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A distribuição e a utilização da energia psíquica, Cap 2,p. 58,59 Prof. ª Leonei Martins Psicologia/Personalidade * 16/7/96 * ## A dinâmica da personalidade Consiste na maneira pela qual a energia psíquica é distribuída e utilizada pelo Id, ego e superego. A quantidade de energia é limitada Existe um comprometimento entre os três sistema pela energia disponível Um sistema obtém o controle da energia disponível á custa dos dois outros sistemas * 16/7/96 * ## Á medida que um Sistema se torna mais forte Os outros dois necessariamente se tornam mais fracos, a menos que uma nova energia seja acrescentada ao Sistema total * 16/7/96 * ## Originalmente O id possui toda a energia e a utiliza para ação reflexa e para a realização do desejo por meio do processo primário. Ambas as atividades estão a serviço direto do Princípio do prazer Pelo qual o id opera Esse investimento de energia Em uma ação ou imagem que vai gratificar um instinto é chamado de escolha objetal ou catexia objetal A energia do Id Está em um estado muito fluido, o que significa que ela pode ser facilmente desviada de uma ação ou imagem para outra ação ou imagem. A qualidade deslocável dessa energia instintual se deve a incapacidade do id de fazer discriminações sutis entre os objetos Os objetos diferentes são tratados como se fossem o mesmo. Ex; um bebê faminto vai pegar qualquer objeto que puder agarrar e o levará aos lábios. Uma vez que o ego não tem nenhuma fonte de energia própria, ele precisa toma-la emprestada do Id O desvio de energia do Id Para os processos que constituem o ego faz se por meio de um mecanismo conhecido como: IDENTIFICAÇÃO O Id Não distingue entre imagem subjetiva e realidade objetiva. Quando ele investe energia psíquica na imagem de um objeto, é o mesmo que investir no próprio objeto. * 16/7/96 * ## ENTRETANTO: Se uma imagem mental não pode satisfazer uma necessidade, a pessoa é forçada a diferenciar entre o mundo da mente e o mundo externo. Ela precisa aprender a diferença entre uma memória ou ideia de um objeto que não está presente e uma impressão ou percepção sensorial de um objeto que está presente Então, a fim de satisfazer a necessidade, a pessoa tem de aprender a comparar o que está em sua mente ao seu equivalente no mundo externo, por meio do processo secundário Essa comparação * 16/7/96 * ## De uma representação mental com a realidade física, de algo que está na mente, com algo que está no mundo externo, é o que chamamos de identificação. A identificação permite que o processo secundário substitua ou suplante o processo primário. Uma vez que o ego armazenou energia suficiente, pode usá-la para outros propósitos além do da gratificação dos instintos pelo processo secundário. Parte da energia é usada para levar a um nível superior de desenvolvimento vários processos psicológicos. Como; Perceber, lembrar, julgar, discriminar, abstrair, generalizar e raciocinar Parte da energia tem de ser usada pelo ego para impedir o Id de agir impulsiva e irracionalmente Essas forças restritivas são conhecidas como anticatexia, em distinção ás forças pulsionais ou catexias. Á medida que o ID se torna muito ameaçador O EGO erige defesas contra ele. Conhecidos como MECANISMO DE DEFESA O ego tem um excedente de energia para usar para outros propósitos. Como o executivo da organização da personalidade, usa a energia para efetuar uma integração entre os três sistemas. Referências * 16/7/96 * ## Teorias da Personalidade Calvin Hall Gardner Limdzey John Campbell