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SISTEMA 
RESPIRATÓRIO
Enfª Nathália Mvogo
Sistema Pulmonar
• O s i s t e m a r e s p i r a t ó r i o é o 
sistema responsável por garantir 
a captação de oxigênio do meio 
a m b i e n t e e 
a liberação do gás carbônico.
• A l é m d i s s o , e s s e s i s t e m a 
está relacionado com o olfato, ou 
seja, nossa capacidade de permitir 
odores e relacionado também com 
a fala, devido à presença das 
chamadas pregas vocais em um 
dos órgãos do sistema respiratório.
Sistema Respiratório
• O sistema respiratório é um sistema relacionado com a captação de 
oxigênio e liberação de gás carbônico para o meio.
• O sistema respiratório pode ser dividido em duas porções: uma 
parte condutora e uma parte respiratória.
• Fazem parte da porção condutora as fossas nasais, faringe, laringe, 
traqueia, brônquios, bronquíolos e bronquíolos terminais.
• Fazem parte da porção respiratória os bronquíolos respiratórios, 
ductos alveolares e alvéolos.
• Na porção respiratória ocorrem as trocas gasosas, ou seja, o 
oxigênio retirado do meio externo é disponibilizado para o sangue, 
e o gás carbônico entra no sistema respiratório para realizar o 
caminho inverso ao do oxigênio e ser eliminado para o meio.
• A respiração acontece graças a dois movimentos respiratórios: a 
inspiração e expiração.
• A respiração é dependente do centro respiratório no bulbo.
Principais componentes do Sistema Respiratório
Nariz
Cavidade 
nasal/fossas 
nasais
Seios 
paranasais Faringe
Laringe Traqueia Brônquios Bronquíolos
Pulmões  
Alvéolos
Componentes do Sistema Respiratório
Nariz
No estudo do nariz incluem-se: nariz 
e x t e r n o , c a v i d a d e n a s a l e s e i o s 
paranasais.
O nariz externo é visível externamente 
no plano mediano da face, tem a forma 
piramidal, onde se encontram duas 
a b e r t u ra s e m fe n d a , a s n a r i n a s , 
s e p a r a d a s p o r u m s e p t o , e q u e 
comunicam o meio externo com as 
cavidades nasais.
As funções do nariz são: responder 
pelo olfato; fornecer via aérea para a 
respiração; filtrar, aquecer e umedecer o 
ar inspirado (pelos nasais auxiliam nesse 
processo) (DANGELO; FATTINI, 2006; 
GUYTON; HALL, 2006).
Fossas Nasais
O primeiro local por onde o ar passa. 
Nelas é possível observar três regiões: o 
vestíbulo, a área respiratória e a área 
olfatória. O vestíbulo é a parte anterior e 
d i la tada das fossas nasais , a qual 
se comunica com o meio exterior . 
A região respiratória corresponde 
à maior parte das fossas nasais. Por 
f i m , t e m o s a á r e a o l f a t ó r i a q u e 
corresponde à parte superior das fossas 
n a s a i s , a q u a l 
é rica em quimiorreceptores de olfação.
Faringe
Órgão musculomembranoso
 comum ao sistema digestório 
e respiratório. A parte que faz 
parte do sistema respiratório é 
d e n o m i n a d a 
de nasofaringe, enquanto a 
parte digestória é denominada 
de orofaringe. 
• A n a s o f a r i n g e 
está localizada posterior-
mente à cavidade nasal.
Laringe
A l a r i n g e é u m ó r g ã o q u e 
conecta a parte inferior da faringe 
com a t raqué ia . É um ó rgão 
tubular, cuja estrutura é composta 
d e c a r t i l a g e m , m ú s c u l o s e 
l igamentos, s i tuada no plano 
mediano e anterior do pescoço. 
Além de via de condução do ar, 
previne a entrada de alimentos e 
substâncias estranhas na traqueia 
e a b r i g a a s c o r d a s v o c a i s 
(envolvidas na produção do som) 
(DANGELO; FATT IN I , 2006 ; 
GARDNER; GRAY; O’RAHILLY, 
1988).
Laringe
É u m t u b o d e c e r c a d e 5 c m d e 
comprimento que apresenta forma irregular e 
atua garantindo a conexão entre a faringe e 
a traqueia. Na laringe, é possível perceber a 
chamada epiglote, que nada mais é do que 
um prolongamento que se estende desse 
ó r g ã o e m d i r e ç ã o à f a r i n g e 
e evita que alimento adentre o sistema 
respiratório. Além da epiglote, encontramos 
n a l a r i n g e a p r e s e n ç a d a s 
c h a m a d a s p r e g a s v o c a i s , q u e s ã o 
responsáveis pela produção de som.
PREGA VOCAL
• Cordas vocais são pregas musculares que 
permitem a voca l i zação. Quando mais 
esticadas elas estiverem mais agudo será o 
som. Quanto mais relaxados estiverem mais 
grave é o som.
• A fala é produzida através da modulação do 
f luxo de ar v indo dos pulmões. Esse ar 
encontra as pregas vocais, fazendo-as vibrar e 
assim produzindo pulsos sonoros.
• O som é amplif icado pelos espaços que 
existem na faringe e nas cavidades nasal e oral, 
pois sem isso, esse som não seria percebido. 
A lém disso, os d i ferentes movimentos 
realizados pelos músculos permitem que 
diferentes sons sejam produzidos.
Traqueia
Traqueia
• Tubo formado por cartilagens hialinas em formato de C, logo 
depois da laringe. A traqueia ramifica-se dando origem 
a dois brônquios, denominados de brônquios primários.
• É um tubo flexível constituída por uma série de anéis 
cartilagíneos incompletos, em forma de C, sobrepostos e 
ligados entre si, os quais fornecem a rigidez que impede a 
traqueia de colapsar. 
• A parede posterior desprovida de cartilagem é constituída de 
tecido conjuntivo e musculatura lisa, que permite elasticidade 
durante os movimentos ventilatórios. 
• É revestida pelas células produtoras de muco e cílios que 
filtram o ar antes de entrar nos brônquios. Embora seja um 
tubo mediano, sofre um ligeiro desvio para a direita, próximo 
da sua extremidade inferior, antes de se dividir nos dois 
brônquios principais, direito e esquerdo, que se dirigem aos 
pulmões. 
Brônquios 
• Os brônquios apresentam estrutura semelhante à da 
traqueia. Cada brônquio principal ou de primeira ordem dá 
origem aos brônquios lobares, ou de segunda ordem. Estes, 
por sua vez, dividem-se em bronquíolos, que sofrem ainda 
divisões até terminarem nos alvéolos pulmonares. Assim, 
cada brônquio principal dá origem no pulmão a uma série 
de ramificações, sendo este conjunto conhecido como 
árvore brônquica (DANGELO; FATTINI, 2006; GARDNER; 
GRAY; O’RAHILLY, 1988).
Bronquíolos 
• São ramificações dos brônquios, possuem 
diâmetro de cerca de 1 mm e não possuem 
cartilagem. 
• Esses também ramificam-se, formando os 
bronquíolos terminais e, posteriormente, os 
bronquíolos respiratórios. 
• Os bronquíolos respiratórios marcam 
a transição para a parte respiratória e 
abrem-se no chamado ducto alveolar.
Alvéolo 
• São estruturas que fazem parte 
da ú l t ima porção da árvore 
b r ô n q u i c a e 
estão localizadas no final dos du
ctos alveolares. 
• São semelhantes a pequenas 
bolsas, apresentam uma parede 
epitelial fina e são o local onde 
ocorrem as trocas gasosas. 
• Geralmente, os alvéolos estão 
o r g a n i z a d o s e m g r u p o s 
chamados de saco alveolar.
Pulmão 
• O s p u l m õ e s d i r e i t o e 
e s q u e rd o s ã o o s ó rgã o s 
principais da respiração, e 
estão contidos na cavidade 
torácica. Entre eles está o 
mediastino, região ocupada 
pelo coração, grandes vasos, 
esôfago, parte da traqueia e 
brônquios principais. 
Pulmão • Cada pulmão está envolto por um 
saco seroso, completamente fechado, 
denominado pleura, que apresenta 
dois folhetos, a pleura parietal, que 
reveste a superfície do pulmão, e a 
pleura visceral, que recobre a face 
interna da parede do tórax. 
• Entre as pleuras pulmonar e parietal 
há um espaço virtual contendo uma 
película de líquido que permite o 
deslizamento de um folheto contra o 
outro nas variações do volume dos 
pulmões, ocorridas nos movimentos 
respiratórios  Líquido Pleural
Líquido Pleural
• O líquido pleural é um ultrafiltrado do plasma sanguíneo, 
que entra na cavidade pleural através dos capilares 
sanguíneos da pleura parietal e é reabsorvido pelos 
capilares linfáticos também da pleura parietal. 
• Portanto, tanto a produção quanto a reabsorção do 
líquido pleural são feitas através da pleura parietal. 
• O volume aproximado do líquido pleural é de cerca de 1 
a 20mlnas cavidades pleurais e estes valores variam de 
acordo com o peso do indivíduo. 
• Pneumotórax (patologia associada)
• Hemotórax (patologia associada)
Pulmão 
• Os pulmões são órgãos de 
forma cônica, apresentando um 
ápice, uma base e duas faces: 
costal (em relação às costelas) 
e m e d i a l ( v o l t a d a a o 
mediastino). A base descansa 
sobre o músculo diafragma. Os 
pulmões se subdividem em 
l o b o s , s e n d o t r ê s p a r a o 
pulmão direito e dois para o 
esquerdo (DANGELO; FATTINI, 
2006).
Pulmão 
• H á c e r c a 
de 300 milhões de alvéo
los nos pulmões. Cada 
pulmão é revestido por 
u m a m e m b r a n a 
chamada de pleura. O 
pulmão de uma criança, 
geralmente, apresenta a 
c o l o r a ç ã o r ó s e a , 
e n q u a n t o d o a d u l t o 
pode ter uma coloração 
mais escura devido à 
maior exposição à poeira 
e à fuligem.
Sistema Respiratório
• Inspiração: 
Entrada de O2.
• Expiração: 
Saída de CO2.
Ventilação Pulmonar
• Inspiração: garante a entrada de ar no sistema respiratório. 
Nesse processo há a contração do diafragma e dos músculos 
intercostais, levando a expansão da caixa torácica e 
diminuição da pressão em seu interior.
• Expiração: quando o ar sai do sistema respiratório. Nesse 
processo os músculos torácicos relaxam, assim como o 
diafragma, levando à redução da caixa torácica e ao aumento 
da pressão interna.
Sistema Respiratório
• Podemos dividir o sistema respiratório em duas porções: a 
condutora e a respiratória.
• P o r ç ã o 
condutora: é formada pelas fossas nasais, nasofaringe, larin
ge, traqueia, brônquios, bronquíolos e bronquíolos terminai
s. Como o nome indica, essa porção permite a entrada e 
saída de ar, porém sua função não acaba aí, é nessa parte 
que o ar é limpo, umedecido e aquecido.
• P o r ç ã o 
respiratória: é formada pelos bronquíolos respiratórios, duc
tos alveolares e alvéolos, que são as partes responsáveis 
pela ocorrência das trocas gasosas. É nessa porção que o 
oxigênio inspirado passará para o sangue e o gás carbônico 
presente no sangue passará para o sistema respiratório.
Sistema Respiratório
• O s i s t e m a r e s p i r a t ó r i o 
funciona garantindo a entrada e saída de 
a r d o n o s s o c o r p o . O a r 
inicialmente entra pelas fossas nasais onde 
é umedecido, aquecido e fi ltrado. Ele 
então segue para a faringe, posteriormente 
para laringe e para a traqueia. A traqueia 
ramifica-se em dois brônquios dando 
acessos aos pulmões. O ar segue, então, 
dos brônquios para os bronquíolos e 
finalmente chega aos alvéolos pulmonares.
DIAFRAGMA 
• O diafragma é um músculo estriado esquelético 
que separa a cavidade abdominal da cavidade 
torácica, tem forma de cúpula e desempenha 
papel fundamental na respiração.
• Durante a inspiração, o órgão se contrai e desce, 
r e d u z i n d o a p r e s s ã o d e n t r o d o t ó r a x e 
comprimindo as vísceras do abdômen, o que 
facilita a entrada do ar nos pulmões.
• Na expiração, ocorre o processo inverso: ele 
relaxa e sobe, aumentando a pressão dentro do 
tórax e expulsando o ar dos pulmões.
Hematose
N o s   a l v é o l o s   o c o r r e m 
as trocas gasosas, um processo 
t a m b é m d e n o m i n a d o 
de  hemato s e .  O ox i g ên i o 
presente no ar que chega até 
os a lvéolos disso lve-se na 
camada que reve s te e s sa 
estrutura e difunde-se pelo 
epité l io para os capi lares 
loca l i zados em torno dos 
alvéolos. No sentido oposto 
o c o r r e a d i f u s ã o d e g á s 
carbônico.
Bulbo
Função: produzir os estímulos nervosos que controlam a circulação, a 
respiração. O bulbo regula os batimentos cardíacos e os movimentos 
respiratórios.
Controle da respiração - Bulbo
• Os seres humanos possuem neurônios na região do bulbo que garantem a 
regulação da respiração. O bulbo percebe alterações no pH do líquido do tecido 
c i r c u n d a n t e e d e s e n c a d e i a r e s p o s t a s q u e 
garantem alterações no ritmo respiratório.
• Quando os níveis de gás carbônico aumentam no sangue e no l íquido 
cerebrospinal, acontece uma queda no pH. Isso acontece devido ao fato de que o 
gás carbônico presente nesses locais pode reagir com água e desencadear a 
formação de ácido carbônico (H2CO3). Esse pode dissociar-se em íon bicarbonato 
(HCO3-) e íons hidrogênio (H+). O aumento dos íons hidrogênio provoca a queda 
do pH.
• O bulbo, então, percebe essas alterações, e sinais são enviados para os músculos 
intercostais e diafragma para que ocorra um aumento da intensidade e taxa da 
respiração. Quando o pH retorna ao normal, há uma redução da intensidade e 
taxa respiratória.
• Vale destacar que alterações no nível de oxigênio no sangue desencadeiam 
poucos efeitos no bulbo. Entretanto, quando os níveis estão muito baixos, ocorre 
um aumento da taxa de respiração.
PATOLOGIAS
• ENFISEMA PULMONAR
• PENUMONIA
• BRONQUITE
• SINUSITE
• ATELECTASIA
• ASMA
• DERRAME PLEURAL
ENFISEMA PULMONAR
• DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica)
• O enfisema se caracteriza pela destruição e alargamento dos 
bronquíolos terminais e alvéolos, que perdem sua elasticidade e 
favorecem o aprisionamento do ar dentro dos pulmões. No enfisema 
notamos uma hiperinsuflação mantida dos pulmões devido ao ar que 
nunca sai por completo.
• Causas: uso de cigarros, narguilés; exposição prolongada a fogão a 
lenha; etc..
• A doença começa normalmente a se manifestar após os 40 anos de 
idade. O primeiro sintoma perceptível costuma ser tosse matinal com 
expectoração. Devido ao cansaço e a falta de ar que os esforços 
começam a produzir, o paciente vai progressivamente limitando suas 
atividades diárias, até o ponto em que, depois de alguns anos, a 
doença está tão avançada que mesmo em repouso sente-se cansado e 
com falta de ar. 
• Expectoração, tosse secretiva, dispneia, broncoespasmo (devido a 
rigidez alveolar), destruição do alvéolo.
PNEUMONIA
• Pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões, pode acometer a região 
dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos 
brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). Em suma 
pneumonia é uma infecção que acomete os tecidos pulmonares e seus alvéolos.
• Pneumonia Viral: Infecção que se instala nos pulmões e que é causada por vírus. 
Os vírus que são responsáveis pela causa da pneumonia viral são: Adenovírus, 
Influenza, etc..
• Pneumonia Fúngica: deve- se a três tipos de fungos: Histoplasma capsulatum, que 
causa a histoplasmose,Coccidioides immits, que causa a coccidioidomicose, 
e Blastomyces dermatitidis, que causa a blastomicose. Os indivíduos que contraem 
a infecção, em geral, só têm sintomas menores e não se dão conta de que estão 
infectados. 
• Pneumonia Bacteriana: Infecção grave que gera sintomas como tosse com catarro, 
febre e dificuldade em respirar,e que surge após uma gripe que não passa ou que 
piora ao longo do tempo. É causada pela bactéria em Streptococcos pneumoniae, 
no entanto, outros agentes etiológicos como Klebsiella pneumoniae, Staphyloccus 
aureus, Haemophilus influenzae, Legionella peumophila também podem levar ao 
surgimento da doença.
• Pneumonia Química: É causada pela inalação de substâncias agressivas ao pulmão, 
como fumaça, agrotóxicos e outros produtos químicos. Estas substâncias quando 
aspiradas vão para os pulmões e inflamam os alvéolos dificultando as trocas 
respiratórias causando pneumonia e insuficiência respiratória.a bacteriana que 
pode afetar apenas uma parte do pulmão.
• Pneumonia Aspirativa: pneumonia ocasionada devido a uma OVACE (obstrução de 
vias aéreas por corpo estranho).
BRÔNQUITE
• DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva 
Crônica);
• Inf lamação da mucosa dos tubos 
brônquicos, que transportam o ar para 
dentro e para fora dos pulmões.
SINUSITE
• A sinusite aguda pode ser desencadeada por 
u m r e s f r i a d o o u p o r a l e r g i a s e p o d e 
desaparecer por conta própria. 
• A sinusite crônica (“agudizada”, episódio 
agudo) duraaté oito semanas e pode ser 
causada por uma infecção ou por tumores.
• Os sintomas incluem dor de cabeça, dor facial, 
secreção nasal e congestão nasal.
• A sinusite aguda geralmente não requer 
nenhum tratamento além do alívio sintomático 
c o m m e d i c a m e n t o s p a r a a d o r , 
descongest ionantes nasais e soro para 
lavagem nasal. 
• A sinusite crônica pode exigir antibióticos.
ATELECTASIA
• Colapso (colabamento) completo ou 
parcial de um pulmão ou de uma seção 
(lóbulo) de um pulmão.
• Devido ao efeito da anestesia nos 
pulmões, quase todas as pessoas que 
passam por cirurgia sofrem atelectasia, 
por este motivo o paciente necessita ser 
intubado. 
• Objetos ina lados , DPOC e outras 
doenças e lesões pulmonares também 
podem causar o problema.
ASMA
• Condição em que as vias aéreas de uma pessoa 
ficam inflamadas, estreitas e inchadas, além de 
produzirem muco extra, o que dificulta a 
respiração.
DERRAME PLEURAL
• Derrame Pleural é o nome dado ao acúmulo 
de líquido na cavidade pleural, provocado 
pelo aumento de produção de l íquido 
pleural pelos capilares sanguíneos ou pela 
falha na sua reabsorção pelos capilares 
linfáticos. 
• O líquido geralmente acumula nas porções 
b a s a i s d a cav i d a d e p l e u ra l e o s i n a l 
radiográfico clássico do derrame pleural é a 
ocultação dos seios costofrênicos. 
• Pleurisia é o nome dado à inflamação das 
pleuras (que pode ocorrer em infecções e 
em derrames pleurais) e isso pode gerar um 
espessamento das pleuras.
REFERÊNCIAS
• SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Sistema respiratório"; Brasil Escola. 
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-
respiratorio.htm. Acesso em 18 de setembro de 2019.
• https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4371441/mod_resource/co
ntent/6/SISTEMA%20RESPIRAT%C3%93RIO.pdf
Estudo dirigido
• Explique o funcionamento do sistema respiratório.
• O que é hematose? Como e onde ocorre?
• Cite e explique ao menos 3 doenças do sistema respiratório.

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