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<p>FILOSOFIA</p><p>EXERCÍCÍOS I</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>1) A Filosofia se volta para as questões humanas no plano da ação, dos comportamentos, das</p><p>ideias, das crenças, dos valores e, portanto, preocupa-se com as questões morais e políticas.</p><p>2) O ponto de partida é a confiança no pensamento ou no homem como um ser racional, capaz de</p><p>conhecer-se a si mesmo e, portanto, capaz de reflexão. Reflexão é a volta que o pensamento faz</p><p>sobre si mesmo para conhecer-se; é a consciência conhecendo-se a si mesma como</p><p>capacidade para conhecer as coisas, alcançando o conceito ou a essência delas.</p><p>3) A preocupação se volta para estabelecer procedimentos capazes de permitir ao homem</p><p>encontrar a verdade. O pensamento deve oferecer a si mesmo caminhos próprios, critérios</p><p>próprios e meios próprios para saber o que é o verdadeiro e como alcançá-lo em tudo que é</p><p>investigado.</p><p>4) A Filosofia está voltada para a definição das virtudes morais e das virtudes políticas, tendo como</p><p>objeto central de suas investigações a moral e a política; isto é, as ideias e as práticas que</p><p>norteiam os comportamentos dos seres humanos tanto como indivíduos quanto como cidadãos.</p><p>Resposta: E) Todas estão corretas.</p><p>❖ “[...] se em vez de afirmar que gosta de alguém porque possui as mesmas ideias, gostos, preferências e</p><p>valores, preferisse analisar: O que é um valor? O que é um valor moral? O que é um valor artístico? O que é a</p><p>moral? O que é à vontade? O que é a liberdade? Alguém que tomasse essa decisão, estaria tomando</p><p>distância da vida cotidiana e de si mesmo [...] Ao tomar essa distância, estaria interrogando a si mesmo,</p><p>desejando conhecer porque cremos no que cremos, porque sentimos o que sentimos e o que são nossas</p><p>crenças e nossos sentimentos. Esse alguém estaria começando a adotar o que chamamos de atitude</p><p>filosófica. Assim, uma primeira resposta à pergunta “O que é Filosofia?” poderia ser: A decisão de não aceitar</p><p>como óbvias e evidentes as coisas, as ideias, os fatos, as situações, os valores, os comportamentos de nossa</p><p>existência cotidiana; jamais aceitá-los sem antes havê-los investigado e compreendido” (CHAUÍ, M. Convite</p><p>e Filosofia. Introdução).</p><p>De acordo com o texto, qual das seguintes atitudes seria uma atitude filosófica?</p><p>Resposta: D) Olho-me no espelho de manhã e me pergunto “o que eu sou”.</p><p>❖ Quanto a Filosofia como um fato tipicamente grego considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa</p><p>que contenha apenas as assertivas que são incorretas.</p><p>I - A antiga Grécia deu origem a Filosofia como aspiração ao conhecimento racional, lógico e sistemático</p><p>da realidade natural e humana, que se ocupa da origem e das causas do mundo, de suas transformações,</p><p>das ações humanas e do próprio pensamento.</p><p>II - Foram os gregos que instituíram para o Ocidente europeu as bases e os princípios fundamentais do</p><p>que chamamos razão, racionalidade, ciência, ética, política, técnica, arte.</p><p>III - Não podemos dizer que outros povos, tão antigos quanto os gregos, como os chineses, os hindus, os</p><p>japoneses, os árabes, os persas, os hebreus, os africanos ou os índios da América não possuíam</p><p>sabedoria, como possuem até os dias de hoje.</p><p>IV - É sabido que povos antigos como os chineses, os hindus, os japoneses, os árabes, os persas, os</p><p>hebreus, os africanos ou os índios da América também desenvolveram o pensamento, mas não</p><p>evoluíram quanto às formas de conhecimento de Natureza e dos seres humanos.</p><p>Resposta: D) Apenas a IV.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que que contenha as assertivas que complementem,</p><p>corretamente, a frase a seguir: “A Filosofia surge quando alguns gregos...”.</p><p>I - admirados e espantados com a realidade, insatisfeitos com as explicações que a tradição lhes dera,</p><p>começaram a fazer perguntas e buscar respostas para elas.</p><p>II - demonstrando que o mundo e os seres humanos, os acontecimentos e as coisas da natureza e as</p><p>ações humanas não podem ser conhecidos pela razão humana.</p><p>III - demonstram que a própria razão é capaz de conhecer-se a si mesma.</p><p>IV - Romperam com as explicações mitológicas sobre o cosmo.</p><p>Resposta: C) Apenas a I e a III.</p><p>❖ A respeito da história da filosofia grega assinale a alternativa que apresenta, na sequência correta, os</p><p>períodos em que se encontra dividida.</p><p>Resposta: C) período pré-socrático, período socrático, período sistemático, período helenístico.</p><p>❖ Em muitas culturas a busca pela sabedoria ou, em lugares, a sabedoria em si é representada por uma ave ou</p><p>um animal. A esse respeito, é correto afirmar que o símbolo da busca pelo saber é na cultura grega e em boa</p><p>parte da cultura ocidental:</p><p>Resposta: C) a coruja.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha as assertivas que são incorretas.</p><p>I – A história da Grécia é dividida, sequencialmente, nos seguintes períodos: Grécia Homérica, Grécia</p><p>Clássica, Grécia Arcaica e Época ou Período Helenístico.</p><p>II – A Filosofia esteve presente em todos os períodos da história da Grécia.</p><p>III- O apogeu da Filosofia acontece durante a Grécia clássica.</p><p>IV – Antes de ser dominada por Roma a Grécia foi dominada pelo Império Macedônio, sob a autoridade</p><p>de Alexandre o Grande.</p><p>Resposta: A) I e II.</p><p>❖ “SÓCRATES: E agora, Mênon, vê que progressos ele já fez em termos de memória? De início não sabia que</p><p>linha forma a figura de oito pés e mesmo agora não sabe, mas antes achava que sabia e respondeu confiante</p><p>como se soubesse, sem ter consciência das dificuldades; ao passo que agora sente a dificuldade em que se</p><p>encontra e, além de não saber, não acha mais que sabe.” (PLATÃO. Mênon. In: MARCONDES, Danilo. Textos</p><p>básicos de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 35).</p><p>Dentre as características da filosofia socrática inferidas dos escritos de Platão, o trecho acima retrata:</p><p>Resposta: D) a convicção de que a investigação se inicia com um reconhecimento do não saber.</p><p>❖ Não é campo da filosofia:</p><p>Resposta: D) Sociologia.</p><p>❖ Sobre a relação da filosofia com demais formas de conhecimento, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: B) A filosofia não se equipara à ciência, pois apresenta uma reflexão crítica sobre os</p><p>procedimentos e os conceitos científicos.</p><p>❖ Assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta: A) A filosofia atribui um papel importante para a dúvida, pois se trata de um expediente</p><p>metodológico de suspensão de determinado conhecimento para a investigação.</p><p>❖ Sobre uma importante característica do conhecimento filosófico, assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta: B) O conhecimento filosófico se inicia através de um espanto, um momento de estranheza</p><p>em relação aos problemas da sociedade.</p><p>❖ Leia as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta:</p><p>I – O termo Filosofia foi cunhado pelo filósofo grego Pitágoras de Samos.</p><p>PORQUE</p><p>I – Esse filósofo professava que embora a sabedoria plena pertencia aos deuses era possível que os</p><p>homens a alcançassem em sua plenitude.</p><p>Resposta: A) A primeira assertiva é verdadeira e a segunda assertiva é falsa.</p><p>❖ Assinale a correta afirmação sobre o início da história da filosofia no mundo ocidental:</p><p>Resposta: A) O início da filosofia se relaciona com a experiência da Grécia Antiga.</p><p>❖ Reflexão significa movimento de volta sobre si mesmo ou movimento de retorno a si mesmo. Dessa forma,</p><p>pode-se afirmar que a reflexão filosófica é radical porque:</p><p>Resposta: A) é um movimento de volta do pensamento sobre si mesmo para conhecer-se a si mesmo,</p><p>para indagar como é possível o próprio pensamento.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I – Sobre a atitude filosófica, que se subdivide em duas fases, é correto afirmar que se trata da apreciação</p><p>distanciada do objeto de reflexão.</p><p>II – A primeira fase da atitude filosófica é positiva, ou seja,</p><p>complexos, em que as normas que os constituem são geradas por</p><p>duas ou mais fontes de Direito.</p><p>Resposta: E) Todas são corretas.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são</p><p>incorretas.</p><p>I. O certo é que, para um adepto do formalismo jurídico, a norma jurídica se reduz a uma “proposição</p><p>lógica.</p><p>II. Percebe-se que ao associar o caráter social e/ou cultural ao ordenamento, a unidade somente está</p><p>presente pela logicidade da disposição das normas e também pela correspondência ou adequação com</p><p>as necessidades apresentadas pela realidade social.</p><p>III. Em cada país haverá um ordenamento jurídico próprio gerado por sua história, pelas relações sociais</p><p>estabelecidas, enfim, o ordenamento, corresponde às necessidades ou complexidades sociais de cada</p><p>sociedade.</p><p>IV. A norma jurídica, não obstante a sua estrutura lógica, assinala o “momento de integração de uma</p><p>classe de fatos segundo uma ordem de valores”, e não pode ser compreendida sem referência a esses</p><p>dois fatores, que ela dialeticamente integra em si e supera.</p><p>Resposta: C) Apenas a alternativa II.</p><p>❖ Assinale a alternativa correta.</p><p>I. A integração de três elementos na experiência jurídica (o axiológico, o fático e o técnico formal) revela-</p><p>nos a precariedade de qualquer compreensão do Direito isoladamente como fato, como valor ou como</p><p>norma, e, de maneira especial, o equívoco de uma compreensão do Direito como pura forma, suscetível</p><p>de albergar, com total indiferença, as infinitas e conflitantes possibilidades dos interesses humanos."</p><p>(REALE. 1996, p. 699)</p><p>II. Assim, o fato social historicamente construído adquire significativa importância não só como</p><p>sustentação do Direito, mas também releva a importância do Direito que incorpora marcas que escapam</p><p>a interpretação meramente lógico-formal:</p><p>III. "O certo é que, enquanto que para um adepto do formalismo jurídico a norma jurídica se reduz a uma</p><p>'proposição lógica', para nós, como para os que se alinham numa compreensão concreta do Direito, a</p><p>norma jurídica, não obstante a sua estrutura lógica, assinala o 'momento de integração de uma classe de</p><p>fatos segundo uma ordem de valores', e não pode ser compreendida sem referência a esses dois fatores,</p><p>que ela dialeticamente integra em si e supera." (REALE. 1995, p. 104)</p><p>IV. Percebe-se que ao associar o caráter social e/ou cultural ao ordenamento, a unidade não está só</p><p>presente pela logicidade da disposição das normas, mas também pela correspondência ou adequação</p><p>com as necessidades apresentadas pela realidade social.</p><p>Resposta: E) Todas são corretas.</p><p>EXERCÍCÍOS VI</p><p>❖ Com relação a teoria epistemológica desenvolvida por Hans Kelsen considere as assertivas abaixo e assinale</p><p>a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Desde o início do desenvolvimento de sua Teoria do Direito Hans Kelsen objetivou conciliar os</p><p>postulados do Direito Positivo com os do Direito Natural.</p><p>II – Após o desenvolvimento do positivismo filosófico o estudo do positivismo jurídico ganhou</p><p>notoriedade, sendo que o Direito passou a ser identificado à Lei não havendo nada que servisse como</p><p>parâmetro de aferição de sua justeza.</p><p>III – Kelsen transpôs o método das ciências naturais para a análise do Direito, acreditando ser tal</p><p>metodologia dispensável para se alcançar a objetividade que o conhecimento científico do fenômeno</p><p>jurídico, em seu entender, requereria.</p><p>Resposta: B) somente a II.</p><p>❖ No século XX ganhou notoriedade a teoria desenvolvida pelo jusfilósofo austríaco Hans Kelsen. A respeito</p><p>dessa teoria considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s)</p><p>que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Em toda sua teoria Hans Kelsen acredita ser indispensável a realização de juízos valorativos sobre as</p><p>normas postas, pois só assim era possível de se identificar se havia ou não justiça no Direito estabelecido</p><p>pelos órgãos estatais.</p><p>II – Considerando que Hans Kelsen procurou “purificar” o estudo do Direito de toda influência ideológica</p><p>e política é correto afirmar que em nenhum momento Hans Kelsen considerou necessária a eficácia da</p><p>norma posta para atestar a sua validade ou existência.</p><p>III – O objeto do Direito, segundo a teoria desenvolvida por Hans Kelsen, seria, tão somente, a norma</p><p>jurídica posta.</p><p>Resposta: C) somente a III.</p><p>❖ A respeito das concepções epistemológicas desenvolvidas por Hans Kelsen em sua Teoria Pura do Direito</p><p>considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m)</p><p>correta(s).</p><p>I – Hans Kelsen desenvolveu um sistema escalonado das normas jurídicas, ou seja, a norma inferior</p><p>deveria ter o seu fundamento de validade em uma norma superior, sendo que o fundamento de validade</p><p>de todo o ordenamento jurídico seria a Constituição do Estado, não havendo, acima dessa, nenhuma</p><p>outra norma jurídica positivada.</p><p>II – Considerando que segundo Hans Kelsen o Direito seria somente aquilo que estivesse positiva, ou seja,</p><p>o Direito corresponderia, tão somente, às normas postas pelo legislador, ao juiz seria impossível adotar</p><p>qualquer medida destinada ao julgamento que não estivesse positivada no ordenamento jurídico estatal.</p><p>III – Ao criar a norma fundamental para justificar toda a sua teoria Hans Kelsen acaba se afastando da</p><p>base empírica requerida pelo positivismo, já que traz para a sua teoria elementos externos ao Direito,</p><p>elementos transcendentais.</p><p>Resposta: E) somente I e III.</p><p>❖ Com relação às concepções filosóficas desenvolvidas por Miguel Reale considere as assertivas abaixo e</p><p>assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Segundo Miguel Reale há três setores na realidade e não apenas dois conforme haviam ensinado os</p><p>empiristas e a maioria dos lógicos modernos.</p><p>II – De acordo com a teoria dos valores desenvolvida por Miguel Reale o fundamental na caracterização</p><p>dos valores é a bipolaridade.</p><p>III – Segundo as concepções desenvolvidas por Miguel Reale o principal valor da sociedade ocidental</p><p>seria a preservação ecológica e o desenvolvimento científico.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ Com relação às concepções filosóficas desenvolvidas por Miguel Reale considere as assertivas abaixo e</p><p>assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Na teoria desenvolvida por Miguel Reale a referibilidade e não a preferibilidade é uma das</p><p>características do valor.</p><p>II – De acordo com as concepções desenvolvidas por Miguel Reale para aplicar uma regra jurídica não é</p><p>necessário a intenção do sujeito, mas, tão somente, o que estabelece a lei.</p><p>III - A ideia de pessoa humana constitui o eixo nuclear do historicismo axiológico de Miguel Reale e é o</p><p>valor último da teoria tridimensional do Direito.</p><p>Resposta: E) somente I e III.</p><p>❖ No tocante as considerações de Platão a respeito de Justiça e Direito considere as assertivas abaixo e</p><p>assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Segundo Platão a missão do homem político ideal seria a descoberta do justo, que estaria associado</p><p>à ideia do bem para a polis grega, e acessoriamente também das leis ideais.</p><p>II – O importante para Platão seria a construção do bem comum a partir de uma repartição adequada de</p><p>funções, conforme a qualidade de cada tipo de homem e segundo a dotação de sua natureza. Nisto</p><p>estaria a justiça da cidade: que cada um fizesse a sua parte visando o benefício geral da República.</p><p>III – O ordenamento jurídico platônico deveria corresponder a leis positivadas, cuja aplicação</p><p>dependesse de pessoas conhecedoras de sua sapiência, como os filósofos, assim como o direito deveria</p><p>emanar deles.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ A partir da leitura de Aristóteles (Ética a Nicômaco), assinale a alternativa que corresponde à classificação</p><p>de justiça constante do texto:</p><p>“... uma espécie é a que se manifesta nas distribuições de honras, de dinheiro</p><p>ou das outras coisas que são divididas entre aqueles que têm parte na constituição (pois aí é possível</p><p>receber um quinhão igual ou desigual ao de um outro) ...”</p><p>Resposta: D) Justiça distributiva</p><p>❖ Em seu livro Ética a Nicômaco, Aristóteles apresenta a justiça como uma virtude e a diferencia daquilo que</p><p>é injusto. Assinale a opção que define aquilo que, nos termos do livro citado, deve ser entendido como justiça</p><p>enquanto virtude.</p><p>Resposta: A) Uma espécie de meio-termo, porém não no mesmo sentido que as outras virtudes, e sim</p><p>porque se relaciona com uma quantia intermediária, enquanto a injustiça se relaciona com os</p><p>extremos.</p><p>❖ O conceito de justiça é o mais importante da Filosofia do Direito. Há uma antiga concepção segundo a qual</p><p>justiça é dar a cada um o que lhe é devido. No entanto, Platão, em seu livro A República, faz uma crítica a tal</p><p>concepção. Assinale a opção que, conforme o livro citado, melhor explica a razão pela qual Platão realiza</p><p>essa crítica.</p><p>Resposta: C) Essa ideia implicaria fazer bem ao amigo e mal ao inimigo, mas fazer o mal não produz</p><p>perfeição, e a justiça é uma virtude que produz a perfeição humana.</p><p>❖ A respeito da Teoria crítica, desenvolvida no âmbito da Escola de Frankfurt, considere as assertivas abaixo e</p><p>assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – A produção capitalista de cultura está vinculada na manipulação ideológica dominante.</p><p>II – a cultura de massa contrasta com a produção cultural popular. Na cultura de massa, há</p><p>predominância da divulgação para o entretenimento que aliena as pessoas, portanto ficam privadas da</p><p>reflexão.</p><p>III – Após a modificação da pressuposição metodológica os pensadores da escola de Frankfourt deixaram</p><p>de analisar criticamente a sociedade.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ Considere a seguinte afirmação de Aristóteles:</p><p>“Temos, pois, definido o justo e o injusto. Após distingui-los assim um do outro, é evidente que a ação</p><p>justa é intermediária entre o agir injustamente e o ser vítima da injustiça; pois um deles é ter demais e o</p><p>outro é ter demasiado pouco.”</p><p>(Aristóteles. Ética a Nicômaco. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 329.)</p><p>De efeito, é correto concluir que para Aristóteles a justiça deve sempre ser entendida como.</p><p>Resposta: B) espécie de meio termo.</p><p>❖ No tocante as considerações de Aristóteles a respeito de Justiça e Direito considere as assertivas abaixo e</p><p>assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Na instituição do direito, Aristóteles não defende a presença de leis escritas, pois essas não seriam</p><p>fontes seguras da aplicação do justo por parte dos juízes, tendo em vista a necessidade de muitas vezes</p><p>ter o juiz de adaptar à lei ao caso concreto.</p><p>II – Aristóteles lança mão de três conceitos de aplicação prática da justiça particular: a justiça distributiva,</p><p>a justiça comutativa e a justiça social.</p><p>III – Aristóteles observa que a justiça é a disposição da alma graças à qual elas se dispõem a fazer o que</p><p>é justo, a agir justamente e a desejar o que é justo, sendo a forma mais elevada de excelência moral.</p><p>Resposta: C) somente a III.</p><p>❖ Acerca das concepções desenvolvidas por Jürgen Habermas considere as assertivas abaixo e assinale a</p><p>alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Segundo Jürgen Habermas de um lado, o Direito é facticidade quando se realiza aos desígnios de um</p><p>legislador político, é cumprido e executado socialmente sob a ameaça de sanções fundadas no</p><p>monopólio estatal da força. De outro lado, o Direito é validade quando suas normas se fundam em</p><p>argumentos racionais ou aceitáveis por seus destinatários.</p><p>II – Para Habermas, o Direito legítimo, nas sociedades atuais pós-metafísicas, depende do exercício</p><p>constante do poder comunicativo, sendo que para que não se esgote a fonte da justiça, é mister que um</p><p>poder comunicativo jurígeno esteja na base do poder administrativo do Estado.</p><p>III – Jürgen Habermas assume a perspectiva de que o ordenamento jurídico emana das diretrizes dos</p><p>discursos públicos e da vontade democrática dos cidadãos, institucionalizadas juridicamente não</p><p>havendo, portanto, qualquer possibilidade de que a normatividade seja injusta.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ Acerca das concepções desenvolvidas por Chaïm Perelmam considere as assertivas abaixo e assinale a</p><p>alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – A justiça possível em Perelman é a justiça formal ou abstrata, segundo o parâmetro da igualdade,</p><p>fundado sobre uma pauta valorativa. Logo, a justiça deve contentar-se com um desenvolvimento</p><p>formalmente correto de um ou mais valores.</p><p>II – Kelsen e Perelman afirmam peremptoriamente o caráter absoluto dos valores, por natureza arbitrários,</p><p>que decorrem de escolhas, ou opções, e não de evidências empíricas, ou de parâmetros lógicos.</p><p>III – Chaïm Perelman observa que, no imaginário humano, o ser perfeitamente justo é a morte que vem</p><p>atingir todos os homens independentemente de seus privilégios.</p><p>Resposta: E) somente I e III.</p><p>❖ Acerca das concepções desenvolvidas por John Rawls considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa</p><p>que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m) correta(s).</p><p>I – Para John Rawls, são dois os princípios da justiça social. Primeiro: cada pessoa deve ter um direito</p><p>igual ao mais abrangente sistema de liberdades básicas iguais que seja compatível com um sistema</p><p>semelhante de liberdades para as outras. Segundo: as desigualdades sociais e econômicas devem ser</p><p>ordenadas de tal modo que sejam ao mesmo tempo (a) consideradas como vantajosas para todos dentro</p><p>dos limites do razoável, e (b) vinculadas a posições e cargos acessíveis a todos.</p><p>II – Para John Rawls, a concepção de justiça apresentada na sua obra consiste na "justiça como</p><p>equidade", significando que é uma justiça estabelecida numa posição inicial de perfeita equidade entre</p><p>as pessoas, cujas ideias e objetivos centrais constituem uma concepção para uma democracia</p><p>constitucional.</p><p>III – Os princípios de justiça social têm um nítido caráter "formal", e não meramente "substancial", na</p><p>teoria de Rawls.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ A respeito da Teoria crítica, desenvolvida no âmbito da Escola de Frankfurt, e suas relações com o Direito</p><p>considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente a(s) assertiva(s) que esteja(m)</p><p>correta(s).</p><p>I - É possível elencar as seguintes marcas das concepções da escola de Frankfurt que direta ou</p><p>indiretamente influenciaram as elaborações teóricas do Direito contemporâneo: elaboração</p><p>metodológica de caráter interdisciplinar; firme posição contrária ao positivismo jurídico; posicionamento</p><p>contrário ao direito como neutro.</p><p>II - Ao entender-se que o Direito não é neutro, na perspectiva da teoria crítica, é de fundamental</p><p>importância considerar dois aspectos: o Direito não é neutro, pois expressa os interesses das ideologias</p><p>dominantes; o Direito não é neutro, pois não há como excluir os procedimentos e o julgamento das</p><p>condições socioculturais, econômicas e mesmo políticas.</p><p>III - A teoria crítica no Direito aproxima-se da concepção de Hans Kelsen, isto é, incorpora na análise do</p><p>Direito e, mais do que isso, na aplicação desse mesmo Direito todas as vertentes sociológica,</p><p>antropológicas, econômicas e políticas.</p><p>Resposta: D) somente I e II.</p><p>❖ Segundo Chaïm Perelman, ao tratar da argumentação jurídica na obra Lógica Jurídica, a decisão judicial</p><p>aceitável deve satisfazer três auditórios para os quais ela se destina.</p><p>Assinale a alternativa que indica corretamente os auditórios.</p><p>Resposta: B) As partes em litígio, os profissionais do direito e a opinião pública.</p><p>❖ De acordo com o contratualismo proposto por Thomas Hobbes</p><p>em sua obra Leviatã, o contrato social só é</p><p>possível em função de uma lei da natureza que expresse, segundo o autor, a própria ideia de justiça. Assinale</p><p>a opção que, segundo o autor na obra em referência, apresenta esta lei da natureza.</p><p>Resposta: C) Que os homens cumpram os pactos que celebrem.</p><p>formula-se questões a respeito do objeto sobe</p><p>o qual se reflete.</p><p>III – A segunda fase da atitude filosófica é negativa, ou seja, nega-se todo e qualquer padrão que esteja</p><p>pré-estabelecido, buscando-se, dessa forma, construir as premissas de determinada investigação sem</p><p>qualquer interferência do senso comum.</p><p>IV – Atitude crítica ou pensamento crítico é a conjugação das duas fases da atitude filosófica.</p><p>Resposta: C) I e IV.</p><p>❖ Assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são incorretas.</p><p>Quanto à atitude filosófica, não podemos dizer que:</p><p>I - A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não ao senso comum, aos pré-</p><p>conceitos, aos pré-juízos, aos fatos e às ideias da experiência cotidiana, ao que "todo mundo diz e pensa",</p><p>ao estabelecido.</p><p>II - A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as</p><p>coisas, as ideias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos.</p><p>III - É permitir-se a uma interrogação sobre o porquê de tudo sobre nós mesmos, uma interrogação sobre</p><p>como tudo isso é assim e não de outra maneira. O que é? Por que é? Como é? Essas são as indagações</p><p>fundamentais da atitude filosófica.</p><p>IV - A face negativa e a face positiva da atitude filosófica constituem o que chamamos de atitude realista</p><p>e pensamento realista.</p><p>Resposta: E) Apenas a IV.</p><p>❖ A filosofia surge, na Grécia, quando se constata que as verdades do mundo não se encontram envoltas por</p><p>mistérios não revelados a todos os seres humanos. Logo em seu nascimento, a atividade filosófica é</p><p>marcada por alguns traços distintivos, dentre os quais podemos elencar:</p><p>Resposta: B) tendência à racionalidade, recusa de explicações pré-estabelecidas, tendência à</p><p>argumentação e ao debate, capacidade de generalização, capacidade de diferenciação.</p><p>EXERCÍCÍOS II</p><p>❖ “Na Grécia Antiga utilizava-se de narrativas para explicar o surgimento e o porquê de determinadas coisas</p><p>ou situações. Tais narrativas tinham grande aceitabilidade pelo povo grego sendo que estes, pelo menos num</p><p>primeiro momento, escutavam e aceitavam como verdades incontestáveis”. O texto em questão sintetiza a</p><p>utilização:</p><p>Resposta: D) do mito.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha assertivas que são incorretas.</p><p>I. O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado memorial, longínquo e</p><p>fabuloso; voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente.</p><p>A Filosofia, ao contrário, preocupa-se em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro</p><p>(isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.</p><p>II. O mito narrava a origem através de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas</p><p>sobrenaturais e personalizadas.</p><p>A Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos e causas naturais e</p><p>impessoais.</p><p>III. O mito falava em Urano, Ponto e Gaia; a Filosofia fala em céu, mar e terra. O mito narra a origem dos</p><p>seres celestes (os astros), terrestres (plantas, animais, homens) e marinhos pelos casamentos de Gaia</p><p>com Urano e Ponto.</p><p>A Filosofia explica o surgimento desses seres por composição, combinação e separação dos quatro</p><p>elementos - úmido, seco, quente e frio, ou água, terra, fogo e ar.</p><p>IV. O mito se importava com contradições, com o fabuloso e o compreensível, não só porque esses eram</p><p>traços próprios da narrativa mítica, como também porque a confiança e a crença no mito vinham da</p><p>autoridade religiosa do narrador.</p><p>A Filosofia, ao contrário, admite contradições, fabulação e coisas incompreensíveis, não exige que a</p><p>explicação seja coerente, lógica e racional; a autoridade da explicação vem da pessoa do filósofo, não dá</p><p>razão.</p><p>Resposta: c) Apenas a I e a IV;</p><p>❖ Ao interpretarmos o Mito da Caverna, podemos dizer que estão corretas as assertivas:</p><p>I - A Caverna, segundo Platão, é o mundo sensível onde vivemos.</p><p>II - As sombras são as coisas sensíveis que tomamos por verdadeiras.</p><p>III - Os grilhões são os nossos dogmas, preconceitos, nossa confiança em nossos sentidos e opiniões.</p><p>IV - O prisioneiro curioso que escapa é o filósofo.</p><p>V - O Mito da Caverna apresenta a dialética como movimento ascendente de libertação do nosso olhar</p><p>que nos libera da cegueira para vermos a luz das ideias.</p><p>Resposta: E) Todas estão corretas.</p><p>❖ A respeito da narrativa mítica na sociedade grega é correto afirmar:</p><p>Resposta: C) aqueles que a ouviam recebiam de bom grado as narrativas proferidas, tendo em vista</p><p>que confiavam no narrador por ser esse considerado um escolhido dos deuses.</p><p>❖ As narrativas mitológicas sempre procuraram explicar as mais variadas questões que atormentavam os</p><p>serem humanos. Dentre essas questões encontra-se a narração da origem. Qual é o nome das narrativas</p><p>mitológica que tinham por objeto explicar a origem as coisas?</p><p>Resposta: C) genealogia.</p><p>❖ A narrativa sobre o nascimento e a organização do mundo, a partir de forças geradoras (pai e mãe) divinas</p><p>denomina-se:</p><p>Resposta: B) cosmogonia.</p><p>❖ Podemos apontar como principais condições históricas para o surgimento da Filosofia na Grécia. Assinale a</p><p>alternativa INCORRETA.</p><p>Resposta: B) O surgimento da vida rural.</p><p>❖ Além de tentarem explicar a origem das coisas as narrativas mitológicas são, muitas vezes, meios de se</p><p>transmitir valores morais e intelectuais. Uma das narrativas mais famosas é o “Mito da Caverna”. Assinale a</p><p>alternativa que contenha a obra e o autor na qual se encontra essa narrativa:</p><p>Resposta: C) A República, de Platão.</p><p>❖ Além de tentarem explicar a origem das coisas as narrativas mitológicas são, muitas vezes, meios de se</p><p>transmitir valores morais. Uma das narrativas mais famosas é a “Caixa de Pandora”. Assinale a alternativa</p><p>que contenha a obra e o autor na qual se encontra essa narrativa:</p><p>Resposta: E) Os Trabalhos e os Dias, de Hesíodo.</p><p>❖ Sobre o Mito da Caverna comenta a filósofa Marilena Chauí: “[a] descrição platônica é dramática: o caminho</p><p>em direção ao mundo exterior é íngreme e rude; o prisioneiro libertado sofre e se lamenta de dores no corpo;</p><p>a luz do sol o cega; ele se sente arrancado, puxado para fora por uma força incompreensível” (CHAUÍ, M.</p><p>Introdução à História da Filosofia: Dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Cia. Das Letras, 2002, p. 260).</p><p>Assinale a alternativa correta à luz deste comentário:</p><p>Resposta: B) A ruptura dos dogmas e o acesso ao conhecimento filosófico é considerado um caminho</p><p>dificil.</p><p>❖ O Mito da Caverna apresenta dois movimentos do prisioneiro. Primeiro, o movimento ascendente de</p><p>libertação do olhar intelectual, mas, posteriormente, o retorno do prisioneiro a caverna. Na alegoria este</p><p>descenso ilustra:</p><p>Resposta: B) a responsabilidade social do filósofo de libertar os demais e o papel comunitário da</p><p>filosofia.</p><p>❖ Diferente da filosofia, o discurso mitológico possui seu fundamento nos dogmas. Sobre esta afirmação é</p><p>correto dizer que:</p><p>Resposta: C) está correta, pois os mitos não assumem a atitude filosófica de questionamento.</p><p>❖ Sobre as diferenças entre mito e filosofia, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: B) O mito narra a origem através de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças</p><p>divinas sobrenaturais e personalizadas. A Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das</p><p>coisas por elementos e causas naturais e impessoais.</p><p>❖ Sobre as condições históricas para o surgimento da Filosofia na Grécia, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: B) o surgimento da vida urbana e o avanço das atividades econômicas contribuíram para a</p><p>aproximação e debate entre os indivíduos.</p><p>❖ Sobre o Mito da Caverna comenta a filósofa Marilena Chauí: “[a] descrição platônica é dramática: o caminho</p><p>em direção ao mundo exterior é íngreme e rude; o prisioneiro libertado sofre e se lamenta de dores no corpo;</p><p>a luz do sol o cega; ele se sente arrancado, puxado</p><p>para fora por uma força incompreensível” (CHAUÍ, M.</p><p>Introdução à História da Filosofia: Dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Cia. Das Letras, 2002, p. 260).</p><p>Considerando este comentário, assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta: D) apresenta um caminho difícil de acesso ao conhecimento filosófico.</p><p>❖ No mito “Caixa de Pandora” quando a caixa é aberta inúmeros males escapam e passam a assolar os seres</p><p>humanos. No entanto, ao ser fechada a caixa ainda guarda:</p><p>Resposta: C) a esperança.</p><p>❖ Na filosofia grega as genealogias narram a origem das mais variadas questões. Dentre as narrativas temos</p><p>aquelas que tem por objeto a origem dos deuses. Assim, a narrativa da origem dos deuses, a partir de seus</p><p>pais e antepassados é denominada:</p><p>Resposta: A) A) teogonia.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I – No “Mito da Caverna” a caverna representa o mundo sensível.</p><p>II – No “Mito da Caverna” a caverna representa o mundo inteligível.</p><p>III - O instrumento que quebra os grilhões e faz a escalada do muro é a dialética.</p><p>IV - As sombras são as ideias sensíveis que consideramos verdadeiras.</p><p>Resposta: B) I e III.</p><p>EXERCÍCÍOS III</p><p>❖ Quanto à figura política do cidadão considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>somente as assertivas que são incorretas.</p><p>I Estavam excluídos da cidadania aqueles que os gregos chamavam de dependentes: escravos, crianças</p><p>e velhos.</p><p>II Também estavam excluídos da cidadania os estrangeiros.</p><p>III Para conseguir adesão nas assembleias, o cidadão precisava saber falar e ser capaz de persuadir.</p><p>IV O fato de os gregos precisarem aprender a falar e a ter habilidade de persuasão provocou uma</p><p>mudança profunda na educação grega.</p><p>Resposta: A) Apenas a I.</p><p>❖ Quanto a Sócrates, considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta</p><p>I - Propunha que, depois de mergulhar no conhecimento da natureza e das coisas, cada um deveria</p><p>conhecer-se a si mesmo.</p><p>II - Inaugura o período voltado para o conhecimento do homem, particularmente de seu espírito e de sua</p><p>capacidade para conhecer a verdade, o que fez com que ficasse conhecido como período odo</p><p>antropológico.</p><p>III - Procurava a essência verdadeira da coisa, da ideia, do valor. Procurava o conceito e não a mera</p><p>opinião que temos de nós mesmos, das coisas, das ideias e dos valores.</p><p>IV - Ao tentarem responder ao célebre "o que é”, os gregos descobriam, surpresos, que não tinham</p><p>respostas, pois nunca haviam pensado em suas crenças, em seus valores e em suas ideias.</p><p>Resposta: B) Apenas a II, a III e a IV.</p><p>❖ Sobre as características do período Socrático considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que</p><p>contenha somente as assertivas que são corretas.</p><p>I - A Filosofia se volta para as questões humanas no plano da ação, dos comportamentos, das ideias, das</p><p>crenças, dos valores, das questões morais e políticas.</p><p>II - É fundamental conhecer a si mesmo para desenvolver a capacidade de conhecer as coisas,</p><p>alcançando o conceito ou a essência delas.</p><p>III - A preocupação se volta para estabelecer procedimentos capazes de permitir ao homem encontrar a</p><p>verdade. O pensamento deve oferecer a si mesmo caminhos próprios para saber o que é o verdadeiro.</p><p>IV - A Filosofia voltada para a definição das virtudes morais e das virtudes políticas, tendo como objeto</p><p>central de suas investigações a moral e a política.</p><p>Resposta: E) Todas são corretas.</p><p>❖ Para Platão considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as assertivas que</p><p>são corretas.</p><p>I) a razão e as ideias são inatas e afloram a partir da reminiscência, levando à verdade que, por sua vez,</p><p>tem caráter de validade universal.</p><p>II) o espírito humano é um mero prisioneiro na caverna do corpo. Somente quando deixar esse mundo</p><p>poderá libertar-se do corpo para realizar o seu fim, isto é, chegar à contemplação do inteligível.</p><p>III) o conhecimento humano integral está dividido em dois graus: o conhecimento sensível, particular,</p><p>mutável e relativo; e o conhecimento intelectual, universal, imutável, absoluto que o homem somente</p><p>compreende pelas experiências, mas percebe apenas pela razão.</p><p>IV) no mundo material e contingente, não há ciência, devido à sua natureza inferior. É somente no mundo</p><p>imaterial e racional das ideias que pode haver conhecimento pela sua natureza superior. Esse mundo</p><p>ideal, racional transcende inteiramente o mundo empírico, imaterial, em que vivemos.</p><p>Resposta: B) Apenas I e II são corretas.</p><p>❖ Platão dissera que não é possível ensinar o que são as coisas, mas apenas ensinar a procurá-las. Isso</p><p>significa que:</p><p>I. o conhecimento filosófico e o científico dependem do método.</p><p>II. o conhecimento científico reside apenas em ideias sobre as coisas.</p><p>III. o conhecimento filosófico é inacessível e inatingível, porque não é sobre as coisas.</p><p>IV. o conhecimento científico sobre as coisas é falso.</p><p>Resposta: B) Apenas II é correta.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as assertivas que são</p><p>corretas.</p><p>I. Platão deixou-nos uma vasta obra filosófica que trata de temas diversos, dentre os quais a questão do</p><p>conhecimento merece especial atenção, sobretudo em função da influência que seu pensamento exerce</p><p>ainda na atualidade, a despeito da significativa contribuição que deixou como legado no tocante a</p><p>questões que versam sobre democracia, o valor da arte, as virtudes, o bem e a metafísica.</p><p>II. A busca de Platão é movida pela necessidade de alcançar o conhecimento da verdadeira natureza</p><p>humana.</p><p>III. Platão devota-se à busca da compreensão da essência das coisas.</p><p>IV. Para o pensador, o mundo sensível é perfeito. É no mundo das ideias ou formas abstratas que o homem</p><p>entra em contato com a verdade, sendo a alma o veículo para acessar o conhecimento verdadeiro.</p><p>Resposta: C) Estão corretas apenas as alternativas I e III.</p><p>❖ Sobre a obra de Aristóteles, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: B) seus textos revelam um grande rigor científico por meio de exposição e expressão breve,</p><p>clara, pontual e aguda.</p><p>❖ Sobre o sofismo e os sofistas, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: B) apresentavam-se como mestres de oratória ou de retórica, com grande preocupação em</p><p>ensinar a técnica da persuasão.</p><p>❖ Sobre a filosofia estoica, é possível afirmar que teve uma grande contribuição para sua consolidação a obra</p><p>de:</p><p>Resposta: D) Zenão de Cítio.</p><p>❖ Com relação a Cícero considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as</p><p>assertivas que são incorretas.</p><p>I - Quanto à teoria do conhecimento, Cícero não aceitou o cepticismo radical, tampouco filiou-se ao</p><p>dogmatismo extremado. Defendeu como critério de verdade o probabilismo do consenso universal, no</p><p>qual o homem pode chegar a algum conhecimento das coisas, sem, no entanto, atingir a verdade</p><p>absoluta.</p><p>II - Para Cícero, a verdade não depende daquilo que pode ser aceito por todos. As razões dessa posição</p><p>são colocadas menos num plano puramente lógico do que no terreno das necessidades práticas do</p><p>homem.</p><p>III - O homem não necessita admitir como verdadeiras algumas noções porque mesmo sem elas é</p><p>possível manter a coesão da sociedade.</p><p>IV - Em moral, Cícero adere às doutrinas estoicas sem, entretanto, aceitar todo o rigor da concepção</p><p>segundo o qual o exercício da virtude basta-se a si mesmo e consiste na conformidade da conduta</p><p>humana às leis racionais da natureza.</p><p>Resposta: B) Apenas a II e a III.</p><p>❖ Sobre a filosofia de Platão, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: C) apresenta uma série de diálogos que busca discutir a essência das coisas por meio do</p><p>personagem Sócrates.</p><p>❖ Sócrates nada deixou escrito. Suas ideias foram divulgadas por seus discípulos Platão e Xenofonte. Nas</p><p>conversas com seus discípulos, privilegia as questões morais. Aprendemos de Sócrates que o</p><p>conhecimento</p><p>resulta de uma busca contínua, enriquecida pelo diálogo, que corresponde ao filosofar. Sócrates é</p><p>responsável por um método dialógico que se compõe de dois momentos. As etapas do método socrático</p><p>são:</p><p>Resposta: B) a ironia e a maiêutica.</p><p>❖ A filosofia surgiu como reação ao pensamento mitológico. Nas colônias gregas da Ásia menor, na Jônia, um</p><p>ciclo de grande prosperidade forma uma classe intermediária forte e interessada em romper com as</p><p>estruturas mitológicas que justificavam o poder da aristocracia rural. Nestas cidades origina-se a ‘Filosofia’,</p><p>como que tendo como característica primeira a questão da origem do universo. Os primeiros filósofos são</p><p>chamados de ‘físicos’, pois buscavam a origem da natureza. Nisso formaram uma escola. O período descrito</p><p>no enunciado denomina-se:</p><p>Resposta: C) Cosmológico.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as assertivas que são</p><p>corretas.</p><p>I. Os estoicos gregos se limitaram apenas a formular uma física e uma ética. Elaboraram uma teoria do</p><p>conhecimento de acentuada originalidade.</p><p>II. A teoria do conhecimento consiste, para os estoicos, em vincular estreitamente a certeza e a ciência</p><p>ao plano do conhecimento sensível. A base de qualquer conhecimento seria as impressões recebidas</p><p>pelos sentidos; mas já o nível do sensível estaria penetrado pela razão, sendo, portanto, predisposto à</p><p>sistematização pela inteligência.</p><p>III. Ao lado das coisas sensíveis, os estoicos distinguem os "exprimíveis", isto é, aquilo que se pode pensar</p><p>e dizer sobre as coisas. Os "exprimíveis" seriam objeto da dialética, disciplina que se ocuparia dos</p><p>enunciados verdadeiros ou falsos a respeito das coisas, e não sobre as próprias coisas.</p><p>IV. Os mais simples enunciados, segundo os estoicos, são compostos por um sujeito e um atributo.</p><p>V. Na lógica estoica, o sujeito nem sempre é singular (alguém, Pedro etc.) e o atributo indica nem sempre</p><p>algo que ocorre com o sujeito.</p><p>Resposta: C) As alternativas I e V estão incorretas.</p><p>❖ A respeito de Aristóteles considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as</p><p>assertivas que são incorretas.</p><p>I - Afirma que nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos. Defende que conhecer é</p><p>perceber o que acontece sempre ou frequentemente. Discorda profundamente de Platão para quem o</p><p>homem nasce com as ideias.</p><p>II - Apresenta uma verdadeira enciclopédia de todo o saber que foi produzido e acumulado por quase</p><p>quatro séculos pelos gregos em todos os ramos do pensamento e da prática considerando essa</p><p>totalidade de saberes como sendo a Filosofia.</p><p>III - Escreveu sobre todas as ciências, constituindo algumas desde os primeiros fundamentos,</p><p>organizando outras em corpo coerente de doutrinas e sobre todas espalhando as luzes de sua admirável</p><p>inteligência.</p><p>IV - Foi o criador da lógica como instrumento de conhecimento para um específico campo do saber. A</p><p>lógica não é uma ciência, mas o instrumento para a ciência. É o estudo de formas gerais do pensamento,</p><p>sem preocupação com seu conteúdo. É indispensável para a Filosofia.</p><p>Resposta: D) Apenas a IV.</p><p>❖ Sobre Aristóteles, assinale a alternativa incorreta:</p><p>Resposta: D) Escreveu sobre algumas das ciências, constituindo-as desde os primeiros fundamentos</p><p>e organizando-as em corpo coerente de doutrinas.</p><p>❖ Sobre Cícero considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as assertivas</p><p>que são corretas.</p><p>I. Foi considerado o primeiro romano que chegou aos principais postos do governo com base na sua</p><p>eloquência e ao mérito com exerceu as suas funções de magistrado civil - nasceu em Arpino, em 106</p><p>a.C., em uma antiga família da classe do campo equestre. Após ter aprendido na escola pública e ter</p><p>chegado à maioridade, passando a vestir a toga virilis, foi entregue aos cuidados do célebre senador e</p><p>jurista romano Múcio Cévola, que o pôs a par das leis e das instituições políticas de Roma.</p><p>II. Querendo manter-se neutro na feroz luta política da época, tentou agradar aos dois campos, sem</p><p>conseguir agradar a nenhum deles. Mas manteve-se sempre mais perto de Pompeu e do partido</p><p>senatorial do que de César e do partido popular, e de fato, acabou por se decidir, mas muito timidamente,</p><p>pelo campo senatorial.</p><p>III. Após a batalha de Farsalia (48 a.C.) e a consequente fuga de Pompeu, bem como da morte deste</p><p>último no Egito, Cícero passou a comandar tropas e regressou a Roma, governada por Antônio enquanto</p><p>representante pessoal de César. Cícero, então, começou a parcialmente dedicar-se à filosofia e à</p><p>literatura, sendo desta época o tratado De República.</p><p>IV. Desde jovem cultivou interesse pela Filosofia. Estudou em Atenas, onde travou grande conhecimento</p><p>com os ensinamentos de seus antecessores. Abraçou a vida pública e demonstrou grande competência,</p><p>sobretudo na oratória forense e política.</p><p>V. Cícero ocupou a posição de senador, mas não chegou a ser figura proeminente da política romana. A</p><p>perseguição política que sofreu com a política despótica de Júlio César o afastou do centro político</p><p>romano, o que o levou a buscar a filosofia, sobretudo no exílio.</p><p>Resposta: B) As alternativas I, II e IV.</p><p>❖ Sobre o Período Helenístico considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha somente</p><p>as assertivas que são corretas.</p><p>I. Trata-se do último período da Filosofia antiga, quando a polis grega desapareceu como centro político,</p><p>deixando de ser referência principal dos filósofos, uma vez que a Grécia se encontra sob o poderio do</p><p>Império Romano.</p><p>II. Os filósofos dizem que o mundo é sua cidade, mas que não são cidadãos do mundo. Em grego, mundo</p><p>se diz cosmos e esse período é chamado de Filosofia cosmopolita.</p><p>III. Essa época da Filosofia é constituída por grandes sistemas ou doutrinas, isto é, explicações</p><p>totalizantes sobre a natureza, o homem, as relações entre ambos e deles com a divindade (esta, em geral,</p><p>pensada como providência divina que instaura e conserva a ordem universal).</p><p>IV. Ocorrem preocupações com a física, a ética – pois os filósofos já não podem se ocupar diretamente</p><p>com a política, uma vez que esta é privilégio dos imperadores romanos –, a física e a teologia, mas elas</p><p>não são predominantes.</p><p>Resposta: B) As alternativas I e III.</p><p>EXERCÍCÍOS IV</p><p>❖ Com relação à lei eterna considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas</p><p>assertivas que são corretas.</p><p>I. se manifesta na intimidade da consciência humana como lei ética natural.</p><p>II. é o fundamento das leis divinas ou temporais.</p><p>III. o Direito Positivo baseia-se no Direito Natural, parte da lei eterna.</p><p>IV. é a razão dos homens e a vontade de Deus.</p><p>Resposta: C) Apenas as assertivas I e III.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas assertivas que são incorretas.</p><p>1) Os bens deste mundo, criados por Deus, podem ser maus em si próprios. Eles se tornam maus pelo</p><p>uso que deles venha a fazer o homem.</p><p>2) Os bens são meios, não fins. Meios ordenados ao aperfeiçoamento das criaturas. A propriedade</p><p>qualifica-se moralmente pelo espírito de quem tenha sido favorecido pela Providência.</p><p>3) A escravidão é consequência do pecado e deve ser superada pelo espírito de caridade. Também</p><p>enaltece o trabalho nas diferentes atividades humanas, embora dentro de uma hierarquia.</p><p>4) Agostinho repudia a usura. Prestigia o casamento. Seus fins: perpetuação da espécie, união espiritual,</p><p>fidelidade e ajuda mútua dos esposos.</p><p>Resposta: A) Apenas a assertiva 1.</p><p>❖ No que se refere à contribuição de Santo Agostinho, considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa</p><p>que contenha apenas assertivas que são incorretas.</p><p>I - Santo Agostinho integrou ao Cristianismo a teoria aristotélica das ideias. Ideias eram modelos eternos</p><p>das coisas na mente divina. A Lei eterna era a razão divina e a vontade de Deus manda respeitar a ordem</p><p>natural</p><p>e proíbe perturbá-la.</p><p>II - Se Deus criou as coisas, deu-lhes um princípio regulador, uma lei. Nos seres irracionais, a lei opera de</p><p>modo necessário. Para o homem, criatura racional, essa lei depende de sua livre aceitação. A lei natural</p><p>que se exprime na consciência é a participação da criatura racional na ordem divina do universo.</p><p>III - A clarividência de Agostinho faz com que ele trace nítida distinção entre a lei eterna e a lei positiva. O</p><p>legislador humano não deve ter por missão copiar exatamente o conteúdo da lei eterna, ou seja, impor o</p><p>mesmo que ela impõe e proibir tudo o que ela proíbe.</p><p>IV - A finalidade essencial do Parlamento dos homens é assegurar a paz e a ordem na sociedade, para</p><p>que as pessoas possam realizar convenientemente o seu fim, seja temporal, seja eterno.</p><p>Resposta: A) Apenas a I.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas assertivas que são corretas.</p><p>I. A verdade moral, outorgada por Deus aos homens, é uma espécie de luz natural que permite cada</p><p>criatura conhecer os princípios fundamentais da ação.</p><p>II. A razão humana, que é nossa participação na razão eterna, não nos fornece os princípios fundamentais</p><p>tanto no domínio teórico quanto no domínio da ação.</p><p>III. A riqueza do pensamento tomista é que não existe incompatibilidade entre conciliar tal luz natural</p><p>com o pluralismo de obrigações resultantes da vida em sociedade.</p><p>IV. Não é impossível conciliar os princípios com os comandos divinos, os quais devem ser interpretados</p><p>igualmente em função das tradições da Igreja.</p><p>Resposta: D) As assertivas I, III e IV estão corretas.</p><p>❖ Com relação a Santo Tomás de Aquino, considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são incorretas.</p><p>I. Dentre os pensadores cristãos, Tomás de Aquino é considerado racionalista.</p><p>II. Confere ênfase maior à razão do que Agostinho, mais centrado na graça divina.</p><p>III. O pensamento agostiniano pressupõe uma escolha: pode-se optar entre a vida cristã e o paganismo.</p><p>Já Tomás ignora essa escolha, pois vive em uma sociedade que já é inteiramente cristã.</p><p>IV. Santo Tomás não se preocupa em encontrar uma fórmula de emancipar a filosofia da tutela da</p><p>teologia.</p><p>Resposta: D) Apenas IV está incorreta.</p><p>❖ No que concerne ao Direito Natural, considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são corretas.</p><p>I - A primeira fase do direito natural é a antiga, tem início na Cidade-estado grega e usa a natureza como</p><p>fonte da lei que "tem imensa força em toda a parte, mas depende da diversidade das opiniões".</p><p>II - Grócio apenas confirma uma nova concepção do direito natural. O princípio último de todas as coisas</p><p>não seria mais Deus, nem a natureza, mas a razão. Não é mais Deus, ou a ordem divina o substrato do</p><p>Direito, mas a natureza humana e a natureza das coisas. Não há possibilidade de uma sanção religiosa.</p><p>III - Nas palavras de Grócio: "O Direito Natural existiria mesmo que Deus não existisse, ou ainda que Deus</p><p>não cuidasse das coisas humanas. "</p><p>IV - O direito natural não mudaria seus ditames na hipótese de inexistência de Deus, nem poderia ser</p><p>modificado por ele.</p><p>Resposta: C) Apenas a III e a IV.</p><p>❖ Com relação a Santo Tomás de Aquino considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são corretas.</p><p>I. Assim como os gregos, Tomás de Aquino reconhece que a humanidade tende para o bem.</p><p>II. O homem pode hesitar diante da multiplicidade de bens.</p><p>III. Alguns homens tendem ao bem universal, mas o homem só pode atingir esse bem universal a partir</p><p>de bens particulares e específicos.</p><p>IV. Se todos não estiverem de acordo com a suprema finalidade humana, podem estar em relação aos</p><p>meios, os bens particulares, aqueles que podem resultar de uma opção imediata e intermediária.</p><p>Resposta: A) Apenas I e II estão corretas.</p><p>❖ Sobre Santo Agostinho e seu pensamento, é correto afirmar que:</p><p>Resposta: D) A fé foi uma questão central em seu pensamento.</p><p>❖ A obra Cidade de Deus, de Santo Agostinho, tem como tema central:</p><p>Resposta: A) a constituição de uma filosofia da história com base na providência divina e em sua</p><p>justificação teológica.</p><p>❖ Tomás de Aquino se aproxima de qualquer filósofo da Grécia Antiga:</p><p>Resposta: E) Aristóteles.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são</p><p>incorretas.</p><p>I – Santo Agostinho integrou ao cristianismo as concepções filosóficas de Platão.</p><p>II – Santo Agostinho integrou ao cristianismo as concepções filosóficas de Aristóteles.</p><p>III – Santo Agostinho não compara as leis humanas ao regime alimentar.</p><p>IV – Santo Agostinho afirma que o poder deve ser exercido corretivamente, como forma de superar a</p><p>queda ética do homem, expulso do Éden por não saber se comportar.</p><p>Resposta: D) II e III.</p><p>❖ São Tomás de Aquino, principal representante da __________, desenvolve um pensamento profundamente</p><p>ligado ao de __________. Seu papel principal foi o de organizar as verdades da religião e de harmonizá-las com</p><p>a filosofia. Para ele, então, a __________, criada por Deus, e a __________, revelação de Deus, não podem</p><p>entrar em __________, porque procedem do mesmo Princípio.</p><p>Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas do texto apresentado.</p><p>Resposta: A) Escolástica – Aristóteles – razão – fé – contradição.</p><p>❖ Com relação ao período de Santo Tomás de Aquino considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa</p><p>que contenha apenas assertivas que são corretas.</p><p>I - Dentre os pensadores cristãos, Tomás de Aquino é considerado o racionalista. Confere ênfase maior à</p><p>razão do que Agostinho, mais centrado na graça divina.</p><p>II - O pensamento agostiniano pressupõe uma escolha: pode-se optar entre a vida cristã e o paganismo.</p><p>Já Tomás ignora essa escolha, pois vive numa sociedade que já é inteiramente cristã.</p><p>III - Tomás de Aquino se preocupa mais com encontrar uma fórmula de emancipar a Filosofia da tutela da</p><p>teologia.</p><p>IV - Para Santo Tomás de Aquino, as virtudes teologais constituíam o fundamento das virtudes cardeais</p><p>ou filosóficas. Para Santo Agostinho, ao contrário, virtudes possuem existência própria e podem se</p><p>manifestar até mesmo entre os pagãos.</p><p>Resposta: C) Apenas a I, a II e a III.</p><p>❖ Segundo Agostinho, qual é a definição da verdade e do verdadeiro:</p><p>I - O verdadeiro é aquilo que é;</p><p>II - A verdade de cada coisa é aquela propriedade do seu ser que foi estabelecida por ela;</p><p>III - O verdadeiro é a indivisão do ente e daquilo que é;</p><p>IV - A verdade consiste na assemelhação da coisa com a inteligência;</p><p>V - A verdade é aquilo através do qual se revela aquilo que é.</p><p>Resposta: E) Apenas a I e a V.</p><p>❖ Para Tomás de Aquino, a verdade moral, outorgada por Deus aos homens, é uma espécie de:</p><p>I - Luz natural;</p><p>II – Luz celestial;</p><p>III – Luz material;</p><p>IV – Luz artificial;</p><p>V – Luz sideral.</p><p>Resposta: A) Apenas a I está correta.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I - Na história da humanidade, a sociedade política sempre aparece inserida na luta irredutível que entre</p><p>si sustentam a Cidade de Deus (Civitas Coelestis) e a Cidade Terrena, dos Homens ou (Civitas Diaboli).</p><p>II - Santo Agostinho afirma que sem a justiça, os reinos não são mais que vastos latrocínios.</p><p>III - Santo Agostinho afirma ser lícito o serviço das armas e da guerra, quando justa, ou seja, quando seu</p><p>único fim é desfazer uma iniquidade.</p><p>Resposta: C) I, II e III.</p><p>EXERCÍCÍOS V</p><p>❖ Assinale a alternativa que não corresponde ao conceito de razão.</p><p>I - A Filosofia afirma que somos seres racionais e que nossa vontade é racional; por identificar razão e</p><p>causa e por julgar que a realidade opera de acordo com relações causais, a Filosofia afirma que a</p><p>realidade é racional.</p><p>II - Para muitos filósofos,</p><p>a razão é apenas a capacidade moral e intelectual dos seres humanos, existindo</p><p>na própria realidade. Para esses filósofos, nossa razão pode conhecer a realidade (natureza, sociedade,</p><p>história) porque ela é racional em si mesma.</p><p>III - A razão objetiva é a afirmação de que o objeto do conhecimento ou a realidade é racional. Na razão</p><p>objetiva, considera-se que a própria natureza e o mundo obedecem a uma lógica, a uma racionalidade.</p><p>IV - A razão subjetiva é a afirmação de que o sujeito do conhecimento e da ação é racional. A razão</p><p>subjetiva não identifica uma racionalidade na natureza, mas que o sujeito do conhecimento, ou seja,</p><p>aquele que se propõe conhecer usando suas faculdades mentais, que é racional. O homem é racional e</p><p>usa a razão para discernir um mundo e uma natureza que muitas vezes não são racionais, pelo menos</p><p>não essencialmente.</p><p>Resposta: B) Somente a II.</p><p>❖ Desde o começo da Filosofia, a origem da palavra razão fez com que ela fosse considerada oposta a quatro</p><p>outras atitudes mentais. Assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I. ao conhecimento ilusório, isto é, ao conhecimento da mera aparência das coisas que não alcança a</p><p>realidade ou a verdade delas. Para a razão, a ilusão provém de nossos costumes, preconceitos, aceitação</p><p>imediata das coisas tais como aparecem e tais como parecem ser. As ilusões criam as opiniões que</p><p>variam de pessoa para pessoa e de sociedade para sociedade. A razão se opõe à mera opinião;</p><p>II. às emoções, aos sentimentos, às paixões, que são cegas, caóticas, desordenadas, contrárias umas às</p><p>outras, ora dizendo “sim” a alguma coisa, ora dizendo “não” a essa mesma coisa, como se não</p><p>soubéssemos o que queremos e o que as coisas são. A razão é vista como atividade ou ação (intelectual</p><p>e da vontade) oposta à paixão ou à passividade emocional;</p><p>III. à crença religiosa, pois, nesta, a verdade nos é dada pela fé numa revelação divina, não dependendo</p><p>do trabalho de conhecimento realizado pela nossa inteligência ou pelo nosso intelecto. A razão é oposta</p><p>à revelação e por isso os filósofos cristãos distinguem a luz natural - a razão - da luz sobrenatural - a</p><p>revelação;</p><p>IV. ao êxtase místico, no qual o espírito mergulha nas profundezas do divino e participa dele, sem</p><p>qualquer intervenção do intelecto ou da inteligência, nem da vontade. Pelo contrário, exige um estado de</p><p>abandono, de rompimento com a atividade intelectual e com a vontade, um rompimento com o estado</p><p>consciente, para entregar-se à fruição do abismo infinito. A razão ou consciência se opõe à inconsciência</p><p>do êxtase.</p><p>Resposta: D) Todas são corretas.</p><p>❖ Desde o começo da Filosofia, a origem da palavra razão fez com que ela fosse considerada oposta a quatro</p><p>outras atitudes mentais. Assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I - Conhecimento ilusório. É o conhecimento de mera aparência das coisas que não alcança a realidade</p><p>ou a verdade delas. A razão se opõe à mera opinião, porque a ilusão provém de nossos costumes,</p><p>preconceitos, aceitação imediata das coisas tais como aparecem e tais como parecem ser;</p><p>II - Emoções, sentimentos, paixões. São cegas, caóticas, desordenadas, contrárias umas às outras. A</p><p>razão é vista como atividade ou ação (intelectual e da vontade) oposta à paixão ou à passividade</p><p>emocional;</p><p>III - Crença religiosa. A verdade nos é dada pela fé numa revelação divina, não dependendo do trabalho</p><p>de conhecimento realizado pela nossa inteligência ou pelo nosso intelecto. A razão não é oposta à</p><p>revelação.</p><p>IV - Êxtase místico, no qual o espírito mergulha nas profundezas do divino e participa dele. É exigido um</p><p>rompimento com o estado consciente, para entregar-se á fuição do abismo infinito. A razão ou</p><p>consciência se opõe à inconsciência do êxtase.</p><p>Resposta: A) Apenas a I, a II e a IV.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I – Sobre a Filosofia da Idade Média é correto dizer que é o período em que a Igreja Romana dominava a</p><p>Europa, ungia e coroava reis. organizava Cruzadas à Terra Santa e criava, à volta das catedrais, as</p><p>primeiras universidades ou escolas.</p><p>II – Sobre a Filosofia da Idade Média é correto dizer que é o período em que a Igreja Romana organizava</p><p>Cruzadas à Terra Santa e criava, à volta das catedrais, as primeiras universidades ou escolas.</p><p>III – Sobre a Filosofia da Idade Média é correto dizer que é o período em que sofreu influência unicamente</p><p>de pensadores europeus e judeus.</p><p>IV – Sobre a Filosofia da Idade Média é correto dizer que Averróis, pensador árabe, ofereceu uma releitura</p><p>das obras de Sócrates.</p><p>Resposta: A) I e II.</p><p>❖ A respeito da Filosofia da Renascença analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são corretas.</p><p>I – Foi um período filosófico no qual se dedicou, unicamente, ao estudo de novas obras de Platão que</p><p>foram descobertas.</p><p>II – O seu desenvolvimento foi um dos fatores que propiciaram a Reforma Protestante.</p><p>III – A linha de pensamento originária dos pensadores florentinos, que valorizava a vida ativa, não constitui</p><p>um dos pilares desse período filosófico.</p><p>IV – Esse período filosófico está alicerçado em três grandes pilares, dentre eles, aquele proveniente de</p><p>Platão, do neoplatonismo e da descoberta dos livros do Hermetismo.</p><p>Resposta: D) II e III.</p><p>❖ A respeito da Filosofia Moderna considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas</p><p>assertivas que são corretas.</p><p>I – O período no qual se insere ficou conhecido como o Grande Racionalismo Clássico.</p><p>II - A realidade é um sistema de causalidades irracionais rigorosas, portanto, não passível de ser</p><p>conhecidas e transformadas pelo homem.</p><p>III – O Grande Racionalismo Clássico foi só o primeiro momento em que a confiança nas capacidades e</p><p>nos poderes da razão humana são imbatíveis.</p><p>IV – Nesta etapa do seu desenvolvimento a Filosofia, em lugar de começar seu trabalho conhecendo a</p><p>Natureza e Deus, para depois referir-se ao homem, começa indagando qual é a capacidade do intelecto</p><p>humano para conhecer e demonstrar a verdade dos conhecimentos.</p><p>Resposta: C) I e IV.</p><p>❖ A preocupação com o conhecimento verdadeiro sempre esteve no centro do debate filosófico. Considerando</p><p>o problema do conhecimento, é correto afirmar que a verdade:</p><p>Resposta: C) Depende da investigação, aplicando métodos e regras de observação, o que definirá o</p><p>campo da filosofia natural após o Renascimento.</p><p>❖ Sobre o impacto da descoberta do Novo Mundo na filosofia moderna, durante o Renascimento, é possível</p><p>afirmar:</p><p>Resposta: A) O espírito aventureiro do homem é capaz de lançar o olhar para o desconhecido e</p><p>permitir novas experiências.</p><p>❖ Corrente filosófica que enfatiza o papel da razão como fundamento do modo de conhecer a realidade. Nessa</p><p>perspectiva, a razão possibilitará a apreensão e a justificação do conhecimento sem o recurso sensorial</p><p>interferindo no processo do conhecimento. Tal conceito refere-se à(ao):</p><p>Resposta: E) Racionalismo.</p><p>❖ O modelo científico após Copérnico, retomado no Renascimento, é considerado uma revolução pelos</p><p>seguintes motivo:</p><p>Resposta: B) Marca uma conversão da ciência contemplativa para a ciência ativa, como é</p><p>exemplificado pela obra de Descartes.</p><p>❖ Nas suas famosas Meditações, Descartes mostrou como a dúvida pode ser de grande utilidade ao preparar</p><p>o caminho para o pensamento. Na segunda meditação, conforme Descartes explica no “resumo” dessa obra,</p><p>o espírito supõe que não existem todas as coisas de que tenha a menor dúvida, para logo em seguida o</p><p>espírito reconhecer que é:</p><p>Resposta: B) Impossível que ele próprio não exista.</p><p>❖ A respeito das características dos princípios da razão assinale a alternativa incorreta.</p><p>Resposta: A) são necessários e possuem um conteúdo determinado.</p><p>❖ Sobre racionalismo e empirismo considere as assertivas abaixo</p><p>e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são corretas.</p><p>I - O racionalismo é uma teoria filosófica que dá a prioridade à razão, como faculdade de conhecimento</p><p>relativamente aos sentidos.</p><p>II – O racionalismo comporta uma única vertente.</p><p>III - Os princípios da razão que tornam possível o conhecimento e o juízo moral são adquiridos com o</p><p>decorrer do tempo e convergem na capacidade do conhecimento humano ("lumen naturale").</p><p>IV - Diferentemente do empirismo, o racionalismo aceita a existência das verdades inatas e as verdades</p><p>"a priori".</p><p>Resposta: C) I e IV.</p><p>❖ A respeito da Filosofia da Ilustração considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas que são corretas.</p><p>I – Ao contrário do período anterior, Grande Racionalismo Clássico, o Iluminismo não crê nos poderes da</p><p>razão, sendo, portanto, um momento de ruptura com as concepções desenvolvidas.</p><p>II – O movimento iluminista concebe que há diferença entre Natureza (reino das relações necessárias de</p><p>causa e efeito ou das leis naturais universais e imutáveis) e Civilização (reino da liberdade e da finalidade</p><p>proposta pela vontade livre dos próprios homens, em seu aperfeiçoamento moral, técnico e político).</p><p>III - Nesse período o interesse pela compreensão das bases econômicas da vida social e política ganha</p><p>relevância, surgindo, inclusive, uma reflexão sobre a origem e a forma das riquezas das nações.</p><p>IV – Não há, para o movimento iluminista, grande interesse e preocupação com as artes, tendo em vista</p><p>que essas nada expressam a respeito do grau de progresso de uma civilização.</p><p>Resposta: D) II e III.</p><p>❖ Uma das sentenças mais conhecidas da história da filosofia foi formulada pelo filósofo francês René</p><p>Descartes: “Penso, logo existo”. Para chegar a essa sentença, Descartes põe em dúvida o conhecimento da</p><p>realidade. Mas, com essa sentença, ele garante que:</p><p>Resposta: D) O limite da dúvida é pôr em dúvida tudo que existe, mas ao pôr tudo que existe em dúvida</p><p>não se pode duvidar do próprio ato de pensar.</p><p>❖ Assinale a alternativa que indica, corretamente, algumas das exigências a serem observadas para a</p><p>constituição de uma ciência:</p><p>Resposta: C) delimitar ou definir os fatos a investigarem; estabelecer os procedimentos</p><p>metodológicos para observação, experimentação e verificação dos fatos; construir instrumentos</p><p>técnicos e condições de laboratório específicas para a pesquisa; elaborar um conjunto sistemático</p><p>de conceitos que formem a teoria geral dos fenômenos estudados.</p><p>❖ Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os princípios da razão:</p><p>Resposta: D) princípio da identidade, princípio da contradição, princípio do terceiro excluído e</p><p>princípio da causalidade.</p><p>❖ Sobre o racionalismo cartesiano considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas</p><p>assertivas que são corretas.</p><p>I - Segundo Descartes, conceitos matemáticos e a noção da existência de Deus eram exemplos de ideias</p><p>inatas, e nisso retoma o pensamento de Aristóteles.</p><p>II - Para Descartes, existiam três categorias de ideias: as adventícias, as fictícias e as inatas.</p><p>III - Para reconhecer algo como verdadeiro, René Descartes considera necessário utilizar a intuição e o</p><p>raciocínio para transformar esse algo em ideias claras e distintas.</p><p>IV - Descartes utiliza-se de uma intuição primeira como fundamento para a construção da filosofia, que</p><p>é a questão da dúvida que surge em si mesmo, ou seja, o próprio ser que duvida, pois se duvido penso, e</p><p>se penso, logo existo: "Cogito, ergo sum", "Penso, logo existo".</p><p>Resposta: E) II e IV.</p><p>EXERCÍCÍOS VI</p><p>❖ Sobre o Jusnaturalismo considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as</p><p>assertivas que são corretas.</p><p>I. Essa concepção surge, de modo cristalino, nas concepções de Santo Agostinho e Santo Tomás de</p><p>Aquino.</p><p>II. A Cidade de Deus é o lugar regido pela lei divina que contrasta com a cidade dos homens, regida pela</p><p>lei humana. A tarefa de incorporar a lei divina no âmbito da lei humana é o que deve ser realizado pelo</p><p>Direito.</p><p>III. Na concepção tomista há uma lei eterna, uma lei natural e uma lei humana.</p><p>IV. A lei eterna regula toda a ordem cósmica (céu, estrelas, constelações etc.) e a lei natural é decorrente</p><p>dessa lei eterna.</p><p>Resposta: A) Todas as assertivas.</p><p>❖ Sobre as concepções de Kant considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas</p><p>as assertivas que são corretas.</p><p>I. As virtudes tradicionais não são incondicionalmente boas, pois elas tanto podem servir para fazer o</p><p>bem, como para fazer o mal. A inteligência, a coragem, a temperança e a prudência podem ser exercidas</p><p>e encontradas não ser imoral.</p><p>II. O mau provido de inteligência, coragem, temperança e prudência representa um perigo muito maior.</p><p>Ele poderá potencializar o mau uso dessas virtudes com vistas a maximizar a sua capacidade de causar</p><p>o mal</p><p>III. A ideia de moralidade tem de ser vinculada à vontade de usar moralmente as virtudes. É o conceito de</p><p>boa vontade. Esse é o elemento necessário e suficiente a que alguém seja um ser moral.</p><p>IV. Concebe a moralidade do sujeito, desvinculada das consequências e da utilidade de seus atos. A</p><p>utilidade não pode ser o critério da moralidade, porque o egoísta é imoral, embora sua conduta possa vir</p><p>a ser concretamente útil. O critério distintivo da moralidade é a intenção moral.</p><p>Resposta: E) Todas são corretas.</p><p>❖ Segundo Emmanuel Kant, no que se refere à moral considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa</p><p>que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I. A moralidade só pode ser privilégio dos sábios, pois é preciso conhecer as leis da natureza para que</p><p>alguém se disponha a atuar como um ser moral.</p><p>II. Não há ser humano provido de discernimento capaz de desconhecer o seu dever.</p><p>III. Todos os homens, independentemente de sua escolaridade ou erudição, foram chamados a uma vida</p><p>impregnada de moralidade.</p><p>IV. Desenvolveu a ideia rousseauniana de que a moral é assunto do coração e não da inteligência.</p><p>Resposta: B) Apenas III e IV são corretas.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa incorreta.</p><p>I. Kant afirma que se a ciência existe e não pode se fundar inteiramente sobre a experiência, é necessário</p><p>que existam elementos a priori no conhecimento.</p><p>II. A condição do conhecimento e da obrigação moral não é o sujeito transcendental. É o ser humano em</p><p>sua concepção ideal, não aquele sujeito com a sua contingência. Não é o homem constatado pelo</p><p>empirismo, pela história e pela sua caracterização meramente conjuntural.</p><p>III. Essa base adquire relevo também para a moral. A concepção humana da moral não pode depender</p><p>unicamente da experiência. Ela deve também se alicerçar sobre um julgamento sintético a priori, que</p><p>será um julgamento prático.</p><p>IV. Kant desenvolve a ideia de que a ciência e a moral são realidades outorgadas. Não se trata de criar</p><p>uma ciência ou uma moral, mas de se indagar a quais condições a ciência e a moral se subordinam.</p><p>Resposta: C) Apenas II</p><p>❖ Uma pessoa rouba um remédio para salvar a vida de seu filho que está morrendo. Socialmente falando,</p><p>roubar não é um ato aceitável do ponto de vista moral, enquanto salvar uma vida pode até ser considerado</p><p>um ato heroico. Nessa encruzilhada, a pessoa em questão deve pesar os aspectos sociais envolvidos e sua</p><p>própria experiência individual com relação à atitude a ser tomada. Considerando o enunciado, assinale a</p><p>alternativa incorreta:</p><p>Resposta: D) Kant iria aplicar o imperativo categórico diante da situação, afirmando “Age de tal forma</p><p>que seu interesse pessoal seja válido e satisfeito”.</p><p>❖ As normas morais e as normas jurídicas são estabelecidas pelos membros da sociedade, e ambas se</p><p>destinam a regulamentar as relações nesse grupo de pessoas. Há, então, vários aspectos comuns entre as</p><p>normas morais e jurídicas. Sobre os aspectos comuns entre</p><p>as normas morais e as normas jurídicas, marque</p><p>V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.</p><p>( ) Ambas apresentam caráter histórico.</p><p>( ) Ambas se apoiam em valores culturais.</p><p>( ) Ambas contam com a coerção legal do Estado.</p><p>( ) Ambas visam à convivência entre as pessoas.</p><p>Assinale a sequência correta.</p><p>Resposta: A) V, V, F, V</p><p>❖ Sobre a moral, é correto afirma que:</p><p>Resposta: C) diferencia-se da ética no sentido de que esta tende a julgar o comportamento moral de</p><p>cada indivíduo no seu meio. No entanto, ambas buscam o bem-estar social.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenhas as assertivas que são corretas.</p><p>I. O tema da relação entre Direito e moral é normalmente tratado de forma que se indique a experiência</p><p>moral e a norma moral como anteriores, sobretudo tendo-se em vista o cronológico surgimento das</p><p>regras de Direito relativamente às regras da moral.</p><p>II. Costuma-se afirmar que a norma moral é exterior, prescindindo de qualquer fenômeno interior; como,</p><p>geralmente, só ocorre com o fenômeno jurídico.</p><p>III. Afirma-se que a norma moral é cogente, pois pode dispor do poder punitivo de uma autoridade pública</p><p>para fazer valer seus mandamentos; recorrendo-se, normalmente, a sanções diferenciadas das jurídicas.</p><p>IV. Afirma-se que a norma moral não é sancionada nem promulgada, pois estas são as características de</p><p>normas estatais que se regulamentam dentro de um procedimento formal, complexo e rígido, com o qual</p><p>se dá publicidade aos mandamentos jurídicos.</p><p>Resposta: A) Apenas as alternativas I e IV.</p><p>❖ Observe as seguintes proposições:</p><p>I. A tese do mínimo ético consagra a ideia que não existe uma moral jurídica.</p><p>II. A tese da separação entre direito e moral consagra a ideia de que o fundamento de validade do direito</p><p>não é retirado dele próprio.</p><p>III. A tese da vinculação entre direito e moral sustenta que todo e qualquer conteúdo moral é jurídico.</p><p>IV. A tese da separação entre direito e moral não afasta todo e qualquer fundamento moral no direito.</p><p>Agora, aponte a alternativa correta:</p><p>Resposta: E) Todas as proposições são falsas.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I - Kant se impressionou com os escritos de Rousseau, desenvolvendo a ideia rousseauniana de que a</p><p>moral é assunto do coração e não da inteligência. A moralidade não pode ser privilégio do sábio, pois não</p><p>é preciso conhecer as leis da natureza para que alguém se disponha a atuar como um ser moral.</p><p>II - Para Kant, todos os homens, independentemente de sua escolaridade ou erudição, foram chamados</p><p>a uma vida impregnada de moralidade. Não há ser humano provido de discernimento incapaz de</p><p>desconhecer o seu dever.</p><p>III - Em David Hume, Kant encontrou a ideia fundamental de que a partir do conhecimento empírico ou</p><p>metafísico - suficiente para mostrar aquilo que é - não se extrai a regra daquilo que deve ser. A experiência</p><p>é sempre concreta e não suscita a dedução de leis universais.</p><p>IV - Kant concluiu que as leis universais são conhecidas pelo sujeito graças a um julgamento sintético a</p><p>priori. Para Kant, se uma parte da ciência existe e outra parte não pode resultar apenas da experiência, é</p><p>porque ela é o produto de uma síntese operada pelo sujeito do conhecimento a partir de suas sensações.</p><p>Esse conhecimento não resulta de uma síntese a posteriori que consistiria em associar os termos</p><p>constatados na experiência, mas de uma síntese a priori, isto é, anterior à própria experiência.</p><p>Resposta: E) Todas são corretas.</p><p>❖ Analise as assertivas abaixo e assinale a correta:</p><p>A justiça, em face do Direito, está a desempenhar um tríplice papel, a saber:</p><p>I - Serve como meta do Direito, dotando-o de sentido, de existência justificada, bem como de finalidade;</p><p>II - Serve como critério para o seu julgamento, para sua reavaliação, para que se possam aferir os graus</p><p>de concordância ou discordância com suas decisões e práticas não coercitivas;</p><p>III - Serve como fundamento histórico para sua ocorrência, explicando-se por meio de suas imperfeições</p><p>os usos desumanos que podem ocorrer de valores muitas vezes razoáveis</p><p>Resposta: D) Somente I está correta.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha as assertivas que são incorretas.</p><p>I - A condição de moralidade é a boa vontade. Ao contrário de todos os moralistas anteriores, Kant afirma</p><p>que as virtudes tradicionais são incondicionalmente boas, apesar de elas servirem tanto para fazer o</p><p>bem, como para fazer o mal.</p><p>II - A inteligência, a coragem, a temperança, a prudência, podem ser exercidas e podem ser encontradas</p><p>em um ser imoral. Aliás, o mal provido de inteligência, de coragem, de temperança e de prudência,</p><p>representa um perigo muito maior. Ele poderá potencializar o mau uso dessas virtudes com vistas a</p><p>maximizar a sua capacidade de causar o mal.</p><p>III - A ideia de moralidade tem de ser vinculada à vontade de usar moralidade as virtudes. É o conceito de</p><p>boa vontade. Esse é o elemento necessário e suficiente a que alguém seja um ser moral.</p><p>IV - Kant concebe a moralidade do sujeito vinculada das consequências e da utilidade de seus atos. A</p><p>utilidade é o critério da moralidade. o egoísta pode ter uma conduta concretamente útil. O critério distinto</p><p>da moralidade é a utilidade da ação.</p><p>Resposta: B) Apenas a I e a IV.</p><p>❖ Na Doutrina do Direito, Kant busca um conceito puramente racional e que possa explicar o direito</p><p>independentemente da configuração específica de cada legislação. Mais precisamente, seria o direito</p><p>entendido como expressão de uma razão pura prática, capaz de orientar a faculdade de agir de qualquer ser</p><p>racional.</p><p>Assinale a opção que contém, segundo Kant, essa lei universal do direito.</p><p>Resposta: B) Age exteriormente, de modo que o livre uso de teu arbítrio possa se conciliar com a</p><p>liberdade de todos, segundo uma lei universal.</p><p>❖ A respeito da relação entre Direito e Justiça assinale a alternativa incorreta:</p><p>Resposta: E) de acordo com os juristas romanos a justiça estaria relacionada com a máxima de “tratar</p><p>igualmente os iguais e desigualmente os desiguais”.</p><p>❖ A respeito da relação entre Direito e Justiça leia as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha as</p><p>assertivas que são corretas.</p><p>I - A história da humanidade, de suas ideologias, bem como de suas tendências político-econômicas,</p><p>tornou o Direito frágil, suscetível e vassalo aos desmandos do poder político e econômico.</p><p>II - O Direito, muitas vezes, arcabouço coercitivo da conduta humana social, se desprovido de essência e</p><p>finalidade, serve a qualquer finalidade, independentemente de qualquer valor, podendo ser de</p><p>importante utilidade para a dominação e o interesse de minorias.</p><p>III - A justiça é coercível, não sendo autônoma, correspondendo, portanto, a uma norma moral, e não a</p><p>uma norma jurídica.</p><p>IV – Não é correto dizer que a justiça serve como meta do Direito, dotando-o de sentido, de existência</p><p>justificada, bem como de finalidade.</p><p>Resposta: A) I e II.</p><p>❖ Assinale a alternativa incorreta:</p><p>Resposta: D) A teoria do Direito Natural de Hugo Grócio não reflete o desejo de autonomia, que se</p><p>manifesta, de modo inicial, em relação à teocracia.</p><p>EXERCÍCÍOS V</p><p>❖ A norma e todas as instituições e os procedimentos jurídicos são entendidos por Kelsen como objetos</p><p>específicos de uma área de conhecimento próprio.</p><p>Resposta: B) A assertiva é correta e expressa o pensamento do autor referido.</p><p>❖ Assinale a alternativa incorreta:</p><p>Resposta: C) O Direito nem sempre é forma. Essa forma se apropria das experiências gerais da</p><p>sociedade para colocá-las sob uma forma, que passa a determinar essa substância ou esse conteúdo</p><p>como juridicamente determinado e vinculante.</p><p>❖ Leia atentamente as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas corretas.</p><p>I. Particularmente</p><p>quanto à lei, esta é de responsabilidade do Legislativo, enquanto os decretos e/ou</p><p>decretos-leis podem ser elaborados por autoridade administrativa.</p><p>II. A lei é entendida no que se refere ao seu tipo: material e formal. Material é a mais geral; enquanto a</p><p>formal é aquela norma geral que agora se apresenta como lei anunciada pelo Legislativo.</p><p>III. O ordenamento jurídico é assim entendido como um sistema de normas que se apresentam</p><p>interligadas (norma superior-norma inferior).</p><p>IV. Acrescenta-se ainda que no ordenamento, Kelsen inclui a comunidade jurídica que também é formada</p><p>pela mesma ordem com poderes para elaboração de normas.</p><p>Resposta: E) Todas as alternativas.</p><p>❖ Considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha as assertivas que não coaduna com o</p><p>pensamento de Kelsen:</p><p>I - O direito tem como objeto de estudo a norma - nela e por ela mesma - acrescida de todas as esferas</p><p>atinentes a suas origens e aplicações. A logicidade se impõe como condição. Não incorpora a</p><p>investigação do social ou dos valores sociais ou mesmo a formação histórico-cultural, mas só a formação</p><p>histórica da própria norma.</p><p>II - A pressuposição de Kelsen é de que o Direito se caracteriza particularmente por regular sua própria</p><p>criação. Isso significa que há normas cujas marca maior é o de produzirem outras normas.</p><p>III - As normas produzidas vão encontrar sua validade exatamente por serem originadas de conformidade</p><p>com a norma anterior. Isso é possível se, e tão somente se, entendermos que existe uma relação entre as</p><p>normas, uma relação lógica entre elas.</p><p>IV - A norma geradora será sempre superior, enquanto a norma produzida é denominada de inferior.</p><p>Acrescenta-se ainda que tal relação lógica entre as normas permite verificar a validade delas: a norma</p><p>superior não influi na validade da norma inferior.</p><p>Resposta: E) Apenas a IV.</p><p>❖ Assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta: B) Tendo como parâmetro o ordenamento e a articulação que se verificam nesse conjunto,</p><p>a validade é proveniente da inclusão no ordenamento. Em outras palavras, a norma é válida por</p><p>pertencer explicitamente ao conjunto das normas. A eficácia é apreendida por sua efetiva aplicação,</p><p>ou seja, a norma é eficaz se for aplicada em concreto pelos procedimentos jurídicos.</p><p>❖ A concepção de ordenamento jurídico de Norberto Bobbio vincula-se muito às características gerais do</p><p>significado de ordenamento como unidade, coerência, completude e relações entre ordenamentos. Assim,</p><p>é possível dizer que estão corretas as assertivas:</p><p>I. O Direito não é entendido como norma ou como campo distinto de tantos outros campos de</p><p>conhecimento, pelo estudo da norma, mas pelo ordenamento jurídico.</p><p>II. O Direito se distingue por ser um ordenamento jurídico não passível de ser confundido com qualquer</p><p>outro tipo de ordenamento.</p><p>III. O estudo do Direito não compreende o estudo de uma norma isolada, mas de um conjunto de normas,</p><p>é o pressuposto inicial para a caracterização de alguns traços profundamente marcantes na</p><p>compreensão do Direito.</p><p>IV. As normas jurídicas nunca se apresentam de modo isolado, mas, pelo contrário, elas existem sempre</p><p>em um conjunto, ou melhor, usando as palavras do próprio autor de um contexto de normas.</p><p>Resposta: B) Apenas I e III são corretas.</p><p>❖ Hans Kelsen, ao abordar o tema da interpretação jurídica no seu livro Teoria Pura do Direito, fala em ato de</p><p>vontade e ato de conhecimento. Em relação à aplicação do Direito por um órgão jurídico, assinale a</p><p>afirmativa correta da interpretação.</p><p>Resposta: C) A interpretação cognoscitiva combina-se a um ato de vontade em que o órgão aplicador</p><p>efetua uma escolha entre as possibilidades reveladas por meio da mesma interpretação</p><p>cognoscitiva.</p><p>❖ Assinale a opção que corretamente explica a natureza da dialética de complementaridade que, segundo</p><p>Miguel Reale, caracteriza a Teoria Tridimensional do Direito.</p><p>Resposta: C) A síntese conclusiva que se estabelece entre diferentes termos, conforme o modelo</p><p>hegeliano de tese, antítese e síntese.</p><p>❖ Sobre a relação entre validade e justiça da norma, o jusfilósofo Hans Kelsen sustenta o princípio do</p><p>positivismo jurídico, para afirmar que</p><p>Resposta: A) a validade de uma norma do direito positivo é independente da validade de uma norma</p><p>de justiça.</p><p>❖ Assinale a alternativa que consta quais são os instrumentos lógicos e linguísticos que formam a sustentação</p><p>básica do Direito:</p><p>I – institutos, figuras, categorias, normas, sistemas;</p><p>II – categorias, figuras, institutos, instituições, sistemas;</p><p>III – figuras, institutos, instituições, normas, ordenamentos;</p><p>IV – normas, institutos, ordenamentos, categorias, sistemas;</p><p>V – ordenamentos, categorias, sistemas, figuras, instituições.</p><p>Resposta: B) Somente II está correta.</p><p>❖ Leia as alternativas abaixo e assinale a alternativa que contenha apenas as assertivas que são corretas.</p><p>I. A estrutura do ordenamento jurídico, na análise de Norberto Bobbio, é formada pelas normas de</p><p>estrutura ou de competência.</p><p>II. É possível que exista ordenamento com uma única norma de estrutura, da qual decorrem várias</p><p>normas de conduta.</p><p>III. A unidade como marca fundamental do ordenamento exige, segundo a concepção exposta por</p><p>Norberto Bobbio, a existência de uma referência que irá organizar de modo a formar uma unidade. Essa</p><p>referência é entendida a partir da inclusão da fonte das fontes.</p><p>IV. A problemática da unidade dos ordenamentos, em geral, está vinculada às fontes de Direito. Assim,</p><p>há ordenamentos jurídicos simples cujas normas que os constituem são provenientes de uma única</p><p>fonte e os ordenamentos jurídicos complexos, em que as normas que os constituem são geradas por</p><p>duas ou mais fontes de Direito.</p><p>Resposta: E) Todas as alternativas.</p><p>❖ A principal tese sustentada pelo paradigma do positivismo jurídico é a validade da norma jurídica,</p><p>independentemente de um juízo moral que se possa fazer sobre o seu conteúdo. É possível sustentar que</p><p>esta tese está:</p><p>Resposta: A) Correta, pois a corrente do positivismo jurídico defende a autonomia do direito.</p><p>❖ Assinale a alternativa incorreta:</p><p>Resposta: A) A expressão soberania permite apresentar a norma, assim como uma articulação de</p><p>normas. Não é norma isolada, mas sim o seu ordenamento que apreende ainda as instituições</p><p>jurídicas de um modo geral.</p><p>❖ Ao explicar as características fundamentais da Escola da Exegese, o jusfilósofo italiano Norberto Bobbio</p><p>afirma que tal Escola foi marcada por uma concepção rigidamente estatal de direito. Como consequência</p><p>disso, temos o princípio da onipotência do legislador.</p><p>Segundo Bobbio, a Escola da Exegese nos leva a concluir que:</p><p>Resposta: A) a lei não deve ser interpretada segundo a razão e os critérios valorativos daquele que</p><p>deve aplicá-la, mas, ao contrário, este deve submeter-se completamente à razão expressa na própria</p><p>lei.</p><p>❖ A “Teoria do Ordenamento Jurídico”, para Norberto Bobbio, implica que</p><p>Resposta: B) o ordenamento jurídico regula o comportamento das pessoas e o modo de produção das</p><p>regras.</p><p>❖ Sobre análise de Norberto Bobbio considere as assertivas abaixo e assinale a alternativa que contenha</p><p>apenas assertivas corretas.</p><p>I - A estrutura do ordenamento jurídico, na análise de Norberto Bobbio, é formada pelas normas de</p><p>estrutura ou de competência.</p><p>II - É possível que exista ordenamento com uma única norma de estrutura, da qual decorrem várias</p><p>normas de conduta.</p><p>III - A unidade como marca fundamental do ordenamento exige, segundo a concepção exposta por</p><p>Norberto Bobbio, a existência de uma referência que irá organizar de modo a formar uma unidade. Essa</p><p>referência é entendida a partir da inclusão da fonte das fontes.</p><p>IV - A problemática da unidade dos ordenamentos, em geral, está vinculada às fontes de Direito. Assim,</p><p>há ordenamentos jurídicos simples cujas normas que os constituem são provenientes de uma única</p><p>fonte e os ordenamentos jurídicos</p>