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CENTRO EDUCACIONAL FUTURA RIACHO DAS ALMAS__ DE FEVEREIRO DE 2019 ESTUDANTE:_____________________________________7º ANO PROFESSOR: JOÃO PAULO MATEMÁTICA “Não há um ramo da matemática, por mais abstrata que seja, que não possa ser aplicada algum dia aos fenômenos do mundo real.” Nikolai Lobachevski – Matemático russo ATIVIDADE DE REVISÃO AVALIATIVA 1. Márcia planejou umas camisetas para os alunos que vão participar da Olimpíada de Matemática. Para facilitar a distribuição das 123 camisetas, Márcia, Tiago, Marcos e Sérgio organizaram as camisetas em grupos com uma mesma quantidade. Sérgio sugeriu que fossem pacotes com 5 camisetas. Marcos sugeriu que, em cada pacote, fossem colocadas 2 camisetas. Márcia julgou que o ideal fossem 3 camisetas por pacote e Tiago deu a ideia de fazer grupos de 10 camisetas. Quem sugeriu a distribuição de todas as camisetas em pacotes de quantidades iguais? (A) Márcia. (B) Marcos. (C) Sérgio. (D) Tiago. 2. (EPCAR) Uma abelha-rainha dividiu as abelhas de sua colméia nos seguintes grupos para exploração ambiental: um composto de 288 batedoras e outro grupo de 360 engenheiras. Sendo você a abelha-rainha e sabendo que cada grupo deve ser dividido em equipes constituídas de um mesmo e maior número de abelhas possível, então você redistribuiria suas abelhas em: (A) 8 grupos de 81 abelhas (B) 9 grupos de 72 abelhas (C) 24 grupos de 27 abelhas (D) 2 grupos de 324 abelhas 3. Uma vendedora de salgados recebeu uma encomenda de 150 esfiras, 90 empadas e 60 pastéis, com a seguinte recomendação: os salgados devem ser divididos em quantidades iguais e colocados em caixas de tal modo que em cada caixa exista apenas um tipo de salgado. Então, para que a vendedora economize o máximo na aquisição de caixas, quantos salgados deverão ser colocados em cada caixa: (A) 10 (B) 20 (C) 30 (D) 50 4. Um grupo de amigos está a jogar dominó. O João tem uma única peça na mão. "A soma das pintas é um divisor de 18". Qual das seguintes peças pode ser a do João? 5. Responda sim ou não: a) 24 é múltiplo de 2? b) 52 é múltiplo de 4? c) 50 é múltiplo de 8? d) 1995 é múltiplo de 133? 6.Alguns automóveis estão estacionados na rua. Se você contar as rodas dos automóveis, o resultado pode ser 42? Pode ser 72? Por que? 7. Escreva os 5 primeiro múltiplos de 9: 8. Escreva as 5 primeiros múltiplos comuns de 8 e de 12: 9. Ache o MMC: a) MMC (9, 18) b) MMC (20, 25) c) MMC (4,10) 10. Complete a tabela: DIVIDENDO DIVISOR QUOCIENTE RESTO 124 4 31 0 161 5 X X 31 7 X X 2020 2 X X CENTRO EDUCACIONAL FUTURA RIACHO DAS ALMAS__ DE FEVEREIRO DE 2019 ESTUDANTE:_____________________________________8º ANO PROFESSOR: JOÃO PAULO MATEMÁTICA “Não há um ramo da matemática, por mais abstrata que seja, que não possa ser aplicada algum dia aos fenômenos do mundo real.” Nikolai Lobachevski – Matemático russo ATIVIDADE DE REVISÃO AVALIATIVA 1)Em 8² = 64, responda às seguintes perguntas: a) Qual é a base? b) Qual é o expoente? c) Qual é a potência? 2)Escreva na forma de potência,depois dê os resultados: a) 6 · 6 · 6 · 6 = b) 9 · 9 = c) 7 · 7 · 7 · 7 · 7 · 7 · 7 · 7 = d) a · a · a · a · a = 3)Calcule o que se pede: a) O quadrado de 15; b) O dobro de 15; c) O cubo de 8; d) O triplo de 8; 4) Calcule: a) √ 400 = b) √121 = c) √144 = d) √169 = e) √225 = f) √625 = 5) Calcule o valor das expressões (primeiro as potências): a) 35 + 5²= b) 50 - 4² = c) -18 + 10² = d) -6² + 20 = e) -12 - 1⁷ = f) -2⁵ - 40 = 6)Reduza a uma só potência: a) 5⁶ . 5² = b) x⁷. x⁸= c) x⁵ .x³ . x = d) m⁷ . m⁰ . m⁵ = e) a . a² . a = f) 2⁴ . 2 . 2⁹ = 7) Encontre as potências de: a) (-3)⁷ : (-3)² = b) (+4)¹⁰ : (+4)³ = c) (-5)⁶ : (-5)² = d) (+3)⁹ : (+3) = e) (-2)⁸ : (-2)⁵ = f) (-3)⁷ : (-3) =. 8)Aplique a propriedade da potência de potência: a) [(-4)² ]³ = b) [(+5)³ ]⁴ = c) [(-3)³ ]² = d) [(-7)³ ]³ = e) [(+2)⁴ ]⁵ = f) [(-7)⁵ ]³ = 9)Calcule: a) √25 + √16 = b) √9 - √49 = c) √1 + √0 = d) √100 - √81 + √4 = e) -√36 + √121 + √9 = f) √144 + √169 -√81 = 10) Verifique se há a raiz dos seguintes números: a) √4 = b) √-4 = c) -√4 = d) √64 = e) √-64 = f) -√64 = CENTRO EDUCACIONAL FUTURA RIACHO DAS ALMAS__ DE FEVEREIRO DE 2019 ESTUDANTE:_____________________________________6º ANO PROFESSOR: JOÃO PAULO MATEMÁTICA “Não há um ramo da matemática, por mais abstrata que seja, que não possa ser aplicada algum dia aos fenômenos do mundo real.” Nikolai Lobachevski – Matemático russo Outros animais têm o sentido do número, mas só a humanidade conta No grande clássico "Número, a linguagem da ciência", publicado pela primeira vez em 1930, o historiador da matemática Tobias Dantzig (1884 - 1956) conta o seguinte episódio. Um proprietário estava determinado a matar um corvo que fizera o ninho numa torre da sua casa. O problema é que de cada vez que entrava na torre o pássaro fugia, ficava observando e só voltava depois que o homem saía da torre. O dono recorreu a um estratagema: entraram dois homens juntos na torre e só saiu um. Mas o pássaro não se deixou enganar: só voltou ao ninho depois que o segundo homem saiu. Nos dias seguintes repetiram o truque, sucessivamente com dois, três e até quatro homens, mas sempre sem sucesso. Finalmente, entraram cinco homens na torre e saíram quatro. Dessa vez deu certo: incapaz de distinguir entre quatro e cinco o corvo voltou ao ninho. Existem outras evidências de que algumas espécies de animais têm um "sentido do número". Dantzig também menciona um inseto, a vespa solitária, que põe os ovos em células individuais nas quais armazena, para cada ovo, lagartas vivas que servirão de alimento ao recém-nascido. O que é notável é que o número de lagartas em cada célula é sempre exatamente o mesmo, embora varie segundo a espécie da vespa: algumas espécies colocam 5 lagartas em cada célula, outras 12, algumas chegam a colocar 24. Como é que a vespa faz? Mais incrível ainda, existe uma espécie em que o macho é bem menor que a fêmea. De algum modo, a mãe adivinha se nascerá um macho ou uma fêmea e coloca 10 lagartas para os ovos femininos e apenas 5 para os masculinos. Há outros exemplos, mas o sentido do número parece mesmo estar restrito a algumas espécies de aves e de insetos. É surpreendente que nunca tenha sido observado em mamíferos, nem sequer nos primatas superiores, com exceção dos humanos. Aliás, a maioria de nós também não consegue distinguir números maiores do que quatro "no olho", ou seja, sem contar. A técnica da contagem é a grande descoberta da humanidade para lidar com os números de modo muito mais potente do que qualquer outra espécie. Ninguém sabe quando começamos a contar, como nem por quê. Nem sequer sabemos se começamos a contar com números cardinais (um, dois, três...) ou ordinais (primeiro, segundo, terceiro...). A primeira teoria é a mais popular entre os especialistas. Motivada por necessidades práticas, a humanidade teria sido levada a representar certos objetos (ovelhas, pessoas, mercadorias) por meio de outros objetos (pedras, entalhes em pedaços de madeira, nós em cordas). Até o dia, que provavelmente se repetiu em inúmeros locais e civilizações, em que alguém percebeu que existe algo em comum entre "três ovelhas" e "três pedras", que é o conceito abstrato de "três". Nesse dia nasceu o conceito de número. Algumas línguas preservam vestígios do período anterior. Por exemplo, no idioma das ilhas Fiji a palavra para 10 é "koro" se estivermos falando de cocos e "bolo" se o assunto for barcos. E o povo Tauade da Nova Guiné usa palavras diferentes para falar de pares de machos, pares de fêmeas e pares mistos. Talvez seja por isso também que, emportuguês, falemos de "alcateia de lobos", mas nunca de "alcateia de ovelhas". Mais recentemente, alguns antropólogos têm sugerido que a principal motivação para a descoberta da contagem teria sido a realização de certos rituais religiosos, que precisam ser executados em ordem bem definida. Isso teria conduzido a humanidade, inicialmente, a contar em números ordinais. Seja como for, está claro que a descoberta da técnica da contagem foi difícil e complexa. O fato de termos duas mãos, dois olhos etc. certamente facilitou o acesso ao conceito abstrato de número 2 (o 1 é um caso à parte: os próprios gregos da era clássica não consideravam 1 um número!). Mas o passo seguinte é muito mais recente do que se poderia imaginar. Na língua dos sumérios, o povo da Mesopotâmia que inventou a escrita cinco mil anos atrás, a palavra "es" significa tanto "três" quanto "muitos". Certas línguas africanas que sobreviveram até os nossos dias têm palavras apenas para "um", "dois" e "muitos". A palavra inglesa "thrice" pode significar "três vezes" ou "muitos". Em francês, a semelhança entre "trois", três, e "très", muito, também pode ser um indício semelhante de um estágio primitivo da técnica da contagem. Os nativos das ilhas do estreito de Torres, próximo da Austrália, foram um passo adiante: "urapun" significa 1, "okosa" significa 2 e então "okosa-urapun" é 3 e "okosa-okosa" é 4. Certas línguas da Amazônia brasileira, da África e da Austrália usam construções idênticas. O famoso matemático e economista americano David Gale (1921-2008) conta a seguinte história em um de seus artigos, que afirma ser verdadeira –e eu acredito. Era uma vez uma menininha de três anos chamada Clara, que tinha acabado de aprender a contar. Ela conseguia contar as cadeiras da sala e os degraus da escada. Um dia o pai decidiu testá-la. "Filha, aqui estão quatro pirulitos para você". Mas só entregou três. Clara pegou os pirulitos e contou obediente: "Um, dois, quatro". Mas então, confusa: "Cadê o terceiro, papai?"