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não erre mais portugues

Conjunto de questões e gabaritos de Comunicação e Redação sobre variação linguística (tempo), modelos de argumentação, acentuação de paroxítonas, uso do hífen segundo o Acordo Ortográfico de 2016 e homônimos/parônimos.

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Questões resolvidas

Uma língua nunca é falada da mesma forma por seus usuários, porque ela está sempre sujeita a variações. Existem vários aspectos que interferem na produção linguística e contribuem para o aparecimento dessas variações. Leia o fragmento a seguir, retirado de uma crônica de Carlos Drumond de Andrade: “Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.
Com base nos estudos da disciplina, assinale a alternativa que aponta corretamente a variação em que se encaixa o fragmento acima transcrito, retirado da crônica de Carlos Drummond de Andrade:
A Espaço
B Tempo

dicionário a grafia correta das palavras, pois o mesmo som pode ser representado por mais de uma letra. Exemplo: Casa / Azar. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com as orientações do livro base da disciplina, assinale a alternativa em que todas as lacunas devem ser preenchidas com 's':
A atrá(_), e(_)tender, e(_)tinção
B pau(_)a, marque(_)a, ca(_)ebre.
C talve(_), descan(_)ar, excur (_) ão.
D e(_)terminar, despreten(_)ão, an(_)iar.
E Mudan(_)a, talve(_), atrá(_)

“Veja o seguinte exemplo: “O salário de um professor é mais baixo do que um médico.” Da forma como foi escrita, a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Sem coerência, não é mesmo? Vamos redigi-la corretamente: “O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um médico.” ou “O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico”. Vejamos mais um exemplo: “O alcance do decreto é diferente da portaria.” Correção: “O alcance do decreto é diferente do alcance da portaria.” Ou “O alcance do decreto é diferente do da portaria.” Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com os temas abordados na bibliografia básica, escolha a alternativa abaixo que corresponde ao seguinte conceito: “Ao fazermos uma comparação, a omissão de certos termos, própria da língua falada, deve ser evitada na língua escrita, pois
A Porque
B Porquê
C Por que
D Por quê
E Por-quê

“Além da atenção que você precisa dar à construção dos parágrafos, é importante que a redação das frases não comprometa a clareza do texto.” Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 4.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas abaixo, e assinale a alternativa correta:
I – Na frase: O salário de um professor é mais baixo do que um médico, da forma como foi escrita a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Isso é chamado de erros de comparação
II – O uso excessivo da palavra “que” dever ser evitado na construção de frases.
III – A ausência de paralelismos é quando utilizamos chavões nas frases, que são aquelas expressões que perderam o sentido
IV – Quando usamos o sujeito como complemento na redação das frases, estamos repetindo ideias de forma desnecessária.
A Apenas as assertivas I e II estão corretas
B Apenas as assertivas I e III estão corretas
C Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
D Apenas as assertivas III e IV estão corretas
E Apenas as assertivas II e III estão corretas

Na língua portuguesa, existem quatro tipos de 'porquês'. Eles são utilizados em ocasiões diferentes. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao seguinte conceito: “Empregamos essa forma para introduzir uma interrogativa direta”.
A Porque
B Porquê
C Por que
D Por quê
E Por-quê

As comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecer à exigência do uso do padrão culto de linguagem e de certa formalidade de tratamento. Muitas vezes, escrevemos de acordo com a norma-padrão, porém fugimos da contemporaneidade, isto é, empregamos termos arcaicos e em desuso. Contudo, alguns aspectos da modernidade, como o uso de gíria e de ironia, devem ser abolidos. Devem ser evitados, ainda, a adjetivação excessiva e fechos extensos demais ou redundantes. Mais importante que o correto emprego da forma de tratamento exigida por uma autoridade deve ser o respeito à polidez e à civilidade no enfoque dado ao assunto do qual trata a comunicação. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
De acordo com o livro base, assinale a alternativa que corresponde corretamente à produção textual abaixo: Timbre do órgão público. Tipo e número do documento no alto da folha, à esquerda, seguidos da sigla do órgão remetente. Local e data por extenso. Vocativo seguido de vírgula (recorra à explicação do emprego de pronomes de tratamento, no próximo capítulo). Corpo do texto, estruturado da seguinte maneira: parágrafo de abertura, no qual é apresentado o assunto que vai ser tratado. Os parágrafos devem ser numerados a partir do segundo, com o detalhamento do assunto. Se houver muitas informações sobre o assunto, deve ser redigido um parágrafo para cada uma delas. Conclusão, na qual deve ser reafirmada a posição recomendada para o assunto tratado. Fecho: deve conter uma saudação ao destinatário. Assinatura do autor. Identificação do signatário (aquele que envia o documento).
A Partes de um memorando.
B Partes de um e-mail.
C Partes de um ofício.
D Partes de uma ATA.
E Partes de uma escritura.

Concordância é o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes harmonizam suas flexões com as das palavras de que dependem. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 6.
De acordo com as regras de concordância, leia as frases a seguir, e assinale a alternativa correta:
I. A garota fala as línguas alemã e inglesa.
II. A garota fala a língua alemã e a inglesa.
III. A garota fala as línguas alemãs e inglesas.
A Somente a frase III está correta.
B Estão corretas apenas as frases I e II.
C Estão corretas apenas as frases I e III.
D Estão corretas apenas as frases II e III.
E Está correta apenas a frase I.

Constituem vícios de linguagem as incorreções no uso da língua falada ou escrita. Resulta do descaso de quem se expressa ou do desconhecimento das exigências linguísticas da norma padrão. Um dos principais vícios de linguagem se trata do barbarismo, que consiste no uso errado da pronúncia, da forma ou da significação de uma palavra. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa que expressa o vício de linguagem barbarismo:
A Hoje o almirante da Marinha receberá sua condecoração.
B Não vejo uma luz no fim do túnel.
C Espero que você seja meu amigo.
D Meu coração por ti gela.
E As casas eram germinadas.

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Questões resolvidas

Uma língua nunca é falada da mesma forma por seus usuários, porque ela está sempre sujeita a variações. Existem vários aspectos que interferem na produção linguística e contribuem para o aparecimento dessas variações. Leia o fragmento a seguir, retirado de uma crônica de Carlos Drumond de Andrade: “Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.
Com base nos estudos da disciplina, assinale a alternativa que aponta corretamente a variação em que se encaixa o fragmento acima transcrito, retirado da crônica de Carlos Drummond de Andrade:
A Espaço
B Tempo

dicionário a grafia correta das palavras, pois o mesmo som pode ser representado por mais de uma letra. Exemplo: Casa / Azar. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com as orientações do livro base da disciplina, assinale a alternativa em que todas as lacunas devem ser preenchidas com 's':
A atrá(_), e(_)tender, e(_)tinção
B pau(_)a, marque(_)a, ca(_)ebre.
C talve(_), descan(_)ar, excur (_) ão.
D e(_)terminar, despreten(_)ão, an(_)iar.
E Mudan(_)a, talve(_), atrá(_)

“Veja o seguinte exemplo: “O salário de um professor é mais baixo do que um médico.” Da forma como foi escrita, a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Sem coerência, não é mesmo? Vamos redigi-la corretamente: “O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um médico.” ou “O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico”. Vejamos mais um exemplo: “O alcance do decreto é diferente da portaria.” Correção: “O alcance do decreto é diferente do alcance da portaria.” Ou “O alcance do decreto é diferente do da portaria.” Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com os temas abordados na bibliografia básica, escolha a alternativa abaixo que corresponde ao seguinte conceito: “Ao fazermos uma comparação, a omissão de certos termos, própria da língua falada, deve ser evitada na língua escrita, pois
A Porque
B Porquê
C Por que
D Por quê
E Por-quê

“Além da atenção que você precisa dar à construção dos parágrafos, é importante que a redação das frases não comprometa a clareza do texto.” Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 4.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas abaixo, e assinale a alternativa correta:
I – Na frase: O salário de um professor é mais baixo do que um médico, da forma como foi escrita a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Isso é chamado de erros de comparação
II – O uso excessivo da palavra “que” dever ser evitado na construção de frases.
III – A ausência de paralelismos é quando utilizamos chavões nas frases, que são aquelas expressões que perderam o sentido
IV – Quando usamos o sujeito como complemento na redação das frases, estamos repetindo ideias de forma desnecessária.
A Apenas as assertivas I e II estão corretas
B Apenas as assertivas I e III estão corretas
C Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
D Apenas as assertivas III e IV estão corretas
E Apenas as assertivas II e III estão corretas

Na língua portuguesa, existem quatro tipos de 'porquês'. Eles são utilizados em ocasiões diferentes. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao seguinte conceito: “Empregamos essa forma para introduzir uma interrogativa direta”.
A Porque
B Porquê
C Por que
D Por quê
E Por-quê

As comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecer à exigência do uso do padrão culto de linguagem e de certa formalidade de tratamento. Muitas vezes, escrevemos de acordo com a norma-padrão, porém fugimos da contemporaneidade, isto é, empregamos termos arcaicos e em desuso. Contudo, alguns aspectos da modernidade, como o uso de gíria e de ironia, devem ser abolidos. Devem ser evitados, ainda, a adjetivação excessiva e fechos extensos demais ou redundantes. Mais importante que o correto emprego da forma de tratamento exigida por uma autoridade deve ser o respeito à polidez e à civilidade no enfoque dado ao assunto do qual trata a comunicação. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
De acordo com o livro base, assinale a alternativa que corresponde corretamente à produção textual abaixo: Timbre do órgão público. Tipo e número do documento no alto da folha, à esquerda, seguidos da sigla do órgão remetente. Local e data por extenso. Vocativo seguido de vírgula (recorra à explicação do emprego de pronomes de tratamento, no próximo capítulo). Corpo do texto, estruturado da seguinte maneira: parágrafo de abertura, no qual é apresentado o assunto que vai ser tratado. Os parágrafos devem ser numerados a partir do segundo, com o detalhamento do assunto. Se houver muitas informações sobre o assunto, deve ser redigido um parágrafo para cada uma delas. Conclusão, na qual deve ser reafirmada a posição recomendada para o assunto tratado. Fecho: deve conter uma saudação ao destinatário. Assinatura do autor. Identificação do signatário (aquele que envia o documento).
A Partes de um memorando.
B Partes de um e-mail.
C Partes de um ofício.
D Partes de uma ATA.
E Partes de uma escritura.

Concordância é o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes harmonizam suas flexões com as das palavras de que dependem. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 6.
De acordo com as regras de concordância, leia as frases a seguir, e assinale a alternativa correta:
I. A garota fala as línguas alemã e inglesa.
II. A garota fala a língua alemã e a inglesa.
III. A garota fala as línguas alemãs e inglesas.
A Somente a frase III está correta.
B Estão corretas apenas as frases I e II.
C Estão corretas apenas as frases I e III.
D Estão corretas apenas as frases II e III.
E Está correta apenas a frase I.

Constituem vícios de linguagem as incorreções no uso da língua falada ou escrita. Resulta do descaso de quem se expressa ou do desconhecimento das exigências linguísticas da norma padrão. Um dos principais vícios de linguagem se trata do barbarismo, que consiste no uso errado da pronúncia, da forma ou da significação de uma palavra. Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa que expressa o vício de linguagem barbarismo:
A Hoje o almirante da Marinha receberá sua condecoração.
B Não vejo uma luz no fim do túnel.
C Espero que você seja meu amigo.
D Meu coração por ti gela.
E As casas eram germinadas.

Prévia do material em texto

Questão 1/9 - Comunicação e Redação
Uma língua nunca é falada da mesma forma por seus usuários, porque ela está sempre sujeita a variações. Existem vários aspectos que interferem na produção linguística e contribuem para o aparecimento dessas variações. Leia o fragmento a seguir, retirado de uma crônica de Carlos Drumond de Andrade: “Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio."
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 1.
Com base nos estudos da disciplina, assinale a alternativa que aponta corretamente a variação em que se encaixa o fragmento acima transcrito, retirado da crônica de Carlos Drummond de Andrade:
Nota: 11.1
	
	A
	Espaço
	
	B
	Tempo
Você acertou!
Gabarito: A alternativa correta é ‘Tempo’, conforme item ‘Língua padrão e variantes linguísticas’ do capítulo 1 do livro base. Tempo: o português falado hoje é diferente do português de décadas e, principalmente, de séculos atrás.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 26-27.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Questão 2/9 - Comunicação e Redação
Estudou-se na disciplina sobre os diversos modelos de argumentação, expondo-se que é preciso ter sempre em mente que a argumentação é o corpo do texto. Então leia o texto a seguir: “O fumo é o mais grave problema de saúde pública no Brasil. Assim como não admitimos que os comerciantes de maconha, crack ou heroína façam propaganda para os nossos filhos na TV, todas as formas de publicidade do cigarro deveriam ser proibidas terminantemente para os desobedientes.”
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 3.
Com base nos estudos da disciplina, assinale a alternativa que aponta corretamente o modelo de argumentação empregado no texto acima:
Nota: 11.1
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	D
	Argumentação por raciocínio lógico.
Você acertou!
Gabarito: Argumentação por raciocínio lógico. A criação das relações de causa e efeito é um recurso utilizado para demonstrar que uma conclusão (afirmada no texto) é necessária, e não fruto de uma interpretação pessoa que pode ser contestada. Exemplo: “O fumo é o mais grave problema de saúde pública no Brasil. Assim como não admitimos que os comerciantes de maconha, crack ou heroína façam propaganda para os nossos filhos na TV, todas as formas de publicidade do cigarro deveriam ser proibidas terminantemente para os desobedientes”.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p.144.
 
	
	
	
Questão 3/9 - Comunicação e Redação
Estudou-se na disciplina que acentuam-se as palavras paroxítonas (aquelas cuja sílaba tônica é a penúltima), porém somente quando terminadas em: L; N; R; X; OS; Ã(s); I(s); U(s); UM, UNS; NOS; ditongos crescentes; ditongos +EI, +EIS.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 1.
Com base nessas informações, observe as palavras apontadas abaixo e assinale a alternativa na qual as palavras foram acentuadas adequadamente: 
Nota: 11.1
	
	
	
	
	B
	Álbum, pólen.
Você acertou!
Gabarito: vôlei; gávea; álbum, pólen; ônix; elétron; espontâneo; órgãos; rubricas, íons.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 56.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Questão 4/9 - Comunicação e Redação
De acordo como o novo acordo ortográfico, que passou a vigorar em 2016, o hífen entre prefixos e falsos prefixos terminados em vogal e palavras iniciadas por r ou s, passaram a ter novas grafias.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 1.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa que aponta a grafia correta em relação ao uso do hífen entre prefixos e falsos prefixos terminados em vogal e palavras iniciadas por r ou s, conforme o acordo ortográfico que passou a vigorar em 2016:
Nota: 11.1
	
	
	
	
	
	
	
	C
	sobressaia
Você acertou!
Gabarito: infrassom; contrassenso; sobressaia; arquirrival; autorretrato.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 52.
 
	
	
	
	
	
	
Questão 5/9 - Comunicação e Redação
Homônimos são palavras que apresentam identidade (isto é, são iguais) na grafia e/ou na pronúncia, mas apresentam significação diferente. Parônimos são palavras parecidas na grafia e/ou na pronúncia. Lembre-se: Parecido não é igual!
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 2.
Assinale a alternativa cujas palavras substituem adequadamente as expressões sublinhadas na frase a seguir.
Parecia estar prestes a acontecer uma nova greve de ônibus, pois os empresários mostraram-se pouco sábios na resolução dos problemas dos trabalhadores, opondo-se à doação de aumento aos motoristas e cobradores.
Nota: 11.1
	
	
	
	
	B
	iminente – insipientes – cessão
Você acertou!
Gabarito: iminente significa que está a ponto de acontecer; insipientes – que não têm conhecimento, ignorantes; e cessão – ceder, conceder, doar.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 115 e 116.
 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Questão 6/9 - Comunicação e Redação
Após mais de duas décadas de discussões, no ano de 2016, um novo acordo ortográfico entrou em vigor no Brasil (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa). A adoção desse acordo constituiu-se em um passo em direção à pretendida unificação ortográfica de países lusófonos, isto é, aqueles cujo idioma oficial é a língua portuguesa: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, São Tomé, Guiná-Bissau e Timor Leste. Porém, essas alterações apresentadas pelo acordo dizem respeito a alguns itens.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 1.
Considerando os estudos feitos na disciplina, analise se os itens adiante dizem respeito às alterações mencionadas acima. Após, assinale a alternativa que representa a análise correta:
I. Alfabeto
II. Trema
III. Emprego do hífen
IV. Acentuação gráfica
V. Pontuação
Nota: 11.1
	
	
	
	
	B
	Somente os itens I, II, III e IV sofreram alterações com o novo acordo ortográfico
Você acertou!
Gabarito: Somente os itens I, II, III e IV sofreram alterações com o novo acordo ortográfico. As alterações feitas no novo acordo dizem respeito ao (à): Alfabeto, Trema, Emprego do hífen, Acentuação gráfica.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 48.
 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Questão 7/9 - Comunicação e Redação
Após mais de duas décadas de discussões, no ano de 2016 um novo acordo ortográfico entrou em vigor no Brasil (Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa). A adoção desse acordo apontou muitas mudanças na grafia de palavras.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 1.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa que aponta a grafia correta em relação ao uso do hífen, conforme o acordo ortográfico que passou a vigorar em 2016: 
 
Nota: 11.1
	
	A
	Deu um boa-noite a seus queridos alunos
Você acertou!
Gabarito: boa-noite (usada como substantivo é escrito com hífen); cão de guarda, paraquedas (perderam o hífen) cor-de-rosa e pé-de-meia (palavras consagradas conservaram o hífen)
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 55.
 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Questão 8/9 - Comunicaçãoe Redação
Com a expansão da internet, o e-mail tornou-se a forma mais rápida, barata e cômoda de comunicação entre pessoas e empresas.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 3.
Assinale a alternativa correta em relação às características do gênero textual e-mail:
 
Nota: 11.1
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	D
	É importante indicar no campo Assunto qual é o tema a ser tratado.
Você acertou!
Gabarito: É importante indicar no campo Assunto qual é o tema a ser tratado – as outras alternativas estão ao contrário do que é indicado no livro base.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 155-159.
	
	
	
Questão 9/9 - Comunicação e Redação
A diferença entre tema e título é frequente. Enquanto o tema compreende o assunto proposto para discussão, o título sintetiza o conteúdo discutido.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 3.
De acordo com as orientações do livro base, o título preferivelmente deve ser dado em que momento?
Nota: 11.1
	
	
	
	
	
	
	
	C
	Após a elaboração do texto.
Você acertou!
Gabarito: O título deve ser dado, preferencialmente, após a elaboração do texto.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 125.
	
	
	
	
	
	Questão 1/10 - Comunicação e Redação
A pontuação está a serviço da compreensão e, para isso, vale-se de sinais gráficos que devem ser utilizados de acordo com a estrutura interna do enunciado. Apresentou-se na disciplina as principais regras que norteiam o uso adequado da pontuação de textos em relação ao ponto; virgula; ponto e vírgula; dois pontos; reticências; travessão; aspas; e parênteses.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa correta em relação ao emprego adequado do sinal gráfico vírgula: 
 
Nota: 10.0
	
	A
	A semana da Arte Moderna, ocorreu em São Paulo, entre 13 a 19 de fevereiro de 1922.
	
	B
	Dr. Clóvis deixei em sua mesa todos os recados anotados.
	
	C
	Sejam bem-vindos senhores palestrantes.
	
	D
	Satélite da Terra, a Lua não é mais dos namorados.
Você acertou!
Gabarito: a alternativa correta é ‘Satélite da Terra, a Lua não é mais dos namorados’. A semana da Arte Moderna ocorreu em São Paulo, entre 13 a 19 de fevereiro de 1922 - Dr. Clóvis, deixei em sua mesa todos os recados anotados; Sejam bem-vindos, senhores palestrantes; Satélite da Terra, a Lua não é mais dos namorados; Ultimamente, tudo parece andar mais rápido.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 213-215.
	
	E
	Ultimamente tudo parece andar mais rápido.
Questão 2/10 - Comunicação e Redação
“Como você pode observar, em muitos exemplos da regência verbal ocorreu a presença da crase. Crase é um acento? Não. Crase é a fusão entre a preposição “a” e o artigo definido “a”, identificada pela presença do acento grave”. 
Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 8.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas abaixo, e assinale a alternativa correta:
I – Em palavras repetidas existe a ocorrência de crase. Exemplo: passo à passo, lado à lado e frente à frente. 
II – Não ocorre crase diante de palavras femininas empregadas em sentido geral. Veja o exemplo da seguinte frase: “Sempre vou a festas e reuniões”. Festas e reuniões estão apresentadas em sentido amplo, genérico.
III – Só ocorre crase diante de palavras femininas. Exemplo: Vou à secretaria.
IV –  A crase ocorre diante de palavras femininas e masculinas. Exemplo: “Prefiro um inimigo declarado à um falso amigo”.
Nota: 10.0
	
	A
	Apenas as assertivas III e IV estão corretas
	
	B
	Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
	
	C
	Apenas as assertivas II e III estão corretas
Você acertou!
Só ocorre crase diante de palavras femininas. Exemplo: Vou à secretaria; não ocorre crase diante de palavras femininas empregadas em sentido geral. Veja o exemplo da seguinte frase: “Sempre vou a festas e reuniões”. Festas e reuniões estão apresentadas em sentido amplo, genérico.
Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 8, p. 356, 357 e 358.
	
	D
	Apenas as assertivas I e III estão corretas
	
	E
	Apenas as assertivas II, III e IV estão corretas
Questão 3/10 - Comunicação e Redação
O emprego das letras em nosso idioma não é tarefa fácil. Muitas vezes é necessário buscar no dicionário a grafia correta das palavras, pois o mesmo som pode ser representado por mais de uma letra. Exemplo: Casa / Azar.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com as orientações do livro base da disciplina, assinale a alternativa em que todas as lacunas devem ser preenchidas com "s":
Nota: 10.0
	
	A
	atrá(_), e(_)tender, e(_)tinção
	
	B
	pau(_)a, marque(_)a, ca(_)ebre.
Você acertou!
Gabarito: a alternativa correta é ‘pausa – marquesa – casebre’.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 199 e 200.
	
	C
	talve(_), descan(_)ar, excur (_) ão.
	
	D
	e(_)terminar, despreten(_)ão, an(_)iar.
	
	E
	Mudan(_)a, talve(_), atrá(_)
Questão 4/10 - Comunicação e Redação
“Veja o seguinte exemplo: “O salário de um professor é mais baixo do que um médico.” Da forma como foi escrita, a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Sem coerência, não é mesmo? Vamos redigi-la corretamente: “O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um médico.” ou “O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico”. Vejamos mais um exemplo: “O alcance do decreto é diferente da portaria.” Correção: “O alcance do decreto é diferente do alcance da portaria.” Ou “O alcance do decreto é diferente do da portaria.” Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
De acordo com os temas abordados na bibliografia básica, escolha a alternativa abaixo que corresponde ao seguinte conceito: 
“Ao fazermos uma comparação, a omissão de certos termos, própria da língua falada, deve ser evitada na língua escrita, pois compromete a clareza do texto: nem sempre é possível identificar, pelo contexto, qual o termo omitido e, dessa forma, o sentido que se quer dar a uma frase”.
Nota: 10.0
	
	A
	Erros de Paralelismo.
	
	B
	Uso excessivo da palavra que.
	
	C
	Erros de comparação.
Você acertou!
Gabarito: Ao fazermos uma comparação, a omissão de certos termos, própria da língua falada, deve ser evitada na língua escrita, pois compromete a clareza do texto: nem sempre é possível identificar, pelo contexto, qual o termo omitido e, dessa forma, o sentido que se quer dar a uma frase. Exemplo: O salário de um professor é mais baixo do que um médico. Da forma como foi escrita, a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Sem coerência, não é mesmo? Vamos redigi-la corretamente: O salário de um professor é mais baixo do que o salário de um médico. Ou O salário de um professor é mais baixo do que o de um médico.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 187.
	
	D
	Erros de Barbarismo.
	
	E
	Erros de Clichês.
Questão 5/10 - Comunicação e Redação
Na língua portuguesa, existem quatro tipos de "porquês". Eles são utilizados em ocasiões diferentes.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
Assinale a alternativa correta correspondente ao seguinte conceito:“Empregamos essa forma sempre que ela apresentar sentido de explicação ou de causa”.
Nota: 10.0
	
	A
	Porque
Você acertou!
Gabarito: Porque: Empregamos essa forma sempre que ela apresentar sentido de explicação ou de causa. Exemplos: Choveu durante a noite, porque as ruas amanheceram molhadas. (explicação) Pedro quebrou a mão, porque caiu da árvore. (causa)
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 233.
	
	B
	Porquê
	
	C
	Por que
	
	D
	Por quê
	
	E
	Por-quê
Questão 6/10 - Comunicação e Redação
“Além da atenção que você precisa dar à construção dos parágrafos, é importante que a redação das frases não comprometa a clareza do texto.” 
Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 4.
Tendo como base a contextualização acima, e os conteúdos da disciplina, examine as assertivas abaixo, e assinale a alternativa correta:
I – Na frase: O salário de um professor é mais baixo do que um médico, da forma como foi escrita a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Isso é chamado de erros de comparação
II – O uso excessivo da palavra “que” dever ser evitado na construção de frases.
III –  A ausência de paralelismos é quando utilizamos chavões nas frases, que são aquelas expressões que perderam o sentido
IV –  Quando usamos o sujeito como complemento na redação das frases, estamos repetindo ideias de forma desnecessária.
Nota: 0.0
	
	A
	Apenas as assertivas I e II estão corretas
Na frase: O salário de um professor é mais baixo do que um médico, da forma como foi escrita a comparação ocorre entre o tamanho do salário e o tamanho do médico. Isso é chamado de erros de comparação; o uso excessivo da palavra que dever ser evitado na construção de frases. 
Fonte: VALLE, Maria Lúcia Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: Intersaberes, 2013, CAPÍTULO 4, p. 183, 185, 187 e 188. 
	
	B
	Apenas as assertivas I e III estão corretas
	
	C
	Apenas as assertivas I, II e III estão corretas
	
	D
	Apenas as assertivas III e IV estão corretas
	
	E
	Apenas as assertivas II e III estão corretas
Questão 7/10 - Comunicação e Redação
Na língua portuguesa, existem quatro tipos de "porquês". Eles são utilizados em ocasiões diferentes.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao seguinte conceito: “Empregamos essa forma para introduzir uma interrogativa direta”.
Nota: 0.0
	
	A
	Porque
	
	B
	Porquê
	
	C
	Por que
Comentário: Empregamos essa forma para introduzir uma interrogativa direta. Exemplo: Por que você não compareceu à reunião?
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 233.
	
	D
	Por quê
	
	E
	Por-quê
Questão 8/10 - Comunicação e Redação
As comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecer à exigência do uso do padrão culto de linguagem e de certa formalidade de tratamento. Muitas vezes, escrevemos de acordo com a norma-padrão, porém fugimos da contemporaneidade, isto é, empregamos termos arcaicos e em desuso. Contudo, alguns aspectos da modernidade, como o uso de gíria e de ironia, devem ser abolidos. Devem ser evitados, ainda, a adjetivação excessiva e fechos extensos demais ou redundantes. Mais importante que o correto emprego da forma de tratamento exigida por uma autoridade deve ser o respeito à polidez e à civilidade no enfoque dado ao assunto do qual trata a comunicação.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 5.
De acordo com o livro base, assinale a alternativa que corresponde corretamente à produção textual abaixo:
Timbre do órgão público.
Tipo e número do documento no alto da folha, à esquerda, seguidos da sigla do órgão remetente. Local e data por extenso.
Vocativo seguido de vírgula (recorra à explicação do emprego de pronomes de tratamento, no próximo capítulo).
Corpo do texto, estruturado da seguinte maneira: parágrafo de abertura, no qual é apresentado o assunto que vai ser tratado.
 
Os parágrafos
Os parágrafos devem ser numerados a partir do segundo, com o detalhamento do assunto. Se houver muitas informações sobre o assunto, deve ser redigido um parágrafo para cada uma delas.
Conclusão, na qual deve ser reafirmada a posição recomendada para o assunto tratado. Fecho: deve conter uma saudação ao destinatário.
Assinatura do autor.
Identificação do signatário (aquele que envia o documento).
Nota: 0.0
	
	A
	Partes de um memorando.
	
	B
	Partes de um e-mail.
	
	C
	Partes de um ofício.
Gabarito: Ofício é o meio de comunicação escrita utilizado pelos órgãos públicos. As instituições civis, religiosas ou comerciais não enviam ofícios. O que define um documento como ofício não é apenas a formatação, mas o caráter oficial de seu conteúdo. Isso não significa que a linguagem deva ser sofisticada. Ela deve ser sóbria, mas clara e objetiva. Segundo Odacir e Mariúsa Beltrão (2007, p. 279), “nos processos administrativos, as citações, notificações e intimações são feitas, em geral, por meio de ofício. A citação judicial é feita por mandato, edital, precatória ou rogativa”. O papel em que é redigido o ofício deve conter timbre, símbolo, armas ou apenas o carimbo do órgão público que o expede. Em 1991, a Presidência da República criou uma comissão para escrever um manual de redação oficial, cujo objetivo era padronizar e simplificar as normas que regulamentam a produção escrita de documentos e atos oficiais.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, pp. 229-230.
 
	
	D
	Partes de uma ATA.
	
	E
	Partes de uma escritura.
Questão 9/10 - Comunicação e Redação
Concordância é o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes harmonizam suas flexões com as das palavras de que dependem.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 6.
De acordo com as regras de concordância, leia as frases a seguir, e assinale a alternativa correta:
I. A garota fala as línguas alemã e inglesa.
II. A garota fala a língua alemã e a inglesa.
III. A garota fala as línguas alemãs e inglesas.
Nota: 0.0
	
	A
	Somente a frase III está correta.
	
	B
	Estão corretas apenas as frases I e II.
Gabarito: A frase III está errada, pois dá sentido que há várias línguas alemãs e inglesas.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 254 e 255
	
	C
	Estão corretas apenas as frases I e III.
	
	D
	Estão corretas apenas as frases II e III.
	
	E
	Está correta apena a frase I.
Questão 10/10 - Comunicação e Redação
Constituem vícios de linguagem as incorreções no uso da língua falada ou escrita. Resulta do descaso de quem se expressa ou do desconhecimento das exigências linguísticas da norma padrão. Um dos principais vícios de linguagem se trata do barbarismo, que consiste no uso errado da pronúncia, da forma ou da significação de uma palavra.
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, capítulo 4.
Considerando os estudos feitos na disciplina, assinale a alternativa que expressa o vício de linguagem barbarismo:
Nota: 0.0
	
	A
	Hoje o almirante da Marinha receberá sua condecoração.
	
	B
	Não vejo uma luz no fim do túnel.
	
	C
	Espero que você seja meu amigo.
	
	D
	Meu coração por ti gela.
	
	E
	As casas eram germinadas.
Gabarito: O barbarismo consiste no uso errado da pronúncia, da forma ou da significação de uma palavra. Exemplos: As casas eram germinadas. (em vez de geminadas).
Referência: VALLE, Maria L. Elias. Não erre mais: língua portuguesa nas empresas. Curitiba: InterSaberes, 2013, p. 181-182.

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