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TRABALHO ACADÊMICO DE AV1

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COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
TRABALHO ACADÊMICO DE AV1
1- Olá pessoal, este é nosso Trabalho Acadêmico para a AV1*. 
2- Em virtude dos acontecimentos recentes, a nossa prova de AV1 foi substituída por este TRABALHO ACADÊMICO, COM O MESMO VALOR DE PROVA. O TRABALHO ACADÊMICO deverá ser feito em casa e enviado, pelo AVA, no espaço destinado ao ENVIO de ATIVIDADES. 
3- Este TRABALHO vale 7,0 pontos.
4- PRAZO DE ENTREGA: ATÉ O DIA 08 DE ABRIL.
TRABALHO:
 Para iniciar os nossos debates temáticos, eis a proposta:
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO SUGERIDO PARA A ATIVIDADE: “ COMUNICAÇÃO E TEXTUALIDADE”.
Em seguida, faça as Atividades Sugeridas.
Vamos refletir sobre os temas abaixo?
Comunicação e Textualidade 
Refletir sobre o nível de textualidade de um determinado texto, requer o entendimento, a priori, das concepções, que se tenha de língua e de sujeito. 
Concepção Antiga de Comunicação e Textualidade:
Segundo Koch, (2000) , na concepção de língua como representação do pensamento e de sujeito como senhor absoluto de suas ações e de seu dizer, o texto é visto como um produto lógico do pensamento (representação mental) do autor, nada mais cabendo ao leitor/ouvinte senão “captar” essa representação mental, juntamente com as intenções (psicológicas) do produtor, exercendo, pois, um papel essencialmente passivo. 
Na concepção de língua como código - portanto, como mero instrumento de comunicação – e de sujeito como (pré) determinado pelo sistema, o texto é visto como simples produto da codificação, é totalmente explícito. Também nesta concepção o papel do “decodificador” é essencialmente passivo. 
 X
Concepção Atual de Comunicação e Textualidade
Já na concepção interacional (dialógica) da língua, na qual os sujeitos são vistos como atores construtores sociais, o texto passa a ser considerado o próprio lugar da interação e os interlocutores, como sujeitos ativos que – dialogicamente – nele se constroem e são construídos. Desta forma há lugar, no texto, para toda gama de implícitos, dos mais variados tipos, somente detectáveis quando se tem, como pano de fundo, o contexto sócio- cognitivo dos participantes da interação.
 O sentido de um texto é, portanto, construído na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a essa interação. Também a coerência deixa de ser vista como mera propriedade ou qualidade do texto, passando a dizer respeito ao modo como os elementos do contexto mobilizados na interlocução, vêm a constituir, em virtude de uma edificação dos interlocutores, uma configuração veiculadora de sentidos. 
O que é texto? 
Pode-se definir texto ou discurso como ocorrência linguística falada ou escrita, de qualquer extensão, dotada de unidade sociocomunicativa, semântica e formal. 
 São elementos desse processo as peculiaridades de cada ato comunicativo, tais como: as intenções do produtor; o jogo de imagens mentais que cada um dos interlocutores faz de si, do outro e do outro com relação a si mesmo e ao tema do discurso; e o espaço de perceptibilidade visual e acústica comum, na comunicação face a face.
 Desse modo, o que é pertinente numa situação pode não ser na outra. O contexto sociocultural em que se insere o discurso também constitui elemento condicionante de seu sentido, na produção e na recepção, na medida em que delimita os conhecimentos partilhados pelos interlocutores, inclusive quanto às regras sociais da interação comunicativa (Uma certa “etiqueta” sociocomunicativa, que determina a variação de registros, de tom de voz, de postura, etc.). 
A segunda propriedade básica do texto é o fato de ele constituir uma unidade semântica; e, finalmente, o texto se caracteriza por sua unidade formal, material. 
 O que é textualidade? 
Beaugrande e Dressler (1983) apontam sete fatores responsáveis pela textualidade de um discurso qualquer: 
A) A coerência e a coesão, que se relacionam com o material conceitual e linguístico do texto.
B) A intencionalidade, a aceitabilidade, a situacionalidade, a informatividade e a intertextualidade têm a ver com fatores pragmáticos envolvidos no processo sociocomunicativo. 
 Os fatores pragmáticos da textualidade:
 Entre os cinco fatores pragmáticos por Beaugrande e Dressler (1983), os dois primeiros se referem aos protagonistas do ato de comunicação: a intencionalidade e a aceitabilidade. A intencionalidade concerne ao empenho do produtor em construir um discurso coerente, coeso e capaz de satisfazer os objetivos que tem em mente numa determinada situação comunicativa. A meta pode ser informar, ou impressionar, ou alarmar, ou convencer, ou persuadir, ou defender, etc., e é ela que vai orientar a confecção do texto. 
O outro lado da moeda é a aceitabilidade, que concerne à expectativa do recebedor de que o conjunto de ocorrências com que se defronta seja um texto coerente, coeso, útil e relevante, capaz de levá-lo a adquirir conhecimentos ou a cooperar com objetivos do produtor. 
O terceiro fator de textualidade, segundo Beaugrande e Dressler (1983), é a situacionalidade, que diz respeito aos elementos responsáveis pela pertinência e relevância do texto quanto ao contexto em que ocorre. É a adequação do texto à situação sociocomunicativa. 
A conjunção dos três fatores já mencionados resulta numa série de consequências para a prática comunicativa. Em primeiro lugar, é importante para o produtor saber com que conhecimentos do recebedor ele pode contar e que, portanto, não precisa explicitar no seu discurso. Esses conhecimentos podem advir do contexto imediato ou podem preexistir ao ato comunicativo. O interesse do recebedor pelo texto vai depender do grau de informatividade de que o último é portador. 
Esse é mais um fator de textualidade apontado por Beaugrande e Dressler (1983) e diz respeito à medida, na qual as ocorrências de um texto são esperadas ou não, conhecidas ou não, no plano conceitual e no formal. Beaugrande e Dressler (1983) falam ainda de um outro componente de textualidade: a intertextualidade, que concerne aos fatores que fazem a utilização de um texto dependente do conhecimento de outro(s) texto(s).
 Inúmeros textos só fazem sentido quando entendidos em relação a outros textos, que funcionam como seu contexto . Relacionando os conceitos de textos e textualidade, poder-se-ia dizer, em princípio, que a unidade textual se constrói, no aspecto sociocomunicativo, através de fatores pragmáticos (intencionalidade, aceitabilidade, situacionalidade, informatividade e intertextualidade); no aspecto semântico, através da coerência; e, no aspecto formal, através da coesão.
“COMO SE CONSEGUE INTERAGIR SOCIALMENTE ATRAVÉS DA LINGUAGEM?”
É necessário observar os seguintes fatores no ato comunicativo: 
S → SITUAÇÃO- Qual é a situação comunicativa?
P → PARTICIPANTES Quem são os participantes? 
E → FINS, PROPÓSITOS Qual é o propósito comunicativo?
A → SEQUÊNCIA DE ATOS Qual é a sequência de atos?
K → CÓDIGO Qual é o código? 
I → INSTRUMENTAIS Quais são os instrumentais?
N → NORMAS Quais as normas discursivas?
G → GÊNEROS Em que gênero textual?
Assim, a linguagem é marcada pela INTERATIVIDADE, bem como por uma característica de atividade SOCIAL. Se a linguagem é utilizada em um ambiente social, constituindo-se na relação entre interlocutores, é natural entendermos que a usamos com uma determinada finalidade. Nós nos munimos da linguagem com uma intenção. É justamente por isso que a linguagem ganha uma outra característica: a INTENCIONALIDADE.
Toda a preocupação, então, é no sentido de pensarmos em fazer o melhor uso da linguagem. Isto é,de buscarmos adequar os nossos enunciados aos nossos interlocutores, ao contexto em que se dá a situação comunicativa, ao gênero textual que utilizamos e às intenções que temos com aquele texto; lembrando que um texto sempre está vinculado a um sistema cultural e ideológico.
Leia mais sobre esse tema: Fatores da Textualidade: Comunicabilidade, Aceitabilidade e Situacionalidade. http://fatoresdetextualidade.blogspot.com/p/comunicabilidade_28.html
TRABALHO ACADÊMICO
VOCÊ DEVERÁ RESPONDER ÀS QUESTÕES 1 , 2 e 3.
QUESTÂO 1 – Tema 1 e 2 : A importância da comunicação e a língua e seus usos ( Vale 3,0)
Leia atentamente cada um dos textos elencados abaixo. Dos quatro textos, escolha APENAS UM para comentar criticamente, a partir das reflexões sobre o ato da comunicação e a construção do discurso; que são estudados amplamente nos temas 1,2.3, 4 e 5 do material didático. 
Em suas respostas, procure evidenciar a diferença entre a linguagem oral e a escrita, bem como estabelecer a distinção entre a linguagem culta ou formal e a linguagem coloquial ou informal; tendo como ponto de partida as intercorrências do processo da comunicação e a importância de se organizar a mensagem/texto com coerência e adequação à situação comunicativa. 
Organize o seu discurso em uma linguagem clara, coesa e objetiva. 
I)
Quando aceitamos que um texto tem uma intenção, um objetivo a atingir, atribuímos a ele uma característica de argumentação. Tal característica está ligada à intencionalidade. O Principio Cooperativo entre os interlocutores nos leva a enxergar a comunicação como um evento interativo. A existência da comunicação como um processo dinâmico implica que os participantes de tal evento aceitem fazer parte do “jogo da linguagem”, aceitem interagir, produzir sentidos, entrar em combate dialógico. E preciso se inserir, aceitar participar desse “jogo” para que o texto seja constituído durante o ato comunicativo.
 II) 
A linguagem é a maior criação da inteligência humana, pois é uma forma de acessar o mundo e o pensamento, tornando possível compreender e apreender as características dos fatos e objetos da realidade. Nós, seres humanos, somos, ao mesmo tempo, falantes e linguagem, considerando a linguagem uma criação humana, uma instituição sociocultural, que nos faz seres sociais e culturais. E, tendo a linguagem uma função social, ela é, antes de tudo, comunicação, expressão e compreensão. Essa função comunicativa está estreitamente combinada com o pensamento. A comunicação é uma espécie de função básica, porque permite a interação social e, ao mesmo tempo, organiza o pensamento, aguça a inteligência, aprimora a forma e o modo de viver no mundo.
 Ill)
Dominar a modalidade escrita da língua, em seu padrão culto, é, sem dúvida, requisito fundamental para o sucesso da vida acadêmica e profissional, por isso tem sido essa atividade cada vez mais valorizada em diferentes áreas de atuação, representando meio de integração e ascensão social. É necessário planejar o texto e identificar “para que escrever”, “para quem escrever”, “o que escrever” e “de que modo escrever”.
QUESTÂO 2: Tema 3: Acentuação Gráfica ( Vale 1,0)
Leia o texto abaixo:
Um país de analfabetos científicos 
A maioria da população brasileira não domina a linguagem científica necessária para lidar com situações cotidianas, tais como ler resultados de exames de sangue, calcular se o tanque tem gasolina suficiente para uma viagem, compreender o impacto de ações no meio ambiente ou entender a cobrança da conta de luz. Essa é a conclusão da primeira pesquisa nacional que mede o índice de letramento científico (ILC) do brasileiro, feita pelo Instituto Abramundo, em parceria com o Instituto Paulo Montenegro, do Grupo IBOPE, e a ONG Ação Educativa. Quase 65% da população metropolitana entre 14 e 50 anos, com mais de quatro anos de estudos, têm um ILC, no máximo, rudimentar. Pouco menos de um terço (31%) consegue entender textos com um grau um pouco maior de dificuldade, como interpretar a tabela de nutrientes em rótulos de produtos e especificações técnicas de produtos eletroeletrônicos. A maioria absoluta, 79%, além de não conseguir entender os termos científicos que lê, é incapaz de aplicar esse conhecimento a situações cotidianas, como ler um manual de instrução para usar um aparelho doméstico. Entre os que fazem ou fizeram curso superior, apenas 11% podem ser considerados proficientes. Há uma parcela significativa, de 37%, que não passa do nível rudimentar. Entre os que estudaram até o ensino médio, a situação é ainda mais crítica: apenas 1% é proficiente e mais da metade (52%) tem domínio rudimentar. "Nós já esperávamos um resultado ruim, mas o que veio foi péssimo”, afirma Ricardo Uzal, presidente do Abramundo. “Nós sabemos o quanto a ausência do domínio científico impede o exercício da cidadania. Quem tem esse domínio se coloca de forma diferente diante de problemas do dia a dia, sabe questionar, propor soluções, testar alternativas”. Uzal diz ainda que a pesquisa mostra que faltam políticas públicas adequadas, para melhorar o ensino de ciências nas escolas. Os resultados da pesquisa da Abramundo evidenciam ainda a falta de habilidade matemática aplicada ao dia a dia. “A Matemática serve como base para todas as outras ciências”, afirma Uzal. Para os organizadores da pesquisa do ILC, o resultado mostra a urgência de se criar políticas públicas de educação, para melhorar a eficiência do ensino da disciplina no ensino fundamental e médio. 
Disponível em:http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/09/um-pais-debanalfabetos-cientificosb.html>. Acesso em: 2 nov. 2016. Adaptado.
Escolha CINCO palavras do texto e explique a acentuação com base nas regras:
QUESTÂO 3: Temas 4 e 5: Os Gêneros Textuais e O Texto Argumentativo
( Vale 3,0)
Leia o texto abaixo com atenção:
Ouvir é um ato voluntário e ativo. Não pode ser ordenado, por ser um processo mental, e é fundamental para o estabelecimento de relações interpessoais. Relações que se realizam quando emissor e receptor assumem posturas positivas, ou seja, quando assumem comportamentos que os tornam ouvintes. Em outras palavras, quando assumem comportamentos que permitem o contato psicológico, ou seja, o encontro do EU com o TU.
Fundamental, então, para o estabelecimento de relações interpessoais, o ouvir se destaca das outras atividades de comunicação (ler, escrever, falar) por trazer consigo consequências. Para Rogers (1977, p. 223), quando se ouve alguém, verdadeiramente, e se apreende o que mais importa a essa pessoa, “ouvindo não apenas as palavras, mas a ela mesma, e fazendo-a saber que foram ouvidos os seus significados pessoais privados, surge um sentimento de gratidão, e a pessoa se sente liberta”. E, imersa nesse sentimento de liberdade, sente um forte desejo de transmitir mais coisas sobre o seu “pequeno-grande-mundo”, que habita poética e prosaicamente. 
Ainda segundo esse autor (idem, p. 223), nesse momento, vivenciando esse novo senso de liberdade, em que prevalece o viver em estado de poesia, “a pessoa pode se tornar mais acessível ao processo de mudança.”
MARQUES, M. Ora direis ouvir estrelas. 
Após a leitura do texto, responda à seguinte questão em dez (10) linhas, no máximo, EM LINGUAGEM ARGUMENTATIVA:
	O ato de ouvir é essencial para uma boa comunicação?
Não inicie o seu texto com “Sim” ou Não”. Elabore a frase-núcleo (introdução) com uma frase declarativa. Em seguida, desenvolva-a. Aborde aspectos do processo de comunicação.
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