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Crise Convulsiva: Causas, Sintomas e Tratamento

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Sebastião Oliveira
 
Sylvia Veras
 
*
•Caracterizar a crise convulsiva 
•Avaliar causas primárias (diagnóstico diferencial) 
•Abordagem na crise 
•Abordar o tratamento 
A crise convulsiva se apresenta como contrações involuntárias da musculatura. 
 
•Definição: São episódios anormais de atividade motora, sensorial, autonômica e psíquica. 
•Causas: 
oIDIOPÁTICAS  genéticas/defeitos evolutivos oADQUIRIDAS  hipertermia, TCE, infecções SNC, IRC, TU cerebral, neoplasias, AVC, dentre outras. 
Em condições normais o funcionamento dos neurônios cerebrais obedece a dois princípios básicos: 
•o da ritimicidade das descargas 
•e o da assincronia. 
A característica fisiopatológica fundamental da descarga convulsiva é representada por um potencial maior, de curta duração, traduzido por um grupo de neurônios que descarregam sincronicamente, de forma anormal e com excessiva disritmia paroxística. 
Pré
 
convulsão
 
Durante a convulsão
 
“Status” pós comicial
 
1
 
2
 
3
 
• Considerar / Avaliar: 
oPossíveis fatores desencadeantes 
oRelato de “aura pré convulsional” (*característico de pacientes 
epilépticos). 
 
“AURA”: Este termo Este termo (que em Grego significa brisa) 
designa a sensação que ocorre no 
 início da crise, e não um fenômeno distinto; 
Perda de consciência 
Movimentação brusca e involuntária da musculatura esquelética, que pode ser geral ou localizada; 
Enrijecimento da mandíbula travando os dentes; 
Salivação excessiva; 
Queda abrupta, em qualquer lugar, com risco de ferimentos, fraturas e outros tipos de lesões; 
Dificuldade respiratória; 
 Freqüentemente ocorre relaxamento de esfíncteres com micção ou evacuação involuntários após a crise; 
· Evitar traumatismos durante a crise; 
· Retirar objetos pessoais e aqueles que estiverem ao redor que possam ferir a vítima, como óculos gargantilhas, pedras, copos, dentre outros; 
· Não conter o paciente durante a crise; 
· Proteger a língua, colocando algo entre os dentes da vitima (não forçar caso os dentes estejam travados); 
· Afrouxar vestes; 
· Observar a respiração durante; 
•Manter o paciente 
em decúbito lateral: 
•Observar apneia; 
•Não se deve jogar água ou oferecer algo para cheirar durante a crise. 
•Não devemos colocar os dedos dentro da boca da vítima, pois a mesma se encontra em contração muscular involuntária podendo causar lesões ao socorrista. 
· Controle Convulsão 
· Tratar a Causa 
 
· Uma das manifestações clinicas da Epilepsia é a crise convulsiva. 
· Crise convulsiva não é sinônimo de epilepsia 
· A eplepsia é uma das possíveis justificativas da ocorrência de crise convulsiva 
 Definição: Consiste em um conjunto de sinais e sintomas resultantes de descargas neuronais anormais, com início e fim abruptos e tendência à repetição. Caracterizam-se por distúrbios da consciência acompanhados, ou não, por abalos musculares involuntários de natureza tônica, clônica ou mistas. 
•Manifestações Clínicas: 
oCrise convulsiva generalizada (Grande mal); oCrise convulsiva focal ou parcial; 
 
•Etiologia: - 
oCausada por disfunção neuronal congênita; oCausada por alteração estrutural do encéfalo; oCausada por distúrbio metabólico sistêmico; 
 
•Tratamento: 
oEnfatizar a importância da regularidade na oIngestão de medicação; oAcompanhamento médico; oAtuação na crise; 
 	
· Descrição das circunstancias prévias do quadro; 
· Tipo de movimento na parte do corpo envolvida; 
· Áreas de envolvimento corporal; 
· Incontinência vesical ou fecal; 
· Duração do quadro; 
· Ocorrências pós crise; 
· Permeabilização das vias aéreas retificação com: o lateralização da cabeça o cânula de Guedell para evitar mordedura da língua o O² sob cateter, máscara ou entubação o Aspiração de vias aéreas 
· Obter acesso venoso adequado 
· Antitérmicos por via venosa ou retal nos casos de febre 
· Correção imediata dos distúrbios metabólicos associados (p.ex.: hipoglicemia, hiponatremia) 
· Tratamento do edema cerebral quando presente (TCE, Tumores do SNC); 
· Benzodiazepínicos (Diazepam)  droga de primieira escolha no momento da crise, por ter rápido início de ação e de eliminação. 
· Difenil – hidantoína / Fenitoína (Hidantal) 
· Fenobarbital (Gardenal) 
· Midazolam (Dormonid) 
· Tiopental

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