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Anti-histamínicos IANGLA ARAUJO http://cbs.wondershare.com/go.php?pid=3022&m=db Histamina Histamina endógena tem papel na resposta alérgica imediata e é um importante regulador da secreção gástrica. Receptores: H1, H2, H3, H4 o mastócito é o principal local de armazenamento da histamina. Os receptores H1 estão na pele, na arvore brônquica, nos vasos sanguíneos e no cérebro, no SNC a histamina intensifica a vigília, por isso o uso de anti-histamínicos induz a sedação. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar A histamina é um importante mediador das reações alérgicas imediatas (como urticária) e inflamatórias, e desempenha apenas um papel modesto na anafilaxia. A histamina possui uma função relevante na secreça ̃o de ácido gástrico e atua como neurotransmissor e neuromodulador. Evidências mais recentes indicam que a histamina tambe ́m desempenha um papel nas funço ̃es imunes e na quimiotaxia dos leucócitos. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Ações da histamina Contração dos músculos lisos dos brônquios; Vasodilatação e aumenta da permeabilidade capilar dos vasos sanguíneos; os antagonistas agem como constritores; Diminuição da pressão arterial; O bloqueio dos receptores pelos fármacos promove uma inibição de fatores responsáveis pelo processo inflamatório, reduz a disponibilidade dos mediadores da inflamação reduzindo a coriza, congestão nasal e os sintomas característicos de uma alergia emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar A histamina é uma amina de baixo peso molecular sintetizada a partir da L-histidina pela enzima histidina decarboxilase, que é expressa em várias células incluindo neurônios, células parietais da mucosa gástrica, mastócitos e basófilos e exerce seus efeitos através da ação em quatro tipos de receptores expressos em variados tipos celulares. Também está envolvida na proliferação e diferenciação celular, hematopoiese, desenvolvimento embrionário, regeneração e cicatrização de feridas e na regulação do sistema imune pela ação nos receptores H4. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Anti-histamínicos Química e farmacocinética Os H1-antagonistas são divididos em agentes de primeira e de segunda geração. Esses grupos distinguem-se pelos efeitos sedativos relativamente fortes da maioria dos fa ́rmacos de primeira geração. Os agentes de primeira geração também têm maior tendência a bloquear os receptores autônomos. Os bloqueadores H1 de segunda geração são menos sedativos, devido, em parte, à sua distribuic ̧ão reduzida no SNC. Esses agentes são absorvidos com rapidez após administrac ̧ão oral, com concentrações sanguíneas máximas em 1 a 2 horas. Distribuem-se amplamente por todo o corpo, e os fármacos de primeira geração penetram com facilidade no SNC. Alguns deles sofrem extenso metabolismo, sobretudo por sistemas microssomais no fígado. Va ́rios dos agentes de segunda geração são metabolizados pelo sistema CYP3A4 e, portanto, esta ̃o sujeitos a interac ̧ões importantes. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Farmacodinâmica Ao antagonistas reduzem ou bloqueiam as ações da histamina por meio de sua ligac ̧ão competitiva reversível ao receptor H1. Os antagonistas dos receptores H1 de primeira geração exercem muitas ações além do bloqueio das ações da histamina. Algumas dessas ações tem valor terapêutico, ao passo que outras são indesejáveis. Os metabo ́litos ativos da hidroxizina, terfenadina e loratadina estão disponíveis na forma de fármacos Cetirizina, fexofenadina e Desloratadina, respectivamente emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Usos clínicos Os bloqueadores dos receptores H1 de primeira geração continuam sendo fármacos de venda livre comumente usados. A prevale ̂ncia das condições ale ́rgicas e a seguranc ̧a relativa dos fármacos contribuem para esse uso maciço. Entretanto, o fato de que esses fa ́rmacos produzem sedação contribui para a pres- crição macic ̧a, bem como para o uso dos anti-histamínicos de segunda geração de venda livre. A. reac ̧ões alérgicas Os agentes anti-histamínicos H1 constituem, com frequência, os primeiros fármacos a serem usados na prevenc ̧ão ou no trata- mento dos sintomas de reac ̧ões ale ́rgicas; B. Cinetose e distúrbios vestibulares Os anti-histamínicos de maior eficiência nesse contexto são a difenidramina e a prometazina. C. Náuseas e vômitos da gravidez- meclizina emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar A histamina acumulada em grânulos de mastócitos e basófilos tem um papel primordial na inflamação alérgica, sendo liberada dessas células após união do receptor FCeRI de alta afinidade com sua IgE correspondente. Os efeitos da histamina nas doenças alérgicas ocorrem através de receptores H1, mas hipotensão, taquicardia, hiperemia e cefaleia ocorrem através de receptores H1 e H2 na vasculatura e o prurido cutâneo e a congestão nasal ocorre através de receptores H1 e H3. emanu Realçar emanu Realçar Primeira geração: prometazina, hidrozina, clorfenidramina, dexclorfenidramina, dimenidrato cetoxifeno, difenidramina, ciproheptadina. Segunda geração: loratadina, cetirizana, muzolostadina, ebastina, desloratadina, levocotirizana, fenoxifenadina Fármacos Segurança dos anti-histamínicos Está bem reconhecido que o uso de anti-histamínicos de primeira geração acarreta alterações no ciclo vigília/sono, promovendo sedação, sonolência, cansaço, fadiga e falta de concentração para as tarefas diárias, podendo atingir 40% dos usuários de clorefeniramina e bromofeniramina e até 80% dos indivíduos que recebem hidroxizine. Vários estudos mostram efeitos similares e aditivos dos anti-histamínicos de primeira geração com os efeitos do álcool ou benzodiazepínicos no sistema nervoso central. Outros estudos mostram efeitos do aumento da latência para o início do sono REM e sua redução, além de efeitos residuais ou de ressaca no dia seguinte. Em estudo realizado por Sen et al. sobre acidentes de aviação entre os anos de 1990 e 2005 nos Estados Unidos, mostrou que em 6% de todos os acidentes fatais os pilotos apresentavam amostras de sangue contendo algum anti-histamínico de primeira geração, o que torna esses agentes impeditivos para os pilotos. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Superdosagem A superdosagem acidental ou intencional com anti-histamínicos de primeira geração é comum e muitas vezes podem acarretar óbito. Os sintomas estão relacionados à dosagem e à idade, sendo que adultos e adolescentes apresentam sintomas de depressão do sistema nervoso central e crianças menores apresentam inicialmente estimulação paradoxal, incluindo agitação, alucinações, confusão e convulsões antes de evoluírem para o coma. emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar emanu Realçar Indicações Urticária Rinoconjuntivite alérgica Asma Dermatite atópica Anafilaxia Prurido Prurigo, alergia a picada de insetos IVAS (1a geração – efeito anticolinérgico ou associado com descongestionantes) Mastocitose Anti-histamínicos na RINITE Associação com vasoconstritores: Pseudoefedrina e fenilefrina – agentes alfa-agonistas podem reduzir a congestão nasal, mas podem causar insônia, irritabilidade e palpitações Usar com cautela em idosos e crianças pequenas (cautela<6anos, não usar em< 6 anos), ou arritmia cardíaca, angina, doença cerebrovascular, hipertensão, glaucoma ou hipertireoidismo Descongestionantes tópicos (nafazolina) – curto prazo, risco de rinite medicamentosa Antileucotrienos Leucotrieno é o nome dado à família de ácidos eicosatetraenoicos poli-insaturados que são formados por ação enzimática na camada fosfolipídica de uma variedade células alvo- ativadas. Nas vias aéreas e pulmões. as principais células que liberam LT incluem: neutrófilos, eosinófilos, mastócitos, macrófagos, células epiteliais e células endoteliais vasculares. Os LT são mediadores lipídicos potentes, derivados da camada fosfolipídica das células, que modulam grande quantidade de processos intra e extracelulares. Os leucotrienos têm demonstrado ações antimicrobianas na defesa do hospedeiro e participação em doenças caracterizadas por inflamação, proliferação celular e fibrinogênese. Montelucaste de sódio é um antagonista do receptor de leucotrienos que bloqueia as substâncias chamadas leucotrienos. Os leucotrienos causam estreitamento e inchaço das vias aéreas dos seus pulmões. Os leucotrienos também causam sintomas alérgicos. O bloqueio da ação dos leucotrienos melhora os sintomas de asma e rinite alérgica e ajuda a evitar as crises de asma. O montelucaste, antagonistas do LTD4, bloqueiam os receptores de leucotrienos e evitam que esses mediadores provoquem reações inflamatórias nas vias aéreas Piemonte Singulair Viatine Indicação Montelucaste de sódio é indicado para o tratamento de: Asma, incluindo a prevenção dos sintomas de asma durante o dia e noite. montelucaste de sódio também previne o estreitamento das vias aéreas causado pelo exercício; Rinite alérgica, incluindo sintomas diurnos e noturnos como congestão nasal, coriza, coceira nasal e espirros; congestão nasal ao despertar, dificuldade de dormir e despertares noturnos; lacrimejamento, coceira, vermelhidão e inchaço dos olhos. Reações adversas Nos estudos, os efeitos adversos mais comuns (entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) relatados foram dor abdominal, dor de cabeça, sede, diarreia, hiperatividade, asma, descamação, coceira e erupções da pele usualmente leves e que ocorreram com a mesma frequência em pacientes que tomaram montelucaste de sódio ou placebo (comprimido que não contém medicamento). Além disso, foram relatados: infecção nas vias aéreas superiores; aumento de tendência a sangramento; reações alérgicas (incluindo inchaço da face, lábios, língua e/ou garganta [que pode causar dificuldade para respirar ou engolir], urticária, coceira e erupção da pele); Alterações de comportamento e humor (agitação, inclusive comportamento agressivo ou hostilidade, depressão, desorientação, distúrbio de atenção, anormalidades no sonho, ansiedade, alucinações, insônia, irritabilidade, perda de memória, inquietação, sonambulismo, pensamentos e atos suícidas, tremor); Tontura, sonolência, formigamento/dormência e, muito raramente, convulsão. Quais são as principais diferenças entre os anti-histamínicos de 1ª Geração dos de 2ª Geração? Quais as principais reações adversas associados aos fármacos de 1ª Geração? Qual a classe de anti-histamínicos contraindicada para pilotos ou motoristas? Os antileucontrienos antagonizam os receptores dos leucotrienos, de acordo com o mecanismo de ação, eles podem ser considerados mais seguros do que os corticoides? Obrigada