Logo Passei Direto
Buscar

REVISA GOIÁS 8 ANO LP E MAT _OUTUBRO E NOVEMBRO_ESTUDANTE

Ferramentas de estudo

Mês do Cliente Passei Direto

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um conjunto de leis representado pela lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que estabelece os direitos e os deveres das crianças e dos adolescentes. Essa lei é muito importante porque regulamenta o artigo 227 da Constituição Federal, que define as crianças e os adolescentes como sujeitos de direitos.
Qual é a finalidade do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)? Quando o ECA foi criado?

Com a criação do ECA, as crianças e adolescentes ganham direitos e deveres garantidos por lei, tornando-se sujeitos ativos na sociedade. No entanto, por estarem em uma fase crucial de desenvolvimento, eles são mais vulneráveis em termos sociais, psicológicos e físicos.
Qual é a função do Conselho Tutelar em relação à proteção das crianças e dos adolescentes?

De acordo com o ECA, considera-se criança alguém com menos de 12 anos, e adolescente aquele que tem entre 12 e 18 anos.
De acordo com o ECA, a partir de que idade denomina-se 'criança' e 'adolescente'?

Para o uso cotidiano de qualquer gênero de texto que circula em nossa sociedade, é necessário que se conheça sua finalidade, função social e organização social.
Dessa forma, conclui-se que o gênero estatuto
(A) estabelece o direito de todos os cidadãos.
(B) caracteriza-se pelo uso da linguagem coloquial.
(C) caracteriza-se pelo uso de uma variedade linguística regional não padrão.
(D) pertence à esfera jurídica, por tratar-se de leis e tem como finalidade estabelecer normas e regras de conduta.

O capítulo II do ECA trata do direito à Liberdade, ao respeito e à Dignidade.
Qual a ideia principal tratada nesse capítulo do ECA?
(A) falar da infância e suas brincadeiras.
(B) argumentar a favor do trabalho infantil.
(C) comentar a responsabilidade de ser criança.
(D) discutir sobre os direitos da criança e do adolescente.

A Lei 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece diversos preceitos que garantem os direitos das crianças e adolescentes.
Marque (V) ou (F) nas alternativas, conforme os preceitos estabelecidos pela Lei 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente:
a) ( ) Essa lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
b) ( ) Ao adolescente portador de deficiência não é assegurado trabalho protegido.
c) ( ) A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
d) ( ) Não se considera como aprendizagem a formação técnico-profissional ministrada segundo as diretrizes e bases da legislação de educação em vigor.

“A criança e o adolescente têm direito à proteção, à vida e à .............................., mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o ............................ e o desenvolvimento ............... e harmonioso, em condições ................... de existência.” Assinale a alternativa que contém os vocábulos que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do dispositivo legal apresentado.
(A) saúde … nascimento … sadio … dignas
(B) liberdade … crescimento … saudável … vitais
(C) saúde … despontar … criterioso … normais
(D) segurança … estudo … regular … excelentes
(E) propriedade … enriquecimento … habilidoso … dignas

O gráfico em linhas mostra as evoluções e diminuições de determinado fenômeno. Ana Paula é coordenadora pedagógica de uma escola e, preocupada com a infrequência de seus alunos do 6° ao 9° ano, observou as faltas diárias ao longo de um mês e computou a média da infrequência no gráfico de linhas.
Com base no gráfico, texto III, é possível afirmar que o dia da semana que os alunos menos faltam é
(A) terça-feira.
(B) sexta-feira.
(C) quarta-feira.
(D) segunda-feira.

Os gráficos em barra são os mais utilizados e indicam, geralmente, um dado quantitativo sobre diferentes variáveis, lugares ou setores e não dependem de proporções.
Pela leitura do gráfico, pode-se afirmar que
(A) o estilo musical preferido pela turma é hip hop.
(B) o estilo musical menos ouvido é o sertanejo.
(C) a maioria dos alunos dessa turma prefere forró a outros estilos musicais.
(D) a quantidade de alunos que prefere hip hop é igual à quantidade que optou por forró.

Leia o texto VI.
De acordo com o texto VI, em 2024, o avanço do desemprego tem relação com aquecimento na
(A) História.
(B) Geografia.
(C) Economia.
(D) Matemática.

É possível observar que a maioria do texto teatral é dialogado, desse modo, as marcas da oralidade se fazem presentes.
Sobre a linguagem adotada nessa peça, predomina a/o
(A) formalidade para que o leitor consiga entender de forma clara os acontecimentos.
(B) coloquialismo com a finalidade de deixar o diálogo menos compreensível ao leitor.
(C) regionalismo, pois contém expressões direcionadas principalmente para o público leigo.
(D) informalidade, porque recorre com frequência a expressões empregadas no cotidiano das pessoas.

No texto, há uma palavra escrita dentro dos parênteses em “caixa alta”: “(ACORDANDO)”, com a intenção de
(A) mostrar que alguém estava dormindo muito.
(B) separar uma opinião das personagens.
(C) revelar como a personagem deve agir.
(D) apresentar uma atitude do narrador.

O texto teatral tem como finalidade principal
(A) revelar como o narrador deve agir numa história contada.
(B) promover uma reflexão a respeito de um assunto narrado.
(C) contar uma história por meio de uma sequência de ações reais.
(D) servir à representação teatral, expressar sentimentos, provocar reflexões etc.

A gradação é uma figura de linguagem, relacionada com a enumeração, na qual são expostas determinadas ideias de forma crescente ou decrescente. Destaque um trecho em que está presente uma gradação.

No texto teatral, além das falas há, também, as rubricas que orientam o modo de agir das personagens. Elas podem ser de interpretação e de movimento.
Retire do texto um exemplo de rubrica.

As Figuras de Linguagem são palavras ou expressões conotativas/figuradas, por isso, apresentam um sentido que ultrapassa a linguagem comum, literal (denotativa).
Com a ajuda do seu(sua) professor(a), identifique, em cada trecho, a figura de linguagem predominante.
a) “Fala de novo, anjo brilhante, porque és tão glorioso para esta noite, sobre a minha fronte, como o emissário alado das alturas ser poderia para os olhos brancos e revirados dos mortais atônitos[...]”
b) “... que, para vê-lo, se reviram, quando montado passa nas ociosas nuvens e veleja no seio do ar sereno.”

A escolha de determinada palavra ou expressão, bem como o uso de figuras de linguagem, devem ser percebidas pelo leitor como mais uma forma de o autor manifestar suas intenções comunicativas.
Explique a intenção do autor ao utilizar a expressão destacada no trecho seguir.
“Que é Montecchio? Não será mão, nem pé, nem braço ou rosto, nem parte alguma que pertença ao corpo.”

O texto narrativo é baseado na ação que envolve personagens, tempo, espaço e conflito entre outros elementos da narrativa.
Nesse contexto, qual é o acontecimento/fato que dá origem ao conflito da narrativa?

Segundo o texto, chegando ao planeta Terra, o Pequeno Príncipe encontra uma raposa e logo quer brincar com ela.
Por que a raposa disse que ainda não poderia brincar com ele?

Identifique a que / quem os termos destacados estão se referindo.
a) “— Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem —”
b) “— Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.”

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um conjunto de leis representado pela lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990, que estabelece os direitos e os deveres das crianças e dos adolescentes. Essa lei é muito importante porque regulamenta o artigo 227 da Constituição Federal, que define as crianças e os adolescentes como sujeitos de direitos.
Qual é a finalidade do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)? Quando o ECA foi criado?

Com a criação do ECA, as crianças e adolescentes ganham direitos e deveres garantidos por lei, tornando-se sujeitos ativos na sociedade. No entanto, por estarem em uma fase crucial de desenvolvimento, eles são mais vulneráveis em termos sociais, psicológicos e físicos.
Qual é a função do Conselho Tutelar em relação à proteção das crianças e dos adolescentes?

De acordo com o ECA, considera-se criança alguém com menos de 12 anos, e adolescente aquele que tem entre 12 e 18 anos.
De acordo com o ECA, a partir de que idade denomina-se 'criança' e 'adolescente'?

Para o uso cotidiano de qualquer gênero de texto que circula em nossa sociedade, é necessário que se conheça sua finalidade, função social e organização social.
Dessa forma, conclui-se que o gênero estatuto
(A) estabelece o direito de todos os cidadãos.
(B) caracteriza-se pelo uso da linguagem coloquial.
(C) caracteriza-se pelo uso de uma variedade linguística regional não padrão.
(D) pertence à esfera jurídica, por tratar-se de leis e tem como finalidade estabelecer normas e regras de conduta.

O capítulo II do ECA trata do direito à Liberdade, ao respeito e à Dignidade.
Qual a ideia principal tratada nesse capítulo do ECA?
(A) falar da infância e suas brincadeiras.
(B) argumentar a favor do trabalho infantil.
(C) comentar a responsabilidade de ser criança.
(D) discutir sobre os direitos da criança e do adolescente.

A Lei 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece diversos preceitos que garantem os direitos das crianças e adolescentes.
Marque (V) ou (F) nas alternativas, conforme os preceitos estabelecidos pela Lei 8.069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente:
a) ( ) Essa lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.
b) ( ) Ao adolescente portador de deficiência não é assegurado trabalho protegido.
c) ( ) A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
d) ( ) Não se considera como aprendizagem a formação técnico-profissional ministrada segundo as diretrizes e bases da legislação de educação em vigor.

“A criança e o adolescente têm direito à proteção, à vida e à .............................., mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o ............................ e o desenvolvimento ............... e harmonioso, em condições ................... de existência.” Assinale a alternativa que contém os vocábulos que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do dispositivo legal apresentado.
(A) saúde … nascimento … sadio … dignas
(B) liberdade … crescimento … saudável … vitais
(C) saúde … despontar … criterioso … normais
(D) segurança … estudo … regular … excelentes
(E) propriedade … enriquecimento … habilidoso … dignas

O gráfico em linhas mostra as evoluções e diminuições de determinado fenômeno. Ana Paula é coordenadora pedagógica de uma escola e, preocupada com a infrequência de seus alunos do 6° ao 9° ano, observou as faltas diárias ao longo de um mês e computou a média da infrequência no gráfico de linhas.
Com base no gráfico, texto III, é possível afirmar que o dia da semana que os alunos menos faltam é
(A) terça-feira.
(B) sexta-feira.
(C) quarta-feira.
(D) segunda-feira.

Os gráficos em barra são os mais utilizados e indicam, geralmente, um dado quantitativo sobre diferentes variáveis, lugares ou setores e não dependem de proporções.
Pela leitura do gráfico, pode-se afirmar que
(A) o estilo musical preferido pela turma é hip hop.
(B) o estilo musical menos ouvido é o sertanejo.
(C) a maioria dos alunos dessa turma prefere forró a outros estilos musicais.
(D) a quantidade de alunos que prefere hip hop é igual à quantidade que optou por forró.

Leia o texto VI.
De acordo com o texto VI, em 2024, o avanço do desemprego tem relação com aquecimento na
(A) História.
(B) Geografia.
(C) Economia.
(D) Matemática.

É possível observar que a maioria do texto teatral é dialogado, desse modo, as marcas da oralidade se fazem presentes.
Sobre a linguagem adotada nessa peça, predomina a/o
(A) formalidade para que o leitor consiga entender de forma clara os acontecimentos.
(B) coloquialismo com a finalidade de deixar o diálogo menos compreensível ao leitor.
(C) regionalismo, pois contém expressões direcionadas principalmente para o público leigo.
(D) informalidade, porque recorre com frequência a expressões empregadas no cotidiano das pessoas.

No texto, há uma palavra escrita dentro dos parênteses em “caixa alta”: “(ACORDANDO)”, com a intenção de
(A) mostrar que alguém estava dormindo muito.
(B) separar uma opinião das personagens.
(C) revelar como a personagem deve agir.
(D) apresentar uma atitude do narrador.

O texto teatral tem como finalidade principal
(A) revelar como o narrador deve agir numa história contada.
(B) promover uma reflexão a respeito de um assunto narrado.
(C) contar uma história por meio de uma sequência de ações reais.
(D) servir à representação teatral, expressar sentimentos, provocar reflexões etc.

A gradação é uma figura de linguagem, relacionada com a enumeração, na qual são expostas determinadas ideias de forma crescente ou decrescente. Destaque um trecho em que está presente uma gradação.

No texto teatral, além das falas há, também, as rubricas que orientam o modo de agir das personagens. Elas podem ser de interpretação e de movimento.
Retire do texto um exemplo de rubrica.

As Figuras de Linguagem são palavras ou expressões conotativas/figuradas, por isso, apresentam um sentido que ultrapassa a linguagem comum, literal (denotativa).
Com a ajuda do seu(sua) professor(a), identifique, em cada trecho, a figura de linguagem predominante.
a) “Fala de novo, anjo brilhante, porque és tão glorioso para esta noite, sobre a minha fronte, como o emissário alado das alturas ser poderia para os olhos brancos e revirados dos mortais atônitos[...]”
b) “... que, para vê-lo, se reviram, quando montado passa nas ociosas nuvens e veleja no seio do ar sereno.”

A escolha de determinada palavra ou expressão, bem como o uso de figuras de linguagem, devem ser percebidas pelo leitor como mais uma forma de o autor manifestar suas intenções comunicativas.
Explique a intenção do autor ao utilizar a expressão destacada no trecho seguir.
“Que é Montecchio? Não será mão, nem pé, nem braço ou rosto, nem parte alguma que pertença ao corpo.”

O texto narrativo é baseado na ação que envolve personagens, tempo, espaço e conflito entre outros elementos da narrativa.
Nesse contexto, qual é o acontecimento/fato que dá origem ao conflito da narrativa?

Segundo o texto, chegando ao planeta Terra, o Pequeno Príncipe encontra uma raposa e logo quer brincar com ela.
Por que a raposa disse que ainda não poderia brincar com ele?

Identifique a que / quem os termos destacados estão se referindo.
a) “— Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem —”
b) “— Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.”

Prévia do material em texto

Estudante 
Outubro/Novembro - 2024
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
2
Revisa Goiás
LÍNGUA PORTUGUESA
Semana 1 - Outubro
GRUPO DE ATIVIDADES
Contextualizando o gênero 
textual, o tema e o campo 
de atuação
1. Antes da leitura dos textos, vamos conversar? 
• Você sabe o que é Estatuto? 
• O que é o ECA? Você sabe que ele também é 
um estatuto? 
• Alguém já falou para você sobre a importância 
dos estatutos para a preservação dos direitos e 
deveres do cidadão?
Estudante, você sabia que “Toda disposição de lei 
é um estatuto que permite, ordena ou proíbe alguma 
coisa”? É, portanto, um conjunto de normas ou regras 
observadas por uma instituição jurídica, a serem ado-
tadas como lei orgânica, pelas quais ela passa a ser 
regida. Isto é, “estatutos”, é a Lei ou Regulamento, em 
que se fixam os princípios institucionais ou orgânicos 
de uma coletividade ou corporação, pública ou priva-
da. Vamos ficar por dentro do que seja um estatuto?
O que é Estatuto?
Estatuto é um conjunto de normas jurídicas cuja 
característica comum é estabelecer regras de orga-
nização e funcionamento de uma sociedade, insti-
tuição, órgão, estabelecimento, empresa pública ou 
privada. A palavra “estatutos” significa o conjunto 
de normas jurídicas que disciplinam um instituto de 
direito ou os direitos e deveres de uma classe profis-
sional, de uma entidade pública ou privada, nacional, 
estrangeira ou internacional.
Disponível em:https://www.profnelsonjr.com/post/generos-textuais-estatuto. Acesso em: 20 jun. 2024.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é 
um conjunto de leis representado pela lei federal nº 
8.069, de 13 de julho de 1990, que estabelece os di-
reitos e os deveres das crianças e dos adolescentes. 
Essa lei é muito importante porque regulamenta o ar-
tigo 227 da Constituição Federal, que define as crian-
ças e os adolescentes como sujeitos de direitos, em 
Agora que você já conversou com seu(sua) pro-
fessor(a) sobre o gênero textual Estatuto, vamos 
aprender mais???? Para isso, comece lendo o texto e 
procure resolver as atividades propostas. Contamos 
com você!!!
condição peculiar de desenvolvimento, demandando 
uma proteção integral e prioritária por parte da famí-
lia, da sociedade e do Estado. 
Portanto, o ECA define os deveres da família, da 
sociedade e do Estado para assegurar à criança (até 
12 anos) e ao adolescente (12-18 anos), com absoluta 
prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à 
educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à 
dignidade, à liberdade e à convivência familiar e co-
munitária, além de colocá-los a salvo de toda forma 
de negligência, discriminação, exploração, violência, 
crueldade e opressão." 
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/eca.htm . Acesso em: 20 de jun. 2024.
Leia o texto. 
Texto I 
O Estatuto da Criança e do Adolescente, também 
conhecido como ECA, é uma lei federal criada em 1990 
para garantir os direitos das crianças e dos adolescen-
tes. Esse documento reconhece que eles são sujeitos 
de direitos e que estão em uma fase especial de desen-
volvimento, por isso, precisam de proteção total e prio-
ritária da família, da sociedade e do Estado. 
Objetivos gerais do ECA 
Uma das ideias principais do ECA é que todos os ór-
gãos públicos, instituições e organizações da sociedade 
civil devem trabalhar juntos para proteger os direitos 
das crianças e dos adolescentes. Isso significa que eles 
devem se unir para responsabilizar qualquer pessoa que 
tenha violado esses direitos e para garantir que os ins-
trumentos previstos pelo sistema sejam aplicados corre-
tamente. É uma verdadeira interação de todos os atores 
envolvidos nesse processo de cuidado e proteção. 
De acordo com essa lei, considera-se criança al-
guém com menos de 12 anos, e adolescente aquele 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
3
que tem entre 12 e 18 anos. Em situações específicas 
previstas em lei, pode-se aplicar excepcionalmente es-
sas regras também para pessoas com idade entre 18 e 
21 anos. 
Cidadãos com direitos e deveres 
Com a criação do ECA, as crianças e adolescentes 
ganham direitos e deveres garantidos por lei, tornan-
do-se sujeitos ativos na sociedade. No entanto, por 
estarem em uma fase crucial de desenvolvimento, eles 
são mais vulneráveis em termos sociais, psicológicos e 
físicos. Por isso, é fundamental que as crianças e ado-
lescentes conheçam e compreendam o conteúdo do 
ECA, para que possam construir uma sociedade mais 
justa e igualitária. Infelizmente, no Brasil, devido ao his-
tórico colonialista, muitas pessoas desconhecem essas 
leis, o que as torna suscetíveis a abusos de poder. 
Conselho Tutelar
O Conselho Tutelar é um órgão composto de pro-
fissionais que se unem para proteger as crianças e ado-
lescentes. São cinco membros, escolhidos por meio de 
eleição pela comunidade, com a missão de garantir que 
esse grupo tenha uma vida feliz e segura, com seus di-
reitos e deveres cumpridos. 
Além de direitos importantes a serem garantidos, 
há também deveres que cabe a esse público cumprir. 
Como por exemplo: é dever da criança e do adolescen-
te respeitar pais e responsáveis; frequentar a escola; 
respeitar os professores e demais funcionários; respei-
tar o próximo; participar das atividades em família e em 
comunidade; preservar espaços públicos; proteger o 
meio ambiente; participar de atividades educacionais. 
Disponível em:https://www.tudosaladeaula.com/2023/07/atividade-sobre-estatudo-da-crianca-e-do-adolescente-anos-fi nais.
html. Acesso em: 25 jun. 2024. (Adaptado).
2. Qual é a finalidade do Estatuto da Criança e do Ado-
lescente (ECA)? Quando o ECA foi criado? 
3. Qual é a função do Conselho Tutelar em relação à 
proteção das crianças e dos adolescentes? 
4. De acordo com o ECA, quais são as responsabilida-
des dos órgãos públicos, instituições e organizações da 
sociedade civil em relação aos direitos das crianças e 
dos adolescentes? 
(A) Garantir a proteção total e prioritária da família, 
permitindo políticas públicas de orientações para 
pais ou responsáveis. 
(B) Trabalhar em conjunto para responsabilizar os 
infratores e aplicar corretamente os instrumentos 
previstos em lei. 
(C) Promover a integração social dos jovens em con-
flito com a lei, promovendo recursos financeiros para 
sua manutenção. 
(D) Oferecer apoio financeiro para as famílias vulne-
ráveis e estabelecer diretrizes para os jovens de rua.
ampliando 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Estudante, um estatuto segue a seguinte estrutu-
ra: I. Títulos. II. Artigos. III. Parágrafos. IV. Incisos e VI. 
Alíneas. Assim, as normas são dispostas em artigos, 
que geralmente se indicam pela abreviatura “art.” Ar-
tigos podem adotar divisões em parágrafos, incisos e 
alíneas, quando necessário. Às vezes se usa o termo 
caput em textos jurídicos. Significa “cabeça”, em latim. 
O caput indica a parte principal de um artigo, para di-
ferenciá-la de parágrafos, incisos e alíneas. Parágra-
fos, incisos e alíneas servem para tratar de aspectos 
específicos de um artigo em um texto normativo. 
Quando um artigo possui apenas um parágrafo, este é 
identificado como “parágrafo único”. Quando possui 
mais de um parágrafo, estes usam numeração ordi-
nal com o símbolo § (que se lê “parágrafo”): § 1.º, § 2.º 
etc. Incisos de artigos são numerados com algarismos 
romanos: incisos I, II, III etc. Alíneas de artigos são 
identificadas por letras minúsculas, às vezes em itáli-
co (alíneas a, b, c etc.). Agora, vamos identificar esses 
elementos estruturais em um Estatuto? 
Leia o texto. 
Texto II 
Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente 
e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o 
Congresso
Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Título I
Das Disposições Preliminares
Art. 1º Esta Lei dispõedisse sem querer 
um momento de pausa. (...)
Olhei na direção do Augustus Waters, que me de-
volveu o olhar. Quase dava para ver através dos olhos 
dele, de tão azuis que eram.
— Vai chegar um dia - eu disse - (...)Vai chegar um dia em 
que não vai sobrar nenhum ser humano sequer para lem-
brar que alguém já existiu ou que nossa espécie fez qual-
quer coisa nesse mundo. Não vai sobrar ninguém para se 
lembrar de Aristóteles ou de Cleópatra, quanto mais de 
você. Tudo o que fizemos, construímos, escrevemos, pen-
samos e descobrimos vai ser esquecido e tudo isso aqui. 
— Fiz um gesto abrangente - vai ter sido inútil. Pode ser 
que esse dia chegue logo e pode ser que demore mi-
lhões de anos, mas, mesmo que o mundo sobreviva a 
uma explosão do Sol, não vamos viver para sempre. (...) 
E se a inevitabilidade do esquecimento humano preo-
cupa você, sugiro que deixe esse assunto para lá. (...)
Assim que terminei, fez-se um longo silêncio, e eu pude 
ver um sorriso se abrindo de um canto ao outro no 
rosto do Augusto – não o tipo de sorriso (...) do garoto 
tentando (...) me encarar, mas um sorriso sincero, quase 
maior que a cara dele. 
— Caramba! – Disse ele baixinho – Não é que você é 
mesmo demais!
Disponível em: https://diogoprofessor.blogspot.com/2015/09/atividade-partir-do-romance-culpa-e-das.html Acesso em: 14 ago. 
2024. (Adaptado).
Observe o trecho:
“— Caramba! - Disse ele baixinho – Não é que você 
é mesmo demais! “
6. O ponto de exclamação nesse trecho reforça a ideia de
(A) afirmação. (C) admiração.
(B) conclusão. (D) interrogação.
7. O termo destacado “demais” no final da frase, ex-
pressa ideia de
(A) adição. (C) explicação.
(B) oposição. (D) intensidade.
Leia um fragmento do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Título I
Das Disposições Preliminares
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à 
criança e ao adolescente.
Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se 
excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre de-
zoito e vinte e um anos de idade. [...]
Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os di-
reitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem 
prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, as-
segurando-se lhes, por lei ou por outros meios, todas 
as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o 
desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e so-
cial, em condições de liberdade e de dignidade.
Parágrafo único. Os direitos enunciados nesta Lei apli-
cam-se a todas as crianças e adolescentes, sem discri-
minação de nascimento, situação familiar, idade, sexo, 
raça, etnia ou cor, religião ou crença, deficiência, con-
dição pessoal de desenvolvimento e aprendizagem, 
condição econômica, ambiente social, região e local de 
moradia ou outra condição que diferencie as pessoas, 
as famílias ou a comunidade em que vivem. (incluído 
pela Lei nº 13.257, de 2016). [...]
Disponível em: www.planalto.gov.br Acesso: 28 set. 2021.(Fragmento) 
8. A linguagem utilizada no Estatuto da Criança e do 
Adolescente é
(A) formal, clara e objetiva, com vocabulário técnico.
(B) regional, clara e objetiva, com vocabulário coloquial.
(C) informal, literária, subjetiva, com vocabulário 
coloquial.
(D) poética, permeada de subjetividade, com voca-
bulário conotativo.
9. Em “... assegurando-se lhes, por lei ou por outros 
meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de 
lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, 
espiritual e social, em condições de liberdade e de dig-
nidade.”, a palavra destacada significa 
(A) combater. (C) contradizer.
(B) desprezar. (D) proporcionar.
10. Qual o assunto principal tratado no fragmento de 
texto?
(A) Falar da infância e suas brincadeiras.
(B) Argumentar a favor do trabalho infantil.
(C) Comentar a responsabilidade de ser adolescente.
(D) Discutir sobre os direitos da criança e do adoles-
cente. 
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
20
Revisa Goiás
MATEMÁTICA
Diagnóstico
Semana 1 - Outubro
1. Observe a reta numérica, a seguir.
Nesta reta, o ponto P corresponde à fração:
(A)
(B)
(C)
(D)
(A)
(B)
(C)
(D)
2. Marta foi ao supermercado e realizou uma com-
pra no valor de R$ 536,70. Ela pagou com 3 notas de 
R$ 200,00.
Qual foi o troco de Marta?
(A) R$ 36,30 (C) R$ 136,70
(B) R$ 63,30 (D) R$ 346,30
3. Analise os números, a seguir:
Quais destes números representa uma dízima periódica?
(A) I e II. (C) II e IV.
(B) II e III. (D) III e IV.
4. (MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Adaptada) Sejam 
x e y dois números reais. Sendo x = 2,333… e y = 0,1212…, 
dízimas periódicas. 
A soma das frações geratrizes de x e y é:
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
5. Em determinada prova, um candidato que acertou 
13 questões recebeu um total de 39 pontos. 
Sabendo que o valor das questões é sempre o mesmo, 
um candidato que obteve 54 pontos, acertou um total de
(A) 15 questões. (C) 17 questões.
(B) 16 questões. (D) 18 questões.
6. Em uma empresa, a razão entre o número de mulhe-
res e o número de homens é de . Sabendo que há 60 
homens nessa empresa, então o número de mulheres é:
(A) 18 (C) 36
(B) 27 (D) 42
7. (Enem 2020 – Adaptado) Uma empresa de ônibus 
utiliza um sistema de vendas de passagens que fornece 
a imagem de todos os assentos do ônibus, diferencian-
do os assentos já vendidos, por uma cor mais escura, dos 
assentos ainda disponíveis. A empresa monitora, perma-
nentemente, o número de assentos já vendidos e com-
para-o com o número total de assentos do ônibus para 
avaliar a necessidade de alocação de veículos extras.
Na imagem tem-se a informação dos assentos já vendi-
dos e dos ainda disponíveis em um determinado instante.
A razão entre o número de assentos já vendidos e o to-
tal de assentos desse ônibus, no instante considerado 
na imagem, é:
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
(A) 
(B) 
(C) 
(D) 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
21
8. (UFRGS Adaptado) O proprietário de um carro bi-
combustível verificou que percorria a mesma distância 
gastando 60 litros de álcool ou 42 litros de gasolina. 
Concluiu, então, que só seria vantajoso abastecer o 
veículo com gasolina quando a razão entre o preço do 
litro do álcool e o preço do litro da gasolina fosse
(A) menor que 0,4.
(B) maior que 0,5 e menor que 0,6.
(C) maior que 0,6 e menor que 0,7.
(D) maior que 0,7.
9. (IF-SP – Adaptada) Para fazer uma viagem, levamos 
em consideração duas grandezas: velocidade do meio de 
transporte e tempo de viagem. Essas duas grandezas são
(A) Completamente proporcionais.
(B) Não proporcionais.
(C) Diretamente proporcionais.
(D) Inversamente proporcionais.
10. (Enem 2012 – Adaptado) Nos shopping centers, 
costumam existir parques com vários brinquedos e jo-
gos. Os usuários colocam créditos em um cartão, que 
são descontados por período de uso dos jogos.
Dependendo da pontuação da criança no jogo, ela re-
cebe certo número de tíquetes para trocar por produ-
tos nas lojas dos parques.
Suponha que o período de uso de um brinquedo em 
certo shopping custa R$ 3 e que uma bicicleta custa 
9200 tíquetes.
Para uma criança que recebe 20 tíquetes por tempo de 
jogo, o valor, em reais, gasto com créditos para obter a 
quantidade de tíquetes para trocar pela bicicleta é
(A) 153. (C) 1218.
(B) 460. (D) 1380.
11. Um veículo, a 110 km/h, gasta 3 horas em determi-
nado percurso. 
Qual seria sua velocidade se o tempo gasto nesse per-
curso fosse de 5 horas? 
(A) 90 km/h (C) 55 km/h
(B) 66 km/h (D) 45 km/h
12. Um automóvel gasta 6 horas em um percurso com 
velocidade de 30 km/h. 
Qual será a velocidade desse automóvel se ele gastar 
duas horas nesse mesmo percurso?
(A) 90 km/h (C) 30 km/h
(B) 60 km/h (D) 20 km/h
Semana 2 - Outubro
GRUPO DE ATIVIDADES
o que precisamos 
saber?
O CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS ()
Os números racionais são aqueles que podem ser 
escritos na forma de fração, em que o numerador é 
um número inteiro() e o denominador é um núme-
ro inteiro não nulo, diferente de zero (*). Observe 
como podemos descrever esse conjunto utilizando a 
linguagem matemática. 
Um número racional pode ser representado de 
diferentes formas.
Veja alguns exemplos de onde podemos encon-
trar esses números em nosso cotidiano: 
Fonte: https://bityli.com/xNnbkXH. Acesso em 22 de set. de 2022- Adaptado.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
22
Números racionais representados na reta numérica
Assim como os números inteiros, cada número 
racional pode ser representado por um ponto na reta 
numérica. Para representar um número racional, na 
reta numérica, precisamos analisar o sentido da reta 
(positivo ou negativo) e, a partir do zero, proceder de 
maneira semelhante à representação de uma fração 
ou de um número decimal na reta.
Exemplo 1: Localizar o ponto 
Dividimos o segmento entre os números 0 e 1 em 
três partes iguais, pois o denominador é 3. A partir 
do zero, marcamos o ponto B após duas das partes, 
pois o numerador é 2 e, à direita do zero, pois o nú-
mero é positivo.
 
Exemplo 2: Localizar o ponto 
Dividimos o segmento entre os números – 1 e 0 
em quatro partes iguais, pois o denominador é 4. A 
partir do zero, marcamos o ponto C após três das par-
tes, pois o numerador é 3 e, à esquerda do zero, pois o 
número é negativo.
 
Exemplo 3: Localizar o ponto A = – 1,8
Dividimos o segmento entre os números – 2 e – 1 
em dez partes iguais, pois precisamos indicar os dé-
cimos de um número. A partir do – 1, marcamos o 
ponto A após oito das partes, pois são 8 décimos e, 
à esquerda do zero, pois o número é negativo. Logo, 
marcamos 1 inteiro e 8 décimos negativos. 
 
ATIVIDADES
1. Considere os números, a seguir, e marque-os na reta 
numérica.
2. Observe a reta numérica, a seguir. 
Nesta reta, qual é o número que corresponde ao ponto P?
(A) 3,5 (C) 3,7
(B) 3,6 (D) 3,8
Vamos avançar?
NÚMEROS DECIMAIS
Decimais exatos são os decimais mais simples, 
pois possuem uma parte decimal finita.
Dízimas periódicas são números decimais em que, 
a partir de alguma casa decimal, um algarismo ou gru-
po de algarismos passa a se repetir infinitamente.
Os números racionais são aqueles que podem ser 
representados na forma de fração, já os números de-
cimais não periódicos e com infinitas casas decimais, 
não podem ser representados na forma de uma fração, 
portanto são conhecidos como números irracionais. 
Ou seja,
Representação decimal 
Observe alguns exemplos de números irracionais:
• 0,303003000…
• 1,203040…
• 2 = 1,4142135…
• 3 = 1,7320508…
• 	π	=	3,141592…
Exemplo 4: 
Pesquisas mostram que a altura média do ho-
mem, nos anos 1000, era cerca de 1,68 m e, nos anos 
2000, passou para cerca de 1,75 m. Com base nessas 
pesquisas, a altura média do homem teve um aumen-
to de quantos centímetros? 
Solução: 
Anos 1000 média = 1,68 m.
Anos 2000 média = 1,75 m.
1,75-1,68=0,07
De 1,68 para 1,75 houve um aumento de 0,07 m, 
porém a questão pede em centímetros, basta conver-
termos m em cm. Como 1 metro = 100 centímetros, 
houve um aumento médio de 7 cm. 
Exemplo 5: 
Dona Karla comprou uma dúzia de um certo pro-
duto por R$ 162,00 e resolveu vender cada unidade 
por R$ 19,75. Se ela comprar e vender 35 dessas uni-
dades ela terá lucro ou prejuízo? 
Solução: 
Dona Karla comprou doze unidades, de um certo 
produto por R$ 162,00
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
23
Assim, o valor de cada unidade → R$ 13,50.
Como ela vende cada unidade por R$ 19,75, pode-
mos descobrir o lucro por unidade:
Comprando e vendendo 35 dessas unidades 
Exemplo 6: 
O campeão de uma competição de corrida, de 100 
metros livres, cruzou a linha de chegada em um tempo 
de 12,63 segundos e, o último colocado demorou a 
mais que o tempo do campeão para cruzar a linha de 
chegada. Qual foi o tempo que o último colocado, des-
ta corrida, demorou para concluir o percurso? 
Solução: 
O último colocado demorou 12,63 segundos + 
de 12,63. 
Somando: 12,63 + de 12,63 
Desta forma, o tempo gasto pelo último colocado, 
para percorrer os 100 metros, foi de 16,84 segundos. 
Exemplo 7: 
Numa prova de matemática com cinquenta ques-
tões valendo 1 ponto cada, Sandra obteve 37,5 pon-
tos, Marcela acertou 70% da prova e Rafaela . Quem 
obteve a maior nota dentre as 3 colegas?
Solução: 
Para descobrirmos quem obteve maior nota, deve-
mos encontrar a pontuação de cada uma das meninas. 
Sandra .
Marcela .
Rafaela .
Logo, dentre as 3 colegas, a que obteve a maior 
nota foi Rafaela. 
ATIVIDADES
3. Imagine que Joaquim tem um bolo dividido em 15 
pedaços iguais. Joaquim decidiu comer desse bolo. 
Quantos pedaços ele comeu?
Sabendo que Lucas pagou as compras com uma 
nota de R$ 100,00, quanto ele recebeu de troco?
5. Uma corrida de táxi é cobrada da seguinte maneira: 
R$ 5,50 de taxa fixa, mais R$ 2,80 por quilômetro rodado.
Quanto custará uma corrida de 5 quilômetros?
(A) R$ 8,30 (C) R$ 14,00
(B) R$ 10,50 (D) R$ 19,50
6. Observe a lousa do professor de Marcos. 
Para cada par de números, escritos por ele, qual núme-
ro tem o maior valor?
Desta forma, ela obtém 
um lucro de R$ 6,25 por 
unidade. 
Ela terá lucro de R$ 218,75. 
4. Lucas foi ao açougue e comprou três tipos de carne: 
1 kg de acém, 0,8 kg de peito e 0,5 kg de cupim. Os va-
lores dessas carnes, no açougue, constam no quadro, 
a seguir.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
24
7. Laura elaborou um planejamento diário para orga-
nizar seu tempo entre os afazeres. Ela passa do dia 
dormindo, trabalhando, estudando e no restante do 
dia ela lê e assiste TV.
Quantas horas por dia ela passa lendo e assistindo TV?
(A) 8 horas. (C) 5 horas.
(B) 6 horas. (D) 4 horas.
8. No aniversário de Mariana, ela distribuiu do bolo 
entre seus familiares. Do restante, metade ela distri-
buiu a seus amigos e a outra metade ela guardou na 
geladeira para comer posteriormente. 
Que fração do bolo Mariana guardou na geladeira?
Vamos ampliar?
DÍZIMA PERIÓDICA
A dízima periódica é um número que possui sua 
parte decimal infinita e periódica, isto é, a partir de 
alguma casa após a vírgula, passam a repetir uma de-
terminada sequência de algarismos de forma infinita.
Na representação decimal a dízima periódica pode 
ser representada de duas maneiras. Podemos inserir, 
ao final do número, reticências (…) ou podemos colo-
car um traço acima do seu período (parte que se re-
pete na dízima).
Exemplos:
Dízimas periódicas simples são aquelas que 
apresentam, após a vírgula, apenas algarismos que 
se repetem. 
Exemplos de dízimas periódicas simples:
 � 0,121212… → parte inteira igual a 0 e o perío-
do igual a 12.
 � 345,189189189 → parte inteira igual a 345 e 
período igual a 189.
Dízimas periódicas compostas são aquelas que 
apresentam, após a vírgula, algarismos que não se 
repetem (antiperíodos) e algarismos que se repetem 
(períodos).
ATIVIDADES
9. Dê dois exemplos de dizima periódica simples e com-
posta. 
10. Escreva qual é o número decimal que representa 
cada uma das frações, a seguir.
11. Encontre a fração equivalente, com denominador 
de base 10, das seguintes frações:
a)
b)
c)
d)
a)
b)
c)
d)
12. Complete o quadro, a seguir:
São exemplos de dízimas compostas:
 � 3,11777… → parte inteira igual a 3, antiperío-
do igual a 11 e período igual a 7.
 � 122,8303030 → parte inteira igual a 122, an-
tiperíodo igual a 8 e período igual a 30.
Como as dízimas periódicas pertencem ao con-
junto dos números racionais, elas podem ser repre-
sentadas como uma fração que denominamos fração 
geratriz. 
Lembre-se que, nos casos em que temos dízimas 
exatas, podemos obtê-las a partir das frações em que 
o denominador possui base 10.
Semana 3 - Outubro
Revisa Goiás
Secretaria de Estadoda Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
25
13. Converta as frações para a forma decimal e classifi-
que cada número em decimal exato ou dízima periódica.
a)
b)
c)
d)
14. Ainda em relação ao que estudamos sobre dízimas 
periódicas, julgue as afirmativas, a seguir:
I. A representação decimal da fração é uma dízima 
periódica.
II. Uma dízima periódica pode ser um número racio-
nal ou irracional.
III. Toda dízima periódica composta possui parte in-
teira, parte não periódica e período. 
Marque a alternativa correta:
A) Somente a afirmativa III é verdadeira. 
B) Somente a afirmativa II é verdadeira.
C) Somente a afirmativa I é verdadeira.
D) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
15. Obtenha as dízimas periódicas de cada uma das 
frações, a seguir, classificando-as em dízima periódica 
simples ou dízima periódica composta e, escreva o pe-
ríodo e o antiperíodo (quando existir).
a)
b)
c)
d)
e)
f)
Vamos Sistematizar?
FRAÇÃO GERATRIZ
O número 0,333… é chamado de decimal periódi-
co não exato (dízima periódica) e, sendo um número 
racional, podemos associá-lo a uma fração, denomi-
nada de fração geratriz. Logo, toda dízima periódica, 
possui uma forma fracionária. 
Como temos dois tipos de dizimas periódicas, en-
contramos as respectivas frações geratriz, de duas 
maneiras distintas: 
Dízima periódica simples:
1º passo: Igualar a dízima periódica a uma incógni-
ta, por exemplo x, de forma a escrever uma equação 
do 1º grau com uma incógnita.
2º passo: Multiplicar ambos os lados da equação 
por um múltiplo de 10 de acordo com a quantidade de 
algarismos do período da dízima.
3º passo: Subtrair da equação encontrada, a equa-
ção inicial. 
4º passo: Resolver a equação obtida no 3º passo.
Disponível em: encurtador.com.br/kuFNR. Acesso em 22 de setembro de 2022
Seguindo os passos, temos: 
1º passo: Igualar a dízima periódica a uma incógni-
ta de forma a escrever uma equação do 1º grau:
x = 2,666…
2º passo: Multiplicar ambos os lados da equação por 
um múltiplo de 10 de acordo com a quantidade de alga-
rismos do período da dízima. Neste caso, multiplicare-
mos por 10, pois o período é composto pelo algarismo 6.
10x = 26,6666
3º passo: Subtrair da equação encontrada, a equa-
ção inicial, isto é, 
MÉTODO PRÁTICO
Dízima simples
Devemos colocar:
No numerador, um número formado pelos algaris-
mos inteiros e o período, menos os algarismos inteiros, 
sem a vírgula. 
No denominador, um número formado apenas por 
algarismos iguais a nove. A quantidade de "noves" depen-
derá de quantos algarismos formam o período da dízima.
Exemplo:
Determine a fração geratriz do número 6,454545…
Fonte: criado pelo autor
Logo, 
Assim, a fração geratriz de 6,454545… é igual a .
Semana 4 - Outubro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
26
Dízima periódica composta:
1º passo: Igualar a dízima periódica a uma incógni-
ta, de forma a escrever uma equação do 1º grau com 
uma incógnita.
2º passo: Multiplicar ambos os lados da equação 
por um múltiplo de 10, observando a quantidade de 
casas do antiperíodo.
3º passo: Multiplicar ambos os lados da equação 
do 2° passo por um múltiplo de 10, de acordo com a 
quantidade de algarismos do período da dízima.
4º passo: Subtrair da última equação encontrada, 
pela penúltima equação.
5º passo: Resolver a equação obtida no 4º passo.
Seguindo os passos, temos:
Disponível em: encurtador.com.br/kuFNR. Acesso em 22 de setembro de 2022. Adaptado.
1º passo: Igualar a dízima periódica a uma incógni-
ta, de forma a escrever uma equação do 1º grau.
x = 0,2333…
2º passo: Multiplicar ambos os lados da equação 
por um múltiplo de 10, de modo que o antiperíodo fi-
que antes da vírgula. 
10x=2,33…
3º passo: Depois, obter outra equação, multipli-
cando por um múltiplo de 10 também, de modo que o 
período fique antes da vírgula. 
100x = 23,33…
4º passo: Subtrair da última equação encontrada, 
pela penúltima equação.
5º passo: Resolver a equação obtida no 4º passo.
MÉTODO PRÁTICO
Dízima composta
Devemos colocar: 
No numerador uma subtração entre o número for-
mado pelos algarismos da parte inteira, o antiperíodo 
e o período (sem a vírgula) e o número formado pela 
parte inteira e o antiperíodo, também sem a vírgula.
No denominador, um número formado apenas por 
algarismos iguais a nove. A quantidade de "noves" de-
penderá de quantos algarismos formam o período da 
dízima. A quantidade de “zeros” dependerá de quan-
tos algarismos formam o antiperíodo.
Exemplo:
Determine a fração geratriz da dízima 3,156 .
 
Fonte: criado pelo autor
Logo,
Assim, a fração geratriz de 3,156 é igual a .
As frações geratrizes 
podem ser escritas pela 
sua forma irredutível.
Exemplos:
Representando uma dízima composta por meio de 
fluxograma
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
27
25. Resolva a subtração 0,888… .
16. Expresse na forma de fração os seguintes números 
racionais:
a) 0,777.... d) 1,444....
b) 0,888... e) 0,033...
c) 1,3232.... f) 2,35111...
17. Em relação às dízimas periódicas, julgue as afirma-
tivas, a seguir:
I. Toda dízima periódica é um número racional.
II. Tantos as dízimas periódicas, quanto as não perió-
dicas possuem fração geratriz.
III. Chamamos de fração geratriz a representação 
fracionária da dízima periódica. 
Assinale a alternativa correta:
(A) Somente a afirmativa I é verdadeira.
(B) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras.
(C) Somente a afirmativa III é verdadeira.
(D) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras.
18. Ao realizar uma divisão encontrei como resultado o 
número 2,3050505… . Com base nesse resultado, jul-
gue as afirmativas, a seguir:
I. Esse resultado é um número racional.
II. Esse resultado é uma dízima periódica composta.
III. O resultado não pode ser representado como 
uma fração.
Marque a alternativa correta:
(A) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras.
(B) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
(C) Somente as afirmativas I e III são verdadeiras.
(D) Todas as afirmativas são verdadeiras.
19. Complete o quadro com as representações fracio-
nárias, decimais dos seguintes números racionais:
20. Analise os números no quadro, a seguir, e classifi-
que-os em dízimas periódicas simples ou dízimas peri-
ódicas compostas.
21. A fração geratriz do número 12,372 é
(A)
(B)
(C)
(D)
(A)
(B)
(C)
(D)
22. Resolva as expressões, a seguir, e apresente o re-
sultado na forma fracionária:
a) 0,66666…+ 0,25252525… – 0,77777…
b) 0,4 – 0,5 + 0,4 – 0,8
23. Se x = 0,94 e y=0,06, então x + y é igual a 
(A) 1,010. (C) (C)
(D)
. 
(B) 1,111. (D) 
(C)
(D) .
24. Considere que a = 0,4 e b = 4,5, escreva o resultado de 
a) a · b c) a – b 
b) a + b d) a ÷ b
26. Seja x = 1 e y	=	0,9.
Quais das afirmações a seguir são verdadeiras?
(A) xdois tipos principais: grandezas escalares e grandezas 
vetoriais.
1º Tipo: Grandezas escalares: São completamen-
te definidas por um número e uma unidade de medi-
da. Exemplos incluem massa, temperatura, volume e 
tempo. Para representar uma grandeza escalar, geral-
mente, usamos números reais acompanhados de uma 
unidade apropriada.
2º Tipo: Grandezas vetoriais: Possuem magnitude 
(valor numérico), direção e sentido. Exemplos incluem 
força, velocidade e deslocamento. Para representar 
GRUPO DE ATIVIDADES
o que precisamos 
saber?
uma grandeza vetorial é necessário especificar tanto o 
valor quanto a direção, muitas vezes usando sistemas 
de coordenadas ou notações específicas.
Além disso, as grandezas podem ser classificadas 
como grandezas fundamentais ou derivadas. Grandezas 
fundamentais são aquelas que não podem ser definidas 
em termos de outras grandezas, enquanto as derivadas 
são definidas pela combinação das fundamentais. 
O Sistema Internacional de Unidades (Si)
O Sistema Internacional de Unidades (SI) é a for-
ma moderna do sistema métrico e é a base interna-
cionalmente reconhecida para medições de todas as 
espécies. Ele define unidades de medida para diversas 
quantidades físicas, como comprimento, massa, tem-
po, corrente elétrica e temperatura, entre outras. O SI 
é baseado em sete unidades, que são:
Dessa forma podemos estabelecer uma relação 
entre duas ou mais grandezas.
Chamamos de Razão o quociente entre duas gran-
dezas e de Proporção a igualdade entre duas razões.
RAZÃO
A razão é uma comparação entre duas grandezas. 
Geralmente, essa comparação é feita através de uma 
fração. Veja alguns exemplos de razões em nosso co-
tidiano:
• Velocidade (física): Percebemos a razão ao an-
darmos a pé ou em algum meio de locomoção, pois 
existe uma razão entre a distância que percorremos 
e o tempo que levamos para percorrê-la, chamamos 
essa razão de velocidade. A velocidade é a grandeza 
utilizada para determinar a divisão entre o caminho 
percorrido e o intervalo de tempo necessário para 
percorrê-lo. Por exemplo, a velocidade de .
• Densidade de uma matéria (química): A densi-
dade é a relação da massa de matéria em um determi-
nado volume. Matematicamente, é calculada entre a 
razão da massa (m) e do volume (v) de um material. Por 
exemplo, a densidade da água a 25 °C é de .
Semana 1 - Novembro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
29
• Escala (cartografia): Os cartógrafos trabalham 
com uma visão reduzida do território, sendo necessá-
rio indicar a proporção entre a superfície terrestre e a 
sua representação. Esta proporção é indicada pela es-
cala, ou seja, ela representa, a relação entre a medida 
de uma porção territorial, representada no papel, e sua 
medida real na superfície terrestre. Por exemplo, numa 
escala ou ( 1 ∶ 100 000), 1 centímetro medido 
no mapa representa uma distância de 100 000 centí-
metros ou 1 quilometro na superfície terrestre.
• Receitas (culinária): As receitas são instruções 
que explicam quais ingredientes levam a determina-
do prato e a forma como se deve preparar. As receitas 
indicam o procedimento adequado para que o prato 
em questão seja saboroso. Por exemplo, a receita para 
fazer panquecas indica que são necessários ovos, fari-
nha e leite, entre outros ingredientes.
Exemplo 1:
Você sabe qual é a relação entre o número de pesso-
as que moram na sua cidade e sua extensão territorial?
Se você mora em Goiânia, pode estabelecer essa 
relação calculando a densidade demográfica da capital. 
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Es-
tatística – IBGE, Goiânia possui:
Assim, podemos calcular a densidade demográ-
fica da capital fazendo o quociente entre essas duas 
grandezas: 
Densidade demográfica: ≅ 2049,37 
habitantes/km²
Se você mora em outra cidade, pode fazer esse 
mesmo cálculo buscando esses dados no site do IBGE 
e utilizando a relação:
Observe outros exemplos de cidades goianas:
• APARECIDA DE GOIÂNIA
Densidade demográfica: ≅ 6,12 habitan-
tes/km²
Exemplo 2:
O recorde de corrida de 100 metros rasos per-
tence ao Jamaicano Usain Bolt. Ele percorreu essa 
distância em apenas 9,58 segundos. Qual foi a veloci-
dade média dele? 
Solução: 
Para conseguirmos descobrir a velocidade desse 
atleta, devemos nos lembrar do conceito de velocidade. 
A velocidade é uma grandeza caracterizada pela 
variação do deslocamento de um corpo em determi-
nado tempo. 
Onde: 
ΔT	→ Variação de tempo
ΔS	→ Variação de deslocamento 
Dessa forma, a velocidade do jamaicano é calcu-
lada por:
Logo, a velocidade média do Usain Bolt foi de 
10,44 m/s².
Exemplo 3:
Observe o mapa feito na escala de 1 ∶ 25 000 000. 
Qual é a distância entre La Coruña e Palma? 
Densidade demográfica: ≅ 1967,91 
habitantes/km² 
• CAÇU
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
30
Vamos ampliar?
Transformando centímetros para quilômetros
(275 000 000 ÷ 100 000) = 2750
Ou seja, a distância entre as cidades é de 2750 qui-
lômetros.
Exemplo 4: 
Uma solução foi preparada misturando-se 60 gra-
mas de um sal em 500 g de água. Considerando-se 
que o volume da solução é igual a 500 mL, qual será a 
densidade dessa solução em g/mL?
Massa do sal (soluto) → 60 g
Massa da água (solvente) → 500 g
Massa da solução → (60 + 500) = 560 
Volume da solução → 500 mL
Logo:
Exemplo 5:
Em uma receita de biscoitos, a razão entre a quan-
tidade de ovos e de copos de polvilho utilizados é de . 
Ao preparar esses biscoitos, seguindo a receita, se uti-
lizarmos 12 copos de polvilho, quantos ovos deverão 
ser utilizados para preparar esses biscoitos?
Solução:
A proporção entre eles é de , ou seja, a cada 2 
ovos usamos 3 copos de polvilho.
Para descobrir quantos ovos precisamos juntar 
aos 12 copos de polvilho, temos:
Logo, serão necessários 8 ovos. 
ATIVIDADES
1. Determine a razão entre os números, a seguir, man-
tendo a ordem apresentada.
a) 15 e 30 d) 60 e 72 
b) 8 e 12 e) 240 e 80
c) 1,2 e 1,44 f) – 72 e – 36 
2. Uma mistura apresenta 3 kg de leite em pó e 900 g 
de café em pó. Qual é a razão entre a quantidade de 
leite e a quantidade de café nessa mistura?
3. Em um mapa na escala de 1 : 500 000, a distância 
entre duas cidades é de 6 cm. Qual a distância real, em 
quilômetros, entre essas cidades?
PROPORÇÃO
A proporção consiste na igualdade entre duas ou 
mais razões, que são a divisão entre números na qual 
devemos obedecer a ordem em que eles são coloca-
dos. A definição de proporção é:
Exemplo 6:
Verifique se os pares de números 2 e 4, 8 e 16 são 
proporcionais ou não 
Outra maneira de verificar se eles são, ou não, 
proporcionais é realizando o produto dos meios e dos 
extremos:
Logo, os números são proporcionais.
Exemplo 7: 
Verifique se os pares de números 3 e 5, 2 e 3, nessa 
ordem, são proporcionais ou não.
Montando as razões e realizando o produto dos 
meios e dos extremos, temos:
Como a igualdade não é verdadeira, logo, os núme-
ros não são proporcionais.
PROPRIEDADES DA PROPORÇÃO
O estudo da proporção é divido em duas proprie-
dades: Propriedade fundamental das proporções e 
Propriedade da soma dos termos em uma proporção.
Propriedade Fundamental da Proporção
Toda proporção possui, pelo menos, quatro termos. 
Por exemplo:
Os pares de números 4 e 12, 5 e 15 são os termos 
dessa proporção sendo que 4 e 15 são os extremos e 
12 e 5 são os meios.
Semana 2 - Novembro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
31
o que precisamos 
saber?
A propriedade fundamental da proporção diz que “O 
produto dos meios é igual ao produto dos extremos”.
Portanto, aplicando essa propriedade na propor-
ção anterior, obtemos:
• Produto dos termos dos meios: 4 ∙	15 = 60
• Produto dos termos dos extremos: 12 ∙	5 = 60
Assim, verificamos numericamente a veracidadeda propriedade.
Propriedades da soma dos termos em uma pro-
porção
Qualquer que seja a proporção, a soma ou a dife-
rença dos dois primeiros termos está para o primeiro 
ou para o segundo termo, assim como a soma ou a di-
ferença dos dois últimos termos está para o terceiro 
ou para o quarto termo.
Por exemplo:
Portanto, 
16 ∙ 15 = 12 ∙ 20
ATIVIDADES DE AMPLIAÇÃO
4. Verifique se os pares de números 12 e 36, 7 e 21 for-
mam, nessa ordem, uma proporção.
5. Complete as sentenças, a seguir, para que as razões 
sejam proporcionais.
d)
e)
f)
a)
b)
c)
GRUPO DE ATIVIDADES
GRANDEZAS DIRETAMENTE PROPORCIONAIS
São aquelas grandezas onde a variação de uma 
provoca a variação da outra, numa mesma razão. Duas 
grandezas são diretamente proporcionais quando, 
um aumento na medida da primeira gera um aumento, 
proporcional, na medida da segunda, ou quando uma 
diminuição da medida da primeira gera uma diminui-
ção, proporcional, da medida da segunda. 
São exemplos de grandezas diretamente propor-
cionais:
• Velocidade e distância;
• Gravidade e peso.
• Quantidade e preço. 
Exemplo 1:
Um automóvel percorre uma distância de 240 qui-
lômetros movendo-se a 60 km/h. Se esse automóvel 
estiver a 120 km/h, ele conseguirá percorrer 480 km 
no mesmo período. Considere que neste exemplo, o 
tempo gasto é constante.
Observe a tabela:
Note que foram observadas várias situações dife-
rentes para as grandezas, velocidade e distância.
Calculando o valor de x,
Utilizando as equivalências fracionárias, podemos 
perceber que as grandezas são diretamente propor-
cionais. Se tivéssemos a seguinte situação:
Assim, o automóvel percorre 316 quilômetros a 
uma velocidade constante de 79 km/h.
Podemos dizer, portanto, que as grandezas, veloci-
dade e distância, são proporcionais.
Neste exemplo, a relação entre as duas grande-
zas pode ser representada através de uma sentença 
matemática:
Onde a variável v representa a velocidade e a vari-
ável d representa a distância percorrida.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
32
ATIVIDADES
1. De acordo com a física, um espaço percorrido é di-
retamente proporcional ao tempo gasto para percor-
rê-lo, mantendo a velocidade constante. A professora 
Mariana deslocou-se em seu automóvel, durante 4 ho-
ras, a uma velocidade média de 90 km/h. 
A sentença que representa corretamente a relação de 
proporcionalidade direta entre o espaço percorrido e 
o tempo é
(A)
(B)
(C)
(D) 
2. Felipe leva duas horas para percorrer uma distância 
de 150 km. Mantendo a velocidade constante, quanto 
tempo ele levará para percorrer 540 km?
3. Uma granja produz, anualmente, 18 toneladas de 
carne de frango. Mantendo o ritmo de produção essa 
granja produzirá quantas toneladas de frango em um 
bimestre? 
4. Para encher um tanque de 100 litros, leva-se 4 minu-
tos. Para abastecer desse tanque em litros, qual será 
o tempo necessário?
5. Em 15 minutos, um cozinheiro consegue descascar 
2 kg de batatas. Mantendo o ritmo, em uma hora con-
seguirá descascar quantos quilogramas?
6. Uma criança bebe três copos de água a cada duas ho-
ras. Se ela passar acordada 16 horas por dia, quantos 
copos d'água ela beberá neste período?
7. Assinale a alternativa que apresenta grandezas dire-
tamente proporcionais. 
(A) A velocidade de um automóvel e a distância per-
corrida por ele são grandezas inversamente propor-
cionais.
(B) A quantidade de mercadorias produzidas em uma 
fábrica e o número de funcionários, trabalhando em 
condições ideais nela, são grandezas diretamente 
proporcionais.
(C) A área da base de um prisma e seu volume são 
grandezas inversamente proporcionais.
(D) A distância percorrida por um táxi e o valor final da 
corrida são grandezas inversamente proporcionais.
Vamos ampliar?
GRANDEZAS INVERSAMENTE PROPORCIONAIS
Uma grandeza é inversamente proporcional 
quando operações inversas são utilizadas nas gran-
dezas. Duas grandezas são chamadas de inversa-
mente proporcionais quando um aumento na medida 
de uma delas faz com que a medida da outra seja re-
duzida na mesma proporção.
São exemplos de grandezas inversamente pro-
porcionais:
• Velocidade e tempo;
• Quantidade e tempo. 
Exemplo 2: 
Um automóvel move-se a 60 km/h e, consegue 
percorrer 240 km em 4 horas. Se esse automóvel 
estiver a 120 km/h, ele conseguirá percorrer os mes-
mos 240 km em duas horas. Considere que neste 
exemplo, a distância percorrida é constante.
Observe a tabela: 
Note que foram observadas várias situações dife-
rentes para as grandezas velocidade e tempo. Quanto 
maior é a velocidade, menor será o tempo dessa viagem.
Portanto, a razão entre as medidas de velocidade 
é igual a inversa da razão entre as medidas de tempo, 
observe:
Observe que ambas as razões têm como resulta-
do o número . 
Observação: é a 
representação matemática 
para o inverso de 
Semana 3 - Novembro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
33
Podemos dizer, portanto, que as grandezas, velo-
cidade e tempo, são inversamente proporcionais.
Neste exemplo, a relação entre as duas grandezas 
pode ser representada através de uma sentença ma-
temática: 
Onde a variável v representa a velocidade e a vari-
ável t representa o tempo gasto no percurso.
Como aplicar as propriedades na resolução de 
problemas?
Relembrando que uma proporção é dada pela 
igualdade entre duas razões e o processo de resolu-
ção consiste na seguinte situação: “o produto dos ex-
tremos é igual ao produto dos meios”. Nas situações 
envolvendo regra de três, o principal método de reso-
lução é através da utilização dos fundamentos e pro-
priedades das proporções.
Exemplo 3:
Para cada 2 automóveis que vende, Carlos ganha 
R$ 2000,00 de comissão. Quanto ele recebeu de co-
missão no mês que vendeu 15 automóveis?
Solução:
Importante: são grandezas diretamente proporcionais.
Portanto, Carlos recebeu R$ 15 000,00 de comis-
são no mês.
Exemplo 4:
Durante as eleições, uma gráfica recebeu um pedi-
do muito grande para realizar a produção de material 
de campanha. Estimou-se que as 3 máquinas levariam 
24 horas para realizar todo o serviço. Supondo que 
uma dessas máquinas pare de funcionar, antes de ini-
ciar o serviço, qual será o tempo necessário para aten-
der essa demanda?
Solução:
Importante: são grandezas inversamente proporcionais.
Portanto, serão necessárias 36 horas, para aten-
der essa demanda.
ATIVIDADES DE AMPLIAÇÃO
8. Sabendo que um automóvel leva 6 horas em um per-
curso mantendo a velocidade de 30 km/h. 
Qual seria a velocidade desse automóvel se fizesse o 
mesmo percurso em 2 horas?
(A) 90 km/h
(B) 60 km/h
(C) 30 km/h
(D) 20 km/h
9. Um motorista de caminhão estuda a velocidade mé-
dia e o tempo gasto para chegar a uma determinada 
cidade, como mostrado na tabela, a seguir.
Determine o valor de x, admitindo a proporcionalidade 
entre as grandezas.
10. Das situações, a seguir, marque aquela que descre-
ve duas grandezas inversamente proporcionais:
(A) Quantidade de pessoas em um churrasco e a 
quantidade de carne necessária.
(B) Número de habitantes em uma cidade e a taxa de 
mortalidade.
(C) Velocidade de um automóvel e a distância per-
corrida em um mesmo intervalo de tempo.
(D) Vazão de um ralo e o tempo necessário para es-
vaziar um reservatório.
11. Das situações, a seguir, assinale aquela que NÃO 
apresenta proporcionalidade:
(A) Densidade demográfica: razão entre o número 
total de habitantes pela área.
(B) Velocidade média: razão entre o espaço percorri-
do e o tempo. 
(C) Escala: razão entre a medida da representação do 
desenho de um objeto e a medida real desse objeto.
(D) Tamanho do pé: razão entre a idade de uma pes-
soa e o tamanho do calçado. 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
34
12. Maria foi a uma casa de armarinho compraro se-
guinte tecido para confeccionar pijamas para revenda. 
A vendedora a informou que cada metro do tecido cus-
tava R$ 19,69 e que cada metro tinha 40 unicórnios e 
120 corações. Sabendo que Maria comprou 11,2 me-
tros desse tecido responda:
a) Quantos unicórnios estão presentes no tecido 
comprado por Maria?
b) Quantos corações estão presentes no tecido com-
prado por Maria?
c) Qual foi o valor total, em reais, pago por Maria?
d) Se ela gasta 0,8 metros para confeccionar 1 pija-
ma, quantos pijamas Maria conseguirá confeccionar?
e) Quantos corações e quantos unicórnios terão em 
cada pijama confeccionado?
vamos concluir?
GRANDEZAS NÃO PROPORCIONAIS
Observe a situação problema, a seguir: 
O dono de uma livraria resolveu presentear seus 
leitores com alguns livros. Ele irá escolher entre duas 
opções: doar 3 livros para cada leitor, presenteando 
54 leitores, ou doar 5 livros para cada leitor, presen-
teando 27 leitores.
Nas duas opções, a livraria distribui o mesmo nú-
mero de livros?
A quantidade de livros e o número de leitores pre-
senteados são grandezas proporcionais? Justifique.
Nesse caso, podemos observar a relação entre 
duas grandezas fazendo a comparação entre elas. 
Repare que no primeiro caso, temos 54 · 3 = 162, 
ou seja, serão distribuídos 162 livros. 
No segundo caso, temos, 27 · 5 = 135, ou seja, se-
rão distribuídos 135 livros.
Aumentando o número de livros doados, para cada 
leitor, a quantidade de leitores beneficiados diminui.
• Podemos afirmar que as razões entre essas 
grandezas são inversamente proporcionais por esse 
motivo? 
A resposta para essa pergunta é NÃO! 
Para afirmamos que existe proporção entre duas 
razões é necessário haver uma igualdade entre elas.
É importante fazer uma relação e comparação en-
tre as grandezas para determinar se são diretamente, 
inversamente ou não proporcionais.
Podemos estabelecer o seguinte mapa conceitual 
para sintetizar os conteúdos abordados nessa aula: 
ATIVIDADES
13. Considere as afirmações, a seguir, e classifique-as 
em grandezas diretamente, inversamente ou não pro-
porcionais.
a) Quantidade de pessoas em uma festa e a quanti-
dade de refrigerante consumida.
b) Tempo gasto e a distância percorrida com veloci-
dade constante, por um automóvel.
c) Velocidade de um automóvel e o tempo gasto para 
percorrer a mesma distância.
d) A medida do comprimento do lado e o perímetro 
de um polígono regular.
e) Vazão de uma torneira e o tempo gasto para en-
cher um reservatório.
f) A altura e o peso de uma pessoa.
g) Quantidade de ônibus para levar uma quantidade 
específica de pessoas e a quantidade de viagens.
Semana 4 - Novembro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
35
14. Classifique as grandezas envolvidas em cada situ-
ação problema, a seguir, em diretamente ou inversa-
mente proporcionais.
a) Um automóvel está a uma velocidade de 50 km/h 
e gasta duas horas para chegar ao seu destino. Esse 
mesmo automóvel gastaria quantas horas se estives-
se a 75 km/h?
b) Para percorrer 300 km, um carro gastou 30 litros 
de combustível. Nas mesmas condições, com 60 li-
tros o carro percorrerá quantos quilômetros?
c) Seis máquinas escavam um túnel em dois dias. 
Quantas máquinas idênticas serão necessárias para 
escavar esse túnel em um dia e meio?
d) O preço de 2 latas de um certo refrigerante é igual 
a R$5,60. Qual o preço de três latas do mesmo refri-
gerante? 
e) Sabemos que a densidade de uma substância é cal-
culada pela razão entre a massa e o volume. Se de-
terminada substância possui 2 cm³ de volume, com 
densidade de 100 g/cm³. Qual deve ser o volume de 
uma outra substância, tendo a mesma massa, para 
que a sua densidade seja de 80 g/cm³?
15. Uma bola foi jogada para cima como mostra a ima-
gem, a seguir, e foram computados os seguintes dados 
para as altitudes obtidas: 
Podemos dizer que as alturas são proporcionais aos 
tempos de subida t? Justifique.
16. Segundo o gráfico, a seguir, X e Y são grandezas di-
retamente ou inversamente proporcionais?
17. Segundo o gráfico, a seguir, X e Y são grandezas di-
retamente ou inversamente proporcionais?
18. As grandezas x e y são diretamente proporcionais e 
estão representadas no gráfico, a seguir.
Determine qual é o valor de y quando x=4.
19. As grandezas y e x são inversamente proporcionais 
e estão representadas no gráfico, a seguir.
Determine o valor de y quando x=4.
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa Goiás
Expediente
Governador do Estado de Goiás
Ronaldo Ramos Caiado
Vice–Governador do Estado de Goiás
Daniel Vilela
Secretária de Estado da Educação
Aparecida de Fátima Gavioli Soares Pereira
Secretária–Adjunta
Helena Da Costa Bezerra
Diretora Pedagógica
Alessandra Oliveira de Almeida
Superintendente de Educação Infantil e Ensino 
Fundamental
Giselle Pereira Campos Faria
Superintendente de Ensino Médio
Osvany Da Costa Gundim Cardoso
Superintendente de Segurança Escolar e Colégio 
Militar
Cel Mauro Ferreira Vilela
Superintendente de Desporto Educacional, Arte 
e Educação
Marco Antônio Santos Maia
Superintendente de Modalidades e Temáticas 
Especiais 
Rupert Nickerson Sobrinho
Diretor Administrativo e Financeiro
Andros Roberto Barbosa
Superintendente de Gestão Administrativa
Leonardo de Lima Santos
Superintendente de Gestão e Desenvolvimento 
de Pessoas
Hudson Amarau De Oliveira
Superintendente de Infraestrutura
Gustavo de Morais Veiga Jardim
Superintendente de Planejamento e Finanças
Taís Gomes Manvailer
Superintendente de Tecnologia
Bruno Marques Correia
Diretora de Política Educacional
Patrícia Morais Coutinho
Superintendente de Gestão Estratégica e 
Avaliação de Resultados
Márcia Maria de Carvalho Pereira
Superintendente do Programa Bolsa Educação
Márcio Roberto Ribeiro Capitelli
Superintendente de Apoio ao Desenvolvimento 
Curricular
Nayra Claudinne Guedes Menezes Colombo
Chefe do Núcleo de Recursos Didáticos
Evandro de Moura Rios
Coordenador de Recursos Didáticos para o Ensino 
Fundamental
Alexsander Costa Sampaio
Coordenadora de Recursos Didáticos para o 
Ensino Médio
Edinalva Soares de Carvalho Oliveira
Professores elaboradores de Língua Portuguesa
Edinalva Filha de Lima Ramos
Edna Aparecida dos Santos 
Katiuscia Neves Almeida
Maria Aparecida Oliveira Paula
Norma Célia Junqueira de Amorim
Professores elaboradores de Matemática
Alan Alves Ferreira 
Basilirio Alves da Costa Neto
Jéssica de Rezende Graff Tinti
Tayssa Tieni Vieira de Souza
Tyago Cavalcante Bilio 
Professores elaboradores de Ciências da Natureza
Leonora Aparecida dos Santos
Sandra Márcia de Oliveira Silva
Silvio Coelho da Silva
Professor elaborador de Ciências Humanas e 
Sociais Aplicadas
Ricardo Gonçalves Tavares
Revisão
Cristiane Gonzaga Carneiro Silva
Diagramação
Adriani Grunsobre a proteção integral à 
criança e ao adolescente.
Art. 2º Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, 
a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adoles-
cente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se 
excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre de-
zoito e vinte
e um anos de idade.
Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os di-
reitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem 
prejuízo da
proteção integral de que trata esta Lei, asseguran-
do-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as 
oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o de-
senvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, 
em condições de liberdade e de dignidade.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
4
Parágrafo único. Os direitos enunciados nesta Lei apli-
cam-se a todas as crianças e adolescentes, sem discri-
minação de nascimento, situação familiar, idade, sexo, 
raça, etnia ou cor, religião ou crença, deficiência, con-
dição pessoal de desenvolvimento e aprendizagem, 
condição econômica, ambiente social, região e local de 
moradia ou outra condição que diferencie as pessoas, 
as famílias ou a comunidade em que vivem. (Incluído 
pela Lei nº 13.257, de 2016). 
Art. 4º É dever da família, da comunidade, da socieda-
de em geral e do poder público assegurar, com absoluta 
prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à 
saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, 
à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, 
à liberdade e à convivência familiar e comunitária.
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em quais-
quer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos 
ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políti-
cas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas 
Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto 
de qualquer forma de negligência, discriminação, ex-
ploração, violência, crueldade e opressão, punido na 
forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, 
aos seus direitos fundamentais. 
Art. 6º Na interpretação desta Lei levar-se-ão em conta 
os fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem 
comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e 
a condição peculiar da criança e do adolescente como 
pessoas em desenvolvimento.
[...]
Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2021/julho/trinta-e-um-anos-do-estatuto-da-crianca-e-do-ado-
lescente-confira-as-novas-acoes-para-fortalecer-o-eca/ECA2021_Digital.pdf. Acesso em: 13 ago. 2014. 
5. De acordo com o ECA, a partir de que idade denomi-
na-se “criança” e “adolescente”? 
6. Para o uso cotidiano de qualquer gênero de texto 
que circula em nossa sociedade, é necessário que se 
conheça sua finalidade, função social e organização so-
cial. Dessa forma, conclui-se que o gênero estatuto 
(A) estabelece o direito de todos os cidadãos. 
(B) caracteriza-se pelo uso da linguagem coloquial. 
(C) caracteriza-se pelo uso de uma variedade linguís-
tica regional não padrão. 
(D) pertence à esfera jurídica, por tratar-se de leis e 
tem como finalidade estabelecer normas e regras de 
conduta.
SISTEMATIZANDO 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Semana 2 - Outubro
Estudante, você viu que depois da promulgação 
do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), as 
crianças e adolescentes brasileiros, sem distinção de 
raça, classe social, ou qualquer forma de discrimina-
ção, passaram de objetos a sujeitos de direitos? 
Leia o texto a seguir.
Texto III 
[...] 
Capítulo II
Do direito à Liberdade, ao respeito e à Dignidade
Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberda-
de, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas 
em processo de desenvolvimento e como sujeitos de 
direitos civis, humanos e sociais garantidos na Consti-
tuição e nas leis. 
 Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes 
aspectos: 
 I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços co-
munitários, ressalvadas as restrições legais; 
 II - opinião e expressão; 
 III - crença e culto religioso; 
 IV - brincar, praticar esportes e divertir-se; 
 V - participar da vida familiar e comunitária, sem dis-
criminação; 
 VI - participar da vida política, na forma da lei; 
 VII - buscar refúgio, auxílio e orientação. 
 Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabili-
dade da integridade física, psíquica e moral da criança 
e do adolescente, abrangendo a preservação da ima-
gem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e 
crenças, dos espaços e objetos pessoais.
 Disponível em: http//portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/lei8069_02pdf.Acesso em: 25 jun. 2024. 
 7. Qual a ideia principal tratada nesse capítulo do ECA? 
(A) falar da infância e suas brincadeiras. 
(B) argumentar a favor do trabalho infantil.
(C) comentar a responsabilidade de ser criança. 
(D) discutir sobre os direitos da criança e do adoles-
cente.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
5
8. Marque (V) ou (F) nas alternativas, conforme os pre-
ceitos estabelecidos pela Lei 8.069/90 - Estatuto da 
Criança e do Adolescente:
a) ( ) Essa lei dispõe sobre a proteção integral à crian-
ça e ao adolescente. 
b) ( ) Ao adolescente portador de deficiência não é 
assegurado trabalho protegido.
c) ( ) A criança e o adolescente têm direito à liberda-
de, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas 
em processo de desenvolvimento e como sujeitos de 
direitos civis, humanos e sociais garantidos na Cons-
tituição e nas leis. 
d) ( ) Não se considera como aprendizagem a forma-
ção técnico-profissional ministrada segundo as dire-
trizes e bases da legislação de educação em vigor. 
9. “A criança e o adolescente têm direito à proteção, à 
vida e à .............................., mediante a efetivação de polí-
ticas sociais públicas que permitam o ............................ e o 
desenvolvimento ............... e harmonioso, em condições 
................... de existência.”
Assinale a alternativa que contém os vocábulos que 
preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do 
dispositivo legal apresentado.
(A) saúde … nascimento … sadio … dignas
(B) liberdade … crescimento … saudável … vitais
(C) saúde … despontar … criterioso … normais
(D) segurança … estudo … regular … excelentes
(E) propriedade … enriquecimento … habilidoso … 
dignas
Semana 3 - Outubro
Contextualizando o gênero 
textual, o tema e o campo 
de atuação
GRUPO DE ATIVIDADES
Olá, estudante! Nesta semana 3, você irá estudar 
os gráficos que facilitarão a leitura e a compreensão 
das informações e divulgação de pesquisas em jor-
nais, revistas, panfletos, livros, televisão, internet, 
textos, facilitando, assim, a identificar padrões, veri-
ficar resultados e comparar medidas de forma ágil.
1. Antes da leitura dos textos, vamos conversar?
• O que você conhece sobre gráficos? 
• Você sabe para que serve um gráfico? 
• O que é preciso para entender um gráfico? 
• Você sabe quais são as partes do gráfico?
• Você sabe como se lê um gráfico?
► Conhecendo o gênero textual.
Gráficos 
O gênero textual, “gráfico” apresenta os resulta-
dos de pesquisas feitas para entender melhor as es-
tatísticas. Com um gráfico é mais fácil fazer a leitura, 
a interpretação e a comparação de dados. Em jornais, 
é bastante comum o uso de gráficos para comunicar 
a população sobre diferentes informações. 
Disponível em: significados.com.br/gráficos/. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado). 
Elementos dos gráficos
1. Título: apresenta de forma clara e direta o que as 
informações presentes no gráfico representam e, al-
gumas vezes, a unidade de medida usada para essas 
informações ou alguma transformação paraela;
2. Legenda: é usada para identificar as informações 
apresentadas no gráfico, separadas por cor ou por 
hachura;
3. Fonte de pesquisa: site, blog, página, pesquisa, jor-
nal, revista ou qualquer outra fonte para a constru-
ção do gráfico.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/matematica/o-que-e-grafico.htm. Acesso em: 14 ago. 2024. 
Estudante, agora que você já sabe o que é um grá-
fico, vamos ler e interpretar gráficos? Bom estudo!
Leia o texto. 
Texto I
Área de florestas queimadas quase dobra em 1 ano, 
diz MapBiomas
Dados do Monitor do Fogo mostram que cerca de 
2,8 milhões de hectares de florestas foram queimados 
entre janeiro e dezembro de 2022, área equivalente 
ao tamanho de Porto Velho. Amazônia foi o bioma que 
mais queimou.
A área de florestas queimadas no Brasil quase do-
brou em um ano. Um levantamento do MapBiomas di-
vulgado nesta terça-feira (31) aponta que cerca de 2,8 
milhões de hectares de floresta sucumbiu em chamas 
em 2022.
O número representa um crescimento de 93% em 
relação ao ano anterior, quando a área queimada atin-
giu aproximadamente 1,4 milhão de hectares.
Segundo o índice, 85% da área de florestas queima-
das ocorreu na Amazônia e a maior parte das queima-
das no bioma ocorreu em agosto, setembro e outubro 
do ano passado.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
6
Foi justamente nessa época que a floresta registrou 
altas taxas de foco, como o pior agosto de queimadas 
dos últimos 12 anos e o pior setembro dos últimos 24.
A temporada de incêndios geralmente ocorre na 
Amazônia entre junho e outubro, mas fazendeiros, ga-
rimpeiros e grileiros derrubam a floresta e se preparam 
para queimá-la durante todo o ano.
Mesmo assim, ainda de acordo com os dados do 
relatório, a Amazônia queimou 50% a mais do que em 
2021 somente em dezembro.
O Monitor do Fogo do MapBiomas também mostra 
que quando levado em conta todo o território brasilei-
ro, não apenas as formações florestais, cerca de 16,3 
milhões de hectares foram queimados entre janeiro e 
dezembro do ano passado, uma área equivalente ao 
estado do Acre.
Esse número representa um crescimento de 14% 
em relação a 2021, quando cerca de 14,2 milhões de 
hectares foram queimados.
No gráfico abaixo é possível ver o ranking dos ter-
ritórios mais afetados pelas queimadas de acordo com 
o agrupamento territorial (os seis biomas que dividem 
o Brasil):
Territórios mais afetados pelas queimadas (em 
hectares)
Dados consideram o total de área queimada em 
2022, 16 milhões de hectares.
Territórios mais afetados
Ainda de acordo com o índice, em 2022 o fogo atin-
giu com força o Cerrado brasileiro:
• No bioma, mais de 7,4 milhões de hectares quei-
maram no ano passado, um aumento de 18% em rela-
ção ao ano anterior;
• Esse número faz com que o Cerrado fique em se-
gundo lugar no ranking dos territórios mais afetados 
pelas queimadas, atrás somente da Amazônia;
• Apesar disso, o Cerrado continua como o bioma 
mais afetado pelo fogo, já que sua área total equivale a 
metade da extensão da Amazônia brasileira.
Na Amazônia os números foram os seguintes:
• 7,9 milhões de hectares, ou praticamente metade 
do fogo (49%) registrado em 2022.
Enquanto isso, no Pampa, um bioma que no Brasil 
está restrito ao Rio Grande do Sul, a área total queima-
da em 2022 atingiu 39.166 hectares. Segundo os dados 
do Monitor do Fogo, essa é a maior extensão registra-
da para o bioma nos últimos quatro anos.
A maior parte dessas queimadas se concentrou no 
período do verão, nos meses de janeiro, fevereiro e de-
zembro.
Já na Mata Atlântica e o Pantanal apresentaram a 
menor área queimada nos últimos quatro anos: 203 mil 
hectares no caso da Mata Atlântica e 194 mil no caso 
do Pantanal. Em relação a 2021, a redução foi de 85% 
no caso do Pantanal. 
Disponível em: https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2023/01/31/area-de-florestas-queimadas-quase-dobra-em-1-ano-di-
z-mapbiomas.ghtml. Acesso em: 14 de ago. 2024. 
2. Releia o texto I e responda. 
a) Que gênero textual é esse? Por quê? 
b) Qual é o título desse texto? 
c) Qual é a finalidade desse texto? 
d) Qual é o tema desse texto? 
3. No gráfico apresentado no texto I é possível ver o 
ranking dos territórios mais afetados pelas queimadas 
de acordo com o agrupamento territorial (os seis bio-
mas que dividem o Brasil). Agora responda. 
a) Qual é o título do gráfico? 
b) Quais são os biomas brasileiros afetados pelas quei-
madas? 
Os gráficos surgiram quando Descartes ficou 
perturbado com os métodos dos geômetros gre-
gos para chegar a seus testes engenhosos, mas ele 
percebeu que eles não tinham um sistema de ata-
que fundamental e propôs corrigi-los manipulando 
linhas e representando curvas em eixos gráficos. O 
fundador dos métodos gráficos de estatística, Play-
fair inventou vários tipos de diagramas: em 1786 a 
linha, área e gráfico de barras dos dados econômi-
cos, e em 1801 o gráfico de pizza e o gráfico circu-
lar, usados para mostrar as relações parte-todo.
Leia o texto.
Texto II
Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjgGQ90CcR0FPziVrhCYYiTt8d_i2Gld1hJTb-
-nHeoaG6K8yMc6-DZk0chQQPNj_6r9R_ANAcb5HQSJS6vdCK7VklPdNCDNoIuyP2d_afFVcdXQa-m1uwwEST-aFFSVBaG5U-
7dibTSoBDUM/s0/Captura+de+tela+de+2021-09-14+16-48-44.jpg. Acesso em: 31 jul. 2024. 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
7
ampliando 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
4. O gráfico mostra o número de dias com chuva em al-
guns municípios. Qual é o município do Norte do Brasil 
que teve mais dias com chuva? 
(A) Recife (PE) 
(B) Vitória (ES). 
(C) Boa Vista (RR). 
(D) Porto Alegre (RS). 
Estudante, existem vários tipos de gráficos. Va-
mos conhecê-los? 
Os principais tipos de gráficos são os seguintes: 
gráfico de colunas; gráfico de barras; gráfico de seto-
res (conhecido também como gráfico de pizza); gráfi-
co de linhas. 
Gráfico de colunas – É um gráfico que usa retân-
gulos na vertical, com alturas proporcionais para re-
presentar e comparar os resultados obtidos em uma 
pesquisa. 
Gráfico de barras – O que difere o gráfico de bar-
ras do gráfico de colunas é que no caso do primeiro, 
as barras são na horizontal. 
Gráfico de setores – conhecido também como 
gráfico de pizza, é feito na fórmula de um círculo, divi-
dido em fatias, é muito usado em situações nas quais 
a resposta é uma comparação em porcentagem em 
relação ao todo. 
Gráfico de linhas – é bastante comum para mos-
trar o crescimento ou o decrescimento de uma variá-
vel, ao decorrer do tempo. 
Gráfico de áreas – costuma ser comum para com-
parar valores ou mostrar alterações nos dados ao 
longo de um período. Formado por linhas e pontos, 
sendo que a área deve ser preenchida, 
Histograma – a diferença do histograma para o 
gráfico de colunas está no fato do primeiro não apre-
sentar espaço entre as barras verticais. 
Infográfico – consiste na união entre um gráfi-
co(imagem) e textos explicativos. São muito comuns 
em reportagens de jornais e revistas.
 Disponível em: signifi cados.com.br/gráfi cos/. Acesso em: 2 ago. 2024. 
Leia o texto. 
Texto III
Disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxCFkepKuiCj03A1F6XuTW91xOgDwnHIfi B9GL-
carM90OhIr_TGzvvazPz4bHMKWQRvMSh7LTdN4AEz4SGXcjwrdqffpvBYNrmASH1VaSNN1SmKzQWHB-KzzjG_hbk-hA9-HC-
siEpSdJAFGnmU-9S2wtYmTgUNp6Sj_kkGwZWZneQSc5EeWTLbUB-EHw/s335/3.jpg. Acesso em: 1º ago. 2024.
5. O gráfico em linhas mostra as evoluções e diminui-
ções de determinado fenômeno. Ana Paula é coorde-
nadora pedagógica de uma escola e, preocupada com a 
infrequência de seus alunos do 6° ao 9° ano, observou 
as faltas diárias ao longo de um mês e computou a mé-
dia da infrequência no gráfico de linhas. Com base no 
gráfico, texto III, é possível afirmar que o dia da semana 
que os alunos menos faltam é 
(A) terça-feira.(C) quarta-feira. 
(B) sexta-feira. (D) segunda-feira.
Leia o texto.
Texto IV
Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/129028958/exercicio-01-grafi cos-e-tabelas-6-ano. Acesso em: 1º ago. 2024. 
6. Os gráficos em barra são os mais utilizados e indi-
cam, geralmente, um dado quantitativo sobre diferen-
tes variáveis, lugares ou setores e não dependem de 
proporções. Os dados são indicados na posição verti-
cal, enquanto as divisões qualitativas apresentam-se 
na posição horizontal. O gráfico, texto IV, representa 
os estilos musicais preferidos pela turma do 8º ano de 
uma escola. Pela leitura do gráfico, pode-se afirmar que 
(A) o estilo musical preferido pela turma é hip hop. 
(B) o estilo musical menos ouvido é o sertanejo. 
(C) a maioria dos alunos dessa turma prefere forró a 
outros estilos musicais. 
(D) a quantidade de alunos que prefere hip hop é 
igual à quantidade que optou por forró. 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
8
Leia o texto. 
Texto V
Disponível em: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ9Cmt4Fty6Z1TRighsh52HbtFER6gA7kKMtQ&s. 
Acesso em: 1º ago. 2024. 
7. Gráficos em pizza é um tipo de gráfico, também 
muito utilizado, indicado para expressar uma relação 
de proporcionalidade, em que todos os dados soma-
dos compõem o todo de um dado aspecto da realida-
de. Observe o gráfico dos exercícios preferidos pelas 
clientes da Academia Sempre Bela. 
Pelo gráfico, é possível afirmar que o exercício preferi-
do pelas clientes dessa academia é: 
(A) Esteira. (C) Agachamento. 
(B) Abdução. (D) Afundo búlgaro. 
GRUPO DE ATIVIDADES
SISTEMATIZANDO 
os conhecimentos
Estudante, você viu que para se obter melhor com-
preensão de um texto, usamos o gráfico como forma de 
compreender as informações principais que facilitam a 
análise de dados, os quais costumam ser dispostos em 
tabelas quando se realiza pesquisas estatísticas.
Leia o texto. 
Texto VI
Desemprego cai 15 estados no 2º trimestre de 2024, 
diz IBGE
Nos outros 11 estados e no Distrito Federal, a taxa 
permaneceu estável. Os números são em comparação 
com o primeiro trimestre de 2024.
A taxa de desemprego no Brasil caiu em 15 das 27 
unidades da federação (UFs) no segundo trimestre 
de 2024, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra 
de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada 
nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geo-
grafia e Estatística (IBGE).
Nos outros 11 estados e no Distrito Federal, a taxa 
permaneceu estável. Os números são em comparação 
com o primeiro trimestre de 2024.
[...] 
Desemprego no Brasil
No fim de julho, o IBGE mostrou que a taxa de de-
semprego no Brasil foi de 6,9% no fechamento do 2º 
trimestre.
Em relação ao trimestre imediatamente anterior, 
encerrado em março, houve queda de 1 ponto percen-
tual (p.p.) na taxa de desocupação, que era de 7,9%. No 
mesmo trimestre de 2023, a taxa era de 8%.
Trata-se do melhor resultado para um trimestre 
encerrado em junho desde 2014 (6,9%). Na série com-
parável, é a menor taxa desde o quarto trimestre de 
2014 (6,6%).
Evolução da taxa de desemprego no Brasil
Índice no trimestre
Com os resultados, o número absoluto de desocu-
pados teve queda de 12,5% contra o trimestre anterior, 
atingindo 7,5 milhões de pessoas. Na comparação con-
tra o mesmo trimestre de 2023, o recuo é de 12,8%.
No trimestre encerrado em junho, também hou-
ve alta de 1,6% na população ocupada, estimada em 
101,8 milhões de pessoas — novo recorde da série his-
tórica iniciada em 2012. No ano, o aumento foi de 3%, 
com mais 2,9 milhões de pessoas ocupadas.
Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de pes-
quisas domiciliares do IBGE, o ano de 2023 teve bons 
números, já com menor influência da recuperação do 
mercado de trabalho após o impacto da pandemia de 
Covid. Em 2024, o avanço tem relação com aqueci-
mento da economia brasileira. 
Disponível em: https://g1.globo.com/economia/noticia/2024/08/15/desemprego-cai-em-15-estados-no-2o-trimestre-de-2024-di-
z-ibge.ghtml. Acesso em: 15 ago. 2024. 
8. O gênero textual, “gráfico” apresenta os resultados 
de pesquisas feitas para entender melhor as estatísti-
cas. De acordo com o texto VI, em 2024, o avanço do 
desemprego tem relação com aquecimento na 
(A) História.
(B) Geografia. 
(C) Economia. 
(D) Matemática. 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
9
9. Os gráficos inseridos na notícia foram utilizados para 
(A) informar, ao mesmo tempo que prevê criar uma 
opinião nos leitores.
(B) ilustrar, por meio da sátira, os acontecimentos 
atuais que despertam o interesse público. 
(C) organizar os dados com informações verbais 
para que o leitor entenda o alto índice de desem-
prego no país. 
(D) expressar visualmente dados e valores numéri-
cos, de maneiras diferentes, facilitando a compreen-
são, chamando a atenção do leitor.
Semana 4 - Outubro
GRUPO DE ATIVIDADES
Contextualizando o gênero 
textual, o tema e o campo 
de atuação
Caro(a) estudante, vamos estudar o gênero textual 
“Peça teatral” / texto dramático. Atente para as leitu-
ras e explicações do seu(sua) professor(a). Vamos lá?
1. Antes da leitura dos textos, vamos conversar? Ob-
serve as imagens. 
• O que essas imagens representam? 
• Você já assistiu uma peça teatral? 
• Você sabe o que é um texto dramático? 
• Você já foi ao teatro? Que peça assistiu? 
• Você sabia que antes de um espetáculo acontecer 
ele foi um texto escrito? 
• Alguém já participou de alguma encenação? 
• Qual foi a história?
• Gostou de participar? 
Disponível em: https://www.guiadasemana.com.br/contentFiles/system/pictures/2016/6/162858/cropped/image004.jpg. Acesso em: 14 ago. 2024. 
Disponível em: https://www.katiavelo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/WhatsApp-Image-2024-02-26-at-15.45.11.jpeg. Acesso em: 14 ago. 2024.
► Conhecendo o gênero textual.
Texto teatral
Texto teatral, ou dramático, é aquele produzido 
para ser representado (encenado). Os textos teatrais 
são, portanto, peças de teatro escritas por drama-
turgos e dirigidos por produtores teatrais e, em sua 
maioria, fazem parte do gênero narrativo. O texto te-
atral apresenta enredo, personagens, tempo, espaço e 
pode estar dividida em atos, que representam os di-
versos momentos da ação, por exemplo, a mudança de 
cenário e/ou de personagens. De tal modo, o texto te-
atral possui características peculiares e se distancia de 
outros tipos de texto pela principal função que lhe é 
atribuída: a encenação. Dessa forma, ele apresenta di-
álogo entre as personagens e algumas observações no 
corpo do texto sobre espaço, cena, ato e personagens. 
Já que os textos teatrais são produzidos para serem 
representados e não contados, geralmente não existe 
um narrador, fator que o difere dos textos narrativos. 
Disponível em: https://www.todamateria.com.br/texto-teatral/.Acesso em: 19 ago. 2024. 
Estudante, vamos ler um trecho da peça teatral 
“Uma história de vampiro”???
Leia o texto. 
Texto I
UMA HISTÓRIA DE VAMPIRO
Peça em um ato de: PAULO SACALDASSY 
(Vampirildo põe-se a chorar). Entra Frank, um pe-
queno Frank- Stein usando um óculos de grau fundo 
de garrafa.
FRANK: - Que foi Vamp? Outra crise existencial?
VAMPIRILDO: - Não enche! 
FRANK: - Deixa disso, vai! Vamos brincar!!!
VAMPIRILDO: - Eu não quero, me deixa em paz!
FRANK: - Vamos, vai! Venha me ajudar com a minha 
nova experiência.
VAMPIRILDO: - Por que eu nasci vampiro? Eu não gos-
to de sangue!!
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
10
Ao falar a palavra “sangue”, Vampirildo desmaia. 
Frank sai desesperado a procura de ajuda. Do outro 
lado entra uma pequena múmia, usando uma peruca 
e colares no pescoço, como se estivesse desfilando.
MUMESKA: - Subiu na passarela! Desfilando! Pisa na 
barata! Parou!Voltou!... (TROPEÇA EM VAMPIRILDO.)
MUMESKA: - Pô, Vamp! Sai do caminho, atrapalhou 
meu desfile! Vamp? Ei, Vamp, acorda!
VAMPIRILDO: - (ACORDANDO) O que foi? Onde eu 
estou?
MUMESKA: - Você já estava deitado aí no chão quan-
do eu entrei.
VAMPIRILDO: - Agora eu estou me lembrando!...Eu 
estava com o Frank... Cadê o Frank?
MUMESKA: - Eu não vi o Frank hoje! Então Vampiril-
do, o que você achou da minha peruca nova? 
VAMPIRILDO: - É legal!
MUMESKA: - Então Vamp, já está preparado para en-
frentar Toraz?
VAMPIRILDO: - Eu não aguento mais aquele assisten-
te de mago metido!
MUMESKA: - Mas, está chegando a hora em que o 
mestre Gorzan vai querer testar nossos conhecimen-
tos horripilantes!
VAMPIRILDO: - Se preocupe com você. Vê se me deixa 
em paz!
MUMESKA: - Que mal humor, Vamp. Pra cima, meni-
no! Você precisa ver o modelito fashion que estou pre-
parando pra festa desse ano! Vou deixar até o mestre 
Gorzan de queixo caído! Pra cima, Vampirildo!
VAMPIRILDO: - Desculpe, Mumeska, hoje eu não sou 
uma boa companhia!
MUMESKA: - O que te aconteceu?
VAMPIRILDO: - Sabe o que é? Eu não quero ser vampi-
ro, eu não gosto da noite...
MUMESKA: - Ah, Vamp, dá licença! Ninguém mais 
aguenta essas suas crises existenciais. Você precisa en-
tender de uma vez por todas, você é um vampiro! 
Disponível em: https://www.tudosaladeaula.com/2021/11/atividade-interpretacao-texto-teatral-7-8-9-ano.htm. Acesso em: 21 ago. de 2024. 
2. Quais personagens participam desse diálogo?
3. É possível observar que a maioria do texto teatral é 
dialogado, desse modo, as marcas da oralidade se fa-
zem presentes. Sobre a linguagem adotada nessa peça, 
predomina a/o
(A) formalidade para que o leitor consiga entender 
de forma clara os acontecimentos.
(B) coloquialismo com a finalidade de deixar o diálo-
go menos compreensível ao leitor. 
(C) regionalismo, pois contém expressões direciona-
das principalmente para o público leigo. 
(D) informalidade, porque recorre com frequência a 
expressões empregadas no cotidiano das pessoas. 
4. “VAMPIRILDO: - Se preocupe com você. Vê se me 
deixa em paz!”, no trecho destacado o uso do ponto de 
exclamação reforça a ideia de que a personagem está 
(A) feliz. (C) sonolenta. 
(B) exaltada. (D) apaixonada.
5. Existem três tipos de discurso no gênero narrativo 
para introduzir as falas e os pensamentos das persona-
gens. Há o discurso direto(quando as personagens con-
versam entre elas), discurso indireto (o narrador conta 
o que as personagens falam) e o discurso indireto livre 
(as falas das personagens e do narrador se juntam). O 
uso do tipo de discurso varia conforme a intenção do 
narrador. Qual o tipo de discurso que predomina nesse 
texto teatral?
6. No texto, há uma palavra escrita dentro dos parênte-
ses em “caixa alta”: “(ACORDANDO)”, com a intenção de 
(A) mostrar que alguém estava dormindo muito. 
(B) separar uma opinião das personagens.
(C) revelar como a personagem deve agir.
(D) apresentar uma atitude do narrador.
ampliando 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Caro(a) estudante, vamos conhecer outro texto 
teatral ou dramático? Você sabia que o teatro é uma 
modalidade artística que surgiu na antiguidade, na 
Grécia Antiga. Nas próximas atividades, você conhe-
cerá um musical de muito sucesso, “Os Saltimbancos” 
e aprenderá um pouco mais sobre textos dramáticos.
A peça é uma adaptação do clássico “Os músicos 
de Bremen”, dos irmãos Grimm, feita pelos Italianos 
Luiz Enríquez e Sérgio Bardotti, com tradução de 
Chico Buarque de Hollanda. O espetáculo conta a 
história de quatro animais (um jumento, um cachor-
ro, uma galinha e uma gata), que são maltratados 
por seus donos e resolvem se unir para dar um novo 
rumo às suas vidas. 
Disponível em: https://g1.globo.com/pe/pernambuco/o-que-fazer-no-recife/noticia/2022/05/12/espetaculo-os-saltimbancos-
-comemora-quatro-anos-com-apresentacao. Acesso em: 19 ago. 2024. 
Leia o texto. 
Texto II
Os Saltimbancos 
Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov. Adaptação de Chico Buarque, 1977. 
Personagens: Crianças, O Jumento, O Cachorro, A 
Galinha, A Gata, Mulheres, Homens e Barões
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
11
Cenário: Floresta
A encenação começa com a música Bicharia (em “off”). 
Cena 1
O jumento, sozinho no palco, diz:
JUMENTO — Eu, eu sou um jumento. Não sou bicho 
de estimação. Não tenho nome, não tenho apelido, 
nem estimação. Sou jumento e pronto. Na minha 
terra também me chamam de jegue. E me botaram 
pra trabalhar na roça a vida inteira. Trabalhar feito 
jumento. Pra no fim... nada. 
Minha pensão, nenhuma cenoura. Acho que é por 
isso que às vezes me chamam de burro. Eu não me in-
comodo. Mas outro dia, eu estava subindo um morro 
com quinhentos quilos de pedra no lombo. Estava ali, 
subindo, quando um pai d'égua falou assim: "Mas que 
mula preguiçosa, sô!", fui ver, e a mula era eu. Aí eu pa-
rei — "Mula? ah! é demais" — e resolvi dar no pé. To-
mei a estrada que leva à cidade e fui seguindo, naquela 
escuridão, naquela humilhação, naquela solidão que 
nem sei. Não sou disso não, mas me deu uma vontade 
arretada de chorar... e chorar e chorar aos soluços.
MÚSICA: “O Jumento” [...] 
[...] 
JUMENTO — Pois é, onde que eu estava mesmo? 
Ah! Estava indo pra cidade. "E fazer o que na cidade?" 
— eu pensava. Quando alguém não sabe fazer mais 
nada, nada mesmo, pode ser artista. Hoje todo mundo 
canta, como dizem aqueles que não sabem cantar. En-
tão eu estava ali andando, quando, de repente, quem 
é que eu vejo escondido no barranco da estrada?
Um pobre cachorro. Estava mesmo a perigo, todo 
roto, todo esfarrapado, parecia que tinha chegado 
da guerra. Estava dormindo e tinha sonhos terrí-
veis, pesadelos de cão.
JUMENTO — Ei, cachorro, ei, cachorro, acorda. Um, 
dois, três. 
CACHORRO — Sim, senhor, é pra já. 
[...] 
JUMENTO — Acabou? Calma, companheiro, eu não 
sou teu patrão.
CÃO — Como, senhor? Vossa Excelência não quer 
ser meu patrão?
JUMENTO — Deixa disso, eu sou um pobre-coitado, 
sou um pau-de-arara.
CÃO — Sim, senhor, pau-de-arara, às ordens, em que 
posso servi-lo? Onde quer que o leve?
JUMENTO — Não me leve a lugar nenhum, rapaz. Eu 
vou à cidade. Vou procurar emprego como músico. 
Você também pode vir.
Dois animais cantando juntos acho que vai ser a 
maior sensação. 
Cena 2
Aparece a galinha. 
GALINHA — Có, có, có, có, có, có. Três animais can-
tando juntos, acho que vai ser mais fantástico. Vocês 
me levam também?
JUMENTO — O quê? Uma galinha? 
CÃO — Bom-dia, Vossa Galinência.
GALINHA — Có, có, como vão, companheiros?
JUMENTO — Já vi tudo, você também fugiu, né?
GALINHA — E como não?
JUMENTO — Por quê?
GALINHA — Não consigo mais botar ovos. 
[...] 
Disponível em: https://www.colegionomelini.com.br/midia/arquivos/2014/8/70b9172b88d52d4073e25fb860112ff2.pdf. Acesso 
em: 19 ago. 2014.
7. O trecho do texto apresenta três personagens que 
estavam fugindo da vida que levavam. Quais motivos 
levaram essas personagens tomarem tal atitude?
Jumento: 
Cão: 
Galinha: 
8. O texto teatral tem como finalidade principal
(A) revelar como o narrador deve agir numa história 
contada. 
(B) promover uma reflexão a respeito de um assunto 
narrado. 
(C) contar uma história por meio de uma sequência 
de ações reais. 
(D) servir à representação teatral, expressar senti-
mentos, provocar reflexões etc.
9. A gradação é uma figura de linguagem, relacionada 
com a enumeração, na qual são expostas determinadas 
ideias de forma crescente ou decrescente. Destaque 
um trecho em que está presente uma gradação.
SISTEMATIZANDO 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Estudante, vamos ler com atenção um trecho da 
peça teatral “Romeu e Julieta”, de Willian Shakespeare.
Leia o texto.
Texto III
ROMEU E JULIETA
Willian Shakespeare
ATO II, 
Cena II 
O mesmo. Jardim de Capuleto. Entra Romeu
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/202412
ROMEU – Só ri das cicatrizes quem ferida nunca so-
freu no corpo.
(Julieta aparece na janela.)
Mas silêncio! Que luz se escoa agora da janela? Será 
Julieta o sol daquele oriente? Surge, formoso sol, e 
mata a lua cheia de inveja, que se mostra pálida e 
doente de tristeza, por ter visto que, como serva, és 
mais formosa que ela. Deixa, pois, de servi-la; ela é 
invejosa. Somente os tolos usam sua túnica de ves-
tal, verde e doente; joga-a fora. Eis minha dama. Oh, 
sim! é o meu amor. Se ela soubesse disso! Ela fala; 
contudo, não diz nada. Que importa? Com o olhar 
está falando. Vou responder-lhe. Não; sou muito 
ousado; não se dirige a mim: duas estrelas do céu, as 
mais formosas, tendo tido qualquer ocupação, aos 
olhos dela pediram que brilhassem nas esferas, até 
que elas voltassem. Que se dera se ficassem lá no 
alto os olhos dela, e na sua cabeça os dois luzeiros? 
Suas faces nitentes deixariam corridas as estrelas, 
como o dia faz com a luz das candeias, e seus olhos 
tamanha luz no céu espalhariam, que os pássaros, 
despertos, cantariam. Vede como ela apoia o rosto à 
mão. Ah! se eu fosse uma luva dessa mão, para poder 
tocar naquela face!
JULIETA – Ai de mim!
ROMEU – Oh, falou! Fala de novo, anjo brilhante, 
porque és tão glorioso para esta noite, sobre a mi-
nha fronte, como o emissário alado das alturas ser 
poderia para os olhos brancos e revirados dos mor-
tais atônitos, que, para vê-lo, se reviram, quando 
montado passa nas ociosas nuvens e veleja no seio 
do ar sereno.
JULIETA – Romeu, Romeu! Ah! por que és tu Ro-
meu? Renega o pai, despoja-te do nome; ou então, se 
não quiseres, jura ao menos que amor me tens, por-
que uma Capuleto deixarei de ser logo.
ROMEU (à parte) – Continuo ouvindo-a mais um 
pouco, ou lhe respondo?
JULIETA – Meu inimigo é apenas o teu nome. Con-
tinuarias sendo o que és, se acaso Montecchio tu 
não fosses. Que é Montecchio? Não será mão, nem 
pé, nem braço ou rosto, nem parte alguma que per-
tença ao corpo. Sê outro nome. Que há num simples 
nome? O que chamamos rosa, sob uma outra desig-
nação teria igual perfume. Assim Romeu, se não ti-
vesse o nome de Romeu, conservara a tão preciosa 
perfeição que dele é sem esse título. Romeu, risca 
teu nome, e, em troca dele, que não é parte alguma 
de ti mesmo, fica comigo inteira.
ROMEU – Sim, aceito tua palavra. Dá-me o nome 
apenas de amor, que ficarei rebatizado. De agora em 
diante não serei Romeu.
JULIETA Suas faces nitentes deixariam corridas as 
estrelas, como o dia faz com a luz das candeias, e seus 
olhos tamanha luz no céu espalhariam, que os pás-
saros, despertos, cantariam. Vede como ela apoia o 
rosto à mão. Meu nome, cara santa, me é odioso, por 
ser teu inimigo; se o tivesse diante de mim, escrito, o 
rasgaria.
JULIETA – Minhas orelhas ainda não beberam cem 
palavras sequer de tua boca, mas reconheço o tom. 
Não és Romeu, um dos Montecchios?
ROMEU – Não, bela menina; nem um nem outro, se 
isso te desgosta.
JULIETA – Dize-me como entraste e porque vies-
te. Muito alto é o muro do jardim, difícil de escalar, 
sendo o ponto a própria morte – se quem és aten-
dermos – caso fosses encontrado por um dos meus 
parentes.
ROMEU – Do amor as lestes asas me fizeram trans-
voar o muro, pois barreira alguma conseguirá deter 
do amor o curso, tentando o amor tudo o que o amor 
realiza. Teus parentes, assim, não poderiam desviar-
-me do propósito.
[...] 
Disponível em: https://efape.educacao.sp.gov.br/curriculopaulista/wp-content/uploads/download/Aprender%20Sempre%20-%20
Língua%20Portuguesa/Anos%20Finais%20Vol3/ES_EF_AFinais_LP_9ano_AprenderSempreRecApr.pdf. Acesso em: 21 ago. 2024.
10. No texto teatral, além das falas há, também, as ru-
bricas que orientam o modo de agir das personagens. 
Elas podem ser de interpretação e de movimento. Reti-
re do texto um exemplo de rubrica. 
11. As Figuras de Linguagem são palavras ou expres-
sões conotativas/figuradas, por isso, apresentam um 
sentido que ultrapassa a linguagem comum, literal (de-
notativa). Por exemplo, se escrevemos que “João é um 
doce”, não queremos dizer que ele tem “gosto de açú-
car”, mas que ele é uma pessoa agradável. Com a ajuda 
do seu(sua) professor(a), identifique, em cada trecho, a 
figura de linguagem predominante. 
a) “Fala de novo, anjo brilhante, porque és tão glorioso 
para esta noite, sobre a minha fronte, como o emissário 
alado das alturas ser poderia para os olhos brancos e 
revirados dos mortais atônitos[...].” 
b) “... que, para vê-lo, se reviram, quando montado pas-
sa nas ociosas nuvens e veleja no seio do ar sereno.” 
12. A escolha de determinada palavra ou expressão, 
bem como o uso de figuras de linguagem, devem ser 
percebidas pelo leitor como mais uma forma de o autor 
manifestar suas intenções comunicativas. Explique a 
intenção do autor ao utilizar a expressão destacada no 
trecho seguir.
 “Que é Montecchio? Não será mão, nem pé, nem 
braço ou rosto, nem parte alguma que pertença ao 
corpo.” 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
13
contextualizando o gênero, 
temA e o campo de atuação
GRUPO DE ATIVIDADES
Semana 1 - Novembro
Estudante, a partir de agora você verá um gênero 
textual bem interessante, o gênero textual narrativo 
romance. Você já conhece vários romances de auto-
res brasileiros, mesmo que não os tenha lido na ínte-
gra, certamente você leu resumos disponibilizados 
em livros didáticos ou já assistiu a filmes baseados 
em alguns livros. Os romances, que serão lidos nes-
sa etapa, o ajudarão na compreensão do gênero, na 
interpretação de textos mais complexos, porém mais 
envolventes e ampliará seu conhecimento de mundo. 
Vamos lá!
1. Antes de ler os textos, vamos conversar? Veja bem 
estas capas de livros!!!
• Você conhece o gênero textual romance? 
• Você já leu algum romance? Qual?
• Quais temas/assuntos você acha que aparecem 
com frequência nos romances? 
• Você sabe o que são textos literários?
► Conhecendo o gênero textual.
Romance infanto juvenil
Romance é a forma literária pertencente ao gêne-
ro narrativo e que apresenta uma história completa 
composta por enredo, temporalidade, ambientação 
e personagens definidos de maneira clara. É oriundo 
dos contos épicos e revela ações em conjunto com a 
distribuição de personagens ao longo da trama. Entre 
as características marcantes desse gênero está a pro-
ximidade com a realidade. O romance é uma narrati-
va longa, com personagens variados. A organização é 
feita em torno da trama, mas a linguagem é variável, 
seguindo a proposta em que é ambientado. Pode ser 
fictício ou mesclar a ficção com a realidade. 
A origem do gênero infantojuvenil começa a se 
delinear na passagem entre os séculos XVII e XVIII 
quando a criança passa ser considerada em suas es-
pecificidades e suas diferenças em relação aos adul-
tos. A princípio, e durante muitos anos, a literatura se 
apresenta como conteúdo adulto, deixando de notar 
a riqueza criativa que habita as experiências da infân-
cia. Ao final do século XVIII, alguns escritores mudam 
o rumo das estórias infantis e juvenis. A realidade da 
criança passa a ser retratada considerando a sua sim-
bologia, sua afetividade, sua psicologia e o seu desen-
volvimento cognitivo. Tudo isso por meio da linguagem 
literária, que permite à criança e ao jovem ver o seu 
universo sendo mimetizado lúdica e artisticamente. 
Disponível em: https://www.infoescola.com/literatura/literatura-infantojuvenil//Acesso em: 9 set. 2020.
Estudante, publicado em 1968, o livro infantoju-
venil autobiográfico intitulado: “O Meu Pé de Laranja 
Lima” foi o maior sucesso do escritor brasileiro José 
Mauro de Vasconcelos (1920-1984). O livro foi tradu-
zido para mais de cinquenta línguas e influenciou ge-
rações no Brasil e no exterior. Com o enorme sucesso 
da obra, surgiram adaptações para o cinema e para a 
televisão (uma novela realizada pela TV Tupi e duas 
pela TV Bandeirantes). José Mauro de Vasconcelos 
foi um escritor brasileiroque nasceu em uma família 
nordestina que havia migrado para o Rio de Janeiro. 
Os pais tinham poucos recursos e ele, ainda criança, 
teve que mudar para o Rio Grande do Norte, onde foi 
criado pelos tios em Natal. “José Mauro de Vasconce-
los, com um estilo simples e bastante singular, narra 
a história pela perspectiva de uma criança de cinco 
anos de idade e utiliza uma linguagem conotativa – fi-
gurada, simbólica – comum em textos literários, mas 
bastante marcante nesse escritor”. Vamos ler? 
O trecho abaixo apresenta um diálogo entre o protagonis-
ta Zezé e sua professora, D. Cecília Paim. Cecília gostava mui-
to de Zezé, dizia que ele era muito inteligente e não conseguia 
imaginar a fama de traquino que tinha fora da escola. Para 
Zezé, a escola era um refúgio dos maus tratos que sofria, lá se 
sentia amado e tinha um comportamento muito diferente.
Leia o texto. 
Texto I
Fragmento “Meu Pé de Laranja Lima”
A escola. A flor. A flor. A escola... 
Tudo ia muito bem quando Godofredo entrou na 
minha aula. Pediu licença e foi falar com D. Cecília Paim. 
Só sei que ele apontou a flor no copo. Depois saiu. Ela 
olhou para mim com tristeza.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
14
Quando terminou a aula, me chamou. 
— Quero falar uma coisa com você, Zezé. Espere 
um pouco. 
Ficou arrumando a bolsa que não acabava mais. Se 
via que não estava com vontade nenhuma de me falar e 
procurava a coragem entre as coisas. Afinal se decidiu. 
— Godofredo me contou uma coisa muito feia de 
você, Zezé. É verdade? 
Balancei a cabeça afirmativamente. 
— Da flor? É, sim, senhora. 
— Como é que você faz? 
— Levanto mais cedo e passo no jardim da casa do 
Serginho. 
Quando o portão está só encostado, eu entro depres-
sa e roubo uma flor. Mas lá tem tanta que nem faz falta. 
— Sim. Mas isso não é direito. Você não deve fazer 
mais isso. Isso não é um roubo, mas já é um “furtinho”. 
— Não é não, D. Cecília — O mundo não é de Deus? 
Tudo que tem no mundo não é de Deus? Então as flores 
são de Deus também... 
 Ela ficou espantada com a minha lógica.
— Só assim que eu podia, professora. Lá em casa 
não tem jardim. Flor custa dinheiro... E eu não queria 
que a mesa da senhora ficasse sempre de copo vazio. 
Ela engoliu em seco. 
— De vez em quando a senhora não me dá dinheiro 
para comprar um sonho recheado, não dá?... 
— Poderia lhe dar todos os dias. Mas você some... 
— Eu não podia aceitar todos os dias... 
— Por quê? 
— Porque tem outros meninos pobres que também 
não trazem merenda. 
Ela tirou o lenço da bolsa e passou disfarçadamente 
nos olhos. 
— A senhora não vê a Dorotília? [...] 
—A Dorotília é mais pobre do que eu. E as outras 
meninas não gostam de brincar com ela porque é preti-
nha e pobre demais. Então ela fica no canto sempre. Eu 
divido o sonho que a senhora me dá com ela. 
Dessa vez ela ficou com o lenço parado no nariz 
muito tempo. 
— A senhora de vez em quando, em vez de dar para 
mim, podia dar para ela. A mãe dela lava roupa e tem 
onze filhos. Todos pequenos ainda. Dindinha, minha 
avó, todo sábado dá um pouco de feijão e de arroz para 
ajudar eles. E eu divido o meu sonho porque Mamãe 
ensinou que a gente deve dividir a pobreza da gente 
com quem é ainda mais pobre. 
As lágrimas estavam descendo. 
— Eu não queria fazer a senhora chorar. Eu prometo 
que não roubo mais flores e vou ser cada vez mais um 
aluno aplicado. 
— Não é isso, Zezé. Venha cá. Pegou as minhas 
mãos entre as dela. 
— Você vai prometer uma coisa, porque você tem 
um coração maravilhoso, Zezé. 
— Eu prometo, mas não quero enganar a senhora. 
Eu não tenho um coração maravilhoso. A senhora diz 
isso porque não me conhece em casa. 
— Não tem importância. Pra mim você tem. De ago-
ra em diante, não quero que você me traga mais flores. 
Só se você ganhar alguma. Você promete? 
— Prometo, sim senhora. E o copo? Vai ficar sem-
pre vazio? 
— Nunca esse copo vai ficar vazio. Quando eu olhar 
para ele vou sempre enxergar a flor mais linda do mun-
do. E vou pensar: quem me deu essa flor foi o meu me-
lhor aluno. Está bem? 
Agora ela ria. Soltou minhas mãos e falou com do-
çura. — Agora pode ir, coração de ouro... 
Disponível em: https://www.jfpb.jus.br/arquivos/biblioteca/e-books/meu_pe_de_laranja_lima.pdf. Acesso em: 22 ago. 2024.
2. A obra “O Meu Pé de Laranja Lima” é um romance 
por quê? 
3. O romance “O Meu Pé de Laranja Lima” aborda 
temas-chave para se pensar sobre a infância e os pro-
blemas dos adultos que podem acabar por negligen-
ciar as crianças. Diante disso, qual é o tema do frag-
mento acima?
4. O texto narrativo é baseado na ação que envolve 
personagens, tempo, espaço e conflito entre outros 
elementos da narrativa. Nesse contexto, qual é o acon-
tecimento/fato que dá origem ao conflito da narrativa?
ampliando 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Caro(a) estudante! Seguindo na leitura dos ro-
mances infanto-juvenis, vamos ler um trecho de mais 
um clássico desta linha???? O romance da vez é “O Pe-
queno Príncipe”. Conhece? Já leu? Não, então a hora 
é agora!!!! "O pequeno príncipe” é um famoso livro 
da literatura infantil europeia. Narra acontecimentos 
vividos por um menino originário do asteroide B 612. 
Após a queda de um avião no deserto do Saara, o pi-
loto faz amizade com essa sábia criança que consegue 
ver o que os adultos são incapazes.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
15
SISTEMATIZANDO 
os conhecimentos
GRUPO DE ATIVIDADES
Leia o texto. 
Texto II
O Pequeno Príncipe 
Antoine de Saint-Exupéry
[...] 
CAPÍTULO XXI 
E foi então que apareceu a raposa:
— Bom dia, disse a raposa.
— Bom dia, respondeu polidamente o principezi-
nho, que se voltou, mas não viu nada.
Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
— Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és 
bem bonita...
— Sou uma raposa, disse a raposa
— Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Es-
tou tão triste
— Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não 
me cativaram ainda.
— Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
— Que quer dizer "cativar"?
— Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
— Procuro os homens, disse o principezinho - Que 
quer dizer "cativar"?
— Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É 
bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coi-
sa interessante que eles fazem - Tu procuras galinhas?
— Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. 
Que quer dizer "cativar"?
— É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Sig-
nifica "criar laços.
— Criar laços?
Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim 
senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros 
garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens 
também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de 
uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me 
cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para 
mim o único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
Começo a compreender, disse o principezinho.
Existe uma flor.. . eu creio que ela me cativou ...
É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra ...
— Oh! Não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
— Num outro planeta?
— Sim.
— Há caçadores nesse planeta?
— Não.
— Que bom! E galinhas?
— Também não.
— Nada é perfeito, suspirou a raposa.
[...] 
Disponível em: https://www.baixelivros.com.br/infantil/o-pequeno-principe-antoine-de-saint-exupery#google_vignette. Acesso 
em: 22 ago. 2024. 
5. Esse texto é um/uma
(A) crônica. (C ) editorial.
(B) romance. (D ) artigo de opinião.
6. Segundo o texto, chegando ao planeta Terra, o Pe-
queno Príncipe encontra uma raposa e logo quer brin-
car com ela. Por que a raposa disse que ainda não po-
deria brincar com ele?
7. Identifique a que / quem os termos destacados estão 
se referindo. 
a) “— Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam.É 
bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coi-
sa interessante que eles fazem —”
b) “— Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não 
me cativaram ainda.” 
Semana 2 - Novembro
Leia o texto. 
Texto III
O Pequeno Príncipe 
XXI
[...]
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse 
música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo?
Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os 
campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso 
é triste, mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será 
maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que 
é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho 
do vento no trigo ...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o 
príncipe:
— Por favor... cativa-me disse ela.
— Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não 
tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas 
coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, dis-
se a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhe-
cer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. 
Mas como não existem lojas de amigos, os homens não 
têm mais amigos, se tu queres um amigo, cativa-me!
Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te 
sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
16
relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás 
nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. 
Mas, cada dia, te sentarás mais perto ...
No dia seguinte o principezinho voltou.
— Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse 
a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, 
desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a 
hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro 
horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei 
o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer mo-
mento, nunca saberei a hora de preparar o coração .... 
É preciso ritos.
— Que é um rito? perguntou o principezinho.
— É uma coisa muito esquecida também, disse a 
raposa, é o que faz com que um dia seja diferente dos 
outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caça-
dores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quin-
ta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é 
o dia maravilhoso!
Vou passear até a vinha. Se os caçadores danças-
sem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não 
teria férias!
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quan-
do chegou a hora da partida, a raposa disse:
— Ah! Eu vou chorar.
— A culpa é tua, disse o principezinho, eu não te 
queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse ...
— Quis, disse a raposa.
— Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
— Vou, disse a raposa.
— Então, não sais lucrando nada!
— Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
— Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é 
a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu 
te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
— Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, 
vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, 
nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha ra-
posa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz 
dela um amigo.
Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
— Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se 
pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um tran-
seunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela 
sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois 
foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. 
Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu 
matei as larvas (exceto duas ou três por causa das bor-
boletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-
-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
— Adeus, disse ele...
— Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito 
simples: só se vê bem com o coração. O essencial é in-
visível para os olhos.
— O essencial é invisível para os olhos, repetiu o 
principezinho, a fim de se lembrar.
— Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez 
tua rosa tão importante.
— Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... re-
petiu o principezinho, a fim de se lembrar.
— Os homens esqueceram essa verdade, disse a 
raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eter-
namente responsável por aquilo que cativas. Tu és res-
ponsável pela rosa...
— Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o 
principezinho, a fim de se lembrar. 
[...] 
Disponível em: https://www.baixelivros.com.br/infantil/o-pequeno-principe-antoine-de-saint-exupery#google_vignette. Acesso 
em: 22 ago. 2024. 
8. Ao se despedir do Pequeno Príncipe a raposa lhe 
conta um segredo: " — Eis meu segredo. É muito sim-
ples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisí-
vel aos olhos." O que a raposa quis ensinar ao Pequeno 
Príncipe? 
(A) Que ele deveria prestar mais atenção às dores do 
coração.
(B) Que não adianta se dedicar porque ninguém vai 
se importar. 
(C) Que era essencial ver bem as coisas para não as 
tornar simples demais.
(D) Que o tempo e o cuidado que ele dedicou a sua 
rosa foi o que a tornou única e tão especial. 
9. "O Pequeno Príncipe" é uma obra considerada como 
parábola, ou seja, algo que tem a finalidade de transmi-
tir algum ensinamento. Na sua opinião, qual é o princi-
pal ensinamento do livro? 
10. O que quer dizer “cativar” segundo as palavras da 
Raposa? Explique. 
Estudante, na aula anterior, estudamos textos 
dramáticos. Agora, sugerimos o estudo de um trecho 
de um romance infanto juvenil “A culpa é das estre-
las", de John Green. A proposta é que você transfor-
me este texto narrativo em uma peça teatral. Para 
isso, releia os textos lidos nas aulas anteriores e re-
corde as características do gênero dramático e do gê-
nero romance. 
PRODUÇÃO TEXTUAL
Semana 3 - Novembro
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
17
Leia o texto motivador. 
Texto I 
A culpa é das estrelas
Capítulo I
Faltando pouco para eu completar meu décimo 
sétimo ano de vida minha mãe resolveu que eu estava 
deprimida, provavelmente porque quase nunca saía de 
casa, passava horas na cama, lia o mesmo livro várias 
vezes, raramente comia e dedicava grande parte do 
meu abundante tempo livre pensando na morte.
Sempre que você lê um folheto, uma página da In-
ternet ou sei lá o que mais sobre câncer, a depressão 
aparece na listados efeitos colaterais. Só que, na verda-
de, ela não é um efeito colateral do câncer. É um efeito 
colateral de se estar morrendo. [...] 
[...] 
E VOCÊS TAMBÉM PODEM TER ESSA SORTE!
Aí nós nos apresentávamos: Nome. Idade. Diag-
nóstico. E como estávamos no dia. Meu nome é Hazel, 
dizia na minha vez. Dezesseis. Tireoide, originalmen-
te, mas com uma respeitável colônia satélite há muito 
tempo instalada nos pulmões. E está tudo bem comigo.
* * *
Então o Grupo de Apoio deu o que tinha de dar, e 
depois de algumas semanas eu passei a surtar quando 
tocavam no assunto. Na verdade, na quarta-feira em 
que conheci o Augustus Waters, tinha feito de tudo 
para me livrar da ida à sessão de grupo enquanto esta-
va sentada no sofá com a mamãe, no meio da terceira 
parte da maratona de doze horas da temporada ante-
rior de America’s Next Top Model, que, confesso, já ti-
nha visto, mas mesmo assim...
Eu: ‚Eu me recuso a ir ao Grupo de Apoio. ‛
Mamãe: ‚Um dos sintomas da depressão é a falta de 
interesse em participar de atividades. ‛
Eu: ‚Por favor, mãe, deixe eu ficar vendo America’s 
Next Top Model.
Isso é uma atividade. ‛
Mamãe: ‚Televisão é passividade. ‛
Eu: ‚Pô, mãe, por favor...‛
Mamãe: ‚Hazel, você já é adolescente. Não é mais 
criancinha. Precisa fazer amigos, sair de casa, viver 
sua vida.‛ 
Eu: ‚Se você quer que eu aja como adolescente, não 
me mande para o Grupo de Apoio. Compre uma cartei-
ra de identidade falsa para mim e aí euvou sair à noite, 
beber vodca e tomar baseado. ‛
Mamãe: ‚Para início de conversa, não se toma ba-
seado. ‛
Eu: ‚Viu? Esse é o tipo de coisa que eu saberia se você 
comprasse uma carteira de identidade falsa para mim. ‛
Mamãe: ‚Você vai para o Grupo de Apoio. ‛
Eu: ‚SAAAAAAACO.‛
Mamãe: ‚Hazel, você merece uma vida. ‛
Aquilo me fez calar a boca, mesmo não tendo con-
seguido entender o que a ida ao Grupo de Apoio tinha 
a ver com a definição de vida. 
[...]
— Augustus, talvez você queira falar de seus medos 
para o grupo.
— Meus medos?
— É
— Eu tenho medo de ser esquecido - disse sem que-
rer um momento de pausa. (...)
Olhei na direção do Augustus Waters, que me de-
volveu o olhar. Quase dava para ver através dos olhos 
dele, de tão azuis que eram.
— Vai chegar um dia - eu disse - (...) Vai chegar um 
dia em que não vai sobrar nenhum ser humano sequer 
para lembrar que alguém já existiu ou que nossa espé-
cie fez qualquer coisa nesse mundo.
Não vai sobrar ninguém para se lembrar de Aristó-
teles ou de Cleópatra, quanto mais de você. Tudo o que 
fizemos, construímos, escrevemos, pensamos e desco-
brimos vai ser esquecido e tudo isso aqui - fiz um gesto 
abrangente - vai ter sido inútil. Pode ser que esse dia 
chegue logo e pode ser que demore milhões de anos, 
mas, mesmo que o mundo sobreviva a uma explosão 
do Sol, não vamos viver para sempre. (...) E se a inevi-
tabilidade do esquecimento humano preocupa você, 
sugiro que deixe esse assunto para lá. (...)
Assim que terminei fez-se um longo silêncio, e eu 
pude ver um sorriso se abrindo de um canto ao outro 
no rosto do Augusto – não o tipo de sorriso (...) do ga-
roto tentando (...) me encarar, mas um sorriso sincero, 
quase maior que a cara dele.
— caramba — disse ele baixinho — Não é que você 
é mesmo demais? 
[...] 
Disponível em: https://drive.google.com/file/d/0B2tUuSnygvP_ZTN3eGx4clBieGs/view?resourcekey=0-i8vNBcpiOmYfUgwf8-_
atg. Acesso em: 22 ago. 2024.
2. PROPOSTA DE PRODUÇÃO DE TEXTO
Agora, a proposta é transformar o texto que você aca-
bou de ler em um texto teatral. Vamos seguir um passo 
a passo?!
a. Em quantas cenas você dividirá o texto?
b. Escreva as rubricas que indicam entrada e saída de 
personagens.
c. Como as personagens são caracterizadas?
d. Como será o cenário?
e. Que emoções você tentará provocar com o texto?
Agora vamos pôr em prática o que foi ensinado e dis-
cutido em todas as outras aulas. Recorde as caracterís-
ticas do texto teatral e tire as possíveis dúvidas com o 
professor para que possa transformar o romance em 
um texto teatral. Para tanto, utilize os conhecimentos 
adquiridos nas aulas sobre o gênero estudado.
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
18
Como sugestão, caso você estudante queira ler 
o romance completo ou pelo menos o capítulo I, 
acesse o link https://drive.google.com/file/d/0B-
2tUuSnygvP_ZTN3eGx4clBieGs/view?resour-
cekey=0-i8vNBcpiOmYfUgwf8-_atg e faça uma 
ótima peça teatral. 
3. Preparando a produção escrita
1 - Escreva o texto teatral: roteiro técnico (persona-
gens, cenário, figurino etc.), os diálogos e as rubricas.
2 - Reescreva seu texto no caderno, fazendo as cor-
reções necessárias.
3 - Faça uma leitura dramatizada do texto, alternan-
do a representação de personagens com os colegas.
Confira as rubricas, as escolhas de linguagem, a pontu-
ação e a expressividade que cada fala exige.
Que tal com a ajuda do seu(sua) professor(a) e com a cola-
boração dos(as) colegas, encenar a peça teatral que você 
vai construir? Imagine como esse texto poderá ser ence-
nado: as personagens e suas falas que traduzem o enre-
do e suas expressões, movimentos e trajes; e o cenário 
(quando e onde a história se passa) entre outros aspectos. 
Semana 4 - Novembro
REVISITANDO A MATRIZ SAEB
Caro(a) estudante, até aqui, em nossa trajetória 
no decorrer da realização das atividades propostas, 
buscamos conhecer um pouco mais sobre diversos 
gêneros textuais. Agora, propomos a você a realiza-
ção de algumas questões que, além de contribuir com 
a sistematização dos conhecimentos adquiridos por 
você, poderão ser norteadoras do que você ainda ne-
cessita buscar “conhecer mais”. Nossa sugestão é que 
dialogue com seu(a) professor(a) após o término de 
todas as atividades. Vamos lá? 
Leia o fragmento de um texto dramático. 
O fantástico mistério de Feiurinha – Pedro Bandeira 
Peça teatral em um ato 
Personagens: Escritor; Dona Branca Encantado; Dona 
Cinderela Encantado; Dona Rapunzel Encantado; Jerusa.
Cenário
A sala de trabalho do Escritor. Uma estante cheia de 
livros, uma mesa com uma máquina de escrever, a ca-
deira de trabalho do Escritor e uma pequena poltrona 
de visita. (...)
ESCRITOR: Perceberam por que Feiurinha desapa-
receu? Porque ninguém jamais escreveu sua história! 
Porque as fantásticas aventuras dessa heroína de so-
nhos, por não estar escrita, não se renova através dos 
séculos nas risadas e nas emoções das crianças! (Feliz, 
começa a dançar com todas elas. Ri alto, e todas riem 
com ele.) Onde está você, Feiurinha? Quem é você, 
Princesa? Preciso escrever sua história, para que você 
se torne eterna também! Onde está você, Feiurinha?
(A velha Jerusa entra em cena casualmente.)
JERUSA: Eh, que história boa, não é? Sempre foi a mi-
nha preferida quando a minha avó reunia todo mundo 
para contar histórias ao pé do fogo... (...)
RAPUNZEL: Conte a história da Feiurinha para nós, Je-
rusa, conte!
CINDERELA: Por favor, Jerusa!
JERUSA: Ah, assim eu fico sem jeito...
BRANCA: (Pegando as mãos de Jerusa e as beijando) Je-
rusa, por favor, conte para nós. Só você pode trazer a 
Feiurinha de volta...
ESCRITOR: (Para a plateia) Jerusa não era de grandes 
letras e, talvez por isso mesmo, tenha compreendido 
muito bem o que era ter Branca de Neve a seus pés, 
beijando-lhe as mãos. Compreendeu que Branca de 
Neve, Cinderela, Feiurinha e tantas outras faziam par-
te de si como seu próprio sangue. Eram o seu passado 
e a sua cultura. Compreendeu e começou a desvendar, 
para todos nós, o fantástico mistério de Feiurinha... (...)
BANDEIRA, Pedro. O fantástico mistério de Feiurinha. São Paulo: FTD, 1999. 
1. De acordo com o texto, Feiurinha desapareceu porque 
(A) ela não era uma princesa.
(B) ela não era benquista pelo escritor.
(C) ela não havia sido citada por nenhum escritor.
(D) ela não se dava bem com as outras princesas. 
2. No trecho “Compreendeu e começou a desvendar, 
para todos nós, o fantástico mistério de Feiurinha...”, as 
reticências sugerem 
(A) um clima de suspense.
(B) uma citação incompleta.
(C) a continuidade das ocupações.
(D) uma interrupção de pensamento 
3. Que importância Jerusa tinha na história? 
(A) Era uma personagem qualquer da história. 
(B) Era uma moça que seria a próxima princesa. 
(C) Era a única que sabia da história de Feiurinha. 
(D) Era a empregada de Dona Cinderela Encantado.
Leia o texto abaixo. 
O gráfico ao lado re-
vela o resultado de uma 
pesquisa feita entre os vi-
sitantes de um zoológico 
em Fortaleza. Cada visi-
tante foi abordado com 
a seguinte pergunta: Dos 
seguintes animais: Leão, 
Jacaré, Macaco, Urso e Leopardo, qual é o seu preferido? 
Após a pesquisa encerrada, chegou-se à conclusão de 
que o animal menos popular neste zoológico é o jacaré. 
Revisa Goiás
Secretaria de Estado
da Educação
SEDUC
Revisa 8º Ano - Língua Portuguesa e Matemática - Outubro-Novembro/2024
19
4. Analise atentamente este gráfico de linhas e respon-
da à pergunta: Quantos votos o leão e o macaco rece-
beram juntos? 
(A) 50 votos. (C) 70 votos. 
(B) 60 votos. (D) 110 votos.
5. Esse texto serve para 
(A) divertir o leitor.
(B) divulgar um evento.
(C) ensinar uma brincadeira.
(D) apresentar dados e informações 
Leia um fragmento do romance juvenil “A culpa é das 
estrelas”.
A culpa é das estrelas
(...)
— Augustus, talvez você queira falar de seus medos 
para o grupo.
— Meus medos?
— É.
— Eu tenho medo de ser esquecido -

Mais conteúdos dessa disciplina