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iasminyranielly@gmail.com Doença de Jorge Lobo Centro Universitário Meta - UNIMETA Curso de Graduação em Biomedicina Micologia Clínica INTRODUÇÃO • Lobo (1931) – Recife • Pacientes da Região Amazônica • Características clínicas – Lesões cutâneas – Lobomicose e Doença de Jorge Lobo • Trejos e Romero (1955) – Primeiro caso fora do Brasil • Costa Rica – Panamá, Venezuela, Honduras e Equador – Regiões climáticas similares INTRODUÇÃO • Europa (1983) – Acidente com golfinho • Golfinho com lesões cutâneas – Exame anatomopatológico → micose de Lobo • Tursiops truncatus • Sotalia guianensis – Lesões dorso ou cauda EPIDEMIOLOGIA • Até 1999 – 458 casos diagnosticados • Maioria da pacientes brasileiros – Amazonas e Acre » Uma das micoses profundas mais frequentes ASPECTOS CLÍNICOS • Evolução crônica – Bom prognóstico • Limitada ao tecido subcutâneo • Problemas funcionais – Localizações mais frequentes • Membros inferiores, pavilhões auriculares, membros superiores • Lesões unilaterais ASPECTOS CLÍNICOS • Clinicamente – Lesões papulosas, tuberosas, volumosas • Aspecto tumoral ou formando placas ASPECTOS CLÍNICOS • Nas regiões palmares e plantares – Aspecto verrucoso – Lesões ulceradas (traumatismos) • Complicações secundárias – Infecções secundárias DIAGNÓSTICO • Lesões cutâneas simulando queloides – Sugestiva Escarificação Dérmica Exame direto Células Leveduriformes ASPECTOS MICOLÓGICOS • Exame direto – Corpos leveduriformes • Dupla parede, agrupado em cadeias de dois ou mais elementos TRATAMENTO • Exérese cirúrgica • Crioterapia • Eletrofulgação • Medicamentos antimicóticos – Não tem sido satisfatórios BIBLIOGRAFIA