considerando-se este critério, pode-se afirmar que são normas jurídicas àquelas cuja execução é garantida por uma sanção:
D) interna e informal.
C) externa e não institucionalizada.
E) externa e institucionalizada.
B) interna e institucionalizada.
A) interna e não institucionalizada.

Segundo Hans Kelsen, em sua obra Teoria Pura do Direito,
Assinale a opção correspondente ao imperativo categórico de Kant.
Age de tal modo que a máxima de tua ação possa ser sempre erigida em princípio de uma legislação universal.
Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Mohamed.
Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Deus.
Age de tal modo que tua ação respeite as regras estabelecidas pela comunidade em que tu vives.
Age de tal modo que a tua ação atenda ao princípio da razão e da igualdade entre os homens.

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Questões resolvidas

Considerando-se o conhecimento metafísico, no que concerne ao conhecimento humano, é CORRETO afirmar que este:
não se consubstancia a partir de modelos prototípicos, como pensava Platão.
ocorre, porque a razão humana é capaz de apreender, muito naturalmente, a essência das coisas.
foge da esfera de atuação da iluminação divina.
não está ligado às noções de verdade e de ação boa.
partindo da abstração, nega as experiências sensíveis.

Quando os filósofos se referem à Teoria do Conhecimento, eles estão se remetendo a uma área da Filosofia que tem por meta:
a crítica da Gnoseologia, negando sua importância nos estudos sobre o conhecimento humano.
a reestruturação do conceito de racionalidade, substituindo-o pelo de subjetividade.
ao estudo exclusivo das atitudes subjetivas, negando a importância das atitudes lógico-racionais.
o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
se opor à chamada Epistemologia.

Considere a seguinte afirmativa: "A filosofia utiliza primordialmente a razão". Essa sentença está CORRETA?
Não, em primeiro lugar está a sensação, o dado empírico.
Sim, primordialmente é pela razão que a filosofia ergue suas considerações.
Não, em primeiro lugar está a fé.
Depende da situação concreta.
Sim e não, porque em Filosofia a dúvida está presente e atrapalha tudo.

Moral e Ética, muitas vezes, na linguagem cotidiana, são tidas como sinônimos; porém, para a Filosofia, compõem áreas distintas do pensamento filosófico. Partindo desta constatação, estaria CORRETA a afirmação que se completa na alternativa:
A Ética não chamou a atenção de filósofos gregos como Aristóteles.
A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más.
Os filósofos pré-socráticos negaram a importância dos estudos sobre Ética.
Os estudos sobre Ética só tomaram fôlego no século XX com a obra de filósofos contemporâneos, como Michel Foucault e Jean Paul Sartre.
A questão da moral não se enquadra nos estudos sobre Ética.

Muitos são os autores que discutem e conceituam ética. Uma das possíveis definições é de que ela seria uma parte da filosofia que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual. Em outras palavras, trata‐se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo quanto no âmbito individual.
Analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Sócrates, Platão e Aristóteles foram responsáveis por propor uma espécie de ¿estudo¿ sobre o que de fato poderia ser compreendido como valores universais a todos os homens, buscando, dessa forma, ser correto, virtuoso, ético.
( ) Os sociólogos clássicos foram os primeiros a discutir sobre ética, num esforço pelo exercício de um pensamento crítico e reflexivo quanto aos valores e costumes dos seres humanos.
( ) A ética seria uma reflexão acerca da influência que o código moral estabelecido exerce sobre a nossa subjetividade, nossa forma de conduta.
( ) Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis à vida ética ou moralmente correta.
A sequência está correta em: V, F, V, V
V, V, F, F
F, F, V, F
V, V, V, V
F, V, F, V

Com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
Portanto com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
a) reside no meio termo, que consiste numa escolha situada entre o excesso e a falta.
b) implica na escolha do que é conveniente no excesso e do que é prazeroso na falta.
c) consiste na eleição de um dos extremos como o mais adequado, isto é, ou o excesso ou a falta.
d) pauta-se na escolha do que é mais satisfatório em razão de preferências pragmáticas.
e) baseia-se no que é mais prazeroso em sintonia com o fato de que a natureza é que nos torna mais perfeitos.

Sobre os ditames do Jusnaturalismo assinale a alternativa CORRETA:
B. Para reconhecer um sistema normativo como uma ordem jurídica ou uma regra como uma norma jurídica, não basta constatar que o sistema ou a regra em questão satisfazem certas condições fáticas, deve-se determinar também sua adequação principiológica a parâmetros de justiça.
D. Os juízes possuem ampla liberdade para julgar, seja de acordo com a lei vigente em um local, ou de acordo com valores que entender adequados, desde que fundamentem suas decisões.
E. Contemporaneamente a dicotomia direito natural X direito positivo está completamente ultrapassada.
C. O Jusnaturalismo reconhece a autonomia do direito em relação a axiomas de justiça, de modo que estes são históricos e contextuais.
A. Para o Jusnaturalismo há uma separação necessária entre o direito e a moral.

O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal dispõe sobre regras que visam à realização de um valor moral e ético relativo à profissão de servidor público, por isso está relacionado a um(a):
filosofia.
gnosiologia
deontologia
idealismo.
filologia.

De acordo com o contratualismo proposto por Thomas Hobbes em sua obra Leviatã, o contrato social só é possível em função de uma lei da natureza que expresse, segundo o autor, a própria ideia de justiça.
Assinale a opção que, segundo o autor na obra em referência, apresenta esta lei da natureza.
Que os homens cumpram os pactos que celebrem.
Dar a cada um o que é seu.
Tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.
Fazer o bem e evitar o mal.

A Justiça é uma espécie de meio-termo, não no mesmo sentido das outras virtudes, mas porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos.
Esse trecho, extraído de uma obra clássica da Filosofia ocidental, trata de uma discussão da Justiça considerada como:
Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
Nenhuma das respostas.
Simetria, dentro da Filosofia estética de Platão.

Para Hans Kelsen, em sua obra "Teoria Pura do Direito", é incorreto afirmar que:
B. Segundo Kelsen a "Norma Fundamental" não é uma norma escrita, é uma norma necessariamente pressuposta.
C. Kelsen defende e acredita na pureza do próprio direito, ou seja, para ele é possível um direito absolutamente puro.
A. Kelsen procura libertar a ciência do direito de todos os elementos que lhe são estranhos, fundamentando uma ciência do direito autônoma.
E. Uma preocupação fundamental de Kelsen é com a estrutura lógica das normas jurídicas e não com o conteúdo propriamente do direito.
D. Kelsen acredita na possibilidade de uma pureza metodológica para a ciência jurídica.

"Na fase madura de seu pensamento, a substituição da lei pela convicção comum do povo (Volksgeist) como fonte originária do Direito relega a segundo plano a sistemática lógico-dedutiva, sobrepondo-lhe a sensação (Empfindung) e a intuição (Anschauung) imediatas."
Essa caracterização, de acordo com os autores positivistas, corresponde a aspectos essenciais da seguinte escola filosófico-jurídica:
Jusnaturalismo
Normativismo
Historicismo Jurídico
Positivismo jurídico
Realismo Jurídico

As tendências de perfil ligado aos fatos dominavam o debate jurídico das primeiras décadas do século XX, quando surgiu a figura do autor austríaco, Hans Kelsen, que mudaria por completo o foco do debate da Teoria Geral do Direito.
Portanto, tal concepção corresponderia à definição kelseniana do Direito como:
C) um veículo de transformação social.
E) uma positivação da justiça natural.
D) uma ordem coercitiva.
B) uma ordem axiológica que vincula a interioridade.
A) uma ordem estatal facultativa.

Houve um tempo em que os ditos setores progressistas pautavam suas ações por filosofias coerentes. Pelo texto, podemos inferir que uma filosofia é coerente quando:
A-obtém sucesso em suas ações.
C-defende os direitos humanos.
E-pratica ações voltadas para o bem.
B-casa perfeitamente teoria e prática.
D-mostra uma ideologia de base filosófica.

"Todo Direito Positivo é Direito Objetivo, mas nem todo Direito Objetivo é Direito Positivo". Neste diapasão, a teoria do Positivismo Jurídico engloba doutrinas que:
E) Repelem a crença em um fundamento valorativo do direito.
B) Acreditam ser o direito positivo o desdobramento inevitável do direito natural.
C) Afirmam serem as leis do Estado portadoras de valores positivos.
D) Defendem a observância ao direito positivo como um dever moral.
A) Igualam o direito natural ao direito positivo.

A Escola da Exegese surgiu como uma das consequências da codificação do Direito, cujo maior exemplo, à época, foi a criação do Código de Napoleão (1804).
Portanto, segundo Bobbio, a Escola da Exegese nos leva a concluir que:
C) Uma vez promulgada a lei pelo legislador, o estado-juiz é competente para interpretá-la buscando aproximar a letra da lei dos valores sociais e das demandas populares legítimas.
A) A lei não deve ser interpretada segundo a razão e os critérios valorativos daquele que deve aplicá-la; mas, ao contrário, este deve submeter-se completamente à razão expressa na própria lei.
E) A Escola Pandectista alemã foi umas das várias correntes do pensamento jurídico que seguiram os ditames da Escola Exegética que afirmava que todo Direito não está contido apenas na lei e esta, por sua vez, deve ser interpretada também levando-se em conta critérios valorativos.
D) A única força jurídica legitimamente superior ao legislador é o direito natural; portanto, o legislador é soberano para tomar suas decisões, desde que não violem os princípios do direito natural.
B) O legislador é onipotente porque é representante democraticamente eleito pela população e esse processo representativo deve basear-se sempre no direito consuetudinário, porque este expressa o verdadeiro espírito do povo.

Das afirmacoes abaixo, assinale aquela que NÃO é uma tese do positivismo jurídico:
A teoria do Direito deve possuir a pretensão de ser um saber científico.
A teoria do Direito deve possuir a pretensão de ser um saber científico.
O Direito deve ser estudado tal como ele é, não como ele deveria ser.
O Direito positivo, enquanto sistema hierárquico das leis, pode ser objeto de uma Ciência do Direito.
Não há uma conexão necessárias entre o Direito e a Moral.
A Justiça, apesar de ser mutável no tempo e no espaço, é imutável no seu núcleo essencial enquanto expressa pela Lei Natural.

Em sua teoria da norma jurídica, Noberto Bobbio distingue as sanções jurídicas das sanções morais e sociais.
Considerando-se este critério, pode-se afirmar que são normas jurídicas àquelas cuja execução é garantida por uma sanção:
D) interna e informal.
C) externa e não institucionalizada.
E) externa e institucionalizada.
B) interna e institucionalizada.
A) interna e não institucionalizada.

Segundo Hans Kelsen, em sua obra Teoria Pura do Direito,
Assinale a opção correspondente ao imperativo categórico de Kant.
Age de tal modo que a máxima de tua ação possa ser sempre erigida em princípio de uma legislação universal.
Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Mohamed.
Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Deus.
Age de tal modo que tua ação respeite as regras estabelecidas pela comunidade em que tu vives.
Age de tal modo que a tua ação atenda ao princípio da razão e da igualdade entre os homens.

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1a Questão
	
	
	
	Correlacione:
(1) Ética
(2) Metafísica
(3) Lógica
(4) Teoria do conhecimento
(A) Aristóteles afirma que é a ciência do ¿ser enquanto ser¿, ou seja, será a ciência que investiga a realidade em seus traços mais abrangentes e universais.
(B) É o ramo da filosofia que cuida das regras do bem pensar, ou do pensar correto, sendo, portanto, um instrumento do pensar.
(C) Vem de Éthos, que significa, costumes, hábitos e valores de uma sociedade ou cultura.
(D) Tradicionalmente divide-se em duas grandes correntes gnosiológicas quanto à origem do conhecimento humano que são: Racionalidade e Empirismo.
 
	
	
	1 C, 2 B, 3 A, 4 D;
  
	
	1 D, 2 C, 3 A, 4 B
  
	
	1 A, 2 B, 3 C, 4 D
  
	 
	1 C, 2 A, 3 B, 4 D; 
  
	
	1 B, 2 A, 3 D, 4 C;
	
Explicação:
Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética derivada da palavra éthos, originária do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter.
Metafísica é uma das disciplinas fundamentais da filosofia, por tratar de problemas centrais da filosofia teórica. Descreve os fundamentos, as condições, as leis, a estrutura básica, as causas ou princípios, o sentido e a finalidade como um todo ou dos seres em geral.
Lógica é de origem grego, logiké, relacionado com o logos, razão, palavra ou discurso, que significa a ciência do raciocínio.
A Teoria do conhecimento é construída pelo Racionalismo e Empirismo, ambos possuem uma ligação com as ciências naturais e exatas
 
 
  
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Considerando-se o conhecimento metafísico, no que concerne ao conhecimento humano, é CORRETO afirmar que este:
	
	
	não está ligado às noções de verdade e de ação boa. 
	 
	partindo da abstração, nega as experiências sensíveis. 
	
	não se consubstancia a partir de modelos prototípicos, como pensava Platão.
	
	ocorre, porque a razão humana é capaz de apreender, muito naturalmente, a essência das coisas. 
	 
	foge da esfera de atuação da iluminação divina. 
 
	
Explicação:
foge da esfera de atuação da iluminação divina. 
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	O ensino de Filosofia deve propiciar a possibilidade da reflexão. Sobre o conceito de reflexão, é CORRETO afirmar que se trata da(do): 
	
	
	relação estabelecida entre as pessoas, entre os sujeitos.
	
	operação discursiva do pensamento que consiste em encadear logicamente juízos e deles tirar uma conclusão. 
	
	operação lógica em que, de dados singulares suficientemente enumerados, inferimos uma verdade universal. 
	
	ato de influenciar as pessoas por meio da comunicação de massa. 
	 
	ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
Explicação:
ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Quando os filósofos se referem à Teoria do Conhecimento, eles estão se remetendo a uma área da Filosofia que tem por meta:
	
	
	se opor à chamada Epistemologia. 
	
	a crítica da Gnoseologia, negando sua importância nos estudos sobre o conhecimento humano. 
	
	a reestruturação do conceito de racionalidade, substituindo-o pelo de subjetividade. 
	 
	o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
	ao estudo exclusivo das atitudes subjetivas, negando a importância das atitudes lógico-racionais.
	
Explicação:
o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Analise as sentenças abaixo sobre discurso jurídico:
I - O discurso filosófico é estudado de maneira mais aprofundada desde os tempos da democracia grega;
II - Tem por objetivo expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva;
III - Tem por característica expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva e seus conteúdos se alteram na medida em que são modificados os contextos.
Agora, marque a opção CORRETA:
 
	
	 
	Todas estão corretas.
	
	Todas estão erradas.
	
	Somente a I e II estão corretas.
	
	Somnete II e III estão corretas.
	
	Somente a I está correta.
	
Explicação:
Todas estão corretas.
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Não existe uma definição única de Filosofia. Existem diversas definições possíveis acerca de seu significado. 
Entretanto, é possível afirmar que a Filosofia NÃO pode ser definida como:
	
	
	(A) uma visão de mundo de um povo, de uma civilização ou de uma cultura, nas quais ela corresponderia ao conjunto de ideias, valores e práticas pelos quais uma sociedade apreende e compreende o mundo e a si mesma. 
	 
	(E) uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
	(C) um esforço racional para conceber o Universo como uma totalidade ordenada e dotada de sentido. 
	
	(D) uma fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e das práticas. 
	
	(B) uma sabedoria de vida, na medida em que aprende e ensina a controlar os desejos, sentimentos e impulsos e a dirigir a própria vida de modo ético e sábio. 
	
Explicação:
Filosofia não poder ser entendida como uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	O valor e a utilidade da filosofia têm sido, não raras vezes, postos sob suspeita. Uma visão acerca do filósofo é que ele divaga e se perde em reflexões sobre questões abstratas, que nada têm a ver com o cotidiano das pessoas. Em relação à natureza e à finalidade da filosofia, é correto afirmar que elas consistem:
	
	
	em um consenso entre os cientistas porque, na investigação filosófica, o filósofo não verifica suas hipóteses baseando-se na observação empírica e, portanto, a filosofia não contribui para o progresso do conhecimento.
	
	em teorias que se contradizem ao longo da sua história, pois os filósofos discordam de tudo e uns dos outros, de modo que o pensamento crítico próprio da filosofia é o de pôr em dúvida toda afirmação, jamais chegando a conclusões.
	
	no respeito ao mero pensar ou do saber viver virtuosamente segundo os critérios morais dos grandes líderes da humanidade, sendo esse, propriamente dito, o sentido categórico da filosofia.
	 
	na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	 
	em um esforço intelectual, em termos gerais, para se interpretar o mundo e os eventos, compreender o próprio homem e iluminar o agir que dele se espera.
	
Explicação:
na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Etimologicamente, a palavra "Filosofia" é definida como "amor a sabedoria"
Historicamente, a sua criação é atribuída a 
	
	
	Anaxímenes, séc. VI a.C.
	
	Xenófanes de Cólofon, séc. VI a.C.
	 
	Tales de Mileto, séc. VII a.C.
	 
	Pitágoras, séc. VI a.C.
	
	Anaximandro, séc. VII a.C.
	
Explicação:
Pitágoras, séc. VI a.C.
	1a Questão
	
	
	
	Considere a seguinte afirmativa: "A filosofia utiliza primordialmente a razão". Essa sentença está CORRETA?
	
	
	Sim e não, porque em Filosofia a dúvida está presente e atrapalha tudo.
	
	Não, em primeiro lugar está a fé.
	
	Não, em primeiro lugar está a sensação, o dado empírico.
	 
	Sim, primordialmente é pela razão que a filosofia ergue suas considerações.
	
	Depende da situação concreta.
	
Explicação:
Sim, primordialmente é pela razão que a filosofia ergue suas considerações.
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Tales de Mileto é considerado o pai da filosofia ou o iniciador do pensamento filosófico-científico. Ele foi capaz de calcular a altura de uma pirâmide baseando-se na ideia de cálculo e proporcionalidade, ou seja, através do modo de explicação racional. Com efeito, suaimportância na filosofia é inestimável, tendo em vista que:
	
	
	Identificou que os fenômenos naturais, tudo aquilo que acontece aos homens, são governados por uma realidade exterior ao mundo humano e natural, uma ordem fundada em verdades superiores e misteriosas.
	
	Representou uma permanência para a época, na medida em que defende que os fenômenos devem ser explicados através da religião.
	
	Comprovou que o mito prestava contribuições ao questionamento, à crítica e à correção, tendo em vista sua forma de explicar a realidade com base no sobrenatural, no mistério e no sagrado.
	 
	Significou um novo começo para a história do pensamento, já que parte da razão e da observação na busca das relações entre os fenômenos e acontecimentos mundanos e naturais ao invés de relacioná-los aos deuses.
	
	Buscou explicações para a ordem natural fora da "physis", ou seja, distante de causas naturais, vinculadas com a realidade misteriosa e inacessível.
	
Explicação:
Letra E. O surgimento da Filosofia na Grécia Antiga se deve à passagem do pensamento mítico para o filosófico-científico, a partir do qual se verifica a tentativa dos primeiros filósofos na busca de uma explicação do mundo natural (a physis, daí o nosso termo ¿física¿) baseada essencialmente em causas naturais, explicação de mundo estaria, então, no próprio mundo, e não fora dele (em alguma realidade misteriosa e inacessível, o que se revelou de fundamental importância para a construção do pensamento científico do cenário ocidental desde a Antiguidade até os dias de hoje.
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Etimologicamente, a palavra "Filosofia" é definida como "amor a sabedoria"
Historicamente, a sua criação é atribuída a 
	
	
	Anaximandro, séc. VII a.C.
	
	Tales de Mileto, séc. VII a.C.
	
	Xenófanes de Cólofon, séc. VI a.C.
	
	Anaxímenes, séc. VI a.C.
	 
	Pitágoras, séc. VI a.C.
	
Explicação:
Pitágoras, séc. VI a.C.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	O ensino de Filosofia deve propiciar a possibilidade da reflexão. Sobre o conceito de reflexão, é CORRETO afirmar que se trata da(do): 
	
	
	relação estabelecida entre as pessoas, entre os sujeitos.
	
	operação discursiva do pensamento que consiste em encadear logicamente juízos e deles tirar uma conclusão. 
	 
	ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
	operação lógica em que, de dados singulares suficientemente enumerados, inferimos uma verdade universal. 
	
	ato de influenciar as pessoas por meio da comunicação de massa. 
	
Explicação:
ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Quando os filósofos se referem à Teoria do Conhecimento, eles estão se remetendo a uma área da Filosofia que tem por meta:
	
	
	se opor à chamada Epistemologia. 
	
	a crítica da Gnoseologia, negando sua importância nos estudos sobre o conhecimento humano. 
	
	a reestruturação do conceito de racionalidade, substituindo-o pelo de subjetividade. 
	
	ao estudo exclusivo das atitudes subjetivas, negando a importância das atitudes lógico-racionais.
	 
	o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
Explicação:
o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Analise as sentenças abaixo sobre discurso jurídico:
I - O discurso filosófico é estudado de maneira mais aprofundada desde os tempos da democracia grega;
II - Tem por objetivo expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva;
III - Tem por característica expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva e seus conteúdos se alteram na medida em que são modificados os contextos.
Agora, marque a opção CORRETA:
 
	
	 
	Todas estão erradas.
	
	Somnete II e III estão corretas.
	 
	Todas estão corretas.
	
	Somente a I está correta.
	
	Somente a I e II estão corretas.
	
Explicação:
Todas estão corretas.
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Não existe uma definição única de Filosofia. Existem diversas definições possíveis acerca de seu significado. 
Entretanto, é possível afirmar que a Filosofia NÃO pode ser definida como:
	
	
	(D) uma fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e das práticas. 
	
	(B) uma sabedoria de vida, na medida em que aprende e ensina a controlar os desejos, sentimentos e impulsos e a dirigir a própria vida de modo ético e sábio. 
	
	(A) uma visão de mundo de um povo, de uma civilização ou de uma cultura, nas quais ela corresponderia ao conjunto de ideias, valores e práticas pelos quais uma sociedade apreende e compreende o mundo e a si mesma. 
	
	(C) um esforço racional para conceber o Universo como uma totalidade ordenada e dotada de sentido. 
	 
	(E) uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
Explicação:
Filosofia não poder ser entendida como uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	O valor e a utilidade da filosofia têm sido, não raras vezes, postos sob suspeita. Uma visão acerca do filósofo é que ele divaga e se perde em reflexões sobre questões abstratas, que nada têm a ver com o cotidiano das pessoas. Em relação à natureza e à finalidade da filosofia, é correto afirmar que elas consistem:
	
	
	em teorias que se contradizem ao longo da sua história, pois os filósofos discordam de tudo e uns dos outros, de modo que o pensamento crítico próprio da filosofia é o de pôr em dúvida toda afirmação, jamais chegando a conclusões.
	
	em um esforço intelectual, em termos gerais, para se interpretar o mundo e os eventos, compreender o próprio homem e iluminar o agir que dele se espera.
	 
	na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	
	em um consenso entre os cientistas porque, na investigação filosófica, o filósofo não verifica suas hipóteses baseando-se na observação empírica e, portanto, a filosofia não contribui para o progresso do conhecimento.
	
	no respeito ao mero pensar ou do saber viver virtuosamente segundo os critérios morais dos grandes líderes da humanidade, sendo esse, propriamente dito, o sentido categórico da filosofia.
	
Explicação:
na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	1a Questão
	
	
	
	Correlacione:
(1) Ética
(2) Metafísica
(3) Lógica
(4) Teoria do conhecimento
(A) Aristóteles afirma que é a ciência do ¿ser enquanto ser¿, ou seja, será a ciência que investiga a realidade em seus traços mais abrangentes e universais.
(B) É o ramo da filosofia que cuida das regras do bem pensar, ou do pensar correto, sendo, portanto, um instrumento do pensar.
(C) Vem de Éthos, que significa, costumes, hábitos e valores de uma sociedade ou cultura.
(D) Tradicionalmente divide-se em duas grandes correntes gnosiológicas quanto à origem do conhecimento humano que são: Racionalidade e Empirismo.
 
	
	 
	1 C, 2 A, 3 B, 4 D; 
  
	
	1 A, 2 B, 3 C, 4 D
  
	
	1 D, 2 C, 3 A, 4 B
  
	
	1 C, 2 B, 3 A, 4 D;
  
	
	1 B, 2 A, 3 D, 4 C;
	
Explicação:
Ética é o nome dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. A palavra ética derivada da palavra éthos, originária do grego, e significa aquilo que pertence ao caráter.
Metafísica é uma das disciplinas fundamentais da filosofia, por tratar de problemas centrais da filosofia teórica. Descreve os fundamentos, as condições, as leis, a estrutura básica, as causas ou princípios, o sentido e a finalidade como um todo ou dos seres em geral.
Lógica é de origem grego, logiké, relacionado com o logos, razão, palavra ou discurso, que significa a ciência doraciocínio.
A Teoria do conhecimento é construída pelo Racionalismo e Empirismo, ambos possuem uma ligação com as ciências naturais e exatas
 
 
  
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Considerando-se o conhecimento metafísico, no que concerne ao conhecimento humano, é CORRETO afirmar que este:
	
	
	não se consubstancia a partir de modelos prototípicos, como pensava Platão.
	
	não está ligado às noções de verdade e de ação boa. 
	
	ocorre, porque a razão humana é capaz de apreender, muito naturalmente, a essência das coisas. 
	
	partindo da abstração, nega as experiências sensíveis. 
	 
	foge da esfera de atuação da iluminação divina. 
 
	
Explicação:
foge da esfera de atuação da iluminação divina. 
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	O ensino de Filosofia deve propiciar a possibilidade da reflexão. Sobre o conceito de reflexão, é CORRETO afirmar que se trata da(do): 
	
	 
	ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
	operação lógica em que, de dados singulares suficientemente enumerados, inferimos uma verdade universal. 
	
	relação estabelecida entre as pessoas, entre os sujeitos.
	
	operação discursiva do pensamento que consiste em encadear logicamente juízos e deles tirar uma conclusão. 
	
	ato de influenciar as pessoas por meio da comunicação de massa. 
	
Explicação:
ato do conhecimento que se volta sobre si mesmo, tornando como objetivo seu próprio ato.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Quando os filósofos se referem à Teoria do Conhecimento, eles estão se remetendo a uma área da Filosofia que tem por meta:
	
	
	a reestruturação do conceito de racionalidade, substituindo-o pelo de subjetividade. 
	
	a crítica da Gnoseologia, negando sua importância nos estudos sobre o conhecimento humano. 
	
	se opor à chamada Epistemologia. 
	
	ao estudo exclusivo das atitudes subjetivas, negando a importância das atitudes lógico-racionais.
	 
	o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
Explicação:
o estudo descritivo e crítico dos processos gerais do conhecimento.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Analise as sentenças abaixo sobre discurso jurídico:
I - O discurso filosófico é estudado de maneira mais aprofundada desde os tempos da democracia grega;
II - Tem por objetivo expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva;
III - Tem por característica expressar ideias de forma argumentativa e persuasiva e seus conteúdos se alteram na medida em que são modificados os contextos.
Agora, marque a opção CORRETA:
 
	
	 
	Todas estão corretas.
	
	Somente a I e II estão corretas.
	
	Somente a I está correta.
	
	Somnete II e III estão corretas.
	
	Todas estão erradas.
	
Explicação:
Todas estão corretas.
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Não existe uma definição única de Filosofia. Existem diversas definições possíveis acerca de seu significado. 
Entretanto, é possível afirmar que a Filosofia NÃO pode ser definida como:
	
	 
	(E) uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
	(A) uma visão de mundo de um povo, de uma civilização ou de uma cultura, nas quais ela corresponderia ao conjunto de ideias, valores e práticas pelos quais uma sociedade apreende e compreende o mundo e a si mesma. 
	
	(B) uma sabedoria de vida, na medida em que aprende e ensina a controlar os desejos, sentimentos e impulsos e a dirigir a própria vida de modo ético e sábio. 
	
	(C) um esforço racional para conceber o Universo como uma totalidade ordenada e dotada de sentido. 
	
	(D) uma fundamentação teórica e crítica dos conhecimentos e das práticas. 
	
Explicação:
Filosofia não poder ser entendida como uma visão particular de mundo em que predominam os valores e as opiniões individuais.
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	O valor e a utilidade da filosofia têm sido, não raras vezes, postos sob suspeita. Uma visão acerca do filósofo é que ele divaga e se perde em reflexões sobre questões abstratas, que nada têm a ver com o cotidiano das pessoas. Em relação à natureza e à finalidade da filosofia, é correto afirmar que elas consistem:
	
	
	em teorias que se contradizem ao longo da sua história, pois os filósofos discordam de tudo e uns dos outros, de modo que o pensamento crítico próprio da filosofia é o de pôr em dúvida toda afirmação, jamais chegando a conclusões.
	
	em um consenso entre os cientistas porque, na investigação filosófica, o filósofo não verifica suas hipóteses baseando-se na observação empírica e, portanto, a filosofia não contribui para o progresso do conhecimento.
	
	no respeito ao mero pensar ou do saber viver virtuosamente segundo os critérios morais dos grandes líderes da humanidade, sendo esse, propriamente dito, o sentido categórico da filosofia.
	 
	na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	
	em um esforço intelectual, em termos gerais, para se interpretar o mundo e os eventos, compreender o próprio homem e iluminar o agir que dele se espera.
	
Explicação:
na reflexão sobre valores e conceitos, como liberdade e virtude, que faz parte da atividade do filósofo e, nessa medida, a filosofia se apresenta como uma sabedoria prática, que auxilia na orientação da vida moral e política, proporcionando o bem viver.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Etimologicamente, a palavra "Filosofia" é definida como "amor a sabedoria"
Historicamente, a sua criação é atribuída a 
	
Explicação:
Pitágoras, séc. VI a.C.
	1a Questão
	
	
	
	Moral e Ética, muitas vezes, na linguagem cotidiana, são tidas como sinônimos; porém, para a Filosofia, compõem áreas distintas do pensamento filosófico. Partindo desta constatação, estaria CORRETA a afirmação que se completa na alternativa:
	
	
	A Ética não chamou a atenção de filósofos gregos como Aristóteles. 
	
	Os estudos sobre Ética só tomaram fôlego no século XX com a obra de filósofos contemporâneos, como Michel Foucault e Jean Paul Sartre. 
	 
	A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más. 
 
	
	Os filósofos pré-socráticos negaram a importância dos estudos sobre Ética. 
	
	A questão da moral não se enquadra nos estudos sobre Ética. 
	
Explicação:
A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más. 
	
	
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Leia atentamente a seguinte proposição: "A justiça é uma espécie de meio-termo, porém não no mesmo sentido que as outras virtudes, e sim porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos. E justiça é aquilo em virtude do qual se diz que o homem justo pratica, por escolha própria, o que é justo."
Este trecho, extraído de uma obra clássica da filosofia ocidental, trata de uma discussão da justiça considerada como:
	
	
	A) Simetria, dentro da filosofia estética de Platão.
	
	B) Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
	
	C) Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
	
	E) Liberdade, na concepção de Kant.
	 
	D) Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
Explicação:
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Considere a seguinte afirmação de Aristóteles consagrada na sua obra Ética a Nicômaco: "Temos pois definido o justo e o injusto. Após distingui-los assim um do outro, é evidente que a ação justa é intermediária entre o agir injustamente e o ser vítima da injustiça; pois um deles é ter demais e o outro é ter demasiado pouco."
Isto posto, é correto concluir quepara Aristóteles a justiça deve sempre ser entendida como:
	
	
	C. relação de igualdade aritmética.
	 
	B. espécie de meio termo.
	
	E. como algo inalcançável.
	
	A. produto da legalidade, pois o homem probo é o homem justo.
	
	D. ação natural imutável.
	
Explicação:
Para Aristóteles a Justiça deve ser sempre entendida como espécie de meio termo.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Em sua famosa obra - Ética a Nicômaco, Aristóteles afirma que a virtude é uma disposição de caráter relacionada com a escolha e consiste numa mediania, isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática. Portanto com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
	
	
	b) implica na escolha do que é conveniente no excesso e do que é prazeroso na falta.
	
	c) consiste na eleição de um dos extremos como o mais adequado, isto é, ou o excesso ou a falta.
	
	d) pauta-se na escolha do que é mais satisfatório em razão de preferências pragmáticas.
	 
	a) reside no meio termo, que consiste numa escolha situada entre o excesso e a falta.
	
	e) baseia-se no que é mais prazeroso em sintonia com o fato de que a natureza é que nos torna mais perfeitos.
	
Explicação:
Justificativa: De acordo com a interpretação de Aristóteles, a virtude (aretê) é encontrada no meio termo (mesótês) entre ações opostas.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Lembremos a figura de Sócrates. Dizem que era um homem feio, mas, quando falava, exercia estranho fascínio. Podemos atribuir a Sócrates duas maneiras de se chegar ao conhecimento. Essas duas maneiras são denominadas de:
	
	
	maiêutica e episteme
	
	doxa e ironia.
	 
	ironia e maiêutica
	
	maiêutica e doxa
	
	ironia e episteme
  
	
Explicação:
O método socrático em busca da verdade constituía-se de duas fases. Em um primeiro momento (ironia), Sócrates questionava seu interlocutor a fim de fazê-lo cair em contradição e fazê-lo perceber a limitação de seus pré-conceitos. No segundo momento (maiêutica), Sócrates procurava induzir o interlocutor ao conhecimento mediante o parto de novos conceitos, que seriam estes sim verdadeiros.  
  
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Muitos são os autores que discutem e conceituam ética. Uma das possíveis definições é de que ela seria uma parte da filosofia que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual. Em outras palavras, trata‐se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo quanto no âmbito individual. Analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Sócrates, Platão e Aristóteles foram responsáveis por propor uma espécie de ¿estudo¿ sobre o que de fato poderia ser compreendido como valores universais a todos os homens, buscando, dessa forma, ser correto, virtuoso, ético.
( ) Os sociólogos clássicos foram os primeiros a discutir sobre ética, num esforço pelo exercício de um pensamento crítico e reflexivo quanto aos valores e costumes dos seres humanos.
( ) A ética seria uma reflexão acerca da influência que o código moral estabelecido exerce sobre a nossa subjetividade, nossa forma de conduta.
( ) Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis à vida ética ou moralmente correta.
A sequência está correta em:
	
	
	V, V, V, V
	
	F, F, V, F
	 
	V, F, V, V
	
	V, V, F, F
	
	F, V, F, V
	
Explicação:
V, F, V, V
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Lembremos a figura de Sócrates. Dizem que era um homem feio, mas, quando falava, exercia estranho fascínio. Podemos atribuir a Sócrates duas maneiras de se chegar ao conhecimento. Essas duas maneiras são denominadas de:
	
	
	maieutica e doxa
	
	ironia e episteme
	 
	ironia e maiêutica
	
	doxa e ironia
	
	maiêutica e episteme
	
Explicação:
O método socrático em busca da verdade constituía-se de duas fases. Em um primeiro momento (ironia), Sócrates questionava seu interlocutor a fim de fazê-lo cair em contradição e fazê-lo perceber a limitação de seus pré-conceitos. No segundo momento (maiêutica), Sócrates procurava induzir o interlocutor ao conhecimento mediante o parto de novos conceitos, que seriam estes sim verdadeiros.  
  
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Leia atentamente a seguinte proposição: "A justiça é uma espécie de meio-termo, porém não no mesmo sentido que as outras virtudes, e sim porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos. E justiça é aquilo em virtude do qual se diz que o homem justo pratica, por escolha própria, o que é justo."
Este trecho, extraído de uma obra clássica da filosofia ocidental, trata de uma discussão da justiça considerada como:
	
	
	A) Simetria, dentro da filosofia estética de Platão.
	
	B) Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
	
	C) Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
	
	E) Liberdade, na concepção de Kant.
	 
	D) Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
Explicação:
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	1a Questão
	
	
	
	Moral e Ética, muitas vezes, na linguagem cotidiana, são tidas como sinônimos; porém, para a Filosofia, compõem áreas distintas do pensamento filosófico. Partindo desta constatação, estaria CORRETA a afirmação que se completa na alternativa:
	
	 
	A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más. 
 
	
	A questão da moral não se enquadra nos estudos sobre Ética. 
	
	Os estudos sobre Ética só tomaram fôlego no século XX com a obra de filósofos contemporâneos, como Michel Foucault e Jean Paul Sartre. 
	
	Os filósofos pré-socráticos negaram a importância dos estudos sobre Ética. 
	
	A Ética não chamou a atenção de filósofos gregos como Aristóteles. 
	
Explicação:
A Ética se aplica à disciplina filosófica que trata de estabelecer os fundamentos e a validade das normas morais e dos juízos de valor ou de apreciação sobre as ações humanas, qualificando-as de boas ou más. 
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Leia atentamente a seguinte proposição: "A justiça é uma espécie de meio-termo, porém não no mesmo sentido que as outras virtudes, e sim porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos. E justiça é aquilo em virtude do qual se diz que o homem justo pratica, por escolha própria, o que é justo."
Este trecho, extraído de uma obra clássica da filosofia ocidental, trata de uma discussão da justiça considerada como:
	
	
	E) Liberdade, na concepção de Kant.
	
	C) Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
	 
	D) Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
	A) Simetria, dentro da filosofia estética de Platão.
	
	B) Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
	
Explicação:
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Considere a seguinte afirmação de Aristóteles consagrada na sua obra Ética a Nicômaco: "Temos pois definido o justo e o injusto. Após distingui-los assim um do outro, é evidente que a ação justa é intermediária entre o agir injustamente e o ser vítima da injustiça; pois um deles é ter demais e o outro é ter demasiado pouco."
Isto posto, é correto concluir que para Aristóteles a justiça deve sempre ser entendida como:
	
	 
	B. espécie de meio termo.
	
	D. ação natural imutável.
	
	A. produto da legalidade, pois o homem probo é o homem justo.
	
	C. relação de igualdade aritmética.
	
	E. como algo inalcançável.
	
Explicação:
Para Aristóteles a Justiça deve ser sempre entendida como espécie de meio termo.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Em sua famosa obra - Ética a Nicômaco, Aristóteles afirma que a virtude é uma disposição de caráter relacionadacom a escolha e consiste numa mediania, isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática. Portanto com base no texto e no pensamento aristotélico, pode-se dizer que a virtude ética:
	
	
	b) implica na escolha do que é conveniente no excesso e do que é prazeroso na falta.
	
	e) baseia-se no que é mais prazeroso em sintonia com o fato de que a natureza é que nos torna mais perfeitos.
	 
	a) reside no meio termo, que consiste numa escolha situada entre o excesso e a falta.
	
	d) pauta-se na escolha do que é mais satisfatório em razão de preferências pragmáticas.
	
	c) consiste na eleição de um dos extremos como o mais adequado, isto é, ou o excesso ou a falta.
	
Explicação:
Justificativa: De acordo com a interpretação de Aristóteles, a virtude (aretê) é encontrada no meio termo (mesótês) entre ações opostas.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Lembremos a figura de Sócrates. Dizem que era um homem feio, mas, quando falava, exercia estranho fascínio. Podemos atribuir a Sócrates duas maneiras de se chegar ao conhecimento. Essas duas maneiras são denominadas de:
	
	
	maiêutica e episteme
	 
	ironia e maiêutica
	
	maiêutica e doxa
	
	doxa e ironia.
	
	ironia e episteme
  
	
Explicação:
O método socrático em busca da verdade constituía-se de duas fases. Em um primeiro momento (ironia), Sócrates questionava seu interlocutor a fim de fazê-lo cair em contradição e fazê-lo perceber a limitação de seus pré-conceitos. No segundo momento (maiêutica), Sócrates procurava induzir o interlocutor ao conhecimento mediante o parto de novos conceitos, que seriam estes sim verdadeiros.  
  
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Muitos são os autores que discutem e conceituam ética. Uma das possíveis definições é de que ela seria uma parte da filosofia que lida com a compreensão das noções e dos princípios que sustentam as bases da moralidade social e da vida individual. Em outras palavras, trata‐se de uma reflexão sobre o valor das ações sociais consideradas tanto no âmbito coletivo quanto no âmbito individual. Analise as afirmativas a seguir, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Sócrates, Platão e Aristóteles foram responsáveis por propor uma espécie de ¿estudo¿ sobre o que de fato poderia ser compreendido como valores universais a todos os homens, buscando, dessa forma, ser correto, virtuoso, ético.
( ) Os sociólogos clássicos foram os primeiros a discutir sobre ética, num esforço pelo exercício de um pensamento crítico e reflexivo quanto aos valores e costumes dos seres humanos.
( ) A ética seria uma reflexão acerca da influência que o código moral estabelecido exerce sobre a nossa subjetividade, nossa forma de conduta.
( ) Consciência e responsabilidade são condições indispensáveis à vida ética ou moralmente correta.
A sequência está correta em:
	
	
	F, V, F, V
	
	V, V, V, V
	
	F, F, V, F
	 
	V, F, V, V
	
	V, V, F, F
	
Explicação:
V, F, V, V
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Lembremos a figura de Sócrates. Dizem que era um homem feio, mas, quando falava, exercia estranho fascínio. Podemos atribuir a Sócrates duas maneiras de se chegar ao conhecimento. Essas duas maneiras são denominadas de:
	
	
	maieutica e doxa
	
	ironia e episteme
	 
	ironia e maiêutica
	
	doxa e ironia
	
	maiêutica e episteme
	
Explicação:
O método socrático em busca da verdade constituía-se de duas fases. Em um primeiro momento (ironia), Sócrates questionava seu interlocutor a fim de fazê-lo cair em contradição e fazê-lo perceber a limitação de seus pré-conceitos. No segundo momento (maiêutica), Sócrates procurava induzir o interlocutor ao conhecimento mediante o parto de novos conceitos, que seriam estes sim verdadeiros.  
  
	
	
	8a Questão
	
	
	
	
	Leia atentamente a seguinte proposição: "A justiça é uma espécie de meio-termo, porém não no mesmo sentido que as outras virtudes, e sim porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos. E justiça é aquilo em virtude do qual se diz que o homem justo pratica, por escolha própria, o que é justo."
Este trecho, extraído de uma obra clássica da filosofia ocidental, trata de uma discussão da justiça considerada como:
	
	
	A) Simetria, dentro da filosofia estética de Platão.
	
	B) Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
	
	C) Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
	
	E) Liberdade, na concepção de Kant.
	 
	D) Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
Explicação:
Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	1a Questão
	
	
	
	Em Filosofia do Direito, Hegel afirma que a liberdade
	
	
	só é possível pela subordinação dos indivíduos ao poder do Estado.
	
	consiste na subordinação dos indivíduos ao poder da razão.
	
	consiste no reconhecimento racional pelos indivíduos do que representa o interesse universal do Estado
	
	só é possível pela subordinação  do Estado.
	 
	consiste na identidade do interesse particular (da família e da sociedade civil) com o interesse geral (do Estado).
	
Explicação:
Consiste na identidade do interesse particular (da família e da sociedade civil) com o interesse geral (do Estado).
Se a razão - como diz Hegel - é a certeza consciente de ser toda a realidade¿ e a verdade reside apenas no todo, as partes se tornam racionais à medida que participam do todo de forma consciente. O Estado para Hegel é um todo ético organizado, isto é, o verdadeiro, porque é a unidade da vontade universal e da subjetiva. É, como entende o referido autor, a substância ética por excelência, significando com isso que Estado e a constituição são os representantes da liberdade concreta, efetiva.
	
	
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Sobre a discussão "direito natural x direito positivo", marque a alternativa correta:
	
	
	E) Kelsen defende que o "verdadeiro direito universal" seria o direito natural. Kelsen, em realidade, é um jusnaturalista.
	
	A) A distinção entre direito natural e direito positivo é uma questão tipicamente contemporânea, não sendo verificada em outros momentos ao longo da história.
	 
	D) Com a formação e desenvolvimento dos Estados modernos, ocorreu um processo, ainda que complexo e com contradições, de monopolização (ou pretensão de monopolização) da produção jurídica por parte do Estado.
	
	C) Na Antiguidade e na Idade Média existiu apenas uma única concepção de direito natural.
	
	B) Um critério de distinção entre o direito natural e o direito positivo é o binômio particularidade x universalidade. O direito positivo tem sempre a pretensão de ser universal; já o direito natural, de ser particular.
	
Explicação:
Com a formação e desenvolvimento dos Estados modernos, ocorreu um processo, ainda que complexo e com contradições, de monopolização (ou pretensão de monopolização) da produção jurídica por parte do Estado.
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Ao longo da história os iniciadores das ciências humanas e sociais não perderam de vista a necessidade do saber. Todavia, apesar da busca por uma unidade, determinada metodologia impunha a fragmentação desse saber, o que de certo modo é o maior obstáculo à interdisciplinaridade. Essa metodologia seria a(o) 
	
	
	Filosofia. 
	
	Epistemologia. 
	
	Marxismo. 
	
	Dialética. 
	 
	Positivismo.
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Em relação ao Direito Natural, assinale a alternativa INCORRETA:
	
	 
	D) Em Kant, o direito natural é provisório e o direito positivo é peremptório.
	
	B) Três vertentes principais procuram explicar os direitos naturais: cosmológica, teológica e filosófica.
	
	E) As concepções de direito natural fazem apelo à ideia de justiça como fundamento de validade do direito.
	
	A) O direito natural, em certa medida, consiste na tentativa de conferir uma roupagem de moralidade ou um aspecto de justiça às normas de direito positivo.
	 
	C) Os juízos de valor compreendidos nas normas de direito natural não são acessíveisao conhecimento racional.
	
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	É verdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer, mas a liberdade política não consiste nisso. Montesquieu
Na Constituição da República, os constituintes afirmaram instituir um Estado Democrático destinado a assegurar, dentre outras coisas, a liberdade. Esse é um conceito de fundamental importância para a Filosofia Jurídica.  Montesquieu em seu Do Espírito das Leis, abordou o tema com muita propriedade, diante do exposto, assinale a opção que apresenta a definição desse autor.
	
	 
	Liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem.
	
	Liberdade é disposição de espírito pela qual a alma humana nunca pode ser aprisionada.
	
	A liberdade consiste na forma de governo dos homens, e não no governo das leis.
	
	Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém.
	
	O direito de resistência aos governos injustos se traduz em liberdade.
	
Explicação:
A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; se um cidadão pudesse fazer tudo o que elas proíbem, não teria mais liberdade, porque os outros também teriam tal poder. MONTESQUIEU. Do Espírito das Leis.
	
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	"A filosofia passou milênios tentando responder a esta pergunta..." (L. 1/2) - essa frase está incorretamente reescrita, segundo o registro formal da língua, do seguinte modo:
	
	 
	A filosofia está tentando, há milênios, responder a esta pergunta...
	 
	Fazem milênios que a filosofia está tentando responder a esta pergunta...
	
	Faz milênios que a filosofia está tentando responder a esta pergunta...
	
	Há milênios que a filosofia está tentando responder a esta pergunta...
	
	A filosofia está tentando responder a esta pergunta há milênios...
	
Explicação:
 "Fazer" no sentido de tempo é um verbo impessoal e por isso não deve ser flexionado!
	
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Sobre os ditames do Jusnaturalismo assinale a alternativa CORRETA:
	
	
	D. Os juízes possuem ampla liberdade para julgar, seja de acordo com a lei vigente em um local, ou de acordo com valores que entender adequados, desde que fundamentem suas decisões.
	
	A. Para o Jusnaturalismo há uma separação necessária entre o direito e a moral.
	 
	B. Para reconhecer um sistema normativo como uma ordem jurídica ou uma regra como uma norma jurídica, não basta constatar que o sistema ou a regra em questão satisfazem certas condições fáticas, deve-se determinar também sua adequação principiológica a parâmetros de justiça.
	 
	C. O Jusnaturalismo reconhece a autonomia do direito em relação a axiomas de justiça, de modo que estes são históricos e contextuais.
	
	E. Contemporaneamente a dicotomia direito natural X direito positivo está completamente ultrapassada.
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	 Para que a escola tenha uma filosofia inclusiva, é necessário que: 
	
	 
	Seja revista a gestão escolar e essa revisão implica em substituir os papéis de teor controlador, fiscalizador e burocrático dos gestores por um trabalho de apoio e orientação ao professor e a toda a comunidade escolar. 
	
	A gestão escolar elabore um Projeto Político Pedagógico, baseado nos saberes tradicionais e unilaterais. 
	
	A gestão escolar feche os olhos para as mudanças.
	
	A gestão escolar feche os olhos para as mudanças e perpetue a ideia de que a escola é para quem se molda às suas metodologias de ensino. 
	
	Não exista uma rede de apoio criada pela gestão educacional, pois o aluno é um problema apenas do professor de sala e não da escola toda.
	
Explicação:
A educação de qualidade para todos implica também em mudanças relativas à administração e aos papéis desempenhados pelos membros da organização escolar. Neste sentido é primordial que seja revista a gestão escolar e essa revisão implica: a) que os papéis desempenhados pelos diretores e coordenadores mudem e que o teor controlador, fiscalizador e burocrático dessas funções seja substituído pelo trabalho de apoio e de orientação ao professor e à toda comunidade escolar; b) que a gestão administrativa seja descentralizada, promovendo uma maior autonomia pedagógica, administrativa e financeira dos recursos materiais e humanos das escolas, por meio dos conselhos, colegiados, assembleias de pais e de alunos.
	1a Questão
	
	
	
	O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal dispõe sobre regras que visam à realização de um valor moral e ético relativo à profissão de servidor público, por isso está relacionado a um(a):
	
	
	filosofia.
	
	gnosiologia
	 
	deontologia
	
	idealismo.
	
	filologia.
	
REGRAS DEONTOLÓGICAS = como se deve ser!
É um termo normativo segundo  as escolhas são moralmente necessárias, proibidas ou permitidas. Portanto inclui-se entre as teorias morais que orientam nossas escolhas sobre o que deve ser feito.
	
	
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Sobre os ditames do Jusnaturalismo assinale a alternativa CORRETA:
	
	
	C. O Jusnaturalismo reconhece a autonomia do direito em relação a axiomas de justiça, de modo que estes são históricos e contextuais.
	 
	B. Para reconhecer um sistema normativo como uma ordem jurídica ou uma regra como uma norma jurídica, não basta constatar que o sistema ou a regra em questão satisfazem certas condições fáticas, deve-se determinar também sua adequação principiológica a parâmetros de justiça.
	
	D. Os juízes possuem ampla liberdade para julgar, seja de acordo com a lei vigente em um local, ou de acordo com valores que entender adequados, desde que fundamentem suas decisões.
	
	A. Para o Jusnaturalismo há uma separação necessária entre o direito e a moral.
	
	E. Contemporaneamente a dicotomia direito natural X direito positivo está completamente ultrapassada.
	
Explicação:
Para reconhecer um sistema normativo como uma ordem jurídica ou uma regra como uma norma jurídica, não basta constatar que o sistema ou a regra em questão satisfazem certas condições fáticas, deve-se determinar também sua adequação principiológica a parâmetros de justiça.
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	De acordo com o contratualismo proposto por Thomas Hobbes em sua obra Leviatã, o contrato social só é possível em função de uma lei da natureza que expresse, segundo o autor, a própria ideia de justiça.
Assinale a opção que, segundo o autor na obra em referência, apresenta esta lei da natureza.
	
	
	Fazer o bem e evitar o mal.
	
	Fazer o bem e evitar o mal.
	
	Tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais.
	
	Dar a cada um o que é seu.
	 
	Que os homens cumpram os pactos que celebrem.
	
Explicação:
Para Hobbes, o estado de natureza caracteriza-se pelo Estado de liberdade pura, absoluta, em que cada homem poderia fazer o que quisesse.  Isso levaria à destruição humana, porque em um local em que cada um pode fazer tudo, em que a liberdade é absoluta, não há necessidade de se respeitar o outro.
A preservação do homem sem o exercício direto da força ocorreria com a fixação de um contrato social que origina o Estado.  O Estado é criado por um contrato social em que cada ser humano entrega a sua liberdade em troca de paz e segurança.
Dessa forma, a alternativa correta é: Que os homens cumpram os pactos que celebrem.
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	O Jusnaturalismo jurídico engloba doutrinas que entendem que:
I. As leis positivas que estão em conflito com a ordem moral objetiva (retirada dos direitos naturais) são consideradas leis injustas e, nesse sentido, privadas tanto de validade moral, como de validade jurídica;
II. Os princípios do Direito natural são moralmente vinculante para os cidadãos e para os detentores do poder, especialmente para os legisladores e juízes;
III. O Direito natural, imutável e universalmente válido, é o fundamento da autoridade legítima.
Sobre essas afirmações:
	
	
	Estão todas erradas.
	 
	Estão todas corretas.
	
	Somente a II está correta.
	 
	Somentea III está correta.
	
	Somente a I está correta.
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Sobre a discussão "direito natural x direito positivo", marque a alternativa correta:
	
	 
	D) Com a formação e desenvolvimento dos Estados modernos, ocorreu um processo, ainda que complexo e com contradições, de monopolização (ou pretensão de monopolização) da produção jurídica por parte do Estado.
	
	B) Um critério de distinção entre o direito natural e o direito positivo é o binômio particularidade x universalidade. O direito positivo tem sempre a pretensão de ser universal; já o direito natural, de ser particular.
	
	E) Kelsen defende que o "verdadeiro direito universal" seria o direito natural. Kelsen, em realidade, é um jusnaturalista.
	
	C) Na Antiguidade e na Idade Média existiu apenas uma única concepção de direito natural.
	
	A) A distinção entre direito natural e direito positivo é uma questão tipicamente contemporânea, não sendo verificada em outros momentos ao longo da história.
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	A Justiça é uma espécie de meio-termo, não no mesmo sentido das outras virtudes, mas porque se relaciona com uma quantia ou quantidade intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os extremos. E Justiça é aquilo em virtude do qual se diz que o homem justo pratica, por escolha própria, o que é justo [...]. Esse trecho, extraído de uma obra clássica da Filosofia ocidental, trata de uma discussão da Justiça considerada como:
	
	 
	Virtude, dentro do pensamento ético de Aristóteles.
	
	Simetria, dentro da Filosofia estética de Platão.
	
	Nenhuma das respostas
	
	Valor, no tridimensionalismo de Miguel Reale.
	
	Medida, dentro da concepção rigorosa e positivista de Hans Kelsen.
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Assinale a alternativa que NÃO corresponde a característica do Direito Natural:
	
	
	A) Imutável.
	 
	B) Variável.
	
	C) Estável.
	
	D) Permanente.
	
	E) Validade geral.
	
	1a Questão
	
	
	
	Para Hans Kelsen, em sua obra "Teoria Pura do Direito", é incorreto afirmar que:
	
	 
	A. Kelsen procura libertar a ciência do direito de todos os elementos que lhe são estranhos, fundamentando uma ciência do direito autônoma.
	
	E. Uma preocupação fundamental de Kelsen é com a estrutura lógica das normas jurídicas e não com o conteúdo propriamente do direito.
	 
	C. Kelsen defende e acredita na pureza do próprio direito, ou seja, para ele é possível um direito absolutamente puro.
	
	D. Kelsen acredita na possibilidade de uma pureza metodológica para a ciência jurídica.
	
	B. Segundo Kelsen a "Norma Fundamental" não é uma norma escrita, é uma norma necessariamente pressuposta.
	
Explicação:
Justificativa: A pureza foi o principal fundamento da teoria formulada por Hans Kelsen para explicar o surgimento, a aplicação e a obrigatoriedade das normas jurídicas. Por esse motivo, sua principal obra foi por ele denominada: Teoria Pura do Direito: "Quando a si própria se designa como "pura" teoria do Direito, isto significa que ela se propõe a garantir um conhecimento apenas dirigido ao Direito e excluir desse conhecimento tudo quanto não pertença ao seu objeto, tudo quanto não possa, rigorosamente, determinar como Direito. Quer isto dizer que ela pretende libertar a ciência jurídica de todos os elementos que lhe são estranhos. Esse é o seu princípio metodológico fundamental." Ou seja, Kelsen atribui ao seu objeto de estudo, o Direito, que a pureza diz respeito apenas à Ciência Jurídica e não ao Direito em si.
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	"Na fase madura de seu pensamento, a substituição da lei pela convicção comum do povo (Volksgeist) como fonte originária do Direito relega a segundo plano a sistemática lógico-dedutiva, sobrepondo-lhe a sensação (Empfindung) e a intuição (Anschauung) imediatas. Savigny enfatiza o relacionamento primário da intuição do jurídico não à regra genérica e abstrata, mas aos institutos de Direito (Rechtsinstitute), que expressam relações vitais (Lebensverhältnisse) típicas e concretas". Essa caracterização, de acordo com os autores positivistas, corresponde a aspectos essenciais da seguinte escola filosófico-jurídica:
	
	
	Jusnaturalismo
	
	Positivismo jurídico
	 
	Historicismo Jurídico
	
	Normativismo
	
	Realismo Jurídico
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	As tendências de perfil ligado aos fatos dominavam o debate jurídico das primeiras décadas do século XX, quando surgiu a figura do autor austríaco, Hans Kelsen, que mudaria por completo o foco do debate da Teoria Geral do Direito, ao questionar tais enfoques, investindo na proposta de construção de uma metodologia própria para a Ciência do Direito. Neste diapasão, em sua importante obra Teoria Pura do Direito, Kelsen concebe o Direito como uma "técnica social específica". Segundo o filósofo, na sua obra, não menos relevante, O que é justiça?, menciona que esta técnica é caracterizada pelo fato de que a ordem social designada como "Direito" tenta ocasionar certa conduta dos homens, considerada pelo legislador como desejável, provendo atos coercitivos como sanções no caso da conduta oposta. Portanto, tal concepção corresponderia à definição kelseniana do Direito como:
	
	
	C) um veículo de transformação social.
	
	E) uma positivação da justiça natural.
	 
	D) uma ordem coercitiva.
	
	B) uma ordem axiológica que vincula a interioridade.
	
	A) uma ordem estatal facultativa.
	
Explicação:Justificativa: Kelsen parte da Teoria Geral do Estado para desenvolver uma teoria sobre o ordenamento jurídico, que usa a premissa que o Direito representa uma expressão formal da soberania estatal, não sendo um produto da natureza ou de fatos e, sim, um resultado da vontade política do Estado. Desse modo, o foco do jurista deve estar voltado para a norma jurídica e para a sua relação com as demais normas, que formam uma estrutura lógico-sistemática denominada de Ordenamento Jurídico.
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Houve um tempo em que os ditos setores progressistas pautavam suas ações por filosofias coerentes. Pelo texto, podemos inferir que uma filosofia é coerente quando:
	
	
	E-pratica ações voltadas para o bem.
	 
	D-mostra uma ideologia de base filosófica.
	
	A-obtém sucesso em suas ações. 
	 
	B-casa perfeitamente teoria e prática.
	
	C-defende os direitos humanos
	
Explicação:
"Houve um tempo em que os ditos setores progressistas pautavam suas AÇÕES por FILOSOFIAS coerentes".
AÇÕES = prática; FILOSOFIAS = teoria; Logo, a resposta correta é letra b) casa perfeitamente TEORIA e PRÁTICA.
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	"Todo Direito Positivo é Direito Objetivo, mas nem todo Direito Objetivo é Direito Positivo". Neste diapasão, a teoria do Positivismo Jurídico engloba doutrinas que:
	
	 
	C) Afirmam serem as leis do Estado portadoras de valores positivos.
	
	B) Acreditam ser o direito positivo o desdobramento inevitável do direito natural.
	 
	E) Repelem a crença em um fundamento valorativo do direito.
	
	D) Defendem a observância ao direito positivo como um dever moral.
	
	A) Igualam o direito natural ao direito positivo.
	
Explicação:
Justificativa: Por considerar a justiça um ideal irracional, acessível apenas pelas vias da emoção, o positivismo jurídico se omite em relação aos valores.
	
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	A Escola da Exegese surgiu como uma das consequências da codificação do Direito, cujo maior exemplo, à época, foi a criação do Código de Napoleão (1804). Utiliza uma forma de interpretação da norma que privilegia os aspectos gramaticais e lógicos, a chamada interpretação literal da letra da lei. Com ela, tem-se o auge do Positivismo jurídico, onde o jusfilósofo italiano Norberto Bobbio afirma que tal Escola foi marcada por uma concepção rigidamente estatal de direito. Portanto, segundo Bobbio, a Escola da Exegese nos leva a concluir que:
	
	
	C) Uma vez promulgada a lei pelo legislador, o estado-juiz é competente para interpretá-la buscando aproximar a letra da lei dos valores sociais e das demandas populares legítimas.
	 
	A) A lei não deve ser interpretada segundoa razão e os critérios valorativos daquele que deve aplicá-la; mas, ao contrário, este deve submeter-se completamente à razão expressa na própria lei.
	
	E) A Escola Pandectista alemã foi umas das várias correntes do pensamento jurídico que seguiram os ditames da Escola Exegética que afirmava que todo Direito não está contido apenas na lei e esta, por sua vez, deve ser interpretada também levando-se em conta critérios valorativos.
	
	D) A única força jurídica legitimamente superior ao legislador é o direito natural; portanto, o legislador é soberano para tomar suas decisões, desde que não violem os princípios do direito natural.
	
	B) O legislador é onipotente porque é representante democraticamente eleito pela população e esse processo representativo deve basear-se sempre no direito consuetudinário, porque este expressa o verdadeiro espírito do povo.
	
Explicação: Para a Escola da Exegese, o papel do jurista era ater-se com rigor absoluto ao texto da lei e revelar seu sentido. Ressalta-se que o exegetismo não negou o direito natural, pois chegou a admitir que os códigos eram elaborados de modo racional e, portanto, uma expressão humana do direito natural e por isso a ciência do direito deveria ater-se a mera exegese dos códigos. Em suma, a Escola da Exegese possui as seguintes características: possuir uma concepção estritamente estatal do direito, o fato de focar-se exclusivamente na lei e interpretar a lei baseando-se na intenção do legislador, pois somente o Estado pode criar o direito por meio do Poder Legislativo.
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Das afirmações abaixo, assinale aquela que NÃO é uma tese do positivismo jurídico:
	
	
	A teoria do Direito deve possuir a pretensão de ser um saber científico.
	
	O Direito deve ser estudado tal como ele é, não como ele deveria ser. 
	
	O Direito positivo, enquanto sistema hierárquico das leis, pode ser objeto de uma Ciência do Direito.
	
	Não há uma conexão necessárias entre o Direito e a Moral.
	 
	A Justiça, apesar de ser mutável no tempo e no espaço, é imutável no seu núcleo essencial enquanto expressa pela Lei Natural. 
	
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Em sua teoria da norma jurídica, Noberto Bobbio distingue as sanções jurídicas das sanções morais e sociais. Segundo esta distinção, a sanção jurídica, diferentemente da sanção moral, é sempre uma resposta de grupo e, diferentemente da sanção social, a sanção jurídica é regulada em geral com as mesmas formas e através das mesmas fontes de produção das regras primárias. Para o autor, tal distinção oferece um critério para distinguir, por sua vez, as normas jurídicas das normas morais e das normas sociais. Considerando-se este critério, pode-se afirmar que são normas jurídicas àquelas cuja execução é garantida por uma sanção:
	
	 
	E) externa e institucionalizada.
	
	C) externa e não institucionalizada.
	
	D) interna e informal.
	
	A) interna e não institucionalizada.
	
	B) interna e institucionalizada.
	
Justificativa: A sanção jurídica resolveria o problema entre autonomia presente na sanção moral (interna ao indivíduo, como culpa ou arrependimento, porém de baixíssima eficácia) e também das injustiças decorrentes da sanção social; mas por ser institucionalizada, podemos defini-la, sanção jurídica, como uma resposta externa e institucionalizada à violação da norma posta pelo Estado.
	1a Questão
	
	
	
	Conforme palavras do próprio Kelsen: "Norma é o sentido de um ato por meio do qual uma conduta é prescrita, permitida ou, especialmente, facultada, no sentido de adjudicada à competência de alguém. Neste ponto importa salientar que a norma, como o sentido específico de um ato intencional dirigido à conduta de outrem, é qualquer coisa de diferente do ato de vontade cujo sentido ela constitui. Na verdade, a norma é um dever-ser e o ato de vontade de que ela constitui o sentido é um ser." Diante disso e tendo em conta o que você aprendeu sobre o normativismo kelseniano, aponte a opção correta:
	
	
	Kelsen, enquanto jusnaturalista, reduz o Direito à norma, mas desenvolve a noção de Direito objetivo enquanto coisa devida e a de justiça como Direito Natural.
	
	Kelsen não reconhece a distinção entre normas jurídicas e proposições normativas.
	
	Para Kelsen, as normas jurídicas são juízos, isto é, enunciados sobre um objeto dado ao conhecimento. São apenas comandos do ser.
	
	Para o autor, a norma que confere validade a todo o sistema jurídico ou conjunto de normas é a norma fundamental que se confunde com a Constituição, já que ambas são postas e impostas.
	 
	Para Kelsen, a norma é o sentido de um ato através do qual uma conduta é prescrita, permitida ou, especialmente, facultada, no sentido de adjudicada à competência de alguém.
	
A resposta é mera repetição do texto da questão
	 2a Questão
	
	
	
	
	A filosofia da História-o primeiro tema da filosofia de Augusto Comte-foi sistematizada pelo próprio Comte na célebre "Lei dos Três Estados" e tinha o objetivo de mostrar por que o pensamento positivista deve imperar entre os homens. Sobre a "Lei do Três Estados" formulada por Comte, é correto afirmar que:
	
	 
	a) Augusto Comte demonstra com essa lei que todas as ciências e o espírito humano desenvolvem-se na seguinte ordem em três fases distintas ao longo da história: a positiva, a teológica e a metafísica.
	
	b) na "Lei dos Três Estados" a argumentação desempenha um papel de primeiro plano no estado teológico. O estado teológico, na sua visão, corresponde a uma etapa posterior ao estado positivo.
	 
	c) o estado positivista apresenta-se na "Lei dos Três Estados" como o momento em que a observação prevalece sobre a imaginação e a argumentação, e na busca de leis imutáveis nos fenômenos observáveis.
	
	e) O Positivismo jurídico é a manifestação, no campo do Direito, do Estado Metafísico de Comte.
	
	d) para Comte, o estado metafísico não tem contato com o estado teológico, pois somente o estado metafísico procura soluções absolutas e universais para os problemas do homem.
	Explicação: O estado positivo caracteriza-se pela subordinação da imaginação e da argumentação à observação porque o processo de construção do conhecimento humano ocorre a partir da experimentação própria do método científico.
	 3a Questão
	
	
	
	
	As tendências de perfil ligado aos fatos dominavam o debate jurídico das primeiras décadas do século XX, quando surgiu a figura do autor austríaco, Hans Kelsen, que mudaria por completo o foco do debate da Teoria Geral do Direito, investindo na proposta de construção de uma metodologia própria para a Ciência do Direito. Portanto, tomando como base o pensamento de Hans Kelsen:
I. A linguagem da norma jurídica é descritiva, enquanto a linguagem da proposição jurídica é prescritiva;
II. As normas jurídicas são comandos imperativos, enquanto as proposições jurídicas ou estrutura lógica e científica da norma são enunciados descritivos das normas;
III. O problema da justiça, enquanto problema valorativo, situa-se fora da ciência do direito em Kelsen;
IV. As proposições jurídicas podem ser falsas ou verdadeiras, ao passo que as normas jurídicas serão sempre válidas ou inválidas
 Ao analisar as assertivas acima, assinale a alternativa correta:
	
	 
	B) Somente as assertivas II, III e IV são corretas.
	 
	E) As assertivas I, II, III e IV são corretas.
	
	A) Somente a assertiva I está correta.
	
	C) Somente as assertivas I, II e IV são corretas.
	
	D) somente as assertivas I e IV são corretas.
	Explicação:Justificativa: as normas jurídicas são expressões de uma linguagem prescritiva, enquanto que as proposições normativas são uma metalinguagem; disto resulta que as primeiras não podem qualificar-se de verdadeiras ou de falsas, senão de justas ou de injustas, de eficazes ou de ineficazes, etc., enquanto que as segundas sim, por ser, em última instância, meras descrições. 
	
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Tomando como base o normativismo jurídico kelseniano, analise as assertivas abaixo e assinale àquela que de fato corresponda ao pensamento dojusfilósofo austríaco Hans Kelsen:
	
	
	D. As proposições jurídicas podem ser válidas ou inválidas, ao passo que as normas jurídicas serão sempre falsas ou verdadeiras.
	 
	C. Para Kelsen, a questão da justiça, por ser uma questão valorativa, situa-se fora da ciência do direito.
	
	E. Segundo Kelsen a atividade do magistrado é absolutamente passiva, sendo o juiz a "boca que pronuncia as palavras da lei".
	
	A. É correto afirmar que os planos do ser e do dever ser, para Kelsen, confundem-se.
	
	B. Tanto as normas jurídicas, como as proposições jurídicas, são comandos imperativos e cogentes.
	
Explicação:Justificativa: Na sua obra O problema da justiça, afirma que a doutrina do Direito Natural é uma doutrina jurídica idealista. Portanto, compreende a doutrina do Direito Natural afirmando ser a existência de um direito ideal, imutável, que identifica com a justiça e reconhece na natureza a fonte da qual emanam seus preceitos.
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	(Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: DPE-PR Prova: FCC - 2017 - DPE-PR - Defensor Público) Segundo Hans Kelsen, em sua obra Teoria Pura do Direito,
	
	
	D) o propósito único e exclusivo da Teoria Pura do Direito é responder à questão: ¿o que é e como deve ser um Direito legítimo?¿
	
	B) um sistema de normas cujo fundamento de validade e conteúdo de validade são deduzidos de uma norma pressuposta é um sistema dinâmico de normas.
	
	A) o fundamento de validade de um ordenamento jurídico é tido como sua norma fundamental, a qual deve ser posta por uma autoridade a ela pressuposta.
	
	E) sendo possível relacionar o conteúdo da norma moral com o da norma jurídica, pode haver hipóteses de aplicação em que uma norma jurídica seja, necessariamente, moral.
	 
	C) a interpretação autêntica feita por um órgão aplicador do Direito, sempre é criadora do Direito mesmo quando cria uma norma individual a um único caso.
	
Explicação:Conforme se infere da obra kelseniana Teoria pura do Direito, a interpretação feita pelo órgão aplicador do Direito é sempre autêntica. E ela sempre cria Direito. A interpretação do órgão aplicador do Direito, cria direito ao produzir uma norma individual ou ao executar uma sanção em um dado caso concreto. 
	
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	A Ciência do Direito (...), se de um lado quebra o elo entre jurisprudência e procedimento dogmático fundado na autoridade dos textos romanos, não rompe, de outro, com o caráter dogmático, que tentou aperfeiçoar, ao dar-lhe a qualidade de sistema, que se constrói a partir de premissas cuja validade repousa na sua generalidade racional. A teoria jurídica passa a ser um construído sistemático da razão e, em nome da própria razão, um instrumento de crítica da realidade¿. Esta caracterização, realizada por Tercio Sampaio Ferraz Júnior, em sua obra A Ciência do Direito, evoca elementos essenciais do
	
	
	humanismo renascentista.
	 
	jusnaturalismo moderno.
	
	historicismo.
	
	positivismo jurídico.
	
	realismo crítico.
	
Explicação: GABARITO LETRA A - A teoria jurídica passa a ser um [construto - ] sistemático da razão e, em nome da própria razão, um instrumento de crítica da realidade. Duas contribuições importantes, portanto: a) o método sistemático conforme o rigor lógico da dedução; b) o sentido crítico-avaliativo do direito posto em nome de padrões éticos contidos nos princípios reconhecidos pela razão.
	
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	São características do Direito positivo, EXCETO:
	
	
	O Direito deve funcionar como conjunto ordenado de normas que formam uma unidade plena e carente de contradições.
	 
	Direito como sinônimo de ideal de justiça e moralmente perfeito.
	
	A ideia do Direito concebido como um sistema fundamental.
	
	Estabelece uma concepção rigorosamente estatalista do Direito, que atribui à lei quase o monopólio da produção jurídica (legalismo).
	
	As normas necessitam do respaldo da força para serem impostas, seja no sentido da regulação e organização desta força (estatal).
	
	
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	O planejamento estratégico consiste na tomada de decisões antecipadas, levando em conta três filosofias de ação: 
conservadora, otimizadora e prospectiva. A filosofia otimizadora é :
	
	 
	dirigida à adaptabilidade e inovação da organização. 
	 
	dirigida para sanar deficiências e problemas externos da organização.
	
	voltada para a estabilidade e manutenção da organização. 
	
	voltada para demandas ambientais e de recursos humanos visando preparar a organização para lidar com questões socioeducacionais. 
	
	dirigida para sanar deficiências e realizar ajustes de rotas financeiras da organização. 
	
Explicação:
"O planejamento estratégico consiste na tomada de decisões antecipadas, levando em conta três filosofias de ação:
- Filosofia conservadora ou defensiva: voltada para a estabilidade e a manutenção da situação existente.
- Filosofia otimizadora ou analítica: voltada para melhorar as práticas vigentes. As decisões visam à obtenção dos melhores resultados possíveis.
- Filosofia prospectiva ou ofensiva: voltada para as contigências e centrada no futuro da organização. Há uma preocupação em ajustar a empresa às demandas ambientais e preparar-se para o futuro."
 
	1a Questão
	
	
	
	Sobre a teoria de Hobbes e Rousseau, considere as afirmativas abaixo:
I. A argumentação hobbesiana em favor de uma autoridade soberana, instituída por um pacto, representa inequivocamente a defesa de um regime político monarquista.
II. Dois dos grandes teóricos sobre o estado de natureza, Hobbes e Rousseau, partilham a convicção de que o afeto predominante nesse estado de natureza seria o medo.
III. Um traço comum da filosofia política moderna é a idealização de um pacto que estabeleceria a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade.
Assinale a opção CORRETA:
	
	
	B) apenas a afirmativa II.
	
	E) apenas as afirmativas II e III.
	 
	C) apenas a afirmativa III.
	 
	D) apenas as afirmativas I e II.
	
	A) apenas a afirmativa I.
	
	
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Os contratualismo de Thomas Hobbes (1588-1679) e de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) são formas distintas de instituir e legitimar o Estado. Sendo que para Hobbes o objetivo é garantir a paz e para Rousseau, a essência do homem, a liberdade.  Desta forma é correto afirmar que 
	
	
	Para Hobbes e Rousseau a monarquia é a melhor forma de governo;
	 
	Para Hobbes e Rousseau o mais racional é viver no Estado justo;
	
	Para Hobbes a verdadeira liberdade é a "natural", em oposição à "dos súditos" e para Rousseau a verdadeira liberdade é a "natural" em oposição à "convencional".
	 
	Para Hobbes e Rousseau não há direito sem o Estado;
	
	Para Hobbes e Rousseau o contrato é o meio através do qual se estabelece os direitos e deveres do Soberano e dos súditos. 
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	"A lei justa seria a lei proveniente do Estado soberano e absoluto, o qual recebe o seu poder por um pacto social no qual os indivíduos renunciam à sua liberdade individual para adquirirem a proteção estatal." Este princípio foi formulado por:
	
	
	A) Montesquieu.
	
	B) John Locke.
	
	E) Kant.
	 
	C) Jean-Jacques Rousseau.
	 
	D) Hobbes.
	
Explicação: Justificativa: Hobbes na sua famosa obra O Leviatã utiliza esta figura bíblica como representante do Estado, absoluto e soberano, onde o homem abdica da liberdade, dando plenos poderes ao Estado com a finalidade de proteger a sua própria vida; além disso, o Estado deve garantir o que é meu, me pertença exclusivamente, garantindo, assim, o sistema da propriedade individual.
	
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Para Jean Jacques Rousseau todos os seres humanos são livres e partilham todos os bens existentes na natureza. Para o autor, os problemas da pessoa humana começaram quando alguém pegou um pedaço de terra, cercou e se autoproclamou dono dessa terra. E encontrou alguém ingênuo o bastante para acreditar nisso. Com base no texto acima e nos conhecimentos teóricos sobre o contratualismo de Rousseau, assinale a alternativa correta:B. O homem no estado de natureza é verdadeiramente senhor de si mesmo.
	 
	C. A obediência à lei que se estatuiu a si mesma é liberdade.
	
	D. A liberdade natural é limitada pela vontade geral.
	
	E. Os princípios, que dirigem a conduta dos homens no estado civil, são os impulsos e apetites.
	
	A. Por meio do contrato social, o homem adquire uma liberdade natural e um direito ilimitado.
	
Explicação: Pelo pacto o indivíduo abdica de sua liberdade, mas como ele próprio é parte integrante e ativa do todo social, ao obedecer a lei, obedece a si mesmo e, portanto, é livre. P/ Rousseau, o contrato não faz o povo perder a soberania, pois não é criado um Estado separado dele mesmo. Sob certo aspecto, essa teoria é inovadora por distinguir os conceitos de soberano e governo, atribuindo ao povo a soberania inalienável.
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Assinale a opção correspondente ao imperativo categórico de Kant.
	
	 
	Age de tal modo que a máxima de tua ação possa ser sempre erigida em princípio de uma legislação universal.
	
	Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Mohamed.
	
	Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Deus.
	
	Age de tal modo que tua ação respeite as regras estabelecidas pela comunidade em que tu vives.
	
	Age de tal modo que a tua ação atenda ao princípio da razão e da igualdade entre os homens.
	
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Para Hobbes, o estado de natureza:
	
	
	implica a liberdade para cada um fazer o que bem lhe aprouver.
	 
	é idêntico ao estado de guerra. 
	
	faz homens livres e responsáveis pelas próprias ações.
	
	é um estado de paz com guerra e paz ao mesmo tempo.
	
	é um estado de paz, de harmonia e de assistência mútua.
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Nasce a concepção de que o Estado, concebido como sociedade política, decorre de um contrato celebrado pelos indivíduos que, desse modo, se transformam em cidadãos, porque aceitam ceder seus direitos naturais a um poder comum, o próprio Estado - o Leviatã (o soberano), cuja autoridade passam a respeitar, sem qualquer tipo de contestação. Legitima o Estado Absoluto (HOGEMANN, 2015).
Com base no texto e, principalmente, nos conhecimentos sobre a teoria contratualista de Hobbes, é correto afirmar:
	
	
	B) O poder político tem como objetivo principal garantir a liberdade dos indivíduos.
	
	A) O soberano tem deveres contratuais com os seus súditos.
	
	C) Antes da instituição do poder soberano, os homens viviam em paz.
	 
	D) O poder soberano não deve obediência à lei da natureza.
	 
	E) Acusar o soberano de injustiça seria como acusar a si mesmo de injustiça.
	
Explicação: Para Hobbes, o poder do soberano deve ser absoluto, isto é, total e ilimitado. Cabe ao soberano julgar sobre o bem e o mal, o justo e o injusto, não podendo ninguém discordar, pois tudo o que o soberano faz é investido da autoridade consentida pelo súdito. Por isso é contraditório dizer que o governante abusa do poder, não há abuso quando o poder é ilimitado.
	
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Locke parte da concepção que os indivíduos isolados no estado de natureza unem-se mediante contrato social para constituir a sociedade civil onde apenas o pacto torna legitimo o poder do Estado e onde os direitos naturais humanos subsistem para limitar o poder deste Estado. Em vista disso, observado o pensamento acerca da teoria de Locke analise as assertivas abaixo, assinalando a alternativa que condiz com tal pensamento:
I. A passagem do estado de natureza para a sociedade política ou civil, segundo Locke, é realizada mediante um contrato social, através do qual os indivíduos singulares, livres e iguais dão seu consentimento para ingressar no estado civil.
II. O livre consentimento dos indivíduos para formar a sociedade, a proteção dos direitos naturais pelo governo, a subordinação dos poderes, a limitação do poder e o direito à resistência são princípios fundamentais do liberalismo político de Locke.
III. A violação deliberada e sistemática dos direitos naturais e o uso contínuo da força sem amparo legal, segundo Locke, não são suficientes para conferir legitimidade ao direito de resistência, pois o exercício de tal direito causaria a dissolução do estado civil e, em consequência, o retorno ao estado de natureza.
IV. Os indivíduos consentem livremente, segundo Locke, em constituir a sociedade política com a finalidade de preservar e proteger, com o amparo da lei, do arbítrio e da força comum de um corpo político unitário, os seus inalienáveis direitos naturais à vida, à liberdade e à propriedade.
V. Da dissolução do poder legislativo, que é o poder no qual "se unem os membros de uma comunidade para formar um corpo vivo e coerente", decorre, como consequência, a dissolução do estado de natureza.
Portanto, das afirmativas feitas acima, a opção CORRETA é:
	
	
	C) As afirmações III e IV estão corretas.
	 
	E) As afirmações III e V estão incorretas.
	
	D) As afirmações II e III estão corretas.
	 
	A) Somente a afirmação I está correta.
	
	B) As afirmações I e III estão corretas.
	
Explicação: Para Locke, os riscos da paixão e da parcialidade são muito viáveis no estado de natureza e podem desestabilizar as relações entre os indivíduos; portanto, visando a garantia da segurança e tranquilidade necessária ao uso da propriedade e segundo ele, "propriedade" abarca a concepção acerca da conservação da vida, da liberdade e, consequentemente, dos bens, daí todos consentirem em instituir o corpo político.
	
	1a Questão
	
	
	
	Para Jean Jacques Rousseau todos os seres humanos são livres e partilham todos os bens existentes na natureza. Para o autor, os problemas da pessoa humana começaram quando alguém pegou um pedaço de terra, cercou e se autoproclamou dono dessa terra. E encontrou alguém ingênuo o bastante para acreditar nisso. Com base no texto acima e nos conhecimentos teóricos sobre o contratualismo de Rousseau, assinale a alternativa correta:
	
	
	B. O homem no estado de natureza é verdadeiramente senhor de si mesmo.
	
	D. A liberdade natural é limitada pela vontade geral.
	 
	C. A obediência à lei que se estatuiu a si mesma é liberdade.
	
	E. Os princípios, que dirigem a conduta dos homens no estado civil, são os impulsos e apetites.
	
	A. Por meio do contrato social, o homem adquire uma liberdade natural e um direito ilimitado.
	
Explicação:
Justificativa: Pelo pacto, o indivíduo abdica de sua liberdade, mas como ele próprio é parte integrante e ativa do todo social, ao obedecer a lei, obedece a si mesmo e, portanto, é livre. Isso significa que, para Rousseau, o contrato não faz o povo perder a soberania, pois não é criado um Estado separado dele mesmo. Sob certo aspecto, essa teoria é inovadora por distinguir os conceitos de soberano e governo, atribuindo ao povo a soberania inalienável.
	
	
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Segundo o entendimento de Rousseau:
	
	
	a causa da desigualdade humana é puramente natural.
	
	a causa da desigualdade humana é puramente histórica.
	
	há dois tipos de desigualdade, uma natural ou física, e outra moral ou política.
	
	Todos os homens nascem e vivem desigualmente.
	 
	as causas da desigualdade humana se originam do estabelecimento da propriedade privada.
	
	
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	"A justiça e a conformidade ao contrato consistem em algo com que a maioria dos homens parece concordar. Constitui um princípio julgado estender-se até os esconderijos dos ladrões e às confederações dos maiores vilões; até os que se afastaram a tal ponto da própria humanidade conservam entre si a fé e as regras da justiça." Portanto, de acordo com Locke, até a mais precária coletividade depende de uma noção de justiça, pois tal noção:
	
	
	C) Estabelece um conjunto de regras para a formação da sociedade.
	
	E) Representa os interesses da coletividade, expressos pela vontade da maioria.
	 
	B) Contribui com a manutenção da ordem e do equilíbrio social.
	
	A) Identifica indivíduos despreparados para a vida em comum.D) Determina o que é certo ou errado num contexto de interesses conflitantes.
	
Explicação: pção correta letra B. Para JOHN LOCKE a verdadeira justiça surgia de um contrato social que seria um pacto em que todos os homens concordariam livremente em formar uma sociedade com o objetivo de proteger os seus direitos e que obrigatoriamente emanava do exercício da liberdade individual. Segundo o pensamento liberal há uma concepção minimalista de Estado, que teria simplesmente a missão de permitir o exercício dos direitos naturais de cada cidadão (vida, saúde, liberdade e propriedade). Estabelecia-se a prevalência dos direitos individuais sobre o poder do Estado; a plena liberdade do controle substituía o antigo ajuste natural.
	
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Para Hobbes, o estado de natureza:
	
	
	é um estado de paz com guerra e paz ao mesmo tempo.
	
	é um estado de paz, de harmonia e de assistência mútua.
	
	faz homens livres e responsáveis pelas próprias ações.
	 
	é idêntico ao estado de guerra. 
	
	implica a liberdade para cada um fazer o que bem lhe aprouver.
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Os contratualismo de Thomas Hobbes (1588-1679)  e de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) são formas distintas de instituir e legitimar  o Estado.  Sendo que para Hobbes o objetivo é garantir a paz e para Rousseau, a essência do homem, a liberdade.  Desta forma é correto afirmar que 
	
	
	Para Hobbes e Rousseau o contrato é o meio através do qual se estabelece os direitos e deveres do Soberano e dos súditos. 
	
	Para Hobbes a verdadeira liberdade é a "natural", em oposição à "dos súditos" e para Rousseau a verdadeira liberdade é a "natural" em oposição à "convencional".
	 
	Para Hobbes e Rousseau não há direito sem o Estado;
	 
	Para Hobbes e Rousseau o mais racional é viver no Estado justo;
	
	Para Hobbes e Rousseau a monarquia é a melhor forma de governo;
	
	
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Sobre a teoria de Hobbes e Rousseau, considere as afirmativas abaixo:
I. A argumentação hobbesiana em favor de uma autoridade soberana, instituída por um pacto, representa inequivocamente a defesa de um regime político monarquista.
II. Dois dos grandes teóricos sobre o estado de natureza, Hobbes e Rousseau, partilham a convicção de que o afeto predominante nesse estado de natureza seria o medo.
III. Um traço comum da filosofia política moderna é a idealização de um pacto que estabeleceria a passagem do estado de natureza para o estado de sociedade.
Em vista da análise acima, assinale a opção CORRETA:
	
	 
	C) apenas a afirmativa III.
	
	E) apenas as afirmativas II e III.
	
	B) apenas a afirmativa II.
	 
	A) apenas a afirmativa I.
	
	D) apenas as afirmativas I e II.
	
	
	
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	"A lei justa seria a lei proveniente do Estado soberano e absoluto, o qual recebe o seu poder por um pacto social no qual os indivíduos renunciam à sua liberdade individual para adquirirem a proteção estatal." Este princípio foi formulado por:
	
	 
	D) Hobbes.
	
	B) John Locke.
	 
	C) Jean-Jacques Rousseau.
	
	A) Montesquieu.
	
	E) Kant.
	
Explicação: Hobbes na sua famosa obra O Leviatã utiliza esta figura bíblica como representante do Estado, absoluto e soberano, onde o homem abdica da liberdade, dando plenos poderes ao Estado com a finalidade de proteger a sua própria vida; além disso, o Estado deve garantir o que é meu, me pertença exclusivamente, garantindo, assim, o sistema da propriedade individual.
	
	1a Questão
	
	
	
	Assinale a opção correspondente ao imperativo categórico de Kant.
	
	
	Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Deus.
	 
	Age de tal modo que a máxima de tua ação possa ser sempre erigida em princípio de uma legislação universal.
	
	Age de tal modo que tua ação respeite as regras estabelecidas pela comunidade em que tu vives.
	
	Age de tal modo que a tua ação atenda ao princípio da razão e da igualdade entre os homens.
	
	Age de tal modo que a tua ação esteja de acordo com os mandamentos de Mohamed.
	
Explicação:
Age de tal modo que a máxima de tua ação possa ser sempre erigida em princípio de uma legislação universal.
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Nasce a concepção de que o Estado, concebido como sociedade política, decorre de um contrato celebrado pelos indivíduos que, desse modo, se transformam em cidadãos, porque aceitam ceder seus direitos naturais a um poder comum, o próprio Estado - o Leviatã (o soberano), cuja autoridade passam a respeitar, sem qualquer tipo de contestação. Legitima o Estado Absoluto (HOGEMANN, 2015).
Com base no texto e, principalmente, nos conhecimentos sobre a teoria contratualista de Hobbes, é correto afirmar:
	
	
	A) O soberano tem deveres contratuais com os seus súditos.
	
	D) O poder soberano não deve obediência à lei da natureza.
	
	C) Antes da instituição do poder soberano, os homens viviam em paz.
	 
	E) Acusar o soberano de injustiça seria como acusar a si mesmo de injustiça.
	
	B) O poder político tem como objetivo principal garantir a liberdade dos indivíduos.
	
Explicação:Para Hobbes, o poder do soberano deve ser absoluto, isto é, total e ilimitado. Cabe ao soberano julgar sobre o bem e o mal, o justo e o injusto, não podendo ninguém discordar, pois tudo o que o soberano faz é investido da autoridade consentida pelo súdito. Por isso é contraditório dizer que o governante abusa do poder, não há abuso quando o poder é ilimitado.
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	"A justiça e a conformidade ao contrato consistem em algo com que a maioria dos homens parece concordar. Constitui um princípio julgado estender-se até os esconderijos dos ladrões e às confederações dos maiores vilões; até os que se afastaram a tal ponto da própria humanidade conservam entre si a fé e as regras da justiça."
Portanto, de acordo com Locke, até a mais precária coletividade depende de uma noção de justiça, pois tal noção:
	
	
	D) Determina o que é certo ou errado num contexto de interesses conflitantes.
	
	E) Representa os interesses da coletividade, expressos pela vontade da maioria.
	 
	B) Contribui com a manutenção da ordem e do equilíbrio social.
	
	A) Identifica indivíduos despreparados para a vida em comum.
	
	C) Estabelece um conjunto de regras para a formação da sociedade.
	
Explicação:
Justificativa: Opção correta letra B.
Para JOHN LOCKE a verdadeira justiça surgia de um contrato social que seria um pacto em que todos os homens concordariam livremente em formar uma sociedade com o objetivo de proteger os seus direitos e que obrigatoriamente emanava do exercício da liberdade individual. Segundo o pensamento liberal há uma concepção minimalista de Estado, que teria simplesmente a missão de permitir o exercício dos direitos naturais de cada cidadão (vida, saúde, liberdade e propriedade). Estabelecia-se a prevalência dos direitos individuais sobre o poder do Estado; a plena liberdade do controle substituía o antigo ajuste natural.
	
	
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Os contratualismo de Thomas Hobbes (1588-1679)  e de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) são formas distintas de instituir e legitimar  o Estado.  Sendo que para Hobbes o objetivo é garantir a paz e para Rousseau, a essência do homem, a liberdade.  Desta forma é correto afirmar que 
	
	 
	Para Hobbes e Rousseau o mais racional é viver no Estado justo;
	
	Para Hobbes e Rousseau o contrato é o meio através do qual se estabelece os direitos e deveres do Soberano e dos súditos. 
	
	Para Hobbes e Rousseau a monarquia é a melhor forma de governo;
	
	Para Hobbes e Rousseau não há direito sem o Estado;
	
	Para Hobbes a verdadeira liberdade é a "natural", em oposição à "dos súditos" e para Rousseau a verdadeira liberdade é a "natural" em oposição à "convencional".
	
Explicação:
Para Hobbes e Rousseau o mais racional é viver no Estado justo;
	
	
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Para Jean Jacques Rousseau todos os seres humanos são livres e partilham todos os bens existentes na natureza. Para o autor, os problemas da pessoa humanacomeçaram quando alguém pegou um pedaço de terra, cercou e se autoproclamou dono dessa terra. E encontrou alguém ingênuo o bastante para acreditar nisso.
Com base no texto acima e nos conhecimentos teóricos sobre o contratualismo de Rousseau, assinale a alternativa correta:
	
	
	D. A liberdade natural é limitada pela vontade geral.
	 
	C. A obediência à lei que se estatuiu a si mesma é liberdade.
	
	B. O homem no estado de natureza é verdadeiramente senhor de si mesmo.
	
	E. Os princípios, que dirigem a conduta dos homens no estado civil, são os impulsos e apetites.
	
	A. Por meio do contrato social, o homem adquire uma liberdade natural e um direito ilimitado.
	
Explicação:
Justificativa: "A obediência à lei que se estatuiu a si mesmo é liberdade". Pelo pacto, o indivíduo abdica de sua liberdade, mas como ele próprio é parte integrante e ativa do todo social, ao obedecer a lei, obedece a si mesmo e, portanto, é livre. Isso significa que, para Rousseau, o contrato não faz o povo perder a soberania, pois não é criado um Estado separado dele mesmo. Sob certo aspecto, essa teoria é inovadora por distinguir os conceitos de soberano e governo, atribuindo ao povo a soberania inalienável.
	
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	"A lei justa seria a lei proveniente do Estado soberano e absoluto, o qual recebe o seu poder por um pacto social no qual os indivíduos renunciam à sua liberdade individual para adquirirem a proteção estatal." Este princípio foi formulado por:
	
	
	A) Montesquieu.
	 
	D) Hobbes.
	
	E) Kant.
	 
	B) John Locke.
	
	C) Jean-Jacques Rousseau.
	
Explicação:
Justificativa: Hobbes na sua famosa obra O Leviatã utiliza esta figura bíblica como representante do Estado, absoluto e soberano, onde o homem abdica da liberdade, dando plenos poderes ao Estado com a finalidade de proteger a sua própria vida; além disso, o Estado deve garantir o que é meu, me pertença exclusivamente, garantindo, assim, o sistema da propriedade individual.
	
	
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Segundo o entendimento de Rousseau:
	
	 
	as causas da desigualdade humana se originam do estabelecimento da propriedade privada.
	
	a causa da desigualdade humana é puramente natural.
	
	a causa da desigualdade humana é puramente histórica.
	
	há dois tipos de desigualdade, uma natural ou física, e outra moral ou política.
	
	Todos os homens nascem e vivem desigualmente.
	
	
	
	1a Questão (Ref.:201503771260)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	Considere a seguinte afirmativa: "A filosofia utiliza primordialmente a razão". Essa sentença está CORRETA?
	
	
	Não, em primeiro lugar está a sensação, o dado empírico.
	
	Sim e não, porque em Filosofia a dúvida está presente e atrapalha tudo.
	 
	Sim, primordialmente é pela razão que a filosofia ergue suas considerações.
	
	Não, em primeiro lugar está a fé.
	
	Depende da situação concreta.
	
	
	
	2a Questão (Ref.:201503771417)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	Considerando-se o conhecimento metafísico, no que concerne ao conhecimento humano, é CORRETO afirmar que este:
	
	
	não está ligado às noções de verdade e de ação boa. 
	
	não se consubstancia a partir de modelos prototípicos, como pensava Platão.
	
	partindo da abstração, nega as experiências sensíveis. 
	
	ocorre, porque a razão humana é capaz de apreender, muito naturalmente, a essência das coisas. 
	 
	foge da esfera de atuação da iluminação divina.
 
	
	
	
	3a Questão (Ref.:201504010555)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	"Há algo de fundamentalmente novo na maneira como os gregos puseram a serviço do seu problema último "da origem e essência das coisas" as observações empíricas que receberam do Oriente e enriqueceram com as suas próprias, bem como no modo de submeter ao pensamento teórico e casual o reino dos mitos, fundado na observação das realidades aparentes do mundo sensível: os mitos sobre o nascimento do mundo."
Com base no texto acima proferido pelo filósofo alemão e estudioso da Grécia Antiga, Werner Jaeger, e, também, nos conhecimentos estudados sobre a relação entre mito e filosofia na Grécia Antiga, é correto afirmar:
	
	 
	A filosofia, apesar de ser pensamento racional, desvinculou-se do mito de forma gradual.
	
	A filosofia representa uma ruptura radical em relação aos mitos, tendo sido uma nova forma de pensamento plenamente racional, desde a sua origem.
	
	O mito busca respostas para problemas que são objeto da pesquisa filosófica e, nesse aspecto, é considerado parte integrante da filosofia.
	
	A filosofia e o mito sempre mantiveram uma relação de interdependência, uma vez que o pensamento filosófico necessita do mito para se expressar.
	
	A filosofia, em que pese ser considerada como criação dos gregos, originou-se no Oriente, sob a influência da religião e, apenas posteriormente, alcançou a Grécia.
	
	
	
	4a Questão (Ref.:201504010696)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	A felicidade é, portanto, a melhor, a mais nobre e a mais aprazível coisa do mundo, e esses atributos não devem estar separados como na inscrição existente em Delfos "das coisas, a mais nobre é a mais justa, e a melhor é a saúde; porém a mais doce é ter o que amamos". Todos estes atributos estão presentes nas mais excelentes atividades, e entre essas a melhor, nós a identificamos como felicidade. ARISTOTELES. A Política. São Paulo: Cia das Letras, 2010. Ao reconhecer na felicidade a reunião dos mais excelentes atributos, Aristoteles a identifica como:
	
	
	conhecimento de verdades imutáveis e perfeitas.
	 
	finalidade das ações e condutas humanas.
	
	busca por bens materiais e títulos de nobreza.
	
	plenitude espiritual e ascese pessoal.
	
	expressão do sucesso individual e reconhecimento público.
	
	
	
	5a Questão (Ref.:201504013955)
	Acerto: 0,0  / 1,0
	Para Hegel, em Filosofia da História,
	
	 
	a razão governa o mundo, e a história universal é um processo racional.
	
	a história não é um processo racional, ela se torna um processo racional apenas no Ocidente.
	
	a razão governa a ação dos indivíduos, mas não governa sua história como história universal.
	
	Age de forma que conserves sempre a tua liberdade, ainda que tenhas de resistir à liberdade alheia.
	 
	a razão governa o mundo, mas a história universal não é um processo racional.
	
	
	
	6a Questão (Ref.:201504013976)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	Em Filosofia do Direito, Hegel afirma que a liberdade
	
	
	
	consiste na subordinação dos indivíduos ao poder da razão.
	 
	consiste na identidade do interesse particular (da família e da sociedade civil) com o interesse geral (do Estado).
	
	consiste no reconhecimento racional pelos indivíduos do que representa o interesse universal do Estado
	
	  subordinação dos indivíduos ao poder do Estado.
	
	só é possível pela subordinação dos indivíduos ao poder do Estado.
	
	
	
	7a Questão (Ref.:201504014346)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	O planejamento estratégico consiste na tomada de decisões antecipadas, levando em conta três filosofias de ação: conservadora, otimizadora e prospectiva. A filosofia otimizadora é :
	
	
	dirigida para sanar deficiências e problemas externos da organização.
	 
	dirigida à adaptabilidade e inovação da organização. 
	
	dirigida para sanar deficiências e realizar ajustes de rotas financeiras da organização. 
	
	voltada para demandas ambientais e de recursos humanos visando preparar a organização para lidar com questões socioeducacionais. 
	
	voltada para a estabilidade e manutenção da organização. 
	
	
	
	8a Questão (Ref.:201504283715)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	(Ano: 2017 Banca: FCC Órgão: DPE-PR Prova: FCC - 2017 - DPE-PR - Defensor Público) Segundo Hans Kelsen, em sua obra Teoria Pura do Direito,
	
	
	D) o propósito único e exclusivo da Teoria Pura do Direito é responder à questão: ¿o que é e como deve ser um Direito legítimo?¿
	 
	C) a interpretação autêntica feita por um órgão aplicador do Direito, sempre é criadora do Direito mesmo quando cria uma norma individual a um único caso.
	
	E) sendo possível relacionar o conteúdo da norma moral com o da norma jurídica, podehaver hipóteses de aplicação em que uma norma jurídica seja, necessariamente, moral.
	
	A) o fundamento de validade de um ordenamento jurídico é tido como sua norma fundamental, a qual deve ser posta por uma autoridade a ela pressuposta.
	
	B) um sistema de normas cujo fundamento de validade e conteúdo de validade são deduzidos de uma norma pressuposta é um sistema dinâmico de normas.
	
	
	
	9a Questão (Ref.:201504016609)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	"A justiça e a conformidade ao contrato consistem em algo com que a maioria dos homens parece concordar. Constitui um princípio julgado estender-se até os esconderijos dos ladrões e às confederações dos maiores vilões; até os que se afastaram a tal ponto da própria humanidade conservam entre si a fé e as regras da justiça."
Portanto, de acordo com Locke, até a mais precária coletividade depende de uma noção de justiça, pois tal noção:
	
	 
	B) Contribui com a manutenção da ordem e do equilíbrio social.
	
	A) Identifica indivíduos despreparados para a vida em comum.
	
	D) Determina o que é certo ou errado num contexto de interesses conflitantes.
	
	E) Representa os interesses da coletividade, expressos pela vontade da maioria.
	
	C) Estabelece um conjunto de regras para a formação da sociedade.
	
	
	
	10a Questão (Ref.:201503771274)
	Acerto: 1,0  / 1,0
	Segundo o entendimento de Rousseau:
	
	
	a causa da desigualdade humana é puramente natural.
	
	Todos os homens nascem e vivem desigualmente.
	
	a causa da desigualdade humana é puramente histórica.
	
	há dois tipos de desigualdade, uma natural ou física, e outra moral ou política.
	 
	as causas da desigualdade humana se originam do estabelecimento da propriedade privada.
	a Questão
	
	
	
	No pensamento moderno, Kant é o teórico que identificou a racionalidade do direito, ou seja, para ele, o direito é produto da razão. Isto posto, sobre o direito, em Kant, é certo afirmar que:
	
	
	D) a doutrina do direito tem uma estrutura metodológica similar à "Crítica da Razão Prática" e está, pois, em consonância com o projeto crítico. 
	
	B) a justiça é um conceito moral aplicado ao direito. 
	
	E) a pena de morte é inaceitável na doutrina kantiana do direito, porque fere o direito fundamental à vida. 
	 
	A) a vontade jurídica é heterônoma.
	
	C) o direito corresponde à relação interior prática de uma pessoa com outra. 
	Respondido em 31/05/2019 10:51:59
	
Explicação:Para Kant, Direito é um conjunto de condições que autorizam que a vontade de uma pessoa possa coexistir com o arbítrio de todos, conforme uma lei universal da liberdade. Portanto, o Direito se aplica às ações externas de um indivíduo, na medida em que elas afetam as ações de outros indivíduos.
	
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Com relação à Ética kantiana, assinale a opção correta.
	
	
	A vontade é boa quando o homem age movido por suas paixões, e não quando quer e age movido apenas pela consideração ou pelo respeito ao dever.
	
	A boa vontade é um meio para um fim, valendo tanto quanto os resultados efetivos que ela alcança.
	 
	A boa vontade pode ser entendida a partir do dever e do querer autônomo. Dever é a necessidade de uma ação feita por respeito à lei moral. A lei moral, porém, é dada pela racionalidade prática do sujeito. Ter boa vontade é seguir o imperativo categórico da razão.
	
	Submissão ao dever e autonomia do querer se contradizem. Logo, são incompatíveis para funcionar como princípios éticos ao mesmo tempo.
	
	O homem não pode conhecer objetivamente, do ponto de vista da Crítica da razão pura, nem a liberdade, nem a imortalidade da alma, nem a existência de Deus. Logo, esses três temas devem ser excluídos da ética, na perspectiva de uma Crítica da razão prática.
	Respondido em 31/05/2019 10:29:35
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Kant, na introdução de sua obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes afirma: "Neste mundo e até também fora dele, nada é possível pensar que possa ser considerado como bom sem limitação a não ser uma só coisa: uma boa vontade." Tendo em vista a Ética Kantiana e o trecho, pode-se acertadamente dizer que:
	
	
	A submissão ao dever e autonomia da vontade do querer se contradizem e são incompatíveis.
	 
	A utilidade ou inutilidade de alguma coisa em nada pode tirar o valor do bem.
	
	Devemos fazer o bem porque ele nos traz benefícios.
	
	As regras morais esgotam-se nos dez mandamentos da Lei mosaica.
	
	Devemos agir de tal modo que o princípio da nossa ação se transforme em princípio particular da ação humana.
	Respondido em 31/05/2019 10:52:05
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Parei aqui
Kant estabelece uma distinção entre legalidade e moralidade, e caracteriza o domínio da moralidade apresentando um critério para avaliar a moralidade das ações em sua obra intitulada a Fundamentação da Metafísica dos Costumes onde analisa dois conceitos fundamentais de sua teoria moral: o conceito de vontade boa e o de imperativo categórico. Esses dois conceitos traduzem as duas condições básicas do dever: o seu aspecto objetivo, a lei moral, e o seu aspecto subjetivo, o acatamento da lei pela subjetividade livre, como condição necessária e suficiente da ação. Portanto, a respeito da teoria moral kantiana, é correto afirmar: 
	
	
	c) Para que possa ser qualificada do ponto de vista moral, uma ação deve ter como condição necessária e suficiente uma vontade condicionada por interesses e inclinações sensíveis.
	 
	a) A vontade boa, enquanto condição do dever, consiste em respeitar a lei moral, tendo como motivo da ação a simples conformidade à lei.
	
	d) A razão é capaz de guiar a vontade como meio para a satisfação de todas as necessidades e assim realizar seu verdadeiro destino prático: a felicidade.
	
	e) A razão, quando se torna livre das condições subjetivas que a coagem, é, em si, necessariamente conforme a vontade e somente por ela suficientemente determinada.
	
	b) O imperativo categórico incorre na contingência de um querer arbitrário cuja intencionalidade determina subjetivamente o valor moral da ação.
	Respondido em 31/05/2019 10:51:54
	
Explicação:
Justificativa: Kant faz da boa vontade a condição de toda a moralidade. Sendo governada pela razão, a boa vontade é boa pelo seu próprio querer. A moralidade é concebida independentemente da utilidade ou das consequências que possam advir das ações.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Kant afirma: "Quando a vontade é autônoma, ela pode ser vista como outorgando a si mesma a lei, pois, querendo o imperativo categórico, ela é puramente racional e não dependente de qualquer desejo ou inclinação exterior à razão. Na medida em que sou autônomo, legislo para mim mesmo exatamente a mesma lei que todo outro ser racional autônomo legisla para si."
Portanto, com base no texto e nos conhecimentos sobre o entendimento de autonomia segundo Kant, considere as seguintes afirmativas:
I. A vontade autônoma, ao seguir sua própria lei, não segue a razão pura prática.
II. Segundo o princípio da autonomia, as máximas escolhidas devem ser apenas aquelas que se podem querer como lei universal.
III. Seguir os seus próprios desejos e paixões é agir de acordo com o imperativo hipotético
IV. A autonomia compreende toda escolha racional, inclusive a escolha dos meios para atingir o objeto do desejo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
	
	
	B) II e IV.
	
	C) III e IV.
	 
	D) II e III.
	
	E) II, III e IV.
	
	A) I e II.
	Respondido em 31/05/2019 10:51:39
	
Explicação:
Justificativa: Primeira formulação do imperativo categórico: Age unicamente de acordo com a máxima que te faça simultaneamente desejar a sua transformação em lei universal. Significa a determinação de uma ação como necessária em si mesma, isto é, absolutamente desinteressada. É uma espécie de mandamento que, por assim dizer, "obriga" o sujeito moral a submeter-se ao dever.
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	"Quando a vontade é autônoma, ela pode ser vista como outorgando a sim mesma a lei, pois querendo o imperativo categórico, ela é puramenteracional e não dependente de qualquer desejo ou inclinação exterior à razão. (...) Na medida em que sou autônomo, legislo para mim mesmo exatamente a mesma lei que todos outro ser  racional autônomo legisla para si".
(WALKER, Ralph. Kant: Kant e a lei moral.  Trad. De Oswaldo Giacóia Júnior. São Paulo: Unesp, 1999. P. 41.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre autonomia em Kant, considere as seguintes afirmativas:
I. A vontade autônoma, ao seguir sua própria lei, segue a razão pura prática.
II. Segundo o princípio da autonomia, as máximas escolhidas devem ser apenas aquelas que se podem querer como lei universal. 
III. Seguir os seus próprios desejos e paixões é agir de modo autônomo.
IV. A autonomia compreende toda escolha racional, inclusive a escoha dos meios para atingir o objeto do desejo.
 
Estão corretas apenas as afirmativas:
 
	
	
	III e IV
	
	II e III
	
	II, III e IV
	 
	I e II
	
	I e IV
	Respondido em 31/05/2019 10:51:43
	
Explicação:
WALKER, Ralph. Kant: Kant e a lei moral. Trad. de Oswaldo Giacóia Júnior. São Paulo: Unesp, 1999. p. 41.
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Como vários outros filósofos, Kant pensava que a moralidade poderia ser resumida em um princípio fundamental, diante de tal pensamento e tendo em vista as afirmativas abaixo, assinale a opção que reflita o entendimento de moral na filosofia Kantiana.
	
	
	E. Para Kant, a lei moral e a lei jurídica têm o mesmo conteúdo e a mesma forma.
 
	 
	A. Agir por dever é agir conforme a lei moral por respeito (sentimento puro).
	
	D. Uma ação por interesse pode ser moral, desde que ela vise ao bem-comum.
	
	C. Deus e alma são realidades ontológicas necessária apenas no âmbito prático.
	
	B. A forma lógica do imperativo moral é hipotética.
	Respondido em 31/05/2019 10:51:48
	
Explicação:
Justificativa: Opção correta - letra A. Segundo Kant, O fundamento da moralidade é a racionalidade, isto é, a autonomia da vontade, a liberdade para tomar as próprias decisões implicando com isto no cumprimento do dever pelo dever.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Kant concebe a liberdade como um dos principais conceitos da ética, como autonomia. Isto posto, qual das alternativas abaixo explicaria o que é, para Kant, ser livre?
 
	
	 
	B) Ser livre é se autolegislar de acordo com a razão que, por ser a mesma em todos os seres humanos, implica em uma ética universal.
	
	D) Ser livre é escolher suas próprias regras, de forma que a ética será diferente para cada sujeito.
	
	C) Ser livre é não estar obrigado a nada nem ter limites para agir.
	
	E) Ser livre é libertar-se das influências sociais.
	
	A) Ser livre é agir segundo a vontade, sem interferência da razão.
	Respondido em 31/05/2019 10:51:27
	
Explicação:
Justificativa: Segundo o pensamento de Immanuel Kant, a razão deve ser autônoma, ou seja, cria as leis a que deverá, depois, submeter-se e só assim haverá liberdade.
	1a Questão
	
	
	
	" imperativo categórico é portanto só um único, que é este: Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal". 
(KANT, Immaunuel. Fundamentação da metafísica dos costumes.  Trad. De Paulo Quintela. Lisboa: 70, 1995, p. 59).
 
Segundo essa formulação do imperativo categórico por Kant, uma açao é considerada ética quando:
 
 
	
	
	Ajusta os interesses egoístas de uns ao egoísmo  dos outros, satisfazendo as exigências individuais de prazer e felicidade.
	
	É determinada pela lei da natureza, que tem como fundamento o princípio de autoconservação.
	 
	A máxima que rege a ação pode ser universalizada, ou seja, quando a ação pode ser praticada por todos sem prejuízo da humanidade.
 
	
	Privilegia os interesses particulares em detrimento de leis que valham universal e necessariamente.
	
	Está subordinada à vontade de Deus, que preestabelece o caminho seguro para a ação humana.
	Respondido em 31/05/2019 10:54:40
	
Explicação:
Para Kant, é o imperativo categórico que mostra, por exemplo, que o roubo e a mentira são ações ruins. Afinal, mesmo o maior ladrão ou mentiroso não desejaria que suas práticas se tornassem o padrão de conduta de toda a humanidade. Diante do que, evidentemente, é fácil saber que a única resposta possível para a questão é a letra A. Segundo o filósofo alemão, a lei moral é fruto da racionalidade humana e não da natureza ou da vontade de Deus. Ademais, para Kant, a ação correta se funda na universalidade do imperativo categórico e não em interesses ou exigências particulares e egoístas. 
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Imannuel Kant na sua importante obra Fundamentação da Metafísica dos Costumes formula que: "o imperativo categórico é, portanto só um único, que é este: Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal." Portanto, segundo essa formulação do imperativo categórico por Kant, uma ação é considerada ética quando:
	
	 
	e) A máxima que rege a ação pode ser universalizada, ou seja, quando a ação pode ser praticada por todos, sem prejuízo da humanidade.
	
	c) É determinada pela lei da natureza, que tem como fundamento o princípio de auto-conservação.
	
	a) Privilegia os interesses particulares em detrimento de leis que valham universal e necessariamente.
	
	d) Está subordinada à vontade de Deus, que preestabelece o caminho seguro para a ação humana.
	
	b) Ajusta os interesses egoístas de uns ao egoísmo dos outros, satisfazendo as exigências individuais de prazer e felicidade.
	Respondido em 31/05/2019 10:54:59
	
Explicação:
Justificativa: São leis morais universalmente válidas porque decorrem de máximas que se aplicam a todos os seres humanos.
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Para Immanuel Kant, o indivíduo moral não visa à felicidade em suas ações, mas ao cumprimento do dever que o torna digno dela. Em sua obra Fundamentação da metafísica dos costumes, ele afirma que a busca por assegurar a própria felicidade seria um dever indireto, por quê:
	
	
	Consistiria na realização do propósito da natureza para o homem.
	
	Faria coincidir liberdade e natureza na condição humana.
	
	Nenhuma das respostas.
	 
	Afastaria a tentação para a transgressão dos deveres decorrente do sofrimento.
	
	Atestaria que há uma ordem moral no mundo.
	Respondido em 31/05/2019 10:56:49
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Sobre a concepção de Justiça em Kant, é correto afirmar:
	
	 
	D) Ampara-se em parâmetros racionais, a priori, que embasam o direito natural e que devem se converter em leis públicas de coerção.
	
	E) Configura-se com base em valores comuns partilhados tradicionalmente em cada ordenamento jurídico-político.
	
	B) Resulta da definição estatutária do direito sob a forma da lei estabelecida nos códigos jurídicos e é confirmada pelas ações dos Estados. 
	
	A) É definida pelo direito positivo e nele encontra sua fonte, prescindindo de qualquer outro parâmetro de legitimidade.
	
	C) Coincide com a vontade do legislador, a partir da qual são definidos os parâmetros racionais de gestão dos Estados.
	Respondido em 31/05/2019 10:56:27
	
Explicação:
Justificativa: A filosofia de Kant conduzia à formulação de um conceito de justiça absoluta, devendo a pena encontrar sua justificação em si mesma, como justa retribuição. Não pode ser considerado o meio para qualquer outro fim, fundando-se num imperativo categórico. O mal da pena deve corresponder ao mal do delito.
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	"Quando a vontade é autônoma, ela pode ser vista como outorgando a sim mesma a lei, pois querendo o imperativo categórico, ela é puramente racional e não dependente de qualquer desejo ou inclinação exterior à razão. (...) Na medida em que sou autônomo, legislo para mim mesmo exatamente a mesma lei que todos outro ser  racional autônomo legisla para si".
(WALKER, Ralph. Kant: Kant e a lei moral.  Trad. De Oswaldo Giacóia Júnior. São Paulo: Unesp, 1999. P. 41.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre autonomia em Kant, considere asseguintes afirmativas:
I. A vontade autônoma, ao seguir sua própria lei, segue a razão pura prática.
II. Segundo o princípio da autonomia, as máximas escolhidas devem ser apenas aquelas que se podem querer como lei universal. 
III. Seguir os seus próprios desejos e paixões é agir de modo autônomo.
IV. A autonomia compreende toda escolha racional, inclusive a escoha dos meios para atingir o objeto do desejo.
 
Estão corretas apenas as afirmativas:
 
	
	
	II e III
	
	II, III e IV
	
	I e IV
	 
	I e II
	
	III e IV
	Respondido em 31/05/2019 10:56:41
	
Explicação:
WALKER, Ralph. Kant: Kant e a lei moral. Trad. de Oswaldo Giacóia Júnior. São Paulo: Unesp, 1999. p. 41.
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Como vários outros filósofos, Kant pensava que a moralidade poderia ser resumida em um princípio fundamental, diante de tal pensamento e tendo em vista as afirmativas abaixo, assinale a opção que reflita o entendimento de moral na filosofia Kantiana.
	
	
	C. Deus e alma são realidades ontológicas necessária apenas no âmbito prático.
	
	E. Para Kant, a lei moral e a lei jurídica têm o mesmo conteúdo e a mesma forma.
 
	 
	A. Agir por dever é agir conforme a lei moral por respeito (sentimento puro).
	
	D. Uma ação por interesse pode ser moral, desde que ela vise ao bem-comum.
	
	B. A forma lógica do imperativo moral é hipotética.
	Respondido em 31/05/2019 10:59:14
	
Explicação:
Justificativa: Opção correta - letra A. Segundo Kant, O fundamento da moralidade é a racionalidade, isto é, a autonomia da vontade, a liberdade para tomar as próprias decisões implicando com isto no cumprimento do dever pelo dever.
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Kant concebe a liberdade como um dos principais conceitos da ética, como autonomia. Isto posto, qual das alternativas abaixo explicaria o que é, para Kant, ser livre?
 
	
	
	A) Ser livre é agir segundo a vontade, sem interferência da razão.
	
	E) Ser livre é libertar-se das influências sociais.
	
	D) Ser livre é escolher suas próprias regras, de forma que a ética será diferente para cada sujeito.
	 
	B) Ser livre é se autolegislar de acordo com a razão que, por ser a mesma em todos os seres humanos, implica em uma ética universal.
	
	C) Ser livre é não estar obrigado a nada nem ter limites para agir.
	Respondido em 31/05/2019 11:02:48
	
Explicação:
Justificativa: Segundo o pensamento de Immanuel Kant, a razão deve ser autônoma, ou seja, cria as leis a que deverá, depois, submeter-se e só assim haverá liberdade.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	Kant afirma: "Quando a vontade é autônoma, ela pode ser vista como outorgando a si mesma a lei, pois, querendo o imperativo categórico, ela é puramente racional e não dependente de qualquer desejo ou inclinação exterior à razão. Na medida em que sou autônomo, legislo para mim mesmo exatamente a mesma lei que todo outro ser racional autônomo legisla para si."
Portanto, com base no texto e nos conhecimentos sobre o entendimento de autonomia segundo Kant, considere as seguintes afirmativas:
I. A vontade autônoma, ao seguir sua própria lei, não segue a razão pura prática.
II. Segundo o princípio da autonomia, as máximas escolhidas devem ser apenas aquelas que se podem querer como lei universal.
III. Seguir os seus próprios desejos e paixões é agir de acordo com o imperativo hipotético
IV. A autonomia compreende toda escolha racional, inclusive a escolha dos meios para atingir o objeto do desejo.
Estão corretas apenas as afirmativas:
	
	 
	D) II e III.
	
	A) I e II.
	
	B) II e IV.
	
	E) II, III e IV.
	
	C) III e IV.
	Respondido em 31/05/2019 11:02:58
	
Explicação:
Justificativa: Primeira formulação do imperativo categórico: Age unicamente de acordo com a máxima que te faça simultaneamente desejar a sua transformação em lei universal. Significa a determinação de uma ação como necessária em si mesma, isto é, absolutamente desinteressada. É uma espécie de mandamento que, por assim dizer, "obriga" o sujeito moral a submeter-se ao dever.
	1a Questão
	
	
	
	Para John Rawls, dois ¿princípios de justiça¿ emergem na posição original através de um acordo unânime. A partir daí podemos afirmar que:
I - Cada pessoa tem um direito igual a um esquema plenamente adequado de liberdades básicas iguais que seja compatível com um esquema similar de liberdade para todos;
II - As desigualdades sociais e econômicas devem satisfazer duas condições;
III - Primeiro, elas devem estar associadas a cargos e posições abertos a todos em condições de igualdade equitativa de oportunidades;
IV - Segundo, elas devem ser para o maior benefício dos membros menos favorecidos da sociedade.
Das assertivas acima são corretas somente:
	
	
	I, III e IV
	
	 I, II e III
	 
	I, II, III e IV
	
	I e III
	
	I e II
	Respondido em 31/05/2019 11:05:25
	
	
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	É uma característica fundamental da teoria da justiça de John Rawls, na Interpretação de Roberto Gargarella:
  
	
	
	 A concepção de um Estado que privilegie a meritocracia, eis que é necessário recompensar adequadamente o esforço individual que, se utilizado em todo seu potencial, terminará por favorecer toda a sociedade.   
	
	Minimização do papel do Estado junto à sociedade, cuja intervenção deve reservar-se a corrigir ilegalidades patentes. 
	 
	A ideia de que a herança, por exemplo, só é justificável se fizer parte de um esquema que melhora as expectativas dos membros menos favorecidos da sociedade. 
	
	Utilitarismo, na forma da postura que considera um ato como correto quando maximiza a felicidade geral. 
	
	 A eleição de um rol determinado e imutável de bens de vida que deve estar disponível a todos os membros da sociedade, em qualquer época.
 
	Respondido em 31/05/2019 11:06:08
	
Explicação:
A ideia de que a herança, por exemplo, só é justificável se fizer parte de um esquema que melhora as expectativas dos membros menos favorecidos da sociedade. 
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	 
Sobre a teoria da justiça de John Rawls, marque a alternativa CORRETA. 
 
	
	
	 Um conceito central no contratualismo de Rawls é o de Estado de Natureza.  
	
	 Segundo Rawls, uma sociedade justa eliminaria toda a desigualdade natural entre os homens.   
	
	 Rawls defende um versão renovada do utilitarismo na formulação de seu conceito de justiça.  
	 
	Em Rawls a justiça é definida como equidade, baseada em princípios formulados por sujeitos situados no que denominou de "posição original". 
	
	 Na teoria rawlsiana da justiça como equidade há uma prevalência do bem sobre o justo. 
 
 
 
	
	
Explicação:letra D > O conceito apresentado pelo filosofo John Rawls a respeito de justiça é uma concepção de justiça como equidade e com leve teor do contratualismo do século XVII, para Rawls o conceito de justiça como equidade trata-se de uma posição original de igualdade que corresponde ao estado de natureza  na teoria tradicional do contrato social. Esses são os princípios que pessoas livres e racionais preocupadas em promover seus próprios interesses
	
	
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	 
Sobre a teoria da justiça de John Rawls, marque a alternativa CORRETA. 
 
	
	
	 Um conceito central no contratualismo de Rawls é o de Estado de Natureza. 
	
	Segundo Rawls, uma sociedade justa eliminaria toda a desigualdade natural entre os homens.  
	
	 Em Rawls a justiça é definida como equidade e com leve teor do contratualismo do século XVII, para Rawls o conceito de justiça como equidade trata-se de uma posição original de igualdade que corresponde ao estado de natureza na teoria tradicional do contrato social. 
	
	 Na teoria rawlsiana da justiça como equidade há uma prevalência do bem sobre o justo.  
	
	Rawls defende um versão renovada do utilitarismo na formulação de seu conceito de justiça.  
	Respondido em 31/05/2019 11:07:07
	
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	É uma característica fundamental da teoria da justiça de John Rawls, na interpretação de Roberto Gargarella.
	
	
	A eleição de umrol determinado e imutável de bens de vida que deve estar disponível a todos os membros da sociedade, em qualquer época.
	 
	A ideia de que a herança, por exemplo, só é justificável se fizer parte de um esquema que melhora as expectativas dos membros menos favorecidos da sociedade.
	
	Utilitarismo, na forma da postura que considera um ato como correto quando maximiza a felicidade geral
	
	Minimização do papel do Estado junto à sociedade, cuja intervenção deve reservar-se a corrigir ilegalidades patentes.
	
	A concepção de um Estado que privilegie a meritocracia, eis que é necessário recompensar adequadamente o esforço individula que, se utilizado em todo seu potencial, terminará por favorecer toda a sociedade.
	Respondido em 31/05/2019 11:07:25
	
Explicação:
Segundo Gargarella (2008, p. 25), os princípios fundamentais que norteiam a teoria da justiça de Rawls são: 1) cada pessoa deve ter um direito igual ao esquema mais abrangente de liberdades básicas iguais que for compatível com um esquema semelhante de liberdade para os demais; 2) As desigualdades sociais e econômicas deverão ser constituídas de tal modo que ao mesmo tempo: a) espere-se que sejam razoavelmente vantajosas para todos; b) vinculem-se a empregos e cargos acessíveis a todos. 
Garagerella (2008, p. 28), ao falar do compromisso da igualdade em Rawls, ressalta que as vantagens hereditárias podem constituir fonte de desigualdade. Nesse sentido, "as vantagens hereditárias tanto na posse de recursos quanto no acesso aos meios para obter as qualificações para as posições abertas à concorrência" é uma fonte de desigualdade. "Nesse caso, em particular, devem ser consideradas as diferenças de classe, que são transmitidas aos indivíduos fundamentalmente através de suas famílias".
Portanto, na interpretação de Gargarella, é uma característica fundamental em Rawls a ideia de que a herança, por exemplo, só é justificável se fizer parte de um esquema que melhora as expectativas dos membros menos favorecidos da sociedade.
 
 
  
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Para Hegel, em Filosofia da História,
	
	
	 a história não é um processo racional.
	 
	a razão governa a história, desta forma a história universal é um processo racional.
	
	 a razão governa a ação dos indivíduos, mas não governa sua história como história universal.
	
	 a história não é um processo racional, ela se torna um processo racional apenas no Ocidente.
	
	a razão governa o mundo, mas a história universal não é um processo racional.
	Respondido em 31/05/2019 11:07:45
	
Explicação:Para Hegel a Razão governa a História .    A simples constatação ou fé de que a Razão governa a História é a motivação da pesquisa de Hegel em sua Filosofia da História. E o fim último dessa Razão é a sua realidade concreta, ou seja, o Estado.
http://brasilescola.uol.com.br/filosofia/a-filosofia-historia-astucia-razao-hegel.htm
	
	
	1a Questão
	
	
	
	Leia o texto a seguir. (UEL 2011):
Habermas distingue entre racionalidade instrumental e racionalidade comunicativa. A racionalidade comunicativa ocorre quando os seres humanos recorrem à linguagem com o intuito de alcançar o entendimento não coagido sobre algo, por exemplo, decidir sobre a maneira correta de agir (ação moral). A racionalidade instrumental, por sua vez, ocorre quando os seres humanos utilizam as coisas do mundo, ou até mesmo outras pessoas, como meio para se alcançar um fim (raciocínio meio e fim).
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria da ação comunicativa de Habermas, é correto afirmar que:
	
	 
	Alguém que decide economizar dinheiro durante vários anos a fim de fazer uma viagem para os Estados Unidos da América é um exemplo de racionalidade instrumental.
	
	Contar uma mentira para outra pessoa buscando obter algo que desejamos e que sabemos que não receberíamos se disséssemos a verdade é um exemplo de racionalidade comunicativa.
	
	Realizar um debate entre os alunos de turma da faculdade buscando decidir democraticamente a melhor maneira de arrecadar fundos para o baile de formatura é um exemplo de racionalidade instrumental.
	
	Um grupo de amigos que se reúne para decidir democraticamente o que irão fazer com o dinheiro que ganharam em um bolão da Mega Sena é um exemplo de racionalidade instrumental.
	
	 Um adolescente que diz para seu pai que vai dormir na casa de um amigo, mas, na verdade, vai para uma festa com amigos, é um exemplo de racionalidade comunicativa.
	 
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Uma moral racional se posiciona criticamente em relação a todas as orientações da ação, sejam elas naturais, autoevidentes, institucionalizadas ou ancoradas em motivos através de padrões de socialização. No momento em que uma alternativa de ação e seu pano de fundo normativo são expostos ao olhar crítico dessa moral, entra em cena a problematização. A moral da razão é especializada em questões de justiça e aborda em princípio tudo à luz forte e restrita da universalidade.¿
(HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre facticidade e validade. v. I. Trad. Flávio Beno Siebeneichler. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. p. 149.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a moral em Habermas, é correto afirmar:
	
	
	A positivação da lei contida nos códigos, mesmo sem o consentimento da participação popular, garante a solução moral de conflitos de ação.
	
	A validade universal das normas pauta-se no conteúdo dos valores, costumes e tradições praticados no interior das comunidades locais.
	 
	O discurso moral se estende a todas as normas de ações passíveis de serem justificadas sob o ponto de vista da razão.
	
	A formação racional de normas de ação ocorre independentemente da efetivação de discursos e da autonomia pública.
	
	Os parâmetros de justiça para a avaliação crítica de normas pautam-se no princípio do direito divino.
	Respondido em 15/06/2019 20:01:07
	
Explicação:Para tentar uma ligação, a resolução dessa questão tem como base a ideia de ação comunicativa. A moral em Habermas tem orientações racionais.
	
	
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Leia a trecho a seguir:
A Corte Constitucional deve ¿entender a si mesma como protetora de um processo legislativo democrático, isto é, como protetora de um processo de criação democrática do direito, e não como guardiã de uma suposta ordem suprapositiva de valores substanciais. A função da Corte é velar para que se respeitem os procedimentos democráticos para uma formação da opinião e da vontade políticas de tipo inclusivo, ou seja, em que todos possam intervir, sem assumir a mesma o papel de legislador político¿. (Más Allá del Estado Nacional. Madrid: Trotta, 1997, p. 99)
O trecho citado, acerca da postura de um Tribunal Constitucional durante o seu processo de interpretação da Constituição, corresponde à obra e concepção:
	
	
	Contratual com base na democracia indireta não participativa rousseauniana.
	 
	Procedimental de Jürgen Habermas da teoria do discurso.
	
	Moral contratual de Locke, com base no direito de resistência.
	
	Mista de John Hart Ely de democracia.
	
	Procedimental de John Rawls do fórum público de princípios.
	
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	Leia o texto a seguir.
A utilização da Internet ampliou e fragmentou, simultaneamente, os nexos de comunicação. Isto impacta no modo como o diálogo é construído entre os indivíduos numa sociedade democrática.
(Adaptado de: HABERMAS, J. O caos da esfera pública. Folha de São Paulo, 13 ago. 2006, Caderno Mais!, p.4-5.)
A partir dos conhecimentos sobre a ação comunicativa em Habermas, considere as afirmativas a seguir.
I.A manipulação das opiniões impede o consenso ao usar os interlocutores como meios e desconsiderar o ser humano como fim em si mesmo.
II.A validade do que é decidido consensualmente assenta-se na negociação em que os interlocutores se instrumentalizam reciprocamente em prol de interesses particulares.
III. Como regra do discurso que busca o entendimento, devem-se excluir os interlocutores que, de algum modo, são afetados pela norma em questão.IV. O projeto emancipatório dos indivíduos é construído a partir do diálogo e da argumentação que prima pelo entendimento mútuo.
Assinale a alternativa correta.
	
	
	Somente as afirmativas I e II são corretas.
	
	Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.
	
	Somente as afirmativas I, II e III são corretas
	 
	Somente as afirmativas I e IV são corretas
	
	Somente as afirmativas II e IV são corretas.
	Respondido em 15/06/2019 20:03:49
	
Explicação:
Primeiro vamos lembrar que o alicerce da teoria habermasiana é a teoria crítica e o pragmatismo. É nessa tradição que ele busca suas bases. O ponto fundamental da teoria é a distinção entre razão comunicativa emancipatória e razão estratégica e instrumental. O ponto para emancipação seria a comunicação, na liberdade dos discursos entre os indivíduos e cidadãos iguais
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	Jürgen Habermas, na obra Direito e democracia (Faktizität und Geltung), menciona dois modelos de democracia os quais ele pretende superar, conciliando-os: o primeiro é o sugerido por I. Kant, mais próximo do liberalismo, centrado na autonomia do indivíduo; o segundo é o de J-J. Rousseau, mais próximo do republicanismo, centrado na comunidade ética. O terceiro modelo, proposto por Habermas, consiste:
	
	 
	No modelo procedimental da política deliberativa.
	
	Na salvaguarda institucional do uso público da razão.
	
	Nenhuma resposta está correta.
	
	Na síntese entre direito legítimo e opinião pública.
	
	Na constituição discursiva de uma vontade geral.
	Respondido em 15/06/2019 20:05:46
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	A escolha de um discurso competente é um mecanismo da razão e do agir comunicativo. Esta abordagem é defendida por: 
	
	
	Adorno e Hockheimer.
	
	Pierre Bourdieu
	 
	Jürgen Habermas 
	
	Pierre Levy
	
	Paulo Freire 
	Respondido em 15/06/2019 20:06:34
	
Explicação:
 
Jürgen Habermas dedicou sua vida ao estudo da democracia, especialmente por meio de suas teorias do agir comunicativo (ou teoria da ação comunicativa), da política deliberativa e da esfera pública.
	1a Questão
	
	
	
	O período pré-socrático é o ponto inicial das reflexões filosóficas. Suas discussões se prendem a Cosmologia, sendo a determinação da physis (princípio eterno e imutável que se encontra na origem da natureza e de suas transformações) ponto crucial de toda formulação filosófica. Em tal contexto, Leucipo e Demócrito afirmam ser a realidade percebida pelos sentidos ilusória. Eles defendem que os sentidos apenas capturam uma realidade superficial, mutável e transitória que acreditamos ser verdadeira. Mesmo que os sentidos apreendam "as mutações das coisas, no fundo, os elementos primordiais que constituem essa realidade jamais se alteram." Assim, a realidade é uma coisa e o real outra.
 Para Leucipo e Demócrito a physis é composta:
  
	
	
	pelo fogo.
	
	pela água.
	
	pelas quatro raízes: o úmido, o seco, o quente e o frio.
	
	pelo ilimitado.
	 
	pelos átomos.
	Respondido em 15/06/2019 20:09:30
	
Explicação:O pensamento de Demócrito e Leucipo é chamado de atomístico, por considerarem que todas as coisas são constituídas por elementos indivisíveis, que estão em constante movimento e se agrupam de formas diversas, formando os corpos. Esses elementos indivisíveis é que são chamados de átomos.  
  
	
	
	 Parei aqui.
	
	 2a Questão
	
	
	
	
	Em 1971, o filósofo estadunidense John Rawls publicou a Theory of Justice, obra na qual apresentou sua teoria da Justiça como equidade. A década de 1980 ambientou o surgimento da corrente do comunitarismo, que se contrapôs à perspectiva de orientação liberal de Hawls. Leia o texto:
"Para os comunitaristas, os liberais (universalistas) estariam simplesmente preocupados com a questão de como estabelecer princípios de Justiça que poderiam determinar a submissão voluntária de todos os indivíduos racionais, mesmo de pessoas com visões diferentes sobre a vida boa. 
O que se estabelece como crítica é que, para os comunitaristas, os princípios morais só podem ser tematizados a partir de sociedades reais, a partir das práticas que prevalecem nas sociedades reais. Para eles, em John Rawls, encontram-se premissas abstratas de base como a liberdade e a igualdade que orientam (ou devem orientar) as práticas legítimas. 
A questão colocada é que, na interpretação comunitarista, a prática tem precedência sobre a teoria, e não seria plausível que pessoas que vivem em sociedades reais identifiquem princípios abstratos para sua existência. A crítica comunitarista aponta como insuficiente a tentativa de identificar princípios abstratos de moralidade através dos quais sejam avaliadas as sociedades existentes. 
A questão-chave é a negação de princípios universais de Justiça que possam ser descobertos pela razão, pois, em sua avaliação, as bases da moral não são encontradas na Filosofia, e, sim, na política". 
(SILVEIRA, Denis Coitinho. "Teoria da Justiça de John Rawls: entre o Liberalismo e o Comunitarismo". In: Trans/Form/Ação, São Paulo, 30(1): 169-190, 2007).
De acordo com o texto e com seus conhecimentos, assinale a alternativa que não corresponde à crítica comunitarista à teoria da Justiça de Hawls:
	
	
	É uma teoria deontológica e procedimental, que utiliza uma concepção ética antiperfeccionista, estabelecendo uma prioridade absoluta do justo em relação ao bem.
	
	Utiliza a ideia de um Estado neutro em relação aos valores morais, garantindo apenas a autonomia privada (liberdade dos modernos) e não a autonomia pública (liberdade dos antigos), estando circunscrita a um subjetivismo ético liberal.
	
	Utiliza princípios universais (deontológicos) com a pretensão de aplicação em todas as sociedades, criando uma supremacia dos direitos individuais em relação aos direitos coletivos.
	
	Opera com uma concepção abstrata de pessoa que é consequência do modelo de representação da posição original sob o véu da ignorância.
	 
	Embora liberal, aproximou-se do marxismo, tendo apenas nas suas obras mais maduras uma veia materialista que olha para as comunidades reais.
	Respondido em 15/06/2019 20:11:32
	
Explicação:
Embora liberal, aproximou-se do marxismo, tendo apenas nas suas obras mais maduras uma veia materialista que olha para as comunidades reais.
	
	
	 
	
	 3a Questão
	
	
	
	
	Leia as afirmações:
I. Entre a queda do Comunismo russo em 1989 e o triunfo o Liberalismo anglo-americano no mundo até 2007-2008, a sociedade fica sem rumo para as suas novas esperanças, porque
II. Com a necessidade de contestar o Liberalismo, surge o Comunitarismo, para enriquecer os debates políticos do mundo pós-guerra fria.
Sobre as assertivas é correta a opção:
	
	
	Ambas estão erradas.
	
	Ambas estão corretas, mas a primeira não justifica a segunda.
	
	A primeira está correta e a segunda está errada.
	
	A segunda está correta e a primeira está errada.
	 
	Ambas estão corretas e a primeira justifica a segunda.
	Respondido em 15/06/2019 20:13:07
	
Explicação:
Ambas estão corretas e a primeira justifica a segunda.
	
	
	 
	
	 4a Questão
	
	
	
	
	O sofista é um diálogo de Platão do qual participam Sócrates, um estrangeiro e outros personagens. Logo no início do diálogo, Sócrates pergunta ao estrangeiro, a que método ele gostaria de recorrer para definir o que é um sofista.
Sócrates:  Mas dize-nos [se] preferes desenvolver toda a tese que queres demonstrar, numa longa exposição ou empregar o método interrogativo?
 Estrangeiro:  Com um parceiro assim agradável e dócil, Sócrates, o método mais fácil é esse mesmo; com um interlocutor. Do contrário, valeria mais a pena argumentar apenas para si mesmo.
                                                                                                                                                                                      (Platão.O sofista, 1970. Adaptado.)
É correto afirmar que o interlocutor de Sócrates escolheu, do ponto de vista metodológico, adotar:
  
	
	
	o empirismo, que acredita ser possível chegar ao saberpor meio dos sentidos.
	
	o apriorismo, que funda a eficácia da razão humana na prova de existência de Deus.
	
	a dialética, que une numa síntese final as teses dos contendores.
	
	o dualismo, que resulta no ceticismo sobre a possibilidade do saber humano.
	 
	a maiêutica, que pressupõe a contraposição dos argumentos.
	Respondido em 15/06/2019 20:15:57
	
Explicação:
Platão, influenciado fortemente por Sócrates, apresenta em seus diálogos a metodologia de seu mestre para empreender a busca da verdade. O método socrático constrói-se a partir de perguntas e respostas (dialética) que levam o interlocutor, que não possua conhecimento e coerência sobre o que está falando, a contradizer-se e acabar por revelar sua ignorância. A partir deste momento inicia-se outra construção que conduz o interlocutor a descobrir a verdade de forma gradativa e coerente. Este método que busca a construção da verdade por meio da contraposição de argumentos é conhecido como maiêutica.  
 
 
  
	
	
	 
	
	 5a Questão
	
	
	
	
	John Locke acreditava que o homem era uma criatura naturalmente "racional e social", com inclinação para o bem e um forte senso de amor ao próximo e empatia pela dor alheia. Nesse sentido, o que motivaria o homem natural de Locke a se sujeitar ao contrato social?
	
	
	Nenhuma resposta está correta.
	
	O texto engana-se. O homem natural de Locke jamais se sujeitaria ao contrato social, já que as liberdades individuais do homem natural não seriam abandonadas.
	
	O contrato social implicava o abandono da selvageria e da barbárie em que o homem vivia.
	
	A perpetuação da paz natural que o ser humano e suas relações sociais proporcionavam no estado de natureza.
	 
	O homem natural para Locke, apesar de racional, não era invariavelmente "bom". O amor próprio e o egoísmo ainda faziam parte de sua índole. Isso prejudicaria o estabelecimento de uma sociedade harmoniosa sem que houvesse uma entidade de mediação de conflitos.
	Respondido em 15/06/2019 20:17:03
	
Explicação:
Thomas Hobbes foi um grande defensor dos sistemas monarquistas. Para ele, o Rei era a representação do Estado forte e coeso, capaz de trazer ordem diante da confusão inerente do estado de natureza do homem natural
	
	
	 
	
	 6a Questão
	
	
	
	
	Deodontologia é uma parte da Filosofia que trata dos princípios, fundamentos e sistemas de moral. Uma teoria ética considerada unicamente em dever e direitos, onde se tem uma obrigação moral imutável de se respeitar um conjunto de princípios definidos.
Desta forma é correto afirmar que:
	
	
	Os fins  de qualquer ação às vezes justificam os meios neste sistema ético.
 
	
	Os fins de qualquer ação justificam o meio neste sistema ético.
 
	 
	Os fins de qualquer ação nunca justificam o meio neste sistema ético.
 
	
	Os fins de qualquer ação podem justificar o meio neste sistema ético.
	
	Os fins de qualquer ação sempre justificam os meios neste sistema ético.
 
	Respondido em 15/06/2019 20:18:32
	
Explicação:
Os fins de qualquer ação nunca justificam o meio neste sistema ético. Se alguém faz seu dever moral, então não importa se isso teve consequências negativas
 
	
	
	 
	
	 7a Questão
	
	
	
	
	Thomas Hobbes acreditava que o ¿homem era o lobo do homem¿. O que Hobbes queria dizer com isso?
	
	
	Que o homem, assim como os lobos, relacionavam-se em alcateias, formando uma hierarquia em que o objetivo comum era a obtenção de alimento.
	
	Que o ser humano passou a ver na figura do lobo um espelho de suas atividades sociais, de forma que, em algumas sociedades, o lobo ainda é uma figura simbólica.
	
	Nenhuma afirmativa está correta.
	
	Que a amizade entre os seres humanos era comparável à relação próxima que os lobos possuem em uma alcateia.
	 
	Que o homem é capaz de agir como predador de sua própria espécie, podendo ser cruel, vingativo e mau quando lhe fosse conveniente em seu estado de natureza.
	Respondido em 15/06/2019 20:19:22
	
Explicação:
Thomas Hobbes acreditava que o homem era naturalmente "mau", bárbaro e egoísta. Em seu estado de natureza, o ser humano estaria sempre disposto a sacrificar o bem-estar do próximo em nome de suas vontades. Daí surgiria o incentivo para o estabelecimento de um contrato social, em que todos se submeteriam a um Estado maior que garantiria a salvaguarda dos direitos básicos, como a vida.
	
	
	 
	
	 8a Questão
	
	
	
	
	A questão da verdade é encarada pelos sofistas como:
	
	
	proveniente da divindade.
	 
	produção técnica da racionalidade.
	
	expressão de poder absoluto.
	
	expressão absoluta do conhecimento.
	
	uma prioridade do espírito.
	Respondido em 15/06/2019 20:19:51
	
Explicação:
produção técnica da racionalidade.

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